O dinheiro não é real

“O dinheiro não é real, mesmo assim os pobres e a classe média trabalham pelo dinheiro. Quanto mais real você pensar que o dinheiro é, tanto mais arduamente trabalhará por ele. Já os ricos, por entenderem que ele não é real, criam o dinheiro e muitas vezes fazem isso a partir do nada.”

As frases acima não são minhas. São ideias profundas e polêmicas que fazem parte do capítulo chamado “Os ricos inventam dinheiro” do livro Pai Rico Pai Pobre do autor Robert Kiyosaki.

É difícil entender e aceitar que o dinheiro não é real nos dias de hoje, principalmente quando vivemos rodeados de pessoas que não estão preparadas para compreender isso. Falar sobre esse assunto com os seus amigos é como pedir para ser chamado de maluco.

Sempre recebo mensagens de novos leitores do Clube dos Poupadores com comentários como se eles vivessem em um universo paralelo e eu em outro. Quando falei sobre a existência de uma infinidade de investimentos que ganham da poupança, um leitor disse: “Acho que investimentos que rendem isso por mês pertencem ao reino da fantasia”. Ao falar sobre investimentos na bolsa uma leitora disse: “Continuo com a sensação que o mundo que relata, não faço parte, afinal não escuto em bares, padarias e afins nenhuma conversa sobre ações”.

Realmente as pessoas não falam sobre essas coisas na fila da padaria e quem fala parece viver no “reino da fantasia”. Vou mostrar os motivos, mas antes preciso falar sobre a diferença entre quem faz dinheiro e quem empresta dinheiro para quem faz dinheiro.

Fazer dinheiro ou emprestar dinheiro

Não faz muito tempo que aumentei a frequência de publicações de artigos sobre investimentos de maior risco.  Já expliquei em artigos anteriores que diante de uma queda consistente dos juros é natural que as pessoas busquem investimentos de maior risco, como o investimento em ações, imóveis ou a abertura de um negócio próprio. Por este motivo chegou o momento de escrever mais sobre investimentos de risco, mas não significa que deixarei de falar sobre todas as outras etapas.

Investimento de risco não é necessariamente um investimento onde as pessoas perdem dinheiro. O investimento de risco é aquele onde as certezas sobre seus ganhos são menores ou menos garantidas. Só que é justamente nos investimentos de maior risco onde o dinheiro é produzido. Talvez você não tenha percebido, mas o seu emprego é um investimento de risco. Você investe seu tempo e a sua energia realizando uma atividade de valor, na esperança de que será remunerado no final do mês. Sua manutenção no emprego não é garantida, mas é neste “investimento de risco” que o seu dinheiro será produzido. O risco do investimento do seu empregador é ainda maior que o seu.

Os investimentos de risco estão relacionados com a produção de riquezas. Criar riqueza significa agregar valor que posteriormente será trocado por dinheiro. Isso é diferente de emprestar dinheiro para um intermediário (banco) que irá emprestar o seu dinheiro para quem produz riquezas (trabalhadores e donos de empresa) que terão de trabalhar para pagar juros pelo seu dinheiro. O banco ficará com uma parte desses juros, o governo ficará com outra e você receberá o que sobrar.

Quando você investe em CDB, LCI, LCA, debêntures, LC, CRI, CRA, poupança, entre outros, está emprestando dinheiro para os bancos e empresas em troca de juros.

Quando você compra ações está se tornando sócio de um negócio real, quando compra um imóvel, salas comerciais ou um terreno para alugar ou para construir está empreendendo. Quando você abre um negócio está criando riquezas agregando valor a produtos e serviços que você oferece para alguém.

Quem paga os juros dos seus investimentos conservadores de renda fixa é alguém que está utilizando esse dinheiro em alguma atividade de maior risco para produzir riquezas.

Até aquele que faz investimentos especulativos, como comprar moeda estrangeira quando ela está em queda livre ou comprar ações de uma empresa pela manhã para vender no final da tarde, está realizando uma atividade de risco que tem um valor. Assumir riscos é um valor. Essas pessoas oferecem liquidez para o mercado, ou seja, estão sempre dispostas a comprar e vender esses ativos assumindo um risco de segurar uma batata quente em momentos de incerteza. Algumas vezes esses investimentos geram ganhos e outras geram perdas.

O grande problema dos investimentos de maior risco é que eles não perdoam as pessoas despreparadas. Quanto maior o despreparo, maior o risco.

“O risco vem de não saber o que você está fazendo – Warren Buffett”.

Foi investindo em ações, imóveis e abrindo as empresas que já tive durante a minha vida que senti na pele e no bolso o que significa agir preparado ou despreparado. A vitória ou a derrota nos seus negócios (Negotium) depende daquilo que você andou fazendo no seu ócio (Otium). Veja uma publicação que fiz na página do Transcendência Financeira no Facebook sobre o Negotium x Otium (aproveite para curtir e seguir essas publicações).

 

Quando vejo as pessoas pelas ruas, totalmente despreparadas, falando sobre: comprar ações, comprar imóveis, abrir empresas, por terem ouvido alguém dizer que era um bom negócio, fico assustado.

Será que elas estão preparadas ou será que vão aprender da pior forma que é através dos próprios erros? Essa é a forma mais cara de aprender a investir.

Quando as pessoas estiverem conversando sobre ações nas mesas dos bares e nas filas das padarias será tarde demais para começar a investir, só que elas não sabem disso. Como mostrei em um artigo recente chamado “Teoria de Dow: Preço, Tendência e Fases” o mercado se movimenta através de tendências de alta ou de baixa e as padarias e os bares são um dos indicadores de que a janela de entrada já se fechou para os aventureiros, mas a porta de saída está aberta para quem sabe o que está fazendo.

Onde está o dinheiro do mundo

Agora veremos que as pessoas mais ricas do mundo possuem menos patrimônio do que você imagina e mesmo assim grande parte desse patrimônio não é composto por dinheiro, mas por ativos que valem dinheiro e geram mais dinheiro de forma passiva.

Você já deve ter lido notícias sensacionalistas sobre estudos que dizem que “1% da população global detém a mesma riqueza dos 99% restantes“. Isso parece assustador! As pessoas ficam revoltadas diante de tanta “injustiça”. Logo imaginam que existe alguma coisa errada com esses 1% mais ricos, sem perceberem que na verdade existe alguma coisa errada com os 99% mais pobres. O problema é que os estudos esquecem de dizer que esse 1% de ricos não possuem dinheiro. É isso mesmo que você entendeu. Eles são ricos, mas não possuem dinheiro. Muitas vezes possuem bens valiosos que não custaram tudo que valem hoje, dessa forma, não foi necessário tanto dinheiro para ter muito patrimônio.

Primeiro devemos entender o que é que andam chamando de rico.

Você provavelmente imagina que para ser rico é necessário ter milhões ou bilhões em dinheiro. Você certamente não se considera uma pessoa rica, mas é provável que faça parte desse 1% ou pelo menos dos 10% mais ricos do mundo sem saber.

Esses ricos que fazem parte do grupo de 1%, não são bilionários, segundo o estudo, eles possuem mais de US$ 760 mil (R$ 2,3 milhões) de patrimônio e isso inclui o imóvel onde essas pessoas moram, carros, terrenos, investimentos, ações e seus negócios. Tem muito senhor aposentado dono de imóvel na beira da praia de grandes cidades que tem patrimônio milionário sem nunca ter tocado em R$ 1 milhão. Existem investidores na bolsa de valores brasileira que são bilionários sem necessariamente terem investido bilhões de reais em ações (veja um exemplo).  Pessoas ricas não possuem dinheiro e por isso mesmo são ricas.

Ainda com base no estudo, Para fazer parte dos 10% mais ricos do mundo basta que a soma de todo o seu patrimônio (todos os seus bens, investimentos e dinheiro) superem os US$ 68 mil ou R$ 210 mil. Se o seu patrimônio total é maior do que o preço de um apartamento popular de uma grande cidade, estatisticamente você faz parte da elite da sociedade.

Como você pode ver, é plenamente possível passar do grupo dos 90% mais pobres para os 10% mais ricos no decorrer da sua vida. Ninguém precisa se tornar um investidor da bolsa de valores, do setor imobiliário ou um empresário para fazer parte desses 10% mais abastados da população mundial. Sendo um assalariado do setor privado ou público e tendo o bom hábito de poupar para fazer investimentos com inteligência é possível acumular os R$ 210 mil de patrimônio no decorrer da vida e fazer parte dos 10% de privilegiados. O seu trabalho pode ser o seu investimento de risco, capaz de gerar as riquezas que você precisa acumular durante a vida para ter mais opções de escolha e mais liberdade neste mundo capitalista de onde não temos como fugir.

Para atingir um patrimônio acima de R$ 2.3 milhões, e fazer parte do grupo dos 1% mais ricos, será necessário que você faça os investimentos que as pessoas que estão nos bares não fazem. Observe que isso não tem relação com ter dinheiro, mas tem relação com ter coisas que valorizam com o tempo e que geram renda passivamente.

Não adianta puxar assunto na fila da padaria sobre investimentos na bolsa ou sobre como ganhar dinheiro abrindo um negócio. As pessoas que estão na fila da padaria ou no happy hour de sexta-feira nos bares da cidade provavelmente são as que trabalham pelo dinheiro dos mais riscos. Muitas passaram a vida inteira no grupo dos 90% mais pobres por não entenderem que riqueza se mede pelo patrimônio que você acumula (coisas que fazem dinheiro e valem dinheiro) e não pelo preço do drink ou da cerveja gourmet que se consome em bares da moda.

Como o dinheiro é criado atualmente

Se vivemos em um mundo onde apenas 1% da população é rica e somente 10% tem um patrimônio total equivalente ao preço de um apartamento popular, é natural que você não conviva com muitas pessoas que tenham uma real compreensão de que o dinheiro pode ser criado, como disse Robert Kiyosaki no início deste artigo. Ele completa dizendo que o ativo mais poderoso que temos não é dinheiro e nem as coisas que o dinheiro pode comprar. Ele diz:

O ativo mais poderoso que todos nós possuímos é a nossa mente. Se for bem treinada, pode criar uma imensa riqueza rapidamente. Se não for, pode criar pobreza – Robert Kiyosaki.

Segundo o Kiyosaki, não vivemos mais no tempo em que os ricos eram os donos de terras (feudalismo). Também não estamos mais na era em que os ricos eram os que tinham máquinas e fábricas (era industrial). Vivemos na era da informação e os ricos da nossa era são aqueles que fazem o uso inteligente dos conhecimentos e informações disponíveis.

Kiyosaki descreve que o mundo está cheio de pessoas que fizeram fortuna a partir do nada, apenas por terem ideias, informações, conhecimentos e saberem fazer o uso inteligente desses recursos imateriais (partindo para a ação). Muitas vezes, nessas operações, não existe dinheiro real, produtos reais ou bens reais sendo trocados. Existem apenas fluxos de informações transitando entre as pessoas que elevam seus patrimônios fora do mundo tangível.

Um exemplo está na bolsa de valores. Somente ontem no Brasil, um dia qualquer do ano, foram feitas 833 mil operações onde alguém vendeu ações para alguém interessado em comprá-las. No total, essas operações fizeram R$ 10 bilhões de reais trocarem de mãos em forma de ações. Na prática ocorreu apenas a troca de informações digitais entre essas pessoas. As ações e o dinheiro envolvido eram apenas dados em um supercomputador da bolsa. Esse fluxo bilionário trocando de mãos ocorre todos os dias úteis e nem sempre existe um perdedor. Perder ou ganhar nesse ambiente é relativo. Alguém que comprou uma ação por R$ 10 pode ter vendido por R$ 12 para alguém que posteriormente irá vender por R$ 15. Esse que comprou por R$ 15 pode tomar a decisão de vender por R$ 14 para aproveitar uma oportunidade que transformará esses R$ 14 em R$ 20. Cada um tem a sua estratégia e motivações e nem sempre para que um possa ganhar o outro precise perder.

No mundo do empreendedorismo, na era da informação, a riqueza também é criada como nunca antes pôde ser criada. Não faltam exemplos de jovens que fizeram fortuna desenvolvendo softwares, aplicativos para smartphone, jogos, sites de conteúdo e até canais no Youtube (veja alguns milionários). Não existem bens tangíveis nesses negócios que citei, só existe fluxo de informações e de valores. O próprio Robert Kiyosaki fez fortuna vendendo livros, que nos EUA são mais vendidos no formato digital do que impressos em papel (fonte).

Os países não investem em educação por serem ricos. Eles são ricos porque as pessoas investiram na própria educação e na educação dos seus filhos.

Riqueza, na era da informação, é uma consequência do nosso nível de educação. O gráfico abaixo mostra o índice de educação dos países. Os países pintados de verde escuro são os que tem maior índice de educação e não é coincidência que sejam os mais ricos e prósperos.

Conheço pessoas que estão perdendo seus empregos e suas casas e que culpam a tecnologia, ou a economia, ou o chefe. Infelizmente, elas não percebem que elas próprias podem ser o problema – Robert Kiyosaki.

O Kiyosaki descreve que “faz dinheiro a partir do nada” através do mercado de ações e imobiliário. Ele cita um exemplo de ganhos rápidos no mercado imobiliário. É claro que o exemplo reflete uma realidade que faz parte do contexto dele nos EUA quando o livro foi escrito. De qualquer forma, no lugar de comprar imóveis nas imobiliárias, ele compra imóveis nos escritórios de advogados especializados em causas que envolvem pessoas e empresas com problemas financeiros.

Imagine a quantidade de pessoas e empresas que estão neste momento enfrentando sérios problemas financeiros ou que precisam se desfazer de imóveis com urgência para resolver algum problema na justiça. Todos os dias existem casais se separando, existem pessoas endividadas que precisam de dinheiro para pagar suas dívidas, existem empresas beirando a falência, bancos e a própria justiça vendendo imóveis de devedores, etc. Os advogados envolvidos nesses processos, segundo Kiyosaki, conhecem as pessoas que precisam do dinheiro dele com urgência.

Kiyosaki conta que em um ano de crise, em um desses escritórios especializados em falência, conseguiu comprar um imóvel que valia US$ 100 mil pagando apenas US$ 20 mil. Ele deu apenas um sinal de US$ 2 mil para garantir o negócio enquanto toda a burocracia fosse resolvida (certamente isso levou algum tempo). Enquanto isso, ele fez uso do conhecimento e da experiência que tinha com a divulgação e venda de imóveis. Ele entrou em contato com pessoas, fez anúncios nos lugares certos e choveram telefonemas de pessoas interessadas pelo imóvel oferecido por US$ 60 mil. Talvez o advogado e o dono do imóvel não tivesse tempo e habilidade na área de marketing e venda de imóveis, talvez ninguém estivesse interessado em comprar um imóvel de alguém falido, pagando à vista em um ano de crise. Não sabemos em qual contexto ele estava.

Antes mesmo de pagar todo o valor de US$ 20 mil pelo imóvel, ele conseguiu um comprador que aceitou pagar US$ 60 mil à vista. Kiyosaki conseguiu faturar US$ 40 mil a partir do nada, apenas fazendo uso inteligente de todo o conhecimento que ele acumulou com relação a encontrar imóveis bons e baratos e de vender esses imóveis da forma mais rápida e eficiente possível através de estratégias de divulgação e da sua habilidade de vendas.

O preço do que não tem valor

Um vizinho comprou um apartamento por US$ 100 mil, comprei o apartamento anexo ao seu por US$ 50 mil. Ele me disse que estava esperando que os preços subissem. Eu lhe mostrei que o lucro ocorre quando se compra não quando se vende. Ele comprou um imóvel de uma corretora que não possuía imóveis próprios. Eu comprei o meu no departamento de execuções judiciais de um banco. Paguei US$ 500 por um curso que me ensinou a fazer isso. Meu vizinho acreditava que pagar essa quantia por um curso sobre investimento em imóveis era muito caro. Ele disse que não tinha dinheiro para isso, nem tempo, de modo que está esperando o preço aumentar – Livro: Pai Rico Pai Pobre.

Já recebi mensagens de pessoas me pedindo desconto para comprar minha coleção de livros sobre imóveis. Eu digo que elas terão descontos de milhares, dezenas de milhares ou até centenas de milhares de reais fazendo bom uso do conhecimento dos livros. O valor do conhecimento que está nos livros não tem preço. Esse preço do livro é meramente simbólico e só serve para me estimular a estudar mais e compartilhar mais dessas coisas de valor incalculável. Muitas dessas pessoas são como esse vizinho do Kiyosaki. Elas não conseguem ver o preço da ignorância, o potencial de criação de riquezas que a boa informação pode gerar. Elas só conseguem ver uma dúzia de reais que podem poupar com algum desconto.

O que o Kiyosaki fez, as pessoas ricas fazem a todo momento, só que os negócios que elas fazem não envolvem milhares ou dezenas de milhares. As pessoas ricas fazem negócios que envolvem milhões ou até bilhões nas mesas de restaurantes sofisticados ou nas lanchonetes baratas (como na próxima foto). Nesses negócios, elas fazem o uso inteligente de informações, conhecimentos e da sabedoria financeira que construíram no decorrer da vida como investidoras e empreendedoras.

Homem mais rico do mundo (Bill Gates) tomando um milk shake com o segundo homem mais rico do mundo (Warren Buffett)

Muitas vezes as habilidades pessoais de lidar bem com as pessoas é mais importante do que tudo. Recentemente escrevi um artigo no meu outro site chamado Transcendência Financeira falando sobre o livro que mudou a vida de um dos homens mais ricos do mundo. Não era um livro que ensinava a lidar com os investimentos. Era um livro que ensinava a lidar melhor com as pessoas, pois os bons negócios e o nosso sucesso profissional dependem da boa relação que temos com as pessoas.

Donos de agências de banco

Certo dia, disse para um parente (com o objetivo de provocá-lo,) que todos os meses eu recebo os aluguéis de escritórios e de agências bancárias que eu aluguei para um grande banco. Ele fez uma cara estranha. Achou que eu estava maluco. Próximo do restaurante onde estava, era possível ver uma dessas agências que faz parte do patrimônio do fundo de investimento imobiliário que eu adquiri. Expliquei para ele que tinha adquirido cotas do fundo de investimentos que era dono daquela e de várias outras agências e salas comerciais que estavam locadas para o banco. Cada cota adquirida por mim custava algo próximo do que ele iria pagar pelo prato que havia pedido no restaurante. Só que essa cota me rendia um pequeno aluguel mensal isento de imposto de renda. Além disso, as cotas poderiam valorizar com o passar do tempo e sempre que achasse interessante poderia comprar mais cotas.

Ele ficou impressionado. Ele nunca havia visto ninguém no trabalho dele, nos bares e nas padarias falando sobre investimento em fundos imobiliários. Se era tão bom assim, por qual motivo não se tornou popular?

Expliquei para ele que para fazer investimentos de renda variável era necessário estudar primeiro. É necessário investir primeiro em você, para se tornar um investidor capaz de fazer bom uso das informações para tomar boas decisões, sem depender dos conselhos de terceiros. Não é todo mundo que entende isso. Antes de investir em fundos imobiliários eu tive que investir tempo e dinheiro na minha educação lendo livros ou fazendo cursos como esse aqui. Para investir em ações, até hoje eu continuo investindo tempo e dinheiro na minha educação e em ferramentas como essa aqui. O investimento de tempo e de recursos no acúmulo e desenvolvimento dos meus conhecimentos financeiros é uma prática diária e graças a isso posso compartilhar um pouco do que aprendo, aqui no Clube dos Poupadores.

Quanto mais eu aumento as minhas fontes de renda passivas (ações que pagam dividendos, fundos imobiliários, títulos públicos, títulos privados de bancos, venda dos meus livros, etc.), mais tempo livre eu tenho para trabalhar nas atividades que eu realmente gosto e que não necessariamente são as mais rentáveis. No universo dos trabalhos ligados ao mercado financeiro, a atividade de professor (educador financeiro) não é a melhor remunerada, mas na minha opinião é a mais gratificante por transformar a vida das pessoas de dentro para fora.

Como o próprio Kiyosaki diz no seu livro, você deve investir nos seus conhecimentos financeiros para ter mais opções na sua vida e não necessariamente ter mais dinheiro. Ter mais opções e poder usufruir dessas opções significa ter mais liberdade.

Na era da informação é isso que faz a diferença entre ricos e pobres. É isso que faz a diferença entre ser dono ou sócio (ações) da fábrica de cerveja, da rede de bares ou da rede de padarias ou de ser um simples consumidor desses bares e padarias.

A maioria das pessoas tem um preço. E tem um preço por causa de duas emoções humanas, o medo e a ambição. Primeiro, o medo de não ter dinheiro as leva a trabalhar arduamente (emprego assalariado) e, quando recebem o contracheque, a ambição ou o desejo as leva a pensar nas coisas maravilhosas que podem ser compradas – Robert Kiyosaki.

Essa é a educação financeira que ninguém te ensina. Ela é bem diferente da educação financeira que os bancos patrocinam, que as empresas querem que as pessoas tenham e que governo incentiva nos seus programas. Essa educação financeira limitada, defendida por esses agentes, ensina você a trabalhar arduamente para realizar seus desejos de consumo pagando suas prestações, taxas e impostos sem inadimplência. O importante para eles é que você consuma o máximo e trabalhe o suficiente para pagar o que deve. A educação financeira voltada para a prosperidade financeira (enriquecimento da sociedade) fica restrita, poucos conhecem e praticam. Não aparece na televisão, nos jornais e nas revistas. Não participa de campanhas de bancos ou as que são promovidas pelo governo.

Transmitir esse tipo de educação financeira é um verdadeiro trabalho de formiga, de grão em grão, mudando cabeça por cabeça.


About the Author:

Leandro Ávila é administrador de empresas, educador independente especializado em Educação Financeira. Além de editor do Clube dos Poupadores é autor dos livros: Reeducação Financeira, Investidor Consciente, Investimentos que rendem mais, e livros sobre Como comprar e investir em imóveis.

168 Comments

  1. Lucas Brito 10 de maio de 2017 at 16:34 - Reply

    Mais um excelente texto, Leandro! Bastante enriquecedor! Parabéns!

    • Leandro Ávila 10 de maio de 2017 at 16:47 - Reply

      Obrigado Lucas

      • Aécio Felix 12 de maio de 2017 at 8:57 - Reply

        Parabéns Leandro mas uma vez, por trazer transparência, informação e conhecimento. excelente artigo,abraço.

        • Leandro Ávila 12 de maio de 2017 at 9:45 - Reply

          Obrigado Aécio

          • Paulo 25 de maio de 2017 at 23:08

            Excelente artigo Leandro! Também adoro investir em ações de dividendos e FIIs, desde que tenha bons fundamentos (empresas sólidas, não endividadas, com histórico de lucros constantes e crescentes, subavaliadas… FIIs com ativos novos, de alto nível, bem localizado, etc….). Se não ganhar com a valorização do ativo, ganha-se ao menos os proventos… Outro dia, navegando pelo mundo das finanças, deparei-me com o Bitcoin e Altcoins. Na realidade já tinha visto antes mas tratava com ceticismo. Achei interessante aplicar um pequeno capital, nada que me tire o sono, neste tipo de investimento visando ganhar com a valorização das cripto moedas ou ao menos com o aluguel das mesmas em exchange. Moedas virtuais foi um grande exemplo de dinheiro criado do nada e já te um market cap de mais de US$ 70 bilhões. Seria interessante se você fizesse um artigo sobre o tema…

          • Leandro Ávila 5 de junho de 2017 at 8:44

            Oi Paulo, já escrevi, veja aqui sobre bitcoin

  2. Bárbara 10 de maio de 2017 at 17:02 - Reply

    Parabéns por mais esse brilhante artigo! Deus o abençoe e o ilumine sempre.

  3. Hygor 10 de maio de 2017 at 17:09 - Reply

    Excelente artigo! Parabéns!

  4. Lívia Sodré 10 de maio de 2017 at 17:28 - Reply

    Maravilhoso, Leandro! Estava aqui admirando como você é bom com as palavras. Tipo, eu li o mesmo texto, mas você extrai dele e o desenvolve num nível muito aprofundado. Parabéns!

    • Leandro Ávila 10 de maio de 2017 at 18:07 - Reply

      Oi Lívia. Obrigado, fico feliz por ajudar nesse aprofundamento e nas reflexões sobre esses assuntos.

  5. vinicius 10 de maio de 2017 at 17:56 - Reply

    Obrigado pelo texto:

    Talvez algo parecido como o dinheiro não é real, seria o bitcoin;
    Uma moeda criada do nada, tem um valor que sobe todos os dia, apenas pela procura e interesse das pessoas.
    Uma moeda virtual que é aceita em alguns lugares que não existe fisicamente.
    Não tem explicação !

    • Leandro Ávila 10 de maio de 2017 at 18:20 - Reply

      Oi Vinicius, acho que a moeda bitcoin não deve ser vista como investimento. É apenas uma moeda virtual. Nada mais do que isso. O valor de uma moeda pode aumentar ou diminuir dependendo da oferta e da demanda. Quando você tem uma legião de jornalistas em todo mundo produzindo notícias (Sensacionalismo) sobre uma moeda virtual que valorizou ou sobre o preço das tulipas holandesas (clique para entender) você inevitavelmente cria um movimento especulativo. No caso do bitcoin, como a quantidade de bitcoin disponível é limitada e a demanda estimulada pela mídia é ilimitada, os preços podem disparar com força e depois cair com a mesma força, como já ocorreu no passado. Fico preocupado quando vejo as pessoas tentadas a comprar bitcoin, dólar, ouro, ações, quando escutam falar que valorizou muito.

      • Gleyson 10 de maio de 2017 at 20:26 - Reply

        Professor, não entendi bem o que você quis dizer sobre o Bitcoin não servir como investimento. Recentemente vi um vídeo de um sujeito, parecia ser americano, dizendo que ia vender a casa dele e comprar Litecoins. Se ele conseguiu de fato vender a casa e investir, do tempo que ele afirmou para o momento atual, esta moeda específica valorizou em 10x em algumas semanas e ele pode ter ficado milionário. Suponde que ele vendeu a posição em moeda virtual neste momento e passou para o dinheiro tradicional, não poderíamos dizer que ele “fez dinheiro”? Pareceu uma espécie de swing trade, mas não com reais ou dólar.

        • Leandro Ávila 10 de maio de 2017 at 23:01 - Reply

          Oi Gleyson. É uma operação especulativa. Não é algo que deva ser feito por alguém disposto a investir. É possível ganhar dinheiro especulando e para isso você nem precisa recorrer a moedas virtuais. Quando você compra qualquer coisa e depois fica torcendo para essa coias valorizar, você não está investindo, você está especulando. Já se você compra com base em fundamentos, a situação é diferente. Tome cuidado quando observar alguém se expondo com histórias como essa de que vai vender a própria casa para especular, como se estivesse fazendo uma caridade por informar as outras pessoas sobre uma oportunidade. Não é um bom sinal.

          • Giampaolo Dezembro 11 de maio de 2017 at 15:35

            Ótima explicação, do bitcoin, do dinheiro não ser real e sobre a especulação e a compra baseada em fundamentos.

            Difícil é explicar isso para quem não quer entender !

            Obrigado pelo compartilhamento.

          • Leandro Ávila 11 de maio de 2017 at 22:31

            Oi Giampaolo. Quando não se quer entender é difícil mesmo.

      • Daniel 11 de maio de 2017 at 20:56 - Reply

        Desculpa discordar, mas meus ganhos em BTC ultrapassaram todos meus investimentos juntos. Invisto em Tesouro Selic,IPCA, LTN, CDB,poupança(só pra liquidez).Ganho em uma semana o que a renda fixa levaria um ano pra me devolver. Aprendi muito aqui no clube dos poupadores e uso esse conhecimento para otimizar meus ganhos. Só é necessário conhecer sobre o tipo de investimento, ter reserva de emergência, controlar a ganancia, diversificar, e saber a hora de sair. Sim, é especulação, é investimento de risco, mas o retorno é exorbitante.

        • Leandro Ávila 11 de maio de 2017 at 22:22 - Reply

          Oi Daniel. Quando as apostas dão certo, com certeza podem superar qualquer investimento de renda fixa, mas é apenas quando a aposta dá certo.

          • Pedro 28 de setembro de 2017 at 19:39

            Não adianta, Leandro, quando a pessoa tem perfil de especulador, só vai parar se levar uma cacetada financeira.

  6. Carla Lorena Maia 10 de maio de 2017 at 18:05 - Reply

    Gostei bastante também.

    Obrigada por compartilhar conosco seus conhecimentos, Leandro.

  7. Cleiton Oliveira 10 de maio de 2017 at 18:08 - Reply

    Ótimo texto Leandro, além de não ser real o dinheiro é abundante e infinito. É necessário eliminar a crença de que para uma pessoa ficar rica, outra consequentemente ficará pobre.

    • Leandro Ávila 10 de maio de 2017 at 18:39 - Reply

      Oi Cleiton. É uma crença que ainda é muito alimentada e prejudica o desenvolvimento das pessoas que acreditam nela. Imagine toda a riqueza que as pessoas e as empresas de todo mundo já produziram nas últimas décadas depois que inventaram o computador pessoal e tornaram ele acessível, barato e fácil de utilizar. Imagine o impacto positivo da internet nas empresas, na vida das pessoas permitindo fácil acesso de informações e conhecimento. Esse site não existiria se não fosse o trabalho de inúmeras empresas e pessoas que desenvolveram as tecnologias que precisamos para ter um site na internet e acessar um site na internet. Muitas dessas pessoas que desenvolveram essas tecnologias são merecidamente ricas por terem colaborado através das suas invenções. Se as pessoas refletissem por 1 minuto sobre como elas podem colaborar para melhorar a vida do maior número possível de pessoas (através do seu conhecimento, do seu negócio, produtos, serviços, etc.) elas não teriam tantos problemas financeiros. Normalmente as pessoas gastam mais tempo pensando sobre como podem usufruir e tirar proveito das outras pessoas, do governo, da empresa onde trabalham, etc. São mentalidades diferentes que colhem resultados diferentes durante a vida.

  8. Bernardo 10 de maio de 2017 at 18:15 - Reply

    Tem uma frase de um ex reitor (segundo dizem) de Harvard, chamado Derek Bok, que diz “Se você acha que educação é cara, experimente a ignorância”. Acho que se aplica muito bem ao seu artigo.
    Acho que o mais frustrante da experiência de adquirir um conhecimento importante, como o que você proporciona aqui, é não conseguir compartilhar. Tem relativamente pouco tempo que despertei para a educação financeira, cerca de dois anos, mas felizmente já mudei muito a minha postura e hoje já tenho aplicações em ativos bem mais vantajosos do que os oferecidos por gerentes de banco em geral. É triste que, ao comentar sobre investimentos e ideias, como essa do artigo, com pessoas queridas, parentes e amigos, muitos não entendam (ou não queiram entender) e não deem valor. Vê-los jogando dinheiro e oportunidades fora…é realmente uma pena. Com certeza em algum momento você já passou, ou passa por isso.

    Muito obrigado por mais uma vez compartilhar seu conhecimento conosco, Leandro. Parabéns por mais esse excelente artigo.

    • Leandro Ávila 10 de maio de 2017 at 18:51 - Reply

      Oi Bernardo. Meus parentes e amigos não possuem nenhuma ideia da dimensão do trabalho que faço aqui no Clube dos Poupadores. É muito difícil falar sobre educação financeira com aqueles que não estão preparados para isso. Já ouviu falar do mito da caverna? Quando você se educa financeiramente é como se você tivesse se libertado da caverna onde passou toda vida junto com seus amigos e familiares. Quando você retorna para a caverna feliz, empolgado, querendo falar sobre as novidades, sobre como a vida é maravilhosa fora da caverna, a reação deles não é positiva. Eles não querem ouvir. Eles querem continuar na caverna. O conhecimento novo dói na mente como a luz forte do Sol dói nos olhos de quem passou a vida toda na escuridão da caverna. Vou deixar o Prof. Clóvis falando sobre o problema que você enfrentou e que todos vão enfrentar quando estiverem buscando o próprio desenvolvimento pessoal em qualquer área do conhecimento.

  9. Felipe 10 de maio de 2017 at 18:32 - Reply

    Leandro, há cerca de 2 anos meus investimentos limitavam-se a uma LCA de um grande banco, daí conheci seu site e após inúmeros livros (inclusive todos os escritos por você), cursos, hoje aplico em Ações, Títulos Públicos, LCA/LCI (Bancos Médios), Debêntures e estou juntando material suficiente (conhecimento) para entrar de vez nos Fundos Imobiliários (próxima meta). Eu só tenha a lhe agradecer pelos conhecimentos transmitidos.

    • Leandro Ávila 10 de maio de 2017 at 22:20 - Reply

      Oi Felipe, parabéns por sua dedicação e por ter colocado em prática. Obrigado por deixar esse comentário.

  10. Edilanio 10 de maio de 2017 at 18:45 - Reply

    Mais um artigo nota 10. Parabéns e obrigado. Enquanto muitos sentem prazer em gastar, esbanjar, pensando que assim são pessoas ricas, eu sinto muito prazer em ver o resultado da minha pequena carteira de investimentos. Mês passado, fiz uma coisa que sei que não é o correto: saquei o rendimento e consegui comprar um pacote ida e volta pra Gramado( na promoçao, rsrs) Mas foi uma sensação tão boa, que me inspirou em tentar aumentar muito os rendimentos passivos. Foi quando realmente vi como é bom receber sem ter que fazer um esforço para isso. Os poucos que entendem isso, têm que te agradecer. Obrigado Leandro.

    • Leandro Ávila 10 de maio de 2017 at 22:32 - Reply

      Oi Edilanio. Não existe problema em viajar e investir no seu entretenimento. O problema é quando isso é feito sem planejamento, por impulso, sem condições financeiras, sem pesquisa de preços, através de dívidas que podem comprometer outras áreas da sua vida. Vou deixar um parágrafo aqui do livro Pai rico Pai Pobre: “À medida que seu fluxo de caixa cresce, você pode comprar alguns artigos de luxo. Uma distinção
      importante é que os ricos compram os artigos de luxo por último, enquanto pobres e classe média tendem a fazê-lo antes. Nos Estados Unidos, os pobres e a classe média frequentemente compram itens de luxo como casas grandes, diamantes, peles, jóias ou barcos porque desejam parecer ricos. Parecem ricos, mas na verdade estão afundando em dívidas. As pessoas que já têm dinheiro, os ricos a longo prazo, constroem primeiro sua coluna de ativos. Então, com a renda gerada por sua coluna de ativos, compram os artigos de luxo. Os pobres e a classe média compram artigos de luxo com seu próprio suor, sangue e com a herança de seus filhos.”

  11. Pedro 10 de maio de 2017 at 18:46 - Reply

    Prezado Leandro,

    Acompanho seu site e leio todos os artigos desde o início. A transformação e a sensação de liberdade provocada em mim foi avassaladora e devo tudo a você. Já fiz alguns cursos recomendados e tento colocar em prática o que venho aprendendo. Esse artigo foi apenas mais um (EXCELENTE) para mostrar que estou no caminho certo. Leandro, sei que você é uma pessoa discreta mas há tempos venho pensando em perguntar isso para você: já pensou em realizar algum evento (bem informal, algum almoço por exemplo), com um pequeno grupo de seus seguidores aí em Fortaleza ou em outras cidades? Queria muito conhecer você pessoalmente, trocar ideias, experiências, aprender mais. Sei que seu tempo é precioso e eu também trabalho bastante mas, com certeza, encontraria um tempo para conhecer você.

    Grande abraço,
    Pedro

    • Leandro Ávila 10 de maio de 2017 at 22:45 - Reply

      Oi Pedro. Muito obrigado por suas palavras e pelo carinho. Eu tento colocar os holofotes no conteúdo que tenho para transmitir e não em mim. Sou apenas uma ponte, alguém que tenta facilitar o encontro das pessoas com conhecimentos importantes.

  12. Moisés 10 de maio de 2017 at 19:14 - Reply

    Excelente, como sempre. Obrigado pelo estímulo!

  13. Vinicius Miranda 10 de maio de 2017 at 19:28 - Reply

    Venho acompanhando seus artigos que recebo pelo e-mail. Parabéns pelo trabalho. Ótimos textos que abrangem o que há de mais profundo na alma do indivíduo (mudança de pensamentos , estigmas e até carater ). Ha muito tempo um grande amigo e preceptor de estagio disse-me algo que me marcou muito e carrego comigo até hoje: para se aprender algo realmente de modo a mudar seus pensamentos é necessário despiar a alma das vestimentas do orgulho e preconceito. E é isso que devemos fazer para melhorar a nos mesmos e a sociedade. Meus parabéns e muito obrigado.

    • Leandro Ávila 10 de maio de 2017 at 22:47 - Reply

      Oi Vinícius. Eu também penso dessa forma. Posso dizer que é uma tarefa difícil.

  14. Sergio Rodrigues 10 de maio de 2017 at 20:07 - Reply

    Leandro. Em linha com seu excelente texto eu recomendaria (talvez você já tenha comentado no passado) a leitura do livro “Os Axiomas de Zurique”.

  15. Gustavo 10 de maio de 2017 at 20:35 - Reply

    Excelente! Parabéns!! Gratidão por compartilhar seu conhecimento!!!

  16. Antônio A Filho 10 de maio de 2017 at 21:27 - Reply

    Um mundo sem dinheiro! Estava falando com um amigo a respeito desse assunto e ele me disse que minha mente e muito avançada. Excelente artigo! Parabéns!

  17. Rafael 10 de maio de 2017 at 21:35 - Reply

    Leandro, leio todos os seus artigos e todos são ótimos, e pra mim esse foi o melhor do últimos tempo. Parábens por conseguir retratar essa visão de dinheiro invisível. Só comentando um trecho, às vezes sinto praticando preconceito quando, igual ao descrito, também penso dessa forma “As pessoas que estão na fila da padaria ou no happy hour de sexta-feira nos bares da cidade provavelmente são as que trabalham pelo dinheiro dos mais riscos.” Num mundo atual de represália crescente, eu normalmente opto por não comentar, mas vejo que vez ou outra se faz necessário para que “acordemos”.

    • Leandro Ávila 11 de maio de 2017 at 8:20 - Reply

      Oi Rafael. Todos frequentam padarias e restaurantes e a ideia não é criticar quem faça isso. A questão é acreditar que o fato das pessoas não estarem falando sobre isso nos bares, padarias e supermercados signifique que o tema faça parte de um mundo paralelo, inatingível. Se a maioria estivesse realmente preocupada com o seu desenvolvimento pessoal, profissional e financeiros possivelmente esses temas seriam abordados por toda parte, mas as pessoas não estão preocupadas com isso. A maioria deseja viver um dia depois do outro, de preferência que seja um dia mais confortável que o outro, dentro da sua zona de conforto, de onde jogam pedras em todos que passam do lado de fora dessa zona dizendo que existe um lugar melhor para ir.

  18. Agton 10 de maio de 2017 at 21:56 - Reply

    Parabéns Leandro por mais um excelente artigo! Gostei também da foto dos 2 homens mais ricos do mundo demonstrando simplicidade. Hoje o que não falta é gente endividada ostentando nas redes sociais aquilo que elas realmente não possuem.

    • Leandro Ávila 11 de maio de 2017 at 8:31 - Reply

      Oi Agton. Existem pessoas que gostam de ganhar dinheiro e pessoas que gostam de gastar dinheiro. Quando você gosta de ganhar dinheiro e não liga muito para gastar ou gasta com inteligência e equilíbrio, naturalmente você enriquece. Quando você gosta de ganhar na mesma proporção que gosta de gastar, você não sai do lugar e passa o resto da vida na média, pois quanto mais você ganha, mais você gasta e a sua vida se resume a ganhar dinheiro para pagar contas. Quando você gosta mais de gastar dinheiro do que ganhar, ai sim você tem um problema sério. Além de gastar tudo que ganha ainda vai tentar gastar o dinheiro dos outros (através das dívidas).

  19. Danilo 10 de maio de 2017 at 22:28 - Reply

    Leandro, Parabéns por mais um excelente artigo! Muito obrigado por compartilhar esse conhecimento precioso.

    Faz pouco tempo que iniciei no meu mundo de investimentos e ainda não tenho um patrimônio alto porém,Tenho uma dúvida em relação ao investimento em imóveis: Qual seria, mais ou menos, o investimento inicial(quantas cotas) para poder iniciar esse tipo de investimento?
    Obrigado!

  20. Yuri 10 de maio de 2017 at 22:50 - Reply

    Olá Leandro Ávila, você sempre escreve artigos ótimos, mas esse ficou acima da sua já excelente média.

    Num outro comentário perguntei se você já havia estudado sobre escola austríaca e me disse que sim. Venho estudando cada vez mais sobre economia e sobre essa escola em especial e simplesmente sinto como se minha mente estivesse se expandido! Li seu ultimo artigo no Transcendência e concordo que autores de “auto-ajuda” como Robert Kiyosaki tem seu valor e seu conhecimento, mas estou achando realmente muito útil e enriquecedor estudar sobre economia através de pensadores mais profundos! Percebo que todos esses gênios da venda de livros financeiros como Kiyosaki beberam, ainda que indiretamente, do conhecimento deles. Escrevem numa linguagem mais leve e aplicam as teorias a casos práticos basicamente…

    Recomendo muito o Livro “Bitcoin – Moeda na era digital” de Fernando Ulrich (disponibilizado pelo próprio autor nesse link http://www.mises.org.br/Ebook.aspx?id=99) por que esse livro fala exatamente sobre isso: A origem do dinheiro. Discute conceitos como reservas fracionarias, padrão ouro, características do dinheiro, moeda x dinheiro, valor de troca… Não é “só um livrinho de bitcoin”, é um livro profundo sobre economia! O autor usa como referencia muitos trabalhos e teorias de Mises, Hayek, Carl Menger, Rothbard e muitos outros! É espetacular!

    Percebo também que nem sempre as outras pessoas estão preparadas para esse tipo de conhecimento, parece impossível convencer pessoas como o sujeito que você citou no artigo que comentou “Acho que investimentos que mais do que a poupança pertencem ao reino da fantasia”…

    NÓS MESMOS,as vezes não estamos preparados para um determinado conhecimento! Isso é o que mais me frustra… Lembro que já havia estudado antes sobre bitcoin, mas não havia percebido o seu potencial, muito menos os conhecimentos de economia que tenho agora ao ler esse livro que mencionei!!! Lembro que li esse livro do Kiyosaki a alguns anos atrás e não mudou muita coisa na minha vida, creio que me impressionou menos do que esse artigo…

    Abração, até o próximo artigo.

    • Leandro Ávila 11 de maio de 2017 at 8:55 - Reply

      Oi Yuri. Se as pessoas não conseguem entender autores como o Robert Kiyosaki, imagine os autores mais profundos. O Kiyosaki literalmente desenha suas ideias para que as pessoas possam entender. Ele cria histórias que ninguém sabe se foram reais (sobre sua infância) para ser mais didático. Até jogo infantil (para adultos) ele desenvolve. Mesmo assim as pessoas não entendem direito e basta não entender direito para perderem o interesse. Basta um pequeno esforço mental para entender, que as pessoas perdem o interesse. Sobre o dinheiro… Eu entendo claramente que seria importante ter uma moeda global. Entendo claramente o que ocorre quando os governos de cada país manipulam suas moedas. A solução para isso seria as pessoas entenderem o problema e exigirem dos seus governantes a adoção de uma moeda global com as características de um bitcoin. Como a maioria dos políticos são eleitos, é plenamente possível que as pessoas votem naqueles que apoiem esse tipo de ideia. O problema que vejo no bitcoin é a tentativa de impor a moeda. É quase uma militância. O problema fica grave quando as pessoas leigas começam a encarar a moeda virtual como investimento. As moedas são reserva de valor e você pode operar com ela de forma especulativa, mas não podemos ver essas moedas como investimento. Para especular existem 1001 outras formas, devidamente regulamentadas no país e onde você tem a quem reclamar se ocorrer algum problema nas operações.

      • Yuri 13 de maio de 2017 at 0:08 - Reply

        Oi Leandro, obrigado pela resposta.

        Você é um mestre pra min, creio que você sabe disso, mas dessa vez terei que discordar do senhor!

        Não acho que os adeptos do bitcoin queiram impor a moeda a ninguém. Pelo menos, nunca tive essa sensação com as pessoas que gostam e entendem do assunto! Quando você diz: “Eu entendo claramente que seria importante ter uma moeda global. Entendo claramente o que ocorre quando os governos de cada país manipulam suas moedas.” eu tenho medo que o FMI, o Banco Mundial a ONU ou qualquer orgão assim queira criar uma moeda global por que isso significaria a criação de um banco central e a nivel global que poderia trazer os mesmos desastres que praticamente todos os bancos centrais do Mundo fazem que é manipular a moeda (não é só coisa do Br, e paises de “3º mundo”, o FED e Banco Europeu também fazem, embora em menor grau muitas vezes). Isso acontece por que quando temos uma “impressora de dinheiro” nas maos a tentação para usá-la, é quase incontrolável!

        Em seguida o senhor fala “A solução para isso seria as pessoas entenderem o problema e exigirem dos seus governantes a adoção de uma moeda global com as características de um bitcoin. Como a maioria dos políticos são eleitos, é plenamente possível que as pessoas votem naqueles que apoiem esse tipo de ideia” Mas é justamente pela característica descentralizada do Bitcoin que seria inviável, ou melhor, seria desinteressante para órgãos centralizadores (ONU, FMI, World Bank…) criarem uma moeda com tal característica. A ideia de votar e a saída política também não adiantaria pelo motivo que disse acima, a tentação de o governo poder jogar crédito no mercado é quase incontrolável, para solucionar isso creio que só uma moeda com oferta inelástica (como é o bitcoin, e duvido que algum banco central o faria)

        E por fim também discordo da parte: “mas não podemos ver essas moedas como investimento.” O Bitcoin é um investimento como outro qualquer, só possui um risco alto, grande volatilidade e outras características dele que só estudando mais a fundo para compreender. A grande questão, é aquela de sempre: Você tem que saber o que está fazendo! E apesar de não ter garantias ou a quem recorrer as bolsas de bitcoins grandes não detém seus bitcoins (a menos que você deixe lá) e também tem um nome a zelar. Ninguém quer ser a próxima Mt. Gox, porque isso é ruim para elas e pra todo o sistema bitcoin.

        É isso, espero ter conseguido expressar meu ponto.

        • Leandro Ávila 13 de maio de 2017 at 11:36 - Reply

          Oi Yuri. Eu penso diferente. Não recomendo a ninguém fazer uso de moedas como investimento, sejam elas reais ou virtuais.

  21. João Paulo 10 de maio de 2017 at 23:12 - Reply

    Boa noite, Leandro! Ótimo artigo!
    Como o Vinícius comentou logo acima, sobre o Bitcoin, acho que foi uma excelente oportunidade, isso mesmo, verbo no pretérito, pois com essa “hipervalorização” que essa moeda tem recebido, acredito que seus dias estejam contados, logicamente no futuro deve haver uma recuperação do valor novamente.
    Existem outras moedas virtuais que assim como o Bitcoin iniciou aproximadamente em 2008, 2009, 2010 (não sei muito bem a data) estão a preço de pechincha. Estive observando o mercado de algumas dessas moedas e estudando a possibilidade de possuir uma pequena reserva de uma delas especificamente, apostando em sua “supervalorização” (não precisa nem ser hiper, rsrs) num futuro a médio prazo (alguns anos). Mas ainda penso muito a respeito por estar iniciando minha experiência em investimentos de riscos agora, que já possuo um “pé de meia” razoável na renda fixa. Tenho lido alguns livros, entre eles o citado no artigo de Robert Kiyosaki e alguns outros para tentar adquirir mais conhecimento e consequentemente confiança na hora dos investimentos.
    Super abraço!
    Parabéns pelo trabalho!

    • Leandro Ávila 11 de maio de 2017 at 8:59 - Reply

      Oi João. Ai deixamos o mundo dos investimentos e passamos a falar sobre o mundo das apostas. Não tenho simpatia pelo mundo das apostas. Pessoalmente não recomendo que as pessoas percam tempo e energia com apostas (operações especulativas). Entendo que apostas são muito divertidas, existem pessoas que especulam por diversão. O único cuidado é não misturar diversão com investimentos. Se você separar uma determinada quantia para essa atividade divertida das apostas, tudo bem, basta fazer com consciência e equilíbrio.

  22. Paulo Vitor 10 de maio de 2017 at 23:20 - Reply

    Ótimo texto… sinto um pouco de desabafo em suas palavras…
    Agradeço a Deus por ter conhecido seu site e você, a luz começa a fazer sentido para mim e as formas que antes eram sombras na parede, agora estão mais claras e reais.
    Tenho desenvolvido grande mudança de mentalidade e de estilo de vida, meus objetivos e metas estão mais claros.
    Muito Obrigado por partilhar seu conhecimento conosco, e não desista, pois você é um grande educador!

    • Leandro Ávila 11 de maio de 2017 at 9:10 - Reply

      Oi Paulo Vitor. Foi um desabafo. O governo está promovendo uma coisa chamada “Semana Nacional de Educação Financeira” e diversos eventos presenciais estão ocorrendo por todo Brasil. Certamente alguns eventos são interessantes, mas muita abobrinha será colocada na cabeça das pessoas. Muitos desses eventos são realizados e patrocinados por instituições financeiras. Depois que você introduz um tipo de educação financeira na cabeça das pessoas, fica difícil tirar e colocar outro. A educação financeira proposta por bancos, governos e seus patrocinadores é aquela que conduz a pessoa a ser uma mera pagadora de contas. Para eles o que interessa é ensinar você a ter as contas equilibradas para pagar suas prestações sem atraso. Para eles é interessante que você acredite que investir para o futuro é adquirir um plano de previdência privada. Que para investir você só precisa conversar com o gerente do banco ou com o assessor da corretora e seguir exatamente aquilo que eles estão falando, sem que você tenha qualquer preparo para fazer questionamentos. Isso não é educação financeira. Isso é adestramento financeiro para que você possa usar os produtos dos bancos e planos de previdência privada sem gerar problemas para eles. Por este motivo, sigo meu trabalho de formiga.

  23. Jaqueline 10 de maio de 2017 at 23:26 - Reply

    Leandro como agradecer tamanha generosidade a sua em compartilhar conosco os bens mais preciosos que temos hoje tempo e conhecimento. Obrigada de verdade !
    Parabéns pelo artigo !

  24. Jefferson Trindade 10 de maio de 2017 at 23:50 - Reply

    Leandro, primeiramente gostaria de elogiar pelo seu excelente trabalho e a sua superação em artigos cada vez melhores. Por incrível que pareça, hoje tentei convencer duas amigas de trabalho sobre o pensamento consumista, sobre a importância de investir uma parte do seu dinheiro mensalmente, para poder realizar os seus sonhos, quase fui apedrejado (rsrs). Infelizmente não aceitaram meus argumentos utilizando-se de fatos históricos como na época da inflação, bloqueio de dinheiro na poupança, o fato de não conhecer ninguém que tenha ficado rico e até os filhos viraram motivos para a “gastação”.

    Não vou desistir de tentar, assim como você, mudar o mind set da maior quantidade possível de pessoas (minha namorada e dois amigos já mudaram o modo de pensar) e, além disso, estou mais motivado a ser a prova viva de uma pessoa que construiu de sucesso, vindo do zero.

    • Leandro Ávila 11 de maio de 2017 at 9:13 - Reply

      Oi Jefferson. Seja a prova viva. Será bom para você e vai impactar a vida de todas as pessoas próximas. As pessoas precisam de exemplos vivos. Parabéns.

  25. Adenes Schwantz 11 de maio de 2017 at 1:27 - Reply

    Leandro, começo meu comentário da forma que você encerra seu texto: “Transmitir esse tipo de educação financeira é um verdadeiro trabalho de formiga, de grão em grão, mudando cabeça por cabeça…”, pois concordo plenamente com isso. Desde muito jovem tive ambição de “fazer o dinheiro trabalhar para mim”. Graças à muito trabalho hoje tenho a profissão dos meus sonhos, que me trás um ganho financeiro bom, satisfação e tempo livre considerável. Nas minhas buscas acabei me deparando com seu site, e tenho que dizer, nunca achei que poderia encontrar tanto conhecimento em um mesmo site. Já li diversos artigos seus, e um é melhor do que o outro. Os textos sobre Tesouro Direto são excelentes.
    Escrevo esse comentário como forma de agradecimento, pois estou tirando muito proveito do conhecimento aqui disponibilizado. Cansei de tentar conversar sobre economia no trabalho ou na rua, realmente, é difícil as pessoas entenderem ou se interessarem. Hoje estou investindo grande parte do meu tempo em busca de conhecimento, como sempre fiz, mas desta vez, conhecimento financeiro.
    Geralmente não escrevo muitos comentários online, mas havia prometido para mim que após realizar meu primeiro investimento, iria escrever aqui.
    Ontem investi pela primeira vez no Tesouro Direto, e com tudo que venho aprendendo, pude escolher o título certo e até mesmo arriscar um pouco de especulação. Acredito ter feito a escolha certa, é um pequeno passo, mas acredite, você está fazendo um excelente trabalho provendo conhecimento e principalmente incentivando as pessoas a buscarem algo a mais. Mudando cabeça por cabeça. É a mais pura verdade, a educação financeira que a gente ouve por aí é muito diferente daquela que realmente lhe proporcionará grandes saltos financeiros

    De um Professor para outro, um grande abraço, siga com esse ótimo trabalho!

    • Leandro Ávila 11 de maio de 2017 at 9:19 - Reply

      Oi Adenes. Parabéns! Tenho certeza que será apenas o começo. Obrigado por deixar seu depoimento aqui. Ele vai estimular outras pessoas a seguirem esse caminho.

  26. Diego 11 de maio de 2017 at 2:13 - Reply

    Parabéns. Ótimo texto.

  27. souza 11 de maio de 2017 at 9:04 - Reply

    Leandro, quero ver dicas práticas de como ganhar dinheiro a moda de kiosaki aqui no Brasil, já que as realidades são bem diferentes. Se uma determinada pessoa for fazer o que ele fez, comprando imóveis de execuções judiciais, aqui no brasil chama-se “leilões” dificilmente vai ter tanta margem de lucro, a burocracia, impostos, sistema financeiro são totalmente diferentes.
    nosso produtos financeiros ainda são amadores a vista dos produtos oferecidos nos EUA. Estamos engatinhando.
    Existe um abismo entre a teoria e a prática, o fato é de que existem pessoas ricas, com bastante dinheiro e experiencia (que eu conheço) que não estão mais conseguindo ganhar dinheiro com imóveis, seja construindo para vender, seja comprando em leilões, seja de qualquer outra forma…

    • Leandro Ávila 11 de maio de 2017 at 9:30 - Reply

      Oi Souza. São realidades diferentes, mas pode ter certeza que tem muita gente ganhando dinheiro com imóveis, mesmo com impostos e as burocracias do Brasil. Você só não irá encontrar essas pessoas que ganham dinheiro com isso ensinando como fazem a troco de nada. O fato de não encontrar ninguém ensinando não significa que as estratégias não existam. Elas existem e funcionam tão bem que as pessoas que conhecem guardam segredo. De qualquer forma a receita de bolo não importa. O importante é compreender a mentalidade do investidor. Essa mentalidade é que não tem preço e cria as oportunidades. Se o Kiyosaki estivesse no Brasil, ele iria usar essa mentalidade para fazer negócios e certamente as características desses negócios seriam totalmente diferentes. Se você colocar ele na Rússia, no Japão, na África do Sul, pelo fato de ter essa mentalidade ele irá fazer os negócios com base na realidade existente.

  28. Investidor Disciplinado 11 de maio de 2017 at 9:08 - Reply

    Artigo muito bom. Parabéns!

    Educação financeira e empreendedorismo deveriam ser ensinados desde o ensino fundamental. Conhecimento que faz toda a diferença no rumo de uma vida.

  29. Jonas 11 de maio de 2017 at 9:45 - Reply

    Parabéns Leandro! Seus textos são muito eficientes e de fácil entendimento. Agradeço por responder os comentários, pois acho que são tão importantes quanto a produção do artigo! Sucesso.

  30. souza 11 de maio de 2017 at 9:54 - Reply

    Verdade Leandro! A mentalidade é algo relacionado à cultura. Nossa cultura é de escravos e império.
    Mas….no mundo dos imóveis físicos (deixando de lado investimentos em FII´s etc), confesso que não vislumbro oportunidades no momento, somente uma exceção ali outra acolá, li seus livros sobre imóveis, e aqui em recife os preços estão estagnados, e até baixando, mas ainda muito longe de ser considerados “bom negocio a compra”, tanto para uso quanto para investimento.

    • Leandro Ávila 11 de maio de 2017 at 22:43 - Reply

      Oi Souza, cada região tem sua realidade e o processo de busca das oportunidades é parecido com o trabalho de um garimpeiro.

  31. Carlos Alberto 11 de maio de 2017 at 10:08 - Reply

    Àvila, muito obrigado por estas colocações!

    Parabéns, pela materialização deste pensamento e que não lhe falte os requisitos necessário para que você continue neste teu proposito, com as bençãos de Deus!

    Carlos

  32. Max 11 de maio de 2017 at 10:25 - Reply

    Excelente artigo, Leandro!

  33. Daniel 11 de maio de 2017 at 10:59 - Reply

    Leandro, parabéns pelo texto.
    Creio que tenho um certo pé atrás quando se trata de livros, ou principalmente cursos, pois nunca tenho certeza do quanto ele irá agregar. Sei que muitos vendem seus livros (que não deve ser seu caso) como fontes de muito conhecimento, sendo que somente tem mais do mesmo. Apesar do baixo investimento, de acordo com seu texto, ainda assim há um desperdicio de tempo, seja na leitura do livro ou indo e assistindo um curso ou palestra. Como faço pra otimizar esse aprendizado, no sentido de gastar o tempo nas coisas que realmente vão se adequar ao nivel de conhecimento que preciso?
    Abs

    • Leandro Ávila 11 de maio de 2017 at 22:41 - Reply

      Oi Daniel. Você sempre vai se deparar com livros ruins para encontrar um livro bom. As vezes o que é ruim pra mim pode ser bom para você ou o contrário. O mesmo vale para os cursos. Muitos cursos possuem a garantia de 30 dias, se você não gostar basta pedir o reembolso. Com relação ao investimento de tempo, muitas vezes você gasta várias horas lendo um livro e no meio da leitura você encontra uma página, um parágrafo ou até uma frase que produz uma transformação de valor incalculável na sua vida. É um verdadeiro trabalho de garimpagem. Ou garimpa sem medo ou você vai deixar muito ouro enterrado embaixo dos seus pés.

  34. Cícera Lira 11 de maio de 2017 at 11:19 - Reply

    EXCELENTE texto! Parabéns!!!

  35. Renato 11 de maio de 2017 at 13:57 - Reply

    Boa tarde Leandro;

    Artigo muito bom parabéns;

    O que você pensa sobre construir uma casa e colocá-la para alugar ?

    Obrigado.

    • Leandro Ávila 11 de maio de 2017 at 22:35 - Reply

      Oi Renato. Muitas vezes comprar o imóvel pronto torna o retorno do investimento difícil. Construindo você pode ter o imóvel que precisa para alugar investindo menos dinheiro. O retorno do investimento será maior.

  36. Thiago 11 de maio de 2017 at 14:03 - Reply

    Sempre leio seus artigos Leandro, eles são ótimos, os divulgo sempre para amigos e parentes, e esse será mais o qual indicarei, todavia, gostaria de fazer uma pergunta que não está relacionada a esse artigo. Trata-se de uma dúvida a respeito de seus livros sobre imóveis, desejo saber se o conteúdo deles também se aplica a terrenos.

    Desde já agradeço,

    • Leandro Ávila 11 de maio de 2017 at 22:33 - Reply

      Oi Thiago, o livro sobre investimento em imóveis também fala sobre terrenos. Obrigado por compartilhar entre seus amigos e parentes.

  37. José Eduardo 11 de maio de 2017 at 14:10 - Reply

    Ótimo artigo! Estou aprendendo muito com você!!

  38. Claudinei Fernandes 11 de maio de 2017 at 14:39 - Reply

    Faço minhas as palavras de Bernardo, realmente é frustrante não consegui compartilhar tais aprendizado nem com os de casa. A esperança é conseguir ser a prova viva, como deseja Jefferson Trindade. O exemplo da caverna é perfeito. Mais uma vez, obrigado.

    • Leandro Ávila 11 de maio de 2017 at 22:32 - Reply

      Oi Claudinei. O próximo artigo que irei publicar no Transcendência Financeira será relacionado com esse tema, que muitas vezes acaba criando discussões e desconforto entre amigos a parentes.

  39. Samuel Henrique 11 de maio de 2017 at 16:04 - Reply

    Boa tarde, Leandro! O conteúdo do seu site tem me sido muito útil. Tenho aprendido bastante e já comecei a investir.

    Tenho observado o histórico dos indicadores econômicos desde 2016, e observei que a SELIC e principalmente o IPCA vem diminuído. Considerando isso, é válido o meu raciocínio de usar meus recursos destinados a investimento da forma abaixo (pretendo não resgatar antes do vencimento?

    50% Tesouro Prefixado 2020 (LTN)
    30 % Tesouro Selic 2021 (LFT)
    20% Tesouro IPCA+ 2024 (NTNB Princ).

    Desde já, agradeço a atenção.

    • Leandro Ávila 11 de maio de 2017 at 22:30 - Reply

      Oi Samuel. Dependendo dos ciclos da economia, altas e baixas de juros, sempre teremos títulos com oportunidades melhores que outros. Dessa forma o interessante é justamente ter uma carteira de títulos, ou seja, um pouco de cada coisa e no final ficar com a média dos resultados.

  40. robinari 11 de maio de 2017 at 16:30 - Reply

    O dinheiro nao e real para as pessoas que vivem na ignorância financeira como eu vivia antes de conhecer e acompanhar seu trabalho aqui no brog. Pois se não, o que explica o fato de os bancos criarem moeda do nada e o torna real.

  41. Marcio 11 de maio de 2017 at 17:25 - Reply

    Leandro, parabéns por sempre estar disposto a compartilhar o seu conhecimento.
    Gostaria de saber da sua opinião sobre a aquisição de uma grande corretora de investimentos adquirida por um grande banco conhecido.
    Sinceramente, estou muito preocupado com essa monopolização financeira que ocorre no nosso país.

    • Leandro Ávila 11 de maio de 2017 at 22:28 - Reply

      Oi Marcio. Era uma questão de tempo. A corretora estava incomodando e eles resolveram o problema.

  42. Cowboy Investidor 11 de maio de 2017 at 17:29 - Reply

    Parabéns Leandro Ávila pelo excelente texto.

    O problema é que as pessoas estão mais interessadas em gastar do que investir, poupar.
    Compram coisas que nem precisam e não pensam no futuro.

    Existem muitos sites, blogs e livros de finanças bons e de graça, mas elas estão mais interessadas em ler coisas fúteis.

    Abraços.

  43. Marcelo Williams Costa 11 de maio de 2017 at 18:24 - Reply

    Ótimo artigo, Leandro. Como sempre!!! Parabéns.

  44. Fabricio 11 de maio de 2017 at 18:52 - Reply

    Parabéns!

  45. Matheus 11 de maio de 2017 at 19:32 - Reply

    Acompanho o Blog desde 2015, ultimamente tenho apenas lido e não efetuando nenhum comentário.
    Porém, é quase um escarnio não lhe fazer nenhum elogio. EXCELENTE artigo Leandro. Não lembro de nenhum melhor que esse… Sensacional amigo….

  46. Domingos 11 de maio de 2017 at 22:22 - Reply

    Boa noite Leandro!
    Ja passou da hora de dormir, mas não da para parar de ler seu artigo e inclusive os comentários.
    Vou dormir mais inteligente agora.
    Por favor continue nos dando presentes como este artigo.

    • Leandro Ávila 11 de maio de 2017 at 22:44 - Reply

      Parabéns Domingos por dedicar seu tempo neste tipo de atividade.

  47. Aline 12 de maio de 2017 at 9:24 - Reply

    Marabilhoso!
    Amo o Livro Pai Rico Pai Pobre

  48. Gustavo 12 de maio de 2017 at 9:59 - Reply

    Prezado Leandro, parabéns pelo artigo. As reflexões contidas no texto transcendem os aspectos econômicos. São úteis em outros aspectos da vida. Compartilhei com um grupo seleto de amigos. Já percebi, infelizmente, que nem todos querem absorver esse tipo de conhecimento… Um abraço.

    • Leandro Ávila 12 de maio de 2017 at 12:43 - Reply

      Oi Gustavo, obrigado por compartilhar. Você ofereceu uma oportunidade para eles.

  49. Louis 12 de maio de 2017 at 10:50 - Reply

    Olá Leandro,
    frequentemente vejo matérias informando que, no longo prazo, as ações do iBov se valorizaram menos que o CDI. Sei que o IBOV contém várias empresas, entre boas e ruins, mas pela sua experiência, essa informação é verdadeira?

    • Leandro Ávila 12 de maio de 2017 at 12:46 - Reply

      Oi Louis. Como você mesmo disse, a índice é o resultado médio de várias empresas. No meio dessas empresas existem empresas dos mais diversos tipos e setores e isso inclui empresas ruins ou que estão passando por dificuldades.

  50. Almeida Newton 12 de maio de 2017 at 11:06 - Reply

    Bom dia, Leandro, continuo acompanhando seus textos, são muito instrutivos e motivadores. Ultimamente tenho pesquisado alguns leilões de imóveis, em um texto antigo seu vc comenta sobre um curso, mas o site não está mais ativo. Tem algum que vc conheça e recomendaria atualmente?

    Grato,
    Almeida Newton

    • Leandro Ávila 12 de maio de 2017 at 12:53 - Reply

      Oi Almeida, já existiu um curso online sobre o tema. Creio que não é interessante para quem ganha dinheiro com leilões divulgar a estratégia. Quanto mais gente participar desse mercado, pior pra quem está nele. O investidor de verdade precisa ter contato com imobiliárias e até escritórios de advogados como no exemplo dado no artigo. Pode ter certeza que esses imóveis que aparecem no site das imobiliárias foram aqueles que não eram do interesse do dono da imobiliária, dos amigos do dono e dos clientes investidores que ele conhece. Antes de uma boa oportunidade ser divulgada publicamente, a informação circula e muitas vezes o imóvel é adquirido por um investidor bem informado que tem diversos contatos. Nem todo mundo sabe, mas você não paga a imobiliária e os corretores apenas para vender imóveis. Você também pode pagar para que eles localizem um imóvel para você comprar. Certamente os grandes investidores do setor remuneram bem por uma boa oportunidade. Aquilo que sobra, vai para o site das imobiliárias, sites de anúncio, jornais, etc. Por este motivo é comum as pessoas reclamarem que não existe oportunidade boa no mercado imobiliário. Existe, só que nem todos ficam sabendo.

      • Almeida Newton 13 de maio de 2017 at 11:22 - Reply

        Verdade, mas no caso de leilões, como há publicidade, todos podem ter acesso ao que está sendo vendido. Quanto aos cursos, até encontro alguns, mas qual escolher? Não sou advogado, mas também não sou totalmente leigo, não preciso de um curso que me diga a diferença entre leilões judiciais e extrajudiciais. Queria algo mais profundo, mas acho que vou continuar o que já estou fazendo, estudando sozinho, cada termo desconhecido é como um fio de novelo que deve ser investigado até o fim, até ser compreendido.
        Grato pela resposta e parabéns por seu trabalho!

  51. Sergio 12 de maio de 2017 at 11:36 - Reply

    Olá Leandro. Pelo que observo nas pessoas próximas, a maioria só aprende mesmo com os próprios erros, isso quando aprendem pois, como informa o texto, é mais fácil colocar a culpa nos outros. Poucos têm consciência da importância da boa informação e do conhecimento. Talvez porque “dá trabalho” ler, estudar e, ainda por cima, poupar e investir. Já ouvi pessoas dizendo: “Já ralei muito na faculdade, chega de estudar”. Muitos estão mais preocupados em ostentar e “parecer” ricos, postando fotos nas redes sociais em restaurantes da moda, lugares bonitos em que se pode ir pagando em “10 vezes, sem juros”, etc. Ainda hoje, li em uma reportagem que os mais fascinados por visitas a parques temáticos como os da Disney, são brasileiros, equatorianos e argentinos. Gosto de passear mas fico imaginando quantas dessas pessoas se endividam para desfrutar esses momentos e comprar uma infinidade de coisas nem sempre úteis; como se vê no mapa, nenhum dos três países tem a cor verde-escura.

    • Leandro Ávila 12 de maio de 2017 at 12:56 - Reply

      Oi Sérgio. É verdade. Nada contra viajar, visitar a Disney, as pessoas tem gostos diferentes. O problema é fazer isso sem ter condições, comprometendo o presente e o futuro.

  52. gabriel 12 de maio de 2017 at 13:45 - Reply

    Leandro,
    só passando aqui pra dizer um obrigado pelo artigo e pelo site!
    simplesmente sensacional!

  53. Emylli Sousa 12 de maio de 2017 at 16:46 - Reply

    Desde que abri minha mente para a educação financeira, tenho a sensação que estou caminhando para longe de um precipício, enquanto as outras pessoas estão caminhando de encontro a ele, e por mais que eu tente tira-los dessa caminhada suicida, mais elas lutam para continuar na caminhada.
    É uma analogia, mais é a assim que me sinto. srssrsr

    Se hoje posso dizer que caminho para longe do precipício, você tem uma grande contribuição nessa caminhada.

    Obrigada Leandro por partilhar mais um excelente texto.

    • Leandro Ávila 12 de maio de 2017 at 22:37 - Reply

      Oi Emylli, fico feliz por ter colaborado com seu afastamento do precipício. Muitas dessas pessoas que estão caminhando na borda do precipício, estão com os olhos vendados.

  54. Antonio Luiz 13 de maio de 2017 at 17:35 - Reply

    Parabéns ! top muito excelente matéria.

  55. Daniel Berquo 13 de maio de 2017 at 19:06 - Reply

    Parabéns, Leandro. Ótimo texto.

  56. Argemiro Neto 13 de maio de 2017 at 21:51 - Reply

    Muito obrigado pelo tanto de conhecimento que voce nos passa Leandro.
    Ainda estou no caminho de identificar boas oportunidades.

  57. Regina 13 de maio de 2017 at 22:12 - Reply

    Olá Leandro.

    Você saberia me dizer se a “calculadora do cidadão” apresenta os resultados já com o desconto do IR?

    Procurei a informação no site do Banco Central e também em seu artigo, onde você apresenta os vários simuladores, mas não encontrei.

    Aproveito para agradecer imensamente toda a informação e educação recebida por seus artigos. Eles estão sendo fundamentais para o meu crescimento.

    Obrigada

    Abraço

    • Leandro Ávila 15 de maio de 2017 at 13:09 - Reply

      Oi Regina. Não ocorre desconto de IR nessa calculadora. A maioria dos investimentos e simuladores não apresentam o resultado isento de IR, pois muitas vezes o IR vai depender de quanto tempo o investimento ficará aplicado e qual tipo de investimento foi feito.

  58. Manoel 13 de maio de 2017 at 23:47 - Reply

    Leandro, passei para dizer que acompanho inúmeros sites, blogs e vlogs sobre finanças e investimentos e te falo: O SEU É O MELHOR DE TODOS. PARABÉNS…FORÇA

  59. Lucas 14 de maio de 2017 at 15:41 - Reply

    Obrigado Professor! Mais um excelente artigo!!!

  60. Sandro 14 de maio de 2017 at 16:31 - Reply

    Mais um excelente texto. Fiquei impressionado. Grato pelos ensinamentos.

  61. Thiago 14 de maio de 2017 at 18:57 - Reply

    Meus parabéns Leandro!! Excelente artigo como de costume. Somos privilegiados em poder ler seus artigos, nos desenvolver e ajudar outras pessoas tambem… Meu sincero obrigado por ajudar a construir uma sociedade (país) melhor!
    Voce possui algum livro, artigo, site,etc com informaçoes sobre fundos imobiliarios? Tenho muitas duvidas em como escolher, qual escolher.. para onde ir…

  62. Bruno 14 de maio de 2017 at 23:50 - Reply

    Leandro, o seus textos são excelentes! Obrigado por compartilhar!

  63. Debora 15 de maio de 2017 at 10:59 - Reply

    “..a atividade de professor (educador financeiro) não é a melhor remunerada, mas na minha opinião é a mais gratificante por transformar a vida das pessoas… ”

    Obrigada por desempenhar essa atribuição com primor. Seus artigos são um estímulo para o desenvolvimento de uma mente educada financeiramente. Tem modificado bastante a minha forma de enxergar o dinheiro que ganho, gasto e invisto.

    • Leandro Ávila 15 de maio de 2017 at 13:06 - Reply

      Oi Debora, parabéns por dedicar seu tempo estudando esses artigos!

  64. souza 15 de maio de 2017 at 12:46 - Reply

    Leandro, o que você acha dos cursos do carteira rica? Indicado?

  65. Eliane 15 de maio de 2017 at 17:47 - Reply

    Excelente!! É o que eu posso dizer sempre dos seus artigos Leandro.
    Parabéns, por esta inteligência financeira e humildade em compartilha-la conosco.

  66. Henrique 16 de maio de 2017 at 18:01 - Reply

    Boa tarde, Leandro.
    Querendo fugir um pouco de cursos online, gostaria de indicação de bons livros de análise fundamental, valuation e outros tópicos de investimento na bolsa. Já dei início nos meus estudos, com pontapé inicial no seu blog, mas queria me aprofundar. Maior parte das minhas economias está em renda fixa e gostaria de melhorar meus ganhos.
    Aguardo suas recomendações. Obrigado.

  67. Paulo César Tobias 17 de maio de 2017 at 12:25 - Reply

    Leandro

    Só tenho a te agradecer, com seu trabalho consegui enxergar novas possibilidades, hoje porém tenho um impasse, moro em Curitiba, sou natural do norte do Paraná, ainda meus pais moram no norte, hoje tenho uma casa financiada e um carro financiado, tudo isso antes de entrar no seu blog e buscar minha educação financeira, o carro até então eu uso para o trabalho ( além de um emprego em uma empresa privada, tenho uma empresa de eventos e o carro utilizo para levar minhas coisas) já estou no segundo livro do Robert, e cada vez mais mudo minha cabeça, já tomei a decisão de voltar para o norte e sanar duas situações importantíssimas, primeiro ficar próximo dos meus pais, e segundo eliminar as dividas e começar a investir e poupar para fortalecer minha empresa, e fazer outros investimentos, no entanto meus pais, minha esposa toda família me frusta dizendo que preciso de um emprego para ter segurança, e quando ouço isso minha fisionomia muda na hora, claro que quando acalmo penso com maior clareza, pois minha estrategia ( Estrategia essa que Robert fala no livro) realmente arrumar uma atividade que me remunere, eliminar os financiamentos ( vendendo a casa e quitando o carro e assim eu possa poupar e investir ! Eu só fui pensar nesta possibilidade depois de ler os artigos e ver que posso ser independente financeiramente estando ao lado das pessoas que eu amo, em uma cidade tranquila sem a correria e o stress da cidade grande, por isso Deus continue abençoando seu trabalho….gd abraço

    • Leandro Ávila 18 de maio de 2017 at 9:19 - Reply

      Oi Paulo. Você passou uma vida inteira ignorando esses temas. Tome cuidado para não pular do trem com ele em movimento. Você deve ter paciência para planejar sua vida. Não queira atropelar as etapas. Cuidado com decisões movidas por emoções. Esses livros são impactantes e o cérebro demora um pouco para “digerir” novas ideias. Crie um plano e tenha paciência para dar um passo de cada vez.

  68. Graciana da silva 17 de maio de 2017 at 16:14 - Reply

    Boa tarde !! Leandro Ávila! ! Eu ja acompanhava suas publicaçoes porem resolvi agora investir em titulos publicos(LTN / NTN-B mais ainda sou leiga em algumas coisa continuo precisando de sua ajuda vc pode me esclarecer se fiz um bom investimento? Espero sua resposta obrigada

    • Leandro Ávila 18 de maio de 2017 at 9:23 - Reply

      Oi Graciana. Eu não tenho informações suficientes para saber se você fez um bom investimento, mas o fato de você declarar ser leita e estar insegura é algo que precisa mudar. Investir sem segurança, sem saber o que está fazendo, não resolve o seu problema de insegurança e falta de conhecimento. Fazer as coisas correndo, não resolve. Você deve assumir a ideia de que precisa aprender primeiro para não fazer errado. Precisa aceitar a ideia que o conhecimento e a experiência vai demorar um pouco para adquirir e é assim mesmo que a coisa funciona. Dedique 15 ou 30 minutos por dia para ler sobre investimentos. Aqui no Clube dos Poupadores existem muitos artigos gratuitos. A minha série de livros possui todo o conteúdo que você precisa aprender de uma forma organizada, do mais simples até o mais complexo. Existem cursos que eu indico aqui no menu do Clube dos Poupadores que também podem ajudar muito. Invista tempo e sua atenção nesta atividade. Um pouco por dia. Até o ponto que você nunca mais sinta a necessidade de procurar na internet alguém que possa dizer se você está investindo certo ou errado, pois esse é o problema que precisa ser resolvido.

  69. Manoel 17 de maio de 2017 at 23:57 - Reply

    Leitura sempre interessante e enriquecedora. Parabéns!

  70. Marcos 18 de maio de 2017 at 19:24 - Reply

    Parabéns ótimo artigo.
    Como é difícil a vida fora da caverna.

    A pressão para que façamos financiamento imobiliário ou compre carro como forma de demostrar sucesso é enorme..

    • Leandro Ávila 19 de maio de 2017 at 12:09 - Reply

      Oi Marcos. É verdade, só que mais difícil é para quem está la dentro. Quando temos amigos e parentes dentro da caverna é difícil, pois sofremos com isso.

  71. Bezerra 19 de maio de 2017 at 10:28 - Reply

    Parabéns pelo excelente trabalho. Muito enriquecedor

  72. Julia Reis 30 de maio de 2017 at 16:34 - Reply

    Muito obrigada.

  73. Kathy 5 de junho de 2017 at 0:31 - Reply

    Leandro, em algum dos seus livros sobre imóveis, vc fala sobre a venda dos mesmos? ou só para compra?

    • Leandro Ávila 5 de junho de 2017 at 8:42 - Reply

      Oi Kathy. Eu falo sobre a compra de imóveis. Acho que aquele que vende um imóvel precisa entender a mentalidade de quem está comprando. Sem entender as dificuldades do comprador fica difícil ter sucesso como vendedor. Por esse motivo eu recomendo os livros para quem quer vender o imóvel.

  74. pedro 16 de junho de 2017 at 23:48 - Reply

    incrível.

  75. Lucas 10 de julho de 2017 at 12:33 - Reply

    Olá Leandro eu estou começando essa jornada em busca da independência financeira por meio de ativos mas ainda não tenho um patrimônio para investir e queria saber algumas dicas de livros, cursos, documentários enfim qualquer coisa para adquirir esse conhecimento. Espero ter a capacidade de produzir esse conhecimento para passar para as outras pessoas como você gosto muito do seu site.

    • Leandro Ávila 2 de outubro de 2017 at 6:47 - Reply

      Oi Lucas. Se você não tem patrimônio para investir, foque na geração desse patrimônio através da sua fonte primária de riqueza que é o seu tempo e o seu trabalho. As pessoas que ganham 1 salário mínimo e as que ganham 100 salários mínimos possuem as mesmas 24h e dedicam mais ou menos a mesma quantidade de tempo diário ao trabalho. A diferença entre elas está naquilo que elas sabem ou não sabem. Investir na valorização da sua hora trabalhada é um passo fundamental.

  76. Pri 12 de julho de 2017 at 22:06 - Reply

    Amei seu artigo. Parabéns. Incrível.

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