Quanto custa ter um filho


Ter um filho pode custar mais de R$ 2,6 milhões entre o seu nascimento e a idade de 23 anos. Este investimento que os pais fazem nos filhos pode atingir cifras muito maiores. Nem todo filho com 23 anos já terminou a faculdade, conseguiu um emprego e está levando uma vida economicamente independente. Pais que pagam todas as contas dos filhos adultos é cada vez mais comum.

Aqui no Clube dos Poupadores existe um artigo chamado “Pare de sustentar filhos adultos. Não comprometa sua aposentadoria” onde mostro o problema que muitos pais estão enfrentando ao comprometerem recursos destinados para sua aposentadoria com o sustento de filhos adultos, saudáveis e em idade produtiva. Este artigo bateu recordes de compartilhamento no Facebook. Foram mais de 85 mil compartilhamentos em poucos dias.

Cheguei a esse valor de R$ 2,6 milhões de reais corrigindo os valores de uma pesquisa publicada em 2012 (fonte). Este valor considera todos os gastos que uma família de Classe A teria com cada filho até completar 23 anos. Para uma família de classe C investiria R$ 513 mil em cada filho. Segundo o IBGE, uma família de classe A é aquela que tem renda maior que 15 salários mínimos. A Classe B tem renda entre 5 e 15 salários. A Classe C tem renda entre 3 e 5 salários. A Classe D tem renda entre 1 e 3 salários. A Classe E tem renda até 1 salário.

Neste cálculo não entram os gastos com tratamento para engravidar, custos durante a gestação, gastos com o projeto e a decoração do quarto do bebê, necessidade de mudar de imóvel (casa ou apartamento maior) e outros objetos como carrinho de bebê, enxoval, móveis, etc.

Pode parecer estranho calcular quanto custa um filho, afinal de contas nossos filhos não possuem preço. Mas a grande verdade é que não podemos negar o impacto que um filho gera nas finanças de uma família. O aumento das despesas é inevitável antes mesmo da chegada da criança. É uma questão de responsabilidade de cada pai e mãe avaliar quantos filhos podem ter. A sua renda familiar é limitada e por isto a quantidade de filhos que você pode ter garantindo todos os seus direitos também é limitada. Vale lembrar que as crianças possuem direitos garantidos por lei e todos eles custam muito caro. São eles: direito a uma educação de qualidade, acesso à cultura, direito de brincar, direito de não trabalhar, alimentação de qualidade, saúde de qualidade e segurança.

Apesar do Estado cobrar caro (através dos impostos) para oferecer educação, saúde e segurança para a sociedade, na prática isso não acontece. Você acaba sendo obrigado a pagar duas vezes. Você paga impostos para receber serviços do Estado e ao mesmo tempo é obrigado a pagar por serviços privados de educação, saúde e segurança para garantir os direitos dos seus filhos.

Por isto a  pergunta correta não é “Quantos filhos vocês querem ter ?”. A pergunta certa é “Quantos filhos vocês podem ter?”.

Se todos os pais fossem capazes de avaliar sua capacidade financeira para sustentar e educar as crianças que querem colocar no mundo, muitos problemas sociais que enfrentamos seriam menores. Isto mostra que a falta de educação financeira pode estar na origem de muitos problemas. Quanto maior a qualidade de vida que você pretende dar para os seus filhos, maior deverá ser sua renda. Menos filhos significa mais recursos para investir na educação deste filho.

Planejamento e Reserva de Emergência

Antes de ter um filho é importante que você monte ou amplie sua reserva de dinheiro para emergências. Basta imaginar como seria trágico perder o emprego, sem ter nenhuma reserva em dinheiro, logo depois do nascimento do seu filho ou filha. Algumas despesas com a criança são previsíveis, outras despesas podem ser inesperadas.

Entre as despesas previsíveis está o custo mensal com fraldas. Logo ao nascer são pelo menos oito trocas de fraldas por dia. Se cada fralda custa R$ 1,00 você terá uma despesa adicional de R$ 240,00 por mês só com as fraldas. Se o seu filho parar de usar fraldas com 1 ano e meio de vida sua despesa, só com fraldas, ultrapassará R$ 4 mil.

É importante criar uma planilha e listar todas as despesas previsíveis antes e logo depois da chegada da criança. É certo que você terá aumento no consumo de luz, água, farmácia e supermercado. Terá custos adicionais com roupas (que se perdem rapidamente), plano de saúde, vacinas (existem várias que são importantes, caras e não são fornecidas pelos postos de saúde).

Para os casais iniciantes, é interessante ter uma babá com alguma experiência nos primeiros meses por serem os mais trabalhosos. As vezes os avós oferecem ajuda, mas não devemos abusar da boa vontade dos nossos pais. Se você tem condições financeiras o ideal é prever a necessidade de uma babá ou de alguém que possa ajudar nas tarefas da casa (que irão aumentar muito com a chegada do primeiro filho).

Tudo isso mostra a importância do planejamento. Devemos avaliar custos, fazer as provisões e ainda criar uma reserva para aquelas situações impossíveis de prever.

Transformei a lista de enxoval divulgada gratuitamente no site diversalia.com.br em uma planilha Excel que permite calcular seus custos.

Baixar Planilha Enxoval: Quanto Custa Ter um Filho
 

Seguro de vida

Muitos leitores me perguntam o que eu acho sobre seguro de vida. Com a chegada do primeiro filho você percebe que a criança terá sérios problemas se você morrer ou acontecer algum acidente que comprometa a sua renda. As pessoas costumam ter filhos quando estão começando a acumular algum patrimônio. Quando não existe educação financeira o casal provavelmente não pensou neste assunto. No lugar de acumular patrimônio eles estão acumulando dívidas.

Quando a família não tem patrimônio e existe sérios riscos de problemas financeiros no caso de um falecimento ou acidente, os gastos com seguro de vida e de acidentes pode serão um mal necessário. Ao contratar um seguro você está pagando uma empresa para assumir um risco que você está correndo.  Quem compra imóvel ou carro financiado já é obrigado a pagar um seguro, muitas vezes sem saber por estar embutido nas prestações. Existem seguros específicos que cobrem o pagamento das despesas escolares e de saúde (plano de saúde) dos seus filhos no caso de falecimento. O ideal é que você construa seu patrimônio com o passar dos anos e no futuro não dependa mais de seguros para oferecer segurança para sua família.

Poupança no nome do filho

Tem muito pai que gosta da ideia de fazer plano de previdência para os filhos assim que eles nascem. Eu sou pessoalmente contra os planos de previdência, principalmente esses planos oferecidos por grandes bancos, cheios de apelo emocional, com baixa rentabilidade e que cobram taxas abusivas para fazerem investimentos que você mesmo poderia fazer.

Também não vejo sentido em abrir uma conta para crianças ou bebês com o objetivo de guardar uma grande quantidade de dinheiro até atingirem a idade adulta. Se você deseja guardar dinheiro para pagar as despesas do seu filho até ele ficar independente, faça isso utilizando a sua conta e não uma conta no nome dele.

Você provavelmente terá oportunidades melhores de investimento e taxas melhores utilizando as opções que os bancos e as corretoras oferecem para você. Você pode até abrir uma conta em nome do seu filho(a), como uma conta poupança, quando a criança estiver maior. O objetivo será educativo. É interessante que a criança entenda o banco como um lugar onde emprestamos nosso dinheiro e recebemos juros em troca, e não como um lugar onde pegamos dinheiro emprestado para passar a vida pagando juros.

Melhor herança que existe:

Eu sou pessoalmente contra os objetivos que alguns pais colocam na cabeça de que devem juntar dinheiro para comprar um apartamento e um carro para cada filho quando chegarem na idade adulta. O pai que faz isso, tira do filho a coisa mais preciosa que existe que é o prazer de conquistar as coisas pelo próprio esforço. Existe uma enorme diferença entre ganhar um apartamento e um carro de graça dos pais e batalhar para comprar o seu primeiro carro e o seu primeiro apartamento. O prazer da conquista não tem preço e muitos pais tiram isso dos filhos sem perceberem o que estão fazendo. Falo isso por experiência própria. Eu tive o prazer de comprar o meu primeiro carro sem a ajuda dos meus pais e sem ajuda de nenhum banco. Era um carro popular, com 3 anos de uso, comprado à vista depois de muito trabalho e muita economia. A experiência positiva de trabalhar, poupar e realizar meus sonhos sem depender de ninguém é a verdadeira herança que recebi dos meus pais.

Seu filho não precisa de carro e muito menos de apartamento. Você deve ensinar o valor do trabalho, da honestidade, do planejamento, da poupança e do investimento na busca pelas metas e objetivos que forem traçados. O resto será consequência.

Seus filhos não precisam dos frutos das árvores que você plantou durante a vida, eles precisam aprender a plantar suas próprias árvores para que possam colher os frutos que plantaram. A felicidade do seu filho, dos seus netos e bisnetos dependem destes valores que você precisa transmitir como a maior de todas as heranças que um pai (e uma mãe) pode deixar para seus filhos.

About the Author:

Leandro Ávila é administrador de empresas, educador independente especializado em Educação Financeira. Além de editor do Clube dos Poupadores é autor dos livros: Reeducação Financeira, Investidor Consciente, Investimentos que rendem mais, e livros sobre Como comprar e investir em imóveis.

103 Comments

  1. Louis 16 de fevereiro de 2016 at 9:10 - Reply

    Ótimo artigo, Leandro.
    Por exemplo, pago mais de R$ 2 mil de mensalidade escolar da minha filha de 5 anos de idade! E isso que nem moro na capital. Mais caro que muita faculdade.
    Mas prefiro gastar isso com educação do que andar de carro novo.
    Abraço.

    • Leandro Ávila 16 de fevereiro de 2016 at 9:24 - Reply

      Oi Louis. O investimento na boa educação dos seus filhos vai gerar frutos por toda vida. Não existe tesouro maior para eles e para a sociedade.

  2. Carol 16 de fevereiro de 2016 at 9:18 - Reply

    Lindo texto, e, acima de tudo, verdadeiro. Meus país me ensinaram a buscar minha independência, hoje agradeço os conhecimentos adquiridos, sei que ainda são poucos diante de tantas oportunidades que hoje temos, continuo buscando mais informações, mas minha mãe foi o início de tudo. Hoje já consegui comprar todo o material de trabalho necessário à minha profissão, e recentemente, meu carro novo, tudo à vista, sem financiamentos! Às vezes, nem eu acredito! Obrigada, Leandro, por partilhar conhecimento conosco!

    • Leandro Ávila 16 de fevereiro de 2016 at 9:26 - Reply

      Oi Carol. Parabéns! Obrigado por compartilhar seu exemplo de vida aqui.

  3. Orlando 16 de fevereiro de 2016 at 9:22 - Reply

    Leandro, este é, ao mesmo tempo, um dos seus melhores artigos e um dos seus piores artigos. E justamente pelo mesmo problema: você não trata apenas de finanças e educação financeira, mas da própria vida. Infelizmente nas últimas décadas a sociedade foi influenciada moral e financeiramente a ter poucos ou ainda a não ter filhos. Ainda que seja verdade os seus cálculos para quem deseja ter um filho e deseja cria-lo entre mimos, é de se estranhar ao pensar que hoje somos mais “ricos” que nossos pais e avós, que não limitavam a quantidade de filhos. Suas dicas são muito importantes e você está de parabéns por elas, mas se alguém tem o sonho de ter mais de quatro filhos, esse alguém deve buscar seu sonho, independentemente de quanto ele custe. Um abraço!

    • Leandro Ávila 16 de fevereiro de 2016 at 9:44 - Reply

      Oi Orlando. Meus avós paternos e maternos tiveram mais de 10 filhos. Devo ter uns 25 ou 26 tios. Meus avós eram agricultores. Tudo que comiam tiravam da terra ou dos animais que criavam. Dinheiro não era muito importante, o trabalho na terra era importante. As crianças eram uma fonte de trabalho barato. Naquele tempo as crianças estudavam e no tempo livre trabalhavam ajudando os pais. Hoje vivemos em cidades grandes onde o custo de vida é eladíssimo. É importante que cada um avalie o padrão de vida que deseja dar aos filhos e quantos filhos cabem na renda. Se a pessoa deseja ter muitos filhos na cidade grande terá que buscar meios de aumentar a renda familiar. Muitas vezes o casal precisa trabalhar como loucos para garantir essa renda. Na falta de tempo (devido ao trabalho) acabam contratando empregadas e babás (terceirizando os cuidados com os filhos). Depois os filhos começam a reclamar que a mãe e o pai não tem tempo livre para eles. E quanto mais filhos, mais despesas, mais cobranças e menos tempo. O importante é que cada um reflita sobre isso e tenha a quantidade de filhos que possa ter.

      • Pedro 16 de fevereiro de 2016 at 9:58 - Reply

        Orlando e Leandro, importante lembrar que os tempos são outros, meu pai por exemplo começou a trabalhar com 11 anos de idade amarrando a produção em caixas, aos 13 já arava com os bois e dirigia o caminhão, e só “arranjou um emprego” quando saiu do quartel aos 19 anos.

        Eu “só precisei” trabalhar com 17 anos de idade, porque até antão tive um suporte, e mesmo trabalhando recebo um suporte familiar até hoje moro com meus pais mesmo estando com 25 anos, na segunda graduação, e com um bom nível salarial.

        Se meu pai vivesse minha vida naquela época seria mal visto, e se eu vivesse a vida dele hoje, eu é que seria.

        O que eu acho importante destacar sobre a onde de viver até mais tarde com os pais é o seguinte, meu pais não comprometem sua aposentadoria comigo, eu tenho bom senso, eu custeio minha despesas de transporte, faculdade, vestuário, telefonia, etc… Mas penso que eu farei o mesmo que eles, eu presentearei meu filho oferecendo casa e comida, com o bom senso de ensiná-lo a buscar por seu futuro e se custear por conta própria. MAS, dando o suporte que eu puder dar a ele.

        Acho, que isso é um sentimento paterno, pelo menos vejo o meu pai com este sentimento, e creio que eu também o terei quando chegar minha vez.

        • Leandro Ávila 16 de fevereiro de 2016 at 13:06 - Reply

          Oi Pedro. Cada família tem uma realidade diferente da outra. O importante é que a família e os filhos tenham um pouco de consciência e bom senso. O importante é que exista uma reflexão sobre até que ponto esse suporte paterno faz bem e até que ponto faz mal para ambas as partes. É importante que nem o filho abuse da boa vontade dos pais e nem os pais exagerem ao ponto de estragar os filhos. Cada família deve buscar esse ponto de equilíbrio.

    • Anselmo 16 de fevereiro de 2016 at 11:23 - Reply

      Orlando, seu argumento é irracional e apelativo. E dizer que esse artigo é um dos piores é ofensivo. Apesar de ser apenas sua opiniao. Excelente artigo Leandro..

      • Orlando 16 de fevereiro de 2016 at 23:27 - Reply

        Anselmo, irracional é você, que não soube interpretar o que eu disse sobre o artigo do Leandro. E apelativo foi você na sua resposta, que não apenas usou palavras vagas sem mostrar onde errei.

        • Leandro Ávila 17 de fevereiro de 2016 at 18:52 - Reply

          Opa… Vamos controlar os ânimos!

          • Anselmo 18 de fevereiro de 2016 at 19:47

            Hahaha… Bem dito Leandro…. Essa discussao nao levará a lugar nenhum… Que cada um leve as consequencias de cada decisão… Melhor evitar uma discussao tipica de youtube ou facebook… Aqui é um espaço para refletir sobre educaçao financeira

          • Leandro Ávila 22 de fevereiro de 2016 at 10:44

            Obrigado Anselmo

    • Nicole 11 de novembro de 2016 at 15:33 - Reply

      Sim, seria ótimo se todos resolvessem ter 4 filhos, principalmente aqueles que não tem condições de criar. Isso seria ótimo para abarrotar as escolas, encher ainda mais os hospitais, agravar a crise habitacional (favelas) e criar uma geração de marginalizados, com grandes chances de acabar na criminalidade ou nas drogas. Parabéns pelo raciocínio.

  4. Rossi 16 de fevereiro de 2016 at 9:29 - Reply

    Belo artigo… vejo casais que querem ter filhos como presentes a si próprios.. mas esquecem o qto caro custa se presentear neste pais. A frase “…entenda o banco como um lugar onde emprestamos nosso dinheiro e recebemos juros em troca, e não como um lugar onde pegamos dinheiro emprestado para passar a vida pagando juros…” sintetiza muito dos problemas que os brasileiros enfrentaram hoje.

    • Leandro Ávila 16 de fevereiro de 2016 at 9:47 - Reply

      Oi Rossi. Isso você ensina para as crianças quando são pequenas. É interessante que tenham essa relação com os bancos, pois terão que conviver com eles pelo resto da vida.

  5. Rodrigo 16 de fevereiro de 2016 at 9:29 - Reply

    Mais um excelente texto. Parabéns!

  6. Pedro 16 de fevereiro de 2016 at 9:44 - Reply

    Uma pequena retificação a ser feita Leandro, quando você fala das faixas salariais por classe, cita Classe A, B, C, “E” e E novamente.

    Mas como sempre, muito bom! Eu havia visto a pesquisa nos números de 2012 já, muito obrigado por atualizá-los, estas “estatísticas” sempre são uma base de reflexão útil. Obrigado!

  7. Leninha Cabral 16 de fevereiro de 2016 at 10:08 - Reply

    Esse artigo ficou maravilhoso! Leitura obrigatória para noivos e recém casados. Depois de ter filhos, já é tarde demais. Eu estou juntando dinheiro para ter filhos depois e, enquanto eles são pequenos, parar de trabalhar por um tempo ou trabalhar bem menos para ter tempo para eles. Eu acho uma falta de responsabilidade imensa a pessoa ter filhos sem preparo emocional, físico e financeiro. E muitos estão tendo filhos sem nenhum desses preparos.

    • Leandro Ávila 16 de fevereiro de 2016 at 13:14 - Reply

      Oi Leninha. Pode ser falta de responsabilidade ou pode ser ignorância mesmo, ou seja, falta de conhecimento, falta de reflexão, falta de alguém motivando para a pessoa refletir sobre o assunto. Você lembrou muito bem. Para ter filhos, além de preparo financeiro é necessário preparo emocional e até mesmo físico. Cabeça e corpo precisam estar equilibrados. Criança nasce sem manual de instruções, cada uma é diferente da outra e você não pode, ou não deveria, transferir a responsabilidade de criar seus filhos para babás, empregadas domésticas ou não deveria abusar da boa vontade dos seus pais (avô e avó da criança) para fazerem aquilo que é a responsabilidade do casal. Tem muita gente que é incapaz de cuidar de uma planta e acredita que será capaz de cuidar de um filho. O ideal é começar a cuidar da planta, para complicar mais o bom seria tentar cuidar de um bichinho de estimação. Se a pessoa conseguir isso significa que consegue cuidar de alguma coisa que não seja de si mesmo. A verdade é que tem muita gente que não consegue nem cuidar de si mesmo. Parabéns por estar buscando esse preparo financeiro, físico e mental.

  8. Mr. Webster 16 de fevereiro de 2016 at 10:18 - Reply

    Mais um artigo que nos permite refletir e verificar o quão importante é planejar cada movimento das nossas vidas. Colocar um filho no mundo é, ou pelo menos as pessoas deveriam encarar assim, uma responsabilidade social. Não é fácil e muito menos barato criar filhos.
    Eu tenho dois (14 e 12 anos) e, apesar de não ter feito nenhum planejamento, graças a Deus tinha (e tenho) uma posição privilegiada, que vem me permitindo dar uma boa educação e oferecer uma vida até melhor que eu tive na minha mocidade.
    Escola particular de qualidade, cursos de línguas, prática de esportes, viagens de férias no exterior, plano de saúde, tratamento de um problema de pele que o meu filho mais velho tem, que custa caríssimo e não é coberto pelo plano de saúde, calçar, vestir, alimentação, enfim uma fortuna.
    Assim como o Leandro, graças à educação e ensinamentos dos meus pais proporcionaram, consegui conquistar meu primeiro imóvel (pago à vista), meu primeiro carro 0km, ainda com 24 anos. É fato irrefutável que a melhor herança que seus pais podem deixar aos filhos é ensiná-los a “andar com as próprias pernas”. Com toda certeza isso fará uma diferença significativa na vida de toda a família (pais, filhos e das gerações vindouras). Ah, seria bom também que as pessoas imaginassem o quão é difícil criar filhos em um país que tem governos populistas e irresponsáveis, a exemplo dos últimos quatro que o país possui. Tudo isso merece uma reflexão profunda!

    • Leandro Ávila 16 de fevereiro de 2016 at 13:21 - Reply

      Obrigado pelo comentário Webster. Parabéns pelo investimento que está fazendo nos seus filhos.

  9. Adauto Augusto 16 de fevereiro de 2016 at 10:28 - Reply

    Tenho um primo que não tem condições de ter nenhum filho e foi arrumar logo 6, ele tem 32 anos e a mulher dele 28. os 2 nunca trabalharam. de vez enquando arrrumam um bico. Ele diz que não pode trabalhar porque tem que ajudar em casa com as crianças e a mulher não pode trabalhar porque diz que tem problemas de saúde.
    Vivem de bolsa daqui e dali, e minha podre tia de mais de 60 anos aposentada com salario minimo e tendo que trabalhar de faxina pra ganhar outro salario tendo que comprar fraldas, leite, cesta basica, roupas e remedios gastando masi de 1 salario só com ele e netos.
    Após o terceiro filho todos a aconselhavam a fazer cirurgia pra não ter mais filhos e sabe o que ela dizia.
    “O pastor da minha igreja disse que se eu engravidar de novo é porque é a vontade de Deus e ela não vai deixar a criança desamparada”
    O pastor só não explicou que o deus nesse caso esta sendo a minha tia.
    Chega ser triste de ver aquela familia toda desestruturada com 6 crianças largadas pra rua e criadas de qualquer jeito.
    Eu tenho 1 filho e acho que ficaria apertado se tivesse outro.

    • Leandro Ávila 16 de fevereiro de 2016 at 13:37 - Reply

      Oi Adauto. Situações assim são muito tristes. A pobreza que existe na vida das pessoas normalmente é um reflexo de uma pobreza interior, ou seja, falta de educação, cultura, informação, orientação.

  10. Cristina - SP 16 de fevereiro de 2016 at 10:46 - Reply

    Excelente artigo. Vou compartilhar no meu face. Muito pertinente, haja vista que atualmente há pais que parecem bobos por causa de filho. Matam-se de trabalhar para sustentar filho de 20 anos (ou mais) que não trabalha. Graças a Deus meus pais me ensinaram esses valores. Eu trabalho desde sempre e me sinto realizada. Comecei aos 15 anos (com carteira registrada), afora os “bicos” que eu fazia anteriormente, desde os 12. Trabalhar não mata ninguém! Ao contrário!

    • Leandro Ávila 16 de fevereiro de 2016 at 13:47 - Reply

      Oi Cristina. Acho saudável quando os pais permitem que a criança faça alguma atividade que ajude na casa ou ajude o pai e a mãe na sua profissão, caso a criança se sinta feliz e orgulhosa por estar ajudando. Todo mundo gosta de ser útil, as crianças adoram. Muitas vezes o pai e a mãe acabam cortando essa vontade da criança de ajudar. As vezes os pais acabam transmitindo a ideia errada de que trabalhar é ruim, trabalhar é sofrido, trabalhar é um sacrifício, que bom mesmo é o fim de semana, as férias, etc. A criança cresce com esses valores tortos e depois fica difícil consertar.

  11. Rodrigo 16 de fevereiro de 2016 at 10:46 - Reply

    Ótimo artigo, parabéns Leandro.

    Eu e minha noiva já optamos por não termos filhos, inicialmente nunca tivemos ímpeto pela paternidade/maternidade e ao decorrer dos anos avaliando a sociedade atual e os fatores financeiros a decisão foi tomada e decidimos investir no nosso futuro.

    Infelizmente muitas pessoas atualmente vêem filhos como uma obrigação social ou preferem ter filhos com medo da velhice, e uma vida gerada por esses motivos é o verdadeiro egoísmo ( geralmente casais que decidem não ter filhos que são acusados de egoísmo ).

    Não entendo como as pessoas tem coragem de gerar vidas sem ao menos terem condições de cuidar dos filhos. Vejo amigos e conhecidos tendo filhos, mais que 1 muitas vezes, e mal conseguem pagar os cuidados básicos de saúde e recreação, passando por dificuldades que por muitas vezes desestruturam a família com brigas relacionadas a questões financeiras.

    Antigamente vivíamos em uma sociedade que o pai saia para trabalhar e ficava a cargo da mãe os cuidados inciais, o acompanhamento da infância e educação dos filhos, e hj na maioria dos lares país e mães precisam sair para trabalhar, deixando a criação, educação, orientação à cargo de babás, creches, avós etc…e muitos país mal conseguem acompanhar o crescimento dos próprios filhos por trabalharem o dia todo e muitos em finais de semana, ou seja, geram vidas que serão deixadas a cuidados de terceiros e me pergunto se isso seria o ideal.

    Acredito que se tivéssemos uma sociedade mais educada em relação a percepção da responsabilidade que acompanha a geração de uma vida, e não apenas gerando vidas e deixando ao aleatório teríamos uma sociedade com menos desigualdades sociais e famílias bem mais estruturadas do que atualmente.

    Abraço!

    • Leandro Ávila 16 de fevereiro de 2016 at 13:53 - Reply

      Oi Rodrigo. Na verdade se cada pessoa fosse preparada para refletir antes de tomar qualquer decisão, assumindo a responsabilidade pelas consequências, com certeza o mundo seria muito melhor. Pode perceber que todos os problemas que temos são gerados por pessoas que tomam decisões sem consciência do que estão fazendo. Aqueles que fazem com consciência são irresponsáveis, ou seja, fazem e não se responsabilizam pelas consequências. Muitas vezes aparece outra pessoa que assume a responsabilidade.

    • Louis 17 de fevereiro de 2016 at 10:53 - Reply

      Rodrigo, concordo que ter filhos pensando na velhice é puro egoísmo. Ainda mais agora que há uma geração de filhos-únicos.
      Estou juntando meu patrimônio buscando a independência financeira, justamente para que minha filha não precise se preocupar com meus gastos na velhice.

  12. Gabriela 16 de fevereiro de 2016 at 11:21 - Reply

    Seus artigos são excelentes! Tendo a concordar com quase tudo que você falou aqui. Mas ao taxar como algo ruim um pai dar ao filho um bem (seja um apartamento, carro, dinheiro ou o que for), a visão torna-se simplista demais. Definitivamente é extremamente prejudicial um pai que não ensina um filho a andar com as próprias pernas. Mas se esse filho demonstra ser esforçado, está trilhando um ótimo caminho profissional e o pai tem condições (sem comprometer seu próprio padrão de vida) de ajudar o filho num fase que ele ainda está acumulando riqueza, acho isso totalmente benéfico. Se usado com inteligência, dinheiro atrai dinheiro. E falo isso por experiência própria. Poderia sim ter alugado, financiado ou esperado alguns anos para comprar meu apartamento. Mas meu pai tinha condições de me dar um e sou extremamente grata por isso. Com poucos anos de formada e sem ter destinado parte da minha renda para pagamentos de aluguel, hoje, com menos de 30 anos, já acumulei o suficiente para comprar 2 apartamentos. Ou seja, meus pais me educaram, ajudaram financeiramente e impulsionaram uma acumulação de riqueza muito maior. Ao invés de me preocupar em só pagar contas, pude me concentrar em como investir melhor o dinheiro. Sei que sou minoria. Mas achei importante deixar esse relato aqui para evitar o rótulo de que pai que ajuda o filho financeiramente está errado. Espero ter condições de fazer o mesmo pelos filhos que venha a ter, DESDE QUE eles demonstrem maturidade para isso. Novamente, parabéns pelos artigos. Passo aqui semanalmente, mas esse foi meu primeiro comentário.

    • Leandro Ávila 16 de fevereiro de 2016 at 14:05 - Reply

      Oi Gabriela. Você é uma minoria. O jovem que foi bem educado e orientado entende a atitude do pai como uma oportunidade única e digna de gratidão (como você fez). Você aproveitou essa oportunidade para focar na sua profissão e hoje colhe os frutos. Você utilizou suporte dos seus pais como plataforma de lançamento da sua carreira. Infelizmente isso parece ser o que acontece com a minoria. Muitos filhos acreditam que os pais são obrigados a comprar carro (e não pode ser qualquer carro), pagar faculdade, viagens de férias com namorada/namorado, depois são obrigados a comprar apartamento (e não pode ser qualquer apartamento) e depois são obrigados a cobrir o estouro do cartão de crédito, são obrigados a pagar o casamento, depois são obrigados a pagar os custos com os netos e assim por diante. Tudo isso vai criando uma rede de dependência. Existem pais que realmente bancam tudo isso com o objetivo de manter os filhos dependentes, não querem perder o controle. Existem filhos que ficam acomodados e acabam não prosperando por falta de ambição e motivação, afinal de contas já se sentem satisfeitos com tudo que recebem dos pais. Cada família é uma família diferente. O objetivo dos textos que escrevo é provocar a reflexão. Da mesma forma que você fez uma reflexão sobre sua vida e concluiu que está no caminho certo, muitos devem ler o texto percebendo que precisam de algum ajuste. Obrigado pelo comentário.

      • Gabriela 18 de fevereiro de 2016 at 9:23 - Reply

        Com certeza, se todos parassem para fazer uma reflexão de suas vidas e pensassem um pouco no futuro, teríamos um mundo melhor. Sempre, desde criança, pensei muito no meu futuro. Sempre gostei de me planejar e sou alvo de piadas por isso. É claro que a vida nem sempre sai como o planejado. E isso faz parte (senão, qual seria a graça?)! Mas quem se prepara tem muito mais chances de prosperar do que alguém do estilo “deixa a vida me levar”. O futuro é amanhã, mas uma hora chega e vira presente. Para mim, a grande questão não é ajudar ou não um filho. É saber se a ajuda está impulsionando a vida dele ou criando uma dependência, como você abordou acima. Se estiver impulsionando (de fato) é ótimo! Para isso, os pais não podem criar filhos egoístas. Precisam incentivar desde cedo que o trabalho é uma coisa boa, que a vida é sim dura, mas que com (muito) esforço podemos atingir nossos objetivos. Meu avô começou do zero, colocando tijolo por tijolo nas casas que ele mesmo construiu para bancar a educação dos filhos. Mesmo tendo feito só a alfabetização, sabia contas de matemática como ninguém e conseguiu construir um patrimônio para os filhos. Os filhos (meu pai e tios), por sua vez, aprenderam o valor de um suor derramado e conseguiram aumentar isso, dando uma condição de vida muito melhor aos seus filhos. Nem todos os meus primos são iguais, mas boa parte deles, incluindo eu, está conseguindo ascender ainda mais essa curva. Sabemos que somos privilegiados e queremos retribuir tudo que tivemos com conquistas ainda maiores, fruto do nosso esforço também. Ter filhos custa caro, é um fato. O grande ponto chave é como conseguir educá-los, com ou sem ajuda financeira, para que se desenvolvam e trilhem seus caminhos com as próprias pernas. No mundo em que vivemos, isso parece cada vez mais difícil. Sou casada, em breve penso em ter filhos, e sei que tenho um grande desafio em criar um bom cidadão para o mundo. Se fizer metade do que meus pais fizeram por mim, já será um grande feito! Mas penso em fazer o dobro. =) Obrigada por dedicar parte do seu tempo em responder todos os comentários aqui. Acho isso fenomenal e dá uma riqueza muito grande aos artigos.

        • Leandro Ávila 18 de fevereiro de 2016 at 13:31 - Reply

          Obrigado por compartilhar sua história Gabriela. Você mostrou como é importante essa transmissão de valores de pai para filhos. A maneira como você educa seu filho hoje acaba gerando impacto positivo em todas as gerações que estarão na Terra no futuro graças aos seus filhos. Eles também vão impactar muitas pessoas que irão conhecer durante a vida.

  13. Evelyn 16 de fevereiro de 2016 at 11:24 - Reply

    Excelente texto. Todo mundo ao meu redor me pergunta se não vou ter filhos, a minha resposta é simples:no momento não possuo condições financeiras para ter um filho. Só vou ter um filho quando atingir um patamar financeiro que me permita oferecer saúde, educação e segurança. Não vou colocar um filho no mundo para passar dificuldades.

    • Leandro Ávila 16 de fevereiro de 2016 at 14:07 - Reply

      Oi Evelyn. Esse tipo de pressão é comum. Depois que você tiver o primeiro filho as pessoas vão fazer pressão pelo segundo filho. Você é que deve avaliar se tem condições de oferecer a qualidade de vida que você deseja oferecer para o seu filho.

  14. Isaque Santos 16 de fevereiro de 2016 at 11:25 - Reply

    Excelente artigo!
    Bem explanado, essas foram as maiores heranças que herdei,honestidade e independência.
    Vejo que muitos jovens só colocam os filhos no mundo e largam para os avós criarem, vemos também família sem nenhuma condição terem mais de cinco filhos. A educação é a base de tudo.

    • Leandro Ávila 16 de fevereiro de 2016 at 14:08 - Reply

      Oi Isaque. É verdade. Esse negócio de colocar filhos no mundo para que os avós criem e sustentem é outro problema sério.

  15. Gregory Ndukwu 16 de fevereiro de 2016 at 12:13 - Reply

    Leandro, boa tarde
    Meu filho esta com 5 meses, e realmente tive varias despesas.
    Vacinas que só existem nas redes particulares, pediatra e etc.
    Eu não tive a oportunidade de crescer com meu pai, apenas minha mãe
    cuidou de mim, e com os recursos escassos que ela tinha, não podia me
    proporcionar bens materiais. Isso fez falta ? Absolutamente nenhuma,
    a riqueza mais importante que minha mão poderia me dar, era a educação
    e embora não tivesse condições de pagar uma escola particular, dentro do
    possível me incentivava a buscar o melhor com os recursos que tinhamos.
    Resumindo com 17 anos, tinha terminado um conservatório de música, que iniciei
    aos 7 anos de idade, e mais um curso técnico na universidade federal de Juiz de Fora – MG.
    Com isso, eu consegui um emprego para continumar meus estudos. Hoje tenho condições de
    pagar escola para meu filho e ajudar minha mãe quando necessário.
    No fim, o mais importante que ela me ensinou, foi estudar.
    Obrigado Leandro

    • Leandro Ávila 16 de fevereiro de 2016 at 14:10 - Reply

      Oi Gregory. Parabéns por sua jornada. Obrigado por compartilhar aqui. Sua mãe deixou dentro de você um grande tesouro que foi compreender a importância de estudar e crescer interiormente.

  16. Henrique 16 de fevereiro de 2016 at 12:54 - Reply

    Ótimo texto !!! Sendo racional e deixando o apelo emocional de lado é exatamente assim que funciona.

  17. Willian Magno 16 de fevereiro de 2016 at 13:31 - Reply

    Mais um artigo excepcional. Quando me criticam pelo fato de manter o mesmo carro por tanto tempo mesmo podendo, em tese, trocar de carro todos os anos, eu respondo que minhas prioridades são educação e saúde para os meus dois filhos.

    Quando me perguntam por que não vou mudar para um apartamento maior, dou a mesma resposta. ..

    Se a minha opção foi essa, tenho a obrigação de dar o melhor possível para eles, mas sem deixar de me preocupar com o equilíbrio financeiro da família.

    Parabéns pelo exemplar trabalho. Seus artigos têm sido inspiradores pra muita gente e eu estou incluído nessa lista.

    • Leandro Ávila 16 de fevereiro de 2016 at 14:14 - Reply

      Oi Willian. É incrível como as pessoas estão sempre dando opinião sobre o que devemos fazer com nossa vida financeira. E não importa o que você faça. Sempre você vai encontrar alguém querendo dar uma opinião contrária. Parabéns por assumir suas decisões.

  18. Bruno 16 de fevereiro de 2016 at 14:48 - Reply

    Perfeito, Leandro. Parabéns!

    Sou recém-casado, há 4 meses. Pretendemos ter nosso filho daqui 3 ou 4 anos, e este texto ajudou muito nosso planejamento.

    Muito obrigado!

    Abraços,

    Bruno.

  19. Julio Nascimento 16 de fevereiro de 2016 at 16:40 - Reply

    Parabéns pelo artigo, sempre acompanho!

  20. Joanatan 16 de fevereiro de 2016 at 17:07 - Reply

    Olá professor. Minha esposa tem 25 anos eu 31,ainda não temos filhos,
    Planejamos esperar mais 3 ou 4 anos,mesmo assim há 3 anos atrás iniciamos uma poupança visando a faculdade desse futuro filho,e depois de aprender a investir com o senhor. Migrei da poupança para o tesouro ipca35 com aportes mensais.Obrigado por ensinar.Deus seja Louvado.

  21. Aldemir 16 de fevereiro de 2016 at 18:12 - Reply

    Otimo texto.

  22. Gustavo Ventura 16 de fevereiro de 2016 at 18:26 - Reply

    A pergunta certa é “Quantos filhos vocês podem ter?”

    Nada mais justo. O que mais me deixa indignado é gente aparecendo em programa apelativo da TV, reclamando que o prefeito/governador/presidente tem que resolver a situação da família – e nessa hora, mostram uma mãe com menos de 25 anos com 6 filhotes a tiracolo. Você sabe que, a não ser que alguma reviravolta sensacional aconteça, o destino deles será uma repetição daquele dos pais.

    Meus pais já passaram por muitas dificuldades na vida, e se esforçaram ao máximo para conceder a mim e a minha irmã aquele que considero o melhor presente: educação, leitura. Tanto eu como ela estudamos durante os primeiros anos em escola estadual, mas sempre com a cobrança deles em relação aos estudos. Isso formou dois filhos independentes na periferia de Goiânia. Sou eternamente grato a eles por isso.

    Obrigado por mais este texto, Leandro. Que o poder da internet possa levá-lo a influenciar o maior número de pessoas possível. Você merece o sucesso e a boa ventura!

    • Leandro Ávila 17 de fevereiro de 2016 at 18:40 - Reply

      Obrigado Gustavo. As pessoas precisam entender que são responsáveis pela vida que levam. Hoje todo mundo tem acesso a informação. Essa ideia de que o governo é que deve resolver nossos problemas é a origem de todos os problemas.

  23. zeca 16 de fevereiro de 2016 at 19:12 - Reply

    Uma vez vi uma postagem no facebook que dizia: “um homem sem filhos, tem o bolso cheio e um coração vazio.” Polemico rss.

    • Leandro Ávila 17 de fevereiro de 2016 at 18:45 - Reply

      Oi Zeca. Filhos criados por pais despreparados e irresponsáveis esvaziam o bolso e o coração, não só da família onde nasceram, mas de toda a sociedade. Os presídios estão repletos de filhos de pais despreparados que não conseguiram transformar crianças em homens e mulheres de bem. As câmaras de deputados, vereadores e o senado também estão cheios de filhos de pais que falharam no momento de transformar crianças em pessoas de bem. Polêmico!

  24. Marinel 16 de fevereiro de 2016 at 20:49 - Reply

    Como sempre, mais um ótimo artigo…

  25. Paulo 16 de fevereiro de 2016 at 22:06 - Reply

    Acreditar em ter família e uma vida digna em nosso país, é o mesmo que acreditar em conto de fadas…A verdade é que nenhum filho, nos dias atuais, senão da classe A e Top B, consegue carro, casa (a não ser que seja no grande interior/sertão onde judas perdeu as botas) e início da construção de sua família com um certo planejamento, lá para os seus 30 anos, sem nenhum “empurrãozinho” dos pais (um contato aqui, uma poupança, uma herança financeira, profissional, senão as duas etc). Tudo é muito caro, a renda e muito baixa e o governo ainda leva a metade. A geração canguru é real, e cresce a cada crise econômica, é só nos lembrarmos dos recentes casos de Espanha e Grécia… Quem consegue $$ suficiente pra se sustentar e sair da casa dos pais, com inflação a 10%, desemprego a 10% e renda decrescente? Infelizmente o Brasil caminha para esse lado, e só restam dois caminhos: a população se reproduz e se sustenta sabe-se lá como (muitos fazem isso, gerando nossos problemas sociais), ou a população para de crescer por desgosto e por incompetência geral da sociedade em sua organização sócio-econômica…o que já vem acontecendo.

    • Leandro Ávila 17 de fevereiro de 2016 at 18:51 - Reply

      Oi Paulo. Na minha opinião ninguém precisa de herança, empurrão, poupança dos pais para crescer. As pessoas só precisam parar de jogar a culpa nos outros e assumir suas responsabilidades. As pessoas precisam aceitar a ideai de que nada vem fácil, e que sacrifício e muito trabalho são necessários e devem ser enfrentados com naturalidade. A geração canguru é uma aberração e teremos sérios problemas lá na frente para quem não despertar para essa realidade.

  26. Kleber Lima 16 de fevereiro de 2016 at 23:06 - Reply

    Parabéns Leandro Ávila por mais essa relíquia.
    Sugestão: você deveria escrever um livro para as famílias sobre Educação Financeira!
    Se o fizer, quero ser um dos primeiros a adquirir.
    Que Deus te abençoe. Forte abraço!

  27. M Helena 17 de fevereiro de 2016 at 2:34 - Reply

    Olá Leandro, meus cumprimentos!
    O tema escolhido está semana incentiva a reflexão sobre a importância da conscientização da educação financeira no ciclo da vida. Mostrando como ela faz diferença para se alcançar objetivos pessoais, formar uma nova família, orientar aos filhos e para uma aposentadoria tranqüila.
    Obrigada por compartilhar conhecimentos que contribuem para a aprendizagem !

  28. Pedro Henrique 17 de fevereiro de 2016 at 13:16 - Reply

    Leandro, boa tarde

    Sou leitor de todos teus artigos há praticamente 2 anos, entretanto, esse foi um artigo muito infeliz!

    Em que pese toda minha admiração pelo seus trabalhos e contribuição com educação e planejamento financeiro, o ser humano não é uma mercadoria ou um número em uma planilha.

    Um abraço

    • Leandro Ávila 17 de fevereiro de 2016 at 19:50 - Reply

      Oi Pedro. É uma pena que você não tenha entendido. Em momento nenhum falei que seres humanos são mercadorias. Eu falei que filhos geram impactos financeiros e exigem investimentos financeiros da família. Como todos desejam entregar o melhor para os seus filhos é responsabilidade dos pais avaliar quantos filhos podem ter. Estou falando de um fato. No mundo em que vivemos a qualidade de vida que damos para os nossos filhos tem um preço. Mesmo que as pessoas não queiram concordar, os fatos não se importam, eles simplesmente se impõem. Se a pessoa ganha 2 salários mínimos e resolve ter 5 filhos ela terá sérios problemas para alimentar, oferecer saúde e educação de qualidade. Pais que não percebem essa relação direta entre filhos e custo de vida e por isto acabam tendo mais filhos do que sua capacidade de criar são ignorantes, os que percebem e fazem a opção de não considerar nada disso que relatei são irresponsáveis.

  29. Guilherme 17 de fevereiro de 2016 at 19:28 - Reply

    Olá Leandro,

    Parabéns por mais este ótimo artigo.

    Um abraço

  30. Israel 18 de fevereiro de 2016 at 7:57 - Reply

    Excelente artigo. Parabêns Leandro

  31. Gedilson 18 de fevereiro de 2016 at 10:10 - Reply

    Não concordo com o seu texto. Se todo mundo for esperar ter condições ditas ideais, ninguém nunca vai ter filhos. E além disso vivemos num país onde o governo tem progaramas sociais que visam extamente amparar as famílias carentes e seus filhos. Sinceramente, achei o seu texto preconceiuoso, do tipo que culpa os pobres pelos problemas do país. Será que você é daqueles que acha que pra acabar com a miséria tem que proibir os pobres de procriar?

    • Leandro Ávila 18 de fevereiro de 2016 at 13:38 - Reply

      Oi Gedilson. Eu não falei em momento nenhum sobre pessoas pobres gerando problemas para o país, muito menos de controle de natalidade dos mais pobres. Eu falei de autoresponsabilidade, reflexão interna, autoconhecimento, tomada de decisões pessoais de forma conscientes, educação financeira e liberdade com responsabilidade. Infelizmente as pessoas só entendem aquilo que querem enxergar ou aquilo que podem enxergar diante das suas limitações. É uma pena que você tenha entendido o artigo. De qualquer forma obrigado por deixar sua opinião aqui.

  32. Mariana 18 de fevereiro de 2016 at 10:48 - Reply

    Oi Leandro,

    Parabéns por mais um ótimo artigo, conheci o seu trabalho e o Clube dos Poupadores em dezembro de 2015 e desde então minha mentalidade e minha vida financeira vem mudando de forma significativa, inclusive já fazendo aportes no Tesouro Direto.
    Muito obrigada mesmo, compartilho da sua opinião completamente no artigo.

    Mudando de assunto, se me permite, possuo uma conta na Rico e eles informaram que a partir de abril a conta na corretora será pessoal, ou seja, a transferência que antes eu fazia sem custo entre minha conta do BB e a do BB da corretora, agora terá um custo elevado visto que irei fazer uma TED/DOC entre BB e a conta da corretora como outro banco (transferência entre bancos diferentes).

    Não sei se outras corretoras também estão adotando o mesmo procedimento, mas isso sem dúvida irá gerar um impacto ruim, ao meu ver, para os pequenos investidores, como eu. Qual a orientação nesse caso? Qual seria a opção ‘menos pior’ para evitar esses custos com a transferência? Fica a sugestão para elaborar um artigo sobre essas novas regras.

    Abs, fique com Deus

    • Leandro Ávila 18 de fevereiro de 2016 at 13:40 - Reply

      Oi Mariana. Essa forma que a Rico está adotando é a melhor e a mais segura. Você terá uma conta corrente em seu nome, não vai precisar transferir dinheiro para a conta corrente da corretora. Os pequenos investidores devem procurar alternativas como as contas digitais gratuitas. Eu tenho um artigo aqui falando sobre como conseguir esse tipo de conta.

  33. Sonia 18 de fevereiro de 2016 at 20:33 - Reply

    Leandro, mais um excelente artigo. Muito bom para refletirmos.
    Cada um de nós devemos ter responsabilidades por nossas vidas e dos nossos filhos.
    Eu certamente, se tivesse acesso às informações, há 20 anos atrás, teria evitado muitas dificuldades que atravessei. No entanto, filhos não vêm ao mundo com Manual de instrução, pelo contrário eles nos ensinam muito. Eu deixei o Brasil há 20 anos, Eu e marido, deixamos para traz, Curso superior e quase tudo no Brasil. Não foi fácil adaptação a uma sociedade com costumes e cultura diferente da nossa, além das dificuldades de comunição, em aprender uma nova língua. Foram altos e baixos, dois filhos pequenos em escolas publicas no Japão, eu mal sabia falar Arigato. Encarrar trabalho pesado em fábricas e longas jornadas. Atravessamos a crise Japonesa de 2008, onde os estrangeiros foram os primeiros a serem cortados, e com marido desempregado, surgiu um temporão, um filho chegando na crise e nós os pais com idade de avòs. Meu filho mais velho passou no vestibular, nessa época. Parecia que o mundo desabou no meu lar. E fomos, vencendo cada dificuldade, utilizando as reservas que tinhamos e tudo foi se ajeitando.Hoje, os dois mais velhos, estão vivendo a vida deles, já saíram de casa. Tudo passa, mas se não tivessemos maturidade responsabilidade, poderíamos ter passado o que muitos brasileiros passaram aqui. Muitos moraram nas ruas, dentro de carros e precisaram do apoio da comunidade através de doações de alimentos. Algumas crianças morreram de frio e fome. Um quadro triste, mas real… Muitos regressaram ao Brasil. Enfim, Leandro, o que quero dizer é que o nosso universo é do tamanho do nosso conhecimento, quando ampliamos através do conhecimento, leituras e estudos, podemos ter uma outra forma de olhar a vida e aplicar no nosso dia-a-dia. Gosto da palavra A-COR_DAR, como podemos ver, é dar cor, dar vida…alguns acordam as 18, aos 35, aos 55 e outros nunca acordam. Considero-me vitoriosa e satisfeita com o que cada filho meu me custou. Não só financeiramente falando, mas para eles estarem bem, foi necessário muita força determinação minha e do meu companheiro. Foi necessário união e muito amor, principalmente naqueles momentos que batia a vontade de desistir . Obrigada Leandro, por proporcionar às pessoas um novo caminho, a conscientização. Um Abraço.

    • Leandro Ávila 22 de fevereiro de 2016 at 10:48 - Reply

      Oi Sonia. Muito obrigado por compartilhar um pouco da sua história aqui. Parabéns por sua força e determinação.

  34. Renan 18 de fevereiro de 2016 at 21:00 - Reply

    Leandro, estava esperando o momento para ler com calma esse texto, sobre filhos, que muito me interessa. Pessoalmente, não sou a favor de eu colocar mais pessoas no mundo, é muito sofrimento que esse ser teria que enfrentar para ter coisas que, no fundo, não vão resolver o problema dele (isto é, ter nascido). Além dessa ideia, junto a questão financeira. Daí, seu texto apresenta a base de um argumento que corrobora com a opção por não ter filhos. Questão social e ética, das mais complexas. Mas, vai demorar para as pessoas racionalizarem isso… Seu trabalho já é uma grande contribuição nesse contexto, para clarificar as coisas. É um prazer poder acompanhá-lo. Abraço!

    • Leandro Ávila 22 de fevereiro de 2016 at 10:53 - Reply

      Oi Renan. Eu acho que cada um deve ter a quantidade de filhos que é capaz de criar e educar. E essa capacidade não tem relação apenas com o lado financeiro. Tem que ser capacidade emocional e psicológica. Ter um filho é uma grande responsabilidade e as pessoas precisam estar preparadas para assumirem essa responsabilidade. São nossos filhos que irão compor a humanidade no futuro. Se teremos um mundo melhor ou pior no futuro, isso vai depender das decisões de cada pai e de cada mãe.

  35. Poly 19 de fevereiro de 2016 at 12:58 - Reply

    Parabéns, Leandro, por ressaltar e exaltar valores tão importantes como a honestidade, o esforço, o trabalho e a disciplina, porque eles têm andado muito esquecidos no interior das famílias e sociedade brasileiras. Realmente eles são o melhor presente e herança dos pais para os filhos e de uma cultura para os seus integrantes. Os brasileiros, que admiram tanto a “civilidade” e a “riqueza” dos países desenvolvidos, esquecem-se ou fingem que não vêem que são precisamente esses valores que estão na base daquelas culturas e sociedades.

  36. Josiana 19 de fevereiro de 2016 at 16:18 - Reply

    Ótimo artigo, principalmente a lição de vida, realmente não devemos tirar de nossos filhos o prazer de conquistar as coisas com o seu próprio esforço. Venho de uma família humilde, trabalhadora e feliz. Hoje sou casada e tenho três filhos e não me arrependo. Claro que eles custam tempo e dinheiro. Troquei de emprego uma vez para passar mais tempo em casa e finalmente deixei de trabalhar para poder educa-los. Não diminuímos nosso padrão de vida por causa disso, pelo contrário. Estando em casa posso administrar as finanças melhor. Muitas vezes pessoas consumistas e desequilibradas colocam a culpa de seu fracasso financeiro na chegada dos filhos. Pras minhas crianças eu compro saúde e educação da melhor qualidade e só. Roupas e brinquedos não precisam ser caros, porque uma criança de 4 anos prefere brincar com uma caixa de papelão na companhia da mãe e do irmão do que ter brinquedos caros e ter que brincar sozinho. Acho que quem quer ter filhos tem que pensar em dar a eles um bom lar e não um monte de coisas caras.

  37. Márcia 19 de fevereiro de 2016 at 17:45 - Reply

    Não vivo mais sem acompanhar seu site e esse é o melhor artigo para a realidade brasileira. Tenho pena dessas crianças abandonadas. Fico triste em ver e não poder fazer nada por elas, afinal, se cada um tivesse educação e consciência o mundo seria melhor. Parabéns!

    • Leandro Ávila 22 de fevereiro de 2016 at 10:56 - Reply

      Oi Márcia. Exatamente, quem constrói a sociedade são as famílias. Um mundo melhor depende disso.

  38. SOCRATES 19 de fevereiro de 2016 at 17:51 - Reply

    Compartilho plenamente da ideias deste artigo e mais uma vez só tenho a agradecer o seu trabalho prfícuo na nossa educação financeira.

  39. Carolina 20 de fevereiro de 2016 at 8:11 - Reply

    Oi Leandro, é a primeira vez que comento mas sigo suas postagens semanais (que recebo no e-mail) e a cada semana sempre venho ler um artigo maravilhoso. Artigos sempre muito bem articulados e relevantes. Parabéns por um trabalho maravilhoso. Ótimo, ótimo artigo mesmo.

  40. Mauro 21 de fevereiro de 2016 at 14:52 - Reply

    Mais uma vez, como já é de costume um excelente artigo. Muito obrigado Leandro.

  41. Jackson 23 de fevereiro de 2016 at 13:09 - Reply

    Leandro, muito inspirador e crítico o artigo. Inclusive encaminhei o link para minha esposa lê-lo, uma vez que estamos pensando em ter um filho(a). Concordo em tudo que descreveste e, inclusive adiamos o projeto de maternidade sendo uma das razões a preocupação em gerar todas as condições de saúde, segurança e educação para nosso(a) filho(a).
    Os maiores valores que podemos dar a eles são o amor, a honestidade, a sinceridade, a simplicidade e ajudá-los a formação de um caráter íntegro e educado financeiramente!
    Abraços.

  42. Henrique Rodrigues 24 de fevereiro de 2016 at 23:20 - Reply

    Segunda vez que leio.
    Todos seus artigos são bons ou muito bons.

    Mas este, sinceramente. É EXCELENTE.

  43. Joker 29 de fevereiro de 2016 at 17:17 - Reply

    Leandro, vez que outra, passo por aqui para ler as suas sempre excelentes análises. Muito embora haja um pouco de mimimi (justificável, claro, pois criar consciência e responsabilidade demora e dói), concordo em gênero, número e grau. Claro que uma criança custa, e muito. Discordar disso é como perguntar ao gerente da sua conta do banco o que fazer, ou ficar feliz porque a parcela cabe no bolso!

    Obviamente, para quem se propõe à paternidade / maternidade, é um custo-benefício de outra ordem, fundamental à continuidade da nossa vida. Essa, evidentemente, é apenas e tão-somente a minha opinião. Eu e a minha esposa queremos ter um filho em breve. Somos, até onde consigo enxergar, relativamente educados financeiramente; fica claro que são despesas muito elevadas, mas podem (e devem) ser programadas. Simples assim…!

  44. Eli 29 de fevereiro de 2016 at 20:56 - Reply

    Eu adoro os artigos do site sou super fã e no quesito qnt custa uma filho tb temos que colocar na conta comprar tudo usado desde o berço ao guarda roupa, as roupinhas enfim, existem muitos anúncios na internet de pessoas que vendem as coisas de crianças usadas em bom estado até prq criança cresce rápido e perde tudo rápido, é uma boa forma de economizar. Em países de primeiro mundo como a Suécia por exemplo, lá é comum as pessoas trocarem tudo entre elas sem esta cultura do que usado não presta que temos no Brasil, estou planejando ter meu primeiro filho e já estou procurando os moveis e até bolsa de maternidade usada pra comprar, além de babá eletrônica, kit berço, roupas e calçados, enfim e vou cuidando bem pra revender novamente e ir comprando outras coisas a medida que a criança for crescendo. Não acho que vc tem que colocar em uma escola cara até prq a nossa casa é a escola da vida

  45. Suyanny 18 de abril de 2016 at 15:32 - Reply

    Olá Leandro! Tenho duas filhas pequenas, não recebi educação financeira dos meus pais e isso me custou muitas dores de cabeça quando comecei a administrar o meu próprio dinheiro. Quero fazer a diferença para as minhas filhas, por isso gostaria que vc indicasse algo (livros, site, artigos) para começar a educação financeira de crianças. Desde já agradeço.

    • Leandro Ávila 3 de maio de 2016 at 21:07 - Reply

      Oi Suyanny. Não saberia indicar um livro específico de educação financeira infantil, mas é fácil encontrar vários deles nas livrarias da internet.

  46. Ranielli 13 de maio de 2016 at 14:58 - Reply

    Ótimo artigo!
    Sou prova de que esse ensinamento é real.

    Meus pais me dão o suporte, mas quem corre atrás das conquistas sou eu. Nada como pegar as chaves do apartamento que eu mesmo comprei.

    Abraço, Leandro!

    • Leandro Ávila 14 de maio de 2016 at 0:31 - Reply

      Oi Ranielli. Parabéns, com certeza a felicidade e a satisfação é dobrada.

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