Aposentadoria em perigo – Parte 1

Se você está acompanhando os últimos acontecimentos, já percebeu que o governo enfrentará sérios problemas no futuro para pagar a aposentadoria de quem já está aposentado e de quem ainda irá se aposentar.

As regras do jogo irão mudar novamente e devem continuar mudando nos próximos anos. É impossível prever quais mudanças teremos no futuro, mas a única certeza que você deve ter é que precisa depender cada vez menos do INSS para garantir um futuro mais seguro e digno.

Nesta série de artigos que vou escrever sobre aposentadoria, não quero entrar em questões partidárias. Pouco nos importa a briga entre os políticos, pois cada dia que passa, acredito que eles só brigam na frente das câmeras. Por trás, são todos amigos, parceiros, sócios e aliados independentemente da cor adotada por seus partidos. Tudo que fazem é movido por interesses pessoais, até quando tentam mostrar que estão defendendo nossos interesses.

Quero falar sobre questões que irão influenciar o seu futuro nas próximas décadas.

As decisões que você tomará hoje sobre a maneira que ganha, gasta e investe o seu dinheiro é que irão ditar se no futuro você será:

  • um idoso, ou idosa, pedindo esmolas nas ruas;
  • um idoso dependente do assistencialismo do governo, dos seus filhos e amigos;
  • ou um idoso independente, fazendo o que gosta, viajando e curtindo merecidamente a vida que você irá construir, sem depender da ajuda de ninguém. Esse é o futuro eu quero para mim e aposto que você pensa da mesma forma.

O sistema já estava dando pistas

A grande verdade é que o modelo de previdência que existe no Brasil sempre foi uma grande farsa, criada por políticos que gostam de prometer coisas que não podem cumprir utilizando o dinheiro da sociedade.

Antes que você saia por aí defendendo o sistema, vou mostrar que ele sempre nos deu pistas de que era insustentável. Isso que estamos vivendo hoje sempre aconteceu e vai continuar acontecendo.

A primeira grande reforma da previdência aconteceu em 1998, apenas 8 anos depois da criação do INSS da forma que conhecemos hoje. Naquele tempo os políticos já sabiam que o modelo era insustentável. Seria apenas uma questão de tempo para que novos remendos fossem necessários. Foi exatamente isso que aconteceu nos últimos anos.

Esses “remendos” foram aprovados em 1998 (fonte), 1999 (fonte), 2003 (fonte), 2005 (fonte) e 2012 (fonte), durante os governos de centro-esquerda e de esquerda que o país já teve. Muitos outros remendos estão por vir, não tenha nenhuma dúvida com relação a isso. Todas essas mudanças em tão pouco tempo reforçam o fato de que o sistema é economicamente insustentável.

Em 1998, eu estava começando a minha vida profissional. Quando vi o governo mudando as regras do jogo, estabelecendo a aposentadoria por tempo de contribuição e não mais por tempo de serviço, exigindo-se, assim, trinta e cinco anos de contribuição do homem e trinta da mulher, entendi que aquilo era só o começo. Vi que não fazia sentido permitir que meu futuro ficasse dependente de um sistema instável, que muda as regras do jogo constantemente e sempre para pior.

Se hoje, o sistema é ou não deficitário, isso é o que menos importa. O importante é o que você irá fazer na sua vida pessoal para garantir um futuro melhor para você e sua família, sem depender do governo.

Foi esse tipo de preocupação que tive desde o início da minha vida profissional e posso garantir que não existe nada melhor do que você ter o seu próprio projeto de aposentadoria sem depender do INSS ou de qualquer outra entidade que prometa cuidar do seu dinheiro melhor do que você mesmo.

Se você também já tem um projeto para sua aposentadoria, compartilhe conosco o que você está fazendo. Deixe o seu comentário no final do artigo. Se você não tem um plano, saiba que o governo não está dando a mínima para você.

O governo não se importa com a sua opinião

O governo não liga se você concorda ou não com essa nova reforma da previdência. Ele vai mudar as regras do jogo novamente, da mesma forma que já fez no passado e que continuará fazendo no futuro.

Eu vejo todas as “reformas da previdência” como um choque de realidade para reparar a enganação que sempre foi esse tipo de sistema que lembra um esquema de pirâmide financeira.

Essas mudanças não ocorrem somente no Brasil. Em todo mundo os governos estão mudando as regras para dar uma sobrevida a este modelo insustentável. Clique aqui e veja o que acontece hoje em países com a Grécia. Em 2010 a França sofreu uma forte onda de greves gerais e protestos contra as reformas feitas na previdência deles (veja aqui).

Não sei se esses protestos possuem alguma utilidade. Mesmo com os protestos os governos mudam as regras e ponto final. Melhor do que ficar resmungando e defendendo um sistema falho é trabalhar agora para eliminar sua dependência dele.

Aumente seus esforços para ser cada vez menos dependente do sistema de serviços e assistencialismo do governo (saúde, educação, previdência, etc.). Isso é o melhor que cada um pode fazer no contexto da sua vida pessoal.

Tirando o foco do pessoal e olhando para a coletividade, melhor que participar de protestos de utilidade duvidosa, seria melhor participar de projetos de conscientização e educação das pessoas. É no silêncio que as grandes mudanças acontecem, só que elas demoram muito, pois precisamos mudar cabeça por cabeça, como você pode observar nesse desenho animado (clique). Defender sua dependência do sistema ou se tornar independente do sistema será sempre uma questão de escolha.

No Brasil, toda a confusão sobre esse tema nem começou ainda. Se as regras do jogo mudarem, teremos reclamações e protestos. Se não mudarem, também teremos reclamações e protestos depois das consequências.

A situação mais preocupante é a possibilidade de a população eleger novos políticos que irão prometer coisas que não podem cumprir para garantir mais benefícios, mais dinheiro e mais recursos sem dizer de onde irão tirar o dinheiro. Teremos eleições em 2018 e mais uma oportunidade para a população votar, com a mesma qualidade que estão fazendo desde a eleição do Collor.

A população ainda não entendeu que o governo não produz riquezas. Ele tira da sociedade para devolver para a própria sociedade, só que bem menos do que tirou, já que o sistema é ineficiente.

Quando tive meu primeiro choque de realidade sobre a previdência em 1998, lembro que fiquei cheio de dúvidas. Minha grande dúvida era: será que não seria melhor criar o meu próprio projeto de aposentadoria para não depender do governo no futuro? Vamos refletir sobre esse tema em outros artigos, mas antes, vamos descobrir onde estamos e para onde estamos indo. Precisamos primeiro entender o problema no lugar de reclamar do problema.

Pão, farinha ou trigo?

O objetivo deste artigo introdutório foi mostrar que não adianta ficar perdendo tempo e energia reclamando do problema. Você só precisa entender o problema e depois partir para a solução, dentro das suas possibilidades.

Você não deve se comprometer com o problema. O seu comprometimento, seus esforços e tempo devem estar focados na solução. Isso vale para todos os problemas que enfrentamos na vida. Para que você possa entender a diferença entre focar no problema e focar na solução vou contar uma história que tive acesso recentemente.

Era uma vez um comerciante muito generoso, dono de uma grande padaria. A cidade onde ele vivia passava por uma grave crise econômica. Todos os dias apareciam pessoas pedindo ajuda na padaria. Naquele dia, logo na abertura da padaria, três homens apareceram e relataram o mesmo problema. Estavam passando por sérios problemas financeiros. 

O dono da padaria sabia que existiam pessoas comprometidas com o problema e outras comprometidas com a solução do problema. Cada um vai exigir um tipo de ajuda diferente para se sentir feliz e satisfeito. Por este motivo ele ofereceu três alternativas diferentes para os três homens. Colocou sobre a mesa um cesto de pães, um saco de farinha e um saco de sementes de trigo e pediu para que escolhessem qual gostariam de levar.

Quando ele deu as três opções, um dos homens agarrou o cesto de pães e disse: “Muito obrigado senhor! Resolvi meu problema e agora minha família terá pães para comer”.

O segundo homem agarrou o saco de farinha e disse: “Não tenho os pães, mas com esses 25kg de farinha meu problema estará resolvido, vou fazer muitos pães para minha família. Muito obrigado!”

O terceiro homem pegou o saco de sementes de trigo com lagrimas nos olhos. Eram lágrimas de felicidade. Ele disse: “Muito obrigado. Fiquei com a melhor das três oferendas. Serei o único que nunca mais precisará retornar aqui para pedir pão ou farinha. Meu problema está definitivamente resolvido.”

Qual dos três personagens você se identifica mais?

Se você estiver comprometido com o problema, vai encontrar uma forma de remediar sua dificuldade no curto prazo. Não faltam pessoas oferecendo pães com dependência. Se você estiver focado na solução, vai encontrar a saída que te levará para uma vida mais livre e independente do pão dos outros. Remediar é mais rápido e fácil. Resolver o problema exige esforço e trabalho.

A maioria das pessoas que vejo reclamando da previdência, estão agarradas ao cesto de pão. Elas estão brigando por mais pães. Nenhuma percebeu que o problema não será resolvido com mais pães. O problema só será resolvido quando elas forem menos dependentes do pão distribuído pelo governo. Depender menos da previdência e do governo significa trabalhar e estudar para resolver o seu problema de uma vez por todas.

Se você entender isso estará pronto para ler os próximos artigos.

No próximo artigo vou mostrar que a previdência funciona como uma pirâmide. Vamos entender a origem do problema. Veremos que as pessoas que já estão aposentadas estão no topo da pirâmide. Nós que estamos na idade produtiva (trabalhando) estamos no meio da pirâmide e nossos filhos (cada vez menos filhos) estão na base da pirâmide.

Como estamos vivendo cada vez mais e tendo cada vez menos filhos, o colapso do sistema será inevitável quando a pirâmide se inverter. Veremos no próximo artigo que teremos poucas décadas para isso acontecer e o governo já sabe disso desde 1998.

Presente

Este artigo que você acabou de ler é uma parte do livro digital “Aposentadoria em Perigo” que estou dando de presente para os leitores que adquirem a nossa série de livros sobre Reeducação Financeira e Investimentos. Quanto maior for o número de pessoas conscientes da necessidade de planejar o próprio futuro por meio da educação financeira, menores serão os sofrimentos e problemas financeiros que você irá presenciar na sua vida e na vida daqueles que você mais ama, quando esse futuro chegar. Visite aqui e veja como adquirir os livros.

 

By |09/12/2016|Categories: Aposentadoria|425 Comments

About the Author:

Leandro Ávila é administrador de empresas, educador independente especializado em Educação Financeira. Além de editor do Clube dos Poupadores é autor dos livros: Reeducação Financeira, Investidor Consciente, Investimentos que rendem mais, e livros sobre Como comprar e investir em imóveis.

425 Comments

  1. Victor 9 de dezembro de 2016 at 14:45 - Reply

    Belo post !!!! Gostaria de saber sua opiniao Leandro: como voce acha que os congressistas vao tratar das aposentadorias deles e dos militares? A bomba está realmente caindo no restante. O que voce pensa a respeito dos funcionários publicos? Eu sou um deles e vejo um futuro negro cada vez maior. mesmo aportando ao maximo. Não me vejo sendo servidor publico a vida inteira. Depender do INSS para essa nova geração ja era. Como voce disse: quem nao se preocupar com seu proprio futuro, pagará um preço altíssimo no futuro. Se deus quiser em breve quero me livrar dessa “dependencia” que o funcionalismo tem sobre as artimanhas dos congressistas.

    • Leandro Ávila 9 de dezembro de 2016 at 15:10 - Reply

      Oi Victor. Todo mundo vai se agarrar ao seu cesto de pães neste momento e a briga será grande. Ninguém quer abrir mão da sua parte. Creio que a busca por um maior nível de independência sempre será o melhor caminho em todas as áreas da sua vida. A sua aposentadoria é uma delas.

    • EURIPEDES 11 de dezembro de 2016 at 20:03 - Reply

      OBRIGADO POR SACRIFICAR O SEU TEMPO PARA NOS PASSAR ESSAS VALIOSAS AULAS.DEUS O ABENÇOE.

      • Leandro Ávila 12 de dezembro de 2016 at 7:04 - Reply

        Oi EURIPEDES, não é sacrifício. É a minha missão.

    • Halisson 17 de dezembro de 2016 at 12:40 - Reply

      Como servidor público, tenho a opinião que a Previdência Pública é insustentável( tanto o Regime Geral, quanto o Regime Próprio dos Servidores Públicos)… De fato, não existe almoço grátis. A inversão da Pirâmide ocorre para os dois lados, sendo que quando tratamos do Regime Próprio dos Servidores Públicos nós temos um agravante: a manta de benefícios sociais é muito maior, acarretando em maior despesa. Bem, eu que não quero colocar meu futuro totalmente dependente do Estado!!!

  2. João Paulo 9 de dezembro de 2016 at 14:46 - Reply

    Muito obrigado Leandro por compartilhar suas informações.

  3. Eduardo 9 de dezembro de 2016 at 14:56 - Reply

    Bom dia,

    Já estou aguardando o proximo artigo.

    Abraços

  4. Rafael Figueiredo 9 de dezembro de 2016 at 14:58 - Reply

    Ola Leandro! Tenho 30 anos, trabalho desde 2006 e logo na faculdade de Administração um professor de finanças falou que a previdência do governo era um sistema que um dia iria quebrar. Desde então isso não saiu da minha cabeça. No inicio so conhecia a tradicional poupança. Abri uma previdência privada. Quando conheci seus artigos comecei a investir em títulos públicos. Para a minha aposentadoria escolhi o titulo IPCA 2035. Em breve iniciarei os.investimentos em renda variável, sempre pensando no longo prazo. Obrigado pelo ótimo artigo. Grande abraço!

    • Leandro Ávila 9 de dezembro de 2016 at 15:15 - Reply

      Oi Rafael, é exatamente isso que os planos de previdência e fundos de pensão fazem, compram títulos públicos de longo prazo. Olhando a situação de países em crise, o governo deixa de pagar funcionários públicos, reduz o benefício dos aposentados, mas não para de pagar juros da dívida, mesmo nas crises mais críticas.

    • Michelle Maia 9 de dezembro de 2016 at 15:58 - Reply

      Compartilho da opinião e estratégia do Rafael. Também escolhi o IPCA 2035 para aportar os recursos para minha aposentadoria, graças as informações de sites como o seu, Leandro. Não aceitei as investidas do banco em investir na previdência privada nem o fundo de aposentaria dos servidores federais. Como você costuma falar aqui é muito mais gratificante se educar e cuidar dos próprios investimentos, assumir as rédeas do seu dinheiro e do seu futuro. Mas infelizmente poucos estão preparados para essa mentalidade. Fico muitas vezes frustrada em perceber que quase ninguém está disposto a ouvir um conselho financeiro, ler um site como o seu, muito menos fazer um curso sobre investimentos e educação financeira. O “normal” é iniciar todo o mês no cheque especial, empurrar as despesas pro cartão de crédito e financiar tudo quanto for possível. Uma questão que ainda não está muito clara pra mim é como administrar o dinheiro quando a aposentadoria chegar. Gostaria de sugerir como futuro tema ideias e estratégias para administrar o montante quando decidirmos nos aposentar (parando de trabalhar definitivamente ou apenas diminuindo o ritmo).

      • Leandro Ávila 9 de dezembro de 2016 at 16:45 - Reply

        Oi Michelle, seguir esse “normal” é a base dos nossos problemas. Na minha opinião, parar de trabalhar definitivamente não deveria ser uma boa opção. Escolher uma atividade prazerosa, recompensadora, seria uma ótima opção.

        • Samira 10 de dezembro de 2016 at 21:59 - Reply

          Olá, Leandro! Assim como o Rafael e a Michelle, já comecei meu plano pessoal para aposentadoria. Tenho a mesma dúvida da Michele, sobre as formas de administrar o montante quando decidir que é a hora. Fica a sugestão para um futuro artigo! Abraço!

    • Asgard 12 de dezembro de 2016 at 3:15 - Reply

      Não acho NTN-B muito interessante para aposentadoria, ela vai corrigir os valores pela inflação e te pagar um juro real ridiculo e só, e se você pretende um dia viver de renda, não conseguirá, a não ser que faça aportes vultosos.

      • Knj 4 de janeiro de 2017 at 14:58 - Reply

        Alguma outra sugestao?

  5. Ricardo 9 de dezembro de 2016 at 15:04 - Reply

    Olá Leandro,

    Excelente iniciativa você começar a escrever artigos sobre a Reforma da Previdência que, com certeza, irão impactar diretamente a vida de todos nós.

    O Brasileiro precisa entender duas coisas: Não existe Governo grátis e Previdência não é um problema só nacional, mas mundial!
    Não quero terceirizar e confiar o meu futuro – e velhice – ao Governo ou a parentes. Como forma de me proteger, estipulei como meta obter uma rentabilidade líquida de 5% ao ano acima da inflação em todos os meus investimentos. Atualmente, 100% dos meus investimentos estão concentrados na renda fixa (CDB’s de banco médios e LCI) e frequentemente eu acompanho o desempenho deles. Como forma de maximizar os meus ganhos, vou começas um treinamento – o Investidor de Sucesso – para aprender mais sobre Renda Variável e Ações e assim diversificar minha carteira com foco no longo prazo.

    Hoje, estou com 29 anos, mas pretendo me aposentar em 20 anos. Já fiz as contas e cheguei a conclusão que uma frase que Ainsten dizia é bem verdade: “Os juros compostos são a força mais poderosa do universo.”. Basta decidirmos em qual lado do balcão, nós, reles mortais, queremos estar: Do lado dos poupadores que pensam no futuro ou do lado dos devedores que dependerão cada vez mais do Governo e da Previdência Social.

    Abraços.

    • Leandro Ávila 9 de dezembro de 2016 at 15:23 - Reply

      Oi Ricardo. Na minha opinião, guardar recursos para o dia que não teremos mais vigor físico e mental para trabalhar é também um problema pessoal. As pessoas jogam essa responsabilidade para o governo e para entidades privadas. A responsabilidade é de cada um. Tirando aquelas pessoas que nascem incapazes ou se tornam incapazes e que precisam de assistência da sociedade, as pessoas saudáveis deveriam ter o seu projeto pessoal ou deveriam arcar com as consequências das suas escolhas. No mundo todo o governo assumiu essa responsabilidade pelo fato do mecanismo ser uma ótima forma de tirar dinheiro do controle da sociedade para o controle dos políticos e seus agregados. As instituições que controlam a maior quantidade de dinheiro no mundo são fundos de pensão de diversos países. Sempre existe a ideia de que a população é inapta a cuidar da própria vida. Todas essas questões deveriam ser ensinadas na escola, mas eles preferem que as crianças decorem a tabela periódica ou como funciona o sistema reprodutivo das minhocas. Crescemos com a cabeça cheia de inutilidades enquanto as informações importantes ficam nas mãos de poucos. Se você tem um plano de 20 anos, isso já faz você ser diferente da maioria da população que não tem planos nem para o ano que vem. Se você está investindo no seu conhecimento, isso já fará toda a diferença.

  6. Precila 9 de dezembro de 2016 at 15:05 - Reply

    Muito bom. Aguardando o próximo artigo com ansiedade. Parabéns!!

  7. Luiz Roberto 9 de dezembro de 2016 at 15:06 - Reply

    Muito bom, Leandro. Eu como funcionário público contribuo com 11% sobre meu salário integral, desde o dia em que assumi, há quase 20 anos. Infelizmente, nem a minha nem a contribuição de meus colegas existe mais. Foi usada para os mais diversos fins, desde pagar aposentadoria para quem nunca contribuiu ou contribuiu muito pouco aos mais exdrúxulos benefícios que vemos por aí. Gostaria de abrir mão dessa aposentadoria e ficar com o valor da contribuição para gerir por conta própria. Mas o governo não deixará isso acontecer nunca. Por isso venho lendo seus artigos e, do que me resta do salário, após o desconto dos 11%, ainda tenho que guardar e investir após aprender bastante aqui. Muito obrigado.

    • Leandro Ávila 9 de dezembro de 2016 at 15:26 - Reply

      Oi Luiz. Obrigado pelo comentário. Parabéns por já estar agindo!

    • PAULO 9 de dezembro de 2016 at 22:03 - Reply

      Colega, isso é possível no governo federal.
      Após 12 anos contribuindo com 11% sobre o total de minha remuneração. Saí do RPPS E migrei para o RGP. A diferença dá um bom dinheiro e vou montar com ela minha aposentadoria.

      • Rc 11 de dezembro de 2016 at 17:22 - Reply

        Rapaz, me explique isso, por favor! Sou servidor estadual, contribuindo mensalmente para um regime próprio (estadual) de previdência. Quer dizer q tem como sair dele??? Grato!

        • Fábio 13 de dezembro de 2016 at 10:43 - Reply

          É bom lembrar que o atual Governo já pretende acabar com a divisão entre os regimes geral e próprio..

      • Caroline 14 de dezembro de 2016 at 18:50 - Reply

        Paulo, você escolheu o desconto mínimo do Fundo Complementar?

      • marina 23 de janeiro de 2017 at 17:20 - Reply

        Também tenho interesse em saber mais. Será que os colegas poderiam comentar mais? Serei servidora federal em breve, se Deus quiser, e já fazendo uns cálculos com os descontos, fiquei abismada :((

  8. Iuri 9 de dezembro de 2016 at 15:08 - Reply

    Oi, Leandro. Muito obrigado por mais um excelente artigo. E não vejo a hora de você disponibilizar a parte 2.
    Concordo plenamente com tudo que foi escrito aqui. As vezes, eu me sinto privilégiado por ter descoberto o Clube dos Poupadores. Mas claro, o mais importante é que eu parta pra ação e comece planejar a minha aposentadoria e liberdade financeira.

    Abraço.

    • Leandro Ávila 9 de dezembro de 2016 at 15:27 - Reply

      Oi Iuri, é isso mesmo. O importante é partir para a ação. Existe uma frase que diz que o caminho você deve construir caminhando.

  9. Diogo 9 de dezembro de 2016 at 15:09 - Reply

    Leandro, que excelente artigo! Ajudará muitas pessoas que estão apenas pensando no INSS como fonte de renda.

    Estou com 29 anos e já comecei o meu pé de meia para a aposentadoria. Hoje estou utilizando o tesouro Selic 2035 para isso. Minha meta é de que daqui a 20 anos eu tenha o suficiente para viver de juros e me dedicar a trabalhos que me dão prazer mas que não terei tanto retorno financeiro.

    Essa história do INSS eu já sabia. Pena que sou obrigado a contribuir e não tenho nenhuma perspectiva de retorno deste dinheiro.

    Obrigado pelas suas obras.

    • Leandro Ávila 9 de dezembro de 2016 at 15:32 - Reply

      Parabéns Diogo, provavelmente você está investindo no Tesouro IPCA 2035 já que o Selic que temos hoje tem vencimento em 2021. Parabéns!

      • Diogo 9 de dezembro de 2016 at 15:39 - Reply

        Obrigado por corrigir. Isso mesmo, IPCA 2035.

  10. Diego 9 de dezembro de 2016 at 15:13 - Reply

    O governo não foi feito para te ajudar. Nunca espere que o governo vá te dar alguma coisa. No quesito aposentadoria não é diferente. O brasileiro não tem o hábito de poupar, realmente. E, se poupa, é para comprar alguma coisa. É muito difícil entrar na cabeça de uma pessoa que ela precisa guardar parte do dinheiro para acumular patrimônio e poder se sustentar ao longo da vida nos momentos difíceis.
    Eu acho que as pessoas devem parar de criticar governo, ficar reclamando e perdendo tempo e ir trabalhar. Eu conheço gente que reclama todo mês, quando recebe o contracheque e vê os descontos de imposto de renda.
    Trabalhe, guarde dinheiro, invista e monte o teu patrimônio.
    Leio os teus artigos e entendo que eles rumam para essa ideia. Essa educação financeira que você oferece é o que a maioria precisa.
    Parabéns! Essa deverá ser uma ótima série.

    • Leandro Ávila 9 de dezembro de 2016 at 15:41 - Reply

      Oi Diego. Penso como você. Se a pessoa que vive reclamando, pegasse essa energia e esse tempo e focasse na busca de soluções dentro da sua realidade pessoal, a realidade dela melhoraria muito e se todos fizessem isso o país todo viveria uma outra realidade. Dentro do meu círculo de influência eu não posso fazer nada que possa interferir no que estão fazendo com o INSS, mas dentro desse círculo onde tenho o poder da ação, posso planejar minha vida, minhas decisões que possam elevar minha renda, melhorar minha capacidade de poupança e investimento. No final é essa proatividade que vai produzir resultados diferentes na minha vida quando comparamos com a vida de quem está parado reclamando. Obrigado pelo seu comentário.

  11. Gabriel Valente Soares 9 de dezembro de 2016 at 15:16 - Reply

    Leandro!
    Apenas uma sugestão.
    Seria bom se você abordasse a questão do “falso rombo da previdência”.
    Já consultei sites confiáveis que alegam tal fato, assim como recebi por whatsapp um vídeo do conselho de auditores da receita federal, dizendo que é uma farsa.
    Veja bem, não estou dizendo que se é uma farsa estaremos seguros durante os próximos 200 anos, mas gostaria de ouvir sua opinião e os cálculos que você fez a este respeito.
    Eu entendi que a ideia central do seu artigo é alertar para o perigo de viver uma vida de gastos sem preocupação com o amanhã (aposentadoria), mas seria legal o seu público saber de você o que acha do falso rombo.
    Um enorme abraço!

    • Leandro Ávila 9 de dezembro de 2016 at 15:46 - Reply

      Oi Gabriel. Eu li sobre o “falso rombo”. Usaram uma metodologia de cálculos em nenhum sentido. Nada mais é do que um nome diferente para defender a teoria do “calote da dívida pública”. Existem professores, políticos e funcionários públicos fanáticos de partidos de extrema-esquerda que defendem essa maluquice. É o mesmo grupo que acredita que o socialismo, o fim da iniciativa privada e uma revolução do proletariado é a solução de todos os problemas da humanidade.

      • Gabriel Valente Soares 9 de dezembro de 2016 at 16:50 - Reply

        Foi justamente isso que eu imaginei…
        Engraçado, Cuba, Venezuela, China, são países tão bons de se viver… porque será que em Cuba exitem os desertores e porque será que o povo da Venezuela está se refugiando aqui no Brasil?

        É como aquela anedota:
        Em uma reunião socialista o líder do povo perguntava:
        – Se vocês tivessem 10 apartamentos, vocês dariam tudo para o estado?
        E o povo respondia:
        – Siiim!
        E ele perguntava novamente:
        – E se vocês tivessem 10 carros, dariam tudo para o Estado?
        E o povo respondia a mesma coisa.
        E assim foi, até que o líder perguntou:
        – Se vocês tivessem 5 galinhas, vocês dariam tudo para o Estado?
        Todos gritaram “Siiim”. Somente um homem lá no fundo gritou “Nããão!”
        Então o líder perguntou:
        – Mas por que você não daria as 5 galinhas para o Estado?
        E o homem respondeu:
        – PORQUE EU TENHO AS 5 GALINHAS!
        🙂

        Abraço!
        Obrigado mais uma vez, Leandro!

        • Leandro Ávila 9 de dezembro de 2016 at 18:11 - Reply

          Oi Gabriel. É isso que acontece. As pessoas que vejo defender esses regimes são aquelas que dependem do sistema, trabalham para ele, são funcionários públicos, professores de universidades públicas, intelectuais e artistas que são patrocinados pelo governo, sindicalistas e gente de setores que precisa de um estado forte, poderoso, controlando toda a sociedade e todas as iniciativas das pessoas. Sobre as galinhas… uma vez perguntaram para o Bill Gates (uma das pessoas mais ricas do mundo): “Se você tivesse apenas $ 2 por dia para viver, como ocorre com as pessoas miseráveis do mundo, o que você faria para mudar de vida?” Ele disse que compraria uma galinha. Faria uma parceria com o vizinho dele para que comprasse um galo. Com o galo e a galinha eles teriam 40 galinhas em poucos meses. Eles venderiam ovos e galinhas até sair da linha de pobreza. Ele descreve isso no próprio blog, veja aqui. Veja a diferença que existe na mentalidade de alguém empreendedor, que encara a vida de uma forma totalmente diferente. Pensando dessa forma é impossível viver na miséria. Ele focou na solução do problema, foi lá e resolveu o problema. As pessoas podem resolver seus problemas se forem educadas e orientadas para que acreditem que podem. Só que pessoas livres, resolvendo seus problemas, não é uma coisa muito interessante para quem precisa de um Estado forte, controlador e distribuidor de pães.

          • Delmo 9 de dezembro de 2016 at 21:03

            Excelente colocação, surpreendente!

          • Leandro Ávila 10 de dezembro de 2016 at 10:00

            Obrigado Delmo

          • Eky Barradas 10 de dezembro de 2016 at 19:23

            Muito boas considerações, Leandro! Excelente!

          • Leandro Ávila 11 de dezembro de 2016 at 8:32

            Obrigado Eky

      • Nina Britto 9 de dezembro de 2016 at 17:40 - Reply

        Oi Leandro, me permita apontar que existem muitos estudos sérios, com metodologia validada academicamente, que vão nesta linha. Particularmente, eu acho que as sociedades fazer também suas escolhas, e os governos idem. Não passaria um rolo compressor achatando e misturando todas as visões de alternativas ao problema fiscal. Há diversas vozes qualificadas neste debate, dentro de um contínuo ideológico, fora dos extremos. Abraço!

        • Luiz Roberto 10 de dezembro de 2016 at 20:06 - Reply

          Isso mesmo, Nina. Estão misturando tudo. Confundem Funcionários Públicos extremamente qualificados que preferiam não ter que contribuir com deputados, cargos comissionados e outros. Somos obrigados a contribuir com 11% de TODO o nosso salário. Me desculpe, Leandro, mas dessa vez houve uma grande injustiça quando generalizou que “todos os funcionários públicos defendem o regime pois dependem do sistema”. Eu conheço o regime e esse estudo. É exatamente o contrário! O governo é que depende dessa contribuição de 11% dos funcionários públicos, que em sua maioria (me incluo nela) preferiam pagar somente sobre o teto (igual o regime privado) e gerir a poupança para se aposentar por conta própria.

          • Leandro Ávila 11 de dezembro de 2016 at 8:35

            Oi Luiz, a maioria das pessoas que vejo defender o sistema são funcionários públicos ou pessoas que dependem do sistema. Isso não significa que todos os funcionários públicos defendem esse sistema. São duas coisas diferentes.

      • Luiz Roberto 10 de dezembro de 2016 at 9:50 - Reply

        Leandro, sou muito fã dos seus artigos. Inclusive concordo que existe um grupo de fanáticos que prega o socialismo, o Cubismo etc. Mas me permita discordar em relação ao seu comentário sobre o “falso rombo da previdência”. O governo e a mídia divulgam um deficit distorcido sim. Concordo que o sistema tem que mudar, mas só pra dar uma ideia, nesse “deficit” divulgado não consta a contribuição que o empregador Governo deveria depositar e não o faz. Simples assim. Tem muito mais coisa errada no que divulgam. Continuo sendo fã de seus artigos e recomendações de educação financeira. Mas recomendo também que as pessoas procurem estudar a fundo o que entra, o que deveria entrar, o que sai e o que deveria sair da previdência. Se fosse cumprida a Constituição a situação não seria essa.

        • Leandro Ávila 11 de dezembro de 2016 at 7:44 - Reply

          Faria sentido se a previdência social ou a seguridade social fosse uma coisa e o governo fosse outra. É tudo a mesma coisa. Se o governo fechar hospitais para manter o pagamento dos aposentados, isso faz o problema ser resolvido? Se o governo de um calote na dívida pública para pagar os aposentados destruindo toda a economia e todo sistema financeiro, resolve o problema? Sabe qual é o pior das pessoas darem ouvidos para alguns políticos e partidos que trabalham diariamente para confundir a cabeça das pessoas? O problema é que a ignorância nos fragiliza. O risco das pessoas votarem em políticos populistas no futuro que irão prometer resolver um problema usando mágicas e mentiras é muito grande. Isso só vai agravar ainda mais a catástrofe que está por vir. Por isso, a melhor coisa que cada família tem a fazer é sair da zona de ignorância e buscar mais independência. Agora, é claro que isso é opcional. Cada pessoa é livre para escolher o pão ou o trigo, pelo menos até o dia que existir a distribuição de pão.

          • Rc 11 de dezembro de 2016 at 17:35

            Leandro! Sou teu fã e não perco nenhum escrito seu! Hoje é uma das poucas vezes que discordo contigo por achar que falta sustentação no que afirmas.

            Como já disseram, há um bom número de estudiosos da previdência com conhecimentos profundos que afirmam, demonstrando dados, a fraude que é o suposto rombo na previdência. Se buscares a respeito verás que, sim, alguns números são erroneamente passados à população aumentando o suposto caos previdenciário para tirar ainda mais dinheiro do povo que, em sua maioria, não entende do assunto.

            Concordo totalmente contigo que devemos nos prevenir e tomar medidas pessoais para não ficar em situação de sofrimento no futuro. Porém, não compactuarei com um discurso que não se sustenta sobre o suposto déficit. Pois, eu me prevenindo ou não, o governo estará tirando 11% ou mais dos meus rendimentos que deveriam ser direcionados aos meus irmãos mais pobres que não chegarão à idade suficiente para se aposentar.

            Por isso, sempre que possível, denunciarei os absurdos que esse ou qualquer outra governo cometa para que não apenas eu esteja bem financeiramente, mas as pessoas a minha volta também.

            Parabéns pelo excelente trabalho que realizas. Sou seu divulgador em aula, inclusive rs. Abraços.

          • Leandro Ávila 12 de dezembro de 2016 at 6:57

            Oi RC, já respondo essa questão em outros comentários acima. Cuidado com suas fontes.

        • Fernando 12 de dezembro de 2016 at 17:14 - Reply

          O rombo da previdência é uma fraude? Ok. Ah, a mágica. O dinheiro que dá em árvore.

          Agora temos uma nova Zélia Cardoso, doutora na USP, com soluções milagrosas também. Um país que não aprende com os próprios erros está fadado ao fracasso.

          Trabalhar, estudar e fazer o seu pra se defender dessas maluquices é a única solução. Reclamar, de fato, não levará a nada. Sinto apenas pelas mais humildes que não têm como se defender e de alguns papagaios ingênuos que também sofrerão.

  12. Civio Couto 9 de dezembro de 2016 at 15:16 - Reply

    Bom, já aprendi uma lição ao investir em Previdência Privada (retirei tudo e comecei a investir no Tesouro) e já comecei a cuidar da minha aposentadoria.
    Apesar disso, estou curioso sobre a sua proposta, pois ainda necessito melhorar. Entendo que falta um pouco de consistência nos meus aportes.
    Abraços

  13. Mariana Rosa 9 de dezembro de 2016 at 15:16 - Reply

    Gostei da sua forma de colocar o problema. Realmente, o sistema é uma farsa. Pior ainda é a forma como tantas pessoas o percebem, entendendo que algo está sendo roubado delas sempre que há algum ajuste nas regras, pois veem a aposentadoria como espécie de prêmio que deveria ser garantido após trabalharem por vários anos. É uma ilusão, pois o sistema não é sustentável.
    Vou aguardar o próximo artigo!
    Obs.: no meu caso por enquanto o projeto é sair da casa dos pais e comprar um apartamento próprio. Mas não deixo de pensar no futuro. E seus artigos sempre me ajudam a pensar nos próximos passos.

    • Leandro Ávila 9 de dezembro de 2016 at 15:56 - Reply

      Oi Mariana. É isso mesmo que acontece. As pessoas esperam receber “prêmios” do governo. Parabéns por pensar no futuro Mariana.

  14. Fábio Bastos 9 de dezembro de 2016 at 15:17 - Reply

    Leandro……….ótimo artigo por sinal. Cada vez mais me preocupo com a minha aposentadoria, já trabalho desde 14 anos e agora nos meus 40 vejo que cada vez mais que não devo esperar nada do nosso sistema previdenciário, acredito que muitos que estão aqui lendo seus artigos, já abriram o olho há algum tempo, assim eu espero, pois seus artigos ao longo desse tempo são bem explicativos,no mínimo temos que pensar em aplicações no Tesouro Direto e ainda mudar nosso jeito de lidar com o dinheiro no presente, pois o futuro é logo ali.

    • Leandro Ávila 9 de dezembro de 2016 at 15:57 - Reply

      Oi Fábio. Aprender funcionamento dos títulos públicos já será um importante caminho. Parabéns por perceber que não devemos esperar muito do sistema.

  15. RUBENS ANDRADE 9 de dezembro de 2016 at 15:20 - Reply

    Leandro,

    Obrigado pela luz…pena que brasileiro nasceu cego e dependente do governo….Unica saida Educação FInanceira..voce esta de parabens pela iniciativa.

    Abraço.

    Rubens

  16. Leila 9 de dezembro de 2016 at 15:21 - Reply

    Leandro boa tarde

    Parabéns, a cada artigo que leio mais fica admirada com suas ideias. Você é demais.
    Eu já penso em minha aposentadoria e a partir do ano que vem (esse ano estou investindo em conhecimento para melhorar meu currículo e quitando um terreno) eu vou poupar, então quero dividir esses investimentos em 03 tipos e quero sua opinião se o que estou fazendo está certo.
    Vou dividir no minimo 40% do meu salario e divido-lo em 03 partes: Lógico depois de fazer minha reserva de emergência.

    33% para aposentadoria (investida em tesouro direto -aquele que paga juros semestralmente, não me recordo nome)
    33% para fazer minha casa , já estou quitando o terreno (tesouro direto- selic)- Nesse caso, vou investir por 10 anos, para ter o valor necessário,depois disso, será 50% ações e 50% aposentadoria
    33% para ações – nesse caso, estudar as boas empresas e poder ousar um pouco já que a aposentadoria e a casa são de fato muito importante para mim e estão mais seguras com renda fixa.

    Outro ponto é se vale a pena investir em renda fixa, já que o Sr Luiz Barsi neto, fala em seus videos que investimentos em renda fixa é uma perda fixa.
    Enfim, aguardo suas considerações,

    Leila

    • Leandro Ávila 9 de dezembro de 2016 at 16:05 - Reply

      Oi Leila. Eu recomendaria ter cuidado com relação ao investimento em ações. Tenha muito cuidado ao ouvir o Luiz Barsi pois ele só faz o que faz por ser altamente capacitado. Ele é contador, fez ciências atuariais, economia e direito. Ele não investe em ações de forma amadora, investe como profissional, tanto que já foi sócio/dono de uma corretora e hoje trabalha dentro de uma corretora. Comece investindo pouco e aumente o investimento gradativamente na mesma medida que for entendendo como a coisa funciona. Eu prefiro a ideia da pessoa que planeja a aposentadoria pensando na possibilidade de empreender (não parar de trabalhar) só que em uma área que sente prazer, todos nós temos paixões, temos atividades que gostamos e que poderia ser feita até de graça. Um empreendimento próprio também é um investimento de renda variável, só que você está no controle. O Luiz Barsi pensa diferente, mas ele se preparou para isso.

      • Júlio César 10 de dezembro de 2016 at 16:26 - Reply

        Leandro, parabéns! Esse comentário é motivador. A solução passa pelo empreendedorismo e uma atividade complementar através do MEI – Microempreendedor Individual parece ser uma alternativa viável por minimizar a carga tributária, inclusive previdenciária.

    • Ricardo 11 de dezembro de 2016 at 15:56 - Reply

      Leila,

      Só uma opinião!
      Se vai investir na aposentadoria no TD, p q vai comprar o juros semestrais?

      A diferença resgatada no final entre, por exemplo, o Tesouro IPCA+ 2035 (NTNB Princ) e Tesouro IPCA+ com Juros Semestrais 2050 (NTNB), no futuro pode fazer falta!

      Fazendo a simulação. Taxa de administração do banco/corretora (% a.a.): 0%
      Taxa de Inflação (IPCA) para o Período (%a.a.): &%
      Valor Investido: 10.000

      No Tesouro IPCA+ 2035 (NTNB Princ), vc resgata 85.748,01
      No Tesouro IPCA+ com Juros Semestrais 2035 (NTNB) vai receber no total 48.707,28.

      Diferença de 37.040,73.

      Vai terminar com menos patrimônio!

      • Ricardo 11 de dezembro de 2016 at 15:57 - Reply

        Taxa de Inflação (IPCA) para o Período (%a.a.): 7 %…

  17. Eduardo 9 de dezembro de 2016 at 15:22 - Reply

    Leandro, excelente artigo, como de costume. A algum tempo estou fazendo minha própria previdência, saquei todo valor da minha previdência privada e estou investindo mensalmente em diferentes títulos do tesouro e em CDBs. Todo mês invisto em algum título e observo diariamente como está o mercado, pois chegará um hora que estes títulos ficarão mais rentáveis do que hoje, os venderei e vou aplicar no que estiver mais lucrativo naquele momento. Meu objetivo é aumentar meu patrimônio ao longo dos anos e estou feliz que mês a mês vejo isso se concretizar, pois o montante só aumenta. Obrigado a você pelos seus artigos e outros educadores financeiros pela minha mudança de mentalidade.
    Um abraço
    Eduardo

  18. Victor 9 de dezembro de 2016 at 15:24 - Reply

    Boa tarde Leandro, aprendi muito com este blog ao longo de 2016 e tomei diversas atitudes que me levaram a um equilíbrio financeiro adequado, já invisto, já tenho reservas, enfim.. nada é muito difícil quando se tem determinação, mas resolvi buscar um passo mais a fundo e este artigo aborda claramente o que tenho estudado. A independência financeira ajuda, mas a real independência, ou seja, passar de restrito consumidor para também produtor dos princípios básicos da vida através da autossuficiência em abrigo e alimento é um passo enorme. Estou desenvolvendo um projeto onde quero chegar a um custo de vida bem próximo ao zero e produzir quase tudo que necessito para uma vida adequada a mim (obviamente que os níveis de vida são individuais e pessoais), mas percebi que este modelo pode ser uma saída adequada e pretendo dissertar sobre isso como um projeto replicável em qualquer lugar. Chamo de “ecologia da vida”, pois percebo diariamente que toda esta insegurança que vivemos é financiada por nós mesmos em cada produto que escolhemos de grandes grifes, marcas, produtos industrializados pois nós mesmos com nosso suor diário concedemos o poder às pessoas que possuem poder hoje. Como diria Bill Mollison: “A maior mudança que temos que fazer é ir de CONSUMO para PRODUÇÃO, mesmo que numa pequena escala em nossos jardins. Daí a futilidade de revolucionários sem jardins, que dependem do próprio sistema que atacam, que produzem palavras e balas, mas não comida e abrigo” e te digo claramente, estas mudanças requer trabalho, muuito trabalho. Requer semear muitos grãos de trigo durante a vida.
    A dependência com a qual a sociedade vive hoje, é assustadora.
    Parabéns pelo seu projeto e obrigado pelas dicas valiosas. Abraço!
    Victor

    • Leandro Ávila 9 de dezembro de 2016 at 16:23 - Reply

      Oi Victor. Quando morava em uma casa, comprei o terreno do meu vizinho. Resolvi fazer um experimento. A ideia era plantar e colher em um terreno de uns 300 metros quadrados em um bairro residencial, no meio de uma grande cidade para ver se seria possível praticar essa ideia de uma maior independência do supermercado. Virou um hobby muito divertido e aprendi muito. A experiência foi muito boa e recomendo, especialmente se a pessoa puder envolver seus filhos. Consegui plantar e colher tomates, mandioca, caju, pitangas, pimentas, urucum, melancia, entre outros. Plantar e colher alimentos é uma experiência quase que espiritual. Você consegue se conectar com aquilo que a humanidade toda fez nos últimos 10 mil anos. Todos os meus antepassados plantaram e colheram a própria comida e se você está aqui é pelo fato deles terem tido sucesso nessa prática. A vida dentro de apartamentos e casas dependentes do supermercado é uma realidade muito recente. Ainda não sabemos qual será a consequência disso. A industrialização dos alimentos reduziu muito a fome no mundo, os alimentos ficaram baratos, as calorias são abundantes e baratas, mas as pessoas estão cada vez mais dependentes. Basta uma catástrofe global que ninguém vai conseguir sobreviver sem o supermercados funcionando. Não saber produzir o próprio alimento é um risco? Sim, as grandes cidades com milhões de pessoas dependentes dos estoques dos supermercados não deixa de ser um risco. Parabéns pelo seu projeto. Transforme isso em um projeto de educação.

    • Cleiton 11 de dezembro de 2016 at 8:19 - Reply

      Olá, Vitor. Acredito que seu projeto seja muito bem vindo num mundo governado pelas marcas e fortemente dependente do consumo. Gostaria de trocar idéias e conhecimento contigo. Como faríamos pra manter contato?

  19. Wilson Junior 9 de dezembro de 2016 at 15:27 - Reply

    Muito obrigado pelo excelente artigo Leandro Ávila, como sempre, muito enriquecedor, já no aguardo do próximo, um grande abs

  20. Bruno 9 de dezembro de 2016 at 15:30 - Reply

    Mais uma vez um otimo artigo. Penso da mesma forma em relaçao a previdencia. Sou autonomo e não contribuo com o INSS por opçao. Sou investidor ha mais ou menos 3 anos e ate hj dividi meus aportes em renda fixa de bancos menores , tesouro direto e ultimamente tenho aportado em renda variavel.
    Tenho como liçao de vida nunca ter um padrao de vida mais alto do que 70 % do meu salario para que o restante possa fazer meus investimentos.
    Meu objetivo é trabalhar ate os 50 anos e projetando ter cerca de 6 milhoes para viver de renda.
    Apos isso nao sei se paro de trabalhar ou se irei trabalhar apenas com algo que me de prazer.hoje tenho 33 anos e estou um pouco melhor do que projetei.se continuar assim talvez consiga diminuir em ate 3 anos meu objetivo e me “aposentar” com 47.
    É isso!
    Obrigado Leandro , sempre leio seus artigos e ja recomendei para varios amigos!

    • Leandro Ávila 9 de dezembro de 2016 at 16:26 - Reply

      Oi Bruno. É muito importante estabelecer um “teto”, coisa que nem o nosso governo consegue estabelecer. Parabéns. Eu recomendo que você olhe para dentro de você e busque uma atividade que você possa fazer pelo prazer de fazer, pelo prazer de fazer bem feito e de contribuir. É isso que faço hoje e posso garantir que não pretendo me aposentar nunca.

  21. Renato Venâncio 9 de dezembro de 2016 at 15:30 - Reply

    Olá Leandro.

    Excelente a sua iniciativa de abrir os olhos de quem tanto trabalha e não tem ideia do que o espera no futuro. E quando se der conta, já não terá mais como recuperar o tempo perdido, confiando em benefício do governo para sustentar a si e a sua família. Eu o acompanho há algum tempo e tenho essa consciência. Mas confesso que preciso de um caminho para iniciar essa jornada.

    Parabéns pelo artigo.

    • Leandro Ávila 9 de dezembro de 2016 at 16:27 - Reply

      Oi Renato, sempre existe tempo para recomeçar, só que quanto antes melhor. Muito obrigado!

  22. Diego 9 de dezembro de 2016 at 15:31 - Reply

    Está relacionado com esse assunto de previdência, aposentadoria, independência financeira, não diretamente, mas é uma dúvida que sempre tive: um plano de saúde particular pode comprometer a independência financeira de alguém? Porque eles também tem as regras deles e podem resolver de ajustar o valor para algo inesperado. Quais são os principais custos que alguém que busca a sua independência deve considerar? Se já não existiu artigo parecido, talvez seja uma ideia.

    • Leandro Ávila 9 de dezembro de 2016 at 16:32 - Reply

      Oi Diego. O plano de saúde funciona como seguro. Na prática ele é um seguro. Você paga para a empresa assumir o risco de pagar os custos caso você fique doente ou tenha um acidente. Eu tenho plano de saúde, mas não confio que ele será suficiente para o futuro, pois tenho dúvida se os planos de saúde irão sobreviver nas próximas décadas quando grande parte da população estiver com idade avançada, vivendo até os 100 anos ou mais, mantidos através de medicamentos e tratamentos cada vez mais caros para curar doenças geradas pela vida nas grandes cidades.

  23. Juliano 9 de dezembro de 2016 at 15:34 - Reply

    Boa tarde, Leandro.
    Sempre acompanho seus artigos.
    Eu tirei meu dinheiro da Previdência Privada e apliquei no Tesouro IPCA. E todo mês aplico 10% da minha renda nessa linha, pois esta tem o único objetivo que é a minha Previdência

    Aplico 33% no Tesouro Selic com objetivo de construir a minha casa, em Janeiro/2017 já terei esse valor para construção.

    Depois de Janeiro/2017 não sei o que farei com esses 33%, se aumento a carteira do Tesouro IPCA ou penso em outros objetivos.

    Obrigado
    Grande Abraço

    • Leandro Ávila 9 de dezembro de 2016 at 16:33 - Reply

      Oi Juliano, parabéns por estar poupando, por ter um plano independente.

  24. Robi 9 de dezembro de 2016 at 15:38 - Reply

    Tenho 60 anos e consegui me aposentar 1 ano atrás, com um valor até perto do teto do benefício da previdência privada. Porém, mesmo perto do teto, dependendo dos seus custos mensais, esse valor acaba sendo muito aquém do suficiente para curtir a aposentadoria com tranquilidade. O valor cobre, sem exageros, compras do mês, contas de luz, água, telefone, TV, internet etc. Passeios turísticos, teatros, cinemas, restaurantes e outras formas de divertimento já precisam ser controlados. E esses itens são a parte boa da vida.
    Eu sempre tive uma visão que o valor que iria receber, quando me aposentasse, não me traria a tranquilidade que sonhava.
    Assim, procurei sempre criar outras formas de amealhar recursos para depender o menos possível da aposentadoria oficial. Investi em imóveis, poupança na época boa, fundos, tesouro direto e outros tipos de papéis para formar um patrimônio adequado aos meus objetivos. Comecei com a poupança que era a vedete da época e fui colocando cada sobrinha do mês nessa conta. Com o dinheiro apliquei num terreninho e aí as coisas foram acontecendo aos poucos.
    O importante é ter a consciência para começar.
    Para não dizer um dia, quando for se aposentar, que deveria ter pensado nisso lá atrás.
    Com tudo isso, ainda tenho alguns receios com esses governos que passam em nossas vidas. Tenho medo que voltem a utilizar aquele artifício do Presidente Collor em se apropriar do dinheiro do cidadão.
    De qualquer forma, tive a sorte de perceber bem antes que se deve depender muito pouco da boa vontade dos nossos governos.

    • Leandro Ávila 9 de dezembro de 2016 at 16:36 - Reply

      Oi Robi, muito obrigado por compartilhar conosco sua jornada sua experiência da vida até seus 60 anos. Acho que você não deveria se preocupar com o que o Collor fez, não existe mais espaço para aquele tipo de medida. O que não podemos garantir é se um dia teremos uma inflação compatível com a inflação vista em outros países.

  25. Fabiano 9 de dezembro de 2016 at 15:43 - Reply

    Leandro,
    Gostaria de receber de volta todas as contribuçoes que fiz para o INSS e não ser obrigado a contribuir mais com vc INSS, assim gerenciaria minha própria aposentadoria e assistência.

    • Leandro Ávila 9 de dezembro de 2016 at 16:37 - Reply

      Oi Fabiano. Em um dos artigos que irei escrever vou falar sobre o impacto disso na vida das pessoas.

  26. Marcos 9 de dezembro de 2016 at 15:50 - Reply

    Parabéns pela matéria, assunto sempre pertinente, ainda mais agora. Sou ex-funcionário de um grande banco e tive a felicidade de sair com um plano de Previdência Privada Empresarial, ao qual continuo contribuindo, o que me dá um pouco mais de tranquilidade em relação à essas questões. Fico pensando em quem não teve essa oportunidade e tem ou terá que depender inteiramente do INSS …. fica a reflexão …

    • Leandro Ávila 9 de dezembro de 2016 at 16:38 - Reply

      Oi Marcos. Você só precisa torcer para que esse plano de previdência privada tenha vida longa.

  27. Fabrício Bueno 9 de dezembro de 2016 at 15:51 - Reply

    Boa tarde Leandro,

    Parabéns pelo artigo! Sem dúvida é um tema que deve ser amplamente discutido por todos.

    Sou militar das Forças Armadas e aqui, mesmo na reserva ou reformado, o militar continua contribuindo para a previdência! Ou seja, todo militar terá no mínimo 30 anos de contribuição!

    São seria uma alternativa implementar essa prática na iniciativa privada.

    Melhor que isso, não seria mais viável que cada um pudesse escolher onde investir seu dinheiro com vistas a aposentadoria, sem a necessidade de contribuir para o governo!?

    Abraço!

    • Leandro Ávila 9 de dezembro de 2016 at 16:40 - Reply

      Oi Fabrício. O sistema ideal seria um isolamento das suas contribuições em uma conta que fosse apenas sua. Isso não acontece. Vou falar sobre isso no próximo artigo. Da maneira que a coisa funciona é como se fosse um grande esquema de pirâmide. O dinheiro de quem contribui na ativa paga aquele que está aposentado.

  28. Raphael 9 de dezembro de 2016 at 15:51 - Reply

    Leandro, parabéns pelo artigo muito elucidativo.
    No meu caso estou aposentado pelo INSS e previdência privada.
    Mas reconheço que para os que tem menos de 35 anos ainda é tempo de repensar seu futuro financeiro.
    Não queiram depender do INSS e mesmo de previdência privada por melhor que seja administrada.
    Jovens, escutem bem o que o Leandro escreve nesses artigos.
    Sua realidade futura jovem, vai depender muito mais de si mesmo do que de governos e previdências privadas.
    Faço parte da última geração que confiou no governo e previdencia privada no Brasil. Tenho 55 anos.
    Daqui para diante é cada um cuidar de seu futuro.

    • Leandro Ávila 9 de dezembro de 2016 at 16:41 - Reply

      Oi Raphael, muito obrigado por deixar seu depoimento com base na sua experiência de vida.

  29. Marília Pereira 9 de dezembro de 2016 at 15:57 - Reply

    Leandro, excelente artigo!
    Desde que comecei a ler seus artigos venho criando estratégias para garantir um futuro melhor.
    Esse ano consegui iniciar um projeto que me garante uma segunda fonte de renda, e meu plano para o próximo ano é estabilização financeira e iniciar meus investimentos!
    Obrigada!

    • Leandro Ávila 9 de dezembro de 2016 at 16:42 - Reply

      Parabéns Marília, obrigado por deixar seu depoimento.

  30. Philippe 9 de dezembro de 2016 at 15:59 - Reply

    Apesar de eu concordar que este é um sistema falho pelo fato de ser uma pirâmide, eu continuo pagando o meu gps no teto máximo. Creio que quando realmente a previdência não tiver mais espaço para “remendos”, o governo será a forçado a pagar de outra forma seus contribuintes. Mesmo que de forma injusta aumentando impostos. Nenhum governo de qualquer país vai permitir que o país simplesmente quebre sua previdência pois isso seria um suicídio político e partidário. Acho que a quebra não chegará a acontecer da maneira como imaginamos e não deveríamos temer um calote da previdência. Mesmo assim eu invisto na minha aposentadoria também em títulos cdbs e ações pela rentabilidade maior…

    • Leandro Ávila 9 de dezembro de 2016 at 16:48 - Reply

      Oi Philippe, se você tem condições de pagar o teto e fazer outros investimentos, não deixa de ser uma estratégia. O importante é ter a consciência que você tem ao fazer isso.

  31. Paulo Henrique 9 de dezembro de 2016 at 16:00 - Reply

    Fantástica a sua abordagem, Leandro! Ainda bem que existem pessoas com a sua visão de mundo e conhecimento contrapondo toda essa onda de protestos e reclamações. Linguagem simples, com histórias pontuais que acabam redemocradizando o que temos de mais valioso – O conhecimento.
    Já li todos os artigos que você postou, além dos 3 livros e fiz cursos indicados por você como a triade do dinheiro e bolsa de valores e digo que realmente transformou minha visão não só em relação a aposentadoria como de propósito de vida. Recentemente criei um grupo de estudos sobre educação financeira onde lemos os artigos do seu blog e trocamos ideias sobre o tema. Em breve também pretendo levar essas mensagens para um número maior de pessoas. Parabéns e obrigado .

    • Leandro Ávila 9 de dezembro de 2016 at 16:51 - Reply

      Oi Paulo. Parabéns, acho que todo mundo poderia pensar na possibilidade de criar pequenos grupos de estudo reunindo familiares, amigos, moradores do mesmo condomínio, participantes da igreja, do clube, da empresa onde trabalha. Basta todo mundo combinar de comprar algum livro e todos estudarem juntos, uma vez por semana, cada dia o grupo lê e discute o que cada um achou sobre um determinado capítulo do livro. Cada pessoa tem uma visão diferente do mesmo conteúdo e o estudo em grupo pode ser muito motivador.

  32. Claudia 9 de dezembro de 2016 at 16:05 - Reply

    Eu concordo com essas ideias mas o problema é que somos obrigados a pagar pelo INSS. Se é assim gostaria de ter a opção de não pagar. Grande parte das minhas horas de trabalho, ou seja, horas de vida, são descontadas do meu salário com IR e previdência para isso não ter retorno. Lamentável, cada dia mais desanimada com esse país!

    • Leandro Ávila 9 de dezembro de 2016 at 16:57 - Reply

      Oi Claudia. Infelizmente é assim que a coisa funciona. Precisamos focar na busca de soluções.

  33. DAVID 9 de dezembro de 2016 at 16:07 - Reply

    Muitas pessoas querem opinar sobre como devemos dirigir nossas vidas. Consciente desta realidade futura da previdência decidi atrasar ao máximo meu casamento (28 anos), e na época não fazer festa, e agora estou postergando também o máximo ter filhos (tenho 35 e quero ter com 37 anos). Sempre acreditei que, já que a tendência é viver mais, não posso repetir a trajetória dos meus pais e avós, tudo também deveria ser postergado. Fui e sou constantemente criticado, às vezes é difícil não ceder às pressões, mesmo sabendo que no final do mês quem paga às contas sou somente eu. De qualquer forma, estou cada dia mais feliz e consciente que minhas escolhas foram as mais acertadas e estou no estreito caminho que conduz a independência financeira. Obrigado por me ajudar nesta jornada.

    • Leandro Ávila 9 de dezembro de 2016 at 17:04 - Reply

      Oi David. Esse problema de “sair da conformidade” e as pessoas ficarem fazendo pressão para que você “retorne para a conformidade” é um problema sério. O projeto de vida é seu e você deve executar da forma que achar correto. Parabéns!

  34. Renan 9 de dezembro de 2016 at 16:15 - Reply

    Leandro,

    Parabéns pela disposição de mudar a vida de mais pessoas através dos teus posts via da educação financeira. Teus posts são sempre uma semente para os investimentos inteligentes no longo prazo.

  35. Laercio 9 de dezembro de 2016 at 16:16 - Reply

    Ótimo artigo! Super esclarecedor e além de tudo nos faz refletir um pouco sobre o modelo que aprendemos.

  36. Thiago Ferreira 9 de dezembro de 2016 at 16:17 - Reply

    Olá Leandro, antes de mais nada, obrigado por mais essa lição e pelas próximas que virão. Minha esposa e eu temos ambos 32 anos, poupamos cerca de R$800 por mês e mais eventuais aportes no TD IPCA+ 2035 faz quase um ano e pretendemos nos “aposentar” daqui a 25 anos. Tenho uma dúvida que talvez possa me esclarecer, já faz dois anos que trabalho como autônomo na área de TI e não venho contribuindo ao INSS desde então, por mim, continuaria não contribuindo, mas li que o INSS é uma “contribuição” obrigatória e que seria recomendado que eu contribuísse pelo menos 10% do salário mínimo nacional para que não sofra penalidades futuras. Devo realmente contribuir com o INSS? Pois na minha opinião talvez um pouco radical, penso que daqui a 25, 30 anos a previdência não mais existirá, então ficaria com a sensação de estar simplesmente “jogando dinheiro fora”.

    • Leandro Ávila 9 de dezembro de 2016 at 17:06 - Reply

      Oi Thiago, nos próximos artigos eu vou falar sobre isso. A previdência pode ser encarada como um seguro, mesmo no caso das pessoas que não são obrigadas a contribuir.

  37. Luiz Paulo Guimarães 9 de dezembro de 2016 at 16:20 - Reply

    Caro Leandro, a reforma virá, mais ou menos severa, pois, infelizmente, é a única forma que o Governo encontrou para garantir que , daqui a 15 ou 20 anos, os aposentados continuem a receber alguma coisa. Com isso, torna-se ainda mais importante o exercício do planejamento financeiro, cujo alcance é desafiador. Ainda que bastante extenso, vou tentar enviar um artigo que escrevi recentemente sobre o assunto, publicado na Revista do Clube Naval. Espero que aceite essa contribuição.

    OS NOVE DESAFIOS DO PLANEJAMENTO FINANCEIRO
    Tenho escrito bastante sobre planejamento financeiro ou educação financeira, sempre focando o lado prático, o comportamento do consumidor. É uma forma micro de analisar o assunto: o que fazer para equacionar nossas despesas ao quanto ganhamos; como elaborar um orçamento mensal; como evitar o consumo compulsivo; como lidar com o crédito; como diferenciar e escolher entre as alternativas de investimento.
    Desta feita, vamos abordar “os nove desafios”, fatores externos ao comportamento dos consumidores, mais importantes até do que os comportamentos individuais, e que condicionam nossa qualidade de vida ao exercício de um planejamento financeiro.
    Desafio 1 – Estamos prontos para viver mais de 90 anos?
    – Cientista acredita que seres humanos poderão viver mais de mil anos; ideia não é levada a sério por muitos cientistas, mas há outros que acreditam nessa possibilidade. – Eles já estão entre nós. Os primeiros seres humanos a passar dos 150 anos de idade já nasceram, segundo pesquisadores e futurólogos; estão entre as crianças e os jovens de hoje. – O Japão, país com o maior número de centenários do planeta, quer prolongar ainda mais a vida e com saúde; para viver mais, teremos que descobrir as doenças antes mesmo de sentir o primeiro sintoma. – Pesquisadores da Universidade de Kanazawa, cidade localizada na província de Ishikawa (Japão), criaram um apartamento modelo – protótipo da casa do futuro – com a capacidade de indicar os indícios de uma doença. Dentro dele, a pessoa tem a saúde monitorada o tempo todo, já sendo possível realizar 14 exames médicos. A banheira funciona como um aparelho de eletrocardiograma; basta colocar as duas mãos dentro da água para ter uma ideia de como está o coração. A privada faz seis exames; ela mede, por exemplo, a pressão do jato da urina, podendo diagnosticar nos homens o início de um câncer de próstata; ao sentar, um sensor encostará na perna do morador para medir a pressão. Outros exames serão feitos durante o sono; a cama tem sensores que medem o batimento cardíaco, a distribuição do peso no corpo, a respiração e até o ronco.
    Todos esses dados vão para um computador que identifica se há alguma variação preocupante e informa ao médico, que poderá estar a muitos quilômetros de distância. – No futuro, a cura poderá vir de forma invisível aos olhos. No Centro de Pesquisa de Micromáquinas Médicas da Universidade de Tóquio, o Professor Koji Ikuta e seus alunos estão inventando os “microrrobôs”, equipamentos que, daqui há alguns anos, poderão entrar no nosso corpo para curar doenças e recuperar pedaços danificados.
    Com tantos avanços da ciência, alguns futurólogos questionam: algum dia será possível rejuvenescer em vez de envelhecer? Impossível? Se jamais pensou nisso, dê uma olhada nos números abaixo.
    O Brasil está entre os países com maior nível de envelhecimento do mundo. Se continuarmos neste ritmo, em 2040 nossa população com mais de 50 anos será maior que a de idade compreendida entre zero e 30 anos, segundo estimativas do Instituto de Pesquisa Econômica e Aplicada (IPEA). O último censo realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia Estatística (IBGE) nos remete à mesma direção: a expectativa de vida média da população brasileira, que era de 67 anos em 2000, saltou para 73,5 anos em 2010; atualmente, 13% dos brasileiros têm mais de 60 anos, dos quais 23.760 já passaram dos 100!
    Esse aumento da longevidade é algo extremamente positivo e mostra que estamos usufruindo dos avanços da ciência, da tecnologia e do desenvolvimento econômico. Entretanto, nem tudo é romântico nesta história. O fato de vivermos mais significa que precisaremos de mais recursos financeiros para nos manter quando deixarmos de trabalhar ou reduzirmos o ritmo profissional
    A programação das finanças precisa ser alongada. Estamos preparados?
    Quem está na faixa dos 30 anos precisa considerar a possibilidade de viver até os 100 anos. Para viver dos 70 anos aos 100 anos com uma renda fixa mensal em torno de R$ 15 mil é preciso acumular um patrimônio financeiro de R$ 1,5 milhão. Considerando uma rentabilidade média de 1% ao mês, quem, aos 35 anos, realizar um investimento exclusivo para o centenário terá de poupar mensalmente R$ 230,00; aos 40 anos, esse valor já sobe para R$ 420,00. Não hesite, portanto, na reformulação de seu planejamento de vida, especialmente o financeiro.
    Afinal, é na faixa de 30 a 40 anos que você pode escolher qual o tipo de velhice vai ter.

    Desafio 2 – O peso físico e financeiro do envelhecimento compartilhado com um menor número de filhos
    Do total de pessoas aposentadas pelo INSS, cerca de 21 milhões recebem o benefício mínimo, equivalente a um salário mínimo (R$880,00), e cerca de 9 milhões o benefício máximo (R$5.189,82). Quem recebe o benefício mínimo não tem condições de arcar com os gastos básicos decorrentes da velhice, como medicamentos, idas ao médico e a laboratórios particulares para fazer exames e, mesmo quem recebe o benefício máximo, pode ter dificuldades e precisar recorrer ao Serviço Único de Saúde (SUS). Na verdade, a situação dos aposentados brasileiros não é nada animadora: do total de aposentados, apenas 3% são independentes financeiramente; 25% têm necessidade de continuar trabalhando, 26% estão em uma situação muito difícil e 46% dependem dos filhos para conseguir ter uma vida digna.
    Cabe ressaltar que, ao longo das últimas décadas, a estrutura familiar vem sendo alterada tanto pelo aumento da longevidade quanto pela redução do número médio de filhos, causada pela queda sistemática da fecundidade. Nos últimos dez anos, o número de filhos por família no Brasil caiu 10,7%, sendo que, entre os 20% mais pobres, a queda registrada foi de 15,7%. Essas mudanças implicam uma verticalização das relações familiares, ou seja, a convivência de várias gerações e a diminuição da rede familiar. A longevidade faz crescer as preocupações familiares, uma vez que, com o passar dos anos, os idosos tendem a apresentar maior número de doenças crônicas e degenerativas, tornando-se mais dependentes de ajuda física e financeira. Com isso, a carga per capta de auxílio físico e financeiro com os idosos será maior, pois estará concentrada sobre um menor número de “cuidadores”, em geral, os filhos.

    Desafio 3 – É hora de pensar na aposentadoria
    Do desafio 2 é fácil concluir que depender financeiramente dos filhos e demais parentes não deve ser o caminho sonhado do idoso; por melhor que sejam os “cuidadores”, ele perde, integral ou parcialmente, a autonomia.
    Diante dessa perspectiva, que tal pensar desde cedo na aposentadoria?
    Pessoas jovens não costumam pensar muito em aposentadoria, o que é um erro. Sem um planejamento financeiro adequado, já vimos que o aposentado poderá descobrir que sua renda não será suficiente para custear suas despesas. Não existe uma idade padrão para começar a planejar a aposentadoria, mas quanto antes melhor. Assim, mesmo jovens que ingressaram há pouco tempo no mercado de trabalho podem começar a reservar parte dos ganhos para o futuro.
    Como em qualquer planejamento financeiro, é importante definir aonde se deseja chegar, ou seja, pensar em quando se aposentar e no padrão de vida que se deseja ter durante a aposentadoria. Se você pretender se aposentar mais cedo, terá menos anos para economizar e conseguir a reserva financeira necessária; se não estiver disposto a reduzir o seu padrão de vida, terá que planejar uma reserva maior. A partir disso, será mais fácil calcular quanto será necessário poupar mensalmente.
    Para quem se aposenta pelo INSS, o ideal seria pensar na aposentadoria via Previdência Social como sendo apenas parte (no máximo 30 a 40%) da renda a desfrutar durante a aposentadoria.
    Quais as principais alternativas para complementar a aposentadoria:
    1) Planos de previdência privada, também conhecidos como previdência complementar, podem ser uma boa opção para quem não tem muito tempo ou conhecimento para administrar investimentos financeiros. Nesse caso, é importante: a) verificar a credibilidade e solidez no mercado da instituição administradora do plano (lembre-se que você estará fazendo um investimento de longo prazo); b) verificar qual o plano que mais se adapta ao seu caso, se o PGBL (Plano Gerador de Benefícios Livres) ou o VGBL (Vida Gerador de Benefícios Livres); c) comparar as taxas cobradas pelas instituições financeiras; d) não acompanhar o seu plano como sendo um investimento de curto prazo; porém, ano a ano, pedir ao seu administrador para reavaliar o mesmo, considerando as contribuições efetuadas e a rentabilidade auferida no período; e) saber que você pode usar a portabilidade e mudar o plano, obedecidas as regras da portabilidade.
    Os planos de previdência oferecem, normalmente, diversos tipos de renda e/ou de benefícios de risco. À vista das características de cada modalidade, os possíveis interessados poderão verificar a que melhor se adapta aos seus objetivos.
    Tipos de Renda
    Renda Vitalícia: Pagamento mensal de renda ao participante enquanto ele viver. O benefício termina e é cancelado quando o participante morre e não há qualquer devolução de “possíveis” saldos.
    Renda Temporária: Pagamento mensal de renda ao participante durante um prazo determinado no contrato. A renda cessará se o participante falecer antes do final do prazo. Vitalícia Reversível ao Beneficiário: Pagamento mensal de renda ao participante enquanto ele viver; após seu falecimento, ocorrerá a reversão desta renda vitalícia, isto é, um único beneficiário, nominado em contrato, continuará recebendo um percentual da renda do participante (definido em contrato) enquanto viver.
    Renda Vitalícia com Prazo Mínimo Garantido: Pagamento mensal de renda ao participante enquanto ele viver; dentro do prazo determinado em contrato, há a garantia de reversão da renda para um beneficiário, no caso de falecimento do participante.

    Benefícios de Risco
    Pecúlio por morte: Pagamento à vista de valor monetário ao(s) beneficiário(s) determinados no contrato, em caso de falecimento do participante.
    Pensão a filhos menores: Pagamento de renda mensal, em decorrência da morte do participante, ao(s) filho(s) ou dependente(s) econômico(s) menores até que cada um destes complete 21 anos de idade.
    Pensão por prazo certo: Pagamento de Renda ao(s) beneficiário(s) por um prazo determinado em contrato em decorrência da morte do participante.
    Renda por invalidez com prazo mínimo garantido: É uma renda vitalícia concedida ao participante em decorrência de sua invalidez, mas com a garantia de que o(s) beneficiário(s) continuará recebendo o benefício, no caso de falecimento do participante, dentro do prazo mínimo garantido. Vale dizer, que se o participante vier a falecer após o prazo mínimo garantido, a reversão não ocorrerá, nem mesmo devoluções de qualquer espécie.
    Pensão ao cônjuge ou companheira (o): Renda mensal paga apenas a este único beneficiário na ocasião da morte do participante; se o beneficiário falecer antes do participante, o benefício será cancelado.

    Os planos permitem a mudança do benefício contratado durante todo período que você estiver acumulando reserva, até o momento imediatamente anterior ao início do gozo do mesmo. Existem no mercado planos que conjugam os benefícios de renda com os benefícios de risco; o objetivo é proteger os seus dependentes de algum acidente que lhe possa ocorrer durante o período em que você está, ainda, acumulando reservas.
    2) Investir em renda fixa e/ou variável, por conta própria (se você é conhecedor do assunto) ou com a assessoria de um consultor financeiro (de sua confiança), de forma a totalizar uma reserva (com valor pré-estabelecido) para complementar sua aposentadoria.
    Em ambos os casos, para que você defina seu objetivo, algumas perguntas devem ser respondidas: – – – com que idade você quer iniciar seu plano de previdência privada ou sua reserva para complementar a aposentadoria?; – com que idade pretende se aposentar?; – qual a renda total quer ter ao se aposentar – ou – qual a renda mensal quer ter ao se aposentar? ; – quanto você pode poupar hoje?
    De posse das respostas o futuro administrador do seu plano poderá estimar o valor da contribuição mensal necessária para alcançar o benefício desejado.

    Desafios 4 e 5 – Taxa de desemprego e Reserva de Emergência
    Taxa de desemprego
    “Crise internacional e problemas internos são causas do desemprego no Brasil (Valor Econômico)”
    “ O Brasil chega ao Dia do Trabalho, neste 1º de maio, com taxa de desemprego de 10,9%” (dados mais recentes do IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).
    O aprofundamento do desemprego atinge as economias emergentes em geral, mas o caso brasileiro é agravado pelas crises política e fiscal. Enquanto as economias emergentes navegaram pela primeira fase da recessão global relativamente bem, elas recentemente experimentaram marcada deterioração nas perspectivas econômicas e do mercado de trabalho. A situação é particularmente crítica na América Latina e Caribe. A região deve crescer significativamente abaixo da média mundial nos próximos anos.
    Para ultrapassar a crise do desemprego, qual o planejamento financeiro?
    Vou citar algumas medidas que apelido de “lugar comum”, pois são as amplamente recomendadas e divulgadas por todos os planejadores ou consultores financeiros. São, na maioria, recomendações genéricas (devem ser adaptadas a cada caso) e preventivas (para que sejam eficazes devem ser iniciadas antes da crise instalada): a) não dependa somente da rescisão: em caso de demissão, é permitido retirar o FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço), mais 40% de multa rescisória paga pela empresa e ainda alguns meses de seguro desemprego. O dinheiro permitirá que você pague as dívidas mais urgentes e sobreviva por um período, mas não é uma garantia de estabilidade por muito tempo; b) organize suas finanças e crie uma reserva de emergência: o montante vai variar de acordo com a estabilidade da renda.
    Reserva de emergência
    Sua criação, de suma importância, é efetivamente um grande desafio.
    Durante nossa vida, fazem-nos aprender a recorrer às instituições financeiras e ao crédito, tanto para superarmos momentos de dificuldade financeira como para realizarmos nossos sonhos.
    Para que conquistar através do trabalho, poupança e investimentos? Para que se sacrificar hoje e só comprar com o próprio dinheiro amanhã?
    As campanhas publicitárias, muito bem elaboradas, não estão a nos mostrar que os bancos são nossos melhores amigos?
    “Você é aposentado, não possui uma reserva de emergência e nem planejou sua aposentadoria no passado? Não fique preocupado, o banco é o seu melhor amigo. Você pode contar com o credito consignado do banco para ser feliz agora. Veja nas imagens de nosso site como os nossos clientes são felizes! Não importa se você passará 48 meses pagando juros que irão comprometer sua qualidade de vida. O importante é ser feliz hoje!”.

    “Preocupado em economizar para comprar material escolar, pagar colégio, IPVA, IPTU, no início do ano? Gaste seu décimo terceiro passeando com sua família e, na volta, fale com seu gerente. Nós temos dinheiro para emprestar de forma rápida e fácil. Você passará o resto do ano pagando juros, mas isso faz parte do negócio. O importante é ser feliz!”

    Bancos públicos? Bancos privados? As propostas de negócios são idênticas. Mostram o quanto você vai pagar pelo empréstimo oferecido. Não falam das taxas de juros abusivas, do custo efetivo do empréstimo, dos riscos para o tomador, nada para lhe facilitar uma decisão consciente.
    Os comerciais exploram questões emocionais, mostram pessoas e famílias felizes graças ao crédito rápido e fácil que oferecem. “Solicite nosso dinheiro emprestado e seja uma família feliz”.
    Vencidas as tentações acima, de felicidade a curto prazo e endividamento de longo prazo, o quanto se recomenda manter como reserva de emergência?
    Funcionário Público: o funcionário público possui estabilidade no emprego; assim, o risco de perder sua renda por uma demissão é menor. Mesmo assim, a reserva de emergência é importante para fazer face a situações inesperadas como doenças, acidentes e outros imprevistos que podem gerar impactos financeiros negativos. A reserva de emergência oferece proteção contra a necessidade de pedir empréstimos, principalmente os consignados que são fartamente oferecidos para funcionários públicos e aposentados. Recomenda-se que um profissional com uma situação mais estabilizada, como um funcionário público, tenha uma reserva no valor de três vezes o valor de suas despesas.
    Funcionário Privado: o funcionário da iniciativa privada deve manter uma reserva de emergência maior, na ordem de 12 vezes o valor mensal das suas despesas. A pessoa deve avaliar quanto tempo levaria para encontrar um novo emprego se fosse demitido hoje. Existem profissões onde a recolocação é rápida, em outras o tempo de espera pode ser maior. Como regra geral, quanto maior forem o salário, a idade e a qualificação profissional, maior será o tempo de recolocação, principalmente nesse momento de crise que atinge o País.
    Empresários e Profissionais: os profissionais liberais, autônomos e pequenos empresários precisam ter um cuidado maior com as reservas de emergência, pois necessitam reserva como pessoa física e como pessoa jurídica. A meta deve ser a manutenção de reservas específicas, uma para manter por 12 meses o padrão de vida (pessoa física) e outra para manter, pelo mesmo período, a operação da empresa (pessoa jurídica).
    Como planejar a reserva de emergência?
    Analise as despesas e corte os excessos: recomenda-se listar, inicialmente, as despesas obrigatórias como aluguel, energia, telefone, compras mensais e mensalidade escolar. Fica então mais fácil encontrar os excessos de cada mês, que podem estar, principalmente, na fatura do cartão de crédito.
    Livre-se das dívidas: para começar uma reserva de emergência, inicie fazendo um planejamento para quitar todas as dívidas.
    Onde investir a reserva de emergência?
    Considerando o propósito da formação da reserva, recomendamos que se dê preferência a investimentos que propiciem : a) maior segurança , ou seja, aqueles que são garantidos pelo FGC (Fundo Garantidor de Crédito), como Caderneta de Poupança, CDB, LCA, LCI ou pelo próprio Governo (Tesouro Direto); b) maior liquidez.

    Desafio 6 – Maior acesso ao crédito
    Esse desafio já foi por mim comentado em outros artigos e, portanto, apenas sintetizo o que foi escrito anteriormente..
    É fato comprovado que a expansão do crédito incluiu milhões de brasileiros no mercado financeiro. Muitos dos incluídos festejaram o primeiro cartão de crédito ou a obtenção do primeiro cheque especial. Outros tantos conseguiram financiar o primeiro carro, sonho que até então não imaginavam realizar. Outros, ainda, buscaram realizar o sonho da casa própria através de um financiamento imobiliário. Ocorre que esses novos tomadores de crédito, em sua maioria, não tinham conhecimento de como lidar com o crédito, com juros, com análise de riscos, enfim, não possuíam noções mínimas de educação financeira. Como princípio básico, uma instituição financeira concede um crédito porque acredita no poder de pagamento do tomador, o que deve ser precedido de acurada análise de um cadastro financeiro. Entretanto, o crédito farto tornou essa análise mais benevolente e, por vezes, na ânsia de aumentar a lucratividade e a base de clientes, algumas instituições passaram a oferecer limites de crédito superiores à capacidade de pagamento dos tomadores. Os tomadores de crédito ficavam obviamente satisfeitos, esquecendo-se de que nada lhes era dado de graça. Para se preservarem contra a inadimplência, as instituições financeiras praticavam (praticam) juros elevados e incluíam (incluem) um seguro nos contratos com os clientes, o que aumentava (aumenta) a despesa de quem se utilizava (utiliza) do crédito.
    Quem passou a possuir, por exemplo, um cartão de crédito, efetuou despesas considerando a possibilidade do pagamento mínimo da fatura. Passada a satisfação da compra, em pouco tempo via com surpresa o avassalador e cumulativo crescimento do saldo devedor, fruto dos elevados juros que eram, e ainda são, praticados no mercado. À semelhança do cartão de crédito, passaram a ter sérios problemas de desequilíbrio financeiro os tomadores que utilizaram indiscriminadamente o cheque especial, considerando as altas taxas de juros que eram, e ainda são, praticadas, além do IOF (imposto sobre operações financeiras). Inadvertidamente, muitas pessoas viam (veem) o cheque especial como um prolongamento de seu contracheque de pagamento, sem a preocupação de utilizá-lo, apenas, em caso de extrema necessidade e pelo mínimo tempo possível. O fato é que o uso do crédito de forma indevida, pelas facilidades concedidas, por desconhecimento ou para satisfazer exclusivamente ao consumismo, contribuiu significativamente para o aumento do índice de endividamento de nossa população. As famílias brasileiras estão hoje muito endividadas. De acordo com os dados mais recentes do Banco Central (BC), o nível do endividamento oscila em torno dos 62%. Isso significa que a dívida total com as instituições financeiras representa mais de 60% de toda a renda familiar anual.

    Desafio 7 – Baixa taxa de poupança
    Poupar aquilo que sobra.
    Quem está poupando aquilo que sobra, possivelmente não está poupando o que poderia poupar, pois não está estabelecendo uma meta. Estabeleça uma meta e começará a guardar dinheiro mais rápido do que aquelas que não o fazem. A dica não vale apenas para o dinheiro e sua intenção de poupança, mas para tudo que pretende realizar na vida. O motivo disso? O ser humano geralmente tende a trabalhar melhor quando possui objetivos claros. Quando alguém age de maneira aberta, sem uma meta clara, é muito mais fácil se dispersar e focar em outras coisas. A forma correta de proceder: “gasto o que ganho, já abatido o que tenho que poupar”.
    Como definir uma meta de poupança?
    Definir metais graduais ajudará a manter o foco no objetivo final além de fazer com que você lembre o motivo pelo qual está realizando determinada ação, não perdendo, assim, o significado de seu esforço. Para definir uma meta de poupança, primeiramente defina em sua mente qual é o maior objetivo que você possui relacionado a dinheiro e ao ato de acumulá-lo. Esse objetivo poderá ser a compra de uma casa própria, de um segundo imóvel como investimento, de um automóvel sem precisar financiar, uma grande viagem de férias ou, ainda, o recebimento, no futuro, de juros que permitam que você pare de trabalhar e viva da renda do seu próprio dinheiro.
    Calcule quanto tempo precisará guardar dinheiro para realizar seu sonho: o cálculo do tempo total que terá que economizar está diretamente ligado ao valor que pode guardar todos os meses, os juros que seu investimento pagará e o custo do seu objetivo final.
    Considere a seguinte situação: a) o objetivo é poupar para comprar, sem endividamento bancário, um carro zero no valor hoje de R$40.000,00; b) você é capaz de guardar R$800,00 mensais que serão aplicados em investimento cuja rentabilidade seja atrelada ao IPCA (índice que retrata a inflação). Nesse caso, com uma aplicação de R$800.00 mensais, você levaria aproximadamente 43 meses (3 anos e 7 meses) para adquirir seu veículo. O valor mensal que apresentamos é similar ao que você pagaria em um financiamento de um veículo, caso em que, além dos juros de mercado, você possivelmente desembolsaria um valor como entrada. Note que, além de não pagar juros, o seu dinheiro ficou aplicado e rendeu, no mínimo, R$5.600,00 sem você precisar fazer nada para isso (apenas para simplificar o entendimento dos cálculos eu considerei a rentabilidade da tradicional caderneta de poupança). Como, por retração do mercado, os preços de automóveis no Brasil, apesar de altos, não vem acompanhando a inflação, é bem provável que você adquira o mesmo carro zero que compraria há 4 anos por R$40.000,00, sem pagar juros e ainda desembolsando um valor atualizado menor.
    Começar é o mais difícil

    Se você está começando agora o seu programa de poupança programada, a primeira coisa a fazer é montar uma planilha detalhada com seus gastos mensais. Com base nesta planilha, estime o quanto sobra no final do mês, mas seja realista, e faça esforços, senão o mais provável é você acabar vendo que não sobra nada!

    Quem está iniciando a carreira

    Se você está começando agora sua carreira profissional, e ainda está solteiro (a), então o melhor é começar aos poucos. Estabeleça como meta mínima de poupança algo entre 3 a 5% da sua renda mensal.
    Em geral fazem parte deste grupo pessoas mais jovens que acabaram de conseguir sua independência financeira, e que, por isso mesmo, têm necessidades de consumo reprimidas. Neste caso é recomendável que se estabeleça inicialmente um percentual mais baixo de poupança, de cerca de 3% e, aos poucos, à medida em que essas necessidades de consumo forem sendo atendidas, o mesmo pode ser elevado até cerca de 10%. É importante lembrar que cada pessoa é diferente, e que esses percentuais devem ser vistos como indicadores, e não como números fixos, pois devem refletir a realidade de cada um. Alguns jovens, mesmo sendo solteiros, têm que sustentar os pais e, por isso, poupar pode ser mais difícil.

    Estado civil e dependentes influenciam poupança

    Com o passar do tempo esse jovem tende a crescer profissionalmente, o que refletirá na sua remuneração; entretanto, é possível que se case, o que pode acarretar gastos extras por um período de tempo, como por exemplo, com a organização do casamento, compra da casa própria, etc.
    Por outro lado, se o cônjuge também trabalha, a renda familiar aumenta. Neste caso é preciso rever as metas de poupança, e decidir com seu cônjuge quais as metas que pretendem manter como casal. Isso é importante pois, caso contrário, se só você poupar e seu cônjuge gastar tudo, pode surgir uma certa frustração, o que não é saudável. Em geral, no caso de casais sem filhos, o percentual recomendável de poupança varia entre 5 e 15%, sendo o mesmo aplicado sobre a renda familiar.
    Essa é a época em que você deve mais se preocupar em poupar, pois com a chegada dos filhos, os seus gastos tendem a aumentar. Por seu turno, você provavelmente vai estar em um estágio profissional mais estável, em que aumentos significativos de renda são menos frequentes. Com a chegada dos filhos, a capacidade de poupança desse casal deve baixar para algo entre 5 a 10%, sendo que o limite inferior se aplica aos casos em que as crianças já estão na escola.

    Poupando até a aposentadoria

    Com o passar do tempo, os filhos irão terminar os estudos e se encaminhar profissionalmente, atingindo uma independência financeira; isso permitirá que o casal aumente o percentual de poupança mensal, sobretudo, se ambos ainda estiverem trabalhando.
    Considerando que a idade em que as pessoas decidem ter filhos tem aumentado e que a independência financeira dificilmente é alcançada antes da conclusão do ensino médio ou superior dos mesmos, nesta fase você estará com 50 a 60 anos. Ao contrário do que se poderia imaginar, mas fruto do aumento da longevidade, é recomendável que você aumente a capacidade de poupança, aproveitando a redução das despesas com os filhos e um possível upgrade na sua remuneração.
    Afinal, ainda que seja possível se aposentar com 65 anos, o mais provável é que você ainda sobreviva por mais 15 ou 20 anos e nesse caso, se quiser ter uma aposentadoria tranquila, o ideal é poupar cerca de 15 a 20% da sua renda mensal até a data da aposentadoria.
    Não se esqueçam: “nos dias de hoje, quando as pessoas são diariamente incentivadas a realizar um sonho de consumo imediato, ao invés de planejar seus gastos, poupar é cada vez mais uma tarefa para poucos”.

    Desafio 8 – O risco de subestimar despesas futuras
    No planejamento financeiro, há que se ter o cuidado de não subestimar despesas futuras, principalmente aquelas relacionadas à saúde e às atividades físicas e lazer.
    Despesas com saúde
    Vamos tratar, apenas, de despesas alusivas a pessoas que recorrem, exclusivamente, ao sistema privado de saúde. A população idosa – acima de 60 anos, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS) – é bastante heterogênea e, por isso, os custos da velhice podem variar muito e chegar a valores ainda maiores do que os básicos remédios e planos de saúde. Levantamento recente em São Paulo apresentou os seguintes números: – dos clientes de uma rede farmacêutica 75% eram idosos (mais de 60 anos); – a média de gastos com remédios era de R$150,00/mês, ou R$1.800,00/ano; – exames anuais de rotina (urina, sangue e exames de imagem) feitos em laboratório particular sairiam por R$3.800,00; a esse valor deve ser acrescido o preço da consulta médica de um geriatra, entre R$400,00 e R$1.000,00; – um plano de saúde para maiores de 59 anos, com direito a quarto privativo para internação, pode chegar a R$2.500,00/mês; – uma casa de repouso custa de R$3.000,00 a R$5.000,00/mês; – a contratação de cuidadores (24 horas) chega a custar R$12.000,00/mês.
    Despesas com atividades físicas e lazer
    A prática de atividades físicas regulares é recomendável para todas as idades, de forma a proporcionar saúde e felicidade. Na idade avançada, esta atividade passa a ser indispensável e pode ser realizada, se necessário, a custo mínimo. Segundo os especialistas: – as atividades físicas devem ser orientadas por médicos e acompanhadas por profissionais, seja na academia, no clube ou até mesmo em casa, cuidando-se para que sejam evitados os excessos; – as atividades físicas facilitam a oxigenação do sangue, o melhor trânsito sanguíneo pelas células vitais, o funcionamento mais ativo do cérebro, melhoria nas atividades motoras e melhoria no sistema muscular.
    Ainda de acordo com especialistas, o lazer, por seu turno, é extremamente importante para o exercício da memória e trânsito dos hormônios responsáveis pela felicidade.
    O lazer para os idosos não é ir até a praça dar milho para aos pombos ou somente jogar dominó com os amigos. Estas atividades, além de pouco atrativas, não cumprem com a função primordial do lazer, que é a de proporcionar pleno gozo do dia a dia, melhorar as condições de socialização, saúde e, principalmente, a de aumentar a expectativa de vida.
    Tanto isto é verdade que a terceira idade tornou-se uma promissora fatia do negócio das agências de turismo, bingos, restaurantes, casas noturnas, entre outras alternativas.
    Para se ter uma ideia, nos cruzeiros com destino à Europa e aos Estados Unidos, cerca de 45% dos passageiros têm mais de 60 anos. As agências de turismo constataram que os roteiros mais longos, de navios com mais infraestrutura, são os preferidos. Obviamente, são também os mais caros. Aqueles que desejarem realizar esse sonho, coloquem isso na lista de previsões de gastos futuros. Há cruzeiros muito mais baratos mas, em média, uma viagem de sete noites num navio de alto luxo, pode custar US$ 7 mil por pessoa.

    Desafio 9 – O risco de viver mais do que o patrimônio
    Algumas frases abaixo, colhidas de citações diversas de planejadores financeiros, como Gustavo Cerbasi e André Massaro, retratam bem o conteúdo do desafio: “como calcular e gerenciar o patrimônio para que ele não se extinga antes da vida”. Se no longo prazo estaremos mortos, de que vale apenas poupar, sem se dar a chance de gastar o próprio patrimônio? É óbvio que não se sugere que a pessoa economize durante a vida toda com vistas a ser o mais rico do cemitério; por outro lado, não se recomenda o gasto desenfreado. Os recursos economizados para a aposentadoria têm um significado importante e merecem nosso cuidado; desfazer-se deles é quase um sacrilégio. O patrimônio deve ser usado para gerar renda passiva, e não para entrar nos planos dos gastos futuros.
    “Não se mexe no principal economizado a menos que o sujeito faça as contas partindo de uma expectativa de vida muito otimista, para garantir segurança”.
    Não dá para brincar com a sorte, não se trata de sovinice; mesmo os que tenham planejado de forma organizada o consumo do patrimônio, estão sujeitos ao risco da longevidade e de viver mais do que o esperado.
    Quem cogitar morrer aos 85 anos poderá ter problemas. Para gastar o principal com segurança, é necessário considerar, nas contas, que viverá até os 100. Não é preciso pensar em fazer o patrimônio crescer, mas não dá para escapar de repô-lo. Para tal, nada melhor do que diversificar as fontes de rentabilidade.
    Ficou famoso o caso de Jorginho Guinle. Morreu aos 88 anos de idade morando, por favor dos novos donos, no Copacabana Palace, hotel fundado por seu tio Octávio em 1923, após haver perdido quase todos os seus bens, avaliados em cerca de 100 milhões de dólares, em festas, viagens e mulheres. Declarando com orgulho nunca ter trabalhado, Jorginho ao fim da vida procurava manter o título de “maior playboy do Brasil”, dizendo que “nenhum playboy de hoje pode ser meu sucessor, pois todos têm um grave defeito: eles trabalham” e concluía que: “o segredo do bem viver é morrer sem um centavo no bolso, mas errei o cálculo e o dinheiro acabou antes da hora”.
    Segundo cálculos do professor Shlomo Benartzi, da Universidade da Califórnia: “De cada dez pessoas que se aposentam aos 65 anos, é provável que a primeira faleça aos 69, mas a última não deve morrer antes dos 99 anos”.
    Essa pessoa pode ser você.

    LUIZ PAULO GUIMARÃES

    • Leandro Ávila 9 de dezembro de 2016 at 17:09 - Reply

      Oi Luiz, obrigado por enviar sua contribuição. Parabéns pelo seu trabalho.

      • Carlos 9 de dezembro de 2016 at 20:23 - Reply

        O Luis Paulo mencionou algo curioso no artigo dele… funcionário público com reserva de 3 meses de despesas ao invés de 6 a 12, conforme é geralmente recomendada. O que você pensa do assunto?

        Como servidor público guardo assuntoproximadamente 8 meses de salário na reserva de emergência…. mas esse valor podeia ser menor?

        • Leandro Ávila 10 de dezembro de 2016 at 8:53 - Reply

          Oi Carlos. Recomendo no mínimo 1 ano de reservas, mesmo sendo funcionário público. Veja o que está acontecendo em algumas prefeituras e estados com relação ao atraso no pagamento dos funcionários. Sem falar que as reservas servem para outras eventualidades também.

  38. Gracielle 9 de dezembro de 2016 at 16:21 - Reply

    Eu pago ao INSS todo mês 11% do salário mínimo como contribuinte individual. Fiz isso para receber salário maternidade. Mas já decidi pegar esses 89,00 reais mensais e investir no tesouro direto. Vou aprender a usar esse mercado e vou aumentar cada vez mais a minha reserva para a aposentadoria.
    Acho uma pena não ter uma forma de não contribuir para o INSS pra quem é assalariado. Estamos investindo num sistema falido.

    • Leandro Ávila 9 de dezembro de 2016 at 17:10 - Reply

      Oi Gracielle, o pior é que cada mudança dessas desestimula ainda mais a participação das pessoas.

  39. Alessandro 9 de dezembro de 2016 at 16:22 - Reply

    Mais um excelente artigo, lúcido e esclarecedor. Fui criado assim como muitas outras pessoas nesse País, sem um mínimo de educação financeira. Venho mudando a passos curtos, confesso, mas já sinto no meu bolso uma grande diferença. Sou um felizardo por ter descoberto seu site. Parabéns.

    • Leandro Ávila 9 de dezembro de 2016 at 17:11 - Reply

      Oi Alessandro. Parabéns por colocar em pratica aquilo que você vem aprendendo.

  40. Alessandro 9 de dezembro de 2016 at 16:27 - Reply

    Olá Leandro, sempre leio seus artigos e compartilho eles com minha esposa e com alguns membros de minha família (os que estão atrás dos pães e não querem mudar eu não tenho esse poder de mudá-los e não perco mais meu tempo). Gostaria de comentar como você disse, o que tenho feito para ficar independente do INSS. Eu separo uma grande parte do meu salário 30-40% em investimentos: a maior parte em tesouro direto dividindo entre alguns títulos públicos, a alocação é mensal e depende de como estão as taxas no momento que tenho condições de investir. Eu faço isso há uns 5 anos, tenho 38 anos, já tenho um imóvel, sempre fui chamado pelos familiares de mão de vaca e outros apelidos, mas no entanto eu levo uma vida bem equilibrada, não tenho dívidas e consigo “poupar” sempre alocando os meus investimentos para determinados fins (viagens, carro, etc..) Pretendo continuar aplicando no tesouro direto (IPCA, pré-fixado, t. Selic) e em bancos médios e uma pequena parte uso para especular com o Tesouro IPCA 2035 (comprando na faixa de 6,5% e vendendo na faixa de 5,5%). O maior problema que eu vejo hoje em dia não é o quanto as pessoas ganham, mas sim no quanto elas gastam desnecessariamente, desde que eu comecei a investir no Tesouro eu não me preocupo mais com o INSS, estou “fazendo de conta” que ele não existe. Se vier quando eu me aposentar será apenas um extra e não uma dependência. Daqui uns 20 anos pretendo aplicar em títulos públicos com juros semestrais e viver dessa renda como minha aposentadoria. Bom essa é a minha estratégia para garantir o meu futuro. Obrigado pelos seus artigos sempre lúcidos e muito bem explicados. Um grande abraço.

    • Leandro Ávila 9 de dezembro de 2016 at 17:15 - Reply

      Oi Alessandro. Realmente é difícil mudar as pessoas. Você pode indicar o caminho ou indicar portas, mas você não pode trilhar o caminho ou abrir as portas para a pessoa. Eu também faço de conta que o INSS não existe. Pago como se estivesse pagando um imposto, ou seja, não espero que ele retorne. Se na minha aposentadoria ele me render algum coisa, será um extra como você disse. Você está no caminho certo.

  41. Marcos 9 de dezembro de 2016 at 16:29 - Reply

    Leandro, já invisto em títulos públicos, mas ainda não com vistas à aposentadoria. Gostaria de reunir mais elementos e informações para, em no máximo um ano (atualmente tenho 29 anos), iniciar uma caminhada segura e independente rumo à aposentadoria.

    Abraço

    • Leandro Ávila 9 de dezembro de 2016 at 17:15 - Reply

      Oi Marcos. Vou falar mais sobre isso nos próximos artigos que publicarei na semana que vem.

  42. Robson 9 de dezembro de 2016 at 16:31 - Reply

    Leandro, muito bom esse artigo. Referenciando esse problema em geral do Brasil gostaria de saber se podemos confiar em investir em títulos públicos(tesouro direto)? Pois os títulos são do governo e qual a garantia q esse sistema não dê problema?

    • Leandro Ávila 9 de dezembro de 2016 at 17:23 - Reply

      Oi Robson. A garantia é bem simples de entender. No dia que o governo der um calote na dívida interna (coisa que creio nunca ter acontecido em país nenhum) o sistema financeiro quebrará no dia seguinte. O dinheiro perderá o seu valor. Será apenas papel sujo. Não teremos mais nenhuma preocupação com o dinheiro, pois ele não valerá mais nada. Nossa preocupação será o que iremos comer nas próximas horas. Os calotes da dívida pública registrados na história ocorrem com dívidas em moeda estrangeira pelo fato do governo de um país não poder imprimir dinheiro do outro país. Na dívida interna o governo sempre paga, mesmo que para isso tenha que imprimir dinheiro gerando mais e mais inflação. Por este motivo os títulos públicos da dívida em moeda local de cada país sempre é considerado o investimento de risco zero. Todos os outros investimentos teriam um risco acima dos títulos públicos do país. Em países com grave crise como ocorreu na Grécia, o governo optou por aprovar leis para demitir funcionários públicos e reduzir o valor das aposentadorias, para que pudesse continuar pagando seus credores. O calote é a opção do apocalipse, o suicídio do Estado, o retorno para a era medieval onde as pessoas faziam escambo e plantavam aquilo que comiam.

  43. Pedro Henrique 9 de dezembro de 2016 at 16:34 - Reply

    Boa tarde Leandro,

    Sou funcionário público, contribuo para minha previdência com 11% sobre meu salario integral pelo Regime de Previdência dos Servidores Públicos (RPPS), pelo que li a PEC 287/2016, terei que contribuir 11% sobre o teto do INSS e poderei optar pelo Fundo Complementar, que para os servidores federais é o FUNPRESP. Gostaria de saber se posso deixar de contribuir para nenhum dos dois regimes e fazer meu prórpio investimento em Títulos Público, CDB, LCA, etc?

    • Leandro Ávila 9 de dezembro de 2016 at 17:24 - Reply

      Oi Pedro, infelizmente não exite a opção de não contribuir. O correto seria trocar esse nome “contribuição” por qualquer outra coisa, pois só contribui quem faz isso livremente e não é o caso.

      • Pedro Henrique 20 de dezembro de 2016 at 14:18 - Reply

        Boa tarde Leandro,

        No meu caso, que sou servidor público federal que ingressei em 2012, gostaria de saber qual será o destino da diferença de valor que contribuíamos (11% do nosso salário) há 4 anos e do que iremos passar a contribuir (11% do teto do INSS)?

    • Jason 11 de dezembro de 2016 at 21:39 - Reply

      Pedro Henrique,
      Para servidores públicos existem dois regimes: RPPS que é o que você está e o RPC que é o do FUNPRESP. Você não muda de regime com a lei nova, são as regras do seu regime de previdência que mudam. Vai ter idade mínima e o cálculo da média de contribuições também muda.
      A mudança de regime de RPPS para RPC é opcional desde a criação da FUNPRESP. Tem que fazer as contas para saber essa mudança é válida ou não, e isso depende de há quanto tempo você contribui, sua idade, se tem paridade…

  44. José Luiz Bonicenha Pontini 9 de dezembro de 2016 at 16:37 - Reply

    Leandro, para variar mais um excelente e atual artigo, parabéns!
    Já estou aposentado, porém, há cerca de 6 anos pago mensalmente o INSS para minha esposa via carnet(autônomo).
    Caso eu desista nessa altura para procurar algo mais rentável, todo aquele dinheiro estará perdido??
    Grato pelos ensinamentos os quais tenho digerido com sabedoria.
    José Pontini

    • Leandro Ávila 9 de dezembro de 2016 at 17:24 - Reply

      Oi José. O dinheiro será perdido. Vou falar sobre isso em outros artigos.

  45. Diogo 9 de dezembro de 2016 at 16:37 - Reply

    Olá Leandro. Nem preciso dizer o quanto foi util este artigo
    Minha dúvida: sei que PGBL não é interessante, mas acontece que tenho um sem carregamento e com administração bem baixa, 0,99%a.a. O maior motivo para aplicação é redução da alíquota fiscal, apenas. Sou autônomo e pago 27,5% de IR em tudo. Tenho em vista os atuais acontecimentos, tenho comprado TD a médio prazo com fins de aposentadoria tanto minha quanto de minha esposa. Para ter uma idèia, este ano caso eu não aporte mais nada no PGBL implicará uma diferença de 11 mil reais a mais de imposto a pagar no próximo ano. Estou meio perdido sobre o benefício de continuar aportando neste PGBL. Os que tem taxas maiores e carregamento nem considero pois estou ciente de sua desvantagem.
    Um abraço

  46. Henrique 9 de dezembro de 2016 at 16:41 - Reply

    Olá Leandro. Ótimo post, como sempre.

    Eu invisto conservadoramente para minha aposentadoria. Minha estratégia é um pouco mais complexa. Invisto majoritariamente em títulos do governo (IPCA+ 2035 e IPCA + 2050 com pagamento de juros semestrais). Faça chuva ou faça sol, mesmo apertado, não deixo de botar um valor mínimo nesses dois títulos. Fico muito na dúvida sobre qual eu deveria priorizar, pois acredito que os juros básicos irão baixar no longo prazo, então quero garantir o prazo maior e também futuramente ter uma renda semestral. Contudo o IPCA + 2035 tem as vantagens de acumular mais. Difícil, então os dois seguem com mais ou menos o mesmo valor.
    Além disso, invisto no IPCA + 2024, para nesta data receber um montante, avaliar opções e fazer um investimento mais coerente com a realidade do momento.
    Invisto também em um fundo multimercado com histórico bom (mais de 110% de CDI na média).
    Por último, invisto um pouco no Índice Bovespa.
    Parece bastante, mas é pouco dinheiro em cada um dos itens… quem sabe um dia chego no 1 milhão. Hoje já tenho 33 anos, time is running 🙁

    • Leandro Ávila 9 de dezembro de 2016 at 17:28 - Reply

      Oi Henrique. Não temos como saber o comportamento dos juros no futuro. Ele pode baixar se a economia e a crise política melhorar e pode subir se a coisa desandar. Se você olhar os últimos 20 anos da economia e da política brasileira verá que não temos como saber o futuro. Muitas coisas podem acontecer. Quando você diversifica em prazos diferentes, você dilui o risco de deixar tudo concentrado em um único tipo de título.

  47. Emerson 9 de dezembro de 2016 at 16:41 - Reply

    Penso nisso há anos. Até meados dos anos 2050 a nossa população será de mais idosos do que jovens. Como isso se sustentará?? A próxima reforma será não ter aposentadoria .kkkkk. Penso numa alternativa: o Governo dá o BÁSICO (educação, saúde e segurança – lógico que não vão dar kkkk) e com o que a população gasta com isso faz sua própria aposentadoria (lógico que existe várias variáveis nesse processo). O Governo da uma aposentadoria “mínima” para o básico (tipo 2 ou 3 salários mínimos). A população com menos condições ganharam aposentadoria melhor do que ganham hoje (salário mínimo).
    Não entendo NADA de economia, pois não é minha área. Penso somente em dar trigos!!!!!!!

    • Leandro Ávila 9 de dezembro de 2016 at 17:34 - Reply

      Oi Emerson. Se o governo fosse competente entregando apenas educação de alta qualidade, todo o resto se resolveria. Gente bem-educada não comete crimes, tem capacidade para planejar a própria vida, trabalhar, gerar riquezas e enriquecer. Gente bem-educada precisa de menos controle, menos polícia, menos justiça e até menos atendimento médico. Gente bem-educada precisa de menos Estado, menos políticos e menos funcionários públicos. Por esse motivo, o plano deles é deixar a educação de lado.

  48. edw 9 de dezembro de 2016 at 16:44 - Reply

    Resumindo, um mundo sombrio cheio de “walking dead” vagando pelas ruas 🙂

  49. Pedro 9 de dezembro de 2016 at 16:44 - Reply

    Parabéns pelo artigo e pela história contada para ilustrar a nossa dependência extrema do sistema. Exemplo sensacional!!!!!
    E o engraçado Leandro, é que quando eu toco neste assunto da previdência com os meus familiares, muitos retrucam: ” Mas como pode a previdência quebrar? A previdência nunca irá quebrar, ela ‘não pode’ quebrar! ”
    Enfim, a cada dia percebo como a nossa população está mergulhada num mar de ilusão. ” Elas não estão prontas para acordar! ”
    Mais uma vez PARABÉNS pelo teu trabalho!!!!!!

    • Leandro Ávila 9 de dezembro de 2016 at 17:40 - Reply

      Oi Pedro. O mesmo vale para muitos funcionários públicos que trabalham em prefeituras e estados falidos. É importante manter reservas para depender menos do sistema.

  50. edelson 9 de dezembro de 2016 at 16:45 - Reply

    suas matérias estão me ajudando a mudar minha forma de lidar com o pensamento sobre dinheiro/aposentadoria a longo prazo

    obrigado

    Edelson Schultz

    • Leandro Ávila 9 de dezembro de 2016 at 17:41 - Reply

      Oi Edelson. Parabéns por encarar essa transformação. Tenha certeza que vai gerar impactos positivos por toda sua vida.

  51. Bárbara 9 de dezembro de 2016 at 16:45 - Reply

    Boa tarde, Leandro! Primeiramente, estava ansiosíssima por esse artigo quando recebi seu e-mail comunicando a publicação nos próximas dias… esse assunto abordado é muito importante e com certeza vou recomendar a todos da minha família e amigos que leiam os artigos acerca desse assunto.

    Após descobrir o Clube dos Poupadores pesquisando sobre “poupança” no Google, minha mente se abriu, e consegui me libertar de algumas algemas que não me deixavam pensar à frente. Agradeço a Deus todos os dias a oportunidade de ter conhecido seu trabalho, que desde então recomendo e acompanho todos os dias.

    Sou funcionária pública municipal aqui da minha cidade e tenho passado por alguns momentos de incertezas financeiras, por conta da instabilidade do negócio do meu marido (tem uma empresa com mais dois sócios, e quase 40 funcionários). Com isso, estamos somente pagando, com muito custo, nossas contas, porém, tenho lido (mais de uma vez até) os seus artigos na página. Ainda, estudando, me informando e me capacitando, estou doida pra abrir minha conta nas corretoras rsrsrs. Planejei também metas. Acredito que ano que vem já vou iniciar o cumprimento delas.

    Eu tenho 25 anos. Não tenho filhos ainda (só dois de 4 patas), mas pretendo ter daqui um tempo, então eu gosto da ideia de me programar para ter uma vida tranquila sem depender de absolutamente ninguém. Antes de conhecer o Clube, eu pensava em satisfazer minhas vontades naquele momento – afinal, sempre trabalhei muito -, achava essa uma excelente desculpa para realizar um desejo que, muitas vezes, eu não podia naquele momento. Hoje, eu já penso bem diferente. A ideia de aposentar antes da maioria, bem como alcançar minha independência financeira, me incentivam ainda mais a trabalhar mais para ter mais dinheiro para poupar.

    Agradeço sua contribuição. Não sei se faz ideia da dimensão da importância do seu trabalho na vida de pessoas como eu… saiba que é muito grande. Deus continue lhe concedendo saúde e paz para que o seu trabalho se perpetue na vidas das pessoas!

    • Leandro Ávila 9 de dezembro de 2016 at 17:45 - Reply

      Oi Bárbara. Você ainda é muito jovem e ainda vai colher muitos frutos positivos por estar construindo sua educação financeira neste momento. Tenha um pouco de paciência e tranquilidade, pois será um processo. Parabéns!

  52. Antonio Carlos 9 de dezembro de 2016 at 16:48 - Reply

    Olá Leandro! Graças aos seus artigos estou conseguindo poupar e administrar melhor o meu dinheiro. Gostei muito do artigo e concordo que cada pessoa deve tomar providencias para que no futuro posso viver mais dignamente. Mas também acredito que devemos sim cobrar e buscar melhorias no âmbito politico. Aguardando os próximos artigos. Grande abraço e obrigado.

    • Leandro Ávila 9 de dezembro de 2016 at 17:47 - Reply

      Oi Antonio, sim, você deve cobrar melhorias, mas não deve dedicar todo seu tempo e sua energia nesta atividade. É importante fazer alguma coisa focando na solução do seu problema. É isso que vai fazer diferença no seu futuro.

  53. Tadeu 9 de dezembro de 2016 at 16:48 - Reply

    Não sei como te agradecer por esses artigos. Muito obrigado pela iniciativa de educar aqueles que desejam.

    Leandro, os títulos do tesouro estão oferecendo uma taxa real em torno de 5%, e os títulos privados em torno de 6%. Você acredita que poderemos ter nossa aposentadoria nesses dois títulos apenas? Acredito que essa taxa real diminua quando a economia melhorar. Você pensa assim também? quando a economia melhorar qual será a taxa real desses investimentos?

    • Leandro Ávila 9 de dezembro de 2016 at 17:48 - Reply

      Oi Tadeu. As taxas vão cair, subir, cair e subir. Sempre foi assim e vai continuar sendo assim. A economia vive de ciclos, como uma montanha russa. Quando a economia cresce só existe uma certeza, vai chegar o momento que ela vai desacelerar. Quando ela está desaquecida a certeza que temos é que não será para sempre. Temos que aceitar que esses ciclos vão sempre existir.

  54. Rodrigo A GOES 9 de dezembro de 2016 at 16:51 - Reply

    Oi Leandro.
    Digita “Farsa Previdência” no Google.
    Vai aparecer artigos sobre uma tese de doutorado elaborada pela professora de economia e pesquisadora Denise Gentil.

    Acredito que você esteja por dentro. De toda forma, a tese dela tem tudo a ver com essa série de artigos.

    Obrigado

    • Leandro Ávila 9 de dezembro de 2016 at 18:12 - Reply

      Oi Rodrigo, acabei de responder um comentário sobre esse assunto.

  55. Eric 9 de dezembro de 2016 at 16:57 - Reply

    Estou acompanhando seus artigos. Muito bom!

  56. Amaral 9 de dezembro de 2016 at 17:02 - Reply

    Sou servidor militar federal há quase 33 anos, ainda no serviço ativo. Talvez algo que pouca gente saiba é que o militar (pelo menos o federal, das Forças Armadas) contribui para a previdência a sua vida inteira, independentemente se passa para a reserva mais cedo ou mais tarde. Ou seja, ainda que eu viva até os “120 anos”, estarei contribuindo até o último dia de vida.

    • Leandro Ávila 9 de dezembro de 2016 at 18:15 - Reply

      Oi Amaral, obrigado pelo comentário e pela informação.

  57. Bombeiro do ES 9 de dezembro de 2016 at 17:04 - Reply

    Boa tarde Leandro!
    Sou militar estadual e minha categoria foi retirada da proposta inicial da Reforma da Previdência. Muitos colegas meus comemoram: “Meu futuro continua garantido! Não preciso me preocupar com o futuro, estou a salvo! etc” Mal sabem eles que o nosso sistema previdenciário assim como o INSS não vai se manter por muitos anos!
    Gostaria que todos tivessem acesso a informações como essas do Clube dos Poupadores, mas infelizmente não é o que ocorre: todos sabemos que somente uma pequena parcela se preocupa com as finanças pessoais, infelizmente…
    Ainda estou na fase de me refazer das minhas mazelas (empréstimos consignados, financiamentos, padrão de vida incompatível, etc) mas hei de vencer, e como alguns aqui, ainda postarei sobre minhas aplicações e experiências positivas!
    Abraço e continue assim.

    Obs: Sou Bombeiro, profissão reconhecida por salvar vidas, mas no meu caso quem me salvou foram as informações do Clube dos Poupadores!! Obrigado!!!

    • Leandro Ávila 9 de dezembro de 2016 at 18:17 - Reply

      Olá Bombeiro. Muito obrigado pelo apoio e por suas palavras!

  58. Robson 9 de dezembro de 2016 at 17:05 - Reply

    Muito bom esse artigo Leandro. Gostaria de saber se os títulos públicos são de total confiança? Pois são do governo e a confiança é mínima nessa elite governamental

    • Leandro Ávila 9 de dezembro de 2016 at 18:17 - Reply

      Oi Robson, acabei de responder outro leitor que fez essa pergunta.

  59. Rafael 9 de dezembro de 2016 at 17:07 - Reply

    Boa tarde Leandro. Com o Governo esticando ainda mais o tempo de contribuição, isso não acaba desestimulando os trabalhadores a contribuir? O cidadão poderá pensar em poupar o valor do INSS ao invés de recolher? Tenho 34 anos e 12 anos de contribuição. Hoje paga R$ 570,88 de INSS. Para atingir a aposentadoria integral proposta (49 anos) preciso contribuir mais 37 anos. Se eu poupar a partir de hoje esse valor, apenas corrigindo-o a taxa de 6,24 a.a. da poupança, em 37 anos terei quase 1 milhão de reais. Daqui 37 anos terei 71 anos com a expectativa de viver mais 15 anos poderei fazer saques de 8 mil que ainda deixarei um dinheiro na poupança de herança.

    • Leandro Ávila 9 de dezembro de 2016 at 18:20 - Reply

      Oi Rafael. Vai desestimular sim. Teremos mais informalidade. Quem trabalha dentro da formalidade não tem como escapar das contribuições. Não são opcionais. Nos próximos artigos vou fazer cálculos como esse que você fez.

  60. Thiago 9 de dezembro de 2016 at 17:10 - Reply

    Excelente iniciativa Leandro. Resumidamente: desde meu primeiro emprego eu poupava a maior parte do meu dinheiro. Sou servidor público federal desde 2010, e desde sempre pensei em não depender do governo – para tanto poupo metade do que ganho. Estava um pouco pensativo em sair do regime próprio de previdência (recolhendo 11% sobre o total dos rendimentos) e ir para o regime próprio (recolhendo 11% sobre o teto do INSS). Agora com esse novo pacote de medidas as dúvidas não mais existem e isso me proporcionará uma diferença de no mínimo 1200 reais mensais. Isso no médio/longo prazo contribuirá e muito pra minha independência financeira.

    Ah, não adianta nada investir no seu próprio conhecimento financeiro se não escolher bem sua parceira (ou seu parceiro). Isso faz toda a diferença. Se o elo da sua corrente mais fraco for o cônjuge de nada adiantará poupar ou investir na própria educação financeira… Tudo irá pelo ralo!

    • Leandro Ávila 10 de dezembro de 2016 at 6:24 - Reply

      Olá Thiago. Isso é verdade, o casal precisa viver em parceria, claro que cada um tem sua individualidade, mas devem existir projetos em comum e a educação financeira ajuda muito.

  61. Romeu 9 de dezembro de 2016 at 17:11 - Reply

    Eu esperava mais desse artigo. Ficou muito superficial, não abordou o tema com profundidade. Quer dizer que toda a ciência atuarial é uma farsa? Por que? Faltaram dados. Fiquei decepcionado.

    • Leandro Ávila 10 de dezembro de 2016 at 6:25 - Reply

      Oi Romeu, você provavelmente não viu no final do artigo que ele é uma introdução dos outros que irei publicar durante a semana. Um abraço.

  62. Sebastiao 9 de dezembro de 2016 at 17:13 - Reply

    Quem foi que disse que o sistema previdenciario é fadado a falir nao conhece o motivo por tras dessa “crise deficitaria” do fundo. O INSS é lesado pelos governos corruptos que desviam seus recursos e pelas aposentadorias pomposas destinada a certa classe da elite que pouco contribuiu e muito se resgata, essa classe de privilegiados estao sendo poupados nessa reforma vergonhosa da previdencia onde para alguem ter o direito ao beneficio o principal documento é a certidao de obito.

    • Leandro Ávila 10 de dezembro de 2016 at 6:31 - Reply

      Oi Sebastião, só o fato de você achar que o INSS é uma entidade separada ou diferente do governo e que um governo malvado está “roubando” o INSS já significa que esse INSS que você sempre acreditou é uma farsa fadada ao fracasso. Suas contribuições sempre foram um imposto com nome diferente. Essa elite que pouco contribuiu no passado e que recebem fortunas são os próprios políticos e alguns funcionários públicos, ou seja, a elite que você se refere faz parte do próprio governo.

  63. Sergio 9 de dezembro de 2016 at 17:14 - Reply

    LEANDRO, EXCELENTE ARTIGO.
    Gostaria de compartilhar minha estratégia: Tenho 38 anos, trabalho deste 1993 (deste os 14 anos) contribuindo com a previdência (INSS). A um ano me mudei para a França mais continuo contribuindo com o valor máximo mensalmente no INSS, pois não quero “perder” a média dos últimos 23 anos de contribuição. Porém em paralelo faço aplicações mensais no títulos do governo para IPCA 2035/2050 sem juros semestrais e também com juros semestrais. Minha estratégia é continuar contribuindo com aprox. R$1.000,00/Mês no INSS, colocar mais R$2.000,00 nos títulos do governo. Pois no futuro terei algo do sistema Frances para complementar a renda. A duvida maior é se não devo investir os R$1.000,00/mês do INSS em títulos do governo? Pois o retorno deve ser muito maior…. Algum comentário sobre a estratégia?

    • Leandro Ávila 10 de dezembro de 2016 at 6:33 - Reply

      Oi Sérgio. É interessante fazer as contas e observar que se regra mudar você terá que contribuir com o teto por mais anos para conseguir o benefício máximo.

  64. Nina Britto 9 de dezembro de 2016 at 17:17 - Reply

    Olá Leandro, tudo bem? Há anos leio seus artigos e os recomendo a amigos e familiares. Essa é a primeira vez que comento. Entendo perfeitamente a lógica de ter projetos de renda para a aposentadoria, e concordo. Mas gostaria de apontar que o benefício legal da aposentadoria não é assistencialismo, uma palavra pejorativa, e sim um direito constitucional conquistado a duras penas por muitas gerações passadas de trabalhadores. Lembro que nenhum direito é concedido à população de país algum sem antes haver pressão social, protestos e lutas, e que sempre foi assim ao longo da História. Os maiores exemplos, para ficarmos apenas em movimentos liberais burgueses, foram a Revolução Francesa e a Americana. Na sua anedota, apesar de haver uma mensagem positiva de trabalho e resultados, fiquei triste com a comparação entre os aposentados do INSS e os homens mais imediatistas (na história também acho haver uma conotação de preguiçosos aos 2 primeiros tipos, ao meu ver). Vale lembrar também que na História do Brasil nós passamos por 358 anos de trabalho escravo, isso deve entrar na conta para analisarmos a nossa realidade até hoje, haja visto a grande distância entre as classes sociais e a patente baixa mobilidade social que aqui encontramos (há estudos sobre isso). Recomendo a leitura deste texto, para um contraponto: https://medium.com/@marceloperrucci/o-que-n%C3%A3o-te-contaram-sobre-a-reforma-da-previd%C3%AAncia-18ba4d34c23a#.dlb1w8cx2 continuarei na leitura dos futuros artigos e parabéns pelo trabalho.

    • Leandro Ávila 10 de dezembro de 2016 at 6:53 - Reply

      Oi Nina. Você já ouviu falar que o governo é o maior especialista em quebrar as pernas das pessoas e depois convencê-las de que elas só podem andar graças as muletas que ele forneceu? É importante refletir sobre se realmente tirar dinheiro das pessoas de maneira forçada (bilhões todos os anos) é realmente um benefício. Até que ponto tudo isso não seria uma desculpa para retirar e controlar cada vez mais riquezas geradas pelas pessoas durante a vida? Prometeram um “sonho”, uma vida financeiramente segura e estável no dia da aposentadoria das pessoas e poucas décadas depois da criação do sistema, estão dizendo que ele não funciona, que não tem dinheiro, etc,etc. Será mesmo que estamos falando de direito adquirido ou estamos apenas repetindo aquilo que eles gostariam que a população repetisse? Não seria apenas um imposto travestido de benefício? Não seria melhor o governo parar de olhar para a população como um grupo de pessoas inaptas e incapazes de cuidar do seu próprio dinheiro e da sua própria vida? Será que a liberdade não seria o maior e mais sagrado de todos os direitos merecedor de luta? Fica a reflexão.

  65. Marcelo 9 de dezembro de 2016 at 17:34 - Reply

    Boa tarde Leandro,
    Muito pertinente o artigo. Uma pena algumas pessoas não darem importância quando falamos sobre educação financeira, sobre fazer sua própria aposentadoria. Como funcionário público, tenho a obrigatória, a previdência da empresa, onde ela contribui com mesmo valor que pagamos, até o limite de 8% do salário. Mas confesso que, diante da situação, estou me programando para ter uma terceira fonte de renda quando me aposentar, no caso vou investir no Tesouro IPCA+.
    Um forte abraço e parabéns pelo trabalho.

    • Leandro Ávila 10 de dezembro de 2016 at 6:55 - Reply

      Oi Marcelo. O ideal é esquecer aquilo que é obrigatório pagar e partir para o seu plano B. Você não ficará totalmente dependente da boa gestão que os outros deveriam fazer com o seu dinheiro.

  66. Jorge Guerino 9 de dezembro de 2016 at 17:34 - Reply

    Oi Leandro,

    Sobre a história do comerciante e dos três homens com dificuldades financeiras: eu dividiria com os outros dois homens, o cesto de pães, a farinha e as sementes.

    Assim, teria pão para solucionar a fome imediata da família, a farinha para fazer pães nos próximos dias e as sementes, para plantar e colher mais adiante e não depender mais do comerciante.

    • Leandro Ávila 10 de dezembro de 2016 at 6:56 - Reply

      Oi Jorge, no mundo ideal as pessoas deveriam agir assim. No mundo real sabemos que não é assim e graças a isso o mundo está da forma que está.

  67. Renato Luis de Mello 9 de dezembro de 2016 at 17:34 - Reply

    Olá, Leandro! o prólogo foi emocionante e já espero ansioso por segunda-feira.´

    Bem, vamos lá.

    Em 1994 entrei no serviço público acreditando que minha aposentadoria estava garantida. Com esse pensamento, gastava todo o meu salário satisfazendo minhas necessidades imediatas. O resultado foi que no ano de 1998 estava totalmente endividado. Meu salário dava para uma alimentação básica, pagar juros do cartão, do cheque especial e do imóvel alugado.

    Depois de dois anos acertando minha vida financeira, decidi que eu deveria ter algum patrimônio para “o futuro” e passei a poupar para a compra de um imóvel próprio. Como eu continuava a não ter educação financeira, deixei o dinheiro por anos na poupança, mas consegui juntar o valor necessário para comprar o imóvel à vista. Confesso que neste período (11 anos) foi muito difícil ver meus parentes e amigos viajando e comprando carros novos, enquanto eu usava uma moto 125 e tinha um carro chinês importado, bem baratinho. Muitas vezes pensei em desistir, foi um período muito difícil na minha vida. Sentir-se diminuído e ver determinadas pessoas morrendo de vontade de me chamar de “mão de vaca” foi estressante, mas passou….

    A vantagem de aprender a economizar dinheiro é que, depois que se pega o jeito, se torna um (bom) vício e, assim que terminei a montagem do apartamento, decidi diversificar meus investimentos: o gerente me convenceu a fazer um plano de previdência complementar. Fiquei com esse PGBL até um belo dia de dezembro de 2015 quando li seu primeiro artigo. Foi uma revolução. A partir de então tomei consciência que meu futuro estava nas minhas mãos e passei a estudar com fins de complementar a minha renda.

    Primeiramente desisti da poupança e comecei a aplicar meu dinheiro em títulos do governo, posto que o funcionamento do mercado de títulos públicos é de fácil entendimento.

    Junto a isso, passei a ler seus artigos e também assisti a aulas do André Fogaça sobre mercado de ações, fundos imobiliários e outros investimentos. Confesso que me sinto ainda inseguro para aplicar em ativos com grau mediano de risco, mas minha estratégia para 2017 é fazer alguns cursos pagos sobre esses temas e diversificar meus investimentos. Gostei da estratégia 30%/70%. Com a perspectiva de queda de juros, teremos que garimpar novas oportunidades para fazer nosso dinheirinho crescer.

    O ruim disso tudo é que atualmente estou com 47 anos e sei que o meu tempo é curto para formar uma carteira de investimentos que me garanta uma aposentadoria tranquila, mas vou me esforçar para chegar lá. Ainda que a previdência não estivesse falida, mesmo funcionários públicos têm redução salarial, posto que há gratificações e benefícios que só recebemos quando no serviço ativo.

    Meu foco é juntar algo como 500 mil dólares em investimentos de curto, médio e longo prazo e vender o meu apartamento na Capital de São Paulo e comprar um no interior, aplicando a diferença em novos investimentos.

    Obrigado pela oportunidade e espero ter contribuído.

    • Leandro Ávila 10 de dezembro de 2016 at 7:01 - Reply

      Oi Renato. Só o fato de você ter um plano, ter uma visão clara do que deseja e estar investindo na sua educação já representará uma enorme diferença nos seus resultados futuro. Parabéns!

  68. Guilherme 9 de dezembro de 2016 at 17:35 - Reply

    Parabéns pela iniciativa da série em um momento tão oportuno, Leandro!

    Desde que comecei a ganhar mais e a me educar financeiramente, percebi que nada paga a tranquilidade de ser senhor do seu próprio destino. Recomendo a todos.

    Minha mãe é servidora pública aposentada desde 1998. Lembro que ela tinha medo de o governo acabar com a aposentadoria, no que eu respondia a ela que seria impossível. Bom, vejo que minha resposta para ela hoje é bem diferente. Digo para ter prudência e poupar bastante. Felizmente, como ela é servidora da União (diferente dos Estados), acho mais fácil o governo imprimir mais dinheiro do que cortar aposentadoria, mesmo que essa medida traga mais inflação.

    A noção de que as pessoas veem a aposentadoria como prêmio é tão verdadeira, que muitos se aposentam e voltam a trabalhar no dia seguinte, na mesma função, acumulando as remunerações. Logo, está na cara que é um sistema criado para quebrar.

    Tenho 28 anos e sou servidor público federal desde os 20. Pretendo adquirir minha independência financeira até os 45 anos e, com isso, ter tranquilidade para empreender e devolver algo de mais concreto para a sociedade.

    Acredito na importância do Estado (INSS) para casos drásticos e fortuitos, como invalidez e doenças. Mas fiar seu futuro planejado a ele é loucura.

    Penso que o sistema de plano de saúde tende também a ir pelo mesmo buraco. Não sei se lembram, mas há uns 10/15 anos, ter plano de saúde era algo de elite e muito valorizados pelos hospitais e médicos. Hoje, a maior parte só cobre exames e internações em casos gravíssimos, quando não ocorrem problemas criados pelas seguradoras em um momento de tanta fragilidade do segurado. Dessa forma, procuro cuidar da minha saúde com a mesma, senão mais, importância com que lido com meu dinheiro. Apostar em uma alimentação saudável, prática de exercícios físicos, meditação, relacionamentos pessoais etc diminuem as chances de desenvolver doenças e depender de remédios que estão cada vez mais caros.

    Um abraço! Espero ansiosamente pelos próximos artigos.

    • Leandro Ávila 10 de dezembro de 2016 at 7:05 - Reply

      Oi Guilherme, parabéns por sua visão e pelo seu projeto. Muito boa sua observação sobre a saúde.

  69. Hamilton 9 de dezembro de 2016 at 17:55 - Reply

    Excepcional seu artigo. Bastante esclarecedor.

  70. sousa 9 de dezembro de 2016 at 18:03 - Reply

    olá boa tarde Leandro, muito bom seu post; eu tenho 34 anos e infelizmente vim a me interessar por investir agora depois que comecei ler seus post,comecei a investir a 2 meses no tesouro direto, e estou focado na minha aposentadoria sem depender do inss, a cada mes eu eu invisto um pouco em cada( selic, ipca) mais enbreve depois que tiver uma quantia ja poupada pretendo partir para outros investimentos para melhorar ou aumentar o meu ganho para aposentadoria,na istituição que trabalho recebo todo mes uma ajuda de custos para me manter, e tenho feito um sacrificio para viver com menos e investir de inicio 5% do que ganho para o meu futuro, pois não quero depender da instituiçaõ que trabalho e sim do que tenho investido, a minha ajuda de custo quero que no futuro seja só uma icrementação a mais
    valeu leandro e muito obrigado sempre leio seus artigos e tenho aprendido muito

  71. gullyver mohr 9 de dezembro de 2016 at 18:03 - Reply

    Boa noite, este assunto esta me perturbando muito nos últimos meses. Tentando achar uma solução para minha aposentadoria, estou estudando e pesquisando como investir e gerar outra fonte de renda que me sustente e sustente minha família no futuro para que possa sair da corrida de ratos o mais rápido possível!

    • Leandro Ávila 10 de dezembro de 2016 at 7:09 - Reply

      Oi gullyver, essa pertubação costuma ser muito positiva. Significa que alguma coisa mudou dentro de você. Isso é a base da transformação de uma vida. Parabéns e continue!

  72. Fábio 9 de dezembro de 2016 at 18:08 - Reply

    Parabéns pelo blog Leandro! A inversão da pirâmide é inevitável, apenas questão de tempo mesmo. Sou funcionário público e mesmo assim não acredito no regime especial. Estou ansioso pelos próximos artigos. Abraços

  73. paulo 9 de dezembro de 2016 at 18:13 - Reply

    Olá Leandro Ávila, é um tema que merece todo o cuidado na abordagem, envolve diversos aspectos da vida. Sem ser prolixo, minha opção atual, depois de investir em previdência privada e imóveis, em função das circunstâncias em que vivo, foi de adequar a minha “cesta” à faixa etária e ao contexto atual. Hoje tenho minhas reservas com liquidez imediata (vendi meus 2 imóveis). Vou transferir minha previdência privada para outra mais rentável, e realizar saques sucessivos para os valores com IR menor (10%), até zerar (já suspendi contribuições). Invisto em cdb de bancos menores, até o limite do FGC, em LCI, em títulos do tesouro e fundos de multimercado. Não tenho convicção se o percentual em cada um é o mais adequado, mas estou me capacitando para decidir melhor, além de ter o apoio de uma instituição de investimentos grande e bem conceituada. Penso que parte da minha reserva deva ser destinada à aplicação no exterior, num futuro próximo, diminuindo o risco local. Não tenho muito, mas estou deixando o “composto” trabalhar por mim também. Uma coisa é certa: as adaptações e modificações serão constantes…vou ficar atento às suas ponderações. Só discordo de uma coisa: acho que podemos protestar sim contra aquilo que entendemos injusto (pelo menos para chegar a uma situação não tão desfavorável para o interesse da coletividade), e ao mesmo tempo focar na solução do problema, como você bem disse. Grato.

    • Leandro Ávila 10 de dezembro de 2016 at 7:11 - Reply

      Oi Paulo. Você pode protestar. O problema é que tem muita gente que se limita a isso. Vi que não é o seu caso.

  74. Roberto Gullo Filho 9 de dezembro de 2016 at 18:35 - Reply

    Leandro,
    Acho injusto e cruel voce dizer que as pessoas devem “plantar trigo”. Ha aquelas que nao tem mais tempo e saude para tal.

    • Leandro Ávila 10 de dezembro de 2016 at 7:15 - Reply

      Oi Roberto. Isso é verdade, para enfrentar as consequências da imprudência ou da fatalidade que existem pessoas como o padeiro bondoso, são raras, mas existem. Foi por esse motivo que sabiamente ele ofereceu as três opções. Cada pessoa pegou aquela opção que melhor atendia sua necessidade, mas somente a pessoa que pegou o trigo encontrará a solução definitiva do problema através da liberdade. As outras pessoas ficarão dependentes do pão e trigo dos outros.

  75. Eliana 9 de dezembro de 2016 at 18:41 - Reply

    Adoro ler suas matérias . Parabéns !

  76. Roldan 9 de dezembro de 2016 at 18:44 - Reply

    Da forma como as coisas são, realmente a saída é ser autônomo ou empresário (de verdade, não abrindo PJ para seu patrão burlar a lei), bem como investir o dinheiro amealhado de maneira que ele renda bem, sem deixar todo o lucro pro sistema financeiro. É isso que estou estruturando e buscando aprender como fazer.

    Porém, se grande parte desse investimento financeiro passar por papéis públicos, ainda assim se está criando uma certa dependência do governo. Claro, bem menor do que a previdenciária, mas… Por exemplo, não existe um sistema que hoje te cobre tão pouco para te dar um auxílio-doença caso necessite. Portanto, o sistema de seguro social não é o mal em si.

    O mal é termos uma política – falo no mundo todo – que não acabou com a nobreza, apenas mudou a forma de acesso a ela. Obviamente, isso ocorre menos em alguns lugares (como nos EUA) e mais em outros (como aqui), mas ainda assim ocorre.

    Sei que não é o intuito do blog, mas não podemos deixar de pensar em novas maneiras de um Estado existir. Ainda precisamos do império das leis e de uma forma de contrabalançar o poder do capital.

  77. Antonio Carlos 9 de dezembro de 2016 at 18:48 - Reply

    A cerca de dois anos comecei aplicar no tesouro direto, pensando no futuro ter além de uma velhice sadia, uma com algum recurso financeiro. Tenho previdência privada, penso em tirar os recursos dela e aplicar no tesouro direto. Estou em um bom caminho?

    • Leandro Ávila 10 de dezembro de 2016 at 7:20 - Reply

      Oi Antonio, ao investir seu tempo estudando sobre o funcionamento das diversas possibilidades de investimentos que existem, de forma bem natural você vai perceber que existem opções melhores que a previdência privada, especialmente quando olhamos os planos baratos oferecidos pelos grandes bancos.

  78. Alexandre 9 de dezembro de 2016 at 18:52 - Reply

    Olá Leandro e “”sócios” (já que clube é feito de sócios).
    Aproveitando que muitos comentários foram sobre o tesouro gostaria de deixar a dica aqui de um curso gratuito sobre tesouro direto que está aberto até 18/01/2017 (tem que concluir até 23/01/2017) pela ESAF (Escola de Administração Fazendária). Quem está promovendo é o próprio tesouro. São 3 módulos independentes: iniciante (10 h), intermediário (10 h) e avançado (20 h). Tem prova e dá até certificado por módulo. Tudo on line. Estou fazendo e achando muito legal. Quem já leu todos os artigos do clube dos poupadores, vai poder dar uma polida no conhecimento. Mas tem um ponto que eles tocaram de leve e achei importante: a compra de títulos públicos de corretoras. Eu disse títulos públicos e não títulos públicos do tesouro direto. Existe uma alternativa que a pessoa pode comprar um título público a partir de uma corretora. Seria uma espécie de mercado secundário. Oferecem opções de datas diferentes daquela do tesouro, por exemplo, 2022. os valores pagos pelos títulos é uma % X do valor do título, então é preciso estar atento porque vc pode receber menos do que no tesouro direto. As duas opções de compra podem estar na mesma barra de ferramentas da renda fixa. Fica a dica! Abraço a todos.

    • Leandro Ávila 10 de dezembro de 2016 at 7:23 - Reply

      Oi Alexandre, é que existem corretoras que vendem títulos que só instituições financeiras podem acessar através do que chamam de mercado secundário. Tem gente que gosta por economiza os 0,30% da BMF&B, mas a pessoa precisa ter um nível de confiança maior pela corretora que escolheu.

  79. Caio Augusto 9 de dezembro de 2016 at 18:54 - Reply

    Sensacional a comparação entre os pães e as esmolas do governo! A única diferença é que no caso da PS o indivíduo contribui uma vida inteira (forçadamente) para depois ter uma cestinha de pão todo mês, quando, se tivesse investido seu dinheiro num INVESTIMENTO de VERDADE, ele poderia ter sua própria padaria.

    A didática, simplicidade, objetividade dos teus artigos torna a leitura muito prazerosa!

    • Leandro Ávila 10 de dezembro de 2016 at 7:26 - Reply

      Oi Caio. A verdade é que você não contribuiu com nada. Você paga apenas um imposto como outro qualquer e no final recebe bem menos do que pagou. Para piorar o governo ainda tem o direito de mudar as regras do jogo para que você receba menos do que aquilo que você esperava receber. Isso não acontece com um investimento. Imagine se você compra um título público ou mesmo o título privado de um banco, como um CDB, LCI ou LCA e alguns anos depois recebe o comunicado que eles mudaram a regra do jogo e agora você vai receber bem menos do que o prometido.

  80. Heisemberg 9 de dezembro de 2016 at 18:55 - Reply

    Olá Leandro, boa noite!

    Entrei no serviço público federal após a última mudança no regime de previdência. Como irei me aposentar com o teto do INSS, optei por aderir a previdência complementar do governo federal (Funpresp), uma vez que há a contrapartida da União no mesmo valor que eu pago. Hoje, contribuo para a Funpresp com R$ 349 além dos R$ 570,88 do INSS. Além disso, faço aportes mensais (nunca menos que R$ 400,00) no Tesouro IPCA+ 2035 pensando em ter uma vida mais tranquila no futuro. Minha primeira dúvida é se a Funpresp foi uma boa escolha.

    • Leandro Ávila 10 de dezembro de 2016 at 7:28 - Reply

      Oi Heisemberg. Isso vai depender de como eles vão administrar o seu dinheiro. O pessoal dos Correios, Caixa e Petrobras não está feliz com o resultado desses que são justamente os maiores fundos de pensão do país.

  81. Filipe 9 de dezembro de 2016 at 18:57 - Reply

    Muito bom o artigo! Aguardando ansiosamente para próximo artigo. Já estou pensando em ser independente do INSS (apesar de Funpresp a ser relatado abaixo), investindo em Tesouro IPCA 2035 graças aos seus livros.

    Por gentileza, você pode fazer um artigo sobre Funpresp, a famosa previdência complementar para servidores públicos de poder público?

    Tenho ciência de que previdências privadas são investimentos péssimos na maioria delas. Por outro lado, a Funpresp me deixou em muitas dúvidas por ter particularidades diferentes em relação às demais previdências privadas. Os benefícios da funpresp são contrapartida de órgão público (até 8,5% no máximo), ou seja, dobra contribuição de servidor e amortização de imposto de renda na remuneração de servidor, entre outros.

    Queria saber se vale a pena em investir na funpresp até 8,5% ou pode ser mais do que isso (nesse caso, não haverá contrapartida de órgão público). Se é melhor investir em títulos públicos IPCA em vez de Funpresp?

    Uma curiosidade: Funpresp investe em Tesouro Direto IPCA em sua maioria. O que me deixa em dúvidas é devido à contrapartida de órgão, não sei se isso torna mais vantajoso em relação a apenas Tesouro Direto IPCA.

    • Leandro Ávila 10 de dezembro de 2016 at 7:29 - Reply

      Oi Filipe, acabo de responder outro leitor sobre isso. Se vale ou não, vai depender de como eles vão cuidar do seu dinheiro.

  82. Leandro Botelho 9 de dezembro de 2016 at 18:58 - Reply

    Muito bom, Leandro. Ansioso para os próximos artigos. Previdência social é tão furada quanto previdência privada de bancos (e trabalho em um). Muito obrigado.

  83. OSJ 9 de dezembro de 2016 at 19:02 - Reply

    Olá Leandro,
    Tenho 22 anos e estou trabalhando no serviço público federal há 3 meses (primeiro emprego). Já poupo e invisto desde o primeiro salário. Espero conseguir a almejada independência financeira até os 35 anos e, pelo resto da vida, não depender de qualquer tipo de programa governamental.
    Continuarei acompanhando os artigos.
    Valeu!

    • Leandro Ávila 10 de dezembro de 2016 at 7:31 - Reply

      Oi OSJ. Parabéns por já dedicar tempo e energia estudando sobre o assunto com apenas 22 anos.

  84. Gilmar Passos 9 de dezembro de 2016 at 19:20 - Reply

    Parabéns e obrigado por mais um ótimo artigo, sempre direto e reto nos assuntos de educação financeira.Não perco um artigo seu e recomendo a todos.

  85. Luis 9 de dezembro de 2016 at 19:25 - Reply

    Leandro,

    Muito interessante e oportuna essa série de artigos ! Vou “espalhar” os artigos ! Parabéns !

  86. Paulo 9 de dezembro de 2016 at 20:14 - Reply

    Olá Leandro. Com base naquilo que tenho lido sobre essa reforma, parece-me que ela será mais excludente. Por aumentar consideravelmente as exigências para se obter a aposentadoria, tende a eliminar uma grande parcela da população do sistema, principalmente os mais pobres. Sem entrar no mérito de dependência ou não da previdência pública no futuro, estou particularmente indignado e me sentindo injustiçado por estar no grupo que mais será atingido. Tenho 25 anos de contribuição e 49 anos de idade. Com as novas regras, sei que não terei forças para me aposentar pelo INSS. Me refiro a saúde mesmo, tanto física quanto mental. Gostaria de saber sua opinião sobre esse critério esdrúxulo e absurdo da idade de corte de 50 anos para as regras de transição. Em que se basearam para passar a faca no pescoço e penalizar todos os contribuintes empregados que possuem menos de 50 anos de idade???!! Se a contribuição do empregado formal fosse voluntária tudo bem. Mas somos obrigados compulsoriamente a contribuir para um sistema que muda as regras do jogo todo o tempo e para o qual não temos ideia se teremos uma contrapartida mínima.

    • Leandro Ávila 10 de dezembro de 2016 at 8:34 - Reply

      Oi Paulo. Minha opinião é que enganam as pessoas desde a criação do sistema. Ainda fizeram as pessoas sonharem e defenderem um sistema criado para quebrar. As regras do jogo ainda irão mudar várias vezes. É o que sempre aconteceu e o que vai continuar acontecendo. Precisamos parar de acreditar em papai noel.

  87. Joanatan 9 de dezembro de 2016 at 20:18 - Reply

    Olá professor. O senhor acertou em cheio nessa série de artigos, era o que precisávamos.
    Hoje tenho 32 anos, e na verdade preciso de muito pouco pra viver bem e feliz.
    Graças a Deus já tenho minha casa quitada, conquistada a base de muito suor.e isso me traz uma tranquilidade muito grande. Pensando na aposentadoria, invisto a mais de 1 ano em IPCA 35.
    Um grande abraço mestre.

  88. Josué 9 de dezembro de 2016 at 20:36 - Reply

    Leandro, sempre leio os seus Post e mais uma vez quero agradecer pela excelente iniciativa de compartilhar sobre previdência social, tenho guardado a cada mês 10% da minha renda para aposentadoria e pretendo aumentar esse percentual.
    fico no aguardo do proximo artigo.
    abraço

  89. Fernando 9 de dezembro de 2016 at 21:13 - Reply

    Olá. Esta é uma boa oportunidade para a geração atual repensar a forma como encara poupança e consumo. Vão precisar adotar hábitos dos nossos antepassados, que estavam corretos: frugalidade, poupança e, por consequência, investimento.
    A geração Y, Z e seus filhos terão que mudar, eu estou até gostando que isto esteja acontecendo agora, antes de a coisa degringolar, pois penso em meus pais que estão aposentados e idosos.
    Minha parte já faço há treze anos. Mas quero ver como agora as pessoas passarão a pensar mais no futuro, orientar-se para a poupança, frugalidade, empreendedorismo… se o brasileiro continuar endeusando o estado, pouco trabalho e vida fácil vejo pouca saída pro país. Soluções: responsabilidade individual, frugalidade, poupança, empreendedorismo, dedicação ao trabalho.

  90. Fabiano Lima 9 de dezembro de 2016 at 21:35 - Reply

    Tenho minhas aplicações divididas em tesouro direto, ações de boas empresas e um plano de previdência 1×1 da empresa em que trabalho. Procuro aportar 40% do meu salário, evitando gastos supérfluos, incluindo aí o devorador de dinheiro chamado automóvel (o meu é um popular 2012, que me atende perfeitamente e não desperta a cobiça em amigos do alheio). Tenho 34 anos, um imóvel de boa qualidade quitado e muita vontade de alcançar a independência financeira através de renda passiva. O seu site é excelente, contribui bastante para a formação de uma mentalidade vencedora nesta área tão negligenciada pelas pessoas.

    • Leandro Ávila 10 de dezembro de 2016 at 20:31 - Reply

      Oi Fabiano, obrigado e parabéns por estar consciente

  91. Misael 9 de dezembro de 2016 at 21:45 - Reply

    Muito obrigado por compartilhar o seu conhecimento conosco.
    Estou na fase da escolha das sementes, pois não quero depender muito do governo.
    Graças seu site que é imparcial no seus artigos.
    Hoje tenho TD, Ações e FII. Estou na fase ainda de acumulação de investimentos.
    Espero que daqui a 5 anos tenha já conseguido forma a carteira depois é somente fazer o balanceamento. Pois tudo pode acontecer , que os investimentos hoje sao bons, mas amanhã será horrível.
    Mas estudo e pesquiso cada ação ou FII.
    Quero agradecer por seu empenho e dedicação.

  92. José Claudio 9 de dezembro de 2016 at 21:55 - Reply

    Boa noite! Parabéns e obrigado pelo post!
    Faz tempo que estou desacreditado dessa previdência. Quando trabalhava informal, fiquei 18 anos sem contribuir para essa, devido as constantes reformas que a tal passa. Confesso que não tinha e não tenho um “plano B” para compensar o tempo perdido. Sou um alienado confesso do “cesto de pães”. Atualmente sou empregado público. Além do INSS (obrigatório), participava duma previdência complementar (cesto de pães 2), até que anunciaram um rombo (ou roubo) de bilhões nesse. Chutei esse último cesto de pães. Hoje, com 47 anos, tenho minha casa própria e débitos em dia, porém na questão futura aposentadoria, necessito urgentemente repensar a mesma. O sistema previdenciário que vige é incerto, obscuro, tanto quanto, a democracia alardeada.

    • Leandro Ávila 10 de dezembro de 2016 at 20:51 - Reply

      Oi José. Parabéns por abrir os olhos para essa questão. Que bom seria se todos fizessem isso.

  93. Isabel Bononi 9 de dezembro de 2016 at 22:00 - Reply

    Obrigada Leandro pelo esclarecimento. Estou muito preocupada com o futuro. Já estou aposentada e exercia cargo público.
    Como o aumento do funcionalismo está congelado em cinco anos estarei em algum programa governamental. Vc.está fazendo artigos para quem vai se aposentar, gostaria que fizesse artigo para os já aposentados que tem vontade de ser economicamente independe. Como fazer? Como começar mesmo que tarde para não ficar dependente de programas governamentais? Um grande abraço.
    Isabel

    • Leandro Ávila 10 de dezembro de 2016 at 20:54 - Reply

      Oi Isabel, ter uma vida financeiramente organizada já seria um bom começo. Estudar o funcionamento dos investimentos e até a possibilidade de realizar alguma atividade que fosse gratificante para você e remunerada.

  94. Jhonatan H R Soares 9 de dezembro de 2016 at 22:01 - Reply

    Temendo o nosso sistema previdenciário, iniciei um pequeno investimento em previdência privada. Mas agora possui um pouco mais de conhecimento sobre os planos de previdência, e estou pensando em sair e investir no Tesouro direto. Qual plano ou projeto de aposentadoria você recomenda Leandro Ávila?

  95. alex oliveira 9 de dezembro de 2016 at 22:01 - Reply

    Olá!
    Sou funcionário publico e inevitavelmente contribuo para o sistema geral, estou preocupado com o referido assunto, mas confesso que fico com os dois pés atras no que toca a investir meu dinheiro na previdência privada, pois oque me vem à cabeça…

    • Leandro Ávila 10 de dezembro de 2016 at 20:57 - Reply

      Oi Alex, previdência privada, especialmente as oferecidas por grandes bancos não costumam ser bons investimentos.

  96. Antonio AFilh 9 de dezembro de 2016 at 22:20 - Reply

    Boa noite! Estou com as sementes! Tesouro direto IPCA 2024, 2035, CDB 116 DI ou IPCA + 7,30 e partindo para ações.
    Felicidades!

  97. Miguel 9 de dezembro de 2016 at 22:32 - Reply

    Oi, Leandro, ótimo artigo. Mas penso como a esmagadora maioria dos brasileiros, com salários tão baixos, poderiam ter alternativas eficazes. Inúmeras famílias vivem pobremente, por ganharem pouco, nao por desorganização. Como poderiam reservar dinheiro para investimentos que garantam o futuro? Nem todos possuem perfil empreendedor. Creio que ficara muito difícil se o Estado, mesmo incompetente, se despedir de tarefas que ainda cabem a ele.

    • Leandro Ávila 10 de dezembro de 2016 at 21:07 - Reply

      Oi Miguel, as pessoas não devem se contentar com pouco estudo, pouca qualificação, trabalhos pouco qualificados e mal remunerados. É responsabilidade de cada um buscar se desenvolver, valorizando sua hora trabalhada, acumulando competências, experiências e buscando o melhor para elas. As pessoas não podem transferir toda essa responsabilidade para terceiros, a não ser que sejam pessoas incapacitadas por questões de saúde ou fatalidade.

  98. Eduardo M. 9 de dezembro de 2016 at 23:00 - Reply

    Caríssimo Leandro, mais uma vez, meu muito obrigado e parabéns pelo excelente artigo. Indico seu blog para todos que se interessam em saber mais sobre o mundo dos investimentos e finanças pessoais. Aprendi e sigo aprendendo muito com você. Muito obrigado!!
    Assim como outros colegas que já comentaram este artigo, optei por me manter fora do sistema do INSS, por acreditar que era um recurso sem retorno. Sou médico e recebo meus honorários através de uma empresa que constituí. Preocupo-me a aumentar minha renda a cada ano, não me contento em ser menos remunerado que no ano anterior. Para conseguir isso, me atualizo, faço cursos e leio livros em minha área, crio novos produtos e serviços dentro da Medicina e conquisto mais pacientes. Reservo de 20 a 30% da minha renda mensal para investir. Atualmente, divido meus investimentos em Tesouro Selic e Tesouro IPCA 2035. Iniciarei em renda variável a partir de 2017 (ainda estou fazendo um curso antes de partir pra valer). Tenho 38 anos, casado e pai de um casal de gêmeos com 1 ano de idade. Meu plano é alcançar a independência financeira em 10 a 15 anos, dependerá do desempenho da minha carteira até lá. A função de seguro do INSS, substituí por um seguro de vida privado bem abrangente. Foi incrível a sensação de liberdade nos investimentos que obtive após contratar esse seguro, pois não terei de recorrer aos investimentos da liberdade financeira para cobrir um imprevisto mais grave. Em tempo: tenho a famosa reserva de emergência já aplicada em Tesouro Selic para eventualidades não cobertas pelo seguro de vida privado ou pelo plano de saúde. Meta para 2017 (além de tudo que escrevi): melhorar minha alimentação e fazer exercícios físicos. Tenho que ser exemplo a meus filhos e aos pacientes. Um forte abraço!! E que Deus lhe dê muita saúde para continuar ajudando mais é mais pessoas a saírem da escuridão financeira!!

    • Leandro Ávila 10 de dezembro de 2016 at 21:10 - Reply

      Oi Eduardo. Parabéns por buscar seu desenvolvimento profissional, investir sempre em você e na qualidade dos seus serviços. Parabéns por compreender que sua vida deve ser um exemplo para seus filhos e o seus pacientes. Penso da mesma forma.

  99. ANDRE FIGUEIREDO 9 de dezembro de 2016 at 23:16 - Reply

    Muito motivador desde que conheci o clube dos poupadores atraves de uma pesquisa na internet por esta interado em comprar uma casa fiquei encantado com a quantidade de informação de qualidade, imediatamente comprei os livros e exatamente 9 meses venho colocando em pratica o meu plano de previdencia atraves dos conhecimentos adquiridos nos livros e no site do clube dos poupadores obrigado Leandro por plantar sementes de conhecimento, você não me conhece mais já te considero um grande amigo.

    • Leandro Ávila 10 de dezembro de 2016 at 21:12 - Reply

      Oi André. Parabéns por investir seu tempo estudando mais e se desenvolvendo. Plantar é opcional, mas colher o que plantamos é obrigatório. Por isso é importante saber exatamente o que estamos plantando.

  100. Investidor DF 9 de dezembro de 2016 at 23:36 - Reply

    Olá Leandro, excelente artigo como sempre!

    Eu tenho a mesma linha de raciocínio sua e do Alessandro. Eu também “finjo” que o INSS não existe, apesar da retenção na fonte 🙁

    Atualmente minha aposentadoria no momento está sendo construída via 50% Renda Fixa e 50% Renda Variável, tenho investimentos até mesmo em dólar (via ações de empresas americanas) pois o Brasil é um país muito exposto à “políticas populistas” com nenhuma insegurança jurídica, é um bom motivo para se manter uma parte do patrimônio fora da jurisdição nacional, é claro, de forma legal e dentro da lei (devidamente declarado em imposto de renda).

    Eu aporto em torno de 40%-45% da receita do meu trabalho CLT e tento deixar as minhas despesas o mais estável possível (esse é um ponto importante).

    Meus aportes são altos, pois eu tenho plena consciência que estou em um momento profissional em que estou ganhando acima da média do mercado, ou seja, estou aproveitando esse “período de bonança” para alavancar o meu patrimônio para aposentadoria.

    Além desses 40% da receita principal, eu também reaplica o dinheiro que “pinga” em minha conta proveniente de juros do tesouro direto, dividendos de ações e juros de debentures.

    Por enquanto só não tenho investimentos em FIIs (só nos E.U.A via REITs)

    Mas o meu maior medo aqui (além da inflação galopante) é o confisco, pode não ser como a do Collor, mas por medidas engenhosas tipo CPMF com alíquotas extorsivas no débito e no crédito, imposto sobre grandes fortunas acima de R$ 2.500,00 (para alguns partidos isso já é uma grande fortuna).

    Um forte abraço

    • Investidor DF 9 de dezembro de 2016 at 23:39 - Reply

      Esqueci de complementar:

      Além dos investimentos tradicionais, outro investimento importante é em nossa própria saúde via esportes e alimentação balanceada, pelo menos isso vai nos ajudar a não gastar tanto com plano de saúde e remédios 🙂

      Um forte abraço

    • Leandro Ávila 10 de dezembro de 2016 at 21:21 - Reply

      Olá, parabéns por estar poupando e investindo. Parabéns.

  101. Alexandro Texeira 10 de dezembro de 2016 at 0:05 - Reply

    ESPERO QUE SEUS OUTROS POST SEJAM MELHORES, POIS NESSE VOCÊ FALOU, FALOU, E NÃO DISSE NADA!

    • Leandro Ávila 10 de dezembro de 2016 at 21:26 - Reply

      Oi Alexandro, infelizmente a parte da compreensão depende do leitor.

  102. EUNICE MACHADO GAZZO 10 de dezembro de 2016 at 0:30 - Reply

    Gostei deste post,ontem pela manhã, enquanto tomava café, vinha arranjando meu pensamento sobre isto, que você colocou tão bem , frase após frase, num texto coerente e inteligente!

  103. MARCIO OLIVEIRA DOS SANTOS 10 de dezembro de 2016 at 1:13 - Reply

    Muito bom artigo como sempre, falo isso com meus colegas de trabalho, mais fico com pena que eles não agem para garantir seus futuros. Já invisto uns 2 anos em títulos públicos e um pouco em ações, sem pressa e sem achar que vou ficar rico com alguma fórmula mágica. Parabéns outra vez.

  104. Wandilene 10 de dezembro de 2016 at 2:02 - Reply

    Sempre otimo seus artigos, no momento meu foco esta sendo imoveis, investimento em LCI e buscando outras formas e alternativas para ver livre da dependencia do governo. Obrigado por compartilhar conosco!!

  105. Guilherme Medeiros 10 de dezembro de 2016 at 6:42 - Reply

    Bom dia Leandro, ótimo Post como já de costume.
    Hoje além de contribuir para o INSS dedico cerca de 8% de meu salário para uma previdência privada que é insentivada pela empresa que eu trabalho, a cada valor que eu deposite a mesma faz uma contrapartida. Você acha esta forma de poupar para aposentadoria interessante?
    Muito obrigado pela atenção.

    • Leandro Ávila 10 de dezembro de 2016 at 21:29 - Reply

      Oi Guilherme, depende da forma como seu dinheiro está sendo gerido

  106. Manoel Carlos Farias Mota 10 de dezembro de 2016 at 6:56 - Reply

    Mais um excelente artigo, parabéns Leandro! Obrigado pelo compartilhamento.
    Tenho 30 anos de contribuição em regime especial (Periculosidade), e estou tendo que brigar na justiça para garantir meu pão.
    Mas o fato é que lá atrás (1985), no início de minha jornada, eu já percebi que não valia a pena participar dessa pirâmide, mesmo sendo ignorante ao tema. Eu já percebia que se eu investisse o valor que eu contribuía para o INSS e para o FGTS em qualquer outra opção, eu sairia ganhando. Isto, a despeito da contribuição da empresa.
    Bem, a questão é, não podemos exigir que o governo declare a falência do modelo atual, crie um novo modelo desvinculado do modelo falido e corra atrás de financiamento para o déficit somente da parte falida?

    • Leandro Ávila 10 de dezembro de 2016 at 21:32 - Reply

      Oi Manoel, o ideal é que cada um comece a tomar uma providência imediatamente. Esse negócio de exigir coisas do governo não vem funcionando.

  107. diego 10 de dezembro de 2016 at 7:46 - Reply

    Nossa como eu me sinto feliz, por ter saído da matrix que estava, e começado a poupar, a colocar no papel(celular) o que ganho, o que gasto, definir metas de quanto poupar, isso me ajudou muito, uma simples medida de tomar controle da minha situação financeira, saber pra onde exatamente está indo o dinheiro, e assim definir como usa-lo melhor mudou completamente a forma como enxergo o mundo, me tornei um profissional melhor, buscando melhorar meus rendimentos, passei a me dedicar mais ao trabalho, e isso ja vem sendo reconhecido, enfim obrigado club dos poupadores por mudar as lentes com que eu enxergava minha realidade!!

    • Leandro Ávila 11 de dezembro de 2016 at 7:32 - Reply

      Oi Diego. Parabéns por ter investido em você! Você vai usar as novas lentes para o seu trabalho, sua vida pessoal é até para sua saúde. Quando percebemos que melhorar nossa vida só depende de nós, isso acaba refletindo em todas as áreas.

  108. Washington Souza 10 de dezembro de 2016 at 8:45 - Reply

    Eu preciso de um plano, não tenho. Eu preciso aprender a plantar meu próprio trigo. Sou Washington Souza de SP/SP.

    • Leandro Ávila 11 de dezembro de 2016 at 7:33 - Reply

      Oi Washington. Essa consciência, esse despertar é o primeiro passo e o mais importante. Parabéns!

  109. JHON 10 de dezembro de 2016 at 9:09 - Reply

    parabens pelo artigo Leandro. Estou no aguardo pela continuação do assunto.

    Abraço

  110. Marilene Santana De Oliveira 10 de dezembro de 2016 at 9:38 - Reply

    É verdade esse negócio de depender do governo nunca deu certo e o governo só está enchendo os baldes de água fria para jogar na nossa cara vamos acordar o governo já nos roubou estamos falidos precisamos criar a nossa própria arma de resposta ao governo antes que eles levem tudo o que nos resta porquê as migalhas eles não vão querer dividir conosco. O Futuro chegou e nós não temos um plano para ele como nos filmes vamos acordar.

    • Leandro Ávila 11 de dezembro de 2016 at 7:35 - Reply

      Oi Marilene, é isso mesmo. Temos que ter pelo menos o controle da nossa própria vida.

  111. Denise 10 de dezembro de 2016 at 11:29 - Reply

    Sou aposentada pelo Distrito Federal há 1 ano e 4 meses, mesmo assim temo pelo meu futuro, pois nunca se sabe o que o Governo irá aprontar com as aposentadorias. Procuro poupar e investir para garantir meu futuro financeiro, pois tenho consciência que as despesas com cuidados de saúde aumentam com a idade. Pretendo aprender cada vez mais sobre bons investimentos com ótimos retornos. Grata pela sua ideia de detalhar mais a respeito do assunto.

    • Leandro Ávila 11 de dezembro de 2016 at 7:45 - Reply

      Oi Denise, é exatamente isso. Nunca se sabe mesmo. Cuidar da nossa vida financeira é o mínimo que podemos e devemos fazer.

  112. Valter 10 de dezembro de 2016 at 11:30 - Reply

    Excelente esse primeiro artigo. Leva-nos a refletir profundamente. De fato, não dá para terceirizar a aposentadoria.
    No meu caso, invisto boa parte dos meus investimento em Tesouro IPCA em data próxima à que pretendo me aposentar.

  113. Roberto 10 de dezembro de 2016 at 12:22 - Reply

    Ola leandro bom dia.tudo isso e a mais pura verdade,infelismente demoramos muito tempo para percebermos. Alguns percebem mais cedo,alguns demoram mais e outros nao percebem munca.Eu infelismente demorei muito para essas realidades da vida fiz investimentos ruins,apliquei em produtos que sei que nao vao me da a rentabilidade esperada mas,tenho 42 anos e vou tentando correr atraz do tempo perdido.os meus gastos sao poucos, do meu salário consigo poupar em torno de 55% e estou trilhando outras experiencias. Devagar e sempre.essa nova fase da minha vida eu atribuo em grande parte ao Clube dos Poupadores….. GRATO…..

    • Leandro Ávila 11 de dezembro de 2016 at 7:47 - Reply

      Oi Roberto, você ainda é jovem. Ainda colherá muitos frutos do que está fazendo agora.

  114. Gustavo 10 de dezembro de 2016 at 12:52 - Reply

    Perfeito Leandro, compartilho dos mesmos pensamentos. Não tenho qualquer tipo de previdência privada, só pago INSS porque é obrigatório (faço de conta que a minha contribuição vai para a minha mãe que já é aposentada). Tento poupar entre 35% e 50% da minha renda mensalmente; aplico em TD, ações, além de um imóvel alugado. Tenho também uma reserva de emergência. Evito qualquer tipo de fundo (não suporto ter que ficar pagando taxas para gestores), pois imagino que não existe melhor pessoa para gerir o próprio dinheiro que ela mesma. Agradeço os ensinamentos, pena que só aproximadamente 1% das pessoas pensa fora da caixinha…

    • Leandro Ávila 11 de dezembro de 2016 at 7:49 - Reply

      Oi Gustavo. Parabéns. Ninguém melhor para cuidar do seu dinheiro que você mesmo. Muito dos problemas que vivemos é por essa ideia errada de que os outros é que sabem ou que deveriam cuidar do nosso dinheiro. Isso inclui o governo, para onde vai quase 40% de tudo que a população produz todos os anos através dos mais diversos tipos de impostos e formas de retirar dinheiro do nosso bolso.

  115. Armando 10 de dezembro de 2016 at 12:56 - Reply

    Leandro,
    Sou seu leitor assíduo há 4 anos e a cada artigo, um conteúdo melhor e melhor

    Parabéns!!

  116. Paulo Gualberto 10 de dezembro de 2016 at 13:46 - Reply

    Leandro,

    Comecei meu plano de aposentadoria logo após a leitura dos seus 3 livros e pelas simulações da planilhas que os acompanham, e a partir disso, decidi que o melhor pra mim era investir R$431,00 reais por mês no tesouro NTB Principal 2035 (19 anos) quando terei meus 52 anos. Então irei me enquadrar no seu 3º exemplo em seu artigo de ser um idoso independente, fazendo o que gosta, viajando e curtindo merecidamente a vida que irei construir, sem depender da ajuda de ninguém…

    • Leandro Ávila 11 de dezembro de 2016 at 7:51 - Reply

      Parabéns por investir em você Paulo. Você está plantando uma vida nova através do conhecimento.

  117. Wellington 10 de dezembro de 2016 at 14:05 - Reply

    Sou servidor público, mas pretendo alcançar minha independência financeira em 10 anos, para poder empreender em algo que me agrade, já que minha formação não tem nada a ver com meu trabalho atual.

    Se falar isso pros colegas de trabalho, é provável que me linchem, injuriem, porque a estabilidade e status parecem tudo pra eles, mesmo sendo nítido em seus rostos a insatisfação por fazerem aquilo de que não gostam de verdade.

    Sabe, acho importante ser servidor público, por contribuir para o país e tal, mas na prática do dia a dia, vejo gente medrosa, que está ali pra resolver o próprio problema, e não ajudar os outros.

    Não quero ser essa pessoa medíocre, mas também não posso largar o barco agora. Seus artigos e livros estão me ajudando muito. Obrigado.

    • Leandro Ávila 11 de dezembro de 2016 at 7:53 - Reply

      Oi Wellington. Na minha opinião isso é o que existe de mais importante na independência financeira, poder escolher com tranquilidade aquela atividade profissional que você sonha realizar, aquela onde você se torna completo, onde realmente irá contribuir para sua realização e a realização da sua missão de vida. Muitas vezes será nessa fase da vida que você mais ganhará dinheiro pois será nela que você realmente fará aquilo que ama fazer. Parabéns!

  118. mpamael 10 de dezembro de 2016 at 14:08 - Reply

    Artigo muito bom! Você vai fazer alguma promoção de natal nos seus e-books, estou ansioso para lê-los, porém o preço está salgado para mim!!

    Abraço!

    • Leandro Ávila 11 de dezembro de 2016 at 7:54 - Reply

      Oi Mpamael, a melhor promoção que existe é esse trabalho que faço gratuitamente de escrevre conteúdos no Clube dos Poupadores. Os recursos da venda dos livros é que me permitem continuar esse trabalho.

  119. elielson 10 de dezembro de 2016 at 14:46 - Reply

    ola leandro, excelente post. sempre acompanho suas publicações e tem sido de grande importância na minha vida financeira.. porem sempre me bateu uma duvida: vejo muitos questionamentos no blog com relação de calote do governo com relação ao tesouro, e nas diversas resposta que você escreve, sempre menciona que o governo pode imprimir mais dinheiro. desculpe minha ignorância, mais não entendo porque o governo não imprime dinheiro pra cobrir esse rombo da previdência por exemplo. existe algum controle para imprimir?

    • Leandro Ávila 11 de dezembro de 2016 at 8:02 - Reply

      Oi elielson. Imagine que você fez uma feijoada no domingo. Só que um amigo acabou de ligar dizendo que vai visitar você na hora do almoço. Você não tem mais tempo para cozinhar mais feijão. Seu amigo trará a esposa e mais 5 filhos. Ai você tem duas alternativas. Colocar água no feijão ou pedir para ele esperar 1 ou 2 horas para que você possa fazer mais feijoada. Entenda o feijão como o nosso dinheiro. Colocar água no feijão é o mesmo que imprimir dinheiro. Quanto mais água você coloca no feijão, mais fraco ele fica, mais feijoada as pessoas vão querer comer para poder compensar aquela água e assim não sentir fome. Quando você imprime dinheiro você deixa o dinheiro fraco e isso poderá ser medido através da inflação. Todos os preços começam a subir e isso sinaliza que o dinheiro perdeu valor. A alta da inflação que tivemos nos últimos anos refletiu o descontrole das contas do governo. Sempre que o governo gasta mais do que arrecada como vem acontecendo nos últimos anos ele de certa forma imprime dinheiro para cobrir o rombo. No caso de uma crise grave, o governo vai preferir imprimir dinheiro, gerar inflação e pagar os juros da dívida, para que continue podendo fazer dívida sem quebrar o sistema que é a sua galinha dos ovos de ouro.

  120. Renato 10 de dezembro de 2016 at 14:56 - Reply

    Olá Leandro! Primeiramente parabéns pelo artigo.

    Eu estou gastando minhas energias em soluções, que tenho o maior prazer em compartilhar.

    Principal atitude adota foi investir no conhecimento. Estou praticamente foco na educação financeira, sempre buscando na medida do possível seguir os melhores. Sem demagogia para mim blog clube dos poupadores é meu predileto, estou também com seus 3 livros para ler que adquiri não consegui ler ainda porque sou adepto ainda do papel, mas a parte que li já estou gostando.
    Outros livros da área de educação financeira que eu gosto muito e recomendo são de Gustavo Cerbasi, tenho dois livros deste autor que são: Casas inteligente Enriquecem Juntos e Dinheiro: Os Segredos De Quem Tem.
    Com os ensinamentos adquirido meu salário é da minha esposa é juntando todos mês e primeiro atitude antes de pagar quaisquer conta é se pagar, estou destinando para TD IPCA 2019, com objetivo da aposentadoria.
    Meu plano é capitalizar o que poder TD IPCA 2019 e quando tiver um montante continuar na renda fixas no entanto vou partir para Bancos Médios (CDB, LCA ou LCI).
    Vou ficar por aqui e não vejo a hora de outros artigos.
    Sugestão para próximos artigo quero ver quais são as recomendações de investimento para aposentadoria.

    Abraços.

    • Leandro Ávila 11 de dezembro de 2016 at 8:03 - Reply

      Oi Renato. Parabéns por investir em você mesmo primeiro!

  121. Gleydson Souza 10 de dezembro de 2016 at 15:00 - Reply

    Leandro Ávila, um pouco mais de 1 ano conheci o seu blog e através dele aprendi a investir em títulos públicos para aumento de patrimônio. Mas diante de toda a situação em que estamos vivendo, estou mudando a minha estratégia visando a minha aposentadoria e investindo agora com a intenção de gerar renda para depender cada vez menos do INSS.
    Gostaria de agradecer você por compartilhar seu grande conhecimento para todos nós. Parabéns!

  122. Alessandra 10 de dezembro de 2016 at 16:10 - Reply

    Olá, gostei muito de sua iniciativa em publicar artigos sobre a aposentadoria, pois esse assunto não sai dos noticiários ultimamente. Tenho muito interesse nesse assunto, embora ainda não tenha entrado de fato no mercado de trabalho, mas já invisto mensalmente no tesouro IPCA 2035 justamente para evitar problemas como este no futuro.
    Estou aguardando ansiosa pelo próximo artigo!

  123. Josenildo Batista 10 de dezembro de 2016 at 16:28 - Reply

    Olha o que uma ala do governo jantamento com os bancos querem fazer:
    http://oglobo.globo.com/economia/uso-do-fgts-compulsorios-para-estimular-economia-dividem-governo-20621767

    • Leandro Ávila 11 de dezembro de 2016 at 8:22 - Reply

      Devolver o dinheiro das pessoas também poderia ser uma opção para estimular a economia. Cada pessoa seria livre para tomar a decisão sobre o que fazer com seu FGTS.

  124. Alexandre 10 de dezembro de 2016 at 16:37 - Reply

    Leandro,

    Mais uma vez um artigo edificante. Parabéns! Me entristece muito ver que a população ainda não abriu os olhos para a farsa que é o INSS.Sinceramente, hoje me sinto lesado tendo que contribuir o máximo para a previdência de um sistema que sei que não irá me assistir quando eu alcançar a idade de aposentadoria. Preferia ter eu este dinheiro em mãos e administrá-lo da forma com que faço com meu patrimônio.

    Obrigado.

    • Leandro Ávila 11 de dezembro de 2016 at 8:26 - Reply

      Oi Alexandre. Todos foram lesados e as coisas vão continuar assim. Você também paga pelo sistema de saúde, educação, segurança e não está recebendo o que pagou em troca através de bons serviços. Você não tem a opção de ter o controle do dinheiro que você trabalhou para conquistar, pois a sociedade entende que o governo sabe gastar seu dinheiro melhor do que você. Pedimos cada vez mais serviços e benefícios e temos que trabalhar cada vez mais para transferir nosso dinheiro para o governo.

  125. Suelen 10 de dezembro de 2016 at 17:06 - Reply

    Excelente artigo. Nunca tive problemas sérios com dinheiro (dever no cartão de crédito, ter nome sujo, etc), mas não tinha “despertado” para ir mais fundo quanto à independência financeira.

    Seu site tem sido de grande valia nesse processo. Já tomei algumas decisões acertadas e continuo estudando. Parabéns!

  126. Ligia 10 de dezembro de 2016 at 17:34 - Reply

    Leandro, muito obrigada pelo artigo!
    Esse tema me chamo atenção pois tenho 27 anos, não contrubui com o INSS, mas pago uma aposentadoria privada do banco do brasil que meus pais fizeram para mim quando eu tinha apenas 10 anos. Com ela, vou aposentar ganhando aproximadamente 8 mil reais nos dias de hoje, em aproximadamente. Contudo, com a instabilidade do nosso país temo muito pela minha aposentadoria. Temo que o governo possa interditá-la de alguma maneira, mas também não “posso” tirar e reenvestir o dinheiro por consideração aos meus pais, que se preocuparam com a minha previdência bem antes de eu mesma. Sendo assim, junto cerca de 15% do meu salário e coloco na poupança. Recentemente abri uma conta em uma corretora e coloquei grande parte das minhas economias, mas ainda sou muito leiga no assunto.
    Mais uma vez obrigada pelo artigo!
    Ligia

    • Leandro Ávila 11 de dezembro de 2016 at 8:31 - Reply

      Oi Ligia. Recomendo apenas que você observe atentamente a rentabilidade do investimento em previdência privada. Dedique tempo aprendendo sobre o funcionamento dos investimentos que existem. Você ficará mais preparada para avaliar se não seria uma falta de consideração com o esforço dos seus pais manter o dinheiro investido em uma aplicação que não rende bem e ainda sustenta os lucros elevados dos bancos. O mesmo vale para a poupança. Coloque como prioridade deixar de ser leiga com relação ao dinheiro. Coloque na cabeça que você sempre terá que tomar decisões envolvendo dinheiro e investimentos. Até o futuro de seus filhos e netos serão influenciados por sua decisão atual de deixar de ser leiga neste assunto.

  127. Edna Bragança 10 de dezembro de 2016 at 20:12 - Reply

    Excelente artigo. Estou no aguardo dos próximos. Desde 2014, estou compondo meu plano de independência financeira, investindo recursos mês a mês e, antes de tudo, investindo EM CONHECIMENTO. É maravilhoso descobrir novas possibilidades de investimentos mais rentáveis (nada milagroso), simplesmente por entender melhor o mercado financeiro e poder fazer escolhas melhores, eliminando intermediários (grandes bancos, por exemplo, que remuneram pouquíssimo pelos investimentos, além de cobrarem taxas e mais taxas por seus produtos – de CDB a planos de previdência privada). Parabéns pela iniciativa de compartilhar conhecimentos nessa área! Tenho buscado formas de popularizar esse assunto, de modo mais intuitivo e simples. Acredito que todos podem e devem conhecer mais sobre Finanças Pessoais para poder prover o presente e construir um ótimo futuro.

    • Leandro Ávila 11 de dezembro de 2016 at 8:36 - Reply

      Oi Edna. Parabéns por investir no seu conhecimento e obrigado por ajudar a popularizar o tema.

  128. pedro 10 de dezembro de 2016 at 21:18 - Reply

    Desde que comecei a trabalhar há uns 5 anos, sempre guardei o máximo que podia, era (ainda sou um pouco) pão duro de carteirinha, no trabalho sou chamado de “cow hand”, só de uns anos pra cá que decidi que também preciso desfrutar um pouco do dinheiro, já passei muita vontade comprar coisas, ou dar algum presente sendo que tinha mais que o suficiente na conta bancária.
    Hoje mudei minha relação com o dinheiro, resolvi não me sacrificar tanto e me sinto muito melhor, não tenho dividas, nem empréstimos consignados, mas aprendi a dividir a receita em coisas para objetivos de curto e médio prazo, não apenas deixar de gastar para guardar indefinidamente sem nem saber se iria utilizar o montante um dia.
    Contribuo com a previdência oficial (obrigatoriamente), ainda coloco mais 6% do salário no plano corporativo (a empresa coloca mais 6%) e faço aportes no Tesouro Selic, no IPCA 2019 e 2024. O TD 2035 ainda não consegui coragem por conta do prazo muito looongo, tenho 25 anos, mas lendo os outros comentários e essas noticias sobre o Inss vou repensar o caso 35.
    Muito obrigado, foi lendo seu site que saí da poupança e dei o primeiro passo para investir, primeiro no LCI e depois titulos do tesouro.

    • Leandro Ávila 11 de dezembro de 2016 at 8:51 - Reply

      Oi Pedro. Sou pessoalmente contra o “pãodurismo”. Considero um desequilíbrio. Acredito que o equilíbrio entre viver o presente e planejar o futuro será sempre o melhor caminho. Parabéns por buscar esse equilíbrio.

  129. Armando 10 de dezembro de 2016 at 22:37 - Reply

    Tenho guardado boa parte da minha renda para não ser um velho pedindo esmola, na fila do sus, reclamando do sistema.

    Tenho alguns investimentos diversificados. Basicamente imóveis, TD, FII, ações. Destes o que mais me atrai, mais tenho tranquilidade à noite quando boto minha cabeça no travesseiro curiosamente são as ações. Não confio em governo.

    Penso em empreender futuramente, mas ainda estou buscando conhecimento e guardando algum para ter condições de tornar realidade esse negócio.

  130. Henrique 10 de dezembro de 2016 at 22:54 - Reply

    Boa noite Leandro!
    Após leituras ávidas em seu blog, vi que estava perdendo tempo pensando no cesto de pães, ao invés de pensar nas sementes de trigo.
    Atualmente tenho estudado e, com a perda do medo, tenho investido no tesouro direto pensando em minha aposentadoria e em um melhor qualidade de vida para minha família.
    Sou grato pelas dica e por seus ensinamentos.

    Grato
    Henrique Campos .’.

    • Leandro Ávila 11 de dezembro de 2016 at 8:53 - Reply

      Oi Henrique. Parabéns por ter investido seu tempo nisso!

  131. Ronaldo Faggioli 10 de dezembro de 2016 at 23:45 - Reply

    Leandro muito importantíssimo suas informações.
    Eu tenho 62 anos, aposentei com 61 anos quando fui mandando embora da companhia que trabalhava. Trabalhei com carteira assinada desde meus 24 anos, dos 16 anos aos 21 anos ajudava meu pai na construção civil e ele me sugeriu exatamente o que você esta informando. Ter uma proteção financeira para não depender 100% da aposentadoria do governo ou INSS.
    Seguindo a orientação do meu pai. Consegui acumular hoje uma renda mensal de 2 vezes da atual aposentadoria do INSS. Distribui minhas reservas financeiras hoje em 30% com imoveis, 30% em PGBL / VGBL que eu tenho para garantir a transmissão de herança para evitar pagar ITCMD, porém em alguns estados estão modificando as regras e cobrado alíquota de 4%, mas pode chegar até 8% sobre o valor do patrimônio transmitido. O restante da minha reserva esta em renda fixa LCI e CDB que me rendem em média 4% a %5 ao ano descontados da inflação e IR.
    Pelas minhas contas, se eu pudesse trabalhar com o meu dinheiro entregue ao INSS descontado diretamente da minha folha de pagamento teria hoje um retorno maior do valor que recebo e com um plano de saúde adequado.
    Para eu não ficar revoltado com o destino que foi dado a este dinheiro prefiro acreditar que ele ajudou alguém mais além de mim.
    Passei por varias crises, tive dinheiro confiscado na poupança, tive que pagar gasolina com ágio, mudanças nas regras do IR, mudanças nas normas da poupança quando eram rentáveis em relação a inflação, perdas pelas altas inflações, baixa correção do FGTS e outros. Minha preocupação para os próximos 15 ou 20 anos com o sistema do INSS para quem é aposentado e só tem esta fonte de renda, será a perda de aproximadamente de 40 ~ 50% no poder de compra.
    Para manter a máquina dos estados e governo em funcionamento precariamente bem como os políticos e outras classes privilegiadas legislando sobre seus salários. Serão necessários fazer mudanças nas regras do jogo para retirar de quem esta tentando fazer sua independência financeira. Por isto é muito importante ficarmos atento aos movimentos do mercado, procurando estudar e antever as mudanças econômicas.
    Leandro Ávila, sempre estou acompanhando seus comentários e de seus seguidores leitores, lendo seus livros e te agradeço muito por compartilhar seus conhecimentos empenho e sua dedicação.

    • Leandro Ávila 11 de dezembro de 2016 at 8:56 - Reply

      Oi Ronaldo, muito obrigado por contribuir com sua experiência e história de vida.

  132. Allan 11 de dezembro de 2016 at 2:01 - Reply

    Excelente abordagem sobre o tema…Parabéns pelo artigo…Tenho 29 anos e infelizmente somente agora acordei para assuntos relacionados a investimentos…Comecei esse ano a formular metas e fazer pequenos investimentos…Esse seu artigo veio me trazer mais motivação para continuar a pensar melhor não só no meu futuro mas também da minha família…
    Aguardo ansiosamente pelo próximo artigo!
    Obrigado.

    • Leandro Ávila 11 de dezembro de 2016 at 8:57 - Reply

      Oi Allan, você ainda é jovem e parabéns por acordar!

  133. Wagner Lazzari Ribeiro 11 de dezembro de 2016 at 10:51 - Reply

    Bom dia Leandro.Como de costume outro ótimo arquivo publicado.
    A questão é , se vamos conseguir nos aposentar e não quando.Graças a Deus e com ajuda de pessoas como você consegui me dar conta disso. E dar um rumo a minha vida ,não tercerizando aos outros cuidar de meus investimento.O que vejo é que infelizmente o ser humano é muito vaidoso ,se preocupa mais em mostrar ao vizinho que trocou o carro doque cuidar de suas finanças……Obrigado Leandro!!!!!

    • Leandro Ávila 12 de dezembro de 2016 at 6:34 - Reply

      Oi Wagner. Se as pessoas dedicassem o mesmo tempo e energia que dedicam pensando na vida dos outros para pensar na própria vida, muito sofrimento desnecessário seria evitado.

  134. Rogerio de Mendonça Barbosa 11 de dezembro de 2016 at 11:02 - Reply

    Olá Leandro,venho acompanhando os seus toques financeiros e já um pouco tarde estou me localizando em relação a isso tudo,tenho 46 anos e me encontro no Auxilio Doença pois tive uma doença neurológica que me impede de caminhar, meu salario no INSS é de $ 1317,00, pago um plano de saúde de $ 386,00 , estou tentando criar outra renda , queria um conselho seu meu amigo,obrigado.

    • Leandro Ávila 12 de dezembro de 2016 at 6:39 - Reply

      Oi Rogério. O conselho que posso dar é apenas um diante de uma doença. Continue caminhando de cabeça erguida. Com certeza você encontrará uma forma de, dentro das limitações, agregar valor na vida das pessoas através do trabalho que você pode desenvolver ou pode aprender a desenvolver. A vida é exatamente isso. Tudo é transitório. A saúde é transitória, o emprego e a renda que temos é transitório, as pessoas, governos e sistemas são transitórios. A única certeza que temos é que precisamos de preparo para continuar caminhando mesmo diante desses processos de transição.

  135. Mauro Vendemiatti 11 de dezembro de 2016 at 13:27 - Reply

    Leandro, muito bom seu post. Tenho 45 anos e me lembro que em 1989 ou 1990, quando entrei na faculdade, um professos de Matemática Financeira usou uma aula inteira para explicar o porque a Previdência privada estava quebrada e que era inviável.
    Ele queria nos orientar para não dependermos dela (exatamente o que você diz em seu post).
    Infelizmente a “ficha” não caiu por completo para mim na época, poderia ter poupado bem mais do que consegui poupar até hoje…

    • Leandro Ávila 12 de dezembro de 2016 at 6:40 - Reply

      Oi Mauro, fique feliz por ter outra oportunidade. Milhões de pessoas possuem menos tempo e saúde que você para fazer alguma coisa neste momento. Aproveite.

  136. Fabiane Fernandes 11 de dezembro de 2016 at 13:37 - Reply

    Leandro é possível fazer reservas para aposentadoria só no Tesouro Direto? Tenho 33 anos, meu plano era investir por 25 anos no Tesouro Direto para no final desde período reunir 3 milhões e retirar os juros anualmente. Pelos meus cálculos geraria uma renda mensal de 25mil, o que seria 12mil nos dias atuais. Tudo isso são projeções, minha preocupação é TD é algo que posso confiar como algo para investir por 25 anos? O problema que vejo é que o seguro é apena de 250mil por CPF e não sou uma investidora arrojada, e sim, cautelosa. Gosto de investimentos mais seguros. Eu deveria confiar em gerar 3 milhões apenas no TD?

    • Leandro Ávila 12 de dezembro de 2016 at 6:43 - Reply

      Oi Fabiane. Sim, é isso que os planos de previdência privada e fundos de pensão fazem com o seu dinheiro, só que cobram taxas muito elevadas para fazer o que você poderia fazer. Os títulos públicos são garantidos pelo Tesouro Nacional (caixa do governo) que é uma entidade de poder econômico muito superior ao FGC. Onde você acha que o FGC aplica o dinheiro que possui para garantir os recursos dos investidores quando o banco quebra? Se o Tesouro quebrar, todo o sistema financeiro quebra.

  137. Anderson 11 de dezembro de 2016 at 14:29 - Reply

    Então, o foco, a solução seria alterar o que define a obrigatoriedade da contribuição e torná-la opcional?

    • Leandro Ávila 12 de dezembro de 2016 at 6:46 - Reply

      Oi Anderson. Eu não tenho a menor ideia sobre qual seria a melhor solução para o sistema. Sei qual seria a solução para as pessoas. A solução seria ter controle sobre os frutos do próprio trabalho, assumir a responsabilidade por sua vida financeira com a ajuda de uma boa educação financeira nas escolas para que as pessoas possam aprender a cuidar do próprio dinheiro.

  138. Samuel 11 de dezembro de 2016 at 14:59 - Reply

    Se só a aposentadoria estivesse em perigo poderíamos estar feliz.
    Com este nível de pessoas que estão no poder em perigo está nossas vidas não nosso dinheiro.
    A falência do capitalismo ocorreu a muitos anos.
    Só estamos aguardando vir a tona a falência do banco central do mundo todo ,tal falência não vai deixar pedra sobre pedra.
    Uma pequena parte da população mundial ainda vive de ilusão,mas para muitos o mundo já acabou a muito.

    • Leandro Ávila 12 de dezembro de 2016 at 6:53 - Reply

      Oi Samuel. Isso que estamos enfrentando não tem nenhuma relação com a falência do capitalismo. O que temos no Brasil é o que chamam de “Capitalismo de Estado”. Nesse modelo o Estado passa a interferir em todos os setores da economia, em muitos deles possuem o controle e o monopólio, cobra absurdamente caro por todos os serviços que presta para a sociedade, oferece enriquecimento e privilégios somente para as empresas e pessoas que são amigas e parceiras dos políticos que estão no poder. Esse capitalismo de estado coloca toda culpa dos problemas que ele mesmo gera nas costas dos empresários que não são “amigos do governo”, aqueles que não pagam propina, não patrocinam campanhas políticas, etc. Se existisse um capitalismo de verdade no país, as coisas não estariam da forma que estão. Basta comparar a lista de países onde a sociedade possui mais liberdade para empreender (através do modelo capitalista) com a lista de países mais ricos e onde existe maior qualidade de vida.

  139. César Falcão 11 de dezembro de 2016 at 15:43 - Reply

    Oi Leandro!

    Por “sorte” também percebi a furada do INSS ainda com 22 anos. Estou com 29 anos e percebo que em poucos anos já poderei me aposentar (pra mim isso é sinônimo de independência financeira ou, segundo Robert Kiyosaki, isso é sair da corrida dos ratos, hehehe).

    Ou seja, dá pra qualquer um se aposentar sem ter que esperar até os 65 anos ou depender do governo.

    O que faço é simples: controlo meus gastos, mantenho um padrão de vida constante, não assumo qualquer tipo de financiamento ou empréstimo, estudo muito sobre dinheiro e investimentos, e invisto mensalmente com foco no longo prazo.

    Simplifiquei e hoje invisto assim para aposentadoria: fundo de pensão da minha empresa (mensal) + Tesouro IPCA (mensal) + Tesouro Pré (mensal) + BOVA11 (trimestral) + SMAL11 (semestral)

  140. Jose Americo Jorge Souza 11 de dezembro de 2016 at 17:24 - Reply

    ´Leandro,

    Mais uma vez parabens pelo excelente trabalho de educação e alerta para nós. Eu particularmente já penso em me aposentar independentemente da Previdencia Oficial. Tenho aplicações em LCA. LCI, Tesouro Direto, CDBs, Debentures e agora iniciando em FIIs e ações. Espero quando chegar aos 65 anos me aposentar. Hoje com 57 anos vejo que ainda tenho muito o que fazer.
    Apesar de o governo estar alardeando que o sistema de previdencia oficial é insustentável, tenho visto alguns artigos na internet, onde auditores da união afirmam não haver deficit, e sim superavit, pois a reserva dedicada ao pagamento de pensões e outras despesas do INSS, vem de outras fontes, além da contribuição dos empregados e empresas. No artigo que li fala sobre percentual de CSLL que tambem aporta valores para o fundo que sustenta o sistema de pagamento de contribuições.
    Voce tem informações sobre isso? O sistema é realmente insustentável ou o governo esta mais uma vez nos enganando
    Desde já agradeço.
    Um abraço.

    Jose Americo

    • Leandro Ávila 12 de dezembro de 2016 at 6:56 - Reply

      Oi José. Já comentei sobre o que esses “auditores” andam pregando por ai aqui mesmo entre os comentários, são os mesmos que defendem o calote da dívida pública e que são filiados a partidos de extrema-esquerda que ainda falam em socialismo como solução para o Brasil.

  141. Marco Santos 11 de dezembro de 2016 at 18:34 - Reply

    Oi Leandro

    Só passando para agradecer por compartilhar este artigo conosco. Um abraço

  142. Luciane 11 de dezembro de 2016 at 19:09 - Reply

    Boa noite. Tenho uma pequena poupança e duas previdências. Achei que estava num caminho seguro, mas lendo aqui vejo que não. Sou servidora federal. O que posso fazer para garantir meu futuro financeiro? Pode me dar uma ajuda?

    • Leandro Ávila 12 de dezembro de 2016 at 7:01 - Reply

      Oi Luciane. O primeiro passo seria começara a estudar mais sobre o funcionamento do mundo dos investimentos. Você logo vai descobrir que provavelmente seus planos de previdência rendem menos do que você mesma poderia fazer o dinheiro render se tivesse o básico de conhecimentos para isso. Durante toda vida você vai destinar uma parte do seu trabalho para remunerar os gestores desses planos através de taxas que você nem precisaria pagar se soubesse gerir seu próprio dinheiro. Aprender a cuidar do próprio dinheiro é o básico que todos deveriam aprender a fazer, pois sempre teremos que lidar com decisões envolvendo nosso dinheiro e não podemos transferir essa responsabilidade para governos ou instituições de qualquer tipo.

  143. Bruno 11 de dezembro de 2016 at 19:52 - Reply

    Excelente artigo Leandro, assim como todos que você publica. Aguardando ansiosamente o próximo artigo.

    Abs

  144. Ferdinando 11 de dezembro de 2016 at 21:53 - Reply

    Excelente abordagem Leandro.
    Mesmo sem muito conhecimento, eu comecei a minha previdência complementar para ser um complemento a do INSS, mas estou vendo que será a minha única fonte de renda no futuro. Comecei com PGBL, mas estou estudando cada mês mais. Faz 1 ano que sai disso e entrei no Tesouro direto ou CDI. Meu próximo passo é ir para corretoras fora dos grandes bancos, para conseguir retornos maiores (já fiz issso com Tesouro)
    Boa parte dessa minha evolução devo aos seus textos. Fico muito grato por compartilhar seu conhecimento conosco. Eles tem me ajudado muito.

    Aguardo o próximo.

    • Leandro Ávila 12 de dezembro de 2016 at 7:05 - Reply

      Oi Ferdinando, parabéns por sua evolução. Continue estudado e agindo!

  145. Rafael 12 de dezembro de 2016 at 7:27 - Reply

    Leandro,

    Sou funcionário público militar e tenho uma oportunidade de adquirir um imóvel que é praticamente a preço de custo por uma iniciativa de um órgão dentro de meu trabalho.

    O imóvel será adquirido na planta por 151k, sendo que terei que dar agora 10% desse valor mais, aproximadamente, 5K de taxas.

    ITBI será gratuito.

    No período de obras terei que dar aproximadamente 500 reais por mês e o prazo da obra são 24 meses.

    Hoje esse apartamento nos mesmo moldes, no condomínio ao lado, com 8 anos de uso está sendo vendido a ( no mínimo) 265K.

    A minha ideia é vendê-lo assim que ficar pronto pra embolsar essa quantia de 80 a 100K de lucro e investir.

    Creio que alugar não valha a pena, por representar apenas 0,5% do valor do imóvel, fora as eventuais vacâncias.
    Li o seu livro negro dos imóveis.

    Fiz alguns cálculos pra ver se valeria a pena, mas gostaria de uma ajuda profissional como a sua.
    Independente da valorização, hoje em dia um pronto já vale 100k a mais.

    Se puder me ajudar agradeço.

    Abraço.

    • Leandro Ávila 12 de dezembro de 2016 at 17:55 - Reply

      Oi Rafael, não tenho como emitir esse tipo de opinião por não conhecer o imóvel. O que posso dizer é que os imóveis na planta são os mais perigosos empreendimentos imobiliários que existem. Foi passando pela experiência de comprar imóveis na planta que escrevi o Livro Negro dos Imóveis, para que as pessoas possam evitar os problemas e riscos (que são muitos).

  146. Silvio Suassuna 12 de dezembro de 2016 at 7:34 - Reply

    Prezado Leandro

    Antes de tudo parabéns pelo otimo trabalho.
    Eu notei que a previdencia nao estava muito bem, achei que a solução seria migrar para o setor publico, engano, em 2004 passei num concurso e me acomodei, agora descobri que, só me escondi do problema. Mas como diz o ditado antes tarde do que nunca, tenho 58 anos e mesmo assim estou procurando informações de como PLANTAR MEU TRIGO.
    No inicio me veio aquele pensamento e agora!! com essa idade não tenho mais tempo pra iniciar um novo Plano, mais ai me lembrei de uma História que minha mãe usava como exemplo:
    Matusalem que morava embaixo de uma pedra e perguntavam :
    -Porque voce não constrói uma casa pra morar?, ele respondia:
    _ A vida é tão breve, morrerei logo, de que adianta tanto trabalho.
    Matusalem viveu 150 anos embaixo de uma pedra.moral da história nunca é tarde para recomeçar.

    Por isso resolvi me cadastrar nesse Clube, buscando informações para iniciar nessa nova jornada.
    Plantar meu trigo, ou contruir minha casa e sair debaixo da pedra.

    • Leandro Ávila 12 de dezembro de 2016 at 18:01 - Reply

      Oi Silvio, nunca é tarde para começar mesmo. Grandes empresas internacionais foram fundadas por pessoas com idade próxima ou acima de 50 anos como Hyundai, Starbucks, Nestlé, Nissan, IBM, Adidas, Walmart, etc.

  147. Guilherme 12 de dezembro de 2016 at 7:41 - Reply

    Parabéns Leandro, ótima introdução! Se possível, seria de muita ajuda se você fizesse um artigo sobre a Funpresp (que tem tudo a ver com o tema e pode ajudar muitos servidores públicos). Obrigado!

  148. angela silvestre 12 de dezembro de 2016 at 8:15 - Reply

    Ual!! Que maravilha de arquivo. Parabéns mais uma vez.
    Terei o prazer de divulgar o máximo de pessoas da minha lista de contatos esse arquivo.

    Um grande abraço.

  149. Afonso 12 de dezembro de 2016 at 9:02 - Reply

    Sou servidor público, tenho 30 anos e essas mudanças nos afetam diretamente, assim como a todos os trabalhadores. Sobretudo nas mudanças das pensões, que particularmente achei um pouco dura e desonesta. Mas tudo bem!
    Vejo alguns colegas mais velhos um tanto desesperados com essa situação, talvez pelo fato de nunca terem se preocupado em não depender da aposentadoria.
    Desde que comecei a ganhar dinheiro, até mesmo nos tempos de bolsista na universidade e de estagiário, venho destinando parte dos recursos como forma de aumentar minha renda passiva e depender menos do salário e, mais tarde da aposentadoria. Claro que a vida é uma caixinha de surpresas e imprevistos podem acontecer no meio do caminho. Mas se você se apegar a isso não fará nada na vida.
    Comecei guardando na poupança e aos poucos fui estudando e descobrindo novas formas de investir. Aprendi muito aqui no Clube dos Poupadores e a parti daqui dei o pontapé inicial há alguns anos. Hoje uso muito o tesouro direto, até mesmo de forma especulativa como aprendi no curso do Eduardinho (Carteira Rica). O produto depende do seu objetivo e da situação do momento. Gosto também de títulos privados de pequenos bancos.
    Espero que seja suficiente para não depender da aposentadoria no futuro. E se tudo sair como planejado, assim será.
    sei que nem todos podem investir ou sequer guardar uma parte do salário porque ganham pouco, ou porque têm que ajudar a família, etc. Guardar dinheiro ganhando um salário mínimo não é fácil. Mas, em vez de ficar se lamentando porque não sobra dinheiro, por que não procurar ganhar mais?? Arrumar um trabalho melhor, estudar, se qualificar, empreender… São muitas as possibilidades e quem quer corre atrás… ou na frente!!
    Não sou de família abastada e sempre tivemos uma vida simples e regrada. Hoje tenho uma situação mais tranquila devido ao meu próprio suor.
    Queria mesmo é que a previdência fosse opcional. Acho que deveria ser obrigatório apenas pagar sobre um salário mínimo e a partir daí, opcional. Assim poderíamos investir os recursos por conta própria. É muito mais vantajoso e rentável. Mas esse não é o pensamento dos nossos queridos políticos. Preferem meter a mão no bolso do cidadão e controlar o nosso dinheiro, aproveitando-se dos dividendos.

    • Leandro Ávila 12 de dezembro de 2016 at 18:04 - Reply

      Oi Afonso. Parabéns por investir em você e colher os frutos desse investimento. Obrigado por compartilhar sua experiência conosco.

  150. Investidor Educador 12 de dezembro de 2016 at 12:43 - Reply

    Boa tarde Leandro, Sou leitor assíduo aqui faz tempo e desde já agradeço pelo conhecimento compartilhado. Planejar o futro é o melhor caminho, ficar choramingando e reclamando do governo não levará a nenhum lugar bom, eu estou investindo em RF (Tesouro, LCI e CRA) e RV (FII’s) e com isso, planejo minha Independência Financeira, é muito gratificante você entender sobre dinheiro e conseguir visualizar seu futuro assim. At.

  151. Henrique 12 de dezembro de 2016 at 14:28 - Reply

    Oi Leandro, Excelente e muito oportuno tema.
    Meu nome é Henrique e a muito tempo decidi parar de reclamar do Governo ( de se indignar e lutar por um pais melhor nunca ! ) e principalmente esperar por algum retorno, seja ele segurança, saúde e educação, aqui neste pais e com essa turma nos governando, pode esquecer.
    Decidi então trilhar o meu caminho a tão esperada independência financeira, já estou quase lá, mas com este cenário politico financeiro, começo a me preocupar se da noite para o dia, não posso ficar sem tudo aquilo que poupei.
    Você vê algum risco de ocorrer novamente um sequestro dos bens do povo brasileiro? Se existir qual a melhor maneira de nos resguardar?
    Abs.!!!

    • Leandro Ávila 12 de dezembro de 2016 at 18:07 - Reply

      Parabéns Henrique! Não vejo qualquer possibilidade de sequestro, a não ser que o governo queira dar inicio a uma guerra civil. As pessoas não iriam aceitar outro “golpe” como aquele que aconteceu no governo Collor.

  152. Cammys 12 de dezembro de 2016 at 14:34 - Reply

    Mais uma vez Leandro, MUITO OBRIGADA!

    Comecei a pensar nisso a pouco tempo e por enquanto montei uma “carteira” com alguns títulos públicos, visando objetivos específicos. Faço aportes mensais rigorosamente. Queria diversificar um pouco mais, mas ainda estou estudando para ver qual a melhor opção para a minha realidade.

  153. Sandro 12 de dezembro de 2016 at 14:56 - Reply

    Olá Leandro, boa tarde e muito obrigado pelo artigo.

    Há uns 05 anos venho trabalhando a respeito do assunto aposentadoria. Estudei muito e comecei meus primeiros investimentos visando o longo prazo. Neste mês completo 46 anos de idade e hoje possuo investimentos em : cooperativa de reflorestamento, ações, fundo imobiliário, tesouro direto, dólar e poupança (para o caso de emergência).
    Sou leitor assíduo dos seus artigos e estou muito feliz com o conhecimento adquirido.

    Obrigado!

  154. daniela cardoso 12 de dezembro de 2016 at 15:24 - Reply

    Oi Leandro, parabéns pelo ótimo artigo. Acho incrível como mesmo nos achando inteirados no assunto ainda comemos algumas moscas. Acho q pelo medo de arriscar, tinha optado por continuar contribuindo com o INSS após deixar o meu segundo emprego, que é celetista. Como tenho dez anos de contribuição, pretendia continuar contribuindo após pedir demissão. Mas graças a deus, parei de comer mosca e me toquei q se eu investir o equivalente às minhas contribuições previdenciárias mensalmente no Tesouro Direto ou no CDB, por uns 25 anos, terei uma aposentadoria maior que a o INSS e num prazo mais curto. Assim, contribuo com o mínimo com o INSS so pra não perder o tempo que já tenho lá e contarei também com a aposentadoria do meu vínculo com o serviço público. Esse é um caminho louvável, acredito.

    • Leandro Ávila 12 de dezembro de 2016 at 18:10 - Reply

      Oi Daniela. Ter um projeto pessoal de aposentadoria fará toda a diferença.

  155. Wesley Elias 12 de dezembro de 2016 at 15:44 - Reply

    Olá Leandro ,meu nome e Wesley ,em primeiro lugar gostaria de te parabenizar pelo excelente trabalho que você vem fazendo ao longo deses anos, e particularmente venho acompanhando o seu trabalho já faz um bom tempo.
    Bom , com relação ao meu plano de aposentadoria e de minha esposa , depois de passar por dificuldades financeiras por um período de nossas vidas, percebemos então que o melhor a ser feito era ter mais conhecimentos em educação financeira , e colocá las em prática.
    Por iniciativa próprias, começamos a estudar pela internet vários sites sobre o tema, e o seu foi um desses , pelo qual não só lemos e aprendemos , como também fizemos o principal:
    Colocamos os nossos conhecimentoa em prática , e graças a Deus
    em primeiro lugar e em segundo a internet estamos caminhando rumo a nossa aposentadoria e a nossa independência financeira.
    Investimos em ativos de valor, tesouro ipca 2035 , ações de boas empresas pagadoras de dividendos e juros sobre capital próprio , já conseguirmos quitar um terrenos que foi mais uma realização e estamos empreendendo , temos o nosso próprio negócio, e isso após trabalhar 9 anos em uma empresa multinacional.
    Minha esposa e eu poderíamos ter utilizado o pouco capital que tinhamos para dar entrada em um apartamento e financiar por anos como muitos fazem, e no fim das contas acabam pagando três apartamentos e sem contar os anos que ficam presos a um financiamento interminável, mais nada contra quem faz esses tipo de negócio , mas infelizmente essa e a realidade de muitos por falta de procurar mais conhecimentos financeiros.
    Por fim, parabéns Leandro pelo conteúdo de qualidade.

    • Leandro Ávila 12 de dezembro de 2016 at 18:11 - Reply

      Oi Wesley. Obrigado e parabéns por dedicar seu tempo buscando seu próprio desenvolvimento.

  156. Gustavo 12 de dezembro de 2016 at 15:55 - Reply

    Excelente texto Leandro.

    Gostaria de saber sua opinião sobre Fiis e debentures como plano de previdência privada.

    Abraço

    • Leandro Ávila 12 de dezembro de 2016 at 18:13 - Reply

      Oi Gustavo. FII exige tempo para estudar e acompanhar os fundos onde você pretende investir. Existem muitos fundos diferentes e eles estão em constante mudança. O fundo bom atualmente pode não ser bom amanhã. Debêntures é interessante se você encontrar alguma que supere o Tesouro IPCA, com isenção de IR, e mesmo assim assumindo que essa diferença será para pagar o risco que você correrá. Se a empresa que emitiu as debêntures quebrar, você terá sérios problemas por ser um credor como qualquer outro. Debênture não possui garantir de pagamento do FGC e nem do Tesouro Nacional.

  157. Weder 12 de dezembro de 2016 at 16:10 - Reply

    Boa tarde Leandro,
    Tenho 37 anos e alguns empréstimos: Fiz um plano para pagamento e vou quitá-los num prazo de 2 a 3 anos, enquanto isso o que eu consigo poupar fica em torno de R$ 100 a 200 por mês. Você acha um prazo muito longo para quitação? Eu tento manter a motivação, mas vejo que já tem gente com muito menos idade que eu e num estágio muito mais avançado. No meu lugar, de que forma agiria?

    • Leandro Ávila 12 de dezembro de 2016 at 18:17 - Reply

      Oi Weder. Não existe milagre. Ganhar mais e gastar com inteligência são as duas frentes que você precisa encarar. Ganhar mais significa se qualificar mais, buscar novas oportunidades, produzir mais, se tornar um profissional mais valioso para as empresas. Gastar com inteligência exige educação financeira, disciplina, bons hábitos, ou seja. Você para conquistar mais sucesso e estabilidade financeira você terá que se tornar uma pessoa melhor. O que você é e sabe hoje te levou até os resultados que você esta colhendo agora. A pessoa que te levará para outro nível, terá que ser construída por você mesmo. Com 37 anos você ainda tem muito tempo pela frente.

  158. Aline 12 de dezembro de 2016 at 16:26 - Reply

    Leandro, gostaria de agradecer por este trabalho que você desenvolve. Graças a um dos seus artigos, finalmente tomei coragem ano passado e comecei a investir no TD. Já estudava o assunto há tempos, mas não tinha coragem de fazer o primeiro investimento. Como funcionária pública municipal, e tendo 11% de desconto no salário para um RPPS que com menos de um ano já tinha desvios de cerca de dois milhões, nunca acreditei que deveria depender somente dessa renda renda no futuro. Aqui também aprendi que quando o Estado não tiver recursos para pagar seu salário, a estabilidade não vale nada. Pago um preço muito alto por pensar diferente, sou frequentemente criticada. Como se ao escolher tomar minhas decisões, eu tivesse defendendo um tipo de governo, enquanto todos defendem os governos populistas, sem saber o quanto isso é prejudicial para si mesmo. Aguardo ansiosamente seu próximo artigo.

    • Leandro Ávila 12 de dezembro de 2016 at 18:18 - Reply

      Oi Aline. Parabéns por sua visão clara, por ter acordado para a realidade.

  159. golden 12 de dezembro de 2016 at 17:25 - Reply

    Boa tarde Leandro Ávila…

    Estou começando agora minha jornada rumo a educação financeira. Tenho quase 32 anos, sou servidora publica há 2 anos e contribuo no teto do regime proprio + funpresp. Ainda, estou pagando inss há 10 anos (antes minha mãe bancava como facultativo e hoje continuo pagando como contribuinte individual sobre o valor minimo pq nao quero perder o que já contribui e não compensa mais jogar esse tempo no publico). Confesso que nao sei se estou fazendo uma boa escolha, mas falta tanto tempo ainda que muita coisa pode acontecer.

    Fora isso, estou querendo começar a contribuir no tesouro direto IPCA +2035. Mas tenho uma duvida: vejo todo mundo querendo usar isso como plano de aposentadoria. Massivamente todos estão comprando isso e vao comecar a contribuir de modo a garantir uma previdencia dela. O que pode acontecer quando chegar a data de vencimento do titulo e esses milhões de pessoas (hipoteticamente falando) forem pegar o dinheiro de volta? Pode acontecer alguma coisa seria/grave?

    • Leandro Ávila 12 de dezembro de 2016 at 18:25 - Reply

      Oi Golden. A participação das pessoas físicas na dívida pública (comprando títulos da dívida pública) não representa 1% da dívida. 99% dos títulos emitidos pelo governo são comprados e negociados todos os dias pelos bancos, instituições financeiras, seguradoras, investidores internacionais e até planos de saúde. Se um dia o governo deixar de pagar seus credores, até aqueles que estão com dinheiro dentro da carteira ou embaixo do colchão serão atingidos já que todo o sistema financeiro seria destruído.

  160. Geraldo Miranda 12 de dezembro de 2016 at 18:09 - Reply

    Oi Leandro, desde os tempos dos feudalismo os governantes nunca fizeram nada para ajudar os vassalo e isso repete até os dias atuais, estou aposentado com 57 anos meus investimentos sempre foram focados na produção, tem muita gente jovem capacitada ,motivada e como muita vontade de fazer, eu assessoro como sócio minoritário e fico com uma pequena parte dos dividendos, estamos sobrevivendo nessa crise e transformando tudo em oportunidades só que temos que trabalhar em dobro, procuro deixar minhas aplicações em LCI e CDB , o dinheiro do INSS tenho a sensação que é temporário por isso diversifico os ovos em varias cestas para na media não perder. Se eu tivesse acesso as informações passadas neste cite a 30 anos atras hoje estaria 1000 anos luz na frente. Obrigado

    • Leandro Ávila 12 de dezembro de 2016 at 18:29 - Reply

      Oi Geraldo. Eles ofereciam segurança. Eram donos de exércitos e mandavam construir muros. Exigiam o pagamento de impostos por essa segurança. Hoje é a mesma coisa. O Estado tem o monopólio da violência, do julgamento das pessoas, somente ele pode prender, punir, matar (onde existe pena de morte), tomar as coisas das pessoas, obrigar as pessoas a fazer ou desfazer criando leis para isso. Na cidade onde moro nem segurança temos direito. Crimes acontecem todos os dias sem que ninguém faça nada. Obrigado por suas palavras, eu espero que nos próximos 30 anos, muitos leitores do Clube dos Poupadores possam compartilhar o que aprenderam com seus filhos, netos, amigos e muitos possam escapar do sofrimento desnecessário gerado pela ignorância financeira.

  161. ROBSON SANTOS 12 de dezembro de 2016 at 18:12 - Reply

    Olá, os artigos que são publicados aqui são ótimos e tem me ajudado muito. Estou pensando em fazer um circulo de leitura com esta nova edição para as pessoas que trabalham comigo.
    a um ano decidi ter meu primeiro milhão em um periodo de 10 anos. Não para falar que o tenho, mas para justamente ter a minha “aposentadoria” com 45 anos de idade. Atingindo isso, não significa para, muito pelo contrário, sempre seguir em frete e ajudando mais e mais pessoas.
    Hoje tenho estudado aprendido e aplicado em tesouro direto, CDBs, debentures e ações.
    Tento fazer meu dever de casa, conscientizando minha esposa sobre o assunto. A batalha está dura, mas vou conseguir.
    Fico triste com alguns colegas do trabalha que já indiquei o site e dou dicas sobre o assunto, mas infelizmente dos 5 mais próximos que já conversei, apenas um fez uma pequena esperiência.
    Vou seguindo aprendendo e dando as dicas, o futuro é de cada um, espero que acordem como eu acordei.

    Grande abraço,

    • Leandro Ávila 12 de dezembro de 2016 at 18:32 - Reply

      Oi Robson. Parabéns por transformar sua vida. Infelizmente mudar a cabeça das pessoas é um trabalho difícil, quase impossível quando elas não querem receber ajuda. Um dia as pessoas que você conhece estarão prontas para buscar e receber orientações.

  162. Hoto Silva 12 de dezembro de 2016 at 21:16 - Reply

    Como sempre muito bom, Leandro. Muito obrigado mais uma vez.

  163. Irineu 13 de dezembro de 2016 at 6:18 - Reply

    Leandro, parabéns por iniciar essa série de artigos. Eu concordo plenamente com você, mas me surgiu uma dúvida:

    Muitas pessoas optam por não contribuir com o INSS, pois já sabem que correm o risco de não se aposentar por mudanças na lei.

    Um pessoa que não contribui com o INSS e não tem uma reserva de emergência, caso ocorra algum problema de saúde ou algo similar, ela não conseguira uma ajuda financeira (Sabemos que nesse casso se ela pagar o INSS ela consegue um auxilio doença) como a pessoa deve agir nessa situação?

    • Leandro Ávila 13 de dezembro de 2016 at 11:59 - Reply

      Oi Irineu. O INSS deve ser entendido como uma seguradora, pois é exatamente isso que ela é e por este motivo chamam seus “clientes” de “segurados”. Não é qualquer pessoa que fica doente que tem o direito de receber auxílio-doença. Se você não estiver pagando as mensalidades do INSS você não é considerado um segurado, se parar de pagar por algum motivo deixa de ser segurado e ainda precisa esperar uma carência. Veja um exemplo http://www.previdencia.gov.br/servicos-ao-cidadao/informacoes-gerais/qualidade-de-segurado/
      O governo possui um programa de Assistência Social criado para atender pessoas miseráveis ou pessoas incapazes e idosos que não possuem recursos e nem condições de manter a própria vida. Dessa forma, o benefício assistencial é uma coisa e o benefícios previdenciário é outra coisa diferente. O grande problema é que o INSS também é responsável pelos programas de “Assistência Social”. O correto seria o governo não ter misturado as duas coisas. Um exemplo de quem tem direito a um “Benefício Assistencial de Prestação Continuada”, mesmo sem ter pago nada durante a vida para a previdência, são as pessoas com deficiência ou idosa (pessoa com 65 anos ou mais tanto para homem quanto para a mulher) que não tenha meios de prover a própria subsistência e nem de tê-la provida por sua família. É necessário provar essa condição. Um exemplo disso seria um idoso que comprovadamente não tenha meios de prover a própria subsistência e que não tenha parentes (netos, filhos, irmãos, etc) com capacidade de ajudar. O benefício seria de um salário mínimo. Lei Orgânica de Assistência Social. Programas como o Bolsa Família também fazem parte da Assistência Social. Esses programas são importantes, mas não devem ser utilizados como justificativa para não pensar no futuro.

      • Irineu 15 de dezembro de 2016 at 17:35 - Reply

        Leandro, realmente não tinha pensado dessa forma. Pense no futuro é essencial. Mas uma vez parabéns pelo trabalho.

  164. Uilson 13 de dezembro de 2016 at 6:58 - Reply

    Olá Leandro, tenho 42 anos e já contribui 25 anos pro INSS, desde 2009 eu trabalho por conta própria e pago 20% sobre o salário mínimo que dá hoje 176 reais, já tenho aplicações no tesouro direto apesar de não ter investido ainda em títulos com vencimento muito longo.
    Minha grande duvida é se continuo ou não a contribuir para o INSS e passo a apenas investir por conta própria para minha aposentadoria daqui uns 25 anos.

    • Leandro Ávila 13 de dezembro de 2016 at 12:02 - Reply

      Oi Uilson. Eu também pago INSS, por ser dono de uma empresa, mas encaro como um seguro equivalente a pagar um seguro por invalidez e que no futuro me dará o direito de receber pelo menos um salário mínimo. Impossível saber o que vai representar um salário mínimo no futuro já que as regras para definir esse salário já mudaram no passado e podem mudar no futuro. O importante é que você tem 25 anos para tomar decisões que tornarão essa renda do INSS irrelevantes.

  165. Selma 13 de dezembro de 2016 at 8:56 - Reply

    Leandro muito úteis suas informações.
    Tenho um plano de previdência privada onde a empresa que trabalho contribui com metade do valor da contribuição mensal. Aplico no Tesouro IPCA. Aguardo melhoria no mercado de imóveis para adquirir um imóvel para obter renda de aluguel, quando for vantajoso, ou seja, juros baixos.

  166. Alfredo 13 de dezembro de 2016 at 9:47 - Reply

    Leandro cara muito obrigado por essa serie de artigos, ainda sou jovem tenho 16 anos mas estou observando que essa economia desse pais estar muito ruim e a tendencia é somente piorar estou começando a investir, mas como sou de menor estou investindo somente na poupança. Estou tentando adquiri um conhecimento maior sobre tesouro direto para que futuramente possa passar a investir não mas na poupança e sim no tesouro direto.

    • Leandro Ávila 13 de dezembro de 2016 at 12:06 - Reply

      Oi Alfredo, Parabéns! Você terá um futuro financeiro maravilhoso só pelo fato de estar se informando sobre esse assunto com apenas 16 anos. Você está muitos passos na frente de uma geração de milhões de jovens que neste momento só estão preocupados em minerar no Minecraft. Nada contra o Minecraft, inclusive acho muito educativo para crianças, mas vejo muito adolescente barbudo que já deveriam estar olhando para o mundo real.

  167. Henrique Starling 13 de dezembro de 2016 at 14:52 - Reply

    Boa tarde, sensacional o texto, so fiquei com duvida na hora que voce diz que o governo não tem a obrigação de enriquecer a população mas sim prestar serviços.
    Eu concordo com voce, mas na questão de por exemplo quando ele acha petróleo ? Não seria para enriquecer a população ?

    • Leandro Ávila 13 de dezembro de 2016 at 16:55 - Reply

      Oi Henrique. Não é necessário achar petróleo. O governo é “sócio” de todas das empresas, da mais simples barraquinha de cachorro quente até as maiores e mais poderosas empresas do Brasil já que ficam com uma parte dos lucros de todas as empresas através da cobrança dos impostos. Não é necessário ter uma empresa do governo para extrair petróleo. Qualquer empresa capaz de produzir riquezas no país já é obrigada a entregar uma parte dos seus lucros para o Estado.

      • Henrique Starling 24 de dezembro de 2016 at 13:35 - Reply

        Sim, mas eu falo na questão de por exemplo, quando o governo acha petróleo ele tem o dever de repassar isso para a população , logo esta gerando riquezas para ela.

        • Leandro Ávila 26 de dezembro de 2016 at 6:26 - Reply

          Oi Henrique. Governo não deveria ser empresa de petróleo. Se ele acha petróleo deveria vender o direito de exploração para quem entende de petróleo e esse dinheiro da venda ele faria sua função de governo. Para cada litro de petróleo extraído e comercializado existiria a cobrança de impostos. Ao cobrar impostos é como se o governo estivesse se apoderando de uma parte do petróleo extraído. Os recursos desses impostos deveriam ser utilizados para benefício da população.

  168. Thiago 13 de dezembro de 2016 at 15:43 - Reply

    Muito bacana o artigo, sempre me preocupei com do dinheiro, de apenas gastar aquilo que tinha e não mais que aquilo, mas apenas a 2 anos atrás comecei a poupar para minha aposentadoria e a pouco tempo troquei a previdência privada pelo investimento no tesouro, atualmente não estou fazendo aportes pois comprei um imovel recentemente(sem retirar a grana do investimento), mas assim que as coisas se estabilizarem pretendo voltar a fazer aportes para ter uma aposentadoria tranquila.

  169. Dhiego Hendrix 13 de dezembro de 2016 at 20:25 - Reply

    Gostei muito do post, muito obrigado. Realmente tem coisas que você disse aí que são para a vida

  170. elton 13 de dezembro de 2016 at 22:30 - Reply

    Leandro, você é adepto da escola austríaca ? Engraçado é chamarem os ajustes de reforma. Reforma seria eu poder acompanhar todos os depósitos de previdência em uma unica conta, ou até mesmo optar por aderir ou não ao sistema. Belo post, parabéns

    • Leandro Ávila 14 de dezembro de 2016 at 16:58 - Reply

      Oi Elton, faz poucos anos que li sobre a escola austríaca. Na verdade você não precisa estudar nenhuma escola da economia para entender que o Estado é responsável por atrapalhar a vida das pessoas que querem trabalhar mais e produzir mais. Basta tomar a decisão de parar de pedir emprego e passar a gerar emprego. É quando você abre o seu primeiro negócio que você descobre o que é ser empresário no Brasil.

  171. Yanes Lima 13 de dezembro de 2016 at 22:39 - Reply

    Sim, conhecimento é poder! Por isso estou lendo seus livros sobre educação financeira. Já sou um investidor de sucesso. Estou cada vez mais adquirindo conhecimento e fazendo corretos investimentos. Eu sou rico! Eu sou próspero! Obrigado!

  172. Julio Cesar 14 de dezembro de 2016 at 9:48 - Reply

    Agradeço a Deus por me cadastrar e Assinar essa página!! hahaha
    Muito obrigado pelos toques e ensinamentos que você nos passa Leandro Ávila!
    Deus continue te abençoando e dando forças nessa sua missão! Que todos nós aqui pelo menos possamos ter a missão de compartilhar essas informações a todos que conhecemos, para dar uma educação e esclarecimento a todos!
    Forte abraço.

  173. Natanael Gohl 14 de dezembro de 2016 at 10:06 - Reply

    comecei meu “plano” de aposentadoria desde que tive minha carteira assinada, meu salário gigantesco de 1067 reais não da pra fazer aquele investimento dos sonhos, então bolei um pequeno projeto, que creio ser possível sustentar ele e conseguir viver com certa qualidade de vida, 1° procuro ficar sem dividas, a unica que tenho é de uma moto que comprei do meu irmão, sem juros e parcelada em 32 vezes, a moto me da uma manutenção a mais, mas para mim isso vale a pena porque ela me da liberdade de fazer as coisas que gosto quando eu sinto necessidade, então é como uma válvula de escape para o estresse cotidiano. 2° reservo 20% do meu salário eu arredondei durante esse meu primeiro ano para 200 reais por mês que são investidos em tesouro ipca 2019 e 2024, depende de qual está com a taxa mais atraente, evito comprar o 2050 porque não sei como vai estar a situação das taxas até lá, com o ipca me mantenho protegido da inflação e descontando as taxas de ir e custodia tenho um rendimento de no minimo 5% a.a (real), a cada ano que passa eu corrijo o valor investido, com a inflação e mais 2% a 3%, ou seja não temos a inflação total deste ano ainda, mas creio que vai girar no máximo a 7% então meus 200 reais iriam sofrer uma correção de 7+3 = 10% ou seja iria passar a investir em 2017 220 reais por mês, este é meu plano para aposentadoria, porém fazendo ele não posso comprar uma casa ou um carro dos sonhos, ao menos com esse salário, tenho que manter meu padrão de vida baixo, moro com meus pais ainda e por isso este modelo é sustentável, mas estou a procura de uma fonte de renda extra, ou de um novo emprego, também sempre estudo, agora não estou cursando nada mas mantenho sempre o costume de comprar alguns livros sobre o que me interessa, economia principalmente e faço a leitura deles, mas pretendo passar no enem e conseguir uma bolsa de estudos e conseguir aumentar minha fonte de renda, para me aposentar mais fácil e ter uma maior qualidade de vida. não sei se é o melhor plano, mas para quem não sabia nem o que era inflação no inicio de 2016 acho que estou evoluindo a cada dia.
    livros que li: O Homem Mais Rico da Babilônia, Pai Rico Pai Pobre, O Investidor Inteligente, Crash Uma Breve História de Economia, O Monge e o Empresário.

    • Leandro Ávila 14 de dezembro de 2016 at 16:51 - Reply

      Oi Natanael, pelo que entendi você é uma pessoa jovem. Nesta fase da vida o seu maior investimento precisa ser você mesmo. É necessário se capacitar para que você aprenda a entregar mais valor quando estiver trabalhando. Quanto maior o valor do seu trabalho, maior será a sua renda por hora trabalhada. Foque nisso. A sua atividade profissional também deve ser encarada como um investimento, é o maior de todos por transformar seu tempo e sua energia em dinheiro todos os meses.

  174. Sarah 14 de dezembro de 2016 at 16:17 - Reply

    Muito bom o seu Blog, Leandro.

    Começei a ler no início desse ano, por indicação de um amigo. Gosto do tema educação financeira e não conhecia um site que tivesse informações úteis, confiáveis e com uma linguagem mais simples. E desde que ele me indicou, acompanho sempre.
    Obrigada pelo tempo que você dedica a escrever para nós.

    Sou Psicóloga, me formei ano passado e passei num processo seletivo para trainee em uma grande empresa. Fiz o plano de previdência da empresa, para minimizar o desconto de IR, e porque no futuro pode ser um $ a mais.
    Desde que começei a ler o Blog, estruturei minha reserva financeira (6 salários brutos) na LFT – o que me permite uma boa liquidez em caso de desligamento da empresa.
    E para começar a criar meu patrimônio, invisto em CDB’s que me retornem mais de 112% do CDI a curto prazo (1 – 2 anos). Assim é um dinheiro que sei que não poderei contar por um tempo, mas que me trará um bom retorno. E esse dinheiro será reinvestido a cada vencimento. Esse dinheiro poupado e investido servirá para que eu pare de trabalhar como empregada e empreenda em algo que eu realmente goste e tenha paixão.

    Seu blog tem me ajudado muito na consciência financeira. Às vezes o difícil é encontrar o equilíbrio entre poupar e investir ou usar para diversão/lazer. Como eu costumo falar, de tudo que eu posso fazer com meu dinheiro, o que eu mais gosto é guardar. Mas às vezes me privo de algo que eu quero, por medo de não guardar o suficiente. (Mesmo assim consigo economizar cerca de 45% do meu salário líquido).

    • Leandro Ávila 14 de dezembro de 2016 at 16:48 - Reply

      Oi Sarah. Você não precisa se privar de nada, basta fazer tudo de forma planejada. Reserve uma parte da sua renda para investir em diversão e lazer. Escolha as atividades de lazer que vão proporcionar a maior satisfação por cada R$1 investido. Considere isso como investimento na sua saúde mental. Sem uma mente equilibrada você não terá bons resultados no trabalho e nem bons resultados na sua saúde mental e física.

  175. Danilo 14 de dezembro de 2016 at 18:01 - Reply

    Não acredito em deus(es) muito menos em santos, acredito em iniciativas particulares como a sua. Acho que você merece todo o apoio possível. Aprendi muito aqui e tenho certeza de que continuarei aprendendo. Sobre a estratégia para aposentadoria, por enquanto faço o básico: invisto em título público, mais especificamente Tesouro IPCA. Mas pretendo diversificar o quanto antes, e já estou estudando seus artigos para isso. Um grande abraço!…

    • Leandro Ávila 19 de dezembro de 2016 at 11:41 - Reply

      Obrigado Danilo. Deuses e santos também não se importam se você acredita ou não neles. O importante é o que você anda fazendo para o bem da humanidade, o resto é detalhe.

  176. João 15 de dezembro de 2016 at 6:35 - Reply

    Leandro como de costume seus artigos são sempre “fora de série” . Quero sua ajuda pra esclarecer uma dúvida , recentemente foi feita uma pesquisa onde a Marina Silva do partido PSOL ficou em segundo lugar para assumir o cargo PRESIDENCIAL do Brasil. Caso isso ocorrer temos algum risco do não pagamento da dívida interna? Sendo que ela tem uma ideologia do comunismo.

    Abraço

    • Leandro Ávila 19 de dezembro de 2016 at 12:00 - Reply

      Oi João. A Marina da Silva não é do PSOL. Ela já foi do PT, PV, PSB e agora é de um partido chamado REDE (fundado por ela). Ainda não vi ela refendendo o calote da dívida pública. O partido dela parece ser de esquerda menos radical que o PSOL, PSTU e outros que defendem o calote abertamente e a transformação do Brasil em um país socialista ou comunista.

  177. Fabiane Fernandes 16 de dezembro de 2016 at 8:37 - Reply

    Minha dúvida sobre o Tesouro Direto é que temos que aplicar através de uma instituição financeira. Se a corretora/instituição falir como posso resgatar meu dinheiro? Seria mais seguro fazer com uma Instituição como a CAIXA (governo) ou não?
    Obrigada!

    • Leandro Ávila 19 de dezembro de 2016 at 12:05 - Reply

      Oi Fabiane. As corretoras são apenas intermediadoras. Os seus títulos não ficam nas corretoras. Se a corretora que você utilizava quebrar, basta escolher outra corretora. Os títulos ficam guardados na BM&FBOVESPA que é a bolsa de valores brasileira. Na verdade o Tesouro Direto é fruto de uma parceria entre o Tesouro Nacional e BM&FBOVESPA para oferecer títulos públicos para as pessoas físicas. Investindo pela Caixa ou por qualquer grande banco você será taxada e essa taxa costuma ser elevada já que os bancos não querem que você invista em títulos públicos diretamente. Eles preferem vender fundos de investimento que investem seu dinheiro em títulos públicos para poderem cobrar taxas administrativas elevadas.

  178. Armando 16 de dezembro de 2016 at 9:19 - Reply

    Bom dia Leandro!

    Já sei o governo vai criar mais impostos para a previdencia.

    Abs

    • Leandro Ávila 19 de dezembro de 2016 at 12:05 - Reply

      Oi Armando. Quando falta dinheiro a primeira coisa que eles fazem é aumentar os impostos.

  179. Léo 16 de dezembro de 2016 at 15:49 - Reply

    Leandro. obrigado pelos seus artigos. Quero começar a investir de forma independente em tesouro direto e renda fixa. Porém, estou muito na dúvida, pois, estou tentado a investir através de corretora de investimento que não cobra taxa de adm, e tem retorno melhor, porém, não me transmite muita segurança. Já ouvi dizer de quebra de algumas. Por outro lado, os grandes bancos dão mais segurança, mas cobram taxa e entregam menor rendimento ao pequeno investidor. Qual sua opinião?

    • Leandro Ávila 19 de dezembro de 2016 at 12:07 - Reply

      Oi Léo. Das corretoras que já vi quebrar, todas eram corretoras pequenas. Mesmo assim, a corretora é apenas uma intermediária entre você e os investimentos. Se elas quebram o seu dinheiro continua investindo no título público que estará custodiado na BM&FBOVESPA. Você só terá o trabalho de trocar de corretora. Prefira as corretoras de maior porte. Os bancos detestam títulos públicos pois tiram clientes dos fundos DI e fundos de renda fixa que eles oferecem cobrando taxas elevadas.

  180. Carlos Pereira 16 de dezembro de 2016 at 22:12 - Reply

    … Quero, inicialmente, parabenizar Leandro Ávila pelos relevantes esclarecimentos prestados relativo ao tema “Educação Financeira”. Depois de ler vários artigos, comentários e etc. Uma coisa me chamou a atenção no tocante a aposentadoria (INSS) e aplicações no Tesouro Direto. É que ambos são gerenciados pelo Governo Federal. Sei que são coisas distintas, mas vou logo ao ponto. Será que podemos confiar que o Governo vai cumprir com as suas obrigações no momento que o investidor for resgatar o seu título daqui 30 anos? Penso que é temerário alguém aportar todos os seus recursos só no Tesouro Direto, para garantir suas aposentadorias…

    • Leandro Ávila 19 de dezembro de 2016 at 12:12 - Reply

      Oi Carlos. Existe uma pequena diferença. Quando você investe em títulos públicos você se torna credor do governo, ou seja, você emprestou o seu dinheiro para o governo em troca de juros. É uma situação totalmente diferente quando comparamos com o INSS. Pagar o INSS é como pagar um imposto. Você não tem garantia de que o governo irá devolver seu dinheiro em forma de benefício, da mesma forma que o governo não garante saúde pública de qualidade e educação de qualidade. Infelizmente existe um total desrespeito dos governantes com relação aos contribuintes. A situação muda totalmente quando você se torna um credor. O respeito que o governo tem com seus credores é totalmente diferente e isso vale no mundo todo. Quando você empresta dinheiro para o governo você passa a ter a mesma relação que o governo tem com os bancos e as instituições financeiras que emprestam dinheiro para eles e que recebem juros religiosamente em dia para que no governo não passe a imagem de caloteiro. O valor da moeda depende dessa imagem de bom pagador. O sistema financeiro, as taxas de juros e a inflação dependem do fato do governo ser um bom pagador de seus credores. Esses credores não são como os eleitores. Quando o governo não cumpre o que promete ao eleitor, nada acontece, as vezes eles até são reeleitos. No sistema financeiro a coisa não funciona assim, o jogo é totalmente diferente.

  181. Willians Branco 17 de dezembro de 2016 at 18:24 - Reply

    Leandro, através de um colega de trabalho passei a ter os primeiros contatos com investimento, depois conheci em busca no Google o clube dia poupadores, passei a ler todos artigos, comecei a investir em títulos públicos, passei ser ganancioso, mais aprendi muito, passei a ler mais, e adquirir os produtos do clube dos poupadores, os três livros, estou na metade do segundo, esse ano foi complexo , minha esposa passou por duas sirugias perdi pouco foco mais por uma causa justa a minha família. Mais só tenho agradecer a você Leandro Ávila por mudar meus pensamentos através dos artigos escritos, que Senhor Jesus abençoe sua vida grandemente.

    Abraços

    Willians

    • Leandro Ávila 19 de dezembro de 2016 at 12:14 - Reply

      Oi Willians. Parabéns por sua dedicação e seus estudos!

  182. Silvio 17 de dezembro de 2016 at 22:29 - Reply

    Boa noite Leandro .Tenho acompanhado suas publicações e me interesso pelo conteúdo e dicascompartilhadas . Tenho 52 anos , prestes a me aposentar porém já sei que o valor que vou receber não chega nem a 30 % do atual salário o que significa continuar trabalhando após “aposentar ‘.e saber que dei muito dinheiro de graça para nosso bondoso governo. Hoje tenho um valor bem pequeno em CDB, pois como tenho um apartamento financiado que ficou 07 meses fechado, tive que lançar mão desse recurso para bancar prestações ,condominio etc. Esse apartamento quando alugado ele se paga sozinho (prestação de 1.800 reais) porém quando ficou vazio me custou 2.300 por mês , consumindo minha reserva . Está avaliado em 450 mil com um saldo devedor de 150 mil ou seja se conseguir um comprador eu quitaria esse financiamento que fiz em 2011 e me sobraria 300 mil. A minha dúvida é o que fazer com esse dinheiro para render , sem risco de perdê-lo.

    • Leandro Ávila 19 de dezembro de 2016 at 13:21 - Reply

      Oi Silvio. Você precisa investir um tempo aprendendo mais sobre os investimentos que existem. Se você não fizer isso agora, sempre terá esse tipo de dificuldade que é avaliar as melhores opções do momento para fazer o seu dinheiro render.

  183. Investidor Otimista 18 de dezembro de 2016 at 6:39 - Reply

    Leandro porque você não aceitou meu comentário a respeito da Marina Silva do PSOL, está em segundo lugar na preferência dos brasileiros para presidente (a) do Brasil? Isso é um risco pra quem investe em títulos públicos, pois a ideologia dela é comunista. Aguardo resposta novamente.

    • Leandro Ávila 19 de dezembro de 2016 at 12:17 - Reply

      Olá investidor. O seu comentário foi respondido. Eu não costumo apagar comentários dos leitores. Só que você precisa ter um pouco de paciência pois são centenas de comentários todos os dias e eu dou prioridade para responder comentários dos artigos novos e somente depois vou respondendo os mais antigos. E como falei, a Marina não é do PSOL.

  184. Deíllio Souza 19 de dezembro de 2016 at 13:23 - Reply

    Há alguns anos eu entendi que o INSS era balela, mas acabei entrando em outra barca furada – mas no plano privado – a famosa previdência. Somente há alguns meses eu decidi contratar um consultor financeiro e tenho aprendido sobre planejamento financeiro a longo prazo.
    Meu plano de aposentadoria envolve comprar agora (34 anos) uma casa confortável que me garanta ao menos a possibilidade de viver em minha velhice, também estou colocando em prática um plano de troca de carro a cada 2 ou 3 anos para manter sempre o padrão e estou criando uma carteira diversificada de investimentos que, por enquanto, tem Tesouro Direto e CDB, mas no futuro quero investir em outros fundos e também na bolsa. Mas cada coisa no seu lugar.
    Meu objetivo é chegar a 1 milhão em 15 anos.

    • Leandro Ávila 21 de dezembro de 2016 at 16:29 - Reply

      Oi Deíllio. Parabéns por ter um plano! isso é o mais importante.

  185. Osvaldo Roberto de Carli 20 de dezembro de 2016 at 20:52 - Reply

    Leandro, muito obrigado pela lucidez de seu artigo.
    Realmente tempos difíceis estes que vivemos, mas esperar que o governo faça a parte dele ainda mais com a Previdência, é muita ingenuidade!
    Eu estou com 44 anos e já cometi inúmeras erradas, irresponsáveis ou negligentes escolhas ou decisões.
    Na altura do meu campeonato, desde de Janeiro deste ano, eu invisto no Tesouro Direto adquirindo de um a dois títulos por mês, e nesta data dá +/- R$ 10012,26 em doi. mas também estou construindo um fundo para caso eu fique desempregado ele me suporte por uns 9 a 12 meses.
    E para 2017, eu planejo procurar e encontrar uma segunda fonte de renda, inclusive voltarei estudar e terminar a tão sonhada faculdade.
    Mais uma vez, muito obrigado.

    • Leandro Ávila 21 de dezembro de 2016 at 16:30 - Reply

      Oi Osvaldo. Parabéns por investir na sua educação!

  186. Djalma Straube 21 de dezembro de 2016 at 2:30 - Reply

    O déficit da Previdência Social do Brasil é uma farsa segundo a pesquisadora Denise Gentil em sua tese de doutorado, o que precisa urgente no Brasil é de uma Auditoria Cidadã da Dívida Pública que é um esquema fraudulento que enriquece os Bancos e investidores privilegiados e abocanha mais de 45 % do orçamento da União e destrói direitos sociais da população mais carente

    • Leandro Ávila 21 de dezembro de 2016 at 16:33 - Reply

      Olá Djalma, eu recomendo que você dedique mais tempo lendo sobre o funcionamento da dívida pública e sobre economia e menos tempo lendo o material de propaganda política que militantes de partidos de extrema-esquerda produzem e distribuem na internet.

  187. Marcos Rocha 26 de dezembro de 2016 at 13:52 - Reply

    Leandro Avila, excelente artigo..o vídeo dos búfalos na dúvida para atravessar o rio, se um tronco ou crocodilo foi uma sacada e tanto. Mostra a alienação da consciência social, que em outras palavras, o preço cobrado pela tutela do Governo. Vamos mudar essa situação.!!!!!

    • Leandro Ávila 26 de dezembro de 2016 at 15:19 - Reply

      Oi Marcos. A mudança começa na casa de cada um. Vamos começar.

  188. Geovane Paulo Hoelscher 5 de janeiro de 2017 at 17:28 - Reply

    Fiquei muito feliz em encontrar este site. Já adicionei aos favoritos. Pretendo vasculhar tudo aqui em busca de conhecimento.

    Muito obrigado Leandro e equipe, por compartilhar tanta coisa boa.

  189. Maria Lourença Lobato Falagan 15 de janeiro de 2017 at 21:22 - Reply

    Leandro, trabalhei toda minha vida nos Correios. Aposentei em 2008. Evidente que meu padrão de vida caiu muito. Entretanto tinha onde morar e, o que recebia do INSS e o complemento do POSTALIS (previdência privada dos correios) permitia-me sobreviver. Como no nosso país temos muitos políticos honestos, houve um rombo milionário no POSTALIS, ninguém foi responsabilizado e, foi decidido pelo governo, que nós os empregados(donos do dinheiro mal aplicado pelos diretores), e que contribuímos por quase 30 anos, iriamos pagar pelo “erro”dos administradores do Fundo. Arranjaram um nome muito bonito para nos assaltarem TAC – Termo de Ajustamento de Conduta. Desde maio de 2015, eles aumentaram a contribuição dos assistidos(aposentados) para com o POSTALIS, em quase 18%. Não preciso dizer o que aconteceu com minha vida. Daqui a dois meses,dependendo de qual seja o valor a recolher para o IRPF( tenho renda!!!), eu não terei como sobreviver, pois meus custos fixos em dezembro eram de R$2893,24(a alimentação não está incluída nesse montante) e meu líquido percebido de R$5.341,44. Meus dois filhos estão desempregados. Estou consciente que meu destino é pedir esmola, suicidar-me ou tentar alguma vaga no crime organizado, visto que não existe trabalho nesse país. Me dê alguma ideia por favor!!! vou fazer 60 anos em abril

    • Leandro Ávila 2 de fevereiro de 2017 at 16:03 - Reply

      Oi Maria. O pior é que nada impede que novos problemas possam ocorrer no futuro. Sempre que novos políticos são eleitos eles trocam a direção dessas empresas. Seus filhos precisam fazer um esforço maior para conseguir um emprego ou devem buscar meios de desenvolver um trabalho. Nem sempre existe emprego, mas por toda parte existem formas de trabalho e meios de obter renda honestamente. Procure mais informações sobre empreendedorismo.

  190. Maraize Braga 19 de março de 2017 at 13:51 - Reply

    Belo post! Estou fazendo minha aposentadoria do tesouro direto!

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