Dinheiro trabalha e compra o luxo

É o seu dinheiro que deve trabalhar para comprar os seus artigos de luxo, não você. A maioria passa o mês inteiro trabalhando pelo luxo de cada dia, quando poderiam fazer o próprio dinheiro realizar esse trabalho por toda vida. Você verá no artigo que só precisa inverter a ordem das coisas.  Não é necessário adotar um estilo de vida franciscano, pois esse é para poucos, mas você pode começar fazendo o necessário, o possível e de repente estará fazendo aquilo que achava impossível.

Nesse artigo vou comentar esse modo de pensar que está presente no capítulo 4, lição 3 do livro Pai Rico Pai Pobre, um dos livros de educação financeira mais vendidos no mundo.

Robert Kiyosaki, autor do Pai Rico Pai Pobre, vai participar de um grande evento em São Paulo no próximo mês para um número limitado de brasileiros. Vários leitores do Clube dos Poupadores me disseram que pretendem participar do evento (veja detalhes aqui). Vou aproveitar para escrever alguns artigos falando sobre as principais ideias, fora do senso comum, que Kiyosaki divulga através dos seus livros e que certamente são aprofundadas nos eventos que ele realiza pelo mundo.

Antes preciso dizer uma coisa. Eu acredito que os pensadores e suas ideias são como árvores e seus frutos. Nem todos os frutos que uma árvore produz são perfeitos. Você não precisa gostar de todos os frutos que vê para aproveitar a oportunidade de ter contato com a obra de um autor. Cabe a você colher os frutos (ideias) que gosta e largar os que não gosta. Se você agarrar o que não gosta, vai perder a oportunidade de aproveitar o que gosta. Outra questão importante é você não está pronto para entender todas as boas ideias. Muitas ideias exigem uma bagagem prévia de conhecimentos e experiências que nem sempre temos ainda.

Luxo como prêmio de consolação

No artigo “Coisas não te fazem ser rico. Dinheiro é que faz” mostrei que as coisas que compramos e acumulamos não nos tornam financeiramente ricos. O dinheiro que acumulamos é que faz. Falamos sobre o fato de que muitos passam a vida inteira comprando itens de luxo, para se sentirem ricos, e isso acaba prejudicando o verdadeiro processo de enriquecimento das famílias. É um paradoxo. As pessoas gostariam de ser ricas (não existe problema nisso) e ao tentarem demostrar riqueza, sem a ter conquistado primeiro, acabam impedindo o enriquecimento.A compra constante de itens de luxo, sem que se tenha condições, funciona como um prêmio de consolação para compensar a frustração do trabalho que não garante rápido enriquecimento.

Veja o que Robert Kiyosaki diz no seu livro sobre isso:

“Nos Estados Unidos, os pobres e a classe média frequentemente compram itens de luxo… porque desejam parecer ricos. Parecem ricos, mas na verdade estão afundando em dívidas. As pessoas que já têm dinheiro, os ricos a longo prazo, constroem primeiro sua coluna de ativos. Então, com a renda gerada por sua coluna de ativos, compram os artigos de luxo. Os pobres e a classe média compram artigos de luxo com seu próprio suor, sangue e com a herança de seus filhos.”

Os “ricos a longo prazo”, para o Kiyosaki, são pessoas que já possuem algum dinheiro, mas que não estão preocupadas em comprar coisas que as fazem parecerem ricas. De imediato, elas até parecem pobres, pois estão usando esse dinheiro para comprar ativos que geram renda e não os bens que geram despesas. Os que geram renda são difíceis de ostentar e os que só geram despesas são produzidos com essa finalidade. É o caso dos produtos de grife.

Para ilustrar, veja a bolsa logo abaixo. Comprando as ações dessa marca italiana, você terá um ativo que gera renda. Essa renda poderá ser usada para comprar artigos de luxo ou não, você será livre para decidir. O problema é que no presente, essas ações não serão capazes de demonstrar riqueza para seus amigos e amigas (caso você tenha essa necessidade).

Comprando a bolsa em 10 vezes de R$ 719 você poderá ostentar, mas terá um passivo (dívida) e um bem que irá perder valor com uso (depreciação). Dividas são fáceis de esconder. Ninguém vai olhar dentro da sua bolsa para ver a fatura do seu cartão que acumula inúmeras compras como essa dos últimos 12 meses.

 

Demonstrar riqueza costuma ser sinônimo de jogar dinheiro no lixo. No longo prazo, o lixo é o destino das bolsas, roupas, óculos de sol e inúmeros outros produtos de grife que se deterioram facilmente com o passar do tempo. Por mais estranho que isso possa parecer, jogar dinheiro no lixo é visto socialmente como algo aceitável, admirável e que sinaliza poder e riqueza. É assim desde o Império Egípcio.

O problema é que artigos de luxo são como máquinas incineradoras de dinheiro, para quem os compra, e máquinas de enriquecimento para quem é sócio/dono das marcas. A marca da bolsa acima existe desde 1913 e deve continuar existindo por muitos séculos.

Quando Kiyosaki fala em construir primeiro a coluna de ativos, ele está falando da tabela usada na contabilidade onde listamos nossos ativos e passivos. Aqui no Clube dos Poupadores existe um presente, uma planilha gratuita (veja aqui) para que você calcule sua riqueza ou sua pobreza.

A classe média, passa boa parte da vida construindo a coluna dos passivos (fazendo dívidas) para adquirir artigos de luxo e bens que ficam no “ativo não circulante” que aumentam as despesas com custos fixos e perenes de manutenção, depreciação, seguro, taxas, impostos, etc.

Os artigos de luxo acabam funcionando como um prêmio de consolação. É através desses prêmios que a pessoa vive a fantasia da riqueza que matematicamente não possui.

Luxo como recompensa

Kiyosaki não nega o desejo humano pelos artigos de luxo. Ele apenas diz que os seus ativos que geram renda é que devem comprar os seus luxos. Você não vai comprar o luxo com seu próprio suor. Os seus ativos que geram renda é que farão o trabalho duro. Veja o exemplo da Mercedes da sua esposa:

Um luxo verdadeiro é uma recompensa por ter investido e desenvolvido uma coluna de ativos. Por exemplo, quando minha mulher e eu auferimos uma renda maior com nossos apartamentos, ela comprou sua Mercedes. Ela não fez nenhum trabalho extra, ou arriscou sua parte, porque os imóveis compraram o carro. Contudo, ela teve que esperar durante quatro anos enquanto o portfólio de imóveis crescia e finalmente começou a gerar suficiente renda extra para pagar o carro. Mas o luxo, o Mercedes, foi uma verdadeira recompensa: ela provou que sabia como aumentar sua coluna de ativos. Esse carro significa muito mais para ela do que apenas outro carro bonito. Significa que utilizou sua inteligência financeira para adquiri-lo.

Observe que carro é entendido como uma recompensa, um prêmio por todo trabalho que foi feito nos últimos quatro anos para que os ativos do casal gerassem a renda necessária para comprar o carro. Eles poderiam usar essa renda para comprar outro imóvel para alugar, mas entendem que essas recompensas possuem uma função motivacional importante.

Indiretamente, quem comprou o Mercedes foram as pessoas que alugaram os imóveis do casal. Quando você tem ativos, sempre tem alguém disposto a “alugar” essas ativos. Na prática, sempre tem alguém disposto a trabalhar para pagar os juros dos investimentos que você recebe, os lucros das ações das suas empresas, os aluguéis dos seus imóveis, etc.

Kiyosaki defende que devemos colocar cada R$ 1,00 que poupamos para trabalhar como se fossem nossos funcionários. Veja:

Quando digo “cuide de seus negócios”, refiro-me à formação e à manutenção de uma sólida coluna de ativos. Se um dólar entrar nela, nunca o deixe sair de lá. Pense deste modo, uma vez que um dólar entra na coluna dos ativos, ele se transforma em seu empregado. O melhor do dinheiro é que ele trabalha 24 horas por dia e pode fazê-lo durante gerações. Fique no seu emprego, seja um ótimo empregado, mas construa essa coluna de ativos.

Quando você compra a bolsa de R$ 7 mil do nosso exemplo, você perde esses 7 mil funcionários imaginários que trabalhariam para você todos os dias gerando renda através dos seus investimentos. Você poderia usar essa renda para comprar seus luxos, caso isso te motive.

Por experiência própria eu posso dizer que com o tempo os itens de luxo deixam de ser motivantes como antes. Temos uma tendência a desejar por escassez. Como não temos dinheiro para ter, desejamos ardentemente. Quando você tem dinheiro para ter o desejo enfraquece e pode até desaparecer.

Uma vez uma pessoa próxima me disse: “Leandro, quando eu não tinha dinheiro para comprar as coisas, sentia um enorme desejo de comprar e acabava fazendo dívidas no cartão para satisfazer esse desejo. No momento que comecei a poupar o dinheiro para comprar à vista, o desejo foi desaparecendo. Quando tenho o dinheiro para comprar o que quero, não sinto o desejo de comprar como ocorre quando não tenho o dinheiro”.

Aqui temos a aplicação da frase franciscana. “Você primeiro começa fazendo o necessário, depois começa a fazer o que é possível e de repente estará fazendo aquilo que achava impossível.” Curioso lembrar que Francisco de Assis, que simboliza o gosto por um estilo de vida simples, era filho de um comerciante rico e de uma mãe de família nobre. Sidarta Gautama, que também largou o luxo para buscar um estilo de vida simples, era filho de um rei muito rico.

Talvez se as pessoas não trocarem a ordem das coisas, se lutarem pela prosperidade para somente depois adquirirem as recompensas, elas poderiam entender que o verdadeiro luxo tem origem na libertação da escravidão dos desejos e não na satisfação dos desejos. Não adianta falar. É necessário vivenciar.

O segredo está na ordem das coisas

Você pode e deve satisfazer seus desejos materiais. A natureza não dá saltos. É uma questão de saúde mental. O segredo é compreender a ordem como isso deve ser feito. Veja o que Kiyosaki diz:

À medida que seu fluxo de caixa cresce, você pode comprar alguns artigos de luxo. Uma distinção importante é que os ricos compram os artigos de luxo por último, enquanto pobres e classe média tendem a fazê-lo antes. O que muita gente faz é comprar compulsivamente um carro ou outro bem de luxo a crédito (fazendo dívidas). Podem estar se sentindo entediadas e desejam apenas um brinquedo novo. Comprar um luxo a crédito leva alguém, mais cedo ou mais tarde, a se ressentir desse luxo, porque o endividamento se torna um ônus financeiro.

No final da lição 3 do livro, Kiyosaki finaliza classificando as ideias acima como sendo o toque mágico, o maior segredo dos ricos“. Devemos lembrar que fluxo de caixa é o dinheiro que entra na sua conta através dos seus investimentos. Quanto mais os seus investimentos geram renda, mais você pode comprar artigos de luxo sem fazer dívidas e sem comprometer a renda do seu trabalho.

Para alguns isso pode se tornar uma fonte de motivação para poupar e investir mais e melhor. É claro que você não precisa esperar para comprar grandes luxos e viver sempre frustrado. Você pode destinar um percentual da renda dos seus investimentos e até do seu salário para satisfazer pequenos luxos que garantam o seu equilíbrio emocional.

Se você anda emocionalmente muito desequilibrado, entediado com a vida, procure o equilíbrio, não use o dinheiro e as compras como medicamento. Eles não foram feitos para isso. Existem formas mais baratas e eficazes para manter o equilíbrio mental e emocional. O importante é evitar a compra do luxo através das dívidas como busca para uma cura do seu tédio. Esses luxos normalmente geram despesas (depreciação, manutenção, impostos, custo de oportunidade, etc) e isso é que acaba gerando um grande problema futuro.

Inspiração ou desespero

Existem duas forças motivadoras para alguém dedicar tempo para se educando financeiramente. Uma é a inspiração e a outra é o desespero. Você pode se inspirar nas pessoas que possuem uma boa educação financeira e se motivar para aprender. A outra opção seria esperar as consequências da falta de educação financeira para que o desespero possa motivar. Eu recomendo a inspiração. Robert Kiyosaki encontrou motivação no desespero.

Kiyosaki, quando jovem, foi piloto de helicóptero da marinha americana e participou de operações na guerra do Vietnã em 1972 (fonte).

Huey UH-1, helicóptero pilotado por Robert Kiyosaki na Guerra do Vietnã em 1972

Quando foi dispensado do serviço militar, por insistência do seu pai pobre (pai biológico) conseguiu um emprego na área de vendas da Xerox.

O Kiyosaki vivia um conflito interno entre o exemplo de vida do seu pai pobre, que sempre trabalhou para os outros, e o exemplo do pai rico do seu melhor amigo, que era empreendedor.

Pouco tempo depois, ele teve uma ideia empreendedora, deixou o emprego e criou uma pequena empresa para produzir carteiras de nylon e velcro. Era a solução perfeita para quem praticava esportes na água e enfrentava problemas com as tradicionais carteiras de couro. Se você era jovem na década de 80 e 90 provavelmente teve uma carteira de nylon e velcro como essa:

 

Kiyosaki frequentava uma escola onde aprendia a velejar e resolveu fazer uma carteira utilizando o mesmo material utilizado nas velas das embarcações. Os outros alunos se interessaram e ele percebeu que aquilo era uma oportunidade. Em apenas dois anos, Robert e outros sócios se tornaram milionários.

O problema é que ser jovem e milionário não costuma ser uma boa combinação. Kiyosaki disse em uma entrevista para essa revista aqui que a maior parte do dinheiro que ganhou nesse empreendimento acabou sendo gasto com o óbvio. Ele disse: “Comprei carros rápidos e comecei a namorar mulheres rápidas. E as mulheres foram mais rápidas do que os carros”.

Kiyosaki não percebeu a importância de patentear sua ideia. Inúmeros concorrentes apareceram oferecendo as mesmas carteiras e logo o negócio começou a cair. Kiyosaki, em seguida, tentou empreender em um negócio de venda de camisetas e bonés com marcas de bandas de rock e quebrou novamente.

Quebrado, cheio de dívidas, mas com uma Mercedes conversível na garagem, ele conheceu sua esposa, Kim Kiyosaki. Isso deve ter resolvido o problema dos carros rápidos e mulheres rápidas. Juntos, chegaram a dormir no chão na casa de amigos por não terem condições de pagar o aluguel.

Quando começaram a praticar aquilo que ensinam nos seus livros e palestras, conseguiram atingir a independência financeira em 1994, quando a renda dos seus investimentos gerava US$ 4.000,00 por mês, de forma passiva, sem a necessidade de trabalho. Isso não foi motivo para parar. Kiyosaki continuou investindo e o principal investimento naquela fase era nele mesmo. O que ele sabia tinha levado ele até aquele ponto. Para avançar ele precisava aprender o que faltava.

Em 1996, Kiyosaki tomou a decisão de investir em um curso que ensinava a definir metas. Ele já tinha a ideia de escrever um livro e criar um jogo sobre educação financeira. O problema é que uma ideia não significa nada. Existe um vale cheio de obstáculos entre uma ideia e o lugar onde ela se torna real. Você precisa construir um caminho entre o mundo das ideias e o mundo das coisas e para isso terá que investir em conhecimento, motivação, trabalho e disciplina. Esse é o grande investimento.

No depoimento da figura acima (fonte) ele fala que um simples workshop de dois dias fez ele ganhar muitos milhões de dólares através das técnicas de definição de metas que ajudaram a elaborar um plano para tornar o Pai Rico Pai Pobre uma realidade. Agora, 21 anos depois, Kiyosaki estará no Brasil na posição inversa. Ele é que estará ministrando o workshop.

No próximo mês, Kiyosaki  estará nesse evento de dois dias (veja aqui) onde acontecerão palestras e workshops. Serão 7000 lugares e entre as pessoas que vão adquirir esses lugares é provável que muitas consigam transformar o investimento que será feito no treinamento em milhões de reais no futuro (clique aqui para ver onde, quando e detalhes).

Eu sou uma pessoa que tive minha vida transformada diversas vezes através da leitura de livros, cursos e palestras. O engraçado é que muitas vezes não foi eu que encontrei os livros e os cursos. Foram eles que apareceram na minha frente e foram agarrados por mim como oportunidades únicas.

O Robert Kiyosaki encontrou a motivação para se educar financeiramente e buscar mais conhecimentos para crescer na vida através do desespero. Kiyosaki precisou quebrar algumas vezes para buscar o conhecimento que faltava para tornar seus negócios sólidos.

O Kiyosaki diz que o toque mágico, o maior segredo dos ricos, são os investimentos em ativos que geram renda, a renda passiva ou renda recorrente que faz você ganhar dinheiro até dormindo. Eu acredito que o grande segredo vem antes disso. O segredo está em buscar o conhecimento (razão) e a motivação (emoção) para transformar objetivos em realidade.

Se ele não tivesse buscado conhecimento, se não tivesse investido em livros, cursos e treinamentos de outros autores da sua época como Marshall Thurber (fonte), Jayne Johnson (fonte) e muitos outros mentores e professores do passado, seus projetos não teriam se materializado. Esse tipo de investimento que fazemos em nós mesmos é o grande segredo. Ele que dá a base para o sucesso profissional e dos investimentos. O resto é consequência. Para saber mais sobre a presença do Kiyosaki no Brasil visite aqui e role a página para baixo.

About the Author:

Leandro Ávila é administrador de empresas, educador independente especializado em Educação Financeira. Além de editor do Clube dos Poupadores é autor dos livros: Reeducação Financeira, Investidor Consciente, Investimentos que rendem mais, e livros sobre Como comprar e investir em imóveis.

79 Comments

  1. Arnaldo Rocha da Silva Junior 4 de agosto de 2017 at 11:24 - Reply

    Sua analogia sobre colher somente os frutos adequados ao nosso paladar é muito legal. A verdadeira transformação em minha vida financeira iniciou por acaso, ao adquirir instintivamente um livro de um autor que desconhecia até então, na bancada de uma livraria em São Caetano do Sul. Engraçado como lembro-me como se fosse hoje. Daí, aprendi a agarrar os frutos que me apeteciam, de vários autores, incluindo você com certeza.

    • Leandro Ávila 4 de agosto de 2017 at 12:10 - Reply

      Oi Arnaldo. É uma forma de agir muito valiosa. Parabéns.

  2. Carol Mourao 4 de agosto de 2017 at 11:31 - Reply

    Leandro.
    Que texto otimo! Como sempre vc faz a gente realizar uma boa reflexao sobre tudoooo!
    Obrigada pela sua vida!

  3. souza 4 de agosto de 2017 at 11:38 - Reply

    Leandro, permita-me uma sugestão: após o evento, tratar sobre os temas que foram ministrados, para os leitores do clube dos poupadores que não puderem comparecer (como é o meu caso).

    • Leandro Ávila 4 de agosto de 2017 at 12:11 - Reply

      Oi Souza, pretendo escrever alguns artigos sobre as ideias principais desse autor.

  4. Junior 4 de agosto de 2017 at 11:47 - Reply

    Bom dia Leandro
    Excelente artigo! Também merece aplausos o artigo anterior “Coisas não te fazem ser rico, dinheiro é que faz”.
    Lendo esse artigo passou um filme na minha cabeça. Aprendi pela dor, mas agradeço a lição pois foi necessária para minha educação financeira de hoje. Conhecer o clube dos poupadores para mim também foi extremamente relevante, um grande norte!
    Nesse artigo o que me chamou a atenção foi a parte que você comenta sobre nossa tendência de desejo por escassez. concordo com você e também tenho experiência semelhante.
    Grande Abraço e sucesso!

    • Leandro Ávila 4 de agosto de 2017 at 12:17 - Reply

      Oi Junior. É uma questão que as pessoas só podem entender quando estiverem diante da frustração de comprar algo que foi muito desejado, mas que na verdade não tem tanto significado ou quando atingirem os recursos que precisam e perceberem que aquilo nem era tão importante assim. Fantasiamos muito sobre o impacto das coisas que o dinheiro pode comprar na nossa vida. É claro que existe um mínimo necessário, que nem é tanto assim, e quando passa de um determinado ponto passa a ser pura fantasia. Estando na fantasia é possível alimentar ou sair dela. Muitos sentem mais prazer em desejar do que ter o objeto desejado. Essas pessoas desejantes não entendem por qual motivo muitos ricos não realizam aquilo que elas desejam realizar se tivessem recursos. Elas não param para pensar que talvez a graça não seja satisfazer todos os desejos, mas se livrar dessa ditadura dos desejos.

  5. Vinicius Tchê!! 4 de agosto de 2017 at 11:51 - Reply

    Excelente matéria Leandro :

    Deixei de trocar de carro no mês passado para investir na bolsa, após estudar e guardar o que podia.
    Depois de investir em renda fixa, comecei a investir em fundos imobiliários, só com a renda desses fundos eu já pago minha conta de luz todos os meses.
    Vou em busca de renda maior para pagar minhas despesas fixas como água, comida, combustível.
    Me privo de muitas coisas para garantir essa renda a mais, .
    Mas estou feliz, hoje tenho dificuldade de gastar o dinheiro, 1º guardo pra mim (invisto), depois gasto com a família o que sobrar .

    Asim como Robert teve seus professores em sua época, eu agradeço por ter conhecido o clubdospoupadores e ter alguém para me orientar.

    • Leandro Ávila 4 de agosto de 2017 at 12:24 - Reply

      Oi Vinicius. Essa questão de privação deve ser vista com atenção. Uma vez eu vi um educador financeiro dando uma entrevista dizendo que recebeu uma carta de um leitor dele que estava com doença terminal. A pessoa reclamava com ele por ter o influenciando a poupar muito, se privar das coisas, e agora ele tinha dinheiro mas não tinha tempo para fazer aquilo que ele deixou de fazer. Acho que a poupança deve partir de uma decisão consciente. Poupar esperando um amanhã melhor é uma aposta. Você está apostando que terá um amanhã. Gastar tudo e fazer dívidas também é uma aposta. Você está apostando que não terá um amanhã ou que terá uma vida breve. Acho que é importante encontrar um equilíbrio, poupar não pode ser um ato de sofrimento e flagelação.

    • Ricardo 5 de agosto de 2017 at 19:57 - Reply

      Vinicius Tchê!!,

      Não sei em que momento da vida vocês está, mas não é melhor pegar todos os rendimentos que consegue e acumular mais patrimônio?
      Todo dinheiro novo que tiver é sempre bom reinvestir.
      Assim, seu patrimônio aumentará e ficará mais robusto com o passar dos anos!!

  6. Louis 4 de agosto de 2017 at 11:58 - Reply

    Considero o livro Pai Rico, Pai Pobre o livro da minha vida. Li ele há uns 10 anos atrás, e mudou minha forma de ver o mundo, financeiramente falando.

    • Leandro Ávila 4 de agosto de 2017 at 12:26 - Reply

      Oi Louis, é um autor que não defende a educação financeira para formar pagadores de conta em dia. Essa é a educação que as instituições financeiras gostam. Ele defende a educação financeira voltada para a construção de riqueza através do empreendedorismo e do investimento.

  7. Robson 4 de agosto de 2017 at 12:10 - Reply

    […] Temos uma tendência a desejar por escassez. Como não temos dinheiro para ter, desejamos ardentemente. Quando você tem dinheiro para ter o desejo enfraquece e pode até desaparecer. [.~..]

    Isso é verdade mesmo, aconteceu comigo, e nem é por dó de gastar a quantia poupada, como alguns comumente pensam, é pelo motivo de você literalmente perdido interesse pelo artigo. LOL

  8. keila 4 de agosto de 2017 at 12:24 - Reply

    otimo artigo! estou mandando o link pra conhecidos, o conhecimento deve ser difundido

  9. João Silva 4 de agosto de 2017 at 13:41 - Reply

    Li o livro.. me parece que Kiyosaki enriqueceu comprando e vendendo imóveis.

    • Leandro Ávila 7 de agosto de 2017 at 6:30 - Reply

      Oi João. Enriqueceu de diversas formas e muitas vezes. Isso inclui imóveis, venda de livros e palestras.

  10. Elis 4 de agosto de 2017 at 13:52 - Reply

    Parabéns otimo artigo!

  11. Júlio César 4 de agosto de 2017 at 13:57 - Reply

    Ótima reflexão, Leandro. Construção de ativos e saber poupar com equilíbrio são fundamentais para uma vida próspera. Já houve algum artigo que trata especificamente da construção de ativos na realidade brasileira e o impacto tributário em cada um deles? Parabéns!!!

    • Leandro Ávila 7 de agosto de 2017 at 6:31 - Reply

      Oi Júlio. Temos muitos e muitos artigos sobre os mais diversos tipos de investimentos e seus impostos.

  12. Guilherme 4 de agosto de 2017 at 14:16 - Reply

    “Talvez se as pessoas não trocarem a ordem das coisas, se lutarem pela prosperidade para somente depois adquirirem as recompensas, elas poderiam entender que o verdadeiro luxo tem origem na libertação da escravidão dos desejos e não na satisfação dos desejos. Não adianta falar. É necessário vivenciar.”

    Muita sabedoria nesse trecho. Parabéns, Leandro.

    Passei exatamente por isso. Sonhava em ter um carro determinado quando atingisse certa quantia. Atingi. Mas não me deu a menor vontade de comprá-lo, e o desejo foi embora, o que foi melhor ainda.

    Hoje, tenho muito mais prazer em atividades que, se não são gratuitas, custam dezenas de reais (meditação, yoga, atividade física, praticar esportes, ler um bom livro, comer uma comida boa, ter um papo prazeroso).

    A ironia é que hoje poderia sobreviver com 10% do meu patrimônio e isso não faria diferença na qualidade de vida interior.

    Abraços!

    • Leandro Ávila 7 de agosto de 2017 at 6:34 - Reply

      Oi Guilherme. Isso que aconteceu com você é muito comum. Certamente você cresceu por dentro, amadureceu e os brinquedos perderam o valor que tinham.

  13. Laylla 4 de agosto de 2017 at 15:10 - Reply

    Leandro, já te acompanho a mais ou menos um ano, e adoro seus artigos. O anterior, Coisas não te fazem ser rico, dinheiro é que faz, principalmente! Foi uma reflexão incrível, que mostra que não devemos ser escravos do luxo, mas sim viver dentro das nossas condições atuais, o que não é nenhuma vergonha!
    A questão de poupar é um ato difícil e que deve ser feito com cautela, porque nada em exagero é bom. Mas quando você toma gosto pela coisa, rsrsrs, fica prazeroso!

    Obrigada pelo ensinamentos!

    • Leandro Ávila 7 de agosto de 2017 at 6:38 - Reply

      Oi Laylla. Não é vergonha, deveria ser motivo de orgulho. Sinaliza que você está desenvolvendo seu autocontrole. Poucos entendem que comprar tudo que desejam não é sinal de liberdade é apenas escravidão diante desses desejos que são infinitos. Quem deseja sem controle, deseja sem limite. Para poupar também é necessário ter um motivo, um propósito maior, é necessário fazer com inteligência e sem exageros.

  14. Gabriel Oliveira 4 de agosto de 2017 at 16:09 - Reply

    Ótimo artigo, Leandro. Acho que todo mundo deveria ler e aprender com esse artigo e com o anterior que fala que coisa não te fazem rico. Dá vontade de imprimir várias cópias e sair distribuindo na rua. Mas o problema é que são poucos os que dão valor para essas ideias…
    Queria te agradecer também por todos os artigos do Clube dos Poupadores e do Transcendência Financeira. Essas leituras têm feito grande diferença na minha vida. Obrigado por tudo!!!

    • Leandro Ávila 7 de agosto de 2017 at 6:40 - Reply

      Obrigado Gabriel. Poucos dão valor e isso vale para muitas informações importantes em diversas áreas.

  15. Diogo Fernando Klann 4 de agosto de 2017 at 16:31 - Reply

    Mais um ótimo artigo Leandro!

    Cada dia que passa vejo mais pessoas gastando o que não tem para parecerem o que não são… Fico feliz em não ser esse tipo de pessoa.

    Apesar de ter apenas 23 anos e não ganhar muito ainda, já tenho uma boa reserva financeira e estou investindo em renda fixa e variável para garantir minha aposentadoria por conta.

    Abraço!

  16. Joel 4 de agosto de 2017 at 16:45 - Reply

    Olá Leandro boa tarde, me desculpe te questionar, mas só não entendi direito porque ao longo do texto você enalteceu tanto um educador financeiro americano, sendo que sua plataforma de educação e seu trabalho são tão nobres quanto o trabalho dele. Não tenho dúvida que o Kiyosaki é um brilhante educador de finanças, eu acho válido os educadores serem unidos, mas porque comparecer à um evento de uma equipe americana quando poderiamos comparecer a eventos de brasileiros talentosos assim como você?

    • Leandro Ávila 7 de agosto de 2017 at 6:51 - Reply

      Oi Joel. Não me gera nenhum incomodo o fato dele ser americano. Poderia ser indiano, japonês, russo, etc. Acho que o que importa são as ideias e penso o mesmo do meu trabalho. Eu não tenho nenhuma importância, as ideias que divulgo é que são importantes. Com relação aos educadores financeiros brasileiros, infelizmente muitos são ou já foram garotos propaganda de bancos, corretoras e outras instituições financeiras. A educação financeira que divulgam no Brasil é aquela que forma bons pagadores de conta, pessoas que pagam suas contas em dia e nada mais que isso.

      • Joel 8 de agosto de 2017 at 20:36 - Reply

        Ólá Leandro, você e os conhecimentos que compartilha são importantíssimos sim. É uma pena que muitos educadores financeiros aqui do Brasil foram corrompidos, é lamentável que quase tudo que presta tem que vir de fora, pior ainda quando aceitamos isso como verdade absoluta, novamente me desculpe.

  17. Marcelo Williams 4 de agosto de 2017 at 20:53 - Reply

    Muito bom. Obrigado.

  18. Leonardo 4 de agosto de 2017 at 21:58 - Reply

    Parabéns Leandro pelos seus artigos. Vivemos em um país onde várias famílias passam por muitas dificuldades financeiras, o analfabetismo financeiro é uma das causas, acredito que se difundirmos a Educação Financeira estaremos colaborando para a melhoria contínua da vida de muitas famílias! Como diz Gustavo Cerbasi o enriquecimento(financeiro, intelectual, emocional etc) é questão de escolha. O conhecimento liberta! Mais uma vez, parabéns pelo trabalho de altíssima qualidade.

  19. Suzana 5 de agosto de 2017 at 15:22 - Reply

    Parabéns pelo artigo. Só uma observação: li vários artigos teus, e sinto que em todos eles vc desestimula o ser humano a trabalhar, uma vez que tendo um capital X conseguirá, por sua vez, viver de rendimentos. Ou, passa a ideia de que trabalhar é ruim, é árduo, é coisa de proletário, etc. Por que vc não escreve artigos para estimular as pessoas a serem empreendedoras, comerciantes, empresárias, industriais, enfim. Ao invés de estimular a essa mentalidade de querer fugir da realidade, que é trabalhar. Afinal, se não há trabalho, não há produção, sem produção, não há lucro e vc sabe bem onde quero chegar.

    • Leandro Ávila 7 de agosto de 2017 at 6:55 - Reply

      Oi Suzana. Acho que você entendeu pouco dos meus textos ou leu poucos textos meus. Recomendo que leia meus livros, os artigos que falo sobre trabalho e empreendedorismo aqui no Clube dos Poupadores e os artigos do Transcendência Financeira, tem uma série só sobre isso.

  20. Adriana Altero Velozo 5 de agosto de 2017 at 16:47 - Reply

    Muito bom o artigo. E é bem verdade que o desejo por gastar em geral ocorre quando não se tem recurso para tal. Você ostenta algo que não consegue manter. Aí quando você se organiza e se educa financeiramente, esse desejo por ter desaparece. Você já não tem a necessidade de ostentar e realmente adquire o necessário para sua comodidade com consciência.

    • Leandro Ávila 7 de agosto de 2017 at 6:56 - Reply

      Oi Adriana. Faz mais sentido gastar energia com exibições daquilo que você não pode ter e por algum motivo conseguiu ter (mesmo que seja um grande financiamento ou empréstimo).

  21. Murilo Witt 5 de agosto de 2017 at 17:47 - Reply

    Leandro, um artigo realmente ótimo, e uma indicação de leitura no mesmo nível, Pai rico, pai pobre foi o primeiro livro sobre educação financeira que li, uma versão em pdf e resumida, mas a leitura da versão completa já está na minha lista de leitura.

  22. Luiz Agnello 6 de agosto de 2017 at 5:07 - Reply

    Leandro Avila boa noite, sou Médico e aos 46 anos, percebi que tenho trabalhado muito, ganhado muito e que em toda a minha vida não tenho poupado.
    Através da indicação de amigos, que mudaram de comportamento, graças a Deus, cheguei ao Clube dos Poupadores.
    Estou começando meus estudos na Educação Financeira e vou mudar de vida com certeza.
    Obrigado e vamos que vamos…

    • Leandro Ávila 7 de agosto de 2017 at 7:01 - Reply

      Oi Luiz. Seja bem-vindo. Já observei que temos muitos leitores que são médicos e profissionais da área de saúde. Costumam trabalhar muito, ganham bem, mas falta o hábito de poupar e o conhecimento para investir com inteligência. Com isso, sofrem com o trabalho exagerado sem prosperidade e estabilidade financeira.

  23. Emerson 6 de agosto de 2017 at 12:19 - Reply

    Muito bom o texto Leandro, tenho um exemplar de O Pai Rico Pai Pobre. Leio ele duas vezes ao ano só para me manter focado.

  24. jonatan 6 de agosto de 2017 at 20:10 - Reply

    muito obrigado pelo texto. Este sem dúvida é um dos melhores sites sobre investimento.
    Desejo sucesso.

  25. Anderson 6 de agosto de 2017 at 21:29 - Reply

    Leandro,

    Ótimo artigo!

    O Kyosaki fez, para mim, o melhor livro de educação financeira. Melhor porque as verdades e reflexões que ele provoca, no livro, nos fazem reaver diversas coisas, abre-nos a porta à educação financeira, de fato. Sempre fui poupador, não por educação, mas por hábito, porém, a falta de disciplina me impedia de ser um poupador-investidor, de ter consciência de para que e o quanto poupar. O Pai Rico, Pai Pobre mostrou-me o real motivo de poupar-investir, e que havia uma diferença clara – mas não clara às pessoas – dos motivos para tal. Resumindo, livro fantástico!

    • Leandro Ávila 7 de agosto de 2017 at 7:03 - Reply

      Oi Anderson. Para a cultura que recebemos no Brasil sobre dinheiro, trabalho, empreendedorismo, esse tipo de livro é impactante por nos permitir acessar um modo de pensar que não faz parte do senso comum brasileiro.

  26. Carlos 6 de agosto de 2017 at 23:33 - Reply

    Muito boa noite, Leandro!
    Excelente. Enviei as informações sobre o evento em São Paulo para alguns amigos. Parabéns!

  27. Gustavo 7 de agosto de 2017 at 10:52 - Reply

    O problema é que adotei isto em minha vida, e fiquei viciado hahaha.. não consigo trocar de carro, gastar, fazer mais nada, só quero ficar vendo a carteira crescer. Rumo a aposentadoria, com 35 anos de idade. Muito bom seus artigos, quando leio, fico contente, pois é justamente o pensamento que sempre tive, e isto me mostra cada vez mais que estou certo das escolhas.

    • Leandro Ávila 7 de agosto de 2017 at 16:04 - Reply

      Oi Gustavo. É importante encontrar o equilíbrio. Não podemos gastar como se fosse o nosso último dia de vida e nem podemos poupar como se fossemos eternos.

  28. Wellington 7 de agosto de 2017 at 12:46 - Reply

    Achei bem interessante o vídeo abaixo sobre os ciclos econômicos:

    “How The Economic Machine Works by Ray Dalio ”

    https://www.youtube.com/watch?v=PHe0bXAIuk0

  29. César Filho 7 de agosto de 2017 at 14:58 - Reply

    Leandro, gratidão por nos permitir ler mais um excelente artigo seu. O livro “Pai Rico, Pai Pobre” foi pra mim o COMEÇO DE TUDO! Foi nele que despertei para a importância da educação financeira. Tanto que já o li 3 vezes… Inclusive a frase: “Se um dólar entrar nela, nunca o deixe sair de lá…” nunca mais saiu da minha cabeça, desde a primeira vez que a li.

    Quanto ao evento NAC Brasil, já adquiri o ingresso e se Deus me permiti estarei lá. Não pensei 2 vezes em participar desse evento…

    Grande abraço!

    • Leandro Ávila 7 de agosto de 2017 at 16:05 - Reply

      Oi César. Se você tem um patrimônio que gera renda, que coloca dinheiro no seu bolso, que trabalha para você, que te permite ter mais tempo livre, não faz sentido se desfazer dele. Parabéns por investir em você.

  30. Artuse Santos 7 de agosto de 2017 at 20:00 - Reply

    Leandro, seu trabalho é brilhante e sou seu fã!
    Comecei a ler “O Negócio do Século XXI” que é sobre Marketing Multi Nível. Você já escreveu algum artigo sobre esse tema? Gostaria muito de saber sua apnião sobre esse assunto polêmico.
    Obrigado e um abraço!

    • Leandro Ávila 8 de agosto de 2017 at 7:17 - Reply

      Oi Artuse. As empresas de MMN costumam vender para seus participantes treinamentos que desenvolvem habilidades que são úteis para quem deseja se tornar empreendedor. Algumas pessoas conseguem desenvolver essas habilidades e outras não. As que conseguem conquistam bons resultados. A questão é que ninguém precisa do MMN para desenvolver as qualidades que um bom empreendedor. Existem livros, cursos e treinamentos sobre os mesmos temas disponíveis para todos. Os resultados que muitos conseguem no sistema é graças a esses treinamentos que não envolvem só a parte técnica, envolve também o emocional, muito do que fazem afeta o lado emocional das pessoas e os resultados aparecem graças a um trabalho intenso e até paranoico em torno de atingir objetivos. Eu defendo sempre a ideia de independência. Quem quer empreender pode desenvolver as qualidades necessárias e pode empreender e ser bem-sucedido sem participar de nenhum sistema de MMN.

  31. Felipi 8 de agosto de 2017 at 12:12 - Reply

    Olá Leandro. Gostaria de sugerir um tema para debate/artigos:

    https://oglobo.globo.com/economia/equipe-economica-estuda-aliquota-maior-do-ir-21680812

    Se isso for adiante acredito que viraremos todos escravos do governo.

    • Leandro Ávila 8 de agosto de 2017 at 17:04 - Reply

      Oi Felipi. Frase de Arthur O. Fraser (1846-1910) “Os impostos transformam o cidadão em súdito, a pessoa livre em escrava e o Estado (nosso suposto servidor) em dono de nossas vidas e propriedades. Quanto maiores são os impostos e mais insidiosa a arrecadação de impostos, mais súditos e mais escravos somos do Estado”.

  32. Dskol 8 de agosto de 2017 at 13:54 - Reply

    Li o livro assim quando chegou no Br…sempre fui poupador e mesmo ganhando pouco ultrapassei 1kk em ativos que geram renda. O problema é a minha mulher , que ao contrario a do escritor, mesmo eu tentando ha 14 anos explicar, nao entra na cabeça dela esses conceitos. Ela nao tem nenhuma renda passiva,apenas dois meses de reserva financeira (que eu conseguir a muito custo e brigas convence-la ) é autonoma (se nao trabalhar nao recebe) e mesmo assim ta batendo de carro de 140k. Como somos casado com separação total e ja fiz de tudo pra tentar ensinar o basico mas ela se recusa…ta ate passando pela cabeça em zarpar. Muito dificil ficar com alguem que nao entende o basico desses conceitos…abraço e parabens pelo site.

  33. Junior 8 de agosto de 2017 at 14:26 - Reply

    Leandro boa tarde! Com essa especulação de que o governo irá tributar FII’s, LCIs, LCA’s, heranças, dividendos e aumentar IR sobre altas rendas, a poupança poderá voltar ser atrativa? Qual sua opinião? Abs e um grande abraço!

    • Leandro Ávila 8 de agosto de 2017 at 17:08 - Reply

      Oi Junior. O governo mudou a regra da poupança para que ela fique menos atrativa quando os juros (taxa Selic) bater na casa dos 8,5%. Isso é o resultado de uma população sem educação financeira que exige muito do governo sem perguntar para ele de onde tiram o dinheiro.

  34. Bruno Roberto 8 de agosto de 2017 at 17:24 - Reply

    Leandro, mais um artigo valioso .
    Obrigado por compartilhar seus conhecimentos de forma simples e objetiva.

  35. Laine 8 de agosto de 2017 at 23:59 - Reply

    Como sempre um bom texto com uma boa reflexão. Amei as planilha s que vc tem disponibilizado. Passei a entender melhor as ideias que você tem nos ensinado. Que pena que não poderei ir a palestra dele. Mas se você puder escrever textos sobre o que aconteceu lá será maravilhoso. Obrigada mais uma vez por nos ajudar a mudar.

    • Leandro Ávila 9 de agosto de 2017 at 6:47 - Reply

      Obrigado Laine. Creio que o maior impacto desses congressos ao vivo seja o impacto emocional.

  36. reichard 9 de agosto de 2017 at 13:22 - Reply

    Muito bom o post, realmente o livro é inspirador, existe muito a ser aprendido

  37. Pablo 9 de agosto de 2017 at 19:25 - Reply

    Leandro, boa noite. Tudo bem? Sou seu fã não perco nenhum artigo seu… parabéns! Você poderia fazer um comentário sobre investir na BIVA?

    • Leandro Ávila 11 de agosto de 2017 at 23:09 - Reply

      Oi Pablo. Não gosto de fazer esse papel de avaliar instituições, mas posso dizer que juros maiores sempre carregam riscos maiores.

  38. Fred 11 de agosto de 2017 at 15:39 - Reply

    Olá Leandro, parabéns pelo site, excelente conteúdo como sempre. Estou querendo iniciar investimentos em ações (renda variável), você tem algum site onde posso ler dicas para iniciar e dar os primeiros passos nessa área? Desde já agradeço e parabéns novamente

Leave A Comment

Share this

Compartilhe com um amigo