Viajar ou juntar dinheiro?

Um leitor do Clube dos Poupadores me enviou um e-mail com o seguinte título: “tenho alguma chance de resposta a este e-mail de um desesperado?”. Tive que parar tudo que estava fazendo para responder, pois não é todo dia que alguém “desesperado” precisa de resposta. Resolvi responder através deste artigo e não por um e-mail individual. Assim, poderia ajudar outros leitores que enfrentam esse mesmo tipo de desespero.

Você verá que o desespero do leitor não tem relação com risco de morte, doença ou qualquer tragédia. Na verdade, muita gente gostaria de ter o problema dele como o grande problema da vida neste momento.

Isso não torna a situação menos grave dentro do universo mental e emocional desse leitor. Você verá que ele sofre um clássico conflito entre o QUERER, PODER e DEVER.

Já falei em outros momentos que devemos fazer um teste sempre que estivermos diante de uma decisão, especialmente uma decisão envolvendo dinheiro e tempo. Esse teste consiste em fazer a seguinte pergunta diante da dúvida:

  1. Será que eu realmente quero?
  2. Será que eu realmente posso?
  3. Será que eu realmente devo?
  4. Será que precisa ser agora?

Vamos ver a história do leitor desesperado. Para evitar constrangimento não vou revelar o nome do leitor.

Bom dia,
Estou fazendo contato, estou nervoso e ansioso.

Mas… preciso de ajuda.

Sou um jovem que montou família cedo. Aos 23 anos já tenho esposa e duas lindas filhas.
Como toda história clichê, fechava todo mês no cheque especial, não sabia quanto ganhava muito menos quanto gastava, sempre tinha que pedir dinheiro emprestado para os pais por não ter mais limite no cheque especial.

O destino e a sorte colocaram um artigo do site na minha frente, foi onde comecei a ler sobre o assunto de finanças e afins.
E a mágica aconteceu.

E em 8 meses consegui ficar no azul todo mês, não devo mais cartão de credito nem cheque especial e melhor, já juntei metade do meu colchão financeiro.

Agora a pergunta, a dúvida que me está deixando em crise existencial…

Gastar o dinheiro do colchão financeiro em uma viagem para praia?

Não é o objetivo desse dinheiro. Mas deixar de viajar?

E agora? O que me diz?

Um abraço,

Minha resposta:

No início da mensagem você deixou claro que sabe como é o sofrimento gerado pelo descontrole financeiro. Não ocorreu nenhuma mágica. Você primeiro assumiu que tinha um problema. Sem esse importante passo nada teria acontecido. Somente quando assumimos que temos um problema, e que somos o culpado pelo problema, é que procuramos soluções para resolver o problema. Provavelmente você percebeu que o dinheiro do seu pai não era solução. O cheque especial não era solução. Gastar mais do que ganha era a origem do problema e não a solução.

Ao assumir a responsabilidade, você disse que conseguiu ficar no azul por um mês inteiro, depois de 8 meses de batalha. Felizmente, você deixou de pertencer ao grupo da maioria. Duas em cada três famílias brasileiras estão endividadas neste momento (fonte).  O número de famílias sem dívidas, mas com reservas financeiras, provavelmente é menor ainda. Você diz que em 8 meses conseguiu a vitória de acumular metade da sua reserva de emergência (colchão financeiro) e isto torna sua família privilegiada.

Isso significa que além de parar de pagar juros elevados no cartão e cheque, você já tem dinheiro guardado rendendo juros. Seu pai provavelmente agradece, já os bancos perderam uma pessoa que trabalhava para sustentar os lucros deles.

Só que agora você está desesperado, sem saber se gasta todo o seu colchão financeiro em uma viagem para a praia. Na sua penúltima frase, você mostrou que tem consciência de que o objetivo desse dinheiro não é o lazer. O objetivo desse dinheiro é ser a sua reserva para emergências, justamente a reserva que oferece a proteção contra o cartão de crédito, cheque especial e o bolso do seu pai.

É essa reserva que será o seu cheque especial pessoal e seu seguro pessoal, por este motivo só deveria ser gasta quando a situação justificar todo o esforço, todo o trabalho, toda a disciplina que você teve que conduzir por 8 meses de transformação. Reservas deste tipo devem ser utilizadas no caso de emergências como doença, acidente, desemprego ou qualquer situação totalmente imprevista, especialmente quando temos filhos.

Sua mensagem me deu a entender que alguém está tentando te convencer a gastar a sua reserva de emergência com uma viagem de praia. Poderia ser sua esposa, seus dois filhos, amigos ou parentes próximos. Também poderia ser aquele lado primitivo do nosso cérebro, emocional e instintivo, que deseja as gratificações imediatas.

Se a pressão é da sua esposa e dos filhos, aproveite para explicar para eles, de forma transparente, o que é e qual a importância de uma reserva para emergências. É importante que a sua família entenda isso e que tudo seja bem claro, pois a falta de reserva geram consequências negativas para todos vocês.

Já se a pressão pela viagem de praia for de amigos ou de parentes, lembre-se que você deve viver sua vida dentro das suas possibilidades e nunca deve tentar levar a vida que os outros querem que você leve, afinal de contas é você que trabalha todos os meses para paga suas contas e não os outros.

Quando você está passando por problemas financeiros, é você, sua esposa e filhos que sofrem as consequências negativas. É você que terá que trabalhar mais para pagar juros, multas e taxas. É você que terá que perder noites de sonho enfrentando problemas financeiros e passando por situações de escassez.

É muito fácil para as outras pessoas (que vivem na ignorância financeira) fazerem pressões para você gastar o seu dinheiro da forma que eles acham certo gastar. Não permita isso.

Milhões de famílias brasileiras, duas em cada três, estão realmente com problemas. Você não tem nenhum problema. Imagine como seria maravilhoso se o motivo do desespero das pessoas neste momento fosse ir ou não ir para a praia.

Perceba que você tem apenas 23 anos de idade. Certamente tem uma vida longa pela frente. Se você fizer a coisa certa enquanto for jovem, vai colher os frutos do que plantou pelo resto da vida.

Não tenho nenhuma dúvida que se você fizer o que é certo e importante hoje, terá dinheiro e tempo para desfrutar de inúmeras viagens para a praia amanhã. Tenha um pouco de paciência. Para as próximas férias você poderá fazer uma reserva paralela especial para gastar com lazer, sem comprometer sua reserva de emergência.

Imagine que você é um agricultor e possui uma saca de milho. Você tem duas opções. Plantar essa saca de milho para colher centenas de sacas de milho no dia da colheita, ou simplesmente comer o único milho que você tem e inviabilizar a sua colheita no futuro.

Invista seu tempo, energia e algum dinheiro buscando mais conhecimento, desenvolvendo novas habilidades e buscando capacitação profissional para valorizar a sua hora trabalhada. Quando somos jovens devemos focar no desenvolvimento dos nossos talentos e no aumento da nossa renda. Isso significa que você deve focar suas energias no plantio. Você está na fase de plantar o seu futuro.

Ter um futuro próspero não é de graça. A miséria é de graça. Para viver uma vida miserável basta não fazer absolutamente nada. Fique parado e deixe a inanição conduzir sua vida para o fracasso pessoal e financeiro.

Já para atingir o sucesso na vida profissional, financeira e pessoal, você precisa aceitar a ideia de que terá que pagar um preço. Não ir para a praia agora significa pagar o preço.

Se perguntarem por qual motivo você não vai para a viagem de praia agora a resposta é simples: “Eu não tenho dinheiro para a viagem de praia agora, pois estou construindo a base para que possa ir para a praia sempre que desejar”.

A sua reserva de emergência não foi construída para ser gasta na praia. Faça uma coisa de cada vez. Uma árvore começa a se construir pela raiz, um prédio começa a ser construído pelas fundações. Crie as raízes e as fundações da sua vida agora. Não permita que outras pessoas, que não entendem seus planos e sua nova mentalidade, deixem você desesperado diante de questões onde não deveria existir qualquer dúvida.

A resposta do teste é:

  1. Você quer ir para a praia? Claro que sim, quem não quer?
  2. Você pode ir para a praia? Sim, você tem dinheiro na sua reserva de emergência.
  3. Você deve ir para a praia? Não, sua reserva não serve para isso, mas no futuro é ela que vai garantir muitas viagens para a praia.
  4. Será que você precisa ir para a praia agora? Claro que não, tudo tem seu tempo e o tempo agora é de plantar e construir as bases.

Conclusão:

Estamos próximos dos meses de férias, festas de final de ano, black friday e outras motivações para gastar dinheiro. É ótimo ter dinheiro para gastar nesses eventos, mas primeiro você deve fazer o seu dever de casa. Precisamos nos habituar com a ideia de que compras e viagens devem ser eventos planejados, para que você não dependa do uso das suas reservas de emergência ou mesmo dos seus investimentos para o futuro como fonte de recursos. Lembre-se que nem tudo que eu quero eu posso, nem tudo que eu posso eu devo e nem tudo que eu devo eu quero. Tudo tem seu tempo. Se você se identifica com esse modo de pensar recomendo que participe da área Premium do Clube dos Poupadores, clique aqui para conhecer.

About the Author:

Leandro Ávila é administrador de empresas, educador independente especializado em Educação Financeira. Além de editor do Clube dos Poupadores é autor dos livros: Reeducação Financeira, Investidor Consciente, Investimentos que rendem mais, e livros sobre Como comprar e investir em imóveis.

196 Comments

    • Leandro Ávila 8 de novembro de 2016 at 8:15 - Reply

      Oi Carlos, as pessoas demandam e pagam (direta ou indiretamente) para receberem recomendações de investimento. Existe um enorme desejo de transferir a responsabilidade da decisão pelo investimento para terceiros. Já a demanda por educação, para que se tornem livres e possam investir sem a opinião dos outros é bem menor, e mesmo assim, quando você vê algum educador vendendo um livro ou um curso para viabilizar seu trabalho como educador, ainda aparecem pessoas reclamando do preço. Não percebem como a ignorância custa caro.

      • Bruno 8 de novembro de 2016 at 8:33 - Reply

        No mundo atual, com a quantidade e velocidade das informações é complicado saber de tudo “sozinho”, então acredito que a indicação é sempre bem vinda, pois a informação já chega pronta, entretanto é preciso ter a expertise para poder analisar essa “informação pronto” e isso não se consegue sem o estudo, a educação financeira (mais especificamente dizendo). Portanto, acredito que as coisas são complementares.

        • Leandro Ávila 8 de novembro de 2016 at 8:56 - Reply

          Oi Bruno, no mínimo você precisa ter a base para saber o que a outra pessoa está recomendando. De qualquer forma, acho que gastamos muito tempo na vida aprendendo uma profissão, aprendendo a ganhar dinheiro, e gastamos muito pouco tempo aprendendo a cuidar do dinheiro. É uma coisa que faz pouco sentido.

          • João Paulo 8 de novembro de 2016 at 20:11

            Noções de economia, principalmente voltado para finanças pessoais, deveriam ser um dos pilares da educação desde o ensino fundamental.

            Conhecimentos sobre direito (civil e tributário), gramática/redação (capacidade de estudar por conta própria e se expressar), história (não refazer os erros do passado), matemática (em nível básico, dispensa explicação), saúde (individual e coletiva) e filosofia (estimular as pessoas a pensarem fora da caixa) deveriam ser as bases da educação.

            Todo o resto tem sua importância mas depende muito mais de preferências individuais, enquanto não necessariamente impactam de forma direta na vida das pessoas.

            Alegar que é “extra” o conhecimento acerca de Economia/finanças pessoais, numa sociedade de funcionamento capitalista, é ser ingênuo.

          • Leandro Ávila 8 de novembro de 2016 at 23:45

            Oi João, também pode ser estratégia. Um povo que não entende nada de economia, finanças e política é enganado e explorado com mais facilidade.

      • Carlos 8 de novembro de 2016 at 8:48 - Reply

        Concordo em gênero, número e grau!!

  1. Gregory 8 de novembro de 2016 at 7:53 - Reply

    ótimo artigo Leandro, não sei se vc se lembra, mas eu a uns meses atrás, comentei com você, que ano passado eu queria passar o ano novo na praia, mas não tinha dinheiro separado para isso. Isso aconteceu comigo e com um amigo meu. Então combinamos de guardar cada um de nós, um valor X para podermos tirar férias este ano, em Gramado – RS (Conforme falei sobre, 3 semanas atrás). Eu fiz conforme combinado, e consegui comprar os hoteis, passeios e etc. Meu amigo preferiu trocar o carro dele, durante a jornada. Comprou um Civic, e agora esta pagando juros e enriquecendo o banco, e privou ele e a família de umas férias. Interessante que depois que ele trocou de carro, aumentou a pressão para que eu o fizesse também.

    • Leandro Ávila 8 de novembro de 2016 at 8:20 - Reply

      Oi Gregory, seu amigo vai trabalhar bastante para pagar juros. Esses juros vão remunerar o dinheiro das pessoas que investiram em CDB através do banco que forneceu o financiamento. Essas pessoa que investiram, também vão comprar carros e viajar, só que parte da viagem e do carro, quem vai pagar é o seu amigo, através dos juros que ele terá que trabalhar para pagar. Isso mostra o tamanho do problema que é a falta de educação financeira na vida das pessoas. Com relação a pressão, é psicologicamente natural que o seu amigo tente fazer você se comportar exatamente como ele. O fato de você agir diferente gera desconforto e até distanciamento dele.

      • Gregory 8 de novembro de 2016 at 8:25 - Reply

        É isso mesmo, Leandro. Assim que ele trocou o carro, o irmão dele, fez uma grande divida, para comprar um carro novo também da honda. Eu prefiro ficar com o meu mais velho, mas sem dívidas. O Interessante é realmente a falta de educação financeira. Veja bem, meu amigo comprou o honda civic, dele dando uma entrada, e se não me engano 24 prestações de 1300 reais. A diferença da entrada, para o valor final do carro, ficou em 20 mil. Logo ele esta pagando 11 mil de juros. Ele Ja pagou em 45 dias com o carro, 9 prestações, mais ou menos 11 mil reais. Eu disse, se você tivesse juntado com esta determinação, em 3 meses, ou 4, vc teria comprado seu carro, sem pagar nada de juros, e ainda conseguiria mais desconto.

        • Leandro Ávila 8 de novembro de 2016 at 8:55 - Reply

          Oi Gregory, são 11 mil que vão remunerar as pessoas que pretendem comprar o carro à vista, depois de algum tempo economizando e investindo.

        • Brandon 9 de novembro de 2016 at 15:57 - Reply

          Gregory, além dos Juros você tem que colocar na conta também IPVA, seguro, multas, combustível, estacionamento, depreciação, manutenção entre outras coisas. Veículo é uma comodidade extremamente cara no Brasil, por isso eu optei por não ter carro.

      • Daniel Anselmo 8 de novembro de 2016 at 14:05 - Reply

        Nossa nunca tinha pensado dessa forma…

        • Leandro Ávila 8 de novembro de 2016 at 14:19 - Reply

          Oi Daniel, sempre que alguém paga juros, do outro lado da mesa tem alguém recebendo. Você pode entender juro como aluguel de dinheiro. O banco faz a intermediação entre quem precisa alugar e dinheiro e quem precisa de dinheiro alugado. No final, um vai trabalhar mais para pagar juros e o outro vai trabalhar menos pois vai ganhar juros.

          • CLEBER HOLANDA JUNIOR 8 de novembro de 2016 at 20:00

            Oi Leandro,

            – Por favor, não ache “ruim” alguém ganhar juros de alguém que “não se importa” de pagar. Afinal minhas aplicações me geram lucro, por aí…..rss. Claro que estou de brincadeira.

            Enquanto as pessoas não tiverem a devida educação financeira, existirão os que pagam e os que recebem. Pudéssemos todos viver como em outros países, que têm problema com a poupança interna maior que o consumo.

            Abraço a todos

          • Leandro Ávila 8 de novembro de 2016 at 23:42

            Oi Cleber, sempre tem quem paga e recebe. Só que no Brasil a demanda por dinheiro dos outros é maior que a oferta.

  2. Joao Marcelo 8 de novembro de 2016 at 7:56 - Reply

    Bom dia, Leandro. Tudo bem?

    Muito legal o artigo. Quero deixar aqui uma sugestão que gostaria que alguém tivesse me dado quando eu tinha 23 anos (o que já faz um tempão, rsrs). Há o livro “Os Segredos da Mente Milionária” que traz um capítulo muito interessante sobre como escolher entre duas alternativas e, segundo o autor, a estratégia é pensar: “como posso conseguir as duas coisas?”. Escolhas sempre fazem parte da nossa vida e não tem jeito, às vezes precisamos abrir mão de alguma coisa. Mas, no que diz respeito à maturidade financeira de uma pessoa, acredito que em toda escolha que tiver que fazer, a primeira coisa a pensar seria: “como posso fazer as duas coisas? como posso ir para a praia e continuar fazendo crescer meu colchão financeiro?”. Na minha opinião, a partir do momento que isso se torna automático, a pessoa está pronto para viver uma vida ao máximo, sem se endividar.

    Forte abraço

    • Leandro Ávila 8 de novembro de 2016 at 8:25 - Reply

      Oi João, é como falei no artigo. Se a pessoa tem o objetivo de viajar, que faça um esforço paralelo para poupar o dinheiro necessário para viajar, ou seja, isso nada mais é do que a compra planejada com antecedência. O problema é que a base de uma vida financeira equilibrada é a sua reserva de emergência. Ela que evitará problemas com cartão de crédito, cheque especial e o comportamento chato de ficar pedindo desnecessária ajuda para parentes e amigos.

  3. Maicon 8 de novembro de 2016 at 7:57 - Reply

    Olá Leandro. O que você pensa sobre pessoas que têm visões opostas sobre dinheiro e finanças viverem sob o mesmo teto? Como é que fica a relação quando o seu cônjuge, irmão, pai etc. não pensam a longo prazo e entendem que dinheiro é simplesmente para gastar?

    • Leandro Ávila 8 de novembro de 2016 at 8:34 - Reply

      Oi Maicon. No caso do cônjuge é importante conversar abertamente. Os casais não sabem conversar e se não sabem deveriam aprender. Tem muito homem e muita mulher que mentem sobre quanto ganham e quanto gastam. Já ouvi falar de casais onde existe um “caixa dois”. É comum um dos dois morrer e o outro não saber onde está o patrimônio do falecido. No caso dos irmãos, cada um que cuide da sua vida. Você não tem qualquer responsabilidade com o descontrole financeiro dos seus irmãos. O ideal é deixar que cada um sofra as consequências já que isso faz parte do processo de aprendizado, você sempre aprende e a dor é um caminho para os teimosos. É sempre importante conversar e argumentar com seus parentes, ninguém é criança. As vezes as pessoas não entendem o que você fala por opção, por conveniência, preguiça, etc. É importante detectar isso e não faltar com o respeito que você deve a você mesmo.

      • Maria Carolina 12 de dezembro de 2016 at 16:01 - Reply

        E quando se trata de pais? Eu tenho um pai totalmente irresponsável, que tem uma vida dupla, promíscua e que por isso está cheio de dívidas. Esse é um comportamento da vida toda e ele acha isso muito normal, também pensa que temos a obrigação de dar ou emprestar dinheiro e fica muito ofendido e bancando a vítima quando a resposta é não. Não damos porque não temos que apoiar um comportamento nocivo, seria como dar drogas para um viciado, e também porque ele não devolve o dinheiro conforme o combinado, já fiquei anos esperando devolução de dinheiro quando era pra ter recebido na outra semana ou no dia seguinte.
        Antes que alguém questione, contribuímos com as despesas da casa, pagamos plano de saúde – que é uma despesa bem cara quando se trata de pessoas mais velhas -, e obviamente pagamos inteiramente as nossas próprias contas. E mesmo assim, ele acha pouco e quando conversa com outras pessoas, dá a entender que não conseguiu realizar as coisas que queria por causa da “carga” que é a família… tudo mentira.

        • Leandro Ávila 7 de janeiro de 2017 at 6:11 - Reply

          Oi Maria, não vejo sentido em você patrocinar um estilo de vida nocivo para seu pai, especialmente se isso prejudica sua vida e a vida da sua família. Certamente a origem dos problemas dele não é falta de dinheiro. A falta de dinheiro é apenas uma consequência de problemas que possuem outra origem.

  4. Wellington 8 de novembro de 2016 at 7:57 - Reply

    Logo que entrei no serviço público federal, meu chefe perguntou se eu não ia comprar um carro financiado, já que temos acesso a juros menores. Já outro colega de trabalho perguntou se eu ia guardar dinheiro no colchão pra sempre, já que até hoje não tenho carro. A pressão para viver uma vida surreal é grande.

    • Leandro Ávila 8 de novembro de 2016 at 8:35 - Reply

      Oi Wellington. O curioso é que isso não é da conta deles. Pessoas financeiramente estáveis, controladas, organizadas, geram muito incômodo nas pessoas próximas.

  5. Marcos 8 de novembro de 2016 at 8:01 - Reply

    Excelente texto, muito ponderado.
    Parabens,

    Marcos

  6. Daniel 8 de novembro de 2016 at 8:03 - Reply

    Bom dia Leandro,
    Muito bom conselho, parabéns!
    Gostei de muitos trechos do artigo. Vc é uma pessoa sábia, experiente e que vai direto ao ponto do problema.
    Quando se é jovem precisa ter muita consciência da base financeira que precisa construir para depois desfrutar da vida com tranquilidade, serenidade e sem dívidas. Vc nesse quesito é um mestre em dar conselhos.
    Obrigado pelo seu site, seus conselhos e seu compartilhamento de conhecimentos. Com certeza vc já mudou a vida de muita gente para melhor e isso deve ser muito gratificante.
    Um grande abraço.

    • Leandro Ávila 8 de novembro de 2016 at 8:41 - Reply

      Oi Daniel, obrigado. Engraçado é que alguns autores de educação financeira falam muito sobre doação e nem todo mundo está preparado para entender o que eles querem dizer quando pedem para você doar. O que faço aqui no Clube dos Poupadores, respondendo comentários e emails é um tipo de doação. Isso só é possível por ter atingido um nível de tranquilidade e prosperidade financeira que me permite fazer isso. Todos deveriam desejar a prosperidade para terem condições de fazer o mesmo, cada um dentro da sua atividade profissional, quem não entende o significado de doar, ainda está longe de entender a ideia de prosperidade e riqueza.

  7. Isaque Santos 8 de novembro de 2016 at 8:07 - Reply

    Parabéns Leandro pela sábia resposta a um jovem em dúvidas.

    Percebi também que ele ainda tem muito do que apreender, a atitude de se fazer uma reserva de emergência é de se glorificar, como você disse maioria das famílias não estão se quer podendo honrar os pagamentos das dividas mensais, usar a reserva de emergência para fazer uma viagem com a família seria uma decisão não sábia, em primeiro lugar deve vir a família e a segurança dela não tem preço, ainda mais tendo duas filhas pequenas.
    Certa vez ouvi uma frase muito interessante que dizia assim: O japonês planeja durante um ano para poder realizar em uma hora, o brasileiro (maioria) planeja durante uma hora para realizar durante um ano.

    • Leandro Ávila 8 de novembro de 2016 at 8:44 - Reply

      Oi Isaque. Existe mesmo essa questão cultural. Falta na nossa cultura a percepção de que planejar é mais vantajoso. Evita retrabalho, evita problemas e evita desperdício de tempo e dinheiro. A viagem pode ser planejada, as compras do black friday podem ser planejadas, você já pode começar o ano com tudo isso planejado. Quanto você tem uma reserva de emergência, você tem a segurança para aqueles casos onde não é possível planejar.

    • Ricardo 9 de novembro de 2016 at 19:19 - Reply

      Isaque,

      Coloquei a seguinte frase na minha monografia.
      “Os japoneses executam com perfeição porque entendem o objetivo. Este é o segredo da qualidade. O latino vai para a ação imediatamente. Entende talvez 25% do assunto, mas vai imaginar o RESTO”
      ( Brasileiro Carlos Ghosn – Presidente da Nissan Motor )
      Seria essa?

  8. Márcio Sousa 8 de novembro de 2016 at 8:12 - Reply

    Olá Leandro. Primeiramente, parabéns pelo seu trabalho. Acredito que essas dúvidas surgem diariamente nas cabeça das pessoas que estão no início da educação financeira. Graças aos estudos e sites como o seu eu consegui em 1 ano e meio fazer uma base para a minha educação financeira. Não tinha problemas com dívidas, porém, não investia nem os famosos 10% da minha renda. Hoje tenho também dúvidas. Sei que preciso fazer cálculos sobre o que será melhor. Tenho um financiamento imobiliário com taxa contratual de 8,10 a.a (prazo restante de 11 anos). O meu dinheiro está investido atualmente em ações e títulos públicos. A minha dúvida atualmente é saber se a minha dívida é boa. A prestação desse mês será de 1740,00. Sendo que de juros e correção eu pagarei 788,46. A amortização será 874,92. Vendo que estou pagando quase 800,00 reais de juros sinto às vezes a vontade de quitar essa dívida. Isso implicaria em usar os investimentos para quitar a dívida. Mas sinto que estou numa posição privilegiada, pois consigo pagar essa dívida mensalmente e ainda realizar os meus investimentos sem sufoco.

    • Leandro Ávila 8 de novembro de 2016 at 8:50 - Reply

      Oi Márcio, eu nunca gostei dessa classificação de dívida boa e dívida ruim. Para mim só existe uma tipo de dívida que é menor ruim. É quando a dívida faz você ganhar dinheiro ou economizar dinheiro em proporção maior do que os juros que você está pagando. Como vivemos no Brasil, país das maiores taxas de juros reais do mundo, é bem difícil encontrar juros baixos ou oportunidades de ganho que justifique a formação de dívida. Você precisa verificar se os juros e taxas que você está pagando são menores ou maiores que a rentabilidade dos seus investimentos. Também não adiantar quitar a dívida e depois sentir aquela percepção de que poderia ou deveria fazer outra dívida. Se ocorrer mesmo uma queda nos juros, vai se tornar cada vez mais vantajoso eliminar a dívida.

    • Wilian 16 de novembro de 2016 at 12:39 - Reply

      Marcio, já tive esta duvida também, e no final das contas quitar um débito imobiliário é um ótimo negócio, vc esta pagando praticamente 50% de juros no valor da prestação, no pior dos cenários vc quita é o valor que era da prestação vc volta a investir em títulos.

  9. VANDERLEI 8 de novembro de 2016 at 8:20 - Reply

    Parabéns Leandro pelos seus artigos.Ah se nos meus 23 anos eu tivesse lido todos! Estou com 49 anos e como você já escreveu várias vezes: É mais difícil fazer reservas e aplicar quando se tem mais idade! Você tem que dispor de uma quantia mais elevada.
    Um abraço Leandro!

    • Leandro Ávila 8 de novembro de 2016 at 8:51 - Reply

      Oi Vanderlei, é que tendemos a aumentar nosso custo de vida com o passar do tempo.

  10. Carol 8 de novembro de 2016 at 8:23 - Reply

    Ai, já perdi as contas de quantas vezes precisei responder a essas 4 perguntas para não tomar uma atitude errada… É duro! Mas no final dá certo. Passei 2 anos me preparando para uma viagem para Europa, mas valeu a pena ir e voltar sem dívidas! Adoro seus textos!

    • Leandro Ávila 8 de novembro de 2016 at 8:52 - Reply

      Oi Carol, parabéns por fazer as perguntas. Não tenho nada contra fazer viagens planejadas, quando você toma a decisão com antecedência e faz por merecer.

  11. Ricardo 8 de novembro de 2016 at 8:35 - Reply

    Olá Leandro.

    O clima de “terrorismo” que ele transmitiu ao enviar o e-mail nos passa a idéia – como você bem pontuou no artigo – que ele está sofrendo forte pressão de pessoas próximas para queimar sua reserva de emergência para o lazer.
    Parece que, apesar de saber o real sentido de uma reserva de emergência, ele ainda sim está inclinado a utilizá-la para gastar o colchão que construiu.

    Isso mostra que primeiro precisamos saber qual o significado e objetivos de educação financeira e, em seguida, colocar em prática. Pressões como esta que sofreu o leitor são verdadeiros testes.

    Abraços.

    • Leandro Ávila 8 de novembro de 2016 at 8:59 - Reply

      Oi Ricardo. Isso mostra a importância do controle emocional na vida financeira. Somos como duas pessoas dentro de uma só. Uma pessoa é emocional, instintiva, imediatista, é o nosso lado primitivo. A outra é racional, lógica, consegue pensar no futuro, planejar, separar aquilo que queremos, podemos e devemos. A luta interior é constante quando os dois lados estão equilibrados. Isso é um bom sinal. Pior é quando um lado esta dominando e o outro está adormecido.

  12. Magayver Sperandio 8 de novembro de 2016 at 8:35 - Reply

    Como sempre, ótimo artigo.
    Eu, particularmente, evito explanar sobre minhas reservas financeiras e minha mentalidade de investidor perto de algumas pessoas, pois, elas ainda estão na ignorância financeira e pouco dispostas a mudar.
    Nessa situação essa pessoa acaba muitas vezes lhe “atacando” com suas crenças limitantes de “caixão não tem gaveta” e por ai vai, quase lhe apontando o dedo como se você fosse um criminoso.
    Mas com os amigos mais próximos eu sempre tento ajudar de alguma forma a fazer com que eles percebam que o “acumulo” pode ser saudável, potencializando todos os fatores da sua vida de forma muito benéfica.
    Provavelmente todo investidor já passou por isso, principalmente os iniciantes.

    • Leandro Ávila 8 de novembro de 2016 at 9:01 - Reply

      Oi Magayver. Nem todo mundo está preparado. A maneira como você pensa acaba se transformando em uma ofensa ou uma ameaça.

  13. Lucas Coradini 8 de novembro de 2016 at 8:38 - Reply

    Muito legal o artigo. O cansaço, o stress e a pressão da esposa e filho para uma viagem de fim de ano são fortes. Me identifiquei com a pergunta do leitor e também fui desarmado com tantos bons argumentos aqui expostos. Um abraço!

    • Leandro Ávila 8 de novembro de 2016 at 9:02 - Reply

      Oi Lucas, parabéns por sua reflexão. Mostre para sua família e faça sua viagem de uma forma planejada quando for possível fazer.

  14. Bruno 8 de novembro de 2016 at 8:39 - Reply

    Bom dia Leandro e leitores.
    Achei a matéria bem interessante e é bem a linha de pensamento que eu sigo.
    Gastar o dinheiro de reservas com diversão para mim é uma coisa que não existe realmante. Isso é questão fechada.
    Mas uma coisa fiquei pensando, será que ele não teria a possibilidade de fazer uma viagem mais econômica e parcelada sem gastar o dinheiro das economias? Porque além de juntar dinheiro, fazer economias e “plantar o grão para colher a safra” é preciso também ter um pouco de entretenimento, senão a vida se torna chata, rs.
    Abraços e obrigado por compartilhar tanto conhecimento valioso conosco a custo zero. =D

    • Leandro Ávila 8 de novembro de 2016 at 9:04 - Reply

      Oi Bruno, com certeza, sempre existem alternativas. Entretenimento é fundamental, é ele que te afasta da loucura do realismo extremo. Isso não significa que o entretenimento não deva ser planejado, acordado com a família para que ele seja compatível com a sua realidade financeira.

  15. Rogerio 8 de novembro de 2016 at 8:39 - Reply

    Bom dia Leandro.

    Estou planejando um investimento em renda fixa. Abri conta numa corretora forte no mercado e vou começar a investir em renda fixa. uma parte em um cdb a 115%, um LCI a 93%. Uma parte estou pensando num fundo multimercado que pesquisei e me parece bom.
    Qual sua opinião nesta alocação de recursos?
    Agradeço ter conhecido seu site pois esta me ajudando bastante em conhecer mais em investimentos

    • Leandro Ávila 8 de novembro de 2016 at 9:09 - Reply

      Oi Rogerio. Eu não posso emitir opinião desse tipo. Eu não sei sua idade, não sei quais são seus objetivos para esse dinheiro, não sei se antes de investir você se preparou para escolher bem esse CDB, LCI e esse fundo multimercado, pois existem inúmeras instituições oferecendo esses produtos e eles não são iguais. Resumindo, eu não sei nada sobre você, os produtos que você escolheu e seus objetivos. O grande problema é que se você acredita que eu sou capaz de avaliar sua alocação de recursos somente com essas informações, isso pode significa que você não entende ainda que isso não é possível e que não é uma boa ideia sair por ai fazendo esse tipo de pergunta, pois pode ser que você encontre alguém que realmente queira dizer o que você deve fazer com o seu dinheiro (mesmo sem poder fazer isso).

  16. aniete de barros fagundes 8 de novembro de 2016 at 8:44 - Reply

    Simplesmente espetacular o seu artigo sobre viajar ou usar a reserva emergencial de dinheiro. Espero que esse “deseperado” tenha calma suficiente para resistir à tentação de viajar agora. Esse dinheiro não está destinado ao lazer ! Ele deve tentar fazer durante o próximo ano, uma poupança-viagem, dinheiro carimbado para as férias merecidas. E sem mexer nessa grana destinada às emergências e equilíbrio do orçamento.
    Aniete de Barros Fagundes, 08.11.2016

  17. Cláudio 8 de novembro de 2016 at 8:55 - Reply

    “Ter um futuro próspero não é de graça. A miséria é de graça. Para viver uma vida miserável basta não fazer absolutamente nada. Fique parado e deixe a inanição conduzir sua vida para o fracasso pessoal e financeiro.” Excelente reflexão, Leandro. Sua frase lapidar vai para a minha antologia pessoal.

    • Leandro Ávila 8 de novembro de 2016 at 9:15 - Reply

      Oi Cláudio. Isso é uma regra da própria natureza. O sucesso na manutenção da vida depende da ação. Um ser vivo tomado pela inanição simplesmente morre. No nosso caso, dizem que basta 3 minutos sem respirar, 3 dias sem beber água e 3 semanas sem comer para que a natureza faça o trabalho de te conduzir até a morte, de forma gratuita e sem qualquer esforço da sua parte. O mesmo vale para a vida pessoal, financeira, profissional, etc. Não fazer nada sempre vai gerar uma consequência gratuita.

  18. Monique 8 de novembro de 2016 at 8:57 - Reply

    Obrigada por compartilhar a resposta conosco. Com certeza será de muita valia
    Abraços.

  19. Willian 8 de novembro de 2016 at 8:58 - Reply

    Aplausos!

    Uma bela resposta e uma ótima lição!

    Leandro, acompanho seu trabalho a um certo tmp, aprendi muito lendo seus artigos! Pessoas como vc, são pessoas que todos deveriam conhecer e estudar seu trabalho. Meus parabéns pelo clube dos poupadores.

    Forte Abraço!

  20. Angelo 8 de novembro de 2016 at 9:02 - Reply

    Um texto impecável, Leandro, parabéns! Com um exemplo muito real, do nosso amigo leitor desesperado, você conseguiu abranger vários aspectos. Parabéns. Eu gostaria de fazer um comentário complementando: Nestes muitos casos onde a pessoa sente a necessidade de passear, descansar, enfim, “zerar” o ano com as merecidas férias, depois de ter trabalhando tão duro por um ano inteiro, eu complementaria com a seguinte sugestão: existem muitas opções de lazer com a família totalmente de graça, que poderiam substituir a viagem para a praia. Um passeio de bike com os filhos nos finais de semana (principalmente em SP, com as avenidas fechadas e dedicadas para isso), visitas e piqueniques em parques, museus, clubes, etc; um café da manhã em uma lugar diferente, enfim, é possível se divertir sem gastar quase nada! Um abraço!

    • Leandro Ávila 8 de novembro de 2016 at 9:18 - Reply

      Oi Angelo. As pessoas só costumam valorizar aquilo que é pago, especialmente se é pela pressão de amigos e parentes, muitas vezes é a exigência de postar fotos felizes no Facebook durante as férias. Aquele que mora na cidade de praia, quer visitar Gramado, aquele que mora em Gramado sonha com a cidade de praia e assim vivemos.

  21. Giovani 8 de novembro de 2016 at 9:07 - Reply

    Excelente artigo. Eu sou mais um que passa por problemas financeiros. Estou devendo cartão e cheque especial. Fiz dois empréstimos pessoais em uma instituição financeira para pagar o cartão e repor o limite do cheque especial. Porém, a minha dívida só aumentou. A minha esperança está agora nesse fim de ano para pagar essas contas e entrar o ano livre dessas dívidas. Nesse ano foi tão trágico que até meus investimentos no tesouro direto eu resgatei para pagar contas. Percebi nesse final de ano que, durante 1 ano e 2 meses, eu não comprei praticamente nada, não viajei com a família de férias e ainda estou devendo até as “calças”. Minha renda mensal não é ruim, na faixa de 4 mil mensais, porém percebi que todo o meu dinheiro, tirando as despesas fixas, estava indo para o supermercado, pizzaria, cervejada e outras coisas supérfluas. Mas agora comecei a me educar e tenho certeza que essa situação irá melhorar, tudo depende da maneira como lidamos com o dinheiro. Assisti um vídeo ontem que você me mandou pelo e-mail falando do médico e do motorista. Esse vídeo me fez refletir muito sobre minha vida e tenho certeza que a partir disso minha forma de agir mudou completamente. Em breve, estarei comentando sobre a minha vitória pessoal e financeira em seu blog. Quero agradecer a você pela oportunidade e pelo seu belíssimo trabalho sobre educação financeira. Obrigado!

    • Leandro Ávila 8 de novembro de 2016 at 9:24 - Reply

      Oi Giovani, fico feliz por ter ajudado. Quando você percebe que tem um problema e se responsabiliza por ele, o problema já está praticamente solucionado e você só precisa de tempo para que as coisas se materializem. Não tenho dúvida que você vai retornar aqui para contar sobre suas vitórias.

  22. Janete teles 8 de novembro de 2016 at 9:18 - Reply

    Bom dia professor.
    Vc é um homem sábio. ( isso é dom de Deus ) e eu estou sendo beneficiada através de vc.
    Obrigado por tudo, tenho aprendido bastante aqui .
    Um abraço

  23. Frank 8 de novembro de 2016 at 9:20 - Reply

    Parabéns pelo site que ajuda a educar financeiramente as pessoas, muitos artigos com um excelente conteúdo e ótimos exemplos.

  24. Talita Freitas 8 de novembro de 2016 at 9:22 - Reply

    Parabéns pelo excelente artigo, sempre surpreendem pela clareza e colocação das palavras! Muito bom!

  25. Tais 8 de novembro de 2016 at 9:25 - Reply

    Gostei muito da sua resposta Leandro. Acho que a mesma pessoa enviou o mesmo e-mail para outro site que também acompanho, mas a resposta foi diferente. Se eu fosse questionada responderia o mesmo que você.
    Em nossa casa, eu percebi que o 1/3 de férias que eu recebia não era suficiente para “bancar” as férias, por mais simples que fosse e sempre tinha que acabar mexendo na reserva de emergência, que não tem esse propósito. Então criamos uma poupança mensal. Em janeiro/2017 serão nossas primeiras férias “pagas” antecipadas. Não será “aquela” viagem porque por enquanto o valor que conseguimos guardar não é suficiente. Mas a sensação de sair de férias realmente sem preocupações não tem preço!
    Mas esse foi o passo para criarmos também uma “poupança” para trocar de carro ou para bancar alguma manutenção mais cara, como troca de pneus. Então carro novo só lá em 2018, quando teremos o suficiente para a troca. Por enquanto, cuidar bem do carango que é um modelo 2007 😉

    • Leandro Ávila 8 de novembro de 2016 at 9:28 - Reply

      Oi Tais, eu tenho certeza que serão férias bem mais agradáveis, sem sentimentos de culpa, sem arrependimentos posteriores. Tem muita gente que já começa o ano com dívidas criadas nas férias. Não será o seu caso.

  26. Roberto 8 de novembro de 2016 at 9:29 - Reply

    Ola Leandro.

    Acho uma situação delicada, porém vejo da seguinte forma, a necessidade real de se gastar tanto para ir a praia? bom depende da sua localização, conforto e a forma de esbanjar, de impressionar aos outros ao invés de ser feliz com sua família e se divertir independente do comentários alheio, pois quem sabe da sua situação financeira é só você mesmo. Ao mesmo tempo dependendo de sua localização poderá fazer um bate volta e diversificar suas férias alternando em locais perto de sua localização, pois a praia e gratuita e só gastamos muitos se consumir em barracas ou quiosque pois esta época é propicia para exploração e a mentalidade do comerciante aqui no litoral é lhe tirar tudo de uma vez ao invés de fidelizar o cliente ( mentalidade de comerciantes brasileiros). Suas filhas e esposa certamente não ficaram chateadas pois diversificando suas férias estara proporcionando a elas conhecimento e diferentes modos de lazer, enfim..boas férias com seu dinheiro rendendo…

  27. Lígia Leite 8 de novembro de 2016 at 9:32 - Reply

    Caríssimo Leandro,
    É com elevada honra que o tenho entre as poucas pessoas que RESPEITO e admiro, para além do quanto tenho vindo a aprender consigo e com os seus prezados ensinamentos. Sou uma pessoa transformada, para o melhor.
    Esta resposta/ artigo tem o poder de ser disciplinante para qualquer pessoa que respeita o seu trabalho e o seu tempo.
    É bom que a saibamos ler, memorizar e activá-la sempre que for preciso.

    Muito, muito obrigada
    Lígia Leite

  28. Jackson 8 de novembro de 2016 at 9:38 - Reply

    Bastante clara a resposta desta carta. Vai servir para muitos leitores com eu.

  29. Rafael 8 de novembro de 2016 at 9:51 - Reply

    Se você tiver tempo e dinheiro, não exite. Viaje. Ano passado fiz algumas viagens e todas valeram muito a pena. As recordações e lembranças ficarão para sempre em nossas memórias. Esse ano com o nascimento da minha segunda filha não pudemos viajar. Talvez consigamos em janeiro, porém os preços são bem mais salgados. E é isso que me deixa um pouco desanimado. Mas fazer o que? Com família as viagens só poderão ocorrer em épocas de feriados e férias escolares.

    • Rafael 8 de novembro de 2016 at 10:04 - Reply

      *hesite.

    • Leandro Ávila 8 de novembro de 2016 at 12:49 - Reply

      Oi Rafael, dinheiro e tempo livre são conquistas.

  30. Rodrigo 8 de novembro de 2016 at 9:59 - Reply

    Leandro, adorei sua resposta. Antes de ler o post, achei que a resposta seria outra, mas vc não teve pena de falar o que realmente o leitor precisava ler. Pois bem, o método que eu comecei a usar em 2016 foi o seguinte: Eu guardo uma grana todo início de mês (nessa grana eu não mexo por nada) e toda segunda feira eu guardo mais R$ 50,00… isso só 50,00tinha. Isso eu gasto numa ida rápida ao mercado comprar algumas frutas. Em fim… essa grana não da diferença no orçamento, pois encaro como se eu tivesse gastado com algo… Conclusão: Consegui guardar um valor legal durante o ano, com dinheiro que seria gasto, consegui algum juros e agora vou gastar parte com uma viagem que também paguei antes. Resumindo: planejei a viagem e paguei antes, tenho uma reserva para gastar caso eu vá extrapolar e não mexi na minha reserva maior…. Nada como planejar. obrigado, Leandro. Seus posts me ajudam muito.

    • Leandro Ávila 8 de novembro de 2016 at 12:52 - Reply

      Oi Rodrigo. O que você fez foi uma compra planejada, uma economia de propósito. Uma coisa que todo mundo deveria fazer quando toma a decisão de comprar alguma coisa ou um serviço sem depender do dinheiro dos outros (pagando juros e taxas). Se todo mundo fizesse o que você fez a qualidade de vida das famílias seria bem maior.

  31. Daniela 8 de novembro de 2016 at 10:01 - Reply

    Oi Leandro, mais uma vez Parabéns pelo artigo! Chega a ser engraçado como as pessoas tem essa necessidade de copiar a vida dos outros… ontem aconteceu um episódio interessante. Estava com um tio que acabou de comprar um carro (Versa), enquanto esperava minha carona com meu tio, passou meu primo de carro novo (um Versa). Meu outro tio havia ligado uns dias atrás para este meu tio avisando que havia trocado de carro (comprou um Versa)… e o padrastro do meu primo deve estar neste momento assinando os papéis pela compra de um novo carro tbm (um Versa). Que coincidência né? Depois que meu tio contou como todos estavam comprando o mesmo carro comecei a rir e de verdade, a cada dia que passa sinto como se estivesse num teatro… mas graças à sua cabeça e a minha, me sinto na platéia e não no elenco.

    • Leandro Ávila 8 de novembro de 2016 at 12:58 - Reply

      Oi Daniela. Na verdade você se encontra liberta. Liberdade é todo mundo comprando Versa e você ter o dinheiro para comprar e dizer “NÃO, eu não quero, não preciso e não gosto do Versa”. Ai você terá sua mente livre para comprar o carro que você gosta, não importando se é mais caro ou mais barato que o Versa, ou simplesmente não comprar carro. É muito importante atingir esse nível de maturidade, pois o que sua família está fazendo, sem perceber, é o mesmo comportamento infantil das crianças que sempre querem os mesmos brinquedos que os amigos ostentam na escola. Essa maturidade é a base da liberdade de pensamento, escolha e liberdade financeira.

  32. Fábio Bastos 8 de novembro de 2016 at 10:11 - Reply

    Leandro, mais uma fez um ótimo artigo para refletirmos. Todos os dias estamos expostos a um monte de promoções malucas, ainda bem que temos você e outros educadores sérios que nos ajudam a pensar fora da caixa. As vezes queremos acompanhar os nossos amigos e acabamos nos endividando. Quer ir para um Hotel Fazenda maravilhoso? Faz assim: Procure saber se ele tem day-use, pegue um hotel mais barato por perto e pronto, economizou um montão. Quer ir para as praias de Búzios e Cabo Frio? Experimentem ficar em cidades um pouco mais afastadas e apenas passem o dia nessas praias, vão economizar um montão também. Nossa vida é feita de prioridades, mas hoje em dia conseguimos escolher melhor o que queremos para o nosso futuro, sem ter quer deixar de curtir o lazer com a família. E vamos aprendendo aqui no Clube dos Poupadores, com o Leandro e com cada um que deixa sua contribuição.

    • Leandro Ávila 8 de novembro de 2016 at 13:02 - Reply

      Oi Fábio, é isso mesmo. Hoje pode ser que você não possa ir para Búzios. Assume e leva a família para a cidade do lado. Amanhã, você não vai poder ir para uma praia do Caribe, não tem problema, leva para o Búzios, tenha paciência que um dia você vai para o Caribe de forma planejada, sem comprometer a segurança e a estabilidade financeira da casa. É sempre uma questão de fazer aquilo que você realmente quer, pode e deve.

  33. Sueli Costa 8 de novembro de 2016 at 10:24 - Reply

    Ops, desesperada não, porém os argumentos me ajudaram a tomar uma decisão.
    Eu também estava planejando “aproveitar” uma oportunidade de viagem intl, utilizando parte de uma poupança destinada a aposentadoria.
    Faltam 8 anos para eu conseguir minha independência financeira.
    Dá para esperar!
    Obrigada Leandro.
    Sucesso sempre.
    Abs.

    • Leandro Ávila 8 de novembro de 2016 at 13:04 - Reply

      Oi Sueli, não deixe de viajar e fazer as coisas que você gosta. Mas faça isso de forma planejada, consciente, organizada. Além de destinar uma quantia para sua independência financeira é importante destinar uma quantia para sua diversão, pois se não for feito dessa forma vai faltar motivação.

  34. Silmara 8 de novembro de 2016 at 10:42 - Reply

    Ola Leandro. Gostaria de poder passar os seus ensinamentos para o maior numero de pessoas possível, mas às vezes e tao difícil! Parece que estão todos sempre tao ocupados com aquilo que querem ter, e se esquecem daquilo que podem ser. Mas prometo que continuarei tentando difundir os seus ensinamentos, e acompanhando-o de perto. Imensamente grata.

    • Leandro Ávila 8 de novembro de 2016 at 13:05 - Reply

      Oi Silmara, nem todo mundo está realmente pronto. Faça da sua vida um bom exemplo, isso já será suficiente.

  35. Fabiana Alves 8 de novembro de 2016 at 10:47 - Reply

    Leandro esse é daqueles artigos que se tem de salvar nos favoritos e sempre ser consultado diante de vários tipos de dilemas emocionais.

    • Leandro Ávila 8 de novembro de 2016 at 13:06 - Reply

      Oi Fabiana, é o santo puxão de orelha que as pessoas não tem coragem de dar, ou não fazem para não serem vistas como pessoas chatas.

  36. antonio 8 de novembro de 2016 at 10:53 - Reply

    Mas um artigo excelente, Consigo tambem dizer , como voce já falou em outros posts… “devo comprar meu carro zero? devo comprar um celular na promoçao, etc”
    No caso ele é muito jovem e com muitas responsabilidades: 2 filhos! Independente do quanto ganhe ou do seu saldo liquido…ele deve se programar muito bem para se divertir na viagem e ficar tranquilo na volta.
    Sabe o que eu faço, eu pago as ferias do ano que vem até elas chegarem! Viajo sem dividas e já penso na do ano que vem…ou seja, reservo uma parte para isto…e estimo o quanto terei e para onde poderei ir. Meus filhos nunca reclamam, pois até o passeio gratis de final de semana é legal com todos juntos.

  37. W JR 8 de novembro de 2016 at 10:59 - Reply

    Fantástico!!!
    Assim como idas à praia..também temos que renunciar a festinhas de aniversário, viagens ao campo, cotinhas para Lua de mel de amigos… O momento às vezes é de escassez, mas devemos perseverar para comemorar lá na frente!
    Parabéns Leandro e força amigos: eu também estou na batalha e na escassez, mas acredito que vencerei!

    • Leandro Ávila 8 de novembro de 2016 at 13:08 - Reply

      Oi W, se você está consciente e tem um propósito, certamente vencerá.

  38. Alcides 8 de novembro de 2016 at 11:47 - Reply

    Sr. Leandro o sr. é muito bom para ensinar. Sou seu fã.
    Abraços.

  39. Rafael 8 de novembro de 2016 at 12:13 - Reply

    Leandro, seus textos sempre são incríveis e nos fazem refletir bastante.
    Graças a Deus sempre fui equilibrado com as finanças, nunca entrei em dívidas, e todos os meus carros foram comprados à vista. Tenho 32 anos, e quando fiz 30 decidi me dar de presente uma viagem à Europa. Não me arrependo nem um pouco, Quase meio mês que passei lá me fizeram ter experiência fantásticas em todos os 3 países que conheci.
    A vida passa e devemos aproveitar, claro que com equilíbrio e sabendo até onde nossos pés podem alcançar.
    Não vejo a hora de ir pra fora de novo e tenho certeza que com meus investimentos e disciplina financeira, e também da minha namorada, iremos conhecer o MUNDO todo e já estamos planejando.
    Obrigado por tudo o que você acrescentou em minha vida nesse período.

    • Leandro Ávila 8 de novembro de 2016 at 13:11 - Reply

      Oi Rafael, eu acredito que as experiências são mais importantes que as coisas. Não sou contra viajar, acho importante viajar, conhecer novos lugares, novas culturas, isso abre a sua mente. O problema é que tem muita gente que usa viagem como desculpa para o consumismo. A pessoa viaja e passa mais tempo dentro de shopping e loja do que visitando a cidade. Neste caso são viagens pouco úteis.

      • Jr 7 de dezembro de 2016 at 16:30 - Reply

        Na mentalidade do brasileiro comum, se você não viaja você não tem “status” (mais precisamente do quê se gabar), o mesmo vale para carro. Seu status será medido pelo carro ou destino em questão.

        E sim, outros irão te julgar pesadamente por isso, os fracos cedem a essa pressão sem lógica. Se não tem dinheiro para fins de lazer não gaste, estou de acordo completo com sua posição de direcionar esse recurso para capacitação sólida, isso sim te dará a base para ganhar mais e ter abundância num futuro para verdadeiramente desfrutar dos esforços empregados.

        • Leandro Ávila 7 de janeiro de 2017 at 6:13 - Reply

          Oi Jr. Nada contra as viagens, mas que antes a pessoa faça o dever de casa.

  40. Anderson 8 de novembro de 2016 at 12:29 - Reply

    Atingi minha maior idade esse ano, como estou trabalhando e já ouvi falar muito sobre educação financeira, mas só de nome, só por alto, inclusite críticas de que deveríamos ser ensinados sobre o assunto desde ainda criança. Hoje vejo a diferença que faz eu ganhar meu próprio dinheiro, tenho noção do custo das coisas, e acho que é algo que todos os jovens deveriam ter noção através de mesadas por meio de ajudas dentro de casa, e sistemas desse tipo.
    Enfim, só queria colocar minha visão sobre o assunto, mas tenho algumas dúvidas.
    Primeiro, qual o montante recomendado para ter de emergência?
    Segundo, como posso controlar o quanto posso gastar, e separar um dinheiro para a reserva, para comprar algo que quero e outros objetivos?
    Ainda não sei usar bem as planilhas do Excel, é algo que quero aprender, mas uma coisa que já estou acostumado é a separar uma parte para poupança, para já definir quanto posso gastar. Daria para fazer definir isso direto pelo banco/Internet banking? Digo, diferentes reservas nomeadas?

    • Leandro Ávila 8 de novembro de 2016 at 13:16 - Reply

      Oi Anderson, o montante é bem pessoal. Exemplo. Vamos imaginar que você tem uma profissão extremamente específica e você sabe que no caso de demissão vai demorar no mínimo 1 ano para se recolocar. Neste caso é interessante que você tenha uma reserva equivalente a 1 ano do seu custo de vida ou até mais. Já um funcionário público, que não corre o risco de ser demitido a não ser que comete algum crime ou alguma coisa grave, ele pode fazer uma reserva equivalente a 6 meses do seu custo de vida ou 6 meses de salário. No caso de uma emergência, você teria recursos para não depender de cheque especial, cartão de crédito, empréstimos, parentes, etc. Aprender o Excel seria muito interessante, pois é como uma ferramenta básica. No Youtube você encontra uma infinidade de vídeos gratuitos ensinando a fazer qualquer coisa no Excel. Também sempre existem livros sobre Excel nas livrarias. O seu dinheiro pode ficar todo junto, a separação (dar nome aos bois) você faz na planilha ou no papel.

  41. Syl Costa 8 de novembro de 2016 at 12:55 - Reply

    Parabéns, Leandro!
    Excelente texto!
    Espero que o leitor desesperado tenha forças para superar o desejo de consumir a reserva dele.
    Seus conselhos me ajudaram muito nesse sentido: guardar para uma necessidade.
    Em Julho deste ano, meu carrinho de 10 anos foi furtado.
    Durante esse tempo, vi muitos de meus amigos e conhecidos trocando de carro, e eu, com aquele velhinho, mas eu não trocava de carro porque, depois de conhecer o seu site, aprendi que deveria ter uma reserva e, ao mesmo tempo, me livrar das dívidas (pena que o conheci tão tarde).
    Assim, resistia a tentação de comprar um carro novo, pois o meu foco era (e é) quitar o meu imóvel.
    Entretanto, com o furto do carro, não me restou alternativa que não comprar outro.
    Felizmente, eu tinha uma boa reserva e, com o dinheiro do seguro, comprei um novo, e o melhor de tudo, à vista, e com um bom desconto.
    Então, digo por experiência própria, vale a pena se educar financeiramente, vale a pena conhecer seus limites, ser sincero consigo mesmo e resistir às tentações do consumismo exacerbado.
    Um grande abraço para você, e continue doando seu conhecimento para ajudar muitos como eu.

    • Leandro Ávila 8 de novembro de 2016 at 13:18 - Reply

      Oi Syl, o furto do carro foi uma situação inesperada, imprevisível, mas você tinha recursos para superar o problema. Parabéns.

  42. Jean Brunswick 8 de novembro de 2016 at 13:07 - Reply

    Olá Leandro,

    Parabéns pela sua resposta ao leitor “em desespero”!

    Cada vez mais vejo outros blogs e sites tratando assuntos de educação financeira com parcialidade gritante. Vejo pessoas que se dizem educadores financeiros tentando influenciar e sugerir o que devemos fazer com nosso dinheiro. Cada vez que vejo um evento desses, valorizo mais o Clube dos Poupadores, onde você sempre se preocupou em não fazer recomendações ou sugestões, frisando sempre a importância do aprendizado e autoanálise de cada um.

    Da mesma forma, vejo outros blogs com cunho altamente comercial. Não tenho nada contra utilizar o blog para promover um material importante, como você faz com seus livros. O problema começa quando a finalidade dos posts começa a ser puramente a promoção do material e o ensinamento em si fica em segundo plano.

    Parabéns e obrigado Leandro, por manter a sua essência consistentemente preservada dentro do Clube dos Poupadores!

    • Leandro Ávila 8 de novembro de 2016 at 13:23 - Reply

      Oi Jean, obrigado. Meu propósito é educar as pessoas. A venda dos meus livros é a fonte de recursos para que esse propósito se torne economicamente viável. Manter o site funcionando tem custos, manter o sistema que envia os e-mails quando novos artigos são publicados tem custos, o tempo que dedico aqui tem custos pois eu também tenho custo de vida como qualquer pessoa. Graças aos leitores que tomam a decisão de investir na própria educação financeira é que cada vez mais e mais pessoas podem acessar conteúdo gratuito que preparam aqueles que ainda não entendem a importância de investir na própria educação. É um circulo virtuoso e sou apenas um instrumento. Obrigado!

  43. Rodrigo Alves 8 de novembro de 2016 at 13:25 - Reply

    Parabéns Leandro! Grande artigo!

  44. Ricardo 8 de novembro de 2016 at 13:29 - Reply

    Por favor, Desesperado: sou de família pobre, mas minha mãe SEMPRE guardava o pouco que fosse para emergências. Emergência não é viagem à praia. Emergência é doença, acidente, desemprego, um reparo urgente no telhado da casa…O ensinamento dela foi muito útil. Espero que você faça o mesmo (e convença sua esposa de te ajudar nessa tarefa).

  45. Antonio Carlos 8 de novembro de 2016 at 13:37 - Reply

    Parabéns, mais um artigo consistente.

  46. Guilherme 8 de novembro de 2016 at 13:50 - Reply

    Belo artigo! Serviço de utilidade pública. Aproveito a oportunidade para sugerir uma pauta de um próximo texto: http://www.valor.com.br/financas/4768457/investidor-contesta-perda-em-estrategia-mais-arriscada.

    Essa notícia demonstra o perigo de aceitar a recomendação de analistas comissionados, mesmo que provenientes de uma Corretora sólida. O conflito de interesses é notável, e o consumidor nem sempre faz a escolha consciente e acaba levando o prejuízo sozinho, com a corretora lavando as mãos.

    • Leandro Ávila 8 de novembro de 2016 at 14:14 - Reply

      Oi Guilherme. O ideal é não contar com a opinião dos outros, não importa se é especialista. No máximo você vai utilizar esse profissional para tirar dúvidas e não para se deixar influenciar pelas coisas que eles querem que você invista.

  47. Tatiane 8 de novembro de 2016 at 14:30 - Reply

    Ótimo artigo Leandro, estava precisando dessas dicas, pois o mesmo está acontecendo comigo.
    Tomar decisões nunca será fácil !

  48. Favarão 8 de novembro de 2016 at 15:00 - Reply

    Artigo sensacional! Novamente, mesmo sabendo a parte mais tecnica (gastar menos que ganha, poupar e investir o restante <– mesmo que a ordem melhor é poupar e investir e gastar o restante, uma pena não ser a realidade pra muitos)

    Alem da parte tecnica, sempre tem algum aprendizado nos artigos: posso, devo e quero. É simples e muito eficiente, é também (ou deveria ser) o alicerce para nossa moral e etica.

    Sobre o assunto, o cara realmente não deveria fazer a viagem pois ainda não está com o projeto financeiro dele completo. Viajar agora poderia criar um efeito de procrastinação que sem duvida atrapalharia o projeto.

    • Leandro Ávila 8 de novembro de 2016 at 18:51 - Reply

      Oi Favarão. O pior é que se ele viajar, vai fazer isso com sentimento de culpa. Melhor viajar com o sentimento de dever cumprido.

  49. Paulo Garcia 8 de novembro de 2016 at 15:11 - Reply

    Mais um texto sensacional!

    Vou apresenta-lo para minha esposa… ela precisa muito ler esse texto… de tempos em tempos temos as mesmas discussões sobre $$$ e eu digo para ter calma que nossa vida esta apenas começando… Comecei a poupar dinheiro a pouco mais de um ano e ainda não consigo poupar todos os meses o quanto gostaria. O 13º está chegando e planejo investir boa parte dele para tentar atingir a meta de poupar 10% do meu ordenado todo mês. Não é o ideal conseguir a meta atrasada porque perdi os juros do período. Mas já é melhor que nada…

    • Leandro Ávila 8 de novembro de 2016 at 18:53 - Reply

      Oi Paulo. Crie um plano com ela. Determine uma viagem como objetivo, um prazo e trabalhem juntos para estabelecer de onde virá o dinheiro que será poupado para a viagem. Precisamos fazer escolhas e podemos trocar um supérfluo no presente por uma boa viagem no futuro, sem dívidas.

  50. Armando 8 de novembro de 2016 at 15:37 - Reply

    Tenho visto essas datas temáticas como forma de pressionar as pessoas a gastarem. Por que temos que “aproveitar” a black friday? Por que temos que comprar brinquedos no dia das crianças? O calendário está repleto dessas datas. Podemos e devemos gastar nosso dinheiro, mas sem essa pressão, de forma racional.

    • Leandro Ávila 8 de novembro de 2016 at 18:54 - Reply

      Oi Armando. Se você não está precisando de nada, qualquer coisa na promoção na black friday está cara. A promoção não cria a necessidade. Se você não precisa a compra, você está jogando dinheiro fora não importando o preço.

  51. Leandro 8 de novembro de 2016 at 15:49 - Reply

    Boa tarde Leandro

    Vi no seu texto um pouco do grande filosofo que admiro muito : Cortella, estou certo ?

    • Leandro Ávila 8 de novembro de 2016 at 18:58 - Reply

      Oi Leandro. Cortella usa muito o querer, poder e dever nas suas palestras sobre ética.

  52. Juliana 8 de novembro de 2016 at 15:55 - Reply

    Oi, Leandro. Este artigo caiu como uma luva para mim. Estou muito angustiada e vivendo esse mesmo dilema. Há quase 1 ano conheci o Clube dos poupadores, vim por meio do blog Quero ficar rico, pesquisando outros blogs ou afins, achei vc. Desde entao tb deixei de pagar juros, devia mais de 4 mil reais. Organizei-me e, embora tenha levado algumas quedas, consegui ficar no azul, juntar algum, reserva pra emergências, turbinada com um fundo de garantia que peguei recentemente. Mas meu esposo quer viajar para praia. Urgentemente. E estou sofrendo essa pressao. A principio concordei, mas devido a algumas emergências, nao vejo como viajar sem mexer nessa reserva. O plano de um negócio próprio tb seria adiado em pelo menos seis meses se viajarmos. Eu nao quero ir, mas a pressao é terrível

    • Leandro Ávila 8 de novembro de 2016 at 19:00 - Reply

      Oi Juliana. Você precisa conversar. Chame ele para uma conversa séria e leia o artigo em voz alta.

  53. David 8 de novembro de 2016 at 16:23 - Reply

    Mais um conteúdo com o padrão de qualidade do clube dos poupadores!

    Sensacional parabéns!

  54. Oriana 8 de novembro de 2016 at 16:40 - Reply

    Excelente como sempre!!! E este veio bem na hora da decisão!!! tks a lot!!!

  55. Bruno Batista 8 de novembro de 2016 at 16:45 - Reply

    Este artigo me lembrou os meus 23 anos. Na época tive que tomar uma decisão difícil numa situação parecida. A diferença é que eu juntei dinheiro desde o meu primeiro salário para fazer uma viagem de volta ao mundo, mas mesmo sendo este o intuito da reserva financeira, foi (muito) difícil comprar as passagens e realizar o meu sonho, pois as possibilidades que ter tanto dinheiro em mãos permite são inúmeras.
    A propósito, gostaria de sugerir o tema depleção do ego para um próximo artigo e parabeniza-lo pelo ótimo trabalho que você vem realizado com o Clube dos Poupadores..

    • Leandro Ávila 8 de novembro de 2016 at 19:05 - Reply

      Oi Bruno, conter e reprimir desejos não é bom. O que você deve fazer é fazer um acordo com você mesmo, fazer trocas temporais. Você pode viajar, se você planejar essa viagem e fazer escolhas entre um prazer pequeno imediato e um prazer futuro, uma coisa sem importância que custa caro por uma coisa mais importante no futuro. Quando você faz isso, não existe o sentimento de que você está perdendo alguma coisa. Todo esforço de poupança deve ter um motivo.

  56. Brandon 8 de novembro de 2016 at 17:12 - Reply

    Gostaria de deixar minha opinião como alguém apaixonado por viagens. Sou solteiro, atualmente com 31 anos, e umauma realidade de vida muito diferente desse leitor, mas tenho uma paixão doentia por viagens. Acredito que quando alcançar minha independência financeira minha vida será rodar o mundo. Optei por não comprar carro, embora tenha carta de motorista nunca comprei nenhum veículo e pretendo nunca comprar, pois isso me permite poupar para minhas viagens e mais recentemente comecei a pensar na minha independência financeira. O vício (prazer) da viagem já me levou a várias decisões irracionais do ponto de vista econômico, gastando altos valores em viagens internacionais, pois mesmo sendo econômico qualquer viagem para Europa ou Estados Unidos acaba levando alguns milhares de reais da conta de qualquer pessoa. Mais recentemente cheguei a uma conclusão: Preciso viajar menos para poupar mais, no entanto eu não consigo me imaginar muitos anos sem viver a experiência de estar em um lugar diferente, acho que eu iria pirar, mas sei que cada vez que viajo estou adiando um pouquinho mais a minha aposentadoria antecipada. Por outro lado eu penso que embora provável, o amanhã é incerto, e que embora eu ainda possa viver mais 30 ou 40 anos, certamente eu não terei a mesma disposição que tenho atualmente para sair por ai me aventurando no desconhecido, então tento equilibrar o prazer momentâneo (mesmo sabendo que estou adiando minha independência financeira) com uma reserva para o futuro. Consigo poupar cerca de 50% da minha renda líquida, mas quando começo a planejar uma viagem acabou reduzindo esse percentual, de qualquer forma acredito que cada experiência vale a pena, pois de fato isso acaba me dando gás para poupar ainda mais quando retorno. Já atingi uma boa reserva, mas ainda longe do suficiente para uma independência financeira. De qualquer forma acredito que deva haver um equilíbrio, cada um em sua própria realidade, entre o hoje (certo) e amanhã provável, mas não garantido.

    • Leandro Ávila 8 de novembro de 2016 at 19:22 - Reply

      Oi Brandon, na verdade se a coisa que você mais gosta de fazer é viajar, a sua educação financeira, e seus investimentos devem existir para que você possa viajar mais, melhor e sem comprometer sua vida financeira. Já se você quer organizar sua vida financeira primeiro e existem pessoas fazendo pressão para você viajar e prejudicar um projeto que está montando as bases, ai você tem um problema. Pode ser que você tenha que viajar menos agora para poder viajar muito mais no futuro. O importante é que você busque o equilíbrio livremente e de forma consciente.

    • Julia 8 de novembro de 2016 at 21:04 - Reply

      Falar que “viajar é cultura” não passa de alienação para manter o vassalo da classe média satisfeito com o sistema moderno de escravidão.

      • Leandro Ávila 8 de novembro de 2016 at 23:50 - Reply

        Oi Julia, depende da motivação para viagem. Tem gente que viaja só para colocar fotos mais bonitas no instagram e facebook. Tem gente que viaja com foco nas compras. Tem gente que viaja por gostar de comer coisas diferentes. Tem aqueles que se interessam pela cultura do outro país. Cada um tem uma motivação e essa motivação não é da minha conta e nem da sua conta. As pessoas são livres para gastarem o dinheiro delas da forma que acharem melhor. O único problema é quando fazem isso sem planejamento, sem condições para fazer, assumindo dívidas, mergulhando em problemas financeiros e todas as coisas negativas que isso pode gerar. Até para ser alienado é importante fazer isso da forma correta.

  57. Avelino Carvalho 8 de novembro de 2016 at 17:18 - Reply

    Mais um excelente artigo Leandro Ávila! Em fevereiro do ano que vem, eu e minha esposa iremos viajar, mas não tirarei recursos da minha reserva de emergência, os gastos com a viagem já estão planejados, passagens aéreas compradas, hotel pago antecipadamente, etc.. Assim evitaremos surpresas com os gastos no retorno das férias. Obrigado pelos conhecimentos compartilhados!

    • Leandro Ávila 8 de novembro de 2016 at 19:23 - Reply

      Oi Avelino, parabéns pelo seu planejamento. Com certeza isso torna a viagem ainda melhor.

  58. Delmo 8 de novembro de 2016 at 17:32 - Reply

    É o grande dilema entre comer a fruta ou plantar as sementes… o que é melhor? Acredito que depende do momento de vida, mas pelo perfil relatado, recomendo comer uma fruta a cada 5 sementes plantadas. Fica a dica!

  59. Mauro Carvalho 8 de novembro de 2016 at 18:46 - Reply

    Para dar incentivo ao autor do artigo “desesperado” digo: – Prezado colega, como o Leandro ressalta você ainda é bastante jovem, neste momento trabalhe para aumentar seu colchão financeiro e deixe as viagens para mais tarde. Um dia você terá reservas tão largas e profundas que garantirão seu sustento por bom tempo sem depender de trabalho ou de ajuda de outras pessoas. A partir daí você poderá formar mensalmente uma nova reserva destinada apenas para viagens de férias com a família. Não há dívida que viajar com a família é bastante prazeroso. Não obstante, tão prazeroso quanto as referidas viagens é saber que possui reservas que lhe garantem independência. Além de prazeroso, é tranquilizador também. Segue aqui a dica de quem tem 47 anos de idade e já aprendeu um pouquinho com esta vida.
    Grande abraço!
    MC

  60. Aeroelias 8 de novembro de 2016 at 19:09 - Reply

    Leandro, boa noite

    Mais uma vez perfeito em suas colocações, tomara que este chefe de família tenha força e consiga tomar a decisão certa. Eu enfrento algo parecido em minha vida relativo a ter filhos, eu e minha esposa casamos cedo, porem com planos de fazer um bom colchão financeiro que nos de uma renda passiva antes de ter filhos. Faremos 8 anos de casados no começo ano que vem e provavelmente esperaremos mais 2 anos para ter filhos para poder proporcionar a e eles a principal herança que meus pais não puderam nos dar, uma boa educação.

    • Leandro Ávila 8 de novembro de 2016 at 19:26 - Reply

      Oi Aeroelias, uma boa educação é tudo que seu filho precisa. O resto deixa que ele conquista!

  61. johnathan silva 8 de novembro de 2016 at 21:05 - Reply

    E por isso q ser milionario é para todos, mais não é para qualquer um. A parte mais dificil é vc ter um forte controle de si mesmo, inteligencia emocional, porque vc pode decidir acumular dinheiro, mais se vc não for forte ou seu desejo não foi forte o suficiente, vai chegar um momento dificil da sua vida, de tristeza ou qualquer sentimento destrutivo, e a primeiro coisa q vc vai fazer é desistir do sonho, falar q isso não é para vc e vc vai limpar sua conta e vai gastar.

    • Leandro Ávila 8 de novembro de 2016 at 23:51 - Reply

      Oi Johnathan. O autoconhecimento e o controle emocional é a base de tudo.

  62. Marcelo Williams 8 de novembro de 2016 at 21:30 - Reply

    Belo texto!

    Recentemente em meu trabalho, num assunto que girava em torno de carros, perguntaram qual era o meu. Respondi que era uma fia uno quadrada 1.0 2009 (quitada).
    Me olharam com cara de espanto. Eu sorri e acenei.

    Nunca saí do Brasil, mas meu filho vai para os EUA no natal de 2017. Compro dólares aos poucos e tudo planejado, sem surpresas.

    Ah, como é bom ser livre!

    Obrigado Leandro.

    • Leandro Ávila 8 de novembro de 2016 at 23:53 - Reply

      Oi Marcelo, pois é, isso é ser livre. Ter o carro que você quer ter e pouco se importar com a opinião do outro. E não faz diferença se você tem um fiat uno ou um BMW. Sempre existe espaço para criticar suas decisões, é o que as pessoas sempre fazem.

  63. Micaella 8 de novembro de 2016 at 21:36 - Reply

    Oi Leandro, esse seu post caiu num momento perfeito pra mim! O meu “desespero” é “menor”, porque minhas reservas ainda são pequenas, mas é exatamente como você disse, Black Friday chegando, várias promoções… Eu sou uma colecionadora de livros, então essas promoções sempre me deixam muito tentada, justamente por ter o dinheiro, mas o destino dele não é esse, logo…
    Fico pensando em como minha vida estaria bem diferente se ainda não conhecesse seu blog, não tivesse lido livros de educação financeira, etc
    Quase nunca comento aqui, mas esse texto me deixou com vontade de deixar um comentário aqui te agradecendo por manter esse blog, produzir esse conteúdo gratuito pra nós! Realmente obrigada, Leandro. Seu esforço aqui ajudou e ajuda muita gente, com certeza 😉

    • Leandro Ávila 8 de novembro de 2016 at 23:55 - Reply

      Obrigado Micaella e parabéns por promover a sua transformação através do estudo.

  64. Alexandre 9 de novembro de 2016 at 16:01 - Reply

    Muito bom o post Leandro. Você podia escrever a respeito das consequências da eleição de Donald Trump nos EUA, para os nossos investimentos. Abraço

    • Leandro Ávila 10 de novembro de 2016 at 8:12 - Reply

      No curto prazo o impacto foi o susto. Todos esperavam a vitória da outra e tudo estava precificado para isso. Quando o fato é diferente da expectativa, ocorre um grande ajuste de preços de moedas, ações, juros, movido pela surpresa. Quando o susto passa as coisas se normalizam. Se teremos ou não impacto tudo vai depender das decisões futuras dele. Tenho a impressão que cão que late não morde e político é igual no mundo todo. Nas eleições, mentem, aumentam, inventam, quando assumem o poder já sabem que a realidade é bem diferente. Vamos esperar para ver. A lição que fica é que sempre será inútil tentar prever o futuro. Precisamos trabalhar com um leque de possibilidades.

  65. Marcos Arcanjo 9 de novembro de 2016 at 20:57 - Reply

    Ótimo artigo
    Os comentários e respostas agregam mais valor ao conteúdo

  66. Bruno 10 de novembro de 2016 at 10:17 - Reply

    Conteúdo excelente! Parabéns Leandro.

  67. Anderson 10 de novembro de 2016 at 11:42 - Reply

    Leandro, ótima resposta. Uma ajuda e tanto ao pai de família em dúvidas, assim como uma ajuda aos outros leitores que podem se encontrar em situação semelhante, também.

    Você fez valer o papel de educador financeiro de maneira evidente. Explicou bem e ainda o fez (assim como a quem leu seu texto) pensar sobre a situação. Parabéns! =)

    Reservas de Emergência são para o que elas mesmas indicam, emergência! Lazer não é emergência, apesar de ser bom e ainda poder fortalecer os laços familiares. Mas é uma coisa a se pensar, a fazê-lo de maneira planejada, para não precisar sofrer as consequências de uma decisão errada. Principalmente para esse jovem pai de família, que tem filhas, é sempre bom ter algo ($) para dar assistência caso algo inesperado venha a acontecer.

    Enfim, obrigado por apresentar essa reflexão aos leitores do Clube dos Poupadores.

    Abraço!

    • Leandro Ávila 11 de novembro de 2016 at 7:52 - Reply

      Obrigado Anderson, lazer é importante, mas pode ser feito com planejamento.

  68. Iuri 10 de novembro de 2016 at 11:45 - Reply

    Leandro, meus parabéns um mais excelente artigo e ótima resposta ao nosso colega que está desesperado.

    Como vc disse, planejar com antecedência é a base para não ser pego de surpresas. No meu caso, planejo viajar ano que vem (entre agosto e setembro de 2017) para visitar meus familiares na África, e já comecei a economizar desde de agosto uma parte do meu salário para esse objetivo. Esse dinheiro eu tenho aplicado no Tesouro selic, pois considero que o meu objetivo é de médio prazo e por enquanto está valendo esse tipo de investimento mesmo descontando todas as taxas. Mas, para o ano que vem terei que fazer as contas pra saber se ainda vale investir no Tesouro selic ou aplicar na poupança. Sobre isso, supondo que a taxa de selic de mantém constante até a minha viagem, qual é o prazo minimo que compensa aplicar no tesouro selic ao invés da poupança? 3 meses?

    Também tenho uma reserva de emergência, mas ainda preciso aumentar esse valor de forma a equivaler 6 meses do meus gastos básicos mensais.

    Abraço.

    • Leandro Ávila 11 de novembro de 2016 at 7:53 - Reply

      Oi Iuri, você precisa fazer uma simulação. Tenho um artigo onde mostrei como fazer simulações no tesouro selic para investimento de curto prazo, veja aqui.

      • Iuri Viana 11 de novembro de 2016 at 8:41 - Reply

        Obrigado Leandro,

  69. Alan 10 de novembro de 2016 at 13:06 - Reply

    Olhá, eu tenho um montante para emergências e tenho outro montante que é meu pé de meia, compra da casa própria daqui uns anos, etc. Posso dizer tranquilamente, são montantes que não coloco a mão para nada, mas que me geram uma sensação de segurança que eu aposto que nem a melhor praia do mundo vai ser capaz de me dar.

    • Leandro Ávila 11 de novembro de 2016 at 7:54 - Reply

      Oi Alan, essa sensação de segurança é importante. Parabéns.

  70. Cleiton Oliveira 11 de novembro de 2016 at 18:54 - Reply

    Devido a falta de planejamento financeiro e prioridade, as pessoas não consegue realizar nenhuma das opções. Porém, é possível viajar e juntar dinheiro, esse tema tratei no livro economizar sem perder o prazer de viver.

    Parabéns pelo artigo.

    Um grande abraço

  71. Ailton 11 de novembro de 2016 at 22:19 - Reply

    Fiz ótima leitura, Ávila, parabéns pelo artigo! É compreensível a situação desse leitor, a coisa não tá fácil. De uma coisa eu sei: o maldito desespero não adianta de nada, ele só atrapalha! A saída é educação financeira mesmo. Essa ferramenta nos ajuda em parte a projetar o futuro. A medida que a educação financeira vai ganhando espaço na nossa vida, menos espaço resta para nos preocuparmos com problemas desses tipos.

  72. Melk Lopes 13 de novembro de 2016 at 16:11 - Reply

    Olá, Leandro!

    Parabéns pelo seu nobre trabalho! Consegue impactar e ajudar um país inteiro!

    Qualquer um que role a barra da página para baixo, e note a quantidade de atenção que deu a cada pessoa, vai admirar seu trabalho duro! Sabemos que isso são “ossos do ofício”, mas, ainda assim, é claro que o faz com paixão! Não sei quais são seus objetivos nem a sua idade mas acredito que se você continuar trabalhando assim, ganhará um programa, em canal aberto, aconselhando financeiramente os telespectadores ao vivo! Bastaria somar um pouco de humor aos conselhos no programa e o sucesso seria garantido! hahaha O que acha disso, Leandro?

    Assim como todos também tenho minhas dívidas, digo, dúvidas! haha

    Primeiro: Este leitor entrou em contato com você por e-mail?

    Segundo: Sou Engenheiro, solteiro, trabalho numa Indústria do PR e tenho 28 anos. Cheguei ao seu site há pouco tempo por indicação de amigo. Junto dinheiro, e quero visitar a maior feira do mundo do meu setor, ano que vem, na Europa (Acontece de 2 em 2 anos). Porém, usarei minha “reserva de emergência”. Desejo a viagem assim mesmo porque a vejo como um investimento, somará muito ao meu currículo e me valorizará no mercado de trabalho para que ganhe mais dinheiro na profissão e depois comece a investir para que o dinheiro trabalhe por mim. Vale a pena “investir” todo o dinheiro que tenho na viagem?

    Muito obrigado desde já! Torço pelo seu sucesso e quem sabe ainda o vejo na Televisão como previ! Um abraço!

    • Leandro Ávila 13 de novembro de 2016 at 21:18 - Reply

      Oi Melk. Somente você pode responder esse tipo de pergunta. Eu não conheço o seu trabalho, não sei a importância da feira, o impacto que ela vai gerar na sua vida, não sei se você usa a feira como desculpa para viajar ou se ela realmente é importante, impactante e transformadora. Somente você pode avaliar a situação e responder se realmente vai gerar o retorno. Já recebi convites para entrevistas na televisão e recusei todas elas. A melhor maneira que encontrei para contribuir é através deste site. Tudo que temos na televisão é superficial, tem segundos contados e já existe muita gente disposta a falar de maneira superficial na tv. Aqui eu posso aprofundar os temas.

  73. Cristiane 14 de novembro de 2016 at 16:15 - Reply

    Como calcular o valor do nosso colchão financeiro?

    • Leandro Ávila 22 de novembro de 2016 at 11:23 - Reply

      Oi Cristiane. Você precisa saber duas coisas. 1) Quanto custa um mês da sua vida? 2) Quanto tempo você levaria para conseguir um novo emprego se fosse demitida hoje? Com essas informações você vai saber quanto precisa ter (no mínimo) de reserva para proteção do seu custo de vida em caso de demissão.

  74. Almeida Newton 16 de novembro de 2016 at 17:03 - Reply

    Tenho pouco mais de 40 anos, e consegui algumas fontes de renda alternativas para complementar a poupança que faço mensalmente, mas ainda não cheguei onde quero, então o esforço para conseguir é tremendo, as tentações são muitas… cada um é seduzido por alguma coisa, meu fraco são carros antigos, tenho um e me divirto consertando-o, mas não posso ver um na rua ou anunciado que me dá um aperto no peito de tanta vontade de tê-lo… chega a ser uma dor física… um dia realizo meu desejo e compro mais uma tranqueira para me divertir (para desespero da patroa)… enquanto vou poupando…

    • Leandro Ávila 22 de novembro de 2016 at 11:21 - Reply

      Oi Almeida, transforme sua diversão no seu trabalho e seus problemas serão resolvidos. Eu me divirto estudando coisas novas, lendo livros, fazendo cursos, escrevendo, criando e empreendendo. Encontrei uma forma de viver disso trabalhando com educação financeira.

  75. Alex Alves 17 de novembro de 2016 at 11:55 - Reply

    Fala, Leandro, beleza irmãozinho?!?

    Gostei muito de ler o seu artigo, este e muitos outros. Sem dúvida alguma, muitos destes parágrafos serviram para me alertar sobre o assunto. Porém, acredito que, assim como muitos dos leitores do seu site, tenho enfrentado sérias dificuldades para montar o meu alicerce financeiro, pois a cada mês aparecem e reaparecem novas carências e prioridades, sejam elas da família, do carro e de outras coisas que me fazem, reutilizar o montante adquirido com muito suor. O que fazer para resolver estas questões?

    Muito obrigado pelo seu trabalho e sucesso!!!

    • Leandro Ávila 22 de novembro de 2016 at 11:18 - Reply

      Oi Alex, você deve planejar a sua vida. Você deveria ter no mínimo 1 ano todo planejado com orçamento destinado para cada área, com previsões de despesas e receitas. Vou dar um exemplo simples. Todos os anos seus familiares fazem aniversário correto? Todos os anos você é obrigado a destinar uma verba do seu orçamento anual para comprar presentes. Isso se repete sempre. Por este motivo, esse tipo de despesa já deveria ser previsto no começo do ano. Isso inclui festas de natal, dia das crianças, aniversario de casamento, natal e 1001 datas que o comércio inventa. Certamente muitas despesas que você tem durante o ano podem ser previstas. Com todas essas despesas no papel você pode conversar com sua família para tomar a decisão sobre prioridades. Como a sua renda é limitada e as despesas são ilimitadas é necessário conversar o que deve ser priorizado.

  76. Wellington 20 de novembro de 2016 at 11:12 - Reply

    Se o governo gastasse sempre menos do que arrecada, não venderia mais títulos públicos?

    • Leandro Ávila 22 de novembro de 2016 at 11:14 - Reply

      Oi Wellington. Venderia sim, só que os juros seriam bem menores. A inflação também seria bem menor. O correto seria o governo vender títulos públicos para usar este dinheiro em investimentos que vão gerar retorno com aumento da arrecadação ou redução dos custos. Exemplo: Quando você constrói uma estrada nova, você aumenta a circulação de produtos e de pessoas, melhora o ambiente para o agronegócio, comércio e indústria e isso teoricamente elevaria a arrecadação de impostos naquela região. O mesmo ocorreria investindo em ferrovias e portos.

  77. Renato 21 de novembro de 2016 at 8:25 - Reply

    Engraçado que antes de acompanhar o clube dos poupadores eu torrava tudo que guardava pra não me endividar por causa das férias, e achava isso grande coisa já que meus amigos vivem endividados e pagando prestações enormes pra tudo… Bem, depois de dois anos acompanhando o site, com orgulho posso dizer que minhas reservas estão crescendo a cada mês e estou planejando a minha primeira viagem internacional para 2017. E pode ter certeza, com planejamento minha reserva não será “assaltada” pelas férias e nem pagarei juros aos bancos para financia-la. Obrigado Leandro, por todos os conselhos que me levaram a este ponto!

  78. Sandra 21 de novembro de 2016 at 10:01 - Reply

    Prezado Leandro,

    O Sr. se supera a cada dia!
    Este artigo realmente é de uma sabedoria ímpar…
    Grata pelo ensinamento!

  79. Renan Nascimento 22 de novembro de 2016 at 16:40 - Reply

    Parabéns Leandro, um site totalmente limpo, atual (diferentemente de alguns outros aí), rico em matéria e um outro ponto bem legal é que os comentário também enriquece o nosso aprendizado, muitos comentários relevantes, o Sr está de parabéns e seus leitores também!

  80. Thiago Silva 1 de dezembro de 2016 at 15:58 - Reply

    Muito Bom!!! Excelente Leandro!

    O exemplo do agricultor é fantástico. Muito Obrigado. Sempre vou acompanhar esse site!

    Abraços!

  81. Priscila 1 de janeiro de 2017 at 11:30 - Reply

    Sensacional! Cada dia admiro mais seu trabalho e a leveza e maneira simples que nos educa financeiramente.
    Estou começando a sair da ignorância financeira!

  82. gabriela rangel guabiraba 7 de janeiro de 2017 at 14:44 - Reply

    Leandro eu nunca gostei de tecer comentários em nenhum blog, mas realmente não aguentei e tive que elogiar o seu trabalho. Adquiri recentemente os e-books sobre investimento em imóveis e estou amando, você é muito culto e tem me ajudado em muitos aspectos com investimentos. Enfim, posso dizer que agora tenho capacidade de discernir melhor os investimentos que já faço em bancos, tesouro, mas especialmente em imóveis que desejo fazer no futuro.

    • Leandro Ávila 8 de janeiro de 2017 at 7:40 - Reply

      Oi Gabriela, muito obrigado e parabéns por dedicar seu tempo aprendendo cada vez mais. Também agradeço por deixar este tipo de comentário aqui, pois motiva outros leitores a seguirem o seu exemplo.

  83. Maria Leticia 17 de janeiro de 2017 at 9:26 - Reply

    Oi Leandro,

    bom dia!

    Gostei muito do artigo. Bastante pertinente, parabéns. Sou nova por aqui, fiz a minha assinatura ontem, pretendo ler todos os dias seus artigos.
    Sou uma pessoa jovem, fiz 30 anos, e estou em fase de crescimento financeiro, rsrs. Estou juntando dinheiro para poder comprar meu carrinho, sim, preciso, moro em Goiânia e o transporte público aqui é pessimo e quando preciso de carro, uso do da minha mãe. Porém é muito ruim usar carro compartilhado, você nunca tem a liberdade para usar quando quiser, por isso, a minha meta, se for possível, este ano, dar entrada neste bem.
    Mas, como toda a pessoa jovem, rsrs, quando vai chegando o período das férias, quer comprar um pacote para viajar, e eu estou em um dilema, como o do rapaz do artigo, viajar ou juntar dinheiro, quero os dois. haha.
    Eu sou muito regrada em minhas finanças, mesmo tendo escorregado no tomate ano passado, porém meu dinheiro não rende de forma alguma. Eu preciso de umas dicas boas de investimento e rendimento do meu dinheirinho suado.
    É isso, meu propósito neste comentário é elogiar mesmo seu trabalho. E obrigada por compartilhar seu conhecimento com as pessoas.
    Maria Leticia

    • Leandro Ávila 2 de fevereiro de 2017 at 16:29 - Reply

      Oi Maria. Os investimentos não fazem milagres no curto prazo. Eles funcionam muito bem quando você investe com regularidade por vários anos. No curto prazo, o que mais funciona é investir em você mesmo, desenvolver novas habilidades, buscar novos conhecimentos e valorizar o seu trabalho. Foque no seu desenvolvimento profissional e cresça. Com a idade de 30 anos não somos mais jovens como no tempo dos 20.

  84. Nando 22 de janeiro de 2017 at 14:12 - Reply

    Oi Leandro,tudo bem?
    Sou novo lendo o seu blog e ele está me ajudando muito,mas eu tô indo a pequenos passos pois os pequenos gastos e perfil psicológico que “gosta de agradar” me sabotam demais,mas estamos progredindo.
    Minha dúvida é:
    Eu ganho 1230 mas posso pegar 600 de vale antecipado logo após receber ou perto.Desse valor nada é descontado,´r como um empréstimo sem juros.Sim,vira uma bolinha de neve mas usei por um tempo para pagar contas pois era melhor que pegar com o banco.Onde devo usar esse dinheiro,ou não devo?
    O perfil é muito louco:
    30 anos,casa própria,empregado há 5 anos (talvez seja demitido),pretendia começar faculdade ano que vem,casa precisa de reformas urgentes,contas quase no azul,devo 4100 a amigos (1600 a mim mesmo),saldo guardado de renda extra:270,00 de vendas ocasionais na internet.

    • Leandro Ávila 2 de fevereiro de 2017 at 16:26 - Reply

      Oi Nando. Você deve pagar seus amigos e não deve mais pedir dinheiro emprestado para eles. Não se contente com esses 1230. Tenho certeza que você pode muito mais. Procure meios de aumentar o valor do seu trabalho. Se já tem experiência com vendas na internet, transforme o bico em uma atividade profissional, leve a sério.

  85. henrique 10 de fevereiro de 2017 at 10:32 - Reply

    Bom dia Leandro.

    Sou médico há 10 anos. Escolhi a profissão por ter algo que não consigo controlar dentro de mim: a vontade constante de ajudar os outros, em todos os sentidos da vida. Maior do que a felicidade do contra-cheque no final do mês (afinal, todos precisamos dele), é a satisfação de saber que fiz a diferença na vida de alguém. Saber que consegui (quase sempre por um esforço pessoal a mais do que a simples obrigação ou dever) modificar o futuro de alguém para melhor. Ou mesmo trazer certo conforto para alguém que o futuro será ruim. Isso, no final do dia, é o que me trás ânimo para continuar.

    Porém meu trabalho é de formiguinha. Lento…Uma pessoa por vez…
    É obvio que você sabe, mas quero enfatizar a importância, a abrangência e o impacto do seu trabalho na mudança (para melhor ) nas vidas das pessoas ( que realmente desejam e batalham por isso). Saber que no final do dia, você, através de seus textos, teve a oportunidade melhorar tantas vidas, famílias, gerações ( uma vez que adquirido, esse conhecimento é passado à frente). É isso que nos faz continuar quando cansados, desanimados, desesperançosos.

    E sempre de uma maneira honesta, correta, clara, sem jogos de interesse, mas sem ser insensível à individualidade de cada um.
    ” Isso não torna a situação menos grave dentro do universo mental e emocional desse leitor.” Excelente colocação.

    Tenho muito respeito por você e pelo que faz. Desejo que colha muitos frutos do seu trabalho, financeiros e pessoais.
    Ah, e que não pare de nos educar…

    Vida longa. Forte abraço.

    • Leandro Ávila 9 de agosto de 2017 at 10:06 - Reply

      Oi Henrique. Precisamos de mais médicos e outros profissionais como você. Existem pessoas que acordam todo os dias para tornar o mundo um pouco pior e aquelas que acordam para tornar o mundo um pouco melhor. Parabéns e obrigado!

  86. WELLINGTON NUNES DA SILVA 15 de julho de 2017 at 13:52 - Reply

    Olha, essa é o dilema de muitos; bom pra mim, viajar é um projeto de vida, mais que me aposentar aos 40 anos é viajar e conheçer o mundo; claro que sou servidor público e gosto do que faço, o que me da tranquilidade pra não pensar desesperadamente em aposentadoria.
    De qualquer forma, como tudo na vida, é o equilíbrio que vale e se voce por acaso quiser desequilibrar seja pra qualquer lado importante é saber as consequencias; no meu caso, eu coloquei como meta gastar no máximo 70%, apesar de ta quase chegando a 60%; dos 30% separo 10% para viajens (tambem coloco nessa conta 13º salario, férias e restituição de ir, o que da mais de 20k por ano). 20% restante invisto para complementar minha renda e compra de casa (ou deixar rendendo e ficar no aluguel).
    Acho que o problema do leitor é justamente não ter planejamento nenhum; ele juntou dinheiro e pronto, não deu destinação a ele; aí o dinheiro fica voando por aí e qualquer desejo irá usar.
    Eu particulamente acompanho seus artigos assim como de outros pelo youtube e noto, o que acho extremamente normal, um padrão, que chamaria de exagero, mas isso é normal; médicos exageram nas receitas, professores; quem ensina tende a exagerar, é uma forma incosciente de ter a certeza que o que se pretende passar de certo; acho que o importante é nos leitores buscarmos equilibrio e planejamento, sem seguir formular prontas; cada um é cada um. viajar pra mim é muito bom; conscientemente eu prefiro gastar 5 mil e pegar minha esposa e filho e fazer uma viagem de uma semana pra qualquer lugar do brasil, curtir um hotel razoavel agora que ainda tenho pick, do que deixar esse dinheiro rendendo e esse dinheiro virar sei la quanto no futuro e eu simplesmente gastalo com qualquer outra coisa… talvez com remedios; entendo sinceramente que o dinheiro é apenas um meio, ele serve apenas pra voce trocar, usar; é bom ver os rendimentos, mas isso vicia, e muitos não comem bem, não vivem e tem prazer apenas em olhar a conta engordar quanto o tempo passa e fica velho… gostei do seu conselho, foi sereno, sem parcialidade, apesar de grande parte dos educadores parecer só gostar de guardar dinheiro, como se o dinheiro fosse um fim; mas voce faz diferente, entende que cada um é cada um e consegue transmitir isso; abraços

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