Aposentadoria em Perigo – Parte 3


Você precisa ter muito cuidado com os planos previdência privada. Essa é a constatação que a maioria chega quando olha detalhadamente a rentabilidade e os custos dos planos de previdência privada mais populares oferecidos pelos grandes bancos. O arrependimento de investir errado nesta modalidade custa caro.

Previdência social e privada são duas formas de transferir, para terceiros, a responsabilidade de cuidar do seu dinheiro para a sua aposentadoria. Se pelo menos esses terceiros fossem capazes de fazer o seu dinheiro render mais do que você faria, a ideia seria boa.

Veremos neste artigo que os números mostram o contrário. Os resultados apresentados pelos fundos de previdência privada são piores do que aquilo que você conseguiria obter se fizesse seus investimentos por conta própria, mesmo sendo um iniciante seguindo estratégias conservadores.

Na parte 1 e parte 2 desta série de artigos sobre aposentadoria, mostrei que a previdência social, oferecida pelo governo, custa caro, é ineficiente e não oferece garantias de que o governo irá entregar aquilo que prometeu quando você começou a contribuir com o sistema. Vimos que o sistema funciona como uma pirâmide financeira e as suas regras precisam mudar a todo momento para que não quebre. Cada vez que a regra muda, o sistema fica menos vantajoso para o trabalhador, indicando que é um sistema falho desde a sua concepção.

Hoje, veremos que as vantagens oferecidas pelos bancos quando tentam vender planos de previdência privada escondem taxas muito elevadas que inviabilizam qualquer vantagem atribuída a esses planos.

Leia esse artigo até o final e entenda por qual motivo você deveria assumir a responsabilidade por investir o dinheiro da sua aposentadoria no lugar de transferir essa responsabilidade para outras instituições, pagando muito caro por isso.

Uma opção qualquer não é a solução

Sempre que o governo anuncia mudanças na previdência social, as pessoas aumentam os recursos investidos em planos de previdência privada como se isso fosse uma solução ou a melhor das opções. Você verá nessa reportagem que até professores de finanças de instituições conceituadas afirmam que a previdência privada é uma opção para quem tem “pouca intimidade com produtos financeiros“.

No meu entendimento, essa afirmação seria a mesma coisa de um nutricionista declarar que fazer suas refeições nas lanchonetes do tipo fast-food é uma opção para quem tem “pouca intimidade com a cozinha” ou pouca intimidade com os conhecimentos necessários para fazer uma alimentação saudável e equilibrada.

Entendo que fast-food não deveria ser uma solução para quem não entende de nutrição ou não sabe cozinhar, da mesma forma que planos de previdência privada não deveria ser uma solução para quem não sabe investir.

Opção boa para quem não sabe alguma coisa é aprender. Solução para quem não tem intimidade com produtos financeiros é adquirir os conhecimentos necessários para que esses produtos financeiros façam parte da sua intimidade, de tal forma que você nunca mais tenha que fazer papel de bobo pagando taxas abusivas, para não dizer imorais, cobradas por algumas instituições grandes que oferecem planos de previdência privada populares.

Os três maiores defeitos

Vou comentar os resultados de um estudo que tive acesso recentemente (este aqui) com números que servem de alerta para que você avalie o plano de previdência que você utiliza ou que está planejando contratar.

O fundo de previdência é o segundo tipo de fundo que mais recebe investimentos dos brasileiros. Eles ganham dos fundos de ações, fundos multimercado, fundos cambiais, estruturados e ETFs.

Isso não é o resultado da preferência do brasileiro por este tipo de investimento. Os números refletem o eficiente trabalho dos gerentes de banco e funcionários de seguradoras que são treinados pelas instituições onde trabalham e recompensados quando conseguem convencer o maior número possível de clientes a investir em fundos de investimento e fundos de previdência privada.

Todo investimento é entregue com um pacote de vantagens e outro de desvantagens. Já mostrei neste outro artigo que se existisse algum investimento que só tivesse vantagens, as pessoas já teriam descoberto essa modalidade e todas as outras possibilidades já teriam deixado de existir. Já escrevi outros artigos criticando os planos de previdência privada.

Vou apresentar apenas 3 problemas:

  1. As taxas cobradas de quem investe em fundos de previdência, especialmente aqueles fundos mais acessíveis, são tão elevadas que neutraliza qualquer outra vantagem que tentam apresentar sobre esse tipo de fundo.
  2. Outro problema é a maneira como o imposto de renda é cobrado nos fundos de previdência. As regras são confusas e logo no início do investimento você precisa tomar uma decisão entre PGBL ou VGBL, com a tabela regressiva ou progressiva, sem a possibilidade de mudar de ideia depois. Se você fizer a escolha errada, poderá ser obrigado(a) a pagar as maiores alíquotas que são de 35% na tabela regressiva e 27,5% na tabela progressiva. Suas escolhas hoje podem ser vantajosas para sua realidade hoje, mas as circunstâncias da nossa vida estão sempre mudando. Se você acompanha os artigos gratuitos do Clube dos Poupadores ou já leu minha série de livros sobre educação financeira, sabe que existem investimentos isentos de imposto de renda (como a LCI, LCA e debêntures incentivadas), sabe que o imposto de renda dos investimentos é aplicado apenas sobre o rendimento e que varia entre 15% e 22,5%. Muitos investimentos são isentos de taxas dos bancos como o CDB, LCI e LCA. No caso dos títulos públicos a taxa é de apenas 0,3% ao ano referente a sua custódia.
  3. Um problema grave, que poucos percebem, é o que acontece se a instituição que ofereceu o seu plano de previdência privada quebrar. Estamos falando de um investimento de longo prazo onde você colocará seu dinheiro por muitas décadas. Na fase de recebimento do benefício, se for vitalício, você dependerá da saúde financeira da instituição por muitas décadas.

O que acontece se a empresa quebrar?

É importante que as pessoas saibam que não existe Fundo Garantidor de Créditos oferecendo proteção para o caso de falência da empresa que administra os recursos do seu plano de previdência privada. Você já deve saber que o FGC oferece uma proteção para aqueles que fazem investimentos em CDB, LCI, LCA, RDB, LC, Poupança, Compromissadas ou que simplesmente deixam seu dinheiro parado na conta corrente.

No caso dos títulos públicos, a garantia de pagamento é do Tesouro Nacional que é o lugar para onde vai o dinheiro dos brasileiros pagadores de impostos. Em último caso, o governo é a única instituição que tem o poder de imprimir dinheiro para pagar suas dívidas, mesmo que isso resulte em inflação. Isso justifica o fato dos países nunca optarem pelo calote da dívida interna (paga com moeda local) quando estão em crise.

Devemos lembrar que as empresas que oferecem fundos de previdência são classificadas como seguradoras. Quando os bancos oferecem planos de previdência, na verdade são as seguradoras dos bancos que oferecem os planos. Essas seguradoras que fazem parte de grandes bancos certamente são as mais seguras, ou seja, com menor risco de quebrar ou apresentar problemas financeiros no futuro. Grandes bancos não quebram com frequência. O problema é que as rentabilidades dos fundos oferecidos por estes grandes bancos são as piores que existem.

Quando olhamos a rentabilidade dos fundos de previdência das instituições menores, conseguimos encontrar alguma vantagem. Talvez você encontre planos de previdência privada com taxas competitivas, isentos de taxa de carregamento, saída e com rentabilidade atrativa nas instituições menores. O problema é que estas instituições menores não possuem a solidez das maiores.

Considere que estamos falando de investimentos através de uma instituição que precisa se manter sólida por várias décadas. Olhe para o passado e veja as turbulências econômicas e polícias que o Brasil enfrentou nos últimos 10, 20 ou 30 anos. Se o passado foi repleto de crises, o futuro não será tão diferente.

Será que estas instituições menores se manterão saudáveis com o passar das décadas? É um risco que você irá assumir ao colocar todo o seu dinheiro em uma única instituição. Nessa reportagem aqui é possível observar a opinião do Prof. Samy Dana sobre os riscos de enfrentar problemas se a instituição quebrar. Uma alternativa para aproveitar as condições melhores de instituições menores seria descentralizar os investimentos, tendo mais de um fundo de previdência utilizando instituições diferentes.

Vale lembrar que as empresas que oferecem planos de previdência privada sofrem a supervisão de instituições como a CNSP e SUSEP.

Os fundos de previdência coletiva também são supervisionados por autarquias como a Previc e mesmo assim, os maiores fundos deste tipo, todos ligados a estatais, são investigados por desvios de R$ 8 bilhões (leia a notícia). É claro que quem deveria fiscalizar não assume a falha na fiscalização quando um problema grave acontece (veja aqui), mas logo depois do ocorrido divulga que está melhorando os métodos de fiscalização como você pode ver aqui.

Na minha opinião, quanto mais você transferir e concentrar recursos, fruto do seu trabalho, para a gestão financeira de terceiros, maior será o seu risco de enfrentar problemas relacionados com má gestão, falência, incompetência, má-fé e outros.

A situação ideal seria você adquirir o conhecimento necessário para fazer seus próprios investimentos, como se estivesse gerindo o seu próprio fundo de investimentos pessoal. Nesta situação você teria a liberdade de diversificar seus investimentos para evitar o risco de ter todo o seu dinheiro concentrado em um único banco, única corretora ou única modalidade de investimento.

97% dos fundos fazem você perder dinheiro

Não tenho dúvida nenhuma que qualquer pessoa com conhecimentos básicos consegue diversificar seus investimentos, mantendo as garantidas do FGC, com resultados próximos ou melhores que a taxa básica de juros (Taxa Selic) ou a taxa DI (CDI) que é a referência para os investimentos mais conservadores de renda fixa. Mostrarei agora que, apesar de cobrarem caro para cuidar do seu dinheiro, são raros os fundos de previdência que conseguem entregar uma rentabilidade maior que o CDI.

O estudo que me referi no início do artigo (este aqui) analisou 1008 fundos de previdência de um universo de 1565 fundos que existem atualmente. Eles classificaram os fundos como sendo de renda fixa, conservador, moderado e agressivo. Os de renda fixa são os fundos de previdência que investem o dinheiro dos seus participantes em títulos públicos e títulos privados de renda fixa.

Entre os 375 fundos previdenciários de renda fixa, apenas 68 conseguiram superar a taxa DI (CDI) nos últimos 12 meses. Isso significa dizer que 307 fundos ou 81% dos fundos perderam para o CDI. Você não precisa pagar ninguém para fazer investimentos de renda fixa para perder do CDI. Qualquer um perde do CDI deixando o dinheiro parado na Poupança, sem pagar qualquer taxa ou imposto.

Quando observamos prazos maiores de 48 meses os resultados são ainda piores. O estudo concluiu que apenas 2,9% dos fundos conseguiram bater o CDI. Isso significa que 97% dos fundos de previdência fizeram seus clientes perder dinheiro. Imagine essas perdas multiplicadas pelas centenas de bilhões de reais que os brasileiros possuem nesses fundos.

O responsável pelo estudo ainda brincou dizendo que um macaco, fazendo uma prova de múltipla escolha de 5 opções, conseguiria uma taxa de sucesso de 20%, muito maior que o resultado obtido por toda a indústria dos fundos de previdência do Brasil. Quando estamos falando de fundos de renda fixa, que só precisam investir seu dinheiro em títulos conservadores, não existe nada de especial para ser feito pelos gestores do fundo. São as taxas absurdas que eles cobram que fazem os clientes do fundo terem baixa rentabilidade. Os gestores desses fundos literalmente “parasitam” as suas economias para a sua aposentadoria, pois nada fazem além daquilo que você mesmo(a) poderia fazer com o conhecimento mínimo de educação financeira e investimentos.

Aprenda como avaliar o seu fundo de previdência privada

Quando escrevo este tipo de artigo, os leitores tendem a escrever enormes comentários detalhando seus planos de previdência privada e me pedindo para avaliar se são bons ou ruins. Não quero que você fique dependente de ninguém para avaliar o que fazer com o seu dinheiro. Meu objetivo como educador é fazer você andar com suas próprias pernas. É fundamental que você aprenda a localizar as informações do seu fundo para comparar aquilo que estão entregando com aquilo que você poderia ganhar se já soubesse investir seu próprio dinheiro. Vou mostrar uma forma simples de fazer comparações.

Existem diversos sites na internet que permitem comparar os resultados dos fundos de previdência com a taxa DI (CDI). A taxa DI é o que você receberia se investisse seu dinheiro por conta própria, através de bons CDB, LCI e LCA, que pagam próximo de 100% do CDI, e títulos públicos como o Tesouro Selic (que segue a taxa Selic que costuma ser um pouco maior que a taxa DI).

Como preciso dar um exemplo, vamos avaliar algum fundo de previdência popular de algum banco. Nesta página aqui você encontrará a lista de todos os fundos de previdência oferecidos por um banco. Cada banco tem sua página onde lista os dados dos seus fundos de previdência.

Vamos pegar um dos fundos mais antigos exibidos na página do banco e que faça investimentos conservadores que deveriam superar, ou render pelo menos próximo, da taxa DI. Esse fundo que vamos usar no nosso exemplo se chama “BRASILPREV RT FIX FIC FI RENDA FIXA“. Pesquisando através do site “Infofundos” encontrei o gráfico que faz a comparação nesta página aqui.

Se as pessoas que investiram juntas mais de R$ 4,7 bilhões neste fundo que cobra 3,4% ao ano de taxa, tivessem feito investimentos capazes de render o equivalente a 100% do CDI, elas teriam uma rentabilidade bruta de 267% (linha vermelha) no lugar de 159% (linha azul) entre 12/04/2005 e 12/12/2016. É uma diferença de 108 pontos percentuais. Se a pessoa tivesse R$ 100.000,00 investidos, essa diferença significaria ganhar R$ 267.000,00 de juros no lugar de R$ 159.000,00 para garantir a sua aposentadoria. O preço da ignorância financeira seria de R$ 108 mil.

No site “MelhoresFundos” (veja aqui) é possível observar a rentabilidade mensal do fundo e constatar, em um pequeno relatório no final da página, que em 132 meses o fundo perdeu do CDI 127 vezes. Durante 4 meses diferentes chegou a registrar rentabilidade negativa (fazendo as pessoas perderem dinheiro) durante o ano de 2013.

Outro lugar que você pode utilizar para investigar dados sobre seu fundo de previdência é através da página da CVM (http://sistemas.cvm.gov.br/?fundosreg). Basta digitar o nome do fundo e o número que aparece na figura da lateral direita para conseguir pesquisar.

Até a composição da carteira de investimentos pode ser consultada. No caso específico deste nosso exemplo, foi possível observar que se trata de um fundo que investe em outros fundos. O dinheiro dos investidores é investido em seis outros fundos geridos pelo mesmo banco. Observando esses fundos pude constatar que investem em títulos públicos, os mesmos títulos que qualquer pessoa poderia investir através do Tesouro Direto com uma taxa de apenas 0,3% ao ano da BM&FBOVESPA.

Vamos pegar o exemplo do primeiro gráfico e simular o que teria ocorrido se alguém tivesse investido R$ 100 mil na poupança em 12/04/2005. Como você pode ver na simulação abaixo, a rentabilidade seria de 132%. A pessoa receberia R$ 132.773,23 de juros se tivesse R$ 100 mil investidos. Você pode fazer simulações como a figura abaixo visitando aqui.

Para fazer simulações baseadas na rentabilidade de investimentos que seguem a taxa DI (CDI) você deve ler as orientações de uso do simulador nesta outra página aqui. Para fazer simulações com base na taxa Selic visite aqui

Faça suas próprias simulações

Através deste artigo eu mostrei um roteiro simples para motivar você a investigar os resultados do fundo de previdência onde você já investe ou dos fundos que você está planejando investir. Quanto mais modalidades de investimento você conhecer, maior será a sua capacidade de comparar os resultados dos fundos onde você investe com os resultados que teria se estivesse em outras possibilidades.

Recomendações dos melhores fundos

Não cometa o erro de sair por aí procurando aquelas listas dos melhores fundos de previdência com base nos resultados dos últimos meses ou anos. Todos os estudos que já vi sobre o desempenho de fundos mostram que aqueles que conseguem boa rentabilidade, só o fazem no curto prazo. Não conseguem manter bons números por muito tempo.

Quando você compara o resultado de vários anos, a quantidade de fundos que consegue superar indicadores como o CDI é muito pequena. No caso dos fundos de ações, são poucos os que superam o índice Bovespa por muito tempo. A maneira como os fundos aparecem e desaparecem das listas dos melhores fundos dá a entender que essas listas são baseadas na sorte ou no azar e não na competência dos seus gestores.

Vale lembrar que os gestores desses grandes fundos cobram suas taxas sem nenhuma preocupação com o retorno que geram para você. Tanto faz se o fundo conseguiu ou não atingir seu objetivo, que seria entregar uma rentabilidade maior do que aquela que seria possível para uma pessoa leiga atingir. Após convencer você a investir no fundo de previdência, eles sabem que custa muito caro sair, pois o sistema tributário foi arquitetado para penalizar aqueles que saem dos fundos de previdência. As pessoas simplesmente esquecem de avaliar os resultados dos fundos de previdência. Os aportes são automáticos, com débitos mensais na conta corrente. Os gestores também sabem que são raras as pessoas que gastam tempo pesquisando outros fundos com o objetivo de fazer a portabilidade.

Conclusão

Se você pretende fazer um plano de previdência privada, faça uma boa pesquisa. Não fique limitado aos fundos de previdência do grande banco onde você possui conta. Já existem corretoras que oferecem fundos de diversas instituições. No meio de milhares de fundos ruins, é possível encontrar alguns bons fundos, pelo menos são temporariamente bons. É difícil, para não dizer impossível, ter a certeza de que um bom fundo de previdência se manterá bom por várias décadas. O grande problema de uma decisão errada é que custará muito caro desistir no meio do caminho. Os impostos e as taxas são elevadas quando você desiste.

Se você tomar a decisão de investir em fundos de previdência, faça isso como um investimento complementar e não como o investimento principal para a sua aposentadoria. Diversifique em mais de uma instituição para não concentrar os recursos.

Na minha opinião, é fundamental acompanhar seu patrimônio de perto pelo simples fato de vivermos no Brasil. Nosso país sempre foi economicamente instável, politicamente problemático e moralmente deficiente. Constatar isso é simples. Na nossa história recente, já temos dois presidentes impeachmados por terem cometido crimes (fonte 1 e fonte 2) e um ex-presidente indiciado por corrupção e lavagem de dinheiro (fonte). O ex-presidente da câmara está preso (fonte) e o do senado está indiciado por corrupção ativa e lavagem de dinheiro (fonte). Um dos últimos ministros da Fazenda chegou a ser preso (fonte) e aquele que estava no poder antes dele continua preso (fonte).

Que relação tudo isso tem com o seu dinheiro? Foram essas pessoas que um dia tomaram as decisões sobre a criação, mudança e aplicação de leis que interferiram diretamente na maneira como você investe o seu dinheiro. É esse tipo de gente que as pessoas estão elegendo todos os anos para os cargos mais importantes do país. Foram elas que escolheram as pessoas que iriam ocupar a direção de todos os órgãos importantes do sistema financeiro. Você consegue perceber a gravidade disso?

Grandes instituições financeiras como o maior (fonte) e o segundo maior (fonte) banco do país são investigados por crimes. Os bancos onde milhões de brasileiros colocam suas economias são suspeitos de pagarem propina a funcionários públicos para se livrarem de multas impostas pela Receita. Se os grandes fazem isso para garantir suas margens de lucro, você colocaria a sua mão no fogo pelas pequenas instituições? Isso mostra que não podemos concentrar nossos recursos em apenas uma instituição, mesmo que sejam as maiores. Também não podemos investir e depois esquecer o dinheiro sem acompanhar os resultados regularmente.

Diante de tudo isso, na minha opinião, concentrar seus recursos em um único investimento de previdência privada ou em uma única instituição financeira representa elevar o risco de problemas futuros, mesmo quando estamos falando de grandes instituições financeiras.

Ao distribuir seus recursos em investimentos diferentes e em instituições diferentes você dilui o risco de concentrar tudo em um único lugar. Continue lendo.

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Sobre o Autor:

Leandro Ávila criou o Clube dos Poupadores por acreditar que o conhecimento é uma riqueza que se multiplica quando dividida. Compartilhando o que sabemos, criamos um mundo melhor. Conheça os livros que ele escreveu sobre educação financeira, investimentos financeiros e imobiliários.
Rita Machado
Visitante
Rita Machado

Olá Leandro!

Muito obrigada por mais este artigo bastante esclarecedor! Quando penso em investimentos próprios para a aposentadoria sempre me vem a dúvida em relação à situações não previstas como uma possível necessidade de aposentadoria por invalidez. Como se preparar para este tipo de situação imprevista? Um tipo de problema destes, como invalidez ou doença incapacitante pode acometer alguém no início da vida produtiva quando ainda não teve condições de acumular o necessário para poder viver de rendimentos próprios. O que você aconselha fazer para nos protegermos deste tipo de situação? Há alguma alternativa? Muito obrigada!

Fagner
Visitante
Fagner

Eu só tenho é a lhe desejar muita saúde, para que continue com seu excelente trabalho. Parabénsss.

marcos
Visitante
marcos

Excelente texto Leandro! Não querendo ser antipático, mas quando vc diz: “na minha opinião pessoal”, isso é um vício de linguagem, é uma construção pleonástica, havendo uma repetição desnecessária da ideia transmitida. Se é a minha opinião é, obviamente, pessoal, sendo redundante o uso do termo para caracterizar a opinião. Basta vc escrever ” na minha opinião” que os leitores saberão que é vc. Parabéns pelo texto!

Luis
Visitante
Luis

Marcos,ainda bem que em relação ao texto, enorme e bem elaborado, que deve ter dado muito trabalho para ser construido, voce não ficou com dúvidas, certo?

Marlos
Visitante
Marlos

Muito bom, como sempre. Parabéns, Leandro!

Luciano
Visitante
Luciano

Oi, Leandro

Gosto muito dos seus artigos e essa é a primeira vez que posto aqui. Só dando una dica: evite o termo “minha opinião pessoal” (utilizadas 3 vezes) que, além do pleonasmo, ela não expressa convicção do argumentador. Podem ser utilizados expressões como “Julgo que”, “Acredito que” ou ainda frases utilizadas no futuro do pretérito como por exemplo “seria fundamental acompanhar…”

* Não é necessário publicar

Thiago
Visitante
Thiago

Vejo que fiz bem em sair da previdencia privada e ir para o TD, mas acho que a previdencia privada é sim um começo para aqueles que não se devam nem ao trabalho de poupar dinheiro para aposentadoria(que era o que eu fazia), claro que o ideal é que nos eduquemos na área financeira, mas pra quem nem se preocupava com a aposentadoria acho que é um começo…

Gilberto
Visitante
Gilberto

Leandro, tenho um plano de previdência no Brasilprev no regime da tabela regressiva, mas graças ao investimento na minha educação financeira já faz 2 anos que não faço nenhuma contribuição. Se eu resgatasse o que tenho lá agora pagaria uma alíquota de 30% de IR. Então o meu plano é esperar 10 anos pra fazer o resgate e então pagar o menor IR. Ocorre que o máximo de tempo que eles deixam suspender o pagamento das contribuições é por 12 meses, então fico eternamente nesse ciclo: suspendo a cobrança das contribuições por 12 meses e de repente chega um boleto na minha casa com a cobrança. Significa que o prazo de 12 meses de suspensão expirou… Aí novamente tenho que ligar pra solicitar a suspensão por mais 12 meses. E isso se repete todos os anos… Aí eu pergunto: se eu não mais suspender as contribuições e consequentemente ficarem gerando boletos todos os meses, se eu não pagar esse boletos isso me trará alguma consequência? Acredito que não, pois ninguém pode ser obrigado a pagar um plano de previdência.

Marcio
Visitante
Marcio

Bom dia Gilberto. Já possui fundos de previdência privada em 2 instituições bancárias diferentes, e o meio de cancelar sem ficar discutindo com o gerente ou atendentes por telefnoe foi fazer o saque total, visto que em contrato há a previsão de saldo mínimo. Apesar dos impostos que paguei, vale muito a pena, e hoje possuo uma carteira de investimentos diversificada Tesouro, CDB, Ações, LCI, COE.
Sempre se informe cada vez mais, e leia artigos de qualidade como este.

Gilberto
Visitante
Gilberto

Oi Márcio, vacilei muito em fazer um plano de previdência em 2010. Mas graças a estudos/informações como essas aqui do Leandro, deixei de contribuir em 2014. O ruim de fazer o resgate total assim como você fez é a penalização com a altíssima alíquota do Imposto de Renda, que no caso do regime da tabela regressiva (meu caso!) pode chegar a até 35%. E realmente eu não tô nem um pouco disposto a fazer tamanha caridade pro Leão. Então prefiro esperar 10 anos da minha última contribuição pra fazer o resgate total. Valeu pelo enriquecimento do debate!

Valéria
Visitante
Valéria

Boa tarde, Gilberto! Só para enriquecer o comentário e o debate, gostaria de compartilhar minha experiência em situação semelhante! Fiz um plano de previdência alguns anos atrás no Itau, do tipo VGBL, e depois de um tempo (mais precisamente em outubro do ano passado) me dei conta, através do Clube dos Poupadores, da “burrice” que tinha feito! Como estava contribuindo ativamente e estava na tabela regressiva, caso eu sacasse tudo eu pagaria 35% de imposto de renda. Foi uma dúvida cruel que me consumiu até abril de 2016, a vontade de sacar tudo e investir no Tesouro Direto era grande, mas eu ficava revoltada com essa alíquota de 35%. Foi aí que fiz uma conta, talvez um pouco simplista, mas que me ajudou muito! Minha previdência privada me custava 2% de taxa de administração ao ano. Então fiz algumas simulações com diversos cenários, onde no TD a taxa de retorno era X ao ano e na previdência privada a taxa era X menos 2% ao ano. Minha primeira conta foi manter o valor na previdência por mais 10 anos (sem contribuir mais nada) a uma taxa hipotética de 10% ano ano. Aí na sequência fiz a conta sacando tudo, pagando 35% de IR e investindo o que sobrou no TD a 12% ao ano, por 10 anos também. Fiz essa conta várias vezes com várias taxas diferentes, mas sempre tirando 2% da taxa escolhida quando simulava os valores na previdência (já que essa era a taxa de administração anual). A conclusão que eu cheguei foi que os valores finais quase sempre empatavam (tirando tudo agora, pagando 35% de IR e investindo no TD ou esperando os 10 anos com uma rentabilidade 2% menor). No fim das contas, em abril desse ano tomei coragem e saquei tudo, paguei os 35% de IR na fonte e investi o que sobrou em diversos títulos do tesouro. A sensação ruim de pagar aquele tanto de imposto, que com certeza nunca vão retornar pra mim, foi imediatamente substituída pela enorme alegria de finalmente poder gerenciar o meu dinheiro, da forma que eu acho melhor, e colocando em prática todas as dicas daqui do Clube. E te digo mais!!! De abril a dezembro já consegui, só com os rendimentos das escolhas certas, recuperar aquilo que paguei de IR. Não me arrependo nem um pouco da minha escolha. Ah! Detalhe: minha previdência era no Itau Personnalite, então além das taxas que eu pagava na previdência eu ainda tinha que pagar mais R$60,00 de mensalidade da conta corrente. Quando tentei mudar para a iConta (conta digital sem tarifa alguma), fui informada que por ser Personnalite não me encaixava nos padrões da iConta. Essa foi a gota dágua. Resgatei toda minha previdência, cancelei a conta no Personnalite e 1 mês depois abri uma iConta sem tarifa alguma. Hoje, sem dúvida nenhuma, tenho muito mais controle das minhas aplicações no TD, com rendimento superior (porque a curiosidade é grande e acompanhei os rendimentos da minha antiga previdência até o fim do ano só para ter certeza que fiz a escolha certa). E claro, com a iConta posso fazer quantos docs e teds forem necessários para a corretora sem custo algum. E tudo isso graças ao LEANDRO!!! A você, Leandro, meu MUITO OBRIGADA!!!

Allan
Visitante
Allan

Olá Valéria. Qual TD você optou por aplicar? Você aplica nele mensalmente, como fazia no VGBL?

Valéria
Visitante
Valéria

Ola, Alan! O valor que eu retirei da previdência eu apliquei do IPCA 2035, na época estava pagando jutos de 6,5%. No mês a mês, quando a taxa está maior do que 6%, eu aplico do IPCA 2035, quando está menor, eu aplico no Tesouro Selic.

Valéria
Visitante
Valéria

Continuando, Allan, para esclarecer melhor, eu também tinha um fundo DI no Itau, e na mesma época que encerrei o VGBL, encerrei esse fundo! Aí sim, o dinheiro do fundo eu apliquei em diversos títulos, um pouco no Tesouro SELIC, um pouco no Prefixado e um pouco nos IPCA’s com datas de vencimento diferente. Já o valor que eu retirei da previdência eu apliquei totalmente no IPCA 2035, para manter a característica de longo prazo mesmo!

César Falcão
Visitante

Leandro, esse foi de longe o melhor artigo da série. Parabéns pela profundidade do texto.

Grande abraço!

mpamael
Visitante
mpamael

Obrigado por transmitir seu conhecimento com tanta riqueza de detalhes de graça. Eu já gostava de Educação Financeira, mas aprendi a gostar ainda mais lendo seus artigos.

#Ainda estou aguardando sair uma promoção nos seus e-books, o BlackChristmas do clube dos poupadores…kkk

Fabian
Visitante
Fabian

Valeu Leandro!Mais um excelente artigo!!!

Julio Siqueira
Visitante
Julio Siqueira

Boa tarde Leandro, artigo muito elucidativo, só faltou abordar a questão do benefício fiscal para quem utiliza as deduções legais no ajuste anual (PGBL) e a questão da tabela progressiva ou regressiva do IR. Eu mesmo contratei uma previdência da Icatu Seguradora em parceria com a Verde Asset na modalidade PGBL com imposto regressivo, e estou muito satisfeito com a escolha. Trato a previdência privada como uma diversificação dos meus investimentos e uma forma de planejamento tributário, esperando o aporte completar 10 anos para resgatar o valor com 10% de IR em vez de 27,5%.

Jorge
Visitante
Jorge

Artigo maravilhoso! Parabéns!
Com certeza o conhecimento é nosso maior ativo.

NILTON AMARAL DA SILVA
Visitante
NILTON AMARAL DA SILVA

Quando tive previdência privada perdia a rentabilidade de um ano inteiro já nos depósitos por conta das taxas! É o caso de sair correndo antes de ficar sem as calças! rsrsrsrsrs

celso
Visitante
celso

Leandro parabéns pelo texto, contudo em seus argumentos, não há menção a possibilidade do abatimento do IR, no caso de PGBL, isso traz diferença no resultado, levando em conta que se faça a aplicação dessa isenção em TD por exemplo.

Mario
Visitante
Mario

O Celso tem razão. Fiz um cálculo básico de um único aporte de R$ 10.000 para um período de 10 anos em um CDB e em um PGBL. No caso do PGBL ~, calculei a reaplicação da restituição que receberia do IR pelo mesmo período de 10 anos à mesma taxa do CDB. Os meus cálculos mostraram que uma taxa do plano PGBL que pagasse 90% do CDI seria equivalente a um CDB que pagasse 110% do CDI ao final dos 10 anos, considerando obviamente o IR de cada tipo.de aplicação..

Leonam
Visitante
Leonam

Parabéns mais uma vez Leandro, ótimo artigo. Leio todos rigorosamente. Despertei para a educação financeira por conta própria, antes da popularidade dos blogs etc. Era estagiário à época e investi meu suado dinheiro em um CDB maldito que não rendeu quanto o gerente do banco prometeu verbalmente. Achei estranho e comecei a investigar. Daí aprendi o funcionamento e fui expandindo para outros instrumentos financeiros. Muito do conhecimento foi adquirido de graça na internet, com publicações mais simples, para então avançar para livros e cursos. Meus pais tinham criado uma previdência privada para mim, mas quando percebi que era roubada, resgatei o valor. Assumi o prejuízo do IR e das taxas e agora monto meu plano de aposentadoria pelo TD. No começo meus pais me acharam maluco, que teria prejuízo, que não tenho informação privilegiada, que investir é arriscado etc. Com o tempo, passaram a confiar em mim por verem meu estudo e dedicação. Atualmente, livrei minha mãe de uma previdência privada que até taxa de carregamento tinha apesar dela ser cliente “private” (nem fiz as contas do dinheiro perdido para não me irritar). Próximo passo é ajudar minha irmã a sair da previdência privada para o TD. Aprender é a melhor opção de vida, me sinto confortável em não ser mais enganado. Grande abraço.

Marcos
Visitante
Marcos

Boa tarde, Leandro!

Para aposentadoria, é possível dizer qual opção é mais rentável: (a) NTNB Princ 2035 ou (b) PGBL de um grande banco, com carteira composta por NTNBs (com vários vencimentos), com taxa de administração de 1,4% e sem taxa de carregamento?

Com o PGBL, é possível deduzir 12% do IR na Declaração completa (investindo só até o limite de 12% dos rendimentos tributáveis). Assim, aguardando 10 anos para sacar (sacar em 10 anos, e não mais em mais tempo, reinvestindo o valor), em vez de pagar 27,5% agora, paga-se 10% de IR ao final sobre o total. Além disso, o valor correspondente aos 12% de IR não pago agora pode ser imediatamente também investido (em NTNB Princ 2035, p. ex.).

Sabe dizer qual alternativa dará maiores rendimentos, em tese, a partir desses dados?

Obrigado!

Gilmar Passos
Visitante
Gilmar Passos

Simplesmente o melhor site sobre educação financeira.Não perco um artigo.Obrigado Leandro, continue sempre com essa boa vontade de ajudar as pessoas a se educarem financeiramente com artigos de muita simplicidade em entender, uma linguagem simples e direta.Esse é o seu diferencial.Sucesso sempre para você.

Rafael
Visitante
Rafael

Show de Post.

Leandro, não consigo ver nenhum benefício da previdência privada… Acredito que se fizer um projeto de longo prazo e administrar a carteira em outros investimentos (citados por vocês) o resultado será facilmente superior.

Estou muito enganado?

Roberto Júnior
Visitante
Roberto Júnior

Oi, Leandro!
Primeiramente parabéns pelo belíssimo trabalho.
Pensando em aposentadoria, acabo de adquirir meus primeiros papéis dos títulos públicos nacionais. Entretanto não compreendi a transação: ordenei 30mil, mas ficou um saldo remanescente na corretora de pouco mais de 9 reais. É devido a fração dos títulos?
Abraço e obrigado.

Sandro
Visitante
Sandro

Sensacional! Mais um artigo impactante. Estou repassando-os para dezenas de colegas e amigos, Parabéns, Leandro.

Gabriel
Visitante
Gabriel

Oi Leandro. Obrigado pelo texto. Muito bom como sempre. Só uma dúvida, a previdência privada PGBL perde sempre para o título público na rentabilidade, mas ainda tem duas vantagens na minha opinião “pessoal” ;-): a de poder abater 12% no IR, assim como não entrar no inventário em caso de falecimento, tirando imposto na transmissão – o ITCMD (pelo menos por enquanto na maioria dos estados…). Como fazer para colocar essas dimensões no cálculo de comparação com por exemplo um IPCA+ ou mesmo o CDI? Quantos pontos de rentabilidade a mais isso pode gerar para o PGBL?

Vinicius
Visitante
Vinicius

Obrigado Leandro. Mais um brilhante (e didádico) artigo. Seu trabalho mudou a vida e o futuro da minha família. Após muito tempo acompanhando o site e estudando sobre o tema me sinto melhor preparado para realizar meus sonhos investindo de forma independente nos diversos títulos disponíveis. Parabéns!

Paulo Cesar
Visitante
Paulo Cesar

Mais um excepcional artigo com a marca “Leandro Ávila”. Muito obrigado! Mal posso esperar o próximo, que falará sobre os títulos do Tesouro Direto como estratégia para a aposentadoria.

Thiago
Visitante
Thiago

Olá Leandro.
No artigo você menciona sobre o a garantia do FGC.
Essa garantia de R$250.000 que o FGC nos da é pra cada banco ou pra todos?
Exemplo, se eu investir em dois bancos diferentes, vou ter a garantia de R$500.000 ou os R$250.000 valem pros dois juntos?

Muito obrigado!

sandro
Visitante
sandro

Retirado do site do FGC:
O total de créditos de cada pessoa contra a mesma instituição associada, ou contra todas as instituições associadas do mesmo conglomerado financeiro, será garantido até o valor de R$ 250.000,00 (duzentos e cinquenta mil reais), limitado ao saldo existente.

Paulo Rogério Novais Lima
Visitante
Paulo Rogério Novais Lima

Parabéns Leandro pelo artigo, muito esclarecedor, estou seguindo seu conselho sobre educação financeira que pena que não comecei antes kkk

Alex
Visitante
Alex

Olá Leandro, parabéns pelo artigo!
Creio que o artigo é voltado para os planos de previdência aberta, os quais são “vendidos” pelos bancos e seguradoras, correto?
Você pensa o mesmo sobre os planos de previdência fechada, os chamados “fundos de pensão” que são oferecidos por algumas empresas que possuem entidades que administram planos de previdência exclusivamente para seus funcionários e que não cobram taxas de carregamento ou coisa similar ?
Obrigado, acompanho sempre as suas publicações..

Capixaba
Visitante
Capixaba

Parabéns Leandro!
Fico aguardando ansiosamente a publicação de cada artigo do site, e não tenho me decepcionado!
Como outro colega postou, parabéns pela profundidade do texto: Realmente enriquecedor!
Outra coisa a ser pontuada é a publicação das fontes (com hiperlinks): Muito legal!
Continue assim mestre, meu bolso agradece!

Adriano Macedo
Visitante
Adriano Macedo

Talvez não possa entrar nessa série de artigos sobre a Previdência mas gostaria de ler sua opinião sobre o Certificado de Operação Estruturadas (COE).

Bárbara
Visitante
Bárbara

Parabéns pelo artigo, mais uma vez. Comprei um de seus materiais, e confesso que poucas vezes gastei meu dinheiro tão bem… Depois do conteúdo que tive acesso, descobri que o valor cobrado diante da riqueza de informações era irrisório. Você está me ajudando a ter sonhos novamente, só que agora com planejamento… Ainda vou agradecê-lo pessoalmente tamanha generosidade e sabedoria!! Se Deus nos permitir! Grande abraço, meu amigo.

Delmo
Visitante
Delmo

Olá Leandro, tudo bem? Mais um belo artigo, parabéns!
Concordo com você em todos os pontos e também gostaria de fazer uma contribuição. Desde quando aprofundei meus conhecimentos financeiros, deixei de aportar em previdência privada porque, de fato, existe no mercado produtos melhores e mais rentáveis, como você bem mencionou. Porém, há alguns anos, surgiu uma oportunidade para quebrar meu paradigma: a previdência privada empresarial. Como exemplo, na última empresa a qual trabalhei, a cada valor que eu depositava a empresa também aplicava o mesmo valor num fundo que escolhia o tipo de rentabilidade, tributação etc. Dependendo do tempo que você trabalhava na companhia, parte ou todo o valor que ela depositou, fica para você. Digamos que é uma espécie de programa de retenção. Enfim, ao sair da referida empresa, calcularam e liberaram 70% de tudo que a empresa depositou reajustado. Ou seja, contabilizando tudo, não tive investimento melhor no período! Hoje continuo sem fazer aportes, pois prefiro outros produtos mais rentáveis, mas reforço que nessa situação a previdência privada é sim um ótimo investimento!
Abraços.

David Siqueira
Visitante
David Siqueira

Excelente texto irmão! Parabéns por influênciar positivamente a vida de tanta gente!

Allison
Visitante
Allison

Olá Leandro . Independente de pleonasmo “na minha opinião pessoal” 🙂 seus textos são excelentes e a ideia que você passa é o que importa. Sempre recomendo seu site para amigos que estão fazendo investimentos para que eles despertem de arapucas como essas. Você está de parabéns pelo trabalho realizado.

Jeferson
Visitante
Jeferson

Leandro, parabéns pela riqueza de detalhes nessa série de 3 artigos sobre aposentadoria.

Henrique
Visitante
Henrique

Ótimo artigo Leandro ( como de costume!). Parabéns por sempre conseguir escrever sobre assuntos complexos de forma concisa, transparente e didática. Isso é um dom!

É impressionante como a falta de educação financeira da maioria da populacao e a pele de cordeiro sobre o corpo de lobo dos bancos nos fazem tomar decisões tão equivocadas e prejudiciais.

Há meses tenho acompanhado seu site e lido muito sobre renda fixa, principalmente tesouro direto, a fim de iniciar meus primeiros investimentos.

Hoje, é impossível não fugir do assunto para perguntar: depois das mudanças econômicas anunciadas ontem, quais serão as tendencias dos investimentos de renda fixa ao curto, medio e longo prazo?

No início de um possível ciclo que queda dos juros e inflação, ainda vale a pena investir no tesouro? Qual modalidade é a menos afetada neste novo cenário?
Abracos!

Ana Lapa
Visitante
Ana Lapa

Oi Leandro! Como todos teus artigos, esse não poderia ser diferente, portanto, como sempre, MARAVILHOSO! Estou aprendendo muito contigo, através dos artigos, livros e só lamento não ter tido a oportunidade de ter todas essas informações antes de ter feito a Previdência Privada no BB, estou procurando uma maneira de sair e migrar para outros investimentos sem ter grandes perdas, mas, esse assunto ficará para o ano que vem, já que final de ano é sempre conturbado.
Ah! Sinceramente, acho que as expressões que utilizas sejam elas “minha opinião pessoal” ou qualquer outra, bem como, o número de vezes que as utilizas, não alteram em nada a essência de teus artigos que são extremamente educativos. Dedicas um tempo valioso de tua vida escrevendo artigos extensos, procurando esclarecer cada ponto minuciosamente e, ainda, será necessário que te policies e tenhas a preocupação de não ser redundante, ter cuidado para não escrever palavras que tenham o mesmo sentido…., pelo amor de Deus, entendo que é um exagero dos leitores, visto que o conteúdo é claro e de fácil entendimento. És Perfeito!!!
Gratidão pelo teu trabalho e pela tua dedicação em querer ajudar milhares de pessoas.

Joanatan
Visitante
Joanatan

Faço minhas as palavras da Ana Paula Leandro.
O Senhor pode repetir as palavras quantas vezes quiser. Que o texto é sempre de fácil entendimento.
Muito obrigado Mestre.

Leonardo
Visitante
Leonardo

Olá Leandro! Parabéns pelo artigo. Eu contratei um plano Brasilprev em 2006 quando não tinha qualquer conhecimento sobre finanças. Há algum tempo, suspendi as contribuições. Após conhecer este site, aprendi muito e continuo estudando. Hoje consigo fazer investimentos através de corretoras e reconheço que perdi dinheiro com esse plano de previdência privada.

Cammys
Visitante
Cammys

Ótimo artigo Leandro!! Não sei se é só comigo, mas as imagens dos artigos sobre aposentadoria não estão aparecendo, mesmo em navegadores diferentes… =(

Marciane
Visitante
Marciane

Muito Bom Leandro, parabéns, sou leitora assídua do club.
abs

Mohammad
Visitante
Mohammad

Parabéns pelo dom de transmitir conhecimento, Leandro.

Sou assinante há pouco mais de 2 meses (por indicação de um amigo também assinante) e nesse pequeno período você já conseguiu mudar completamente a minha visão sobre investimentos. Estou deixando de ser espectador para me tornar um investidor. Sou extremamente conservador, mas buscarei aos poucos iniciar meus passos. Um de cada vez, sempre pra frente. Tenho um filho de 10 meses e me sinto feliz por ter a certeza de que ele receberá uma educação financeira muito melhor do que a que eu recebi.

Se não há ainda artigos seus a respeito, segue então uma sugestão de tema: educação financeira de filhos e crianças.

Desejo-lhe vida longa e sucesso.

Luiz Roberto
Visitante
Luiz Roberto

Leandro, belo artigo. Bem escrito e profundo. Concordo que a previdência privada em geral não vale a pena devido às elevadas taxas cobradas dos clientes. Salvo engano meu, o que você recomenda é que as pessoas estudem sobre investimentos financeiros e façam suas próprias aplicações para garantir o futuro. Só há dois detalhes. Um já foi comentado aqui sobre os imprevistos em relação a uma invalidez permanente, por exemplo. O outro é que a previdência privada, quando inicia os pagamentos, não tem data de validade, é até a pessoa morrer, certo? E os recursos investidos por conta própria são finitos. Então. teoricamente, se a pessoa viver bastante após começar a receber o benefício, pode ser que uma boa previdência venha a ser mais proveitosa em relação aos investimentos por conta própria, que poderiam se esgotar durante a velhice. Estou certo ou falei besteira? Não estou defendendo a previdência privada, mas penso que esse seria mais um aspecto a ser considerado. Um abraço.

Dema
Visitante
Dema

Bom dia sr. Leandro. Artigo muito transparente sobre os planos de previdência, escrito com total isenção . Ainda outro dia li artigo de conhecida consultoria de investimentos, acho que o sr. até comentou que tem algumas assinaturas, dizendo para aplicar no Plano PGBL e os 12% de redução no IR aplicar em um fundo de investimento que eles recomendariam, mas para isso deve comprar a assinatura para ter a informação. A idéia não deixa de ser boa, mas faltou ‘transparência’ em NÃO informar as altas taxas de admin. cobradas pelos bancos nesses planos, alem de custos de carregamento na entrada e na saída, a baixa rentabilidade dos mesmos e que na data do saque dos recursos o I.Renda incidirá sobre o principal e rentabilidade. Tudo isso lá no artigo deles não incluiram no calculo. O pior e que já vi outras recomendações da mesma empresa para não aplicar nos planos de previdência privada….

Tiago C
Visitante
Tiago C

Leandro, não sabia que previdência privada não tem um fundo garantidor. Resumindo a empresa quebra e leva seu dinheiro de décadas depositado. É uma verdadeira pirâmide financeira tudo isso.

Obrigado por nos deixar mais ricos!

Gonçalo
Visitante
Gonçalo

Bom dia, Leandro! Sua série está ótima (“pra variar”)!!! Obrigado!!! Desculpa aproveitar este espaço para tentar tirar uma dúvida contigo, é que já pesquisei na net e não encontrei de jeito nenhum. Não sei se tu terias a resposta. Sabes dizer se é possível saber os valores dos títulos públicos no TD em um determinado dia de junho de 2014? Se sim, como podemos ter essa informação? Muito obrigado por tua atenção, prezado!!!!! Forte abraço!!!

Silvano
Visitante
Silvano

Muito bom texto, conciso e esclarecedor! Parabéns!

JHON
Visitante
JHON

Parabens mais uma vez Leandro, O Brasil precisa de mais pessoas como você , para educar financeiramente os incautos.

Luiz Thiago
Visitante
Luiz Thiago

Obrigado Leandro pelo texto esclarecedor, tenho acompanhado seus textos e claramente são agentes de motivação para maior conhecimento financeiro.

Magno
Visitante
Magno

Bom dia, Leandro.
De fato, como todos já disseram, foi fez mais um excelente e generoso trabalho de educação financeira.
De fato, não invisto mais em previdência privada.
Se não me engano, uma das importantes desvantagens era que se após contribuir por décadas, vc começasse a receber o benefício na data acordada e recebesse 1, 2, 3 meses, por exemplo, e viesse a falecer, o montante seria perdido. Não ficaria para filhos e etc…
Ao contrário disso, em investimento no Tesouro Direto, após o falecimento do titular, o valor total entrar como espólio e será recebido pela família.
Estou certo, Leandro?
Obrigado.

Cristiany
Visitante
Cristiany

Leandro, agradeço pelos artigos esclarecedores.Tenho aprendido muito com os conhecimentos que você transmite.

Alexandre
Visitante
Alexandre

Mas… e em relação ao abatimento no imposto de renda? Quando investimos nestes fundos de previdência, conseguimos abater do valor que temos a pagar (ou que teríamos ainda de pagar de IR). Não vale a pena mesmo neste caso? Em geral 8 ou 10 mil por ano não pagos de IR, mas dependente de novos aportes no fundo. Parabéns pelos artigos e pelos livros!

Phillipe
Visitante
Phillipe

Um dos melhores e mais impactantes artigos que já li sobre educação financeira!
Obrigado Leandro por “abrir nossos olhos”!

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