Financiamento de carro vale a pena?

Neste artigo vamos ver se realmente vale a pena comprar um carro financiado com base nas ofertas que montadoras como Volkswagen, Fiat, Chevrolet, Ford, Nissan, Citroen, Peugeot e outras oferecem.

Carro zero km por R$ 10,00 ao dia?

Já faz alguns anos que assisti um comercial de uma montadora que anunciava seu carro popular zero km por apenas R$ 10,00 por dia. É isto mesmo que você entendeu. A campanha que aparecia na televisão mostra que nunca foi tão fácil comprar um carro zero, bastaria ter R$ 10,00 por dia.

O comercial da TV mostrava um pai presenteando o seu filho com uma nota de R$ 10,00 para que visitasse uma concessionária e levasse um carro zero para casa. Com certeza este tipo de abordagem fez muita gente visitar as concessionárias para entender como a “mágica” vendida na publicidade funcionava.

Com o cliente dentro da concessionária o vendedor terá tempo para apresentar as “vantagens” de antecipar sonhos através das “mágicas” que o financiamento proporciona. O financiamento de veículos é a “mágica” que permite ao empresário vender carros novos até para as pessoas que não possuem dinheiro, mas que estão dispostas a trabalhar muitos anos para pagar juros e taxas pela antecipação dos seus desejos de consumo.

A propaganda mostrava que não ter R$ 10,00 por dia era o único obstáculo que existia entre você e o seu carro novo. Quem é que não seria capaz de ter apenas R$ 10,00 por dia? Para quem vende carros é uma estratégia genial de marketing. Mas para você que vai comprar o carro é importante descobrir o “segredo obscuro da mágica”.

Como funciona a mágica?

O veículo anunciado na promoção custa R$ 27.680,00 à vista. A publicidade apelava para as parcelas de R$ 299,00 que eram muito acessíveis até para os jovens sem renda e para as famílias mais pobres. Bastaria dividir esse valor por 30 dias e descobrir que o sonho custaria apenas R$ 10,00 por dia. Se a divisão fosse por hora seria menos de R$ 0,42.  A pessoa só acordaria do sonho dentro da concessionária quando descobrisse que para entrar no financiamento é necessário pagar uma entrada grande.

Parcelas tão pequenas só são possíveis porque existia uma entrada à vista de 54% do valor do carro (R$ 14.999,79). Os outros 46% que equivaleriam a R$ 12.680,21 seriam pagos através de 60 parcelas de R$ 299,00. Se você multiplicar 60 x 299 encontrará R$ 17.940,00. Esta diferença de R$ 5.259,79 são os juros cobrados pelo empréstimo dos R$ 12.680,21.

Você deve considerar que R$ 5.259,79 é o custo dos impacientes. É quanto você paga a mais pelo carro por não ter feito um planejamento financeiro antecipado para compra-lo à vista. Se você tivesse se organizado alguns anos antes poderia negociar um desconto por estar pagando à vista, ainda ganharia juros sobre juros durante a poupança e não seria obrigado a pagar R$ 5.259,79 a mais pelo mesmo carro. Você poderia usar esse dinheiro para investir ou para comprar outra coisa importante. Seria melhor do que engordar os lucros dos bancos.

Faça suas próprias simulações de financiamento utilizando o sistema de amortização Price, que é o mais utilizado pelos bancos que financiam automóveis. Veja como funciona a Tabela Price e faça o Download da Planilha de Simulação Price. Faça simulações de quanto você poderia poupar se guardasse o seu dinheiro na poupança (simule aqui) ou em investimentos de maior rentabilidade (caso você já tenha aprendido a investir melhor).

Custo da impaciência” => São juros e taxas que você paga quando não tem dinheiro para comprar à vista e resolve fazer uma dívida. Também pode ser chamado de “Taxa por Falta de Planejamento” que você paga ao fazer compras não planejadas. Em alguns casos esse custo também é conhecido como “Taxa por Falta de uma Reserva de Emergência” ou “Custo pela Falta de Educação Financeira”.

Veja que o mesmo carro que custava R$ 27.680,00 à vista custará R$ 32.939,79 se for pago através das 60 parcelas de R$ 299,00 + entrada. A taxa de juros anunciada na publicidade era 0,99% ao mês ou 12,55% ao ano. O problema é que além dos juros existem outros custos que tornam o financiamento ainda mais caro.

Taxas adicionais

Quem financia qualquer coisa, além de pagar juros também precisa pagar taxas. Por isto não podemos considerar só a taxa de juros que aparece destacada nos anúncios. Você precisa procurar o Custo Efetivo Total (C.E.T.) que é a taxa que embute todos os custos do financiamento. O problema é que a publicidade exibe esta taxa usando letras muito pequenas. Esta falta de vontade de mostrar o C.E.T. ocorre porque ele é sempre mais alto. No nosso exemplo a taxa era de 15,35%. Por isso, não se pode acreditar que o seu custo com o financiamento será apenas 0,99% ao mês, exibido com letras enormes na propaganda. Use nosso conversor de taxa de juros anual para mensal e veja que 15,35% ao ano equivalem a 1,19% ao mês.

Taxa de Abertura de Crédito (TAC): Todo financiamento possui diversos custos adicionais além da cobrança de juros sobre o dinheiro emprestado.  Um desses custos é a taxa de abertura de crédito. Com muita criatividade, os bancos adotam nomes diferentes para a mesma taxa. A legalidade da TAC (taxa de abertura de crédito) é questionada por muitos, mas mesmo assim continua sendo cobrada.  Ela custeia a investigação feita pelo banco para verificar se é ou não arriscado emprestar dinheiro para você. Esta taxa não possui um valor fixo, depende de cada instituição financeira. Por isto você deve pesquisar. Existem bancos que cobram de R$ 500,00 até  R$ 1.500,00 ou mais. Vale lembrar que muitos bancos oferecem um prêmio em dinheiro para as concessionárias e funcionários que conseguem captar novos clientes para o produto do banco que é o financiamento. É claro que indiretamente quem paga por esse custo de captação é você.

Armadilha: Muitas vezes o banco anuncia uma taxa de juros competitiva, mas cobra uma taxa de abertura de crédito muito elevada. Você precisa ficar atento quanto a isso. No site do Banco Central existe uma pesquisa de taxas de juros para financiamento de veículos nos principais bancos. Estas taxas são apenas os juros e não refletem as outras tarifas. Veja aqui.

Nome sujo: Se você possui alguma restrição em serviços de proteção ao crédito como o SERASA e o SPC é importante resolver estas pendências antes de buscar qualquer tipo de financiamento. Certamente o seu crédito será negado se você estiver com nome sujo. Até quem já esteve com nome sujo e agora está com nome limpo pode ter o crédito recusado já que os bancos verificam o passado do cliente.

Existem casos onde o banco abre mão da cobrança desta taxa para liberação do crédito. Isto pode acontecer se você se recusar a pagar a taxa de abertura de crédito. Mas nem todo banco aceita isto. Quem aceita normalmente solicita para o cliente a entrega de vários documentos como:

  • Comprovante de renda ou de patrimônio. Também pode ser cópia da declaração anual de imposto de renda ou da certidão ‘pro labore’.
  • Pesquisa atualizada em serviço de proteção como o SERASA Experian;
  • Certidões de cartórios de protesto;
  • Certidão de regularidade do CPF do consumidor expedida no site da Receita Federal;

Imposto sobre Operações Financeiras: Quem financia qualquer coisa também paga este imposto conhecido como IOF. Para o financiamento de veículos a alíquota é de 3% ao ano para pessoa física, além de uma taxa de 0,38% de IOF logo na abertura do financiamento (fonte). Uma taxa de 3% cobrada de uma dívida de R$ 30 mil representa um custo de R$ 900,00 só com o imposto.

Comprar o carro sem financiamento

Agora vamos fazer uma simulação. Vou descrever a simulação que fiz com detalhes para motivar você a simular com base na sua realidade. Como vimos, para comprar o carro da promoção é necessário assumir uma dívida de R$ 17.940,00 por 60 meses. No final de 5 anos você pagará R$ 32.939,79 (entrada + parcelas) e terá um carro velho de 5 anos de uso que valerá pouco mais de R$ 16.000,00 se for revendido em ótimo estado de conservação.

Vamos imaginar que você optou por não comprar o carro financiado porque percebeu que é melhor ganhar juros do que pagar juros. Vamos supor que você já possui R$ 14.999,79, que é o valor da entrada, para financiamento do carro. Com este valor você dará entrada em um investimento financeiro. Você ainda fará uma aplicação mensal de R$ 299,00 como se estivesse pagando as prestações. Veja o resultado após as 60 parcelas aplicadas em algum investimento com rentabilidade de apenas 0,5% ao mês. Obs: Essa é a rentabilidade média da poupança, que atualmente é um dos investimentos com menor rentabilidade. Se você já investiu na sua educação financeira (saiba como clicando aqui) saberá ter rentabilidades bem superiores que isso nos seus investimentos.

  • Investimento inicial: R$ 14.999,79
  • Investimento mensal: R$ 299,00
  • Prazo: 60 meses
  • Taxa de juros: 0,5% ao mês

Resultado do investimento depois de 5 anos:

  • Total investido: R$ 32.939,79
  • Total ganho em juros: R$ 8.452,92
  • Total na conta: R$ 41.093,71

O gráfico mostra que o investimento começou com a aplicação no valor da entrada do automóvel (R$ 14.999,79). A linha vermelha representa o aumento do volume de dinheiro investido através das 60 aplicações mensais de R$ 299,00. A linha laranja mostra os ganhos proporcionados pelos juros compostos de 0,5% ao mês que vão gerar uma renda extra de R$ 8.452,92 no final dos 5 anos. Concluímos que investindo R$ 32.939,79 do seu bolso (suor do seu trabalho) você terá R$ 41.093,71 na sua aplicação por ter “ganho” o restante através dos juros sobre juros do investimento (dinheiro trabalhando para você).

Esta quantia será suficiente para comprar um carro zero km melhor do que aquele popular básico do exemplo. E o melhor de tudo é que os ganhos com os juros permitem que você antecipe a compra, ou seja, você não terá que realmente desembolsar tudo que precisa. Você não vai precisar esperar 5 anos para atingir o valor do carro zero km. Nos primeiros 3 anos de investimento com a taxa de juros de 0,5% você terá quase R$ 30 mil aplicados. Se a rentabilidade do seu investimento for maior que 0,5% ao mês e se você for capaz de investir uma quantia maior o tempo de tempo de espera será menor ainda.

No gráfico acima podemos observar que 20% do valor acumulado no seu investimento durante 5 anos serão de juros que você ganhará. Já vimos que se você financiar o carro o seu custo será de R$ 5.259,79. Já se você investir o dinheiro da entrada e guardar o valor das parcelas em uma aplicação com 0,5% de rentabilidade além de não precisar pagar os R$ 5.259,79 ainda ganhará R$ 8.452,92 sem fazer nenhum esforço. Se você pode ganhar juros porque pagar juros e tarifas? Faça suas próprias simulações utilizando taxas e prazos diferentes visitando este simulador aqui. Aprenda mais sobre os diversos investimentos que existem através desses livros que eu recomendo.

Como fica a inflação no preço dos carros?

Você pode estar se perguntando: Quando vai custar o carro daqui a 5 anos? Será que os preços não vão subir? Será que o meu dinheiro investido será capaz de comprar o carro quando os preços subirem?

Observe o gráfico abaixo. Com o aumento da concorrência no setor automobilístico brasileiro, aumento da automação e robotização do setor e constante evolução da tecnologia, os preços dos carros não subiram significativamente nos últimos anos. Quem poupou e investiu dinheiro fez um ótimo negócio.

Uma pesquisa mais recente ainda mostrou o mesmo. Considerando a inflação medida pela Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas), que calcula o IPC (índice de preços ao consumidor), vários carros entre os mais vendidos no Brasil ficaram mais baratos nos últimos dez anos (2006 a 2016), porque tiveram reajuste de preços menores que a inflação (fonte).

No gráfico acima podemos ver o crescimento da linha azul escura que é o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Ele mede a taxa oficial de inflação no Brasil.  Nas demais linhas vemos que os preços de vários produtos caíram. O gráfico mostra uma estabilidade no preço dos carros novos e uma queda no preço dos usados. O mesmo vale para aparelhos de tv e computadores. Isto mostra que investir o próprio dinheiro para comprar o carro à vista é a melhor opção. Isso também vale para outros produtos de tecnologia.

Outro indicador que resulta favorável é a razão entre preço do carro e valor do salário mínimo. Os números mostram que o poder relativo de compra do brasileiro cresceu no período, se o produto a ser considerado é o carro.

Observe logo abaixo que em 2006 era necessário gastar 69 salários mínimos para comprar um GOL por R$ 24.080,00. Em 2016 era necessário gastar 40 salários mínimos para comprar o GOL por R$ 34.890,00. Se o GOL tivesse sido corrigido pela inflação média que é calculada pelo IPCA, ele deveria custar R$ 41.417,00. Ainda vale destacar que o motor de entrada do Gol é hoje o EA211, 1.0 de apenas três cilindros, que produz 82 cavalos com etanol. Dez anos atrás, o motor 1.6 (que equipava o topo da gama do compacto) tinha quatro cilindros e produzia apenas 99 cv com etanol. Os carros de hoje possuem airbags frontais e freios com ABS, hoje obrigatórios (fonte).

Dessa forma, não cometa o erro de acreditar que é melhor comprar um carro financiado acreditando que o seu preço irá subir acima da inflação ou acima da rentabilidade dos seus investimentos. Essa afirmação não pode ser feita com absoluta certeza. Não temos como prever a inflação futura, mas podemos interferir em quanto poupamos todos os meses e qual será o desempenho dos nossos investimentos.

Agora imagine a situação de alguém que comprou um carro financiado 5 anos atrás:

  • Deixou de ganhar juros durante os 5 anos;
  • Pagou juros e taxas que tornaram o carro ainda mais caro;
  • Não aproveitou o fato dos preços dos carros terem subido menos que a inflação;
  • Possui hoje um carro velho que vale menos da metade do preço à vista;

O problema se agrava ainda mais quando esta mesma pessoa resolve trocar de carro novamente fazendo um novo financiando dando o carro velho com entrada. O carro velho será ainda mais depreciado e o ciclo de prejuízos se inicia novamente. A pessoa voltará a transferir renda para o sistema financeiro e com isto terá dificuldade para investir na construção de um patrimônio de valor.

Muitas famílias seguem o péssimo hábito financeiro de trocar de carro todos os anos. Normalmente são as mesmas famílias que não entendem por qual motivo não conseguem poupar e investir dinheiro para realizar sonhos maiores no futuro.

É muito importante que você aprenda a cuidar do seu dinheiro com inteligência. Isso é urgente. Esse mesmo mau hábito de comprar tudo financiado pode se repetir no consumo de outros bens de valor mais elevado. Cuidado para não passar a vida inteira trabalhando para pagar juros, taxas e impostos. Busque mais conhecimento para aproveitar os frutos do seu trabalho para construir uma vida. Você não nasceu para ser um simples pagador de contas, juros, taxas e impostos. Cadastre o seu e-mail e receba artigos como esse semanalmente.

By |24/05/2017|Categories: Automóveis|163 Comments

About the Author:

Leandro Ávila é administrador de empresas, educador independente especializado em Educação Financeira. Além de editor do Clube dos Poupadores é autor dos livros: Reeducação Financeira, Investidor Consciente, Investimentos que rendem mais, e livros sobre Como comprar e investir em imóveis.

163 Comments

  1. Edson 30 de agosto de 2013 at 16:22 - Reply

    Você sabe informar quais bancos que normalmente aceitam o não pagamento de taxas de abertura de crédito?

    • Leandro Ávila 30 de agosto de 2013 at 22:21 - Reply

      Olá Edson. No site do Banco Volkswagen existe uma página que orienta sobre o que fazer para que eles dispensem a taxa. Com certeza outros bancos oferecem esta possibilidade mas para isto é necessário negociar. Você precisa mostrar que é uma pessoa informada sobre seus direitos. Segundo o Procon a Tarifa de Abertura de Crédito (TAC) ou Tarifa de Cadastro ou Tarifa de Crédito (TC) são ilegais. Muitas concessionárias embutem a tarifa no financiamento e informam ao consumidor apenas o valor das prestação. Um abraço.

  2. Rogério Machado 4 de setembro de 2013 at 19:16 - Reply

    Prezado Leandro,
    Sugiro que vc ofereça aos amigos do CP uma planilha de cálculo para o que considero mais interessante (perdoe a falta de modéstia :-). É o cálculo da resposta à questão: “Aplicando os valores da entrada e das parcelas mensais — em quantos meses eu terei a grana necessária para comprar o meu carro a vista?”.
    Se, preliminarmente (para simplificar), admitirmos inflação ZERO e correção da nossa aplicação, idem, podemos ter uma resposta (usando os dados acima): 42 meses.
    Ou seja, após três anos e meio poderemos comprar o nosso carro tranquilamente — possivelmente com desconto e sem o “stress de devedor” — pois não ficamos (e nem ficaremos) devendo nada a ninguém.

    Abs.

  3. Rogério Machado 4 de setembro de 2013 at 19:22 - Reply

    PS: Navegando no blog, notei que vc usou o raciocínio sugerido acima no artigo:

    FINANCIAR IMÓVEL (ou Carro?) OU JUNTAR DINHEIRO E PAGAR À VISTA…
    Abs.

    Leia mais: http://www.clubedospoupadores.com/imoveis/financiar-imovel-ou-juntar-dinheiro-pagar-a-vista.html#ixzz2dxuBEUBv

  4. Susana Felix 19 de janeiro de 2014 at 18:00 - Reply

    Olá, Leandro. Muito esclarecedor esse artigo. Agora que já sei disso, quero me reorganizar para a compra do próximo carro. Minha dúvida atual é: possuo um carro financiado, queria saber se vale a pena antecipar as parcelas? Tenho uma pequena poupança, queria saber se vale a pena deixá-la rendendo juros, ou o melhor é quitar o carro.

    • Leandro Ávila 20 de janeiro de 2014 at 1:05 - Reply

      Olá Susana. Basta verificar quanto te custa pagar este financiamento. Quais são os juros? Quanto você economizará se negociar a quitação do carro? Faça uma simulação com o banco para esta quitação. Depois compare com quanto você ganhará de juros mantendo o dinheiro na poupança. É provável que você esteja pagando mais juros do que ganhando juros. Também é importante manter uma reserva de emergência.

      • Susana 4 de fevereiro de 2014 at 10:12 - Reply

        Olá, Leandro. Muito obrigada, vou fazer isso. Nunca é tarde para começar a aprender. Estou lendo com calma seus artigos, mas já aprendendo muito e indicando seu blog para meus amigos.

  5. Anderson 7 de março de 2014 at 10:58 - Reply

    Muito obrigado, pois suas informações irão me ajudar muito…

  6. Eric 7 de maio de 2014 at 12:01 - Reply

    Olá Leandro, parabéns pelas suas informações e comentários aqui no CP , tenho um carro financiado desde de 02/2010, financiado em 60x de R$ 615,00 , e de entrada foi R$ 9.000,00.
    Com juros de 0.99% gostaria de saber em relação dessas taxas e juros, se eu posso entrar com algum processo com relação aos juros abusivos.
    Ou tentar negociar uma quitação do restante dessas parcelas com uma bom desconto.

    obrigado,

    • Leandro Ávila 7 de maio de 2014 at 17:58 - Reply

      Olá Eric. Quando você assinou contrato com o banco, eles provavelmente forneceram para você este contrato para leitura, ele possui a taxa de juros e outras condições. Ao assinar o contrato você está concordando com as taxas, aceitando a proposta. Só faz sentido entrar na justiça contra o banco se o que estiver escrito no contrato for diferente do que foi acordado. Infelizmente as pessoas costumam confiar no papo do vendedor, não fazem a leitura do contrato. Quando não entendem o que está escrito ficam com vergonha de perguntar, e normalmente os contratos não são fáceis de ler e isto costuma ser de proposito. Se você está com dificuldade de pagar o ideal seria conversar com o banco e tentar negociar as condições de pagamento.

  7. Filipe 7 de maio de 2014 at 14:05 - Reply

    Leandro, boa tarde. É sempre estimulante ler seus comentários e dos nossos companheiros que colaboram nas perguntas.

    Os fabricantes de veículos começaram suas companhas de taxa 0% para estimular as vendas, com 50% ou 60% de entrada.
    Incluindo na negociação todas as orientações que vc passou acima, o cliente que desejasse financiar à taxa zero ele poderia também exigir para um fechamento de negócio que as (ex. 24 ou 36) prestações restantes fossem de valores fixos sem reajuste até o final do financiamento ou isso eles não aceitariam? Sem reajuste mensal ou anual da parcela (acho que é IPC o imposto)

    Obrigado pela orientação desde já.

    • Leandro Ávila 7 de maio de 2014 at 15:24 - Reply

      Hoje em dia é bem difícil exigir alguma coisa das concessionárias. Não existe tanta flexibilidade para negociação. Provavelmente a atualização da parcela é pelo IPCA que não é um imposto, mas sim um índice que mede a inflação.

      • Paulo 25 de maio de 2017 at 19:32 - Reply

        Não há reajuste/atualização nas parcelas de financiamento de veículo, são prestações fixas.

  8. renato 21 de julho de 2014 at 18:17 - Reply

    quero trocar meu carro fiat tipo95.
    quero usar ele como entrada. e financiar o resto.
    o valor do financiamento e 23.990$.
    ou pegar um emprestimo consiguinado com a taxa
    de juros menor.
    o que e menos pior pra fazer?
    financiar ou pegar o emprestimo junto ao banco?

    • Leandro Ávila 22 de julho de 2014 at 0:29 - Reply

      Olá Renato. Você precisa comparar as taxas de juros e o prazo. O ideal mesmo seria fazer um esforço para poupar mais do seu próprio dinheiro. Se você pode pagar prestações de um empréstimo isto significa que você também pode ou já poderia ter poupado para depender menos do financiamento. Ao poupar você ganha juros e não paga juros e isto torna a compra do carro menos custosa.

  9. Anderson Mandrake 31 de julho de 2014 at 19:09 - Reply

    Prezado Leandro, boa noite!

    Gostei muito do artigo, apesar de novo no CP leio sempre as suas publicações.
    Obrigado pela iniciativa.

  10. Eduardo Silva 4 de agosto de 2014 at 13:31 - Reply

    Boa tarde Leandro! Tenho acompanhado suas orientações que por sinal são excelentes juntamente com os colegas , tenho aprendido bastante e já fiz mudanças em relação a forma de conduzir minhas finanças, “o que não é fácil, pois, requer muita disciplina. Que Deus continue te abençoando, pois você é um canal de benção, parabéns.

    Eduardo Silva.

  11. Cristina 12 de agosto de 2014 at 19:41 - Reply

    Olá Leandro,
    Primeiramente parabéns pelo post esclarecedor!
    Trabalho em uma empresa do ramo automotivo e tenho descontos razoáveis na compra de automóveis de algumas montadoras, de forma que muitas vezes vale até a pena financiar pelo desconto que eles dão de acordo com as condições ofertadas. Foi o que eu fiz com meu carro, 60% de entrada e o restante em 24 x.
    Por trabalhar no ramo automotivo , também tenho uma noção muito clara da situação do mercado, e ela não é nada boa. Aliás, péssima. Veio se arrastando desde 2013. Toda a cadeira dependente deste setor está em crise, desde os fornecedores de aço, fornecedores de autopeças até as montadoras e concessionárias. E não há perspectiva de melhora para esse ano. A produçao está completamente estagnada. Então pode ter certeza que surgirão ainda muitas promoções e IPI reduzido, é o que poderá salvar esse mercado e impedir mais demissões e falências do setor.

    • Leandro Ávila 12 de agosto de 2014 at 20:02 - Reply

      Olá Cristina. Muito obrigado pelo seu depoimento sobre o tema.

  12. Kaike Borges 25 de agosto de 2014 at 10:11 - Reply

    Leandro parabéns pelo post cara, me ajudou bastante, comprei uma moto ano passado e termino de pagar ela no começo do ano que vem, teria algum contato onde podia tirar uma duvida com você? sonho em comprar meu primeiro carro, tenho 20 anos, trabalho registrado e tenho um salário razoavelmente bom, gostaria de umas dicas para não fazer besteira na minha primeira compra.

    Agradeço desde já.

    • Leandro Ávila 26 de agosto de 2014 at 11:56 - Reply

      Olá Kaike, eu não tenho como te atender pessoalmente, pois dedico um tempo limitado da minha agenda para o Clube dos Poupadores. O que posso te recomendar seria a compra de livros que podem te ajudar na compra do seu primeiro carro. Existem dois livros que eu já comprei e gosto muito. Um é o Segredo dos Carros. O outro livro é o Como escolher um carro ideal. O investimento é insignificante perto dos benefícios, da quantidade de problemas e prejuízos que você poderá evitar se informando antes de comprar o carro.

  13. zeca 6 de setembro de 2014 at 22:55 - Reply

    Excelente artigo Leandro. Trabalho em um famoso banco público conhecido por um X e pelas melhores taxas. Se todo mundo pudesse entender como funciona a curva de juros para qualquer tipo de financiamento, pensariam com mais calma antes de entrar nessa jornada de endividamento. Parabéns por informar as pessoas e convence-las a não sustentar essa industria de destruição de rendas.

  14. Kenya 9 de setembro de 2014 at 11:09 - Reply

    Olá Leandro,

    O que você acha sobre Consórcio de Automóveis? Seria uma boa alternativa???

    Estou adorando o site, muito esclarecedor. Parabéns pelo trabalho!!!!

    • Leandro Ávila 9 de setembro de 2014 at 15:59 - Reply

      Oi Kenya. Consórcio é uma poupança forçada onde no lugar de receber juros enquanto poupa, você vai pagar taxas para a administradora do consórcio. Tem educador financeiro que recomenda consórcio para pessoas indisciplinadas que não conseguem poupar, aquelas que possuem o perfil de “Pagadoras de conta”. Recomendo que você veja o vídeo do Flávio falando sobre os pagadores de conta, está neste artigo aqui. Depois veja o exemplo da Dona Rita no outro vídeo. Ela nunca precisou de consórcio.

  15. junior 14 de setembro de 2014 at 21:32 - Reply

    Olá boa noite !

    Adorei sua explicação , muito abjetiva !

    Queria tirar uma duvida pois estou para adquirir um veiculo por meio de financiamento pois tenho uma dificuldade incrível em juntar dinheiro.
    Vamos as dados :
    Valor do veiculo ; 20.000,00 reais
    Valor de entrada ; 2.000,00 reais
    Parcelas ; 48 x

    Queria saber se o senhor poderia me informar quantos % em media de juros ao mês uma agencia de veículos me cobraria e qual seria em media o valor das parcelas .

    Queria essa informações para que eu não venha sofrer com juros abusivos.
    Fiz alguns simulados de financiamentos na internet com algumas taxas de juros diferentes e os valores das parcela variarão entre 570,00 a 630,00 reais.
    Seria isso mesmo amigo ???

    Desde já te agradeço !

    • Leandro Ávila 15 de setembro de 2014 at 0:59 - Reply

      Olá Junior, o Brasil é o pior lugar do mundo para se financiar qualquer coisa, os juros sempre são abusivos. As pessoas só compram carros e casas financiadas porque são educadas desde pequenas que isso é normal, aceitável e comum, na prática passam a vida pagando juros abusivos para os bancos. Recomendo que você assista o vídeo deste curso aqui. No site do Banco Central existe uma página onde eles divulgam uma pesquisa com a taxa de juros médica cobrada pelos principais bancos para financiamento de veículos. Veja aqui.

  16. junior 15 de setembro de 2014 at 1:21 - Reply

    Muito obrigado pela resposta !

    Pelos cálculos que obtive com as taxas aplicada no mercado atual , vou pagar em torno de 25% de juros no valor total do veículo.

  17. Luiz Paulo Kenny 22 de setembro de 2014 at 17:50 - Reply

    comprei um Renalt Sandero 1.6 8v para minha mãe, e dei 10 mil de entrada + 48 x R$963,00 pelo santander, alem disso gastei mais 2,300 com o seguro SulAmerica e mais 800 com emplacamento e R$680 com o IPVA, já que o carro foi comprado agora mas era ano 2013 e comprei ainda sem o IPI (pelo que disseram)

    enfim, ele era R$42 mil a vista , o vendedor ainda me falou 4 vezes pra eu comprar a vista que era mais vantagem, mas eu estava sem grana então comprei financiado.

    vc pode por favor fazer esta conta para mim para saber quanto estou pagando de juros?

    obrigado.

    • Leandro Ávila 22 de setembro de 2014 at 20:14 - Reply

      Olá Luiz, basta somar o valor das prestações e da entrada para descobrir o quanto você irá pagar de juros. São 48 x 963 = 46.224 + 10.000 = 56.224,00. Se fizer 56.224 – 42.000 vai descobrir que pagará 14.224,00 só de juros para o banco. Somando com seguro e emplacamento = 17.324,00. O seu carro ficou 41% mais caro. Os juros exatos do financiamento, o banco precisa te fornecer através da taxa C.E.T que provavelmente consta nos documentos que você assinou.

  18. Elder 14 de outubro de 2014 at 10:58 - Reply

    É bastante óbvio, depois da leitura do artigo, que poupar para comprar a vista é a melhor opção. Mas acredito que os juros são o preço a se pagar para usufruir do bem hoje, sem ter que esperar de 3 à 5 anos… Gostaria de um comentário do autor do artigo a esse respeito.

    • Leandro Ávila 14 de outubro de 2014 at 14:26 - Reply

      Olá Elder, quem compra carro financiado na verdade paga mais caro por estar comprando uma coisa e alugando outra. Você compra o carro com o dinheiro dos outros que te é alugado. Além de pagar o carro ainda precisa pagar o aluguel do dinheiro. Eu sinceramente acho um péssimo negócio, a não ser que o veículo seja um investimento (autoescola, transporte escolar, transporte de carga, etc). A pessoa que troca de carro a cada 3 ou 5 anos e sempre financia o carro por 3 ou 5 anos, vai passar a vida toda pagando juros para o banco. São estas coisas que tiram do brasileiro a possibilidade de ter um futuro financeiro mais equilibrado. Passam a vida toda pagando juros para comprar carro, casa, smartphones, roupas, viagens, enquanto poucas pessoas que se educam financeiramente fazem a mesma coisa, só que sem pagar juros, ganhando juros, através de um planejamento financeiro.

  19. Rodrigo 18 de outubro de 2014 at 22:33 - Reply

    Definitivamente uma das melhores publicações sobre finanças que eu já vi, linguagem clara e de fácil intendimento! Meus Parabéns por esse trabalho bacana que provavelmente ajuda milhares de pessoas que como eu precisão de orientações sobre esse mundo de números que muito me complica e também me fascina!

  20. Guilherme Ferreira 23 de outubro de 2014 at 15:15 - Reply

    Leandro, seus artigos são ótimos. Estou neste mesmo dilema: tenho um carro praticamente quitado que hoje as concessionárias pagam em média R$ 19.000,00 (ele vale R$ 23.000,00 na tabela). Porém o carro é ano 2008 (estamos em 2014, portanto 6 anos de uso) e está acima de 100.000km rodados. O que o pessoal geralmente fala é: o carro está velho e está dando muita manutenção e dará muito mais no futuro. Qual sua opinião sobre esta estratégia que vendedores (e apaixonados por carros novos) adotam para convencer as pessoas a trocarem de carro? Digo isto pois se eu hoje ficar 5 anos guardando dinheiro em um fundo de investimento, meu carro atual estará com 11 anos de uso e terá depreciado bastante. Ao ler este seu texto pensei exatamente isto, que ao optar por investir o capital e ganhar juros ao invés de pagar juros, temos a realidade do veículo atual, depreciando e dando manutenção. Abraços e parabéns!

    • Leandro Ávila 26 de janeiro de 2016 at 10:36 - Reply

      Oi Guilherme. O fato é que o grosso da depreciação já aconteceu. Se o carro não oferece risco (com relação a segurança) e se os custos com manutenção são aceitáveis, não faz sentido ficar queimando dinheiro para andar de carro novo. É claro que carros mais populares tem durabilidade menor e qualidade menor principalmente quando não existe o cuidado do dono.

      • Nat 25 de maio de 2017 at 20:17 - Reply

        Mas a mentalidade de muitos é que carro é investimento vide preferência por modelos que tem boa revenda.

  21. thayany 10 de novembro de 2014 at 20:13 - Reply

    Boa noite Leandro, meus sinceros Parabéns pra você. Esse site é muito esclarecedor.
    Tão esclarecedor que ao invés de eu trocar de carro farei uma poupança para comprar o próximo à vista. E continuarei com o meu pagando as parcelas de traz pra frente para pagar menos juros :/ é a única coisa que posso fazer para amenizar tamanha roubalheira. Rs
    UM ABRAÇO e que Deus te abençoe.

    • Leandro Ávila 10 de novembro de 2014 at 21:17 - Reply

      Oi Thayany. Obrigado e parabéns. Continue estudando e se educando financeiramente.

  22. claudinei 28 de novembro de 2014 at 2:10 - Reply

    Cara so uma palavra.
    Seu site e fantastico.

    • Leandro Ávila 28 de novembro de 2014 at 2:18 - Reply

      Obrigado Claudinei, fico feliz por ajudar e por você ter gostado.

  23. Claudio 7 de dezembro de 2014 at 11:58 - Reply

    Leandro, ótima orientação, é exatamente o marketing quem captura os incautos nas concessionárias.
    Contudo, vários vendedores tem a cara-de-pau de dizer que para eles tanto faz a compra à vista ou financiada, pois a concessionária receberá o valor de qualquer maneira. Isso é uma meia-verdade, pois os bancos costumam “premiar” os vendedores de acordo com o número de financiamentos obtido,
    Triste realidade brasileira.

    • Leandro Ávila 8 de dezembro de 2014 at 7:50 - Reply

      Olá Claudio. Na verdade os vendedores de veículo preferem quando as pessoas compram o carro financiado, compram seguros dentro da concessionária, contratam o serviço de despachante da concessionária, colocam película nos vidros e fazem tratamento da pintura e bancos na concessionária. O financiamento nada mais é do que um segundo produto, é o aluguel do dinheiro. Quando se vende carro, também se vende aluguel de dinheiro e outros produtos/serviços. Tudo isso gera comissões.

  24. Raphael Gomes 9 de dezembro de 2014 at 10:23 - Reply

    Ótimo texto Leandro!

    Eu não dou dinheiro pra Banco, quando coloquei na cabeça que iria comprar meu primeiro carro zero, defini qual era o modelo, categoria e quanto estava disposto a gastar. Cheguei a conclusão que precisa de 24 meses para atingir meu objetivo e assim fiz, continuei com minha moto 125cc ano 2009, durante esse período não gastava quase nada para mante-la, e fui poupando até que comprei um carro.

    Esse carro que comprei custava R$46.000 na tabela da montadora, paguei R$43500,00 depois de muito negociar. Pretendo ficar uns 5 anos com o carro, se ele não der problema talvez 6 anos. Quando for trocar farei a mesma coisa.

    O que observo na população é o imediatismo, todos querem pra ontem, não pensam no amanhã. Empréstimo é se descapitalizar. O que me deixa mais triste é quando alguém fala que se não fizer desta forma nunca vai ter nada, que não consegue guardar dinheiro, etc.
    Se o indivíduo consegue pagar R$600,00 de prestação com juros embutidos em 24, 36, 48 e até 72x ele consegue guardar dinheiro. É só querer.

    Abraço.

    • Leandro Ávila 13 de dezembro de 2014 at 15:47 - Reply

      Oi Rafhael. Muito obrigado por deixar aqui seu depoimento. É exatamente desta forma que as pessoas deveriam pensar para que muitos problemas financeiros (e suas consequências) pudessem ser evitados.

  25. Lucélio 14 de dezembro de 2014 at 16:16 - Reply

    Boa tarde Leandro.
    Tenho um carro que vale 22.000,00, quero comprar outro que vale 45.000,00, faltariam 23.000,00, dinheiro esse que já possuo.
    Seria interessante comprar o esse outro carro no valor de 45.000,00 totalmente financiado 36 meses e com os 45.000,00 que tenho em mãos comprar um lote nesse valor, para quando passar os 36 meses ou possa revendê-lo e assim pagar todos os juros cobrados pela financeira e ainda sobrar uma grana para mim?
    Você acha que essa é uma boa idéia?

    • Leandro Ávila 19 de janeiro de 2015 at 11:07 - Reply

      Oi Lucélio. O que você pretende fazer se chama alavancagem. Muitas pessoas hoje no Brasil estão se sentindo mais ricas por terem acumulado dívidas no lugar de acumular patrimônio. Conheço pessoas que compraram carro zero km financiado, apartamento financiado, com o dinheiro que deixaram de gastar e poupar fizeram viagens, compraram smartphones top de linha, roupas importadas, frequentaram bons restaurantes e colecionaram vinhos caros em uma adega novinha. Agora estão com boa parte da renda futura comprometida com dívidas e estão precisando se acostumar a viver com menos. Ao comprar o carro financiado, você estará pagando muito mais caro pelo carro pois pagará carro + juros + taxas. Ao comprar o terreno financiado você também pagará mais caro, além de não conseguir o desconto por estar pagando à vista ainda terá que pagar juros + taxas.

  26. Alexandre Marques 5 de janeiro de 2015 at 22:31 - Reply

    Olá Leandro, estou lendo seus artigos pouco a pouco,e tenho minhas opiniões em relação ao consumismo,ou seja, a palavra certa és : OSTENTACÃO . Somente isso ,sendo assim , muitos brasileiros abdicam de bens necessários por ostentacao! O argentino por exemplo tem a cultura de manter o mesmo carro por quinze anos,no entanto o mesmo Corolla livre dos impostos ,tanto brasileiro quanto argentino,sai mais barato uns 30%. O brasileiro precisa muito do seu blog de forma mais divulgadora,expansiva. Gostei me ajudará e muito.

  27. Rafael Prado 15 de janeiro de 2015 at 23:30 - Reply

    Olá Leandro, estou prestes a comprar um carro no valor de R$42,800,00 sendo que tenho de entrada R$28,000,00… Claro que o mais inteligente seria juntar um pouco mais para poder compra-lo a vista, mas eu gostaria de comprar ele com o que tenho, o que você me aconselharia a fazer para que eu seja menos afetado pelos juros. Como poderia entrar em acordo com algum banco, o que precisaria falar? Obrigado!

    • Leandro Ávila 16 de janeiro de 2015 at 11:57 - Reply

      Oi Rafael, você precisa pesquisar entre diversos bancos para verificar qual te oferece a menor taxa. Também deve ter consciência que 42.800,00 é o preço pago por quem poupa e paga à vista. Quem financia paga o carro e também paga o aluguel do dinheiro que pagou emprestado + taxas. No final o carro te custará muito mais que 42 mil. Faça os cálculos para ter consciência de quanto ele irá te custar.

  28. Jorge Fernando de Menezes 28 de fevereiro de 2015 at 14:34 - Reply

    Boa tarde Leandro, não farei um comentário e sim buscar orientação sua. Estou recebendo uma indenização dos planos Colo, Bresse e outro no valor de R$ 120.000, ai vem a questão: investir no tesouro direto, comprar alguns lotes ou comprar carros para revender?
    Obs: meu cunhado tem uma loja de venda de carros e me aconselha a investir com a sua orientação, já estou com uns 45 dias pesquisando tudo sobre carro e as vezes fico na loja dele. Ele aconselhou a comprar três carros populares e deixar o resto na poupança enquanto estou começando, foi assim que ele começou. Gostaria da sua opinião, fico grato pela atenção e continue iluminando nossas mentes para os negócios.

    • Leandro Ávila 3 de março de 2015 at 16:56 - Reply

      Olá Jorge. Eu recomendo que você desista de pedir orientação das pessoas até de pedir orientação para mim. Só você sabe o que é melhor para o seu dinheiro. No momento que você pergunta para outras pessoas o que você deve fazer com o seu dinheiro elas não irão pensar em você, vão pensar no seu dinheiro e como elas podem tirar proveito da sua pergunta. Eu não entendo nada sobre o mercado de carros usados mas te garanto que se você perguntar para um corretor de imóveis o que você deve fazer com o seu dinheiro ele vai recomendar imóveis (mesmo com a crise no setor). Se você perguntar para o gerente do seu banco ele vai recomendar títulos de capitalização e planos de previdência (mesmo sendo péssimos produtos). Se você perguntar para um corretor de ações vendidas na bolsa de valores ele vai te recomendar comprar ações e assim por diante. Leia este artigo aqui antes de tomar qualquer decisão.

  29. Jorge Fernando de Menezes 10 de março de 2015 at 19:18 - Reply

    Obrigado Leandro pelo conselho sincero, estou muito feliz em fazer o que é mais importante no memento, buascar o conhecimento sobre educação financeira. Já adquirir os livros: Pai Pobre, Pai Roco e O homem mais rico da Babilônia, e sou seguidor do seu blog e do blog do clube dos poupadores e estou aprendendo bastante e muito feliz em aprender o que é de mais importante na nossa vida, que é lidar com o dinheiro. Obrigado e que Deus lhe abençoe.

  30. Fabio 17 de março de 2015 at 9:13 - Reply

    Leandro, tenho 55 mil para comprar um carro a vista, mas estava de olho em carros na faixa de 80 mil.
    Mas vendo alguns financiamento vi que é impossivel, pois os juros estão altissimos, abusivos e absurdos.
    Vou assim comprar um carro a vista, nessa faixa dos 55 mesmo e não ficar com nenhuma divida.
    Melhor coisa é não endividar nesse ano não é mesmo.

    • Leandro Ávila 26 de janeiro de 2016 at 10:38 - Reply

      Oi Fabio. Se você tem R$ 55 mil isso significa que você deve comprar um carro de no máximo R$ 50 mil. Se esses 55 mil é todo dinheiro que você tem na vida, deveria pensar em comprar um carro ainda mais barato. É necessário que você tenha reservas para emergência (leia aqui) e provisões (leia aqui)

  31. igor py braga teixreira 24 de abril de 2015 at 23:14 - Reply

    eu gostaria de comprar um carro, mas não tenho nenhum valor para dar de entrada? quanto seria a prestação de um carro de 50000 se eu comprasse direto na concessionaria ou na agencia de veiculos? embora isso seja relativo, quanto seria mais ou menso se eu pagasse em 60 meses?

    • Leandro Ávila 26 de abril de 2015 at 1:27 - Reply

      Oi Igor. Isso depende da taxa de juros praticada no momento da compra, os bancos cobram taxas diferentes. O site do Banco Central divulga uma tabela atualizada com taxas de juros praticadas pelos bancos para financiamento de veículos, visite aqui.

  32. Paulo Dias 28 de abril de 2015 at 19:21 - Reply

    Tenho uma moto 2010 que vale entre R$ 11.000,00 a 15.000,00, mas acredito que consiga vender em torno de R$ 12.000,00.

    ,Também possuo uma camionete, que hoje devo em financiamento em torno de R$ 21.000,00.

    Vale a pena vender a moto e tirar mais um dinheiro da poupança (R$ 8.000,00) para quitar a camionete?

    Financiei em 36 vezes e paguei 6 parcelas. O saldo devedor hoje é de R$ 21,324,00

    Obrigado!

    Paulo

    • Leandro Ávila 29 de abril de 2015 at 2:56 - Reply

      Vale a pena se você não precisa mais da moto. No caso da poupança é importante ter alguma reserva para emergências.

  33. Paulo Dias 29 de abril de 2015 at 10:19 - Reply

    Leandro, muito obrigado por sua atenção e cordialidade de responder-me, pois a moto uso muito raramente, só para dar um passeio mesmo.

    Abraço!

    Paulo

  34. Paulo Dias 4 de maio de 2015 at 10:22 - Reply

    Leandro,

    Bom dia!

    Dias atrás fiz uma consulta com o amigo na qual foi muito proveitosa e esclarecedora.
    Venho mais uma vez solicitar sua opinião quanto aos seguinte:
    Estou desempregado e tenho uma camionete com uma divida junto a financeira no valor de R$ 21.362,00 para quitação – hoje pago uma parcela no valor de R$ 910,22 e ainda tenho 30 parcelas para serem pagas.
    Possuo em poupança um valor de R$ 190.000,00. Vale a pena retirar esse valor da poupança e quitar o bem e assim sair do financiamento?
    Desde já agradeço sua colaboração.
    Muito obrigado!
    Paulo

    • Leandro Ávila 9 de maio de 2015 at 10:00 - Reply

      Olá Paulo, é uma boa forma de reduzir seus custos com juros e taxas.

  35. Paulo Dias 6 de maio de 2015 at 8:23 - Reply

    Leandro,
    Bom dia!
    Dias atrás você respondeu um questionamento meu no qual foi extremamente válido, no lhe agradeço.
    Mediante ao comentário passado onde você coloca que valeria pena vender minha moto pra quitar o financiamento de meu veículo.
    Bom, o mercado está muito complicado atualmente, o que tem dificultado a venda da moto.
    Assim solicito sua análise, para o seguinte:
    Tenho em poupança R$ 190.000,00 que mantenho como reserva para despesas, como no caso que estou desempregado.
    Hoje a quitação de meu financiamento fica em torno de R$ 21.324,00 e faltam 30 parcelas de R$ 904,75, perfazendo um total em parcelas de R$ 27.142,50.
    Meu questionamento é: vale a pena retirar esse valor de minha reserva e quitar o financiamento e me livrar logo da dívida ou vale a pena eu continuar pagando mensalmente devido ao atual cenário econômico?
    O banco tem como melhorar esse valor para realizar a quitação?
    Aguardo sua análise com expectativa.
    Desde já agradeço muito sua atenção.
    Sem mais,
    Paulo Braga

    • Leandro Ávila 6 de maio de 2015 at 10:56 - Reply

      Olá Paulo, basta comparar os juros que você deixará e pagar com os juros que você ganha na aplicação. Ao quitar uma dívida você se livra dos juros futuros e das taxas. Não custa nada pedir uma simulação para o banco e verificar as condições que eles oferecem para quitação.

  36. Paulo Dias 6 de maio de 2015 at 16:38 - Reply

    Leandro,

    Mais uma vez muito obrigado por sua opinião. Muita válida.

    Obrigado!

    Sem mais,

    Paulo Braga

  37. Paulo Braga 18 de maio de 2015 at 11:46 - Reply

    Prezado Leandro,
    Bom dia!
    Mais uma vez busco a opinião do amigo.
    Tenho uma moto 2010 que hoje no mercado seu valor varia de R$ 12.000,00 a R$ 14.000,00 a qual uso muito pouco só mesmo para dar um passeio aos Domingos.
    Atualmente estou desempregado e tenho buscado recursos junto a minha reserva financeira (poupança).
    A moto está quitada. Vale a pena vender a mesma, para em vez de retirar recursos da reserva, custear minha despesas, mesmo por curtíssimo período, ou vale a pena preservar o bem?
    Agradeço sua atenção!
    Sem mais,
    Paulo

    • Leandro Ávila 18 de maio de 2015 at 12:19 - Reply

      Oi Paulo, eu acredito que sim. Pelo que entendi você usa a moto um brinquedo, inclusive, um brinquedo muito perigoso. Veículos não são investimentos, eles são fontes de despesas. Eles perdem valor com o tempo, geram despesas com impostos, despesas com manutenção, revisões, etc.

  38. Paulo Braga 18 de maio de 2015 at 21:02 - Reply

    Prezado Leandro,

    Mais uma vez muito obrigado por sua sábia opinião, a qual ajudará e muito em minha decisão.
    Grande abraço!
    Sem mais,
    Paulo

  39. Renata 10 de junho de 2015 at 17:19 - Reply

    Obrigada Leandro! Muito esclarecedor e um balde de água fria pra quem quer trocar de carro e toma ciência dessas informações. Eu mesma estou coçando para tanto pois meu carro já tem 4 anos e fico vendo os meus amigos trocarem de carro mas eu estou resistindo bravamente!! rsrsrs Sempre elogio o meu carro, vejo os benefícios que ele me traz e faço a manutenção necessária para aproveitá-lo um pouco mais. Estou me organizando financeiramente e talvez em um ano eu consiga isso. Mais uma vez obrigada, o seu site é de uma utilidade extraordinária!

    • Leandro Ávila 11 de junho de 2015 at 6:36 - Reply

      Obrigado Renata, parabéns por resistir e estar se organizando para comprar seu veículo da melhor forma.

  40. Luis Fabiano 8 de julho de 2015 at 18:25 - Reply

    Boa tarde Leandro,

    Tenho uma dúvida sobre financiamento, sempre ouvi comentários que antecipando parcelas você recebe o desconto dos juros, a minha dúvida é a seguinte, vale mais a pena fazer em menos vezes com parcela maior, ou prolongar o financiamento e ir pagando antecipado algumas parcelas? E outra dúvida é vou receber um dinheiro daqui uns 2 3 meses, mas eu preciso do carro agora, vale a pena fazer o financiamento e quitar logo que receber o dinheiro né?
    Obrigado

    • Leandro Ávila 9 de julho de 2015 at 0:17 - Reply

      Oi Luis, é necessário fazer as contas, colocar no papel e comparar. Você pode entrar em contato com o banco ou financeira e pedir uma simulação para quitar a dívida, verificar se existe vantagem ou não.

  41. Andre Ghiorzi 18 de julho de 2015 at 17:16 - Reply

    PARABÉNS!!!! Nunca vi ninguém falar com tanta clareza sobre esse tema!!! Você é fantástico. Eu tento convencer as pessoas exatamente com essa sua visão, mas é muito difícil, mesmo os mais novos tem apenas MEDO, ninguém que se dar ao trabalho de entender.

  42. Victor 25 de janeiro de 2016 at 20:37 - Reply

    Sou novo aqui, PQP, que site foda. Muito bom. PS: Desculpe o palavreado. rs

  43. lino nogueira 25 de fevereiro de 2016 at 5:33 - Reply

    obrigado pela orientaçao

  44. ana 28 de março de 2016 at 8:27 - Reply

    ola queria saber falta 5 parcelas do meu financiamento de carro mais fiquei desempregado tenho algum beneficio de quitaçao de parcelas

    • Leandro Ávila 1 de novembro de 2016 at 22:29 - Reply

      Oi Ana, depende se você estava pagando algum seguro com proteção referente ao desemprego.

  45. Willians 28 de abril de 2016 at 18:58 - Reply

    Se o carro que eu quero comprar custa 22 mil reais e eu tenho quatro de entrada quanto que vc acha que vai ficar o financiamento em 36 meses com todas as taxas de um carro de financiamento IPVA emplacamento

  46. Hugo 17 de maio de 2016 at 18:04 - Reply

    Concordo, financiamento e carro são péssimos negócios, os dois juntos pior ainda. Mas se você tem vontade de ter um carro e tem condições de arcar com o financiamento vale a pena. Porque daqui a 10 anos você pode estar casado e não vai sair por aí pra azarar ninguém, porque a vida é um bem precioso e precisa ser vivida não só no futuro mas no hoje também. Poupar sim, viver em função do dinheiro jamais.

  47. Victor Gusmão 18 de julho de 2016 at 16:08 - Reply

    Vale lembrar que juros de 0,5% a.m. não cobrem a inflação, portanto ao final do investimento o montante recebido como juros não representa aumento do poder de compra. Com os 41k do final do investimento o poder de compra pode ser comparado a 33k nos dias de hoje, aproximadamente.

    • Leandro Ávila 1 de novembro de 2016 at 22:35 - Reply

      Conseguir juros reais (acima da inflação) só depende do seu conhecimento sobre investimentos.

  48. CÉLIA RODRIGUÊS PEREIRA 12 de novembro de 2016 at 22:04 - Reply

    E como faço para adquirir um carro.fazendo bom negócio! Sem ser a vista????

    • Leandro Ávila 24 de maio de 2017 at 16:05 - Reply

      Oi Célia. Sem ser à vista você terá que trabalhar um pouco mais para pagar os juros, taxas e impostos. O curioso é que uma parte desses juros serão a remuneração daqueles clientes do banco que estão poupando e investindo para comprar um carro sem depender do financiamento. Os bancos são intermediários entre os clientes poupadores e os clientes devedores. Podemos escolher em qual lado queremos estar.

  49. luis 24 de novembro de 2016 at 19:57 - Reply

    Oi Leandro..rolei a página e não sei se alguem comentou..a pessoa não deve se esquecer que pode juntar nesses anos o valor do seguro e IPVA podendo aumentar a despesa para quem financia ou aumentar o valor da aplicação para qquem poupa..rs..abraço

    • Leandro Ávila 24 de maio de 2017 at 16:04 - Reply

      Oi Luis. Ter um carro agrega diversas despesas que não existiam na vida da família. São os impostos, seguro, manutenção, combustível, lavagem, estacionamento, etc.

  50. antonio 24 de maio de 2017 at 15:38 - Reply

    muito bom o “custo da impaciencia” porem se faz necessário observar outros pontos. Normalmente a parcela mais pobre acaba esbarrando em outros detalhes. por exemplo, imaginando que a pessoa comece a juntar durante os 3 anos, onde guardar este dinheiro? pois a inflacao come esse juros, quando aplicado na poupanca. acoes, tambem não é indicado para quem tem tao pouco. Tesouro direto? se não souber o que esta fazendo corre-se o risco de ficar com o mesmo problema da poupança.
    Acho que alem do custo da impaciente, podemos adicionar o custo da falta de conhecimento básico de matematica, de juros compostos e simples.
    E, em ultima análise, quando a pessoa consegue juntar um pouco mais, ele acaba gastando esse dinheiro na primeira oportunidade. Por pior que pareça. pagar 10 reais por dia acaba sendo mais simples.

    • Leandro Ávila 24 de maio de 2017 at 15:58 - Reply

      Oi Antonio. Quando temos pouco para investir ou quando estamos iniciando, fazendo nossa primeira poupança, não importa a taxa de juros. Se ela for de 0,5% ou 0,8% essa diferença de 0,2% não terá tanta importância nos primeiros meses ou até mesmo nos primeiros anos. O fator mais importante no início da formação do patrimônio de alguém é quando você consegue poupar no início, ou seja, qual percentual da sua renda você consegue salvar das suas despesas. Basta usar o simulador de juros e constatar o que acontece com um investimento de 5, 10 ou 20 anos quando mudamos o investimento inicial. Outra coisa importante para quem tem pouco para investir é aquele investimento importante que devemos fazer ampliando os nossos conhecimentos para que possamos aumentar nossa renda. Para que possamos desenvolver novas habilidades profissionais, pode ser necessário investir na educação e no treinamento. Existem pessoas que poderiam aumentar muito as boas oportunidades de emprego se dominassem uma nova língua ou se aprendessem uma nova técnica. Esse tipo de investimento é fundamental.

      • antonio 26 de maio de 2017 at 15:05 - Reply

        Verdade, investir em conhecimento é fundamental. Sem ele será dificil alcançar a tão sonhada independecia e ter acesso aos produtos melhores. Muito obrigado pelas dicas. No inicio é dificil, mas dá pra chegar lá.

        • Leandro Ávila 26 de maio de 2017 at 16:05 - Reply

          Oi Antonio, a maioria das coisas realmente importantes na vida é difícil mesmo. O importante é a constância.

  51. Fernando 24 de maio de 2017 at 15:45 - Reply

    Genial o artigo. Já encaminhei para amigos.
    Para aqueles que não sabem sobre a perniciosidade do sistema financeiro atual: realmente não temos como prever a inflação futura, porém é bom lembrar ao povão que sempre existirá inflação enquanto o dinheiro for monopolizado pelos governos, via sistema de reservas fracionárias.
    Então é importante contarmos que inflação por muito tempo exisitrá, e que devemos nos proteger o máximo possível dela através de investimentos que hoje são acessíveis e fáceis, basta não ter preguiça de aprender o mínimo.
    CONHECIMENTO É PODER! BUSQUE-O!

    • Leandro Ávila 24 de maio de 2017 at 16:02 - Reply

      Oi Fernando. Realmente a inflação é uma realidade. Devemos aprender a lidar com ela. Não devemos usar a inflação como desculpa para não poupar, investir e fazer compras planejadas.

  52. A. Rossi 24 de maio de 2017 at 16:02 - Reply

    Ótima atualização. O artigo original foi em 2013 correto?
    Já se passaram 04 anos! Qtas pessoas será que trocaram de carro utilizando dos ensinamentos deste texto?
    Acredito que poucas… pois se foi necessário uma atualização é porque a falta de educação financeira ainda persiste!

    Novamente parabéns!
    ps.: Meu carro novo 100% quitado sai no próximo ano!

    • Leandro Ávila 24 de maio de 2017 at 16:20 - Reply

      Oi Rossi. Por ser um artigo muito visitado eu resolvi fazer uma atualização dos dados. Também adicionei novas informações. Não tenho como saber quantas pessoas fizeram uma reflexão sobre o tema, mas já recebi muitos emails de agradecimento por este e outros artigos que estou revisando e atualizando aos poucos.

  53. Luiz Henrique 24 de maio de 2017 at 16:11 - Reply

    Caro Leandro. Obrigado pela capacidade de transmitir conhecimentos e pelo altruísmo. Pelo que entendo, quando ofertado taxa 0%, o valor restante à entrada não é reajustado, ou seja, é divido em parcelas iguais, totalizando o valor à vista. É isto mesmo. Forte abraço.

    • Leandro Ávila 24 de maio de 2017 at 16:23 - Reply

      Oi Luiz. A verdade é que financiamento de carro com taxa ZERO é apenas uma jogada de marketing. Existem custos, existem taxas e inclusive existe a cobrança de IOF. Pode ter certeza que não existe dinheiro grátis. Você estará pagando por esse dinheiro nem que seja através de alguma parceria entre o banco, montadora e concessionária. No final é você que está pagando pelo custo do dinheiro no tempo.

  54. Vanessa 24 de maio de 2017 at 16:30 - Reply

    Olá Leandro,

    Minha dúvida é quanto a compra de um carro usado no valor de 13 a 14 mil, com o dinheiro em mãos pra quem anda de moto seria uma opção boa pra começar ao invés de meter a cara em um financiamento?

    • Leandro Ávila 24 de maio de 2017 at 17:24 - Reply

      Oi Vanessa. Lembro de uma pesquisa que li sobre acidentes onde dizia que o risco de morrer em um acidente de moto é 20 vezes maior que o de morrer no mesmo acidente estando dentro de um carro. Se a pessoa estiver sem capacete a chance é 60 vezes maior. Depois ouvi um médico dizendo que a maioria dos acidentes são batidas leves e quando dois carros batem levemente, apenas amassa o ­para-choque, nada acontece com os motoristas. Já na moto o para-choque do motociclista é ele mesmo. Na minha opinião é isso que devemos considerar diante da dúvida entre comprar um carro ou uma moto. O meu primeiro carro foi financiado. Era de um senhor aposentado, mas que gostava de trocar de carro a cada 2 anos de uso. Fiquei com ele por muito tempo. Você só precisa ter o cuidado de não comprar o carro movida pela emoção. Não pode gostar do carro e comprar sem investigar aquilo que está comprando. Existe um livro que já me ajudou muito com relação a isso e que eu recomendo, visite aqui.

  55. Daniel 24 de maio de 2017 at 17:22 - Reply

    Os três primeiros carros que eu tive foram todos financiados, pois não fazia poupança pra isso, a minha única economia era uma previdência complementar, depois que conheci o clube dos poupadores descobri que a previdência complementar não valia a pena, saquei todo o valor e investi em título público e privado. No ano passado tive que trocar de carro, ao invés de fazer um financiamento eu retirei uma aplicação do Tesouro Direto que tinha atingido uma boa rentabilidade e me emprestei esse valor para comprar o carro. Fiz uma simulação em banco do quanto teria que pagar por um empréstimo no mesmo valor do que saquei da aplicação e agora estou pagando um empréstimo pra mim mesmo no valor que teria que pagar para o banco e aplicando as parcelas no Tesouro Selic. Obrigado pelos seus ensinamentos. Tenho muito que aprender ainda, mas um dia chegamos lá.

    • Leandro Ávila 24 de maio de 2017 at 17:52 - Reply

      Oi Daniel. Ótima a ideia de emprestar o dinheiro para você mesmo. No lugar de trabalhar para enriquecer os acionistas dos bancos, você está cuidando do seu enriquecimento. Parabéns!

  56. Vanessa 24 de maio de 2017 at 17:46 - Reply

    Obrigada Leandro, vou avaliar certinho pois quero deixar de andar de moto.

  57. Claudinei Fernandes 24 de maio de 2017 at 18:58 - Reply

    Devido andar pouco de carro fiquei aproximadamente 15 anos com o mesmo veículo, já que ele atendia minhas necessidades. Sempre ouvia piadas por andar em carro velho. Quando o airbag e ABS tornou-se obrigatório resolvi trocar pensando na segurança. Isso foi no início de 2014 e ainda lembro da cara de surpresa do vendedor quando disse que era a vista. Um carro que custava 39 mil, acabei comprando por 35.900. Se tudo correr bem pretendo ficar um bom tempo com ele. Tenho carro como benefício não como status. Muito útil o seu texto. Parabéns.

    • Leandro Ávila 25 de maio de 2017 at 6:54 - Reply

      Oi Claudinei. É melhor para o vendedor quando além de vender o carro ele também consegue vender um financiamento. Os bancos premiam aqueles que conseguem captar um novo cliente para seus financiamentos de veículo. O ideal seria que a relação emocional entre as pessoas e os carros fosse a mesma que mantemos com os fogões e as geladeiras. Veículos são apenas objetos que devem cumprir o seu papel com segurança. Geladeiras ruins não matam seus usuários. Todo o resto é invenção das fragilidades humanas. Como vivemos em uma sociedade debilitada, dependendo da sua profissão, pode ser necessário ter um carro de determinado estilo como parte de uma estratégia de marketing pessoal. O importante é não se deixar contaminar. Mesmo quando as circunstâncias sociais nos obrigam a isso, devemos manter a consciência. Para quem não precisa disso, o ideal é focar na segurança.

  58. Oyrag 24 de maio de 2017 at 19:01 - Reply

    Ola Leandro maravilhoso seu artigo. Concordo plenamente com seu raciocínio. Eu mesmo confesso que ja paguei muitos juros para bancos por conta de desejos de consumo.
    Hoje tenho um carro que pretendo ficar com ele por varios e varios anos.
    Acho pios quNdo as pessoas compram carros acima de suas possibilidades porque carro da um “status”.
    Lembro-me de uma reportagem que li certa vez sobre o Silvio Santos, que é bilionário e andava em um carro mais velho do que o de muitos de nós.
    http://blogs.odia.ig.com.br/leodias/2015/05/21/filhas-de-silvio-santos-fazem-com-que-o-pai-aposente-carro-velho/

    • Leandro Ávila 25 de maio de 2017 at 7:01 - Reply

      Oi Oyrag. O curioso é que as pessoas verdadeiramente ricas levam uma vida simples quando comparamos a vida que levam com a vida que poderiam levar. Costuma ser muitas vezes abaixo de suas possibilidades. Provavelmente é por este motivo que conseguiram enriquecer.

  59. LUIZ MACHADO 24 de maio de 2017 at 20:22 - Reply

    Excelente matéria! Aguardo uma semelhante em relação a Consórcio.

  60. Matheus Cavalheiro 24 de maio de 2017 at 20:31 - Reply

    Boa tarde Leandro,

    Concordo plenamente em investir capital próprio a fim de receber juros e, então, poder adquirir bens sem dar dinheiro aos bancos.
    Entretanto, a avaliação aqui feita não está um pouco vaga? No sentido que talvez para alguém seja vantajoso pagar R$299 por mês, caso a utilizacao do automóvel gere uma receita superior a esse valor? Ou ainda, caso gaste além desse valor para deslocamento, na verdade o pagamento de juros gerará uma economia?

    • Leandro Ávila 25 de maio de 2017 at 7:22 - Reply

      Oi Matheus. O artigo não foi escrito para empresas, empreendedores, pessoas que vão utilizar o carro com objetivo de gerar receita. Inclusive seria impossível escrever um artigo com todos os exemplos que pudessem cobrir a realidade pessoal de todas as pessoas. Destaquei no artigo que fiz apenas uma simulação (com fins didáticos) e que cada leitor deveria fazer a sua, com base na sua realidade, nas promoções que estivessem vigorando, etc. Para uma empresa, na maioria das vezes, não faz nenhum sentido comprar carro à vista. Se o artigo vago resultou em 10 páginas A4, um completo se transformaria em um livro com centenas de páginas.

  61. Felipe 24 de maio de 2017 at 20:46 - Reply

    Ótimo trabalho, Leandro!

    Eu fico pensando se ainda vale a pena comprar carro. Ao invés de pagar para ter um carro que tal pagar para usar?

    Seria legal ver sua opinião sobre Comprar vs Alugar (mensalmente) um carro popular completo. Supondo que a pessoa tenha 40K para comprar a vista, quais cenários poderíamos visualizar se esse valor fosse investido e os rendimentos utilizados para complementar o pagamento do aluguel do carro?

    Pois mesmo o carro que tu compras tem um custo fixo anual + depreciação. Se tal custo for equivalente ou próximo ao custo de alugar um carro mensalmente, talvez não faça mais sentido colocar grana em um passivo. O que você acha?

    Abraço!

    • Leandro Ávila 25 de maio de 2017 at 7:23 - Reply

      Oi Felipe. Dependendo da pessoa, pode ser mais vantajoso alugar, pode ser mais vantajoso andar de UBER. Ter um carro envolve vários custos e isso inclui o custo de oportunidade que seria a rentabilidade dos R$ 40 mil (do seu exemplo) que a pessoa deixaria de receber mensalmente de algum investimento.

  62. Susana Felix 24 de maio de 2017 at 21:27 - Reply

    Leandro, nossa, trabalho tanto e nunca tive tempo de avaliar meus gastos. Sou obrigada a ter carro porque a distância entre meus dois empregos é de 40 km, levando em conta que tenho 1 hora para levar de um ao outro, é impossível ficar sem um carro. O desgaste do antigo foi tão rápido ( 2 anos 60.000 km) que acabaram me convencendo a alugar um. Achei que foi uma opção acertada porque não paguei neste ano IPVA, revisão e nem seguro. O aluguel ficou no valor de 1.350,00. Estou aqui pensando se compro um carro ou se alugo novamente. O que você acha?

    • Leandro Ávila 25 de maio de 2017 at 7:25 - Reply

      Oi Susana. Eu não sou contra que as pessoas queiram ter um carro. Eu sou contra a pessoa não ter consciência do que isso significa, especialmente o carro comprado através de financiamento. Acho que cada caso é um caso e recomendo colocar tudo no papel ou em uma planilha para avaliar as questões matemáticas e depois fazer uma reflexão para avaliar as questões subjetivas.

  63. Diego 24 de maio de 2017 at 21:53 - Reply

    Muito bom o artigo ! Podemos considerar também que deixaremos de pagar 5 anos de IPVA, seguro, manutenção etc. Teremos um carro novo e com melhor qualidade, como você disse, terá freio ABS, Air Bag etc.

    Abraço

  64. Luciano 24 de maio de 2017 at 22:32 - Reply

    Leandro, o que eu costumo fazer para amenizar os efeitos da inflação (já que não temos como prevê-la), é corrigir o valor das parcelas mensais a cada ano pelo IPCA. Exemplo: parcela de R$ 300,00 mês, depois de 1 ano passaria a economizar R$ 330,00 considerando uma inflação no período de 10%. Certamente você já conhece essa solução, mas não lembro de ter lido isso aqui no Clube dos Poupadores (me desculpe se eu estiver errado). Penso que seria interessante explicar melhor esta possibilidade para os leitores do blog.
    Parabéns por mais este ótimo artigo.

    • Leandro Ávila 25 de maio de 2017 at 7:28 - Reply

      Oi Luciano. É ótimo fazer isso. No último artigo que falei sobre imóveis, onde o tempo necessário de poupança e investimento é maior, eu falei sobre isso.

  65. Hugo Castro 24 de maio de 2017 at 23:27 - Reply

    Leandro, parabéns pelo artigo!! Sou fã do seu site!!
    Uma dúvida, como funciona a matemática dos planos de financiamento balão? Acho uma tema interessante para um futuro artigo seu!!

    • Leandro Ávila 25 de maio de 2017 at 7:33 - Reply

      Oi Hugo. É uma forma de estimular a troca constante de carro. Marcas de carros mais caros, de luxo, costumam oferecer essa possibilidade. Só que os carros dessas marcas costumam ser mais duráveis, são justamente os carros que você poderia ficar com ele por muito mais tempo. São carros que não apresentam muitos problemas se forem bem cuidados. As montadoras sabem disso e estimulam essa troca constante. Matematicamente falando seria necessário colocar no papel e fazer as contas.

  66. Diego Santos Moura 25 de maio de 2017 at 6:41 - Reply

    Ótimo artigo, comprei alguns de seus livros semana passada(pacote de reeducação financeira​ com 3 livros) e estou gostando muito. Se possível seria bom você postar um artigo falando sobre consórcios. Abs.

    • Leandro Ávila 26 de maio de 2017 at 6:37 - Reply

      Oi Diego. Obrigado e parabéns por investir na sua educação. Já tenho artigos sobre consórcio e devem ser revisados/atualizados em breve.

  67. Gustavo 25 de maio de 2017 at 7:30 - Reply

    Excelente texto como sempre. Só quando fazemos as contas é que percebemos o quanto somos escravos dos juros.

  68. Fabio Bastos 25 de maio de 2017 at 9:55 - Reply

    Leandro, mais uma vez um artigo sensacional, imagine se ele consegue aplicar numa tx maior, a diferença seria maior ainda. As pessoas não querem saber de juros, muitas querem ostentar e esqueceme do futuro, quando perdeme os empregos é que vão pensar no quano poderiame ter economizado.

    • Leandro Ávila 26 de maio de 2017 at 6:38 - Reply

      Oi Fabio, muitas vezes passam a vida toda sofrendo, colocando a culpa em tudo e em todos, não percebendo que passaram a vida trabalhando muito sem cuidar dos frutos de todo esse trabalho.

  69. Louis 25 de maio de 2017 at 10:12 - Reply

    Carro é a melhor forma de se perder dinheiro, mesmo comprando a vista!! Além de pagar caríssimo em um objeto que se deprecia, tem que pagar IPVA e seguro todo ano, e ladrão ainda fica de olho.
    Mesmo tendo dinheiro para comprar um a vista, ando com meu velhinho de 10 anos. Já tive carro caro 0km, não faço mais isso. Não até eu conseguir minha independência financeira.
    Abraços

    • Leandro Ávila 26 de maio de 2017 at 6:39 - Reply

      Oi Louis. Como tem muita gente que tem o mau hábito de trocar de carro novo com poucos anos de uso, é possível comprar bons carros, semi-novos com bons preços.

  70. Frederico Ribeiro 25 de maio de 2017 at 10:12 - Reply

    Bom dia. poderia fazer um parallel entre locacao x aquisicao a vista de um carro? por exemplo, o MODELO seria um Ford Ka 2017/2018, 1.5 completo.
    Favor considerar o valor da locacao mensal de 1.300,00 , contrato de 12 meses, com tudo incluso (ipva/seguro/pneus/revisoes e etc)
    obrigado.

  71. Antonio Neto 25 de maio de 2017 at 11:30 - Reply

    Bom dia Leandro

    Por coincidência eu estava pensando neste assunto esta semana. Adquiri um carro zero em 2009 e este mesmo modelo hoje está com preço aproximado de 30% acima, ou seja, subiu 30% em quase 8 anos. Portanto abaixo da inflação.
    Reparei também que as taxas de financiamento são mais atrativas para veículos zero km.

    • Leandro Ávila 26 de maio de 2017 at 6:44 - Reply

      Oi Antonio, vi aqui que a inflação entre janeiro de 2009 e 2017 foi de 65,71%. Um investimento com rentabilidade de 90% do CDI pagaria 107,89%. Se fosse 100% da taxa SELIC seria 126,52%.

  72. Marcos 25 de maio de 2017 at 22:49 - Reply

    Ótimo artigo
    Parabéns

  73. Alison 26 de maio de 2017 at 9:13 - Reply

    Olá Leandro. Tenho um apartamento financiado que é pago com o seu próprio aluguel. Tive que dá 30% do valor inicial e obtive uma dívida de 300 parcelas a serem pagas. Hoje acredito que fiz mal negócio, pois poderia ter aplicado no tesouro ipca e aguardar uma compra à vista de um imóvel por exemplo. Vc acharia interessante aguardar um bom momento do mercado para mim desfazer desse imóvel?

    • Leandro Ávila 26 de maio de 2017 at 16:13 - Reply

      Oi Alison. Eu não posso dar esse tipo de opinião. Não sei nada sobre o imóvel, nada sobre sua situação financeira, nada de nada. Da mesma forma que você deve ter comprado o imóvel sem refletir, sem fazer os cálculos, sem estudar a situação, você está buscando opiniões externas para tomar uma decisão sem fazer as mesmas análises. Esse modo de consumir e de investir é que precisa ser abolido da sua vida. É para isso que produzo artigos, escrevo os livros que já escrevi. Para que as pessoas possam tomar decisões conscientes.

  74. Guilherme 26 de maio de 2017 at 10:34 - Reply

    Leandro, bom dia.

    Mesmo sem ter relação com o assunto da postagem, gostaria de te perguntar uma coisa. Quais métodos vc utiliza para determinação do valor intrínseco de ações? Consegue automatizar todos eles?

    Sou fã dos seus livros! Te acompanho faz dois anos e seria muito bom se tivéssemos pessoas com a sua índole em todos os setores da sociedade…Um grande abraço!

    • Leandro Ávila 26 de maio de 2017 at 16:11 - Reply

      Oi Guilherme. Existem planilhas que ajudam muito nesse processo. Utilizo planilhas do Excel que se conectam no banco de dados do GuiaInvest e coletam os dados. Essa comodidade tem um custo, faz parte da conta PRO deles. É o equivalente ao que as pessoas gastam no fim de semana comprando uma pizza ou com entradas de jogos infrutíferos de futebol. Devo escrever mais artigos sobre isso no futuro. Vou mostrar os cálculos manuais.

      • Guilherme 26 de maio de 2017 at 18:01 - Reply

        Boa, Leandro! Inclusive já sou usuário PRO! Para a Fórmula de Graham e o Modelo de Desconto de Dividentos está bem claro. Mas para o método do fluxo de caixa descontado não estou encontrando essa automatização, justamente o método mais trabalhoso.

        PS: Cancelei o pacote Sócio Torcedor do meu time para “compensar” a assinatura da conta PRO. Bela troca, não?

        • Leandro Ávila 30 de maio de 2017 at 7:39 - Reply

          Oi Guilherme. Acho que foi uma ótima troca. Nunca me arrependi de investir na expansão dos meus conhecimentos e habilidades. O que você está adquirindo é uma nova habilidade, uma capacidade que poucos possuem de lidar melhor com o seu dinheiro. Isso não tem preço. Só precisamos ter um pouco de paciência. Não é possível aprender tudo de uma vez só. Quanto mais aprendemos mais fácil fica aprender mais.

  75. Vívian 26 de maio de 2017 at 12:18 - Reply

    Leandro,

    Segundo este artigo, tentei fugir do prejuízo do financiamento através de um consórcio mas teria sido melhor ter juntado o dinheiro para dar de entrada e financiar o restante. A minha taxa de administração pareceu maior que os juros do financiamento. Faz um artigo pra orientar sobre consórcios, por favor.

    • Leandro Ávila 26 de maio de 2017 at 16:06 - Reply

      Oi Vívian. O consórcio também é uma forma de remunerar as instituições financeiras para fazer uma coisa que você mesma poderia fazer que é juntar o seu próprio dinheiro, ganhando juros, para depender o mínimo possível das dívidas.

  76. Thairony Linhares 27 de maio de 2017 at 10:41 - Reply

    Parabéns por mais um excelente artigo, Leandro!

    Muito obrigado!

  77. Daniel 27 de maio de 2017 at 18:28 - Reply

    Para conseguir isso (parar de transmitir riqueza para as instituições financeiras), é preciso planejamento e paciência, e isso falta quase que completamente na maioria das pessoas. A primeira coisa que dizem quando se tenta explicar a diferença entre poupar e financiar algo é: “Vou ter que esperar esse tempo todo para comprar?!!!” ou pior “pobre só compra financiado”.
    Tenho esse problema na minha família e como é difícil mudar a opinião e principalmente a atitude deles.

    • Leandro Ávila 30 de maio de 2017 at 7:40 - Reply

      Oi Daniel. São as chamadas “crenças limitantes”. É muito difícil retirar uma crença das pessoas. Somente elas podem retirar quando percebem que estão erradas.

  78. Pedro Cintra 29 de maio de 2017 at 23:51 - Reply

    Grande Leandro. Tenho uma grande dúvida sobre o que é mais vantajoso: comprar algo à vista ou entrar num financiamento e manter o dinheiro investido. No seu exemplo do carro, fiz algumas simulações e gostaria que me corrigisse, se me equivoquei em algo.

    Digamos que eu tenha todo o valor do carro para pagar à vista. Os R$12.680,21 que seria devido ao banco, se eu aplicasse numa aplicação que me rendesse algo próximo do que rende a poupança (0,6%), eu teria R$18.155,38 ao final dos 60 meses. O que já seria maior que os R$17.940,00 que eu pagaria ao banco. Porém se eu pagasse a vista e depositasse os R$299,00 nesta mesma aplicação, eu teria R$21.517,46 ao final dos 60 meses. Com este resultado, seria melhor eu realmente pagar o carro à vista.
    Porém se eu possuir uma aplicação que me renda 1,22% ao mês, eu teria R$26.248,62 se pagasse o carro financiado e teria R$26.224,90 pagando o carro à vista e depositando os R$299,00 na aplicação. Já se tornaria mais vantajoso eu manter os R$12.680,21 aplicados ao longo dos 60 meses e financiar o carro.

    Com isso, posso concluir que se eu possuir uma aplicação que tenha um rendimento maior que os juros C.E.T. cobrados pelo financiamento, é mais vantajoso eu financiar mesmo tendo o valor para pagar à vista?
    Obrigado e um grande abraço!

    • Leandro Ávila 3 de junho de 2017 at 0:04 - Reply

      Oi Pedro. Você sempre precisa var se os juros pagos são maiores ou menores que os juros recebidos nos investimentos.

  79. Rosa Dias 30 de maio de 2017 at 10:55 - Reply

    Olá, Leandro!
    Excelente atualização!
    No meu caso, uso o carro de forma consciente e para emergências, tendo em vista que meus pais eram idosos e precisavam para ir a médicos e exames e uso também para fazer entrega de cosméticos a clientes . Agora que eles faleceram, penso em atualizar, pois o atual é um Gol 97 1.0, pago de IPVA 258,00 e o seguro ficou em 3x 281,00. Penso em dar o atual e completar a vista por um do ano 2002, pois assim terei o desconto de 15 anos do IPVA, e fazer o seguro. O que acha dessa estratégia? Desde já agradeço e informo que adquiri os livros sobre imóveis estou gostando muito.

    • Leandro Ávila 3 de junho de 2017 at 0:02 - Reply

      Oi Rosa. Você só precisa ter paciência e cuidado na escolha do carro usado. Tem um livro que eu recomendo que descreve as armadilhas que precisam ser evitadas, veja aqui.

  80. Pedro H. L. Guerra 1 de junho de 2017 at 12:47 - Reply

    Leandro,

    Fiz graduação em engenharia automotiva e atuo na área financeira. Mantenho um blog sobre carros e compartilhei seu artigo lá, no link
    Excelente artigo sobre finanças automotivas. A análise econômico-financeira de financiamentos de veículo está muito completa. Explico os impactos desta decisão exaustivamente e percebo que muitos não me dão ouvidos, compram o automóvel sem o devido conhecimento e entram em apuros financeiros.

    Muito obrigado pelo compartilhamento de seu conhecimento. Parabéns pelo trabalho.

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