Dinheiro, vida livre ou imobilizada

Você trocaria as coisas que você tem por mais liberdade?

Você trocaria seu carro, seu apartamento, todas as coisas que você acumulou na sua casa, dentro das gavetas e armários por uma vida mais leve?

Trocaria seus restaurantes preferidos, seu prato preferido, seu shopping preferido e outros lugares que você adora por uma vida mais livre?

Trocaria o sofisticado, que custa muito do seu tempo, pelo que é mais simples e prático por permitir aproveitar mais do seu tempo?

Nos últimos dias eu assisti um vídeo de um casal, que fez essas trocas. Não conheço eles. Apenas encontrei os vídeos que produzem no Youtube. Vou apresentar o vídeo para você mais na frente e farei comentários.

Eu gosto de conhecer histórias de pessoas que valorizam a liberdade que uma vida financeira equilibrada pode oferecer. Essa liberdade se traduz em um maior leque de possibilidades, mas essa liberdade tem um preço.

Existe uma escolha que você precisa fazer quando tem dinheiro além do básico para manter sua vida. A escolha que você faz com esse excedente pode construir uma vida mais livre ou imobilizar sua vida.

Todas as coisas que você compra e acumula acreditando que são necessárias para a manutenção da sua vida podem ser chamadas de imobilizados ou ativos imobilizados. Nada mais são, do que objetos e coisas que imobilizam sua vida.

Na contabilidade o conjunto de bens necessários à manutenção das suas atividades de uma empresa é chamado de “ativo imobilizado”.

Os gestores das empresas pensam muito antes de comprar um ativo desse tipo, pois nada pior para elas do que deixar dinheiro parado. Antes de aumentar o número de bens imobilizados as empresas calculam se realmente o custo de aquisição, manutenção, depreciação e de oportunidade compensa a imobilização do dinheiro.

O mesmo não costuma acontecer na vida das pessoas. Muitas passam a vida inteira imobilizando dinheiro na forma de objetos que acreditam serem essenciais para a vida.

Para cada novo objeto essencial, que nem sempre é tão essencial assim, uma nova escolha é feita reafirmando a imobilização.

O casal que aparece no vídeo fez uma escolha entre liberdadeimobilização. Clique no centro da imagem logo abaixo para assistir ao vídeo do casal e depois continue a leitura.

Vou considerar agora que você assistiu ao vídeo.

Você deve ter observado que o casal trocou a casa onde morava por um barco, mas não é só isso, eles fizeram uma mudança no estilo de vida que adotavam. Existem infinitos estilos de vida que as pessoas podem adotar. Nenhum é melhor que o outro, mas todos são fruto de escolhas.

Alguns estilos são mais imobilizados e outros são mais livres. Viver dentro de um barco é apenas um entre milhares de estilos. Até a vida dentro do barco pode ser mais livre ou mais imobilizada.

Existem barcos luxuosos, caros, cheios de coisas que exigem cuidado, atenção, manutenção, segurança e que tornam usa vida mais imobilizada. Da mesma forma existem apartamentos pequenos onde é possível viver de maneira leve e livre como alguém que mora em um pequeno barco.

A escolha por uma vida mais livre tem total relação com a busca por mais equilíbrio financeiro e mais independência financeira.

Muitos buscam a independência financeira, mas são poucas as pessoas que conheço que sabem qual é o seu verdadeiro sentido.

Para tomar a decisão de trocar o seu estilo de vida citadino (habitante ou natural da cidade) não é necessário só a coragem para ouvir as críticas de quando você faz algo que foge do senso comum. É necessário ter atingido um estágio de equilíbrio financeiro que permita tomar essa decisão. O dinheiro pode ser usado para ampliar a liberdade ou a imobilidade da sua vida.

Tempo, trabalho e liberdade

É difícil falar de liberdade, dinheiro e consumo sem falar de trabalho e do tempo que gastamos no trabalho. Existe um momento no vídeo onde esse tema aparece.

Quem não gostaria de trabalhar com aquilo que ama fazer? Seria a situação ideal. Muitos querem, poucos lutam por isso.

Para mim essa foi a maior conquista que tive quando atingi um maior nível de liberdade financeira.

Imagine como seria a sua realidade se você conseguisse trabalhar todos os dias fazendo uma atividade que é a grande paixão da sua vida. Uma atividade que você faria até de graça se não precisasse do emprego que você tem hoje para pagar suas contas.

Somente aquele que conseguem atingir uma vida financeira equilibrada podem passar por essa experiência, pode fazer as escolhas que permitem trocar o emprego por sobrevivência pelo emprego que dá sentido para a sua existência. Mais uma vez estamos diante de escolhas.

Com base no que escrevi no artigo anterior, sobre a situação dos brasileiros e a educação financeira, serão raras as pessoas que terão essa oportunidade durante a vida. É uma grande pena.

Milhões de pessoas vão passar por essa existência trabalhando enlouquecidamente para poderem imobilizar suas vidas cada vez mais, de Black Friday em  Black Friday, ano após ano.

São imobilizações que funcionam como prêmios de consolação por uma escolha que não permite muita liberdade. As bugigangas aliviam, torna o trabalho por obrigação mais suportável, mas o efeito é temporário.

Conseguir juntar trabalho e a sua paixão não é uma consequência da sorte, como um senhor disse durante o vídeo. Unir trabalho e a sua paixão é resultado de inúmeras decisões onde as questões relacionadas com o dinheiro, trabalho, consumismo e planejamento estão envolvidas e caminham para atingir um objetivo comum.

Para se tornar livre é necessário soltar as amarras, abrir mão de muita coisa, largar uma coisa para agarrar outra, corta as cordas que nos prendem em ancoras, fazer escolhas onde cada “Sim” exige dizer vários “Nãos”, onde liberdade significa zarpar do porto seguro onde nos atracamos. Barcos não foram feitos para ficarem imobilizados em algum porto. Vidas também não foram feitas para isso. Por isso, os prêmios de consolação são necessários para muitos, pois eles aliviam e anestesiam.

Essa vida que você leva hoje não é o único estilo de vida que existe. Talvez seja o único estilo de vida que você conhece.

O casal que aparece no vídeo escolheu um estilo entre 1001 formas de viver. Uma vida financeiramente equilibrada amplia o leque de possibilidades de estilos para você escolher.

Uma vida financeiramente desequilibrada, repleta de problemas financeiros, ativos imobilizados, custos fixos e depreciações, reduz muito as escolhas que você pode fazer, degrada muito a qualidade da vida que você leva, pois os problemas financeiros tiram a sua liberdade.

Tem uma parte no vídeo (minuto 17:15) onde perguntam para o casal: “Qual o barco ideal para você?”.

Como resposta: “…um barco que não seja um peso para manter. Adoraria ter um barco como aquele ali (barco grande e luxuoso), mas para manter aquele barco eu teria que fazer um monte de coisas que eu não gosto“.

Então, o senhor que fez a pergunta comenta dizendo: “Aí não valeria a pena…

Agora responda essa pergunta para você mesmo. Troque a palavra “barco” pela palavra “vida”, pois na prática o nosso barco é a nossa vida: “Qual é o barco a vida ideal para você?

Será que a vida ideal para você não seria aquela que não se torne um peso para manter?

Quem não adoraria ter um carro luxuoso, uma casa de cinema, lanchas, jet ski, itens elegantes e equipamentos de última geração? Todos gostariam. O problema é que nem todos estão dispostos a fazer o que não gostariam para manter esse estilo de vida tão custoso.

Não estou me referindo a fazer coisas ilegais ou imorais. Isso já seria outro nível, muito abaixo. Estou falando apenas em fazer coisas que você não gosta de fazer com seu tempo e esforço.

Balanço de Resultados da sua Vida

Pelo que pude entender, o casal do vídeo possui um negócio próprio, uma produtora de vídeos. Pelo que entendi a produtora continua existindo, mas de tal forma que é possível manter um estilo de vida longe da cidade grande. Aqui temos outros tipos de escolha.

Em outro momento do vídeo o senhor pergunta Que conselho você daria para uma pessoa que está trabalhando, que está amarrada nesse jogo, que sonha sair… mas fica só na vontade e não toma atitude“.

A resposta do casal “Tome cuidado, esse é o sintoma clássico de quem nunca vai realizar um sonho próprio, mas só o de outras pessoas”.

O senhor que fez as perguntas diz: “… uma vez me chamaram de sonhador e eu interpretei isso como elogio. Quando deixamos de sonhar envelhecemos e morremos. De todos os sonhos que eu tenho, 80% eu não irei realizar, mas realizar sonhos não é importante”.

Depois o dono do barco completa: “…o esforço para realizar o sonho que é legal. Lutar para conseguir (o sonho) dói, é difícil, mas é musculação para a alma. Dinheiro é bom, mas o legal é poder fazer as coisas que você quer, que você sonha, pois para ganhar o dinheiro você gasta tanto dinheiro e tempo, que não volta… não sei se vale a pena. Você tem que fazer um balanço de resultados da sua vida.”

Você provavelmente já fez um balanço patrimonial da sua vida listando todo dinheiro que você tem e todos os bens que você acumulou. Já fazemos isso todos os anos quando declaramos imposto de renda. A declaração é um balanço do que acumulamos e imobilizamos.

Só que além desse balanço patrimonial é interessante fazer um balanço de resultados da sua vida. Quantas coisas dariam sentido para sua vida pessoal e dariam sentido para sua vida profissional, mas que não são possíveis já que vivemos uma vida financeiramente desequilibrada?

Quantas coisas você gostaria de ter sido ou feito que estão na lista de passivos do seu balanço de resultados de vida? Quando não estamos poupando como se fossemos viver para sempre, estamos gastando como se fossemos morrer amanhã. As duas situações são desequilibradas. As duas são extremos. Devemos buscar o equilíbrio.

Além do balanço patrimonial crescente é importante ter um balanço de resultados e realizações crescentes e uma relação equilibrada entre as duas coisas.

Convite

Você se identifica com as reflexões e com essa visão da realidade que apresentei nesse artigo? Deixe seu comentário e leia esse convite.

Em 2018 eu pretendo lançar um curso onde vou compartilhar minha visão sobre tempo, trabalho, dinheiro, investimentos e vida. Para mim, todos esses pontos estão conectados de forma interdependente.

Aquele que ensina sobre dinheiro de uma forma isolada, está entregando algo incompleto, está mostrando meia realidade, meia verdade, a parte no lugar do todo.

Por este motivo, não será um curso apenas sobre educação financeira, pois ela é só parte do todo e isoladamente faz pouco sentido.

Acredito que a maneira como cada autor aborda a educação financeira é única e chegou o momento de reunir alguns poucos leitores do Clube dos Poupadores, que estejam realmente comprometidos, e que queiram iniciar essa jornada comigo em 2018. Se você tem interesse por esse projeto cadastre seu e-mail aqui.

Em 2018 também teremos a abertura da nova turma 2 do curso Resistência onde pretendo divulgar compartilhar os resultados e alguns depoimentos dos nossos atuais alunos.

About the Author:

Leandro Ávila é administrador de empresas, educador independente especializado em Educação Financeira. Além de editor do Clube dos Poupadores é autor dos livros: Reeducação Financeira, Investidor Consciente, Investimentos que rendem mais, e livros sobre Como comprar e investir em imóveis.

104 Comments

  1. Robim 23 de novembro de 2017 at 17:52 - Reply

    Muito interessante, há um tempo atrás vi um vídeo com uma situação extremamente parecida… Isso comprova este trecho do texto: “Essa vida que você leva hoje não é o único estilo de visa que existe”. Ônibus convertido em casa e negócio, ouvindo apenas uma das ultimas frase da moça dá para perceber a semelhança com o vídeo mostrado neste artigo, olhem ai (link direto para o momento a fala, tradução automática está boa): https://youtu.be/4p2WMFgTcSw?t=11m57s

    • Leandro Ávila 24 de novembro de 2017 at 7:50 - Reply

      Muito bom Robim. O interessante é que não necessariamente precisamos morar em um barco ou em um ônibus para fazer o que gostamos. No caso dessas pessoas elas gostam muito de viajar e por isso precisamos ter uma vida mais simples para que isso se torne possível. Só que devemos perceber que dentro dos nossos apartamentos e casas também podemos seguir um estilo de vida mais equilibrado para que possamos ter os recursos que precisamos para fazer aquilo que queremos fazer, para que possamos trabalhar nas profissões que gostaríamos de ter e assim por diante.

      • Robson 25 de novembro de 2017 at 0:13 - Reply

        Sim eu entendi, essa é a ideia principal por trás do video… Inclusive sou inscrito em outros canais no YouTube onde as pessoas claramente trocaram o sofisticado pelo prazer de fazer algo que elas gostam e que trás um significado para a vida delas, elas não falam isso abertamente, mas da para perceber… Muito bacana, obrigado Leandro.

  2. Wellington 23 de novembro de 2017 at 19:32 - Reply

    Trecho de “Vida para Consumo – A Transformação das Pessoas em Mercadoria‎”, de Zygmunt Bauman:

    p.64: “A sociedade de consumo prospera enquanto consegue tornar perpétua a não-satisfação de seus membros (e assim, em seus próprios termos, a infelicidade deles). O método explícito de atingir tal efeito é depreciar e desvalorizar os produtos de consumo logo depois de terem sido promovidos no universo dos desejos dos consumidores. Mas outra forma de fazer o mesmo, e com maior eficácia, permanece quase à sombra e dificilmente é trazida às luzes da ribalta, […]: satisfazendo cada necessidade/desejo/vontade de tal maneira que eles só podem dar origem a necessidades/desejos/vontades ainda mais novos. O que começa como um esforço para satisfazer uma necessidade deve se transformar em compulsão ou vício. E assim ocorre, desde que o impulso para buscar soluções de problemas e alívio para dores e ansiedades nas lojas, e apenas nelas, continue sendo um aspecto do comportamento não apenas destinado, mas encorajado com avidez, a se condensar num hábito ou estratégia sem alternativa aparente”.

    • Leandro Ávila 24 de novembro de 2017 at 7:43 - Reply

      O ser humano tem a tendência de buscar no mundo externo o preenchimento de carências internas, e, de preferência, que seja uma solução rápida, fácil, que não exija trabalho, quase uma mágica… Existem produtos e serviços para a satisfação de todo tipo de carência, mau hábito, vício, ignorância, etc. Esse comportamento humano é objeto de estudo. As empresas estudam a maneira como nos comportamos e utilizam esses estudos para vender cada vez mais. Cabe a cada pessoa começar a se estudar também, se tornar especialista de si mesmo, pois se não fizer isso, os outros vão fazer e as deficiências e defeitos serão economicamente explorados. Sempre foi assim. A educação financeira é uma forma de combater um tipo de ignorância que é explorada largamente.

    • Rosana - Simplicidade e Harmonia 24 de novembro de 2017 at 11:45 - Reply

      Wellington,

      Gostei muito do trecho do Bauman que postou. Pessoas insatisfeitas são mais consumidoras do que aquelas que se conhecem e das que possuem consciência de que o SER é mais importante do que o TER.

      Abraços,

    • Sérgio 25 de novembro de 2017 at 5:53 - Reply

      “O método explícito de atingir tal efeito é depreciar e desvalorizar os produtos de consumo logo depois de terem sido promovidos no universo dos desejos dos consumidores….”

      Mas isso tem um lado bom!!

      Muitos desse produtos que são carissimos no dia do seu lançamento,acabam por ter uma desvalorização de 80 a 90%,passados 2 ou três anos.è bom para aqueles como eu não se importam de comprar artigos usados e que não sejam o ultimo grito de moda.
      Eu graças a isso nunca tive um custo de vida tão baixo como agora.

      Parabens Leandro pelo seu exelente trabalho que alem de ter conteudo construtivo (e não entertainer como na maioria dos casos) acaba tambem por promover o convivio entre nós,os que temos uma visão diferente e não adotamos o estilo de vida “mecanizado ” da maioria, que vive exclusivamente para CONSUMIR.

      Um abraço de Portugal.

      • Leandro Ávila 25 de novembro de 2017 at 9:23 - Reply

        Oi Sérgio. Obrigado, é curioso a questão do “entertainer”. Tem muita gente misturando educação financeira com entretenimento e humor. Até acho interessante para atrair a atenção das crianças e dos adolescentes. Só que as questões envolvendo o dinheiro e as relações que existem entre o dinheiro e todas as áreas da vida, são questões muito sérias e que merecem reflexões profundas.

    • Soray 25 de novembro de 2017 at 20:50 - Reply

      Gosto muito desse livro! Li recentemente e só corroborou com os ensinamentos desse site e a realidade clara que percebo no meu dia a dia.

  3. Renier Dias 23 de novembro de 2017 at 20:14 - Reply

    Bravo, Leandro. Bravíssimo!

  4. valmir candido 23 de novembro de 2017 at 20:35 - Reply

    Adorei a história do casal, estou caminhando pra esse estilo de vida, livre e independente.
    Òtimo artigo, Leandro.

  5. Felipe Castro 23 de novembro de 2017 at 20:55 - Reply

    Parabéns mais uma vez pelo seu trabalho! Continuo sendo seu fã!
    Estou correndo atrás de mais liberdade, mas a situação financeira ainda não me permite sonhar mais alto… Sigo aprendendo pra chegar lá!

  6. Mário Santos 23 de novembro de 2017 at 20:59 - Reply

    Parabéns Leandro, um conteúdo realmente de qualidade, que conduz a refletirmos sobre nossa jornada de vida. Um forte abraço

  7. Joanatan-Ibirité-MG 23 de novembro de 2017 at 21:08 - Reply

    Artigo bom professor.
    Quero muito participar do novo curso.

  8. Renata 23 de novembro de 2017 at 21:09 - Reply

    Como sempre Leandro, de excelente qualidade seu artigo. Chegar a esse ponto é uma escolha difícil e realmente tem que estar muito certo da onde se quer chegar. Não sei se eles têm filhos, o que talvez tornasse essa mudança um pouco mais complicada. Mas do fundo do meu coração eu admiro muito a coragem deles. O meu desejo aqui em casa é fazer esse retrocesso em prol de a vida mais frugal e com muito significado. Confesso que o conhecimento de Educação Financeira tem nos ajudado muito nessa caminhada, mas entendo que questões emocionais são primordialmente necessárias serem resolvidas, para que se possa evoluir mais nessa área. Obrigada mais uma vez, é sempre um prazer participar deste clube e evoluir a cada artigo.

    • Leandro Ávila 24 de novembro de 2017 at 7:35 - Reply

      Oi Renata, por isso que cada pessoa deve criar seu próprio estilo de vida, pois cada um vive uma realidade diferente. Se ele tivesse 3 filhos na idade escolar as escolhas certamente seriam diferentes. Na verdade, todos temos o nosso barco que é a nossa casa, família e a nossa vida.

  9. Elisangela 23 de novembro de 2017 at 21:18 - Reply

    Nossa! Q máximo essa reflexão! Eu já venho praticando o “menos é mais” e este artigo vai de encontro com isso.

    Adorei ouvir a parte de olhar para um luxuoso barco e enxergar os custos de fazer o que não se gosta para mante-lo. De priorizar um barco que permita tem mais placas solares para ter o “básico” que é energia elétrica!

    Está é primeira vez que me interesso por Black Friday onde estou analisando “promoções” de investimentos nas corretoras e atenta as promoções de cursos que quero fazer. Gratidão pelo artigo!

    • Leandro Ávila 24 de novembro de 2017 at 7:32 - Reply

      Oi Elisangela. Parabéns pelas reflexões que você fez. É curioso que só quando nos privamos do básico ou quando refletimos sobre ele conseguimos perceber o seu valor. Tendemos a não valorizar o que tem valor, sendo que normalmente já temos as coisas de maior valor, e temos uma tendência de supervalorizar coisas que não possuem tanto valor assim, mas vendem esse valor para nós.

  10. VANDERLEI APARECIDO MAGRO 23 de novembro de 2017 at 21:23 - Reply

    Grato Leandro pelo artigo.Acho que uma grande lição para os mais jovens é começar a ter esse equilíbrio financeiro e poupar e investir quando jovem.Essa lição é o que chamamos de “O pula do gato”.
    Comecei mais velho e me arrependo imensamente, pois tinha um salário razoável garantido todo mês por ser funcionário público..É bem mias difícil alcançar a independência financeira poupando mais velho. .Para os mais jovens fiquem atentos a isso.Os frutos que colheram no futuro serão magníficos.
    Um abraço Leandro,
    Vanderlei

    • Leandro Ávila 24 de novembro de 2017 at 7:29 - Reply

      Oi Vanderlei, sempre é possível reduzir o nível de dependência. Só em ter alguma reserva que possa fazer a pessoa depender menos de empréstimos e dívidas diante de imprevistos, só em ter mais consciência, mais planejamento, a qualidade da vida já se amplia e as possibilidades também. Sempre é tempo para buscar esse tipo de educação financeira.

  11. Rogerio Batista de Oliveira 23 de novembro de 2017 at 21:53 - Reply

    Olá Mestre!
    Mais um texto maravilhoso, para refletimos e prensarmos em acreditar que podemos mudar nossas vidas e realizar nossos sonhos!
    Sou seu aluno do curso resistência e com toda certeza estarei no seu novo curso equilíbrio.
    Estou na expectativa do lançamento do livro transcendência que espero ser em breve!
    Obrigado por nos ajudar a tirar mais uma trava de nossa vistas!

  12. Adriano 23 de novembro de 2017 at 21:56 - Reply

    Palavras sempre sóbrias mas que embriagam de sabedoria. Parabéns por mais um excelente texto.
    De todo esse conteúdo, na minha opinião o mais difícil é resistir a todo o apelo de consumo da mídia e as criticas da sociedade que lhe julgam como errado e diferente em pensar / poupar para o futuro. Por isso penso o nome do seu curso, Resistência, é perfeito. Aguardo a abertura da segunda turma para aumentar meu aprendizado e acelerar minha independência.

    • Leandro Ávila 24 de novembro de 2017 at 7:19 - Reply

      Obrigado Adriano. O que fazemos com essas críticas é o que faz a diferença.

  13. Dinheiro Investimento e Lazer 23 de novembro de 2017 at 22:04 - Reply

    Uma vida feliz são vários pontos chaves, é preciso trabalhar todos eles em conjunto.

    Abraço

    • Leandro Ávila 24 de novembro de 2017 at 7:18 - Reply

      Todos eles alinhados para que você possa fazer aquilo que sonha fazer com sua curta e pequena vida.

  14. João Batista 23 de novembro de 2017 at 22:18 - Reply

    Boa noite Leandro, sensacional esse artigo, na minha opinião um dos melhores que você já escreveu, alinha educação financeira com a liberdade de escolha, missão de vida, felicidade, disciplina e muita força de vontade de ir atrás dos seus objetivos. Parabéns!!!

  15. Ailton 24 de novembro de 2017 at 0:01 - Reply

    Olá Leandro, muito boa noite! Texto muito bom, certamente ele dará início as séries de reflexões que muita gente costuma fazer no fim do ano. Agora, a parte que mais gostei foi a passagem: poupa como se fosse viver pela eternidade à fora e gasta dinheiro com tanta ferocidade que até parece que morrerá no próximo segundo (frase adaptada). A coisa é séria mesmo. Tem gente que vive simultaneamente nesses dois extremos. Eu fico refletindo sobre como essas pessoas conseguem entender facilmente os mecanismos que levam a esses hábitos, mas não surge resposta na minha consciência. Todavia, outra parte que me chamou atenção foi o fato de eles dizerem que seria muito chato realizar o sonho, pois ao realizá-lo tudo estaria acabado e perderia o sentido. O legal é o caminho a ser trilhado rumo ao sonho. Finalizando aqui e deixando uma dica para os demais leitores. Não viva poupando ou gastando em excesso, determine uma vida equilibrada como seu objetivo de sonho. Garanto que nessa longa estrada vocês terão muita diversão sem correr o risco de alcançar o sonho.

    • Leandro Ávila 24 de novembro de 2017 at 7:16 - Reply

      Oi Ailton. Eu acredito que precisamos definir objetivos. É uma necessidade existencial, faz parte da natureza humana. Nossa felicidade depende disso. Não somos como bananeiras que nascem e crescem com o objetivo de seguir sua vida predeterminada de bananeira, uma vida vegetativa, mecânica, de brotar, crescer e produzir bananas. É um estilo de vida possível, mas isso não satisfaz a natureza humana. O trabalho, dinheiro, poupança e investimentos são instrumentos para que possamos ter o estilo de vida que sonhamos, para que possamos produzir aquilo que queremos produzir nessa vida. Nesse ponto entra a importância de uma vida financeira equilibrada e menos dependente.

  16. Romulo 24 de novembro de 2017 at 0:07 - Reply

    Há algum tempo atrás,eu tive a felicidade de através de um dos seus textos conhecer os conceitos de educação financeira. Desde então estou sempre acompanhado o Clube dos poupadores. Obrigado pelo excelente trabalho que vem realizando,provendo educação financeira a um país que tanto precisa.

  17. Renato 24 de novembro de 2017 at 1:05 - Reply

    Grande Leandro. Abraços

  18. Marcos Diniz 24 de novembro de 2017 at 1:10 - Reply

    Parabéns pelo artigo Leandro!
    Sempre estou acompanhando por aqui.
    Sucesso!

  19. Elifazio Bernardes da Silva 24 de novembro de 2017 at 5:03 - Reply

    Que porrada! Sou adepto do minimalismo e vivo uma vida simples, com poucas coisas. Coisas para mim significa problema, consome tempo e energia para cuidar.

    Excelente reflexão e parabéns por trazer este conteúdo para nós.

    Obrigado

    • Leandro Ávila 24 de novembro de 2017 at 7:11 - Reply

      Oi Elifazio. Eu não gosto muito dos rótulos, já vi algumas apresentações sobre minimalismo e dentro dessa filosofia existem algumas pessoas extremistas e existem as mais equilibradas. Eu acredito que entre um extremo do minimalismo e o extremo do consumismo existem pontos de equilíbrio, sendo que cada pessoa pode buscar o seu ponto. Eu acredito que cada objeto na sua vida deve ter um propósito, função, utilidade, esses objetos devem merecer ocupar espaço na sua casa e na sua vida. Ninguém nasce para passar a vida toda cuidando e armazenando coisas que não possuem utilidade. É desperdício de vida, além de desperdício de dinheiro (que ganhamos gastando nossa vida no trabalho diário).

      • Elifázio Bernardes da Silva 25 de novembro de 2017 at 21:05 - Reply

        Leandro concordo com você, talvez meu comentário pareceu radical, mas é exatamente como você colocou.

        Equilíbrio e propósito. Extremismo não é bom mesmo.

        Obrigado e sucesso!

  20. Mário Augusto 24 de novembro de 2017 at 6:37 - Reply

    Bom dia Leandro, leio todos seus ótimos artigos mas este você se superou. O artigo mostra a síntese de tudo que você tem ensinado para nós todo este tempo, que é ter uma vida equilibrada financeiramente, mentalmente e fisicamente, Parabéns nota 10 de novo.

  21. Paulo Rocha 24 de novembro de 2017 at 7:33 - Reply

    Parabéns Leandro. Os conteúdos postados por você elucidam a nossa perspecção sobre o que é realmente importante na balança. Será que vale realmente a pena se sacrificar tanto em coisas que não trazem motivação para manter uma estrutura imobilizada? Passo por isso atualmente com alguns imóveis que só me geram custo e estou tentando mudar esse jogo.

    • Leandro Ávila 24 de novembro de 2017 at 7:56 - Reply

      Oi Paulo. Existem pessoas que adoram ter imóveis e adoram cuidar deles. Se é uma coisa que a pessoa ama, está tudo certo. Já vi casos de pessoas que possuem imóveis para alugar no airbnb. Elas amam o que fazem, amam oferecer uma ótima experiência para as pessoas, gostam de ter o seu trabalho elogiado, gostam de atender bem. Se você tem imóveis e não gosta da situação, se isso não está alinhado com seus objetivos, com seu estilo de vida, com vida que você gostaria de ter, então existe alguma coisa errada. Seus investimentos, seu patrimônio, devem estar alinhados com os seus objetivos, não podem ser uma coisa que atrapalha.

  22. Paulo Rocha 24 de novembro de 2017 at 7:34 - Reply

    * percepção.

  23. Felipe Fröner 24 de novembro de 2017 at 7:41 - Reply

    Exato. Preciso. No ponto.

  24. Ricardo 24 de novembro de 2017 at 7:45 - Reply

    Deixar de viver hoje pensando no amanhã ou gastar tudo hoje como se não houvesse amanhã? Equilíbrio é a palavra. Aliás, é a palavra que mais gosto: equilíbrio. Invisto 50% do meu salário pensando na minha aposentadoria e consumo os outros 50% com coisas que me dão prazer hoje: viagens, restaurantes e entretenimento, enfim, tudo dentro das minhas possibilidades. Se tenho um emprego bom? Sim, batalhei por isso. Se sou feliz assim? Não sei. Só acho que a plenitude deve passar pelo equilíbrio.

    • Leandro Ávila 24 de novembro de 2017 at 7:57 - Reply

      Oi Ricardo, parabéns por definir e buscar o seu próprio equilíbrio.

  25. Marcos 24 de novembro de 2017 at 8:02 - Reply

    ótimo artigo.

    Obrigao!!!

  26. Gilvana 24 de novembro de 2017 at 8:08 - Reply

    Olá Leandro, bom dia!

    Excelente artigo e que nos levam a boas reflexões!

    Como faço para participar dos seus cursos?

    Grande abraço!

    • Leandro Ávila 24 de novembro de 2017 at 12:17 - Reply

      Oi Gilvana. Basta cadastrar o seu e-mail aqui no site para receber avisos sobre a abertura de novas turmas.

  27. FELIX RODRIGUES 24 de novembro de 2017 at 8:54 - Reply

    Bom conteúdo. Estou almejante a participar desse novo curso. A vida é corrida, mas o tempo que passa para fazermos alguma coisa é o mesmo que passa se não fizermos nada. Obrigado por seus artigos.

    • Leandro Ávila 24 de novembro de 2017 at 12:18 - Reply

      Oi Felix. Vai passar de uma forma ou de outra e quando estamos preparados podemos tomar decisões melhores sobre o tempo.

  28. Luiz Henrique 24 de novembro de 2017 at 9:44 - Reply

    Bom dia Leandro. Mais uma vez, parabéns pelo belíssimo trabalho. Se me permite, gostaria de sugerir a pauta: “aposentadoria proporcional x aposentadoria integral”. Julgo ser atual o tema. Abraços e obrigado.

  29. Alexsandro S Santana 24 de novembro de 2017 at 10:12 - Reply

    Oi Leandro, parabéns pelo Artigo, no meu caso a busca pelo conhecimento na área da educação financeira, que começou no início desse ano, me fez traçar um grande objetivo e que acho que é comum a maioria das pessoas que buscam esse conhecimento, que é a “independência financeira” e acredito que por meio dela, fica mais fácil atingir os outros objetivos ou sonhos de vida, como o do casal citado no artigo. Concordo plenamente quando o dono do barco diz que o percurso até o sonho que é importante não o sonho realizado em si. Podemos transferir esse ensinamento, com adaptações, para nossa caminhada até a independência financeira ou para qualquer objetivo financeiro parecido, que seja de longo prazo, nesse caso devemos durante essa caminhada, aproveitar o tempo com o que mais nos importa: família, lazer, “sonhos menores” e etc. A conquista da independência financeira, como objetivo ou sonho só abriria um leque para diversos outros sonhos, por esse motivo coloco ele como meu principal sonho.

  30. Bruno 24 de novembro de 2017 at 10:45 - Reply

    Parabéns, mais uma vez um excelente artigo que nos faz refletir sobre nossas prioridades.

  31. Rosana - Simplicidade e Harmonia 24 de novembro de 2017 at 11:42 - Reply

    Leandro,

    Excelente post, muito apropriado para a época de final de ano de forma geral.

    O quanto estamos imobilizando inconscientemente nossas vidas?
    O quanto preenchemos espaços com coisas irrelevantes por medo de buscar o que realmente queremos?

    Atitude é tudo, como disse o casal.

    Abraços,

  32. Guilherme 24 de novembro de 2017 at 17:33 - Reply

    Já disse aqui uma vez. Quanto mais próximos estamos da independência financeira, parece que damos cada vez menos valor a bens materiais. Passamos a dar mais valor à liberdade e à possiblidade de realizar qualquer coisa que desejar.

    Por isso, penso eu, que raramente perdulários ou materialistas alcançarão esse estado de vida independente, pois estão escravizados por estilos/bens materiais.

    Achei interessante o depoimento dele sobre como a sucessão de sonhos o fez chegar onde está (mudar-se de cidade para tornar-se músico, trabalhar com sonoplastia e produção de vídeo, velejar) e que nada é definitivo (ele pode muito bem decidir fazer outra coisa no futuro). A vida é isso: uma linha tortuosa com objetivos variados que te mantém energizado. É nesse caminho que devemos amadurecer e evoluir.

    Ótimo texto para um período de mudanças que devo realizar em minha vida no próximo ano.

    Abraços!

    • Leandro Ávila 24 de novembro de 2017 at 23:06 - Reply

      Obrigado pelo comentário Guilherme. É isso mesmo que acontece.

  33. Maria das Graças Medeiros 24 de novembro de 2017 at 18:53 - Reply

    Adorei o artigo e acabei de tomar uma decisão, mais liberdade e menos imobilizado. Imobilizado pesa. Quero ter liberdade na terra e no mar. motorhome e barco?? que coisa linda. levo minha casa comigo para qualquer lugar, sejo na terra ou no mar. Parabéns Leaandro.

    • Leandro Ávila 24 de novembro de 2017 at 23:05 - Reply

      Oi Maria. O interessante é que você pode ter mais liberdade e mobilidade na sua casa mesmo. As pessoas que passam a vida inteira entulhando coisas em casa ficam com menos espaço, menos tempo, menos dinheiro, mais problemas, mais preocupações, pois nem sempre ter um monte de coisas significa ter uma vida mais confortável ou ter uma vida melhor.

  34. Camila 24 de novembro de 2017 at 19:27 - Reply

    Oi Leandro, excelente reflexão mais uma vez!! Adotei o estilo de vida minimalista desde o começo do ano passado…é claro que é um processo longo, não nos tornamos minimalistas da noite para o dia. Mas uma das coisas que fez toda a diferença é ter abolido a televisão da minha casa, diminuído o tempo e melhorado o conteúdo de internet, ter parado de “bater perna” em shoppings, cancelado assinatura de revistas de moda e passado a “viver” mais. Depois de um tempo longe dos apelos da mídia, nos tornamos “imunes” a eles. Hoje não há aquele faniquito por comprar. Anúncios de black friday e afins não estremecem nem um pouco meu coração. Tenho a segurança de quem fez uma escolha certa e está feliz com ela. Tenho esse mesmo pensamento hoje: tal objeto vale os plantões a mais que terei que fazer para comprá-lo e mantê-lo? Vale as noites e fins de semana que ficarei longe da família? Até agora a resposta tem sido NÃO! E seguindo nesse ritmo, eu e meu marido somos considerados os “excêntricos” da família. E quer saber? Isso pra mim é um baita elogio!!

    • Leandro Ávila 24 de novembro de 2017 at 23:02 - Reply

      Oi Camila. Parabéns e obrigado por compartilhar aqui. Artigos como esse são lido por dezenas de milhares de leitores e depoimentos como o seu inspiram essas pessoas.

  35. Vânia 24 de novembro de 2017 at 19:45 - Reply

    Leandro, mais um artigo incrível! Sua visão e palavras são inspiradoras.
    Estou em uma fase da vida onde tenho trabalhado/ estudado mais de 15 horas diárias, 6,5 dias por semana.. estou fazendo um grande esforço, exaurindo todas as possibilidades.. mas com um objetivo futuro: Minha liberdade, liberdade a qual acredito que tu tenha traduzido, liberdade de fazer o que sonho, liberdade de aproveitar melhor o tempo. Não sei se estou no caminho correto, mas foi o melhor caminho que encontrei até o momento.
    Mais uma vez grata por suas palavras.

    • Leandro Ávila 24 de novembro de 2017 at 23:00 - Reply

      Oi Vânia. Parabéns por lutar pelos seus sonhos e objetivos. Muitos estão nesse momento reclamando, buscando distrações e nada estão fazendo.

  36. Aécio 24 de novembro de 2017 at 22:02 - Reply

    Parabéns leandro, abro meu e-mail, e fico buscando a postagem desse querido educador financeiro, grande abraço.

  37. Sandra 24 de novembro de 2017 at 23:05 - Reply

    MUITO obrigada pelo texto, Leandro! Caiu como uma luva pra mim. Me levou a fazer um série de reflexões sobre os rumos de minha vida que anda um tanto distante da liberdade que tanto sonho. Suas palavras e o vídeo me fizeram enxergar as várias mudanças que preciso fazer..Seu trabalho é incrível e tem me ajudado muito! Muita GRATIDÃO!

    • Leandro Ávila 25 de novembro de 2017 at 9:24 - Reply

      Oi Sandra, parabéns por ter aproveitado o momento para fazer essas reflexões!

  38. willians 25 de novembro de 2017 at 11:21 - Reply

    Leandro , Parabéns pelo artigo , vou compartilhar o momento que artigo veio de encontro com a minha realidade.

    Quando entrevistador diz , Qual conselho você daria para a pessoa que está amarrada nesse jogo? Ele responde essa é um clássico sintoma que você trabalha para sonho das pessoas.

    Hoje graças a Deus tenho família maravilhosa , trabalho em multinacional , através dos artigos do clube dos poupadores e dos livros que adquiri mudou muito os hábitos da minha vida e da minha família.

    Muito que está no no artigo , já adotamos , como moramos em apartamento pequeno , temos carro com quit básico , priorizamos uma viagem por ano , Mais gostaria muito de trocar tudo isso , por uma vida tranquila , sem reunião , meta a ser cumprida , hoje trabalho no centro financeiro de São Paulo , faço percurso de moto , pois tempo é precioso , mais ainda sonho um dia viver como gostaria , tenho dois filhos seu que trabalho para dar boa educação , mesmo com a crise que estamos , sempre tem.
    Muito obrigado pela transferência de conhecimento , Leandro você não tem noção quando seus artigos , influenciaram meu estilo de vida.

    • Leandro Ávila 27 de novembro de 2017 at 18:21 - Reply

      Obrigado Willians. Fico feliz por ajudar de alguma forma.

  39. Oyrag 25 de novembro de 2017 at 20:12 - Reply

    “Aprendi que todo mundo quer viver no TOPO DA MONTANHA.
    Sem saber que a verdadeira felicidade está na forma de subir a encosta.”
    Gabriel Garcia Márquez
    Obrigado pelo artigo mestre Leandro.

  40. Carlos Eduardo 25 de novembro de 2017 at 21:47 - Reply

    Boa reflexão, Leandro! Interessante você mostrar a questão da liberdade, que é muitas vezes vago para as pessoas.

    Liberdade de escolha do que é melhor para si e para sua família.

    E isto está ligado diretamente ao que cada um quer e seus valores.

    Eu tenho refletido muito sobre isso ultimamente. Principalmente quando penso no valor que irei gastar para manter um imóvel. Se você se compromete demais, poderá ficar eternamente amarrado a uma vida de restrições. Tudo para manter aquele padrão de vida que muitas vezes não reflete suas aspirações internas.

    Por isso vale muito esta reflexão!

    Continue com este excelente trabalho de educar as pessoas para vida e não só financeiramente.

    • Leandro Ávila 27 de novembro de 2017 at 18:18 - Reply

      Obrigado Carlos. São questões que devemos refletir.

  41. Gines 26 de novembro de 2017 at 15:55 - Reply

    Muito interessante o texto.

    Estou passando por situação bem importante que esse texto ajuda muito.

    Eu e minha esposa somos médicos, temos um bebê de 1 ano. Há 2 meses tomei a decisão de reduzir drasticamente a carga de trabalho e padrão de vida pra ficar perto deles e dar a chance de mudar de vida. Financeiramente somos muito organizados, temos boas reservas que nos garantiram a tranquilidade de parar pra pensar.

    Mas nesse momento o que está angustiando é a procura por um projeto de vida que faça sentido. Estamos no ponto certo pra fazer essa escolha, mas como é difícil não saber pra onde ir.

    O texto ajudou muito a perceber que estamos no caminho, mas a angústia é pra onde esse caminho leva.

    • Leandro Ávila 27 de novembro de 2017 at 18:17 - Reply

      Oi Gines. Parabéns por fazer essas reflexões. A mudança é desconfortável. Refletir sobre alternativas distantes do padrão que todos adotam também é desconfortável. Essa angústia é mais do que natural e muitos evitam pensar e refletir sobre esses temas para evitar esse tipo de angústia que é construtiva.

  42. Dennis 26 de novembro de 2017 at 16:26 - Reply

    Leandro, apesar de ser importante manter nossos custos sob controle, muitas vezes temos que gastar além do necessário por conta dos problemas do país. Aqueles que possuem condições, colocam filhos em escolas particulares, pois a maioria das escolas públicas é péssima (e muitas particulares também não se salvam). Andam de carro blindado, pois a violência atingiu níveis insuportáveis. Moram em imóveis mais caros, buscando regiões teoricamente melhores, na tentativa de proteger a família. São apenas exemplos de custos adicionais, onde se posterga a independência financeira, em prol de outras prioridades. E nem com todos estes gastos, se fica tranquilo.Talvez um dia você possa dissertar sobre este dilema “o mínimo versus o necessário”. E quem sabe um dia as pessoas deste país acordam e começam a agir, ao invés de esperar que nossos “políticos” façam algo por nós. Grande abraço e parabéns pelo conteúdo!

    • Leandro Ávila 27 de novembro de 2017 at 18:16 - Reply

      Oi Dennis. Cada pessoa tem uma realidade, vive em um lugar diferente, tem custos diferentes. O que vale é a ideia de reflexão individual sobre o tema. Não podemos esperar nada dos políticos. Basta olhar o tipo de gente que se interessa por política. Como esperar alguma coisa dessa gente?

  43. Renato 26 de novembro de 2017 at 20:38 - Reply

    Leandro, olha que legal esse vídeo sobre a corrida dos ratos. Abraço. https://www.youtube.com/watch?v=e9dZQelULDk

  44. João Paulo 27 de novembro de 2017 at 10:27 - Reply

    Leandro, sempre muito show seus textos. Com uma visão e abordagem diferente do convencional pra falar de economia. Parabéns!!!

  45. Wesley Trigueiro 27 de novembro de 2017 at 10:52 - Reply

    Esse artigo dá um ótimo subsídio pro seu livro Transcendência Financeira.

    Obrigado por mais um texto tão rico.

  46. Lucas 27 de novembro de 2017 at 13:13 - Reply

    Leandro, eu liguei para bancos sobre a abertura de uma conta corrente digital e nenhum mais faz essa conta. No bradesco,cobram 12 reais de manutenção ao mês, tem outra saída ou terei de aceitar isso? Obrigado.

    • Leandro Ávila 27 de novembro de 2017 at 18:13 - Reply

      Oi Lucas. Todos os grandes bancos que tinham conta digital pararam de oferecer novas contas dentro dessa modalidade. Restaram alguns bancos pequenos.

  47. Franciele 27 de novembro de 2017 at 13:37 - Reply

    Olá Leandro, sou grande fã do site! Queria informar que seu simulador de juros compostos está apresentando um erro. Ele não está fazendo os cálculos, nem apresentando mais o gráfico. Uso sempre o recurso e por isso notei há algum tempo: http://www.clubedospoupadores.com/simulador-de-juros-compostos Abraços!…

    Leia texto completo em: http://www.clubedospoupadores.com/contato © Clube dos Poupadores

  48. Kelly 27 de novembro de 2017 at 18:13 - Reply

    Leandro…
    Me sinto um peixe fora d’água perto de alguns amigos que se decidiram por levar uma vida como se fossem morrer no dia seguinte. Mas me sinto livre…
    Meu ‘barco’ é uma casa de 70 m2, minha carroça é um seminovo 2012 bem conservado, adoro cozinhar em casa e minha conta está sempre no azul e com uma reservinha boa!
    Me encontrei assim… mas ainda tenho que aprender a fazer render… isso, realmente, ainda não aprendi!

    • Leandro Ávila 29 de novembro de 2017 at 7:11 - Reply

      Oi Kelly. Parabéns! Aprender a fazer render é uma questão de querer e dedicar algum tempo diário. Aqui mesmo no Clube você encontrará muitas fontes de informação.

  49. Kelly 27 de novembro de 2017 at 18:18 - Reply

    Ou melhor, me sinto um ‘peixe mais livre’. Pois tive que aprender a nadar em poças com águas escassas e isso me fez mais hábil para lidar com certas situações!

  50. Douglas Muniz de Oliveira 28 de novembro de 2017 at 14:21 - Reply

    Esse seu falso dilema esta cheio de meias verdades.
    Seu blog não traz nada inovador, e sempre a mesma ladainha, tal qual uma musica tediosa de uma nota só.
    Você só tem esse mesmo tema.Total falta de criatividade.

    .

    • Leandro Ávila 29 de novembro de 2017 at 7:24 - Reply

      Oi Douglas. Muito do que escrevo incomoda profundamente. E esse é o objetivo, pois do incômodo que nasce as reflexões e as mudanças internas nos leitores. Seu comentário evidencia que você tem um problema, embora você goste de acreditar que o problema é o meu trabalho. Diante do incômodo, você tem duas opções: 1) Resolver esse seu problema interno (opção muito difícil) 2) Reclamar do meu trabalho, tentar me desqualificar e me desmotivar (opção fácil, mas inútil para você). Uma outra alternativa seria ignorar o que faço, procurar educadores financeiros criativos, divertidos, talvez os humoristas. Só que não sei se isso resolve o seu problema. Se você procura diversão, aqui é o lugar errado.

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