Análise técnica ou fundamentalista


Escolher boas ações para investir é uma arte milionária. Existem dois tipos de análise que são as mais utilizadas por quem investe na bolsa para tomar decisões sobre quais ações comprar, quais manter ou quais vender. Essas análises se chamam Análise Técnica e Análise Fundamentalista. As duas possuem um objetivo ambicioso que é prever o futuro analisando dados do passado. Será mesmo que prever o futuro é possível? Qual das duas análises seria a melhor?

Não é de hoje que a humanidade procura formas de prever o futuro. O pensador Confúcio, 500 antes de Cristo, dizia que “se queres prever o futuro, estuda o passado.” Peter Drucker, que muitos consideram o pai da administração moderna, defendia a ideia de que “a melhor forma de prever o futuro é criá-lo”. O escritor francês Saint-Exupéry lembrou que “sua tarefa não é de prever o futuro, mas sim de o permitir”. Michael Hammer, pai da reengenharia, terminou essa conversa dizendo que “o segredo do sucesso não é prever o futuro. É preparar-se para um futuro que não pode ser previsto”.

Chuva ou sol

Na falta de uma bola de cristal, criamos a análise de dados e a estatística. Com elas não podemos prever o futuro, com 100% de certeza, mas podemos avaliar as probabilidades de diferentes futuros se materializarem.

Se ao sair de casa pela manhã você observa que o céu está muito nublado, você rapidamente avalia que a probabilidade de chover é grande e toma a decisão de levar um guarda-chuva. Chover ou não chover são as duas situações possíveis. Estudando os sinais dados pela natureza temos pistas de que a probabilidade de chuva é maior. Se você fosse meteorologista, sem abrir a janela, poderia chegar na mesma conclusão estudando os fundamentos que definem a condição do tempo como os dados sobre temperatura, pressão atmosférica, velocidade do vento, umidade, etc.

No mundo dos investimentos não é muito diferente. A única coisa que temos são dados do presente e do passado. A escola fundamentalista mostra porquê os preços se comportam de uma determinada forma até aqui. A escola técnica mostra como os preços se comportaram até aqui. Os motivos que nos levaram até aqui e como isso se manifestou não garante um futuro 100% previsível. O problema é que os sinais que nos permitem projetar um futuro, podem se tornar inúteis diante de fatos novos e inesperados.

O inesperado

Imagine que você tem ações da maior indústria de alimentos do país. Os fundamentos eram bons quando você comprou as ações e o futuro da empresa era promissor. Você abre o jornal e tem uma surpresa desagradável. A empresa onde você investiu o seu dinheiro está envolvidas em uma operação deflagrada pela Polícia Federal que apura um suposto esquema de pagamento de propinas e fraudes na fiscalização de frigoríficos. A probabilidade das suas ações perderem valor naquele dia são tão grandes como a de cair água do céu em um dia de chuva e não canivetes. O impacto que esse evento pode provocar nos resultados da empresa no longo prazo depende de inúmeros fatores que só poderão ser avaliados no decorrer do tempo.

De qualquer forma, ninguém poderia imaginar que a maior empresa de processamento de carne bovina do mundo e a maior indústria brasileira de alimentos poderia se envolver neste tipo de situação. Eventos assim podem ocorrer a qualquer momento, já que os fatos não se importam com as previsões dos investidores sobre o futuro.

Estudar o passado para projetar o futuro

No mundo dos investimentos em ações, a maioria só pode se limitar a estudar o passado para prever um futuro mais ou menos provável (acionistas minoritários). Existe uma minoria que tem poder suficiente para interferir e criar o futuro (acionistas majoritários). Alguns agentes, como o governo, possuem o poder de permitir ou não que o futuro aconteça.

No final, a coisa mais importante que você deve fazer, antes de investir nas empresas dos outros, é estar preparado para o caso de o futuro não acontecer como você esperava ou como o especialista previu, como o presidente da companhia disse que seria ou como o governo disse que autorizaria.

Então, antes de falar das análises, lembre-se. O futuro não tem nenhum comprometimento com as suas previsões e expectativas sobre ele. Somente as crianças, até determinada idade, são incapazes de avaliar riscos. Os adultos possuem ferramentas para isso. Fazer a gestão de riscos nos investimentos e na sua vida são sinais de maturidade.

Estátua da “menina sem medo” diante da estátua do “Touro de Wall Street” próximo da bolsa de Nova Iorque. No mercado financeiro o touro simboliza o otimismo em relação a eventos futuros e a força de alta dos preços das ações. O touro ataca aplicando sua força de baixo para cima. Em oposição temos o urso que simboliza a expectativa de queda dos preços. O urso ataca aplicando sua força de cima para abaixo.

 

Análise técnica

A análise técnica ou gráfica estuda o preço das ações e o quanto foram negociadas no passado através de gráficos e estatísticas. O objetivo é encontrar padrões nesses gráficos, e nos inúmeros indicadores estatísticos, que possam dar sinais sobre o futuro mais provável.

O investidor que adota a análise técnica para tomar decisões de investimento precisa acreditar no princípio de que o preço de uma ação se move em tendências persistentes de altas ou de baixas ao longo do tempo. Seu objetivo é identificar padrões gráficos que indicam o início ou o fim dessa tendência de alta ou de queda no preço da ação. Essas são as janelas de oportunidade que ele busca. No artigo anterior eu mostrei um pouco sobre tendências na bolsa de valores, momentos históricos e o impacto do otimismo e do pessimismo no preço das ações.

O analista técnico acredita que o preço da ação e o volume negociado no passado influenciam os investidores no presente, de tal forma que uma vez determinada a tendência (de alta ou queda dos preços), e os padrões gráficos (veja a figura abaixo) é possível saber qual o melhor momento para comprar ou vender uma ação para obter o maior ganho possível até a inversão da tendência.

O comportamento dos preços indica o comportamento do investidor. Um influencia o outro, já que as decisões de investimento não são baseadas apenas em questões técnicas, existem as questões emocionais de curto prazo como o medo da perda e a esperança ou ganância pelos ganhos.  Se um grande número de investidores acredita que os padrões gráficos abaixo significam alguma coisa, isso é suficiente para que esses padrões passem a realmente significar alguma coisa.

Para um leigo são desenhos rupestres de uma civilização antiga. Para um analista técnico esses desenhos são padrões gráficos que dizem alguma coisa importante sobre o passado dos preços das ações e dão sinais sobre o seu futuro mais provável.

A análise técnica é mais utilizada por aqueles que querem fazer investimentos de curto ou curtíssimo prazo dentro dos próximos minutos, horas, dias, semanas ou meses.

O investidor que adota apenas a análise técnica acredita que não existem motivos para analisar os fundamentos de uma empresa, os balanços e demonstrativos financeiros. Para ele, todas essas informações são constantemente refletidas no preço da ação, até aquelas que não podem ser medidas com facilidade como o humor dos investidores. Ele acredita que os mercados são eficientes e que os demais investidores são capazes de avaliar as informações sobre as empresas para buscar um ponto de equilíbrio entre o preço atual da ação e o quanto ela realmente vale com base nos últimos acontecimentos.

Essa busca pelo ponto de equilíbrio cria tendências de alta e de baixa nos preços das ações. Esse padrão sempre será rompido em algum momento iniciando um movimento inverso ou potencializando a tendência que existia antes.

O que cai nunca cairá para sempre e o que sobe nunca subirá para sempre. Cair não significa que não possa cair ainda mais. Subir não significa que não possa continuar subindo. Mesmo assim, são nas rupturas de padrões e inversões de tendência que os analistas técnicos encontram oportunidades para fazerem suas apostas.

Quem investe através da análise técnica, segundo os mais radicais, deveria olhar somente os sinais emitidos pelos gráficos. Não deveria considerar se a empresa está dando lucro ou prejuízo, não deveria considerar projeções futuras de lucro, taxa de retorno, relação preço/lucro, projetos da empresa, notícias positivas ou negativas sobre a empresa ou sobre o seu setor, opiniões de analistas, opiniões de agências de classificação de risco ou qualquer outra informação que não sejam os padrões que aparecem nos gráficos de preço, volume e seus indicadores.

Teoricamente o investidor que adota a análise técnica, de maneira mais radical, deveria se isolar da civilização de tal forma que não fosse possível receber qualquer influência do meio externo, fatos, notícias ou terceiros. Nesta situação imaginária, tudo que é importante ser analisado estará embutido nos dados apresentados pelos gráficos. O investidor evitaria a influência do medo e da ganância das massas nas suas decisões de investimento.

Existem muitos estudos que tentam descobrir se a análise técnica é realmente capaz de prever o futuro (um exemplo de estudo). A conclusão que esses estudos chegam é que isso anda não é possível, mas existem estratégias dentro da análise técnica que permitem limitar perdas. O analista técnico bem-sucedido não é exatamente aquele que adivinha o futuro, mas é aquele que perde pouco quando sua previsão é equivocada e ganha muito quando sua previsão é acertada.

Isso significa que ao comprar uma ação o investidor pode limitar a sua perda configurando uma venda (stop loss) se ela atingir um determinado preço. Imaginando que você comprou uma ação por R$ 50 apostando que conseguirá vende-la por R$ 60 (ganho de 20%), você pode colocar uma ordem de venda a R$ 45, ou seja, se a cotação atingir este valor, a ordem pode ser efetuada, limitando sua perda a 10% do total investido. Se o preço da ação subir, você pode vende-la quando atingir R$ 60 ou reavaliar a situação e optar pela manutenção da ação. O sucesso dependerá da sua capacidade de planejar suas perdas para que elas sejam limitadas, enquanto os ganhos possam ser ilimitados.

Análise fundamentalista

A análise fundamentalista e financeira das empresas é mais utilizada pelos investidores que compram ações como um investimento de longo prazo. Se você tomasse a decisão de comprar um restaurante, que informações você solicitaria aos proprietários dos restaurantes à venda para escolher onde investir? Tenho certeza que você jamais compraria um restaurante olhando apenas o seu preço. O preço do restaurante, visto isoladamente, não significa nada. Você precisa avaliar se o preço é justo, se está caro ou barato.

Para tomar a decisão de se tornar dono ou sócio de um restaurante, no primeiro momento, você faria avaliações como: localização, qualidade da estrutura, qualidade dos produtos vendidos, posicionamento da marca do restaurante no mercado, número de clientes atendidos, taxa de satisfação, potencial de crescimento, concorrentes, etc. Seu objetivo inicial seria avaliar as qualidades do restaurante. Tenho certeza que você não investiria em um restaurante que não possui um conjunto de qualidades.

Depois, você partiria para a análise dos demonstrativos financeiros do restaurante. Você solicitaria informações como o valor patrimonial, lucros passados, atual e estimado, fluxo de caixa, dívidas, despesas, taxa de retorno, relação preço/lucro, etc. Com esses dados você faria um diagnóstico da saúde financeira da empresa antes de investir. Ninguém quer investir em uma empresa que registra prejuízos consistentes e que caminha para a falência.

Na visão do investidor fundamentalista não existe muita diferença entre analisar a compra de um restaurante que está à venda em algum bairro da cidade ou analisar a compra das ações de uma cadeia de restaurantes à venda na bolsa de valores.

Para ver o que significa comprar um restaurante sem fazer uma boa analise dos fundamentos da empresa, veja os episódios desse programa. Existem pessoas que compram negócios e ações sem ideia do que estão fazendo. A vantagem do investimento direto é a possibilidade de “construir um novo futuro” para a empresa que você comprou (caso tenha conhecimento para isso), enquanto que no investimento através da compra de ações você certamente será um investidor minoritário, sem o poder necessário para tomar decisões que possam modificar o futuro da empresa, mas você pode sair do negócio a qualquer momento.

Os investidores mais bem-sucedidos do mundo, que construíram suas fortunas através da bolsa de valores, fizeram investimentos de longo prazo analisando os fundamentos e as finanças das empresas como verdadeiros donos. Warren Buffett, um dos três homens mais ricos do mundo e Jorge Paulo Lemann, o homem mais rico do Brasil, são investidores que compram ações com a visão de donos.

Por algum motivo, as pessoas se baseiam nos preços e não nos valores. Preço é o que você paga. Valor é o que você leva. –  Warren Buffett

Com 86 anos, Warren Buffett cunhou inúmeras frases que refletem a sua maneira de pensar. Em uma delas ele disse “Compre apenas o que você conservaria sem pestanejar se o mercado fechasse por 10 anos. Nunca tento ganhar dinheiro no mercado de ações. Compro sob o pressuposto de que poderiam fechar o mercado no dia seguinte e só reabri-lo daqui a muitos anos”.

O grande objetivo desses grandes investidores foi sempre analisar as empresas e os seus negócios para descobrir o seu verdadeiro valor. Se o preço da ação está abaixo do seu verdadeiro valor, o investidor estará diante de um bom investimento. Os investidores que utilizam a análise fundamentalista acreditam que nem sempre o preço de uma ação está refletindo a sua capacidade de valorização futura com base nos fundamentos da empresa e no seu potencial de crescimento.

O mercado de ações é um jogo de paciência. Não é preciso dar tacadas o tempo todo, aguarde pelo arremesso perfeito. Warren Buffett

Isso significa que pode levar muitos meses ou muitos anos para o valor de uma empresa ser refletida no preço da sua ação. Por isso, quando um analista fundamentalista estima quanto vale as ações de uma empresa, ele acredita que está diante de uma incoerência momentânea. Para ele, um dia o mercado reconhecerá esse valor e o preço da ação subirá até refletir o valor “correto” da empresa.

É por este motivo que o investimento baseado na análise fundamentalista também é conhecido como investimento de valor (Value Investing) e assume que o preço de uma ação no mercado de curto prazo pode estar errado e que a correção acontecerá no longo prazo.

Veja as flutuações do mercado de ações como suas aliadas, não como suas inimigas, lucre com a insensatez em vez de participar dela.  – Warren Buffett

Uma característica que obriga o investidor que faz análise fundamentalista a adotar prazos maiores para os seus investimentos é a velocidade com que os demonstrativos financeiros das empresas são produzidos e divulgados. Os balanços das empresas são divulgados trimestralmente. Isso significa que você só teria dados novos para analisar o valor das empresas de 3 em 3 meses. Já o investidor que faz análise técnica recebe dados de preço e volume negociado em tempo real. Para encontrar todos os dados públicos da empresa basta visitar aqui. Faça uma busca pelo nome da empresa ou clique nas letras. Depois clique no nome da empresa. Uma ferramenta que uso para economizar tempo estudando e comparando dados de diversas empresas é essa aqui. Devo falar mais sobre essas ferramentas e técnicas em artigos futuros.

É importante observar que o analista técnico olha para o passado e tenta projetar o futuro de curto prazo para encontrar oportunidades imediatas. O analista fundamentalista olha para o passado e tenta projetar o futuro de longo prazo buscando oportunidades que irão gerar resultados no longo prazo.

Especular ou Investir

A análise técnica é mais apropriada para investimentos especulativos com o objetivo de obter ganhos no curto prazo. O investidor especulativo quer comprar barato e vender caro, não se importando muito com o que foi comprado. Para o especulador não importa se está comprando e vendendo ações de uma empresa falida, de uma empresa promissora, se está negociando contratos de açúcar, ouro, dólar, café ou qualquer outra coisa que possa garantir algum ganho de capital no curto prazo. Para que pequenas variações de centavos ou de unidades de real representem grandes ganhos, o especulador precisa fazer investimentos grandes e estar dispostos a uma grande exposição ao risco. O investidor que especula tem um papel muito importante que é dar liquidez ao mercado, ou seja, esses investidores sempre estão dispostos comprar ou vender ações.

A análise fundamentalista e financeira das empresas é a base do investimento de longo prazo onde você comprará ações como aquele que compra um negócio ou se torna sócio de uma empresa. Como o foco é no longo prazo, quem investe com base nos fundamentos pode comprar as ações de boas empresas aos poucos. É possível fazer investimentos pequenos, mas constantes, olhando o longo prazo. É possível reinvestir os ganhos com dividendos para adquirir novas ações que no futuro irão gerar ainda mais dividendos que poderão ser reinvestidos, gerando um efeito parecido com o dos juros compostos. O fundamentalista busca empresas lucrativas, que distribuem lucros e empresas com grande potencial de crescimento e lucratividade futura. Para ele não importa muito se os preços das ações estão variando no curto prazo.

No início do artigo mostrei o caso da empresa que perdeu 10,59% no preço da sua ação em apenas um dia, após a divulgação de notícias negativas sobre ela. O gráfico acima mostra o preço da ação dessa empresa nos últimos anos. Um investidor que tivesse feito um investimento no início da grande tendência de alta, teria aumentado seu patrimônio em mais de 200% nos últimos 5 anos e meio, sem contar os ganhos com o pagamento de dividendos. Os movimentos de queda dos preços no curto prazo, seriam apenas oportunidades para comprar mais ações, caso esse investidor julgasse que a empresa continua com bons fundamentos.

Voltando ao exemplo do restaurante. Ao comprar um bom restaurante, o objetivo do investidor é obter lucros consistentes por muito tempo (dividendos). Pouco importa para ele se o preço do seu restaurante está sofrendo variações no mercado, pois seu objetivo não é vender o restaurante. Se o restaurante continua sendo uma boa empresa, isso é o mais importante.

Combinando as duas escolas

Eu acredito que é possível combinar alguns dos componentes da análise técnica e fundamentalista. É vantajoso entender o básico das duas escolas. Mesmo selecionando seus investimentos através das análises fundamentalistas é interessante conhecer o básico da análise técnica para estudar os gráficos de preços das ações. O estudo dos gráficos pode oferecer informações complementares. O mesmo vale para o investidor que adota a análise técnica. Ao olhar para os fundamentos das empresas é possível coletar informações que ajudam a tomar decisões.

Todo conhecimento amplia nossos horizontes e a nossa capacidade de identificar oportunidades. Conhecer a análise técnica e fundamentalista permite que você tenha uma visão mais ampla no momento de investir. Seguir um tipo de análise ou fazer uso das duas ferramentas é uma questão de escolha pessoal.

No próximo artigo vou falar sobre teorias fundamentais para entender e utilizar os gráficos.

Vou terminar esse artigo recomendando um ebook gratuito de 48 páginas com 60 dicas dos maiores investidores de todos os tempos (visite aqui para baixar). As dicas estão divididas em categorias como: Dicas na área da psicologia para investimentos, estratégia, atitudes, risco, economia e até vida pessoal que podem interferir nos resultados dos investidores. Essa coletânea em português resume as ideias de investidores que fizeram história como John Templeton, Charlie Munger, Seth Klarman, Peter Lynch, Walter Schloss, Warren Buffett, Benjamin Graham e Irving Kahn. O livro será enviado para o seu e-mail. Você ainda receberá um convite, na página que aparece logo depois de informar o email, para assistir um mini Curso de 90 minutos sobre investir em ações que pagam dividendos. Visite aqui e baixe o seu.

By |03/04/2017|Categories: Ações|110 Comments

About the Author:

Leandro Ávila é administrador de empresas, educador independente especializado em Educação Financeira. Além de editor do Clube dos Poupadores é autor dos livros: Reeducação Financeira, Investidor Consciente, Investimentos que rendem mais, e livros sobre Como comprar e investir em imóveis.

110 Comments

  1. Felipe 3 de abril de 2017 at 19:24 - Reply

    Leandro, parabéns pelo artigo. Costumo dizer que em dias “sangrentos” na bolsa arregaço as mangas e vou as compras! Demorei para adquirir este comportamento, mas somente quando eu o adquiri a bolsa de valores representou um mercado interessante. Costumo aplicar mensalmente o “rendimento” de meus investimentos em renda fixa (compõem a maior parte de meu capital) e somente em empresas que possuem bons fundamentos.

    • Leandro Ávila 3 de abril de 2017 at 23:15 - Reply

      oi Felipe. Parabéns e obrigado por compartilhar conosco.

  2. Lucas 3 de abril de 2017 at 19:30 - Reply

    O artigo que eu esperava, caro Leandro.
    Em resumo: para quem está querendo ganhar dinheiro em curto prazo, o caminho é a análise técnica; já quem não tem tempo para acompanhar gráficos em tempo real e pretenda fazer investimentos de longo prazo, o melhor seja estudar os fundamentos da empresa.

    • Leandro Ávila 3 de abril de 2017 at 23:20 - Reply

      Oi Lucas. Para a análise técnicas você realmente precisa de tempo para acompanhar os gráficos e existem gráficos e movimentos para estudar todos os dias. Na análise fundamentalista, como os balanços são trimestrais, o acompanhamento pode ser trimestral.

  3. wellington 3 de abril de 2017 at 20:53 - Reply

    leandro, excelente artigo !!!Ansioso por mais artigos sobre renda variável.

  4. Mário Augusto 3 de abril de 2017 at 21:19 - Reply

    Leandro mais um excelente artigo, sem parcialidade para que tipo de análise adotar. Sou um novato na bolsa de ações, tenho um pouco mais de 2 meses no mercado mas antes estudei muito e estudo ainda mais pois sei que tenho um longo caminho a percorrer e principalmente estou entrando em um mercado de tubarões e como dizem, sou uma sardinha perto dos grandes, mas conhecimento e estudo ajudam e ajudará muito a diminuir esta diferença. Faco uso da análise técnica e como você sugere também analiso a empresa e setor naquele momento de adquirir ação da mesma. Tenho conseguido um relativo sucesso mas com uma grande cautela no qual este tipo de mercado exige. Acredito que o mercado de ações não é para qualquer uma se aventura sem estar muito bem preparado, principalmente psicologicamente. Estes artigos sobre bolsa é bem oportuno pois preparam melhor os querem ingressar e também alertam muito para aqueles menos preparados mas que imaginam ganhar muito dinheiro em pouco tempo e de maneira fácil, isto não existe na bolsa. Como tudo na vida, precisa de preparo, trabalho e paciencia e muita disciplina

    • Leandro Ávila 3 de abril de 2017 at 23:26 - Reply

      Oi Mário. A parte emocional é muito importante. Você acaba sendo forçado a se tornar uma pessoa melhor para melhorar o seu desempenho nos investimentos de risco. É importante ter estratégia, planejamento, organização, paciência, disciplina, ter gosto por aprender, saber encarar os erros e as derrotas como um processo de aprendizagem, além de outras qualidades e virtudes de grande utilidade em várias áreas da vida.

  5. Leonardo 3 de abril de 2017 at 21:36 - Reply

    Estou impressionado com a qualidade dos conteúdos. Já acompanho o blog há bastante tempo e posso dizer que seus artigos foram o fator determinante para eu começar a mudar minha relação com o dinheiro, planejar a minha vida financeira, e principalmente rever conceitos e destruir algumas crenças que nos são impostas durante a nossa trajetória. Hoje me sinto mais livre pra decidir as coisas por mim mesmo, sem me preocupar com o que os meus amigos, vizinhos ou a sociedade vão achar. Você deveria pensar seriamente em produzir vídeos também. Todo esse material que você disponibiliza de forma gratuita aqui no blog, sem duvida nenhuma dariam vários cursos interessantes. Pega umas dicas com o seu irmão, ele manja dos vídeos. hahaha.. Um abraço Leandro!!

  6. Joanatan 3 de abril de 2017 at 21:57 - Reply

    Boa noite professor.
    Minha pergunta não tem nada a ver com o artigo,Me desculpe por isso.
    Qual sua opinião a respeito de caminhada e corrida ou ir a academia.?
    Fale um pouco a respeito por favor.
    Muito obrigado.

    • Leandro Ávila 3 de abril de 2017 at 23:57 - Reply

      Oi Joanatan. Eu subo 14 andares de escada todos os dias para chegar no meu escritório. É curioso ver pessoas do prédio onde moro que usam o elevador antes e depois das caminhadas que fazem na rua ou quando saem de casa para ir na academia. Existem muitas atividades que podem ser feitas durante o dia que são proveitosas e queimam energia.

  7. Laio Paes 3 de abril de 2017 at 21:58 - Reply

    Mais um excelente artigo, estou começando meus estudos em investimentos e o meu grande incentivo tem sido o clube dos poupadores. Obrigado pelo trabalho e por facilitar o entendimentos de muitos com seus artigos. Sou um grande fã e espero me tornar um grande investidor também!

  8. Alexandre 3 de abril de 2017 at 22:06 - Reply

    Boa noite Leandro, mais um ótimo artigo, parabéns e obrigado por compartilhar o conteúdo.
    Concordo com você que as duas escolas têm algo a oferecer, e por mais que alguém queira seguir uma ou outra, o conhecimento das duas nunca irá prejudicar, só ajudar. Eu comecei a ler o livro do Benjamin Graham tem pouco mais de um mês, ao mesmo tempo que abri conta na primeira corretora e comecei a “brincar” com as ações, com um pequeno capital claro, pois estou na fase de aprendizado. Achei esse livro bem “pesado”, principalmente para mim que não cursei economia. Mas estou fazendo de tudo para chegar ao final e depois de alguns meses quero ler ele novamente, sempre leio ao lado do computador para pesquisar os termos técnicos. Acho que a análise fundamentalista se encaixa mais no meu perfil, afinal meu trabalho não tem nada a ver com mercado financeiro e ficar olhando o mercado a cada min pode atrapalhar o meu desempenho na empresa. Sou engenheiro, e minha maior dificuldade é que tudo está sendo muito mais texto e menos números do que pensei, rsrsrs…. mas espero que a análise fundamentalista me leve ao lugar que eu imagino estar indo (me corrija se estiver errado), que é o de saber calcular (em R$ mesmo) o valor de uma empresa, e pelo valor da ação e o quanto ela representa, saber se ela está sub ou sobre valorizada, depois é só aguardar os valores se “ajustarem” e vender com um certo ganho.

    Um abraço!!!

    • Leandro Ávila 4 de abril de 2017 at 0:01 - Reply

      Oi Alexandre. Isso que você falou é importante. Não se deve permitir que a prática da análise técnica atrapalhe o seu desempenho no trabalho. Já vi casos de pessoas que ficam viciadas em operações de curto prazo. Não é muito diferente daquelas pessoas que viciam em jogos. O controle emocional é muito importante.

  9. Everson 3 de abril de 2017 at 23:20 - Reply

    Excelente texto e muito explicativo. Parabéns​ ao autor.

  10. Renato 4 de abril de 2017 at 0:28 - Reply

    Leandro, como se identifica qual o preço justo a ser pago por uma ação? Existe uma fórmula ou ao menos alguns parâmetros mínimos para isso? Poderia explicar?

    • Leandro Ávila 4 de abril de 2017 at 8:25 - Reply

      Oi Renato. Não existe uma fórmula simples, muito menos uma que seja infalível para responder esse tipo de pergunta. Por este motivo existem várias escolas, vários tipos de análise e técnicas, milhares de estudos, muitos livros e pessoas pesquisando o assunto. Se existisse esse caminho rápido e simples eu já teria compartilhado em um artigo bem curto e simples. O que temos é um enorme conjunto de conhecimentos sobre o tema que juntos permitem fazer uma avaliação, mesmo assim a minha avaliação pode sair totalmente diferente da sua. No decorrer dos artigos que pretendo escrever vou mostrar diversas maneiras de avaliar as ações.

  11. Misael 4 de abril de 2017 at 0:36 - Reply

    Parabéns por mais um artigo.
    Imparcial das duas escolas de investimentos.
    Sei que a nossa caminhada na busca da liberdade financeira é longa e difícil. Mas com paciência e determinação iremos chega lá.
    Muito obrigado.

  12. Larissa 4 de abril de 2017 at 8:47 - Reply

    Excelente contribuição! Ultimamente estou lendo tudo que posso a respeito de finanças, com o objetivo de me “munir” teoricamente antes de partir para prática de investimento. Acredito muito no poder do tempo e ganhar dinheiro no mercado de capitais é uma jogada com o tempo, disciplina e conhecimento. Obrigada pelo conteúdo disponibilizado.

    • Leandro Ávila 4 de abril de 2017 at 13:07 - Reply

      Oi Larissa. Realmente é uma jogada com o tempo, disciplina e conhecimento.

  13. Demetrio 4 de abril de 2017 at 9:14 - Reply

    Parabéns pelo artigo Leandro. Sou novato em ações e se possível gostaria que nos próximos artigos você recomendasse bons livros e cursos de ambas escolas (técnica e fundamentalista). Grato.

  14. Osvaldo Gonzaga 4 de abril de 2017 at 9:15 - Reply

    Leandro Parabéns por sua publicações pena que não conheci a mais tempo. Sou iniciante na Bolsa de ações. durante minha vida nunca dei atenção para o mercado financeiro. Minhas economias ficavam largadas em varias aplicações. Até que um colega comentou do teu site. Li bastante sofre fundos no seu site. LCI, LCA, Poupança. Os Índices IGPM, Selic, Cdi. Foi aí que me dei conta que precisava administrar minhas economias. Com a aposentadoria da minha esposa vi nossa renda cair. Percebi que tinha deixando nossa velhice na mão dos Bancos e Governo. Após estudar as aplicações mencionadas. Um gerente da CEF falou sobre ações. E comecei a estuda o mercado ações. E tenho sempre aguardado suas matérias sobre ações. SENSACIONAL A SUA EXPLICAÇÃO ENTRE ANÁLISE TÉCNICA E FUNDAMENTALISTA. Parabéns pelo seu trabalho.

    • Leandro Ávila 4 de abril de 2017 at 13:10 - Reply

      Oi Osvaldo. Agradeça seu colega por mim. Os leitores fazem um trabalho muito importante que é encontrar pessoas que realmente precisam do conteúdo publicado aqui. Quando o conteúdo encontra a pessoa que precisa dele o ciclo está completo. Parabéns por sua dedicação.

  15. Rogério Dornelles 4 de abril de 2017 at 9:21 - Reply

    Parabéns pelo artigo com muito conteúdo.
    Abraço
    Rogério

  16. Motociclista Amigo 4 de abril de 2017 at 9:26 - Reply

    Recomenda algum livro que ensine a analisar os balanços de empresas? Eu li o “Como investir em Small Caps” do Anderson Lueders, mas sinceramente não consegui assimilar o conteúdo…

    • Leandro Ávila 4 de abril de 2017 at 13:12 - Reply

      Oi Motociclista. A maioria dos livros são escritos de pessoas com grande conhecimento técnico para pessoas que já possuem algum conhecimento. Isso cria uma barreira de entrada muito grande. O que vou fazer nessa série de artigos que pretendo escrever durante 2017 é quebrar essa barreira para que as pessoas possam comprar livros e fazer cursos tirando proveito do conhecimento por terem tido uma base para isso.

  17. Jhon 4 de abril de 2017 at 9:32 - Reply

    Otimo artigo Leandro, Parabens mais uma vez.
    Minha vida financeira mudou da agua para o vinho depois que começei a acompanhar todos os teus artigos.
    espero aprender alguma coisa sobre alocação de ativos mais para frente.

    • Leandro Ávila 4 de abril de 2017 at 13:12 - Reply

      Obrigado Jhon. Parabéns por sua dedicação e resultados.

  18. Lucius 4 de abril de 2017 at 9:52 - Reply

    Parabéns pelo texto, Leandro!

    Apenas gostaria de contribuir com o seguinte parágrafo:

    “É por este motivo que o investimento baseado na análise fundamentalista também é conhecido como investimento de valor (Value Investing) e assume que o preço de uma ação no mercado de curto prazo…”

    Na verdade, o “value investing” é apenas um dos ramos da análise fundamentalista. No entanto, existe outro tão importante quanto que é o “growth investing”, ou seja, o investimento com base em crescimento. Quando falamos sobre o Warren Buffet, muita gente pensa que ele construiu seus investimentos apenas com base no “value investing”, o que não é verdadeiro.

    Ele construiu a maior parte do seu patrimônio com base no “growth investing”. Naturalmente que ele aproveitou as oportunidades que surgiram para comprar ações que estavam sendo negociadas com desconto ao longo de sua carreira. Porém, o que ocorre é que nos USA encontrar ações negocias com desconto (em um mercado muito mais maduro que o nosso) não é tão fácil assim. As oportunidades não são muitas. Então, o Warren compra várias ações com preço acima do seu preço justo, mas, a partir da análise do “growth investing” ele conclui que aquele preço pedido pelo mercado ainda é bem inferior ao que se espera para o futuro daquele ativo. Em resumo, o “value investing” seria como comprar 1 dólar por 0,50 centavos, sendo 1 dólar o seu preço justo. No “growth investing” ele compra um ativo que vale 1 dólar por 2 dólares, por considerar que o seu preço justo subirá no futuro e, por exemplo, poderá alcançar 4 dólares. Uma empresa com fundamentos sólidos, com lucros constantes e crescentes e que gera valor aos seus acionistas dificilmente será negociada por um preço inferior ao seu valor. Então, a análise por meio do “growth investing” torna-se mais adequada.

    Não sei se ficou claro o que quis dizer, mas é que o “growth investing” é realmente esquecido e, na verdade, essa é a análise que mais se faz, principalmente em mercados mais maduros, onde não se encontra pechinchas toda hora. No Brasil, já é possível encontrar mais empresas com base em uma análise de “value investing”.

    Grande abraço e parabéns pelo seu trabalho!

    • Leandro Ávila 4 de abril de 2017 at 13:28 - Reply

      Oi Lucius, existem vertentes e detalhes que as pessoas podem buscar no momento que forem aprofundando seus conhecimentos. Estamos escrevendo artigos para iniciantes e precisamos ir por partes para que as pessoas possam entender o todo. Existem grandes investidores que são capazes de comprar ações com o objetivo de controlar a empresa. Um exemplo no Brasil é o Abílio Diniz. Ele começou a comprar ações da BRF, em cada operação adquirir centenas de milhões de R$ em ações até se tornar Presidente do Conselho de Administração da BRF. Para ele não importa muito quanto pagou por ação. O objetivo é ter o poder de influenciar nas decisões da empresa com objetivos de longo prazo. O detalhe é que pessoas como o Abílio não possuem mais prazo, não existe mais longo prazo na vida dele por já ser um senhor com 80 anos de idade. O mesmo vale para Warren Buffet que tem 86 anos e ainda faz investimentos de longo prazo, adquirindo fatias enormes de grandes empresas para ter influência na direção dos negócios. Isso me faz crer que o objetivo deles não tem nenhuma relação com ganhar dinheiro. O objetivo deles é continuar jogando, até o último suspiro. Cabe a cada um escolher o jogo que pretende participar durante a vida.

      • Rodrigo Sérgio 12 de abril de 2017 at 10:51 - Reply

        Olá Leandro, seus artigos são realmente fantásticos. Gostaria de acrescentar um pouco a belíssima colocação do Lucius.
        Há dois anos venho tentando estudar mais e aprofundar no investimento em ações. Durante esse período eu adquiri o curso do André Fogaça chamado Árvore da Riqueza. Vou aqui dar a minha opinião pessoal sobre o curso. É um curso extremamente didático, totalmente voltado para o conceito do value investing, porém, um alto custo, se considerarmos a renda da população brasileira.
        Agora a outra experiência que tive há pouco tempo, foi participar da Bastter. com, este ao meu ver está totalmente voltado para o growth investing. A minha opinião sobre essa oportunidade é que tem um bom custo em relação ao conteúdo oferecido. Tem tanta informação no site que às vezes dificulta uma sequência nos estudos. O moderador dos chats é muito áspero, mas nada que desabone a qualidade do contexto geral.
        São apenas dicas pessoais para ajudar os colegas desse grupo na escolha de uma próxima aprofundada nos estudos.

        • Leandro Ávila 14 de abril de 2017 at 11:12 - Reply

          Oi Rodrigo. Eu eu já fiz os cursos do André e faço uso da plataforma dele. Recentemente conheci o André pessoalmente e ele tem uma maneira de pensar e de trabalhar parecida com a minha. Ele não tem parceria e nem faz propaganda de corretoras e outras instituições financeiras. As parcerias que ele tem são com outros educadores que seguem a mesma linha de trabalho. Existem outros sites que falam sobre bolsa, mas que não possuem muita preocupação com a didática, não entendem de educação (tem muita gente que sabe muito, mas que não tem nenhum talento para ensinar os iniciantes). Esse tratamento “áspero” que você mesmo descreveu, é desmotivante, desestimulante e até humilhante para as pessoas que estão aprendendo. Eu entendo esse áspero como falta de educação mesmo, que as vezes beira a falta de respeito com o iniciante e mais leigo. Muita informação não só dificulta como faz a pessoa desistir. Mas como você mesmo disse, isso também é uma opinião pessoal minha, acho que cabe a cada um procurar o ambiente mais agradável e produtivo para aprender.

  19. Felipe Sommer 4 de abril de 2017 at 11:05 - Reply

    Olá Leandro, ótimo artigo.

    Somente tenho apreensão de usar esses materiais de investidores americanos para estudo, porque existe uma clara diferença entre o nosso mercado de ações e o deles.
    Lá o conhecimento em ações passa de pai para filho, a maioria pensa no longo prazo e o mercado é mais constante.
    Aqui como você falou, vc pode simplesmente ver suas ações despencarem somente com uma notícia de jornal, ou seja, é um mercado muito insalubre para o investidor pequeno.
    Aposto que o Warren Buffett iria pedalar na Bovespa rsrsrsrs.

    • Leandro Ávila 4 de abril de 2017 at 13:32 - Reply

      Oi Felipe. Eu acho que você poderia tirar tudo de pessoas como Warren Buffett e colocar ele para operar no Brasil ou em qualquer país. Em poucos anos já teria recuperado boa parte da sua fortuna. Pessoas assim se adaptam ao ambiente, não cresceram por sorte ou por consequência do ambiente externo. Elas cresceram graças ao seu preparo interno. No Brasil também existem pessoas assim.

  20. Ricardo Pontes 4 de abril de 2017 at 13:27 - Reply

    Boa tarde. Em primeiro lugar,meus parabéns por mais um excelente artigo.A minha sugestão seria que você abordasse o seguinte assunto: Ações que pagam dividendos. É um investimento a longo prazo,pensando na aposentadoria,onde estou começando a investir. Com certeza que será um artigo de grande relevância para o seu leitor.

    • Leandro Ávila 4 de abril de 2017 at 13:38 - Reply

      Oi Ricardo. É necessário começar pelo começo. O conhecimento básico é o mais relevante. Ele é a base para que todo o resto possa ser construído pelo próprio leitor, com liberdade e independência. Uma lista de ações que pagaram bons dividendos é o mesmo que dar peixe, pior ainda, peixe velho. Isso não cria liberdade, cria ilusão e dependência. As empresas que pagaram bons dividendos no passado não necessariamente serão as que pagarão bons dividendos no futuro. A internet já está repleta de matérias de revistas e jornais com essas listas que no fundo não possuem grande utilidade. O difícil é encontrar aquele que ensina a pescar, começando pelo começo.

      • Ricardo Pontes 4 de abril de 2017 at 19:02 - Reply

        No caso Leandro,não seria dar essa lista de mão beijada. Você explicaria com a sua excelente didática, os procedimentos que fizessem que o leitor conseguisse encontrar essas ações com menos chance de errar e de ser iludido com uma aparente boa oportunidade de se investir em uma determinada empresa .Isso acontece muito,quando a empresa paga bons dividendos e na verdade está com sérias dificuldades ou caminha nessa direção….

        • Leandro Ávila 5 de abril de 2017 at 7:25 - Reply

          Oi Ricardo, isso vai acontecer no tempo certo, mas posso adiantar que toda lista de empresas que pagam bons dividendos é uma bobagem. Elas só dão pistas para que você estude as empresas. Como você mesmo destacou, pagar bons dividendos hoje não significa que a empresa tem bases sólidas para continuar pagando bons dividendos no futuro.

          • Ramses Oliveira Furtado 8 de abril de 2017 at 3:27

            Leandro, penso como você!
            Segundo li, nos EUA há empresas que não dão dividendos (parece que a Apple é ou foi uma delas), mas que por esse motivo crescem feito um foguete. Vender nacos das ações destas empresas regularmente, após a fase de acumulação, é muito mais remunerador que receber dividendos de empresas “tartarugas”.

          • Leandro Ávila 14 de abril de 2017 at 11:17

            Oi Ramses, essas empresas de tecnologia investem muito, é uma questão de sobrevivência. Precisam criar novas coisas a todo momento. É diferente de uma empresa de distribuição de energia, que já tem sua estrutura instalada e possui apenas o custo de manutenção da estrutura.

  21. Cristiano 4 de abril de 2017 at 13:42 - Reply

    Olá Leandro!

    Muito obrigado por seu conteúdo. Como sempre na vida, é bastante importante saber onde estamos pisando. No campo da bolsa de valores, o cuidado deve ser maior ainda. Eu já invisto na bolsa há aproximadamente um ano. Comecei e continuo com baixos valores, nunca aplicando mais de 5 mil reais.

    Para muitos consultores financeiros este é um valor irrisório que nem sequer deveria ser ponderado para este tipo de investimento. Reconheço que as perdas foram maiores que os ganhos e um dos motivos foi a pressa em entender o funcionamento deste mercado e a ânsia em garantir o (pouco) ganho conquistado.

    Muitas vezes, os custos simplesmente não compensam e diversificar a compra de ações com pouco capital, também não. Isso tudo, sem falar que quanto mais se transaciona (comprando e vendendo) mais o investidor pode estar praticando, por si mesmo, uma prática condenável em gestores de carteiras conhecida como churning (negociações excessivas que geram várias corretagens sem necessariamente auferir maiores lucros ao investidor).

    Comparando a situação descrita com a leitura do seu texto, verifico que a análise fundamentalista poderia influenciar não apenas a escolha das melhores ações como também o comportamento (mais racional) do próprio investidor.

    Não obstante, uma análise desse tipo não se aprende de uma hora para a outra. De fato, isso demanda saber lidar com todos os conhecimentos que você elencou acima. Nesse contexto, um estudo dessa grandeza não seria muito diferente da preparação de um concurso para algum órgão do Ministério da Fazenda, por exemplo. Longe de ser uma crítica, isso poderia servir até mesmo de incentivo para alguns.

    A questão que eu gostaria de colocar é a seguinte: de que maneira, alguém que não aspire à carreira pública ou simplesmente não disponha de tanto tempo, deve procurar se preparar para entender melhor este mercado? Além da ferramenta que você mesmo utiliza indicada no texto, que outros recursos você indicaria para quem ainda está no começo?

    Abraços e parabéns!

    • Leandro Ávila 4 de abril de 2017 at 15:08 - Reply

      Oi Cristiano. Existem aqueles que seguem as recomendações de investimento dos outros. Eu não recomendo fazer isso. Para investir na bolsa de uma forma consciente é necessário dedicação, estudo, prática, paciência e tempo. Esse é o caminho correto, sem atalhos, sem ilusões, sem dependência dos outros. O importante é compreender que ninguém deve se sentir obrigado a fazer investimentos de risco. Os investimentos de maior risco são opcionais, devem ser feitos por quem está preparado para assumir riscos. Seguir recomendações é mais arriscado ainda, afinal de contas você vai seguir o que os outros estão falando mas o dinheiro que ficará no risco será o seu e não o dinheiro de quem fez a recomendação. Isso faz uma grande diferença.

  22. Amilton 4 de abril de 2017 at 14:09 - Reply

    Parabéns Leandro muito bom o seu artigo, como sempre!
    Esclareceram minhas dúvidas e acredito que dos demais colegas. Venho justamente aprimorando os meus conhecimentos em renda variável e esse estudo foi excelente combustível para isso. Muito obrigado Mais uma vez!

  23. Giancarlo Fernandes Silva 4 de abril de 2017 at 15:01 - Reply

    Parabéns Leandro! Excelente artigo. Depois de uma boa base em renda fixa (grande parte obtida com ajuda desse blog) e de muitas leituras e estudos sobre renda variável, estou começando a entrar na bolsa de valores aos poucos, em respeito à complexidade do tema. Seus artigos vieram em ótima hora. Sua didática é excelente e você consegue apresentar conceitos complexos de forma muito mais simples para o leitor. Estou muito animado e com grande expectativa na espera dos seus próximos artigos sobre investimentos em ações. Gratidão pelos conhecimentos compartilhados por aqui.

  24. Alison 4 de abril de 2017 at 15:22 - Reply

    Olá Leandro, finalmente falando sobre renda variável. Iniciei agora na bolsa e estou com a estratégia de escolher empresas consistentes para longo prazo. Compro uma por mês enquanto estudo melhor a bolsa de valores. Para vc tem um valor inicial adequado e um número x de empresas para começar?

    • Leandro Ávila 5 de abril de 2017 at 7:18 - Reply

      Oi Alison. Não existe esse tipo de regra. Você só precisa considerar o custo. Se a sua corretora cobra R$ 15 de corretagem e você faz investimentos muito pequenos esses R$ 15 vão representar um percentual muito grande em comparação ao que for investido. Ai cabe a você buscar corretoras que cobrem taxas menores para fazer a mesma coisa.

  25. Michel 4 de abril de 2017 at 17:02 - Reply

    Boa tarde Leandro.
    Mais um excelente artigo, parabéns !
    Sugiro você se aprofundar no material de bolsa de valores para iniciantes e lançá-lo em um ebook.
    Se resolver fazer isso, já estou na fila para adquirir o meu.
    Abs

    • Leandro Ávila 5 de abril de 2017 at 7:21 - Reply

      Oi Michel. Os artigos que publico são como estudos ou rascunhos que depois serão selecionados, melhorados e se transformarão em um novo livro. Isso deve ocorrer no próximo ano. Dessa forma o livro financiará esse trabalho gratuito de educação que estou promovendo.

  26. Gabriel Oliveira 4 de abril de 2017 at 17:21 - Reply

    Excelente artigo Professor Leandro!!!
    Estou começando a estudar sobre renda variável e esse artigo ajudou muito. Estou ansioso para os próximos.
    Muito obrigado por disponibilizar tanto conhecimento gratuitamente na internet. O Clube dos Poupadores é sensacional!!!

    • Leandro Ávila 5 de abril de 2017 at 7:22 - Reply

      Por nada Gabriel, parabéns por dedicar seu tempo buscando seu próprio desenvolvimento.

  27. Carlos Mathias 4 de abril de 2017 at 17:53 - Reply

    Olá Leandro. Gostei bastante do artigo, pois você introduziu com muita clareza o tema, ofertando condições de seu leitor se aprofundar nos estudos caso tenha interesse. Parabéns pelo texto.

    • Leandro Ávila 5 de abril de 2017 at 7:22 - Reply

      Obrigado Carlos, o desafio é ser claro e interessante para que as pessoas fiquem estimuladas a continuar estudando.

  28. Afonso 4 de abril de 2017 at 19:00 - Reply

    Olá Leandro,
    Já acompanho o site faz algum tempo. Comecei a investir em renda fixa por aqui há alguns anos e tenho tido bons resultados. Sempre estudando bastante de diversas fontes, claro.
    Ainda não inviso em ações e hoje resolvi dar uma pesquisada pois acho que chegou a hora de investir um pouco no mercado de ações. Li bastante coisa e sinceramente não sabia por onde começar até chegar aqui e conhecer um pouco do básico sobre o assunto.
    Se possivel, gostaria que sugerisse algum livro ou curso para que eu possa efetivamente estudar e começar a investir.
    Parabéns pelo seu trabalho. Fantástico!

    • Leandro Ávila 5 de abril de 2017 at 7:23 - Reply

      Oi Afonso, obrigado. Basta acompanhar todo conteúdo que irei produzir.

  29. ilda melo 4 de abril de 2017 at 19:48 - Reply

    Oi Leandro! Otimo artigo. Adquiri os seu livros e tambem estou fazendo um curso on line sobre analyses de açoes. De tanto deixar de ganhar por falta de conhecimento na area de investimentos, resolve começar a aprender sobre o assunto. Já sou aposentada e tenho uma certa reserve aplicada em renda fixa e fundos multimercado indicados pela corretora, os quais, por sinal, não estão tendo boa performance. Conclui que a corretora somente estava interessada em engordar o fundo que tambem leva o seu nome. Pretendo tambem aprender um pouco mais sobre fundos e então poder ter melhores rendimentos. Por já ser aposentada, penso que os investimentos em açoes de longo prazo, ou seja, que usam a analise fundamentalista, talvez não sejam interessantes para pessoas da minha faixa de idade. Talvez ações que paguem dividendos sejam a melhor opção.Gostaria de saber sua opinião a respeito. Já a análise tecnica poderia ser uma boa não para operar como day trade que trabalha sobre muita pressão e ansiedade e isso não sei se seria bom para o meu perfil emocional. Tambem tenho imoveis, mas os alugueis estão pessimos. Que comentarios poderia fazer para os aposentados que querem ter melhores rendimentos alem da necessidade de adquirir mais conhecimentos sobre investimentos.

    • Leandro Ávila 5 de abril de 2017 at 7:33 - Reply

      Oi Ilda, como educador eu só posso recomendar educação, pois o resto será uma consequência. Eu também não conheço você, seu contexto e sua realidade. Dessa forma, falando por mim, não tenho como sonho viver minha aposentadoria fazendo operações de risco na bolsa. Quando temos longo prazo, podemos usar a bolsa para ajudar a multiplicar os recursos que guardamos para a nossa aposentadoria, pois você pode investir pouco (aquele pouco que você não vai ter um ataque cardíaco diante das oscilações de curto prazo) e esse pouco pode se multiplicar se o investimento for bem feito e acompanhado. Ações que pagam dividendos são interessantes, mas a quantidade investida para que esse dividendo seja interessante precisa ser elevada e esse valor ficará em um investimento de renda variável. Nem todo aposentado pode se dar ao luxo de deixar uma quantidade grande de dinheiro na renda variável com os riscos de fortes oscilações de curto prazo. Eu não pretendo me aposentar. Quero continuar realizando alguma atividade por toda minha vida, como ensinar e escrever livros. Acredito que todos deveriam pensar em uma atividade que pudesse ser realizada com gosto e prazer durante a aposentadoria e que ela pudesse gerar alguma renda.

  30. Tati 4 de abril de 2017 at 19:57 - Reply

    Hello Leandro.

    Depois de um bom tempo apenas na renda fixa e, depois de algum estudo, inclusive pelos seus textos e do André Fogaça, finalmente me arrisquei a compra algumas açoes de uma empresa, com base no Value Investing. Posso dizer que por enquanto estou impressionada com a rentabilidade, porém, fico pensando: quando será a hora de vender, já que escolhi o longo prazo?

    Poderia dar sua opiniao?

    Obrigada.
    Tati

    • Leandro Ávila 5 de abril de 2017 at 7:38 - Reply

      Oi Tati. Quando você faz o investimento seguindo essa estratégia o momento de vender é quando você verifica que a empresa deixou de ter bons fundamentos ou quando existem empresas oferecendo melhores oportunidades. Outro momento de vender é quando você observa que o dinheiro poderia ser investido/gasto em algo que você considera mais importante na sua vida. Neste caso, cuide para elevar seus valores, para que você possa dar importância para aquilo que realmente é importante.

  31. Bezerra 4 de abril de 2017 at 21:51 - Reply

    Parabéns Leandro. Mais um excelente artigo. aguardo os próximos.

  32. Robijari 4 de abril de 2017 at 23:11 - Reply

    Oi Leo, sobre a A Fundamentalista, por se tratar de balanços, quais os riscos das empresas maquiar os resultados para obter vantagens? E seguro acompanhar esses balanços no site da empresa ou da Bovespa agora B3.

    • Leandro Ávila 5 de abril de 2017 at 7:44 - Reply

      Oi Robijari. Os riscos existem, mas esse tipo de prática logo é descoberto e a empresa perde toda a sua credibilidade, além de sofrer punições. Para que fosse possível seria necessário envolver as empresas de auditoria que são remuneradas para evitar esse tipo de coisa. Se elas se envolverem nisso, também perderiam credibilidade e uma auditoria sem credibilidade é uma empresa falida.

  33. Ana 4 de abril de 2017 at 23:48 - Reply

    Boa noite professor Leandro! Agradeço por compartilhar seus conhecimentos.

  34. Daniely 5 de abril de 2017 at 8:35 - Reply

    Parabéns Leandro!!! Estou impressionada com a qualidade do conteúdo deste site, quero aprender bastante para investir em ações e não ficar somente na renda fixa. Aguardando ansiosamente as próximas postagens.

  35. Jean 5 de abril de 2017 at 9:21 - Reply

    Excelente artigo, Leandro! Continue na sua linha de levar a luz, principalmente a quem está começando!

    Espero que todos aqueles que estão iniciando e leram este excelente artigo, não saiam imediatamente abrindo seus home brokers para comprar ações, achando que estão totalmente preparados. É fundamental estudar muito a respeito antes de começar e diversificar sempre, em ativos de valor, a fim de minimizar os prejuízos com erros e imprevistos.

    Abraços!

    • Leandro Ávila 5 de abril de 2017 at 15:47 - Reply

      Oi Jean. Na bolsa você pode aprender estudando ou perdendo dinheiro. É mais barato aprender estudando.

  36. Alcides 5 de abril de 2017 at 10:27 - Reply

    Professor mais uma vez parabéns, embora compre eu nunca vendi ações e tenho muitas duvidas sobre como fazer o calculo para o IR, o sr poderia nos presentear com um artigo ou por favor me indicar algum curso ou livro ou ate mesmo alguma ferramente para fazer o calculo?
    Muito obrigado.

  37. Adao Soares 5 de abril de 2017 at 10:42 - Reply

    Mandou bem jovem! Você uma verdadeira biblioteca com vários livros abertos ao mesmo tempo, e bom que é virtual sem ocupara espaço físico e nem junta poeiras.
    Parabéns pelos compartilhamentos de conhecimentos agregador para mudanças de hábitos e vida financeira.
    Que Deus lhe conceda muitos anos de vida paz, saúde e vida longa…com total proteção para você e toda sua família.

  38. Adao Soares 5 de abril de 2017 at 11:10 - Reply

    Leandro porque o valor das empresas aparecem em mil e não em bilhões, visto que na bovespa existem varias empresas bilhonarias?

  39. Rodrigo Serra 5 de abril de 2017 at 13:50 - Reply

    Ola Leandro! mais um excelente artigo. Tenho consumido seu conteúdo gratuito e fico impressionado com a alta qualidade do mesmo. já comprei alguns livros de certos “educadores financeiros” que, por sinal, não chegam nem aos pés do seu material gratuito. Admiro seu comprometimento com a educação.

  40. Guilherme Costa 5 de abril de 2017 at 18:21 - Reply

    Mais um excelente artigo. Tenho estudado o mercado de ações por 1 ano, mas ainda não fiz aplicações nesta área. Li livros de análise técnica e pela internet estudei os diversos parâmetros da análise fundamentalista (P/L, Roic, EBTIDA etc). A minha conclusão é de mesclar as duas áreas. A análise técnica é fundamental para determinar o nível de perda e também não ficar chutando valores de stop loss, pois caso contrário sairá a cada momento de oscilação. Gostaria de saber se o meu pensamento está certo? Outro dia o mercado indicou a RADL3 e apesar da alta recomendação de compra achei pela análise técnica um MACD com sinal para baixo e bem próximo da linha sinal e não entrei. A RADL3 caiu de 59 para 56. Analisando pelo lado fundamentalista deveria ter aplicado. Esse ponto de entrada é que me deixa um pouco confuso. Obviamente que não usei apenas o MACD para analisar o gráfico de RADL3.
    Abraços
    Guilherme

    • Leandro Ávila 6 de abril de 2017 at 16:49 - Reply

      Oi Guilherme. A análise técnica fornece um estudo do comportamento dos preços e dos volumes negociados. A análise fundamentalista estuda todos os outros números e o preço da ação é apenas uma das diversas informações que devem ser consideradas. Por este motivo é interessante o investidor conhecer as duas análises. Escolher uma, outra ou as duas, é uma opção de cada uma. Também recomendo que as pessoas estudem um pouco de economia, especialmente macroeconomia e políticas econômicas para entender o que o governo anda fazendo e como as políticas (fiscal, monetária e cambial) interferem nas empresas.

      • Guilherme Costa 16 de abril de 2017 at 22:00 - Reply

        Muito obrigado pelas dicas. Sempre gostei de estudar sozinho e por livros. O fato do assunto não ser da minha área profissional dificulta um pouco, mas quando gostamos de determinado assunto os limites se tornam inexistentes. Seus artigos são motivadores na busca do conhecimento. Gosto da minha profissão (Farmacêutico Industrial), mas se tivesse internet em 1995 e o site clube dos poupadores os rumos da minha vida poderiam ser bem diferentes. Parabéns pela dedicação e excelente didática.

  41. Roberto 5 de abril de 2017 at 19:18 - Reply

    Boa noite, Leandro! Que excelente artigo. Eu sou iniciante nos investimentos e, grande parte do que aprendendo, foi graças a seus artigos. Já estou pensando em comprar os livros seus. O que mais gosto é de que escreve de forma simples, o que permite que leigos como eu possa aprender sem me perder dentro dos gráficos e estatísticas. Parabéns mais uma vez…

  42. laurence 6 de abril de 2017 at 10:22 - Reply

    Olá Leandro,

    Muito bom seu novo artigo, era isto mesmo que estava faltando, depois de vários artigos sobre renda fixa, agora sobre renda variável, ações e etc, era justamente o que estava faltando, já estou aplicando o que aprendi aqui e já iniciei no mercado à vista de ações, tendo como estratégia, posição em renda fixa e posição em ações.

    Laurence
    Porto Alegre / RS

  43. Adao Soares 6 de abril de 2017 at 16:15 - Reply

    Leandro porque o valor das empresas aparecem em mil e não em bilhões, visto que na bmfbovespa existem varias empresas bilionárias?

    Conforme você me perguntou onde eu vir os dados foi no link abaixo, na opção histórico mensal, ai abri um arquivo em Excel da bmfbovespa com os valores em mil em vez de bilhões. Será se existe uma convenção universal em que abreviação de mil equivale a Bilhões? Veja o Link abaixo.

    http://www.bmfbovespa.com.br/pt_br/servicos/market-data/consultas/mercado-a-vista/valor-de-mercado-das-empresas-listadas/bolsa-de-valores/

    • Leandro Ávila 6 de abril de 2017 at 16:42 - Reply

      Observei que no topo da coluna aparece a informação “R$ Mil”. Isso significa que se aparecer a informação de que a o valor da empresa é 1, você deve ler que o valor da empresa é 1000 pois os valores estão representados na forma de mil reais. Se aparecer 1000, você deve ler 1 milhão. Se aparecer 1.000.000 você deve ler 1 bilhão. No caso da AMBEV, como aparece o número 286.689.305,24 você não deve ler 286 milhões, pois cada 1 é igual a 1000. Então temos ai 286 bilhões. Se no lugar de “R$ Mil” estivesse escrito “R$ Bilhões” o número que apareceria no valor exibido seria 286 ou 286,68. A leitura não seria 286, seria 286 bilhões. Isso vale para todas as tabelas que você encontrar na sua vida.

  44. Marcos 6 de abril de 2017 at 18:28 - Reply

    Excelente texto Leandro! Não sei se você já soube, mas vou colocar um artigo aqui e queria que você comentasse. É sobre empréstimo colaborativo.

    • Leandro Ávila 14 de junho de 2017 at 17:48 - Reply

      Oi Marcos. Não existe juros grátis. Tudo que está acima da taxa básica de juros deve ser entendido como prêmio pelo risco. O risco é maior, a taxa precisa ser maior.

  45. Jacson 7 de abril de 2017 at 11:01 - Reply

    Parabéns novamente pelo excelente artigo, já estou na renda fixa a 3 anos e tive excelentes resultados com a alta da Selic, esse ano pretendo entrar no mercado de ações, estou estudando a um ano o mesmo, porém vou mesclar em renda fixa e ações, não dá para arriscar tudo em uma só opção, melhor fazer um “mix”. um abraço Leandro.

    • Leandro Ávila 14 de abril de 2017 at 11:19 - Reply

      Oi Jacson, o ideal é encontrar um equilíbrio nesse mix.

  46. Daniel 8 de abril de 2017 at 9:06 - Reply

    Leandro, gostaria que você escrevesse também sobre o uso de opções como seguro.
    Sei que muita gente usa opções como um cassino e por isso elas tem uma grande má fama. No entanto, sempre achei muito interessante a ideia de usar elas como um seguro para que caso sua ação caia mas os fundamentos continuarem bons você possa permanecer tranquilo no papel sem ter que vender pra não ficar com prejuízo. A tranquilidade que elas oferecem para o investidor buy&hold é muito atrativa.

    • Leandro Ávila 14 de abril de 2017 at 11:15 - Reply

      Oi Daniel, posso falar sobre isso lá na frente. Obrigado pela sugestão.

  47. Rodrigo Viana 9 de abril de 2017 at 19:42 - Reply

    Parabéns pelo artigo Leandro. Só um detalhe: “…em mais de 200% nos últimos 5 anos e meio, sem contar os ganhos com o pagamento de dividendos”.

    Acho que todo gráfico de cotação já é descontado. Portanto, essa valorização já é calculada levando-se em conta o reinvestimento de div/jscp.

    Forte abraço mestre e perdão se eu estiver errado. Minha intenção é colaborar.

  48. Jerry 12 de abril de 2017 at 21:50 - Reply

    Gosto muito das matérias do blog mas ultimamente só tem maltratado os comentaristas ao invés de cultivar uma boa relacao…

    • Leandro Ávila 14 de abril de 2017 at 11:01 - Reply

      oi Jerry. No seu outro comentário eu respondi como um educador financeiro. Eu não sou consultor financeiro, analista financeiro, assessor financeiro, sou apenas um educador. Perguntas como: onde investir, onde eu invisto, onde eu investiria se fosse voce, como eu acho que você deve investir, não são perguntas que possam ser respondidas por um educador. Leia aqui

  49. João Silva 1 de maio de 2017 at 23:13 - Reply

    Oi André. Seguindo sua indicação, assisti hoje ao mini curso do André Fogaça. Ele sugere que, a partir de 100 reais é possível investir a longo prazo na bolsa em empresas bem fundamentadas. Porém, observei que essas empresas têm ações bem valorizadas. Como isso seria possível??

    • Leandro Ávila 14 de junho de 2017 at 17:41 - Reply

      Oi João Silva. Quando você faz investimentos na bolsa com foco no longo prazo esse longo prazo significa 15, 20, 30 anos. Os seus resultados investindo R$ 100 serão ridiculamente pequenos nos primeiros anos e isso vale para qualquer tipo de investimento. No caso da bolsa ainda existe um agravante que seriam os custos de corretagem. Se você utilizar corretoras de grandes bancos terá problemas já que elas cobram taxas muito elevadas. Recomendo baixar esse ebook gratuito aqui

  50. Istéffany 18 de maio de 2017 at 17:09 - Reply

    Prezado Leandro, parabéns! O artigo é bastante didático, bem redigido e facilitou minha compreensão sobre esses dois tipos de análise. Obrigada!

    • Leandro Ávila 14 de junho de 2017 at 17:34 - Reply

      Obrigado Istéffany. Parabéns por dedicar seu tempo nessa leitura.

  51. wallace 14 de junho de 2017 at 17:32 - Reply

    Boa tarde!
    Sou novo por aqui. Já acompanho outros blogs sobre educação financeira e gostaria de parabenizá-lo pelos excelentes artigos. já estou a alguns dias lendo tudo….rsrs
    Forte abraço.

Leave A Comment

Share this

Compartilhe com um amigo