É possível ser feliz sendo pobre

Hoje vamos debater a questão “É possível ser feliz sendo pobre?”. Na sociedade urbana precisamos de uma quantidade mínima de dinheiro para satisfazer necessidades básicas como alimentação, saúde, segurança etc.

Quando temos dinheiro podemos evitar o sofrimento provocado pela fome, sede, dor e doença através de um tipo de prazer que a psicologia chama de “prazer negativo”, ou seja, um prazer produzido pelo fim de um sofrimento.

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Com dinheiro podemos satisfazer necessidades básicas produzindo prazer negativo que nos leva a um estado de equilíbrio (sem fome, sem sede, sem dor).  Uma pessoa que vive na miséria total não consegue atingir este estado e isto gera sofrimento e por consequência infelicidade.

Já os prazeres positivos não derivam do fim de uma dor anterior. Exemplo: prazer de aprender, estudar, assistir um filme, ler um livro, praticar um esporte, ouvir uma música ou tocar um instrumento, conhecer novos lugares, conversar com amigos, conviver em família e e se relacionar sexualmente com outra pessoa. Todos são exemplos de situações prazerosas positivas, que não dependem de um sofrimento prévio.

Assista um interessante vídeo do psiquiatra Flávio Gikovate respondendo a pergunta: É possível ser feliz sendo pobre?


Você precisa ser rico?

Você não precisa ser rico para encher sua vida de prazeres positivos que geram satisfação e felicidade. Observe a felicidade das crianças diante de novas experiências e quando superam algum desafio.

O nível de felicidade das pessoas não cresce proporcionalmente a medida que ficam ricas. Uma pessoa que possui patrimônio de R$ 2 milhões não é 2 vezes mais feliz que alguém que possui R$ 1 milhão e nem 4 vezes mais feliz que alguém que possui patrimônio de R$ 500 mil. Não existe uma proporcionalidade. Com certeza alguém que consegue satisfazer necessidades básicas é mais feliz que alguém que não consegue.

O psicologo Abraham Maslow criou uma pirâmide de necessidades humanas onde as que estão na base são as mais importantes e precisam ser satisfeitas primeiro. Ninguém precisa ser rico para satisfazer as necessidades Fisiológicas, Segurança e Amor.

O problema está na camada azul chamada “Estima“. As pessoas necessitam de auto-estima, confiança, respeito dos outros, reconhecimento social e status. Para ser feliz a pessoa precisa se sentir importante e admirada (ou invejada) pelos outros.

Você pode conquistar tudo isto através do SER. Você pode ser uma pessoa admirada e querida por todos por ser generoso, ser inteligente, ser amigável, ser uma pessoa repleta de qualidades invejáveis. Você pode ser respeitado por se tornar um grande professor, médico, engenheiro, advogado ou qualquer outro profissional visto com admiração e exemplo a ser seguido na sua área. Você não precisa ser rico para ser uma pessoa querida, admirada e importante para todos. O problema é que “ser” exige força de vontade, trabalho e dedicação.

Então surge a possibilidade de satisfazer as necessidades de estima através do uso do dinheiro capaz de comprar e consumir coisas. No lugar de SER importante você pode TER coisas que o tornam importantes como: Casas de luxo, carros importados, roupas caras, jóias, perfumes, objetos de marcas caras e todo tipo de signos de riqueza. O mercado aproveita esta situação e oferece soluções fáceis e rápidas, porém caras, para resolver seus problemas de status e reconhecimento social através de consumo de coisas que transferem status para você.

 

Trabalhar como louco para acumular coisas

Atualmente as pessoas trabalham enlouquecidamente para comprar muitos objetos que possam proporcionar status e reconhecimento social. E já se foi o tempo em que as pessoas cometiam crimes para atender a necessidades fisiológicas. Muitos crimes são cometidos com o objetivo de obter o dinheiro necessário para comprar os signos de status como carros de luxo e roupas caras.

Podemos ver notícias de funcionários públicos, políticos e empresários que possuem renda elevada e mesmo assim praticam crimes para satisfazer sua necessidade de ter coisas mesmo que sito signifique ser um criminoso. Para eles é mais importante os valores do consumo e não os valores das qualidades humanas.

Muitos jovens pobres também cometem crimes, não para satisfazer o sofrimento gerado pela fome, mas para ter acesso ao tênis importado, ao Smartphone ou a uma moto importada que serão fonte de estima e de respeito dentro das comunidades carentes onde vivem. Ter estas coisas é mais importante do que ser uma pessoa honesta.

O dinheiro que você precisa para satisfazer suas necessidades básicas não depende de fortunas. Para ganhar o respeito das pessoas você não precisa colecionar objetos luxuosos.

Você pode ser respeitado por suas qualidades pessoais, pelo seu conhecimento, pelo trabalho que realiza, pelo bom exemplo que representa para as outras pessoas.

A último ponto da pirâmide não depende de dinheiro. Está ligado a sua auto-realização que pode ser dividida em várias etapas como a escada representada na figura abaixo. Sem dúvida nenhuma a auto-realização é a grande fonte de felicidade e que não depende de dinheiro.

Uma vida simples é mais barata e feliz

Quando escolhemos por uma vida simples e menos apegada ao consumismo precisamos de menos dinheiro para satisfazer nossas necessidades.

Precisando de menos dinheiro também não precisamos trabalhar tanto. E quando só trabalhamos o necessário temos mais tempo livre para fazer as coisas que realmente produzem prazer e felicidade na nossa vida.

Até que ponto vale a pena trabalhar muito quando no final iremos gastar tudo que ganhamos acumulando coisas e objetos?

Acredito que um esforço maior para trabalhar mais e ganhar mais se justifica quando nosso objetivo é acumular riquezas que nos permitam alguns anos depois trabalhar menos. E quando digo trabalhar menos me refiro a deixar de trabalhar por obrigação e passar a trabalhar por prazer. Quando trabalhamos em algo que nos dá prazer não podemos chamar isto de trabalho. Não trabalha quem faz o que gosta, este se diverte. E o correto é que um dia possamos trabalhar naquilo que realmente gostamos. O problema é que nem sempre o que gostamos de fazer oferece boa remuneração.

Um bom objetivo seria atingir o estado de liberdade financeira onde conseguimos dinheiro e patrimônio suficiente para nos manter dentro de um padrão de vida sem exageros e sem depender tanto do trabalho pelo dinheiro. O bom seria poder trocar o trabalho que nos gera só dinheiro pelo trabalho que nos gera reconhecimento, prazer e felicidade.

By |03/11/2013|Categories: Consumo|56 Comments

About the Author:

Leandro Ávila é administrador de empresas, educador independente especializado em Educação Financeira. Além de editor do Clube dos Poupadores é autor dos livros: Reeducação Financeira, Investidor Consciente, Investimentos que rendem mais, e livros sobre Como comprar e investir em imóveis.

56 Comments

  1. Astakad 4 de novembro de 2013 at 13:28 - Reply

    Está aí mais uma excelente matéria…

  2. TANIA 4 de novembro de 2013 at 16:44 - Reply

    MATERIA INTERESSANTE, NOS LEVA A UMA NOVA VISÃO PARA A VIDA. INTERESSANTE.

  3. helder kozera 15 de novembro de 2013 at 21:12 - Reply

    Se possível mande sugestões,de negócios,que produza prazer ,conforme perfil pessoal.

    • leandro 17 de novembro de 2013 at 21:47 - Reply

      Olá Helder. Isto depende de cada pessoa. Você precisa se conhecer para descobrir o que você gostaria de fazer, que atividade seria prazerosa, o que gera gera satisfação pessoal na sua vida.

  4. Edson Barbosa 22 de janeiro de 2014 at 13:57 - Reply

    Gostei do seu artigo. Acho muito importante que trabalhemos a fim de alcançar a tão sonhada liberdade financeira e aí inclui nosso bem estar, pois do que adiantaria ganhar rios de dinheiro com a saúde comprometida.

  5. Luiz Mario Augsten 5 de fevereiro de 2014 at 12:36 - Reply

    Sr. Leandro.
    Excelente a sua atitude de manter esse site. A condição de se saber, só tem proveito se passamos esse conhecimento para outros, que com sabedoria poderão cortar caminho e chegarem mais rápido nos seus objetivos, do que serem obrigados a aprender pela própria experiência. Poderão também, se estiverem em um caminho equivocado, mudarem seus rumos e economizarem tempo
    em suas vidas.Tenho hoje 64 anos, e se eu tivesse tido, quando jovem, acesso às informações que
    ora tenho, tenho certeza de que minha vida em todos os aspectos, seria bem melhor. Por isso, é louvável sua atitude, e seus comentários cheios de informações e sabedoria, eu os repasso para os jovens, que inexperientes ainda, poderão ter menos percalços em seu caminho.Eu o incentivo à continuar, e em detrimento à alguns desinteressados, tenho certeza que a maioria aprova e aproveita.
    Muito grato pela boa vontade.
    Abraços.

    • Leandro Ávila 5 de fevereiro de 2014 at 13:20 - Reply

      Muito obrigado Luiz. Suas palavras são muito gentis. Eu também acredito que o conhecimento só possui valor quando pode ser compartilhado. Um grande abraço!

  6. Caroline Siqueira 21 de março de 2014 at 15:11 - Reply

    Muito bom texto! Seria ótimo se todos tivessem essa visão, buscar ser feliz com coisas simples, que não tem custo ou tem um custo muito pequeno.

    Não sou rica, mas faço coisas que gosto, me custam pouco e me fazem felizes, como aula de teclado, curso de dança, curso de inglês…

    E ser rodeado de pessoas que te amam não tem preço!!!

    Viver invejando quem tem dinheiro ou atrás de dinheiro não é viver!

    • Leandro Ávila 21 de março de 2014 at 16:56 - Reply

      Olá Caroline, na verdade o importante é acumular amigos e não coisas. Obrigado por participar. Um abraço!

  7. Paula 25 de março de 2014 at 21:54 - Reply

    Leandro, parabéns pelo texto, pela mensagem e pela iniciativa e atitude desta página. Infelizmente o ter ainda se sobressai ao ser. Mas vamos evoluindo, nos desapegando do materialismo e do consumismo e aprendendo a SER. Obrigada pela oportunidade e por disponibilizar uma informação tão útil nos dias atuais! Um abraço e muita coragem, paz, amor e saúde!

    • Leandro Ávila 25 de março de 2014 at 23:56 - Reply

      Olá Paula, eu que agradeço por participar deixando seu comentário. Um abraço!

  8. Filipe 19 de maio de 2014 at 22:38 - Reply

    Boa noite Leandro!
    Acho sua didática muito prática e motivante.
    Não se há interesse quando o que se busca atingir parece ser inatingível . Ser atingível é essencial .
    Acho que buscar a independência financeira deveria ser uma meta de todos, mas não uma imposição de 5, 10 ou 15 anos – cada um a seu tempo . E quanto ao consumo, acredito que mesmo os chamados ” sonhos de consumo” , se tiverem seu devido lugar em nossas vidas – sem esquecermos do que realmente é importante : família, amigos , saude , espiritualidade podem ser até sadios, mas nunca devem ser o mais importante, e sim consequencia apenas . Nos comparar a outros só
    Gera infelicidade !

    • Leandro Ávila 19 de maio de 2014 at 23:00 - Reply

      Olá Filipe, muito obrigado por deixar sua contribuição no artigo. Um abraço!

  9. JUAN MORETTI 28 de junho de 2014 at 22:55 - Reply

    Meu amigo, parabéns por esta iniciativa, continue por favor!!! E se houver alguma coisa que eu possa ajudar conte comigo. Uma pergunta: Você é Mórmon (Membro de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias? Se não é deveria é uma Ótima Igreja!!!

    Sds,

    Juan Moretti.

  10. odair freire serra 2 de julho de 2014 at 3:51 - Reply

    Gostei demais dessa materia,abriu minha mente ,ampliou minha visao com relaçao a vida financeira e em geral,muito obrigado voce me ajudou muito.

  11. Thais 3 de julho de 2014 at 23:06 - Reply

    Amei sua matéria, ótimas dicas…obrigado

  12. Rosana 21 de julho de 2014 at 11:07 - Reply

    Leandro:
    Parabéns, excelente matéria! Nosso “mundo” capitalista precisa parar e analisar o que realmente nos faz feliz… E sabemos que não é o “Ter”. Obrigada pelas dicas – vou repassar…

  13. Yasmin 7 de agosto de 2014 at 19:01 - Reply

    Oi Leandro
    Conheci o clube dos poupadores através do meu namorado e estou gostando muito do conteúdo. Esse texto m

  14. Felipe DM 10 de agosto de 2014 at 0:59 - Reply

    Já assistiu o filme “O Que Realmente Importa” ??
    Caso ainda não tenha visto, recomendo pois acho que combina com o assunto do seu artigo.
    Abraços

    • Leandro Ávila 10 de agosto de 2014 at 21:40 - Reply

      Oi Felipe, é um ótimo filme. Aquela dica de ser grato por 10 coisas todas as manhãs é muito importante. Se você não é grato pelo que já possui, é impossível se sentir feliz algum dia.

  15. Gu 10 de agosto de 2014 at 11:00 - Reply

    Bom dia Leandro,
    Venho acompanhando seus artigos conforme os recebo no e-mail. Confesso que minha concepção das esferas financeira e econônica foram fortemente abaladas (o que foi bom) para novas premissas começarem a ser construídas. Sabe aquela fase onde você atinge um bom momento profissional com reconhecimento financeiro e começa a consumir todo aquele dinheiro? Pois bem, seus artigos me ajudaram (talvez até precocemente) a romper com esse ciclo: ganhar bem, gastar bem, poupar mal, trabalhar muito e assim vai. Acho que a única qualidade positiva econômica que eu tinha (tenho) era a premissa de nunca fazer dívida. Enfim, gostaria de agradecer e reconhecer o seu trabalho. Tenho registrado e-mail de vários colegas para que eles também tenha a oportunidade desse despertar.
    Um fraterno abraço!

    • Leandro Ávila 10 de agosto de 2014 at 21:47 - Reply

      Olá Gu. Fico feliz por ter ajudado no seu despertar. É só o começo. Procure estudar mais, adquirir livros sobre educação financeira. Se acostume com a ideia que não podemos mudar as pessoas com facilidade. Existe o momento certo em que esta mudança acontece.

  16. Nadia 20 de agosto de 2014 at 13:08 - Reply

    Tá lá na base da pirâmide: moradia (necessidade básica). O pobre no Brasil não da pra ser feliz. Em outros países é básico, aqui é luxo.

  17. Nadia 20 de agosto de 2014 at 13:18 - Reply

    Do final do artigo eu gostei. Às vezes costumo dizer aos meus colegas de trabalho: “Se trabalho para ter qualidade de vida, e meu trabalho tira isso, então ele não tem razão de ser”. Infelizmente, grande parte da população é obrigada a perder qualidade de vida para pagar seu aluguel, ou suprir outras necessidades básicas. Quando teremos justiça social, né?

    • Leandro Ávila 20 de agosto de 2014 at 14:13 - Reply

      Olá Nadia. Eu acredito no conceito de autorresponsabilidade. As pessoas podem seguir muitos caminhos, muitas vezes elas ficam acomodadas em um só caminho, sem motivação e sem coragem para pensar diferente, para aprender novas coisas, para tentar novas coisas. Ali ficam acomodadas reclamando da vida quando poderiam tentar fazer alguma coisa diferente.

  18. Auristela 15 de setembro de 2014 at 22:01 - Reply

    Excelente artigo. Vai ao encontro de todos os grandes questionamentos e constatações do meu atual momento: 40 anos de idade, dois filhos pequenos, pouco tempo livre, sedentarismo…uma carreira agitada, que consome boa parte do tempo, a gratidão pelas conquistas nos mais variados âmbitos…mas a profunda e incessante constatação de que o modelo de vida atual não está gerando felicidade, e a sensação de que falta algo. Então, o passo seguinte dessa auto análise é justamente COMO MUDAR PARA MELHOR A NOSSA VIDA?…Nem todos os problemas tem a ver com carreira ou dinheiro, mas sim com a forma como tratamos -ou não- as nossas prioridades. Nesse momento, é o que busco: evoluir na carreira, mas ao mesmo tempo cuidar mais de mim e estar perto da família. Acredito que esse é o questionamento de muitas pessoas na minha faixa etária.

    • Leandro Ávila 15 de setembro de 2014 at 23:27 - Reply

      Olá Auristela, você já conseguiu o mais difícil que é ter consciência de que o seu tempo é importante e ai entra a questão da prioridade. Que coisas são realmente prioritárias e que merecem o seu tempo? Até que ponto você desperdiça tempo para conseguir mais dinheiro que será desperdiçado com coisas não prioritárias? Trabalhar mais, para ganhar mais para poder gastar mais, mesmo que isto deixe sua vida sem tempo para as coisas prioritárias. Isto trará mais felicidade? As pessoas precisam parar para refletir sobre estas perguntas. A resposta está dentro de cada um. O mais importante e mais difícil é fazer as perguntas.

  19. Eron 9 de janeiro de 2015 at 10:43 - Reply

    Mais um excelente texto, Acompanho seu site há pouco tempo, mas tenho tido boas supresas. Imagino também que este teu trabalho é aquele que não te traz a renda e sim o reconhecimento social, ou seja, você acaba de atingir a parte de cima da pirâmide de Maslow. Abraço, parabéns e continue!!!

    • Leandro Ávila 9 de janeiro de 2015 at 11:20 - Reply

      Oi Eron. Quando você ajuda as pessoas dentro da sua área profissional, você também está divulgando seu trabalho. Um profissional de saúde poderia dedicar um pouco do seu tempo orientando as pessoas gratuitamente e certamente isto divulgaria sua atividade profissional (consultório, clínica, etc). Um engenheiro, advogado, comerciante, servidor público ou qualquer profissional de qualquer área poderia dedicar um pouco do seu tempo ajudando as pessoas (gratuitamente) com a experiência e conhecimento que possuem. Infelizmente não somos educados para ajudar o próximo e muitas vezes as pessoas não percebem como é vantajoso ajudar pois é ajudando que você é ajudado. É dando que você recebe. Isto inevitavelmente seria uma maneira de contribuir para um mundo melhor enquanto você divulga a qualidade do seu trabalho. Como autor de livros é isto que faço. De um lado estou contribuindo e ajudando pessoas e por outro estou mostrando meu trabalho. O reconhecimento social é apenas uma consequência do trabalho quando ele é feito com amor. O dinheiro também é uma consequência inevitável de um trabalho feito com amor. Infelizmente, são poucos os profissionais que conseguem enxergar as coisas desta forma. Antes de receber ou pedir alguma coisa para a sociedade, demos fazer nossa parte e devemos entregar o que temos de melhor para a sociedade. É dando que se recebe (exatamente nesta ordem, e não o contrário).

  20. Maria Eliane 2 de abril de 2015 at 23:40 - Reply

    Muito bom seu artigo! Trouxe reflexões importantes que coincidem com um momento onde estou reformulando meus hábitos de consumo. Abrir mão dos gastos com supérfluos, ter uma vida mais simples, aprender a poupar, descobrir o prazer das pequenas felicidades, do bem estar verdadeiro são aprendizados preciosos que venho buscando. Gratidão por seu site, por sua dedicação e pela disponibilidade em nos transmitir seu conhecimento. Que Deus ilumine sua jornada!

    • Leandro Ávila 25 de setembro de 2015 at 0:08 - Reply

      Muito obrigado Maria, são depoimentos como o seu que me estimulam a continuar. Obrigado.

  21. Otávio Nogueira 15 de junho de 2015 at 14:19 - Reply

    Matéria excelente!
    Você conseguiu colocar o dedo na ferida de muitos paradigmas sociais que somos adestrados para obter um reconhecimento que não é importante e, no fim das contas, não faz nenhum sentido.
    Ser sempre será mais importante e valioso do que ter.

    • Leandro Ávila 16 de junho de 2015 at 0:00 - Reply

      Oi Otávio. Basta tirar todo patrimônio de alguém que “É”. Em pouco tempo ele recupera o que perdeu. Veja o que costuma ocorrer com a maioria das pessoas que ganham prêmios na loteria. Poucos anos depois já não possuem nada. Por isto é muito importante buscar o enriquecimento interno pois o externo é apenas um reflexo.

  22. Paulo 15 de julho de 2015 at 12:36 - Reply

    Excelente Artigo!!!
    Caro Leandro Ávila,
    Realmente eu necessitava de algo que pudesse mudar um pouco a minha forma de ver as coisas. Mexer um pouco com o meu interior. Então, ler o seu artigo me fez repensar os valores que até o presente momento eu trazia de longos anos. O minha forma de viver era sempre TER as coisas que o dinheiro pudesse me oferecer. Sem exageros, hoje estou iniciando um novo ciclo na minha vida, a procura pelo SER. Ser feliz, viver em harmonia com minha família e amigos, corrigir alguns erros do passado, desapegar do material, não ser escravo do dinheiro. Enfim, ser ÚTIL como ser humano e ajudar o próximo com o meu conhecimento. Acredito que com o meu esforço, vou conseguir recuperar o tempo perdido.

    Agradeço imensamente por compartilhar esse valioso artigo.

    Que o dom da sabedoria esteja sempre em seu coração.

    Grato.
    Paulo

    • Leandro Ávila 15 de julho de 2015 at 13:51 - Reply

      Muito obrigado Paulo, fico muito feliz ao saber que estou ajudando. Um abraço e parabéns!

  23. André Vinícius 5 de agosto de 2015 at 6:59 - Reply

    Oi Leandro, parabéns pela abordagem utilizada neste artigo! Ele ajuda a construirmos o por que de pleitear a independência financeira e mostra que a rota não precisa ser vazia e sofrível! Quero continuar aprendendo, sou fã de livros e caso você não tenha um artigo sobre eles, sugiro isso a você… Grande abraço!

  24. SÓCRATES 23 de setembro de 2015 at 21:12 - Reply

    Fantástico Leandro!
    Muito obrigado por esse presente.
    A mais de um mês tenho um encontro com esses artigos maravilhosos e me sinto bem.Como se estivesse confirmando aquilo que sempre acreditei.Esse se tornou meu hobby.
    Um forte abraço!

    • Leandro Ávila 25 de setembro de 2015 at 0:06 - Reply

      Oi Sócrates, você desenvolveu um hobby muito saudável. 🙂 Obrigado.

  25. Joanatan 24 de setembro de 2015 at 21:17 - Reply

    Muito bom leandro.parabens.

  26. Ana 3 de outubro de 2015 at 11:46 - Reply

    Sempre as melhores dicas, não canso de ler!!!! Aliás, seu site deveria aparecer como propaganda do Google, assim, teríamos mais pessoas lendo do que comprando!!! Um grande abraço!!

    • Leandro Ávila 4 de outubro de 2015 at 4:35 - Reply

      Oi Ana, as propagandas no Google custam muito caro. Quem sabe um dia tenha verba para investir em propaganda para atrair mais leitores.

  27. Filipe M 3 de janeiro de 2016 at 17:42 - Reply

    Ótimo texto.
    O consumo não consciente alimenta o capitalismo doentio e traz consequências graves na vida financeira dos portadores desta doença.

  28. PEDRO GUEDES 13 de julho de 2016 at 12:57 - Reply

    LEANDRO QUERO AGRADECER SEUS ENSINAMENTOS COM OS QUAIS VEJO NO PASSADO ME FALTOU POR OUTRAS RAZÕES, HOJE COM 81 ANOS POSSO FALAR QUE MEU FUTURO JÁ CHEGOU , VIVO COM O QUE RECEBO SEM DIVIDA RIGOROSAMENTE DENTRO DO ORÇAMENTO. OBRIGO POR TUDO, ABRAÇO.

    • Leandro Ávila 13 de julho de 2016 at 13:36 - Reply

      Oi Pedro, eu que agradeço sua participação aqui na área de comentários.

  29. Paulo 1 de agosto de 2016 at 11:52 - Reply

    Parabéns excelente matéria, precisamos aprender a ser feliz.

  30. souza 19 de agosto de 2016 at 11:41 - Reply

    Muito interessante sua colocação com relação ao trabalho, ao ler seus artigos vejo muito equilíbrio e lembro-me muito das idéias contida no livro “o pensamento econômico e social de Calvino. André Bieler”.
    O Trabalho deve ser visto como vocação, trabalhar por prazer nos faz mais felizes, infelizmente na nossa sociedade atual isso é uma realidade para poucos. Mas cada um pode buscar sua parcela diante das circunstâncias e mudança de hábitos e forma de ver o trabalho e dinheiro.

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