Você sabe fazer hambúrguer? Por que continua pobre?


Quando pergunto às minhas turmas “Quais de vocês fazem um hambúrguer melhor do que o do McDonald’s?” quase todos levantam a mão. Então pergunto: “Se a maioria de vocês faz um hambúrguer melhor do que o do McDonald’s, como pode ser que o McDonald’s ganhe mais dinheiro do que vocês? – Robert Kiyosaki”

Essa é uma questão que aparece no livro Pai Rico Pai Pobre, do autor Robert Kiyosaki. Até que ponto é realmente importante para o seu sucesso profissional e financeiro ser apenas o melhor especialista na sua área profissional? Será que não existem outras coisas que você deveria aprender e que fazem a diferença? São essas coisas que tornam muitos profissionais medianos em bem-sucedidos profissionalmente e financeiramente nas mais diversas áreas.

O fato de você ser capaz de fazer um hambúrguer mais gostoso e de melhor qualidade que os hambúrgueres vendidos aos milhões pelas diversas marcas de fast-foods, não significa nada. Os donos dessas redes mundiais de lanchonetes não multiplicam suas fortunas todos os dias por fazerem os melhores lanches do planeta. Eles constroem e multiplicam fortunas fazendo negócios. Produzir e vender lanches é apenas um dos muitos tipos de negócio.

Em econômica, negócio é toda e qualquer atividade econômica com o objetivo de gerar lucro.

É fácil de entender o que é o negócio do sanduíche famoso. Você só precisa sobrepor dois hambúrgueres, alface, queijo, molho especial, cebola, picles, num pão com gergelim. O molho nada mais é do que uma mistura de maionese, pepino, mostarda, vinagre, alho em pó, cebola em pó e páprica.

Incrível como uma coisa tão simples pode ser a base de um negócio que gera US$ 22 bilhões de faturamento anual. Mais incrível é não existir nenhum segredo, nenhuma formula especial guardada a sete chaves. A própria empresa divulga todos os passos para fazer seu sanduíche mais famoso e o seu molho especial (nesse vídeo). Ela sabe que o sanduíche é o que menos importa.

Mas e se você não quiser fazer seu próprio sanduíche? Você tem R$ 16,90 no bolso? Eles possuem mais de 30 mil lanchonetes espalhadas por 117 países e provavelmente existe uma perto da sua casa, caso você viva em uma grande cidade. Você entrega seus R$ 16,90 e em poucos minutos eles entregam o sanduíche padronizado.

Em cada país do mundo o mesmo sanduíche é vendido por preços diferentes. Quando esse artigo estava sendo escrito o Índice Bic Mac, desenvolvido pela revista The Economist indicava que o Brasil tinha o quinto Big Mac mais caro do mundo custando o equivalente a US$ 5.10 (fonte).

Eles buscam atingir o máximo lucro possível através da máxima qualidade percebida. A qualidade percebida é apenas a qualidade que você consegue perceber e que está disposto a pagar por ela. Isso significa que eles não precisam fazer o melhor sanduíche do mundo, eles só precisam fazer negócios com o sanduíche que conseguem fazer.

Saber fazer o melhor sanduíche do mundo não é garantia de sucesso profissional e financeiro. Se você é médico, advogado, engenheiro, administrador de empresas, empresário ou especialista em qualquer profissão, certamente já deve ter observado que existem profissionais na sua área que dominam as melhores técnicas, os conhecimentos mais avançados, que investiram muitos anos e muito dinheiro dominando a arte de fazer o “melhor sanduíche” de suas profissões.

A razão pela qual tantas pessoas talentosas são pobres é que elas se concentram na preparação de um melhor hambúrguer e sabem muito pouco sobre sistemas de negócios… têm dificuldades financeiras ou ganham menos do que poderiam, não pelo que sabem mas pelo que não sabem. – Livro Pai Rico Pai Pobre.

O importante não é o que você e todas as pessoas da sua área profissional sabem. O importante é o que as pessoas da sua área não sabem. Ter talentos, habilidades e conhecimentos avançados é muito importante para produzir produtos e serviços de grande qualidade, mas se você não aprender a fazer negócios, alguém que só sabe fazer um “sanduíche comum” terá mais sucesso profissional e financeiro.

Fazendo negócios

Muitas vezes não são apenas os conhecimentos da sua área que fazem a diferença. Recentemente visitei um médico cardiologista que além de ser médico certamente dedicou algum tempo aprendendo mais sobre negócios imobiliários. Quando um grande viaduto estava sendo construído em uma das avenidas mais movimentadas da cidade, toda a região próxima do viaduto em construção ficou extremamente desvalorizada. Todos sabem que viadutos desvalorizam as áreas próximas e que obras públicas são muito demoradas e prejudicam ainda mais a região. O médico aproveitou e adquiriu imóveis desvalorizados do lado do viaduto em construção. Quando as obras terminaram, ele construiu uma clínica com um grande estacionamento (algo raro em qualquer cidade grande). A clínica nada mais é do que um negócio imobiliário composto por um prédio com várias salas pequenas para alugar. Uma região que era imprestável para o uso residencial se tornou boa para o uso comercial.

Esse médico soube aproveitar uma boa oportunidade através de conhecimentos que ele não adquiriu nas aulas de medicina. Ele buscou conhecimentos que o tornaram um médico investidor, com visão de negócio, que entendia as necessidades dos outros médicos e dos clientes desses médicos. Isso permitiu “ler” a oportunidade que apareceu no ambiente onde ele vivia. Ele conseguiu desenvolver um produto (uma clínica com salas comerciais para alugar) que satisfaziam as necessidades do seu mercado local.

O próprio McDonald’s tem como seu grande negócio o aluguel de terrenos e imóveis para os franqueados de suas lojas. Foi uma “oportunidade lida” por um dos executivos da empresa logo no seu início. A operação imobiliária era tão importante no começo que o McDonald’s era visto como uma empresa imobiliária que vendia hambúrgueres apenas para que os franqueados pudessem pagar pelo aluguel das lojas (fonte).

Não seja analfabeto

Tenho certeza que oportunidades aparecem por toda parte na sua área profissional e na região onde você vive. O problema é que se você for um analfabeto do mundo dos negócios e dos investimentos, você não vai conseguir “ler o ambiente” para encontrar essas oportunidades. É como um analfabeto diante de um jornal repleto de anúncios de emprego ou alguém que nunca investiu diante dos balanços das empresas buscando oportunidade de investimento em ações. As oportunidades estão ali, mas o analfabetismo impede a leitura

O pai pobre de Robert Kiyosaki queria que ele investisse cada vez mais em especializações. Ele acreditava que era se especializando dentro de uma área profissional que seu filho conseguiria ganhar mais dinheiro. Seu pai não entendia que quanto mais especializado você se torna, mais você fica amarrado e dependente dessa especialização.

Grandes empresários costumam colocar seus filhos para trabalharem em todos os setores da empresa enquanto são jovens. Isso não torna seus filhos especialistas em um departamento da empresa, mas permite o entendimento de como todo o sistema funciona e suas inter-relações no negócio. A visão de negócio é mais importante.

O McDonald’s não é a lanchonete onde você comeu o melhor hambúrguer, mas é uma das que melhor sabem fazer marketing e vender sanduíches básicos padronizados em qualquer lugar do mundo. É isso que faz o negócio movimentar bilhões de dólares.

Se prometendo uma coisa e entregando outra eles conseguem sucesso, imagine se você resolver entregar mais do que promete sem perder o foco no negócio.

Todo profissional deveria aprender mais sobre investimentos, vendas e marketing. Não importa a área. É claro que você não precisa e nem deve produzir  algo medíocre para oferecer através de técnicas de venda e de marketing. Você deve entregar o melhor, mas aprenda a vender e a fazer o seu marketing, pois não adianta ser o melhor se você não consegue mostrar para as pessoas que é o melhor.

Como já mencionei, meu pai instruído (pai pobre) trabalhava cada vez mais arduamente quanto mais competente se tornava. Ele também se via cada vez mais encurralado quanto mais se especializava. Embora seu salário aumentasse, suas escolhas diminuíam.  Pouco depois de ter sido mandado embora do trabalho no governo, descobriu como era vulnerável profissionalmente – Livro Pai Rico Pai Pobre.

 

Uma vez tive contato com um engenheiro que eram tão qualificados, mas tão qualificados que diante de uma crise no setor onde trabalhava enfrentou sérias dificuldades para conseguir um emprego equivalente. Seu nível de especialização era tão grande que existiam apenas algumas empresas no Brasil que poderiam se interessar por ele, pagando o salário que ele recebia no passado. Sua qualificação e o seu salário anterior assustavam as empresas que olhavam seu currículo. Níveis elevados de especialização podem ser um sinônimo de habilidades limitadas e menos oportunidades.

É muito comum encontrar pessoas que não possuem grande especialização ganhando mais e liderando pessoas especialistas. É comum encontrar pequenas empresas que oferecem produtos e serviços de qualidade superior, mas que não conseguem crescer e se manter no mercado por muito tempo.

Se você é o melhor no que faz, mas não sabe nada sobre negócios (investimentos, vendas, marketing, gestão, liderança, etc.) correrá o risco ser superado por pessoas medianas, que fazem apenas o básico bem feito, mas que investem nos conhecimentos sobre o mundo dos negócios.

Quantas pessoas você conhece que são talentosas e altamente qualificadas que não conseguem transformar isso em sucesso profissional e financeiros? Quando foi a última vez que essas pessoas investiram em um livro, curso, treinamento ou evento que fosse capaz de melhorar suas habilidades de investimento, comunicação, vendas e marketing?

Tempo e esforço:

Gastamos muito tempo e esforço para ganhar dinheiro através do nosso trabalho. Faz todo sentido fazer algum esforço para poupar uma parte desse dinheiro e conseguir um bom retorno através dos nossos investimentos. Isso é a base do sucesso financeiro. Escrevi uma série de livros com tudo que você já deveria ter aprendido sobre como investir o seu dinheiro. Clique aqui para conhecer os livros.
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Sobre o Autor:

Leandro Ávila criou o Clube dos Poupadores por acreditar que o conhecimento é uma riqueza que se multiplica quando dividida. Compartilhando o que sabemos, criamos um mundo melhor. Conheça os livros que ele escreveu sobre educação financeira, investimentos financeiros e imobiliários.
João Luis
Visitante
João Luis

Parabéns, Leandro. Você já está longe e vai muito mais longe ainda.

Samuek
Visitante
Samuek

Boa tarde Leandro já venho acompanhando as publicações a algum tempo, o conteúdo pago são livros??

Rodrigo Reva
Visitante
Rodrigo Reva

“Você só precisa sobrepor dois hambúrgueres, alface, queijo, molho especial, cebola, picles, num pão com gergelim… ”

A maior prova do sucesso em saber como vender o produto é ler essa frase cantando!

Eugenio Câmara
Visitante
Eugenio Câmara

Excelente artigo! Parabéns!

José Benazzi.
Visitante
José Benazzi.

Parabéns Leandro, por mais esta valiosa contribuição.
Tu fazes muito, podes ter certeza, para a efetiva educação financeira.
Um grande abraço.

Leonardo
Visitante
Leonardo

Olá Leandro. Acompanho seus artigos já faz um bom tempo e posso afirmar que, com todo conhecimento compartilhado por você mudou muito minha vida não só na parte financeira mas em aspectos pessoais. Tem um artigo que você comentou sobre a auto responsabilidade. Esse foi muito marcante pra mim e abriu meus olhos sobre minha vida. Sou muito grato a você por isso.

Devido aos seus ensinamentos comecei em renda fixa, já possuo minha reserva financeira em TD e, há mais de um ano estou me envolvendo com a renda variável. Levando alguns tombos mas com risco sempre calculado.

A respeito do texto, meu pai fez um pouco dos dois papeis (Pai Rico e Pai Pobre) sempre ele falou para eu e meus irmãos estudarem bastante para conseguir ser “alguém” com sucesso financeiro na vida. A sua visão de pai pobre era que eu e meus irmãos fossemos funcionários públicos já que moramos na capital e aqui o que há é concurso publico com altos salários em relação aos demais estados. Já o seu lado de pai rico, me lembro dele investido em cestas de café da manhã, (deste a montagem até a entrega) mesmo sendo funcionário publico. Outro exemplo era que ele cobrava juro meu e dos meus irmão quando pegávamos dinheiro com ele. Uma vez peguei 500 reais e tive que pagar 740 divido em 6x. Consigo enxergar isso tudo de bom grado hoje.

Esse artigo caiu como uma luva. Desde cedo sempre acreditei que se eu tivesse uma formação muito sólida conseguiria o emprego que desejasse e que tivesse uma boa remuneração. Pois bem, hoje com 30 anos possuo uma pós graduação e algumas certificações na minha área (TI). Gosto do que faço porém sinto falta de uma remuneração compatível com o conhecimento que adquirir ao longo da minha vida profissional.

Recentemente estava procurando fazer um MBA porém me veio na cabeça o que você frisou no texto, que, muitas pessoas são especialistas na sua área porém a remuneração não é tão boa. Hoje estou fazendo um curso de liderança de equipes e o próximo que irei fazer será de inteligência emocional. Aquele material que você postou no transcendência financeira já me deu um norte.Percebo que é muito essencial nos dias de hoje investir muito no desenvolvimento pessoal.

Uma outra coisa que livro menciona é o processo chamado de “Down Size” que as empresas estão passando, que é fazer mais com menos. Muitas atividades operacionais hoje já podem ser automatizadas e nesses, tempos de crise isso fica mais evidente.

Desculpe pelo tamanho do texto.

Abs!

Cris
Visitante
Cris

Em complemento ao texto, recomendo o excelente filme The Founder (Fome de poder)-2016, que conta a história da criação e expansão do Mc’Donald. Além de visão de negócios e persistência, ficou muito claro no filme a falta de ética de quem soube “fazer negócio”. Me incomoda tê-lo como modelo de empreendedorismo. Já não como em Mc Donald há 25 anos, além de fazer bem para minha saúde, depois desse filme, fez bem também para minha consciência.

Edvan Silveira
Visitante
Edvan Silveira

Excelente idéia esta de expandir os ensinamentos do livro pai rico pai pobre. Parabens.

Adauto Augusto
Visitante
Adauto Augusto

Boa noite Leandro, só para avisar que se alguém se interessar pela história do McDonald’s tem um novo filme na Netflix contando sua história, se chama Fome de Poder, muito bom esse filme

Cícero
Visitante
Cícero

É a fascinação dos olhos, das cores, que enganam as pessoas e que geram os formidáveis lucros do Mcdonalds; e não seu sanduíche ilusório e irrelevante.

Fábio Bastos
Visitante
Fábio Bastos

Leandro, muito bom artigo. Até a receita do Mc Donalds você mandou para nós. Ótimas observações, muitas pessoas confundem inteligência para ganhar dinheiro com sabedoria para lidar com ele. Essa inversão de valores acaba deixando muitas pessoas arrogantes e por fim pobres de sabedoria. Excelente texto para reflexão.

Joanatan
Visitante
Joanatan

Estou satisfeito com essa série de artigos professor. Muito Grato.
Desejo saúde,paz e sucesso ao Senhor.

Adauto Augusto
Visitante
Adauto Augusto

Boa noite Leandro, só para ilustrar o artigo, tem um ótimo filme na Netflix contando a história desde o começo do McDonald’s, vale a pena assistir.

Adauto Augusto
Visitante
Adauto Augusto

Ops, o filme se chama Fome de poder

Robson
Visitante
Robson

Obrigado!

Hugo
Visitante
Hugo

Ótimo artigo Leandro! Mais uma grande reflexão. Parabéns!

Agton
Visitante
Agton

Mais um excelente artigo!

Guilherme
Visitante
Guilherme

Na década de 80, meu pai conseguiu montar uma rede de mais de 6 lojas de roupa em Brasília, permanecendo inclusive no shopping center mais tradicional da cidade por mais de 25 anos.

Isso sem ter completado o ensino médio. No entanto, possuía imensas habilidades sociais e de negócio, como vc menciona no artigo.

Infelizmente, junto com essas habilidades, ele não se dedicou a eliminar alguns defeitos que o fizeram perder tudo que construiu, mas admiro bastante o espírito empreendedor de uma pessoa que nasceu de uma família paupérrima.

Segui outra linha profissionalmente (sou servidor público), mas vez ou outra me vem esse espírito empreendedor que creio deve ter nascido por influência de meu pai.

Parabéns pelo artigo!

Bárbara
Visitante
Bárbara

Obrigada mais uma vez Leandro, pelo artigo e pela brilhante idéia da série sobre o livro Pai Rico, Pai Pobre. Bem mais expandido dessa forma (já que alguns não gostam de artigos longos, foi uma excelente saída também, acredito). O filme The Founder foi motivo de muita análise aqui. Vou me privar dos comentários, pois quem sabe muitos ainda não assistiram. Confesso que fiquei tão fascinada pelo filme por vários motivos que assisti 3 vezes. Como um dos comentários seria sobre ética, gostaria de compartilhar um documentário da Netflix que achei interessantíssimo, (Dis)Honesty do Dan Ariely, um americano de origem israelense que teve 70% do seu corpo queimado. Enquanto estava em tratamento durante 3 anos, utilizou seu tempo para estudar sobre a psicologia humana em relação ao dinheiro. Grande abraço e Obrigado.

Marcelo Williams
Visitante
Marcelo Williams

Muito bom artigo. Parabéns.

A propósito, os livros sobre imóveis estão atualizados?

Ana Amélia
Visitante
Ana Amélia

Excelente artigo. Alias, tem sido cada dia melhor. Parabens. Muito verdadeiro e motivador.

Irlan
Visitante
Irlan

Creio também que, além do que foi dito, o segredo do hambúrguer é que a América do Norte é uma nação que distribui excepcionalmente sua renda, a educação é exemplar, o salário mínimo é justo e os indivíduos tem força e poder para crescer, inventar, solucionar. A pobreza é atacada com veemência e a vida humana é assaz valorizada. Uma nação com tais atributos faz com que seus cidadãos fiquem livres e potentes para fazer de um simples pedaço de pão com carne dentro – um sucesso esmagador. Ou seja, uma nação precisa cooperar para que seus cidadãos cresçam em todos os sentidos. Assim, uma nação que apesar de possuir uma “Selic” baixíssima usufrue uma vida financeira invejável. E, nós, no Brasil, com uma Selic altíssima, apenas um grupo usufrue de seus benefícios. Deste modo, essas peculiaridades fazem um mero hambúrguer assumir a posicao de ser espetacular.

Vinícius
Visitante
Vinícius

Obrigado Leandro por todo tempo doado a nós, que Deus te dê em dobro

Alessandro Assis
Visitante
Alessandro Assis

Olá Leandro e demais colegas, fãs do Clube dos Poupadores!

Desde que conheci o seu trabalho, tenho me interessado mais e mais pelos assuntos abordados, e atrelando isso às injeções de empreendedorismo de outros grandes nomes da atualidade, como o Flávio Augusto da Silva, acabei me tornando usuário premium recentemente. Falo e indico a todos! Uma sugestão que eu gostaria de dar, Leandro, é que você disponibilizasse uma planilha em que pudéssemos inserir em determinadas células, os valores mês a mês com os desempenhos de, por exemplo, um determinado fundo de investimentos, de forma que possamos “brincar” de simular valores desde o início deste fundo, por exemplo, e comparar se teria valido a pena investir neste fundo ou não. Claro que rentabilidade passada não é garantia de nada pro futuro, mas serve bem para ter uma ideia do que já aconteceu e poderia, acaso, acontecer novamente.

Forte abraço!

Alessandro Assis

Lincoln de Oliveira
Visitante
Lincoln de Oliveira

Este é um dos, se não “o” único blog que eu faço questão de ler todas as postagens que eu recebo por email. Haha

Abraços, Leandro!

Adna Rosa
Visitante
Adna Rosa

Oi Leandro! Interessante você falar nesta questão do saber fazer negócios, de vender e entender de marketing. Sou contadora, e vejo que em minha classe realmente não sabemos vender nosso peixe (me incluo nessa deficiência). Temos acesso a informações de várias áreas de negócio, entendemos muito sobre nosso maçante sistema burocrático e tributário mas mesmo assim as perspectivas de muitos contadores é baixa. Realmente saber fazer negócios é fundamental, vou me dedicar a aprender.

Laécio Rodrigues
Visitante
Laécio Rodrigues

Leandro,
Parabéns pelo excelente artigo! Você está contribuindo para a minha educação financeira e de muitos outros leitores de forma muito impactante. Continue com seu trabalho e vamos construir um país melhor para todos.

Alexander Meireles da Silva
Visitante

Que artigo inspirador! Obrigado Leandro pelo texto. Essa família Ávila é irada. Sou aluno de seu irmão também e vocês dois têm o dom da comunicação em suas respectivas áreas.

Juliana
Visitante

Excelente reflexao. Eu vivi isso na prática, ser cada vez mais especialista na minha profissao e ser cada vez mais presa a ela.
Comecei a agigantar meu mundo, buscando educaçao financeira, abrindo novas oportunidades de negócios. Descobri um mundo novo, novas ideias.
Obrigada por compartillhar suas ideias conosco e excelentes dicas de estudo.

Derick
Visitante
Derick

Leandro, não leve as coisas a ferro e fogo. Procure tomar uma cerveja, relaxar, comer fora de casa, não seja tão extremo e perfeitinho quanto quer parecer.

Wellington
Visitante
Wellington

Leandro, o que vc achou do curso “double put, double call” do Clube do Pai Rico?

Leandro
Visitante
Leandro

Parabéns pelo artigo. No próprio já temos um bom exemplo de um hamburger bem vendido. O artigo tem um ótimo texto, acompanhado da oferta de um produto de igual qualidade.
Percebi a importancia do marketing ao abrir um site de vendas online. Após utilizar o Google Adwords, houve um aumento absurdo de visitas, e consequentemente de vendas. Agora para manter é necessário constante atualização e investimento continuo no marketing, sem perder a qualidade do produto.

Claudinei
Visitante
Claudinei

Muito bom!

Murilo Witt
Visitante
Murilo Witt

Leandro, cada artigo que você escreve é único e tem um valor imensurável para o leitor que realmente quer se desenvolver como pessoa e profissional, procuro ler algumas vezes cada artigo, em dias diferentes para poder refletir sobre cada ideia, e sempre busco identificar na minha vida como posso aplicar cada ensinamento, e está funcionando cada vez melhor.
Muito Obrigado.

Cesar
Visitante
Cesar

Olá Leandro, parabéns pelo brilhante artigo. Sei que minha duvida nao tem muito a ver com o tema q escolheu pro artigo, mas se puder me esclarecer essa duvida ficarei muito grato. Tenho 37 anos e até 2035 terei (se deus quiser) 55 anos e até 2045 terei 65 anos. Pensando na aposentadoria, uma parte dos meus investimentos que separo pra longo prazo, estou investindo no 2035, porém uma parte dos novos aportes que farei daqui pra frente penso em colocar no 2045. A questão é a seguinte: 2045 parece tao longe e morando no Brasil fica complicado pensar a tao longo prazo. Vc acha arriscado demais apostar no 2045 ou manter no 2035 é bem menos arriscado? Obs: já estou ciente de que terei de trabalhar até os 65 anos, trabalhar até essa idade nao será problema pra mim, caso eu tenha plena saúde obviamente. Muito Obrigado

William A J Botelho
Visitante
William A J Botelho

Parabéns Leandro, venho aprendendo muito com você e seu site. E estou sempre compartilhando de sua educação no mundo financeiro.
Obrigado mais uma vez. E com relação ao tema me vi em varias situações mencionada aqui, a vontade de empreender é grande e sinto que tenho muito mais a oferecer do que na posição que me encontro hoje. Mas ainda falta a ambição e atitude para começar.

Nádia
Visitante

Nossa! Fui até fazer o teste. Sou 53% INTJ. Mas falando do artigo, e dos seus artigos, somente aqui neste site a gente ganha lendo o texto e os comentários. Mesmo porque vc não os deixa no vazio. Sempre leio tudo. Obrigada por mais um bom assunto.

Vânia
Visitante
Vânia

Eu adoro seus artigos.. sempre que leio envio também para meus amigos.. e eles me respondem que tb adoraram..
Parabéns.. sou sua fã.. rs

Pedro Maia
Visitante
Pedro Maia

Oi, Leandro. Já li alguns artigos seus. Não vou rasgar elogios, porque eles falam por si. Como são publicados no Clube, não têm como não serem abordados de forma fragmentada. Dito isso, agora, a pergunta: nestes 3 livros que você vende, os temas publicados no Clube dos Poupadores são tratados em sequência lógica? Muito grato.

Karen Sayuri
Visitante
Karen Sayuri

Olá Leandro, sempre fico muito contente por poder ler e acompanhar seu site. Gostei bastante do artigo, sempre pensei em empreender e comecei a dar meu primeiro passo agora fazendo um curso de gestão empreendedora para me preparar. Quero realmente oferecer algum tipo de serviço bom para as pessoas e também prosperar financeiramente.

Obrigada pelo artigo! Que Deus te abençoe imensamente.

Ronaldo Silva
Visitante
Ronaldo Silva

Acho que o texto enfatiza mais o poder que o marketing das grandes empresas tem em convencer seus consumidores.

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