Quanto custa ter um filho


Ter um filho pode custar mais de R$ 2,6 milhões entre o seu nascimento e a idade de 23 anos. Este investimento que os pais fazem nos filhos pode atingir cifras muito maiores. Nem todo filho com 23 anos já terminou a faculdade, conseguiu um emprego e está levando uma vida economicamente independente. Pais que pagam todas as contas dos filhos adultos é cada vez mais comum.

Aqui no Clube dos Poupadores existe um artigo chamado “Pare de sustentar filhos adultos. Não comprometa sua aposentadoria” onde mostro o problema que muitos pais estão enfrentando ao comprometerem recursos destinados para sua aposentadoria com o sustento de filhos adultos, saudáveis e em idade produtiva. Este artigo bateu recordes de compartilhamento no Facebook. Foram mais de 85 mil compartilhamentos em poucos dias.

Cheguei a esse valor de R$ 2,6 milhões de reais corrigindo os valores de uma pesquisa publicada em 2012 (fonte). Este valor considera todos os gastos que uma família de Classe A teria com cada filho até completar 23 anos. Para uma família de classe C investiria R$ 513 mil em cada filho. Segundo o IBGE, uma família de classe A é aquela que tem renda maior que 15 salários mínimos. A Classe B tem renda entre 5 e 15 salários. A Classe C tem renda entre 3 e 5 salários. A Classe D tem renda entre 1 e 3 salários. A Classe E tem renda até 1 salário.

Neste cálculo não entram os gastos com tratamento para engravidar, custos durante a gestação, gastos com o projeto e a decoração do quarto do bebê, necessidade de mudar de imóvel (casa ou apartamento maior) e outros objetos como carrinho de bebê, enxoval, móveis, etc.

Pode parecer estranho calcular quanto custa um filho, afinal de contas nossos filhos não possuem preço. Mas a grande verdade é que não podemos negar o impacto que um filho gera nas finanças de uma família. O aumento das despesas é inevitável antes mesmo da chegada da criança. É uma questão de responsabilidade de cada pai e mãe avaliar quantos filhos podem ter. A sua renda familiar é limitada e por isto a quantidade de filhos que você pode ter garantindo todos os seus direitos também é limitada. Vale lembrar que as crianças possuem direitos garantidos por lei e todos eles custam muito caro. São eles: direito a uma educação de qualidade, acesso à cultura, direito de brincar, direito de não trabalhar, alimentação de qualidade, saúde de qualidade e segurança.

Apesar do Estado cobrar caro (através dos impostos) para oferecer educação, saúde e segurança para a sociedade, na prática isso não acontece. Você acaba sendo obrigado a pagar duas vezes. Você paga impostos para receber serviços do Estado e ao mesmo tempo é obrigado a pagar por serviços privados de educação, saúde e segurança para garantir os direitos dos seus filhos.

Por isto a  pergunta correta não é “Quantos filhos vocês querem ter ?”. A pergunta certa é “Quantos filhos vocês podem ter?”.

Se todos os pais fossem capazes de avaliar sua capacidade financeira para sustentar e educar as crianças que querem colocar no mundo, muitos problemas sociais que enfrentamos seriam menores. Isto mostra que a falta de educação financeira pode estar na origem de muitos problemas. Quanto maior a qualidade de vida que você pretende dar para os seus filhos, maior deverá ser sua renda. Menos filhos significa mais recursos para investir na educação deste filho.

Planejamento e Reserva de Emergência

Antes de ter um filho é importante que você monte ou amplie sua reserva de dinheiro para emergências. Basta imaginar como seria trágico perder o emprego, sem ter nenhuma reserva em dinheiro, logo depois do nascimento do seu filho ou filha. Algumas despesas com a criança são previsíveis, outras despesas podem ser inesperadas.

Entre as despesas previsíveis está o custo mensal com fraldas. Logo ao nascer são pelo menos oito trocas de fraldas por dia. Se cada fralda custa R$ 1,00 você terá uma despesa adicional de R$ 240,00 por mês só com as fraldas. Se o seu filho parar de usar fraldas com 1 ano e meio de vida sua despesa, só com fraldas, ultrapassará R$ 4 mil.

É importante criar uma planilha e listar todas as despesas previsíveis antes e logo depois da chegada da criança. É certo que você terá aumento no consumo de luz, água, farmácia e supermercado. Terá custos adicionais com roupas (que se perdem rapidamente), plano de saúde, vacinas (existem várias que são importantes, caras e não são fornecidas pelos postos de saúde).

Para os casais iniciantes, é interessante ter uma babá com alguma experiência nos primeiros meses por serem os mais trabalhosos. As vezes os avós oferecem ajuda, mas não devemos abusar da boa vontade dos nossos pais. Se você tem condições financeiras o ideal é prever a necessidade de uma babá ou de alguém que possa ajudar nas tarefas da casa (que irão aumentar muito com a chegada do primeiro filho).

Tudo isso mostra a importância do planejamento. Devemos avaliar custos, fazer as provisões e ainda criar uma reserva para aquelas situações impossíveis de prever.

Transformei a lista de enxoval divulgada gratuitamente no site diversalia.com.br em uma planilha Excel que permite calcular seus custos.

Baixar Planilha Enxoval: Quanto Custa Ter um Filho
 

Seguro de vida

Muitos leitores me perguntam o que eu acho sobre seguro de vida. Com a chegada do primeiro filho você percebe que a criança terá sérios problemas se você morrer ou acontecer algum acidente que comprometa a sua renda. As pessoas costumam ter filhos quando estão começando a acumular algum patrimônio. Quando não existe educação financeira o casal provavelmente não pensou neste assunto. No lugar de acumular patrimônio eles estão acumulando dívidas.

Quando a família não tem patrimônio e existe sérios riscos de problemas financeiros no caso de um falecimento ou acidente, os gastos com seguro de vida e de acidentes pode serão um mal necessário. Ao contratar um seguro você está pagando uma empresa para assumir um risco que você está correndo.  Quem compra imóvel ou carro financiado já é obrigado a pagar um seguro, muitas vezes sem saber por estar embutido nas prestações. Existem seguros específicos que cobrem o pagamento das despesas escolares e de saúde (plano de saúde) dos seus filhos no caso de falecimento. O ideal é que você construa seu patrimônio com o passar dos anos e no futuro não dependa mais de seguros para oferecer segurança para sua família.

Poupança no nome do filho

Tem muito pai que gosta da ideia de fazer plano de previdência para os filhos assim que eles nascem. Eu sou pessoalmente contra os planos de previdência, principalmente esses planos oferecidos por grandes bancos, cheios de apelo emocional, com baixa rentabilidade e que cobram taxas abusivas para fazerem investimentos que você mesmo poderia fazer.

Também não vejo sentido em abrir uma conta para crianças ou bebês com o objetivo de guardar uma grande quantidade de dinheiro até atingirem a idade adulta. Se você deseja guardar dinheiro para pagar as despesas do seu filho até ele ficar independente, faça isso utilizando a sua conta e não uma conta no nome dele.

Você provavelmente terá oportunidades melhores de investimento e taxas melhores utilizando as opções que os bancos e as corretoras oferecem para você. Você pode até abrir uma conta em nome do seu filho(a), como uma conta poupança, quando a criança estiver maior. O objetivo será educativo. É interessante que a criança entenda o banco como um lugar onde emprestamos nosso dinheiro e recebemos juros em troca, e não como um lugar onde pegamos dinheiro emprestado para passar a vida pagando juros.

Melhor herança que existe:

Eu sou pessoalmente contra os objetivos que alguns pais colocam na cabeça de que devem juntar dinheiro para comprar um apartamento e um carro para cada filho quando chegarem na idade adulta. O pai que faz isso, tira do filho a coisa mais preciosa que existe que é o prazer de conquistar as coisas pelo próprio esforço. Existe uma enorme diferença entre ganhar um apartamento e um carro de graça dos pais e batalhar para comprar o seu primeiro carro e o seu primeiro apartamento. O prazer da conquista não tem preço e muitos pais tiram isso dos filhos sem perceberem o que estão fazendo. Falo isso por experiência própria. Eu tive o prazer de comprar o meu primeiro carro sem a ajuda dos meus pais e sem ajuda de nenhum banco. Era um carro popular, com 3 anos de uso, comprado à vista depois de muito trabalho e muita economia. A experiência positiva de trabalhar, poupar e realizar meus sonhos sem depender de ninguém é a verdadeira herança que recebi dos meus pais.

Seu filho não precisa de carro e muito menos de apartamento. Você deve ensinar o valor do trabalho, da honestidade, do planejamento, da poupança e do investimento na busca pelas metas e objetivos que forem traçados. O resto será consequência.

Seus filhos não precisam dos frutos das árvores que você plantou durante a vida, eles precisam aprender a plantar suas próprias árvores para que possam colher os frutos que plantaram. A felicidade do seu filho, dos seus netos e bisnetos dependem destes valores que você precisa transmitir como a maior de todas as heranças que um pai (e uma mãe) pode deixar para seus filhos.

Invista primeiro em você:

O primeiro investimento que devemos fazer para melhorar a nossa vida financeira é o investimento em conhecimento. Custa pouco e rende juros pelo resto da vida. Sem saber investir o nosso próprio dinheiro, não teremos bons resultados. Dependendo da opinião dos outros para saber onde investir, teremos resultados ainda piores. O conhecimento melhora nossos resultados e liberta da dependência dos outros. Escrevi uma série de livros que podem te ajudar muito a adquirir todo o conhecimento que precisa no menor tempo possível. Clique aqui para conhecer os livros.
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Sobre o Autor:

Leandro Ávila criou o Clube dos Poupadores por acreditar que o conhecimento é uma riqueza que se multiplica quando dividida. Compartilhando o que sabemos, criamos um mundo melhor. Conheça os livros que ele escreveu sobre educação financeira, investimentos financeiros e imobiliários.
Louis
Visitante
Louis

Ótimo artigo, Leandro.
Por exemplo, pago mais de R$ 2 mil de mensalidade escolar da minha filha de 5 anos de idade! E isso que nem moro na capital. Mais caro que muita faculdade.
Mas prefiro gastar isso com educação do que andar de carro novo.
Abraço.

Carol
Visitante
Carol

Lindo texto, e, acima de tudo, verdadeiro. Meus país me ensinaram a buscar minha independência, hoje agradeço os conhecimentos adquiridos, sei que ainda são poucos diante de tantas oportunidades que hoje temos, continuo buscando mais informações, mas minha mãe foi o início de tudo. Hoje já consegui comprar todo o material de trabalho necessário à minha profissão, e recentemente, meu carro novo, tudo à vista, sem financiamentos! Às vezes, nem eu acredito! Obrigada, Leandro, por partilhar conhecimento conosco!

Orlando
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Orlando

Leandro, este é, ao mesmo tempo, um dos seus melhores artigos e um dos seus piores artigos. E justamente pelo mesmo problema: você não trata apenas de finanças e educação financeira, mas da própria vida. Infelizmente nas últimas décadas a sociedade foi influenciada moral e financeiramente a ter poucos ou ainda a não ter filhos. Ainda que seja verdade os seus cálculos para quem deseja ter um filho e deseja cria-lo entre mimos, é de se estranhar ao pensar que hoje somos mais “ricos” que nossos pais e avós, que não limitavam a quantidade de filhos. Suas dicas são muito importantes e você está de parabéns por elas, mas se alguém tem o sonho de ter mais de quatro filhos, esse alguém deve buscar seu sonho, independentemente de quanto ele custe. Um abraço!

Anselmo
Visitante
Anselmo

Orlando, seu argumento é irracional e apelativo. E dizer que esse artigo é um dos piores é ofensivo. Apesar de ser apenas sua opiniao. Excelente artigo Leandro..

Orlando
Visitante
Orlando

Anselmo, irracional é você, que não soube interpretar o que eu disse sobre o artigo do Leandro. E apelativo foi você na sua resposta, que não apenas usou palavras vagas sem mostrar onde errei.

Anselmo
Visitante
Anselmo

Hahaha… Bem dito Leandro…. Essa discussao nao levará a lugar nenhum… Que cada um leve as consequencias de cada decisão… Melhor evitar uma discussao tipica de youtube ou facebook… Aqui é um espaço para refletir sobre educaçao financeira

Nicole
Visitante
Nicole

Sim, seria ótimo se todos resolvessem ter 4 filhos, principalmente aqueles que não tem condições de criar. Isso seria ótimo para abarrotar as escolas, encher ainda mais os hospitais, agravar a crise habitacional (favelas) e criar uma geração de marginalizados, com grandes chances de acabar na criminalidade ou nas drogas. Parabéns pelo raciocínio.

Rossi
Visitante
Rossi

Belo artigo… vejo casais que querem ter filhos como presentes a si próprios.. mas esquecem o qto caro custa se presentear neste pais. A frase “…entenda o banco como um lugar onde emprestamos nosso dinheiro e recebemos juros em troca, e não como um lugar onde pegamos dinheiro emprestado para passar a vida pagando juros…” sintetiza muito dos problemas que os brasileiros enfrentaram hoje.

Rodrigo
Visitante
Rodrigo

Mais um excelente texto. Parabéns!

Pedro
Visitante
Pedro

Uma pequena retificação a ser feita Leandro, quando você fala das faixas salariais por classe, cita Classe A, B, C, “E” e E novamente.

Mas como sempre, muito bom! Eu havia visto a pesquisa nos números de 2012 já, muito obrigado por atualizá-los, estas “estatísticas” sempre são uma base de reflexão útil. Obrigado!

Leninha Cabral
Visitante
Leninha Cabral

Esse artigo ficou maravilhoso! Leitura obrigatória para noivos e recém casados. Depois de ter filhos, já é tarde demais. Eu estou juntando dinheiro para ter filhos depois e, enquanto eles são pequenos, parar de trabalhar por um tempo ou trabalhar bem menos para ter tempo para eles. Eu acho uma falta de responsabilidade imensa a pessoa ter filhos sem preparo emocional, físico e financeiro. E muitos estão tendo filhos sem nenhum desses preparos.

Mr. Webster
Visitante
Mr. Webster

Mais um artigo que nos permite refletir e verificar o quão importante é planejar cada movimento das nossas vidas. Colocar um filho no mundo é, ou pelo menos as pessoas deveriam encarar assim, uma responsabilidade social. Não é fácil e muito menos barato criar filhos.
Eu tenho dois (14 e 12 anos) e, apesar de não ter feito nenhum planejamento, graças a Deus tinha (e tenho) uma posição privilegiada, que vem me permitindo dar uma boa educação e oferecer uma vida até melhor que eu tive na minha mocidade.
Escola particular de qualidade, cursos de línguas, prática de esportes, viagens de férias no exterior, plano de saúde, tratamento de um problema de pele que o meu filho mais velho tem, que custa caríssimo e não é coberto pelo plano de saúde, calçar, vestir, alimentação, enfim uma fortuna.
Assim como o Leandro, graças à educação e ensinamentos dos meus pais proporcionaram, consegui conquistar meu primeiro imóvel (pago à vista), meu primeiro carro 0km, ainda com 24 anos. É fato irrefutável que a melhor herança que seus pais podem deixar aos filhos é ensiná-los a “andar com as próprias pernas”. Com toda certeza isso fará uma diferença significativa na vida de toda a família (pais, filhos e das gerações vindouras). Ah, seria bom também que as pessoas imaginassem o quão é difícil criar filhos em um país que tem governos populistas e irresponsáveis, a exemplo dos últimos quatro que o país possui. Tudo isso merece uma reflexão profunda!

Adauto Augusto
Visitante
Adauto Augusto

Tenho um primo que não tem condições de ter nenhum filho e foi arrumar logo 6, ele tem 32 anos e a mulher dele 28. os 2 nunca trabalharam. de vez enquando arrrumam um bico. Ele diz que não pode trabalhar porque tem que ajudar em casa com as crianças e a mulher não pode trabalhar porque diz que tem problemas de saúde.
Vivem de bolsa daqui e dali, e minha podre tia de mais de 60 anos aposentada com salario minimo e tendo que trabalhar de faxina pra ganhar outro salario tendo que comprar fraldas, leite, cesta basica, roupas e remedios gastando masi de 1 salario só com ele e netos.
Após o terceiro filho todos a aconselhavam a fazer cirurgia pra não ter mais filhos e sabe o que ela dizia.
“O pastor da minha igreja disse que se eu engravidar de novo é porque é a vontade de Deus e ela não vai deixar a criança desamparada”
O pastor só não explicou que o deus nesse caso esta sendo a minha tia.
Chega ser triste de ver aquela familia toda desestruturada com 6 crianças largadas pra rua e criadas de qualquer jeito.
Eu tenho 1 filho e acho que ficaria apertado se tivesse outro.

Cristina - SP
Visitante
Cristina - SP

Excelente artigo. Vou compartilhar no meu face. Muito pertinente, haja vista que atualmente há pais que parecem bobos por causa de filho. Matam-se de trabalhar para sustentar filho de 20 anos (ou mais) que não trabalha. Graças a Deus meus pais me ensinaram esses valores. Eu trabalho desde sempre e me sinto realizada. Comecei aos 15 anos (com carteira registrada), afora os “bicos” que eu fazia anteriormente, desde os 12. Trabalhar não mata ninguém! Ao contrário!

Rodrigo
Visitante
Rodrigo

Ótimo artigo, parabéns Leandro.

Eu e minha noiva já optamos por não termos filhos, inicialmente nunca tivemos ímpeto pela paternidade/maternidade e ao decorrer dos anos avaliando a sociedade atual e os fatores financeiros a decisão foi tomada e decidimos investir no nosso futuro.

Infelizmente muitas pessoas atualmente vêem filhos como uma obrigação social ou preferem ter filhos com medo da velhice, e uma vida gerada por esses motivos é o verdadeiro egoísmo ( geralmente casais que decidem não ter filhos que são acusados de egoísmo ).

Não entendo como as pessoas tem coragem de gerar vidas sem ao menos terem condições de cuidar dos filhos. Vejo amigos e conhecidos tendo filhos, mais que 1 muitas vezes, e mal conseguem pagar os cuidados básicos de saúde e recreação, passando por dificuldades que por muitas vezes desestruturam a família com brigas relacionadas a questões financeiras.

Antigamente vivíamos em uma sociedade que o pai saia para trabalhar e ficava a cargo da mãe os cuidados inciais, o acompanhamento da infância e educação dos filhos, e hj na maioria dos lares país e mães precisam sair para trabalhar, deixando a criação, educação, orientação à cargo de babás, creches, avós etc…e muitos país mal conseguem acompanhar o crescimento dos próprios filhos por trabalharem o dia todo e muitos em finais de semana, ou seja, geram vidas que serão deixadas a cuidados de terceiros e me pergunto se isso seria o ideal.

Acredito que se tivéssemos uma sociedade mais educada em relação a percepção da responsabilidade que acompanha a geração de uma vida, e não apenas gerando vidas e deixando ao aleatório teríamos uma sociedade com menos desigualdades sociais e famílias bem mais estruturadas do que atualmente.

Abraço!

Louis
Visitante
Louis

Rodrigo, concordo que ter filhos pensando na velhice é puro egoísmo. Ainda mais agora que há uma geração de filhos-únicos.
Estou juntando meu patrimônio buscando a independência financeira, justamente para que minha filha não precise se preocupar com meus gastos na velhice.

Gabriela
Visitante
Gabriela

Seus artigos são excelentes! Tendo a concordar com quase tudo que você falou aqui. Mas ao taxar como algo ruim um pai dar ao filho um bem (seja um apartamento, carro, dinheiro ou o que for), a visão torna-se simplista demais. Definitivamente é extremamente prejudicial um pai que não ensina um filho a andar com as próprias pernas. Mas se esse filho demonstra ser esforçado, está trilhando um ótimo caminho profissional e o pai tem condições (sem comprometer seu próprio padrão de vida) de ajudar o filho num fase que ele ainda está acumulando riqueza, acho isso totalmente benéfico. Se usado com inteligência, dinheiro atrai dinheiro. E falo isso por experiência própria. Poderia sim ter alugado, financiado ou esperado alguns anos para comprar meu apartamento. Mas meu pai tinha condições de me dar um e sou extremamente grata por isso. Com poucos anos de formada e sem ter destinado parte da minha renda para pagamentos de aluguel, hoje, com menos de 30 anos, já acumulei o suficiente para comprar 2 apartamentos. Ou seja, meus pais me educaram, ajudaram financeiramente e impulsionaram uma acumulação de riqueza muito maior. Ao invés de me preocupar em só pagar contas, pude me concentrar em como investir melhor o dinheiro. Sei que sou minoria. Mas achei importante deixar esse relato aqui para evitar o rótulo de que pai que ajuda o filho financeiramente está errado. Espero ter condições de fazer o mesmo pelos filhos que venha a ter, DESDE QUE eles demonstrem maturidade para isso. Novamente, parabéns pelos artigos. Passo aqui semanalmente, mas esse foi meu primeiro comentário.

Evelyn
Visitante
Evelyn

Excelente texto. Todo mundo ao meu redor me pergunta se não vou ter filhos, a minha resposta é simples:no momento não possuo condições financeiras para ter um filho. Só vou ter um filho quando atingir um patamar financeiro que me permita oferecer saúde, educação e segurança. Não vou colocar um filho no mundo para passar dificuldades.

Isaque Santos
Visitante
Isaque Santos

Excelente artigo!
Bem explanado, essas foram as maiores heranças que herdei,honestidade e independência.
Vejo que muitos jovens só colocam os filhos no mundo e largam para os avós criarem, vemos também família sem nenhuma condição terem mais de cinco filhos. A educação é a base de tudo.

Gregory Ndukwu
Visitante

Leandro, boa tarde
Meu filho esta com 5 meses, e realmente tive varias despesas.
Vacinas que só existem nas redes particulares, pediatra e etc.
Eu não tive a oportunidade de crescer com meu pai, apenas minha mãe
cuidou de mim, e com os recursos escassos que ela tinha, não podia me
proporcionar bens materiais. Isso fez falta ? Absolutamente nenhuma,
a riqueza mais importante que minha mão poderia me dar, era a educação
e embora não tivesse condições de pagar uma escola particular, dentro do
possível me incentivava a buscar o melhor com os recursos que tinhamos.
Resumindo com 17 anos, tinha terminado um conservatório de música, que iniciei
aos 7 anos de idade, e mais um curso técnico na universidade federal de Juiz de Fora – MG.
Com isso, eu consegui um emprego para continumar meus estudos. Hoje tenho condições de
pagar escola para meu filho e ajudar minha mãe quando necessário.
No fim, o mais importante que ela me ensinou, foi estudar.
Obrigado Leandro

Henrique
Visitante
Henrique

Ótimo texto !!! Sendo racional e deixando o apelo emocional de lado é exatamente assim que funciona.

Willian Magno
Visitante
Willian Magno

Mais um artigo excepcional. Quando me criticam pelo fato de manter o mesmo carro por tanto tempo mesmo podendo, em tese, trocar de carro todos os anos, eu respondo que minhas prioridades são educação e saúde para os meus dois filhos.

Quando me perguntam por que não vou mudar para um apartamento maior, dou a mesma resposta. ..

Se a minha opção foi essa, tenho a obrigação de dar o melhor possível para eles, mas sem deixar de me preocupar com o equilíbrio financeiro da família.

Parabéns pelo exemplar trabalho. Seus artigos têm sido inspiradores pra muita gente e eu estou incluído nessa lista.

Bruno
Visitante
Bruno

Perfeito, Leandro. Parabéns!

Sou recém-casado, há 4 meses. Pretendemos ter nosso filho daqui 3 ou 4 anos, e este texto ajudou muito nosso planejamento.

Muito obrigado!

Abraços,

Bruno.

Julio Nascimento
Visitante
Julio Nascimento

Parabéns pelo artigo, sempre acompanho!

Joanatan
Visitante
Joanatan

Olá professor. Minha esposa tem 25 anos eu 31,ainda não temos filhos,
Planejamos esperar mais 3 ou 4 anos,mesmo assim há 3 anos atrás iniciamos uma poupança visando a faculdade desse futuro filho,e depois de aprender a investir com o senhor. Migrei da poupança para o tesouro ipca35 com aportes mensais.Obrigado por ensinar.Deus seja Louvado.

Aldemir
Visitante
Aldemir

Otimo texto.

Gustavo Ventura
Visitante
Gustavo Ventura

A pergunta certa é “Quantos filhos vocês podem ter?”

Nada mais justo. O que mais me deixa indignado é gente aparecendo em programa apelativo da TV, reclamando que o prefeito/governador/presidente tem que resolver a situação da família – e nessa hora, mostram uma mãe com menos de 25 anos com 6 filhotes a tiracolo. Você sabe que, a não ser que alguma reviravolta sensacional aconteça, o destino deles será uma repetição daquele dos pais.

Meus pais já passaram por muitas dificuldades na vida, e se esforçaram ao máximo para conceder a mim e a minha irmã aquele que considero o melhor presente: educação, leitura. Tanto eu como ela estudamos durante os primeiros anos em escola estadual, mas sempre com a cobrança deles em relação aos estudos. Isso formou dois filhos independentes na periferia de Goiânia. Sou eternamente grato a eles por isso.

Obrigado por mais este texto, Leandro. Que o poder da internet possa levá-lo a influenciar o maior número de pessoas possível. Você merece o sucesso e a boa ventura!

zeca
Visitante
zeca

Uma vez vi uma postagem no facebook que dizia: “um homem sem filhos, tem o bolso cheio e um coração vazio.” Polemico rss.

Marinel
Visitante
Marinel

Como sempre, mais um ótimo artigo…

Paulo
Visitante
Paulo

Acreditar em ter família e uma vida digna em nosso país, é o mesmo que acreditar em conto de fadas…A verdade é que nenhum filho, nos dias atuais, senão da classe A e Top B, consegue carro, casa (a não ser que seja no grande interior/sertão onde judas perdeu as botas) e início da construção de sua família com um certo planejamento, lá para os seus 30 anos, sem nenhum “empurrãozinho” dos pais (um contato aqui, uma poupança, uma herança financeira, profissional, senão as duas etc). Tudo é muito caro, a renda e muito baixa e o governo ainda leva a metade. A geração canguru é real, e cresce a cada crise econômica, é só nos lembrarmos dos recentes casos de Espanha e Grécia… Quem consegue $$ suficiente pra se sustentar e sair da casa dos pais, com inflação a 10%, desemprego a 10% e renda decrescente? Infelizmente o Brasil caminha para esse lado, e só restam dois caminhos: a população se reproduz e se sustenta sabe-se lá como (muitos fazem isso, gerando nossos problemas sociais), ou a população para de crescer por desgosto e por incompetência geral da sociedade em sua organização sócio-econômica…o que já vem acontecendo.

Kleber Lima
Visitante
Kleber Lima

Parabéns Leandro Ávila por mais essa relíquia.
Sugestão: você deveria escrever um livro para as famílias sobre Educação Financeira!
Se o fizer, quero ser um dos primeiros a adquirir.
Que Deus te abençoe. Forte abraço!

M Helena
Visitante
M Helena

Olá Leandro, meus cumprimentos!
O tema escolhido está semana incentiva a reflexão sobre a importância da conscientização da educação financeira no ciclo da vida. Mostrando como ela faz diferença para se alcançar objetivos pessoais, formar uma nova família, orientar aos filhos e para uma aposentadoria tranqüila.
Obrigada por compartilhar conhecimentos que contribuem para a aprendizagem !

Pedro Henrique
Visitante
Pedro Henrique

Leandro, boa tarde

Sou leitor de todos teus artigos há praticamente 2 anos, entretanto, esse foi um artigo muito infeliz!

Em que pese toda minha admiração pelo seus trabalhos e contribuição com educação e planejamento financeiro, o ser humano não é uma mercadoria ou um número em uma planilha.

Um abraço

Guilherme
Visitante
Guilherme

Olá Leandro,

Parabéns por mais este ótimo artigo.

Um abraço

Israel
Visitante
Israel

Excelente artigo. Parabêns Leandro

Gedilson
Visitante
Gedilson

Não concordo com o seu texto. Se todo mundo for esperar ter condições ditas ideais, ninguém nunca vai ter filhos. E além disso vivemos num país onde o governo tem progaramas sociais que visam extamente amparar as famílias carentes e seus filhos. Sinceramente, achei o seu texto preconceiuoso, do tipo que culpa os pobres pelos problemas do país. Será que você é daqueles que acha que pra acabar com a miséria tem que proibir os pobres de procriar?

Mariana
Visitante
Mariana

Oi Leandro,

Parabéns por mais um ótimo artigo, conheci o seu trabalho e o Clube dos Poupadores em dezembro de 2015 e desde então minha mentalidade e minha vida financeira vem mudando de forma significativa, inclusive já fazendo aportes no Tesouro Direto.
Muito obrigada mesmo, compartilho da sua opinião completamente no artigo.

Mudando de assunto, se me permite, possuo uma conta na Rico e eles informaram que a partir de abril a conta na corretora será pessoal, ou seja, a transferência que antes eu fazia sem custo entre minha conta do BB e a do BB da corretora, agora terá um custo elevado visto que irei fazer uma TED/DOC entre BB e a conta da corretora como outro banco (transferência entre bancos diferentes).

Não sei se outras corretoras também estão adotando o mesmo procedimento, mas isso sem dúvida irá gerar um impacto ruim, ao meu ver, para os pequenos investidores, como eu. Qual a orientação nesse caso? Qual seria a opção ‘menos pior’ para evitar esses custos com a transferência? Fica a sugestão para elaborar um artigo sobre essas novas regras.

Abs, fique com Deus

Sonia
Visitante
Sonia

Leandro, mais um excelente artigo. Muito bom para refletirmos.
Cada um de nós devemos ter responsabilidades por nossas vidas e dos nossos filhos.
Eu certamente, se tivesse acesso às informações, há 20 anos atrás, teria evitado muitas dificuldades que atravessei. No entanto, filhos não vêm ao mundo com Manual de instrução, pelo contrário eles nos ensinam muito. Eu deixei o Brasil há 20 anos, Eu e marido, deixamos para traz, Curso superior e quase tudo no Brasil. Não foi fácil adaptação a uma sociedade com costumes e cultura diferente da nossa, além das dificuldades de comunição, em aprender uma nova língua. Foram altos e baixos, dois filhos pequenos em escolas publicas no Japão, eu mal sabia falar Arigato. Encarrar trabalho pesado em fábricas e longas jornadas. Atravessamos a crise Japonesa de 2008, onde os estrangeiros foram os primeiros a serem cortados, e com marido desempregado, surgiu um temporão, um filho chegando na crise e nós os pais com idade de avòs. Meu filho mais velho passou no vestibular, nessa época. Parecia que o mundo desabou no meu lar. E fomos, vencendo cada dificuldade, utilizando as reservas que tinhamos e tudo foi se ajeitando.Hoje, os dois mais velhos, estão vivendo a vida deles, já saíram de casa. Tudo passa, mas se não tivessemos maturidade responsabilidade, poderíamos ter passado o que muitos brasileiros passaram aqui. Muitos moraram nas ruas, dentro de carros e precisaram do apoio da comunidade através de doações de alimentos. Algumas crianças morreram de frio e fome. Um quadro triste, mas real… Muitos regressaram ao Brasil. Enfim, Leandro, o que quero dizer é que o nosso universo é do tamanho do nosso conhecimento, quando ampliamos através do conhecimento, leituras e estudos, podemos ter uma outra forma de olhar a vida e aplicar no nosso dia-a-dia. Gosto da palavra A-COR_DAR, como podemos ver, é dar cor, dar vida…alguns acordam as 18, aos 35, aos 55 e outros nunca acordam. Considero-me vitoriosa e satisfeita com o que cada filho meu me custou. Não só financeiramente falando, mas para eles estarem bem, foi necessário muita força determinação minha e do meu companheiro. Foi necessário união e muito amor, principalmente naqueles momentos que batia a vontade de desistir . Obrigada Leandro, por proporcionar às pessoas um novo caminho, a conscientização. Um Abraço.

Renan
Visitante
Renan

Leandro, estava esperando o momento para ler com calma esse texto, sobre filhos, que muito me interessa. Pessoalmente, não sou a favor de eu colocar mais pessoas no mundo, é muito sofrimento que esse ser teria que enfrentar para ter coisas que, no fundo, não vão resolver o problema dele (isto é, ter nascido). Além dessa ideia, junto a questão financeira. Daí, seu texto apresenta a base de um argumento que corrobora com a opção por não ter filhos. Questão social e ética, das mais complexas. Mas, vai demorar para as pessoas racionalizarem isso… Seu trabalho já é uma grande contribuição nesse contexto, para clarificar as coisas. É um prazer poder acompanhá-lo. Abraço!

Poly
Visitante
Poly

Parabéns, Leandro, por ressaltar e exaltar valores tão importantes como a honestidade, o esforço, o trabalho e a disciplina, porque eles têm andado muito esquecidos no interior das famílias e sociedade brasileiras. Realmente eles são o melhor presente e herança dos pais para os filhos e de uma cultura para os seus integrantes. Os brasileiros, que admiram tanto a “civilidade” e a “riqueza” dos países desenvolvidos, esquecem-se ou fingem que não vêem que são precisamente esses valores que estão na base daquelas culturas e sociedades.

Josiana
Visitante
Josiana

Ótimo artigo, principalmente a lição de vida, realmente não devemos tirar de nossos filhos o prazer de conquistar as coisas com o seu próprio esforço. Venho de uma família humilde, trabalhadora e feliz. Hoje sou casada e tenho três filhos e não me arrependo. Claro que eles custam tempo e dinheiro. Troquei de emprego uma vez para passar mais tempo em casa e finalmente deixei de trabalhar para poder educa-los. Não diminuímos nosso padrão de vida por causa disso, pelo contrário. Estando em casa posso administrar as finanças melhor. Muitas vezes pessoas consumistas e desequilibradas colocam a culpa de seu fracasso financeiro na chegada dos filhos. Pras minhas crianças eu compro saúde e educação da melhor qualidade e só. Roupas e brinquedos não precisam ser caros, porque uma criança de 4 anos prefere brincar com uma caixa de papelão na companhia da mãe e do irmão do que ter brinquedos caros e ter que brincar sozinho. Acho que quem quer ter filhos tem que pensar em dar a eles um bom lar e não um monte de coisas caras.

Márcia
Visitante
Márcia

Não vivo mais sem acompanhar seu site e esse é o melhor artigo para a realidade brasileira. Tenho pena dessas crianças abandonadas. Fico triste em ver e não poder fazer nada por elas, afinal, se cada um tivesse educação e consciência o mundo seria melhor. Parabéns!

SOCRATES
Visitante
SOCRATES

Compartilho plenamente da ideias deste artigo e mais uma vez só tenho a agradecer o seu trabalho prfícuo na nossa educação financeira.

Carolina
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Carolina

Oi Leandro, é a primeira vez que comento mas sigo suas postagens semanais (que recebo no e-mail) e a cada semana sempre venho ler um artigo maravilhoso. Artigos sempre muito bem articulados e relevantes. Parabéns por um trabalho maravilhoso. Ótimo, ótimo artigo mesmo.

Mauro
Visitante
Mauro

Mais uma vez, como já é de costume um excelente artigo. Muito obrigado Leandro.

Jackson
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Jackson

Leandro, muito inspirador e crítico o artigo. Inclusive encaminhei o link para minha esposa lê-lo, uma vez que estamos pensando em ter um filho(a). Concordo em tudo que descreveste e, inclusive adiamos o projeto de maternidade sendo uma das razões a preocupação em gerar todas as condições de saúde, segurança e educação para nosso(a) filho(a).
Os maiores valores que podemos dar a eles são o amor, a honestidade, a sinceridade, a simplicidade e ajudá-los a formação de um caráter íntegro e educado financeiramente!
Abraços.

Henrique Rodrigues
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Henrique Rodrigues

Segunda vez que leio.
Todos seus artigos são bons ou muito bons.

Mas este, sinceramente. É EXCELENTE.

Joker
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Joker

Leandro, vez que outra, passo por aqui para ler as suas sempre excelentes análises. Muito embora haja um pouco de mimimi (justificável, claro, pois criar consciência e responsabilidade demora e dói), concordo em gênero, número e grau. Claro que uma criança custa, e muito. Discordar disso é como perguntar ao gerente da sua conta do banco o que fazer, ou ficar feliz porque a parcela cabe no bolso!

Obviamente, para quem se propõe à paternidade / maternidade, é um custo-benefício de outra ordem, fundamental à continuidade da nossa vida. Essa, evidentemente, é apenas e tão-somente a minha opinião. Eu e a minha esposa queremos ter um filho em breve. Somos, até onde consigo enxergar, relativamente educados financeiramente; fica claro que são despesas muito elevadas, mas podem (e devem) ser programadas. Simples assim…!

Eli
Visitante
Eli

Eu adoro os artigos do site sou super fã e no quesito qnt custa uma filho tb temos que colocar na conta comprar tudo usado desde o berço ao guarda roupa, as roupinhas enfim, existem muitos anúncios na internet de pessoas que vendem as coisas de crianças usadas em bom estado até prq criança cresce rápido e perde tudo rápido, é uma boa forma de economizar. Em países de primeiro mundo como a Suécia por exemplo, lá é comum as pessoas trocarem tudo entre elas sem esta cultura do que usado não presta que temos no Brasil, estou planejando ter meu primeiro filho e já estou procurando os moveis e até bolsa de maternidade usada pra comprar, além de babá eletrônica, kit berço, roupas e calçados, enfim e vou cuidando bem pra revender novamente e ir comprando outras coisas a medida que a criança for crescendo. Não acho que vc tem que colocar em uma escola cara até prq a nossa casa é a escola da vida

Suyanny
Visitante
Suyanny

Olá Leandro! Tenho duas filhas pequenas, não recebi educação financeira dos meus pais e isso me custou muitas dores de cabeça quando comecei a administrar o meu próprio dinheiro. Quero fazer a diferença para as minhas filhas, por isso gostaria que vc indicasse algo (livros, site, artigos) para começar a educação financeira de crianças. Desde já agradeço.

Ranielli
Visitante
Ranielli

Ótimo artigo!
Sou prova de que esse ensinamento é real.

Meus pais me dão o suporte, mas quem corre atrás das conquistas sou eu. Nada como pegar as chaves do apartamento que eu mesmo comprei.

Abraço, Leandro!

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