Você sabe fazer hambúrguer? Por que continua pobre?


Quando pergunto às minhas turmas “Quais de vocês fazem um hambúrguer melhor do que o do McDonald’s?” quase todos levantam a mão. Então pergunto: “Se a maioria de vocês faz um hambúrguer melhor do que o do McDonald’s, como pode ser que o McDonald’s ganhe mais dinheiro do que vocês? – Robert Kiyosaki”

Essa é uma questão que aparece no livro Pai Rico Pai Pobre, do autor Robert Kiyosaki. Até que ponto é realmente importante para o seu sucesso profissional e financeiro ser apenas o melhor especialista na sua área profissional? Será que não existem outras coisas que você deveria aprender e que fazem a diferença? São essas coisas que tornam muitos profissionais medianos em bem-sucedidos profissionalmente e financeiramente nas mais diversas áreas.

O fato de você ser capaz de fazer um hambúrguer mais gostoso e de melhor qualidade que os hambúrgueres vendidos aos milhões pelas diversas marcas de fast-foods, não significa nada. Os donos dessas redes mundiais de lanchonetes não multiplicam suas fortunas todos os dias por fazerem os melhores lanches do planeta. Eles constroem e multiplicam fortunas fazendo negócios. Produzir e vender lanches é apenas um dos muitos tipos de negócio.

Em econômica, negócio é toda e qualquer atividade econômica com o objetivo de gerar lucro.

É fácil de entender o que é o negócio do sanduíche famoso. Você só precisa sobrepor dois hambúrgueres, alface, queijo, molho especial, cebola, picles, num pão com gergelim. O molho nada mais é do que uma mistura de maionese, pepino, mostarda, vinagre, alho em pó, cebola em pó e páprica.

Incrível como uma coisa tão simples pode ser a base de um negócio que gera US$ 22 bilhões de faturamento anual. Mais incrível é não existir nenhum segredo, nenhuma formula especial guardada a sete chaves. A própria empresa divulga todos os passos para fazer seu sanduíche mais famoso e o seu molho especial (nesse vídeo). Ela sabe que o sanduíche é o que menos importa.

Mas e se você não quiser fazer seu próprio sanduíche? Você tem R$ 16,90 no bolso? Eles possuem mais de 30 mil lanchonetes espalhadas por 117 países e provavelmente existe uma perto da sua casa, caso você viva em uma grande cidade. Você entrega seus R$ 16,90 e em poucos minutos eles entregam o sanduíche padronizado.

Em cada país do mundo o mesmo sanduíche é vendido por preços diferentes. Quando esse artigo estava sendo escrito o Índice Bic Mac, desenvolvido pela revista The Economist indicava que o Brasil tinha o quinto Big Mac mais caro do mundo custando o equivalente a US$ 5.10 (fonte).

Eles buscam atingir o máximo lucro possível através da máxima qualidade percebida. A qualidade percebida é apenas a qualidade que você consegue perceber e que está disposto a pagar por ela. Isso significa que eles não precisam fazer o melhor sanduíche do mundo, eles só precisam fazer negócios com o sanduíche que conseguem fazer.

Saber fazer o melhor sanduíche do mundo não é garantia de sucesso profissional e financeiro. Se você é médico, advogado, engenheiro, administrador de empresas, empresário ou especialista em qualquer profissão, certamente já deve ter observado que existem profissionais na sua área que dominam as melhores técnicas, os conhecimentos mais avançados, que investiram muitos anos e muito dinheiro dominando a arte de fazer o “melhor sanduíche” de suas profissões.

A razão pela qual tantas pessoas talentosas são pobres é que elas se concentram na preparação de um melhor hambúrguer e sabem muito pouco sobre sistemas de negócios… têm dificuldades financeiras ou ganham menos do que poderiam, não pelo que sabem mas pelo que não sabem. – Livro Pai Rico Pai Pobre.

O importante não é o que você e todas as pessoas da sua área profissional sabem. O importante é o que as pessoas da sua área não sabem. Ter talentos, habilidades e conhecimentos avançados é muito importante para produzir produtos e serviços de grande qualidade, mas se você não aprender a fazer negócios, alguém que só sabe fazer um “sanduíche comum” terá mais sucesso profissional e financeiro.

Fazendo negócios

Muitas vezes não são apenas os conhecimentos da sua área que fazem a diferença. Recentemente visitei um médico cardiologista que além de ser médico certamente dedicou algum tempo aprendendo mais sobre negócios imobiliários. Quando um grande viaduto estava sendo construído em uma das avenidas mais movimentadas da cidade, toda a região próxima do viaduto em construção ficou extremamente desvalorizada. Todos sabem que viadutos desvalorizam as áreas próximas e que obras públicas são muito demoradas e prejudicam ainda mais a região. O médico aproveitou e adquiriu imóveis desvalorizados do lado do viaduto em construção. Quando as obras terminaram, ele construiu uma clínica com um grande estacionamento (algo raro em qualquer cidade grande). A clínica nada mais é do que um negócio imobiliário composto por um prédio com várias salas pequenas para alugar. Uma região que era imprestável para o uso residencial se tornou boa para o uso comercial.

Esse médico soube aproveitar uma boa oportunidade através de conhecimentos que ele não adquiriu nas aulas de medicina. Ele buscou conhecimentos que o tornaram um médico investidor, com visão de negócio, que entendia as necessidades dos outros médicos e dos clientes desses médicos. Isso permitiu “ler” a oportunidade que apareceu no ambiente onde ele vivia. Ele conseguiu desenvolver um produto (uma clínica com salas comerciais para alugar) que satisfaziam as necessidades do seu mercado local.

O próprio McDonald’s tem como seu grande negócio o aluguel de terrenos e imóveis para os franqueados de suas lojas. Foi uma “oportunidade lida” por um dos executivos da empresa logo no seu início. A operação imobiliária era tão importante no começo que o McDonald’s era visto como uma empresa imobiliária que vendia hambúrgueres apenas para que os franqueados pudessem pagar pelo aluguel das lojas (fonte).

Não seja analfabeto

Tenho certeza que oportunidades aparecem por toda parte na sua área profissional e na região onde você vive. O problema é que se você for um analfabeto do mundo dos negócios e dos investimentos, você não vai conseguir “ler o ambiente” para encontrar essas oportunidades. É como um analfabeto diante de um jornal repleto de anúncios de emprego ou alguém que nunca investiu diante dos balanços das empresas buscando oportunidade de investimento em ações. As oportunidades estão ali, mas o analfabetismo impede a leitura

O pai pobre de Robert Kiyosaki queria que ele investisse cada vez mais em especializações. Ele acreditava que era se especializando dentro de uma área profissional que seu filho conseguiria ganhar mais dinheiro. Seu pai não entendia que quanto mais especializado você se torna, mais você fica amarrado e dependente dessa especialização.

Grandes empresários costumam colocar seus filhos para trabalharem em todos os setores da empresa enquanto são jovens. Isso não torna seus filhos especialistas em um departamento da empresa, mas permite o entendimento de como todo o sistema funciona e suas inter-relações no negócio. A visão de negócio é mais importante.

O McDonald’s não é a lanchonete onde você comeu o melhor hambúrguer, mas é uma das que melhor sabem fazer marketing e vender sanduíches básicos padronizados em qualquer lugar do mundo. É isso que faz o negócio movimentar bilhões de dólares.

Se prometendo uma coisa e entregando outra eles conseguem sucesso, imagine se você resolver entregar mais do que promete sem perder o foco no negócio.

Todo profissional deveria aprender mais sobre investimentos, vendas e marketing. Não importa a área. É claro que você não precisa e nem deve produzir  algo medíocre para oferecer através de técnicas de venda e de marketing. Você deve entregar o melhor, mas aprenda a vender e a fazer o seu marketing, pois não adianta ser o melhor se você não consegue mostrar para as pessoas que é o melhor.

Como já mencionei, meu pai instruído (pai pobre) trabalhava cada vez mais arduamente quanto mais competente se tornava. Ele também se via cada vez mais encurralado quanto mais se especializava. Embora seu salário aumentasse, suas escolhas diminuíam.  Pouco depois de ter sido mandado embora do trabalho no governo, descobriu como era vulnerável profissionalmente – Livro Pai Rico Pai Pobre.

 

Uma vez tive contato com um engenheiro que eram tão qualificados, mas tão qualificados que diante de uma crise no setor onde trabalhava enfrentou sérias dificuldades para conseguir um emprego equivalente. Seu nível de especialização era tão grande que existiam apenas algumas empresas no Brasil que poderiam se interessar por ele, pagando o salário que ele recebia no passado. Sua qualificação e o seu salário anterior assustavam as empresas que olhavam seu currículo. Níveis elevados de especialização podem ser um sinônimo de habilidades limitadas e menos oportunidades.

É muito comum encontrar pessoas que não possuem grande especialização ganhando mais e liderando pessoas especialistas. É comum encontrar pequenas empresas que oferecem produtos e serviços de qualidade superior, mas que não conseguem crescer e se manter no mercado por muito tempo.

Se você é o melhor no que faz, mas não sabe nada sobre negócios (investimentos, vendas, marketing, gestão, liderança, etc.) correrá o risco ser superado por pessoas medianas, que fazem apenas o básico bem feito, mas que investem nos conhecimentos sobre o mundo dos negócios.

Quantas pessoas você conhece que são talentosas e altamente qualificadas que não conseguem transformar isso em sucesso profissional e financeiros? Quando foi a última vez que essas pessoas investiram em um livro, curso, treinamento ou evento que fosse capaz de melhorar suas habilidades de investimento, comunicação, vendas e marketing?

Esse é mais um artigo da série que estou produzindo sobre ideias do autor Robert Kiyosaki. Ele estará em um evento no Brasil e será uma boa oportunidade para aqueles que querem ter contato com ideias fora do senso comum. Para saber como participar do evento clique aqui.

Também quero convidar você a participar da área Premium do Clube dos Poupadores onde estou publicando uma série de artigos no formato de um curso sobre Independência Financeira.

By |08/08/2017|Categories: Empreendedorismo|100 Comments

About the Author:

Leandro Ávila é administrador de empresas, educador independente especializado em Educação Financeira. Além de editor do Clube dos Poupadores é autor dos livros: Reeducação Financeira, Investidor Consciente, Investimentos que rendem mais, e livros sobre Como comprar e investir em imóveis.

100 Comments

  1. João Luis 8 de agosto de 2017 at 16:44 - Reply

    Parabéns, Leandro. Você já está longe e vai muito mais longe ainda.

  2. Samuek 8 de agosto de 2017 at 16:52 - Reply

    Boa tarde Leandro já venho acompanhando as publicações a algum tempo, o conteúdo pago são livros??

  3. Rodrigo Reva 8 de agosto de 2017 at 17:14 - Reply

    “Você só precisa sobrepor dois hambúrgueres, alface, queijo, molho especial, cebola, picles, num pão com gergelim… ”

    A maior prova do sucesso em saber como vender o produto é ler essa frase cantando!

    • Leandro Ávila 8 de agosto de 2017 at 17:49 - Reply

      Oi Rodrigo. As estratégias de marketing são ferramentas muito poderosas.

  4. Eugenio Câmara 8 de agosto de 2017 at 17:15 - Reply

    Excelente artigo! Parabéns!

  5. José Benazzi. 8 de agosto de 2017 at 17:57 - Reply

    Parabéns Leandro, por mais esta valiosa contribuição.
    Tu fazes muito, podes ter certeza, para a efetiva educação financeira.
    Um grande abraço.

  6. Leonardo 8 de agosto de 2017 at 18:09 - Reply

    Olá Leandro. Acompanho seus artigos já faz um bom tempo e posso afirmar que, com todo conhecimento compartilhado por você mudou muito minha vida não só na parte financeira mas em aspectos pessoais. Tem um artigo que você comentou sobre a auto responsabilidade. Esse foi muito marcante pra mim e abriu meus olhos sobre minha vida. Sou muito grato a você por isso.

    Devido aos seus ensinamentos comecei em renda fixa, já possuo minha reserva financeira em TD e, há mais de um ano estou me envolvendo com a renda variável. Levando alguns tombos mas com risco sempre calculado.

    A respeito do texto, meu pai fez um pouco dos dois papeis (Pai Rico e Pai Pobre) sempre ele falou para eu e meus irmãos estudarem bastante para conseguir ser “alguém” com sucesso financeiro na vida. A sua visão de pai pobre era que eu e meus irmãos fossemos funcionários públicos já que moramos na capital e aqui o que há é concurso publico com altos salários em relação aos demais estados. Já o seu lado de pai rico, me lembro dele investido em cestas de café da manhã, (deste a montagem até a entrega) mesmo sendo funcionário publico. Outro exemplo era que ele cobrava juro meu e dos meus irmão quando pegávamos dinheiro com ele. Uma vez peguei 500 reais e tive que pagar 740 divido em 6x. Consigo enxergar isso tudo de bom grado hoje.

    Esse artigo caiu como uma luva. Desde cedo sempre acreditei que se eu tivesse uma formação muito sólida conseguiria o emprego que desejasse e que tivesse uma boa remuneração. Pois bem, hoje com 30 anos possuo uma pós graduação e algumas certificações na minha área (TI). Gosto do que faço porém sinto falta de uma remuneração compatível com o conhecimento que adquirir ao longo da minha vida profissional.

    Recentemente estava procurando fazer um MBA porém me veio na cabeça o que você frisou no texto, que, muitas pessoas são especialistas na sua área porém a remuneração não é tão boa. Hoje estou fazendo um curso de liderança de equipes e o próximo que irei fazer será de inteligência emocional. Aquele material que você postou no transcendência financeira já me deu um norte.Percebo que é muito essencial nos dias de hoje investir muito no desenvolvimento pessoal.

    Uma outra coisa que livro menciona é o processo chamado de “Down Size” que as empresas estão passando, que é fazer mais com menos. Muitas atividades operacionais hoje já podem ser automatizadas e nesses, tempos de crise isso fica mais evidente.

    Desculpe pelo tamanho do texto.

    Abs!

    • Leandro Ávila 8 de agosto de 2017 at 18:27 - Reply

      Oi Leonardo. Boa ideia essa de emprestar dinheiro para filho cobrando juro. É um tipo de preparativo para a vida real. Isso evita que o filho fique um adulto que vive pedindo dinheiro emprestado para amigos, parentes e para os bancos. Sobre os cursos. Você já viu como as empresas valorizam as pessoas que sabem se comunicar bem? Pessoas que sabem lidar bem com outras pessoas possuem um grande diferencial. Pessoas que conseguem conversar e da conversa resolver problemas (e não gerar mais problemas), pessoas que possuem equilíbrio emocional diante de situações estressantes, pessoas que sabem vender suas ideias, pessoas que sabem liderar, que sabem ouvir, etc. É claro que o conhecimento técnico é importante, mas se você tem uma visão global, se você é um funcionário que entende o negócio da empresa, que pensa como o dono pensa, a coisa muda. Nem preciso dizer que isso provoca impactos na renda, na capacidade de poupar e investir. As pessoas precisam olhar o trabalho como um investimento. Um investimento que será a fonte dos recursos para futuros investimentos.

  7. Cris 8 de agosto de 2017 at 18:10 - Reply

    Em complemento ao texto, recomendo o excelente filme The Founder (Fome de poder)-2016, que conta a história da criação e expansão do Mc’Donald. Além de visão de negócios e persistência, ficou muito claro no filme a falta de ética de quem soube “fazer negócio”. Me incomoda tê-lo como modelo de empreendedorismo. Já não como em Mc Donald há 25 anos, além de fazer bem para minha saúde, depois desse filme, fez bem também para minha consciência.

    • Leandro Ávila 8 de agosto de 2017 at 18:39 - Reply

      Oi Cris. O filme mostra dois tipos de empreendedores. Temos os dois empreendedores iniciais que pareciam ser corretos, preocupados com qualidade, preocupados com a satisfação do cliente, mas que não tinham coragem, determinação, persistência para crescer. Ao mesmo tempo mostra outro tipo de empreendedor que tinha coragem, determinação, persistência, mas que não se preocupava muito com os meios. Os fins justificavam os meios. Não tinha muita preocupação com a parte ética e moral, pensava mais no lucro do que na qualidade do produto. O filme só mostra que os bons empreendedores deveriam investir mais neles mesmos para que tenham a coragem, a determinação, o conhecimento sobre vendas e marketing que falta. Vou deixar o link do trailer. Técnicas de marketing, vendas e de investimento são ferramentas. Não são boas e nem ruins. O que vai dar essa característica é quem usa a ferramenta. O problema do mundo dos negócios é que existem muitos empreendedores mal-intencionado que dominam essas estratégias como ninguém.

      • VIVIANE 9 de agosto de 2017 at 8:12 - Reply

        Gente, gente…. Senti muito isso na vida profissional durante anos. Sei que sempre fiz um trabalho maravilhoso, mas sempre me senti desvalorizada… Demorei até entender, até que, num curso com foco em inteligência emocional, caiu a ficha: precisava aprender a vender a minha imagem. Investir na apresentação pessoal: roupas e sapatos formais, na forma de conversar, não ser tão calada, ser mais assertiva mas sem ser grosseira etc etc. Difícil aceitar esse mundo de ilusões, difícil se adaptar para sobreviver. Mesmo que seja um teatrinho, como você fala, se esse teatrinho traz o respeito e reconhecimento de que precisamos, e abre outras portas que a eficiência, o bom caráter e a honestidade sozinhos não conseguem abrir. Mas que mundo, hein?!

        • VIVIANE 9 de agosto de 2017 at 8:24 - Reply

          Hei Leandro, sempre estudei em escola pública, e a Matemática que vi foi bastante deficiente… Há muito tempo tenho vontade de fazer o Kumon de Matemática para adultos, mas vi que na área premium você tem um curso de Matemática Financeira Básica. O que você acha, seria bacana eu fazer o Kumon também, ou só o seu seria suficiente? Lembrando que realmente sou péssssima em Matemática…..

          • Leandro Ávila 9 de agosto de 2017 at 9:14

            Eu não conheço a matemática para adultos do Kumon. Acredito que você só precisa de vontade. Existe muito conteúdo na própria internet falando sobre a matemática que você precisa entender.

          • Wellington 9 de agosto de 2017 at 15:52

            Viviane, indico este canal do youtube, chamado “Matemática Rio com Prof. Rafael Procopio”:

            https://www.youtube.com/playlist?list=PL83s8LGM84J4mRCdgGKJaZh8KWFU7GgcO

        • Leandro Ávila 9 de agosto de 2017 at 9:16 - Reply

          Oi Viviane. Algumas profissões exigem o uso de uma fantasia e isso pode até interferir nos resultados profissionais e financeiros. É apenas uma questão de compreender essa característica (que não temos como mudar) e não confundir a fantasia com a realidade.

  8. Edvan Silveira 8 de agosto de 2017 at 18:20 - Reply

    Excelente idéia esta de expandir os ensinamentos do livro pai rico pai pobre. Parabens.

  9. Adauto Augusto 8 de agosto de 2017 at 18:37 - Reply

    Boa noite Leandro, só para avisar que se alguém se interessar pela história do McDonald’s tem um novo filme na Netflix contando sua história, se chama Fome de Poder, muito bom esse filme

  10. Cícero 8 de agosto de 2017 at 18:43 - Reply

    É a fascinação dos olhos, das cores, que enganam as pessoas e que geram os formidáveis lucros do Mcdonalds; e não seu sanduíche ilusório e irrelevante.

    • Leandro Ávila 8 de agosto de 2017 at 18:50 - Reply

      Oi Cícero. Existem estratégias de negócios que podem ser usadas para vender qualquer porcaria. O consumidor compra a porcaria e fica feliz. Infelizmente muitos sabem fazer melhor, sabem desenvolver produtos melhores, mas esquecem de dedicar tempo e energia aprendendo as estratégias de negócios que são ferramentas de grande utilidade.

      • Cícero 8 de agosto de 2017 at 19:08 - Reply

        Exato! e esses “espertos” aproveitam a cegueira consumista egoísta e escravizante das pessoas; e assim vendem ilusões pra elas q agradam os olhos. Mas o bizarro é que as pessoas sabem que estão comprando tais porcarias e continuam!

        • Leandro Ávila 8 de agosto de 2017 at 22:20 - Reply

          oi Cícero. Isso significa que saber não é suficiente. Eles só entregam aquilo que as pessoas querem. Esse é o maior problema. As pessoas querem muito. Atualmente nessa área da alimentação todos sabem o que é bom ou ruim. A informação é clara para todos, mesmo assim as pessoas demandam esses produtos e aceitam pagar caro por eles.

  11. Fábio Bastos 8 de agosto de 2017 at 18:44 - Reply

    Leandro, muito bom artigo. Até a receita do Mc Donalds você mandou para nós. Ótimas observações, muitas pessoas confundem inteligência para ganhar dinheiro com sabedoria para lidar com ele. Essa inversão de valores acaba deixando muitas pessoas arrogantes e por fim pobres de sabedoria. Excelente texto para reflexão.

    • Leandro Ávila 8 de agosto de 2017 at 18:53 - Reply

      Oi Fábio. A exposição da receita mostra que o segredo não é o sanduíche e nem a receita do molho especial. O segredo está em como transformar isso em um negócio. Imagine se todos os melhores profissionais de cada área, todos os pequenos empresários que prestam serviços e criam produtos de alta qualidade investissem nos conhecimentos necessários para dominar o mundo dos negócios.

  12. Joanatan 8 de agosto de 2017 at 18:58 - Reply

    Estou satisfeito com essa série de artigos professor. Muito Grato.
    Desejo saúde,paz e sucesso ao Senhor.

  13. Adauto Augusto 8 de agosto de 2017 at 19:14 - Reply

    Boa noite Leandro, só para ilustrar o artigo, tem um ótimo filme na Netflix contando a história desde o começo do McDonald’s, vale a pena assistir.

  14. Adauto Augusto 8 de agosto de 2017 at 19:15 - Reply

    Ops, o filme se chama Fome de poder

  15. Robson 8 de agosto de 2017 at 19:22 - Reply

    Obrigado!

  16. Hugo 8 de agosto de 2017 at 19:39 - Reply

    Ótimo artigo Leandro! Mais uma grande reflexão. Parabéns!

  17. Agton 8 de agosto de 2017 at 19:51 - Reply

    Mais um excelente artigo!

  18. Guilherme 8 de agosto de 2017 at 19:55 - Reply

    Na década de 80, meu pai conseguiu montar uma rede de mais de 6 lojas de roupa em Brasília, permanecendo inclusive no shopping center mais tradicional da cidade por mais de 25 anos.

    Isso sem ter completado o ensino médio. No entanto, possuía imensas habilidades sociais e de negócio, como vc menciona no artigo.

    Infelizmente, junto com essas habilidades, ele não se dedicou a eliminar alguns defeitos que o fizeram perder tudo que construiu, mas admiro bastante o espírito empreendedor de uma pessoa que nasceu de uma família paupérrima.

    Segui outra linha profissionalmente (sou servidor público), mas vez ou outra me vem esse espírito empreendedor que creio deve ter nascido por influência de meu pai.

    Parabéns pelo artigo!

    • Leandro Ávila 8 de agosto de 2017 at 22:29 - Reply

      Oi Guilherme. Obrigado por compartilhar sua história conosco. Se o eu pai empreendeu na década de 80 ele enfrentou um ambiente econômico muito difícil. Entre 1985 e 1992 muitas empresas não suportaram a hiperinflação e os constantes planos econômicos.

  19. Bárbara 8 de agosto de 2017 at 20:28 - Reply

    Obrigada mais uma vez Leandro, pelo artigo e pela brilhante idéia da série sobre o livro Pai Rico, Pai Pobre. Bem mais expandido dessa forma (já que alguns não gostam de artigos longos, foi uma excelente saída também, acredito). O filme The Founder foi motivo de muita análise aqui. Vou me privar dos comentários, pois quem sabe muitos ainda não assistiram. Confesso que fiquei tão fascinada pelo filme por vários motivos que assisti 3 vezes. Como um dos comentários seria sobre ética, gostaria de compartilhar um documentário da Netflix que achei interessantíssimo, (Dis)Honesty do Dan Ariely, um americano de origem israelense que teve 70% do seu corpo queimado. Enquanto estava em tratamento durante 3 anos, utilizou seu tempo para estudar sobre a psicologia humana em relação ao dinheiro. Grande abraço e Obrigado.

  20. Marcelo Williams 8 de agosto de 2017 at 20:47 - Reply

    Muito bom artigo. Parabéns.

    A propósito, os livros sobre imóveis estão atualizados?

  21. Ana Amélia 8 de agosto de 2017 at 21:50 - Reply

    Excelente artigo. Alias, tem sido cada dia melhor. Parabens. Muito verdadeiro e motivador.

  22. Irlan 8 de agosto de 2017 at 21:52 - Reply

    Creio também que, além do que foi dito, o segredo do hambúrguer é que a América do Norte é uma nação que distribui excepcionalmente sua renda, a educação é exemplar, o salário mínimo é justo e os indivíduos tem força e poder para crescer, inventar, solucionar. A pobreza é atacada com veemência e a vida humana é assaz valorizada. Uma nação com tais atributos faz com que seus cidadãos fiquem livres e potentes para fazer de um simples pedaço de pão com carne dentro – um sucesso esmagador. Ou seja, uma nação precisa cooperar para que seus cidadãos cresçam em todos os sentidos. Assim, uma nação que apesar de possuir uma “Selic” baixíssima usufrue uma vida financeira invejável. E, nós, no Brasil, com uma Selic altíssima, apenas um grupo usufrue de seus benefícios. Deste modo, essas peculiaridades fazem um mero hambúrguer assumir a posicao de ser espetacular.

    • Leandro Ávila 8 de agosto de 2017 at 22:38 - Reply

      Oi Irlan. Vivemos em um país onde quem gosta de trabalhar, empreender, poupar, investir é visto como uma pessoa estranha. O normal é detestar a semana útiç e adorar o fim de semana. O normal é sonhar com um emprego seguro e estável no lugar de empreender. O normal é gastar tudo no lugar de poupar um pouco. O normal é fazer dívidas no lugar de fazer investimentos.

      • Irlan 9 de agosto de 2017 at 7:30 - Reply

        De fato Leandro, vivemos em um país onde o bem é tratado como vilão e a Ética com deboche, porém este proceder bizarro e tolo não é advindo apenas dos magistrados da nação, mas dos indivíduos abaixo dos mesmos, onde a corrupção e o mal se retroalimentam. Tudo indica que sempre passamos pelo que é merecido e tudo indica também que, o brasileiro aprecia, de certa forma a – corrupção. Sendo assim, supõe-se que o reclamante e o reclamado possuem o mesmo instinto perverso intrínseco onde poucos possuem o senso ético. Assim, os políticos ou as autoridades do país devem imaginar que se os reclamantes estivessem no lugar deles fariam o mesmo.

        • Leandro Ávila 9 de agosto de 2017 at 7:47 - Reply

          Oi Irlan. Eu acredito que colhemos o que plantamos. Temos os políticos que merecemos. Precisamos melhorar, pessoa por pessoa, para que o resultado final seja um país melhor e um mundo melhor.

      • Fabiana 9 de agosto de 2017 at 8:55 - Reply

        Caro Leandro,

        Há algum demérito em sonhar com um emprego seguro e estável? Há algum demérito em não querer/poder arriscar o aluguel do mês para empreender?

        • Leandro Ávila 9 de agosto de 2017 at 9:13 - Reply

          Oi Fabiana. Não existe nenhum demérito. Existem apenas limitações. Podemos sonhar com empregos seguros e estáveis. Só devemos compreender que isso significa aceitar algumas limitações.

  23. Vinícius 8 de agosto de 2017 at 23:04 - Reply

    Obrigado Leandro por todo tempo doado a nós, que Deus te dê em dobro

  24. Alessandro Assis 8 de agosto de 2017 at 23:06 - Reply

    Olá Leandro e demais colegas, fãs do Clube dos Poupadores!

    Desde que conheci o seu trabalho, tenho me interessado mais e mais pelos assuntos abordados, e atrelando isso às injeções de empreendedorismo de outros grandes nomes da atualidade, como o Flávio Augusto da Silva, acabei me tornando usuário premium recentemente. Falo e indico a todos! Uma sugestão que eu gostaria de dar, Leandro, é que você disponibilizasse uma planilha em que pudéssemos inserir em determinadas células, os valores mês a mês com os desempenhos de, por exemplo, um determinado fundo de investimentos, de forma que possamos “brincar” de simular valores desde o início deste fundo, por exemplo, e comparar se teria valido a pena investir neste fundo ou não. Claro que rentabilidade passada não é garantia de nada pro futuro, mas serve bem para ter uma ideia do que já aconteceu e poderia, acaso, acontecer novamente.

    Forte abraço!

    Alessandro Assis

    • Leandro Ávila 9 de agosto de 2017 at 6:44 - Reply

      Oi Alessandro. Obrigado por apoiar o projeto. Ao participar da área Premium você está ajudando a manter o Clube dos Poupadores inteiro, permitindo que todos possam acessar artigos como esse gratuitamente. Já anotei a sugestão da planilha.

  25. Lincoln de Oliveira 9 de agosto de 2017 at 6:13 - Reply

    Este é um dos, se não “o” único blog que eu faço questão de ler todas as postagens que eu recebo por email. Haha

    Abraços, Leandro!

  26. Adna Rosa 9 de agosto de 2017 at 7:28 - Reply

    Oi Leandro! Interessante você falar nesta questão do saber fazer negócios, de vender e entender de marketing. Sou contadora, e vejo que em minha classe realmente não sabemos vender nosso peixe (me incluo nessa deficiência). Temos acesso a informações de várias áreas de negócio, entendemos muito sobre nosso maçante sistema burocrático e tributário mas mesmo assim as perspectivas de muitos contadores é baixa. Realmente saber fazer negócios é fundamental, vou me dedicar a aprender.

    • Leandro Ávila 9 de agosto de 2017 at 7:45 - Reply

      Oi Adna. Conheço uma contadora que tem vergonha de cobrar pelos serviços que presta. Ela fica extremamente envergonhada, só falta pedir desculpas por cobrar. Conheci outro que não tratava os clientes como se fossem clientes, mas como se eles fossem um mal-necessário. Contadores e outros profissionais precisam investir em áreas que não possuem relação com suas profissões, mas que são fundamentais no mundo dos negócios. Não adianta ser o mais qualificado contador do mundo se ninguém sabe disso, se não sabe transformar sua qualificação em produtos/serviços, se não consegue divulgar seus serviços, se não consegue ajudar as pessoas com aquilo que sabe. Isso tudo impacta a vida financeira das pessoas e elas.

  27. Laécio Rodrigues 9 de agosto de 2017 at 11:05 - Reply

    Leandro,
    Parabéns pelo excelente artigo! Você está contribuindo para a minha educação financeira e de muitos outros leitores de forma muito impactante. Continue com seu trabalho e vamos construir um país melhor para todos.

    • Leandro Ávila 9 de agosto de 2017 at 11:12 - Reply

      Obrigado Laécio. Fico feliz por ajudar de alguma forma.

  28. Alexander Meireles da Silva 9 de agosto de 2017 at 11:10 - Reply

    Que artigo inspirador! Obrigado Leandro pelo texto. Essa família Ávila é irada. Sou aluno de seu irmão também e vocês dois têm o dom da comunicação em suas respectivas áreas.

  29. Juliana 9 de agosto de 2017 at 11:38 - Reply

    Excelente reflexao. Eu vivi isso na prática, ser cada vez mais especialista na minha profissao e ser cada vez mais presa a ela.
    Comecei a agigantar meu mundo, buscando educaçao financeira, abrindo novas oportunidades de negócios. Descobri um mundo novo, novas ideias.
    Obrigada por compartillhar suas ideias conosco e excelentes dicas de estudo.

    • Leandro Ávila 9 de agosto de 2017 at 13:18 - Reply

      Oi Juliana. Parabéns e obrigado por compartilhar. Tenho certeza que vai inspirar outras pessoas.

  30. Derick 9 de agosto de 2017 at 15:48 - Reply

    Leandro, não leve as coisas a ferro e fogo. Procure tomar uma cerveja, relaxar, comer fora de casa, não seja tão extremo e perfeitinho quanto quer parecer.

    • Leandro Ávila 9 de agosto de 2017 at 18:22 - Reply

      Oi Derick. Muito curioso esse seu comentário. Vou descrever para você o que vejo nesse comentário. Espero que não fique chateado. Você ficou claramente incomodado com alguma coisa que eu escrevi. Isso significa que tem alguma coisa em você que te incomoda, uma coisa mal resolvida, do contrário não teria perdido seu tempo. Tenho certeza que você não está nem um pouco preocupado comigo, mas está preocupado com você. Você acha que escreveu recomendações de como eu devo viver, mas na verdade você escreveu sobre como você vive e como isso te incomoda. Leia o que você escreveu ao contrário, direcionando as recomendações para você. Você verá que, talvez, alguma coisa dentro de você queira que leve a vida com mais seriedade, talvez ache que deva beber menos, relaxar menos, comer menos e colecionar menos defeitos. Ficar incomodado com as virtudes dos outros diz mais sobre seus defeitos do que você imagina. Por fim, tudo que escrevo tem o objetivo de incomodar o leitor e isso tem uma utilidade. Se você não entende essa utilidade não vai achar agradável continuar acompanhando o meu trabalho.

      • Geraldo 10 de agosto de 2017 at 12:23 - Reply

        Hehe… Leandro, você é INTJ?

        • Leandro Ávila 10 de agosto de 2017 at 15:53 - Reply

          Fiz o teste e o resultado foi INTP

          • Geraldo 10 de agosto de 2017 at 18:24

            Show, legal… Valeu por fazer o teste e compartilhar aqui hehe =D

          • Derick 11 de agosto de 2017 at 21:53

            Realmente vc é perfeito Leandro

          • Rafael 14 de agosto de 2017 at 21:21

            Leandro, eu também sou INTP, somos raros hein! Bacana como as coisas são, dar aulas e aconselhar financeiramente as pessoas são atividades que me agradam muito.

            abraço!

          • Leandro Ávila 22 de agosto de 2017 at 5:25

            Oi Rafael, eu acredito que as pessoas podem mudar essas características com o tempo.

      • pobreHomemGordo 16 de agosto de 2017 at 16:29 - Reply

        Leandro, don’t feed the trolls !

        • Leandro Ávila 22 de agosto de 2017 at 5:28 - Reply

          Oi Pobre Homem Gordo. Existem lugares mais divertidos para eles se alimentarem, como as áreas de comentários dos grandes sites de notícia. Aqui a área de comentários é moderada.

  31. Wellington 9 de agosto de 2017 at 15:48 - Reply

    Leandro, o que vc achou do curso “double put, double call” do Clube do Pai Rico?

  32. Leandro 9 de agosto de 2017 at 16:33 - Reply

    Parabéns pelo artigo. No próprio já temos um bom exemplo de um hamburger bem vendido. O artigo tem um ótimo texto, acompanhado da oferta de um produto de igual qualidade.
    Percebi a importancia do marketing ao abrir um site de vendas online. Após utilizar o Google Adwords, houve um aumento absurdo de visitas, e consequentemente de vendas. Agora para manter é necessário constante atualização e investimento continuo no marketing, sem perder a qualidade do produto.

    • Leandro Ávila 9 de agosto de 2017 at 18:30 - Reply

      Oi Leandro. São ferramentas que muitas vezes os bons profissionais e boas empresas negligenciam.

  33. Claudinei 9 de agosto de 2017 at 19:29 - Reply

    Muito bom!

  34. Murilo Witt 10 de agosto de 2017 at 10:57 - Reply

    Leandro, cada artigo que você escreve é único e tem um valor imensurável para o leitor que realmente quer se desenvolver como pessoa e profissional, procuro ler algumas vezes cada artigo, em dias diferentes para poder refletir sobre cada ideia, e sempre busco identificar na minha vida como posso aplicar cada ensinamento, e está funcionando cada vez melhor.
    Muito Obrigado.

  35. Cesar 10 de agosto de 2017 at 15:21 - Reply

    Olá Leandro, parabéns pelo brilhante artigo. Sei que minha duvida nao tem muito a ver com o tema q escolheu pro artigo, mas se puder me esclarecer essa duvida ficarei muito grato. Tenho 37 anos e até 2035 terei (se deus quiser) 55 anos e até 2045 terei 65 anos. Pensando na aposentadoria, uma parte dos meus investimentos que separo pra longo prazo, estou investindo no 2035, porém uma parte dos novos aportes que farei daqui pra frente penso em colocar no 2045. A questão é a seguinte: 2045 parece tao longe e morando no Brasil fica complicado pensar a tao longo prazo. Vc acha arriscado demais apostar no 2045 ou manter no 2035 é bem menos arriscado? Obs: já estou ciente de que terei de trabalhar até os 65 anos, trabalhar até essa idade nao será problema pra mim, caso eu tenha plena saúde obviamente. Muito Obrigado

    • Leandro Ávila 10 de agosto de 2017 at 15:59 - Reply

      Oi Cesar. Quanto mais distante, maior o risco e por esse motivo maior deveria ser o prêmio (juros). O que você sente é natural, pois não temos como prever o futuro. Pessoalmente tenho títulos com diversos vencimentos aceitando a ideia de que não posso prever o futuro.

  36. William A J Botelho 10 de agosto de 2017 at 23:03 - Reply

    Parabéns Leandro, venho aprendendo muito com você e seu site. E estou sempre compartilhando de sua educação no mundo financeiro.
    Obrigado mais uma vez. E com relação ao tema me vi em varias situações mencionada aqui, a vontade de empreender é grande e sinto que tenho muito mais a oferecer do que na posição que me encontro hoje. Mas ainda falta a ambição e atitude para começar.

    • Leandro Ávila 11 de agosto de 2017 at 7:07 - Reply

      Oi William. Você precisa de um grande motivo para que o elevado preço que pagamos ao empreender se justifique.

  37. Nádia 14 de agosto de 2017 at 22:04 - Reply

    Nossa! Fui até fazer o teste. Sou 53% INTJ. Mas falando do artigo, e dos seus artigos, somente aqui neste site a gente ganha lendo o texto e os comentários. Mesmo porque vc não os deixa no vazio. Sempre leio tudo. Obrigada por mais um bom assunto.

  38. Vânia 16 de agosto de 2017 at 9:39 - Reply

    Eu adoro seus artigos.. sempre que leio envio também para meus amigos.. e eles me respondem que tb adoraram..
    Parabéns.. sou sua fã.. rs

  39. Pedro Maia 20 de agosto de 2017 at 15:30 - Reply

    Oi, Leandro. Já li alguns artigos seus. Não vou rasgar elogios, porque eles falam por si. Como são publicados no Clube, não têm como não serem abordados de forma fragmentada. Dito isso, agora, a pergunta: nestes 3 livros que você vende, os temas publicados no Clube dos Poupadores são tratados em sequência lógica? Muito grato.

    • Leandro Ávila 22 de agosto de 2017 at 5:29 - Reply

      Oi Pedro. Nos meus livros o conteúdo está apresentado na ordem correta. Você começa do zero e termina a leitura tendo a base necessária para ser um pequeno investidor.

  40. Karen Sayuri 21 de agosto de 2017 at 9:29 - Reply

    Olá Leandro, sempre fico muito contente por poder ler e acompanhar seu site. Gostei bastante do artigo, sempre pensei em empreender e comecei a dar meu primeiro passo agora fazendo um curso de gestão empreendedora para me preparar. Quero realmente oferecer algum tipo de serviço bom para as pessoas e também prosperar financeiramente.

    Obrigada pelo artigo! Que Deus te abençoe imensamente.

    • Leandro Ávila 22 de agosto de 2017 at 5:30 - Reply

      Oi Karen. Parabéns por investir em você. Isso faz a grande diferença.

  41. Ronaldo Silva 21 de agosto de 2017 at 10:51 - Reply

    Acho que o texto enfatiza mais o poder que o marketing das grandes empresas tem em convencer seus consumidores.

    • Leandro Ávila 22 de agosto de 2017 at 5:31 - Reply

      Oi Ronaldo. O marketing é uma ferramenta útil até quando você se relaciona com seus amigos e familiares. Ele é uma ferramenta. Se o seu uso será bom ou ruim para você e para as outras pessoas depende se você é movido por boas intensões ou não.

Leave A Comment

Share this

Compartilhe com um amigo