Quanto devo juntar para me aposentar

Escrevi este artigo para ajudar você a calcular quanto precisa juntar nos próximos anos para poder se aposentar sem depender do INSS, fundos de pensão e planos de previdência privada.

Você já deve ter percebido que a previdência pública enfrenta sérios problemas. Desde a sua criação, várias mudanças ocorreram nas suas regras. Essas mudanças sempre foram para piorar a situação daqueles que ainda não se aposentaram. Os fundos de pensão de diversas instituições também estão enfrentando problemas. Como o futuro da previdência depende das qualidades humanas dos políticos que temos e da habilidade da população brasileira em escolher bons políticos, tudo deve continuar piorando e você não vai ficar aí parado esperando esse futuro chegar.

Se existe uma coisa que devemos diminuir quando estamos falando de dinheiro, essa coisa se chama dependência. Quanto menos você depender financeiramente do Estado, instituições de previdência e até de amigos e parentes no futuro, melhor será para você. A dependência financeira nunca foi algo desejável. Busque mais liberdade.

Quanto mais independência financeira, mais liberdade, mais possibilidades, menos problemas e mais tranquilidade. A independência financeira não é garantia de felicidade, mas ela ajuda nas áreas da sua vida onde o dinheiro tem utilidade.

O único problema é que você precisa começar a trabalhar para elevar o seu nível de independência ainda hoje. As pessoas costumam trabalhar mais para comprar mais, quando deveriam trabalhar mais para poupar mais e um dia poderem trabalhar menos.

O tempo segue contra você enquanto não estiver fazendo nada e será a seu favor quando você começar a agir para garantir um futuro melhor enquanto pode trabalhar, ganhar dinheiro, poupar e investir. Sempre é tempo de começar quando você está no presente e sempre pode ser tarde demais quando você deixa para fazer amanhã.

Seu estilo de vida

O quanto você precisa poupar depende do estilo de vida que você pretende ter no futuro. Quando você poderá se aposentar, também depende do estilo de vida que você quer ter no futuro.

É comum as pessoas aumentarem o padrão do estilo de vida que levam com o passar do tempo. Elevar o padrão significa tornar o seu estilo de vida mais sofisticado e, por consequência, mais caro. Espero que você não demore muito para perceber que a simplicidade é o último grau da sofisticação e que existem outros meios para tratar carências emocionais, mais eficientes e mais baratos que o consumismo.

Quando você consegue ser feliz seguindo um estilo de vida mais simples, você consegue poupar mais no presente. O valor que precisa acumular para se aposentar será menor, o esforço para acumular esse patrimônio será menor e com isso você conseguirá se livrar da obrigação diária de trabalhar naquela atividade que você não gostaria de fazer por toda vida.

Exemplos:

Imagine um casal que possui uma renda mensal de R$ 10 mil e que adota um estilo de vida que custa R$ 5 mil mensais. Esse casal consegue poupar R$ 5 mil todos os meses. Agora imagine outro casal que tem renda familiar de R$ 10 mil e que tem um padrão de vida que custa R$ 9 mil. Eles só poderão poupará R$ 1 mil o que é 5 vezes menos que o primeiro casal. O sacrifício necessário para acumular os recursos para uma maior liberdade financeira será maior no casal que se acostumou com um estilo de vida mais caro. (obs: esses valores são um exemplo. Você pode e deve adotar valores maiores ou menores dependendo da sua realidade financeira).

Para manter esse mesmo estilo de vida durante a aposentadoria o primeiro casal precisará de menos patrimônio acumulado para obter a renda que precisa para se aposentar. Como ele acumula mais por mês, vai conseguir atingir esse patrimônio rapidamente se comparamos com a situação do segundo casal.

Calculando o seu patrimônio

Existe uma maneira simples de calcular quanto você precisa acumular (seu patrimônio investido) até o dia da sua aposentadoria para manter o estilo de vida que você tem hoje ou até para ter um estilo de vida maior ou menor. A formula simples é a seguinte:

Patrimônio = (Renda Mensal x 12) ÷ Rentabilidade Anual Real

Você pode ler a fórmula acima assim: o patrimônio que você precisa acumular para poder se aposentar é igual a renda mensal que você pretende ter no futuro multiplicada por 12 e depois dividida pela rentabilidade anual real dos seus investimentos. A rentabilidade anual real dos seus investimentos é a rentabilidade que você terá anualmente investindo o seu dinheiro já com a inflação descontada. Como você não tem meios de saber qual será a inflação futura e a rentabilidade real dos seus investimentos, esse número será um chute. Você pode chutar números mais otimistas e mais pessimistas para avaliar as possibilidades.

Vou chutar a taxa de 5% e mais na frente vou dizer para você qual base utilizei para esse chute.

Isso significa que estou supondo que no futuro serei capaz de fazer investimentos com meu patrimônio que resultam em uma rentabilidade anual de 5% acima da inflação registrada no ano. Vamos imaginar a família que consegue poupar R$ 5.000,00 por mês e que pretende ter uma renda mensal de R$ 10.000,00 quando se aposentar. A fórmula ficaria como o exemplo abaixo. Vale lembrar que transformei 5% em 0,05 dividindo 5 por 100.

Patrimônio = (10.000 x 12) ÷ 0,05
Patrimônio = 120.000 ÷ 0,05
Patrimônio = 2.400.000

Podemos dizer que a família que pretende ter uma renda mensal de R$ 10 mil quando se aposentar precisa chegar na data que pretende parar de trabalhar com R$ 2.4 milhões de patrimônio. Se esse valor for investido em uma ou várias aplicações financeiras capazes de render 5% (0,05) ao ano acima da inflação, essa família poderá sacar R$ 120.000,00 por ano (ou 10 mil mensais) para gastar da forma que desejar sem comprometer o poder de compra do valor principal que é R$ 2.4 milhões. Neste caso a família optou por não gastar o valor principal de R$ 2.4 milhões que acabaria sendo corrigido pela inflação através dos investimentos e resultaria em herança para os filhos da família.

Utilizando a função NPER do Excel seria possível descobrir que são necessários pouco mais de 22 anos (266,54 meses) poupando e investindo R$ 5 mil com uma rentabilidade de 5% acima da inflação para atingir os R$ 2.4000.000,00. Através do nosso simulador de juros compostos você pode definir um valor inicial, valor mensal, taxa de juros mensal e período de investimento que pode ser em meses ou anos.

É claro que existe a possibilidade de a família optar por gastar o valor principal e neste caso a renda poderia ser maior ou o valor de R$ 2.4 milhões poderia menor. Pessoalmente não defendo a ideia de que você deva deixar herança em dinheiro para os seus filhos e netos. A herança que você deve deixar não tem dinheiro capaz de comprar que é uma boa educação, boas lições, boas experiências de vida, bons exemplos éticos e morais. É o tipo de riqueza que ninguém será capaz de tirar deles e que rendem juros para o resto da vida. Se a sua vida for um bom exemplo a ser seguido, seu filho saberá o que fazer para conquistar as riquezas que necessita sem depender de nenhuma herança.

Vamos falar sobre o chute de 5% acima da inflação. Eu utilizei como base a taxa de juros que o governo paga a todos aqueles que investem em títulos públicos chamados Tesouro IPCA+. Esse título remunera o seu dinheiro com a inflação (medidas através do IPCA) e uma taxa de juro fixa. Nada garante que no futuro teremos investimentos capazes de oferecer 5% acima da inflação em investimentos conservadores e de renda fixa. Só que ninguém é obrigado a ficar acomodado na renda fixa. A única certeza é que você sempre terá a opção de aprender a investir o seu dinheiro para obter rentabilidades maiores.

Para dar esse chute eu consultei essa tabela aqui. Observe a coluna “Taxa de Rendimento (% a.a.)” do título chamado Tesouro IPCA+. No exemplo abaixo temos taxas acima de 5% ao ano. Isso significa que aqueles que investirem nesse título no dia que fiz a consulta terão rentabilidade de mais de 5% ao ano até a data de vencimento que chegam em 2045. Se você ainda não sabe como investir em títulos públicos dedique tempo lendo os artigos que temos no Clube dos Poupadores ou acelere o processo através dos nossos livros que ensinam a investir.

 

Estilo de vida simples

Se você não passar a vida inteira se acorrentando nos vícios e hábitos sofisticados para ser feliz (bebidas importadas, viagens internacionais, tratamentos de beleza exóticos, jantares sofisticados, objetos luxuosos, etc) será possível ser feliz com um custo de vida menor. Se você não for capaz de abrir mão da sofisticação, não tem problema, basta fazer um esforço maior para elevar a sua renda mensal. Apenas para exemplificar, vamos imaginar que a família do exemplo anterior possa viver com R$ 5 mil no lugar de R$ 10 mil. (obs: você deve se sentir livre para refazer o cálculo abaixo utilizando qualquer valor que considere conveniente para a sua realidade financeira.) O cálculo ficaria assim:

Patrimônio = (5.000 x 12) ÷ 0,05
Patrimônio = 60.000 ÷ 0,05
Patrimônio = 1.200.000

A família poderia atingir esse patrimônio de R$ 1.2 milhão em 14 anos (167,73 meses) poupando e investindo R$ 5 mil por mês com uma rentabilidade de 5% ao ano acima da inflação.

Você lembra do exemplo que dei no início do artigo da família que tem renda de R$ 10 mil e só consegue economizar R$ 1 mil? Se ela desejar garantir uma renda mensal na aposentaria de R$ 10 mil poupando apenas R$ 1.000,00 terá que acumular R$ 2.400.000 e para fazer isso poupando com uma rentabilidade de 5% ao ano acima da inflação ela vai precisar de 584 meses ou 48 anos. Se optasse por uma renda de R$ 5 mil teria que acumular R$ 1.2 milhão em 36 anos. Isso mostra a importância da sua taxa de poupança, ou seja, do percentual da sua renda que você é capaz de poupar todos os meses.

Conhecimento sobre investimento

Agora vamos imaginar que a família investiu na própria educação financeira (através de livros e cursos) e conseguiu montar uma carteira de investimentos que não fica limitada aos investimentos a poucas possibilidades. Vamos imaginar que ela está conseguindo uma taxa de 8% acima da inflação. Vamos aplicar a fórmula dividindo por 0,08:

Patrimônio = (5.000 x 12) ÷ 0,08
Patrimônio = 60.000 ÷ 0,08
Patrimônio = 750.000

O fato da família ser capaz de obter rentabilidades maiores nos seus investimentos e de precisar de R$ 5 mil mensais faria com que ela dependesse do acúmulo de R$ 750 mil investidos. Se conseguisse uma rentabilidade de 8% ao ano acima da inflação ela atingiria essa quantia poupando R$ 5 mil por mês durante 12 anos (145,6 meses).

Quanto maior for o seu conhecimento sobre investimentos para obter rentabilidades acima da média e quanto menor a quantidade de vícios e hábitos de consumo que elevam seu custo de vida, mais rapidamente você poderá atingir a sua independência financeira. Com mais conhecimento você terá maiores rentabilidades. Com menos vícios e maus hábitos, mais você poderá poupar e menos recursos precisará no futuro.

Conclusão

O objetivo deste tipo de artigo é sempre motivar você a pensar sobre a sua realidade. Não posso simular a realidade de cada leitor nos exemplos do artigo. Você deve fazer o seu dever de casa.

Não esqueça que você tem um encontro marcado com você mesmo no futuro, onde inevitavelmente fará uma prestação de contas. Muitos leitores do Clube dos Poupadores, que já passaram dos 50 anos, costumam deixaram comentários nos diversos artigos que temos com frases do tipo “Leandro, minha vida seria muito diferente hoje se eu tivesse pensado sobre esses assuntos 10, 20 ou 30 anos atrás”.

Tenho certeza que você ainda tem muitas décadas pela frente e não vai querer deixar esse tipo de comentário aqui no Clube dos Poupadores quando o futuro chegar. Se você começar agora tenho certeza que deixará comentários do tipo “Obrigado Leandro, graças ao que fiz no passado a minha vida está bem melhor agora”.

A oportunidade de construir um futuro melhor sempre depende de um esforço maior no presente. Uma vida financeira próspera e sem dívidas é o resultado de um esforço que não pode ser deixado de lado.

Se sua renda é pouca, coloque sua cabeça para funcionar e procure saber o que você precisa começar a aprender e a fazer hoje para que a sua renda possa aumentar nos próximos anos.

Se você já tem uma boa renda e não consegue poupar, coloque sua cabeça para funcionar e procure descobrir por quais fissuras a sua renda está vazando.

Se você já está repleto de hábitos de consumo sofisticados, caros e não consegue mais viver sem eles, coloque sua cabeça para funcionar todos os dias. Cole essa frase no espelho do seu banheiro: “Você é escravo daquilo que não pode abrir mão”.

Quando conheço pessoas que estão vivendo para acumular todo tipo de quinquilharia eu penso naquelas imagens de pessoas carregando milhares de objetos em carroças. São pessoas que vivem uma vida pesada e repleta de preocupações relacionadas a coisas: coisas que deseja, coisas que não deseja mais, coisa nova, coisa da moda, coisa quebrada, coisa emprestada, coisa velha, coisa da promoção, coisa financiada, coisa que foi roubada, perdida, esquecida, coisa que ocupa espaço na casa e na cabeça do dono da coisa.

Cada objeto que compramos exige tempo para comprar, espaço para guardar e energia para cuidar até o dia que o objeto se transforma em lixo. Sem falar no dinheiro para comprar, manter e substituir o objeto.

Essas pessoas não conseguem perceber que uma vida motivada por esse tipo de comportamento não é uma vida livre. Cada novo objeto funciona como um peso que dificulta seus movimentos futuros. Liberdade não é dizer sim para todos os seus desejos. Isso é escravidão. Liberdade é ser capaz de dizer não para os desejos sempre que achar inteligente dizer.

É importante viver uma vida equilibrada. Não é bom viver só para o presente como se você fosse morrer amanhã e nem é bom viver só pensando no futuro como se você fosse eterno ou eterna. A arte está na buscar do equilíbrio.

No próximo artigo irei publicar uma ferramenta online gratuita para ajudar você nesses e em outros cálculos sobre sua aposentadoria e independência financeira.

Aproveito para comunicar que coloquei no ar um presente exclusivo para todos os leitores do Clube dos Poupadores que compraram a minha série de livros (ebooks) sobre reeducação financeira desde o seu lançamento. São esses leitores que patrocinam o trabalho realizado no Clube dos Poupadores. De forma indireta, são eles que pagam para que os demais leitores possam consumir o conteúdo gratuito do Clube dos Poupadores. Quem já entende o valor da educação, financia aquele que ainda não entende.

Esse presente é uma versão versão separada do Clube dos Poupadores que estou construindo aos poucos onde pretendo compartilhar conteúdos mais avançados e que poderão ser acessados por aqueles que já compraram ou que ainda pretendem comprar meus livros. Teremos artigos no formato de minicursos, novas planilhas e simuladores mais avançados. Se você já comprou os livros basta acessar o site, clicar em “Entrar” e usar o mesmo e-mail e senha que você recebeu no dia da compra. Se esqueceu os dados basta recuperar aqui. Para quem ainda não investiu nos livros basta visitar aqui e adquirir para ter o acesso.

By |06/07/2017|Categories: Aposentadoria|194 Comments

About the Author:

Leandro Ávila é administrador de empresas, educador independente especializado em Educação Financeira. Além de editor do Clube dos Poupadores é autor dos livros: Reeducação Financeira, Investidor Consciente, Investimentos que rendem mais, e livros sobre Como comprar e investir em imóveis.

194 Comments

  1. vinicius 6 de julho de 2017 at 11:10 - Reply

    Prezado Leandro, ótimo texto. Mas poderia informar alguns exemplos de bons investimentos ? Se poupança, CDB de qual Banco?

    • Leandro Ávila 6 de julho de 2017 at 13:58 - Reply

      Oi Vinicius. O melhor investimento para esse momento em que tendemos a perguntar para outras pessoas sobre o melhor investimento é se livrar desse tipo de dependência. Você mesmo precisa aprender a localizar e avaliar os bons investimentos. Se não fizer isso logo, um dia vai acabar encontrando alguém que vai querer passar a vida inteira dizendo para você onde deve investir o seu dinheiro. Isso não será bom. Os bancos, corretoras e a própria internet estão cheias de pessoas que vivem disso. Para sua necessidade de localizar investimentos de CDB de vários bancos existem sites que fazem isso. Aqui tenho um artigo onde falo sobre um deles.. Você verá que existem muitas opções e você precisa separar o joio do trigo. Existem artigos no Clube dos Poupadores que falam mais sobre como selecionar os investimentos. Nos meus livros eu também ensino todos os passos. Se no lugar de educador eu fosse um consultor, poderia fazer algumas perguntas para você e indicaria alguns investimentos. O problema é que isso não iria resolver o seu problema para sempre. O que você precisa fazer é resolver esse problema para sempre através da educação financeira.

  2. Junior 6 de julho de 2017 at 11:36 - Reply

    Bacana o clube Premium Leandro! Parabéns e mais uma vez obrigado por mais essa ferramenta rumo a independência financeira!

  3. Robson 6 de julho de 2017 at 12:51 - Reply

    Eita… Acho que vou me aposentar com 15 anos de trabalho =D… Muito obrigado pelo texto. Eu tinha essa ideia de juntar/investir e aposentar por conta própria, achava que isso era uma loucura da minha cabeça… Bom ver que muitos outros pensam como eu. Não é que eu não quero trabalhar, o negócio é que eu quero trabalhar no que eu gosto de fazer, independente da quantidade que receberei pelo trabalho.

    • Leandro Ávila 6 de julho de 2017 at 14:05 - Reply

      Oi Robson. Eu acredito a coisa mais importante que a independência financeira proporciona é a possibilidade de trabalhar em uma atividade que você realmente gosta, mesmo quando ela não seja a que melhor remunera. O curioso é que no momento que você passa a trabalhar com aquilo que gosta, você tende a trabalhar melhor e até mais. O resultado financeiro e as oportunidades que o bom trabalho vão gerar podem superar suas expectativas. Não adianta trabalhar em uma área bem remunerada que você odeia. Você vai trabalhar mal, o resultado será ruim, você será um profissional mediano ou medíocre. É difícil crescer e se destacar fazendo o que não gosta, mesmo sendo bem remunerado por isso. Aqueles que odeiam o que fazem e são bem remunerados deveriam parar de compensar o sofrimento de segunda a sexta dentro dos shoppings e agências de viagem. As pessoas que estão nessa condição deveriam poupar o máximo possível para atingir um nível maior de independência financeira para que possam investir em outras atividades profissionais.

  4. RICARDO LEIRIA RODRIGUES 6 de julho de 2017 at 14:03 - Reply

    Olá Leandro.

    Logo no lançamento do livros eu os comprei. Gostei muito da nova versão. Mas cadê o fórum??? Grande Abraço

    • Leandro Ávila 6 de julho de 2017 at 14:39 - Reply

      Oi Ricardo. O fórum continua no antigo endereço. Estou estudando e testando um novo tipo de software que será utilizado para facilitar a interação.

  5. Cícero 6 de julho de 2017 at 14:49 - Reply

    Olá Leandro, até quando vc acha que as taxas de juros irão depender do cenário político (infeliz) no Brasil?
    ou os investidores, empreendedores já estão percebendo que não é preciso ficar amarrado a essa “cadeia”.

    • Leandro Ávila 6 de julho de 2017 at 15:45 - Reply

      Oi Cícero. Sempre vai depender do cenário político. Os políticos criam as regras do jogo, modificam as regras do jogo e desrespeitam as regra do jogo para benefício próprio e dos seus amigos e aliados. O governo retira 40% de tudo que a sociedade produz (através dos impostos) e são os políticos que decidem como esse dinheiro será gasto. Isso é uma verdadeira tragédia, basta olhar o nível intelectual, ético e moral das pessoas que costumam ser eleitas. Com base nas últimas pesquisas, acredito que a população vai continuar votando no político que mente melhor. Isso significa que devemos aprender a cuidar do nosso dinheiro. Não devemos esperar muito do governo.

  6. Guilherme 6 de julho de 2017 at 15:01 - Reply

    Leandro,
    Você está se esquecendo do imposto de renda. Deveríamos olhar o rendimento real liquido. Eu diria que uma taxa de 4% parece muito mais real. Um outro grande risco é que o Brasil finalmente vire o país do future, fazendo com que as taxas de juros passem a ser semelhantes a de outros grandes paises emergentes, o que faria com que a taxa de juros liquida real seja por volta de 1.5-2%.
    Um grande risco é achar que o cenário atual é estável. Muitos “rentistas” achavam que uma taxa de juro real liquida de 12% ao ano era totalmente factivel, apenas pq assim o era na década de 1990. essas pessoas se viram obrigadas a voltar a trabalhar no fim da vida.

    • Leandro Ávila 6 de julho de 2017 at 15:53 - Reply

      Oi Guilherme. Como falei no artigo, cada um deve usar a ideia para simular dentro das suas possibilidades. Uns vão conseguir rentabilizar mais o dinheiro que possuem, outros vão rentabilizar menos, uns vão investir só em renda fixa, outros vão montar uma carteira com renda variável, imóveis e até investindo em negócios próprios. Dependendo do investimento que cada é capaz de fazer, os custos com taxas e imposto de renda serão os mais variados. Pelo que posso observar, lá fora, onde as taxas de juros são baixas, os pequenos investidores ficam felizes quando conseguem 4%, 5% ou 6% acima da inflação por ano. Para atingir esse objetivo eles não ficam limitados na renda fixa. Eles estudam e dedicam um tempo para cuidar do patrimônio que possuem. Independente do futuro que nos espera, se a pessoa tiver o conhecimento para investir o próprio dinheiro, sempre encontrará oportunidades em qualquer cenário. Estar preparado é o mais importante.

  7. Paulo 6 de julho de 2017 at 15:06 - Reply

    Excelente artigo como de costume, Leandro!

    Mas fiquei com uma dúvida em relação ao número de 5% para rentabilidade anual baseado na taxa do Tesouro IPCA. Você levou em conta o imposto de renda? Mesmo entrando na alíquota de 15%, projetando uma inflação de 4% a.a. e uma despesa de 0,30% com taxas, eu cheguei em torno de 3,8.

    Abraço!

    • Leandro Ávila 6 de julho de 2017 at 15:57 - Reply

      Oi Paulo. Eu apenas usei 5% como poderia ter usado 3%, 4%, 8%. Como sabia que alguém ia perguntar de onde tirei 5% eu olhei o Tesouro IPCA+. Isso não significa que estou recomendando o Tesouro IPCA. Significa que se a pessoa fizer o básico do básico já terá alguma rentabilidade alguma coisa acima da inflação garantida através do Tesouro IPCA. O ideal é que as pessoas conheçam as diversas modalidades de investimento que existem. Você pode ter uma parte do seu investimento em renda fixa, outra em renda variável, outra em negócios próprios, outra em imóveis e assim por diante. No final de tudo que você fizer com o seu dinheiro você terá uma rentabilidade acima da inflação. Ela que deve ser usada na simulação. Cada um terá sua própria realidade. Com o tempo o cenário econômico irá mudar e o ideal é estar sempre preparado para as oportunidades que cada cenário apresentará.

  8. Luiz Gastão 6 de julho de 2017 at 15:10 - Reply

    Seus artigos são excelentes. Extensos na medida do necessário para esclarecer, mas sem conversa fiada!

    • Leandro Ávila 6 de julho de 2017 at 15:57 - Reply

      Obrigado Luiz

    • Ricardo Carioca 27 de julho de 2017 at 6:56 - Reply

      Concordo! Muito obrigado por compartilhar essas informações. Desejo mais sucesso!

  9. Alison 6 de julho de 2017 at 15:26 - Reply

    Excelente texto Leandro. Chegando ao patrimônio estipulado para aposentadoria quais seriam as aplicações mais recomendadas? Tesouro com cupom semestral seria um deles?

    • Leandro Ávila 6 de julho de 2017 at 16:34 - Reply

      Oi Alison. O Tesouro IPCA que paga juros semestrais é uma possibilidade na renda fixa. Para grandes quantias existem fundos com taxas pequenas e liquidez diária. Na renda variável existem ações que pagam dividendos e lucros, fundos imobiliários que pagam proventos, negócios próprios para quem se torna sócio ou dono de um, imóveis que rendem aluguéis e até direitos autorais para aqueles escrevem livros. É importante chegar na sua aposentadoria com uma boa bagagem de conhecimentos sobre como investir o seu dinheiro. Quanto mais sabe, mais você vai enxergar oportunidades e aproveitar cada uma. Quanto menos sabe, mais limitado fica.

  10. Munich 6 de julho de 2017 at 15:54 - Reply

    Oi Leandro,
    muito obrigada pelo artigo. Muitíssimo obrigada pelo Clube Premium.
    Que Deus te abençoe.

  11. Louis 6 de julho de 2017 at 15:57 - Reply

    Olá Leandro, mais um belo artigo, temos que fazer nossa própria aposentadoria.
    Uma coisa importante a observar é que na velhice as despesas com saúde podem disparar. Muita gente nem pensa nisso, a empresa paga o plano de saúde… Mas quando se aposentar, terá que pagar do próprio bolso, e o plano de saúde ainda vai triplicar de valor. Minha avó, por exemplo, precisa de cuidadora 24 horas, o gasto é muito alto.
    E ninguém deveria deixar para os próprios filhos o ônus de sustentá-los na velhice.
    Abraços

    • Leandro Ávila 6 de julho de 2017 at 16:49 - Reply

      Oi Louis. Isso é verdade e deve ser considerado. As pessoas devem verificar como ficará a situação do plano de saúde quando não existir mais a empresa onde trabalha pagando por ele. Também deve considerar que plano de saúde é uma empresa como outra qualquer e eles podem quebrar. Existem muitos casos de planos de saúde que quebraram e nada impede que quebrem no futuro quando os o número de idosos no país aumentar e tratamentos cada vez mais caros forem criados. Quem pretende viver até os 100 anos deve considerar que vai precisar da ajuda de cuidadores. Também deve considerar que precisa começar a cuidar da saúde agora. Existe uma grande diferença entre chegar nos 100 anos ativo e lúcido e chegar até os 100 anos cheio de limitações deitado em uma cama.

      • Julio 8 de julho de 2017 at 17:42 - Reply

        Ótimo artigo Leandro. Também tenho essa preocupação sobre plano de saúde.Trabalhadores autônomos já pagam por conta própria ou simplesmente não possuem um. Me pergunto se vale a pena pagar essa mensalidade ou valeria a pena poupar esse dinheiro e construir uma poupança já prevendo imprevistos com a saúde (considerando um cidadão que tenha disciplina pra tal e também que cuida da saúde de forma preventiva). Qual sua opinião Leandro? Tem também esse ponto que vc lembrou de quebra de plano.

        • Leandro Ávila 10 de julho de 2017 at 7:04 - Reply

          Oi Julio. Isso ai é uma questão de aposta. Ao juntar o dinheiro por conta própria você está apostando que terá uma vida saudável e livre de acidentes. Quando você paga o plano de saúde você optou por “alugar o risco”. Você paga o plano para que ele assuma o risco dos custos que vão ocorrer na doença e nos acidentes. Não existe uma opção certa ou errada por ser impossível prever o futuro. Plano de saúde na verdade é um seguro. Ao pagar um seguro você está querendo se livrar de um risco. Sabemos que existem doenças que podem destruir todo patrimônio da família e o plano de saúde funciona como um redutor de risco. Sobre a quebra de planos, também é um risco. Planos de saúde podem quebrar, mas isso não significa que o plano que você fez irá quebrar.

          • A. Rossi 11 de julho de 2017 at 16:41

            Por não sabermos o futuro devemos “alugar o risco”.
            Veja no link: http://www.santapaula.com.br/para-pacientes/tabela-de-procedimentos-gerenciados
            Uma Mastectomia com Reconstrução sem prótese custa segundo a tabela R$ 21.798,72 (atualização: 01/01/2017)
            Qtos meses se paga de seguro com este valor? Qtas outras cirurgias que constam na tabela podemos precisar pagar. De uma olhada nos valores. Não vale a aposta… não mesmo…
            Um acidente pode lhe custar anos de disciplina financeira…

  12. Bruno B 6 de julho de 2017 at 16:04 - Reply

    Prezado Leandro, muito obrigado pelos seus textos, cada vez mais aprendo um pouco sobre economia.

    Gostaria de expor minha situação e queria uma dica se possível.
    Tenho 29 anos e ano que vem irei casar. Eu e minha futura esposa juntando nossas rendas teremos um acumulo de 4.000 mensais.
    Temos um financiamento de imóvel e as despesas normais de uma casa.
    Fiz um planejamento onde após pagarmos todas as despesas do mês, pouparíamos 1.000 reais mensais.

    Qual a melhor maneira de agir, guardar uma parte na poupança e outro restante investir em Titulos publicos, pensando na nossa aposentadoria ? Ou investir tudo em Titulos publicos ? Pois provavelmente desses 1.000 iriamos utilizar uma parte em algum determinado momento…

    Obrigado!!

    • Leandro Ávila 6 de julho de 2017 at 16:54 - Reply

      Oi Bruno. Você precisa ter um plano para a sua vida financeira. Precisa ter uma reserva para emergências, precisa ter uma provisão que é a reserva que você faz para repor as coisas que você compra e que ficam velhas, precisa ter reserva para a sua aposentadoria. Você também precisa de recursos para viver. Se você perceber que a sua renda de 4 mil é pouco para tantas reservas, tantos planos, isso será ótimo. Certamente você vai começar a pensar em meios de aumentar a sua renda enquanto ainda é jovem. O que normalmente ocorre é que as pessoas não pensam em todas essas coisas e vivem acomodadas com o que ganham, com a vida que levam no presente, sem lembrar que o futuro depende do seu presente. Se você acha que 4 mil por mês resolve tudo. Ótimo. Se você perceber que é pouco, você ainda é jovem e tem muito tempo para mudar essa realidade. Recomendo que você dedique um tempo estudando o funcionamento dos títulos públicos e todos os investimentos possíveis. Quanto mais você entender sobre investimentos melhor será para você nos muitos anos que você ainda terá pela frente.

    • Cícero 7 de julho de 2017 at 10:44 - Reply

      Olá Bruno, lhe dou uma dica: abra uma conta na ## Corretora pela internet e aplique os mil no fundo ## Tesouro LFT que paga uns 100% do CDI ou mais!
      possui tx.admin. de 0,20% (baixa) e pode aplicar/sacar todo dia para alguma emergencia!
      Depois no futuro, tente liquidar o financiamento com um bom desconto.

      Abs.

      • Leandro Ávila 7 de julho de 2017 at 12:17 - Reply

        Oi Cícero. Eu editei o nome de corretora e coloquei um ## para não ficar parecendo uma propaganda. O ideal seria primeiro estudar o funcionamento do Tesouro LFT e depois estudar o funcionamento do fundo que investe em Tesouro Seli (LFT). Uma delas é o fato de que no fundo será necessário pagar imposto de renda sobre o rendimento a cada 6 meses. Se investir diretamente no Tesouro Selic terá a taxa de 0,30% (maior que a taxa do fundo) mas não vai precisar entregar 15% da rentabilidade do fundo a cada 6 meses para o governo. Se é um fundo de emergência, teoricamente as emergências não acontecem todos os dias. Você poderia ficar muitos anos sem nenhuma emergência. De qualquer forma todo tipo de recomendação direta é ruim. O bom seria motivar a pessoa a estudar as características de cada investimento compatibilizar essas características com cada necessidade que possui.

        • Cícero 7 de julho de 2017 at 18:07 - Reply

          Olá Leandro, mesmo com o come-cotas a cada 6 meses esse fundo está rendendo mais que o Tesouro-Selic; já comparei os rendimentos. (0,76 para 0,84 no mês passado).
          Lembrando ainda que no Tesouro-selic há um DESÁGIO se sacar antes do vencimento!
          Sugeri este fundo (estável) ao Bruno porque estou utilizando também, sendo bem prático e rentável c/liquidez diária!

          Abs.

    • Ricardo 10 de julho de 2017 at 22:23 - Reply

      Bruno,

      Siga o que o mestre Leandro disse “reserva para emergências, precisa ter uma provisão que é a reserva que você faz para repor as coisas que você compra e que ficam velhas, precisa ter reserva para a sua aposentadoria”.

      Dicas:

      1. Primeiro a reserva de emergência. Junte de 6 a 12 meses as despesas NECESSÁRIAS, para sobrevivência.
      2. Foca em pagar primeiro o apto. NENHUM JUROS QUE OBTIVER EM QUALQUER APLICAÇÃO será maior que o juros da casa.
      Vou dar meu exemplo! Pago 1.600 de prestação. Só amortizo, 464,00. Restante é juros! Três apartamento de juros. Estou focado e se Deus quiser até 2019, mais tardar 2020, quito a casa.
      3. Enquanto tiver focado nesses dois primeiros, vai estudando.
      4. Depois comece a aplicar e faça suas provisões.

  13. Fernando 6 de julho de 2017 at 16:09 - Reply

    Parabéns pelo artigo, Leandro. São poucos os que dedicam tempo para ajudar pessoas comuns como nós a tomar decisões tão importantes para nossas vidas. Tenho uma dúvida que gostaria de saber se você pode me ajudar a sanar. Qual o melhor título do Tesouro Direto para quem já conseguiu acumular um valor razoável e quer viver da renda passiva gerada por este dinheiro, mantendo, porém, o valor do principal aplicado? Eu sempre pensei no Tesouro IPCA+ com juros semestrais. De 6 em 6 meses o Tesouro paga um valor do qual a pessoa terá que viver até que, 6 meses depois, o dinheiro pingue na conta novamente.

    • Leandro Ávila 6 de julho de 2017 at 17:00 - Reply

      Oi Fernando. O título público chamado “Tesouro IPCA+ com Juros Semestrais” e o título “Tesouro Prefixado com Juros Semestrais” pagam juros semestrais. Existem títulos com vencimentos em meses diferentes. Segue uma tabela para você consultar http://www.tesouro.fazenda.gov.br/documents/10180/391338/Pagamento_Cupons.pdf

      • Fernando 7 de julho de 2017 at 9:16 - Reply

        Obrigado pelo retorno, Leandro. Sei que você deve ter que responder inúmeras mensagens todos os dias. Mas se vc puder ser mais específico em relação à pergunta que lhe enviei, creio que poderá ajudar não apenas a mim, mas também a diversas outras pessoas que podem ter a mesma dúvida. A questão que levantei foi: estes títulos do Tesouro Direto que pagam cupons semestrais de juros são uma boa opção para quem já conseguiu acumular um valor que julga suficiente para poder passar a viver de renda passiva sem ter que ficar vivendo de acompanhar mercado financeiro?

        • Leandro Ávila 7 de julho de 2017 at 9:56 - Reply

          Oi Fernando. A resposta específica é “sim” é uma das boas opções. Mas não se contente só com isso. Existe um mundo de outras possibilidades e seria muito triste não conhecer essas oportunidades antes de tomar a decisão de aproveitar ou não. Ficar limitado em um único tipo de investimento gera aquilo que chamamos de custo de oportunidade.

  14. Eduardo 6 de julho de 2017 at 16:14 - Reply

    Leandro, boa tarde.

    Obrigado por mais este texto muito bem explicado e oportuno.

    Tenho buscando de várias formas me preparar para um futuro menos dependente do governo e instituições bancárias, porém tenho me perdido na hora de separar os investimentos, como por ex: Fundo de emergencia, Aposentadoria, Intercambio do meu filho, Compra de imovel, Troca de automovel, e por ai vai…

    Ou seja, quando vou colocar no papel os investimentos de curto, medio e longo prazo e o montante que devo poupar para cada uma destas coisas, me perco e não consigo identificar o valor correto. Existe algum modelo / exemplo que posso seguir?

    Mais uma vez, obrigado por todo conhecimento compartilhado.

    • Leandro Ávila 6 de julho de 2017 at 17:11 - Reply

      Oi Eduardo. Boa pergunta, posso escrever sobre isso no futuro dando exemplos.

      • Soraya 11 de julho de 2017 at 21:44 - Reply

        Boa noite Leandro!
        Sou sua leitora deste 2015 e cada vez aprendo mais com você! Muito obrigada!
        Também sinto essa dificuldade… separar o que é para comprar a casa própria,
        para aposentadoria, comprar o carro, viajar… seria muito bom essa dica!

  15. Felipe 6 de julho de 2017 at 16:16 - Reply

    Leandro, mais uma vez parabéns pela iniciativa. Já estou no Clube Premium. Acho que todos que usufruem dos seus artigos deveriam comprar os livros, pois é desta forma que retribuímos (um pouco) do que já nos ensinou. Sou professor e na minha Instituição tenho dado aulas de Educação Financeira e sinto que algo que realmente gosto. Eu não faço consultoria de investimentos (sigo a linha que você defende), mas discuto sobre Tesouro Direto, Renda Fixa, LCI, LCA e meus alunos ficaram perplexos com o mundo desconhecido que havia diante deles. Mais uma vez obrigado…multiplicaremos o conhecimento por uma boa Educação Financeira.

    • Leandro Ávila 6 de julho de 2017 at 17:17 - Reply

      Oi Felipe. Realmente é impressionante. É um verdadeiro mundo paralelo. As pessoas sabem tudo sobre gastar dinheiro. Sabem muito pouco sobre ganhar e menos ainda sobre como cuidar do dinheiro que ganharam. Espero que um dia a atividade de educador financeiro se torne inútil. Da mesma forma que as pessoas não precisam de professores para aprender as regras do futebol, as regras do vídeo-game, deveria ser natural o interesse por aprender as regras do jogo que envolve o dinheiro. Obrigado pelo apoio e por levar esse conhecimento para a sala de aula.

  16. Felipe Sommer 6 de julho de 2017 at 16:16 - Reply

    Leandro,

    Ótimo assunto para ser abordado, tenho um plano de aposentadoria próprio também, onde pretendo me aposentar no máximo até os 55 anos.
    Mas me gerou uma dúvida sobre a questão dos 5% de juros utilizando os títulos do tesouro. Se ao me aposentar eu comprar uma NTNB Princ, vou resgatar os rendimentos somente no final, ou seja, não vou ter a renda mensal para usufruir, qual seria a alternativa para se ter um rendimento mensal na aposentadoria?

    • Leandro Ávila 6 de julho de 2017 at 17:19 - Reply

      Oi Felipe. Foi apenas um exemplo. Se tivesse falado 5% e nada mais teríamos diversos comentários perguntando sobre a origem desses 5%. Sobre os títulos existem aqueles que pagam juros semestrais e em meses diferentes. É claro que o ideal é que a pessoa monte uma carteira com diversos investimentos observando prazos e o uso que dará para o dinheiro.

  17. Alana 6 de julho de 2017 at 16:20 - Reply

    Obrigada por compartilhar, além do conteúdo financeiro, esses ensinamentos para a vida.

    • Leandro Ávila 6 de julho de 2017 at 17:20 - Reply

      Obrigado pelo apoio Alana. Conteúdo financeiro sem conexão com a nossa vida fica incompleto.

  18. Guilherme 6 de julho de 2017 at 16:21 - Reply

    Parabéns pelo artigo, Leandro.

    Eu tinha essa ideia fixada de estipular uma meta para aposentadoria. Acho que todos que iniciam nessa jornada de educação financeira têm essa mesma pretensão no começo.

    No entanto, percebi que era uma meta que me deixava ansioso e parei para pensar: e quando eu chegar na meta, armo uma rede e fico só descansando? Claro que é uma situação extrema, mas muitos anseiam pelo famoso viver de renda.

    Me dei conta que, criando uma meta como essa, eu estava tirando o foco do processo/sistema e privilegiando o objetivo, a meta. Não que o objetivo não tenha importância. Tem, e muita! Mas acredito que o processo seja mais tranquilizador no longo prazo para a mente.

    Hoje, não tenho mais metas como, por exemplo, poupar 1 milhão de reais, mas estipulei poupar 50% de minha renda. Além disso, me determinei a cultivar hábitos mais simples, procurar atividades prazerosas, ter momentos mais criativos durante o mês, desempenhar novas competências, etc.

    Com isso, creio que a meta de 1 milhão, no caso, será atingida naturalmente e não ficarei com aquele sentimento de “Pronto, alcancei. E agora? Dobro a meta?”.

    Essa foi minha maneira de enxergar as coisas e melhorar a vida.

    Abraços!

    • Leandro Ávila 6 de julho de 2017 at 17:46 - Reply

      Oi Guilherme. No meu caso, no dia que eu disse “Pronto, alcancei!” eu voltei para ajudar as pessoas que estão querendo subir. Eu acredito que quando você reduz o peso que é vender o seu tempo/trabalho todos os meses por um salário fixo, você começa a fazer algumas reflexões importantes sobre objetivos de vida, missão, propósito, sentido, etc. Muitos acabam mudando de profissão, outros passam a dedicar mais tempo para realizar outras atividades, outros realizam sonhos antigos. Depois do “Pronto, alcancei” muita coisa pode acontecer. Com certeza a pessoa que disse “Pronto, agora eu comecei” será uma pessoa bem diferente daquela que dirá “Pronto alcancei”. Muita coisa vai mudar e chegar lá tendo um leque maior de possibilidades e de liberdade para escolher é que faz a diferença. Se não fosse o maior nível de independência que eu consegui conquistar, esse texto não estaria publicado aqui. O Clube dos Poupadores não existiria e não teria beneficiado tanta gente. Tudo começou no dia que eu disse “Pronto, alcancei!”. Espero que muitos leitores possam falar isso no futuro e que usem essa oportunidade que terão no futuro com sabedoria.

      • Julio 8 de julho de 2017 at 18:40 - Reply

        Oi Leandro

        penso que essa meta citada pelo Guilherme (quando você diz “Pronto, alcancei!”) deva ser considerada apenas os investimentos de baixo risco, certo? Porque vamos supor um patrimônio (meta) de 1 milhão com uns 300 mil em ações, por exemplo, vem uma gravação do Joesley e vc já não tem mais um milhão. O problema de ações, FIIs e outros é que não há garantia de patrimônio crescendo consistentemente.

        • Leandro Ávila 10 de julho de 2017 at 7:08 - Reply

          Oi Julio. Quando a pessoa chega no “Alcancei” ela tende a sair ou reduzir das posições de maior risco. Os investimentos na renda variável funcionam como um impulsionador e para isso é necessário ter prazo de pelo menos 5, 10 ou 20 anos para colher resultados. Se a pessoa com 300 mil em ações gastou 50 mil para comprar essas ações no passado e seu foco está nos dividendos que ela gera, as flutuações dos preços devido as gravações do Joesley não serão muito relevantes.

  19. Murilo Witt 6 de julho de 2017 at 16:35 - Reply

    Olá Leandro, gostaria de saber se os livros e o acesso ao Clube do Poupadores Premium irão continuar com o mesmo preço no mês de agosto, pois este mês já despendi uma boa parte das minhas receitas para livros. No próximo mês pretendo adquirir seus livros, pois acredito serem de extrema relevância para mim. Obrigado

    • Leandro Ávila 6 de julho de 2017 at 17:48 - Reply

      Oi Murilo. Acredito que sim. Parabéns por investir regularmente na sua educação. É o que eu faço todos os meses.

  20. HUMBERTO DEHON OLIVEIRA 6 de julho de 2017 at 16:38 - Reply

    Boa tarde Leandro. Muito bons os seus artigos. Apenas uma contribuição construtiva. Não existe R$1,2 milhões o correto é R$1,2 milhão. O que defini o plural é o número á esquerda da vírgula. Portanto somente acima de 2 é que usamos o plural. Abraço.

    • Leandro Ávila 6 de julho de 2017 at 17:50 - Reply

      Olá HUMBERTO. Muito obrigado. Vou corrigir.

      • William Novais 7 de julho de 2017 at 18:07 - Reply

        Humberto,não precisa de HUMBERTO tem erro ai não tem ou estou equivocado, Ele corrigiu ms tem erro no dele sim ou não, vc é 10 valeu

    • Caio 12 de julho de 2017 at 9:57 - Reply

      Bom dia, Humberto, apenas uma contribuição construtiva: a conjugação correta do verbo “definir”, no caso, é “define” e não “defini”…

      😉

  21. M Helena 6 de julho de 2017 at 16:44 - Reply

    Olá Leandro, meus cumprimentos! Gostei do novo visual e distribuição de conteúdo da versão Clube dos Poupadores Premium. E, fiquei muito feliz em saber que, de alguma forma, ela continuará contribuindo para proporcionar conhecimento e aprendizagem financeira gratuita para os leitores do Clube dos Poupadores. Parabéns! Abs,

  22. William Santos 6 de julho de 2017 at 16:56 - Reply

    Leandro, sou autonomo e pagava o INSS por fora, mas agora depois dessa bagunca da nossa economia e do governo, decidi nao mais contribuir e usar esse dinheiro para criar uma carteira de investimento para aposentadoria na corretora com ajuda de um consultor financeiro. Eu creio que fiz a coisa certa, mas na sua opiniao devo continuar pagando o INSS?

    • Leandro Ávila 6 de julho de 2017 at 17:53 - Reply

      Oi William. Como tenho uma empresa sou obrigado a pagar. Acho que pode ser interessante pagar pelo menos o valor mínimo como se fosse um seguro. Realmente não temos meios de saber como será o futuro da previdência. Até agora, tudo indica que não será nada bom. A situação piora com o tempo. Toda mudança acaba piorando a situação daqueles que ainda não se aposentaram.

  23. Karen Simoni 6 de julho de 2017 at 17:05 - Reply

    Olá, leandro! Gostaria de dizer que seus artigos estão realmente mudando minha vida rsrs
    parece até bizarro, mas sinto uma diferença enorme no meu comportamento financeiro em poucos meses que conheci o blog e venho acompanhando diariamente.
    Minha mentalidade mudou, não sinto mais aquela compulsão por comprar coisas que não tenho necessidade, estou muito mais consciente, menos angustiada querendo comprar e comprar…

    Além disso, já abri conta numa corretora e já comecei a poupar para minha aposentadoria.
    Fico feliz de ter conhecido seu blog aos 26 anos. Ainda tenho um tempo pela frente.

    Enfim, desculpe pelo textão, hahaha
    só quero agradecer e parabenizar pelo trabalho incrível que vc faz! =)

    estou recomendando para todos os meus amigos e familiares.
    Abraços!

    • Leandro Ávila 6 de julho de 2017 at 18:00 - Reply

      Oi Karen. Fico feliz por ajudar nessa sua mudança bizarra. 🙂 O mais bizarro está por vir. Esse tipo de mudança vai acabar impactando os seus amigos e os seus familiares. O nosso comportamento é contagioso. Nosso exemplo é percebido e copiado pelas pessoas. No futuro, seus filhos e netos também serão impactados. Os filhos e netos dos seus netos também sofrerão o impacto. Mudança de mentalidade se espalha e vai se perpetuando pelas gerações. Isso é bizarro.

  24. Sérgio 6 de julho de 2017 at 17:06 - Reply

    Boa tarde Leandro!

    Comprei o seu curso sobre reeducação financeira no ano passado e, juntamente com outros cursos ótimos como os seus sobre investimentos, percebi nitidamente que foi a melhor coisa que poderia ter feito para o meu futuro e o de minha família. Os resultados financeiros e de mudança de atitudes e até de personalidade são claros. Só gostaria que todo o brasileiro, principalmente os mais carentes, tivesse a oportunidade de ler o texto acima pelo menos uma vez na vida. Parabéns e obrigado por ajudar tanta gente e principalmente minha família a ter um futuro melhor.

    • Leandro Ávila 6 de julho de 2017 at 18:07 - Reply

      Oi Sérgio. Obrigado por apoiar o projeto. É a venda do material educativo que torna a versão gratuita do Clube dos Poupadores economicamente viável e sem patrocínio de bancos e corretoras. Os custos crescem com o crescimento do número de visitantes e de pessoas cadastradas no sistema que envia emails. São pessoas como você que estão patrocinando os benefícios que centenas de milhares de pessoas recebem com a manutenção do projeto. Você investiu na sua educação financeira e indiretamente investiu na educação financeira de todos os leitores que precisam desse tipo de conteúdo, mas que ainda não entenderam o seu real valor. Obrigado!

  25. Raphael 6 de julho de 2017 at 17:07 - Reply

    Leandro, no caso do governo não dar um calote na dívida, mas a inflação seja tão grande a ponto de (quase todos) os títulos da dívida pública “virarem pó”, com fica o investidor que não investe em títulos indexados? Nesse caso é, assim que for detectada uma tendência de alta na inflação você resgatar os títulos que não estejam atrelados ao IPCA (por exemplo) e aplicar nos indexados?

    • Leandro Ávila 6 de julho de 2017 at 18:21 - Reply

      Oi Raphael. No dia que os títulos públicos virarem pó todos os outros investimento serão afetados. A quebradeira será generalizada. Os títulos públicos que estão com as pessoas físicas representa pouco mais de 1% da dívida. O restante dos títulos está com os bancos, fundos de investimento, fundos de pensão e até seguradoras e planos de saúde. Mesmo aqueles que não possuem títulos públicos teriam sérios problemas. Eu acredito que no final da vida produtiva é interessante ter alguns bens de valor fora do sistema financeiro, como imóveis e terrenos. Para aqueles que praticam pessimismo extremo eu recomendo os terrenos. No caso de uma guerra eles não podem ser roubados e destruídos. Quando a guerra termina o seu terreno continua lá. No caso de catástrofe global é possível utilizar o terreno para plantar alimentos e criar animais. Ele também é útil para construção de abrigos subterrâneos. Parece brincadeira, mas existem países onde as pessoas pensam dessa forma. Olhando o passado podemos ver que os juros costumam subir e cair em ciclos. Nos últimos 20 anos tivemos vários ciclos de alta e queda, mas sempre tendendo para uma queda. A linha azul no gráfico é a taxa Selic. A linha pontinhada é a inflação.

  26. Luiz Guilherme 6 de julho de 2017 at 17:33 - Reply

    Seria interessante você abordar a alternativa de gastar a reserva (não deixar herança).
    Há uma regra aproximada nos EUA:
    Acumular o suficiente para um saque anual de 4% do total (juros mais principal), o que duraria cerca de 30 anos, na realidade americana.
    Qual seria o número mágico aqui, no Brasil?

    • Leandro Ávila 6 de julho de 2017 at 18:29 - Reply

      Oi Luiz. Temos um simulador para isso aqui. Uma vez eu vi uma senhora bem idosa na fila do supermercado dizendo que tinha 5 apartamentos. Ela vendeu um e gastou tudo com viagens, aproveitando que ainda tinha saúde e disposição. Ai a pessoa que estava falando com ela perguntou: “E o que os seus filhos falam disso”. Ela respondeu “Eles não tem direito de falar nada. Eu dediquei uma boa parte da minha juventude criando e educando eles para andarem com as próprias pernas”. Eu acho errado o idoso que passa privações e sofrimentos para deixar herança para filhos adultos saudáveis.

  27. Daniel 6 de julho de 2017 at 17:48 - Reply

    Excelente artigo.
    Esse cálculo é muito interessante, permite a você saber, de forma fácil e rápida, quanto precisa acumular para ter uma renda igual ao seu salário sem precisar trabalhar. Imagine conseguir explicar isso para uma pessoa que que vive com salário mínimo: que com 120.000,00 ela teria seu salário sem trabalhar pelo resto da vida. Jamais compraria casa financiada de 150 K para pagar em 35 anos.

    • Leandro Ávila 7 de julho de 2017 at 6:09 - Reply

      Oi Daniel. Isso significa que ter consciência das coisas acaba impactando nossas decisões. Até o pequeno desperdício de dinheiro poderia ser melhor avaliado diante de outras possibilidades que se distanciam com aquele desperdício. Muitas decisões que tomamos possuem como base a nossa ignorância financeira. Não existe problema em comprar o imóvel. O problema é não compreender o que estamos assumindo, o que estamos abrindo mão.

    • Cris 7 de julho de 2017 at 13:42 - Reply

      (937×12)÷0,05=224.880, não 120.000

  28. Eduardo 6 de julho de 2017 at 17:53 - Reply

    Leandro o texto e a matemática é ótimo.
    Vc poderia ajudar quando o montante (a reserva) já está acumulado/formado e se vai agora usufruir com resgates mensais. O montante (reserva) não poderá mais estar no mesmo investimento pois terá q se manter liquidez e deverá ser recalculada com investimento em CDB, LCI etc nesta fase de retiradas. Neste ponto uma certa lógica/ estratégia se faz necessário para se manter os resgates por 20, 30 anos.

    • Leandro Ávila 7 de julho de 2017 at 6:10 - Reply

      Oi Eduardo. Pode ser o foco de artigos futuros.

      • Fábio J 13 de julho de 2017 at 11:23 - Reply

        Leandro,

        Serão de grande valia esses artigos.
        Parabéns.

  29. Nevander Grisoni 6 de julho de 2017 at 17:53 - Reply

    Depois de conhecer o CDP estou mudando drasticamente a forma de pensar. O sofisticado é caro e não traz toda a felicidade. Aprender a apreciar as coisas simples realmente é o ultimo nivel da sofisticação. Comprei os livros e tudo mais já a algum tempo e estou tentando reservar um tempinho para ler! Obrigado Leandro :), mesmo que eu não tenha financeiro desejado o importante é não ser escravo das nossas vontades.

    • Leandro Ávila 7 de julho de 2017 at 6:12 - Reply

      Oi Nevander. Eu recomendo apenas 10 ou 15 minutos de leitura por dia. Não precisamos esperar o tempo necessário para escalar uma montanha. Só precisamos de alguns passos por dia, todo dia. Esse modo e pensar é muito útil para a leitura de livros. Esse “tempinho para ler” nunca vai chegar. Por esse motivo aceitar a ideia que 10 minutos é possível, é a solução.

  30. JOAO CARLOS SALVARO 6 de julho de 2017 at 19:31 - Reply

    Pérolas:

    Cada objeto que compramos exige tempo para comprar, espaço para guardar e energia para cuidar até o dia que o objeto se transforma em lixo. Sem falar no dinheiro para comprar, manter e substituir o objeto….

    Essas pessoas não conseguem perceber que uma vida motivada por esse tipo de comportamento não é uma vida livre. Cada novo objeto funciona como um peso que dificulta seus movimentos futuros. Liberdade não é dizer sim para todos os seus desejos. Isso é escravidão.

    Liberdade é ser capaz de dizer não para os desejos sempre que achar inteligente dizer. É importante viver uma vida equilibrada. Não é bom viver só para o presente como se você fosse morrer amanhã e nem é bom viver só pensando no futuro …

    Perfeito!

  31. RS 6 de julho de 2017 at 20:10 - Reply

    Olá Leandro, o texto está com a qualidade de costume, mas, desta vez gostaria de fazer uma ressalva.
    A quantia necessária para se aposentar não é a renda mensal x 12 / taxa de retorno dos investimentos. O correto me parece ser as despesas médias mensais x 12 / taxa de retorno dos investimentos.
    No exemplo que deu, o casal que ganha 10 mil e economiza metade consegue viver com a outra metade, logo, eles não precisam de um patrimônio que gere 10mil de renda/mês e sim de um patrimônio que gere 5mil.
    Ao longo do texto você até apontou esta possibilidade, mas, a meu ver, a lógica está invertida.
    O que eles precisam é de 1,2mi. Apenas se quiserem se aposentar com mais é que podem trabalhar até reunir 2,4mi.
    Isso muda totalmente o montante a ser acumulado e o tempo necessário.
    Abraço.

    • Leandro Ávila 7 de julho de 2017 at 6:22 - Reply

      Oi RS. Eu apresentei diversas possibilidades no texto como a de alguém que quer poupar 5 mil e viver o resto da vida com 10 mil e também mostrei o quer poupar 5 mil para viver com 5 mil. O mesmo cálculo permite todas as configurações possíveis. A ideia não foi embutir um exemplo para ser adotado pelos leitores, mas foi simplesmente dar exemplos para que cada um, dentro da sua realidade, dentro da sua possibilidade, necessidade, vontade, faça o calculo da melhor maneira. Eu acredito que os mais prudentes devem desejar ter uma renda maior na aposentadoria pelo fato de que teria uma margem maior de segurança. Não sabemos qual será o nosso custo de vida futuro. Se ele for muito elevado e você conseguiu prever isso, ótimo. Se ele for baixo e você estiver com uma renda elevada, melhor ainda.

  32. Michael Stuart 6 de julho de 2017 at 20:26 - Reply

    Ola Leandro. O seu artigo excelente me lembra do conceito de “Safe Withdrawal Rate” (SWR) – “Taxa de Saque Seguro.”

    A taxa, como voce ja sabe, foi desenvolvida para a realidade do mercado americano – e faz uma parte muito importante do meu planejamento financeiro para investimentos la fora. Eu tambem adaptei a taxa para meus investimentos aqui.

    Nos EUA, a taxa mais aceitada seria uma SWR de 4%. Significa que para uma aposentadoria de 30 anos, com uma carteira la de 60% em Açoes e 40% em Renda Fixa, voce poderia retirar INICIALMENTE uma taxa de 4% dos seus investimentos, e em cada ano subsequente aumentar esta fatia inicial do seu patrimonio pela taxa de inflaçao anual. Assume que voce NAO quer deixar uma herança, simplesmente ter o suficiente para nao esgotar os seus recursos enquanto viver. Se voce quer uma aposentadoria de mais de 30 anos, precisa uma SWR menor. Uma das mais respeitadas autoridades nesta area seria o Michael Kitces.

    Uma forma de estimar o seu patrimonio necessario seria deduzir dos seus gastos estimados recorrentes as suas fontes de renda externos – como alugueis, INSS etc – para determinar a renda necessaria do seu portfolio de investimentos. Com uma SWR de 4%, voce multiplicaria este valor por 25 [1 / 0.04].

    Aqui, adaptei a regra, dispensando a Renda Variaval [ investo bastante, mas so para “brincar” LOL], e determinei que uma SWR de 5% seria adequada com as condiçoes de mercado atuais. Interessantemente, seria de uma forma quantitativa muito parecido no seu artigo.

    Entao, eu tambem acostumo utilizar o multiplicador de 20 [1 / 0,05] para determinar o patrimonio necessario no Brasil. Se a taxa estrutural/natural/real de juros ficar menor – de maneira sustentavel – eu utilizaria um multiplicador de 25, como ja utilizo para os investimentos la fora. Abraço

    • Leandro Ávila 7 de julho de 2017 at 6:39 - Reply

      Obrigado Michael. Vou buscar mais sobre o trabalho desse autor e estudar o que pode ser adaptado para a realidade brasileira.

  33. Ester 6 de julho de 2017 at 20:54 - Reply

    Olá Leandro. Leio e recomendo seu site a muito tempo, e aprendi muito com ele! Estou em uma meta ambiciosa de guardar dinheiro para me aposentar. Mas mesmo estudando cada vez mais, não sei que tipo de investimentos eu consigo faz para ir retirando parte do dinheiro sem altas taxas de administração e sem comprometer o principal, além do Tesouro Direto. Como pretendo me aposentar antes dos 40 não gostaria de desfalcar o principal antes dos 65, pelo menos. Ficaria muito contente se vc fizesse algum texto explorando um pouco mais a carteira para quem já chegou na independência, não apenas para quem está na fase do acumulo do dinheiro. Sei que existem outras formas como debentures e ações que pagam dividendos, mas por terem um risco maior nunca sei qual seria uma boa estratégia para não ficar nem tão exposta ao risco, mas também não perder boas oportunidades por ser muito conservadora.

    • Leandro Ávila 7 de julho de 2017 at 6:54 - Reply

      Oi Ester. O grande problema é que não existe o investimento perfeito. Existem 1001 possibilidades e que podem se misturar. O melhor para você sempre vai depender mais de você do que qualquer outra coisa. Vou dar um exemplo simples. Eu conheço histórias de pessoas que passaram a vida colecionando imóveis pequenos para alugar. No lugar de investir em ações, tesouro direto ou qualquer outra coisa, essas pessoas compravam imóveis pequenos ou compravam terrenos para construir vilas, como aquela vila do Chaves. Lembra do Senhor Barriga? Aquilo é uma das muitas formas de acumular patrimônio para viver de renda. Será que aquilo é apropriado para todas as pessoas? É possível recomendar que todos se tornem o Senhor Barriga? Claro que não. Também não seria bom recomendar ao Senhor Barriga que aprenda a investir na bolsa, debêntures, fundos imobiliários, etc. O Luiz Barsi que é um dos investidores pessoa física com maior patrimônio na bolsa começou a investir em renda variável pensando na aposentadoria. Ele queria viver de dividendos. Para isso ele realmente dedicou tempo para aprender a investir na bolsa, coisa que uma pessoa como o Senhor Barriga não teria feito. Eu pretendo passar minha aposentadoria escrevendo livros para receber direitos autorais, que é uma forma de renda passiva, ao mesmo tempo que terei minha carteira com investimentos variados, uns com mais liquidez, outros com menos, uns com mais risco e outros com menos e assim por diante. Não sei se existe a estratégia perfeita que vale para todas as pessoas. O ideal seria entender o funcionamento de todas as possibilidades e com isso cada um poderia escolher seu leque de possibilidades partindo da individualidade de cada um.

  34. Rocha 6 de julho de 2017 at 21:24 - Reply

    Olá Leandro Ávila…

    Gostaria de parabenizar eternamente pelo seu trabalho, maravilho, você é uma pessoa fantástica. E tenho certeza que é uma pessoa muito rica. Não estou me referindo a dinheiro, estou me referindo aos conhecimentos que você oferece a comunidade online como um todo. Sinceramente meu irmão e amigo, acredito que posso te chamar assim. Seus artigos são inspiradores, e desde já te agradeço pois através dos conhecimentos adquiridos aqui, já sou independente financeiramente. Por que não importa o quanto ganho, o que importa é o quanto gasto e quanto economizo. Enfim certamente estaremos juntos todos nós daqui a alguns anos comemorando nossa liberdade financeira, e ajudando as pessoas que estão precisando, não de dinheiro, más ajudando em conhecimento e exemplo de ações. Algo que você já faz hoje. Creio que esta é a sua missão. Parabéns pelo seu trabalho. Abraços..Rocha

    • Leandro Ávila 7 de julho de 2017 at 7:01 - Reply

      Oi Rocha. Muito obrigado. Eu acredito que as pessoas não precisam de dinheiro. Dinheiro é a consequência. Elas precisam de conhecimento e motivação. O conhecimento para ter um leque de possibilidades sobre o que fazer e motivação para transformar o que está no mundo das ideias em realidade no mundo das coisas. Esse leque de possibilidades é que permite exercer a liberdade. Se por ignorância você só conhece uma opção, você está com sua liberdade comprometida. Esse artigo aqui tem o objetivo de oferecer um conhecimento simples e motivar para a ação. É isso que muda a vida das pessoas. Quando a vida das pessoas à minha volta melhora, a minha vida também melhora.

  35. andre 6 de julho de 2017 at 21:42 - Reply

    olá, leandro. sou servidor público federal e tenho 47 anos. quero adquirir meu primeiro imóvel próprio, mas também gostaria de iniciar o acúmulo de patrimônio para complementar minha aposentadoria. fico na dúvida: atinjo primeiro o objetivo de adquirir a casa própria e depois inicio o projeto da previdência complementar? ou toco as duas coisas mesmo tempo? o que você acha?

    • Leandro Ávila 7 de julho de 2017 at 7:06 - Reply

      Oi André. É o tipo de pergunta que só você pode responder. Para pegar uma coisa você precisa largar a outra ou então precisa dividir os esforços entre as duas coisas. Toda decisão acaba gerando os pesos do benefício e custo. A balança que vai medir o peso desse custo e do benefício não pode ser a minha balança. Precisa ser a sua balança. Depende do que você mais valoriza.

      • andre 7 de julho de 2017 at 19:29 - Reply

        obrigado, leandro. parabéns pelo excelente trabalho. sou seu leitor assíduo. abs.

  36. José Pimentel 6 de julho de 2017 at 22:41 - Reply

    Mas uma coisa está me intrigando aqui Leandro, não li os comentários anteriores, se alguém já tiver feito o mesmo questionamento desconsidere, mas é o seguinte: Li sua recomendação sobre não trabalhar pra deixar herança, mas quem junta um determinada quantia para viver dos rendimentos desse patrimônio fatalmente irá deixar esse patrimônio para alguém depois da morte, seja um parente ou o próprio governo, como ninguém sabe o dia que partirá desse mundo deve ser um tremendo dilema uma pessoa de 80 anos optar por gastar ou não o montante, se morrer logo tudo bem, mas e se viver mais 20 anos e já tiver gasto todo o patrimônio achando que morreria duas décadas antes?

    • Leandro Ávila 7 de julho de 2017 at 7:10 - Reply

      Oi José. Essa certamente é a última decisão de risco envolvendo dinheiro que todo mundo fará. Eu acredito que a situação de alguém que tem patrimônio e precisa tomar esse tipo de decisão é bem mais confortável do que aquele que não tem nenhum patrimônio e espera a caridade e a boa vontade das outras pessoas e do próprio governo. Espero que no futuro todos possam enfrentar isso que você chamou de “Tremendo dilema”.

  37. Leandro Bassini 7 de julho de 2017 at 7:35 - Reply

    Ótimo artigo Leandro! Meus parabéns por esse trabalho exemplar! Adquiri seus livros de reeducação que estou terminando de ler, eles são fantásticos! Já adquiri também sobre imóveis, que também tenho certeza que serão de altíssimo nível!E você ainda nos presenteou com esse novo site que tenho certeza que será mais uma valiosa fonte de informação, então quero deixar meu agradecimento. Você com certeza faz a diferença, para melhor, na minha vida e na vida de outras milhares de pessoas que seguem seus conteúdos!

    Um abraço!

  38. Beatriz 7 de julho de 2017 at 7:58 - Reply

    Olá Leandro, obrigada pelo Conteúdo Premium!

  39. Fabricio 7 de julho de 2017 at 8:31 - Reply

    Oi Leandro, parabéns pelo artigo! O amigos.clubedospoupadores virou o clubedospoupadores premium é isso?

    • Leandro Ávila 7 de julho de 2017 at 9:47 - Reply

      Oi Fabricio. Aos poucos é isso que vai acontecer, mas o Premium será bem melhor.

  40. Demetrio 7 de julho de 2017 at 8:39 - Reply

    Leandro, li vários depoimentos do Luiz Barsi sobre investimento em renda fixa, o que ele costuma chamar de “perda fixa”, simplesmente por não confiar nos índices de inflação divulgados. Para ele, a inflação é bem maior e por isso ele chama de “perda fixa”. Segundo Barsi, ele mesmo mede a inflação, anotando os preço de algumas coisas de tempos em tempos. Gostaria de saber sua opinião sobre isso. IPCA, IGPM são índices confiáveis? Ou até isso o governo manipula? Outra pergunta seria se o patrimonio utilizado na sua fórmula deve incluir os bens adquiridos como casas e terrenos, por exemplo. Obrigado e parabéns pelo artigo.

    • Leandro Ávila 7 de julho de 2017 at 9:31 - Reply

      Oi Demétrio. Você tem controle sobre uma parte da inflação que impacta as despesas da sua casa. Isso é o mais importante. O IPCA é calculado medindo a variação de preços de mais de 400 produtos que se dividem em grupos como alimentos e bebidas; artigos de residência; comunicação; despesas pessoais; educação; habitação; saúde e cuidados pessoais; transportes e vestuário. Você não consome todos os produtos da lista e nem sempre a variação de preço médio do Brasil ocorreu na cidade onde você mora. Imagine que você é vegetariano, não paga aluguel, não está consumindo nenhum medicamento e não anda de ônibus. Vamos supor que o IPCA do ano disparou devido ao forte aumento do preço da carne, dos aluguéis, do preço dos medicamentos e das passagens de ônibus. Esse aumento do custo de vida não vai afetar a sua vida imediatamente. Se o preço do tomate subir muito quando a safra não for boa, você tem a opção de parar de consumir tomate ou de trocar o tomate por outra coisa enquanto os preços estão elevados. Você tem o poder de manipular a inflação da sua casa. É interessante para o Barsi motivar quem está na renda fixa ir para a renda variável. Quanto mais gente comprando ações melhor para quem já tem ações. Se o Barsi fosse dono de construtora ele recomendaria comprar imóveis. Se fosse dono de seguradora ou de banco mandaria comprar planos de previdência. Se ele fosse o Silvio Santos mandaria você comprar a Telesena. Eu recomendo que as pessoas estudem e se livrem dessas opiniões. Sobre a última pergunta. Depende se o imóvel vai gerar renda. A ideia é extrair renda do seu patrimônio com o objetivo de pagar suas despesas com essa renda.

  41. Patrick 7 de julho de 2017 at 8:46 - Reply

    Olá Leandro, primeiramente parabéns pelos artigos, leio todos.
    Mas este me deixou com algumas dúvidas devido um comentário que li, em relação há um rapaz que tem uma renda de R$4.000,00, eu posso ter entendido errado, mas me pareceu que com essa renda seria meio complicado pensar em investimentos, tanto que você sugeriu ao mesmo buscar outros meios para aumentar a renda e depois pensar em investimentos.
    Minha renda é quase isso, cerca de R$6000,00 mensais , e mesmo não sendo uma renda alta consegui fazer algumas aplicações em LCI e CDB. Você acha que estou fazendo o processo errado, que antes de fazer estes investimentos eu deveria pensar em aumentar minha renda mensal?

    • Leandro Ávila 7 de julho de 2017 at 9:37 - Reply

      Oi Patrick. Eu já vi uma pessoa que ganhava R$ 25 mil e não conseguia investir. Ela tinha um estilo de vida que custava R$ 25 mil por mês. Tudo que ganhava ela gastava. Não sobrava nada e muitas vezes precisava comprar parcelado e financiado. Diante desse tipo de situação você pode fazer esforços para aumentar sua renda ou fazer esforços para reduzir seu custo de vida. Não importa se a pessoa ganha 4 mil ou 25 mil. O problema é que dificilmente a dificuldade em poupar tem relação com o quanto você ganha. Quando essa pessoa que ganha 25 mil estiver ganhando 50 mil é muito provável que ela eleve o seu padrão de vida de um forma que esses 50 mil serão pouco dinheiro. Novamente ela não terá de onde tirar dinheiro para investir. Acho que as pessoas não devem esperar ganhar muito. O quanto você ganha nunca será suficiente. O ideal é poupar e investir aquilo que você julga correto e adaptar sua vida para que ela se encaixe no valor que sobrar. Se achar que a sobra é pouca, então basta procurar meios para elevar a renda. É uma questão de priorizar o quanto poupa para investir.

  42. Araújo 7 de julho de 2017 at 8:53 - Reply

    Leandro, obrigado mais uma vez pelo ótimo conteúdo.
    Tenho procurado seguir seu conselho de estudar mais sobre finanças e investimentos.
    Fiz um curso sobre fundos imobilíários e comecei a comprar algumas cotas, para diversificar os investimentos.
    Gostaria de ouvir sua opinião sobre a teoria de que, como os fundos imobiliários distribuem 95% dos dividendos (bem mais que a bolsa), seria uma ótima opção para ter uma renda mensal na aposentadoria (tendo assim um percentual alto na carteira composta para esse fim).
    Grato.

    • Leandro Ávila 7 de julho de 2017 at 9:42 - Reply

      Oi Araújo. Eu recomendo que as pessoas estudem o funcionamento dos fundos imobiliários. É o que posso recomendar. Também recomendo que não procure o investimento mágico para concentrar tudo que você tem em uma única modalidade. O ideal é ter uma coleção de investimentos (carteira) onde você terá diferentes fontes de renda que se originam através de métodos diferentes. Você pode receber juros, dividendos, proventos, lucros, aluguéis, direitos autorais, e até salário (ninguém é obrigado a parar de trabalhar), ou seja, pode colecionar diversas fontes de renda para sua aposentadoria. No meu caso, eu pretendo trabalhar para sempre. Faço o que gosto e enquanto for possível eu vou continuar tendo a renda do meu trabalho.

  43. Wesley Trigueiro 7 de julho de 2017 at 9:50 - Reply

    Olá Leandro.

    Parabéns pelos artigos, eles são ótimos. É altamente pertinente e necessário que haja trabalhos como o que você executa, incentivando a cultura de pensar no futuro e na independência.

    Quanto ao conteúdo Premium: a cada dia que passa me convenço mais do quanto me saiu “barato” adquirir seus livros.

    Obrigado pelo altruísmo demonstrado nessa disseminação do conhecimento.

    Grande abraço!

    • Leandro Ávila 7 de julho de 2017 at 12:33 - Reply

      Oi Wesley. Eu acredito que conhecimento não tem preço. Todo preço que colocamos nele é simbólico. O preço de um livro é apenas sinal do meu comprometimento com a leitura, afinal de contas, se você comprar um livro e não ler é como jogar dinheiro no lixo. Ninguém gosta de jogar dinheiro no lixo. Acaba ficando obrigado a ler o livro. Além do valor do livro manter o Clube dos Poupadores funcionando ele também é um importante estopim de comprometimento. Sei que tem muita gente que não compra livros por achar livro uma coisa cara. Caro mesmo é o custo da ignorância. Só que o preço da ignorância é implícito e o preço do livro é explícito. Parabéns por investir na sua educação e obrigado por apoiar o projeto.

  44. Sueli Costa 7 de julho de 2017 at 10:48 - Reply

    Olá Leandro!
    Acompanho seus post que já me ajudaram e ajudam muito.
    Gostaria de sugerir um artigo sobre a deflação. Hoje vendo sobre o índice do IPCA, isto me pareceu ser importante entender.
    Obrigada, abs.

  45. Flavia 7 de julho de 2017 at 11:20 - Reply

    Leandro, parabéns! Como sempre, muito bom!!

  46. Fabian 7 de julho de 2017 at 11:48 - Reply

    Olá Leandro! Parabéns pelo artigo! Já comprei alguns livros seus e já faço parte do grupo de estudo do amigo do clube dos poupadores, mesmo assim terei que pagar mais algum valor para ter acesso às aulas do clube premium?

    Abraço, Fabian.

    • Leandro Ávila 7 de julho de 2017 at 12:20 - Reply

      Oi Fabian. É um presente. Como disse no final do artigo, o acesso é um presente para todos que compraram. Quem comprar nesse momento também ganhará o acesso. No futuro, pode ser que ofereça o acesso ao Clube Premium separadamente dos livros. No momento, eu penso em oferecer apenas como um presente.

  47. Dani 7 de julho de 2017 at 11:52 - Reply

    Oi Leandro excelente texto! Tenho uma dúvida: como fazer o cálculo quando você pretende usar todo o principal e não deixar heranças? Esse cálculo é um pouco mais complexo pois envolve expectativa de vida não é mesmo? Sempre tento chegar nesse número e confesso que não consegui ainda….

  48. Giordano 7 de julho de 2017 at 12:03 - Reply

    Perfeito Leandro!! Parabéns!! Como tenho uma vida simples, no final de 2017 já poderia me aposentar heheheh abraço

    • Leandro Ávila 7 de julho de 2017 at 12:23 - Reply

      Oi Giordano. Parabéns! Agora vem a parte mais interessante. É descobrir o que você vai fazer no momento em que não precisar mais trabalhar por dinheiro.

      • Andre 8 de julho de 2017 at 9:22 - Reply

        Olá Leandro
        Muito obrigado pelos ensinamentos, que nos revelam um mundo novo e encantador que começo a explorar.
        Por favor, poderia me aclarar uma dúvida. Penso em acumular dinheiro para usufruir na aposentadoria, mas principalmente deixar como herança para meu filho . Neste caso para livra-lo no futuro de toda burocracia de inventario e ônus de itcmd para transferir o montante acumulado, o ideal seria desde já abrir a conta na corretora em nome do menor . Seria uma espécie de doação desde já o investimento. Faria aportes anuais dentro do limite de isenção do itcmd e documentário tudo na declaração de ir como doação cada aporte anual investido. Esse raciocínio está correto ou não estou me atentando a algum detalhe. Desde já lhe agradeço.

        • Leandro Ávila 10 de julho de 2017 at 6:57 - Reply

          Oi Andre. Doações também geram impostos. Se você transferir um grande patrimônio para o seu filho em vida e não declarar isso da forma correta (pagando o imposto para essa doação) o seu filho não terá como explicar no futuro de onde tirou o dinheiro que possui. O rigor das fiscalizações aumenta a cada ano. O que você vê como solução é na verdade a construção lenta de um problema. Eu não me preocuparia com isso. Assuma que inventário e o imposto fazem parte do jogo e se preocupe com o mais importante.

        • Ricardo 10 de julho de 2017 at 21:25 - Reply

          André,

          Eu pensava assim como você também em deixar algo para o filho (eu ainda não tenho), mas mudei de ideia depois de pensar em algumas pontos.

          1. Você não sabe como será seu filho no futuro (claro que o educa para que tenha um bom). Mas, e se ele chegar a uma certa idade e torra todo o dinheiro com futilidades? Poderá você e ele passar dificuldades depois!
          2. Dê boa educação financeira e assim ele não precisará do seu dinheiro.
          3. E o mais importante: O dinheiro é seu, você trabalhou para isso e se dedicou a estudar e aplicar da melhor forma possível. Mas nada impede que dê uma parte para ele em uma determinado momento da vida para incentivá-lo.

  49. Welington 7 de julho de 2017 at 12:21 - Reply

    Olá Lendro, achei bem interessante a forma como mostrou os dados e a argumentação que você costuma usar, pois tenho uma visão semelhante em relação ao gasto supérfulo e o compromisso que precisamos ter com nós mesmo.

    Fico com dúvida de como a variação dos valores podem afetar as nossas metas e, consequentemente, todo o nosso planejamento. Não sei se estou com a impressão correta, mas usando esse mesmo exemplo que você usa: os R$ 10.000. Provavelmente daqui a 15, 20 ou 30 anos esse mesmo valor terá um poder de compra muito menor, o fato de obter rendimentos acima da inflação ajuda a minimizar essa perda gradativa?

    Não sei se você tem algum artigo a respeito, mas em relação a planos de saúde, o que você pensa a respeito? Digo por causa dos valores atuais e os problemas de cobertura que têm sido relatados. Às vezes me dá a impressão de que o valor pago, principalmente para a cobertura de uma família, poderia ser aplicado e guardado como reserva para eventuais problemas. Mas isso é só especulação minha, já que alguns tratamentos chegam a ser milionários. Mas o receio é pagar anos a fio e empresa negar na hora da necessidade, já que nem sempre há tempo útil para se entrar com ações na justiça e aguardar uma eventual liberação de um tratamento, ou cirurgia. Enfim, gostaria de saber sua opinião sobre esse assunto.

    Abraços.

    • Leandro Ávila 18 de julho de 2017 at 16:13 - Reply

      Oi Welington. A inflação reduz o poder de compra do dinheiro. Para reduzir o problema basta fazer o planejamento pensando em taxas de juros acima da inflação e reajustando os valores que você poupa e investe através da inflação. Mesmo assim a inflação de cada pessoa e família é diferente da inflação oficial. Ela pode ser maior ou até menor, pois de alguma forma temos como controlar o efeito da inflação no momento que fazemos escolhas durante nossas compras e despesas. Sobre os planos de saúde, eles são como o seguro do seu carro. A ideia é não usar nunca. Eles apostam que você terá uma vida saudável e que tudo que foi pago será lucro para eles. O problema é que não temos como prever os problemas que teremos no futuro, doenças, acidentes, etc. O avanço da tecnologia cria tratamentos que não existiam, tratamentos caros para doenças que antes eram fatais. A tendência é que esses tratamentos se multipliquem no futuro.

  50. Ricardo 7 de julho de 2017 at 13:38 - Reply

    Oi Leandro, existe uma forma tipo essa, só que considerando que não quero deixar herança? A ideia seria consumir o patrimônio ao longo da vida, prevendo uma idade para perecer kkkk

  51. Nana 7 de julho de 2017 at 13:58 - Reply

    Leandro,
    Sobre o Premium clube,sugiro que seja colocado uma planilha para controle de ações, com os campos como data de entrada,saída, preço, PM, rentabilidade, dividendos, etc.

  52. Bruno 7 de julho de 2017 at 13:59 - Reply

    Leandro, obrigado por mais um excelente texto. Costumo acompanhar continuamente o patrimônio que já acumulei, o valor que eu preciso ter de renda para cobrir as minhas despesas mensais e a taxa média de meus investimentos, sempre visando alcançar a independência financeira. Assim como no seu exemplo, boa parte da minha carteira é composta por Tesouro IPCA. Hoje, ao ler as notícias do dia, vi que o IPCA teve deflação em junho, a primeira em 11 anos. Acredito que dificilmente isso se torne uma tendência, mas gostaria de saber como é feito o cálculo do rendimento do Tesouro IPCA quando ocorre deflação. Será que basta utilizar as mesmas fórmulas matemáticas que você apresentou em seu artigo sobre a metodologia de cálculo do Tesouro IPCA, utilizando um valor negativo de IPCA (correspondente à deflação)? Nesse caso, o IPCA negativo “consumiria” a rentabilidade acima da inflação pactuada na hora da compra do título?

    • Leandro Ávila 18 de julho de 2017 at 16:08 - Reply

      Oi Bruno. Sim, ele vai acabar “consumindo” a rentabilidade acima da inflação. A grande verdade é que ao investir em um título público a única coisa que você tem é o título. Se fosse antigamente esse título seria um papel guardado em uma gaveta da sua casa. No vencimento o governo calcularia qual foi a inflação entre a compra e o vencimento e os juros fixos que forma definidos no momento da compra do título. Nesses vários anos poderia ter ocorrido inflação positiva, negativa, mas o importante seria o resultado disso tudo.

  53. Alfredo 7 de julho de 2017 at 18:13 - Reply

    E aí Leandro Parabéns por mais um artigo. Quero comprar um imóvel para morar, qual dos seus livros sobre imóveis você indica?

  54. José Neto 7 de julho de 2017 at 18:35 - Reply

    Muito bom Leandro, mesmo próximo aos meus 30 anos, acho que comecei tarde com os investimentos. Mas nunca é tarde, e pretendo sim abdicar de uma vida mais “luxuosa” para garantir meu futuro e dos meus filhos. Estou aportando mensalmente no IPCA 35 e 45, acredito que atualmente são as melhores opções para aposentadoria independente.

    Ótimas dicas, como sempre!

  55. George Santana 7 de julho de 2017 at 19:30 - Reply

    Olá Leandro,tudo bem?
    Cada artigo seu é uma peça a mais nesse mundo dos investimentos.Tenho uma dúvida a respeito de como minimizar o risco após acumular esse patrimônio final,visto que ele será “a galinha dos ovos de ouro”.Penso sobre o perigo (mesmo que praticamente impossível) de um calote.Há formas de reduzir esse risco?
    Grande abraço mestre!

    • Leandro Ávila 10 de julho de 2017 at 6:35 - Reply

      Oi George. Para o calote de bancos existem a diversificação, ou seja, nunca colocar tudo em um único banco e observar o funcionamento do FGC (fundo garantidor de créditos) especialmente ao investir em bancos menores. Já um calote da dívida interna, ela não costuma ser praticada em nenhum país já que o governo pode resolver a dívida interna aumentando impostos ou simplesmente emitindo mais dinheiro (gerando inflação). O maior inimigo do investidor e de toda a sociedade é a inflação. Entender o funcionamento do sistema seria sua maior proteção.

  56. Carolina 7 de julho de 2017 at 20:09 - Reply

    Muito bom o artigo! Eu sempre fui poupadora, mas comecei a investir em títulos mais vantajosos como LCI, LCA e CDBs apenas em 2015. Não tinha conhecimento deles, então minhas economias ficavam na poupança. Imagina quanto dinheiro perdi com isso. No final de junho eu comecei a investir no Tesouro IPCA 2045 pensando especificamente na minha aposentadoria, a taxa do dia era 5.61. Coloquei dessa vez quase R$ 40000 e já tenho uma nova quantia, estou acompanhado para ver se aparecem taxas maiores do que a que eu peguei. Você acha que vale mais a pena ir colocando uma quantia menor todo mês ou juntar para colocar uma quantia maior de vez em quando?

    • Leandro Ávila 10 de julho de 2017 at 6:37 - Reply

      Oi Carolina. Você precisa comparar os custos e as oportunidades entre juntar valores maiores e investir ou investir valores menores naquelas oportunidades que aceitam valores menores. Cada investidor tem acesso a investimentos diferentes dependendo dos bancos e corretoras que acessa e oportunidades diferentes surgem todo dia.

  57. Claudinei Fernandes 7 de julho de 2017 at 20:45 - Reply

    Mais uma vez, obrigado Leandro.

  58. Rafael 7 de julho de 2017 at 23:44 - Reply

    Tem só um pequeno problema… Ninguém sabe quanto tempo vai viver. Tem gente que vive economizando, fica adiando as viagens que gostaria, deixa de realizar os sonhos enquanto ainda é jovem e tem saúde, daí um dia descobre que tem um câncer e se arrepende de não ter aproveitado as oportunidades.
    Como você pode ter certeza que ainda tem 10 ou 20 anos de vida? Nunca vi alguém escolher o dia da morte, e já conheci muitas pessoas que morreram ainda muito jovens.
    Acho errado a pessoa viver endividada e gastando tudo sem nem pensar numa reserva de emergência, mas viver nessa de acumular milhões para o futuro? A gente nem sabe o que vai nos acontecer amanhã cara!

    • Leandro Ávila 10 de julho de 2017 at 6:48 - Reply

      Oi Rafael. Ninguém deve viver como se fosse morrer amanhã e nem viver como se fosse eterno. É papel de cada um encontrar o equilíbrio. Você não pode ter certeza se estará vivo nas próximas 24h e não pode saber se viverá 100 anos. Aquele que gasta tudo, sabota a renda futura gastando tudo no presente e jogando as parcelas para o futuro, está apostando que irá morrer logo. Se tiver sorte, morrerá jovem e terá gasto tudo que ganhou e ainda tudo que ainda iria ganhar (através das dívidas). Se essa pessoa tiver azar, viverá até os 100 anos ou mais. Essa pessoa terá que contar com a ajuda de terceiros: parentes, amigos e do próprio governo. Certamente não deve ser fácil ser uma pessoa idosa totalmente dependente e com bastante tempo livre para se arrepender de todas as extravagâncias e exageros cometidos na juventude que conduziram até uma situação de pobreza. Se você apostar em uma vida longa e morrer, tudo ok. Você morreu mesmo e ponto final. Já se tiver vida longa, não será um idoso repleto de privações e arrependimentos. Terá os recursos necessários para viver uma vida digna mesmo quando não for possível trabalhar como antes, sem depender de terceiros ou das esmolas do governo. Cabe a cada um buscar o equilíbrio e fazer as escolhas.

  59. Mercedes 8 de julho de 2017 at 1:26 - Reply

    Boa noite Leandro,
    Tenho acompanhado há pouco tempo o Clube dos Poupadores, e já estava iniciando poupar. Por longos motivos que não vêm ao caso, só agora, aos 63 anos comecei a guardar algo. Realmente não sei quanto tempo tenho de vida ainda, mas nada do que faço tem a duração de 20 anos por motivos óbvios. Só que, como nunca fiz nada disso, estou muito perdida. Até porque, mesmo tendo duas lavanderias, o rendimento delas paga o salário de minha filha, mas não paga um para mim. Mas faço de tudo para guardar qualquer extra que aparece e essa é a única fonte de renda que temos. Cortamos todos os supérfluos, todos os gastos desnecessários, nos permitimos, quando da, uma pizza em casa na sexta e um café ☕️ no supermercado duas vezes por semana. Além de comprar seus livros, me recomendaria algo? Pergunto porque não entendo nada de finanças, caí de paraquedas nisso há três anos atrás, desde então tento fazer de tudo para ter algo para meu fim de vida mas minha cabeça, infelizmente, odeia isso….rsss. Mas faço, claro. O que consigo, o pouco que entendo. Eu adoraria poder ter uma renda para quando não puder mais trabalhar…..não sei se consegui me fazer entender. Espero que sim.

    • Leandro Ávila 10 de julho de 2017 at 6:52 - Reply

      Oi Mercedes. Quando você disse “minha cabeça, infelizmente, odeia isso” você demonstrou que entendeu a origem do problema.

  60. NILTON AMARAL DA SILVA 8 de julho de 2017 at 2:43 - Reply

    Excelente artigo, Leandro! Apenas para complementar, penso que devemos gastar apenas metade dos rendimentos anuais para que a outra metade continue sofrendo a ação dos juros compostos fazendo o patrimônio principal crescer. Caso contrário, a inflação em algum dado momento iria corroer o poder de compra do principal, pois este não cresceria ao longo dos anos. Vai que o casal do exemplo viva além dos 100 anos?! rsrsrs

    • Leandro Ávila 10 de julho de 2017 at 6:54 - Reply

      Oi Nilton. Isso vai depender da vontade de cada um. As pessoas só lembram que morrer é um risco e não percebem que viver muito também é.

  61. Joanatan 8 de julho de 2017 at 9:26 - Reply

    Ola professor.
    O Senhor poderia nos dar dicas de como escolher uma atividade para fazer. Logo após a independência financeira.
    As dúvidas sao muitas.e a concorrência em qualquer área é muito grande.

    • Leandro Ávila 10 de julho de 2017 at 7:00 - Reply

      Oi Joanatan. Isso é uma questão muito pessoal. Existem infinitas possibilidades e elas dependem da realidade de cada pessoa. A concorrência não significa nada quando você escolhe uma atividade que realmente gosta de fazer. Se eu me importasse com concorrência antes de criar o Clube dos Poupadores, não teria criado.

  62. William 9 de julho de 2017 at 3:51 - Reply

    Excelente artigo Leandro, muito obrigado !!

    Agora, se eu pudesse pedi uma coisa iria pedir para você voltar com o “histórico”
    eu costumava usar ele para lê artigos antigos e para indicar artigos para meus amigos (eu sempre achei o histórico melhor que a aba de assuntos).

    e muito obrigado mais uma vez !!

    • Leandro Ávila 10 de julho de 2017 at 7:09 - Reply

      Ainda não foi possível, mas todo o conteúdo está disponível nas categorias do site e na busca.

  63. romulo 9 de julho de 2017 at 12:28 - Reply

    Leandro, tenho 32 anos e já tenho o habito de poupar e investir em renda fixa pensando na aposentadoria. Pensei em me dedicar a aprender sobre renda variável com o mesmo objetivo, porem bate o desanimo. Pesquisando em blogs vem aquela historia – a bolsa nao e para amadores, e preciso muitíssima experiencia, equilíbrio emocional, incontáveis horas de estudo, etc…
    Sei que devemos ser pacientes, mas no meu caso, que dedico apenas os fins de semana para minha educação financeira, nao me parece suficiente. Quanto tempo de estudo seria minimamente necessário, pelo menos, para começar a investir – Seria algo como as 10.000 horas do Malcolm Gladwell?

    • Leandro Ávila 10 de julho de 2017 at 7:13 - Reply

      Oi Rômulo. Eu acredito que a vida não é para amadores. A busca por mais conhecimento e equilíbrio emocional deveria ser uma atividade prazerosa e desejável. Buscar esse prazer seria o primeiro passo. O tempo de estudo depende de cada pessoa. Alguns aprendem rápido, outros nem tanto. Se você entende a experiência como um fardo, provavelmente vai demorar muito tempo. Provavelmente existe alguma modalidade de investimento que desperte algum prazer em você. A minha principal renda variável sempre foi as empresas que tive. O investimento que faço nas empresas dos outros (através das ações) é pequeno. É importante que você se conheça e busque aquilo que você mais gosta. Se estudar sobre bolsa é um fardo, você pode buscar outros investimentos.

  64. Marsol 9 de julho de 2017 at 20:49 - Reply

    Parabéns Leandro pelo incrível trabalho de conscientização e informação financeira.
    Sou seu fã. Continue assim.
    Obrigado

  65. Rodrigo 10 de julho de 2017 at 0:08 - Reply

    Olá Leandro. Parabéns por mais este artigo!
    Tenho uma dúvida, que me intriga desde quando iniciei a minha programação de independência financeira e não consigo resolver.
    Utilizando seu primeiro exemplo de depositássemos 5 mil em aproximadamente 22 anos, teríamos com juros reais de 5% acima da inflação um patrimônio de 2.4 mi. Isso daria os 10 mil mensais como renda.
    A minha dúvida é o quanto esse capital teria perdido o valor ao longo desse tempo com uma difícil previsão inflacionária deste país?
    Muito provavelmente daqui a 22 anos essa família que hoje gasta 5 mil, estaria gastando 20 mil para manter o mesmo padrão de vida, portanto teria uma falsa independência financeira!
    Como fazer para nos proteger da desvalorização do patrimônio final?
    Como fazer para que os depósitos mensais sejam atualizados?
    Teríamos que aumentar os aportes em investimento de quanto em quanto tempo na sua opinião?
    Acho que essa observação seria útil para muitos.
    Grande abraço.

    • Leandro Ávila 10 de julho de 2017 at 7:16 - Reply

      Oi Rodrigo. A rentabilidade do investimento na simulação precisa ser aquela que você acredita que irá conseguir acima da inflação. Também devemos considerar que a sua renda será reajustada pela inflação e que o valor poupado regularmente também será reajustado.

  66. Marcelo Williams 10 de julho de 2017 at 2:22 - Reply

    Obrigado pelo artigo e pelo presente!

  67. Gonçalo 10 de julho de 2017 at 13:14 - Reply

    Parabéns e obrigado por mais um ótimo texto, Leandro! Abraço!!!

  68. Vinicius 10 de julho de 2017 at 16:48 - Reply

    Boa tarde Leandro,
    Considerando a renda pretendida de R$ 3 mil reais mensais (estilo de vida simples, casa própria, e sem filhos), e rentabilidade acima da inflação de 6% ao ano, o montante necessário para o meu projeto de liberdade financeira seria de R$ 600 mil reais (meta que atingirei aos 40 anos). Contudo, pretendendo consumir o montante principal até o final da vida o valor necessário seria menor (possibilitanto atingir esse sonho antecipadamente). Qual a maneira mais adequada para projetar esse cenário de consumo conjunto do capital principal ? Muito obrigado por sempre compartilhar seu conhecimento.

    • Leandro Ávila 13 de julho de 2017 at 16:14 - Reply

      Oi Vinicius. O problema de simular esse tipo de coisa seria adivinhar quando será o fim da sua vida e qual será seu custo de vida até esse fim. Agastar o principal significa apostar na sua morte até uma determinada data. Certamente se você atingir os 80 anos saberá que a probabilidade de atingir 100 anos será pequena. O problema é que só podemos dizer isso hoje. Com o avanço da ciência pode ser que quando você chegar nessa idade as pessoas possam viver com facilidade até os 120 anos, 130 anos, etc.

  69. Ana Lapa 10 de julho de 2017 at 17:38 - Reply

    Oi Leandro!!!
    Parabéns por mais um texto de excelência!!! Desde que comecei acompanhar o Clube dos Poupadores minha vida financeira deu uma volta de 360º para melhor. Ultimamente, por motivos alheios a minha vontade, não estava conseguindo acompanhar teus artigos.
    O que é o Clube dos Poupadores Premium? Comprei no ano passado teus livros de Reeducação Financeira, foi a melhor compra que fiz e, como sou meio burrinha, estou sempre retornando e relendo. Há outros que publicasse? Quanto ao curso que pretendias montar, já existe alguma data definida?
    Tenho muita admiração e gratidão por tua pessoa.
    Que Deus te abençoe e te cuide sempre!!! Abraços

    • Leandro Ávila 13 de julho de 2017 at 16:16 - Reply

      Oi Ana. Recentemente envio um email para todos que compraram meu livro com os dados de acesso. Verifique o seu email.

  70. Robson 11 de julho de 2017 at 7:52 - Reply

    Leandro, sei que cada um deve analisar a sua situação e tomar decisões baseadas nela, mas quero ter a opinião de uma pessoa mais inteligente e experiente. Trabalho em uma empresa que possui fundo de pensão para os seus empregados, assim todos os meses é descontado X do meu salário e a empresa também investe esse mesmo X (o que é bom)… Aqui vem o problema, o dinheiro só ficará disponível quando o empregado se aposentar pelo INSS (se é que isso ocorrerá um dia, com todas essas mudanças) e não será disponibilizado na totalidade mas sim em prestações baseada em uma perspectiva de vida… Na sua opinião, você acha que vale a pena abrir mão da parte que a empresa adiciona e investir por conta própria apenas a minha parte e ter controle total sobre o dinheiro? O que você acha? Obrigado!

    • Leandro Ávila 13 de julho de 2017 at 16:20 - Reply

      Oi Robson. Como educador financeiro não posso recomendar a ninguém que transfira essa responsabilidade de cuidar do próprio dinheiro para terceiros. Não vejo nada melhor do que aprender a cuidar do seu próprio dinheiro. É claro entre não saber cuidar e deixar que os outros cuidem é melhor deixar que os outros cuidem, mas sempre será melhor que cada um aprenda a cuidar do próprio dinheiro.

  71. Ricardo 11 de julho de 2017 at 10:22 - Reply

    Olá Leandro! Parabéns pelo trabalho, como sempre.
    Me parece que há um problema com a ferramenta de simulação dos juros compostos. Fiz algumas simulações e percebi que utilizando um investimento inicial superior a sete dígitos (1.000.000,00) a calculadora passa a errar. com valor inferior (999.999,99 para baixo) funciona perfeitamente. Por gentileza, veja o que você acha. Abraço!

    • Leandro Ávila 13 de julho de 2017 at 16:21 - Reply

      Oi Ricardo. Existe essa limitação para o campo de valor inicial.

  72. Vânia G. 11 de julho de 2017 at 14:15 - Reply

    oi Leandro, um dos melhores textos que já li. Acho que muita gente se sente incomodado ao ler, pois o banho de realidade é forte, mas é simplesmente perfeito. Parabéns. Só não ficou claro um ponto pra mim… a idade em que desejo me aposentar, por exemplo, aos 55 anos ou 65 anos não impacta no calculo do tamanho do patrimônio que vou necessitar? Abraço.

    • Leandro Ávila 13 de julho de 2017 at 16:23 - Reply

      Oi Vânia. Para a simulação o que importa é quando você deseja na aposentadoria e qual é a sua capacidade de poupar/investir e de rentabilizar esse dinheiro. A consequência disso será quantos anos você deverá se esforçar para atingir esse objetivo. Se acreditar que o resultado final foi uma quantidade muito grande de anos isso significa que terá que fazer um esforço maior (poupar e investir mais) ou terá que aprender mais sobre investimentos para aumentar a rentabilidade dos mesmos.

  73. eduardo 12 de julho de 2017 at 11:24 - Reply

    Boa tarde, vi no simulador de juros compostos uma simulação de investimento mensal na taxa anual fixada a 5%, por exemplo. Como garantir o investimento mensal naquela taxa, por exemplo adquirindo a NTNB com vencimento em 2045? É possível reaplicar mensalmente nesse titulo?

    • Leandro Ávila 13 de julho de 2017 at 16:25 - Reply

      Oi Eduardo. Não é possível garantir a rentabilidade dos investimentos. Hoje ele paga 5% acima da inflação, amanhã poderá pagar menos, depois poderá pagar mais. Quando a renda fixa estiver rendendo pouco certamente significa que a renda variável estará rendendo mais. Podemos simular com taxas menores de 3% ou de 4% acima da inflação para ter uma margem de segurança maior.

  74. Davi Santos 12 de julho de 2017 at 11:25 - Reply

    Leandro, gostaria de parabenizá-lo pelos artigos que tanto agregam à nossa educação financeira. Eu, no início do ano, estava atolado em dívidas (cheque especial e cartão de crédito). Apesar de já ser investidor, vivia com ameaça de ter de resgatar com prejuízo os recursos investidos por falta de planejamento básico. Eu nunca tinha ouvido a respeito do fundo de emergência. Hoje, tenho fundo de emergência adequado, não uso mais crédito e planejo todos os gastos futuros, além de seguir tudo de perto através de planilhas. Li absolutamente todos os seus artigos e ainda releio os que acredito serem os mais importantes.
    Só tenho a lhe agradecer pela lucidez financeira me proporcionada. Hoje tenho consciência de que o aprendizado deve ser permanente e o clube dos poupadores constituiu ferramenta fundamental no meu processo de crescimento intelectual e financeiro.
    Depois de um longo período de ajuste, retomarei meus investimentos com uma visão mais ampla e buscando objetivos cada vez maiores pautados na capacitação e na busca do saber antes da execução.
    Muito obrigado e parabéns pelo site clube dos poupadores

    • Leandro Ávila 13 de julho de 2017 at 16:27 - Reply

      Oi Davi. Parabéns por sua dedicação e resultados. Muito obrigado por compartilhar isso conosco. Acabará sendo um exemplo a ser seguido por leitores que estão iniciando agora.

  75. Fabio 12 de julho de 2017 at 12:53 - Reply

    Leandro muito bom o artigo. Apenas uma dúvida na sua primeira simulação do casal que teria uma renda de R$ 10.000,00, se eles conseguissem manter essa rentabilidade real de 5%, quer dizer que conseguiriam retirar mensalmente R$ 10,000,00 e ainda assim manter o patrimônio de um modo vitalício? Obrigado

    • Leandro Ávila 13 de julho de 2017 at 16:28 - Reply

      Oi Fábio. Sim, pois essa taxa de 5% é acima da inflação. O leitor pode simular taxas menores ou maiores. Não temos como saber o futuro, mas o simulador pode ser usado para desenhar um cenário pessimista e otimista com relação aos juros que poderemos ganhar no futuro acima da inflação.

  76. Tadeu 12 de julho de 2017 at 13:09 - Reply

    Leandro, irei investir em ações no futuro em empresas que paguem dividendos.

    Comparando os dividendos e a taxa das empresas sólidas e do tesouro IPCA+, respectivamente, observei que o IPCA+ está com 5% e os dividendos está em torno de 3 a 5 de empresas sólidas que eu olhei.

    Portanto, enquanto o tesouro estiver com essa taxa, estarei no tesouro e estudando o mercado de ações. Quando as taxas do tesouro caírem para 2% ou 3% acima da inflação, irei investir em ações pensando nos dividendos, mas de empresas boas e consolidadas. Qual a sua posição sobre esse planejamento de estudar ações para o dia que a taxa de juros cair?

    • Leandro Ávila 13 de julho de 2017 at 16:30 - Reply

      Oi Tadeu. Eu acho que devemos nos acostumar com a ideia de que é importante ter uma carteira de investimentos. É interessante ter diversas fontes de renda. Com a queda da taxa Selic (que reduz a rentabilidade da renda fixa) é possível ver uma recuperação da renda variável.

  77. Luciano Marques 12 de julho de 2017 at 13:21 - Reply

    Oi Leandro, Parabéns pelo trabalho, fiz uma simulação com o valor inicial de R$1.000.000,00, valor mensal de R$500,00, Taxa de juros de 0,65% e período 10 anos e o valor total esta retornando somente R$ 92.635,44. Testei com 2 browsers e o valor foi o mesmo. Acho que tem algum erro na pagina.
    Abraços

    • Leandro Ávila 13 de julho de 2017 at 16:31 - Reply

      Oi Luciano. Esse simulador de juros compostos tem essa limitação de até 999.999.99 no campo de valor inicial.

  78. Mauricio Lima 12 de julho de 2017 at 15:31 - Reply

    Prezado Leandro,
    Gostei muito do texto.. meus Parabéns pela clareza e didática!
    Percebo que vários educadores tentam argumentar sobre o tema mas não expressaram sua simplicidade.
    Fico ainda imaginando, quanto seria preciso acumular.. se no final da vida, o investidor precisar deixar o capital principal intacto.. Ou seja, se a aposentadoria foi aos 60 anos.. e a renda mensal precisa ser de R$5.000 por ano.. com a expectativa de vida até os 100 anos.. podendo ir dilapidando inclusive o capital principal nessa estimativa.
    Acredito que ficará ainda bem mais leve.. O que acha?
    Abraço. Mauricio Lima

    • Leandro Ávila 13 de julho de 2017 at 16:33 - Reply

      Oi Mauricio. É possível dilapidar. O problema é que será sempre uma operação de risco por não ser possível saber o dia da partida. Ninguém quer ficar sem dinheiro durante a viagem. Pode ser melhor que sobre um pouco antes do fim. Para onde iremos esse pouco que ficará não fará falta.

  79. Itala 13 de julho de 2017 at 11:31 - Reply

    Olá, Leandro! Ótimo artigo, mais uma vez. Muito obrigada por compartilhar conteúdos tão maravilhosos. Sobre o tema, gostaria de saber sua opinião sobre o funpresp. Já venho estudando o tema há algum tempo, mas certamente a sua visão será muito mais abrangente. Desde já, muitíssimo obrigada. Abençoada seja sua carreira e sua vida 🙏🏻

    • Leandro Ávila 13 de julho de 2017 at 16:37 - Reply

      Oi Itala. Não tenho qualquer simpatia por fundos de previdência, especialmente se o controle desses fundos atenderem os interesses de políticos, amigos de políticos, pessoas indicadas por políticos. Veja esse tipo de notícia.. Por esse motivo, nada melhor do que aprender a cuidar do próprio dinheiro. Para quem não sabe e não quer aprender, só resta transferir essa responsabilidade para terceiros e torcer para que não ocorra problemas futuros.

  80. Cleber 14 de julho de 2017 at 11:38 - Reply

    Bom dia Leandro! Parabéns por mais este belo artigo. Tenho usado o tesouro IPCA + 2045 para fins de aposentadoria/previdência há 2 anos. Meu interesse é levar os investimentos até a data do resgate, mas confesso ser tentador realizar o resgate antecipado, desde que as taxas pagas começaram a cair e o valor pela venda antecipada a subir. Somente não o fiz pelo risco de não encontrar aplicação de longo prazo que me remunere a taxas tão atraentes. Tenho uma dúvida sobre o resgate antecipado – como faço aportes mensais com taxas diferentes, se algum dia eu solicitar resgate antecipado, eu poderei escolher de quais alocações (de diferentes taxas contratadas) eu realizarei o resgate? Ou somente escolho o valor e o TD faz uma “média” de retirada entre todas as alocações? Um forte abraço, e continue sempre nos estimulando com seus textos inspiradores!

    • Leandro Ávila 18 de julho de 2017 at 15:57 - Reply

      Oi Cleber. Na venda antecipada todos os títulos que você comprou, não importando o preço que pagou, valem a mesma coisa. No final, quando chegar o vencimento. Todos os títulos também vão valer a mesma coisa. O que define a taxa que você vai receber é o preço que você pagou pelo título. Quando a taxa aumenta o preço do título cai. Quando a taxa cai o preço do título sobe. O que o Tesouro faz na venda antecipada é ficar com seus títulos mais antigos para que você pague menos imposto de renda sobre os rendimentos.

  81. Glauber 14 de julho de 2017 at 16:01 - Reply

    Boa tarde Leandro, tudo bem?

    Primeiramente, parabéns por mais um excelente texto! Fiquei com uma dúvidas que talvez você possa me ajudar:

    1. Ao utilizarmos a fórmula ​”PATRIMÔNIO= (Renda Mensal x 12)/ Rentabilidade anual Real” só consigo entender o valor final (Patrimônio) como um montante poupado (Mais os rendimento) e não como uma renda mensal que receberei como aposentado. Não deveria também ser considerado o fator expectativa de vida após (Quantidade de meses) para saber exatamente quanto eu de fato irei precisar investir?

    2. outra dúvida: Como posso fazer para calcular a rentabilidade líquida?

    Parabéns mais uma vez e te agradeço com antecedência.

    • Leandro Ávila 18 de julho de 2017 at 15:55 - Reply

      Oi Glauber. Esse simulador pode ajudar. A rentabilidade líquida depende do investimento que for feito e do imposto de renda para esse investimento.

  82. Pierre Aragão 15 de julho de 2017 at 18:31 - Reply

    Olá! Leandro eu pretendo investir em títulos públicos com vencimento a médio/longo prazo. Vou autorizar que o meu banco, mensalmente, em data certa, faça a transferência para a corretora
    Isto é possível? Obrigado

    • Leandro Ávila 18 de julho de 2017 at 15:53 - Reply

      Oi Pierre. Existem bancos e corretoras onde é possível fazer o investimento automático. Recomendo que você olhe a questão da taxa que o banco cobra por ano. Existem corretoras que não cobram a taxa do agente de custódia.

  83. Celso Véra 16 de julho de 2017 at 2:49 - Reply

    Olá Leandro! Parabéns por mais um belo artigo! Como sempre, muito esclarecedor e reflexivo. Gostaria de aproveitar a oportunidade e pedir um esclarecimento sobre investimento no Tesouro Direto para fins de aposentadoria. Li que o título mais apropriado para essa situação é o Tesouro IPCA. No meu caso, considerando-se que pretendo me aposentar aos 65 anos, pretendo investir no Tesouro IPCA+2045. Porém, fico com dúvida se este título é, de fato, o mais apropriado, já que em quase 30 anos muita coisa pode acontecer e trata-se de um horizonte que é impossível imaginar o que vai acontecer nesse tempo. Assim como o Brasil pode virar uma Venezuela nesse tempo (e a gente torce para que isso não ocorra), pode, por outro lado, virar uma Alemanha..hehe Quem vai saber! Nesse contexto, não seria mais recomendável investir em um título Tesouro IPCA com prazo mais curto ou até mesmo no Tesouro Selic, até porque este último permitiria o resgate sem grandes perdas? Comecei a ficar com receio em investir no Tesouro IPCA 2045, pois, apesar de oferecer uma rentabilidade (hoje – 15.07.17) de 5,54%, além da inflação do período, se, por algum motivo, a inflação voltar a fugir do controle do Governo para algo superior a dois dígitos, 10 ou 15%, os juros reais praticamente zeram, pois ficariam próximo a 1,5%, já que o Imposto de Renda incidiria sobre toda a rentabilidade (hoje, 5,54%+ Taxa da Inflação)… Digo tudo isso só para nós todos refletirmos sobre o tema e saber a sua opinião sobre o assunto. Muito obrigado!.Grande abraço. E bom final de semana!

    • Leandro Ávila 18 de julho de 2017 at 15:52 - Reply

      Oi Celso. O que faço e recomendo é não concentrar tudo em um único tipo de investimento. Até mesmo a possibilidade de ter patrimônio fora do sistema financeiro (valores físicos) pode ser considerado. Temos leitores que além de pensar no caso do Brasil se transformar em uma Venezuela, pensam na possibilidade de guerras mundiais e até cataclismos (tragédias ambientais). Você poderia ter uma carteira de investimentos com valores aplicados em prazos mais curtos e mais longos, em títulos que seguem a Selic e o IPCA e em outros produtos como boas ações, bons fundos imobiliários. Para casos extremos, até um terreno, um pedaço de terra fértil onde você possa sobreviver no caso de uma guerra mundial e onde você possa plantar o próprio alimento (modo Armageddon). Quanto mais longo é o investimento maiores são as incertezas. Olhando a história dos países podemos dizer que coisas estranhas sempre acontecem.

  84. Maicon Kahl 19 de julho de 2017 at 5:51 - Reply

    Leandro, ótimo texto, e lhe parabenizo, pois sempre vejo com bons olhos quem toma a iniciativa de auxiliar no aprendizado das pessoas. Tenho me preocupado com esse assunto da minha independência financeira a algum tempo, e como em tudo em que nos dedicamos, vamos evoluindo com o tempo. Portanto gostaria de sugerir um ponto para este seu último texto, algo que levei um tempo para perceber, quando definimos o valor necessário para sustentar o nosso estilo de vida é importante não esquecer do impacto da inflação sobre o mesmo. Considerando o seu exemplo acima, no futuro será preciso um valor superior a R$ 5.000 para se manter o mesmo estilo de vida. Basta nos basearmos nestes últimos 23 anos do Real, temos uma inflação acumulada de mais de 450%! Abraços.

    • Leandro Ávila 24 de julho de 2017 at 12:26 - Reply

      Oi Maicon, sim, você deve considerar a inflação. Temos artigos sobre isso.

  85. Fábio Bastos 24 de julho de 2017 at 7:44 - Reply

    Leandro, para variar, um excelente arquivo. Sei que alguns acham que você escreve muito, mas se a pessoa não consegue separar alguns minutinhos para aprender algo que poderá mudar o pensamento dela, é melhor ficar vendo novelas…rs. De qualquer forma muito bem explicado, principalmente na importância de abordar esse aspecto da inflação em nossas “poupanças” mensais. Estou acessando o conteúdo premium………….obrigado pelo presente.

    • Leandro Ávila 24 de julho de 2017 at 12:25 - Reply

      Oi Fábio. Novelas, partidas de futebol e diversas distrações consomem muito tempo.

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