Coisas não te fazem ser rico. Dinheiro é que faz.


Ter muitas coisas não te faz rico ou rica. Ter dinheiro é o que te faz financeiramente rico. É simples de falar, mas difícil de entender.

Dependendo das coisas que você tem mania de comprar, você ficará cada vez mais pobre, na medida que insistir em sentir o gostinho de ser rico sem realmente ser.

Recentemente visitei um condomínio de uma dessas construtoras que vendem imóveis financiados pelo programa “Minha Casa Minha Vida”. Era um condomínio popular com apartamentos pequenos e baratos. A situação curiosa estava no estacionamento do condomínio. Encontrei um festival de carros luxuosos sob o sol forte (o estacionamento não era coberto) que valiam o preço de um apartamento ou, em alguns casos, o dobro do preço de um dos apartamentos do condomínio.

Se eu retornar 5 ou 10 anos depois, o apartamento terá mantido algum valor ou até valorizado, dependendo da situação do mercado imobiliário no futuro, mas uma coisa é certa, aqueles carros caros que vi perderão mais da metade do seu valor, sem contar os custos fixos gerados por impostos, taxas, seguro e manutenção cara. O patrimônio dos seus donos terá encolhido. É tentando parecer rico que você ficará cada vez mais pobre.

No estacionamento do prédio onde moro não é muito diferente. Posso ver um jaguar novo estacionado do lado de um celta velho e o mais curioso é que isso não me diz nada sobre qual dos dois vizinhos é mais rico. Existe até uma grande probabilidade do vizinho do celta ter mais dinheiro (e menos dívidas) que o vizinho do jaguar. O mesmo vale para os seus vizinhos, amigos e conhecidos que compartilham fotos dos seus bens nas redes sociais.

Enquanto isso, nas redes sociais: “Olá amigos!. Esse é o meu carro novo. Só não gostei da cor. Branco suja muito”.

 

Recentemente Jeff Bezos, fundador e atual presidente da Amazon, ultrapassou o Bill Gates, fundador da Microsoft, no topo do ranking dos homens mais ricos do mundo da revista Forbes (fonte). Em 1994, aos 30 anos, Bezos largou o emprego que tinha em uma famosa empresa em Wall Street para abrir uma loja online que vendia livros. Apenas 5 anos depois faturava 1,6 bilhão de dólares por ano e tinha 8,4 milhões de clientes. Atualmente sua fortuna pessoal está na casa dos US$ 90 bilhões.

A grande pergunta é a seguinte: Se você tivesse R$ 1 milhão de reais no banco, qual seria o seu carro? Agora imagine qual seria o seu carro se você tivesse R$ 1 bilhão no banco. E se o seu patrimônio fosse de 282 bilhões?

Aston Martin MA RB 00 é o carro mais caro do mundo (US$ 3,9 milhões) .

Com o dólar valendo R$ 3,12 a fortuna do Jeff Bezos é de R$ 282 bilhões. Ele poderia comprar o carro mais caro do mundo (foto acima) comprometendo 0,004% do seu patrimônio e mesmo assim não foi isso que ele fez (fonte). O segredo é poder fazer e não fazer.

Jeff Bezos dirige um Honda Accord 1996 avaliado atualmente em US$ 4 mil (fonte). Se você não entende por qual motivo um bilionário dirige um Honda velho talvez você ainda não tenha entendido a maneira como os milionários ou bilionários pensam. As coisas que você compra não dizem nada sobre sua riqueza financeira. É poder comprar e não comprar que faz você rico.

Um dos homens mais ricos do mundo e o seu Honda 1996.

Certamente Jeff preferiu investir dinheiro nas empresas dele e não na compra de carros luxuosos e esportivos nos últimos anos. São as ações de sua empresa que o fazem rico. Ele foi o homem mais rico do mundo por algumas horas depois que as ações da sua empresa abriram no dia 27/07/2017 em alta de 1,6%, acrescentando US$ 1,4 bilhão ao seu patrimônio (ele é dono de pouco mais de 16% da Amazon). Poucas horas depois, ele perdeu US$ 6 bilhões (fonte) e voltou para sua posição de segundo homem mais rico. Isso certamente não mexeu com suas emoções. Muitas vezes ficamos preocupados com algumas migalhas que perdemos no curto prazo na renda variável. Não entendemos a mentalidade correta com relação ao ganha e perde do curto prazo como natural, quando o nosso foco é o longo prazo. (veja um ebook gratuito sobre essa mentalidade do investidor).

Bill Gates, que voltou a ser o homem mais rico do mundo, gosta de Porsches velhos como o seu antigo 911 Carrera com mais de 100 mil rodados e o 959 Coupé (US$ 225 mil). Em 2012, seu 911 de 1979 foi leiloado por US$ 80 mil (fonte).

Outro bilionário que não se preocupa muito com o “status social” do modelo de carro que dirige é o dono do Facebook.

Mark Zuckerberg, dono do Facebook, um dos 10 mais ricos do mundo, entrando no seu Honda Fit velho. Foto de 2013.

Mark Zuckerberg, dono de um patrimônio de US$ 71,8 bilhões, escrevendo uma mensagem de texto enquanto espera a abertura do sinal no seu famoso Golf GTI da Volkswagen (foto de 2014).

Se você tem um salário elevado ou tem uma capacidade de economizar muito grande, você pode dar dois destinos para o seu dinheiro quando o foco é riqueza financeira.

  1. Você pode “investir” esse dinheiro para parecer rico;
  2. Você pode investir esse dinheiro para se tornar rico.

Parecer rico é bem mais fácil. Compre um jaguar como o do meu vizinho ou qualquer outro carro luxuoso e esportivo da moda. Você pode parcelar em 60 vezes, pois ninguém vai ficar sabendo que você pagará um jaguar para você e outro para o banco na forma de juros e taxas (veja aqui). Se você tem uma renda boa e as prestações do jaguar cabem no seu orçamento, ótimo, seus vizinhos que enxergam os carros como indicadores de sucesso profissional (veja mais aqui) terão uma boa imagem de você. Isso já será suficiente para parecer rico e basta se divertir com a ilusão.

Já se você escolher a opção dois, terá que se preparar e ser forte para enfrentar diversos desafios. Seu estilo de vida estrategicamente simples vai incomodar muita gente, especialmente os que souberem que você poupa e investe com o objetivo de fazer aquilo que eles nem sonham em fazer que é atingir um elevado nível de independência financeira.

Talvez você tenha de ficar com o seu carro velho por muitos anos. Talvez tenha que andar de transporte público por muito tempo, mesmo tendo condições financeiras para comprar o ônibus que te transporta por alguns reais.

Você terá que enfrentar a mentalidade pobre e enrijecida pela falta de educação financeira de uma sociedade que cresceu construindo seus valores sobre dinheiro assistindo os capítulos das novelas das oito.

Para parecer rico honestamente você só precisa trabalhar como louco, antecipar a compra dos símbolos de riqueza do imaginário popular, através das dívidas, e depois pagar suas prestações rigorosamente em dia para não sujar o próprio nome. Os pobres de espirito (pobreza ética e moral) podem trilhar caminhos tortuosos por meios obscuros para atingir os meus fins, como esses aqui.

Já para ser rico de verdade, sem fantasia, sem atalhos e por meios justos, você precisa aprender a ganhar mais e ao mesmo tempo gastar com mais inteligência seguindo o caminho da retidão. Vai precisar desenvolver virtudes como a paciência, disciplina e a ética. Vai ser obrigado a aprender sobre investimentos para que o seu dinheiro renda acima da média. Vai dedicar tempo aos estudos, especialmente no começo quando as barreiras de entrada são evidentes.

A estrada dos caminhos tortuosos tem entrada franca (é grátis) e esconde suas dificuldades futuras. Já o caminho reto exige um grande esforço inicial (que é fácil de ver).

Para atingir a riqueza material de verdade você terá que aceitar uma realidade que para muitos é dura. Você não será rico mudando a embalagem. Carro é embalagem. Roupas de grife é embalagem. Apartamento grande e caro, com área livre equivalente a de uma quitinete, devido a uma tonelada de móveis e quinquilharias decorativas caras, é apenas embalagem. Riqueza você constrói enriquecendo o conteúdo, não e embalagem.

Apartamentos grandes e caros que servem como depósito de móveis, eletrônicos e quinquilharias caras que deixam o espaço livre equivalente ao de uma quitinete como esse.

Não faz muito tempo que entrei no elevador do meu prédio segurando uma caixa de papelão. Uma vizinha, que não me conhece, estava no elevador, bem vestida, adornada e perfumada. Ao observar que apertei o botão da garagem, ela resolveu dizer uma “gentileza”. Ela me avisou que para sair pela portaria eu deveria apertar o botão P e não o botão da garagem, onde ficam os carros dos moradores. Olhando minha embalagem (a roupa que vestia e a caixa de papelão) ela julgou que eu seria um entregador e não um morador. Na cabeça dela, eu não estava vestindo a “fantasia de morador” e por isso a saída deveria ser pela portaria.

Sim, é verdade, as pessoas vão julgar você pela embalagem e a forma como irão tratar você dependerá dos julgamentos que farão sobre a sua embalagem. Neste caso, você deve usar a sua consciência e inteligência para “vestir a fantasia” adequada para cada encenação social.

Isso não é problema, desde que você tenha consciência de que está no picadeiro. O grande problema é quando você começa a confundir o personagem com a realidade, quando você começa a acreditar que você é a embalagem e não o conteúdo. Neste momento, a embalagem passa a controlar a sua vida e você permite que a loucura da encenação social comece a interferir em decisões financeiras e matemáticas que não aceitam fantasias.

A vida é suficientemente longa e com generosidade nos foi dada, para a realização das maiores coisas, se a empregamos bem. Mas, quando ela se esvai no luxo e na indiferença, quando não a empregamos em nada de bom, então, finalmente constrangidos pela fatalidade, sentimos que ela já passou por nós sem que tivéssemos percebido. O fato é o seguinte: não recebemos uma vida breve, mas a fazemos, nem somos dela carentes, mas esbanjadores. Tal como abundantes e régios recursos, quando caem nas mãos de um mau senhor, dissipam-se num momento, enquanto que, por pequenos que sejam, se são confiados a um bom guarda, crescem pelo uso, assim também nossa vida se estende por muito tempo, para aquele que sabe dela bem dispor. – Lúcio Sêneca, Filósofo Estoico, 4 a.C. – 65 d.C, Roma.

Se você se identifica com o modo de pensar desse artigo, vai gostar do conteúdo que estou publicando semanalmente no minicurso de Independência Financeira na página Premium do Clube dos Poupadores. Para saber como ter a sua senha de acesso visite aqui e leia até o fim.

O objetivo da independência financeira não é ser rico, é ser livre. A segunda vale mais que a primeira e a primeira é apenas um dos meios para a segunda.

By |01/08/2017|Categories: Consumo|239 Comments

About the Author:

Leandro Ávila é administrador de empresas, educador independente especializado em Educação Financeira. Além de editor do Clube dos Poupadores é autor dos livros: Reeducação Financeira, Investidor Consciente, Investimentos que rendem mais, e livros sobre Como comprar e investir em imóveis.

239 Comments

  1. Gustavo 1 de agosto de 2017 at 10:09 - Reply

    Muito bom… como diz uma música de uma banda que gosto muito: “Para ser… não é só parecer”
    As pessoas confundem bens materiais com riquezas, quando na verdade estão apenas acumulando dívidas e mais dívidas. Gastam mais do que ganham e parcelam em trezentas vezes só para poder ter um carro “melhor” que o do vizinho ou postar aquela foto na rede social de uma viagem ao exterior…. lamentável que a grande maioria ainda pense assim. O porteiro do meu prédio anda com um relógio no pulso que ele ostenta com o maior orgulho, que custa três vezes o salário do mês dele.

    • Leandro Ávila 1 de agosto de 2017 at 11:21 - Reply

      Oi Gustavo. Certamente com esse dinheiro seria possível investir em um curso técnico que o faria produzir mais valor (gerando mais renda) do que a renda que a profissão de porteiro pode produzir. A profissão de porteiro não existe em muitos países, não por falta de demanda por porteiros, mas por não existirem pessoas interessadas na profissão. As pessoas possuem um nível de qualificação elevado, devido ao investimento fazem na própria educação (fonte primária de riqueza) e não no acumulo de símbolos de riqueza de maneira precoce (como o relógio do porteiro). Você disse que ele exibe o relógio com orgulho. As pessoas estão procurando orgulho em coisas. É a forma mais fácil. Nada contra ter boas coisas, mas deveria existir uma lista de prioridades. Esse comportamento não escolhe classe social, renda ou nível de instrução. Tem muito médico, advogado, engenheiro, pequeno empresário que pensam como o porteiro do seu prédio. O que muda é o preço do brinquedo.

  2. Rodrigo Reva 1 de agosto de 2017 at 10:21 - Reply

    Leandro, vejo que tem bastante sabedoria para compartilhar, e que parece ser uma pessoa que sempre está atrás do conhecimento, você tem algum outro canal, ou rede social que possa compartilhar algumas dicas de leituras que não sejam apenas de educação financeira?

  3. marcos 1 de agosto de 2017 at 10:24 - Reply

    Muito bom o artigo Leandro , vc como sempre nos acordando para a realidade e nos colocando no caminho certo , obrigado mestre

  4. Adrian 1 de agosto de 2017 at 10:25 - Reply

    Mais um excelente artigo, obrigado por mudar nossos paradigmas.

  5. Vitor 1 de agosto de 2017 at 10:31 - Reply

    Como sempre, mais um excelente artigo! Um bálsamo para nossos estudos e investimentos em educação financeira! Um grande abraço, Leandro!

  6. Wilson Komatsu 1 de agosto de 2017 at 10:40 - Reply

    Leandro:

    Para _não_ variar, mais um bom artigo. Por favor, continue incomodando as pessoas. 🙂

    Wilson

    • Leandro Ávila 1 de agosto de 2017 at 11:27 - Reply

      O Vitor. Existem coisas que incomodam e que são boas. É como a luz que entra no seu quarto, quando ele está escuro, você está dormindo e chegou o momento de acordar. Acordar incomoda.

  7. Lucas de Souza Jardini Machado 1 de agosto de 2017 at 10:42 - Reply

    Parabéns pelo artigo!

    É impressionante a capacidade que seus artigos tem de abrir os olhos, tirar as vendas para um mundo além desse que o sistema, a mídia e tudo de ruim impõe sobre nós!

    Engraçado que acabei de ler seu outro artigo no transcendência financeira que fala sobre sintoma e problema e me senti como se a janela para a luz da verdade se abrisse mais um pouco e que cada vez mais as coisas se clareaseem!

    Onde posso compartilho seus artigos e espero que cada vez mais as pessoas venham ter contato com esse tipo de informação para que possam enxergar além do muro, das vendas…

    Parabéns pelo seu trabalho! Te admiro muito!

    • Leandro Ávila 1 de agosto de 2017 at 11:33 - Reply

      Oi Lucas. Eu não tenho mais certeza se isso é imposto. Acho que as pessoas querem e eles apenas entregam aquilo que queremos. Lá no fundo já temos o desejo e eles apenas estimulam esses desejos. Eles entendem nossas raízes animais, tribais, nossas fragilidades e alimentam esse lado. Sobre o muro, tem uma imagem que encontrei recentemente que combina com a imagem do muro que coloquei nesse artigo.

      • Lucas de Souza Jardini Machado 1 de agosto de 2017 at 13:29 - Reply

        É imposto de certa forma, mas concordo com o que você disse. Realmente as pessoas gostam e querem isso. E muitas se encararem a realidade podem acabar se sentindo muito mal ao invés de feliz por começar a se libertar disso…

        Sensacional essa imagem! Daria pra fazer um artigo somente dela rsrs

        • Leandro Ávila 1 de agosto de 2017 at 14:14 - Reply

          Oi Lucas. É como os vícios e defeitos. Lá no fundo as pessoas adoram seus vícios e seus defeitos. Se eu te desse de presente uma coisa horrível, uma coisa que você odeia, dificilmente você manteria essa coisa desagradável na sua casa por muito tempo. Você encontraria uma forma de se livrar dela rapidamente. O mesmo vale para vícios e maus hábitos que cultivamos. Quando você acredita que a culpa dos seus problemas é dos outros (mídia, empresas, etc) você fica na situação confortável de não ser responsável pela mudança. Quando você acredita que a culpa é sua, que no fundo você gosta de tudo isso, ai a responsabilidade cai no seu colo e fica mais fácil se sentir obrigado a fazer alguma coisa para mudar.

  8. Pablo 1 de agosto de 2017 at 10:48 - Reply

    Excelente artigo Leandro Ávila! Que primor! Pablo de F. Alves

  9. Robson 1 de agosto de 2017 at 10:51 - Reply

    Show, eu estou começando a ter argumentos de pronto para combater as pessoas quando elas me questionam… Um dia desses duas pessoas me falaram: “Você é muito seguro” e eu respondi: “Não é que eu seja seguro, a questão é que eu sei onde estou, sei onde eu quero chegar e também o que eu devo fazer para chegar lá” eles tentaram se explicar e tals mas percebi que eles percebem a minha forma de pensar e até a respeitaram =D… Conhecimento é poder…

    • Leandro Ávila 1 de agosto de 2017 at 11:41 - Reply

      Oi Robson. O curioso é a inversão dos valores. Ser seguro nos seus planos, decisões e atos financeiros é uma coisa ruim? O ruim não seria ter uma vida financeira baseada em planos, decisões e atos inseguros, irresponsáveis, imprudentes, arriscados, perigosos, aventureiros? Esse é um mundo estranho.

      • pobreHomemGordo 2 de agosto de 2017 at 14:04 - Reply

        Leandro, pelo menos aqui no Nordeste do Brasil, a expressão “ser seguro” tem o significado de ser sovina.

        • Leandro Ávila 2 de agosto de 2017 at 15:14 - Reply

          Olá Pobre Homem Gordo. Sovina ou avarento é aquele que guarda dinheiro sem nenhum motivo, sem planos, sem objetivo, que passa fome, que prejudica sua saúde, que sofre riscos, para guardar dinheiro sem a existência de propósito. Mesmo assim, se o dinheiro é seu, você gosta de poupar e se você não prejudica as outras pessoas (querendo gastar o dinheiro delas ou tirar vantagem) ninguém tem nada com isso. É mais fácil as pessoas se incomodarem com a sua disciplina em poupar do que o descontrole financeiro ou o gasto irresponsável. Parece que ser disciplinado é um defeito grave e inaceitável e ser irresponsável com as finanças é humano, pode ser entendido e aceito.

          • Robson 2 de agosto de 2017 at 18:01

            =D… Com certeza possuo um motivo, é meio estranho mas no fundo o dinheiro não possui valor real pra mim… É apenas um número, só que preciso desse número para chegar onde eu quero! O número em si não possui valor algum…

  10. Pedro Ivo Pinheiro 1 de agosto de 2017 at 10:51 - Reply

    Parabéns Leandro Ávila, muito bom o artigo!
    Ter clareza do que realmente é riqueza é um passo extremamente importante para alcança-la.
    Sempre bom ler sobre essas ideias que devem alicerça os projetos de longo prazo.

    • Leandro Ávila 1 de agosto de 2017 at 11:42 - Reply

      Oi Pedro. Essas bases, o que alicerça, é muito importante.

  11. clo 1 de agosto de 2017 at 10:52 - Reply

    Leandro seu trabalho é de uma qualidade extrema, vc consegue lidar com sua especialidade a ainda dar conta de disciplinas paralelas como antropologia ( aquele texto formidável a respeito da taxação sobre o gênero)- (artigos taxados por serem cor de rosa) e agora lidando com comportamento humano, e atitudes para “parecer sem ser” veja:psicanálise ( taxar a si próprio para ser observado e por consequência ser admirado, mesmo não sendo,abre-se um buraco mais profundo na psiquê, pagar para ser amado). Seria justo eu dizer que aprendi muito com vc, e que ousei CORRETORA, e que só para dizer aqui, faz seis anos ando à pé, vendi meu carro,já velho, e uso ônibus, numa urgência médica chamo taxi. A economia possibilita investimento! ou uma viagem programada, que já sai paga e com planejamento de gastos para voltar sem dor na consciência. Abraços de gratidão!!!!!!!!!!!!!!!

    • Leandro Ávila 1 de agosto de 2017 at 11:48 - Reply

      Oi Clo. Essa frase “pagar para ser amado” é muito impactante. É exatamente isso que muitos estão fazendo. O pior é que não percebem. Não possuem dinheiro para poupar, investir ou simplesmente para comprar um livro e não percebem quanto custa esse tipo de amor estranho que queremos dos outros. O importante é que as pessoas parem de gastar tando dinheiro com isso. Se realmente amam carros ou amam um relógio caro e querem comprar, tudo bem, não tem problema. O problema mesmo é quando fazemos isso para que possamos sentir que temos algum valor. Ai você tem um problema, pois o a origem do seu valor não pode estar na embalagem.

  12. Alexandre 1 de agosto de 2017 at 10:53 - Reply

    Excelente artigo, como sempre. As aparências enganam, e muito. Sucesso e forte abraço!

  13. Rafael 1 de agosto de 2017 at 11:04 - Reply

    Leandro, Parabéns!

    Excelente artigo, acredito que a ilusão da aparência acaba seduzindo as pessoas de pouco conhecimento e por fim são levadas a ingressar num ciclo vicioso que ao invés de libertar, prende cada vez mais.

    Um grande abraço!!!

    • Leandro Ávila 1 de agosto de 2017 at 11:49 - Reply

      Oi Rafael. Eu vejo essa questão da aparência como um teatro social que não podemos escapar. Você precisa entender como funciona e até participar das encenações de uma forma consciente e inteligente, sem misturar a realidade com o personagem.

  14. Amadeu Ourique 1 de agosto de 2017 at 11:21 - Reply

    Sabias palavras Leandro! Acredito que o carro seja a maior “embalagem” que as pessoas buscam para parecer mais ricas, o que é lamentável. Abraços.

    • Leandro Ávila 1 de agosto de 2017 at 11:50 - Reply

      Oi Amadeu. A parte mais lamentável é quando as pessoas deixam de fazer coisas que elas consideram importantes, pois passaram a vida toda só cuidando da embalagem.

  15. Stéfanni 1 de agosto de 2017 at 11:24 - Reply

    “O segredo é poder fazer e não fazer.”

    Você se supera a cada artigo! Você deveria ganhar um prêmio de reconhecimento, mas tenho certeza de que você sabe que já está transformando o mundo com o seu trabalho.
    Eu estou começando uma vida nova e aplicando tudo o que aprendi aqui, estou mais segura. Muito obrigada por compartilhar aqui sua sabedoria. Sou sua fã. Abraços!

    • Leandro Ávila 1 de agosto de 2017 at 11:56 - Reply

      Oi Stéfanni. Quando fico sabendo que o conteúdo que compartilhei foi útil, isso para mim já é o prêmio. Outras pessoas, de outras áreas profissionais, deveriam experimentar isso.

  16. Thiago Espíndola 1 de agosto de 2017 at 11:27 - Reply

    Leandro, mais um vez um excelente tema, a dois anos tenho praticado isto, tenho adotado um estilo de vida mais simples há uns dois anos, e percebo que na família e em amigos, as vezes isso pode parecer estranho, eles não entendem porque moramos de aluguel, porque tenho um carro popular de 30mil, porém quitado, mas na outra ponta, eu e minha esposa somos muito mais tranquilos e felizes, não temos a cobrança de ter de empurrar um pedra morro acima, pois se alguma coisa não der certo no meio profissional, pelos nossos investimentos e nosso estilo de vida, temos 05 anos de inbestimentos que podemos girar para cobrir eventuais défits, e isto nos tranquiliza muito. Posso te dizer que o seu blog nos ajudou e muito nisso, muito obrigado.
    Agora a duvida que não quer calar, qual foi a sua resposta pra vizinha?

    • Leandro Ávila 1 de agosto de 2017 at 12:07 - Reply

      Oi Thiago. Parabéns. No exemplo de empurrar pedras morro acima (que falei nesse outro artigo), quem não tem reservas está escalando a montanha sem equipamentos de segurança (escalada livre) carregando enormes pedras nas costas. Basta um deslize para ter sérios problemas. A resposta que dei para a vizinha foi a mais sábia e a mais difícil de todas. Respondi com o meu silencio.

  17. Marcos Fermino 1 de agosto de 2017 at 11:28 - Reply

    Parabéns Leandro, muito bom o artigo!
    Tem pessoas que eu conheço que preferem “parece ricos”, achando que bebendo vinhos caros e ostentando itens de marca vão ser vistas como pessoas refinadas. A maioria deve tanto em empréstimo consignado e outras formas de dividas que , se bobear, vendem o que tem e não pagam o que devem. Essa época de crise serve como alerta para todos : menos gastos, menos desaforo com o dinheiro. Precisamos valorizar a importância de uma vida mais regrada. Abraço!

    • Leandro Ávila 1 de agosto de 2017 at 12:09 - Reply

      Oi Marcos. É isso mesmo, o dinheiro não leva desaforo. Uma vida regrada significa uma vida fazendo uso da inteligência, uma vida equilibrada.

  18. Vânia G. 1 de agosto de 2017 at 11:29 - Reply

    Mais um tapa da cara de muita gente. Entendo e concordo plenamente com o que vc diz nesse texto. Até os 26 anos me virei com transporte público, mesmo podendo comprar um carro. Só fui ter um carro aos 26 anos, porque meu cargo na empresa me conferiu um. O mundo atual é mto apelativo ao consumo, as pessoas só se preocupam em TER e mostrar o que tem, já que o Facebook e Instagram estão aí pra isso, e pouco se preocupam em SER. Pobre e triste realidade. A ignorância faz o pobre comprar um carro em 48 vezes acreditando que é um super negócio… pois é, a ignorância em massa enriquece quem se aproveita dela.

    • Leandro Ávila 1 de agosto de 2017 at 12:12 - Reply

      Oi Vânia, acho até que se preocupam mais em mostrar que tem do que ter. Acho que se não fosse possível mostrar que tem, muitos nem teriam. Esses carros financiados é um ótimo negócio, só que apenas para quem fabrica, vende e financia. É um trio que trabalha em parceria.

  19. Fernando 1 de agosto de 2017 at 11:32 - Reply

    Nossa, que texto excelente. Parabéns! Você faz parte da minha vida e ajudou a mudar ela pra muito melhor. Muito obrigado!

  20. Rogério 1 de agosto de 2017 at 11:37 - Reply

    Obrigado Leandro.

    Seus textos são muito interessantes e sempre me fazem refletir a respeito.

    Abraço.

  21. Felipe 1 de agosto de 2017 at 11:48 - Reply

    Excelente artigo Leandro!

    Gostei da iniciativa de criar mais artigos na área premium, porém, na minha humilde opinião, acho que ficaria melhor tudo centralizado aqui mesmo no clube dos poupadores ( ou no transcendência financeira dependendo da categoria).

    Eu tenho acesso ao conteúdo premium pois comprei os teus livros ( que por sinal são excelentes), mas não vejo o por quê de segregar o conhecimento em sites diferentes. Além de restringir o acesso a somente um grupo de pessoas.

    Sei que a área premium tem a proposta de ter um conteúdo mais elaborado, mas acho que caberia perfeitamente por aqui. Posso ter entendido errado a proposta da área premium ou o real objetivo dela.

    De qualquer forma, parabéns pelo conteúdo postado. Seja aqui , ou no Transcendencia Financeira, ou na área premium, todos agregam bastante conhecimento.

    Abraços.

    • Leandro Ávila 1 de agosto de 2017 at 12:26 - Reply

      Oi Felipe. Eu detesto segregar, mas é necessário criar fontes de recursos para manter a produção gratuita do conteúdo do Clube dos Poupadores. Essa fonte de recursos são os meus livros. Atualmente a área Premium é um presente para os leitores que compram os livros do Clube dos Poupadores. Pode ser que no futuro ela seja acessível para aqueles que aceitem colaborar com um pequeno valor mensal, um valor simbólico que ajude na manutenção do projeto. Seria maravilhoso se as pessoas doassem recursos espontaneamente, sem a necessidade de criar uma área separada, mas isso não ocorre, parece ser uma questão cultural. O fato é que a produção e a manutenção de conteúdo gratuito acessível para milhões de leitores por ano no Clube dos Poupadores produz custos elevados todos os meses. Acessar o conteúdo não custa para os leitores, mas produzir custa e quanto mais leitores, maiores os custos. São alguns milhares de leitores que pagam indiretamente (comprando meus livros) para que milhões de pessoas acessem o conteúdo gratuito todos os anos. Ter uma área Premium não significa que o conteúdo da área Premium tem qualidade superior ao conteúdo gratuito, pois a qualidade do que faço gratuitamente é o máximo que sou capaz de oferecer, sem qualquer distinção, mas no conteúdo Premium teremos conteúdos mais longos, para pessoas que já leram meus livros e estão com a mente preparada, para aqueles que querem mais conteúdo ou para aqueles que querem contribuir com a manutenção do projeto. A ideia é permitir que as pessoas que entendem o valor da educação possam financiar o conteúdo gratuito das pessoas que ainda não entendem o valor da educação financeira.

  22. Cícero 1 de agosto de 2017 at 11:48 - Reply

    Na verdade, a verdadeira Riqueza é ter Jesus no coração, e todas as OUTRAS COISAS vos serão acrescentadas,… e ainda a vida eterna! (a maior de todas).

    • Leandro Ávila 1 de agosto de 2017 at 13:11 - Reply

      Oi Cícero. Você citou uma passagem do sermão da montanha, do evangelho de Mateus 6, onde Jesus faz um longo discurso com lições morais, éticas e de conduta que pouca gente entende. Essa parte específica que você sitou diz uma coisa que outros pensadores e filósofos antigos já tinham tido de outras maneiras, é uma coisa que eu tento praticar e que poucos entendem. A passagem do sermão diz assim: “Não vos aflijais, nem digais: Que comeremos? Que beberemos? Com que nos vestiremos? …buscai em primeiro lugar o Reino de Deus e a sua justiça e todas estas coisas vos serão dadas em acréscimo.” Eu traduzo essa mensagem da seguinte forma: “Primeiro faça o que é certo, bom e justo perante o seu próximo e o resto será uma consequência, ou seja, é dando o seu melhor que se recebe. É isso que tento praticar no meu trabalho e posso garantir que funciona. Se você for um empreendedor ou o funcionário de qualquer empresa e tomar a decisão de fazer um trabalho correto, honesto, bom, justo, fazendo pelo próximo aquilo que você gostaria que fosse feito a você mesmo, não existe a menor possibilidade de um dia você precisar se preocupar com o que comer, beber ou vestir. Quando você faz o que é certo e justo, clientes se transformam em fãs, amigos se transformam em companheiros de luta. No momento que você entrega valor para a sociedade, fazendo um bom trabalho, tudo que você precisa será dado em acréscimo. Até alguém que não tem fé em nada, mas tem a capacidade de pensar, pode acreditar nessa ideia. O problema é que as pessoas não entendem o que ele quis dizer por “Reino de Deus”. Tem muita gente que acha que o “Reino de Deus” é uma das milhares de instituições religiosas que afirmam ser a verdadeira ou a melhor representante e que muitas vezes tiram proveito financeiro disso. Reino de Deus simboliza valores e não uma instituição humana. São valores como a fraternidade que é a ideia de que todos fazemos parte de uma unica família, todos são irmãos de uma mesma espécie e devemos nos tratar como irmãos e, diante disso, o resto será consequência. É muito difícil fazer as pessoas entenderem isso de verdade.

      • Cícero 1 de agosto de 2017 at 20:29 - Reply

        Exato! Jesus mesmo foi muito contra a religião oficial instituída de sua época, sofrendo forte oposição dos líderes legalistas, pois fazia obras, sinais, milagres, maravilhas ao contrário dos líderes.
        Quanto aos políticos, os juízes, os empresários corruptos, injustos e ladrões, irão colher o que plantaram… se não aqui, será lá no inferno!
        Abs.

      • VIVIANE 3 de agosto de 2017 at 10:10 - Reply

        Uau

      • Marcos Arcanjo 10 de agosto de 2017 at 12:02 - Reply

        Ótima análise.

        Nunca havia visto alguém abordar nesse sentido.

        Obrigado por nos engrandecer com mais essa visão.

  23. Wallaff 1 de agosto de 2017 at 11:51 - Reply

    Olá Leandro!

    Mais um texto para motivar a minha caminhada.

    Em um futuro próximo estarei assumindo um cargo público. Graças aos seus ensinamentos e de outros educadores financeiros não serei como os demais colegas que já sonham com as possibilidades do crédito consignado e financiamentos. A maioria já fala em comprar carros caros e apartamentos por meio do endividamento. Infelizmente terei que comprar um carro (usado, claro né!) para ir à cidade onde vou trabalhar. Fiz uma simples simulação na planilha “Quanto Custa Manter um Carro”. É um absurdo o custo desse passivo, ainda mais com o aumento da gasolina o gasto fica exorbitante.

    O bom nisso é que terei consciência desses gastos. Montei a previsão do meu orçamento e meu próprio plano de aposentadoria e espero que eu não desvie desse caminho. Seus artigos são de grande ajuda, continue com esse ótimo trabalho Leandro. Posteriormente irei adquirir os livros para ter acesso ao CPPremium. Já adquiri o Liro Negro dos Imóveis.

    Um forte abraço!

    • Leandro Ávila 1 de agosto de 2017 at 13:15 - Reply

      Oi Wallaff. O importante é ter essa consciência. Parabéns.

  24. Leonardo 1 de agosto de 2017 at 12:15 - Reply

    Ótima matéria Leandro. Parabéns!

  25. Rodrigo Cunha Ribas 1 de agosto de 2017 at 12:31 - Reply

    Leandro, acredito que este seja um dos melhores artigos seus que li até hoje. Parabéns e obrigado pela qualidade do seu trabalho!

  26. Jaison 1 de agosto de 2017 at 12:36 - Reply

    Parabéns pelo artigo, um dos melhores que já li sobre essa cultura consumista e de aparência.

  27. Elizabeth Bruno Cardoso 1 de agosto de 2017 at 12:42 - Reply

    Achei engraçada a matéria! Parece até dever-casa para emergentes!
    Principalmente aqueles que acabaram de estourar um sucesso!
    Na minha vida de infeliz brasileiraaprendi desde o” calote do Collor”que este país e,sempre foi e vai continuar sendo uma “piada economica”!
    Se não segurar dinheiro,tanto na fase alta como na baixa,você corre o risco de ficar debaixo de um viaduto!

    • Leandro Ávila 1 de agosto de 2017 at 13:20 - Reply

      Oi Elizabeth. Dizem que o Brasil não é um país para amadores, ou seja, as pessoas deveriam aprender a cuidar do próprio dinheiro, mais do que pessoas que vivem em países onde a vida política e econômica é mais estável. Basta observar que vivemos no país com a maior taxa de juros do planeta. O que pagamos por mês fazendo uma dívida, em muitos países é o que se paga por cada 1 ou 2 anos da mesma dívida.

  28. FERNANDO 1 de agosto de 2017 at 12:46 - Reply

    LEANDRO TE ACOMPANHO A MUITO TEMPO E ESTA MATÉRIA FOI SEM DUVIDA A MELHOR DE TODAS PARABENS.

  29. Marciane 1 de agosto de 2017 at 12:50 - Reply

    parabéns, adoro seus artigos, e preciso muito deles para me manter no foco!

  30. Carla 1 de agosto de 2017 at 12:56 - Reply

    Dei um risinho de canto de boca com a situação do elevador, porque passo pelo mesmo aqui no meu prédio. Prefiro gastar com livros e viagens a gastar com roupa de grife, mas a grande maioria ainda julga pela aparência e não pelo conteúdo. Como cheguei a uma idade em que a opinião alheia me é indiferente, continuo poupando para gastar com o que acho importante. Busco o equilíbrio entre investir o que tenho e viver a vida

    • Leandro Ávila 1 de agosto de 2017 at 13:29 - Reply

      Oi Carla. Essas pessoas que fazem julgamentos nos elevadores são vítimas. São as que mais precisam de orientação. Elas sofrem, mas não entendem a origem do sofrimento e ainda trabalham, sem saber, para manter o sistema funcionando através desses julgamentos que são doloridos. Quem não tem a cabeça boa sofre e fica ofendido com esses julgamentos. Tem raiz no nosso instinto tribal. É um comportamento tribal. Não gostamos quando as pessoas nos excluem da tribo.

      • VIVIANE 3 de agosto de 2017 at 10:17 - Reply

        Estou trabalhando isso… Relevar. Tocar o barco. Fingir que não ouviu. To fazendo dois cursos de autoconhecimento para isto, conseguir descobrir como sou, tratar traumas do passado, ressignificar crenças ancestrais, mudar a maneira de interpretar os acontecimentos, mudar o foco para o positivo, pensar no bem, considerando a lei da atração (Tudo o que bom, amável, justo, se tem virtude ou louvor, isso esteja em nosso pensamento). Realmente é um caminho árduo, mas de grande satisfação, e que traz muiiiittttta paz.

  31. Laure Cristine de Araújo 1 de agosto de 2017 at 13:02 - Reply

    Excelente texto! Nós crescemos com a mente distorcida em relação ao dinheiro e a riqueza. Penso que essa cultura é alimentada para que nossas ilusões gerem mais riqueza para outros que oferecem os brinquedos de gente grande. Não há interesse na educação financeira não só no Brasil mas acredito que no mundo em geral. É lamentável mas ainda bem que temos pessoas como você Leandro Ávila para trazer conteúdo e reflexões saudáveis. Muito obrigada.

    • Leandro Ávila 1 de agosto de 2017 at 13:31 - Reply

      Oi Laure, quem fabrica, vende e financia esses brinquedos se interessa por estimular os comportamentos que fazem você trabalhar para comprar esses brinquedos, mas eu acredito que temos dentro de nós instintos que são estimulados por eles.

  32. Hugo 1 de agosto de 2017 at 13:05 - Reply

    Com um carro emprestado, vc faz um “arregaço” em pobres corações…

    • Leandro Ávila 1 de agosto de 2017 at 13:31 - Reply

      Oi Hugo, tem gente que empresta e até aluga para essa finalidade. É parte do teatro.

  33. Agton 1 de agosto de 2017 at 13:08 - Reply

    Parabéns Leandro! Excelente artigo!

  34. Anderson Portella 1 de agosto de 2017 at 13:16 - Reply

    Leandro, mais uma vez você fala o óbvio, que a maioria não consegue enxergar, de uma forma clara e simples de forma a atingir a todos.
    Infelizmente vivemos em um momento em que muitos vivem de aparência. Como li uma vez, ninguém publica no facebook, instagram, entre outras redes sociais, suas derrotas. Publicam as “vitórias” que a meu ver são aparentes e superficiais.
    Fazendo as vezes ora de professor, ora de jesuíta você continua catequizando com paciência e perseverança para que as pessoas reflitam sobre o que é mais importante “ser” ou “ter”, eis a questão.
    Admiro-o por este trabalho.
    Considero que 2 coisas deveriam ser ensinadas para as crianças desde a 1a série: Direito e Educação Financeira.
    Ensinam matemática, é verdade, mas não explicam como ela pode ser útil e porquê ela pode ser essencial para o futuro.
    Talvez resida aí a diferença que afasta nosso país cada vez mais das melhores oportunidades para todos: a falta de educação.
    Excelente artigo ! Sou seu fã!

    • Leandro Ávila 1 de agosto de 2017 at 13:52 - Reply

      Oi Anderson. Eu acredito que deveriam ensinar as crianças a pensar, a ter disciplina, paciência, organização, persistência e inúmeras outras virtudes e valores que são extremamente úteis e que aprendemos através do sofrimento (batendo cabeça). Elas deveriam aprender a ler e a estudar da forma correta. O resto seria consequência, pois as crianças são curiosas, só precisam de alguém para estimular, motivar e direcionar essa curiosidade para os diversos temas.

  35. Fábio Melo 1 de agosto de 2017 at 13:19 - Reply

    Simplesmente FANTÁSTICO. Obrigado.

  36. Gonçalo 1 de agosto de 2017 at 13:24 - Reply

    Leandro, obrigado por mais este texto!!!! Desculpa usar este espaço para saber tua opinião, mas, olhando especificamente a queda gradativa que a Selic tem sofrido, você acredita ser tempo favorável para investir em consórcios? Ou não tem nada a ver essa associação Selic – Consórcio? Abraços e obrigado!!!!!!

    • Leandro Ávila 1 de agosto de 2017 at 14:10 - Reply

      Oi Gonçalo. Consórcio não é um tipo de investimento. Se alguém disse isso para você é provável que essa pessoa venda consórcio. Consórcio é uma criação de brasileiro, um tipo de poupança forçada onde você paga para poupar seu próprio dinheiro, quando o normal seria ser remunerado para poupar, e ainda fica contando com a sorte para ser sorteado. Nada pode ser melhor do que você cuidando do seu próprio dinheiro, investindo e recebendo juros por poupar. A queda da taxa Selic apenas segue a queda da inflação IPCA. O que devemos olhar é a diferença entre a inflação e a rentabilidade dos investimentos. A inflação já registrou mais de 10% quando a Selic estava pouco acima de 14. Agora a inflação dos últimos 12 meses está na casa dos 3% e não 10%. A diferença é o que importa.

      • Gonçalo 7 de agosto de 2017 at 14:10 - Reply

        Muito obrigado por sua atenção, Leandro!!! Abraço!!!!

  37. Karen 1 de agosto de 2017 at 13:26 - Reply

    Olá, Leandro! Tudo bem? Só tenho a agradecer por mais um artigo tão esclarecedor. Cada vez mais me sinto evoluir a cada artigo seu que eu leio.Educação financeira realmente está mudando minha vida, transformando minha mentalidade e de algumas pessoas a minha volta com que eu compartilho os seus textos. Mais uma vez, obrigada! e parabéns por esse trabalho incrível que vc faz =)

  38. Alisson Ribeiro 1 de agosto de 2017 at 13:36 - Reply

    O estoicismo tem muito a nos ensinar, principalmente no combate a vaidade capitalista.

    • Leandro Ávila 1 de agosto de 2017 at 14:26 - Reply

      Oi Alisson, o problema não é do capitalismo, o problema do que fazem através dele. Os homens é que são vaidosos. O problema está em nós. O sistema econômico e político pouco importa quando os valores humanos são tortuosos. Os filósofos estoicos possuem conteúdo muito interessante que falam valores humanos.

  39. Alex 1 de agosto de 2017 at 13:41 - Reply

    Esse texto é “matador” !!! Nunca li tantas verdades tão bem escritas. Muitas frases de impacto! Parabéns!

  40. Marciel Oliveira 1 de agosto de 2017 at 13:47 - Reply

    Fantástica a frase “O objetivo da independência financeira não é ser rico, é ser livre.” Parabéns Leandro, continue com esse ótimo (e nobre) trabalho de educar!

  41. Michael Stuart 1 de agosto de 2017 at 14:00 - Reply

    O seu artigo muito relevante Leandro me lembra da historia relatada do Jack Bogle em uns dos livros dele.

    O Bogle foi convidado a uma festa de um gestor de multimercados [hedge fund manager] que foi parecida a aquelas descritas na novela The Great Gatsby. O Bogle ouviu uma conversa entre o Kurt Vonnegut and o Joseph Heller. O Vonnegut fez o comentario que o gestor deveria ganhar dentro de um dia mais que todas as receitas vitalicias do livro do Heller, o Catch 22. O Heller respondeu: “Sim. Mas eu ja tenho algo que ele nunca vai ter. Bastante.”

    Por isso o titulo do tal livro. “Enough. True Measures of Money, Business, and Life.”

    • Leandro Ávila 1 de agosto de 2017 at 15:09 - Reply

      Oi Michael, eu acho que as pessoas precisam refletir sobre o que é “o bastante” e isso é o primeiro passo no planejamento da independência financeira e até da vida profissional. Se você não tem limite, se nada basta, você tem um problema muito sério, pois sua vida tem limite, sua saúde tem limite, sua vida produtiva tem limite.

  42. Alvaro Mota 1 de agosto de 2017 at 14:08 - Reply

    Ótimo artigo Leandro, me identifiquei com o dono do Celta, o meu Celtinha tá pago e não tenho dívidas, enquanto isso os colegas do trabalho trocando de carro a dezenas de prestações, eles vivem me perguntando quando vou trocar de carro. Sempre respondo que o meu me atende. Seus artigos são muito esclarecedores e nos incentiva cada vez mais a continuar estudando e buscando a independência financeira. Obrigado por seus ensinamentos.

    • Leandro Ávila 1 de agosto de 2017 at 15:11 - Reply

      Oi Alvaro. As pessoas gostam quando o comportamento delas é copiado e ficam incomodadas quando suas ações são diferentes.

  43. Leonardo 1 de agosto de 2017 at 14:22 - Reply

    Lendo seu artigo fico triste e feliz.
    Triste pela realidade da nossa sociedade e Feliz por existir pessoas como você que contribuem para mudar essa realidade.
    Leandro, parabéns pelo excelente trabalho.
    Saiba que você está mudando a vida das pessoas.

  44. Geovane Paulo Hoelscher 1 de agosto de 2017 at 14:37 - Reply

    Mais uma vez, lhe agradeço. Adorei a frase do Lúcio Sêneca.

  45. Marcelo 1 de agosto de 2017 at 14:38 - Reply

    Parabéns Leandro, seus textos são muito fáceis de ler e fluem com prazer. Você tem o dom da didática!
    Apesar de eu já estar trabalhando em minha liberdade financeira há 12 anos, e já ter muito do que você fala em seus textos na minha cultura pessoal, acabo sempre aprendo uma abordagem nova. Continue com esse belo projeto e tenha a certeza que estará ajudando muitas pessoas a ter uma vida mais estável e feliz.

  46. Johnathan 1 de agosto de 2017 at 14:40 - Reply

    Show como sempre Leandro, o mais adimiravel nesses bilionarios são com certeza o controle emocional deles, porque tudo isso não basta saber racionalmente, para chegar nesse nivel vc tem q ter um emocional muito forte, como por exemplo, vc não pode se importar com o q as pessoas pensam sobre vc, vc não deve buscar aprovação social. Sabemos q cada vez mais o ser humano está buscando aprovação social devido as redes sociais, e isso leva a ansiedade e depressão. Hoje tenho consciencia q para chegar onde eu quero não basta saber racionamente oq fazer, é preciso se blindar emocionanalmente nesssas questões sociais em q a sociedade tenta nos impor. E por isso é tão dificil alquem se tornar bilionario, pq poucas pessoas conseguem essa blindagem emocional, pois poupar e investir e muito facil perto de se saber controlar o mostro q é o fator emocional q temos.. Abraços

    • Leandro Ávila 1 de agosto de 2017 at 15:27 - Reply

      Oi Johnathan, na verdade a maioria se perde no meio do caminho. Comum ver essas pesquisas dizendo que só 1% da população mundial é rica. Eu fico imaginando se os outros 99% tivessem oportunidades, força de vontade, conhecimento e meios para crescer, se eles teriam controle emocional para crescer. Crescer tem um preço e nem todo mundo está disposto a pagar e esse preço está relacionado a um crescimento pessoal, com controle emocional, com desenvolvimento de habilidades, controle de vícios, maus hábitos, etc. Eu gosto da representação que os orientais usam e que simboliza isso que você chamou de monstro emocional. Eles dizem que as pessoas são como crianças montadas em um búfalo selvagem. O búfalo é o seu lado emocional, sempre reagindo por impulsos, sempre emotivo, raivoso, sem controle, mas forte. Você vai crescendo e se tornando maduro quando começa a domesticar esse búfalo que existe dentro de você, até o ponto que ele se torna dócil e obediente. Nesse momento você assume o controle do seu lado mais forte que é o lado emocional, o lado que faz você caminhar com força, derrubando obstáculos como um búfalo faria. O grande problema é que força sem controle é um desastre. Por este motivo é fundamental aprender a controlar o nosso lado emocional para crescer.

      • Johnathan 1 de agosto de 2017 at 16:44 - Reply

        Exatamente Leandro, no meu caso eu aprendi com o conrado adolpho a analogia do menino (racional) e o elefante(emocional) fica mais facil de entender, quando vc aprende a domar o elefante as coisas fluem em harmonia e vc consegue chegar onde quiser.

        • Leandro Ávila 1 de agosto de 2017 at 17:49 - Reply

          Oi Johnathan, ele usa o exemplo no curso dele, mas o simbolismo é comum no Taoismo, a figura do Lao-Tze é a de um velho sobre um búfalo e normalmente ele está de costas, pois o búfalo está tão adestrado que ele já sabe o que deve fazer. É como aquele que troca maus hábitos por bons hábitos e o caminho já pode ser trilhado no modo automático.

          • Johnathan 2 de agosto de 2017 at 22:20

            Muito bom Leandro, não sabia dessa, obrigado!

  47. Bruno R. 1 de agosto de 2017 at 15:13 - Reply

    Leandro, mais uma vez parabéns pelo excelente artigo. O seu site é uma das minhas fontes para me manter focado nos meus objetivos financeiros. Tenha certeza que você está transformando a vida de muitas pessoas. Abç.

  48. Marcelo Williams Costa 1 de agosto de 2017 at 15:22 - Reply

    Mais um excelente artigo, parabéns!

    Acho que já comentei, mas tenho um fiat Uno mille 2009. O tema é conexo então comentarei um causo pessoal.

    Estava tranquilamente na garagem do local onde resido, verificando a água do radiador do meu velhinho. Quando de repente chega meu vizinho (que é PM reformado). Este indagou: “Marcelo, não sei como você consegue dirigir carro velho!”. Confesso que quase dei uma sapatada no coitado (que já vi trocar de carro três vezes!). Mas fui condescendente, resolvi sorrir e acenar…

    Obrigado, Leandro.

    • Leandro Ávila 1 de agosto de 2017 at 15:38 - Reply

      Oi Marcelo. Provavelmente você tem planos mais interessantes, tem objetivos mais valiosos para investir o fruto do seu trabalho. Ele escolheu trabalhar para trocar de carro, se isso é consciente tudo bem, o problema é quando ele faz por fazer, por todos fazerem, sem entender o que isso pode significar.

  49. Vinne Souza de Oliveira 1 de agosto de 2017 at 15:40 - Reply

    Olá, Leandro! Primeiramente, grande artigo, acho que um dos melhores que já li por aqui. Segundo, estou com uma dúvida bem simples e pediria que você, por gentileza, me respondesse rapidamente: existe um simulador que poderia me dizer quanto devo de juntar para que, com o juros desse montante, liquide totalmente o valor das minhas despesas mensais básicas? Tenho uma dúvida sobre onde colocar esse dinheiro para conseguir fazer essas captações mensais, já que não CDB, LCI e LCA não permitem o saque todo o mês.

  50. suely 1 de agosto de 2017 at 15:44 - Reply

    Excelente texto!! Meu desejo é que chegue ao conhecimento de milhares de pessoas, pois infelizmente essa realidade de ter que mostrar o que se tem e não o que se é, é que prevalece na nossa sociedade “cega e alienada”.

  51. LOURIVAL SANTOS 1 de agosto de 2017 at 15:58 - Reply

    Excelente texto. Como sempre. É tanto bombardeio da propaganda que muitos já nem sabem mais porque compram isso ou aquilo. A questão é simples: ter o básico é que é importante. Talvez ter um carro seja importante, dependendo do caso de cada um, mas não precisa ser um JAGUAR, uma FERRARI ou até mesmo um carro zero. Um que esteja em bom estado já é o suficiente. O mesmo serve para a nossa casa, as nossas roupas, etc.. Desse mal não padeço. Não me iludo com propaganda. Ninguém me dirá o que devo ou não comprar, muito menos um comercial de TV.
    Meu amigo, seus textos são primorosos. Parabéns.

    • Leandro Ávila 1 de agosto de 2017 at 16:37 - Reply

      Oi Lourival. Existe uma pergunta que funciona como um teste. Se você morasse em um lugar isolado do planeta, onde ninguém poderia ver ou saber sobre o seu carro esportivo. Será que o desejo pelo carro seria o mesmo?

  52. Murilo Witt 1 de agosto de 2017 at 16:16 - Reply

    Leandro, seus artigos vem em melhor momento na minha vida, sempre que estou passando por uma experiência nova, consigo notar todas as características que leio em seus artigos, logo irei me mudar para o apartamento que minha mãe comprou, no minha casa minha vida. Após comparecer a última reunião de condomínio, constatei que a maior parte dos moradores estão em inadimplência com a corretora, mas logo vi no estacionamento veículos que custam mais que metade do valor de um apartamento, e não são poucos esses veículos, também percebi que as pessoas se vestem de um modo que tentam demonstrar o que não tem, percebo que a maioria das pessoas, que tentam exibir riqueza, através de roupas de marca, joias, e outros apetrechos, normalmente são as que mais estão endividadas e que menos tem riqueza, tanto intelectual quanto financeira, até mesmo em casa percebo isso, moro com minha mãe, e tento, a medida do possível conscientizá-la de todas essas armadilhas, mas acredito ser melhor focar no que posso fazer para mim, pois se a pessoa não quer mudar, no caso a minha mãe, de nada vale todo esforço que tenho para ajuda-lá, como já disse algumas vezes, tudo começa na pessoa.

    • Leandro Ávila 1 de agosto de 2017 at 16:40 - Reply

      Oi Murilo. Você tem que começar por você. Não é possível fazer ninguém crescer empurrando ou puxando. Você só vai colecionar antipatia e inimizades. Quando as pessoas estão prontas para receber orientação, elas pedem para você por perceberem o seu exemplo.

      • Frederico Bicalho 3 de agosto de 2017 at 9:16 - Reply

        Essa é a mais pura verdade…

        “Você só vai colecionar antipatia e inimizades. Quando as pessoas estão prontas para receber orientação, elas pedem para você por perceberem o seu exemplo”

  53. ADILSON 1 de agosto de 2017 at 16:18 - Reply

    Leandro, mas uma vez leio um grande artigo de sua autoria. Informo que possuo seus livros e procuro compartilhar seus ensinamentos com meus amigos. No Brasil, existe pessoas que de fato, não se preocupam muito se estão com dívidas. O que importam mesmo é o “ter” e o “parecer” e não o “ser”. Lembro que nosso país é consumidor do primeiro mundo, portanto, sua população desde de que nascem são programados em consumir tudo que no primeiro mundo é produzido, custe caro ou barato, tenha dinheiro ou não. Um abraço!

    • Leandro Ávila 1 de agosto de 2017 at 16:41 - Reply

      Oi ADILSON. Obrigado por apoiar o projeto. O que você falou é uma grande verdade.

  54. Tiago Oliveira 1 de agosto de 2017 at 16:44 - Reply

    Muito bom o arquivo.

    Leandro, infelizmente as pessoas buscam status sem ter condições de manter tal status.

    Uma certa vez estive ouvindo uma ministração evangélica, e o preleitor falou uma coisa que
    me chamou muito a atenção.
    Disse o seguinte: Quando uma mensagem está sendo ministrada, muitas pessoas se preocupam
    em anotar os erros de português, pronuncias onde consequentemente esquecem de aproveitar o banquete
    que é os ensinamentos que tal mensagem está sendo transmitida.

    Quando buscamos observar somente os erros, deixamos passar a oportunidade de avançar
    como pessoa e aprender.

    Imagem não enriquece, a maior riqueza é os ensinamentos que adquirimos ao decorrer
    da nossa trajetória.

    Muito bom o arquivo Leandro.

    Grande abraço.

    Grande abraço Leandro, parabéns.

    • Leandro Ávila 1 de agosto de 2017 at 17:54 - Reply

      Oi Tiago. Isso é verdade. Eu mesmo faço um grande esforço para evitar erros, mas não consigo eliminar todos. Entendo que eles se transformam em distrações, exatamente como você falou. Uma vez alguém comentou “parei de ler o seu texto quando você escreveu a palavra ???? errada”. Lamentei, pois eu corrigi o erro que ele encontrou, não perdi nada, mas ele perdeu uma boa oportunidade de ler o texto até o final.

  55. Thomas 1 de agosto de 2017 at 16:45 - Reply

    Muito bom artigo Leandro, mais uma vez parabéns!
    Me identifiquei muito com seu depoimento do elevador. As pessoas hoje se preocupam muito mais com o mostrar que tem/que são do que em realmente se preparar para alcançar a estabilidade e poder finalmente ser aquilo quem elas querem. Vivem na ilusão de que tudo está bem até que em um momento vem os problemas (emergências de saúde ou problemas com os bens, desemprego, etc) aparecem e elas se dão conta de que não dá mais pra continuar fingindo. Esse é o modelo vendido pela mídia e pela maioria das pessoas. Mais uma vez parabéns por mostrar que não precisa ser assim e que outros caminhos existem.

    • Leandro Ávila 1 de agosto de 2017 at 17:57 - Reply

      Oi Thomas. Existem outros caminhos. Devemos fazer o que é certo e justo (no sentido de equilibrado) com nossa vida financeira e deixar que os outros pensem o que quiserem. Isso é libertador. Se o mundo estivesse repleto de bons exemplos para seguir, faria sentido seguir o que todo mundo faz e todo mundo pensa. Não é o caso.

  56. Abimael 1 de agosto de 2017 at 16:47 - Reply

    Só acho que o cara que escreveu esse capítulo da Bíblia, não passa de um pobretão, sem capacidade financeira de ter um bom carro ou uma boa casa. Kkkk Brincadeiras a parte rsrs

    • Leandro Ávila 1 de agosto de 2017 at 18:00 - Reply

      Oi Abimael. Quando você juga ele acaba entregando uma permissão para que todos passem aqui para deixar um julgamento sobre você. Isso não costuma ser bom. Eu aproveitei essa passagem que ele destacou para fala o que penso sobre ela. É muito comum o seu uso e nem todo mundo entende direito o simbolismo dela.

  57. José Alessandro 1 de agosto de 2017 at 17:11 - Reply

    Seus posts são de grande valia para nós que estamos começando a aprender bem mais sobre educação financeira. Mas no tocante ao assunto em específico, não mudaria muita coisa, ou quase nada, no patrimônio desses bilionários. Sou sincero a dizer que não dei continuidade de ler o retante da matéria, pois isso me pareceu um tanto exagero da parte do fundador da Amazon, e como tudo nesta vida, dosar as coisas é sempre saudável. Nada com exageros é bem vindo. Deve-se também levar em conta, no caso específico dele, que um carro velho demais, ou seja, com mais de 23 anos, também dará mais manutenções devido ao desgaste natural das peças. Olhando por esse ângulo, não me parece uma percepção tão inteligente.
    Repito, tudo na vida deve ser pesado e nada, absolutamente nada com exageros é saudável. No mais só temos a agradecer mais um post que faz refletir o que deve ser priorizado.
    Obrigado Leandro.

    • Leandro Ávila 1 de agosto de 2017 at 18:02 - Reply

      Oi José, é uma pena que não tenha lido tudo. Sei que incomoda, mas deveria ter lido até o fim. Acho que você teria entendido a ideia central.

  58. André L. Martin 1 de agosto de 2017 at 17:16 - Reply

    Mais um magnífico texto! Simples, profundo, magistral! Obrigado por compartilhar!

  59. João Augusto 1 de agosto de 2017 at 17:33 - Reply

    Leandro
    Esse texto me faz rememorar pessoas que têm rendimento variável e levam a vida considerando seus ganhos pelo pico, jamais pela média.Quando o mercado despenca, ele fica sem salário. Junte-se a isso a obsessão por gastar sem controle, por pura ostentação, o final e sempre desagradável..Infelizmente temos muitas cigarras por aí.

    • Leandro Ávila 1 de agosto de 2017 at 18:09 - Reply

      Oi João Augusto. As pessoas que possuem uma renda variável precisam ter boas reservas e devem avaliar seus ganhos anualmente e não mensalmente. Quem trabalha no comércio ou em atividades sazonais precisa entender que a economia vive de ciclos e as empresas e os produtos possuem ciclos de vida. Ter uma mentalidade de formiga é muito importante para quem empreende. Se fizer como a cigarra acabará quebrando uma vez a cada ciclo econômico.

  60. Rogério Ribeiro 1 de agosto de 2017 at 18:11 - Reply

    Muito bom!!! Parabéns!

  61. José Afonso 1 de agosto de 2017 at 18:56 - Reply

    Uma palavra de cautela, existem muitos que vivem bem abaixo do seu padrão e até mal vestido enquanto está vivo e as pessoas o vê como um pobretão. Quando morre, morreu fulano de tal ele era bilionário. Conclusão, alguns são ricos quando morre e os herdeiros agradecem.

    • Leandro Ávila 2 de agosto de 2017 at 7:35 - Reply

      Oi José. Existem exageros nos dois extremos. Cabe a cada um buscar o seu próprio equilíbrio.

    • Chefinho Amaro 7 de agosto de 2017 at 16:48 - Reply

      José Afonso, já conheci um caso assim. Mas, convenhamos, o oposto é o mais comum em 99,9% dos casos.
      Eu sempre digo que o lazer anda junto com os seus estudos e sua decisão de ser livre economicamente e não trabalhar mais pelo dinheiro e sim somente pelo prazer.

      Uma pessoa dessas, não sabemos suas reais motivações para se privar de tudo, já com sua liberdade financeira. Penso eu que o extremo desse lado e o extremo de ficar ostentando coisas apenas para “querer dar uma de rico”, são fenômenos psicólogicos graves de descontrole emocional. Infelizmente a maioria das pessoas acha que um dos dois extremos (o segundo principalmente) é natural, quando não é o. O caminho do meio ensinado por Buda é isso – viver em equilíbrio entre poupar, gastar e se divertir.

      Um abraço!

  62. Guilherme 1 de agosto de 2017 at 19:43 - Reply

    Eu confesso que já perdi o entusiasmo, ou até vontade, de tentar disseminar algumas ideias de independência financeira às pessoas, pois percebi que cada um tem seu tempo. O processo para ser legítimo deve partir de si. Senão é o burro empacado a cada vez que apanha.

    Por outro lado, ouço várias críticas de pessoas que não entendem a razão de eu não torrar meu patrimônio com bens materiais. Ou seja, as pessoas se incomodam de ouvirem conselhos para serem mais independentes e ao mesmo tempo criticam as que não praticam os mesmos hábitos delas.

    A sorte é que aprendi a me blindar desses comentários e energia negativa de forma que, ironicamente, cada vez que meu patrimônio aumenta, menos sinto vontade de usufruir de luxos materiais.

    A riqueza está na simplicidade.

    Abraços.

    • Leandro Ávila 2 de agosto de 2017 at 7:34 - Reply

      Oi Guilherme. Isso que você descreveu não ocorre só na área financeira. Ocorre em todas as áreas da vida. As pessoas não crescem e ainda parece existir um acordo entre elas para que lutem contra as ideias daqueles que crescem. Se você está percebendo que quanto mais o seu patrimônio cresce, menos interesse você tem pela coisas, isso significa que você já compreendeu que a liberdade é o bem maior, é o que vale mais. A grande verdade é que as coisas caras e luxuosas que o dinheiro pode comprar não valem nada. Já a liberdade de você poder comprar e dizer não, essa não tem preço. Aquele carro mais caro do mundo que aparece no artigo, para mim não vale absolutamente nada. Desejar um veículo desses é quase uma placa de imaturidade colada na testa. Não pagaria nem R$ 100 por algo desse tipo que só serviria para ocupar espaço, tempo e minha energia (coisas que valem mais). Quem produz e vende esses veículos entende as fraquezas humanas e nos bastidores riem do comportamento boboca daqueles que desejam esses brinquedos de luxo.

  63. Jakson 1 de agosto de 2017 at 21:43 - Reply

    Excelente mais uma vez parabéns pela Materia

  64. Miguel 1 de agosto de 2017 at 21:50 - Reply

    Ha um livro “The Millionaire Next Door” que fala muito sobre o tema. Abs.

  65. Camila 1 de agosto de 2017 at 22:56 - Reply

    Olá Leandro!! Mais uma vez um artigo impecável!! Tenho ainda um motivo especial para te agradecer… comecei minha jornada na educação financeira mais ou menos em abril do ano passado, onde seu site foi de suma importância e após me organizar financeiramente, consegui fazer meu primeiro investimento há exatamente um ano atrás e nunca mais parei! É indescritível a sensação de liberdade que venho vivenciando, por ter simplificado minha vida, me desfeito daquilo que não me representava mais, tendo mais tempo livre…. OBRIGADA!! Sempre compartilho seus ensinamentos com meus amigos, às vezes observo mudanças neles… mas não faço isso de forma impositiva, sempre “despretensiosa”! E aproveitei para mandar um link desse artigo “acidentalmente” por whatsapp para um casal que mora no mesmo condomínio onde resido, que, se analisarmos apenas a embalagem, vemos apenas ostentação: carros do ano, viagens ao exterior, roupas de marca, restaurantes badalados todos os dias…. mas a realidade é que todos os dias chegam avisos de cobrança, avisos de inclusão no serasa, cheque sem fundo, aviso de corte de água e luz…. sinceramente não sei como dormem à noite. Mas não mudam!! Espero que leiam e se interessem… quem sabe! Grande abraço!!

    • Leandro Ávila 2 de agosto de 2017 at 7:23 - Reply

      Oi Camila. Vivem no mundo da fantasia, dormem no travesseiro da imprudência. O mais triste é que as consequências futuras são implacáveis. Elas chegam sem nenhuma piedade. No mundo das finanças você sempre aprende. Existe a forma mais rápida e fácil que é através do estudo e existe a forma prática através de um professor muito duro que é o sofrimento. Enquanto tiverem saúde, renda e condições de continuar mentindo (cheque sem fundo é uma mentira, dívida que não pode ser paga é uma mentira) a fantasia será mantida. Um dia tudo isso será perdido e só sobrará o arrependimento, o tempo perdido, as consequências. É uma pena, mas o bom é que no final, aprender é quase obrigatório.

  66. Oyrag 1 de agosto de 2017 at 23:33 - Reply

    Olá Leandro boa noite.
    Gostaria de agradecer por esses sabios ensinamentos. Concordo plenamente com você.
    Atualmente estou lendo um livro chamado Menos é mais da autora Francine Jay, que faz uma boa introdução ao que se chama estilo de vida minimalista, que eu estou tentando seguir agora. Segundo o livro Os Segredos da mente milionária a simplificação é um dos maiores desafios de quem trilha os caminhos do enriquecimento.
    Te admiro muito. Um grande abraço.

    • Leandro Ávila 2 de agosto de 2017 at 7:15 - Reply

      Oi Oyrag, parabéns por dedicar seu tempo nessas leituras. Cada sofisticação é uma corrente com um peso na outra ponta. Quanto maior o vício pelas sofisticações, mais engessada fica a vida, mais tempo e energia física e mental gasta com o cuidado e a administração das coisas, menos tempo e energia para o que realmente importa.

  67. Danilo 2 de agosto de 2017 at 0:04 - Reply

    Isso foi muito motivador, parabéns…!!! Manda um alô pra Bahia, Salvador. Abraços

  68. Luis 2 de agosto de 2017 at 0:09 - Reply

    Oi Leandro,
    O texto até é interessante, e tive a curiosidade de ler quase todos os comentários, e cheguei a uma conclusão ..como diz o ditado:
    ”em terra de cego, quem tem um olho é rei”…entendeu?
    Abraço a todos

    • Leandro Ávila 2 de agosto de 2017 at 7:06 - Reply

      Eu entendo, mas não sei se você entende.

      • Jeff 2 de agosto de 2017 at 11:35 - Reply

        Leandro, você entende o que eu entendo?

        • Leandro Ávila 2 de agosto de 2017 at 11:47 - Reply

          Oi Jeff, eu me esforço para me fazer entender. O que as pessoas entendem foge do meu controle.

          • VIVIANE 3 de agosto de 2017 at 10:37

            Que conversa de louco, gente!!

  69. Rubens Aguiar 2 de agosto de 2017 at 0:27 - Reply

    Excelente texto Leandro, bem conceitual porém muito claro nos exemplos materiais (e bastante comuns de se ver, inclusive). Como um complemento ao conceito do texto, também é sempre importante considerar a saúde (física, mental e espiritual) e a proximidade com a família e amigos no conceito de “ser rico”.
    Acredito que essa releitura do que é “ser rico” seja legal para discutir no Transcendência Financeira, obviamente que aqui no CP o foco é a questão financeira.
    Novamente parabéns, seu trabalho é excelente !

    • Leandro Ávila 2 de agosto de 2017 at 7:06 - Reply

      Oi Rubens. O foco do artigo foi o “ser rico financeiramente”, pois a grande verdade é que para se sentir rico por dentro, nem precisamos de dinheiro.

  70. David WSM 2 de agosto de 2017 at 0:41 - Reply

    Boa noite

    A minha opinião vai ser sobre o carro mais caro que você usou para ilustrar o artigo.
    O nome saiu incorreto, se chamava provisoriamente AM-RB 001 (da parceria de Aston Martin com Red Bull Racing), o nome oficial agora é Aston Martin Valkyrie.
    O projetista desse carro, Adrian Newey, já desenvolveu 10 carros vencedores do mundial de Fórmula 1.
    Vai ser uma das obras primas da engenharia automotiva. Seu preço só vai subir, até por que serão feitas menos de 200 unidades.

  71. Mercedes 2 de agosto de 2017 at 1:51 - Reply

    Hahahahahaha! Agora me diverti….se vcs vissem a cara das pessoas quando entro na garagem de 🏡 (e que casa!) com um Gol 95…..😂😂😂😂😂….não tenho uma única dívida, faço meus próprios pães e comida todo dia além de trabalhar na empresa. Mas me olham feio….já passei por muita coisa. Lembro uma vez que estava procurando casa. Eu tinha um Voyage. Não me davam bola. Me tratavam mal. Até que encontramos a casa. E o vendedor que me desprezou, tomou uma gozarão de toda a imobiliária….compramos à vista. Lembro como se fosse hoje a cara de B…..dele….kkkkkkk

    • Leandro Ávila 2 de agosto de 2017 at 7:02 - Reply

      Oi Mercedes. Talvez o preconceito social seja mais forte que qualquer outra forma de preconceito aqui no Brasil. Qualquer pessoa, com qualquer cor de pele, idade, gênero, nacionalidade vestido de forma simples dirigindo um carro simples, sem ostentar marcas ou símbolos de status é automaticamente julgada e isso pode atrapalhar as relações sociais, profissionais, etc. Qualquer pessoa bem vestida, cheia de adornos e vestimentas de marca dentro de um carro luxuoso recebe tratamento diferenciado. Já vi o caso de uma pessoa dona de uma empresa de instalação de ar-condicionado em escritórios que conseguiu dobrar o faturamento da empresa quando ela percebeu que sua roupa influenciava no preço que os clientes aceitavam pagar pelo serviço. Nesse caso devemos usar a inteligência e observar quando faz sentido vestir a fantasia e quando não é necessário.

      • Cõvis 2 de agosto de 2017 at 11:42 - Reply

        Suas ideias sobre o teatro social são certas. Já me dei bem em cima de muitos clientes e mulheres encenando o personagem certo. Os personagens que crio já moraram em mônaco, já viajaram pro caribe, são empresários, juízes, políticos… Impressionante a tacanhice do brasileiro médio.

        • Leandro Ávila 2 de agosto de 2017 at 12:16 - Reply

          Oi Cõvis, o que você está fazendo prejudica você e as pessoas que tem contato com você. Você está confundindo fantasia com realidade. Se você é um empresário a sociedade espera que você se vista como um empresário e não como um surfista. Se você é surfista profissional as pessoas na praia não esperam que você pratique o esporte fantasiado de juiz. Se você passa a falar mentira e a enganar as pessoas para tirar benefício delas, isso tem outro nome.

    • Chefinho Amaro 7 de agosto de 2017 at 16:57 - Reply

      kkkkkkkkkkkkkk certas coisas não tem preço rs

  72. Vagner Cordeiro 2 de agosto de 2017 at 8:57 - Reply

    Eu passei minha vida fafzendo essas besteiras.

    Hoje me considero rico , pois mudei minha maneira de pensar .
    Antes só vivia pagando altos juros com carros financiado , se tivesse investido só com o que gastei com esses financiamentos ao lindo de 10 anos , hoje teria uma pequena fortuna!

    Mas abri os olhos e através de educação financeira, mudei minha vida , vendi um carro caro que tinha 2014 , investi o valor e não parei mais .

    Invisto praticamente todo meu capital e vejo os valores aumentando todo dia .

    Tenho um carro 97 que não paga mais ipva e não me impede de ir onde eu ia , como no outro novo!

    Nunca é tarde para começar!

    Muito bom seu post , parabéns

    Vagner Cordeiro!

    • Leandro Ávila 2 de agosto de 2017 at 12:07 - Reply

      Oi Vagner. Parabéns. Você só precisa cuidar bem o seu carro 97, pois o item mais importante de qualquer carro é a segurança. O resto é bobagem.

  73. Mateus 2 de agosto de 2017 at 9:38 - Reply

    Leandro,

    Sou leitor assíduo do seu site e cada vez mais me identifico com o seu pensamento. Aliás, tenTo colocá-lo em prática no dia a dia. Agora, confesso que fiquei um intrigado com os carros dos milionários americanos. Não acho que eles deveriam ter jaguar, Mercedes ou BMW para ostentar as suas riquezas, mas até pela segurança e conforto que um carro desses oferece. Além disso, o valor a mais não faria diferença no orçamento familiar desses seletos empreendedores.

    Ainda assim, entendi a mensagem que você quis passar com esses exemplos!

    Aproveitando o assunto automóvel, você sabe me dizer se há algum parâmetro a ser seguido na hora de escolher a faixa de preço do veículo em relação à renda da pessoa. Falo isso desconsiderando a possibilidade de entrar em um financiamento, inclusive os de “taxa zero”.

    Por fim, lendo os comentários tive a grata surpresa de descobrir que você tem outro site! Muito bom! Já me inscrevi para receber mais estes textos.

    • Leandro Ávila 2 de agosto de 2017 at 12:05 - Reply

      Oi Mateus. Eles sabem que a vida deles é alvo de observadores. A maneira como se comportam se transformam em fonte de inspiração até para seus funcionários. Eu acredito que o perigo de andar em carro velho são os riscos que envolvem a segurança. Se o carro falhar, sua vida está dentro dele. O importante é que cada um reflita e busque seu próprio equilíbrio. Se a coisa mais importante da vida de uma pessoa é ter um carro luxuoso e se resolver destinar tudo que tem para essa finalidade, tudo bem, faça isso com consciência, mas também que dedique algum tempo pensando na vida, pois se isso é o mais importante existe alguma coisa errada com essa pessoa.

      • Mateus 2 de agosto de 2017 at 21:26 - Reply

        Bela resposta! Não tinha ponderado sobre o lado comportamental do chefe perante os funcionários ao ter um carro mais simples. Faz todo sentido! Falando em segurança, sem dúvidas, o Mark Zuckerberg está bem servido com um Golf e ainda de quebra não traz consigo a carga de ostentação, ainda mais nos EUA, onde é um carro acessível à considerável parcela da população.

        • Leandro Ávila 3 de agosto de 2017 at 6:47 - Reply

          Oi Mateus, e se tem uma coisa que essas pessoas não querem e também não precisam é chamar atenção dentro de um carro que chama atenção.

  74. Paulo Silveira 2 de agosto de 2017 at 10:10 - Reply

    Só um detalhe que me alertaram do tio Zuck: “Zuckerberg reportedly put money down on a Pagani Huayra. The Italian hypercar starts at a modest $1.3 million.”

    • Leandro Ávila 2 de agosto de 2017 at 12:02 - Reply

      Oi Paulo. Agora que ele está na lista dos 10 mais ricos (US$ 70,4 bilhões) resolveu queimar o que para ele é trocado, 0,001% do seu patrimônio, fazendo uma extravagancia. É diferente daquele que não tem patrimônio algum, só tem uma promessa de renda futura, e vai lá na concessionária e sai de “carro popular zero km careca” e uma dívida enorme para quitar depois de 5 anos de trabalho duro e sofrimento.

  75. José Santos 2 de agosto de 2017 at 10:13 - Reply

    Acho que o ideal é ser feliz. Se pode comprar e não compra e se sente bem assim, ótimo. Se pode comprar e compra por que acha necessário e merecedor, ótimo também.
    Agora, pagar juros para parecer “bem” para a sociedade e para si é cilada.
    Devo agradecer a você pelo excelente material educativo disponibilizado que me incentivou a ter iniciado minha jornada como poupador e investidor já há algum tempo e com resultados formidáveis.
    Educação é tudo.

    • Leandro Ávila 2 de agosto de 2017 at 11:55 - Reply

      Oi José, o importante é viver uma vida consciente. Isso evita surpresas e são surpresas desagradáveis que tiram as pessoas de um estado mais duradouro de tranquilidade, satisfação e felicidade. Se para isso a pessoa precisa de um carro de luxo, tudo bem, que faça isso com consciência.

  76. Pablo Dutra 2 de agosto de 2017 at 10:34 - Reply

    Leandro,

    Gosto muito de ler seus artigos, você possui um autoconhecimento e uma organização financeira impares. Além de tudo, você é generoso e compartilha de seu conhecimento e aprendizado com todos nós.
    Sou solteiro, tenho 36 anos e tenho carro da empresa, logo não tenho custo com transporte. Morei anos dividindo aluguel e nesse período consegui juntar dinheiro e me organizar financeiramente para comprar um imóvel. Optei por um apto de 49 m2 com custo baixo e que não atrapalhasse minha vida financeira, dessa forma continuo juntando dinheiro. No entanto todo mundo que chega na minha casa diz “nossa, o apto é pequeno, imaginei que você fosse comprar um maior”.
    Minha opção é educação financeira e não possuir carros e imóveis grandes! Acredito que se eu continuar organizado e juntando dinheiro, conseguirei chegar ao ponto de equilíbrio financeiro por volta dos 45 anos.
    Porém quem não tem uma meta, seguirá o sonho dos outros (carros, imóveis, férias na europa, muitos filhos, etc).

    • Leandro Ávila 2 de agosto de 2017 at 11:53 - Reply

      Oi Pablo. Você certamente poderia ter comprado um imóvel maior e agora teria uma pedra (Financiamento) para carregar nas costas por até 35 anos. É o que muitos fazem sem compreender o que isso significa, sem refletir, sem planejar. Não precisamos de muitas coisas. Precisamos mesmo é de tranquilidade, liberdade, paz para focar nas coisas mais interessantes e importantes que acumular quinquilharias dentro de um imóvel enorme.

  77. Kleber Lima 2 de agosto de 2017 at 11:10 - Reply

    Leandro,

    Depois de ler esse artigo, só posso dizer PARABÉNS!

    Forte abraço, Kleber!

  78. Bárbara 2 de agosto de 2017 at 11:18 - Reply

    Maravilhoso artigo, Parabéns Leandro. Fora os comentários aqui, você não imagina a quantidade de comentários fora quando compartilhamos, é muito bacana. Minha amiga ao ler me contou que no dia anterior seu chefe perguntou a ela porque ela não tinha carteira de motorista. Ela tem seus vários motivos, mas como ficou encomodada com a pergunta respondeu tbm que era porque não precisava de algo que a fizesse gastar dinheiro e que continuaria com sua bicicleta, depois de observar que seu chefe na semana anterior havia refinanciado o carro que luxo que possui porque atrasaram as parcelas. A resposta do chefe foi que ela tinha “uma cabeça muito moderna”.

    • Leandro Ávila 2 de agosto de 2017 at 11:50 - Reply

      Oi Bárbara. Ao perceber que ela não sofre das mesmas complicações, como ter que refinanciar um carro de luxo, isso acaba incomodando. As vezes esse tipo de pergunta pode ser um forma indireta de um pedido de orientação, um pedido de luz, uma curiosidade sobre como seria essa “cabeça moderna”.

  79. Bruno 2 de agosto de 2017 at 11:43 - Reply

    Parabéns Leandro. Formidável sua explanação sobre esse assunto. Fico feliz por ajudar muitos brasileiros com conteúdo de qualidade e transformador.

  80. Luciano Passalacqua 2 de agosto de 2017 at 12:40 - Reply

    Leandro,

    Sobre Seneca e o estoicismo, não sei se vc conhece mas esse site é bem interessante: https://dailystoic.com/

    E obrigado por compartilhar ideias tão valiosas,
    Luciano

    • Leandro Ávila 2 de agosto de 2017 at 15:00 - Reply

      Oi Luciano. Obrigado por recomendar. Acho que existem muitas ideias dos filósofos estoicos e de filósofos clássicos que podem ajudar em questões que envolvem a educação financeira. Vários problemas que acreditamos ter origem econômica, política e social do nosso tempo, são apenas sintomas de problemas humanos que nos acompanham, geração após geração.

  81. Fabio Marcos Frasão 2 de agosto de 2017 at 13:07 - Reply

    Como rockeiro, lembro uma passagem da música “Noite de Balada” da banda Golpe de Estado.
    … dinheiro não compra a verdade, quem sabe a felicidade …
    Legal é o “quem sabe”. Felicidade se não se compra – se conquista.
    Parabéns por mais um artigo perfeito.

    • Leandro Ávila 2 de agosto de 2017 at 15:02 - Reply

      Oi Fabio. Dinheiro potencializa o que você é. Se é uma pessoa ruim, ficará pior ainda com muito dinheiro no bolso. Se for uma boa pessoa, terá muitas oportunidades para praticar o bem para você e para os outros. O que você vai fazer com o dinheiro depende de você. Se vai fazer alguém sofrer ou feliz, depende de você, não do dinheiro.

  82. Fabio Brasil Garcia 2 de agosto de 2017 at 13:13 - Reply

    Parabens pelo artigo !!!

  83. César Romero 2 de agosto de 2017 at 13:57 - Reply

    Leandro, adorei seu artigo… Concordo com cada letra escrita nele. Ser rico verdadeiramente (de dinheiro e de mentalidade) em nada tem a ver com ostentação ou “embalagem”.

    Além dos seus exemplos, posso citar outros como o do genial Warrern Buffett, que também é um dos homens mais ricos do mundo. WB também leva uma vida simples, tendo um carro simples e morando na mesma casa em Omaha, há décadas. Outro exemplo é o brasileiro Luís Barsi, dono de alguns bilhões de reais e maior acionista pessoa física da B3 (antiga Bovespa). Barsi diz que costuma andar de transporte público e seu carro é (ou era) um Chevrolet Zafira.

    Um grande abraço Leandro, e obrigado pela ótima leitura!

    P.S.: a propósito, você não disse pra gente no artigo qual sua resposta a senhora perfumada do prédio… (kkkkkkk)

    • Leandro Ávila 2 de agosto de 2017 at 15:06 - Reply

      Oi César. A resposta que dei foi o meu silêncio. Enquanto apreciava na curiosa situação, silenciei. Ela já teve a oportunidade de me ver vestido com as mais diversas fantasias e já deve ter percebido que moro no mesmo prédio que ela.

  84. Rita Ferreira 2 de agosto de 2017 at 15:42 - Reply

    Muy rico!

  85. Miriam 2 de agosto de 2017 at 17:52 - Reply

    Leandro, ao ler o seu relato do elevador, me lembrei de um episódio que aconteceu com o meu marido, médico de um grande hospital de SP, ao estacionar o seu VW Gol 1992 na vaga do estacionamento do hospital. Ao descer do carro, com seu jeito simples, calça jeans e camiseta pólo, foi alertado pela senhora que varria a calçada, que provavelmente acreditou que ele estava no lugar errado: “moço, essas vagas aí são dos médicos…” rsrs. Ele não fala muito, tem um estilo simples, não é arrogante, mas é um dos melhores médicos que eu conheço. Depois que eu comecei a ler os seus artigos e outros sobre educação financeira comecei a perceber que meu marido tem uma mentalidade de rico, que poupa e investe ao invés de gastar, mas a sua riqueza interior e a sua generosidade são muito grandes, e o vejo crescendo cada vez mais como pessoa! Acredito que juntos, nós podemos ser aliados em construir a nossa independência e liberdade, mesmo sendo médicos… Obrigada pelos seus ensinamentos, tenho compartilhado com amigos e familiares. Um abraço!

    • Leandro Ávila 3 de agosto de 2017 at 6:43 - Reply

      Oi Miriam. Obrigado por compartilhar conosco e parabéns para seu marido. Já recebi mensagens de médicos que ganham 25 mil, 30 mil, donos de clínicas que faturam 100 mil por mês e que sofriam atormentados por problemas financeiros, sem dinheiro para poupar, investir e pagar suas dívidas. É fácil imaginar o estilo de vida complexo e caro que se habituaram a viver e a dificuldade que será desmontar a estrutura sofisticada que criaram nas suas vidas. O pior é que isso acaba obrigado a trabalhar como loucos para aumentar cada vez mais a renda para suprir necessidades infinitas. São pessoas que não perceberam que sofrem de uma pobreza interior.

  86. Simone 2 de agosto de 2017 at 17:57 - Reply

    Oi Leandro, ótimo artigo. Já fui julgada por ir ao trabalho de bike e olha q nem chega a 1 km de distância. Familiares e colegas do órgão em q trabalho acham estranho pq vou de bike. Às vezes me sinto mal com alguns comentários parece que querem provar q eles estão certos e eu errada. Mas logo passa e continuo firme. Abraços.

    • Leandro Ávila 3 de agosto de 2017 at 6:44 - Reply

      Oi Simone. As pessoas vão gastar muita energia querendo provar que estão certas por sentirem lá no fundo que estão enganadas. Na verdade elas estão tentando provar para elas mesmas. Pouco se importam com você, mas o que você faz incomoda e elas só devolvem o incomodo para você.

  87. Daniel 2 de agosto de 2017 at 21:49 - Reply

    Olá Leandro,

    Legal o seu artigo, concordo em partes. Realmente é o dinheiro que te faz rico. Muitas pessoas tem um padrão de vida que não condiz com seus ganhos e financiam carros luxosos, imóveis e estão na corrida dos ratos como diz o Kiyosiaki. Agora, se você tem condições você pode sim ter um carro legal, imóvel, fazer viagens ao redor do mundo e etc. Acredito que o bom senso deva imperar. Uma pessoa não precisa andar de carro popular tendo recursos suficientes para comprar um carro legal, como você postou nas fotos. Cada um tem seu estilo e objetivo! Se você tivesse a fortuna do Mark você andaria de Celta, Fusion, Porsche ou Ferrari? Qualquer resposta é certa, pois isso depende exclusivamente do seu estilo e das coisas que você gosta.

    • Leandro Ávila 3 de agosto de 2017 at 6:53 - Reply

      Oi Daniel. Se a pessoa pode, gosta e faz com consciência, nada é problema. Eu vejo os carros com a mesma carga emocional que vejo a minha geladeira ou a máquina de lavar roupas da minha casa. Carros só precisam fazer suas funções como o esperado e nada mais. Todo resto é fantasia, é algo que as pessoas deveriam olhar para dentro e ver que é gasto de tempo e energia com algo que realmente não significa muito.

      • Fabio 8 de agosto de 2017 at 11:03 - Reply

        Essa questão do carro é uma das maiores ilusões vendidas para a sociedade moderna. Há um século as pessoas andavam de carroça. Andar de carro motorizado era um luxo para poucos.E também o brasileiro é superapegado a veículos como nenhum outro povo no mundo. Nos EUA e Europa vi vários carros com riscos, pequenos amassos, lataria enferrujada etc. As pessoas lá não se apegam a lataria como nós aqui. Infelizmente a mentalidade do brasileiro para veículos não é locomoção, mas ostentação e exibicionismo.

        • Leandro Ávila 8 de agosto de 2017 at 16:55 - Reply

          Oi Fabio. Como diria T. Harv Eker, é uma mentalidade pobre.

  88. João Silva 3 de agosto de 2017 at 9:05 - Reply

    Ninguém entende porquê eu ando de Fiat 147 até hoje. Falo que a mecânica é fácil e não pago IPVA nem seguro e em qualquer lugar em que eu passo com ele chamo a atenção por ser esquisito.

    • Leandro Ávila 3 de agosto de 2017 at 11:56 - Reply

      Oi João, deve ter gente que para tirar foto do lado do seu carro.

  89. WELLINGTON NUNES DA SILVA 3 de agosto de 2017 at 12:20 - Reply

    “É poder comprar e não comprar que faz você rico….

    Me parece a típica frase do típico “natural mão de vaca”.

    Então pra que ter dinheiro se não é pra gastar? Dinheiro foi feito pra ser meio de troca e não um fim em si mesmo; vai pra uma ilha deserta e leve todo seu dinheiro e verá que ele não serve pra absolutamente nada se não for pra trocar por alguma coisa.

    Sinceramente, não entendo, a maioria da população não quer ser bilionária, só querem ter dinheiro, guardar uma parte pro futuro e viver relativamente bem; não concordo com essas comparações; essas pessoas são as típicas pão duras, mão de vacas, pessoas que guardam o dinheiro por guardar; é natural delas; meus pais são assim, guardam o dinheiro por guardar, tem imoveis e conta rendendo dinheiro. sim e daí? é questão de escolha, eu prefiro escolher os dois: guardar e gastar, viver e eu guardo pra um objetivo claro: complementar minha renda quando parar de trabalhar; minha alegria é viajar, conheçer o mundo e não só ficar olhando os juros na conta; me desculpe, mas voce precisa reconheçer, assim como tem pessoas que são gastadoras por natureza tambem existem aquelas que são economicas por natureza e essas pessoas sim ficarão ficas etc.. a questão é a seguinte: será que todos nos queremos isso? acredio que não; alguem que quer viver relativamente mal sem aproveitar a vida para quando tiver na velhice ficar sentado regando suas plantas e saber que tem uma conta bancária alta…. e fará o que com esse dinheiro? aos 60 anos? acho que tudo é foco e sabedoria mas não concurdo com essa receita pronta de que temos que viver mal pra quando ficar velhos ter muito dinheiro, tem que ter um meio termo pelo menos pras pessoas normais

    • Leandro Ávila 3 de agosto de 2017 at 12:38 - Reply

      Oi Wellington. Você não entendeu a profundidade da frase, a essência da coisa. Poder comprar e não comprar é autocontrole. É controlar o poder. Ninguém está falando de viver mal, de sofrer para ter dinheiro, de passar privações para ter dinheiro, estou falando da escravidão dos instintos e das vontades satisfeitas a qualquer custo. Você jogou pra fora um monte de crenças que você vem construindo e que previsa rever. Se você entende que tudo que falei tem relação com viver mal, você não entendeu.

    • Fabio 3 de agosto de 2017 at 17:54 - Reply

      Wellington,

      Assim como você também amo viajar e concordo que ser pão duro não é a solução. A solução é ter equilíbrio. Para você ter idéia, ano passado conheci 6 países da Europa com um orçamento bem econômico do que a maioria das pessoas que viajam para lá, pois eu faço escolhas inteligentes do ponto de vista financeiro. Dou prioridade a andar de transporte público a possuir carro. Para conseguir poupar um pouco mais aos 32 anos ainda estou morando com meus pais, após ter passado 2 anos morando com uma pessoa. Então de fato guardar por guardar também não é a solução, mas ter um propósito, acumular por um período sim. Acho que tudo vai da mentalidade e da prática, pois houve uma época em que eu era bem gastão, mas hoje quando pego meu salário sempre “me pago primeiro”, ou seja separo uma parte para investir, e posso dizer que o maior bem que eu tenho investido até o momento, além das minhas viagens (bem imaterial) tem sido a minha independência financeira. Apesar de alguns sacrifícios, não deixo de sair com amigos, ir a bares, restaurantes, teatro ou cinema, mas corto outros custos (aluguel e carro) que geralmente são os grandes vilões do orçamento, então acabo saindo no lucro. São escolhas…

      • WELLINGTON NUNES DA SILVA 9 de agosto de 2017 at 9:52 - Reply

        Exatamente isso. Sustento esposa e filho e não tenho carro. meus amigos não acreditam, ganho em torno de 10k e não tenho carro; só uma bicicleta que adoro, gosto de cozinhar mas as vezes a sensação de ir num restaurante com a familia dar rizada sem ter q cozinhar, nem lavar a louça; tomar um chop e depois pegar um uber.. em fim… só penso que como diz aquela maxima O DINHEIRO SE RECUPERA, O TEMPO NÃO… tudo passa, e nem sabemos até quando iremos viver então entendo que o papel do educador financeiro é passar as pessoas que a vida passa, é curta mas é cruel no longo tempo por tanto, temos que achar o equilibrio, como voce disse; eu por exemplo, tenho como meta economizar 30% da renda; ja nem conto com esse valor, 20% aposentadoria (e olha que sou servidor federal), os 10% (+ ferias + 13º + restituição IR) guardo pra viajar… poderia guardar 40%? sim e viver mal, morar mal, sim, mas prefiro o meio termo

  90. keila 3 de agosto de 2017 at 18:20 - Reply

    la no meu trabalho muitas pessoas me criticam a chamam de pão duro, porque eu não compro as coisas que elas acham que eu deveria comprar. A pressão social é muito grande.

    • Leandro Ávila 4 de agosto de 2017 at 6:36 - Reply

      Oi Keila. Isso que é curioso. As pessoas fazendo pressão para você comprar as coisas que elas gostam. É a pressão para que você leve a vida que os outros querem que você leve.

    • Fabio 4 de agosto de 2017 at 9:40 - Reply

      Keila!

      Também sou criticado por pessoas da minha idade por estar poupando e não consumindo. Um casal de amigos meus, recém casados, financiaram um apartamento a perder de vista e pagam um valor de condomínio que não justifica o que o prédio entrega. Eles acham que eu deveria fazer o mesmo que eles, mas ao contrário disso eu estou comprando minha liberdade de poder dizer chega ao meu trabalho muito em breve. Infelizmente a maior parte dos jovens na nossa sociedade só pensa em consumir, e não possui nem o básico de educação financeira, entrando em linhas de crédito para financiar veículos, imóveis, mobilha, viagens caras etc. E para falar a verdade eu prefiro ter um estilo de vida mais simples, sem ostentação. Meu Smartphone está umas tantas gerações ultrapassado, mas só irei comprar outro quando ele parar de funcionar. Conheço pessoas que trocam de celular a cada novo lançamento, sem necessidade alguma.

  91. Andre 3 de agosto de 2017 at 19:05 - Reply

    Não consigo postar

  92. Suzimara 3 de agosto de 2017 at 22:02 - Reply

    Nossa, que texto excelente! Me identifiquei totalmente! Sou muito econômica em todas essas áreas onde a “manada” costuma torrar tudo que ganha para aparecer bem fantasiada no picadeiro da vida. Sempre quando tento ensinar ou explicar os motivos, acabo ficando como o patinho feio incompreendido, mas ainda bem que eu estou no caminho certo! Parabéns pelo ótimo texto novamente e por todas as dicas!

    • Leandro Ávila 4 de agosto de 2017 at 6:37 - Reply

      Oi Suzimara. O próximo passo é aprender a não explicar nada.

  93. Marsol 3 de agosto de 2017 at 22:09 - Reply

    Leandro, como sempre seus textos são ótimos. Trazem uma roupagem diferente para conceitos que eu já tinha. Muito obrigado.

  94. Arnaldo 5 de agosto de 2017 at 10:31 - Reply

    Leandro, impressionante quanto a leitura de seus artigos são agradáveis, acessíveis e acima de tudo muito esclarecedores. Mais uma vez obrigado pela aula e, por favor, mantenha viva essa missão de alertar seus alunos para as armadilhas de comportamentos emocionais. Grande abraço.

  95. Inaldo 6 de agosto de 2017 at 17:44 - Reply

    Olá Leandro! Dessa vez não aguentei e tive que vir aqui comentar(mais uma vez) no seu artigo.

    O que acho mais massa nos seus posts é que eles não abordam somente coisas como dinheiro, como poupar, onde e como investir, dicas de economia, etc.. Você vai muito mais a fundo e na raiz do problema ou da solução(dependendo da perspectiva), que é a mente humana, relacionamentos e sociedade e como tudo isso funciona… Considero esse é o melhor site de educação financeira que conheço, sem dúvida alguma, mesmo me considerando um entusiasta e aprendiz eterno e conhecendo bastante coisa por aí, O clube dos poupadores e o Transcendência Financeira sem dúvida são os meus Sites de cabeceira. hahaha

    Obrigado por prestar esse serviço de fundamental importância. Preciso mesmo é participar do seu curso e melhorar meu desempenho… hehehe

    Grande abraço e muito sucesso pra e mim e pra todos nós.

    Inaldo

  96. Rodrigo 7 de agosto de 2017 at 13:24 - Reply

    Tenho um conhecido que não bebe álcool e não é milionário, que coisa não?

    Para evitar xingamentos antecipados já deixo desde já meu agradecimento sobre o post e que dizer que te acompanho faz pouco mais de 3 anos.
    Mas é sempre bom tomar cuidado ao fazer esses discursos de: “Se você parar de tomar café você economizará em 10 anos R$1milhão”, pois a ideia vendida no texto é que todo mundo deve virar um monge que se alimenta de ar e morar embaixo da ponte.
    Não , não sou retardado ao ponto de não entender realmente a mensagem do artigo, mas estou saturado de vários autores venderem a ideia que todo mundo pra ter sucesso financeiro tem que ser o zé humildão que só come pão e bebe água.

    OBS: Sem xingamentos por favor, só expus meu ponto de vista, que aliás é um dos poucos senão o único comentário fazendo uma crítica e não apenas elogiando.

    • Leandro Ávila 8 de agosto de 2017 at 9:26 - Reply

      Oi Rodrigo. Seu comentário me fez lembrar um pensamento chinês. O pensamento diz que muitas vezes um professor faz um grande esforço apontando para coisas grandiosas que estão no céu, na esperança de que os seus alunos serão capazes de ver e entender a grandiosidade das coisas que estão sobre suas cabeças. Quando o professor aponta e olha para os alunos acaba observando que alguns estão olhando para as coisas grandiosas, mas outros estão olhando para o dedo do professor. Se ao observar vários autores a única coisa que você consegue ver é a ideia de um “zé humildão que só come pão e bebe água” tente refletir.

      • Rodrigo 8 de agosto de 2017 at 10:58 - Reply

        Cara, como eu disse, eu entendi a mensagem do artigo, não sou retardado, não estou olhando para o dedo do professor.
        O que critíco é a forma como muitos autores abordam esses assuntos, ao dar foco em detalhes como abolir o café e o pão do dia a dia e não na ideia de tentar ser o mais consciente possível no que se consome para equilibrar o orçamento.
        Não foi uma crítica diretamente à você e me entristece ver que tu não compreendeu, mas de forma alguma pararei de acompanhar o blog assim como não irei apenas elogiá-lo.

        • Leandro Ávila 8 de agosto de 2017 at 16:54 - Reply

          Oi Rodrigo. Apenas falei dessa história oriental por ser isso que eu lembro quando vejo as pessoas fazendo esse tipo de crítica que você fez. Apenas isso e nada mais que isso.

    • Fabio 8 de agosto de 2017 at 11:07 - Reply

      Rodrigo,

      Acho que esse pensamento condiz com o de pessoas que preferem viver na plenitude o consumismo desenfreado do capitalismo.

      • WELLINGTON NUNES DA SILVA 9 de agosto de 2017 at 10:26 - Reply

        O cara fez um texto belo falando da critica de cortar um café pra ser rico e tu fala que isso é plenitude do consumismo desenfreado? Meu pai, tomar café todo dia agora é consumismo desenfreado? Leandro ávila, voces estão criando monstros!!!
        Brincadeira, galera.. hehehe

        • Leandro Ávila 9 de agosto de 2017 at 18:34 - Reply

          A cafeina é um dos piores vícios que existe. Feliz aquele que não precisa da cafeina todos os dias ou de outras bebidas cafeinadas. Ainda vou escrever um artigo sobre esses vícios lícitos que cultivamos e que normalmente fazem parte de industrias muito poderosas. Só que isso será lá no site Transcendência Financeira.

    • WELLINGTON NUNES DA SILVA 9 de agosto de 2017 at 10:20 - Reply

      Parece que so nos dois entendemos isso; mas também temos que entender que a maioria dos educadores (pra não forçar a barra e dizer todos) são pessoas “naturalmente economicas” (pra não dizer pão duras); por tanto, são da natureza deles; o prazer é olhar a conta bancária e ver os rendimentos, dinheiro em baixo do colchão; por isso se especializaram. é por isso que admiro um educador financeiro que sabe disso, que assuma isso (ate agora só vi a menina do me poupe assumir isso) e ele sabe passar para as pessoas o meio termo sem exageros; mas muitos educadores querem que sejamos como eles, mas a maioria não é; mas ainda sim, principalmente o clube dos poupadores é uma ótima ferramenta, sem dúvida dos melhores; mas cada um tem que entender o texto para si; tirar o proveito melhor possível para sua realidade, para seus desejos, as pessoas não são iguais e não devem reagir da mesma maneira

  97. Lucas 7 de agosto de 2017 at 14:59 - Reply

    Grande Leandro, parabéns pelo artigo, meu amigo!!

    Sucesso e avante sempre…
    Forte Abraço

  98. Adauto Augusto 8 de agosto de 2017 at 15:51 - Reply

    Boa tarde Leandro, esse artigo nos faz analisarmos e tentarmos achar um ponto de equilíbrio em nossas vidas.
    Tem muitos casos de pessoas chegarem ao ponto de cometerem suicídio por acumular dívidas enormes, por gastarem muito mais do que ganham e viverem muito acima do seu padrão de vida simplesmente pra se mostrar aos outros.
    Por outro lado tem muito Bilionário por aí que viveu a vida toda economizando e passando até privações, andando de carro velho e inseguro, comendo mau, negando qualquer diversão ou luxo para a própria família simplesmente pra receber o status de mais rico do mundo.
    Aí quando chegam aos 80 anos se corroem de tanto remorso que acabam doando até 90% da sua fortuna pra caridade.
    E infelizmente tenho esses 2 extremos na minha própria família e os 2 sempre traz os mais diversos tipos de problemas,
    Enfim cada um que viva a vida conforme acharem melhor, mas sempre sem prejudicar ou fazer maldade ao próximo.

    • Leandro Ávila 8 de agosto de 2017 at 16:59 - Reply

      Oi Adauto. O imposto que os governos cobram em muitos países para a herança é muito elevado. Faz mais sentido criar uma organização sem fins lucrativos e fazer uma grande doação. Essas organizações funcionam como um tipo de marketing social. Acho que não é uma questão de remorso. Eles apenas acham mais inteligente fazer dessa forma. Os exageros são sempre ruins. É importante buscar um equilíbrio.

  99. lucia 8 de agosto de 2017 at 16:44 - Reply

    Boa tarde, Leandro, seu artigo é fantástico e muito esclarecedor. Há tempos vejo essa luz de organização financeira e procuro cumprir essa tarefa, mas minha meta é investir (mesmo que timidamente) e agora, após ler seu artigo e pensar na analogia da “embalagem” que foi show, procuro sempre ter metas reais e qualidade de vida, o que não significam imóveis, carros e “n” produtos caros que há no mercado, mas consciência tranquila e vida honesta. Parabéns pelo trabalho.

    • Leandro Ávila 8 de agosto de 2017 at 17:01 - Reply

      Oi Lucia. A questão da embalagem é muito interessante. Disciplina, que é uma coisa fundamental para o equilíbrio financeiro e o sucesso em qualquer área da vida, é quando o conteúdo controla a embalagem. Indisciplina é quando a embalagem assume o controle.

  100. Pedro 9 de agosto de 2017 at 13:48 - Reply

    Vc expressa suas ideias e pontos de vista de uma forma fenomenal, a leitura é fluida, tranquila e respeitosa. Maravilhoso trabalho!

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