Para onde vai 75% da sua renda

Tenho certeza que você adoraria poder se aposentar antes dos 40 anos e não depois dos 65 anos. É claro que as pessoas que buscam antecipar a aposentadoria não estão querendo ficar sem trabalhar por 40 ou 50 anos. Elas só gostariam de aliviar o peso que é trabalhar por 30 dias para garantir a sobrevivência pelos próximos 30 dias.

É fácil medir esse peso respondendo uma pergunta simples:

Se você perdesse a sua fonte de renda hoje (exemplo: você foi demitido). Por quanto tempo você conseguiria manter as despesas mensais geradas pelo seu atual estilo de vida sem quebrar ou mergulhar em dívidas? Quanto tempo levaria para sua conta bancária ficar no vermelho?

Quanto menos tempo, maior o peso.

Agora imagine se diante de uma interrupção da sua renda, você fosse capaz de viver tranquilamente apenas com a renda gerada pelos seus investimentos, tendo total calma e tranquilidade para escolher uma boa oportunidade de emprego ou até uma atividade que possa ser mais gratificante que o seu antigo trabalho.

Esse é o objetivo daquele que busca a aposentadoria antecipada. Você não irá se aposentar do trabalho, mas irá se aposentar daquela obrigação de carregar as pedras (despesas) até receber o próprio salário no interminável ciclo de trabalhar e pagar contas… trabalhar para pagar contas. A aposentadoria antecipada equivale a sua independência financeira. Ela simboliza a libertação do “trabalho de Sísifo”

Trabalho de Sísifo

Quadro do pintor italiano Ticiano Vecellio (1549) retratando o trabalho de Sísifo

O cidadão que aparece no quadro acima se chama Sísyphos (Sísifo). Veja que ele está subindo uma montanha carregando uma pedra nas costas. Essa situação tornou a vida de Sísifo um verdadeiro inferno. Nem parece que Sísifo foi o humano mais astuto de toda a mitologia grega.

Sísifo era um sujeito indisciplinado, sofria as consequências da sua indisciplina, mas se achava muito esperto. Para tudo ele conseguia encontrar um jeitinho. Era grego, mas seguia a famosa Lei de Gerson, divulgada por aquele esportista brasileiro que fumava, comprava cigarro barato e achava que isso era uma grande vantagem (assista).

Sísifo era tão “esperto” que conseguiu enganar a morte por duas vezes e no fim, acabou sendo condenado a um apena que considerada pior que a própria morte.

Por toda a eternidade, Sísifo foi condenado a rolar uma grande pedra de mármore com suas mãos até o cume de uma montanha, sendo que toda vez que ele estava quase alcançando o topo, a pedra rolava novamente montanha abaixo até o ponto de partida, invalidando completamente o duro esforço despendido.

Por esse motivo, a expressão “trabalho de Sísifo”, em contextos modernos, é empregada para representar qualquer tarefa que envolva esforços longos, repetitivos e inevitavelmente fadados ao fracasso – algo como um infinito ciclo de esforços que, além de nunca levarem a nada útil ou proveitoso, também são totalmente desprovidos de quaisquer opções de desistência ou recusa em fazê-lo.

Nas nossas finanças pessoais não existe espaço para jeitinho. O dinheiro é regido por leis matemáticas muito rígidas e os jeitinhos que tentamos dar com o dinheiro acaba nos aprisionando no eterno trabalho de Sísifo. Decisões equivocadas com relação ao nosso consumo, como fez o Gerson, nos aprisionam no inferno que é o trabalho infrutífero.

Aquele que tenta dar um “jeitinho” nas finanças, empurrando os problemas para frente, acumulando dívidas, alimentando vícios, permitindo abusos da vaidade diante da escolha de imóveis e carros, acaba condenado a fazer o eterno “trabalho de Sísifo” carregando a pedra (despesas) até o topo da montanha todos os meses e tendo que repetir esse trabalho infinitas vezes para conseguir pagar as contas e nada mais que isso.

As suas três grandes pedras

Sísifo até hoje, segundo a mitologia grega, está empurrando sua enorme pedra morro acima. As famílias brasileiras empurram pelo menos três grandes pedras que representam mais de 75% do comprometimento da renda mensal (fonte). Essas pedras se chamam:

  • Pedra 1: Despesas com habitação consomem 35,9% da renda das famílias.
  • Pedra 2: Despesas com alimentação consomem 19,8% da renda das famílias.
  • Pedra 3: Despesas com transporte consomem 19,6% da renda das famílias.

Veja todas as pedras no quadro abaixo:

No exterior não é muito diferente. Em países como EUA, mais de 60% da renda das famílias é gasta mensalmente com despesas de habitação, transporte e alimentação (fonte). Em Portugal, esse tipo de despesa também ultrapassa 60% (fonte).

É curioso observar na tabela acima que somente 3% da renda é investida em educação. É justamente esse investimento que aumentaria a renda e tornaria as despesas menos significativas. Veja que ainda temos 0,5% de “investimentos” em cigarros que resultará no aumento futuro das despesas com saúde.

Independência o trabalho de Sísifo

Somente quando você acumular patrimônio suficiente para gerar renda capaz de pagar suas despesas mensais será possível dizer que você está financeiramente independente. Quando sua renda passiva for igual ou maior que a renda gerada pelo seu trabalho será possível dizer que você atingiu um estágio de maior liberdade financeira.

Para quem tem esse objetivo é necessário acumular e multiplicar patrimônio durante o trabalho de Sísifo. Isso significa não permitir que as pedras que chegam no topo rolem inutilmente. Para poupar mais permitindo acumular esse patrimônio será necessário tomar decisões inteligentes com relação ao tamanho dessas pedras de despesas que você carrega.

Dependendo das decisões que você tomou até aqui com relação a sua moradia, transporte e alimentação, grande parte da sua renda mensal está comprometida com essa rolagem e pouco sobrará todos os meses para atingir sua independência financeira no futuro.

 

A pedra da habitação

Você provavelmente está com vontade de calcular qual percentual da sua renda está sendo comprometida com despesas de habitação, transporte e alimentação. Vou descrever rapidamente o que os institutos de pesquisa consideram para cada despesa.

No caso da despesa em habitação eles não consideram apenas os custos com o pagamento de aluguel, taxas adicionais e incidentes por atraso. Eles também consideram uma coisa chamada aluguel não monetário que é pago por todas as pessoas que possuem um imóvel próprio e que acreditam não pagarem aluguel.

A verdade é que um imóvel próprio gera um custo invisível, mas que existe. Ele é o valor estimado que você pagaria se tivesse alugado o seu próprio imóvel. Podemos dizer que esse é o custo da oportunidade que você deixou de aproveitar por morar no seu imóvel. É um dinheiro que você está deixando de ganhar por precisar fazer uso do seu patrimônio imobilizado em forma de imóvel. Se o dinheiro do seu imóvel estivesse investido ele também produziria uma renda mensal referente aos juros. Ao optar por ter um imóvel você abriu mão de uma oportunidade e isso representa um custo de oportunidade.

Como despesa de habitação ainda existem as despesas com condomínio, despesas com serviços e taxas de energia elétrica, telefone fixo, telefone celular, pacote de telefone, TV e Internet, gás, água e esgoto.

Estão agregadas na despesa de habitação as despesas com locação de imóvel (contrato, depósito de locação, etc.), seguros sobre o imóvel (incêndio, roubo, etc.) e taxas de serviços em geral. Também faz parte da despesa de habitação qualquer gasto com manutenção e pequenos reparos com habitação como: cimento, tijolo, vidro, tinta, artigos de jardinagem (planta, terra, xaxim, etc.). Também estão incluídas as despesas com serviços domésticos (faxineira, lavadeira, passadeira, jardineiro, etc.), com dedetização e também despesas com aquisição de água, lenha e carvão vegetal, etc.

Todos os artigos de limpeza usados no imóvel são despesas de habitação como água sanitária, vassoura de qualquer tipo, rodo, espanador e pano de chão.

Aquisições de eletrodomésticos e equipamentos do lar tais como: refrigerador; freezer; máquina de lavar roupas; máquina de lavar louça; fogão; aspirador de pó; forno de micro-ondas; computador; televisão, etc. são despesas de habitação. O mesmo vale para despesas com conserto e manutenção de aparelhos domésticos, móveis, eletroeletrônicos e equipamentos do lar. Também estão incluídas as aquisições de mobiliários e artigos do lar, tais como: móveis; luminárias; adornos e enfeites; roupas de cama; mesa e banho; outros têxteis (como, por exemplo, cortinas); e artigos de copa e cozinha.

Já foi possível entender por qual motivo essa é a maior de todas as pedras. Existem pessoas que trocam de móveis e eletrodomésticos periodicamente por puro lazer, falta do que fazer ou até como prêmio de consolação por acharem que merecem um mimo no final do mês depois de passar 30 dias carregando pedra. Muitas vezes móveis e eletrodomésticos são trocados sem necessidade por serem antigos ou não terem tecnologias que não são realmente úteis. A grande verdade é que sempre encontramos uma desculpa para gastar dinheiro com as despesas habitacionais e acabamos aprisionados no trabalho de Sísifo sem perceber.

Essa imagem simboliza o tamanho das suas despesas com habitação, carregadas por você todos os meses.

A pedra do transporte

Os institutos de pesquisa consideram como despesa de transporte tudo que você gasta com transporte urbano, tais como: ônibus; táxi; metrô; integração; trem; barca; transporte alternativo; bonde; e plano inclinado. Inclui também as aquisições de combustível (gasolina e álcool) para veículo próprio, manutenção e acessórios, aquisição de veículos e despesas com viagens esporádicas (avião, ônibus, etc.), estacionamento, pedágio, gás combustível e seguro obrigatório.

Dependendo do carro que você escolheu para compor o seu estilo de vida o percentual da sua renda comprometida com transporte pode ser bem mais elevada do que a média. Quando compramos veículos financiados temos a oportunidade de adquirir veículos que teríamos dificuldade para comprar se fosse através de um pagamento à vista. Esse é o grande problema dos financiamentos. Ele sempre induz a pessoa a adquirir bens de padrão superior ao padrão da sua renda. Basta que a parcela se encaixe no orçamento.

Não é difícil ouvir falar de pessoas que compraram veículos que geram despesas além das suas possibilidades. Muitas vezes as pessoas não possuem nenhuma condição financeira para ter um carro, mas querem parecer aquilo que não são. Acabam usando o veículo como decoração de garagem.

Cometer exageros na escolha do seu carro ou trocar de carro com muita frequência aprisiona você no trabalho de Sísifo. Você terá um eterno custo fixo para manter o veículo como se ele fosse um membro da sua família. Já vi casos de pessoas que gastam mais dinheiro com o carro do que com os próprios filhos.

Verifique qual o percentual da sua renda está sendo comprometida com transporte. Se ele for muito significante isso pode ser um problema.

Silvio Santos que tem 34 empresas e faturamento de R$ 4,66 bilhões por ano, até pouco tempo tinha um Ômega velho que representava um percentual sem significado diante do seu patrimônio. Agora, depois de muita insistência da família, comprou um Honda Accord. Provavelmente seus funcionários ostentam carros mais caros e luxuosos.

A pedra da alimentação

Essa pedra das despesas alimentares é representada por todo alimento comprado para consumo dentro e fora de casa. O brasileiro gasta cerca de 25% de sua renda com alimentação fora do lar. A Associação de Bares e Restaurantes (ABRASEL) estima que o setor represente, hoje, 2,7% do PIB brasileiro. A indústria da comida fora de casa fatura mais de R$ 240 bilhões de reais por ano. Isso é muito se você considerar que todo o setor alimentício fatura mais de 430 bilhões. O gasto dos brasileiros com refeições fora do lar é considerado altíssimo  (fonte).

Se comer fora de casa fosse sinônimo de ter uma alimentação saudável, a despesa seria justa. Não é inteligente fazer uma economia que prejudica a sua saúde. Quando você economiza na qualidade do alimento, acaba deixando mais dinheiro na farmácia.

O problema é que o hábito de comer fora resulta em prejuízos para a sua saúde. É como o pobre coitado do Gerson que fuma e escolhe o cigarro mais barato achando que isso significa ter alguma vantagem. Essa pesquisa aqui (leia) diz que o brasileiro não aproveita a refeição fora de casa para comer melhor, porque muitas vezes esse consumo está diretamente associado ao lazer e, consequentemente, à busca pelo prazer.

Aí… por falta de um grande objetivo você acaba procurando o prazer nos excessos da comida e bebida.

É por isso que o percentual de consumo fora do domicílio mais elevado encontrado foi o de cerveja, com 63,6%. A pesquisa mostra que, logo após a cerveja, o brasileiro consome fora de casa em grande quantidade salgadinhos industrializados (56,5%), salgados fritos e assados (53,2%), bebidas destiladas (44,7%), pizzas (42,6%), sanduíches (41,4%), refrigerantes diet ou light (40,1%), refrigerantes comuns (39,9%), salada de frutas (38,8%) e chocolates (36,6%).

Isso também faz mal para o seu bolso, além de elevar suas despesas futuras com remédios, tratamentos e antecipar o repasse da sua herança para os seus parentes.

Sobre o consumo de cerveja, existe um estudo que fizeram recentemente que é bem curioso. Alguém resolveu calcular quanto você teria se no lugar de comprar cerveja você tivesse comprado ações da fábrica de cerveja (Ambev). O consumo médio do brasileiro é de 62 litros por ano ou 8 garrafas de cerveja por mês. Partindo-se da hipótese de que o preço de uma garrafa de cerveja em 1995 fosse R$ 1, cada pessoa teria gasto R$ 8.468,74 com cerveja até hoje. Se você tivesse investido isso nas ações da fabricante de cerveja teria hoje R$ 104 mil (fonte).

O homem mais rico do Brasil é o dono da fábrica de cerveja. O hábito do brasileiro de beber cerveja faz ele faturar meio milhão por hora ou US$ 1,4 bilhão por ano (veja aqui). Dependendo de qual lado da mesa você está, (do lado que bebe ou do lado que vende) cerveja pode ser muito bom ou muito ruim para seu futuro financeiro, caso você não se incomode em ser sócio de alguém que enriquece com a desgraça alheia.

Agora imagine o uso dessa estratégia para todos os alimentos industrializados, bebidas alcoólicas e junk food (comida lixo) que consumimos durante toda a vida e que tira nossa saúde e nos aprisiona no trabalho de Sísifo. Junte a isso as despesas para redução de peso e tratamentos de saúde que esses hábitos alimentares geram.

É claro que você é livre para gastar o seu dinheiro da forma que achar melhor e essa liberdade é maravilhosa. Nem eu e nem ninguém tem nada com isso. O objetivo deste artigo e desse tipo de estudo tem relação com uma vida mais consciente. A ideia é você ter consciência plena sobre as consequências de cada decisão de consumo e investimento na sua vida.

O julgamento se a decisão é boa ou ruim com relação ao seu dinheiro é particular, somente você deve julgar. Dessa forma, você não vai sair por ai dizendo que o mundo é injusto, que só você não teve sorte com o dinheiro, e outro tipo de desculpa que as pessoas costumam usar quando passam a vida inteira tomando decisões sem avaliar as consequências.

O patrimônio que temos costuma ser exatamente o patrimônio que merecemos ter. Ele é o resultado das nossas decisões sobre a maneira como gastamos ou investimos os frutos do nosso trabalho diário.

Milionário potencial

É por este motivo que dizem que todos são milionários potenciais. O que vai determinar se esse potencial vai se concretizar no futuro depende de como você anda investindo o seu dinheiro. Se você investe cometendo exageros nas despesas habitacionais, de transporte e de alimentação a única coisa que você vai fazer durante a vida é levar pedras para o topo da montanha. Elas irão rolar até sua base exigindo que você repita o processo. Isso acontecerá até o dia que não terá mais forças e alguém terá que assumir a tarefa de rolar você montanha acima junto com suas pedras.

Se você gosta de temas relacionados com a sua independência financeira recomendo que você também acompanhe a série de artigos que estou escrevendo no site de conteúdo Premium do Clube dos Poupadores. Estamos iniciando um minicurso sobre Independência Financeira que é composto por uma série de artigos e de ferramentas com o objetivo de ajudar aqueles já estão com suas finanças equilibradas e que agora querem iniciar a escalada até a própria independência financeira, livre do trabalho de Sísifo. Para saber como ter acesso ao conteúdo Premium visite aqui e leia até o final da página. Na primeira fase do projeto, basta adquirir nossa série de livros para ganhar uma conta gratuita de acesso.

A independência financeira poupa você do trabalho por necessidade, mas não livra do trabalho para evitar os dois outros males citados por Voltaire na frase acima. O bom é que financeiramente independente você tem mais liberdade para escolher o que fazer. Para finalizar, assista o vídeo abaixo.


Na mitologia, a pedra sempre rola morro abaixo e Sísifo precisa refazer o trabalho. Na animação acima, Sísifo não deixa a pedra rolar e no final ele acaba construindo a sua própria montanha, fruto de todo o seu trabalho.

About the Author:

Leandro Ávila é administrador de empresas, educador independente especializado em Educação Financeira. Além de editor do Clube dos Poupadores é autor dos livros: Reeducação Financeira, Investidor Consciente, Investimentos que rendem mais, e livros sobre Como comprar e investir em imóveis.

192 Comments

  1. Isaque Santos 14 de julho de 2017 at 15:29 - Reply

    Esplendido, muito real todas essas análises.

    • Leandro Ávila 14 de julho de 2017 at 15:37 - Reply

      Obrigado Isaque. Fico feliz por ajudar de alguma forma.

    • João Paulo 25 de julho de 2017 at 8:51 - Reply

      Leandro, me achava um “peixe fora d’água” até conhecer vosso site. Obrigado por compartilhar estes textos conosco! Sucesso.

      • Leandro Ávila 31 de julho de 2017 at 14:37 - Reply

        Oi João, seja bem-vindo. Você provavelmente não é mais peixe.

  2. KAKA 14 de julho de 2017 at 15:54 - Reply

    Leandro Acompanho seus artigos a bastante tempo, Muito obrigado por dedicar seu tempo a ajudar pessoas que nem eu,obter novos conhecimentos e ser um pessoa melhor em todas as áreas. Tens agregado muito valor com seus conteúdos para um mundo melhor, Que você vive muitos anos para continuar contribuindo mais e mais. OBRIGADO DE TODO CORAÇÃO!

    • Leandro Ávila 14 de julho de 2017 at 16:13 - Reply

      Oi KAKA. Eu que agradeço por acompanhar o projeto e torná-lo útil. Nada do que publico aqui seria útil se não fosse as pessoas que visitam as páginas e compartilham entre amigos e parentes.

  3. GB 14 de julho de 2017 at 16:01 - Reply

    Olha, parabéns pelo “aluguel não monetário” a maioria das pessoas não acredita que ele exista, mas mesmo as empresas contabilizam ele quando possuem imóveis e os utilizam em seus negócios, sendo que poderiam alugá-los, por exemplo.

    No fundo todo mundo paga aluguel, até os proprietários ao usufruir de suas próprias casas (pois poderiam ganhar alugando elas ou deixando o dinheiro render na aplicação).

    • Leandro Ávila 14 de julho de 2017 at 16:27 - Reply

      Oi GB. Eu não tenho nada contra quem faça a opção consciente por ter um imóvel próprio. Eu mesmo tenho imóvel próprio. O problema ocorre quando você não tem consciência das consequências. Para algumas pessoas os benefícios são maiores que os custos e isso inclui o custo de oportunidade. O problema é que se você não entende que esse custo de oportunidade existe, como será possível colocar os benefícios e os custos em uma balança para ver se aquilo faz sentido na sua vida ou na sua estratégia de investimento? Como fazer uma boa avaliação antes de tomar decisões? No fundo você paga “aluguel” até para a televisão que existe na sua sala, para o seu smartphone e para o computador que utiliza. Toda vez que você escolhe comprar, escolhe dizer não para todas as outras possibilidades e isso inclui a possibilidade de ter poupado aquele dinheiro para obter renda no futuro. A diferença com relação ao imóvel é que a tv, o smartphone e o computador um dia serão jogados no lixo. Imóveis podem valorizar, desvalorizar, podem se reformados, reconstruídos, etc. Quando você gasta R$ 1000 comprando um smartphone agora, significa dizer que você abriu mão de ter R$ 118.647,73 depois de 40 anos (com uma taxa de juros de 1% ao mês). Quanto maior a taxa que você consegue rentabilizar com base nos seus conhecimentos, maior o custo de oportunidade. Isso não significa que as pessoas não devam comprar um smartphone. Significa que elas devem avaliar se realmente compensa, se o smartphone com menos recursos e mais barato não seria suficiente, se o benefício que você terá realmente compensa o trabalho que você teve para comprar e a falta que esse recurso fará no futuro para objetivos que possam ser até mais importantes, etc. Essa consciência evita que a pessoa rasgue dinheiro e depois fique reclamando que não tem dinheiro, não tem sorte com o dinheiro, etc.

      • GB 14 de julho de 2017 at 16:47 - Reply

        Sim, é que o mercado abusa e fala que comprar é sempre melhor, independente do preço, mas a pessoa se esquece que tem outras coisas que podem ser feitas com esse dinheiro.

        Eu vou comprar um imóvel no futuro, mas ele não deve impactar minhas aplicações, caso contrário eu continuo no aluguel.

        • Leandro Ávila 14 de julho de 2017 at 17:24 - Reply

          Eu acho que é papel do mercado dizer que comprar qualquer coisa é sempre melhor, especialmente se quem diz vai lucrar com isso. É papel de cada um parar de perguntar para o açougueiro se é melhor comer carne ou peixe no almoço. O açougueiro sempre vai responder que a carne é melhor. A opinião do dono da peixaria será sempre diferente.

          • Fabio Marcos Frasão 24 de julho de 2017 at 16:08

            Caro Leandro , GB e demais leitores.
            Minha colaboração para boa economia e não se furtar a adquirir bens e serviços que corroborem com a satisfação pessoal.
            Ao comprar qualquer objeto ou serviço, três perguntas devem ser feitas à si próprio:
            1) É necessário?
            2) É importante?
            3) É urgente?
            Se dúvida surgir em qualquer questão acima, podem ser deixadas de lado as trocas de smartphone, carro, TV, roupas, viagens caras, relógios, etc..
            Mas não devemos deixar de adquirir aquilo que desejamos após planejar e economizar, pois a vida é curta.
            Em tempo: aprecio viagens, bons vinhos e boas cervejas. Reservo quantia em investimentos para satisfazer esses desejos.

          • Leandro Ávila 24 de julho de 2017 at 19:09

            Obrigado Fabio

  4. Gilson 14 de julho de 2017 at 16:06 - Reply

    Boa Tarde. Leandro.
    Me chamo Gilson.tenho 28 anos e recentemente acompanho seus artigos com afinco.
    Já venho de uma reeducação financeira de 2 anos e hoje me orgulho em dizer que minha vida financeira esta estável.
    Contudo. ainda tenho o dever de trabalhar para suprir as despesas básicas por mas que representem apenas 40% de minha renda.
    Estou iniciando o processo de aquisição de ativos para poder como primeiro objetivo cobrir minhas despesas.
    Mas para quem nunca esteve no meio “investimentos” e um tanto difícil entender e saber escolher as melhores opções de acordo com seu objetivo. Mas seus artigos tem me ajudado e motivado de forma gigantesca. Bem como outros fontes de informação,

    Gostaria de deixar aqui meus parabéns e breve estarei adquirindo seu conjunto de livros para me ajudarem nesta etapa.

    Parabens.

    • Leandro Ávila 14 de julho de 2017 at 16:32 - Reply

      Oi Gilson. Parabéns! Creio que você já tem a sua reserva de emergência. Acredito que no momento que temos uma reserva de emergência que possa nos socorrer por alguns meses diante de problemas que possam afetar a nossa renda ou despesas não esperadas, atingimos o estado de “Conforto Financeiro”. Você está preparado para enfrentar as adversidades da vida com tranquilidade. São poucos os brasileiros que conseguem isso. Não é falta de dinheiro. É por não entender que isso é importante. No primeiro problema as pessoas correm para as dívidas. É isso que resulta em muito sofrimento relacionado ao dinheiro. Agora você pode iniciar o seu projeto de independência financeira. Você só não precisa ter ansiedade para acelerar o processo. Você pode e deve aprender e praticar aos poucos para manter a motivação diante de tanta informação.

  5. Alessandro 14 de julho de 2017 at 16:11 - Reply

    Excelente artigo. Parabéns!

  6. Alexandre 14 de julho de 2017 at 16:13 - Reply

    Mais um ótimo texto!!!

  7. Thiago Espíndola 14 de julho de 2017 at 16:14 - Reply

    Muito bom Leandro, parabéns mais uma vez.
    E o bom é que nas 3 pedras podemos realizar uma análise criterioso, aproveitar boas oportunidades (aluguel ao invés de financiar por 30 anos, carro usado com certa depreciação do valor ao invés de carro zero, e alimentos com marcar similares, porém boas em relação a marcas de alimentação mais caras) e com isso gerar mais dinheiro a se economizar no final do mês, realizando isso a longo prazo, somando os juros compostos, com certeza todas as pessoas terão ao menos uma aposentadoria digna.

    • Leandro Ávila 14 de julho de 2017 at 16:38 - Reply

      Oi Thiago. As pessoas podem até optar por uma casa própria financiada em 35 anos, um carro zero de luxo financiado e por uma alimentação cara e ruim como as que existem nos restaurantes. Elas só precisam fazer isso de forma consciente. Essa consciência chama para a autorresponsabilidade. Precisamos assumir a responsabilidade pelos nossos resultados.

  8. Caroline Bonaldi 14 de julho de 2017 at 16:17 - Reply

    Seu artigo é demais! Além de aprendermos um pouco mais sobre administrar nosso dinheiro, aprendemos também a viver e fazer a vida valer a pena. Estou aprendendo muito com você, obrigada!!!

    • Leandro Ávila 14 de julho de 2017 at 16:43 - Reply

      Oi Caroline. Eu acredito que dinheiro faz parte da vida, pelo menos faz parte desse modelo de vida onde caímos de paraquedas. Dinheiro custa tempo e tempo é a moeda da vida. Se você não respeita o seu dinheiro, você não respeita a sua vida. Se você não respeita o dinheiro dos outros, você não respeita a vida dos outros. Estudar o dinheiro desconectado da vida é como estudar só a metade da história.

  9. Marcelo David 14 de julho de 2017 at 16:22 - Reply

    O curioso é que acredito nisso leio muito a respeito, porém ainda tenho uma boa distancia entre poupar, equilibrar as finanças. Ainda estou em meu mometo Sísifo, levando em consiração que nem sempre chego ao fim da montanha com as pedras.

    • Leandro Ávila 14 de julho de 2017 at 16:53 - Reply

      Oi Marcelo. Recentemente me fizeram uma pergunta curiosa. Vou repetir aqui. Se existem três sapos numa pedra e um deles decide pular da pedra para a água, quantos sapos restam na folha? Restaram três sapos. Existe um abismo entre tomar uma decisão e fazer o que foi decidido. Para piorar a situação, a maior parte dos problemas que enfrentamos na vida não são consequência de uma decisão errada ou da falta de saber o que deve ser feito. A maior parte dos problemas se devem às indecisões. O grande problema é que temos que viver com a consequência das nossas decisões. Não é possível escapar delas. Viver é isso.

  10. Talita ARF 14 de julho de 2017 at 16:23 - Reply

    Parabéns Leandro! Seu trabalho na educação financeira é o melhor que já vi! Sempre acompanho. Obrigada pelos conteúdos de qualidade.

  11. Felipe Mathias 14 de julho de 2017 at 16:24 - Reply

    Belíssimo artigo Leandro, fico feliz em poder receber suas dicas! Ótimo trabalho!

  12. Leonardo 14 de julho de 2017 at 16:25 - Reply

    Parabéns Leandro.
    Te acompanho a 6 meses, seus artigos me mantém na linha em busca da aposentadoria/independência financeira.

    • Leandro Ávila 14 de julho de 2017 at 16:55 - Reply

      Oi Leonardo. Parabéns! Obrigado por compartilhar aqui. Isso motiva outros leitores a seguirem o seu caminho.

  13. Zenstress 14 de julho de 2017 at 16:26 - Reply

    Muito bom, como sempre Leandro. Compartilho sempre seus artigos daqui e do Transcendência com minhas filhas, além de estar mostrando a elas os capítulos iniciais da trilogia Reeducação Financeira. Obrigada por me ajudar nessa tarefa! 🙂

    Grande abraço

    (postei antes e sumiu?)

    • Leandro Ávila 14 de julho de 2017 at 16:57 - Reply

      Obrigado Zenstress. Parabéns por transferir esse conhecimento para suas filhas. Isso vai impactar a vida delas e das gerações futuras. Logo nas primeiras horas que um artigo é publicado o número de visitas aumenta drasticamente e pode ocorrer alguma instabilidade ou problema como esse de enviar o comentário e ele se perder por sobrecarga no sistema.

  14. fab 14 de julho de 2017 at 16:29 - Reply

    Interessante, mas assistência a saúde, ao meu ver, é um ENORME peso nas contas, principalmente dos que tem plano de saúde e já se aproximam dos 50 anos ou mais.

    • Leandro Ávila 14 de julho de 2017 at 16:59 - Reply

      Oi FAB. Se não me falha a memória 3 em cada 10 brasileiros possui plano de saúde, sendo que muitos é através das empresas onde trabalham. Como essas pesquisas retratam a média da população certamente existem famílias fora da média onde a despesa com saúde acaba sendo muito elevada.

  15. Cícero 14 de julho de 2017 at 16:29 - Reply

    Leandro, mas uma boa parte dessas despesas são necessárias, úteis e boas e fazem parte do nosso dia-a-dia, assim não seriam necessariamente itens negativos como citado na analogia de Sísifo.
    Abs.

    • Leandro Ávila 14 de julho de 2017 at 17:05 - Reply

      Oi Cícero. Praticamente todas são necessárias. Isso não se discute. A única coisa que cada um deve fazer é ter plena consciência sobre o seu peso e as suas possibilidades. Isso ajuda a tomar decisões mais inteligentes e responsáveis em sintonia com os planos que cada um tem para o futuro. Sobre a comparação com o Sísifo. O mundo do dinheiro é regido por regras rígidas da matemática que não aceita descuido. O mesmo ocorria no mundo mitológico do Sísifo. Ele passou a vida tentando “desviar” das regras e acabou carregando pedras inutilmente. Se você desrespeitar as regras que envolvem o dinheiro isso vai gerar consequências. O importante é ter consciência dessas consequências e depois fazer sua escolha assumindo que elas virão.

  16. Willer 14 de julho de 2017 at 16:30 - Reply

    Parabéns Leandro, mais um ótimo texto para reflexão. Gostaria de saber sua opinião á respeito de ter ou não uma motocicleta como meio de transporte nos grandes centros?
    Obrigado

    • Leandro Ávila 14 de julho de 2017 at 17:21 - Reply

      Oi Willer. Existem estudos que dizem que o risco de morte aumenta em 20 vezes diante de uma colisão caso você esteja em uma moto. Sem capacete o risco é de 60 vezes. Já li reportagens dizendo que em algumas capitais 80% das mortes no trânsito ocorrem em acidentes envolvendo motos. Tem um estudo nesse endereço aqui http://iris.onsv.org.br/portaldados/downloads/retrato2014.pdf onde fala que o número de mortos e feridos em acidentes com motos mais que triplicou no país entre um intervalo de 11 anos. Das 43.075 mortes no trânsito ocorridas no Brasil em um dos anos pesquisados, 12.040 foram motociclistas ou passageiros de motos. Já o número de feridos em acidentes com moto quadruplicou no período: de 21.692 para 88.682. Moto é um meio de transporte que permite uma maior economia financeira, mas acaba gerando um aumento do seu risco de vida. Imagine que desastroso enfrentar um acidente e ter sua capacidade de trabalho e sua qualidade vida comprometida para sempre. Quanto custa correr esse risco ou correr um maior risco de ter sua vida abreviada graças a uma tentativa de economizar mais dinheiro?

      • Joao Carlos 15 de julho de 2017 at 21:35 - Reply

        Oi Leandro,

        Eu ando de moto diariamente, sete dias por semana, há quase 30 anos, e Graças a Deus, nunca aconteceu nada.
        Mas concordo com você que andar de moto é muito perigoso.
        Mas você em sua resposta restringiu-se a abordar o fato somente no aspecto financeiro, que talvez não valesse a pena.
        Faltou informar, abordar, e aí, cada um teria que levar em consideração também, QUE O TEMPO PERDIDO NO TRANSITO USANDO MOTO É DEZENAS DE VEZES MENOS do que de carro, ônibus, etc.

        E como você mesmo já disse aqui neste tópico, tempo é a moeda da vida.

        • Leandro Ávila 17 de julho de 2017 at 9:34 - Reply

          Oi João. O tempo que você economiza no trânsito através de uma moto tem um preço invisível. Esse preço é sua maior exposição ao risco. Se durante toda sua vida não ocorrer nenhum acidente gerado por esse maior risco, então terá sido ótimo. É papel de cada um avaliar custos, benefícios e riscos. Pessoalmente prefiro minimizar esses riscos. Trabalhar longe, morar longe do trabalho, morar em cidades com trânsito caótico e perigoso, tudo isso são variáveis que são frutos de decisões que vamos tomando durante a vida.

  17. Clara 14 de julho de 2017 at 16:38 - Reply

    Leandro, seu site é bem legal, cumpre a proposta que você apresenta. Acompanho o Clube dos poupadores há pouco ais de um ano. Me interessei por estudar e aplicar o conhecimento e já consegui triplicar meu patrimônio, garantindo uma melhor restabilidade, variando meus investimentos e , principalmente, gastando menos. Agradeço!

  18. Leonardo 14 de julho de 2017 at 16:58 - Reply

    ÓTIMO ARTIGO E PENSAMENTO. SINCERAMENTE, LEANDRO PARABÉNS. VOCE HONRA NOSSA SOCIEDADE E O AMBIENTE VIRTUAL. PARABÉNS!! NOVAMENTE.

  19. Martina Wartchow 14 de julho de 2017 at 17:04 - Reply

    Concordo com tudo, análise perfeita… mas o que me deixa indignada é o quanto de impostos também pagamos, que comprometem grande parte da nossa renda… Se ainda tivéssemos saúde, educação, segurança de qualidade nesse país, até valeria a pena… Mas não temos… Somos roubados todos os dias pela corrupção… Consequentemente, pagamos preços altos, por exemplo, por planos de saúde privados, educação particular, segurança privada… Tudo, na verdade, pago em dobro, porque já pagamos para o governo… Já que agora também estão tirando direitos trabalhistas, poderiam aproveitar e tirar os impostos que cobram… Talvez ficasse um pouco menos injusto tudo isso. Mas isso é sonho… Enfim… Desabafo…

    • Leandro Ávila 14 de julho de 2017 at 17:27 - Reply

      Oi Martina. Isso é verdade. Vou deixar aqui uma imagem que coloquei na página do Facebook do Clube dos Poupadores recentemente que reflete sobre o tema:

      • Carlos 14 de julho de 2017 at 19:10 - Reply

        Prezado, na idade média não havia contrapartida dos senhores… hoje nós temos serviçosa públicos a disposição da sociedade, direitos sociais e individuais…. me parece que a comp Aragão não é muito justa. Os impostos ganharam nova dimensão nos dias atuais. Não entrarei na discussão da qualidade dos serviços, pois isso envolve questões éticas que demandariam longa análise, mas que os tributos hoje têm um fundamento de justiça e distribuição de renda diferentemente do que ocorria na idade média, isso me parece inegável.

        • Leandro Ávila 15 de julho de 2017 at 0:16 - Reply

          Oi Carlos. Quem vivia nas terras dos senhores costumava ter a segurança e o direito de fazer uso da terra. Os tributos que pagamos hoje são praticamente inúteis para a maioria. São grande fonte de injustiça pelo péssimo uso que fazem dele. Justiça se faz educando as pessoas para que sejam justas, honestas, solidárias, humanas, responsáveis, empreendedoras, etc. Transferir e confiar que uma entidade superiora irá fazer o que cada pessoa da sociedade deveria fazer é uma grande bobagem. O país reflete o povo que tem.

      • Martina Wartchow 21 de julho de 2017 at 14:16 - Reply

        Isso mesmo… Vou repassar, ok? Obrigada. Abraço

  20. David 14 de julho de 2017 at 17:10 - Reply

    Mais uma vez excelente. Só discordo do instituto que vê na propriedade do imóvel próprio uma despesa, aluguel, financiamento, iptu, condomínio, etc., tudo bem. Mas o custo de oportunidade não pode ser encarado como despesa, é claro que uma pessoa não deveria ter como todo seu patrimônio um único imóvel, mas existem dados estatístico inclusive que demonstram que o imóvel no longo prazo tem valorização bem superior a inflação, então, esta parte do texto, salvo melhor juízo, vou desconsiderar.

    • Leandro Ávila 14 de julho de 2017 at 17:31 - Reply

      Oi David. Você pode desconsiderar, mas na prática o custo realmente existe e resulta em consequências. Podemos desconsiderar as consequências, mas elas não deixam de existir por conta disso. Por este motivo é bom entender como isso funciona.

      • Robson 15 de julho de 2017 at 12:20 - Reply

        Estava pensando em comprar um imóvel à vista, depois de fazer algumas contas percebi que não faria diferença alguma em alugar ou comprar (financeiramentre falando)… Eu poderia alugar um imóvel semelhante somente com a rentabilidade do valor do imóvel, se esse valor fosse investido.

        Inclusive, aqui vai um chute, dá para você estivar o valor de um imóvel baseando-se no valor do seu aluguel e da rentabilidade de uma renda fixa tipo o tesouro (isso é um chute)…

        • Leandro Ávila 17 de julho de 2017 at 9:15 - Reply

          Oi Robson. O importante é tomar suas decisões com consciência.

  21. Marcelo Amaral 14 de julho de 2017 at 17:12 - Reply

    Leandro, parabens pelo artigo ! Você tem uma habilidade muito especial em explicar algo tão importante na vida de todos de uma forma simples mas com muito conteúdo para ação e reflexão! Muito obrigado por compartilhar com todos os seus seguidores e amigos!

  22. Raphael 14 de julho de 2017 at 17:16 - Reply

    “caso você não se incomode em ser sócio de alguém que enriquece com a desgraça alheia… ”

    Não existe nenhuma evidência de que o consumo moderado de álcool pode ser prejudicial a pessoas saudáveis. Não consigo ver nenhuma causalidade entre o descontrole dos consumidores e o fato dos donos da empresa de cerveja serem ricos. As pessoas deveriam ser responsáveis por suas escolhas. Com a cerveja não é diferente. Eu mesmo sou uma apreciador de cervejas artesanais, sempre acompanhadas de um bom prato. As minhas preferidas são a Weissbier.

    • Leandro Ávila 14 de julho de 2017 at 17:39 - Reply

      Oi Raphael. Respeito sua opinião. O objetivo do texto é chocar para promover uma reflexão pessoal. Se você está bem com suas escolhas e está consciente, isso é o mais importante para você. A minha opinião deve ser descartada caso não sirva para a sua realidade. Obrigado por discordar com elegância.

  23. José Benazzi. 14 de julho de 2017 at 17:16 - Reply

    Parabéns, excelente contribuição Leandro.
    Quero externar minha alegria por constatar que a tua forma de pensar e conceber a vida coincide com o o que eu também penso e pratico. Um abraço.

  24. Lucas 14 de julho de 2017 at 17:17 - Reply

    Jurei, ao ler o título, que o artigo era sobre impostos. É muito, mas não chega a tanto (3/4). De qualquer forma, achei muito bom. Parabéns.

    • Leandro Ávila 14 de julho de 2017 at 17:41 - Reply

      Oi Lucas. O imposto é imposto. Só nos resta pagar para não sofrer as consequências. Já o resto temos mais controle e depende das nossas decisões.

  25. Rodrigo Domiciano 14 de julho de 2017 at 17:25 - Reply

    Muito bom.
    Estou acompanhando o site a algum tempo, tudo que e postado e de muita ajuda.
    Excelente. Parabéns.

    • Leandro Ávila 14 de julho de 2017 at 17:41 - Reply

      Obrigado Rodrigo. Parabéns por dedicar seu tempo neste tipo de leitura.

  26. Regina 14 de julho de 2017 at 17:29 - Reply

    Oi, Leandro. Parabéns por sua dedicação em nos ensinar a refletir sobre nossas vidas e questionar as ideias instituídas. Abraços!

  27. Raphael 14 de julho de 2017 at 17:30 - Reply

    Acompanho o Clube dos Poupadores há um bom tempo. Comprei seus livros. Gosto dos artigos, já me ajudaram muito. Mas não concordo com o que você escreveu em: “caso você não se incomode em ser sócio de alguém que enriquece com a desgraça alheia”.
    Aproveitar, degustar uma bebida alcóolica não é desgraça. Nunca foi.
    Os donos de fábricas de bebidas não enriquecem com a desgraça alheia. Há muitas pessoas que sabem beber moderadamente, assim como há outras que bebem em exagero (ou bebem, dirigem e causam mortes). O problema é das pessoas que utilizam o produto. Os empresários apenas suprem uma demanda de MUITOS seres humanos: o gosto por bebida alcóolica. O gosto por vinho já está registrado até mesmo na Bíblia de tão antigo. E se fosse implantada uma lei seca que proibisse a venda de bebidas alcóolicas, ainda assim muitas pessoas inventariam formas de produzi-las em suas casas de forma artesanal (como já ocorreu em vários países ao longo da história).

    • Leandro Ávila 14 de julho de 2017 at 17:55 - Reply

      Oi Raphael. Respeito sua opinião. A minha opinião sobre bebidas é diferente. Sobre a lei seca, proibir qualquer coisa é inútil. A mudança você faz através da educação. Acredito que as pessoas devem ser livres até quando o objetivo for cultivar vícios, bastando que se responsabilizem pelas consequências. A humanidade sempre cultivou vícios, sempre buscou os vícios. Creio que continuaremos cultivando vícios. Continuaremos buscando desculpas que justifiquem nossas fraquezas ou as miniminizem.

      • Carlos 14 de julho de 2017 at 19:14 - Reply

        Concordo com seu raciocínio, Leandro. Parabéns pelo artigo.

      • Janete teles 17 de julho de 2017 at 14:41 - Reply

        Concordo com o senhor professor…
        Amei o texto.

  28. Joao 14 de julho de 2017 at 17:42 - Reply

    Boa tarde. Estou aplicando a 1 ano todo mês no tesouro IPCA+ 2035 (NTNB Princ) e noto que desde o inicio desse ano tive um acumulado negativo de rendimento. Será vale mesmo ainda por dinheiro nesse tipo de papel. Eh coloco 100 por mês pra minha filha pro futuro dela.

    • Leandro Ávila 14 de julho de 2017 at 23:53 - Reply

      Oi João. Você certamente não entendeu direito o funcionamento desse título. Esse valor que você observa no extrato e na rentabilidade não tem qualquer relação com o valor que você receberá no vencimento do título em 2035. Esse valor reflete quanto o governo está disposto a pagar para você caso queira desistir do título, ou seja, caso queira vender o título antecipadamente. Aqui no Clube dos Poupadores existe um artigo onde falo detalhadamente sobre a venda antecipada do tesouro IPCA e outro sobre como o preço dele é determinado. Também falo sobre isso com detalhes nos meus livros. É fundamental entender o funcionamento desse tipo de título antes mesmo de investir.

      • Joao 18 de julho de 2017 at 12:21 - Reply

        Obg. Vou pesquisar mais. Abração

    • Raas 26 de julho de 2017 at 21:14 - Reply

      E tem outro problema com o exemplo: se todas as pessoas que bebem cerveja deixassem de beber para investir em ações da Ambev, ninguém teria um centavo, porque não existiria Ambev.

      • Leandro Ávila 31 de julho de 2017 at 14:37 - Reply

        Oi Raas. Isso vai acontecer no dia que as pessoas atingirem um estado pleno de consciência e sabedoria. Pelo andar da carruagem, estamos bem longe.

  29. Rogério Caetano 14 de julho de 2017 at 17:49 - Reply

    Muito bom o artigo. Acoplei a planilha de orçamento familiar (adquirida com os livros) com os percentuais do Clube dos Poupadores em meus controles mensais e realmente os percentuais batem.
    A animação passa mais “dramatização” pro artigo. Excelente.
    Inicialmente quando ví a chamada dos 75% achei que era sobre Impostos.

    • Leandro Ávila 14 de julho de 2017 at 23:55 - Reply

      Oi Rogério, fico feliz que tenha gostado. Conteúdo sobre finanças costuma ser muito chato e a culpa não é do conteúdo, é da forma como ele é transmitido.

  30. Mário Augusto 14 de julho de 2017 at 17:51 - Reply

    Olá leandro, como sempre um ótimo artigo. Você sabe colocar o dedo na ferida sem ofender e com grande conhecimento. Te acompanho há mais de 8 meses e em cada artigo ganho mais conhecimento. Sempre fui um poupador e só agora estou aprendendo ser também um investidor. Obrigado

    • Leandro Ávila 14 de julho de 2017 at 23:58 - Reply

      Oi Mário. Obrigado pelo comentário. O “dedo na ferida” é apenas ferramenta para motivar uma reflexão. Sei que posso acabar ofendendo algum leitor, mas o objetivo é apenas chamar atenção para a necessidade de pensar sobre o tema.

  31. Marcelo Dias 14 de julho de 2017 at 17:54 - Reply

    Excelente matéria, como educação financeira incide diretamente nas escolhas que fazemos e como queremos viver. Eu acho principalmente que a questão não é somente pela busca de independência financeira, mas de liberdade. Pois quando não avaliamos como e quanto gastamos, ai sim a vida fica presa no trabalho Sísifo. Li uma matéria certa vez que a industria do financiamento diz que VOCÊ MERECE! – Quando na verdade muitas pessoas ainda não fizeram por merecer! Que o trabalho é nobre. Não vejo nenhum coletor , pedreiro, sendo tratado como referencia ou feliz com que recebe.. O que cada um recebe é por aquilo que aprende e aplica. E dividas não são pagas com dinheiro, mas com o tempo gasto para ganhar dinheiro. Dividas desnecessárias, são escravização. Não adianta por a culpa nos outros. Parabéns pela matéria.

    • Leandro Ávila 15 de julho de 2017 at 0:02 - Reply

      Oi Marcelo. Muitas pessoas realmente não fizeram por merecer. Também acredito que o trabalho é muito nobre. Eu conheço pedreiros que ganham mais do que engenheiros. São pessoas que se especializaram e que fazem trabalhos com qualidade e eficiência acima da média. São pessoas que trabalham com profissionalismo, que gostam de fazer bem feito. Por este motivo cobram caro e escolhem as melhores oportunidades. Para bons profissionais nunca falta trabalho. Acho que as pessoas deveriam buscar essa excelência.

  32. Vanessa 14 de julho de 2017 at 18:07 - Reply

    Muito bom, um verdadeiro “tapa na cara” pra quem acha que manter-se em um estilo de vida ostentoso é sinal de riqueza. Parabéns, me fez repensar gastos que eu considerava como estritamente necessários e que podem ser pensados com maior inteligência.

    • Leandro Ávila 15 de julho de 2017 at 0:04 - Reply

      Oi Vanessa. Normalmente é sinal de que a pessoa terá que fazer o trabalho de Sísifo por toda vida, pois ostentação custa caro e não tem fim. Com o tempo a ostentação fica cada vez mais sofisticada e cara. Manter o teatro não é barato.

  33. Francineudo 14 de julho de 2017 at 18:38 - Reply

    Parabéns belo belíssimo artigo e pelo excelente vídeo em anexo. Obrigado por mudar a minha vida e a vida de milhares de pessoas. Siga em frente. Sua missão é grande e nobre. Abraço grande homem.

  34. Sidnei Santos 14 de julho de 2017 at 18:53 - Reply

    Prezado Leandro, tenho acompanhado seus artigos há uns meses e com muito interesse, pois tenho aprendido e sedimentado algo já internalizado antes. Mais interessante ainda é ver a sua elegância (e paciência) quanto aos “discordantes” sem fundamentação, que tentam demonstrar conhecimento sem qualquer lastro ou estudo mais aprofundado sobre o tema. Realmente, tenho aprendido muito com você! Parabéns por esse trabalho magnânimo e enriquecedor (literalmente) para aqueles que queiram ter a humildade para rever conceitos e mesmo, aprender, coisa rara hoje em dia.
    Muito agradecido pelos seus ensinamentos!
    Sidnei

    • Leandro Ávila 15 de julho de 2017 at 0:10 - Reply

      Obrigado Sidnei. As pessoas podem discordar. O importante é que façam alguma reflexão.

  35. Guilherme 14 de julho de 2017 at 19:34 - Reply

    “O patrimônio que temos costuma ser exatamente o patrimônio que merecemos ter. Ele é o resultado das nossas decisões sobre a maneira como gastamos ou investimos os frutos do nosso trabalho diário”

    Exatamente.

    Parabéns pelo texto.

  36. Selma Nere 14 de julho de 2017 at 20:04 - Reply

    Como sempre muito bom texto.

  37. David Siqueira 14 de julho de 2017 at 20:09 - Reply

    Extraordinário!! Verdades que libertam! Parabéns nobre Leandro e obrigado por compartilhar um conhecimento tão valioso.

  38. Bruno Tupinambá 14 de julho de 2017 at 20:37 - Reply

    Vc falou do transporte, um dos grandes consumidores da nossa renda. Passamos anos pagando a compra do carro, temos gastos com combustível e manutenção, etc. Esse é um dos muitos motivos por que estou gradualmente substituindo o carro pela bicicleta. Ao adotar esse meio de transporte, vou deixar definitivamente de ter despesas com combustível, cada vez mais altas, vou deixar academia de ginástica e ainda deixar de enfrentar horas de engarrafamento irritante e de muito sedentarismo para percorrer os 20 km que separam minha casa do meu trabalho.

    • Leandro Ávila 15 de julho de 2017 at 0:26 - Reply

      Oi Bruno, é verdade. Basta ter todos os cuidados com sua segurança.

  39. Sócrates Brito 14 de julho de 2017 at 20:54 - Reply

    Só tenho uma coisa a falar sobre o artigo fazendo analogia as três pedras: Límpido, inspirador, genial! O seu trabalho inspira tantos outros educadores pela qualidade, pelo detalhe e pela excelência. Estarei sempre te acompanhando sempre com muito prazer. Seus artigos me trazem muitos insghts bacanas e como falei me inspira demais.Valeu meu primeiro grande mestre!

    • Leandro Ávila 15 de julho de 2017 at 0:29 - Reply

      Obrigado por suas palavras Sócrates. A ideia é motivar essas reflexões.

  40. Vinicius 14 de julho de 2017 at 21:31 - Reply

    Leandro, foi genial a junção de vários conceitos que já conhecemos, muitos deles aprendi aqui com você, com dados curiosos e mitologia grega. Resumiu de forma clara o que representa questões importantes sobre a vida financeira. Já mandei o link pra várias pessoas. Parabéns. Continuo sempre atento às suas novidades. Pelos comentários, parece que os dados “cutucam” em áreas delicadas: o que eu bebo, o que fumo e minha casa. Mas trata-se da realidade. Nada contra hábitos, preferências e costumes. Cada um tem o seu e deve gerar muito prazer. Porém é bom lembrar que tudo isso tem um custo.
    sucesso!

    • Leandro Ávila 15 de julho de 2017 at 0:36 - Reply

      Oi Vinicius. A ideia é incomodar somente aqueles que já estão incomodados. Se a pessoa gasta uma boa parte do orçamento bebendo e colecionando cervejas artesanais ou importadas, tudo bem. Não existe nada errado. Essas pessoas não deveriam se incomodar com o texto. A única coisa errada é não compreender as consequências que a formação e o cultivo desse hábito ou desse vício. Entender o impacto é importante para ter uma vida consciente. Isso evita coisas terríveis como as lamentações, arrependimentos, remorso e até a transferência da culpa dos resultados que teremos no futuro para terceiros ou fatores externos. Devemos entender e assumir o que estamos fazendo. Isso que é o mais importante.

  41. Yuka 15 de julho de 2017 at 0:25 - Reply

    Oi Leandro, parabéns por mais um belíssimo artigo.
    Surgiu uma dúvida, eu comprei há pouco tempo seus 3 livros sobre imóveis. Com esses livros eu consigo ter acesso ao conteúdo Premium? Um grande abraço.

    • Leandro Ávila 15 de julho de 2017 at 0:37 - Reply

      Oi Yuka. O projeto envolve apenas os livros de educação financeira, já que ele é um complemento, um aprofundamento dos livros de educação financeira.

      • Yuka 16 de julho de 2017 at 0:12 - Reply

        Obrigada pela resposta, assim que eu terminar de ler os livros dos imóveis, irei adquirir os livros de educação financeira. Um abraço.

  42. Luiz 15 de julho de 2017 at 0:52 - Reply

    Excelente texto, excelente reflexão! Sou leitor frequente do Clube dos Poupadores, e também o indico a amigos e familiares.
    Parabéns.

    • Leandro Ávila 16 de julho de 2017 at 7:44 - Reply

      Oi Luiz, obrigado por compartilhar. É isso que faz o conteúdo ajudar ainda mais pessoas.

  43. Wanderley 15 de julho de 2017 at 7:08 - Reply

    Leandro te acompanho a mais de 3 anos aqui no Clube dos Poupadores, hoje tenho 60 anos e sinto não ter conhecido seu trabalho a mais tempo pois me ajudou e ajuda muito, leio todos os artigos e tenho 3 dos seus livros.
    Parabéns pelo excelente trabalho que você realiza e um grande abraço.

    • Leandro Ávila 16 de julho de 2017 at 7:45 - Reply

      Oi Wanderley. Obrigado pelo apoio e parabéns por dedicar seu tempo estudando esse tipo de conteúdo.

  44. Cíntia Carvalho 15 de julho de 2017 at 8:16 - Reply

    Nossa impressionante com o nosso raciocínio sobre cerveja é o mesmo, meus amigos me convidam para bares, festas e tal e eu me recuso e sempre falo que dos bilhões que os donos da ambev possui nem um centavo é meu e isso me deixa orgulhosa.

    • Leandro Ávila 16 de julho de 2017 at 7:59 - Reply

      Oi Cintia. Na verdade os fabricantes de bebidas alcoólicas vendem para as pessoas aquilo que a ignorância delas demanda. Bebida ou qualquer outro tipo de droga lícita ou ilícita são meios de fuga da realidade que devemos encarar de frente. Se os fabricantes de bebida desistissem de produzir, as pessoas iriam fabricar suas bebidas em casa, como já acontece com as bebidas artesanais. A origem do problema está na ignorância das pessoas sobre “como o circo funciona”. Fabricantes de bebidas são grandes arrecadadores de impostos (a maior parte do preço das bebidas são impostos). Também são grandes patrocinadores de emissoras de televisão, jornais, revistas e com o Youtube passaram a patrocinar os vídeos de cantores populares entre os jovens. Com isso eles conseguem manter viva a cultura da bebida alcoólica e ela vai passando entre as gerações, as vezes ganha ares de que se consumida com moderação faz bem para saúde e que seu consumo torna você alguém especial ou sofisticado por ser capaz de sentir aromas e sabores diferenciados. Tudo isso é circo, tudo bobagem e inutilidade na vida das pessoas. As pessoas deveriam ter mais informações e com base nelas poderiam ter a liberdade necessária para tomar a decisão entre fazer parte desse circo ou não.

  45. Bernardo Caires 15 de julho de 2017 at 9:01 - Reply

    Parabéns Leandro. Já sou leitor frequente de seus artigos e de todos os livros. Já possuo minha reserva de emergência. Estou iniciando os esforços pra conseguir minha independência financeira no prazo de 15 anos. Sempre te agradeço pois foi no ebook “Aposentadoria em Perigo” que comecei a ver de verdade a vida financeira de outra forma. Abraços e obrigado.

  46. Laurence 15 de julho de 2017 at 9:58 - Reply

    Olá Leandro,

    Obrigado por este artigo que dá um novo entendimento sobre a realidade do dinheiro, do trabalho e dos caminhos que uma pessoa pode trilhar dependendo das suas decisões ou prioridades ou melhor ainda, de como buscou e usou conhecimento e a experiência obtida ao longo da vida. Por isso, agradeço por seu trabalho em educação que faz a diferença na vida de todos os leitores, que como eu, aprendeu a lidar melhor com o dinheiro.

    Laurence
    Porto Alegre-RS

  47. Geovane Paulo Hoelscher 15 de julho de 2017 at 10:55 - Reply

    Querido e prezado Leandro,
    que tapa na cara você me deu, acordando-me para a realidade.
    Agradeço imensamente!

  48. Bárbara 15 de julho de 2017 at 11:04 - Reply

    Excelente artigo Leandro. Sempre puxando a gente mais profundamente aos detalhes. Obrigada.

  49. George Santana 15 de julho de 2017 at 11:07 - Reply

    Olá Leandro,tudo bem?
    Seus artigos sempre impactam e nutrem minhas semanas.
    A respeito de construir um bom patrimônio,gostaria de esclarecer algumas dúvidas sobre o Tesouro Direto.
    1-Quando compramos um título Pré fixado,com uma taxa muito boa,e no mês seguinte reinvestimos nesse mesmo título,essa taxa inicial é mantida após a 2° compra ou compramos a taxa momentânea(fazendo assim somas de taxas momentâneas dos meses que investimos)?
    2-Neste caso acima,seria uma melhor estratégia ter uma grande quantia para aproveitar melhor essa taxa ao invés de investir um pouco mês a mês?
    Acompanho o Clube a mais de um ano e os resultados exteriores e interiores(meus e) de cada seguidor é mérito todo seu e dos que humildemente querem aprender mais e mais.
    Obrigado por compartilhar conosco
    Um abraço mestre!

    • Leandro Ávila 16 de julho de 2017 at 8:07 - Reply

      Oi George. Cada compra costuma ter condições (taxa de juros e preço do título) diferentes da outra. A taxa e o preço mudam, especialmente quando passamos por momentos de crise e instabilidade política e econômica. Quando você compra um título prefixado está fazendo uma aposta sobre o futuro. Você está apostando que até a data de vencimento aquela taxa oferecida será uma boa taxa por acreditar que os juros vão cair no futuro ou vão se manter estáveis. No Tesouro Selic, que é um título pós-fixado, sua rentabilidade vaia companhar a taxa selic futura, dessa forma se a taxa subir ou cair isso vai refletir na rentabilidade. Aqui no Clube existem artigos bem longos sobre cada título. Nos meus livros também existem o conteúdo que você precisa na ordem certa para dominar os títulos públicos.

  50. Victor Leon Ades 15 de julho de 2017 at 12:07 - Reply

    Ótimo artigo Leandro,.Gratidão por compartilhar.

  51. Robson 15 de julho de 2017 at 12:10 - Reply

    Interessante, se for resumir suas postagens dá para perceber que você prega a consciência, você não diz o que é errado ou certo, você diz que a pessoa deve saber o que está fazendo e os possíveis resultados dessas ações… Muito show! Obrigado pelo texto.

    • Leandro Ávila 16 de julho de 2017 at 8:17 - Reply

      Oi Robson. Eu defendo a liberdade. O problema é que fica muito difícil, para não dizer impossível, ser livre sem ser consciente e sem buscar a sabedoria que conduz para essa consciência. A ignorância tira de você a capacidade de escolher o certo ou o errado, o bom ou o ruim na sua vida. A ignorância nos tira a liberdade. O maior problema ocorre quando você transfere essas decisões para terceiros, quando que você julga que outras pessoas é que devem dizer o que é bom ou ruim para você. O mundo do dinheiro está cheio de pessoas que dizem o que é melhor você fazer com o seu dinheiro. Basta ligar a televisão e aguardar o próximo intervalo.

  52. Murilo Witt 15 de julho de 2017 at 12:20 - Reply

    Cada dia que acordo e encaro a realidade vejo como as pessoas estão se tornando escravas da sua própria vida, observo no meu trabalho e na escola, quando colegas recebem salário, gastam tudo com bens inúteis, nem 3% investem em educação na maioria das vezes, mas o que posso dizer, exemplos o brasileiro não tem no dia-a-dia, quero dizer, o indivíduo mainstream não vê além do próprio nariz ou o da pessoa mais próxima.
    Mas também vejo um mundo de oportunidades para pessoas como nós que buscamos aprender e nos aprimorar, que influenciamos com nossas ações esses indivíduos com mindset de miséria.
    Muito obrigado Ávila por compartilhar seu conhecimento conosco.

    • Leandro Ávila 17 de julho de 2017 at 9:21 - Reply

      Oi Murilo. As pessoas possuem níveis de consciência diferentes. Você, eu, todos temos ainda muitas coisas para aprender, muitas verdades para desvendar.

  53. Carlos 15 de julho de 2017 at 14:05 - Reply

    Olá, Leandro! Gosto muito dos seus artigos.
    Gostaria de comprar os seus livros, mas gostaria dos livros impressos. Há essa possibilidade da venda dos livros impressos?

    • Leandro Ávila 17 de julho de 2017 at 9:19 - Reply

      Oi Carlos. Não existem os livros na versão impressa. Mas você mesmo pode imprimir (na sua impressora) os livros de reeducação financeira e investimentos, caso prefira a leitura no papel. O único problema é que meus livros são repletos de links externos e a leitura no computador, estando conectado na internet, é mais produtivo e interessante.

  54. Claudinei Fernandes 15 de julho de 2017 at 15:13 - Reply

    Parabéns pelo texto e obrigado por me apresentar este personagem da mitologia grega.

    • Leandro Ávila 17 de julho de 2017 at 9:23 - Reply

      Por nada Claudinei. Acredito que esses mitos e alegorias permitem aprender determinadas ideias com mais facilidade. Os antigos entendiam bem o poder que isso tem.

  55. Gustavo 15 de julho de 2017 at 15:45 - Reply

    Belo artigo. Obrigado!

  56. Inaldo 15 de julho de 2017 at 17:30 - Reply

    “antecipar o repasse da sua herança para os seus parentes…” Confesso que ri desse eufemismo! É sempre bom lembrarmos que o tempo é um bem preciosíssimo. Seus artigos estão cada vez mais melhores.

    • Leandro Ávila 17 de julho de 2017 at 9:30 - Reply

      Oi Inaldo. A grande verdade é que o tempo é o seu único bem. Dinheiro é uma tentativa “precificar” esse tempo. Você pode transformar o seu tempo em outras formas de riqueza que podem ser riquezas externas (bens materiais) e riquezas internas (sabedoria, habilidades, experiências, etc). Essas riquezas externas não serão suas para sempre. Um dia todos terão que abandoná-las entregando as mesmas para seus herdeiros. Já as riquezas internas são realmente suas. Você levará para onde for.

  57. Messias 16 de julho de 2017 at 1:33 - Reply

    Mais um grande texto, parabéns! Após algum tempo acompanhando seus textos, e mesmo discordando de aspectos deles, já me sinto confortável em apreciar o seu conhecimento e recomendar seu trabalho para amigos. A qualidade dos seus textos é a melhor propaganda para seus livros. Acabo de os adquirir.

    • Leandro Ávila 17 de julho de 2017 at 9:38 - Reply

      Oi Messias. Parabéns por investir em você. Você não precisa concordar com tudo. Eu considero as diversas fontes de conhecimento e os autores como pomares. Eu não preciso gostar de tudo que encontro no pomar. Eu apenas devo colher aquilo que acho bom e útil para minha atual realidade. O que não gosto, não entendo e não concordo eu deixo lá. É isso que devemos fazer quando estamos estudando alguma coisa.

  58. Marcelo Williams 16 de julho de 2017 at 3:28 - Reply

    Excelente artigo, obrigado. Acerca do hábito de beber cerveja, discordo em diminuta parte, uma vez que aprecio uma puro malte vez em quando. Sem excesso…

  59. Carlos 16 de julho de 2017 at 12:24 - Reply

    Parabéns, Leandro, pelo artigo!
    Realmente eles contribuírem para despertar a consciência de cada um dos leitores.
    Eu mesmo fiz escolhas na parte de habilitação sem pensar nas consequências. O resultado é que isto está me custando muitas oportunidades de progredir mais rápido e de maneira mais tranquila.
    Mas espero não cometer mais os mesmos erros.

  60. Mauricio Oliveira 16 de julho de 2017 at 21:25 - Reply

    Estava indo muito bem até criticar o consumo de cerveja . Péssima analogia vinda de uma pessoa que não parece cuidar muito da saúde . Mas o resto concordo plenamente .

    • Leandro Ávila 17 de julho de 2017 at 9:42 - Reply

      Oi Mauricio. Apenas pensamos diferente.

      • Bruno 17 de julho de 2017 at 15:00 - Reply

        Eu não tomava cerveja até poucos anos atrás, mas por questões de “confraternização” e “socialização” comecei a beber, mesmo não curtindo o sabor da cerveja. Felizmente não bebo tanto a ponto de deixar grande parte da minha renda, como muitos dos meus amigos deixam, no balcão. Porém, possuo outros vícios que tiram dinheiro do meu bolso, como o chocolate e doces em geral. Outra coisa que percebo que vem tirando dinheiro e do meu bolso com retornos negativos para minha saúde são as constantes “confraternizações” em restaurantes da moda (sim, um é deles é aquele da famosa cebola). Das últimas duas vezes que fui nesse restaurante celebrar algo tive uma tremenda indigestão, sem contar que gastei uma grana razoável. Seu texto em nenhum momento me ofendeu, pelo contrário, me fez refletir nos maus hábitos de saúde que estou acumulando. Tenho um leve sobrepeso e tendências a diabetes e pressão alta, caso continue nessa rotina desregrada.

        E sim, o alcool é prejudicial à saúde, mesmo que em pequenas doses, no longo prazo. O mesmo vale para doces, frituras, lanches, cigarro. Todos sabemos que faz mal, até começarmos a sofrer as consequências.

        É isso ai, Leandro. Precisamos questionar sim o “status quo” social, pois nós acabamos sendo engolidos pela onda popular de consumismo e maus hábitos de saúde.

        • Leandro Ávila 18 de julho de 2017 at 14:21 - Reply

          Obrigado pelo comentário Bruno. Existem muitas indústrias que exploram vícios e maus hábitos. Através da publicidade eles introduzem o consumo dos seus produtos na cultura, na família e na vida das pessoas. É importante estar desperto para isso, ter mais consciência sobre como eles influenciam as pessoas. Isso dá para você um poder de tomar decisões que a maioria da população não possui. Quando achar necessário, basta fazer parte do “circo”, mas estando acordado e consciente sobre o que ocorre por trás do picadeiro.

  61. Wandilene 16 de julho de 2017 at 21:55 - Reply

    Oi Leandro, parabens novamente por Mais um belissimo artigo, dentre outros que vc ja nos contribuiu, Moro nos EUA e ja tinha lido sobre a pesquisa das despeasa do ” housing” o mais interessante q os numeros aqui nao sao diferentes dai, levando em conta a instabilidade da moeda, nesta conclusao q tiro e a falta da educacao financeira e fator mundial. Inclusive, atraves dos teus textos aumentei meu patrimonio e busco alinhar mais ainda e melhorar muita coisa q preciso. Novamente parabens pela sua dedicacao!!

  62. Cristian 16 de julho de 2017 at 21:56 - Reply

    Olá Leandro, faz uma pesquisa sobre o melhor cartão de crédito sem anuidade (Saraiva, Petrobras, Santander, Porto Seguro, Nubank, etc) comparando as vantagens e desvantagens

    • Leandro Ávila 17 de julho de 2017 at 9:45 - Reply

      Oi Cristian. Não é o tipo de artigo que costumo escrever. As pessoas me pedem para comparar cartão de crédito, bancos, corretoras, fundos de investimento, etc. Acho que melhor seria as pessoas buscarem mais conhecimentos sobre o funcionamento de cada um para que possam fazer essa avaliação de forma pessoal, pois cada pessoa tem suas necessidades e esses produtos atendem melhor necessidades específicas de cada pessoa. Dificilmente teremos um produto que é o melhor para todas as pessoas.

  63. Luciano Dias Pereira 16 de julho de 2017 at 22:13 - Reply

    Leandro. Excelente. Parabéns. Esta comparação do nosso mês de trabalho a Sisifo é verdadeira. Tenho vários exemplos de familiares e amigos que hoje devido a erros de escolhas de consumo mergulharam em crises financeiras pessoais serias. Gostaria de saber se estes livros virtuais podem ser abertos em Kindle como o da Amazon.? (Leitor digital)

    • Leandro Ávila 17 de julho de 2017 at 9:46 - Reply

      Oi Luciano. Sim, podem ser abertos no Kindle. Basta transferir os arquivos para dentro dele.

  64. Laine 16 de julho de 2017 at 22:31 - Reply

    Excelente Leandro o seu trabalho. Muito obrigada por dedicar o seu tempo , e conhecimento para que outros como eu pudesse ter a vida transformada para melhor. Eu tenho aplicado muito dos seus textos na minha vida. E tenho visto muito resultado.

  65. Gonçalo 17 de julho de 2017 at 10:06 - Reply

    Mais um pra meu face, Leandro!! Abraço, obrigado e parabéns!!!!

  66. Patrícia 17 de julho de 2017 at 10:07 - Reply

    Olá, Leandro. Muito bom texto, como sempre. Estava pensando sobre o que vc escreveu e este fim de semana vi como a realidade pode ser diferente a depender de nossas prioridades. Estive em Arembepe.Trata-se de uma aldeia Hippie aqui na Bahia, no município de Camaçari que já foi bem famosa no passado, inclusive recebeu visitas ilustres. Lá os hippies vivem no que poderia ser considerada a “sociedade alternativa”, sem energia elétrica, poucos recursos, vendem o que a natureza dá e o que eles conseguem produzir fazendo artesanato, o terreno é do estado, mas eles têm a posse, nada pagam. As casas são de palha e madeira do local, com vista para o mar.. Sim eles moram num paraíso ao modo deles. Depois de encontrar com amigos para uma sessao fotografica conversei com uma moradora quanto era um terreno lá, na parte oposta a praia. Ela me disse, com uma tranquilidade ímpar, que a casa dela custava R$650 mil. Aí eu questionei o porquê. Segundo ela, tratava-se de dois terrenos e por isso com a casa valiam esse valor, que diga-se, fica do lado oposto ao da praia. Eu achei um verdadeiro absurdo, mas ela via isso com tranquilidade. Eu acho q algumas pessoas aqui na Bahia não têm noção de preços, principalmente em relação à imóveis, mas o que o mais me chamou a atenção foi o valor atribuído a um pedaço de terreno sob diferentes perspectivas. Quando eu comprei meu imovel, aqui ninguém queria vir para Lauro de Freitas(onde fica o aeroporto), cidade colada a Salvador, achavam longe, deserto. Hj depois de 15 anos e aproveitando um programa do governo(PAR) que não existe mais(pq eles dividiam o valor do imovel por 180 parcelas), eu quitei meu imóvel. Atualmente, quem vem para cá está pagando em torno de 120mil ou mais. Eu comprei por 30 mil. Então, eu vejo que saber como gastar seu dinheiro é o que vai realmente fazer diferença na sua vida.

    • Leandro Ávila 17 de julho de 2017 at 11:33 - Reply

      Oi Patrícia. O curioso mesmo é que alguém com R$ 650 mil de patrimônio investido pode conseguir renda suficiente para ter a experiência de desfrutar da praia sem a necessidade de ser dono de um pedaço da praia ou mesmo de fazer uso de terras públicas. Um investimento que possa render apenas 6% ao ano já resultaria em R$ 39 mil. É muito mais que o suficiente para passar alguns fins de semana por ano em uma região de praia, tendo a liberdade de escolher praias diferentes e locais de hospedagem diferentes. Para quem gosta de apreciar uma experiência simples, no lugar de hospedagem pode optar por acampar na praia. Já se o objetivo da pessoa não é a experiência, se o objetivo central é poder dizer para as pessoas que você é “dono de um pedaço da praia” ai sim você terá que imobilizar esses R$ 650 mil comprando o terreno. Eu acredito que as pessoas deveriam focar mais nas experiência e menos na posse, pois a posse é uma ilusão. Jamais você será realmente dono de um pedaço de terra. Você apenas tem a posse por um tempo. Se ter terra faz parte da sua estratégia tudo bem, mas ter terra só por ter, não faz sentido. A Terra é que nos possui. Um dia retornaremos para ela, pois tecnicamente falando somos feitos dela.

  67. Daniel Lima 17 de julho de 2017 at 11:47 - Reply

    Leandro, bom dia!
    Mais um excelente artigo.

    Gostaria de aproveitar a oportunidade para lhe pedir um material sobre quitação de imóvel. A famosa dúvida: quitar ou investir.

    Caso já tenha feito algum trabalho sobre isso, pode apenas me enviar o link (não encontrei nada na minha pesquisa).

    Obrigado!

    • Leandro Ávila 18 de julho de 2017 at 14:21 - Reply

      Obrigado Daniel, posso falar sobre isso no futuro.

      • Daniel Lima 18 de julho de 2017 at 16:42 - Reply

        Obrigado… ajudará muito na minha tomada de decisão!

        Gostaria de aproveitar também para lhe agradecer por tudo que você faz “por nós” através dos seus materiais. Apenas para constar: tenho 28 anos e apesar de desde pequeno ser instruído pelo meu pai a “poupar” dinheiro, nunca estive tão convicto de que o meu momento é AGORA, utilizando a “mágica” dos juros compostos a meu favor (literalmente antes que seja tarde).

        Não tenha dúvida de que serei um eterno leitor dos seus artigos, pois a cada dia que passa aprendo mais e mais, além de estar mais motivado a, no futuro, ajudar as pessoas como você tem feito hoje.

        Abraços e tudo de bom!

  68. Glaucia gloxinha 17 de julho de 2017 at 14:59 - Reply

    Que aula linda! Ficaria lendo se tivesse mais. Amei! Parabéns e obrigada!

  69. Thiago 17 de julho de 2017 at 15:53 - Reply

    Outro ótimo artigo Leandro, só tenho a lhe agradecer por todas essas informações repassadas a nós, leitores.
    Gostaria de tirar uma dúvida com você. Realizei uma compra de uma Debentures no valor de Valor Total: R$ 2.347,14. Consultando o menu “custodia” vinha acompanhando que o valor investido era 2.345,82 até sexta feira passada, dia 14/07/2017. Hoje, dia 17/07/2017 o valor investido consta apenas 2.250,27. Gostaria de saber o pq desse valor está alterando Esse valor não deveria ser fixo?
    Entrei em contato com a corretora e me foi dito a seguinte explicação: “o valor consta assim devido ao pagamento de juros semestrais que houve no em fevereiro, isso faz com que os valores dos títulos sejam ajustados de acordo com o pagamento, e depois os mesmos vai se regularizando ao valo inicial, então seus títulos esta neste processo de regulação ao preço inicial investido e pagamento dos próximos juros. No vencimento os mesmo ira se normalizar para recebimento do valor total investido”. Isso confere? O que vc acha?

    • Leandro Ávila 18 de julho de 2017 at 14:17 - Reply

      Oi Thiago. Esse valor que você observa mostra quanto você teria hoje se resolvesse se desfazer da debênture. Comprar uma debênture seria com comprar um contrato (um papel) onde está escrito que a empresa que emitiu a debênture promete pagar juros para você e devolver o seu dinheiro no futuro seguindo determinadas condições. Tecnicamente falando você não tem dinheiro em algum lugar, você tem um título de dívida. Esse valor que a corretora exibe mostra quando vale a sua debênture caso você queira se desfazer dela hoje. Se você ficar esse preço vai ver que ele ficará flutuando. Acontece a mesma coisa com os títulos públicos. Quando você compra títulos públicos você passa a ter papéis que valem dinheiro. O valor que você observa nos extratos diz apenas quanto você receberia se resolvesse vender esses títulos antes do vencimento. No caso do Tesouro IPCA e Tesouro Prefixado é possível constatar uma constante flutuação no seu preço.

  70. Janilson de Paula 18 de julho de 2017 at 16:19 - Reply

    Um dos melhores artigos que li aqui. Sensacional! Obrigado Leandro por este conteúdo.

  71. Nádia 18 de julho de 2017 at 19:44 - Reply

    As três pedras fundamentais. Como naturalizamos a escravidão com que passamos a vida a empurrá-las indefinidamente às custas de nosso tempo! O problema é o indefinidamente às custas de nosso tempo. Quanto à bebida alcoólica, a propaganda faz a sociedade naturalizar o hábito e os chavões: beber moderadamente, beber socialmente, apreciar, beber pra comemorar, pra brindar, pra festejar, pra relaxar, beber porque os amigos bebem, beber porque todo mundo bebe. Pra quem ganha muito dinheiro com isso, o importante é que bebam! Eu também não tive nenhum centavo a fazer parte dos bilhões da Ambev. Já tive sim, algumas ações da empresa. É de fato uma questão de escolha. Que bebam!

    • Leandro Ávila 20 de julho de 2017 at 18:02 - Reply

      Oi Nádia. É isso mesmo que acontece. As pessoas passam a vida repetindo esses chavões, essas desculpas. Eu conheço uma pessoa que diz: “As bebidas são um lixo, acabam com minha saúde lentamente, acabam com o meu dinheiro, me faz perder tempo, me distanciam dos meus filhos e da minha esposa, mas eu sou um estúpido e por isso continuo bebendo”. É uma das poucas pessoas que conheço que bebem de uma forma consciente, sem inventar desculpas, sem usar esses chavões, ela realmente sabe o que está fazendo. Tem consciência, reconhece sua fraqueza e isso é o mais importante.

  72. Felipe 19 de julho de 2017 at 11:06 - Reply

    Excelente artigo Leandro!
    Pergunta: Gastos com saúde (remédios, planos de saúde, exames, etc) entrariam também na pedra da habitação?
    Afinal, são gastos obrigatórios praticamente, salvo algumas exceções. (remédios gratuitos, planos de saúde público, etc).

    • Leandro Ávila 20 de julho de 2017 at 18:03 - Reply

      Oi Felipe. Os gastos com saúde são separados. Se os gastos com alimentação não forem feitos com inteligência o resultado aparecerá nos gastos com saúde.

  73. Kei 21 de julho de 2017 at 9:26 - Reply

    Bom dia Leandro! Sempre acompanho seus post e adoro, esta “libertando minha mente”! Parabéns pelo trabalho e obrigada por compartilhar conosco. Abraço.

    • Leandro Ávila 21 de julho de 2017 at 10:24 - Reply

      Oi Kei. Eu que agradeço sua participação

      • MIRO MARQUES 24 de julho de 2017 at 2:55 - Reply

        LEANDRO, ESSE TEXTO ERA TUDO QUE EU QUERIA PRA PARAR DE VEZ COM A BEBIDA. GASTO APROXIMADAMENTE 1000,00 MENSAIS COM A DITA CUJA! AGORA VOU VICIAR EM INVESTIR EM AÇÕES ESSA GRANA. PARABÉNS PELA ELEGÂNCIA NOS COMENTÁRIOS! (CAIXA ALTA PORQUE O TECLADO TA RUIM)

        • Leandro Ávila 24 de julho de 2017 at 19:05 - Reply

          Oi Miro. Parabéns pela coragem de registrar aqui o seu exemplo. Tenho certeza que temos muitos leitores que gastam muito por mês com bebidas alcoólicas e outros vícios que não acrescentam nada a não ser problemas de saúde do futuro e menos dinheiro para realizar atividades que podem ser mais vantajosas e interessantes que manter um vício.

  74. Renato Lemos 21 de julho de 2017 at 17:47 - Reply

    Boa tarde Leandro, tudo bom ?

    Gosto muito dos assuntos tratados nos seus artigos

    Gostaria de sugerir pra você escrever um artigo abordando motivos para os funcionários publicos buscarem alternativas de investimentos para não dependerem do pagamento do salário e/ou aposentadoria para viver, tendo em vista a situação financeira crítica de muitas prefeituras e governos estaduais (RJ, RS, MG), que não tem garantido o pagamento frequentes a esses profissionais.

    Abraço

    • Leandro Ávila 24 de julho de 2017 at 18:59 - Reply

      Oi Renato. Eles precisam entender primeiro que nada é estável como se imagina. Primeiro é importante ter reservas, como ocorre com qualquer funcionário da iniciativa privada.

  75. Daimar 22 de julho de 2017 at 11:36 - Reply

    Olá Leandro. Sempre tive uma dúvida em relação a casa própria. Minha esposa e eu, “adquirimos” (estamos pagando as “infinitas” parcelas de 25 anos) um imóvel pelo Minha Casa Minha Vida. Atualmente o valor da parcela é em torno de 120% a mais do valor que pagaria pelo mesmo imóvel se alugasse. Porém, como o valor da parcela é regressivo (vai diminuindo a cada mês) dentro de alguns poucos anos (ainda não calculei exatamente quantos, mas não vai demorar), essa parcela irá se igualar ao valor do aluguel (se tivéssemos alugado o mesmo imóvel) e posteriormente ficará INFERIOR ao valor de um possível aluguel.
    Diante dessa situação eu acredito ter sido uma boa escolha – a compra da casa própria – mesmo que na época ainda não tínhamos a mínima educação financeira. Nessa situação você ficaria com o imóvel (considerando só essa variável “valor” e deixando todas as outras de lado)?
    Grande abraço!

    • Leandro Ávila 24 de julho de 2017 at 19:02 - Reply

      Oi Daimar. Os imóveis do Minha Casa Minha Vida possuem condições subsidiadas pelo governo, ou seja, a população inteira está pagando impostos para que você possa ter acesso a essas condições. Por este motivo pode ocorrer do financiamento ter o custo próximo de um aluguel.

  76. Cláudio Barroso 23 de julho de 2017 at 23:03 - Reply

    Parabéns Leandro pelo excelente artigo. Achei sua página no face através de um post no Instagram. Fiquei alucinado com seu artigo e já virei seu fã. Vou adquirir seu material pois já estou economizando mais de 60% da minha renda percapita, mas sem uma orientação profissional. E creio que com fazendo uso do seu material e seguindo a risca o que for ensinado vou conseguir me aposentar com 40 anos.

    • Leandro Ávila 24 de julho de 2017 at 19:03 - Reply

      Oi Cláudio. Se você já consegue poupar, agora só falta aprender a investir e o material pode ajudar muito.

  77. Davi 24 de julho de 2017 at 9:28 - Reply

    Olá, Leandro.

    Excelente! Mas me fez refleti sobrer uma atitude idiota que tive agora. Fiquei muito tempo com um celular simples,bem básico,funcionando bem,pois só uso cel para ligar e receber chamada. Não me interesso p/redes sociais,etc. Uso o computador p/trabalho e estudo. Mas,comecei a sentir vergonha de outras pessoas me virem usando o celular antigo, acredita? Aí comprei um smartphone, e continuo usando só p/telefonar e receber chamada. Joguei dinheiro fora, Me sinto um idiota por me deixar levar pelo ” o que os outros vão pensar de me ver com este celular antigo”.
    Abraço.

    • Leandro Ávila 24 de julho de 2017 at 19:08 - Reply

      Oi Davi. Se o aparelho simples faz o que você precisa, você está no caminho certo.

  78. Luciana 27 de julho de 2017 at 11:13 - Reply

    Um dos melhores textos que já li sobre educação financeira. Fico boquiaberta quando vejo a mentalidade dos meus colegas… o brasileiro precisa muito aprender com gente como você. Parabéns pelo texto e pelo blog

  79. João Silva 27 de julho de 2017 at 18:37 - Reply

    O chevrolet ômega é mil vezes melhor que o honda accord…. não dá pra entender as mulheres…

  80. Hilton 28 de julho de 2017 at 16:17 - Reply

    Apesar de se assinalar para muitos as 3 maiores custos mensais, no meu caso 2 outros fatores também são bastante, senão mais relevantes: o custo de educação dos meus filhos (escola particular) e planos de saúde.

    • Leandro Ávila 31 de julho de 2017 at 14:35 - Reply

      Oi Hilton. O custo com educação é um importante investimento para a riqueza futura da sua família.

  81. Ana Marilda 4 de agosto de 2017 at 0:21 - Reply

    Olá Leandro, estou chegando agora no clube dos poupadores e gostaria de dar os parabéns. Seus textos são claros e simples e nos faz refletir, em várias coisas além do dinheiro. Obrigada.

  82. Lucas Menezes 5 de agosto de 2017 at 19:48 - Reply

    Muito bom o texto, bem didático ! ainda não trabalho e minha única renda no caso é mesada, mas como desde novo percebo a falta de cuidado com o dinheiro por parte de minha família, já estou aprendendo a lidar com o que ganharei no futuro ! vlw Leandro !

    • Leandro Ávila 9 de agosto de 2017 at 9:59 - Reply

      Parabéns Lucas. Invista no seu conhecimento e aprenda a produzir algo de valor com o seu tempo. O resto será consequência.

  83. WELLINGTON NUNES DA SILVA 9 de agosto de 2017 at 9:43 - Reply

    voce só divulga comentários a favor?

    • Leandro Ávila 9 de agosto de 2017 at 9:58 - Reply

      Oi Wellington. Os comentários publicados são aqueles que eu respondo. Os comentários que eu dificilmente respondo são aqueles comentários grosseiros e com palavrões. Acredito que até para ser contra e criticar as pessoas precisam aprender a fazer bem feito, de maneira educada, respeitosa e sem palavrões. Também tenho dificuldade para responder comentários onde os leitores me pedem para realizar um serviço como fazer cálculos, simulações, avaliações de investimentos, opiniões sobre o que devem ou não fazer, pois eu sou apenas um educador, não presto serviços de consultoria, análises, etc. As vezes eu também demoro para ler, aprovar e responder comentários muito longos ou comentários de artigos antigos. São mais de 300 artigos e todos os dias eles recebem comentários.

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