Viajar ou juntar dinheiro?

Um leitor do Clube dos Poupadores me enviou um e-mail com o seguinte título: “tenho alguma chance de resposta a este e-mail de um desesperado?”. Tive que parar tudo que estava fazendo para responder, pois não é todo dia que alguém “desesperado” precisa de resposta. Resolvi responder através deste artigo e não por um e-mail individual. Assim, poderia ajudar outros leitores que enfrentam esse mesmo tipo de desespero.

Você verá que o desespero do leitor não tem relação com risco de morte, doença ou qualquer tragédia. Na verdade, muita gente gostaria de ter o problema dele como o grande problema da vida neste momento.

Isso não torna a situação menos grave dentro do universo mental e emocional desse leitor. Você verá que ele sofre um clássico conflito entre o QUERER, PODER e DEVER.

Já falei em outros momentos que devemos fazer um teste sempre que estivermos diante de uma decisão, especialmente uma decisão envolvendo dinheiro e tempo. Esse teste consiste em fazer a seguinte pergunta diante da dúvida:

  1. Será que eu realmente quero?
  2. Será que eu realmente posso?
  3. Será que eu realmente devo?
  4. Será que precisa ser agora?

Vamos ver a história do leitor desesperado. Para evitar constrangimento não vou revelar o nome do leitor.

Bom dia,
Estou fazendo contato, estou nervoso e ansioso.

Mas… preciso de ajuda.

Sou um jovem que montou família cedo. Aos 23 anos já tenho esposa e duas lindas filhas.
Como toda história clichê, fechava todo mês no cheque especial, não sabia quanto ganhava muito menos quanto gastava, sempre tinha que pedir dinheiro emprestado para os pais por não ter mais limite no cheque especial.

O destino e a sorte colocaram um artigo do site na minha frente, foi onde comecei a ler sobre o assunto de finanças e afins.
E a mágica aconteceu.

E em 8 meses consegui ficar no azul todo mês, não devo mais cartão de credito nem cheque especial e melhor, já juntei metade do meu colchão financeiro.

Agora a pergunta, a dúvida que me está deixando em crise existencial…

Gastar o dinheiro do colchão financeiro em uma viagem para praia?

Não é o objetivo desse dinheiro. Mas deixar de viajar?

E agora? O que me diz?

Um abraço,

Minha resposta:

No início da mensagem você deixou claro que sabe como é o sofrimento gerado pelo descontrole financeiro. Não ocorreu nenhuma mágica. Você primeiro assumiu que tinha um problema. Sem esse importante passo nada teria acontecido. Somente quando assumimos que temos um problema, e que somos o culpado pelo problema, é que procuramos soluções para resolver o problema. Provavelmente você percebeu que o dinheiro do seu pai não era solução. O cheque especial não era solução. Gastar mais do que ganha era a origem do problema e não a solução.

Ao assumir a responsabilidade, você disse que conseguiu ficar no azul por um mês inteiro, depois de 8 meses de batalha. Felizmente, você deixou de pertencer ao grupo da maioria. Duas em cada três famílias brasileiras estão endividadas neste momento (fonte).  O número de famílias sem dívidas, mas com reservas financeiras, provavelmente é menor ainda. Você diz que em 8 meses conseguiu a vitória de acumular metade da sua reserva de emergência (colchão financeiro) e isto torna sua família privilegiada.

Isso significa que além de parar de pagar juros elevados no cartão e cheque, você já tem dinheiro guardado rendendo juros. Seu pai provavelmente agradece, já os bancos perderam uma pessoa que trabalhava para sustentar os lucros deles.

Só que agora você está desesperado, sem saber se gasta todo o seu colchão financeiro em uma viagem para a praia. Na sua penúltima frase, você mostrou que tem consciência de que o objetivo desse dinheiro não é o lazer. O objetivo desse dinheiro é ser a sua reserva para emergências, justamente a reserva que oferece a proteção contra o cartão de crédito, cheque especial e o bolso do seu pai.

É essa reserva que será o seu cheque especial pessoal e seu seguro pessoal, por este motivo só deveria ser gasta quando a situação justificar todo o esforço, todo o trabalho, toda a disciplina que você teve que conduzir por 8 meses de transformação. Reservas deste tipo devem ser utilizadas no caso de emergências como doença, acidente, desemprego ou qualquer situação totalmente imprevista, especialmente quando temos filhos.

Sua mensagem me deu a entender que alguém está tentando te convencer a gastar a sua reserva de emergência com uma viagem de praia. Poderia ser sua esposa, seus dois filhos, amigos ou parentes próximos. Também poderia ser aquele lado primitivo do nosso cérebro, emocional e instintivo, que deseja as gratificações imediatas.

Se a pressão é da sua esposa e dos filhos, aproveite para explicar para eles, de forma transparente, o que é e qual a importância de uma reserva para emergências. É importante que a sua família entenda isso e que tudo seja bem claro, pois a falta de reserva geram consequências negativas para todos vocês.

Já se a pressão pela viagem de praia for de amigos ou de parentes, lembre-se que você deve viver sua vida dentro das suas possibilidades e nunca deve tentar levar a vida que os outros querem que você leve, afinal de contas é você que trabalha todos os meses para paga suas contas e não os outros.

Quando você está passando por problemas financeiros, é você, sua esposa e filhos que sofrem as consequências negativas. É você que terá que trabalhar mais para pagar juros, multas e taxas. É você que terá que perder noites de sonho enfrentando problemas financeiros e passando por situações de escassez.

É muito fácil para as outras pessoas (que vivem na ignorância financeira) fazerem pressões para você gastar o seu dinheiro da forma que eles acham certo gastar. Não permita isso.

Milhões de famílias brasileiras, duas em cada três, estão realmente com problemas. Você não tem nenhum problema. Imagine como seria maravilhoso se o motivo do desespero das pessoas neste momento fosse ir ou não ir para a praia.

Perceba que você tem apenas 23 anos de idade. Certamente tem uma vida longa pela frente. Se você fizer a coisa certa enquanto for jovem, vai colher os frutos do que plantou pelo resto da vida.

Não tenho nenhuma dúvida que se você fizer o que é certo e importante hoje, terá dinheiro e tempo para desfrutar de inúmeras viagens para a praia amanhã. Tenha um pouco de paciência. Para as próximas férias você poderá fazer uma reserva paralela especial para gastar com lazer, sem comprometer sua reserva de emergência.

Imagine que você é um agricultor e possui uma saca de milho. Você tem duas opções. Plantar essa saca de milho para colher centenas de sacas de milho no dia da colheita, ou simplesmente comer o único milho que você tem e inviabilizar a sua colheita no futuro.

Invista seu tempo, energia e algum dinheiro buscando mais conhecimento, desenvolvendo novas habilidades e buscando capacitação profissional para valorizar a sua hora trabalhada. Quando somos jovens devemos focar no desenvolvimento dos nossos talentos e no aumento da nossa renda. Isso significa que você deve focar suas energias no plantio. Você está na fase de plantar o seu futuro.

Ter um futuro próspero não é de graça. A miséria é de graça. Para viver uma vida miserável basta não fazer absolutamente nada. Fique parado e deixe a inanição conduzir sua vida para o fracasso pessoal e financeiro.

Já para atingir o sucesso na vida profissional, financeira e pessoal, você precisa aceitar a ideia de que terá que pagar um preço. Não ir para a praia agora significa pagar o preço.

Se perguntarem por qual motivo você não vai para a viagem de praia agora a resposta é simples: “Eu não tenho dinheiro para a viagem de praia agora, pois estou construindo a base para que possa ir para a praia sempre que desejar”.

A sua reserva de emergência não foi construída para ser gasta na praia. Faça uma coisa de cada vez. Uma árvore começa a se construir pela raiz, um prédio começa a ser construído pelas fundações. Crie as raízes e as fundações da sua vida agora. Não permita que outras pessoas, que não entendem seus planos e sua nova mentalidade, deixem você desesperado diante de questões onde não deveria existir qualquer dúvida.

A resposta do teste é:

  1. Você quer ir para a praia? Claro que sim, quem não quer?
  2. Você pode ir para a praia? Sim, você tem dinheiro na sua reserva de emergência.
  3. Você deve ir para a praia? Não, sua reserva não serve para isso, mas no futuro é ela que vai garantir muitas viagens para a praia.
  4. Será que você precisa ir para a praia agora? Claro que não, tudo tem seu tempo e o tempo agora é de plantar e construir as bases.

Conclusão:

Estamos próximos dos meses de férias, festas de final de ano, black friday e outras motivações para gastar dinheiro. É ótimo ter dinheiro para gastar nesses eventos, mas primeiro você deve fazer o seu dever de casa. Precisamos nos habituar com a ideia de que compras e viagens devem ser eventos planejados, para que você não dependa do uso das suas reservas de emergência ou mesmo dos seus investimentos para o futuro como fonte de recursos. Lembre-se que nem tudo que eu quero eu posso, nem tudo que eu posso eu devo e nem tudo que eu devo eu quero. Tudo tem seu tempo.

Invista primeiro em você:

O primeiro investimento que devemos fazer para melhorar a nossa vida financeira é o investimento em conhecimento. Custa pouco e rende juros pelo resto da vida. Sem saber investir o nosso próprio dinheiro, não teremos bons resultados. Dependendo da opinião dos outros para saber onde investir, teremos resultados ainda piores. O conhecimento melhora nossos resultados e liberta da dependência dos outros. Escrevi uma série de livros que podem te ajudar muito a adquirir todo o conhecimento que precisa no menor tempo possível. Clique aqui para conhecer os livros.
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Sobre o Autor:

Leandro Ávila criou o Clube dos Poupadores por acreditar que o conhecimento é uma riqueza que se multiplica quando dividida. Compartilhando o que sabemos, criamos um mundo melhor. Conheça os livros que ele escreveu sobre educação financeira, investimentos financeiros e imobiliários.
Carlos
Visitante
Gregory
Visitante
Gregory

ótimo artigo Leandro, não sei se vc se lembra, mas eu a uns meses atrás, comentei com você, que ano passado eu queria passar o ano novo na praia, mas não tinha dinheiro separado para isso. Isso aconteceu comigo e com um amigo meu. Então combinamos de guardar cada um de nós, um valor X para podermos tirar férias este ano, em Gramado – RS (Conforme falei sobre, 3 semanas atrás). Eu fiz conforme combinado, e consegui comprar os hoteis, passeios e etc. Meu amigo preferiu trocar o carro dele, durante a jornada. Comprou um Civic, e agora esta pagando juros e enriquecendo o banco, e privou ele e a família de umas férias. Interessante que depois que ele trocou de carro, aumentou a pressão para que eu o fizesse também.

Joao Marcelo
Visitante
Joao Marcelo

Bom dia, Leandro. Tudo bem?

Muito legal o artigo. Quero deixar aqui uma sugestão que gostaria que alguém tivesse me dado quando eu tinha 23 anos (o que já faz um tempão, rsrs). Há o livro “Os Segredos da Mente Milionária” que traz um capítulo muito interessante sobre como escolher entre duas alternativas e, segundo o autor, a estratégia é pensar: “como posso conseguir as duas coisas?”. Escolhas sempre fazem parte da nossa vida e não tem jeito, às vezes precisamos abrir mão de alguma coisa. Mas, no que diz respeito à maturidade financeira de uma pessoa, acredito que em toda escolha que tiver que fazer, a primeira coisa a pensar seria: “como posso fazer as duas coisas? como posso ir para a praia e continuar fazendo crescer meu colchão financeiro?”. Na minha opinião, a partir do momento que isso se torna automático, a pessoa está pronto para viver uma vida ao máximo, sem se endividar.

Forte abraço

Maicon
Visitante
Maicon

Olá Leandro. O que você pensa sobre pessoas que têm visões opostas sobre dinheiro e finanças viverem sob o mesmo teto? Como é que fica a relação quando o seu cônjuge, irmão, pai etc. não pensam a longo prazo e entendem que dinheiro é simplesmente para gastar?

Wellington
Visitante
Wellington

Logo que entrei no serviço público federal, meu chefe perguntou se eu não ia comprar um carro financiado, já que temos acesso a juros menores. Já outro colega de trabalho perguntou se eu ia guardar dinheiro no colchão pra sempre, já que até hoje não tenho carro. A pressão para viver uma vida surreal é grande.

Marcos
Visitante
Marcos

Excelente texto, muito ponderado.
Parabens,

Marcos

Daniel
Visitante
Daniel

Bom dia Leandro,
Muito bom conselho, parabéns!
Gostei de muitos trechos do artigo. Vc é uma pessoa sábia, experiente e que vai direto ao ponto do problema.
Quando se é jovem precisa ter muita consciência da base financeira que precisa construir para depois desfrutar da vida com tranquilidade, serenidade e sem dívidas. Vc nesse quesito é um mestre em dar conselhos.
Obrigado pelo seu site, seus conselhos e seu compartilhamento de conhecimentos. Com certeza vc já mudou a vida de muita gente para melhor e isso deve ser muito gratificante.
Um grande abraço.

Isaque Santos
Visitante
Isaque Santos

Parabéns Leandro pela sábia resposta a um jovem em dúvidas.

Percebi também que ele ainda tem muito do que apreender, a atitude de se fazer uma reserva de emergência é de se glorificar, como você disse maioria das famílias não estão se quer podendo honrar os pagamentos das dividas mensais, usar a reserva de emergência para fazer uma viagem com a família seria uma decisão não sábia, em primeiro lugar deve vir a família e a segurança dela não tem preço, ainda mais tendo duas filhas pequenas.
Certa vez ouvi uma frase muito interessante que dizia assim: O japonês planeja durante um ano para poder realizar em uma hora, o brasileiro (maioria) planeja durante uma hora para realizar durante um ano.

Ricardo
Visitante
Ricardo

Isaque,

Coloquei a seguinte frase na minha monografia.
“Os japoneses executam com perfeição porque entendem o objetivo. Este é o segredo da qualidade. O latino vai para a ação imediatamente. Entende talvez 25% do assunto, mas vai imaginar o RESTO”
( Brasileiro Carlos Ghosn – Presidente da Nissan Motor )
Seria essa?

Márcio Sousa
Visitante
Márcio Sousa

Olá Leandro. Primeiramente, parabéns pelo seu trabalho. Acredito que essas dúvidas surgem diariamente nas cabeça das pessoas que estão no início da educação financeira. Graças aos estudos e sites como o seu eu consegui em 1 ano e meio fazer uma base para a minha educação financeira. Não tinha problemas com dívidas, porém, não investia nem os famosos 10% da minha renda. Hoje tenho também dúvidas. Sei que preciso fazer cálculos sobre o que será melhor. Tenho um financiamento imobiliário com taxa contratual de 8,10 a.a (prazo restante de 11 anos). O meu dinheiro está investido atualmente em ações e títulos públicos. A minha dúvida atualmente é saber se a minha dívida é boa. A prestação desse mês será de 1740,00. Sendo que de juros e correção eu pagarei 788,46. A amortização será 874,92. Vendo que estou pagando quase 800,00 reais de juros sinto às vezes a vontade de quitar essa dívida. Isso implicaria em usar os investimentos para quitar a dívida. Mas sinto que estou numa posição privilegiada, pois consigo pagar essa dívida mensalmente e ainda realizar os meus investimentos sem sufoco.

Wilian
Visitante
Wilian

Marcio, já tive esta duvida também, e no final das contas quitar um débito imobiliário é um ótimo negócio, vc esta pagando praticamente 50% de juros no valor da prestação, no pior dos cenários vc quita é o valor que era da prestação vc volta a investir em títulos.

VANDERLEI
Visitante
VANDERLEI

Parabéns Leandro pelos seus artigos.Ah se nos meus 23 anos eu tivesse lido todos! Estou com 49 anos e como você já escreveu várias vezes: É mais difícil fazer reservas e aplicar quando se tem mais idade! Você tem que dispor de uma quantia mais elevada.
Um abraço Leandro!

Carol
Visitante
Carol

Ai, já perdi as contas de quantas vezes precisei responder a essas 4 perguntas para não tomar uma atitude errada… É duro! Mas no final dá certo. Passei 2 anos me preparando para uma viagem para Europa, mas valeu a pena ir e voltar sem dívidas! Adoro seus textos!

Ricardo
Visitante
Ricardo

Olá Leandro.

O clima de “terrorismo” que ele transmitiu ao enviar o e-mail nos passa a idéia – como você bem pontuou no artigo – que ele está sofrendo forte pressão de pessoas próximas para queimar sua reserva de emergência para o lazer.
Parece que, apesar de saber o real sentido de uma reserva de emergência, ele ainda sim está inclinado a utilizá-la para gastar o colchão que construiu.

Isso mostra que primeiro precisamos saber qual o significado e objetivos de educação financeira e, em seguida, colocar em prática. Pressões como esta que sofreu o leitor são verdadeiros testes.

Abraços.

Magayver Sperandio
Visitante
Magayver Sperandio

Como sempre, ótimo artigo.
Eu, particularmente, evito explanar sobre minhas reservas financeiras e minha mentalidade de investidor perto de algumas pessoas, pois, elas ainda estão na ignorância financeira e pouco dispostas a mudar.
Nessa situação essa pessoa acaba muitas vezes lhe “atacando” com suas crenças limitantes de “caixão não tem gaveta” e por ai vai, quase lhe apontando o dedo como se você fosse um criminoso.
Mas com os amigos mais próximos eu sempre tento ajudar de alguma forma a fazer com que eles percebam que o “acumulo” pode ser saudável, potencializando todos os fatores da sua vida de forma muito benéfica.
Provavelmente todo investidor já passou por isso, principalmente os iniciantes.

Lucas Coradini
Visitante
Lucas Coradini

Muito legal o artigo. O cansaço, o stress e a pressão da esposa e filho para uma viagem de fim de ano são fortes. Me identifiquei com a pergunta do leitor e também fui desarmado com tantos bons argumentos aqui expostos. Um abraço!

Bruno
Visitante
Bruno

Bom dia Leandro e leitores.
Achei a matéria bem interessante e é bem a linha de pensamento que eu sigo.
Gastar o dinheiro de reservas com diversão para mim é uma coisa que não existe realmante. Isso é questão fechada.
Mas uma coisa fiquei pensando, será que ele não teria a possibilidade de fazer uma viagem mais econômica e parcelada sem gastar o dinheiro das economias? Porque além de juntar dinheiro, fazer economias e “plantar o grão para colher a safra” é preciso também ter um pouco de entretenimento, senão a vida se torna chata, rs.
Abraços e obrigado por compartilhar tanto conhecimento valioso conosco a custo zero. =D

Rogerio
Visitante
Rogerio

Bom dia Leandro.

Estou planejando um investimento em renda fixa. Abri conta numa corretora forte no mercado e vou começar a investir em renda fixa. uma parte em um cdb a 115%, um LCI a 93%. Uma parte estou pensando num fundo multimercado que pesquisei e me parece bom.
Qual sua opinião nesta alocação de recursos?
Agradeço ter conhecido seu site pois esta me ajudando bastante em conhecer mais em investimentos

aniete de barros fagundes
Visitante
aniete de barros fagundes

Simplesmente espetacular o seu artigo sobre viajar ou usar a reserva emergencial de dinheiro. Espero que esse “deseperado” tenha calma suficiente para resistir à tentação de viajar agora. Esse dinheiro não está destinado ao lazer ! Ele deve tentar fazer durante o próximo ano, uma poupança-viagem, dinheiro carimbado para as férias merecidas. E sem mexer nessa grana destinada às emergências e equilíbrio do orçamento.
Aniete de Barros Fagundes, 08.11.2016

Cláudio
Visitante
Cláudio

“Ter um futuro próspero não é de graça. A miséria é de graça. Para viver uma vida miserável basta não fazer absolutamente nada. Fique parado e deixe a inanição conduzir sua vida para o fracasso pessoal e financeiro.” Excelente reflexão, Leandro. Sua frase lapidar vai para a minha antologia pessoal.

Monique
Visitante
Monique

Obrigada por compartilhar a resposta conosco. Com certeza será de muita valia
Abraços.

Willian
Visitante

Aplausos!

Uma bela resposta e uma ótima lição!

Leandro, acompanho seu trabalho a um certo tmp, aprendi muito lendo seus artigos! Pessoas como vc, são pessoas que todos deveriam conhecer e estudar seu trabalho. Meus parabéns pelo clube dos poupadores.

Forte Abraço!

Angelo
Visitante
Angelo

Um texto impecável, Leandro, parabéns! Com um exemplo muito real, do nosso amigo leitor desesperado, você conseguiu abranger vários aspectos. Parabéns. Eu gostaria de fazer um comentário complementando: Nestes muitos casos onde a pessoa sente a necessidade de passear, descansar, enfim, “zerar” o ano com as merecidas férias, depois de ter trabalhando tão duro por um ano inteiro, eu complementaria com a seguinte sugestão: existem muitas opções de lazer com a família totalmente de graça, que poderiam substituir a viagem para a praia. Um passeio de bike com os filhos nos finais de semana (principalmente em SP, com as avenidas fechadas e dedicadas para isso), visitas e piqueniques em parques, museus, clubes, etc; um café da manhã em uma lugar diferente, enfim, é possível se divertir sem gastar quase nada! Um abraço!

Giovani
Visitante
Giovani

Excelente artigo. Eu sou mais um que passa por problemas financeiros. Estou devendo cartão e cheque especial. Fiz dois empréstimos pessoais em uma instituição financeira para pagar o cartão e repor o limite do cheque especial. Porém, a minha dívida só aumentou. A minha esperança está agora nesse fim de ano para pagar essas contas e entrar o ano livre dessas dívidas. Nesse ano foi tão trágico que até meus investimentos no tesouro direto eu resgatei para pagar contas. Percebi nesse final de ano que, durante 1 ano e 2 meses, eu não comprei praticamente nada, não viajei com a família de férias e ainda estou devendo até as “calças”. Minha renda mensal não é ruim, na faixa de 4 mil mensais, porém percebi que todo o meu dinheiro, tirando as despesas fixas, estava indo para o supermercado, pizzaria, cervejada e outras coisas supérfluas. Mas agora comecei a me educar e tenho certeza que essa situação irá melhorar, tudo depende da maneira como lidamos com o dinheiro. Assisti um vídeo ontem que você me mandou pelo e-mail falando do médico e do motorista. Esse vídeo me fez refletir muito sobre minha vida e tenho certeza que a partir disso minha forma de agir mudou completamente. Em breve, estarei comentando sobre a minha vitória pessoal e financeira em seu blog. Quero agradecer a você pela oportunidade e pelo seu belíssimo trabalho sobre educação financeira. Obrigado!

Janete teles
Visitante
Janete teles

Bom dia professor.
Vc é um homem sábio. ( isso é dom de Deus ) e eu estou sendo beneficiada através de vc.
Obrigado por tudo, tenho aprendido bastante aqui .
Um abraço

Frank
Visitante
Frank

Parabéns pelo site que ajuda a educar financeiramente as pessoas, muitos artigos com um excelente conteúdo e ótimos exemplos.

Talita Freitas
Visitante
Talita Freitas

Parabéns pelo excelente artigo, sempre surpreendem pela clareza e colocação das palavras! Muito bom!

Tais
Visitante
Tais

Gostei muito da sua resposta Leandro. Acho que a mesma pessoa enviou o mesmo e-mail para outro site que também acompanho, mas a resposta foi diferente. Se eu fosse questionada responderia o mesmo que você.
Em nossa casa, eu percebi que o 1/3 de férias que eu recebia não era suficiente para “bancar” as férias, por mais simples que fosse e sempre tinha que acabar mexendo na reserva de emergência, que não tem esse propósito. Então criamos uma poupança mensal. Em janeiro/2017 serão nossas primeiras férias “pagas” antecipadas. Não será “aquela” viagem porque por enquanto o valor que conseguimos guardar não é suficiente. Mas a sensação de sair de férias realmente sem preocupações não tem preço!
Mas esse foi o passo para criarmos também uma “poupança” para trocar de carro ou para bancar alguma manutenção mais cara, como troca de pneus. Então carro novo só lá em 2018, quando teremos o suficiente para a troca. Por enquanto, cuidar bem do carango que é um modelo 2007 😉

Roberto
Visitante
Roberto

Ola Leandro.

Acho uma situação delicada, porém vejo da seguinte forma, a necessidade real de se gastar tanto para ir a praia? bom depende da sua localização, conforto e a forma de esbanjar, de impressionar aos outros ao invés de ser feliz com sua família e se divertir independente do comentários alheio, pois quem sabe da sua situação financeira é só você mesmo. Ao mesmo tempo dependendo de sua localização poderá fazer um bate volta e diversificar suas férias alternando em locais perto de sua localização, pois a praia e gratuita e só gastamos muitos se consumir em barracas ou quiosque pois esta época é propicia para exploração e a mentalidade do comerciante aqui no litoral é lhe tirar tudo de uma vez ao invés de fidelizar o cliente ( mentalidade de comerciantes brasileiros). Suas filhas e esposa certamente não ficaram chateadas pois diversificando suas férias estara proporcionando a elas conhecimento e diferentes modos de lazer, enfim..boas férias com seu dinheiro rendendo…

Lígia Leite
Visitante
Lígia Leite

Caríssimo Leandro,
É com elevada honra que o tenho entre as poucas pessoas que RESPEITO e admiro, para além do quanto tenho vindo a aprender consigo e com os seus prezados ensinamentos. Sou uma pessoa transformada, para o melhor.
Esta resposta/ artigo tem o poder de ser disciplinante para qualquer pessoa que respeita o seu trabalho e o seu tempo.
É bom que a saibamos ler, memorizar e activá-la sempre que for preciso.

Muito, muito obrigada
Lígia Leite

Jackson
Visitante
Jackson

Bastante clara a resposta desta carta. Vai servir para muitos leitores com eu.

Rafael
Visitante
Rafael

Se você tiver tempo e dinheiro, não exite. Viaje. Ano passado fiz algumas viagens e todas valeram muito a pena. As recordações e lembranças ficarão para sempre em nossas memórias. Esse ano com o nascimento da minha segunda filha não pudemos viajar. Talvez consigamos em janeiro, porém os preços são bem mais salgados. E é isso que me deixa um pouco desanimado. Mas fazer o que? Com família as viagens só poderão ocorrer em épocas de feriados e férias escolares.

Rafael
Visitante
Rafael

*hesite.

Rodrigo
Visitante
Rodrigo

Leandro, adorei sua resposta. Antes de ler o post, achei que a resposta seria outra, mas vc não teve pena de falar o que realmente o leitor precisava ler. Pois bem, o método que eu comecei a usar em 2016 foi o seguinte: Eu guardo uma grana todo início de mês (nessa grana eu não mexo por nada) e toda segunda feira eu guardo mais R$ 50,00… isso só 50,00tinha. Isso eu gasto numa ida rápida ao mercado comprar algumas frutas. Em fim… essa grana não da diferença no orçamento, pois encaro como se eu tivesse gastado com algo… Conclusão: Consegui guardar um valor legal durante o ano, com dinheiro que seria gasto, consegui algum juros e agora vou gastar parte com uma viagem que também paguei antes. Resumindo: planejei a viagem e paguei antes, tenho uma reserva para gastar caso eu vá extrapolar e não mexi na minha reserva maior…. Nada como planejar. obrigado, Leandro. Seus posts me ajudam muito.

Daniela
Visitante
Daniela

Oi Leandro, mais uma vez Parabéns pelo artigo! Chega a ser engraçado como as pessoas tem essa necessidade de copiar a vida dos outros… ontem aconteceu um episódio interessante. Estava com um tio que acabou de comprar um carro (Versa), enquanto esperava minha carona com meu tio, passou meu primo de carro novo (um Versa). Meu outro tio havia ligado uns dias atrás para este meu tio avisando que havia trocado de carro (comprou um Versa)… e o padrastro do meu primo deve estar neste momento assinando os papéis pela compra de um novo carro tbm (um Versa). Que coincidência né? Depois que meu tio contou como todos estavam comprando o mesmo carro comecei a rir e de verdade, a cada dia que passa sinto como se estivesse num teatro… mas graças à sua cabeça e a minha, me sinto na platéia e não no elenco.

Fábio Bastos
Visitante
Fábio Bastos

Leandro, mais uma fez um ótimo artigo para refletirmos. Todos os dias estamos expostos a um monte de promoções malucas, ainda bem que temos você e outros educadores sérios que nos ajudam a pensar fora da caixa. As vezes queremos acompanhar os nossos amigos e acabamos nos endividando. Quer ir para um Hotel Fazenda maravilhoso? Faz assim: Procure saber se ele tem day-use, pegue um hotel mais barato por perto e pronto, economizou um montão. Quer ir para as praias de Búzios e Cabo Frio? Experimentem ficar em cidades um pouco mais afastadas e apenas passem o dia nessas praias, vão economizar um montão também. Nossa vida é feita de prioridades, mas hoje em dia conseguimos escolher melhor o que queremos para o nosso futuro, sem ter quer deixar de curtir o lazer com a família. E vamos aprendendo aqui no Clube dos Poupadores, com o Leandro e com cada um que deixa sua contribuição.

Sueli Costa
Visitante
Sueli Costa

Ops, desesperada não, porém os argumentos me ajudaram a tomar uma decisão.
Eu também estava planejando “aproveitar” uma oportunidade de viagem intl, utilizando parte de uma poupança destinada a aposentadoria.
Faltam 8 anos para eu conseguir minha independência financeira.
Dá para esperar!
Obrigada Leandro.
Sucesso sempre.
Abs.

Silmara
Visitante
Silmara

Ola Leandro. Gostaria de poder passar os seus ensinamentos para o maior numero de pessoas possível, mas às vezes e tao difícil! Parece que estão todos sempre tao ocupados com aquilo que querem ter, e se esquecem daquilo que podem ser. Mas prometo que continuarei tentando difundir os seus ensinamentos, e acompanhando-o de perto. Imensamente grata.

Fabiana Alves
Visitante
Fabiana Alves

Leandro esse é daqueles artigos que se tem de salvar nos favoritos e sempre ser consultado diante de vários tipos de dilemas emocionais.

antonio
Visitante
antonio

Mas um artigo excelente, Consigo tambem dizer , como voce já falou em outros posts… “devo comprar meu carro zero? devo comprar um celular na promoçao, etc”
No caso ele é muito jovem e com muitas responsabilidades: 2 filhos! Independente do quanto ganhe ou do seu saldo liquido…ele deve se programar muito bem para se divertir na viagem e ficar tranquilo na volta.
Sabe o que eu faço, eu pago as ferias do ano que vem até elas chegarem! Viajo sem dividas e já penso na do ano que vem…ou seja, reservo uma parte para isto…e estimo o quanto terei e para onde poderei ir. Meus filhos nunca reclamam, pois até o passeio gratis de final de semana é legal com todos juntos.

W JR
Visitante
W JR

Fantástico!!!
Assim como idas à praia..também temos que renunciar a festinhas de aniversário, viagens ao campo, cotinhas para Lua de mel de amigos… O momento às vezes é de escassez, mas devemos perseverar para comemorar lá na frente!
Parabéns Leandro e força amigos: eu também estou na batalha e na escassez, mas acredito que vencerei!

Alcides
Visitante
Alcides

Sr. Leandro o sr. é muito bom para ensinar. Sou seu fã.
Abraços.

Rafael
Visitante
Rafael

Leandro, seus textos sempre são incríveis e nos fazem refletir bastante.
Graças a Deus sempre fui equilibrado com as finanças, nunca entrei em dívidas, e todos os meus carros foram comprados à vista. Tenho 32 anos, e quando fiz 30 decidi me dar de presente uma viagem à Europa. Não me arrependo nem um pouco, Quase meio mês que passei lá me fizeram ter experiência fantásticas em todos os 3 países que conheci.
A vida passa e devemos aproveitar, claro que com equilíbrio e sabendo até onde nossos pés podem alcançar.
Não vejo a hora de ir pra fora de novo e tenho certeza que com meus investimentos e disciplina financeira, e também da minha namorada, iremos conhecer o MUNDO todo e já estamos planejando.
Obrigado por tudo o que você acrescentou em minha vida nesse período.

Anderson
Visitante
Anderson

Atingi minha maior idade esse ano, como estou trabalhando e já ouvi falar muito sobre educação financeira, mas só de nome, só por alto, inclusite críticas de que deveríamos ser ensinados sobre o assunto desde ainda criança. Hoje vejo a diferença que faz eu ganhar meu próprio dinheiro, tenho noção do custo das coisas, e acho que é algo que todos os jovens deveriam ter noção através de mesadas por meio de ajudas dentro de casa, e sistemas desse tipo.
Enfim, só queria colocar minha visão sobre o assunto, mas tenho algumas dúvidas.
Primeiro, qual o montante recomendado para ter de emergência?
Segundo, como posso controlar o quanto posso gastar, e separar um dinheiro para a reserva, para comprar algo que quero e outros objetivos?
Ainda não sei usar bem as planilhas do Excel, é algo que quero aprender, mas uma coisa que já estou acostumado é a separar uma parte para poupança, para já definir quanto posso gastar. Daria para fazer definir isso direto pelo banco/Internet banking? Digo, diferentes reservas nomeadas?

Syl Costa
Visitante
Syl Costa

Parabéns, Leandro!
Excelente texto!
Espero que o leitor desesperado tenha forças para superar o desejo de consumir a reserva dele.
Seus conselhos me ajudaram muito nesse sentido: guardar para uma necessidade.
Em Julho deste ano, meu carrinho de 10 anos foi furtado.
Durante esse tempo, vi muitos de meus amigos e conhecidos trocando de carro, e eu, com aquele velhinho, mas eu não trocava de carro porque, depois de conhecer o seu site, aprendi que deveria ter uma reserva e, ao mesmo tempo, me livrar das dívidas (pena que o conheci tão tarde).
Assim, resistia a tentação de comprar um carro novo, pois o meu foco era (e é) quitar o meu imóvel.
Entretanto, com o furto do carro, não me restou alternativa que não comprar outro.
Felizmente, eu tinha uma boa reserva e, com o dinheiro do seguro, comprei um novo, e o melhor de tudo, à vista, e com um bom desconto.
Então, digo por experiência própria, vale a pena se educar financeiramente, vale a pena conhecer seus limites, ser sincero consigo mesmo e resistir às tentações do consumismo exacerbado.
Um grande abraço para você, e continue doando seu conhecimento para ajudar muitos como eu.

Jean Brunswick
Visitante

Olá Leandro,

Parabéns pela sua resposta ao leitor “em desespero”!

Cada vez mais vejo outros blogs e sites tratando assuntos de educação financeira com parcialidade gritante. Vejo pessoas que se dizem educadores financeiros tentando influenciar e sugerir o que devemos fazer com nosso dinheiro. Cada vez que vejo um evento desses, valorizo mais o Clube dos Poupadores, onde você sempre se preocupou em não fazer recomendações ou sugestões, frisando sempre a importância do aprendizado e autoanálise de cada um.

Da mesma forma, vejo outros blogs com cunho altamente comercial. Não tenho nada contra utilizar o blog para promover um material importante, como você faz com seus livros. O problema começa quando a finalidade dos posts começa a ser puramente a promoção do material e o ensinamento em si fica em segundo plano.

Parabéns e obrigado Leandro, por manter a sua essência consistentemente preservada dentro do Clube dos Poupadores!

Rodrigo Alves
Visitante
Rodrigo Alves

Parabéns Leandro! Grande artigo!

Ricardo
Visitante
Ricardo

Por favor, Desesperado: sou de família pobre, mas minha mãe SEMPRE guardava o pouco que fosse para emergências. Emergência não é viagem à praia. Emergência é doença, acidente, desemprego, um reparo urgente no telhado da casa…O ensinamento dela foi muito útil. Espero que você faça o mesmo (e convença sua esposa de te ajudar nessa tarefa).

Antonio Carlos
Visitante
Antonio Carlos

Parabéns, mais um artigo consistente.

Guilherme
Visitante
Guilherme

Belo artigo! Serviço de utilidade pública. Aproveito a oportunidade para sugerir uma pauta de um próximo texto: http://www.valor.com.br/financas/4768457/investidor-contesta-perda-em-estrategia-mais-arriscada.

Essa notícia demonstra o perigo de aceitar a recomendação de analistas comissionados, mesmo que provenientes de uma Corretora sólida. O conflito de interesses é notável, e o consumidor nem sempre faz a escolha consciente e acaba levando o prejuízo sozinho, com a corretora lavando as mãos.

Tatiane
Visitante
Tatiane

Ótimo artigo Leandro, estava precisando dessas dicas, pois o mesmo está acontecendo comigo.
Tomar decisões nunca será fácil !

Favarão
Visitante
Favarão

Artigo sensacional! Novamente, mesmo sabendo a parte mais tecnica (gastar menos que ganha, poupar e investir o restante <– mesmo que a ordem melhor é poupar e investir e gastar o restante, uma pena não ser a realidade pra muitos)

Alem da parte tecnica, sempre tem algum aprendizado nos artigos: posso, devo e quero. É simples e muito eficiente, é também (ou deveria ser) o alicerce para nossa moral e etica.

Sobre o assunto, o cara realmente não deveria fazer a viagem pois ainda não está com o projeto financeiro dele completo. Viajar agora poderia criar um efeito de procrastinação que sem duvida atrapalharia o projeto.

Paulo Garcia
Visitante
Paulo Garcia

Mais um texto sensacional!

Vou apresenta-lo para minha esposa… ela precisa muito ler esse texto… de tempos em tempos temos as mesmas discussões sobre $$$ e eu digo para ter calma que nossa vida esta apenas começando… Comecei a poupar dinheiro a pouco mais de um ano e ainda não consigo poupar todos os meses o quanto gostaria. O 13º está chegando e planejo investir boa parte dele para tentar atingir a meta de poupar 10% do meu ordenado todo mês. Não é o ideal conseguir a meta atrasada porque perdi os juros do período. Mas já é melhor que nada…

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