Bicho de estimação: quanto custa manter?

A indústria de produtos e serviços para animais de estimação no Brasil fatura R$ 18.9 bilhões por ano (fonte). Será que o brasileiro gasta muito ou pouco com seus bichos de estimação?

Podemos descobrir fazendo algumas comparações. Somos um povo que investe 17,24 bilhões de reais por ano na educação dos nossos filhos (pré-escola ao segundo grau). Somos um povo que gasta 19,86 bilhões de reais por ano com alimentos básicos. Somos um povo que gasta 20,3 bilhões de reais com serviços de cabeleireiros, manicure e pedicure (fonte).

Somos um povo que também adota coisas de estimação.  Todos os anos, só com a compra de carros novos, gastamos 139 bilhões de reais (fonte). Outros bilhões são gastos com seguros, manutenção, combustível, juros e taxas com financiamentos, etc.

Também temos vícios de estimação que custam caro. Temos uma indústria de bebidas que fatura  R$ 70 bilhões e que gera prejuízos 4,5 vezes maiores com o alcoolismo (fonte). Somos um povo que paga R$ 12,9 bilhões de impostos para fumar e depois gastamos R$ 56,9 bilhões com tratamentos e prejuízos gerados pelo tabagismo (fonte). Nenhum desses vícios supera o vício de gastar o que não tem através das dívidas (R$ 427 bilhões por ano, fonte).

Somos um povo que investe somente R$ 5,9 bilhões por ano comprando livros (fonte). Isso é só um pouco acima do que os clubes de futebol faturam por temporada (fonte).

Não importa o que você tem de estimação. O importante é se você tem consciência do impacto na sua vida financeira.

Animais de estimação e problemas financeiros

Até os bichos de estimação sofrem com a falta de educação financeira dos seus donos. Uma pesquisa entre donos de animais de estimação mostrou que 67% costumam esbanjar nos gastos com o pet, sem se importar com o preço ou um possível prejuízo às finanças pessoais.

Quando o pesquisador perguntou por qual motivo a pessoa se comportava dessa forma as respostas foram:

  • 29,9% acreditam que o animal merece, por ser tão companheiro;
  • 24,4% mencionam a sensação de felicidade que a compra proporciona a eles;
  • 16,5%, por sua vez, admitem que quando veem coisas que gostam, sentem uma vontade grande de comprar e não conseguem controlar-se.

A pesquisa mostrou que 38,0% dos donos de animais de estimação pesquisados economizam nas compras de coisas para si mesmo em detrimento de itens para o animal de estimação. Entre as mulheres esse número passa dos 45%.

Outros números da pesquisa:

  • 30,6% deixaram de adquirir algum produto ou pagar contas para fazer compras para o pet (aumentando para 37,3% entre os mais jovens);
  • 37,1% deixaram de adquirir produtos de uso pessoal para pagar tratamento de saúde ao animal de estimação, sobretudo os mais jovens (43,4%);
  • 14,8% deixaram de ir a restaurantes;
  • 10,6% deixaram de viajar;
  • 22,8% deixaram de guardar dinheiro para si ou para a família por causa de compras do animal de estimação;
  • 73% já tiveram gastos imprevistos com o animal de estimação (54% relacionados com doenças);
  • 43,8% comprometeram o orçamento ou fizeram dívidas para pagar tratamentos de saúde do
    pet;
  • 14,2% dos entrevistados estão com nome sujo por causa de compras relacionadas ao pet.

Você pode consultar outros números da pesquisa nessa página aqui.

Escolha livre e responsabilidade obrigatória

Você é livre para escolher como pretende gastar o seu dinheiro, mas é o único responsável pelas consequências futuras sobre as suas escolhas.

Ter um animal de estimação não depende apenas do querer. Você precisa avaliar se realmente tem condições para se responsabilizar financeiramente pelo animal por vários anos ou até décadas.

Acredito que não está nos seus planos passar pela situação de ter de escolher entre pagar a escola do seu filho ou pagar um tratamento de saúde que vai salvar a vida do seu cão.

Para ter um animal de estimação é necessário ter uma reserva de dinheiro para cobrir as emergências. É necessário prever no seu orçamento todos os gastos mensais e anuais do animal para evitar surpresas. Seu cão e sua família agradecem por esse tipo de cuidado preventivo.

O ato de adquirir um novo animal de estimação trará junto com ele diversas despesas mensais previsíveis que vão elevar seu custo de vida.

O padrão de vida do seu cão também vai impactar suas finanças. Veja qual seria o seu custo anual para manter gatos e cães de diversos portes seguindo um estilo de vida padrão e um estilo de vida premium.

Para chegar nesses números utilizei essa pesquisa aqui. Os valores foram atualizados pela inflação acumulada entre a publicação original e esse artigo. Os valores mensais foram multiplicados por 12 para que fosse possível encontrar o custo anual.

É claro que nem todos terão os mesmos custos e a tabela acima não reflete todas as realidades possíveis para todos os tipos de família e animais. A tabela acima é apenas um convite para que você crie a sua própria tabela de despesas do seu animal ou do seu futuro animal de estimação.

Existem raças que geram custos maiores que outras. Existem pessoas que pagam plano de saúde para cães, compram brinquedos, alimentação especial, roupas, pagam cuidadores e até fazem festas de aniversário para seus bichos. Os custos são crescentes. Algumas raças de cães e gatos podem viver muitas décadas e os custos com medicamentos, tratamentos e veterinário podem crescer com o tempo.

Consciência antes de fazer comparações frustrantes

Como falei, o importante é fazer escolhas conscientes observando os custos que essas escolhas geram. Uma vez, uma pessoa entrou em contato comigo para reclamar da vida profissional e financeira que tinha.

Ela falava que muitos dos seus colegas de trabalho, que ganhavam igual ou menos que ela, viviam em condições financeiras melhores.

Eles viajavam, comiam em restaurantes diferenciados, compravam pequenos luxos e alguns até conseguiam poupar e investir dinheiro no final do mês. Apesar dela ganhar bem e ter a mesma profissão, o dinheiro dela não dava para nada e nunca sobrava.

Isso já tinha se transformado em uma fonte de frustração profissional e financeira. Ela trabalhava muito e não conseguia aproveitar a vida da forma que seus amigos aproveitavam, muito menos conseguia guardar para ter um futuro melhor.

Bastou alguns minutos de conversa para ela revelar que era apaixonada pelos seus quatro cães de estimação. Fazia questão de destacar que não eram cães, eram seus filhos. Eram cães de uma raça cara e que exigiam muitos cuidados para que pudessem se manter bonitos e saudáveis. Ela destacava que era a mesma raça que muitas celebridades gostavam de criar.

Apesar de ganhar o mesmo salário dos seus colegas, ela fez escolhas diferentes sobre como gastar o próprio dinheiro. Seus cães representavam um custo anual considerável por receberem um estilo de vida “premium”.

O dinheiro que os amigos dela estavam gastando com uma boa viagem no final do ano, com restaurantes e até com a possibilidade de poupar e investir mais, ela estava gastando todos os meses para manter a qualidade de vida sofisticada dos seus quatro cães.

É importante deixar claro que ela não está fazendo nada errado. O dinheiro é dela e ela tem todo direito de gastar esse dinheiro da forma que a faz mais feliz. Quanto a felicidade dos cães, eles são felizes só com a presença e o carinho dela. Não precisam de nada que não seja o básico para se sentirem satisfeitos com a vida.

Cães precisam de pouco para se sentirem satisfeitos com a vida

O erro está em não ter consciência sobre suas decisões financeiras. O erro está nessa ignorância sobre o destino do próprio dinheiro, que logo se transforma em queixas, reclamações, descontentamento com a vida profissional e financeira.

Devemos ter consciência das decisões que tomamos e dos seus custos. Isso permite levar uma vida feliz com os resultados que estamos colhendo, sem comparações depressivas entre a vida que escolhemos ter a vida que as outras pessoas escolheram ter.

As decisões sobre como gastar nosso dinheiro são livres. O que teremos como resultado dessas escolhas são de nossa responsabilidade.

By |31/10/2017|Categories: Consumo|129 Comments

About the Author:

Leandro Ávila é administrador de empresas, educador independente especializado em Educação Financeira. Além de editor do Clube dos Poupadores é autor dos livros: Reeducação Financeira, Investidor Consciente, Investimentos que rendem mais, e livros sobre Como comprar e investir em imóveis.

129 Comments

  1. Anderson 31 de outubro de 2017 at 13:42 - Reply

    Excelente post… eu estava a procura de orientações nesse sentido, pois ao mesmo tempo que desejo adquirir meu rotweiller, um cão de grande porte, também preciso poupar, e no momento não é possível conciliar as duas coisas. No futuro, quem sabe, depois de um período acumulando possa finalmente ter meu bichinho com mais tranquilidade.

    • Leandro Ávila 31 de outubro de 2017 at 13:59 - Reply

      Oi Anderson. Parabéns por refletir antes de tomar a decisão, avaliando a sua realidade presente e os seus planos para o futuro.

      • Suelen 31 de outubro de 2017 at 18:03 - Reply

        Ótimo artigo, Leandro.Adotei um cachorro muito fofo, tenho gastos com ele, mas aprendi a economizar bastante.Obrigada pelas dicas!

  2. fab 31 de outubro de 2017 at 14:00 - Reply

    Banho e tosa para GATO? Isso non ecziste! Minha gata é praticamente autolimpante, apenas uma vez por ano eu dou um banho nela com sabonete neutro e pronto.

    • Leandro Ávila 31 de outubro de 2017 at 15:04 - Reply

      Já tive uma gata e como morava em apartamento os banhos não eram frequentes e dados em casa mesmo. Como falei no artigo existem múltiplas realidades e eu apenas atualizei uma pesquisa feita por uma revista.

  3. simitar 31 de outubro de 2017 at 14:03 - Reply

    Olá Leandro,

    procurei no seu artigo e na fonte em que você pesquisou, o que considerar “grande” ou “pequeno” em relação ao porte. Acho importante levar isto em consideração, assim como tudo que se quer dimensionar tem sua unidade / referência, Aqui não deveria ser diferente.

    Muito subjetivo para se levar a sério como cálculo. Mas, enfim, valeu para refletir.

    Abraços

    • Leandro Ávila 31 de outubro de 2017 at 15:08 - Reply

      Oi Simitar, não faço ideia de como o autor do conteúdo que utilizei como fonte classifica o que é um cão pequeno, médio ou grande e acredito que isso não faz muita diferença. A ideia do artigo é convidar o leitor que tem animal de estimação a fazer a sua própria avaliação. Quem pretende ter um animal e tem amigos com animais deveria convidar esse amigo e fazer essa avaliação. Certamente os valores envolvidos não dependem só do tamanho do animal. A raça do animal, o bairro onde a pessoa mora e os custos dos prestadores de serviço locais também interferem. O próprio comportamento do dono do animal interfere. Existem pessoas que encaram o animal de estimação como um animal de estimação enquanto outras encaram os animais como se fossem filhos, netos, etc.

  4. João 31 de outubro de 2017 at 14:16 - Reply

    O erro já começa ao pagar por um cachorro quando se pode adotar em feiras e abrigos.

    • Leandro Ávila 31 de outubro de 2017 at 15:12 - Reply

      Creio que no caso dessa pessoa que conversei isso não seria possível. Ela gosta muito da raça que as celebridades adotaram e adora fotografar seus animais para por nas redes sociais. O pobre cão do abrigo não traria o mesmo prestígio. Aí fica uma nova reflexão: até que ponto as pessoas compram animais de raças caras por gostarem da raça? até que ponto não estão comprando animais caros da mesma forma que compram produtos de marcas caras?

  5. Victor Henz 31 de outubro de 2017 at 14:19 - Reply

    Ola Leandro – gosto de seus artigos, mas algumas comparacoes neste artigo nao fazem muito sentido.

    Animais de esimacao eh algo que encontramos em todas as faixas sociais, em grande proporcao… ja o ensino particular nao.
    Comparar por exemplo o volume de dinheiro gasto com ensino privado com gastos no mercado pet, passa a mensagem que estamos gastando mais dinheiro com nossos gatos e cachorros do que com nossos filhos… e isso nao eh verdade ja que a maioria dos brasileiros estuda em escolas publicas e esta mesma maioria tem animais de estimacao.

    O correto eh sempre tomarmos a decisao certa ao gastarmos nosso dinheiro, mas fico imaginando voce fazer uma tabela com os gastos anuais com nossos filhos…. qual seria a decisao? Nao ter filhos? Viver a vida eh muito mais que dinheiro.

    • Leandro Ávila 31 de outubro de 2017 at 15:24 - Reply

      Oi Victor. Agora eu fiquei imaginando por qual motivo você me imaginou fazendo tabelas de gastos com filhos e recomendando as pessoas a não terem filhos em um artigo onde falei sobre animais e não sobre filhos. Em nenhum momento eu recomendei não ter animais, em nenhum momento no artigo eu disse que a vida é só dinheiro. Eu acredito que as pessoas mais pobres, que possuem filhos nas escolas públicas, não possuem condições de participar ativamente do mercado bilionário voltado para os pets. Creio que fora dessa pesquisa existem muitos cães e gatos que se alimentam de restos de comida e que não podem acessar serviços de saúde para animais (veterinários). Os números que mostrei no artigo são apenas curiosidades, com suas devidas fontes, com o objetivo de incomodar as pessoas para que elas façam suas próprias reflexões.

  6. Guilherme 31 de outubro de 2017 at 14:19 - Reply

    A inconsciência é um grave problema da humanidade. Afeta todas as searas pessoais: financeira, psicológica, relacionamento, alimentar, saúde, humor etc.

    Gastos com pet são só a ponta do iceberg.

    Deveria ser obrigatória a reflexão mensal sobre como estamos levando nossa vida e o que poderia ser feito para mudar. Em todas as áreas.

    • Leandro Ávila 31 de outubro de 2017 at 15:27 - Reply

      Oi Guilherme. Provavelmente a falta de consciência e a ignorância são as origem de todas as misérias humanas. Uma reflexão constante sobre tudo que estamos fazendo, sobre nossas decisões, nosso estilo de vida, seria muito produtivo. As pessoas reclamariam muito menos, elas se sentiram mais responsáveis pelos frutos que estão colhendo. Elas iriam parar de buscar culpados externos. Muitos que acreditam sofrer problemas financeiros e atribuem isso a falta de dinheiro, na verdade estão sofrendo de outros problemas e a falta de dinheiro para fazer o que querem fazer é apenas um efeito colateral de outro problema.

  7. Louis 31 de outubro de 2017 at 14:20 - Reply

    A maioria dos brasileiros dizem odiar matemática. Está aí a principal razão para frustrações financeiras. Não sabem fazer contas.

    • Leandro Ávila 31 de outubro de 2017 at 15:32 - Reply

      Oi Louis. Dizem que dinheiro não leva desaforo. Ele é regido pelas leis da matemática. Todos gostariam de ter muitos bichinhos, a questão é saber quantos você realmente pode ter.

  8. Thiago 31 de outubro de 2017 at 14:20 - Reply

    Oi Leandro, mais um excelente artigo, também gostaria de ter um cachorro, mas ao colocar na conta do lápis e vendo o quanto tenho trabalhado, decidi que esse não era o melhor momento. Meu foco atual está em meu planejamento financeiro para chegar na tão sonhada independência financeira. Abraços!

    • Leandro Ávila 31 de outubro de 2017 at 15:34 - Reply

      Oi Thiago. Certamente o seu futuro cachorro ficará mais feliz se você tiver mais feliz, tranquilo e com tempo livre para brincar com ele.

  9. Mayara 31 de outubro de 2017 at 14:21 - Reply

    Muito legal você tocar nesse ponto. Eu tenho três cachorros, todos foram adotados. Sempre tivemos amor pelos bichinhos mas mantemos um padrão de vida simples para eles, da mesma foram que é a nossa. Damos o básico e não o luxo. O carinho para eles já é luxo numa vida corrida como a nossa! Para a gente bicho nunca foi sinônimo de status. Sabemos que temos que ter um dinheiro para pagar veterinário se necessário (como já foi), remédios, etc. Temos consciência do custo que esses amiguinhos nos trazem. Tudo na vida tem que ter equilíbrio. Obrigada pelo artigo!

    • Leandro Ávila 31 de outubro de 2017 at 15:35 - Reply

      Parabéns Mayara. Tenho certeza que eles são felizes com o básico e com o seu carinho.

  10. MICHEL 31 de outubro de 2017 at 14:24 - Reply

    Muito bom o texto Leandro!
    Segue um elogio a respeito dos seus ultimos textos:
    Eu sinto que você mudou um pouco o estilo de escrever, parece que está mais claro e simples e didático.
    Não sei se você mudou sua forma de escrever e estruturar o texto, ou se é apenas uma impressão minha rsrs, mas estou gostando muito.
    E quanto ao tema em si, infelizmente nós somos uma população que vive de impulso, fazendo compras por impulso, e infelizmente os pobres animais PET acabam sendo vitimas da nossa compulsão EMOCIONAL mais do que RACIONAL em TER. Muitas pessoas quando querem um animal de estimação usam o mesmo raciocínio que usam para compra um carro novo, uma roupa nova ou qualquer outro superfulo (eu gostei dele;achei o animal “bonitinho”; vamos nos dar muito bem; como ele é pequeno quase não vai comer e então não vou gastar muito com ração;etc)

    • Leandro Ávila 31 de outubro de 2017 at 15:41 - Reply

      Oi Michel. Acredito que muitos usam o mesmo raciocínio. Obrigado pelo retorno sobre o estilo dos artigos.

  11. Marcos Alexandre 31 de outubro de 2017 at 14:34 - Reply

    Excelente Texto (sim com letra maiúscula), acompanho este trabalho, acredito que são importantes e até imprescindíveis muitas orientações passadas aqui, bem como as dicas e indicações de leituras de pessoas do ramo, etc. Você é um cara que compartilha os ensinamentos, levando nós leitores a conhecermos outros excelentes educadores financeiros. Esse é um dos maiores pontos que engradecem seu trabalho, acreditar que as pessoas devem se tornar autônomas em pensar como e quando investir. Parabéns!

  12. zanini 31 de outubro de 2017 at 14:40 - Reply

    Desvenda de forma real o conto de fadas que não é ter um PET
    Contra fato não há argumentos! Post é de uma clareza solar

    • Leandro Ávila 31 de outubro de 2017 at 15:44 - Reply

      Obrigado Zanini. Nada contra ter animais de estimação. Sou contra a falta de consciência sobre as próprias decisões que depois resultam em reclamações, queixas, problemas e insatisfações sobre a vida financeira.

  13. teste 31 de outubro de 2017 at 14:46 - Reply

    teste

  14. Nara 31 de outubro de 2017 at 14:57 - Reply

    Ótimo artigo Leandro! Parabéns!. Reforçou ainda mais a minha decisão de não ter bichinhos, ao menos por enquanto!

    • Leandro Ávila 31 de outubro de 2017 at 15:49 - Reply

      Oi Nara, as vezes desejamos ter uma coisa e não avaliamos se podemos e se devemos. Nem tudo que desejamos, podemos. Nem tudo que desejamos e podemos, devemos. É quando o desejo, poder e dever se encontram que temos o momento ideal para realizar. Isso vale para todas as decisões e somente você pode fazer essa avaliação do que deseja, pode e deve fazer. O artigo só convida para uma reflexão sobre o tema.

  15. Luina 31 de outubro de 2017 at 14:59 - Reply

    Fenomenal! Como sempre, dando informações precisas e referenciadas.
    Esse artigo é um tapa na cara e mostra os valores da nossa sociedade através das prioridades que ela elege. Apesar disso ser uma escolha pessoal e cada um ser livre para fazer o que bem entender, podemos claramente ver as consequências negativas e fico feliz em ver que meu pensamento vai no sentido contrário ao da manada.
    Sou muito grata a você por todo conteúdo que incansavelmente disponibiliza aqui. Ele é valiosíssimo.
    Parabéns e muito obrigada.

    • Leandro Ávila 31 de outubro de 2017 at 15:53 - Reply

      Oi Luina. A sociedade que temos é uma consequência das escolhas que ela mesma faz através das decisões individuais de cada pessoa, dentro de cada família.

  16. Fernanda 31 de outubro de 2017 at 15:01 - Reply

    Tenho um cão de pequeno porte. Amo demais, mas que arrependimento do cão…rsrs Além de todos esses gastos (o nosso é nível super premium) ainda tem a “creche”. Já avisei meu marido, cachorro nunca mais!!!!!

    • Leandro Ávila 31 de outubro de 2017 at 15:57 - Reply

      Oi Fernanda, ainda existe essa questão. Muitos casais jovens que trabalham o dia inteiro compram cães e gatos que não podem ficar sozinhos dentro de pequenos apartamentos. É um grande sofrimento para o animal. Ele não entende que o dono foi trabalhar. Ele não entende o que esta fazendo preso sozinhos dentro do apartamento. Para resolver isso surgem as creches para animais e os hotéis que hospedam os animais enquanto os donos estão viajando. Se a pessoa não tem tempo para cuidar, brincar e tratar do próprio animal (por trabalhar o dia inteiro) qual é o sentido de ter um animal? Acabam tendo que pagar alguém para fazer o que elas deveriam fazer.

  17. Andressa Moreira da Silva 31 de outubro de 2017 at 15:09 - Reply

    Excelente! Muito importante dar importância à detalhes sobre gastos que passam “batidos”. Pensei em ter um bichinho neste ano, desisti quando fui ao petshop fazer pesquisa de preço (e olha que o bichano seria um presente)! Nem tudo é tão simples, assim como um carro, o custo de manutenção do pet deve ser considerado! O detalhamento que vc fez foi ótimo, não tinha essa visão tão ampla! Maravilha!

    • Leandro Ávila 31 de outubro de 2017 at 15:58 - Reply

      Oi Andressa. Parabéns por refletir sobre suas possibilidades diante da responsabilidade que é ter um animal de estimação.

  18. Glaucia Vieira 31 de outubro de 2017 at 15:10 - Reply

    Me identifiquei muito com este artigo. Hoje tenho 20 gatos e 5 cachorros todos eles resgatei na rua em estrado precário, amo demais cada um deles mas vou ser sincera e realista o gasto é grande, dava para fazer uma ótima viagem no final do ano. Tive que comprar um terreno do lado da minha casa para aumentar o espaço para eles. Fora os meus animais ainda compro sacos de ração para doar para outras pessoas que tem muitos animais e não tem condições de alimentar. Estou estudando para abrir um negócio de petshop afinal, quero comer a fatia desse bolo também.

    • Leandro Ávila 31 de outubro de 2017 at 16:01 - Reply

      Oi Glaucia. O pior é que muitos desses cães que estão na rua um dia tiveram donos. Já li sobre casos de pessoas que acabam abandonando seus animais por falta de condições financeiras para cuidar ou até falta de tempo. Tem gente que compra animal de estimação como se estivesse adquirindo um objeto, sem pensar sobre a responsabilidade que isso significa. Muitas não sabem que abandonar animal de estimação nas ruas é considerado crime.

  19. OSJ 31 de outubro de 2017 at 15:12 - Reply

    Bem pertinente ao nosso contexto atual, no qual a vida de alguns animais têm sido equiparada (senão considerada superior) à vida humana.

    • Leandro Ávila 31 de outubro de 2017 at 16:05 - Reply

      Oi OSJ, acho que cada um é livre para gastar o próprio dinheiro da forma que achar melhor. Isso inclui dar um estilo de vida humano para animais de estimação. O problema é quando a pessoa faz isso sem ter condições financeiras, quando isso acaba gerando problemas, insatisfações, reclamações e limitações. Nem sempre as pessoas percebem a origem dos seus problemas financeiros.

  20. Juliana Dias 31 de outubro de 2017 at 15:29 - Reply

    Eu passei recentemente por uma situação que me fez refletir esses custos. tínhamos 2 cães, um esteve muito doente e nos deu muita despesa com tratamento e remédios, ainda por cima , em vão (ele faleceu). As dívidas ficaram e a reflexão também. Não teremos outro cão… realmente quando o compramos nao pensamos nesses gastos. Embora amássemos o animal, as despesas nos privaram de muita coisa importante. Mas, no meu caso, manter 1 cão é uma necessidade, a cidade onde moro é muito violenta e o cão é uma proteção a mais nesse sentido. Só não manteria 2 como outrora.
    Excelente artigo, parabéns! Ainda vale refletirmos, além dos animais de estimação, que outros mimos, manias, estilo de vida temos que podem nos afastar de uma situação financeira melhor.

    • Leandro Ávila 31 de outubro de 2017 at 16:12 - Reply

      Obrigado por compartilhar conosco Juliana. Outra coisa que merece uma reflexão é até que ponto se deve prolongar a vida dos animais doentes e que sofrem. Nós que somos humanos temos dificuldade de entender as doenças, temos dificuldade de aceitar o sofrimento provocado pelas doenças, mesmo dotados de inteligência, capacidade de compreensão, muitas vezes ficamos revoltados e não aceitamos problemas de saúde. Imagine o que ocorre com um animal doente que sofre e não entende o motivo do sofrimento. Na natureza não existe sofrimento prolongado quando um animal fica doente. Ele logo para de se alimentar. Os carnívoros param de caçar e a própria natureza faz o que deve ser feito. O homem impede o trabalho da natureza e através dos tratamentos consegue prolongar o sofrimento do animal (pois nem sempre existe cura para suas doenças). É claro que do outro lado alguém lucra com esse prolongamento do sofrimento.

  21. Adriano 31 de outubro de 2017 at 15:32 - Reply

    Realmente de um tempo para cá é demais os mimos com cachorros e gatos, etc. Até carrinhos de bebê para levar os cachorros…No bairro onde resido tem tanto cachorros e de porte grande, que deveria se chamar Bairro dos Cachorros. Basta passar um cachorro na rua que é só latidos. Culpa é somente dos donos que deveriam gastar também para educa-los. A maioria dos proprietários mantem cachorros de raça grande fechados no imóvel somente com o intuito de guardar a casa, enquanto estão viajando. Muitos os possuem só para essa finalidade, de guarda.. Não levo mais meus filhos na praça, por que tem tanta sujeira de cachorro…, falta então educação dos donos. E o bairro onde moro é de classe media alta, mas sem educação dos moradores. Obs.: Já tive cachorro.

  22. Giancarlo Ghisleni 31 de outubro de 2017 at 15:52 - Reply

    Leandro, que artigo genial.

  23. Pedro 31 de outubro de 2017 at 15:55 - Reply

    Vejo as pessoas que leram e não entenderam, e/ou, que não leram, saírem comentando como se o Leandro estivesse recomendando algum “ter ou ter” em relação à pets. Na verdade ele só queria que as pessoas fizessem uma tabelinha e verificassem se estão comprometendo muito dinheiro, ou não, com seu pet. Se você estiver comprometendo 5%, 10%, 15% ou mais da sua renda, você não poderia trocar a marca da ração? Deixar de levar na petshop e dar você banho? … Gente o intuito do texto é somente lhe chamar a atenção para você refletir sobre você, e sobre os seus gastos. Eu não tenho que concordar ou discordar do Leandro, eu leio o que ele escreveu e interpreto isso do ponto de vista educativo, de educação financeira, de criar um senso critico sobre mim mesmo… E por sinal, este é mais um dos excelentes textos que o Leandro escreve com esse objetivo. Obrigado Leandro!

    • Leandro Ávila 31 de outubro de 2017 at 16:22 - Reply

      Oi Pedro. Na verdade se a pessoa quiser gastar toda sua renda com o animal de estimação, não existe nenhum problema. É um direito dela. O que não pode é fazer como a moça que descrevi no artigo. Ela tinha amigos que gastavam dinheiro com eles mesmos e com suas famílias (viagens, restaurantes, objetos de marca, etc). Ela também tinha amigos que conseguiam poupar e investir dinheiro. Só que ela estava reclamando de sua profissão, reclamando da sua situação financeira, reclamando dos seus resultados. O caso do animal de estimação é apenas um exemplo. Imagine a quantidade de pessoas que estão nesse momento reclamando de uma vida cheia de limitações e problemas financeiros que não entendem que suas decisões geram impactos na sua vida financeira. Ter um animal de estimação eleva seus custos de vida. Ter uma coleção de vícios de estimação e manias caras também eleva seu custo de vida. É necessário fazer escolhas. Como reclamar é de graça, as pessoas preferem reclamar quando observam que as outras pessoas podem fazer coisas que ela não consegue fazer. O ideal seria parar por um minuto e observar o custo de vida, as despesas com cada área da própria vida e isso inclui despesas com um estilo de vida premium do animal de estimação.

  24. Celso 31 de outubro de 2017 at 16:14 - Reply

    A reflexão é interessante. O que não entendi são os valores de ração e remédios para combate às pulgas.Os preços das rações são para sacos com 12 a 15Kg, o que alimenta um cão de porte médio por 70 a 80 dias, em media e os remédios (pulga + carrapato) hoje têm validade de ação por 6 meses. Portanto os valores apresentados não me parecem reais. De qualquer maneira concordo plenamente com a avaliação da situação financeira de cada um antes de adotar qualquer animal de estimação. As surpresas, principalmente doenças é que “quebram” qualquer previsão; e ninguém se prepara para elas…

    • Leandro Ávila 31 de outubro de 2017 at 16:27 - Reply

      Oi Celso. Como falei no artigo eu utilizei os dados de uma pesquisa externa e coloquei o link para a fonte. Apenas atualizei os valores da pesquisa pela inflação para atualizar os números. A ideia foi convidar o leitor a fazer sua própria tabela com base na sua própria realidade.

  25. Diego 31 de outubro de 2017 at 16:37 - Reply

    Eu tenho dois cachorros de pequeno porte. A higienização e cuidados básicos são feitos em casa. Eles só vão para o veterinário quando possuem um problema de saúde. São pequenos e possuem pelo curto, é mais fácil de cuidar. Mas dá trabalho, e custa caro. Só o custo com ração e medicamentos básicos, já pesa no bolso. Legal ter os valores estimados. Como eu não levo no Pet, ficaria com um gasto de mais ou menos R$1.500 por cachorro. É uma boa grana.
    E vale frisar que cachorro não tem plano de saúde. Um dos meus teve um problema sério no joelho e não conseguia mais caminhar, nem ira ao banheiro. Teve que ser operado: arredondando, foi uns 3 mil reais. Então, mais uma vez vale a educação financeira: os teus cachorros precisam entrar na conta da tua reserva de emergência.

    A minha dica é, se você não faz muita questão de ter um bicho de estimação, não tenha! Porque cuidar direito de um, custa caro e consome tempo.

  26. Shirlei Cristina de Melo Ferreira Cruz 31 de outubro de 2017 at 16:42 - Reply

    Além do ponto abordado no seu artigo, as pessoas precisam avaliar muito bem antes de tomar a decisão de adotar ou comprar um PET para evitar arrependimentos que depois culminam no abandono no animal. Pior que subestimar os custos, é adquirir o animal por impulso ou o que for e depois arrepender-se e abandonar o bichinho.
    Quanto ao ponto central do artigo, como tudo na vida, adquirir um PET também deve passar pela avaliação cuidadosa de todos os prós e contras. Sem dúvida que gera despesa (por mais frugal que seja o estilo de vida da família, criar um PET com responsabilidade implica sim em despesas). No entanto, há contrapartidas importantes. Estudos mostram ganho em qualidade de vida, em saúde física, mental e emocional, inclusive.
    Alguém certamente vai dizer que esses estudos foram encomendados pela indústria que lucra com os produtos para o mercado PET. Pode ser, que sabe…
    Mas para nossa família os ganhos foram reais. Fizemos uma escolha consciente e adotamos uma linda vira-lata, sem subestimar os custos ou o trabalho e nem mesmo os estragos que a “safadinha” faria até passar aquela fase em que eles comem tudo que veem pela frente! Não nos arrependemos …
    O artigo (excelente artigo) é importante para a reflexão. Seu artigo traz informação, apenas isso. Você não diz que é errado ter animal de estimação, mas sim que, antes de tomar a decisão de ter, é preciso sopesar os prós e contras.

    • Leandro Ávila 31 de outubro de 2017 at 17:40 - Reply

      Oi Shirlei. Obrigado por compartilhar conosco. Com certeza existem ganhos e benefícios com seus custos e responsabilidades.

  27. julio 31 de outubro de 2017 at 16:52 - Reply

    Neste final de semana fui a um shopping em minha cidade e constatei que cães podiam entrar… Fiquei pasmo pois não sabia isso ser possível… Logo depois um funcionário de uma loja me disse que abriram um pet shop dentro do shopping. Bem essa coisa de PET deve ser um bom negocio mesmo hein ??? Saudades do Tamagotchi rsrsrs

    • Leandro Ávila 31 de outubro de 2017 at 17:42 - Reply

      Na cidade onde moro também existes shoppings onde os cães são permitidos. Um até oferece carrinhos, parecidos com carrinhos de bebê para eles.

  28. Rodrigo Galeno 31 de outubro de 2017 at 16:54 - Reply

    Bastante provocativo, no bom sentido, o seu texto, Leandro. Parabéns. Um leitor disse que a vida não é só dinheiro. Acredito que ele tenha dito isso por desconhecer os preceitos da educação financeira, que é pesar o impacto nas finanças das atitudes do dia a dia, das decisões tomadas.Por tal desconhecimento (não apenas dele, mas de uma grande maioria), qualquer coisa que é falado sob a óptica da educação financeira é visto como extremismo por essas pessoas. Elas costumam enxergam as coisas de forma binária, como se o mundo só se dividisse entre “pão-duros” e “esbanjadores”.
    Analisando friamente, financeiramente falando, não é uma boa decisão ter animais, comprar casa própria, ter filhos, casar… mas, como o próprio leitor disse, a vida não é só dinheiro e nós, educadores financeiros (também faço esse tipo de trabalho), sabemos que a vida é muito mais que só dinheiro (o que eles acham que não enxergamos).
    Convido os leitores a lerem o texto mais uma vez, mas pensando que o que foi dito pode não servir para você (ou você não quer que sirva), mas estará ajudando alguém. Um abraço.

    • Leandro Ávila 31 de outubro de 2017 at 17:46 - Reply

      Oi Rodrigo. As pessoas que possuem animais conseguem identificar benefícios. É claro que algumas compram animais como quem compra um objeto, muitas escolhem pela raça assim como alguém escolhe um objeto pela marca, mas quem gosta de animais realmente sente o benefício afetivo/emocional de poder cuidar do animal. Só que isso tem um custo e não é só de dinheiro. As pessoas precisam dedicar tempo, atenção, energia, exatamente a mesma atenção, tempo e energia que poderiam gastar em outras atividades. São escolhas que a pessoa faz e toda escolha precisa ser pensada. Toda decisão tem seu custo, produz consequências. O errado é não avaliar essas consequências antes de tomar a decisão se as aceita ou não.

  29. Cowboy Investidor 31 de outubro de 2017 at 17:09 - Reply

    Excelente texto Leandro.

    Meu colega me disse que tem uma colega que está endividada porque fez um empréstimo de R$ 6.500,00 para comprar um cachorro. Acredito que ela nem fez as contas de quantos vai gastar para manter esse cachorro.

    Abraços.

    • Leandro Ávila 31 de outubro de 2017 at 17:48 - Reply

      Eu não duvido que isso seja comum. É uma pena para o animal que não tem culpa e pode acabar sofrendo. Já para a pessoa que se endividou, talvez a experiência se transforme em bons ensinamentos. É a pior forma de aprender, mas também funciona.

  30. Geovane Paulo Hoelscher 31 de outubro de 2017 at 17:18 - Reply

    Mais uma vez, belíssima explanação sobre os costumes dos seres humanos.

  31. Tiago Melo 31 de outubro de 2017 at 17:51 - Reply

    Oi Leandro sei o que seu artigo é mais no intuito de trazer luz para as pessoas entenderem os custos que existem para criar um animal de estimação, porém eu vou além as pessoas tem substituído os filhos por animais de estimação com a desculpa de que o custo é bem menor o trabalho é bem menor e como podemos ver em seu artigo não é bem assim não, a partir do momento que as pessoas decidem criar animais igual filhos os custos são altíssimos. Fica a reflexão….

  32. Élcio 31 de outubro de 2017 at 17:53 - Reply

    Este artigo é para aquele cara que faz questão de atravessar o oceano com um comprimido de antiácido inteiro dentro da mão fechada.
    Muita mesquinhez. Um cara assim não vive, não viaja, não toma umas cervejas, não faz nada. Melhor morrer mesmo.

    • Leandro Ávila 31 de outubro de 2017 at 18:13 - Reply

      Oi Élcio. Se foi isso que você conseguiu entender ao ler o artigo, é uma pena que você não tenha conseguido entender nada.

  33. JONATHAN 31 de outubro de 2017 at 18:09 - Reply

    Mais um post fantástico….parabéns, sou fã.

  34. Claudio 31 de outubro de 2017 at 19:28 - Reply

    Oi Leandro…venho acompanhado seus artigos e realmente são muito esclarecedores e servem sim de alerta. Em nenhum momento você faz referência que é contra ter os PETS e sim comparativos que deveriam levar aos leitores a refletirem sobre melhorar a vida e a educação dos filhos e da família em detrimento aos gastos com animais. Infelizmente a maioria não tem essa consciência e sofre no futuro. Tenho 3 (três) filhos e a maior de 6 (seis) anos vive pedindo um bichinho. Mas a prioridade agora não são bichos e sim a educação e saúde da minha família. Em relação ao objetivo futuro que é a independência financeira, pelas minhas contas chegará com 55 anos, daqui a 8 anos exatamente. Obrigado pelos artigos !!!

  35. Sandro 31 de outubro de 2017 at 19:31 - Reply

    Valeu Leandro! Belo convite à reflexão… e obviamente não se resume aos ‘pets’. Gracias!

  36. Marcia 31 de outubro de 2017 at 21:48 - Reply

    Leandro,
    Esse artigo é ótimo para conscientizar que adquirir um animal de estimação não é simplesmente comprar um e levar para casa. O bichinho necessita de cuidados: boa alimentação, clínica veterinária, pet shop, dedicação e etc. Além disso, quem compra, fomenta a indústria de produção, enquanto tantos outros são abandonados à própria sorte, sem chance de adoção, o que é muito triste de se ver.

    • Leandro Ávila 31 de outubro de 2017 at 22:24 - Reply

      Oi Marcia. Quem realmente gosta de animais poderia buscar os que realmente estão precisando da adoção.

  37. Claudia 31 de outubro de 2017 at 21:57 - Reply

    Ótimo post. Tenho um cachorro que adotei ciente das despesas, mas nunca estamos totalmente preparados para os imprevistos. Acho que vou começar a pensar num fundo de emergência pet : ).

    • Leandro Ávila 31 de outubro de 2017 at 22:25 - Reply

      Parabéns Claudia. Esse fundo oferece proteção para o equilíbrio das suas finanças. Se ocorrer algum problema, alguma urgência, você terá recursos sem depender de dívidas.

  38. Adriana Velozo 31 de outubro de 2017 at 22:12 - Reply

    Realmente não apenas os pets podem gerar gastos que erroneamente não se previu. Toda escolha exige uma renúncia e estar preparado tanto financeiramente como emocionalmente é primordial. Claro que é possível ter seu animalzinho de estimação desde que essa escolha esteja dentro da nossa realidade. Se houver planejamento, tudo é possível. Ótimo artigo. Aprendendo sempre.

    • Leandro Ávila 31 de outubro de 2017 at 22:26 - Reply

      Oi Adriana. Exatamente. Com planejamento e decisões conscientes tudo é possível.

  39. Marcus 31 de outubro de 2017 at 22:20 - Reply

    Raça não trás felicidade, fora que a maioria desses animais vendidos são provenientes de explorações de outros animais que somente servem para dá crias. Tenho três animais SRD e não faço questão de te animais de “raça”.

  40. Victor Pinto 1 de novembro de 2017 at 0:39 - Reply

    Ótimo texto. Vale até a reflexão para querer entrar no outro time e empreender no mercado de pet. “Enquanto uns choram, outros vendem lenços”

  41. Adauto 1 de novembro de 2017 at 0:40 - Reply

    Parabéns Leandro por mais um excelente artigo.
    Recentemente minha prima me disse que havia feito um convênio para o seu cachorro com direito a veterinario e até um funeral, onde o cão é cremado e as cinzas enviadas a familia em uma linda caixinha com a foto do cão desenhada.
    O curioso foi o marido dela me dizer no mesmo dia que precisava fazer uma pequena reforna no banheiro e precisava fazer um empréstimo….
    Eu tenho um cão médio que meu filho unico de 6 anos praticamente tomou da vó dele quando ela ganhou e não tinha paciencia pra cuidar…e por ser uma ótima companhia pra ele.
    É importante mencionar o enorme gasto um cão tem com limpeza do quintal no meu caso, tenho que lavar todos os dias e usar bastante desinfetante pra aliviar o mau cheiro da urina.minha conta de agua aumentou uns 20% com isso.
    Sem contar as inumeras meias que ela rasgou, das mangueiras de jardim que comeu e por ai vaiiiiii.
    Mas nós amamos muito esse cão e nem sei como meu filho ficaria se esse cão viesse a morrer.

    • Leandro Ávila 1 de novembro de 2017 at 6:39 - Reply

      Oi Adauto. Obrigado por compartilhar conosco. Uma vez li que os bichos de estimação costumam ser a primeira experiência de muitas crianças com a perda/morte e que se a experiência for bem conduzida pelos pais pode ser benéfico para ela.

  42. Suzimara Possenti 1 de novembro de 2017 at 0:44 - Reply

    Perfeito!!!!! Com certeza o povo acha qualquer desculpa para justificar compras para manter aparência de rico. Igual comprar roupas de marca para postar nas redes sociais.
    Triste é ter que ouvir reclamações das pessoas sobre o quanto o bichinho da moda custa, e pior ainda é ver os casos em que os animais são abandonados ou maltratados. Acho que é primordial planejar e verificar se a pessoa tem condições financeiras e espaço adequado antes de comprar um animal de estimação, pois são seres vivos e não brinquedos. Eu não tenho e nem pretendo ter animais de estimação. Já tive no passado, já sofri quando morreram, não quero mais passar por isso.
    Aguardando as pedradas em 3, 2,1…

    • Leandro Ávila 1 de novembro de 2017 at 12:49 - Reply

      É isso mesmo Suzimara. O curioso é que as pedradas que recebo nesse tipo de artigo é sempre das mesmas pessoas. Elas usam nomes falsos, emails falsos, mas o sistema me permite saber que são exatamente as mesmas pessoas. Eu tenho pena, pois são pessoas que poderiam dedicar o tempo delas na internet acessando conteúdos que elas realmente gostam. Talvez continuam aqui por terem alguma fé de algum dia conseguirem entender sobre isso que você mesma acabou de falar nos seus comentários.

  43. Cristina Oliveira 1 de novembro de 2017 at 6:37 - Reply

    Adoro seus textos e suas respostas nos comentários ! Parabéns pelo trabalho!!

  44. Simplicidade e Harmonia 1 de novembro de 2017 at 7:47 - Reply

    Leandro,

    Assustadores os números iniciais do seu post. Refletem bem a falta de educação financeira reinante no Brasil.

    Como você disse em um dos comentários (sobre comprar um cachorro caro para postar nas redes sociais), talvez o principal objetivo dessa compra seja a ostentação, assim como ocorre com roupas, carros, celulares, etc.
    Conheço uma moça que comprou um yorkshire e postou em uma rede social uma foto do cachorro dentro de uma bolsa muito cara
    da marca L…. …on.
    Fico me perguntando: qual é o objetivo disso?

    Eu convivo com cães desde que nasci, então minha afinidade com eles é enorme. Atualmente tenho 5 cães – 2 resgatados de rua. Todos SRD.
    As despesas e o trabalho são grandes, mas como você disse no final: eles não precisam de muito para sentirem-se felizes e satisfeitos.
    Os meus vivem muito bem com o básico: casinhas, banhos caseiros, comida caseira, alguns brinquedos, consultas anuais e consultas em casos de emergência.
    O que eles mais querem é a nossa companhia e os cuidados básicos – simples assim.

    Acredito que temos muito a aprender com eles…

    Abraços,

  45. Robson 1 de novembro de 2017 at 8:01 - Reply

    Leandro, além do óbvio aprendizado aqui, parabenizo vc pela coragem de abordar esse tema. É um daqueles que é polêmico, mas foi tratado com cuidado e respeito. Continue assim levantando estas questões sobre os temas do nosso dia-a-dia. Muitas vezes precisamos de algo assim para perceber o que está acontecendo.

  46. Bruno 1 de novembro de 2017 at 9:57 - Reply

    Parabéns pelo artigo. O que falta no brasileiro é consciência financeira e isso vale para tudo. Infelizmente o apelo emocional pelos animais fazem que seus donos acabem perdendo a razão, muitas vezes deixando de realizar um tratamento médico ou odontológico em detrimento do animal, prejudicando a si mesmo ou seus próprios filhos. Lógico que nesse momento as pessoas acabam colocam a culpa no estado, assegurando o direito a saúde. Tudo é uma questão de prioridade e consciência, uma das coisas que só se resolve com EDUCAÇÃO. Nada contra os animais, adoro bichos de estimação.

    • Leandro Ávila 1 de novembro de 2017 at 12:20 - Reply

      Oi Bruno. Culpar aquilo que é externo acaba sendo uma forma de fugir da responsabilidade pela mudança interna. Obrigado pelo comentário.

  47. Eleonora Vieira dos Santos 1 de novembro de 2017 at 10:20 - Reply

    Muito bem abordado o assunto.
    Como já foi dito nas postagens anteriores, grande parte da população compra por impulso, é um carro de luxo que não pode manter, é uma bolsa/roupa/sei lá o quê de grife, que custa muito mais do que podem pagar e assim vai…… Entrar no cheque especial faz parte, pagar o cartão no rotativo também. E esses excessos, porque se não podem bancar É EXCESSO acabam deixando as pessoas na maior parte do tempo tristes e infelizes, porque a alegria que este tipo de prazer provoca dura poucos minutos, poucas horas, poucos dias….. e a dívida fica, os juros sobre juros são implacáveis. Necessário uma reflexão consciente destas pessoas.

  48. Gilberto Rig. 1 de novembro de 2017 at 11:07 - Reply

    É o custo da humanização dos animais. Será que um cachorro, por exemplo, com roupas, enfeites, perfumes, etc, é mais feliz que um outro que não tenha nada disso mas também é tratado com carinho e respeito?

    • Leandro Ávila 1 de novembro de 2017 at 12:39 - Reply

      Cães e gatos só precisam do mínimo para se sentirem felizes e realizados. Nós somos diferentes. Nascemos ocos e precisamos preencher essa incompletude, esse vazio com valores, virtudes e sabedoria. Só que isso dá muito trabalho. É tarefa para uma vida inteira. Então aparece alguém vendendo a roupa especial, o enfeite exclusivo, o perfume único, o cão da raça rara, e com essas coisas vamos buscando um atalho para preencher esse vazio, para que possamos ficar parecidos com alguém de valor, sem ter nada de valor por dentro. Trabalhamos a vida inteira para acumular quinquilharias de todos os tipos na nossa casa e nada de preencher esse vazio.

  49. Cris 1 de novembro de 2017 at 11:34 - Reply

    Interessante.. refleti sobre isso recentemente quando nosso gato ficou doente e gastamos uma grana entre consultas veterinárias, exames e remédios. Usamos nossa reserva de emergência, mas pensei em todas as pessoas que não a possuem e que nessas situações extremas veriam seu bichinho morrer ou fariam empréstimos abusivos. Planejamento é a palavra chave. Obrigada pelo texto.

  50. Marci 1 de novembro de 2017 at 11:49 - Reply

    Muito bom Leandro, Sempre acompanho seus posts. Minha filha de 8 anos é doida para ter um cão, (o irmão dela de 17 anos teve vários pets, sempre por pouco tempo) no caso da minha filha, venho relutando há 8 anos, mesmo morando em casa e tendo quintal grande pois sei da responsabilidade e dos gastos dos bichos, além da questão de liberdade de poder fazer uma viagem sem se preocupar com quem deixar os pets. Hj estou convicta que nunca teremos, pois não me vejo mesmo gastando com os bichos, e sei que depois que a pessoa adquiriu um pet e se apega emocionalmente realmente muitos gastam pequenas fortunas com tratamentos de saúde, como no caso de alguns amigos que tenho que tiveram que desembolsar valores significativos. (trabalho em um hospital, e já vi amigos pagando cirurgia de cão mais caras do que os preços que praticamos para cirurgias de pessoas) Claro, isso serve para mim, cada um sabe o destino que dá ao seu dinheiro e se tem condições de ter e bancar o bicho que ótimo…
    abs

    • Leandro Ávila 1 de novembro de 2017 at 12:42 - Reply

      Oi Marci. Parabéns por refletir sobre essas questões. Não podemos esperar esse tipo de reflexão de uma criança de 8 anos. Certamente na fase adulta ela mesma poderá refletir sobre tudo isso e tomar a decisão consciente de comprar ou adotar seu próprio animal de estimação assumindo 100% da responsabilidade sobre ele.

  51. Tati 1 de novembro de 2017 at 12:41 - Reply

    Um casal de amigos aqui na Califórnia comprou um Doberman uns meses atrás.
    Semana passada o cão comeu uma meia e teve que ir ao veterinário pra removê-la. Custo do imprevisto: US$ 3.000 só a cirurgia, sem citar o que já foi gasto desde que adquiriram o pet.
    O salário mínimo aqui é US$ 10 por hora.
    O aluguel na casa que eu morava era US$ 1.500 por mês.
    Eu e meu marido gostamos de animais? claro! Se vamos ter um? Espero que nunca.

  52. Fábio Bastos 1 de novembro de 2017 at 13:14 - Reply

    Leandro, parabéns pelo artigo, algumas pessoas talvez estejam querendo enviar seu nome para a Sociedade Protetora de animais….
    As pessoas precisam entender o que realmente irão priorizar para a vida delas, e logicamente suportar as consequencias dessas decisões. Ter ou não um pet, não é o X da questão, até porque precisamos identificar que alguns possuem cães para guarda pessoal, ou até mesmo para “preencher” um vazio na vida, os cães guias não podemos mencionar, pois são os olhos para algumas pessoas. O grande problema é que as pessoas não tem ideia o quanto eles custam ao longo da vida, novamente teríamos que abordar o que é pequeno, médio e grande porte, pois embora os cães maiores tenham um maior custo anual, os menores, tendem a viver alguns anos a mais. Tenho certeza que sua ideia é alertar os custos que muitos possuem e nem sequer cogitam colocar nas contas antes de adquirir um novo amigo. Ter cães, ter gatos, ter passáros ou até mesmo ter filhos, deveria ser planejado, logicamente se for possível.

    • Leandro Ávila 1 de novembro de 2017 at 14:26 - Reply

      Se as pessoas refletissem sobre a responsabilidade que é ter um animal antes de comprar, a Sociedade Protetora de Animais teria menos preocupações. Muitos acabam abandonando cães e gatos nas ruas ou até maltratando por não terem refletido antes de comprar ou adotar. Quem realmente são gosta deste tipo de artigo e qualquer artigo que convide as pessoas a refletir são aqueles que lucram com a compra por impulso, com a ignorância das pessoas diante do consumo.

      • Fábio Bastos 1 de novembro de 2017 at 15:05 - Reply

        Concordo plenamente com você, as instituições que cuidam dos animais abandonados estão cada vez recebendo mais e mais.

  53. Maíra 1 de novembro de 2017 at 14:41 - Reply

    Tenho uma planilha financeira para meus 3 pets (1 cachorra de 15 anos, um gato de 3 anos e outra cachorra de 10 anos), é difícil, são muitos gastos, procuro comprar ração pela internet (que é muuuuito mais barata) e de boa qualidade para que não fiquem doentes, o total de gastos deles este ano até hoje foi de R$ 3.564,04. Gastei mais que o normal no último mês pois tive despesas com veterinário, exames e remédios. Procuro pechinchar, não pretendo ter mais animais de estimação, eles trazem muitas alegrias, mas também muita responsabilidade e despesas. Hoje mesmo fiz uma compra bem grande de ração pela internet aproveitando que o site estava em black friday (realmente estava mais barato, comparei os preços).

    • Leandro Ávila 1 de novembro de 2017 at 17:42 - Reply

      Oi Maíra. Obrigado por compartilhar seus números conosco e pela dica sobre a importância de pesquisar na internet.

  54. William James 2 de novembro de 2017 at 10:59 - Reply

    Olá, Leandro!

    Olha, gostei muito da matéria. Um problema que me aflige é perceber o quanto as pessoas são irresponsáveis com a posse de seus bichos de estimação. O fator financeiro é um dos principais motivos de abandono de animais. O que, além de ser crime, traz problemas de saúde pública, como as zoonoses, e onera os cofres públicos para lidar com as questões de animais em situações de abandono e com o seu controle de maneira ética. Quando alguém me fala que está pensando em comprar um animal, falo logo da responsabilidade que é, do quanto trabalho dá, do tempo que exige etc. O seu artigo me fez acrescentar mais um argumento sobre essa conscientização a respeito da posse responsável. De maneira lógica e bem fundamentada, posso agora fazer a pessoa refletir no quanto terá de gastar e em como é importante amadurecer essa questão. Agradeço a você por nos auxiliar em nossa educação financeira. Por fim, sempre deixo uma recomendação para aqueles que queiram um animal de estimação e que, de fato, possam desempenhar uma posse responsável: adotem! Prefiram a adoção à compra. Em geral, os cães sem raça definida são mais saudáveis por conta de sua variabilidade genética, pela exposição que tiveram a diversos fatores hostis nas ruas (e sobreviveram), além de serem muito gratos por receberem um lar com carinho e proteção. Grande abraço.

    • Leandro Ávila 3 de novembro de 2017 at 18:10 - Reply

      Oi William. Obrigado pelo seu comentário. A responsabilidade sobre nossas decisões é a base mais importante.

  55. Oscar Henrique CS 2 de novembro de 2017 at 20:27 - Reply

    O custo ainda é bem maior que o apresentado, pois, no meu caso, e de muitos donos que amam seus bichinhos, têm os elevados gastos com operações, medicamentos pós cirúrgicos caríssimos e, no caso de falecimento, o enterro ou a cremação.
    Contudo, os proprietários podem ficar tranquilos… Afinal, as clínicas veterinárias aceitam cartão de crédito, basta que tenham bom limite disponível para este fim (rs).

    Nota:- Não sou veterinário, sou bancário.

    Oscar Henrique

  56. Anderson Cunha 3 de novembro de 2017 at 9:58 - Reply

    Tenho um mini coelho. os gastos de aquisição de um coelho são altos. eu é minha esposa compramos um mini coelho da raça American Fuzzy Lop compramos em uma criadora na região metropolitano de Curitiba. com o mini coelho foi R$140,00. com gaiola para ele foi R$180,00. ração pacote de 5kg foi R$18,00 dura 2 meses.pacote de alfafa R $7,00 dura dois meses damos pouco a ele. outras utensílios fora mais uns R$ 150.00 como bebedouro. alicate para apararar as unhas. rasqueteira para pentear desembaraçar pelo. tesoura sem ponta comum para cortar pelo, porta feno.e brinquedos de madeira. roupa e coleira guia.
    gastamos o que pensávamos que devia gastar.
    entre o que compramos roupa e coleira guia. agente foi estúpido por que o coelho não é para viver como cachorro. porém tem gasto inicial alto.
    depois com o passar dos dias gastamos em torno de R$40,00 por mês com ele. compramos verduras. frutas. ração a cada dois meses. pego a casa dois dias capim a ele em um bosque perto de casa isso economiza ração. e fora isso limpo sempre a casinha dele que gasta pouco com serragem é pó higiênico o que faz nunca ficar doente e nunca termod levado ao veterinário.
    coelho é excelente ter porém tem muito custo inicial alto. deve ser bem planejado pós ele requer mais cuidados que gato é cachorro por exemplo.

    • Leandro Ávila 3 de novembro de 2017 at 18:23 - Reply

      Oi Anderson. Obrigado por compartilhar sua experiência com a criação do seu coelho.

  57. Alberto 3 de novembro de 2017 at 10:34 - Reply

    Olá Leandro, excelente post!

    Tenho um pequeno cão, e como sou leitor assíduo de seus ensinamentos, não foi preciso aguardar um post seu, tratando deste assunto, para poder colocar em prática os cuidados financeiros que se deve ter no momento de avaliar os custos com o pet, uma vez que, tomada a decisão consciente, de se adquirir um animal de estimação, o aumento de passivo é inevitável. Para evitar custos exorbitantes e sobretudo desnecessários, abri uma nova classificação de custos/despesas em meu budget, denominada custos com pet, estabeleci percentuais mínimos, considerando apenas os itens básicos, para a manutenção da boa saúde do animal, e posteriormente ir lapidando com a redução destes custos. Interessante que, no início, comprava rações de custos mais elevados, onde se paga bem mais pelas embalagens, do que o produto propriamente dito, e brinquedos caros, porém, pude, através de pesquisas, encontrar a mesma ração vendida a granel, o que me proporcionou uma redução de custo significativa, quanto aos brinquedos, na internet, foi possível aprender como fazer brinquedos muito legais utilizando garrafas pet e outros materiais recicláveis, para otimizar e melhor a margem de despesas, os banhos em pet shops foram substituídos para banhos domésticos.

  58. Andre 3 de novembro de 2017 at 20:54 - Reply

    Estranho! Na minha infância, década de oitenta, lembro-me que ter um cachorro não dava praticamente gasto nenhum e eles viviam por anos muito bem e felizes. Hoje, para traçar um paralelo, quando estive numa clínica veterinária, fiquei observando os cartazes de produtos recomendados afixados na parede e cheguei a conclusão que se fosse adquirir todos aqueles produtos teria que deixar meu salário inteiro lá. Aí pensei como encareceu ter um animal de estimação hj ou sera q tem uma grande indústria que precisa sobreviver. As coisas mudaram.

    • Leandro Ávila 10 de novembro de 2017 at 18:32 - Reply

      Oi Andre. No passado até as crianças geravam menos despesas. Basta observar os brinquedos que existem hoje e os do passado.

  59. Bruna M. 3 de novembro de 2017 at 20:57 - Reply

    Oi Leandro, excelente artigo. Tenho um cachorro de 9 anos que já precisou de muitos tratamentos de saúde e sei quanto pode sair caro.
    Aqui em casa, além do valor mensal gasto com ração, banho e tosa (ele não vai toda semana), temos uma reserva para veterinário. É um valor considerável para manter nosso amigo com a saúde em dia. Acredito que se muitas pessoas fizessem esse cálculo antes, talvez não comprariam um bichinho por impulso. Vc citou brevemente o caso dos cachorros “que as celebridades” têm e vejo muito isso tb, ter cachorro da raça X ou Y virou sinônimo de status.

    • Leandro Ávila 10 de novembro de 2017 at 18:33 - Reply

      Oi Bruna. É quando o animal se transforma em um objeto como uma bolsa da moda. Não deveria ser assim.

  60. JOELIO RODRIGUES BRANDAO 6 de novembro de 2017 at 20:07 - Reply

    Estou pegando o barco atrasado, mais a questão de ter um pet não é tanto o dinheiro e sim ter responsabilidade por uma vida eu tenho 8 comeias de abelhas nativas, tenho 6 codornas , galinhas, patos um coelho uma gata e amo a todos e posso garantir não gasto o que esta na tabela para um gato. Toda questão é complexa tudo depende de onde mora etc e etc.

    • Leandro Ávila 10 de novembro de 2017 at 18:35 - Reply

      Oi Joelio. Galinhas, abelhas, codornas, patos podem até ajudar na renda familiar.

  61. Thiago 7 de novembro de 2017 at 12:33 - Reply

    O legal é que algumas instituições de ação estão se preocupando com isso tbm, para fazer uma adoção resonsável perguntam sua renda e questiona se vc vai ter dinheiro para manter o pet bem e possiveis emerencias dele, tomara que cada vez mais pessoas tomem conciencia disso, todos saem ganhando com isso, inclusive os pets.

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