Como fazer provisões e não ter mais dívidas

As pessoas passam a vida toda trabalhando para comprar coisas ou para trocar coisas velhas por coisas novas. Passam a vida construindo dívidas sobre dívidas. Quando conseguem fazer uma reserva para emergências, acabam gastando tudo com coisas que não são emergenciais.

Existe uma grande diferença entre fazer provisões e criar uma reserva de dinheiro para emergências. O dinheiro que você guardou para o caso de uma emergência não deve ser usado para pagar IPTU, IPVA, revisão do seu carro ou a matrícula escolar dos seus filhos. Também não deve ser utilizado para trocar de máquina de lavar quando ela quebrar ou trocar de smartphone quando ficar obsoleto. Estas despesas não são emergenciais, todas são previsíveis e devem ser pagas através de provisões.

Humanos fazem provisões desde o tempo das cavernas. Até os povos mais primitivos entendiam que era necessário guardar recursos para períodos específicos do ano como o inverno e o período de seca. Os calendários foram inventados para permitir uma melhor gestão dessas provisões, já que os períodos de escassez eram uma certeza imposta pela natureza.

Sua reserva para emergências deve ser utilizada no caso de uma demissão ou queda inesperada da sua renda. Ela garante a manutenção das suas despesas regulares (alimentação, água, energia, educação, combustível, etc) até que você recupere a sua fonte de renda mensal.

Provisões de depreciação:

Uma provisão nada mais é do que reservas de dinheiro para pagar despesas que são esperadas ou previsíveis. Quando você compra uma máquina de lavar roupas ou um smartphone, você tem a certeza absoluta de que estes aparelhos não irão durar para sempre. Quando você compra um imóvel ou um veículo, já sabe que terá gastos periódicos de manutenção. Quando você compra calçados e roupas, já tem consciência de que estes produtos não serão eternos e deverão ser substituídos por novos calçados e roupas no futuro. Por este motivo, você deve fazer provisões para pagar estas despesas geradas pela degradação dos seus bens. Vamos chamar dessas provisões de provisões de depreciação.

Liste seus bens:

Você deve fazer uma lista com todos os seus bens que sofrem depreciação com o passar do tempo. Para exemplificar vamos imaginar que você só possui os cinco itens abaixo.

  1. Computador;
  2. Óculos Escuros;
  3. Smartphone;
  4. Geladeira;
  5. Veículo.

Alguns bens devem ficar de fora dessa lista. Exemplo: a aliança de ouro do seu casamento e aquele relógio que o seu avô deixou de herança para você. Bens que não depreciam,  que não precisem ser substituídos ou não possam ser substituídos ficam fora da lista. Imóveis podem sofrem depreciação, já os terrenos não depreciam.

Tempo de depreciação:

Determine quanto tempo, em média, esses bens duram quando estão com você. Utilize como base a frequência com que você precisa substituir esses bens. A vida útil dos bens depende da sua qualidade e da forma como cada pessoa o utiliza.

Existem pessoas mais cuidadosas e pessoas menos cuidadosas com os seus próprios bens. Existem bens que são utilizados ao extremo, como o veículo de um taxista ou a máquina fotográfica de um fotógrafo profissional. Existem pessoas que trocam de óculos escuros com mais frequência, seguindo tendências da moda, enquanto outras não se preocupam com isso. Existem pessoas que preferem pagar mais caro por produtos de maior qualidade que teoricamente deveriam durar mais. Também existem aqueles que preferem produtos mais baratos, que duram menos e precisam ser trocados com frequência.

Quanto provisionar:

Apesar de não existir uma regra rígida sobre o tempo de vida útil de um bem, é fato que todos irão depreciar. Quando esse dia chegar você precisa estar preparado(a). Isso se faz reservando uma pequena quantia mensal que dependerá da vida útil do produto e do seu preço. Para saber quanto você precisa poupar todos os meses siga os passos:

  • Crie uma planilha;
  • Liste seus bens que sofrem depreciação;
  • Informe o preço de aquisição desses bens;
  • Informe o tempo de vida útil com base na frequência com que você substituiu esses bens no passado;
  • Calcule a taxa de depreciação;
  • Calcule quanto você precisa provisionar mensalmente para substituir o bem no final da sua vida útil;

Exemplo:

Você descobre a taxa de depreciação mensal dividindo o número 100 pelo número de meses de vida útil. Vamos imaginar que você costuma trocar de computador a cada 3 anos. Para descobrir a taxa de depreciação mensal basta dividir 100 por 36 para encontrar 2,78%. Isso significa que você deve poupar o equivalente a 2,78% do preço de um computador novo todos os meses.

No nosso exemplo o computador custaria R$ 2.000,00 e por este motivo devemos poupar R$ 55,56 todos os meses para que no final de 36 meses tenhamos R$ 2.000,00 para comprar um computador novo. Chegamos ao valor da provisão mensal calculando 2000 x 2,78% ou 2000 x 0,0278.

Você perceberá que quanto maior a vida útil do seu bem, menor será sua despesa mensal com as provisões. Se você troca de smartphone todos os anos, isso resultará em um custo anual de R$ 1.000,00. Você terá de economizar R$ 83,33, todos os meses, para substituir seu aparelho no final de 12 meses. O seu amigo que demora 3 anos para trocar o mesmo tipo de smartphone só precisará economizar R$ 27,77 por mês para garantir sua substituição.

Até os povos antigos faziam reservas de recursos pensado no futuro.

Provisões evitam dívidas:

Observe que através dessa estratégia de provisionamento de depreciação você pode se livrar das dívidas. Você não precisará mais do limite do cheque especial para trocar uma máquina de lavar que quebrou depois de 5 anos de uso. Você não vai precisar comprar eletrônicos e eletrodomésticos parcelados em muitas vezes (com juros) no cartão de crédito. Você não vai mais pagar juros e depender de financiamento para trocar de carro. Quando o dia de substituir estes bens chegar, você já terá mais do que o necessário para comprar estes bens à vista.

Observe que o provisionamento é uma antecipação da despesa que você já sabe que terá no futuro. Essa estratégia é muito utilizada nas empresas e infelizmente as pessoas não são educadas para fazerem a mesma coisa nas suas finanças pessoais. Existe uma enorme indústria do crédito (bancos e financeiras) que vivem de emprestar dinheiro, cobrando juros altos, daqueles que não entendem a importância de fazer suas próprias provisões.

Você não precisa pegar dinheiro emprestado e ficar vários meses (ou anos) pagando prestações, juros e taxas para comprar aquilo que você necessita ou deseja. Você pode planejar as suas compras e as suas despesas com muita antecedência. Você pode poupar uma parte do que ganha como se estivesse pagando prestações para você mesmo, sem a necessidade de pagar juros e taxas para os outros. Você faz suas reservas e ainda ganha juros enquanto estiver acumulando suas provisões.

Consciência de quanto custa manter as coisas:

Outro ponto importante do provisionamento é ter a consciência sobre quanto custa manter as coisas. Quando você toma a decisão de sempre ter o smartphone mais atualizado do mercado, você também assumirá um custo mensal para permitir essa compra regular de smartphones pelo resto da sua vida.  Isso irá comprometer uma parte da sua renda todos os meses gerando um impacto no seu padrão de consumo. Quando você somar o provisionamento mensal para trocar seu smartphone, carro, roupas e computador por toda sua vida, verá que você só está trabalhando para trocar bens velhos por bens novos.

Essa consciência permite que você faça escolhas mais inteligentes. Talvez você chegue a conclusão que trocar de smartphone todos os anos esteja comprometendo o acumulo de recursos para comprar outras coisas que você também considera importante.

Você também terá uma maior consciência sobre o custo da depreciação das coisas. Quanto mais coisas você tiver na vida, mais custos de depreciação você terá. Quanto mais consumista, quanto maior o padrão de vida, maiores serão seus custos mensais para garantir a substituição e a manutenção dos objetos que você irá acumular. Quando a pessoa não faz suas próprias provisões, os custos são ainda maiores, pois existem os juros cobrados pelas linhas de crédito e financiamentos oferecidos pelos bancos.

É por isto que muita gente tem a nítida sensação de estar correndo em círculos. Quanto mais trabalham, mais compram coisas e mais essas coisas aumentam seus custos exigindo ainda mais trabalho e mais renda para manter todas coisas atualizadas e funcionando.

Provisões de Despesas e Impostos:

É inacreditável ver a quantidade de pessoas que passam por dificuldades financeiras no começo de cada ano devido a falta de provisionamento de recursos para pagamento de impostos e despesas que se concentram em meses específicos do ano.

Todos os anos você tem as férias, natal e ano novo. Todos os anos você termina o ano cheio(a) de dívidas depois de comprar presentes de natal, gastar com festas de virada de ano, fazer viagens de férias, etc. Todos os anos você precisa pagar matrícula e material escolar. Todos os anos você precisa pagar IPTU, IPVA, Licenciamento do carro, DPVAT e seguro do seu veículo. Será que faz sentido usar sua reserva de emergência para pagar despesas que acontecem todos os anos?

O ideal é que você passe o ano poupando uma quantia mensal para pagar essas despesas à vista e com desconto quando elas chegarem. No caso do IPTU é comum a existência de um desconto para quem paga através de uma parcela única. Muitas vezes o desconto é maior do que o valor que você receberia mantendo o dinheiro investido para pagar as parcelas mensais.

Veja um exemplo de planilha:

Se todos os anos você precisa pagar um IPTU de R$ 1.500,00, o correto seria separar o valor de R$ 125,00 todos os meses, começando com 12 meses de antecedência. No final dos 12 meses você terá os R$ 1.500,00 + juros que receberia mantendo esse dinheiro investido. Quando fosse necessário fazer o pagamento, você poderia optar entre pagar à vista com desconto ou pagar parcelado sem desconto, mas mantendo o dinheiro investido para receber juros sobre juros mensalmente até a quitação das parcelas. O mesmo raciocínio vale para o seguro do seu carro, para a matrícula escolar dos seus filhos e até para aquela viagem que você programou para suas férias.

Onde investir as provisões:

Você pode juntar todo dinheiro mensal reservado para provisões em um único investimento. O dinheiro fica misturado, mas você pode manter um controle através de uma planilha. Nessa planilha você pode separar o dinheiro e fazer um acompanhamento das despesas programadas. Você deve utilizar investimentos de renda fixa, principalmente os prefixados como: poupança, CDB, LCI, LCA, Tesouro Selic, Compromissadas, etc. Nunca utilize renda variável (ações, fundos multimercado, fundos imobiliários, etc).

Existem despesas que não possuem uma data exata para acontecer, como um computador quebrado ou um smartphone roubado. Os recursos dessas provisões devem ficar em investimentos que possam ser sacados a qualquer momento (investimentos com liquidez diária). Já a compra de um carro, que só acontecerá nos próximos 60 meses, pode ser aplicado em investimentos com carência e data de vencimento.

Não fique preocupado em buscar a maior rentabilidade do melhor investimento quando o objetivo for fazer provisões pequenas e de curto prazo. O simples fato de você fazer suas reservas para comprar seus bens de maneira planejada já resultará em enorme lucro, pois você não precisará pagar juros em empréstimos ou financiamentos. A verdade é que no lugar de pagar juros, você terá a oportunidade de ganhar juros sobre juros durante o período de acumulação de recursos. Até guardar dinheiro embaixo do colchão é mais vantajoso que pagar juros aos bancos. Considere os juros que você não pagará como juros ganhos.

Caso você tenha despesas previstas em dólares, deve buscar proteção em fundos cambiais ou comprando dólares com antecedência e regularidade. Vamos imaginar que você pretende fazer uma viagem para o exterior nos próximos 12 meses. Você calcula que a viagem custará US$ 10.000,00. Você poderia adquirir US$ 834,00 dólares todos os meses ou investir em fundos que seguem a variação do dólar. Se não pode poupar US$ 834,00 por mês, faça a viagem dentro de 36 meses e acumule US$ 277,77 por mês. Quanto maior a antecedência, menor o comprometimento mensal de recursos. Tentar acertar o melhor momento para comprar dólares é muito difícil, será uma questão de sorte ou azar. Se você comprar a moeda aos poucos, ficará com a média do  preço e não com o menor e nem o maior preço registrado no período.

Efeito da inflação:

A inflação também é previsível. Impostos costumam ser reajustados todos os anos. O material escolar dos seus filhos e suas despesas durante uma viagem de férias também sofrerão os efeitos da inflação. Guarde 10% ou 15% a mais para compensar os efeitos da inflação. Se você teve uma despesa de R$ 1.200,00 com material escolar no último ano, reserve os R$ 1.200,00 e mais R$ 120,00 como prevenção contra a alta dos preços. Vale lembrar que se o dinheiro for investido, você terá juros sobre juros durante o período de acumulação que ajudará a reduzir os efeitos da inflação.

Baixe a planilha:

Você pode baixar a planilha que criei para escrever este artigo.

Baixar Planilha Exemplo Provisões

 

 

About the Author:

Leandro Ávila é administrador de empresas, educador independente especializado em Educação Financeira. Além de editor do Clube dos Poupadores é autor dos livros: Reeducação Financeira, Investidor Consciente, Investimentos que rendem mais, e livros sobre Como comprar e investir em imóveis.

151 Comments

  1. Pereira Júnior 29 de dezembro de 2015 at 17:10 - Reply

    Excelentes essas orientações !!!

  2. Leonardo 29 de dezembro de 2015 at 17:11 - Reply

    Leandro, interessante esse conceito sobre provisões… ano passado eu optei pagar o meu iptu em 10x. Fiz uma simulação aplicando o dinheiro numa aplicação e renderia mais do que antecipar o pagamento do mesmo…. irei alterar o conceito esse ano. Leandro, tenho uma outra dúvida… recebi minhas ferias antecipada e guardei a mesma na poupança verso um fundo que invisto… acho que fiz errado pq a poupança rende mensal e o fundo diário, mas quando iria sacar o dinheiro iria perder a rentabilidade do dinheiro que já esta a longo prazo. Será que meu raciocínio esta correto?

    • Leandro Ávila 29 de dezembro de 2015 at 19:13 - Reply

      Oi Leonardo. Isso depende do desconto que a prefeitura da sua cidade oferece e a rentabilidade dos investimentos que você possui acesso. Quando você saca o dinheiro da poupança antes do depósito completar 1 mês, você só perde a rentabilidade do mês atual. Com relação aos fundos, existem os mais diversos tipos de fundos. Veja as características do fundo e a rentabilidade passada.

  3. Felipe de Freitas 29 de dezembro de 2015 at 17:26 - Reply

    Grande amigo Leandro Ávila!

    Parabéns por mais este perfeito artigo! Muito bem explicado, parabéns!

    Pense em fazer vídeos educativos para o youtube! Fica a dica!

  4. Inaldo 29 de dezembro de 2015 at 17:44 - Reply

    Sabe o que é pior? De cada 100 pessoas que lerem esse artigo apenas 10% já seguem ou seguirão sua orientação, e olha que quem aqui vem já tem alguma educação financeira! O povo brasileiro não sabe poupar.

    • Leandro Ávila 29 de dezembro de 2015 at 19:19 - Reply

      Oi Inaldo. Isso é a grande verdade. Os bancos agradecem, pois são eles que oferecem as soluções para quem não faz suas próprias reservas. Eles oferecem as reservas dos outros, cobram juros absurdamente elevados e o brasileiro (tão esperto!) paga sem reclamar. É no Brasil onde existem as maiores taxas de juros no Cartão de Crédito e no Crédito Pessoal e os motivos são bem claros. As pessoas não se incomodam. Acham normal pagar 415% de juros ao ano quando ficam devendo no cartão de crédito ou 284% por ano no cheque especial (fonte). As vezes é a mesma pessoa que diz não poupar pelo fato da poupança não render nada.

  5. Tiago Malveira 29 de dezembro de 2015 at 17:47 - Reply

    Olá Leandro,

    parabéns pelos ótimos artigos. Esclarecedores e linguagem fácil.

    Tenho uma sugestão: registrar a data de publicação nos artigos.

    Continue com esse belo trabalho.

    • Leandro Ávila 29 de dezembro de 2015 at 19:20 - Reply

      Oi Tiago, vou fazer isso. Depois da última atualização a data desapareceu.

  6. Vagner 29 de dezembro de 2015 at 17:55 - Reply

    Gostei muito do texto. É bastante esclarecedor. Nunca tive grandes dívidas; sempre mantenho dinheiro para emergências, mas estava utilizando de forma incorreta. Agora aprendi a fazer diferença entre “dinheiro para emergências” e “provisões”.

    Infelizmente recentemente fui dispensado e estou utilizando o “dinheiro para emergência”; estou ansioso para voltar a trabalhar e aplicar o aprendizado do clube dos poupadores.

    Aproveito para perguntar o que devo fazer com o dinheiro recebido do “Acerto”, “FGTS” e “Seguro Desemprego” enquanto utilizo “dinheiro para emergências”?

    Muito obrigado pelos textos esclarecedores.

    • Leandro Ávila 29 de dezembro de 2015 at 19:22 - Reply

      Oi Vagner. Felizmente você foi dispensado e estava com reservas para emergência. Muitos brasileiros estão encarando as demissões sem reservas e com uma enorme coleção de dívidas. Você não sabe quando voltará a trabalhar. O FGTS, Seguro desemprego servem como complemento para sua reserva de emergência. Quanto mais rapidamente você voltar a trabalhar melhor, pois vai preservar esses recursos.

      • Marco André 31 de dezembro de 2015 at 7:05 - Reply

        Bom dia Leandro,
        Obrigado por mais um artigo bastante interessante. Como conseguir poupar para aposentadoria e ao mesmo tempo provisionar para tantos gastos? Para mim é um desafio. Talvez o segredo é não acumular muitos bens que geram despesas para substituição. Somente o essencial.

        • Leandro Ávila 4 de janeiro de 2016 at 12:13 - Reply

          Oi Marco. Bens que geram despesas, de baixa durabilidade, o vício de querer estar sempre na moda, de ser dono dos eletrônicos, máquinas e outros equipamentos em suas versões mais atualizadas é um grande dreno de patrimônio. Se sua vida financeira fosse uma caixa de água, custos fixos e depreciações seriam como buratos por onde a água não para de vazar. Isso dificulta o acúmulo de capital e patrimônio.

  7. Ricardo 29 de dezembro de 2015 at 18:02 - Reply

    Olá Leandro, acompanho seu site já faz algum tempo. A cada artigo lido, vejo que agrego mais à minha edução financeira. Parabéns. Em relação ao seu artigo, parafraseando o livro de maior circulação do mundo: ” O dinheiro é para proteção”. Enquanto as pessoas forem escravas dele a felicidade fica limitada. Um abraço.

  8. Newton Pivato 29 de dezembro de 2015 at 18:02 - Reply

    Leandro, ótimo artigo. É impressionante o número de pessoas que não pensam em fazer provisões para despesas que com certeza acontecerão. Vejo isso de perto com amigos e familiares. Espero que seu artigo faça acender a luz amarela nas pessoas que ainda não fazem suas provisões. Parabéns pelo seu trabalho!

    • Leandro Ávila 29 de dezembro de 2015 at 19:24 - Reply

      Obrigado Newton. As pessoas sofreriam menos se respeitassem as regras do dinheiro.

  9. Leandro Magalhães Rocha 29 de dezembro de 2015 at 18:14 - Reply

    Meu amigo, mais um texto fantástico! 100% objetivo, funcional e de valor inestimável para leigos em educação financeira como eu. Estou aprendendo muito com você e fico grato por disponibilizar tão vasto e rico conhecimento de forma tão clara e direta. Abraços e um excelente 2016!

    • Leandro Ávila 29 de dezembro de 2015 at 19:24 - Reply

      Obrigado Leandro, parabéns por dedicar seu tempo aprendendo mais.

  10. Emerson 29 de dezembro de 2015 at 18:24 - Reply

    Olá Leandro!!
    Boa noite!

    Muito bom texto! Na verdade excelente… passa um filme na cabeça ao ler este texto! Muitas vidas poderiam ser diferentes se esse conhecimento e esta prática tivesse sido assimilado pelas pessoas.. inclusive familiares meus! Bom, o que me resta é fazer diferente e claro, no mínimo divulgar em meus círculos de amizade e familiar o conteúdo do seu blog! Parabéns! Confesso que inclusive estava “rodando” a internet esperando a atualização de um texto novo seu! Valeu a espera rsrs!
    Finalizando, 2 questões: 1º Como seriam interessante até para um projeto de país, que a Educação Financeira pudesse ser matéria de currículo básico, no mínimo no ensino médio, para os jovens brasileiros. 2º Vejo que você vende livros sobre investimentos em imóveis – sou transparente em dizer que desconfio sempre de imediato na venda de produtos na net, oferecendo soluções fáceis… contudo estou começando a ficar convencido que seu material realmente possa talvez ser uma boa compra – tudo isso pra te perguntar qual a sua opinião em iniciar um investimento em Fll com valores mínimos w quais as fontes confiáveis para se informar sobre esta modalidade de investimento (Além é claro, ao que parece, dos seus livros!)
    Desde já agradeço a resposta, e desculpa qualquer coisa.
    Abraços
    Emerson.

    • Leandro Ávila 29 de dezembro de 2015 at 19:29 - Reply

      Oi Emerson, meus livros digitais não falam sobre investimento em FII. Você encontrará um bom curso sobre FII aqui. onde recomendo vários cursos e ebooks. Estes meus livros foram escritos quando as pessoas estavam comprando qualquer imóvel ruim como se fossem ótimos negócios, quando as pessoas começaram a comprar todo tipo de imóvel na planta, sem nenhum cuidado, sem nenhuma responsabilidade. Quem leu os livros conseguiu escapar de grandes furadas desde 2012. Depois, com o contato que tive com os leitores, percebi que muitos problemas se originavam na falta de educação financeira das pessoas. Foi ai que nasceu o Clube dos Poupadores.

      • Emerson 30 de dezembro de 2015 at 9:13 - Reply

        Obrigado pela resposta Leandro!

        Vou pesquisar no link que você me disse sobre os investimentos em Fll. Estou no momento, pretendendo fazer uma “poupança” para comprar um imóvel nesse período entre 2016 à 2017.

        Nesse próximo ano tenho como referência o seu livro. Pretende escrever mais outro livro, sobre outras modalidades de investimento?

        Gostaria de um texto contando um pouco da sua história, você parece uma pessoa bem intencionada, além é claro, que demonstra conhecer bem sobre finanças e transmite claramente através de seus textos.

        Como todos aqui, gostaria de te desejar um Feliz 2016!! para você e toda a sua família!

        Agradeço demais por ter conhecido seu blog neste final de 2015.
        Abraços!
        Emerson.

        • Leandro Ávila 30 de dezembro de 2015 at 10:29 - Reply

          Oi Emerson. Os fundos imobiliários não são boas opções para investir com o objetivo de comprar um imóvel dentro de 1 ou 2 anos (que é um espaço muito curto). Os FIIs são considerados investimentos de risco, suas cotas sofrem variações nos preços e são negociadas como as ações na bolsa de valores. Servem para você diversificar seus investimentos, especialmente para o dinheiro que você destina para o longo prazo e aceita os riscos e variações de preços no curto prazo. Um abraço e um ótimo 2016.

  11. Eliton 29 de dezembro de 2015 at 18:37 - Reply

    Leandro!

    Mais um otimo artigo. Se todos tivermos esta atitude de provisionamento, quem sabe as coisas comecariam a melhorar e nao colocariamos sempre a culpa nos governantes que nos mesmos elegemos. Se cada um fazer a sua parte, com certeza teremos um mundo melhor. Obrigado pela planilha.

    Feliz 2016!

    • Leandro Ávila 29 de dezembro de 2015 at 19:31 - Reply

      Oi Eliton. Nem o governo federal e os governos dos estados e prefeituras seguem as dicas básicas desse artigo. Todos estão gastando mais do que arrecadam, sem fazer reservas e provisões. Fica difícil quando o mal exemplo é vem de cima.

  12. Leonardo 29 de dezembro de 2015 at 18:44 - Reply

    Excelente sugestão de fazer provisões, Leandro. Fazendo isso, não pesa tanto todo mês para o indivíduo. No meu caso, sempre que chega os grandes gastos, eu reduzo, naquele mês, o dinheiro que eu separo para investimentos e compro ou pago a obrigação. Mas este também é um método bastante efetivo. Abraços.

    • Leandro Ávila 29 de dezembro de 2015 at 19:32 - Reply

      Obrigado Leonardo. No início do ano é o melhor momento para prever todos os gastos que teremos e elaborar orçamentos, da mesma forma que as empresas fazem e os governos deveriam fazer.

  13. Matheus Cavalheiro 29 de dezembro de 2015 at 18:53 - Reply

    Isso se chama Planejamento Financeiro (adicionaria “Básico”!). Uma pena que não esteja presente na maioria das famílias. Excelente artigo e feliz 2016!

  14. Sandro Luiz 29 de dezembro de 2015 at 19:02 - Reply

    Muito bom o texto e muito bem redigido. Nunca havia pensado nada sobre provisão, apesar de ser óbvio e muitas vezes fazê-la, sem nem mesmo dar nome a esse ato.

    • Leandro Ávila 29 de dezembro de 2015 at 19:34 - Reply

      Oi Sandro, algumas pessoas fazem por intuição, por ser bem lógico. O problema é que a maioria não faz nenhum tipo de previsão e planejamento sobre despesas futuras. Em breve teremos reportagens sobre brasileiros passando dificuldades para pagar as contas no início do ano, como impostos, despesas escolares, contas no cartão de crédito, etc. Todo ano é a mesma coisa.

  15. Francisco 29 de dezembro de 2015 at 19:10 - Reply

    A ideia é a certa. o problema que quando você economiza a maioria só tem a opção da poupança que as vezes perde pra inflação. quando você for pagar vai faltar dinheiro.o IPTU aqui da minha cidade subiu de 2013 ate 2015, 289%, que investimento cerca isso.

    • Leandro Ávila 29 de dezembro de 2015 at 19:40 - Reply

      Oi Francisco. No caso da sua cidade, provavelmente sai do campo econômico e vai para a política. A prefeitura aumenta o IPTU e a população aceita passivamente. Nas eleições, voltam a eleger os mesmos políticos que no lugar de procurar meios de fazer mais com menos, estão sempre aumentando impostos para que o dinheiro continue sendo gasto da pior forma possível.

  16. Bruno David 29 de dezembro de 2015 at 19:20 - Reply

    Parabéns, Leandro

    Suas informações e dicas são, deveras, inportantes para uma sociedade mais consciente e disciplinada financeiramente. confesso, que fazia parte da maioria (consumista, desequilibrado e soberbo). Tudo mudou quando passei a DESEJAR o conheecimento como propulsor de mudança de comportamento na vida econômica. Para isso contei (e conto) com vossos preciosos escritos. Um grande abraço e sucesso para todos nós em 2016. Felicidades!

    • Leandro Ávila 29 de dezembro de 2015 at 19:41 - Reply

      Oi Bruno, parabéns e obrigado por deixar seu depoimento aqui. Esses depoimentos motivam outras pessoas a seguirem o mesmo caminho.

  17. ronaldo 29 de dezembro de 2015 at 19:22 - Reply

    Parabéns Leandro.
    Muito bom o artigo. Simples e direto.

  18. Marcelo 29 de dezembro de 2015 at 19:41 - Reply

    Parabéns pelo artigo, Leandro. Aprendo um pouco mais a cada dia que leio seus artigos. Tive um imprevisto na metade deste ano e meu fundo de reserva foi superimportante neste momento. Infelizmente não foi suficiente, mas cobriu boa parte dos gastos e praticamente conseguirei repor o valor em 3 meses. Se não fizesse isso, provavelmente estaria pagando o banco ano que vem inteiro.

    • Leandro Ávila 29 de dezembro de 2015 at 19:43 - Reply

      Oi Marcelo. Já recebi várias mensagens de leitores que conseguiram evitar muito sofrimento graças a reservas de emergência que fizeram nos últimos anos. Essas reservas são importantes e devem ser ampliadas quando enfrentamos crises econômicas que colocam os empregos em risco. Parabéns e obrigado por deixar seu depoimento aqui.

  19. Antônio Márcio 29 de dezembro de 2015 at 19:49 - Reply

    Oi Leandro! Já adquiri seus E-books “Livro negros dos imóveis e Como investir em imóveis” os quais sanaram várias dúvidas que eu tinha sobre o assunto. Gostaria de parabenizá-lo pelo trabalho que faz, esclarecendo e educando financeiramente pessoas leigas com seus artigos esclarecedores e de fácil compreensão, como este sobre “Provisões”. Muito obrigado e continue ajudando pessoas com seus magníficos artigos.

    P.S. Sempre que tenho oportunidade, falo sobre você, o trabalho que realiza e divulgo o site: clubedospoupadores.

    • Leandro Ávila 30 de dezembro de 2015 at 0:43 - Reply

      Olá Antônio, muito obrigado por divulgar e confiar neste trabalho.

  20. José Claudio 29 de dezembro de 2015 at 20:34 - Reply

    Caro Leandro, parabéns por mais esse artigo!
    Concordo com teu comentário, quando diz que as pessoas são infelizes por não controlarem seus gastos. São pessoas impulsionadas pelo imediatismo de adquirirem bens, sem a provisionamento necessário. Tenho um caso dentro da minha casa, meu filho. Continuamente tenho o alertado para a situação, e sinto que ele aos poucos tem repensado no assunto. Como diz os ditos populares: ” a dor ensina a gemer”; “a melhor escola da vida, é o mundo”, e, se não assimila os ditos anteriores, então: ” errar é humano, mas, persistir no erro é burrice.”

    • Leandro Ávila 30 de dezembro de 2015 at 0:48 - Reply

      Oi José Cláudio. Muitos só aprendem a lidar com o dinheiro depois de muito sofrimento. No caso dos filhos, eles só lembram das palavras dos pais depois que sentem na pele, depois que vivem experiências próprias. Por isso a função do pai é alertar. Só a vida vai fazer o filho prestar atenção nestes alertas.

  21. Abner Alberti 29 de dezembro de 2015 at 21:40 - Reply

    Boa noite Leandro… Muito bom esse conteúdo… eu já fazia um planejamento no ano referente alguns itens do carro como ipva, manutenção e de pequenas viagens.. mas essa parte dos outros objetos realmente gostei muito, da pra se ter uma ideia de quando vai ser trocado e a gente já se previne…. Muito bom cada dia estou aprendendo mais com os seus conteúdos…
    Valeu e abraços.

    • Leandro Ávila 30 de dezembro de 2015 at 0:52 - Reply

      Obrigado Abner. Muitas vezes temos custos fixos com a troca de objetos velhos por novos, sem que isso fique muito claro. No meu caso, como utilizo notebooks intensamente eles não duram muito tempo. A cada dois anos eles começam a apresentar problemas, mesmo quando utilizo marcas de melhor qualidade. Isso significa que ao sair com um notebook da loja, já sei que ele terá entre 24 e 30 meses de uso. Dividindo o que investi no aparelho, já sei quanto estou pagando mensalmente para usar um notebook. Esse tipo de pensamento nos permite uma maior lucidez sobre como investimos nosso dinheiro.

  22. Ricardo 29 de dezembro de 2015 at 21:45 - Reply

    Olá Leandro,

    Penso que atualmente estamos muito mais dependente do dinheiro do que há uma ou duas gerações.
    Meus pais moravam na roça, eram agricultores e precisavam de muito pouco dinheiro para vivier, armazenavam até a próxima plantação e acho que só compravam sal. O restante eles plantavam e colhiam ou trocavam.

    Hoje, eu, como a maioria das pessoas, moram na cidade, e com este imediatismo e os juros que alguns brasileiros pagam vejo que as pessoas estão ficando muito endividadas. Conheço famililas que o homem e a mulher trabalham, tendo dois empregos cada um e o dinheiro ainda não é suficiente. São quatro contra-cheques e o dinheiro não é suficiente para pagar as contas.

    Acho que as pessoas precisam se educar melhor financeiramente. A tecnologia está aí para nos proporcionar melhor qualidade de vida e o mundo não tem volta, e compramos muito, mas antes de comprar algo acho que as pessoas deveriam refletir se relmente precisam de tal produto.

    Acabamos nos tornando muito dependente de bens materias e diante da realidade atual, é muito importante as provisões, o mês de janeiro está aí e muitas contas típicas deste mês virão ( Ipva e outros).

    Leandro, parabéns pela sua disponibilidade em ajudar as pessoas a se entenderem melhor com o dinheiro. eu mesmo já aprendi muito com os seus artigos. Um abraço.

    • Leandro Ávila 30 de dezembro de 2015 at 0:58 - Reply

      Oi Ricardo. Meus avós eram agricultores. Acho que também só compravam sal e tecido para a produção das próprias roupas. Morreram com mais de 90 anos, não tinham plano de saúde, não costumavam frequentar médicos, comiam comida gordurosa e fizeram muitas atividades físicas na roça. As grandes cidades nos afastam da nossa natureza. Faz pouco tempo que as grandes cidades existem. A vida ficou mais complexa, cheia de supérfluos e precisamos trabalhar como loucos para amontoar, cuidar, manter e renovar toda a parafernália que compramos nas lojas e na internet. Obrigado pelo seu comentário.

      • Luis Carlos Roberto 30 de dezembro de 2015 at 9:40 - Reply

        Gostei deste comentário, sobre as pessoas do estilo antigo, como disse do seus avós. Realmente antigamente se exercitavam muito, pois era serviços pesados, não tinham televisão e não tinham informações de nada e sim se preocupavam apenas no trabalho as vezes corriqueiro e na vida familiar. Tive uma pequena participação desse tempo na infancia e adolecencia, realmente era muito bom.

        • Leandro Ávila 30 de dezembro de 2015 at 10:43 - Reply

          Oi Luis. Esse isolamento dos assuntos da televisão, principalmente os que não interferem na nossa vida, é uma ideia muito interessante. Conheço algumas pessoas que praticam a “ignorância seletiva”. Elas fazem a opção de não acompanhar determinados tipos de notícia.

  23. Dieggo 29 de dezembro de 2015 at 21:53 - Reply

    Olá Leandro, acompanho o clube dos poupadores já faz alguns meses e estou gostando muito do aprendizado. Tenho uma dúvida diferente do tópico, se não for incômodo. Qual a melhor forma de manter o capital de giro de uma empresa a ser resgatado a cada 30 dias? Pelo que tenho lido é no tesouro selic, procede?

    • Leandro Ávila 30 de dezembro de 2015 at 1:01 - Reply

      Oi Dieggo. As empresas (pessoas jurídicas) não podem comprar títulos públicos diretamente (pelo Tesouro Direto). Você pode comprar de forma indireta através dos fundos DI e fundos de Renda Fixa que os bancos oferecem para as empresas. A liquidez é diária e a rentabilidade depende da taxa administrativa que será cobrada. Para investimentos menores que 30 dias, existe o IOF que fica com uma parte da rentabilidade. No final será melhor que manter o dinheiro parado na conta.

  24. Ailton 29 de dezembro de 2015 at 22:09 - Reply

    Parab…\o/, \o/, \o/, \o/, \o/, Ávila por mais um excelente texto! Agora ficou claro, provisão financeira, esse é nome daquela atitude que realizei em jul 2015 para assegurar meus 10% de desconto em 05 fev 2016 ao quitar o IPVA em cota única. Intuição, admito, mas com conhecimentos depreendidos a partir da leitura de artigos do clube dos poupadores a partir de janeiro 2015. Ah! outra coisa, muito obrigado por disponibilizar a planilha, pois eu estava usando bloco de notas por não ser familiarizado com excel. Tenham todos um excelente ano de 2016 e que ele seja de muita provisão financeira.

    • Leandro Ávila 30 de dezembro de 2015 at 1:14 - Reply

      Oi Ailton, parabéns por fazer seu planejamento de forma intuitiva. Um ótimo 2016!

  25. Ivan Siqueira 29 de dezembro de 2015 at 22:22 - Reply

    Caro Leandro,

    Parabéns pela qualidade das informações que tão generosamente você vem oferecendo. Quando comecei a lecionar na Universidade, há aproximadamente 5 anos, fui desencorajado do objetivo de desenvolver um projeto de educação financeira para a escola básica. Lendo e compartilhando os seus artigos entre os meus alunos, amigos e familiares, sinto enorme alegria pelo alcance e transformação que o seu trabalho vem produzindo em tão curto espaço de tempo. Meu objetivo agora é levar a discussão e proposição de programas de educação financeira para o currículo mínimo na esfera federal.

    Feliz 2016!

    • Leandro Ávila 30 de dezembro de 2015 at 1:27 - Reply

      Oi Ivan. As universidades jogam multidões de novos profissionais no mercado todos os anos sem nenhuma base para lidar com o dinheiro que irão ganhar em suas carreiras. Obrigado por apoiar essa causa.

  26. marcio 29 de dezembro de 2015 at 22:29 - Reply

    parabéns !!! muito bom seus esclarecimentos !!!!

  27. Arnezino 29 de dezembro de 2015 at 22:33 - Reply

    Leandro, estou aqui hoje para agradecê-lo não só por este artigo, mas por todos os outros que já li, e no dia 09/01/2016 vai fazer um ano que eu tive a felicidade de conhecer este blog, a partir daí minha vida financeira mudou muito. Confesso que eu já tinha uma certa disciplina em poupar parte do meu salário, mas eu só conhecia a poupança e o Brasilprev. Hoje consigo fazer meu dinheiro render o que não rendia antes em aplicações de renda fixa, com excelentes taxas. Feliz 2016.

    • Leandro Ávila 30 de dezembro de 2015 at 1:28 - Reply

      Parabéns Arnezino. Obrigado por deixar seu depoimento. Isso motiva leitores que estão começando agora.

  28. Thaís 29 de dezembro de 2015 at 22:33 - Reply

    Excelente artigo, Leandro: simples, objetivo, esclarecedor e inspirador. Parabéns e obrigada por sempre dividir conosco suas informações e dicas.

  29. Heno Fonseca Filho 29 de dezembro de 2015 at 23:48 - Reply

    Nota1000 sem comentários pra você!!!

  30. Samuel 30 de dezembro de 2015 at 6:52 - Reply

    Bom dia Leandro,

    Venho criando interesse pela educação financeira a algum tempo, estou acompanhando o trabalho aqui na página e esse é meu primeiro comentário, queria agradecer pelo excelente conteúdo e clareza na informação. Esse é com certeza um serviço de utilidade publica que o governo não tem interesse que nós saibamos, ao invés de dar o peixe você está ensinando muita gente a pescar e isso é motivador e me alegra muito saber que existam pessoas assim.

    Continue com o ótimo trabalho e tenha um Feliz 2016.

    • Leandro Ávila 30 de dezembro de 2015 at 10:12 - Reply

      Obrigado Samuel. Quando você dá peixe, cria dependência. Quando você educa, liberta. Para os governantes é importante manter o povo dependente do governo. Quem tem o mínimo de educação financeira, não tolera político irresponsável com os recursos públicos e isso é um problema para eles.

  31. Monya Gomes 30 de dezembro de 2015 at 7:43 - Reply

    Muito bom seu texto, Leandro! Sempre com dicas importantes.
    Realmente sobre bancos agradecerem a falta de educação financeira do povo é fato.
    Tenho lido bastante sobre poupar… mas a parte de investir ainda é problema para mim, medos que as vezes nos atrapalham e continuamos na antiga poupança.
    Durante todo o ano de 2015 investi na poupança, para abrir minha empresa, agora em 2016. Bati a minha meta, mas o planejamento vai muito além.
    Agora que já estou no barco… tô tentando remar, e mais uma vez com medo das tempestades…. acredito que precisarei do banco, e isso me preocupa. Existe taxa pra tudo.
    O que fazer numa situação que vc acha que vai afundar? Largar o barco ou tentar remar até o mar abrandar? No momento só estou pressentindo que a brisa está dando um sinal.

    • Leandro Ávila 30 de dezembro de 2015 at 10:17 - Reply

      Oi Monya. Esse medo é gerado por dois fatores: Falta de conhecimento e falta de experiência. É como ter medo de viajar de avião. Você pode até ter o conhecimento de que aviões são seguros, é o meio de transporte que menos mata, onde ocorrem menos acidentes quando comparamos com o número de pessoas transportadas todos os anos. Mesmo assim, se você não tem várias experiências, vai continuar com medo do avião. A mesma coisa acontece com os investimentos fora da poupança. O mecanismo que oferece segurança para a poupança (Fundo Garantidor de Créditos) é exatamente o mesmo que oferece segurança para outros investimentos de renda fixa, mas existe uma falsa crença de que a poupança é mais segura que todos os outros investimentos.

  32. Santos Jr. 30 de dezembro de 2015 at 8:15 - Reply

    Esse é sem dúvidas o melhor site de educação financeira do Brasil! Não consigo mensurar o quanto sou grato pelo trabalho de vocês! Muito obrigado!

  33. Suelene Coelho 30 de dezembro de 2015 at 8:15 - Reply

    Leandro, gostaria de enfatizar que adoro seus artigos. E este sobre provisões, a meu ver, foi o melhor presente que você nos concedeu… Eu e meu esposo sempre projetamos despesas sazonais para o ano seguinte, mas contando quase sempre com o 13º, férias e gratificações de desempenho… A sua pespectiva de provisão mensal para esses gastos sazonais, poupados um pouco a cada mês, não compromete os investimentos com as receitas extras de final de ano. Obrigada Leandro!!! Que Deus sempre te ilumine e conceda muitas bençãos.

    • Leandro Ávila 30 de dezembro de 2015 at 10:18 - Reply

      Obrigado Suelene, fico feliz por estar ajudando você e sua família. Um abraço.

  34. Raphael 30 de dezembro de 2015 at 8:42 - Reply

    Mais um artigo maravilhoso. Nao sei se ja existe, mas gostaria de sugerir um artigo orientando os investimentos em fundos cambiais para programarmos uma viagem internacional. Muito Obrigado pelos esclarecimentos sempre coerentes!.,

    • Leandro Ávila 30 de dezembro de 2015 at 10:24 - Reply

      Oi Raphael. Não existe muito segredo sobre fundos cambiais. É a forma mais fácil de fazer um investimento que segue as variações do câmbio. Quando você planeja uma viagem, só existem duas alternativas: 1) Compra dólares aos poucos e aceita a ideia de que é melhor ficar com a média de preços 2) Tenta adivinhar o melhor momento para comprar dólares. A segunda opção vai depender da sua sorte. O real pode desvalorizar ou valorizar dependendo das notícias do dia. O mesmo acontece com o dólar. No fundo você pode fazer investimento aos poucos. Nas grandes cidades, ficar comprando dólares todos os meses e transitar com esse dinheiro pela cidade pode não ser muito seguro, sem contar que você não precisa do dinheiro de papel, pois também não é seguro viajar com muito dinheiro físico.

  35. Eduardo 30 de dezembro de 2015 at 8:49 - Reply

    Suas dicas estão mudando minha forma de enxergar meu comportamento com minhas finanças. Obrigado por abrir meus olhos!

  36. Sueli 30 de dezembro de 2015 at 8:56 - Reply

    Excelente Leandro!
    Dicas valiosas.

  37. Pobre Marre 30 de dezembro de 2015 at 9:05 - Reply

    Leandro, entro na fila do que gostara\m muito desse artigo. Será mais um passo em minha educação financeira. com a ajuda de aplicativos para celular, desde 2014 comecei a anotar meus gastos e consegui ter a visão de para onde vai meu dinheiro possibilitando estimar média de gasto mensal. Agora o conceito de provisão achei muito interessante mesmo.
    Seus artigos tem ajudado a mim e a muita gente. Sucesso em sua vida e que vc receba muito mais do que tem oferecido neste site.
    Um excelente 2016!

    • Leandro Ávila 30 de dezembro de 2015 at 10:25 - Reply

      Obrigado. Parabéns por organizar sua vida financeira. Um ótimo 2016 para você.

  38. Marcelo 30 de dezembro de 2015 at 9:26 - Reply

    Leandro, parabéns pelo artigo.
    Sou contador e gostaria de registrar aqui que seu artigo está em linha com as regras de boas práticas contábeis. De acordo com estas, usa-se esta prática das provisões para preservar a manutenção da capacidade física e financeira de uma entidade. Ou seja, de forma que ela não se descapitalize ao longo dos anos, gastando ou distribuindo os lucros (caixa gerado) que devem ser inevitavelmente usados na reposição de seus ativos e pgto de obrigações.

    Neste sentido gostaria de sugerir se vc não poderia criar para os que acompanham seu blog uma planilha completa com: Orçto (FlxCx) pessoal, Balanço pessoal, Cadastro de Bens (depreciáveis) e por fim integrando com as planilhas de comparação de investimentos e de evolução de investimentos que vc já disponibilizou no blog de forma que as pessoas tenham uma ferramenta mais completa para acompanhar e tomar decisoes

    Sei que daria um trabalhinho (rsrsrs), mas seria de grande ajuda

    Marcelo Grifo

    • Leandro Ávila 30 de dezembro de 2015 at 10:36 - Reply

      Oi Marcelo. A verdade é que as finanças das pessoas não são muito diferentes das finanças de uma empresa. A lógica é a mesma, só muda a complexidade da coisa. Acho que vou estudar mais contabilidade e vou falar mais sobre contabilidade sem que as pessoas percebam que estou falando de contabilidade (para não assustar). O difícil sempre é traduzir os termos técnicos e simplificar para não tornar o assunto chato para as pessoas. Um abraço e obrigado!

      • FabioH 5 de janeiro de 2016 at 7:56 - Reply

        E pode ter certeza de que você está alcançando o seu objetivo! Os assuntos abordados não são de fácil compreensão para a grande maioria das pessoas, os termos técnicos afastam as pessoas de um assunto de extrema importância nas nossas vidas, mas os seus textos são incrivelmente bem escritos, em linguagem fácil, e muito objetivos, como manda a cartilha da comunicação rápida na internet. Parabéns mais uma vez!

  39. Nicholas 30 de dezembro de 2015 at 9:26 - Reply

    Leandro, parabéns pelo excelente artigo! Chamei minha esposa para ler comigo logo após receber. Mostrei a ela porque decidimos no ano passado justamente fazer esta poupança mensal para as despesas obrigatórias do ano seguinte e como resultado, temos os recursos para pagar IPTU, IPVA, Licenciamento, DPVAT e outras despesas à vista, aproveitando os descontos oferecidos! Isso resulta em um final de ano bem mais tranquilo e sem o medo do Janeiro negro, onde a conta do cartão de crédito de Dezembro mais as despesas do início do ano já deixam você desmotivado!

    • Leandro Ávila 30 de dezembro de 2015 at 10:40 - Reply

      Oi Nicholas. Essa tranquilidade, essa segurança que você descreve no seu comentário não tem preço. Na minha opinião a principal função do dinheiro (depois de atender a necessidades básicas) é oferecer mais tranquilidade e segurança. Dinheiro não traz felicidade, mas quando utilizado com inteligência, pode evitar muito sofrimento, aborrecimento, chateação, medo, incerteza, dependência, etc. Isso inevitavelmente vai interferir no seu nível de felicidade e satisfação com a vida. É provável que você entre em 2016 mais motivado, satisfeito e confiante que muitos brasileiros que não fizeram o dever de casa em 2015. Isso reflete no seu relacionamento com a sua esposa e com sua família.

  40. marcelo pereira 30 de dezembro de 2015 at 9:32 - Reply

    Leandro como sempre um ótimo artigo e este veio pra brindar o ano novo. Vou começar a seguir seu conselho. Muito grato por todos os artigos publicados neste ano e pelo excelente trabalho que realiza em prol de todos nós. Um feliz ano novo, sucesso e prosperidades na saúde, amor, amigos, família, trabalho e capital!!! Um forte abraço!!!

    • Leandro Ávila 30 de dezembro de 2015 at 10:41 - Reply

      Oi Marcelo. Muito obrigado, desejo o mesmo para você e para sua família.

  41. Laércio 30 de dezembro de 2015 at 9:34 - Reply

    Olá! Leandro, excelente artigo, meu parabéns!

  42. Eduardo 30 de dezembro de 2015 at 9:46 - Reply

    Excelente artigo! Obrigado!

  43. Raquel Oliveira 30 de dezembro de 2015 at 9:50 - Reply

    Como sempre, excelentes dicas, gostei tanto que compartilhei com alguns amigo. Parabéns.

  44. Dema 30 de dezembro de 2015 at 10:19 - Reply

    Em outras palavras fazer provisão é economizar, é deixar de gastar em coisas desnecessárias.
    Quem trabalha com contabilidade sabe que as empresas constituem varias provisões, cuja contra partida foi deduzida do lucro, mas claro o dinheiro fisico da provisão continua no caixa?Bcos.
    As pessoas fisicas, dentro da condição de cada uma, devem fazer o mesmo.
    Feliz 2016 para todos.

    • Leandro Ávila 30 de dezembro de 2015 at 10:48 - Reply

      Oi Dema, é economizar com um objetivo bem claro. As pessoas costumam economizar sem entender o motivo, ou seja, não existe motivação. Falta um pouco de consciência sobre a necessidade de ter recursos para repor ou reparar nossos bens. Essa consciência nos leva a refletir se realmente precisamos nos cercar de tantas coisas que geram custos de manutenção e reposição e que por sua vez nos obriga a trabalhar mais e ganhar mais dinheiro para manter o “circo” funcionando.

  45. Marcel 30 de dezembro de 2015 at 10:19 - Reply

    Leandro, no caso das provisões de IPVA e IPTU em que o pagamento com desconto ocorre em janeiro/fevereiro, qual seria a melhor aplicação nesse caso?

    Exemplo – IPTU de R$ 1.200,00 a ser pago em janeiro/2017 e faço provisões mensais de R$ 100,00 entre janeiro/2016 e dezembro;2016. A provisão de dezembro ficará cerca de 1 mês e terá que ser utilizadas no pagamento em janeiro.

    Existe alguma aplicação para menos de 1 ano e que ganhe do IPCA sem ser a caderneta de poupança para ir fazendo aportes mensais das provisões?

    • Leandro Ávila 30 de dezembro de 2015 at 14:17 - Reply

      Oi Marcel. Todo investimento de curtíssimo prazo (1 ou 2 meses) são muito penalizados pelo IR. Você precisa verificar quais investimentos você tem acesso através do seu banco e corretora e fazer simulações. Se você só tem conta em um único banco, o universo de possibilidades fica bem restrito. Se você tem conta em corretoras que acessam produtos de outros bancos, as possibilidades aumentam.

  46. Fabricio PC 30 de dezembro de 2015 at 11:17 - Reply

    São artigos como este que fazem seu site ser o sucesso que é.
    Nunca antes havia pensado no conceito de “provisão” conforme mostrado neste artigo, apenas encarando como sinônimo de “reserva de emergência”.
    Muito obrigado por mais este importante ensinamento para a vida.

  47. Bruno Jerônymo 30 de dezembro de 2015 at 11:48 - Reply

    Boa tarde Leandro,

    Excelente texto, assim como os outros que tenho lido aqui. No caso de investir estas provisões, poderia me esclarecer que tipo de investimento posso utilizar para aportes mensais, visto que o CDB, LCI e LCA possuem um valor inicial para investimento?
    No caso do Tesouro Selic, seria vantagem mesmo tendo que resgatar o valor em 1 ano para pagar impostos por exemplo, e assim pagar uma alíquota maior de IR?
    Existe alguma outra opção mais adequada para este objetivo?

    Desde já agradeço.

    Att,

    • Leandro Ávila 30 de dezembro de 2015 at 14:25 - Reply

      Oi Bruno. Isso depende dos investimentos que você tem acesso. Para uma pessoa que sempre deixa para pagar as contas na última hora, paga com atraso, entra no cheque especial ou paga juros no cartão, as provisões são vantajosas até se a pessoa deixar o dinheiro embaixo da cama perdendo para a inflação, já que os juros praticados para quem termina o mês sem dinheiro são absurdos. A poupança não elimina o efeito da inflação, mas reduz seu impacto já que está rendendo 7,5% ao ano enquanto a inflação está entre 10% e 11%. Se você simular Tesouro Selic com taxa Selic de 14,15 (taxa selic diária) pagando 17,50% de IR sobre o rendimento terá 11,41% em 12 meses. Você encontra o simulador aqui. Quando o valor acumulado for maior é possível buscar alternativas em LCI, LCA e CDB e para isso é necessário avaliar. Os fundos DI e RF também devem ser avaliados, vai depender da taxa administrativa que você tem acesso. Cada pessoa tem acesso a diferentes taxas e investimentos.

  48. RAFAEL 30 de dezembro de 2015 at 14:07 - Reply

    Leandro, boa tarde, de antemão quero desejar feliz ano novo e agradeço o grande aprendizado ao qual tens proporcionado.
    Estou em dúvida em aplicar num CDB que gira em torno de 18,50% para 3 anos ou um LCA que rende 16,30% em 2 anos.
    Considerando os impostos, o LCA seria mais vantajoso.
    O banco seria o mesmo.
    Como tenho mais duas aplicações no pré fixado penso em aplicar nesses ou então a 117% do CDI.
    O que você me aconselharia?

    Muito obrigado.

  49. maicon 30 de dezembro de 2015 at 14:59 - Reply

    Perfeito.

  50. Danilo 30 de dezembro de 2015 at 16:27 - Reply

    Leandro, admiro muito o que você faz aqui. Descobrir o “Clube dos Poupadores” foi um dos grandes acontecimentos de 2015 na minha vida. Valeu!

  51. Patricia 30 de dezembro de 2015 at 17:08 - Reply

    Olá, Leandro.
    Hoje venho aqui agradecer seus ensinamentos que muito contribuíram para meu crescimento pessoal e equilíbrio financeiro. Há alguns anos atrás eu tinha realmente dificuldade de lidar com o dinheiro e vivia como diz o livro do Cerbasi o ciclo da sobrevivência, apesar de ser funcionária pública. Após leituras e muito ensinamentos mudei e hoje vejo o quanto importante é ter um controle de sua vida financeira. Sou funcionário do TJBA e pasme, esse Tribunal agora no fim de dezembro não tem dinheiro para pagar seus magistrados e funcionários(http://www5.tjba.jus.br/). Tem nota de esclarecimento ai. O presidente do Tribunal diz que o governo nao repassou verbas. O governador diz que já repassou e inclusive a mais. No meio disso, servidores e magistrados sem receber salário e sem perspectiva de receber. Saiu uma liminar do STF hoje indeferindo o pedido do presidente do TJBA(http://www.correio24horas.com.br/detalhe/noticia/stf-indefere-mandado-de-seguranca-do-tj-que-exigia-recursos-do-governo/?cHash=1bed45198e907239004e89798f84d8e3). ]. Agora penso… e se eu estivesse como há anos atrás. Não teria dinheiro para pagar minhas contas. Graças a Deus e também a você e muitos outros, porque investi na minha educação financeira, eu estou a salvo. Obrigada.

    • Leandro Ávila 31 de dezembro de 2015 at 1:51 - Reply

      Oi Patricia. Serve como alerta para os servidores públicos. Muitos confiam exageradamente que nunca terão problemas para receber seus salários. O servidor público também deve se preocupar com sua educação financeira e para a formação de reservas de emergência.

    • Jorge Luis 4 de janeiro de 2016 at 14:03 - Reply

      Parabéns Patricia.

  52. Dênis Barbosa Batista 30 de dezembro de 2015 at 20:11 - Reply

    Parabéns, de novo, Leandro!
    Como sempre, acerta “em cheio”. Com grande maestria.
    Continue assim, pois nos educa financeiramente.
    Até breve se Deus nos permitir.

  53. Fabricio 31 de dezembro de 2015 at 8:31 - Reply

    Leandro,
    Novamente, um grande tema e de grande importância.
    Parabéns!!! A cada aprendizado, uma nova vida e oportunidades vão surgindo.

  54. Alexandre Rodrigues 31 de dezembro de 2015 at 14:00 - Reply

    Parabéns por mais um artigo brilhante! Que 2016 Deus continue te iluminando para que você possa nos educar mais e melhor do que já faz! Obrigado!!! Saúde e sucesso para todos nós!!!

  55. Fábio Moraes 31 de dezembro de 2015 at 22:10 - Reply

    Ola Leandro. Parabens pelo excelente artigo. A vida das pessoas fica bem melhor com planejamento, paciência e disciplina. Aproveito a oportunidade para agradecer pelo seu trabalho, especialmente pelos artigos escritos em 2015. Muito obrigado! Que Deus o abençoe cada vez com mais luz, paz, sabedoria, saúde e muita prosperidade. Feliz 2016!

  56. Marcos 1 de janeiro de 2016 at 15:52 - Reply

    Como contador lhe parabenizo.
    Nunca tinha pensado no conceito de provisão da forma explanada no artigo.
    Minha visão era apenas da aplicação do conceito em empresa

    • Leandro Ávila 4 de janeiro de 2016 at 12:17 - Reply

      Oi Marcos, muito obrigado. Muitos conceitos importantes para o funcionamento das empresas deveriam ser adaptados para a vida das pessoas. Seria necessário um trabalho de “tradução” para que o conhecimento fosse mais acessível.

  57. Raphael Gomes 1 de janeiro de 2016 at 17:10 - Reply

    Olá Leandro.

    Muito bom o texto, parabéns!

    Eu tenho o hábito de me planejar para comprar as coisas a vista, mas não seguia esse método das provisões, eu guardo dinheiro mas sem pensar em um bem específico, tenho esse dinheiro guardado como uma reserva emergencial e caso eu precise trocar ou comprar algo faço uso desse dinheiro, lendo seu texto percebi que faço errado.
    Em paralelo tenho meus investimentos, que procuro fazer mensalmente.

    Para as despesas de IPTU, IPVA e seguro do carro eu venho a 5 anos utilizando a participação nos lucros que recebo da minha empresa, sempre na primeira quinzena de Fevereiro eles pagam mais um salário, equivalente a um 14º salário, só que é um dinheiro que não posso contar, se a empresa não atingir as metas estipuladas todos os funcionários só recebem 50% do valor referente ao salário vigente, até o momento isso não ocorreu, apesar dessa crise que assola o país, a empresa vem crescendo a cada ano, mas pode acontecer, é um dinhheiro que não posso contar na realidade.
    Para esse ano a participação está garantida, mas para o próximo pretendo fazer uso das provisões. Em 2017 se tudo correr já com o dinheiro dos impostos garanto pego participação e invisto.
    Obrigado pelo texto.

    • Leandro Ávila 4 de janeiro de 2016 at 12:19 - Reply

      Obrigado Raphael. Ter alguma reserva, como você já tem, seria o primeiro passo.

  58. Paulo Albuquerque 1 de janeiro de 2016 at 20:20 - Reply

    Bastante esclarecedor suas dicas sobre provisões. Vou tentar colocar em prática para as despesas anuais e para o carro. Parabéns e continue com este seu trabalho.

  59. Misael 2 de janeiro de 2016 at 18:51 - Reply

    Muito obrigado por mais um artigo para nosso crescimento estava viajando na casa de parentes mas sem gasta muito. Mas hoje estou lendo o seu artigo e vi que muitas gentes que vive de status e compra produtos sem necessidade ou até com produtos quase novos são deixados de lado. Para compra outro parecido.
    Obrigado pela planilha e Que Deus te abençoe a cada dia.

  60. Isabel 2 de janeiro de 2016 at 22:08 - Reply

    Excelente artigo!

  61. joao santos ferreira 2 de janeiro de 2016 at 23:31 - Reply

    Boa Noite

    Leandro

    Parebens pela materia

    JSF

  62. Danilo Marques Dantas 3 de janeiro de 2016 at 10:14 - Reply

    Bom dia, Leandro!
    Parabéns pela alta qualidade de seus artigos.
    Continue sempre com este belo trabalho de ajudar as pessoas com a educação financeira. Tema pouco explorado aqui no Brasil e que é tão necessário para o desenvolvimento da vida financeira das pessoas e até da economia do país.
    Muito Obrigado!
    Feliz 2016!
    Forte Abraço.

  63. Vinícius 3 de janeiro de 2016 at 18:18 - Reply

    Leandro Ávila, muito obrigado pelos ensinamentos que vocês nos fornece pelo seu site.
    Aprendi muito com você em 2015, espero que seu ano de 2016 seja repleto de coisas positivas e que você possa conquistar tudo em dobro o que você me ajudou a conquistar.

    Um grande abraço.

  64. Joanatan 4 de janeiro de 2016 at 10:44 - Reply

    Professor. Li em um de seus artigos que o senhor não gosta de corretoras que não cobram taxa para investir no tesouro direto.por outro lado o senhor mantêm conta na easynvest.como assim?

    • Leandro Ávila 4 de janeiro de 2016 at 12:22 - Reply

      Oi Joanatan, abri conta na Easy e até agora não vi nenhum problema e não tive dificuldades.

  65. Joanatan 4 de janeiro de 2016 at 12:00 - Reply

    As vezes vejo que o Cdb paga certa porcentagem do Cdi,o que isso quer dizer professor. Obrigado pela atenção.

    • Leandro Ávila 4 de janeiro de 2016 at 12:24 - Reply

      Você pode saber a taxa DI (que remunera o CDI) no site http://www.cetip.com.br. Se o investimento paga 90% do CDI e a taxa DI está em 15% isso significa que o investimento está remunerando 90% desses 15% que equivale a 13,5%. A conta é feita assim 15 x 90%. Também pode ser feita 15 x 0,90. Se ocorrer variação na taxa DI (para cima ou para baixo) o investimento sofre variação de rentabilidade.

  66. Cristiane 4 de janeiro de 2016 at 13:17 - Reply

    Boa Tarde, Leandro
    Agradeço por mais um ótimo artigo e escrevo também para lhe informar que através dos seus ensinamentos sai da hipnose de aplicar em poupança e já colho os frutos no Tesouro Direto. Aprendi a usar as calculadoras e já deu para perceber o quanto perdia pela ignorância. Feliz 2016!

  67. Kelly Ribeiro 4 de janeiro de 2016 at 19:33 - Reply

    Adoro seus ensinamentos! Aprendo e aplico todos eles!!
    O meu sempre obrigada!
    Um grande abraço

  68. Andrpe 5 de janeiro de 2016 at 10:57 - Reply

    Ótimo artigo.
    O link para baixar a planilha está fora do ar ?

  69. Rodrigo 6 de janeiro de 2016 at 21:28 - Reply

    Leandro, boa noite!

    Primeiramente, parabéns pelo artigo e pelo trabalho que você vem realizando com esse site. O conteúdo sempre muito bem feito, com clareza e simplicidade. Gostaria apenas de deixar duas sugestões:

    1. No seu exemplo hipotético, os bens considerados não possuem valor residual no final da período da depreciação. Entendo que isso pode ser feito para a maioria dos itens, mas para o veiculo isso não é bem verdade. Isso onera a parcela de provisão mensal. Talvez o mais correto seria considerar a taxa de depreciação real do veiculo.

    2. Você já pensou em escrever algum artigo sobre custo de oportunidade na hora da compra a vista ou a prazo. Pensando no caso de quem guardou dinheiro para pagar o IPVA ou IPTU a vista no inicio do ano e se depara com um desconto de apenas 2% ou 3%. Essa ideia da para aplicar em qualquer outra compra com desconto.

    • Leandro Ávila 7 de janeiro de 2016 at 15:28 - Reply

      Oi Rodrigo. Você pode considerar quanto valeria o carro no futuro no caso da venda do usado para comprar um novo e reduzir a necessidade das provisões para isso. No caso do IPVA e IPTU é necessário verificar se o desconto compensa. Cada estado e município tem suas alíquotas e cada pessoa tem rentabilidade diferente para o dinheiro que quarda.

  70. Natalia 7 de janeiro de 2016 at 5:08 - Reply

    Leandro, parabéns pelo seu trabalho. Já fez muita diferença para mim ter conhecido você em 2015. Tenho uma dúvida: sou autónoma, e estou fazendo uma reserva de emergência, correspondente a 20% do que ganho. Outros 20% são para investimento, 10% para gastos livres (supérfluos, em mim) e os restantes 50% são para os gastos correntes. Onde encaixar as provisões? Prevejo terminar de completar minha reserva de emergência esse ano e estava a pensar encaminhar os 20% correspondentes para provisões… (como sou autónoma, fica mais fácil usar uma percentagem do que ganho e não o valor x ou y). O que você faria?
    Obrigada e mais uma vez parabéns. Um feliz e próspero 2016!

    • Leandro Ávila 7 de janeiro de 2016 at 15:36 - Reply

      Oi Natália. Somos pessoas diferentes com necessidades diferentes, idades diferentes, projetos diferentes. O que cada pessoa faz precisa se adaptar a sua realidade. Quem já tem uma boa reserva para emergência não precisa mais destinar 20% do que ganha para formar a reserva e pode destinar uma quantia maior para investimento. Quem é aposentado tem necessidades diferentes de quem ainda é muito jovem e assim por diante. Não existe uma receia ideal para o que devemos fazer com o nosso dinheiro já que somos diferentes.

  71. WELLINGTON NUNES DA SILVA 25 de junho de 2017 at 12:52 - Reply

    Bom, Eu sou contador e já faço provisão desde que começei a organizar minha vida financeira; eu pego o valor anual e divido por 12 meses e faço a provisão; coloco o valor na conta poupança integrada a minha conta corrente; mas eu faço essa provisão pois é uma conta certa que irei pagar, pras demais, como troca de celular, computador, eletrodoméstico eu não faço provisáo pois é na minha opinião impossível; meu compuador ja dura 7 anos muito bem obrigado. geladeira, não da pra saber etc… simplesmente seria um trabalho gigantesco desnecessário e frustante pois simplesmente as coisas não irao acontecer conforme planejado, ao contrario da conta de iptu, ipva, matricula escolar etc… mas nem por isso devemos ignora-la então eu faço diferente: eu separo todo mes um determinado valor e chamo de RESERVA DE CUSTO. coloco na poupança e esse dinheiro é justamente pra no futuro, eu compar roupas, geladeira, sofá, trocar meu liquidificador, compar um brinqueido caro pro meu filho, etc… pra outras coisas mais cara, como trocar minha bicicleta ou carro, ai sim da pra fazer provisão pois alem de ser caro não é urgente, mas se o sofá se rasgar todo? se a geladeira pifar ou o pc quebrar? isso sim sera retirado da minha reserva de custo e se nao for suficiente pego o restante da reserva de emergencia (que chamo de reserva de capital)

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