Aposentadoria em Perigo – Parte 3


Você precisa ter muito cuidado com os planos previdência privada. Essa é a constatação que a maioria chega quando olha detalhadamente a rentabilidade e os custos dos planos de previdência privada mais populares oferecidos pelos grandes bancos. O arrependimento de investir errado nesta modalidade custa caro.

Previdência social e privada são duas formas de transferir, para terceiros, a responsabilidade de cuidar do seu dinheiro para a sua aposentadoria. Se pelo menos esses terceiros fossem capazes de fazer o seu dinheiro render mais do que você faria, a ideia seria boa.

Veremos neste artigo que os números mostram o contrário. Os resultados apresentados pelos fundos de previdência privada são piores do que aquilo que você conseguiria obter se fizesse seus investimentos por conta própria, mesmo sendo um iniciante seguindo estratégias conservadores.

Na parte 1 e parte 2 desta série de artigos sobre aposentadoria, mostrei que a previdência social, oferecida pelo governo, custa caro, é ineficiente e não oferece garantias de que o governo irá entregar aquilo que prometeu quando você começou a contribuir com o sistema. Vimos que o sistema funciona como uma pirâmide financeira e as suas regras precisam mudar a todo momento para que não quebre. Cada vez que a regra muda, o sistema fica menos vantajoso para o trabalhador, indicando que é um sistema falho desde a sua concepção.

Hoje, veremos que as vantagens oferecidas pelos bancos quando tentam vender planos de previdência privada escondem taxas muito elevadas que inviabilizam qualquer vantagem atribuída a esses planos.

Leia esse artigo até o final e entenda por qual motivo você deveria assumir a responsabilidade por investir o dinheiro da sua aposentadoria no lugar de transferir essa responsabilidade para outras instituições, pagando muito caro por isso.

Uma opção qualquer não é a solução

Sempre que o governo anuncia mudanças na previdência social, as pessoas aumentam os recursos investidos em planos de previdência privada como se isso fosse uma solução ou a melhor das opções. Você verá nessa reportagem que até professores de finanças de instituições conceituadas afirmam que a previdência privada é uma opção para quem tem “pouca intimidade com produtos financeiros“.

No meu entendimento, essa afirmação seria a mesma coisa de um nutricionista declarar que fazer suas refeições nas lanchonetes do tipo fast-food é uma opção para quem tem “pouca intimidade com a cozinha” ou pouca intimidade com os conhecimentos necessários para fazer uma alimentação saudável e equilibrada.

Entendo que fast-food não deveria ser uma solução para quem não entende de nutrição ou não sabe cozinhar, da mesma forma que planos de previdência privada não deveria ser uma solução para quem não sabe investir.

Opção boa para quem não sabe alguma coisa é aprender. Solução para quem não tem intimidade com produtos financeiros é adquirir os conhecimentos necessários para que esses produtos financeiros façam parte da sua intimidade, de tal forma que você nunca mais tenha que fazer papel de bobo pagando taxas abusivas, para não dizer imorais, cobradas por algumas instituições grandes que oferecem planos de previdência privada populares.

Os três maiores defeitos

Vou comentar os resultados de um estudo que tive acesso recentemente (este aqui) com números que servem de alerta para que você avalie o plano de previdência que você utiliza ou que está planejando contratar.

O fundo de previdência é o segundo tipo de fundo que mais recebe investimentos dos brasileiros. Eles ganham dos fundos de ações, fundos multimercado, fundos cambiais, estruturados e ETFs.

Isso não é o resultado da preferência do brasileiro por este tipo de investimento. Os números refletem o eficiente trabalho dos gerentes de banco e funcionários de seguradoras que são treinados pelas instituições onde trabalham e recompensados quando conseguem convencer o maior número possível de clientes a investir em fundos de investimento e fundos de previdência privada.

Todo investimento é entregue com um pacote de vantagens e outro de desvantagens. Já mostrei neste outro artigo que se existisse algum investimento que só tivesse vantagens, as pessoas já teriam descoberto essa modalidade e todas as outras possibilidades já teriam deixado de existir. Já escrevi outros artigos criticando os planos de previdência privada.

Vou apresentar apenas 3 problemas:

  1. As taxas cobradas de quem investe em fundos de previdência, especialmente aqueles fundos mais acessíveis, são tão elevadas que neutraliza qualquer outra vantagem que tentam apresentar sobre esse tipo de fundo.
  2. Outro problema é a maneira como o imposto de renda é cobrado nos fundos de previdência. As regras são confusas e logo no início do investimento você precisa tomar uma decisão entre PGBL ou VGBL, com a tabela regressiva ou progressiva, sem a possibilidade de mudar de ideia depois. Se você fizer a escolha errada, poderá ser obrigado(a) a pagar as maiores alíquotas que são de 35% na tabela regressiva e 27,5% na tabela progressiva. Suas escolhas hoje podem ser vantajosas para sua realidade hoje, mas as circunstâncias da nossa vida estão sempre mudando. Se você acompanha os artigos gratuitos do Clube dos Poupadores ou já leu minha série de livros sobre educação financeira, sabe que existem investimentos isentos de imposto de renda (como a LCI, LCA e debêntures incentivadas), sabe que o imposto de renda dos investimentos é aplicado apenas sobre o rendimento e que varia entre 15% e 22,5%. Muitos investimentos são isentos de taxas dos bancos como o CDB, LCI e LCA. No caso dos títulos públicos a taxa é de apenas 0,3% ao ano referente a sua custódia.
  3. Um problema grave, que poucos percebem, é o que acontece se a instituição que ofereceu o seu plano de previdência privada quebrar. Estamos falando de um investimento de longo prazo onde você colocará seu dinheiro por muitas décadas. Na fase de recebimento do benefício, se for vitalício, você dependerá da saúde financeira da instituição por muitas décadas.

O que acontece se a empresa quebrar?

É importante que as pessoas saibam que não existe Fundo Garantidor de Créditos oferecendo proteção para o caso de falência da empresa que administra os recursos do seu plano de previdência privada. Você já deve saber que o FGC oferece uma proteção para aqueles que fazem investimentos em CDB, LCI, LCA, RDB, LC, Poupança, Compromissadas ou que simplesmente deixam seu dinheiro parado na conta corrente.

No caso dos títulos públicos, a garantia de pagamento é do Tesouro Nacional que é o lugar para onde vai o dinheiro dos brasileiros pagadores de impostos. Em último caso, o governo é a única instituição que tem o poder de imprimir dinheiro para pagar suas dívidas, mesmo que isso resulte em inflação. Isso justifica o fato dos países nunca optarem pelo calote da dívida interna (paga com moeda local) quando estão em crise.

Devemos lembrar que as empresas que oferecem fundos de previdência são classificadas como seguradoras. Quando os bancos oferecem planos de previdência, na verdade são as seguradoras dos bancos que oferecem os planos. Essas seguradoras que fazem parte de grandes bancos certamente são as mais seguras, ou seja, com menor risco de quebrar ou apresentar problemas financeiros no futuro. Grandes bancos não quebram com frequência. O problema é que as rentabilidades dos fundos oferecidos por estes grandes bancos são as piores que existem.

Quando olhamos a rentabilidade dos fundos de previdência das instituições menores, conseguimos encontrar alguma vantagem. Talvez você encontre planos de previdência privada com taxas competitivas, isentos de taxa de carregamento, saída e com rentabilidade atrativa nas instituições menores. O problema é que estas instituições menores não possuem a solidez das maiores.

Considere que estamos falando de investimentos através de uma instituição que precisa se manter sólida por várias décadas. Olhe para o passado e veja as turbulências econômicas e polícias que o Brasil enfrentou nos últimos 10, 20 ou 30 anos. Se o passado foi repleto de crises, o futuro não será tão diferente.

Será que estas instituições menores se manterão saudáveis com o passar das décadas? É um risco que você irá assumir ao colocar todo o seu dinheiro em uma única instituição. Nessa reportagem aqui é possível observar a opinião do Prof. Samy Dana sobre os riscos de enfrentar problemas se a instituição quebrar. Uma alternativa para aproveitar as condições melhores de instituições menores seria descentralizar os investimentos, tendo mais de um fundo de previdência utilizando instituições diferentes.

Vale lembrar que as empresas que oferecem planos de previdência privada sofrem a supervisão de instituições como a CNSP e SUSEP.

Os fundos de previdência coletiva também são supervisionados por autarquias como a Previc e mesmo assim, os maiores fundos deste tipo, todos ligados a estatais, são investigados por desvios de R$ 8 bilhões (leia a notícia). É claro que quem deveria fiscalizar não assume a falha na fiscalização quando um problema grave acontece (veja aqui), mas logo depois do ocorrido divulga que está melhorando os métodos de fiscalização como você pode ver aqui.

Na minha opinião, quanto mais você transferir e concentrar recursos, fruto do seu trabalho, para a gestão financeira de terceiros, maior será o seu risco de enfrentar problemas relacionados com má gestão, falência, incompetência, má-fé e outros.

A situação ideal seria você adquirir o conhecimento necessário para fazer seus próprios investimentos, como se estivesse gerindo o seu próprio fundo de investimentos pessoal. Nesta situação você teria a liberdade de diversificar seus investimentos para evitar o risco de ter todo o seu dinheiro concentrado em um único banco, única corretora ou única modalidade de investimento.

97% dos fundos fazem você perder dinheiro

Não tenho dúvida nenhuma que qualquer pessoa com conhecimentos básicos consegue diversificar seus investimentos, mantendo as garantidas do FGC, com resultados próximos ou melhores que a taxa básica de juros (Taxa Selic) ou a taxa DI (CDI) que é a referência para os investimentos mais conservadores de renda fixa. Mostrarei agora que, apesar de cobrarem caro para cuidar do seu dinheiro, são raros os fundos de previdência que conseguem entregar uma rentabilidade maior que o CDI.

O estudo que me referi no início do artigo (este aqui) analisou 1008 fundos de previdência de um universo de 1565 fundos que existem atualmente. Eles classificaram os fundos como sendo de renda fixa, conservador, moderado e agressivo. Os de renda fixa são os fundos de previdência que investem o dinheiro dos seus participantes em títulos públicos e títulos privados de renda fixa.

Entre os 375 fundos previdenciários de renda fixa, apenas 68 conseguiram superar a taxa DI (CDI) nos últimos 12 meses. Isso significa dizer que 307 fundos ou 81% dos fundos perderam para o CDI. Você não precisa pagar ninguém para fazer investimentos de renda fixa para perder do CDI. Qualquer um perde do CDI deixando o dinheiro parado na Poupança, sem pagar qualquer taxa ou imposto.

Quando observamos prazos maiores de 48 meses os resultados são ainda piores. O estudo concluiu que apenas 2,9% dos fundos conseguiram bater o CDI. Isso significa que 97% dos fundos de previdência fizeram seus clientes perder dinheiro. Imagine essas perdas multiplicadas pelas centenas de bilhões de reais que os brasileiros possuem nesses fundos.

O responsável pelo estudo ainda brincou dizendo que um macaco, fazendo uma prova de múltipla escolha de 5 opções, conseguiria uma taxa de sucesso de 20%, muito maior que o resultado obtido por toda a indústria dos fundos de previdência do Brasil. Quando estamos falando de fundos de renda fixa, que só precisam investir seu dinheiro em títulos conservadores, não existe nada de especial para ser feito pelos gestores do fundo. São as taxas absurdas que eles cobram que fazem os clientes do fundo terem baixa rentabilidade. Os gestores desses fundos literalmente “parasitam” as suas economias para a sua aposentadoria, pois nada fazem além daquilo que você mesmo(a) poderia fazer com o conhecimento mínimo de educação financeira e investimentos.

Aprenda como avaliar o seu fundo de previdência privada

Quando escrevo este tipo de artigo, os leitores tendem a escrever enormes comentários detalhando seus planos de previdência privada e me pedindo para avaliar se são bons ou ruins. Não quero que você fique dependente de ninguém para avaliar o que fazer com o seu dinheiro. Meu objetivo como educador é fazer você andar com suas próprias pernas. É fundamental que você aprenda a localizar as informações do seu fundo para comparar aquilo que estão entregando com aquilo que você poderia ganhar se já soubesse investir seu próprio dinheiro. Vou mostrar uma forma simples de fazer comparações.

Existem diversos sites na internet que permitem comparar os resultados dos fundos de previdência com a taxa DI (CDI). A taxa DI é o que você receberia se investisse seu dinheiro por conta própria, através de bons CDB, LCI e LCA, que pagam próximo de 100% do CDI, e títulos públicos como o Tesouro Selic (que segue a taxa Selic que costuma ser um pouco maior que a taxa DI).

Como preciso dar um exemplo, vamos avaliar algum fundo de previdência popular de algum banco. Nesta página aqui você encontrará a lista de todos os fundos de previdência oferecidos por um banco. Cada banco tem sua página onde lista os dados dos seus fundos de previdência.

Vamos pegar um dos fundos mais antigos exibidos na página do banco e que faça investimentos conservadores que deveriam superar, ou render pelo menos próximo, da taxa DI. Esse fundo que vamos usar no nosso exemplo se chama “BRASILPREV RT FIX FIC FI RENDA FIXA“. Pesquisando através do site “Infofundos” encontrei o gráfico que faz a comparação nesta página aqui.

Se as pessoas que investiram juntas mais de R$ 4,7 bilhões neste fundo que cobra 3,4% ao ano de taxa, tivessem feito investimentos capazes de render o equivalente a 100% do CDI, elas teriam uma rentabilidade bruta de 267% (linha vermelha) no lugar de 159% (linha azul) entre 12/04/2005 e 12/12/2016. É uma diferença de 108 pontos percentuais. Se a pessoa tivesse R$ 100.000,00 investidos, essa diferença significaria ganhar R$ 267.000,00 de juros no lugar de R$ 159.000,00 para garantir a sua aposentadoria. O preço da ignorância financeira seria de R$ 108 mil.

No site “MelhoresFundos” (veja aqui) é possível observar a rentabilidade mensal do fundo e constatar, em um pequeno relatório no final da página, que em 132 meses o fundo perdeu do CDI 127 vezes. Durante 4 meses diferentes chegou a registrar rentabilidade negativa (fazendo as pessoas perderem dinheiro) durante o ano de 2013.

Outro lugar que você pode utilizar para investigar dados sobre seu fundo de previdência é através da página da CVM (http://sistemas.cvm.gov.br/?fundosreg). Basta digitar o nome do fundo e o número que aparece na figura da lateral direita para conseguir pesquisar.

Até a composição da carteira de investimentos pode ser consultada. No caso específico deste nosso exemplo, foi possível observar que se trata de um fundo que investe em outros fundos. O dinheiro dos investidores é investido em seis outros fundos geridos pelo mesmo banco. Observando esses fundos pude constatar que investem em títulos públicos, os mesmos títulos que qualquer pessoa poderia investir através do Tesouro Direto com uma taxa de apenas 0,3% ao ano da BM&FBOVESPA.

Vamos pegar o exemplo do primeiro gráfico e simular o que teria ocorrido se alguém tivesse investido R$ 100 mil na poupança em 12/04/2005. Como você pode ver na simulação abaixo, a rentabilidade seria de 132%. A pessoa receberia R$ 132.773,23 de juros se tivesse R$ 100 mil investidos. Você pode fazer simulações como a figura abaixo visitando aqui.

Para fazer simulações baseadas na rentabilidade de investimentos que seguem a taxa DI (CDI) você deve ler as orientações de uso do simulador nesta outra página aqui. Para fazer simulações com base na taxa Selic visite aqui

Faça suas próprias simulações

Através deste artigo eu mostrei um roteiro simples para motivar você a investigar os resultados do fundo de previdência onde você já investe ou dos fundos que você está planejando investir. Quanto mais modalidades de investimento você conhecer, maior será a sua capacidade de comparar os resultados dos fundos onde você investe com os resultados que teria se estivesse em outras possibilidades.

Recomendações dos melhores fundos

Não cometa o erro de sair por aí procurando aquelas listas dos melhores fundos de previdência com base nos resultados dos últimos meses ou anos. Todos os estudos que já vi sobre o desempenho de fundos mostram que aqueles que conseguem boa rentabilidade, só o fazem no curto prazo. Não conseguem manter bons números por muito tempo.

Quando você compara o resultado de vários anos, a quantidade de fundos que consegue superar indicadores como o CDI é muito pequena. No caso dos fundos de ações, são poucos os que superam o índice Bovespa por muito tempo. A maneira como os fundos aparecem e desaparecem das listas dos melhores fundos dá a entender que essas listas são baseadas na sorte ou no azar e não na competência dos seus gestores.

Vale lembrar que os gestores desses grandes fundos cobram suas taxas sem nenhuma preocupação com o retorno que geram para você. Tanto faz se o fundo conseguiu ou não atingir seu objetivo, que seria entregar uma rentabilidade maior do que aquela que seria possível para uma pessoa leiga atingir. Após convencer você a investir no fundo de previdência, eles sabem que custa muito caro sair, pois o sistema tributário foi arquitetado para penalizar aqueles que saem dos fundos de previdência. As pessoas simplesmente esquecem de avaliar os resultados dos fundos de previdência. Os aportes são automáticos, com débitos mensais na conta corrente. Os gestores também sabem que são raras as pessoas que gastam tempo pesquisando outros fundos com o objetivo de fazer a portabilidade.

Conclusão

Se você pretende fazer um plano de previdência privada, faça uma boa pesquisa. Não fique limitado aos fundos de previdência do grande banco onde você possui conta. Já existem corretoras que oferecem fundos de diversas instituições. No meio de milhares de fundos ruins, é possível encontrar alguns bons fundos, pelo menos são temporariamente bons. É difícil, para não dizer impossível, ter a certeza de que um bom fundo de previdência se manterá bom por várias décadas. O grande problema de uma decisão errada é que custará muito caro desistir no meio do caminho. Os impostos e as taxas são elevadas quando você desiste.

Se você tomar a decisão de investir em fundos de previdência, faça isso como um investimento complementar e não como o investimento principal para a sua aposentadoria. Diversifique em mais de uma instituição para não concentrar os recursos.

Na minha opinião, é fundamental acompanhar seu patrimônio de perto pelo simples fato de vivermos no Brasil. Nosso país sempre foi economicamente instável, politicamente problemático e moralmente deficiente. Constatar isso é simples. Na nossa história recente, já temos dois presidentes impeachmados por terem cometido crimes (fonte 1 e fonte 2) e um ex-presidente indiciado por corrupção e lavagem de dinheiro (fonte). O ex-presidente da câmara está preso (fonte) e o do senado está indiciado por corrupção ativa e lavagem de dinheiro (fonte). Um dos últimos ministros da Fazenda chegou a ser preso (fonte) e aquele que estava no poder antes dele continua preso (fonte).

Que relação tudo isso tem com o seu dinheiro? Foram essas pessoas que um dia tomaram as decisões sobre a criação, mudança e aplicação de leis que interferiram diretamente na maneira como você investe o seu dinheiro. É esse tipo de gente que as pessoas estão elegendo todos os anos para os cargos mais importantes do país. Foram elas que escolheram as pessoas que iriam ocupar a direção de todos os órgãos importantes do sistema financeiro. Você consegue perceber a gravidade disso?

Grandes instituições financeiras como o maior (fonte) e o segundo maior (fonte) banco do país são investigados por crimes. Os bancos onde milhões de brasileiros colocam suas economias são suspeitos de pagarem propina a funcionários públicos para se livrarem de multas impostas pela Receita. Se os grandes fazem isso para garantir suas margens de lucro, você colocaria a sua mão no fogo pelas pequenas instituições? Isso mostra que não podemos concentrar nossos recursos em apenas uma instituição, mesmo que sejam as maiores. Também não podemos investir e depois esquecer o dinheiro sem acompanhar os resultados regularmente.

Diante de tudo isso, na minha opinião, concentrar seus recursos em um único investimento de previdência privada ou em uma única instituição financeira representa elevar o risco de problemas futuros, mesmo quando estamos falando de grandes instituições financeiras.

Ao distribuir seus recursos em investimentos diferentes e em instituições diferentes você dilui o risco de concentrar tudo em um único lugar. Continue lendo.

Presente

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By |15/12/2016|Categories: Aposentadoria|248 Comments

About the Author:

Leandro Ávila é administrador de empresas, educador independente especializado em Educação Financeira. Além de editor do Clube dos Poupadores é autor dos livros: Reeducação Financeira, Investidor Consciente, Investimentos que rendem mais, e livros sobre Como comprar e investir em imóveis.

248 Comments

  1. Rita Machado 15 de dezembro de 2016 at 16:13 - Reply

    Olá Leandro!

    Muito obrigada por mais este artigo bastante esclarecedor! Quando penso em investimentos próprios para a aposentadoria sempre me vem a dúvida em relação à situações não previstas como uma possível necessidade de aposentadoria por invalidez. Como se preparar para este tipo de situação imprevista? Um tipo de problema destes, como invalidez ou doença incapacitante pode acometer alguém no início da vida produtiva quando ainda não teve condições de acumular o necessário para poder viver de rendimentos próprios. O que você aconselha fazer para nos protegermos deste tipo de situação? Há alguma alternativa? Muito obrigada!

    • Leandro Ávila 15 de dezembro de 2016 at 17:17 - Reply

      Oi Rita. O INSS pode funcionar como um seguro. Também existem os seguros oferecidos pelas seguradoras privadas. Quando não temos recursos, o que podemos fazer neste caso é pagar para que alguém assuma o risco da invalidez ou doença. Todos estamos sujeitos a isso.

      • Luis 15 de dezembro de 2016 at 21:17 - Reply

        Para aqueles que criticam o INSS até que dessa vez vc achou alguma serventia para ele
        …abço

        • Leandro Ávila 16 de dezembro de 2016 at 8:26 - Reply

          Luis. O problema é que essa serventia pode deixar de existir a qualquer momento, bastando que sistema se afunde ainda mais e novas leis tenham que ser aprovadas. Dessa forma, serventia nenhuma será se o cidadão comum passar a vida toda pagando INSS sem se preocupar em ter um plano B, sem buscar alternativas para o caso do INSS falhar. Não recomendo que ninguém fique esperando nada do INSS. As pessoas devem ter seu próprio projeto.

        • Joao 17 de dezembro de 2016 at 6:18 - Reply

          O seguro mais caro e ineficiente do mundo

      • Rita Machado 16 de dezembro de 2016 at 16:23 - Reply

        Oi Leandro, muito obrigada pela resposta! No meu caso não tenho condições de arcar com os custos de INSS, seguro privado contra invalidez e ainda fazer investimentos próprios para aposentadoria. Terei que deixar de lado o seguro e contar com o INSS, que é obrigatório para mim, e focar no aprendizado em investimentos próprios. Continuarei lendo seus artigos! Abraços e obrigada mais uma vez!

  2. Fagner 15 de dezembro de 2016 at 16:17 - Reply

    Eu só tenho é a lhe desejar muita saúde, para que continue com seu excelente trabalho. Parabénsss.

  3. marcos 15 de dezembro de 2016 at 16:23 - Reply

    Excelente texto Leandro! Não querendo ser antipático, mas quando vc diz: “na minha opinião pessoal”, isso é um vício de linguagem, é uma construção pleonástica, havendo uma repetição desnecessária da ideia transmitida. Se é a minha opinião é, obviamente, pessoal, sendo redundante o uso do termo para caracterizar a opinião. Basta vc escrever ” na minha opinião” que os leitores saberão que é vc. Parabéns pelo texto!

    • Leandro Ávila 15 de dezembro de 2016 at 17:19 - Reply

      Oi Marcos. Obrigado, vou retirar o “pessoal”.

    • Luis 15 de dezembro de 2016 at 21:25 - Reply

      Marcos,ainda bem que em relação ao texto, enorme e bem elaborado, que deve ter dado muito trabalho para ser construido, voce não ficou com dúvidas, certo?

      • Leandro Ávila 16 de dezembro de 2016 at 8:27 - Reply

        Oi Luis, não me incomodo com essas observações. É assim que posso melhorar com o passar do tempo.

  4. Marlos 15 de dezembro de 2016 at 16:28 - Reply

    Muito bom, como sempre. Parabéns, Leandro!

  5. Luciano 15 de dezembro de 2016 at 16:42 - Reply

    Oi, Leandro

    Gosto muito dos seus artigos e essa é a primeira vez que posto aqui. Só dando una dica: evite o termo “minha opinião pessoal” (utilizadas 3 vezes) que, além do pleonasmo, ela não expressa convicção do argumentador. Podem ser utilizados expressões como “Julgo que”, “Acredito que” ou ainda frases utilizadas no futuro do pretérito como por exemplo “seria fundamental acompanhar…”

    * Não é necessário publicar

  6. Thiago 15 de dezembro de 2016 at 16:50 - Reply

    Vejo que fiz bem em sair da previdencia privada e ir para o TD, mas acho que a previdencia privada é sim um começo para aqueles que não se devam nem ao trabalho de poupar dinheiro para aposentadoria(que era o que eu fazia), claro que o ideal é que nos eduquemos na área financeira, mas pra quem nem se preocupava com a aposentadoria acho que é um começo…

    • Leandro Ávila 15 de dezembro de 2016 at 17:25 - Reply

      Oi Thiago, se as crianças fossem educadas financeiramente, já poderiam começar de uma forma melhor na fase adulta.

      • Alisson 20 de dezembro de 2016 at 13:26 - Reply

        A propósito da educação financeira para nossos filhos, existe algum material, site ou mesmo obra literária que nos oriente a esse respeito? Parabéns pelo ótimo trabalho! Comecei a acompanhar o clube dos poupadores há algum tempo e confesso que houve uma grande transformação em minha vida … muito obrigado

        • Leandro Ávila 21 de dezembro de 2016 at 16:47 - Reply

          Oi Alisson. A melhor forma de ensinar as crianças é através do bom exemplo diário. Transforme a sua vida e seus filhos vão aprender por observação.

  7. Gilberto 15 de dezembro de 2016 at 16:56 - Reply

    Leandro, tenho um plano de previdência no Brasilprev no regime da tabela regressiva, mas graças ao investimento na minha educação financeira já faz 2 anos que não faço nenhuma contribuição. Se eu resgatasse o que tenho lá agora pagaria uma alíquota de 30% de IR. Então o meu plano é esperar 10 anos pra fazer o resgate e então pagar o menor IR. Ocorre que o máximo de tempo que eles deixam suspender o pagamento das contribuições é por 12 meses, então fico eternamente nesse ciclo: suspendo a cobrança das contribuições por 12 meses e de repente chega um boleto na minha casa com a cobrança. Significa que o prazo de 12 meses de suspensão expirou… Aí novamente tenho que ligar pra solicitar a suspensão por mais 12 meses. E isso se repete todos os anos… Aí eu pergunto: se eu não mais suspender as contribuições e consequentemente ficarem gerando boletos todos os meses, se eu não pagar esse boletos isso me trará alguma consequência? Acredito que não, pois ninguém pode ser obrigado a pagar um plano de previdência.

    • Leandro Ávila 15 de dezembro de 2016 at 17:27 - Reply

      Oi Gilberto. Não faz muito sentido isso gerar alguma consequência, mas podemos esperar tudo das instituições financeiras. Melhor seria ler o contrato para ver o que pode ocorrer se você não pagar o boleto.

      • Rodrigo 15 de dezembro de 2016 at 21:15 - Reply

        Boas noites, Gilberto e Leandro!
        Em primeiro lugar, parabéns pelo artigo, Leandro. É a primeira vez que posto, mas acompanho seu trabalho há algum tempo, com muita admiração pelo sua capacidade, generosidade e empreendedorismo.
        Sobre a dúvida do Gilberto, posso contribuir com uma experiência pessoal. Antes de conhecer o Tesouro Direto, fiz a bobagem de contratar 2 planos de previdência da Brasilprev: um PGBL e outro VGBL. Cheguei à mesma conclusão do Gilberto e optei por interromper os aportes mensais (que estavam em débito automático) por 10 anos até que o IR sobre o resgate fosse o menor possível.
        Entretanto, o Gerenciador Financeiro do Banco do Brasil realmente só nos permite interromper os aportes por no máximo 12 meses. Na dúvida se eu precisaria fazer novos aportes depois desses 12 meses ou se poderia simplesmente renovar a interrupção, liguei no SAC do BB (0800-7290722) em 07/07/2015 e a funcionária recomendou que eu alterasse a forma de pagamento dos aportes para boletos mensais, cujo pagamento eu poderia ignorar. Depois de 3 meses sem pagar, os planos seriam suspensos por falta de pagamento por tempo indeterminado. Expressei minha preocupação pela “inadimplência”, mas ela me tranquilizou dizendo que a contribuição para previdência privada é opcional e não gera dívida. Alterei a forma de pagamento pelo próprio Gerenciador Financeiro do BB, recebi os boletos por correspondência, não paguei nenhum e até agora não tive problemas. Não cheguei a ler o contrato conforme o Leandro sugeriu, mas guardei o número do protocolo para qualquer eventualidade.
        Só me restou uma dúvida que não tirei na época: os 10 anos para redução do IR contam a partir da contratação do plano ou de cada aporte?
        Obrigado e até breve!

        • Leandro Ávila 16 de dezembro de 2016 at 8:23 - Reply

          Oi Rodrigo, muito obrigado por compartilhar.

        • Gilberto 16 de dezembro de 2016 at 11:38 - Reply

          Rodrigo, obrigado por expor a sua experiência pessoal com a Brasilprev. Foi muito importante pra mim! Quanto à sua dúvida, pelo que já estudei você deve esperar passar 10 anos contando da sua última contribuição para pagar o menor valor de Imposto de Renda no resgate. Não são 10 anos da contratação do plano não. No meu caso, por exemplo, contratei o plano em 2010, mas a minha última contribuição foi em 2014. Então só em 2024 efetuarei o resgate do valor total. Espero ter ajudado também!

        • Paulo 18 de dezembro de 2016 at 18:47 - Reply

          Eu bloqueei o débito automático do Brasilprev há anos por este gerenciador e não voltaram a cobrar.

      • Gilberto 16 de dezembro de 2016 at 11:51 - Reply

        Obrigado Leandro, aproveito também pra elogiar o seu trabalho, sempre publicando artigos de primeiríssima qualidade.

    • Marcio 16 de dezembro de 2016 at 6:13 - Reply

      Bom dia Gilberto. Já possui fundos de previdência privada em 2 instituições bancárias diferentes, e o meio de cancelar sem ficar discutindo com o gerente ou atendentes por telefnoe foi fazer o saque total, visto que em contrato há a previsão de saldo mínimo. Apesar dos impostos que paguei, vale muito a pena, e hoje possuo uma carteira de investimentos diversificada Tesouro, CDB, Ações, LCI, COE.
      Sempre se informe cada vez mais, e leia artigos de qualidade como este.

      • Gilberto 16 de dezembro de 2016 at 14:35 - Reply

        Oi Márcio, vacilei muito em fazer um plano de previdência em 2010. Mas graças a estudos/informações como essas aqui do Leandro, deixei de contribuir em 2014. O ruim de fazer o resgate total assim como você fez é a penalização com a altíssima alíquota do Imposto de Renda, que no caso do regime da tabela regressiva (meu caso!) pode chegar a até 35%. E realmente eu não tô nem um pouco disposto a fazer tamanha caridade pro Leão. Então prefiro esperar 10 anos da minha última contribuição pra fazer o resgate total. Valeu pelo enriquecimento do debate!

        • Valéria 20 de dezembro de 2016 at 14:36 - Reply

          Boa tarde, Gilberto! Só para enriquecer o comentário e o debate, gostaria de compartilhar minha experiência em situação semelhante! Fiz um plano de previdência alguns anos atrás no Itau, do tipo VGBL, e depois de um tempo (mais precisamente em outubro do ano passado) me dei conta, através do Clube dos Poupadores, da “burrice” que tinha feito! Como estava contribuindo ativamente e estava na tabela regressiva, caso eu sacasse tudo eu pagaria 35% de imposto de renda. Foi uma dúvida cruel que me consumiu até abril de 2016, a vontade de sacar tudo e investir no Tesouro Direto era grande, mas eu ficava revoltada com essa alíquota de 35%. Foi aí que fiz uma conta, talvez um pouco simplista, mas que me ajudou muito! Minha previdência privada me custava 2% de taxa de administração ao ano. Então fiz algumas simulações com diversos cenários, onde no TD a taxa de retorno era X ao ano e na previdência privada a taxa era X menos 2% ao ano. Minha primeira conta foi manter o valor na previdência por mais 10 anos (sem contribuir mais nada) a uma taxa hipotética de 10% ano ano. Aí na sequência fiz a conta sacando tudo, pagando 35% de IR e investindo o que sobrou no TD a 12% ao ano, por 10 anos também. Fiz essa conta várias vezes com várias taxas diferentes, mas sempre tirando 2% da taxa escolhida quando simulava os valores na previdência (já que essa era a taxa de administração anual). A conclusão que eu cheguei foi que os valores finais quase sempre empatavam (tirando tudo agora, pagando 35% de IR e investindo no TD ou esperando os 10 anos com uma rentabilidade 2% menor). No fim das contas, em abril desse ano tomei coragem e saquei tudo, paguei os 35% de IR na fonte e investi o que sobrou em diversos títulos do tesouro. A sensação ruim de pagar aquele tanto de imposto, que com certeza nunca vão retornar pra mim, foi imediatamente substituída pela enorme alegria de finalmente poder gerenciar o meu dinheiro, da forma que eu acho melhor, e colocando em prática todas as dicas daqui do Clube. E te digo mais!!! De abril a dezembro já consegui, só com os rendimentos das escolhas certas, recuperar aquilo que paguei de IR. Não me arrependo nem um pouco da minha escolha. Ah! Detalhe: minha previdência era no Itau Personnalite, então além das taxas que eu pagava na previdência eu ainda tinha que pagar mais R$60,00 de mensalidade da conta corrente. Quando tentei mudar para a iConta (conta digital sem tarifa alguma), fui informada que por ser Personnalite não me encaixava nos padrões da iConta. Essa foi a gota dágua. Resgatei toda minha previdência, cancelei a conta no Personnalite e 1 mês depois abri uma iConta sem tarifa alguma. Hoje, sem dúvida nenhuma, tenho muito mais controle das minhas aplicações no TD, com rendimento superior (porque a curiosidade é grande e acompanhei os rendimentos da minha antiga previdência até o fim do ano só para ter certeza que fiz a escolha certa). E claro, com a iConta posso fazer quantos docs e teds forem necessários para a corretora sem custo algum. E tudo isso graças ao LEANDRO!!! A você, Leandro, meu MUITO OBRIGADA!!!

          • Leandro Ávila 21 de dezembro de 2016 at 16:50

            Oi Valéria, tudo isso graças a sua decisão de estudar, simular, refletir e assumir o controle da sua vida financeira. Parabéns!

          • Allan 3 de janeiro de 2017 at 10:52

            Olá Valéria. Qual TD você optou por aplicar? Você aplica nele mensalmente, como fazia no VGBL?

          • Valéria 5 de janeiro de 2017 at 9:49

            Ola, Alan! O valor que eu retirei da previdência eu apliquei do IPCA 2035, na época estava pagando jutos de 6,5%. No mês a mês, quando a taxa está maior do que 6%, eu aplico do IPCA 2035, quando está menor, eu aplico no Tesouro Selic.

          • Valéria 5 de janeiro de 2017 at 10:00

            Continuando, Allan, para esclarecer melhor, eu também tinha um fundo DI no Itau, e na mesma época que encerrei o VGBL, encerrei esse fundo! Aí sim, o dinheiro do fundo eu apliquei em diversos títulos, um pouco no Tesouro SELIC, um pouco no Prefixado e um pouco nos IPCA’s com datas de vencimento diferente. Já o valor que eu retirei da previdência eu apliquei totalmente no IPCA 2035, para manter a característica de longo prazo mesmo!

  8. César Falcão 15 de dezembro de 2016 at 17:06 - Reply

    Leandro, esse foi de longe o melhor artigo da série. Parabéns pela profundidade do texto.

    Grande abraço!

  9. mpamael 15 de dezembro de 2016 at 17:07 - Reply

    Obrigado por transmitir seu conhecimento com tanta riqueza de detalhes de graça. Eu já gostava de Educação Financeira, mas aprendi a gostar ainda mais lendo seus artigos.

    #Ainda estou aguardando sair uma promoção nos seus e-books, o BlackChristmas do clube dos poupadores…kkk

  10. Fabian 15 de dezembro de 2016 at 17:28 - Reply

    Valeu Leandro!Mais um excelente artigo!!!

  11. Julio Siqueira 15 de dezembro de 2016 at 17:33 - Reply

    Boa tarde Leandro, artigo muito elucidativo, só faltou abordar a questão do benefício fiscal para quem utiliza as deduções legais no ajuste anual (PGBL) e a questão da tabela progressiva ou regressiva do IR. Eu mesmo contratei uma previdência da Icatu Seguradora em parceria com a Verde Asset na modalidade PGBL com imposto regressivo, e estou muito satisfeito com a escolha. Trato a previdência privada como uma diversificação dos meus investimentos e uma forma de planejamento tributário, esperando o aporte completar 10 anos para resgatar o valor com 10% de IR em vez de 27,5%.

    • Leandro Ávila 16 de dezembro de 2016 at 7:58 - Reply

      Oi Julio, ou seja, de previdência só tem o nome. Você usa como uma modalidade de investimento de 10 anos, que atende sua condição fiscal que é bem específica e que você aposta que irá se manter a mesma por 10 anos, e para isso faz uso de uma seguradora fora dos grandes bancos (com taxas menores), onde certamente você faz aportes maiores. A realidade da maioria é o contrário de tudo isso. Fazem aportes mensais de 100,00 em grandes bancos acreditando que isso irá garantir sua aposentadoria, perdem dinheiro na taxa de carregamento, perdem dinheiro anualmente com a taxa administrativa de 2 ou 3%, não acompanham os resultados mensais e depois de algumas décadas percebem que cometeram um grave erro ao acreditar no gerente do banco, sem procurar se informar melhor.

      • O Aportador 23 de dezembro de 2016 at 17:22 - Reply

        Olá Leandro, é a primeira vez que comento aqui em um dos melhores portais de educação financeira do Brasil.

        Eu fiz como o colega Júlio Siqueira, migrei parte do meu PGBL para o Verde Icatu Previdência e tenho parte no Mapfre Corporate RF. No início eu tinha um Brasilprev com altas taxas e fui reinvestindo a restituição do IR a cada ano até possuir um montante suficiente para migrar para um plano melhor.

        Faço a declaração completa e possuo algumas despesas dedutíveis na minha declaração do IR. Gostaria que você comentasse essa estratégia com PGBL: Faço aportes anuais abaixo de 12% da minha renda bruta, reinvestindo a restituição integralmente a cada ano, no ano 11 eu já posso resgatar o primeiro aporte com 10% de IR. Então eu resgato com 10% e reinvisto no PGBL para ter 27,5% de vantagem tributária sobre o aporte ganhando 17,5% (27,5 -10) a cada ano, podendo até deixar de colocar “dinheiro novo” no PGBL.

        Exemplo Hipotético: Ganho R$ 100.000,00 bruto por ano, invisto R$ 12.000,00 por 10 anos, no ano 11 eu resgato R$ 12.000,00 (atualizado) do primeiro aporte e reinvisto no PGBL. O resgate foi tributado em 10%, mas gerou um benefício fiscal de 27,5%, gerando um ganho de R$ 2.100,00 (17,5% de R$ 12.000,00)

        O que você acha desta estratégia?

        • Leandro Ávila 26 de dezembro de 2016 at 6:31 - Reply

          Olá, se comento sua estratégia irei motivar centenas ou milhares de outros leitores a me pedirem o mesmo tipo de avaliação durante todo tempo que este artigo ficar no ar.

  12. Jorge 15 de dezembro de 2016 at 17:38 - Reply

    Artigo maravilhoso! Parabéns!
    Com certeza o conhecimento é nosso maior ativo.

  13. NILTON AMARAL DA SILVA 15 de dezembro de 2016 at 17:41 - Reply

    Quando tive previdência privada perdia a rentabilidade de um ano inteiro já nos depósitos por conta das taxas! É o caso de sair correndo antes de ficar sem as calças! rsrsrsrsrs

  14. celso 15 de dezembro de 2016 at 18:04 - Reply

    Leandro parabéns pelo texto, contudo em seus argumentos, não há menção a possibilidade do abatimento do IR, no caso de PGBL, isso traz diferença no resultado, levando em conta que se faça a aplicação dessa isenção em TD por exemplo.

    • Leandro Ávila 16 de dezembro de 2016 at 8:01 - Reply

      Oi Celso. Na verdade não existem nenhuma isenção. É apenas um adiamento do pagamento do imposto, que como falei, dependendo das taxas será o mesmo que trocar 6 por meia duzia. No final as pessoas terão que pagar o imposto de renda sobre todo o valor recebido e não apenas sobre os rendimentos. Isso pode fazer uma triste diferença se não for muito bem avaliado.

    • Mario 24 de dezembro de 2016 at 9:28 - Reply

      O Celso tem razão. Fiz um cálculo básico de um único aporte de R$ 10.000 para um período de 10 anos em um CDB e em um PGBL. No caso do PGBL ~, calculei a reaplicação da restituição que receberia do IR pelo mesmo período de 10 anos à mesma taxa do CDB. Os meus cálculos mostraram que uma taxa do plano PGBL que pagasse 90% do CDI seria equivalente a um CDB que pagasse 110% do CDI ao final dos 10 anos, considerando obviamente o IR de cada tipo.de aplicação..

  15. Leonam 15 de dezembro de 2016 at 18:18 - Reply

    Parabéns mais uma vez Leandro, ótimo artigo. Leio todos rigorosamente. Despertei para a educação financeira por conta própria, antes da popularidade dos blogs etc. Era estagiário à época e investi meu suado dinheiro em um CDB maldito que não rendeu quanto o gerente do banco prometeu verbalmente. Achei estranho e comecei a investigar. Daí aprendi o funcionamento e fui expandindo para outros instrumentos financeiros. Muito do conhecimento foi adquirido de graça na internet, com publicações mais simples, para então avançar para livros e cursos. Meus pais tinham criado uma previdência privada para mim, mas quando percebi que era roubada, resgatei o valor. Assumi o prejuízo do IR e das taxas e agora monto meu plano de aposentadoria pelo TD. No começo meus pais me acharam maluco, que teria prejuízo, que não tenho informação privilegiada, que investir é arriscado etc. Com o tempo, passaram a confiar em mim por verem meu estudo e dedicação. Atualmente, livrei minha mãe de uma previdência privada que até taxa de carregamento tinha apesar dela ser cliente “private” (nem fiz as contas do dinheiro perdido para não me irritar). Próximo passo é ajudar minha irmã a sair da previdência privada para o TD. Aprender é a melhor opção de vida, me sinto confortável em não ser mais enganado. Grande abraço.

  16. Marcos 15 de dezembro de 2016 at 18:48 - Reply

    Boa tarde, Leandro!

    Para aposentadoria, é possível dizer qual opção é mais rentável: (a) NTNB Princ 2035 ou (b) PGBL de um grande banco, com carteira composta por NTNBs (com vários vencimentos), com taxa de administração de 1,4% e sem taxa de carregamento?

    Com o PGBL, é possível deduzir 12% do IR na Declaração completa (investindo só até o limite de 12% dos rendimentos tributáveis). Assim, aguardando 10 anos para sacar (sacar em 10 anos, e não mais em mais tempo, reinvestindo o valor), em vez de pagar 27,5% agora, paga-se 10% de IR ao final sobre o total. Além disso, o valor correspondente aos 12% de IR não pago agora pode ser imediatamente também investido (em NTNB Princ 2035, p. ex.).

    Sabe dizer qual alternativa dará maiores rendimentos, em tese, a partir desses dados?

    Obrigado!

    • Leandro Ávila 16 de dezembro de 2016 at 8:08 - Reply

      Oi Marcos. Isso depende. Você tem certeza que será vantajoso fazer declaração completa nos próximos 10 anos? Na minha vida, por diversas vezes uma forma foi vantajosa e depois a completa se tornou desvantajosa. As taxas do investimento realmente vão compensar? Adianta passar 10 anos tendo uma rentabilidade ridiculamente baixa por estar pagando taxas elevadas? Olhar só o imposto não diz nada, se você não observar se o dinheiro vai mesmo render alguma coisa no PGBL

      • Marcos 16 de dezembro de 2016 at 9:25 - Reply

        Bom dia, Leandro.

        Quanto a suas perguntas:

        1. “Você tem certeza que será vantajoso fazer declaração completa nos próximos 10 anos?”
        Sim.

        2. “As taxas do investimento realmente vão compensar?”
        Foi o que lhe perguntei (rs), considerando os dados do PGBL: banco grande; carteira composta por NTNBs (com vários vencimentos); taxa de administração de 1,4%; sem taxa de carregamento.

        Assim, pergunto novamente: é possível dizer qual alternativa dará maiores rendimentos, em tese, a partir desses dados?

        • Leandro Ávila 16 de dezembro de 2016 at 22:47 - Reply

          Oi Marcos. Os fundos de pensão, na sua grande maioria, investem seu dinheiro em títulos públicos, coisa que qualquer pessoa com um pouco de dedicação pode aprender a fazer sem depender de ninguém.

          • Marcos 17 de dezembro de 2016 at 12:16

            Concordo, Leandro. Minha pergunta, porém, decorria especialmente da vantagem decorrente de não se pagar 27,5% de IR sobre 12% dos rendimentos tributáveis, mas sim 10% após 10 anos. Ou seja, minha dúvida era se, com um PGBL com as características que apontei, essa vantagem tributária supera o maior rendimento da NTNB princ. 2035.

        • sandro 19 de dezembro de 2016 at 9:51 - Reply

          Pelo que entendi você pode simplesmente aplicar na mesma carteira do plano e isso por si só já apresenta duas vantagens, não vai pagar a taxa de administração de 1,4% ao ano sobre o valor total e não tem o come-cotas.

  17. Gilmar Passos 15 de dezembro de 2016 at 18:53 - Reply

    Simplesmente o melhor site sobre educação financeira.Não perco um artigo.Obrigado Leandro, continue sempre com essa boa vontade de ajudar as pessoas a se educarem financeiramente com artigos de muita simplicidade em entender, uma linguagem simples e direta.Esse é o seu diferencial.Sucesso sempre para você.

  18. Rafael 15 de dezembro de 2016 at 18:56 - Reply

    Show de Post.

    Leandro, não consigo ver nenhum benefício da previdência privada… Acredito que se fizer um projeto de longo prazo e administrar a carteira em outros investimentos (citados por vocês) o resultado será facilmente superior.

    Estou muito enganado?

    • Leandro Ávila 16 de dezembro de 2016 at 8:17 - Reply

      Oi Rafael, nada melhor do que você aprender a cuidar do seu dinheiro e do seu patrimônio. Vivemos no país com as maiores taxas de juros do mundo. Lá fora as pessoas até pagam gestores ou aplicam dinheiro nos fundos de investimento ou fundos de previdência para aproveitar a competência de gente realmente profissional que vai fazer o seu dinheiro render mais do que você seria capaz de fazer. No Brasil, muitos fundos são apenas parasitas do patrimônio das pessoas, não fazem nada que as pessoas não pudessem fazer, não conseguem superar nem mesmo os indicadores mais básicos e conservadores como o CDI. A única coisa que as pessoas fazem ao investir dinheiro nestes fundos, pagando caro, e tendo retorno baixo, é sustentar o sistema.

  19. Roberto Júnior 15 de dezembro de 2016 at 19:32 - Reply

    Oi, Leandro!
    Primeiramente parabéns pelo belíssimo trabalho.
    Pensando em aposentadoria, acabo de adquirir meus primeiros papéis dos títulos públicos nacionais. Entretanto não compreendi a transação: ordenei 30mil, mas ficou um saldo remanescente na corretora de pouco mais de 9 reais. É devido a fração dos títulos?
    Abraço e obrigado.

    • Leandro Ávila 16 de dezembro de 2016 at 8:19 - Reply

      Oi Roberto. Recomendo dedicar um tempo para entender como os títulos funcionam. Aqui mesmo existem artigos. Você nunca vai conseguir comprar exatamente 30 mil pois você compra títulos inteiros ou pedaços de títulos em frações. O preço de cada título muda todos os dias.

  20. Sandro 15 de dezembro de 2016 at 20:06 - Reply

    Sensacional! Mais um artigo impactante. Estou repassando-os para dezenas de colegas e amigos, Parabéns, Leandro.

  21. Gabriel 15 de dezembro de 2016 at 20:18 - Reply

    Oi Leandro. Obrigado pelo texto. Muito bom como sempre. Só uma dúvida, a previdência privada PGBL perde sempre para o título público na rentabilidade, mas ainda tem duas vantagens na minha opinião “pessoal” ;-): a de poder abater 12% no IR, assim como não entrar no inventário em caso de falecimento, tirando imposto na transmissão – o ITCMD (pelo menos por enquanto na maioria dos estados…). Como fazer para colocar essas dimensões no cálculo de comparação com por exemplo um IPCA+ ou mesmo o CDI? Quantos pontos de rentabilidade a mais isso pode gerar para o PGBL?

    • Leandro Ávila 16 de dezembro de 2016 at 9:14 - Reply

      Oi Gabriel. Já existem alguns estados cobrando ITCMD e a tendência é que todos passem a cobrar. Mesmo assim, quem vende planos de previdência continua usando esse discurso. No meu entendimento seria melhor que as pessoas dividissem seu patrimônio ainda em vida, especialmente aquelas pessoas que são casadas. Por exemplo. Se você tem uma empresa, é casado com comunhão de bens, melhor seria ter sua esposa como sócia. Ao receber lucros da empresa, eles já seriam divididos entre os dois. No momento da morte de um dos dois ou no momento da separação, o patrimônio já estará dividido.

  22. Vinicius 15 de dezembro de 2016 at 20:19 - Reply

    Obrigado Leandro. Mais um brilhante (e didádico) artigo. Seu trabalho mudou a vida e o futuro da minha família. Após muito tempo acompanhando o site e estudando sobre o tema me sinto melhor preparado para realizar meus sonhos investindo de forma independente nos diversos títulos disponíveis. Parabéns!

    • Leandro Ávila 16 de dezembro de 2016 at 8:54 - Reply

      Parabéns Vinicius. Esse sentimento de estar mais preparado e ser mais independente não tem preço.

  23. Paulo Cesar 15 de dezembro de 2016 at 20:27 - Reply

    Mais um excepcional artigo com a marca “Leandro Ávila”. Muito obrigado! Mal posso esperar o próximo, que falará sobre os títulos do Tesouro Direto como estratégia para a aposentadoria.

  24. Thiago 15 de dezembro de 2016 at 21:07 - Reply

    Olá Leandro.
    No artigo você menciona sobre o a garantia do FGC.
    Essa garantia de R$250.000 que o FGC nos da é pra cada banco ou pra todos?
    Exemplo, se eu investir em dois bancos diferentes, vou ter a garantia de R$500.000 ou os R$250.000 valem pros dois juntos?

    Muito obrigado!

    • Leandro Ávila 16 de dezembro de 2016 at 8:22 - Reply

      Oi Thiago. É 250 mil para cada banco. Você pode ter conta em vários bancos e ter uma proteção de 250 em cada um deles.

      • Thiago Oliveira 21 de dezembro de 2016 at 19:11 - Reply

        Vlw Leandro. Muito obrigado!

    • sandro 19 de dezembro de 2016 at 9:58 - Reply

      Retirado do site do FGC:
      O total de créditos de cada pessoa contra a mesma instituição associada, ou contra todas as instituições associadas do mesmo conglomerado financeiro, será garantido até o valor de R$ 250.000,00 (duzentos e cinquenta mil reais), limitado ao saldo existente.

  25. Paulo Rogério Novais Lima 15 de dezembro de 2016 at 21:45 - Reply

    Parabéns Leandro pelo artigo, muito esclarecedor, estou seguindo seu conselho sobre educação financeira que pena que não comecei antes kkk

  26. Alex 15 de dezembro de 2016 at 21:52 - Reply

    Olá Leandro, parabéns pelo artigo!
    Creio que o artigo é voltado para os planos de previdência aberta, os quais são “vendidos” pelos bancos e seguradoras, correto?
    Você pensa o mesmo sobre os planos de previdência fechada, os chamados “fundos de pensão” que são oferecidos por algumas empresas que possuem entidades que administram planos de previdência exclusivamente para seus funcionários e que não cobram taxas de carregamento ou coisa similar ?
    Obrigado, acompanho sempre as suas publicações..

    • Leandro Ávila 16 de dezembro de 2016 at 8:38 - Reply

      Oi Alex. Se o dinheiro não for bem administrado, se não conseguirem fazer o dinheiro render, se a empresa não for sólida hoje e por todo tempo que o seu dinheiro ficar lá dentro, não existirá vantagem. Cabe a cada um olhar com lupa a situação de cada empresa, o desempenho apresentado e sua solidez.

  27. Capixaba 15 de dezembro de 2016 at 21:56 - Reply

    Parabéns Leandro!
    Fico aguardando ansiosamente a publicação de cada artigo do site, e não tenho me decepcionado!
    Como outro colega postou, parabéns pela profundidade do texto: Realmente enriquecedor!
    Outra coisa a ser pontuada é a publicação das fontes (com hiperlinks): Muito legal!
    Continue assim mestre, meu bolso agradece!

  28. Adriano Macedo 15 de dezembro de 2016 at 21:58 - Reply

    Talvez não possa entrar nessa série de artigos sobre a Previdência mas gostaria de ler sua opinião sobre o Certificado de Operação Estruturadas (COE).

  29. Bárbara 15 de dezembro de 2016 at 22:37 - Reply

    Parabéns pelo artigo, mais uma vez. Comprei um de seus materiais, e confesso que poucas vezes gastei meu dinheiro tão bem… Depois do conteúdo que tive acesso, descobri que o valor cobrado diante da riqueza de informações era irrisório. Você está me ajudando a ter sonhos novamente, só que agora com planejamento… Ainda vou agradecê-lo pessoalmente tamanha generosidade e sabedoria!! Se Deus nos permitir! Grande abraço, meu amigo.

    • Leandro Ávila 16 de dezembro de 2016 at 8:45 - Reply

      Oi Bárbara, fico muito feliz ouvindo isso. Faço um grande esforço para que o preço dos meus livros sejam simbólicos quando confrontado com o valor entregue. Nada mais valioso do que aprender a pescar e a plantar. Somente a educação permite a liberdade para construir sua vida e seus sonhos. Tudo fora da educação é ignorância, mãe da escravidão e da dependência.

  30. Delmo 15 de dezembro de 2016 at 23:06 - Reply

    Olá Leandro, tudo bem? Mais um belo artigo, parabéns!
    Concordo com você em todos os pontos e também gostaria de fazer uma contribuição. Desde quando aprofundei meus conhecimentos financeiros, deixei de aportar em previdência privada porque, de fato, existe no mercado produtos melhores e mais rentáveis, como você bem mencionou. Porém, há alguns anos, surgiu uma oportunidade para quebrar meu paradigma: a previdência privada empresarial. Como exemplo, na última empresa a qual trabalhei, a cada valor que eu depositava a empresa também aplicava o mesmo valor num fundo que escolhia o tipo de rentabilidade, tributação etc. Dependendo do tempo que você trabalhava na companhia, parte ou todo o valor que ela depositou, fica para você. Digamos que é uma espécie de programa de retenção. Enfim, ao sair da referida empresa, calcularam e liberaram 70% de tudo que a empresa depositou reajustado. Ou seja, contabilizando tudo, não tive investimento melhor no período! Hoje continuo sem fazer aportes, pois prefiro outros produtos mais rentáveis, mas reforço que nessa situação a previdência privada é sim um ótimo investimento!
    Abraços.

    • Leandro Ávila 16 de dezembro de 2016 at 8:50 - Reply

      Oi Delmo. O problema é que já vi pessoas que gostariam de mudar de emprego, que tinham oportunidades melhores em outros lugares e ficaram retidas por esse “programa de retenção”. Elas literalmente iriam perder dinheiro ao sair da empresa. Nem sempre queremos fazer carreira em uma empresa. Nem sempre uma empresa boa para trabalhar hoje será boa para trabalhar amanhã.

      • Delmo 17 de dezembro de 2016 at 0:44 - Reply

        Você tem razão! Tudo tem um preço e a falta de liberdade de escolha, mesmo em momentos com oportunidades melhores, fazem as pessoas se sentirem presas por um “prêmio” de fidelidade. Esse é o dilema do mundo corporativo vs empreendedorismo.

  31. David Siqueira 15 de dezembro de 2016 at 23:24 - Reply

    Excelente texto irmão! Parabéns por influênciar positivamente a vida de tanta gente!

  32. Allison 16 de dezembro de 2016 at 2:00 - Reply

    Olá Leandro . Independente de pleonasmo “na minha opinião pessoal” 🙂 seus textos são excelentes e a ideia que você passa é o que importa. Sempre recomendo seu site para amigos que estão fazendo investimentos para que eles despertem de arapucas como essas. Você está de parabéns pelo trabalho realizado.

  33. Jeferson 16 de dezembro de 2016 at 6:38 - Reply

    Leandro, parabéns pela riqueza de detalhes nessa série de 3 artigos sobre aposentadoria.

  34. Henrique 16 de dezembro de 2016 at 7:13 - Reply

    Ótimo artigo Leandro ( como de costume!). Parabéns por sempre conseguir escrever sobre assuntos complexos de forma concisa, transparente e didática. Isso é um dom!

    É impressionante como a falta de educação financeira da maioria da populacao e a pele de cordeiro sobre o corpo de lobo dos bancos nos fazem tomar decisões tão equivocadas e prejudiciais.

    Há meses tenho acompanhado seu site e lido muito sobre renda fixa, principalmente tesouro direto, a fim de iniciar meus primeiros investimentos.

    Hoje, é impossível não fugir do assunto para perguntar: depois das mudanças econômicas anunciadas ontem, quais serão as tendencias dos investimentos de renda fixa ao curto, medio e longo prazo?

    No início de um possível ciclo que queda dos juros e inflação, ainda vale a pena investir no tesouro? Qual modalidade é a menos afetada neste novo cenário?
    Abracos!

    • Leandro Ávila 16 de dezembro de 2016 at 9:00 - Reply

      Oi Henrique. Não é só os bancos que criam produtos para gerar lucros com base na nossa ignorância. Veja o que a indústria de alimentos faz. É muito difícil fazer qualquer previsão sobre o futuro. As taxas de juros e a economia são sensíveis ao que acontece na política. Escândalos estão acontecendo todos os dias e dizem que ainda nem começou.

  35. Ana Lapa 16 de dezembro de 2016 at 7:25 - Reply

    Oi Leandro! Como todos teus artigos, esse não poderia ser diferente, portanto, como sempre, MARAVILHOSO! Estou aprendendo muito contigo, através dos artigos, livros e só lamento não ter tido a oportunidade de ter todas essas informações antes de ter feito a Previdência Privada no BB, estou procurando uma maneira de sair e migrar para outros investimentos sem ter grandes perdas, mas, esse assunto ficará para o ano que vem, já que final de ano é sempre conturbado.
    Ah! Sinceramente, acho que as expressões que utilizas sejam elas “minha opinião pessoal” ou qualquer outra, bem como, o número de vezes que as utilizas, não alteram em nada a essência de teus artigos que são extremamente educativos. Dedicas um tempo valioso de tua vida escrevendo artigos extensos, procurando esclarecer cada ponto minuciosamente e, ainda, será necessário que te policies e tenhas a preocupação de não ser redundante, ter cuidado para não escrever palavras que tenham o mesmo sentido…., pelo amor de Deus, entendo que é um exagero dos leitores, visto que o conteúdo é claro e de fácil entendimento. És Perfeito!!!
    Gratidão pelo teu trabalho e pela tua dedicação em querer ajudar milhares de pessoas.

    • Leandro Ávila 16 de dezembro de 2016 at 9:01 - Reply

      Obrigado pelo apoio Ana

    • Joanatan 18 de dezembro de 2016 at 21:29 - Reply

      Faço minhas as palavras da Ana Paula Leandro.
      O Senhor pode repetir as palavras quantas vezes quiser. Que o texto é sempre de fácil entendimento.
      Muito obrigado Mestre.

  36. Leonardo 16 de dezembro de 2016 at 8:02 - Reply

    Olá Leandro! Parabéns pelo artigo. Eu contratei um plano Brasilprev em 2006 quando não tinha qualquer conhecimento sobre finanças. Há algum tempo, suspendi as contribuições. Após conhecer este site, aprendi muito e continuo estudando. Hoje consigo fazer investimentos através de corretoras e reconheço que perdi dinheiro com esse plano de previdência privada.

  37. Cammys 16 de dezembro de 2016 at 8:08 - Reply

    Ótimo artigo Leandro!! Não sei se é só comigo, mas as imagens dos artigos sobre aposentadoria não estão aparecendo, mesmo em navegadores diferentes… =(

    • Leandro Ávila 16 de dezembro de 2016 at 9:03 - Reply

      Oi Cammys. Você acessa o site dentro de uma empresa ou de alguma instituição ou acessa na sua casa? Existem instituições que bloqueiam as imagens de alguns sites.

  38. Marciane 16 de dezembro de 2016 at 8:24 - Reply

    Muito Bom Leandro, parabéns, sou leitora assídua do club.
    abs

  39. Mohammad 16 de dezembro de 2016 at 8:33 - Reply

    Parabéns pelo dom de transmitir conhecimento, Leandro.

    Sou assinante há pouco mais de 2 meses (por indicação de um amigo também assinante) e nesse pequeno período você já conseguiu mudar completamente a minha visão sobre investimentos. Estou deixando de ser espectador para me tornar um investidor. Sou extremamente conservador, mas buscarei aos poucos iniciar meus passos. Um de cada vez, sempre pra frente. Tenho um filho de 10 meses e me sinto feliz por ter a certeza de que ele receberá uma educação financeira muito melhor do que a que eu recebi.

    Se não há ainda artigos seus a respeito, segue então uma sugestão de tema: educação financeira de filhos e crianças.

    Desejo-lhe vida longa e sucesso.

    • Leandro Ávila 16 de dezembro de 2016 at 9:06 - Reply

      Oi Mohammad. A melhor forma de educar as crianças é dando bons exemplos, todos os dias, diante de situações que envolva o dinheiro. O fato de você se educar financeiramente já será a base de tudo.

  40. Luiz Roberto 16 de dezembro de 2016 at 9:16 - Reply

    Leandro, belo artigo. Bem escrito e profundo. Concordo que a previdência privada em geral não vale a pena devido às elevadas taxas cobradas dos clientes. Salvo engano meu, o que você recomenda é que as pessoas estudem sobre investimentos financeiros e façam suas próprias aplicações para garantir o futuro. Só há dois detalhes. Um já foi comentado aqui sobre os imprevistos em relação a uma invalidez permanente, por exemplo. O outro é que a previdência privada, quando inicia os pagamentos, não tem data de validade, é até a pessoa morrer, certo? E os recursos investidos por conta própria são finitos. Então. teoricamente, se a pessoa viver bastante após começar a receber o benefício, pode ser que uma boa previdência venha a ser mais proveitosa em relação aos investimentos por conta própria, que poderiam se esgotar durante a velhice. Estou certo ou falei besteira? Não estou defendendo a previdência privada, mas penso que esse seria mais um aspecto a ser considerado. Um abraço.

    • Leandro Ávila 16 de dezembro de 2016 at 22:43 - Reply

      Oi Luiz. Se você optar por receber um benefício vitalício, você entrega tudo que poupou para a empresa e fica recebendo um “salário” até a morte. Se morrer 1 dia após o início do recebimento do benefício, sorte da seguradora e azar da sua família. Se viver por 100 anos, sorte sua e azar da seguradora. O problema é que se no meio do caminho a empresa falir, você terá sérios problemas caso tenha confiado todo o projeto da sua aposentadoria a terceiros. No caso de ter seu próprio patrimônio, ele será seu e da sua família para sempre. Se for bem administrado pode durar por toda vida.

      • Adair 17 de dezembro de 2016 at 14:00 - Reply

        Excelente explicação do funcionamento da modalidade “vitalício”, se a pessoa morrer 1 dia após o início do recebimento, “tudo” é perdido p/ a seguradora do banco, nem família recebe nada, isso pq o cliente deve ter acumulado uma “pequena” fortuna durante as décadas perdidas…

        Por isso, os tais “gerentes” dos bancos insistem em vender previdência p/ pessoas de idades mais avançadas como “investimento imperdível”… [só se for p/ eles(bancos)]…

        Muito obrigado por tornar o mundo financeiro e nossas vidas um lugar melhor.

        Abraços.

        • Leandro Ávila 19 de dezembro de 2016 at 9:35 - Reply

          Oi Adair, infelizmente recebo muitas mensagens de pessoas idosas que compraram planos de previdência recentemente, induzidas por pessoas que sabiam o que estavam fazendo e que não sentiram nenhum remorso em prejudicar a vida financeira desses idosos.

  41. Dema 16 de dezembro de 2016 at 9:17 - Reply

    Bom dia sr. Leandro. Artigo muito transparente sobre os planos de previdência, escrito com total isenção . Ainda outro dia li artigo de conhecida consultoria de investimentos, acho que o sr. até comentou que tem algumas assinaturas, dizendo para aplicar no Plano PGBL e os 12% de redução no IR aplicar em um fundo de investimento que eles recomendariam, mas para isso deve comprar a assinatura para ter a informação. A idéia não deixa de ser boa, mas faltou ‘transparência’ em NÃO informar as altas taxas de admin. cobradas pelos bancos nesses planos, alem de custos de carregamento na entrada e na saída, a baixa rentabilidade dos mesmos e que na data do saque dos recursos o I.Renda incidirá sobre o principal e rentabilidade. Tudo isso lá no artigo deles não incluiram no calculo. O pior e que já vi outras recomendações da mesma empresa para não aplicar nos planos de previdência privada….

    • Leandro Ávila 16 de dezembro de 2016 at 22:45 - Reply

      Oi Dema. Querem te vender um relatório onde dizem quais são os fundos que rendem bem atualmente. O problema é que as empresas e fundos que oferecem bom desempenho hoje não serão as mesmas que terão bom desempenho amanhã ou daqui a 5, 10, 20 anos. Essas listas dos melhores fundos é uma grande bobagem, pois foram os melhores do passado. Não existe garantia de que serão os melhores no futuro.

  42. Tiago C 16 de dezembro de 2016 at 9:32 - Reply

    Leandro, não sabia que previdência privada não tem um fundo garantidor. Resumindo a empresa quebra e leva seu dinheiro de décadas depositado. É uma verdadeira pirâmide financeira tudo isso.

    Obrigado por nos deixar mais ricos!

    • Leandro Ávila 16 de dezembro de 2016 at 22:50 - Reply

      Oi Tiago. Se a empresa quebrar você terá sérios problemas, pois são seguradoras e não bancos, embora alguns bancos grandes tenham suas seguradoras. Isso também vale para um plano de saúde, que também não deixa de ser um produto de uma seguradora. Eu pago plano de saúde e não tenho certeza se a empresa existirá no futuro. Não existem garantias com relação a isso. Essas empresas podem ser boas hoje e podem ser ruins no futuro. Podem ser sólidas hoje e podem quebrar no futuro.

  43. Gonçalo 16 de dezembro de 2016 at 9:39 - Reply

    Bom dia, Leandro! Sua série está ótima (“pra variar”)!!! Obrigado!!! Desculpa aproveitar este espaço para tentar tirar uma dúvida contigo, é que já pesquisei na net e não encontrei de jeito nenhum. Não sei se tu terias a resposta. Sabes dizer se é possível saber os valores dos títulos públicos no TD em um determinado dia de junho de 2014? Se sim, como podemos ter essa informação? Muito obrigado por tua atenção, prezado!!!!! Forte abraço!!!

  44. Silvano 16 de dezembro de 2016 at 10:01 - Reply

    Muito bom texto, conciso e esclarecedor! Parabéns!

  45. JHON 16 de dezembro de 2016 at 10:17 - Reply

    Parabens mais uma vez Leandro, O Brasil precisa de mais pessoas como você , para educar financeiramente os incautos.

  46. Luiz Thiago 16 de dezembro de 2016 at 10:17 - Reply

    Obrigado Leandro pelo texto esclarecedor, tenho acompanhado seus textos e claramente são agentes de motivação para maior conhecimento financeiro.

  47. Magno 16 de dezembro de 2016 at 10:18 - Reply

    Bom dia, Leandro.
    De fato, como todos já disseram, foi fez mais um excelente e generoso trabalho de educação financeira.
    De fato, não invisto mais em previdência privada.
    Se não me engano, uma das importantes desvantagens era que se após contribuir por décadas, vc começasse a receber o benefício na data acordada e recebesse 1, 2, 3 meses, por exemplo, e viesse a falecer, o montante seria perdido. Não ficaria para filhos e etc…
    Ao contrário disso, em investimento no Tesouro Direto, após o falecimento do titular, o valor total entrar como espólio e será recebido pela família.
    Estou certo, Leandro?
    Obrigado.

    • Leandro Ávila 16 de dezembro de 2016 at 23:02 - Reply

      Oi Magno. É isso que acontece. Algumas empresas oferecem seguros adicionais para beneficiar um parente no caso da sua morte, mas isso é um serviço adicional que tem seu custo como qualquer seguro teria. Se a pessoa precisa de um seguro, que faça um seguro.

  48. Cristiany 16 de dezembro de 2016 at 12:01 - Reply

    Leandro, agradeço pelos artigos esclarecedores.Tenho aprendido muito com os conhecimentos que você transmite.

  49. Alexandre 16 de dezembro de 2016 at 12:37 - Reply

    Mas… e em relação ao abatimento no imposto de renda? Quando investimos nestes fundos de previdência, conseguimos abater do valor que temos a pagar (ou que teríamos ainda de pagar de IR). Não vale a pena mesmo neste caso? Em geral 8 ou 10 mil por ano não pagos de IR, mas dependente de novos aportes no fundo. Parabéns pelos artigos e pelos livros!

    • Leandro Ávila 16 de dezembro de 2016 at 23:04 - Reply

      Oi Alexandre. Na verdade você só adia o pagamento do IR. É necessário avaliar se as demais desvantagens não anulariam essa vantagem.

  50. Phillipe 16 de dezembro de 2016 at 12:50 - Reply

    Um dos melhores e mais impactantes artigos que já li sobre educação financeira!
    Obrigado Leandro por “abrir nossos olhos”!

  51. Mauricio 16 de dezembro de 2016 at 12:50 - Reply

    Mais um excelente artigo Leandro!! Parabéns pela clareza do argumentos!

    Também compreendo que os investimentos em fundos de previdência não são vantajosos, todavia, tenho apenas uma dúvida que persiste em relação à previdência privada do tipo PGBL.

    No PGBL é possível deduzir até 12% da renda bruta auferida no exercício da base de cálculo do imposto de renda. Caso o recurso fique empregado por mais de 10 anos, a alíquota de IR por ocasião do resgate será de “apenas” 10%. (tabela regressiva).

    No caso de uma pessoa que tenha um rendimento tributável anual considerável, no qual a alíquota do IR na fonte é sempre 27,5%, bem como sempre faça a declaração de IR no tipo completa, não seria vantajoso aplicar em um PGBL para diminuir o IR atual, além de que, por ocasião do resgate (após 10 anos) haveria “troca” da alíquota de 10% para 27,5%?

    Fiz algumas simulações com os seguintes dados: renda bruta anual R$ 300 mil, rendimento dos últimos 12 meses do PGBL: 11,98%, taxa de administração 2 %, taxa de carregamento isenta após 36 meses. No entanto, não consegui, até o momento, saber se o valor “economizado” com o IR após dez anos é capaz de superar a diferença entre a aplicação no PGBL + taxa de administração em comparação com uma aplicação que paga 100% da CDI.

    Mais uma vez parabéns pelos excelentes artigos.

    • Leandro Ávila 16 de dezembro de 2016 at 23:08 - Reply

      Ai onde mora o problema. Até que ponto adianta adiar o pagamento do IR, ficar com o dinheiro imobilizado por 10 anos, se durante esse tempo você terá que aceitar passivamente a rentabilidade que o fundo irá te oferece. Até que ponto ter o controle sobre o seu dinheiro não permitiria aproveitar as oportunidades que o mercado oferece a cada ciclo econômico?

  52. Fábio Bastos 16 de dezembro de 2016 at 13:19 - Reply

    Leandro, texto longo, mas não tinha como ser resumido, muitas informações detalhadas e com sites externos. Todos os meses os bancos tentam desesperadamente empurrar algum plano de previdência e se não ficarmos espertos, acabamos comprando. Recentemente li um artigo sobre as vantagens desses planos, o analista apenas fez referência ao IR que você se beneficia anualmente, eles esqueceram de falar da outra ponta da corda………………….as taxas administrativas e a própria rentabilidade do plano……………..acho que se esqueceram sem querer………………puro descuido….

    • Leandro Ávila 16 de dezembro de 2016 at 23:10 - Reply

      Oi Fábio. Natural para quem vende só falar sobre as vantagens. Descobrir as desvantagens é um problema do cliente. O problema no caso dos fundos de previdência é que a desistência custa caro.

  53. ALEX VIÉGAS 16 de dezembro de 2016 at 13:39 - Reply

    Fantástico Leandro. Atualmente, além de escapar da matrix dos bancos, também estou saindo da matrix da industria alimentícia. Sua comparação com a alimentação foi perfeita. E por falar em “grandes” bancos, o meu está criando a maior dificuldade para eu tirar o dinheiro da previdência. Você acredita que estive frente a frente com a gerente, na agência, e ela me disse que para fazer esta operação eu teria que fazer por telefone? Outra: por telefone também não consegui; os atendentes não sabiam nem o que era VGBL e PGBL. E outra agora: estou tentanto transferir um capital da minha conta corrente para a corretora que escolhi, e o tal “grande” banco diz que tenho um limite de TED diário. Resumindo meu amigo, quando acordamos desta matrix, percebemos o quanto ela estava nos enganando.

    • Leandro Ávila 16 de dezembro de 2016 at 23:12 - Reply

      Oi Alex. Eles esqueceram de falar que você como cliente tem o direito de eliminar ou aumentar esses limites. Eles vão fazer de tudo para complicar sua vida quando sua decisão for contra os interesses deles.

    • sandro 19 de dezembro de 2016 at 10:22 - Reply

      Eu teria ligado do celular na cara dele e quando o atendente falasse “o que é pgbl” eu respondia “um momento que vou transferir pro gerente que ta na minha frente e mandou ligar pra você” e esticava o braço. Eles que se entendam.

  54. Cosme 16 de dezembro de 2016 at 13:57 - Reply

    Boa tarde Leandro, como vai?

    Antes de mais nada, Parabéns po mais um excelente artigo! Mto bom!!
    Estou divulgando seu site sempre q posso, como forma de instruir as pessoas a terem mais qualidade de vida financeira e evitar grandes problemas em suas vidas.

    Leandro, me desculpe se vc irá abordar isso no próximo artigo, mas eu senti falta de vc falar sobre formas para resgatar o FGTS, e assim poder aplicar esse dinheiro em formas mais rentáveis de investimento para si. Estratégias de acesso ao FGTS.

    Pesquisei e encontrei essas situações onde a pessoa pode resgatar o FGTS:
    Fonte: http://www.caixa.gov.br/downloads/fgts-informacoes-diversas/Condicoes_Saque_FGTS.PDF

    – Aposentadoria
    – Compra de casa própria
    – Demissão sem justa causa
    – Morte do patrão e fechamento da empresa
    – Término do contrato de trabalho de um trabalhador temporário
    – Falta de atividade remunerada para trabalhador avulso por 90 dias ou mais
    – Ter idade igual ou superior a 70 anos
    – Doenças graves (como Aids ou Câncer) do trabalhador ou dependentes, ou em caso de estágio terminal em qualquer doença
    – Morte do trabalhador
    – Rescisão por culpa recíproca ou força maior
    – Em caso de necessidade pessoal urgente e grave, decorrente de chuvas e inundações que tenham atingido a residência do trabalhador, quando a situação for de emergência ou calamidade pública reconhecida por portaria do Governo Federal
    – Quando a conta permanecer sem depósito por três anos ininterruptos (cujo trabalhador tenha sido afastado até 13/07/90, inclusive)

    Inclusive para que está no exterior:
    Fonte: http://www.caixa.gov.br/beneficios-trabalhador/fgts/Como-sacar-o-FGTS-no-exterior/Paginas/default.aspx

    – contrato de trabalho rescindido sem justa causa, pelo empregador;
    – extinção normal do contrato de trabalho a termo;
    – aposentadoria concedida pela Previdência Social;
    – permanência do trabalhador por três anos ininterruptos fora do regime do FGTS

    Se a pessoa não estiver no final da vida, não estiver pra morrer com um doença grave, tem q “torcer” pra ser mandado embora sem justa causa. Ou seja, situações bem difíceis para ter acesso ao FGTS.
    As melhores formas, como estratégia, para ter acesso ao FGTS que sobram são: adquirir um imóvel e conseguir um trabalho no exterior, e ter acesso ao FGTS depois de 3 anos. É isso mesmo?

    Gde abraço! e estou ansioso para o próximo artigo!

    • Leandro Ávila 19 de dezembro de 2016 at 10:17 - Reply

      Oi Cosme. Na verdade não existe estabilidade para essas regras. O governo sempre está mudando. Esse é o problema.

  55. Domingos 16 de dezembro de 2016 at 14:27 - Reply

    Não tem como não agradecer pelas informações: obrigado!

  56. Jane 16 de dezembro de 2016 at 14:41 - Reply

    Leandro, Parabéns pelo seu artigo, muito elucidativo. Esse ano fui demitida e eu contribua para um plano de previdência da empresa que era gerido pelo Itamanho. Ao invés de esperar completar 55 anos (dentro de 2 anos) optei pelo Resgate. Ocorre que comeram boa parte do dinheiro pois fizeram o cálculo sobre o valor bretorno e disseram que usaram diferentes percentuais IR pois foram feitos aportes mensais, nunca deixei de contribuir nos últimos 7;anos. Dos $50.000 brutos, cobraram $12000 de IR e só recebilhões líquido $38000. Está correto usar diferentes taxas? Pensei que dependendo da qtde de anos seria usada uma taxa regressiva correspondente. Devo conslutar um advotado? Saí em ABRAÇO e recebi o dinheiro no final de Julho e apliquei em LCD por 1 ano no Banco Santander. Obrigada

    • Leandro Ávila 19 de dezembro de 2016 at 10:19 - Reply

      Oi Jane, não tenho como avaliar o que fizeram, não conheço o contrato que você aceitou. A única coisa que tenho certeza é que esses sistemas onde os outros cuidam do seu dinheiro não foram feitos para beneficiar você. Foram feitos para beneficiar quem cobrou caro para cuidar do seu dinheiro.

  57. Roberto 16 de dezembro de 2016 at 14:48 - Reply

    Ola Leandro bom dia.Obrigado pela lucidez e paciência em nos ensinar, principalmente nesses dias de tanta degradaçao moral na politica de modo geral…

  58. Roberto 16 de dezembro de 2016 at 14:51 - Reply

    Ola Leandro bom dia.Obrigado pela lucidez e paciência em nos ensinar, principalmente nesses dias de tanta degradaçao moral na politica de modo geral….

  59. Cíntia Carvalho 16 de dezembro de 2016 at 15:56 - Reply

    Excelente informativo Leandro, está merecendo um prêmio Nobel por ajudar tanta gente. Mas porque que vc ainda não tem um canal no youtube mais elaborado? seria interessante um canal seu, um programa seu. Mas seus post aqui é de muita utilidade não pare nunca.

    • Leandro Ávila 19 de dezembro de 2016 at 10:14 - Reply

      Oi Cíntia. Os custos de tempo e recursos necessários para fazer um bom canal no Youtube, mais elaborado, são grandes. O tempo necessário para escrever grandes artigos e responder os comentários também é grande. Preciso fazer escolhas.

  60. Roberta 16 de dezembro de 2016 at 16:19 - Reply

    Oi Leandro, boa tarde. Muito boa essa sua série sobre aposentadoria. Tenho muita preocupação com esse assunto. Estou acompanhando de perto. Parabéns e obrigada!! Tenho uma pergunta pra você. Eu tenho uma previdência, composta exclusivamente por colaboradores da empresa onde trabalho, esse plano também deve constar no site da CVM? Obrigada.

    • Leandro Ávila 19 de dezembro de 2016 at 10:15 - Reply

      Oi Roberta. Não tenho como opinar por não conhecer o funcionamento do que vocês estão fazendo. Se não estiver regulamentado, não deixa de ser arriscado.

  61. DIOGO T. 16 de dezembro de 2016 at 17:21 - Reply

    MANTENHO UMA PREVIDENCIA COM CARREGAMENTO ZERO E ADM DE 0,99%A.A. PGBL REGRESSIVO. ACHO QUE SÓ POR ISSO VALE A PENA. TAXAS MAIS ALTAS DETONAM QUALQUER RENDIMENTO.
    PRA MIM NÃO TEM COMO OBJETIVO APOSENTADORIA. APENAS BENEFICIO FISCAL DE 17,5% (27,5% DE HOJE MENOS 17,5% DAQUI A 10 ANOS). O VALOR QUE ECONOMIZO NO AJUSTE ANUAL DO IRPF IMEDIATAMENTE VAI PARA UMA APLICAÇÃO QUE RENDA EM TORNO DA SELIC.
    PARA APOSENTADORIA ESTOU COMEÇANDO FUNDOS NO TESOURO DIRETO 2035.
    OBRIGADO POR TRAZER LUZ AS NOSSAS FINANÇAS LEANDRO

  62. Lucas 16 de dezembro de 2016 at 17:56 - Reply

    Parabéns por mais esta série de artigos Leandro. Acompanho este site com bastante admiração por este teu trabalho! Que Deus possa abençoa-lo para que continue esta tarefa de transmitir e incentivar a busca pelo conhecimento.

  63. Adriana 16 de dezembro de 2016 at 20:05 - Reply

    Leandro Avila.Gostaria de saber se seus livros ensinam sobre LCI LCA CDB etc.Porque quero muito aprender sobre investimentos.Tesouro direto por exemplo, quero comprar um titulo e saber o que estou fazendo.Obrigada.Não esqueça de me mandar um link para adquirir os livros.Obrigada

    • Leandro Ávila 19 de dezembro de 2016 at 10:02 - Reply

      Oi Adriana. Sim, os livros abordam esses investimentos. A ideia é que você termine a leitura sabendo exatamente o que está fazendo.

  64. Rafael 16 de dezembro de 2016 at 20:08 - Reply

    Olá Leandro. É a primeira vez que um blog me faz querer compartilhar um comentário ou dúvida, mesmo acompanhando muitos e de diversos países. Realmente seu trabalho é um dos melhores que já, consegue ser muito mais rico do que diversos cursos e você consegue ser mais claro que centenas de professores. Estou fazendo um plano de aposentadoria para o futuro com base nos títulos de IPCA, além de investir em outros e ter um curso da bolsa de valores pra dar início ano que vem. Estou ansioso pra ver seu próximo artigo sobre Títulos Públicos pois consegui embarcar nesse negócio graças ao seu blog. Obrigado!!

  65. Wilson Junior 16 de dezembro de 2016 at 21:13 - Reply

    Olá Leandro, parabéns pelo artigo, estou gostando muito de acompanhar essa séria de artigos, e estou no aguardo pelo próximo, que vai abordar o investimento em títulos públicos focando na aposentadoria. Esse tema é um dos que me chama mais atenção. Está de parabéns pela profundidade nos assuntos abordados e pela fácil compreensão. Desejo tudo de bom pra ti, e muita saúde e sucesso. Abs

  66. Daiana Lopes 17 de dezembro de 2016 at 0:29 - Reply

    Bom dia! Excelente artigo, como sempre! Desde o anos passado tenho estudado sobre o Tesouro direto e desde então tenho investido também.
    Gostaria de saber se é possível utilizar o saldo do FGTS para investimento em fundos imobiliários.
    Muito obrigada por disponibilizar parte de seu conhecimento!

    • Leandro Ávila 19 de dezembro de 2016 at 10:00 - Reply

      Oi Daiana. Nunca ouvi falar na possibilidade de usar o FGTS para investir em fundos imobiliários.

  67. Jean Pierre 17 de dezembro de 2016 at 4:55 - Reply

    Que situação… aplicar num fundo A, que tem na carteira de investimento um fundo B que investe no Tesouro Direto e ainda pagar pra fazerem tudo isso e lucrarem com seu dinheiro… melhor aprender como investir diretamente do TD.
    Ótimo artigo e bons sites para pesquisar sobre os fundos de investimento. Obrigado por dedicar seu tempo para ensinar as pessoas a ver a realidade.
    Abraços

    • Leandro Ávila 19 de dezembro de 2016 at 9:59 - Reply

      Oi Jean. Quando um fundo investe em outro fundo, certamente ele remunera esse outro fundo pagando taxa administrativa para o mesmo. Os bancos são repletos de fundos de fundos, ou seja, fundos que investem em outros fundos do mesmo banco.

  68. Amaral 17 de dezembro de 2016 at 9:22 - Reply

    Parabéns Leandro por mais um excelente artigo bastante esclarecedor,
    Não possuo plano de previdência privada nem pretendo possuir, mas preciso aumentar meu conhecimento sobre o assunto para orientar filhos e pessoas próximas.
    Pelo que percebo dos comentários, a busca por previdência privada é devido a alguma vantagem na tributação do IR. Vi poucos comentários sobre aposentadoria (renda complementar). Pra mim o principal sentido de um plano privado não é o IR, mas sim ter renda complementar vitalícia após, por exemplo, 40 anos de contribuição, como se propõe a previdência oficial
    Outra dúvida: após a morte do titular, essa renda não é transferível para a(o) viúva(o), que se tornaria um(a) pensionista?

    • Leandro Ávila 19 de dezembro de 2016 at 9:56 - Reply

      Oi Amaral. Na previdência privada você tem a opção de entregar seu patrimônio para a empresa em troca de um benefício vitalício. Se você viver por 100 anos, azar da seguradora, você só precisa ter fé e pensamento positivo para que a empresa tenha a mesma vitalidade que a sua, pois se ela quebrar no meio do caminho você perderá seu benefício vitalício. Já se você viver por apenas 1 ano, sorte da seguradora e azar da sua família que não terá direito a mais nada.

  69. Danilo 17 de dezembro de 2016 at 11:03 - Reply

    Parabéns pelo excelente artigo, Leandro.
    No meu caso, obrigatoriamente contribuo para o INSS e tenho Previdência Privada fechada, oferecida pela minha empresa, que atua como patrocinador, aportando igual valor de minha contribuição mensal.
    Entendo que antes de realizar qualquer investimento, devemos observar os custos e riscos envolvidos e a perspectiva de rentabilidade oferecida. Mas nesse caso específico, não há duvidas de que é uma excelente escolha, independentemente das taxas cobradas pelo plano, considerando que de início já tenho 100% de “rentabilidade”, devido ao aporte extra do patrocinador. Concordas?

    • Leandro Ávila 19 de dezembro de 2016 at 9:52 - Reply

      Oi Danilo. As empresas usam esses artificios como uma forma de “penalizar” aqueles que tomam a decisão de procurar empregos melhores. É uma política de retenção, de aprisionamento dos seus funcionários. Se você pretende passar o resto da sua vida trabalhando na mesma empresa e tem certeza absoluta de que nunca irá mudar de ideia, ótimo. Se você pensa que no futuro podem aparecer oportunidades melhores, verifique as penalidades desses planos, pois muitas vezes, no caso da sua saída você correrá o risco de perder uma parte ou o valor total desse “patrocínio” da empresa.

  70. Matheus 17 de dezembro de 2016 at 11:25 - Reply

    Olá Leandro ! Primeiramente é parabeniza-lo pelo brilhante trabalho!
    No artigo você abordou mais rentabilidade e concordo plenamente com tudo que foi dito. porém não foi abordado nada sobre o uso do VGBL por exemplo para planejamento sucessório, qual sua opinião quanto à essa finalidade??
    Venho investindo muito na minha educação financeira.. tenho minha própria carteira de investimentos e venho tentando mostrar para minha mãe esses conteúdos…. Tenho tentado faze-la estudar e entender e não simplesmente dar palpites. Porém com essa questão do VGBL tem sido dificil… nada tira da cabeça dela que ela pode morrer a qualquer momento( Acho que é um resquício do terror dos gerentes de banco), então ela defende com unhas e dentes a questão do VGBL que terei acesso rapido ao dinheiro, sem precisar passar por inventario ou gastar dinheiro com advogados… Aos poucos já fiz algumas mudanças pelo menos para tentar melhorar a posição, antes o gerente dela posicionou em um com 3,4% de taxa de adm… Apos muita luta hoje ela está posicionada em um com 1% de taxa de adm… tabela regressiva podendo então chegar a 10% de IR e pelo menos no momento uma rentabilidade ok. Como planejamento sucessório você acha que realmente pode não ser tão ruim assim ??
    Hoje em dia fico bastante a vontade onde estamos posicionados tanto eu quanto ela, mas essa questão do VGBL as vezes me tira o sono rsrsrs
    Abraço e Parabéns

    • Leandro Ávila 19 de dezembro de 2016 at 9:49 - Reply

      Oi Matheus. Em vários estados o governo está cobrando imposto de VGBL após a morte do investidor. A tendência é que os estados que não estão cobrando passem a cobrar. Isso mostra que essas vantagens dos planos de previdência são frágeis. No momento da venda dos fundos eles vendem uma característica. O governo muda as regras do jogo no meio do jogo e aquela vantagem deixa de existir. O inventário não é uma coisa opcional, todos teremos que fazer um inventário. Veículos, imóveis e até o saldo da sua conta bancária só será liberado para seus herdeiros depois do inventário e do pagamento do imposto. Planejamento sucessório é saber como as coisas funcionam e não ficar bitolado nos atalhos que o sistema oferece para vender planos de previdência, sem terem garantias de que o governo não irá mudar as regras no futuro.

      • Matheus 21 de dezembro de 2016 at 23:02 - Reply

        Pois é Leandro…. E como você sempre fala, no brasil não sabemos a hora que o jogo pode mudar.
        Obrigado pelo feedback

  71. Halisson 17 de dezembro de 2016 at 13:15 - Reply

    Perfeito! Semana passada, eu vi uma pessoa influente no mercado milionário de concurso públicos criticando ferozmente o Regime Geral de Previdência Social. O mais intrigante, é que colocava como opção de “liberdade” para construir a sua própria aposentadora a Previdência Privada, Bitcoins e Forex…. Putzzzz!!Complicado ó!!!Trocar 6 por meia duzia!!!O mais intrigante é que este professor e dono de curso é de ultra direita, crítico ferrenho do Estado, todavia ganha a vida estimulando uma massa sonhadora a conquistar o seu tão sonhado cargo público!!! Putzzz!!!

    • Leandro Ávila 19 de dezembro de 2016 at 9:44 - Reply

      Oi Halisson. Previdência privada não é exatamente um investimento. É pagar caro para que os outros invistam o seu dinheiro para você. Bitcoins não é investimento, é apenas uma reserva de valor virtual que vai existir até o dia que os governos do mundo se voltem contra ele, prejudicando ou criminalizando as pessoas que o utilizam. Se as pessoas querem tirar o dinheiro do sistema, que comprem ouro, pois esse sim tem valor em qualquer parte do planeta e em qualquer tempo da história da humanidade. Mesmo assim, ouro é renda variável, os preços flutuam muito e por isso é um investimento arriscado. Já o Forex não é um mercado regulamentado para investimentos de pessoas físicas no Brasil. Você precisa usar corretoras no exterior, se ocorrer problemas não terá a quem reclamar.

  72. José Luiz Bonicenha Pontini 17 de dezembro de 2016 at 13:41 - Reply

    Mais um gol de placa do nosso Leandro Ávila, parabéns!!
    Seguinte: um amigo vizinho acima do meu apto (já te indiquei) me perguntou se os 5 anos de contribuição autônoma de uma sua tia via INSS estará perdido no caso de parar de pagar hoje e retornar em 3 anos, por exemplo??
    Grato.
    José Pontini

    • Leandro Ávila 19 de dezembro de 2016 at 9:37 - Reply

      Oi José. Se ela continuar contribuindo até atingir os valores mínimos de contribuição eles vão considerar esses 5 anos. Se não me engano, ela terá que repor esses 3 anos que ela deixou de pagar. Recomendo entrar em contato com o INSS para que eles possam apresentar as possibilidades.

  73. Julio 17 de dezembro de 2016 at 14:20 - Reply

    Olá , Leandro ! Parabéns pelo profundidade e clareza que você escreve sobre temas que impactam a vida financeira das pessoas .
    Ao terminar a leitura do seu post tomei de imediato as ações para ” reduzir” um pouco os prejuízo que o fundo estava me impondo! Suspendi as minhas contribuições mensais e vou aguardar um pouco para completar o período em que ocorre a redução da alíquota de 20 % para 15% do IR, e ai vou retirar o dinheiro dessa aplicação ” engorda banco”.
    Detalhe: O fundo que você tomou como exemplo, foi o que o Gerente do Banco me “recomendou” como o ” melhor de todos”…
    Valeu!

    • Leandro Ávila 19 de dezembro de 2016 at 9:33 - Reply

      Oi Julio. O seu gerente realmente indicou o melhor de todos os fundos, só que o melhor para ele é sempre aquele que gera o maior lucro possível para a empresa onde trabalha. Devemos lembrar que os funcionários dos bancos são remunerados para defender os interesses dos seus patrões. Quem deve defender seus interesses financeiros é você, com base nos seus conhecimentos, na sua educação financeira. Ninguém mais, além de você, lucra quando você está bem informado. Todo o sistema é montado para lucrar com a sua ignorância. Isso vale para o sistema financeiro, para a indústria de alimentos, indústria da moda, indústria da saúde, etc. Por este motivo, o melhor de todos os investimentos é sempre aquele que você faz para reduzir o seu nível de ignorância sobre todos os assuntos.

  74. Netto 17 de dezembro de 2016 at 15:12 - Reply

    Oi Leandro, onde encontro em suas matérias algo que nos diga como, após ter atingido um valor necessário para se aposentar segundo minha realidade, eu lidarei com meu dinheiro para ter uma renda mensal segura? E qual leitura seria interessante para eu criar um conceito sobre os aportes mensais no tesouro tendo em vista que a cada dia eu tenho uma taxa de rentabilidade diferente (no primeiro mês de investimento posso encontrar para o mesmo titulo uma taxa de 6% mas durante os aportes neste título para minha aposentadoria encontrarei taxas bem inferiores, como será calculada minha rentabilidade então?) Agradeço a atenção. abraço

    • Leandro Ávila 19 de dezembro de 2016 at 9:26 - Reply

      Oi Netto. Quando você faz investimentos mensais precisa selecionar aqueles investimentos que oferecem a melhor oportunidade naquele momento. Durante toda a sua vida as taxas irão flutuar para cima e para baixo e no final o seu resultado será uma média dessas flutuações. Quando as taxas de juros da economia estão subindo as pessoas tendem a investir em títulos e investimentos que acompanham essa alta, que são os pós-fixados. Quando as taxas estão caindo as pessoas tendem a buscar investimentos com taxas pre-fixadas ou que possua uma parte do rendimento prefixado. Eu falo sobre isso em diversos artigos já publicados aqui sobre os diversos investimentos que já tratei. Uma maneira mais ordenada de aprender, onde o conteúdo é longo e organizado do básico até o mais avançado são os meus livros, que na verdade é um livro dividido em 3 livros. Visite: http://www.clubedospoupadores.com/reeducacaofinanceira

  75. Andressa Moreira 17 de dezembro de 2016 at 17:53 - Reply

    Leandro! Muito obrigada! Seus esclarecimentos são perfeitos, como sempre!

  76. JOSEVAN 17 de dezembro de 2016 at 21:49 - Reply

    Acabei de ler o texto no meu rss e o próximo texto que leio é esse : http://dinheirama.com/blog/2016/12/16/plano-previdencia-privada/

    Acho que vou reorganizar minha lista de rss 😉

    • Leandro Ávila 19 de dezembro de 2016 at 9:21 - Reply

      Olá Josevan. O autor do artigo trabalha ou trabalhou em bancos e em seguradoras, como mostra o texto do lado da foto dele. Não espere das pessoas que trabalham para bancos, e que são remuneradas para vender planos de previdência, que mostrem a realidade sobre aquilo que estão vendendo. Existe um conflito de interesses. Seria o mesmo que entrar no açougue perguntando para seu proprietário se comer carne é uma coisa saudável e se não seria uma ideia melhor se tornar vegetariano. O mesmo vale se você perguntasse para o dono de um restaurante de comida vegetariana se não seria melhor comer na churrascaria. O único investimento que o Clube dos Poupadores defende em todos os seus artigos é que você estude, investindo na sua educação. Por este motivo 100% dos artigos publicados aqui foram escritos por mim. Você nunca encontrará consultores, funcionários de bancos, funcionários de corretoras, publicando artigos aqui para defender os produtos que vendem como se estivessem gerando conteúdo sobre educação financeira, quando na verdade estão oferecendo propaganda dos seus produtos.

  77. Sonecla 18 de dezembro de 2016 at 17:30 - Reply

    Ola Leandro, tudo bem?

    Eu tentei consultar o plano de previdência nos sites que você indicou, mas os sites não consegue encontrar. O plano que tenho é corporativo e foi trocado por outra instituição recentemente, tem algum outro site que posso realizar a consulta?
    Obrigado

    • Leandro Ávila 19 de dezembro de 2016 at 9:15 - Reply

      Oi Sonecla. Solicite para eles o número do CNPJ do fundo.

  78. Rafael Castro 19 de dezembro de 2016 at 7:17 - Reply

    Obrigado Leandro por disponibilizar artigos tão bem elaborados sem cobrar nada por isso. Há algum tempo acompanho seus artigos e graças a eles eu já saí da previdência privada e fui para os títulos públicos. Em breve, pretendo estudar seus livros.

    • Leandro Ávila 19 de dezembro de 2016 at 9:14 - Reply

      Oi Rafael, obrigado. Não existe melhor investimento do que aquele que você faz na sua educação.

  79. Cleber 19 de dezembro de 2016 at 9:36 - Reply

    Obrigado, Leandro, por mais este belo artigo! Tenho há 2 anos um PGBL com tributação regressiva da BrasilPrev,contratado em uma época onde ainda não possuía nenhum conhecimento sobre investimentos. Dentre outros fatores, como esforço próprio e, também, sua valorosa ajuda e inspiração, hoje invisto em tesouro direto e renda fixa de bancos menores. Consultando minha corretora, descobri que há planos de previdência com fundos que possuem rentabilidade levemente superior à CDI, taxa de carregamento ausente e taxa de administração de 1 % ao ano. Estou planejando a portabilidade desse PGBL, mas fui informado que o BB cobra uma taxa de saída de 5 % sobre o valor total. Você acha que esse valor seria, de alguma forma, negociável? O que você me aconselharia fazer? Um forte abraço

    • Leandro Ávila 19 de dezembro de 2016 at 10:04 - Reply

      Oi Cleber. Eu acho um absurdo cobrar taxa de saída, e quase um crime cobrar 5% de taxa. Isso mostra que o sistema é criado para prejudicar as pessoas de todas as formas.

    • sandro 19 de dezembro de 2016 at 12:28 - Reply

      https://www3.tesouro.gov.br/tesouro_direto/noticias/2009/09022009_aplicar_titulos_requer_paciencia.asp

      Plano de previdência

      A portabilidade sem custos dos recursos poupados em planos de previdência aberta e individual – do tipo contratado em bancos – é prevista em lei e pode ser total (transferência de todo o dinheiro) ou parcial (de apenas uma parte). Solicitada pelo investidor na antiga seguradora, a transferência também não acarreta cobrança de Imposto de Renda, pois é feita eletronicamente diretamente entre as instituições. “É preservado todo o histórico de contribuições, nas devidas datas, de forma que o investidor tenha o cálculo preservado quando for receber o benefício no futuro”, explica o presidente da Real Tokio Marine Vida e Previdência, Edson Franco.

      Mas atenção: se o plano original previa taxa de carregamento (porcentual cobrado sobre cada depósito na previdência) no resgate, ela terá de ser paga na transferência. Já a seguradora que receber os recursos do poupador é proibida de exigir carregamento sobre o valor transferido – só poderá cobrar esta taxa sobre os novos depósitos.

      Por conta do tratamento tributário que acarretam, algumas opções feitas na contratação do plano não podem ser alterados na transferência. Um Plano Gerador de Benefício Livre (PGBL) não pode ser convertido em um Vida Gerador de Benefício Livre (VGBL). O regime de tributação – regressivo ou progressivo – também não pode ser trocado. “São decisões irretratáveis”, diz Franco. Depois de entregues os documentos solicitados pelas seguradoras, o processo da portabilidade leva cinco dias úteis.

  80. Wellington 19 de dezembro de 2016 at 19:28 - Reply

    Leandro, o que você acha desse tipo de investimento em cripto moeda que o rapaz comenta neste post.

    • Leandro Ávila 21 de dezembro de 2016 at 16:39 - Reply

      Oi Wellington. Não vejo nenhum sentido e não recomendo investir em nada que não esteja regulamentado e autorizado a operar no Brasil.

  81. Adair 20 de dezembro de 2016 at 10:19 - Reply

    Olá Leandro, fiquei com uma dúvida agora, muito se comenta que alguns estados do país passaram a tributar o VGBL como investimento e não mais como seguro de previdência…

    Quais estados deixaram de tratar o VGBL como previdência, quais são as características perdidas do VGBL nesses estados??

    Obrigado e parabéns pela qualidade dos artigos.

    • Leandro Ávila 21 de dezembro de 2016 at 16:43 - Reply

      Oi Adair. Não sei listar todos os estados que já fizeram mudança na lei. As últimas notícias que li falavam sobre mudanças nas regras do Rio de Janeiro, Minas Gerais e Paraná. Certamente será uma questão de tempo para que todos tributem e para seguir a tradição, cada estado terá regras totalmente diferentes do outro.

  82. Bruna 20 de dezembro de 2016 at 13:00 - Reply

    Leandro, boa tarde! Parabéns pelo artigo, é a primeira vez que posto aqui, mas já lhe acompanho há um tempo. Me enquadro nessa categoria dos iniciantes, ainda precisando aprender bastante sobre investimentos. Gostaria de saber se tudo isso que você falou também se aplicara a planos de previdência da empresa. Trabalho em uma empresa que tem plano de previdência privada e eles oferecem uma contrapartida de 100% do valor que você deposita. Não aderi ao plano e gostaria de saber o que levar em consideração para avaliar se é melhor do que o TD que é a modalidade de investimento que pratico atualmente.

    Abraço e obrigada pelos artigos.

    • Leandro Ávila 21 de dezembro de 2016 at 16:46 - Reply

      Oi Bruna. Eu recomendo que você solicite o contrato, pois cada empresa terá o seu, e procure todas as armadilhas nas letras miúdas. As empresas só se esforçam para divulgar “o lado bom” e deixam o lado ruim nas letras pequenas e complicadas de entender. Tenha certeza que essa contrapartida tem um custo para você. Muitas vezes a empresa usa isso como estratégia para prender você no emprego para sempre. Não é comum que as pessoas desejem trabalhar na mesma empresa para o resto da vida. A ideia é te penalizar caso você tome a decisão de sair. A melhor situação que existe é sempre ter o controle do seu dinheiro e a sua liberdade em primeiro lugar. É assim que penso.

  83. Anderson 20 de dezembro de 2016 at 20:04 - Reply

    Por que investir no tesourou direto se um CDB por exemplo me dá uma rentabilidade maior e é garantido pelo FGC?

    • Leandro Ávila 21 de dezembro de 2016 at 16:54 - Reply

      Oi Anderson. Todo investimento tem suas vantagens e desvantagens. No caso de CDB, LCI e LCA eles sempre devem oferecer rentabilidade acima do Tesouro Direto para compensar o lado negativo do investimento. Um exemplo é a liquidez. Os bons títulos privados, que pagam maiores taxas são justamente os que possuem data de vencimento fixa, impedindo que você tenha acesso ao dinheiro. O valor mínimo para investir em CDB, LCI e LCA é bem maior que o mínimo exigido para investir em títulos públicos, os melhores títulos privados exigem investimento inicial de dezenas de milhares de reais. Contar com o FGC não é nada agradável e o tempo que leva entre o banco quebrar e o dinheiro ser devolvido é de alguns meses. Durante este tempo você não será remunerado. Dessa forma o ideal é que você entenda as diferenças entre os investimentos (que são muitas) e avalie as características para entender por qual motivo um rende mais que o outro e qual opção melhor se adapta dentro dos seus planos.

      • anderson 24 de dezembro de 2016 at 19:29 - Reply

        Sem palavras para agradecer. Vejo que faz esse trabalho de coração. Meus parabéns. Pessoas como você ajudam a melhorar a sociedade.

        • Leandro Ávila 26 de dezembro de 2016 at 6:28 - Reply

          Obrigado Anderson. Todos podem ajudar de alguma forma. É sempre uma opção.

  84. Iara 22 de dezembro de 2016 at 7:20 - Reply

    Leandro, penso em fazer portabilidade do meu atual plano de previdência privada. Você tem alguma dica de uma fonte de pesquisa para eu tentar achar planos com configurações melhores? Minha corretora atual não oferece este tipo de produto. Parabéns pelo artigo e boas festas para você e a todos os membros do grupo.

    • Leandro Ávila 23 de dezembro de 2016 at 12:58 - Reply

      Oi Iara, existem corretoras que trabalham com fundos de previdência. A vantagem é que existe uma enorme quantidade de fundos de diversos gestores.

  85. Albertini 22 de dezembro de 2016 at 10:06 - Reply

    Bom dia parabéns pelo artigo,

    Sei que vc não dá opiniões sobre seguradoras, mas o fundo verde assert e bem visto, será que poderia esclarecer sobre este fundo?

    • Leandro Ávila 23 de dezembro de 2016 at 12:59 - Reply

      Oi Albertini. De tempos em tempos existem gestoras de fundos que se destacam, mas olhando o longo prazo isso ocorre de uma forma eventual. Aquelas que apresentem bons resultados hoje não necessariamente serão as mesmas que terão bons resultados amanhã.

  86. Eduardo Campos 22 de dezembro de 2016 at 15:33 - Reply

    Boa tarde Leandro.

    Pelo que pude ver estas ferramentas para avaliar fundos só contemplam os que estejam sendo administrados por bancos.
    Eu tentei avaliar o Fundo “VERDE AM ICATU PREVIDENCIA FIC FIM PREV” e não consegui.

    Saberia orientar-me de que forma posso avaliar este fundo?

    • Leandro Ávila 23 de dezembro de 2016 at 12:59 - Reply

      Oi Eduardo. Existem fundos que são fechados, ou seja, não aceitam mais a entrada de novos investidores.

  87. Luis Fernando 23 de dezembro de 2016 at 11:03 - Reply

    Boa tarde Leandro,

    Qual a sua leitura sobre os planos estatais de previdência fechado que possuem contrapartida ? No meu caso, possuo um plano “patrocinado” pelo Estado de SP e pesei os pró: contrapartida; incentivo fiscal (12%) e um benefício de risco com um prêmio bem abaixo dos valores de mercado (cerca de R$ 170,00 para 1.5 MM de pecúlio – tenho 42 anos). As desvantagens são inúmeras: ingerência política; má gestão e a própria situação fiscal dos Estados. O meu plano cobra carregamento (4%) e administração (1%) Em simulações que fiz, a longuíssimo prazo, uma aplicação baseada no CDI tenderia a ganhar da minha previdência por volta dos 30 anos de contribuição. Existe um movimento para o crescimento desses planos, principalmente, por conta da Reforma da Previdência o que poderia também resultar em uma queda nas taxas cobradas. Você acha que esses planos podem virar uma espécie de “poupança” para os governos ou estaríamos diante de uma possibilidade real de criarmos um sistema de previdência sustentável a longo prazo no nosso país ? Abraços e parabéns pelos artigos …

    • Leandro Ávila 23 de dezembro de 2016 at 13:01 - Reply

      Oi Luis. Eu recomendo que você pesquise o que vem acontecendo com esses fundos de pensão de funcionários de grandes empresas do governo como Correios, Petrobras e Caixa. Não tenho como emitir opiniões específicas, mas recomendo que você avalie com muita atenção.

  88. Lucas 23 de dezembro de 2016 at 21:17 - Reply

    Boa noite Leandro!

    Sou seu fã e sempre leio seus textos.
    Gostei muito de você ter abordado esse tema tão complexo.

    Tenho uma visão um pouco diferente.
    A cada 100k de rendimento bruto, consigo aliviar ou adiar até 12% do rendimento fazendo declaração IR completa e usando PGBL. Seriam 12k em questão (pagar IR agora ou depois).

    12k no Tesouro Direto
    – 27,5% IR = 8700

    8700 no TD em 10 anos, rentabilidade 16% aa = 38379
    – 15% IR =
    32662

    12000 num PGBL sem carregamento, administração 1% aa, rentabilidade 13% aa:
    37270
    – 10% IR
    = 33543

    Logo, mesmo com rentabilidade pouco menor, o PGBL ainda pode ser interessante, em determinadas situações.

    • Leandro Ávila 26 de dezembro de 2016 at 6:29 - Reply

      Oi Lucas, na minha opinião, perder o controle do seu dinheiro transferindo a sua gestão para terceiros, sendo penalizado duramente caso queira ter acesso aos seus recursos, alémd e outras desvantagens, representa um custo que nem todo mundo avalia no momento de ver alguma vantagem em um PGBL.

    • Flauber 23 de janeiro de 2017 at 22:36 - Reply

      Concordo com você, Lucas! Nem sempre o PGBL é um mau investimento. Quando a taxa de administração não passa de 1%, você aloca apenas uma parte das suas reservas em previdência e o banco é sólido oferecendo retorno próximo do CDI vejo vantagem no chamado diferimento fiscal. Deixar de pagar 27,5% agora para pagar apenas 10% no momento do saque pode fazer bastante diferença especialmente no longo prazo em que a mágica dos juros compostos aparecerá.

  89. Polyana Araújo 26 de dezembro de 2016 at 18:11 - Reply

    Olá Leandro,

    Seus artigos quanto à aposentadoria são ótimos, parabéns! Mas ainda fico em dúvida quanto às licenças que a seguridade social pode nos proporcionar (licença maternidade, licença doença e outras) e também quanto aos possíveis acidentes que podemos vir a ter no decorrer das nossas vidas, como por exemplo algum que cause a invalidez do indivíduo que inevitavelmente podem vir a ocorrer antes de atingir o montante necessário para garantir uma rentabilidade mensal razoável/independência financeira. Desta forma, qual seria sua sugestão para nos organizarmos financeiramente a fim de que não venhamos a depender do governo para suprir essas necessidades.

    Obrigada!

    • Leandro Ávila 26 de dezembro de 2016 at 18:26 - Reply

      Oi Polyana. Nestes casos o INSS funciona como um seguradora administrada pelo governo. Existem as seguradoras privadas como alternativa e existe a própria reserva financeira que todo mundo deveria ter para o caso de uma emergência (doença, acidentes, maternidade, imprevistos, etc)

  90. Karla 28 de dezembro de 2016 at 19:12 - Reply

    Olá,
    No caso de previdência privada da empresa compensa? Por exemplo: o empregado contribui com 1 real e a empresa contribui com a mesma quantia, ou seja, um real. Isso é todos os meses, inclusive o 13 salário.

    • Leandro Ávila 4 de janeiro de 2017 at 9:16 - Reply

      Oi Karla. É necessário observar as outras características. Do que adiantaria contribuir com R$ 1 e receber outro R$ 1 se o dinheiro for mal administrado? Do que adianta se você se sentir impedida de trocar de empresa por saber que será penalizada financeiramente diante de uma nova oportunidade? Recomendo que você leia o contrato com muita atenção partido do princípio que não existe nada grátis. Tudo tem seu preço, o problema é que aqueles que se beneficiam da sua decisão só vão gastar o tempo deles mostrando as vantagens da coisa.

  91. Paulo R, Bastos 30 de dezembro de 2016 at 0:12 - Reply

    Olá Leandro, acompanho o teu blog faz um tempinho, mas nunca tinha comentado antes, gostaria de te parabenizar por todo o conhecimento compartilhado que mudou a minha vida e espero que a de outros milhares também. Porém, o motivo desse comentário em particular é dar o devido valor pela felicidade com a que cunhaste essa frase “Opção para quem não sabe alguma coisa é aprender” tão simples, tão verdadeira. Que pérola, Parabéns!

    • Leandro Ávila 4 de janeiro de 2017 at 9:18 - Reply

      Oi Paulo. A ignorância das pessoas é uma oportunidade de negócio explorada por todos os setores (públicos ou privados). Realmente só existe uma pessoa que lucra com a sua educação de forma direta, essa pessoa é você. Todo o resto vai desenvolver produtos e serviços que funcionam como “muletas” ou atalhos para que você se mantenha sua ignorância, só que com algum nível de comodidade e conforto.

  92. Flávio Roberto 30 de dezembro de 2016 at 10:16 - Reply

    Ola Leandro. Gosto muito de ler seus artigos. Sempre que tenho duvidas eu recorro a eles pois você os escreve de uma forma bem clara e sem muitos termos técnico ou complicados do mundo de finanças e economia.
    Leandro, em um artigo seu recente você falou de corretora, inclusive da corretora Clear que é ligada ao grupo XP. Eu entrei no site deles e vi que a transferência de recursos para a Clear é feita em nome da corretora (a transferência é para o CNPJ da mesma), mas se nao me engano, para se ter mais segurança nao transação você tinha dito que o mais correto seriam os recursos estarem vinculados ao CPF e não ao CNPJ. Pelo que vi, a Clear só aceita pelo CNPJ dela. Isso é seguro?
    Aproveitando, Feliz ano novo para você e para todos da sua família. Que no novo ano você continue ajudando todos com seus ótimos artigos sobre investimentos, assim como tem me ajudado. =)

    • Leandro Ávila 4 de janeiro de 2017 at 9:24 - Reply

      Oi Flávio, não sou cliente deles e não sei responder como é a transferência. Pelo que sei as corretoras estão passando a fornecer um número de conta exclusivo para cada cliente, ou seja, você recebe um número de agência (que representa a corretora) e um número da sua conta e passa a fazer TED e DOC direto para sua conta. No passado a maioria das corretoras tinham contas em bancos como Itaú, Bradesco, Banco do Brasil e você podia transferir dinheiro para essas contas para escapar de taxas de DOC e TED e depois bastava enviar comprovante. Se não me engano eu li que essa prática vem sendo desestimulada. O ideal seria você entrar em contato com eles para verificar como funciona.

  93. Marcos Arcanjo 31 de dezembro de 2016 at 16:41 - Reply

    Ótimo artigo!!!
    Sair da Matrix é difícil mas mesmo com valores pequenos ($100) comecei em 09-2014 a aplicar em TD IPCA 2035 com foco em complemento de renda. É difícil manter a disciplina diante das pressões de consumo mas estou a 27 meses firme em meu propósito graças a conteúdo de educação financeira como o seu…
    Obrigado Leandro.

    Que Deus continue iluminando sua vida,
    Feliz 2017

    • Leandro Ávila 4 de janeiro de 2017 at 9:24 - Reply

      Oi Marcos. Parabéns por enfrentar as pressões de consumo!

  94. Socrates 3 de janeiro de 2017 at 20:01 - Reply

    Olá Leandro!
    Gostaria de saber a sua opinião sobre os seguros de automóvel, casa, laboral entre outros tão comuns nos EUA por exemplo.Também gostaria de saber a sua opinião sobre plano de saúde.
    Muito obrigado e parabéns pela excelência dos conteúdos.

    • Leandro Ávila 4 de janeiro de 2017 at 9:32 - Reply

      Oi Sócrates. O seguro tem utilidade para aquele que não possui reservas e não deseja assumir os riscos, ou seja, vende esse risco para uma empresa disposta a ser remunerada para assumi-lo. No caso do plano de saúde a pessoa previsa avaliar o serviço de saúde do lugar onde mora. Existem cidades onde o sistema público de saúde é péssimo e depender dele pode significar uma questão de vida ou de morte. O custo de serviços de saúde particulares podem ser impossíveis de pagar diante de determinadas doenças. Não sou otimista com relação ao futuro dos planos de saúde. Quando a população brasileira começar a envelhecer nas próximas décadas muitos planos não irão suportar e literalmente irão quebrar, especialmente pelo fato do governo sempre estar criando novas exigências para o plano, desestimulando o surgimento de novos planos e a concorrência entre eles. O fato da população estar vivendo mais não significa que está vivendo mais de forma saudável. Sabemos que a maioria vive a vida toda com exageros de comida, açúcar, bebidas alcoólicas, drogas, etc. As pessoas irão viver mais só que doentes por muitos e muitos anos.

  95. celio marcos stumpf 4 de janeiro de 2017 at 13:51 - Reply

    boa tarde,Leandro, este é o meu primeiro acesso, mas ja gostei da escrita, simples e ao mesmo técnica, sendo de bom entendimento. quanto aos fundos sou um contribuinte do brasilprev, mas confesso se eu aprender a utilizar a calculadora e observar os resultados que ela me proporciona certamente deveria fugir deste fundo. mas para os pequenos contribuintes que não atingem um valor significativo de recursos para obterem uma rentabilidade maior dos CDI, sobra poucas opções. no meu conceito o INSS e a mais em conta, pois alem de remunerar vitaliciamente a você e ao pensionista. Ja o meu fundo PGBL nao é transferível e os recursos mensais certamente serão menores.
    obrigado
    att celio marcos stumpf

  96. Lorena 4 de janeiro de 2017 at 16:59 - Reply

    Leandro, boa tarde. Sempre lendo você.
    Tenho uma previdência que “ganhei” do meu pai quando ainda não trabalhava. Foi aberta em 2002. É da Caixa. 100% de investimento no Caixa Fic Prev 300 RF. Um horror a rentabilidade. Só para tirar a dúvida que já era quase certeza, entrei em contato por chat com um atendente que me informou: 3% de taxa e administração e 4% de carregamento. Sinceramente, minha vontade era retirar tudo no momento. Meus pais sempre insistem que eu mantenha a previdência porque pelo menos teria um complemento de renda (sou servidora pública estadual e minha contribuição é altíssima para o fundo próprio que o meu Estado tem). Tenho investimentos no tesouro direto, é verdade. Sou bem conservadora. Mas quando temo ciência que meu dinheiro desde 2002 vem sendo administrado por bancos que apenas querem nos sugar…..a vontade é de retirar tudo é para ontem! Deveria ler mais sobre o assunto ou já perdi tempo demais?

    • Leandro Ávila 7 de janeiro de 2017 at 5:19 - Reply

      Oi Lorena. Eu recomendo que faça o que fiz. Aprenda a investir seu próprio dinheiro. Quanto mais conhecimento e experiência acumular investindo seu dinheiro, mais segurança terá para se ver livre de produtos como esse que cobram taxas absurdas. 3% de taxa ao ano é um absurdo, 4% de carregamento não faz sentido, não tem justificativa nenhuma. São produtos que realmente foram feitos para aproveitar oportunidades geradas pela ignorância financeira das pessoas. Para combater a ignorância só existe um caminho que é a educação.

  97. Roberta 6 de janeiro de 2017 at 15:38 - Reply

    Olá Leandro!
    Já estava com a pulga atrás da orelha e seu artigo caiu como Bomba!
    Trabalho na Petrobrás cuja previdência privada é a Petros. A grande questão da Petros é que a Petrobras deposita na conta individual do participante o mesmo valor que o mesmo. Hoje pago 500,00/mês, daí a Petrobras deposita mais 500,00.

    A contra partida da empresa pareceu ser interessante mas temo pela gestão do fundo de pensão… tenho avaliado a possibilidade de não renovar o plano e investir os 500,00…

    Gostaria da sua opinião!

    Observação: Sou casada e meu esposo também possui previdência privada, o que resguarda a família (futuros filhos) em casos de doença etc.

    • Leandro Ávila 7 de janeiro de 2017 at 5:15 - Reply

      Oi Roberta. O problema é justamente este que você relatou. Quando a empresa entre com esses 500 reais, você teve de cara uma rentabilidade de 100% de uma vez só. Se isso será ou não vantajoso depois de vários anos, vai depender do que os gestores do fundo irão fazer com o seu dinheiro, depende da estabilidade econômica desses fundos nas próximas décadas. Essas questões são incertezas, somente no futuro será possível saber se o dinheiro foi bem gerido e se a instituição será estável ao ponto de garantir aquilo que prometeu. É uma situação totalmente diferente daquela onde a pessoa assume o controle do seu dinheiro. Para assumir esse controle a pessoa só precisa dedicar um pouco de tempo para se qualificar. Quando você está no controle, você assume a responsabilidade de gerir bem o seu dinheiro, não transfere isso para os outros.

  98. Roberta 6 de janeiro de 2017 at 15:47 - Reply

    A Rentabilidade do Petros-2 foi a seguinte:

    2014 9,07%
    2015 8,93%
    2016 (até set) 10,73%

    2014 e 2015 foram abaixo do CDI

    • Leandro Ávila 7 de janeiro de 2017 at 5:10 - Reply

      O CDI em 2016 foi acima 14%. Qualquer pessoa com o básico de conhecimento sobre investimentos de renda fixa, conservadores, consegue atingir rentabilidade próxima do CDI, pois para isso só precisa fazer o básico. Nesses fundos existem gestores qualificados, que fazem o seu dinheiro render mais que o CDI, mas essa rentabilidade acima do CDI é consumida pelos custos e taxas geradas pelo fundo, isso quando o gestor do fundo é competente.

  99. Felipe 9 de janeiro de 2017 at 15:49 - Reply

    Leandro, primeiramente parabens pela iniciativa da criação deste site. Muito interessante e cada vez mais importante para as nossas vidas entender melhor sobre finanças.
    Tenho uma previdência privada num banco ha quase 20 anos. Entretanto, recentemente comprei um apartamento e tenho um saldo a pagar a título de financiamento. Se eu sacar o meu dinheiro da previdência conseguiria quitar 7 % do meu financiamento. Isto iria reduzir bem as parcelas do financiamento e por hora não teria que contribuir com esta previdência pelo menos no próximo ano. Voce acha um bom negócio fazer este saque da previdência para reduzir meu saldo de financiamento? Alem disto, só como informação, daqui ha 1 ano, no maximo, pretendo voltar a formar saldo para minha aposentadoria, mas irei estudar mais, inclusive utilizando seu site, para poder investir em tesouro direto e outros tipos de invertimento, utilizando diretamente uma corretora.
    Obrigado,

    Felipe

    • Leandro Ávila 2 de fevereiro de 2017 at 15:58 - Reply

      Oi Felipe. Eu não posso dar esse tipo de opinião por não saber nada que possa servir de base para opinar. O que posso recomendar, é que você comece a estudar mais sobre as possibilidades de investimento que existem. Prepare-se. Não temos escolha. Iremos tomar decisões sobre investimentos pelo resto da vida. Precisamos aprender a avaliar e tomar decisões. A educação financeira é fundamental.

  100. Pietro Mraveli 10 de janeiro de 2017 at 13:13 - Reply

    Obrigado por mais um ótimo artigo, Leandro. Sobre o Brasil ser “economicamente instável, politicamente problemático e moralmente deficiente” me saltou a memória o refrão de uma música do antigo Farofa Carioca:

    Moro no Brasil
    Não sei se moro
    Muito bem ou muito mal
    Só sei que agora
    Faço parte do País
    A inteligência
    É fundamental…

    Grande abraço.

    • Leandro Ávila 2 de fevereiro de 2017 at 15:56 - Reply

      Oi Pietro. O Brasil não é para amadores. Precisamos nos preparar cada vez mais.

  101. Sérgio 20 de janeiro de 2017 at 22:29 - Reply

    Boa noite Leandro. Infelizmente descobri o seu site um pouco tarde (tenho 46 anos)
    Desde o ano passado resolvi “sair da caixa”. Mudei uma de minhas contas para um banco digital com investimento em LCI, abri uma conta em uma corretora que não cobra taxas para aplicações no TD e comecei a estudar minha aposentadoria. Sou autônomo pagando absurdos 20% do teto para o INSS e contribuinte em um plano de previdência privada tradicional desde 2001 (IGPM + 6% ao ano). Lendo seus artigos percebi que não posso confiar no INSS e os ganhos do plano tradicional não são maravilhosos como imaginava. Obrigado!! Vc ganhou mais um seguidor…..

    • Leandro Ávila 2 de fevereiro de 2017 at 15:55 - Reply

      Oi Sérgio, nunca é tarde. Existem pessoas que não vão acordar para essas realidades.

  102. Bianca 9 de março de 2017 at 22:56 - Reply

    Boa noite, Leandro! Tire-me uma dúvida. Em caso de endividamento, seria uma boa resgatar o plano TOTAL EMPRESARIAL CORPORATE PGBL, da Brasilprev, e pagando, no resgate, 15% de IR? Ou seria melhor tentar negociar as dívidas dos cartões de crédito?

    • Leandro Ávila 22 de março de 2017 at 9:16 - Reply

      Oi Bianca, matematicamente os juros do cartão de crédito sempre tiram mais dinheiro do seu bolso do que os juros que você será capaz de ganhar em qualquer tipo de investimento. O grande problema é que isso não resolverá o seu problema. Se todas as vezes que você estourar o cartão de crédito utilizar os seus investimentos, especialmente os que forem feitos para sua aposentadoria, esses investimentos para a aposentadoria não terão qualquer utilidade. Você não terá recursos quando se aposentar. O ideal é começar imediatamente a sua reeducação financeira, organizando sua vida para nunca mais precisar pagar juros e taxas para a empresa do cartão. É isso que vai resolver o seu problema para sempre.

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