Como parar de reclamar, justificar e culpar os outros

 

Você consegue listar quem são as pessoas e as instituições que estão atrapalhando (ou já atrapalharam) seu crescimento financeiro, profissional e pessoal? Você sabe justificar sua situação financeira atual, e por qual motivo você não está em situação melhor? Você, as vezes, se sente vítima do sistema econômico, da empresa onde trabalha ou do governo? As pessoas só atrapalham seu crescimento e por isto você não consegue prosperar?

Se você se identifica com os questionamentos acima ou conhece alguém que pense assim, saiba que isso é normal. A maioria da população que vive hoje com problemas financeiros ou com dificuldades de evoluir financeiramente, pensa desta forma.

O autor T. Harv Eker acredita que as pessoas não estão dispostas a fazerem grandes sacrifícios para atingirem o sucesso. Por este motivo, resolvem assumir o papel de vítimas para serem recompensadas emocionalmente por isto. Temos uma tendência de negar que possuímos controle e responsabilidade sobre nossa própria situação financeira, profissional e pessoal.

Sua mente é pobre ou rica?

Escritor T. Harv Eker

Em seu livro “Os Segredos da Mente Milionária” ele defende a ideia de que as pessoas bem sucedidas e consequentemente ricas, acreditam ser autorresponsaveis pela vida que levam. Elas criam a própria vida.

Já as outras pessoas, que não conseguem o mesmo sucesso, tendem a colocar a culpa nos outros. A culpa costuma ser do governo, da empresa onde trabalham, dos pais, da família, dos amigos, dos inimigos, etc. Isto permite que criem diversas justificativas para a sua situação atual se colocando em uma posição de vítima. Por incrível que pareça ser vítima é mais agradável.

Segundo o autor, enquanto as pessoas de mente rica se concentram em oportunidades, as de mente pobre se concentram em obstáculos. Para ele, as pessoas de mente rica admiram outras pessoas bem-sucedidas, enquanto que as de mente pobre se ressentem, as vezes até atacam e odeiam as pessoas ricas e bem-sucedidas.

Filósofo Jean-Paul Sartre

O filósofo Jean-Paul Sartre defendia a ideia de que a responsabilidade que temos sobre nossas vidas é dolorosa. Esta responsabilidade é a causa das nossas angústias.  Essa angústia decorre da consciência do homem de que são as suas escolhas que definirão a sua essência, seu presente e seu futuro. Somos frutos das nossas próprias escolhas. E se isto não bastasse, nossas escolhas podem afetar, de forma irreversível, positiva ou negativamente, as pessoas que estão próximas e o próprio mundo.

A angústia, portanto, vem da própria consciência da liberdade e da responsabilidade em usá-la de forma adequada. Com base nestes conceitos do filósofo Sartre, muitos autores desenvolvem teorias focadas na nossa autorresponsabilidade. Infelizmente as pessoas que mais precisam deste tipo de ajuda, são as mesmas que fogem dos livros que tratam estes assuntos. Costumam justificar que são livros de auto-ajuda, quando na verdade, são livros que facilitam o acesso ao conhecimento, que popularizam o conhecimento de difícil compreensão criado por grandes pensadores.

Você se faz de vítima e não percebe?

Existem pessoas que são realmente vítimas e aquelas que fazem papel de vítima. São duas coisas bem diferentes. Assumir o papel de vítima dificulta muito o progresso pessoal e econômico das pessoas. Muitas vezes, a vitimização ocorre para chamar a atenção das outras pessoas, normalmente para amigos e parentes próximos. Existe uma confusão entre receber atenção das pessoas e receber amor das pessoas. São duas coisas diferentes. Você se identifica com as afirmações abaixo?

1) Eu não tenho culpa.

Quando você coloca a culpa, pela situação em que se encontra, em pessoas ou coisas externas, isto produz uma enorme sensação de alívio. E você faz isto sem perceber, não é planejado e não parte da sua vontade consciente. É um mecanismo natural do seu cérebro, um mecanismo de defesa chamado “Projeção” que o seu cérebro usa para evitar uma possível depressão.

Sigmund Freud – Criador da Psicanálise

“Muitas vezes nos defendemos da angústia gerada por fracasso, culpa ou nossos defeitos projetando a responsabilidade por esse fato em alguém ou em algo. Temos como exemplo um jogador de tênis que, ao perder uma partida, justifica sua perda botando a culpa na qualidade da raquete.”

Se autoresponsabilizar por tudo que você vive hoje é bem doloroso. Se por um lado colocar a culpa nos outros é agradável para você, para quem está perto de você… é bem desagradável. Para algumas pessoas colocar a culpa nos outros é quase que um hobby diário. Basta visitar o site dos jornais e ler o conteúdo das áreas de comentários. Existem milhares de pessoas que passam o dia todo nestes sites reclamando e colocando a culpa de tudo nos outros. Elas não percebem que estão perdendo um tempo precioso que poderiam usar para uma autocrítica e um trabalho de autoaperfeiçoamento.

As pessoas que se fazem de vítima estão a todo momento colocando a culpa na economia, no governo, na oposição, na direita, na esquerda, no centro, na religião, nos ateus, nas empresas, nas mulheres, nos homens, nos gays, nos membros da própria família, em Deus, nos demônios, no acaso, no azar e na sorte. A culpa e os problemas sempre estão em alguém ou em alguma coisa externa. O problema está dentro de quem reclama. E reclamação retarda ou impede a reação.

2) Eu tenho justificativa para minha situação

Existem muitas justificativas que você cria (sem perceber) para explicar sua atual situação financeira. Uma destas justificativas, citada no livro de T. Harv Eker é a tradicional: “Para mim dinheiro não é tão importante”. Outra crença que observo e que também é comum: “Dinheiro é feito para gastar e não para poupar”.

Normalmente pessoas que pensam assim passam a vida toda com problemas financeiros. Eu conheço algumas. Não percebem que o dinheiro é um potencializador de quem somos e do que fazemos. Se você é uma boa pessoa e possui muito dinheiro, utilizará este dinheiro para potencializar tudo de bom que pode fazer para você, para as outras pessoas e para o mundo. Se você é uma pessoa má, o dinheiro lhe dará o poder de fazer todo tipo de maldade. Para quem é vazio e fútil, poderá usar o dinheiro para realizar todo tipo de futilidade e inutilidade.

 

Outra justificativa: “O amor é mais importante que o dinheiro, por isto eu não tenho dinheiro”. Para Harv esta comparação é equivocada. Seria como julgar se as suas pernas são mais importantes que os seus braços. Na prática, braços e pernas são igualmente importantes e possuem funções totalmente diferentes e de grande utilidade.

O dinheiro é importante nas áreas da vida onde ele produz resultados úteis e insignificante onde não possui qualquer utilidade. Até mesmo quem dedica a vida dando atenção e amor ao próximo precisa de dinheiro para distribuir alimentos, construir escolas, ONGs, igrejas, hospitais, etc. O dinheiro é importante porque viabiliza e potencializa suas ações. Não existe justificativa para não pensar na sua prosperidade financeira. Talvez a única justificativa real seja a de que as pessoas não estão dispostas a fazer grandes sacrifícios para atingir o sucesso financeiro.

3) Eu não posso reclamar? É a única coisa que adoro fazer!

Reclamar ou queixar-se de tudo se tornou um grande vício. Muitos acreditam que a reclamação é o maior problema de saúde mundial. Nunca se reclamou tanto. Toda essa reclamação está gerando desequilíbrios e doenças psíquicas e físicas nas pessoas. Certamente você já ouviu falar dos malefícios do estresse e do mal humor na saúde das pessoas. Para piorar, reclamação e mal humor são contagiosos.

Quando você gasta seu tempo e suas energias reclamando, está focando sua vida nos problemas. Quando vivemos pensando, se lamentando e reclamando de problemas acabamos atraindo pessoas problemáticas e gerando situações problemáticas. Quando você se transforma em um reclamão, acaba atraindo outras pessoas iguais a você, ou seja, pessoas que também adoram reclamar.

Aos poucos você vai construir um circulo de amizades com pessoas que reclamam das mesmas coisas que você reclama. É provável que você possua amigos que você gosta de conversar por ele reclamar das mesmas coisas que você reclama, e que a amizade se resuma a isso. Perceba que cada amigo seu é especializado em reclamar de uma coisa diferente. Pessoas que reclamam e só falam de problemas só podem mesmo facilitar o seu acesso a mais problemas.

Você já deve ter percebido, entre seus amigos e parentes, que as pessoas que mais se lamentam da vida são justamente aquelas mais azaradas. Se alguma coisa pode dar errado ela sempre da errado na vida de quem vive se lamentando.

Então você pode se perguntar: Será que as pessoas reclamam porque a vida delas é um inferno, ou será que a vida delas se torna um inferno porque elas reclamam de tudo? As reclamações e lamentações prejudicam o sucesso financeiro da pessoa e de todos que estão a sua volta.

Se afastando de pessoas que só reclamam

Muitas vezes reclamamos muito e não nos desenvolvemos profissionalmente e financeiramente porque estamos cercados por pessoas que não param de se queixar. Este hábito, e as emoções negativas que sentimos ouvindo reclamações constantes, interferem no nosso humor, afetam nossa força de vontade, diminuem nossa força de ação, de mudança, de crescimento. Existem pessoas que realmente nos desmotivam e nos desencorajam.

T. Harv Eker alerta que se você gosta de conversar com pessoas que se queixam é porque você está esperando a sua vez de se queixar para ela. É uma situação terrível.

Existe um livro escrito por Will Bowen que se chama “Pare de reclamar e concentre se nas coisas boas” que ensina um método muito fácil e curioso. O resultado é chocante porque rapidamente você vai perceber o quanto perde tempo reclamando. A aplicação é simples,você só vai precisar de um elástico de dinheiro.

O livro vai te convidar a colocar um elástico desses em um dos pulsos. Sempre que você reclamar ou se queixar de qualquer coisa, você deverá colocar o elástico no seu outro pulso. Não importa o motivo de reclamação e se o alvo da reclamação é uma pessoa, você mesmo, uma empresa ou o calor. Basta reclamar verbalmente para trocar o elástico de braço.

Will Bowen desafia você a ficar 21 dias seguidos sem reclamar ( 3 semanas ). Se fizer qualquer reclamação a contagem de dias zera e você precisa começar novamente. Normalmente as pessoas demoram 8 meses para conseguir esse feito. Já o autor T. Harv Eker te convida a fazer esta experiência por 7 dias. Eu posso afirmar que 7 dias é suficiente para que você fique deprimido ao perceber como você reclama de tudo sem perceber. Já se tentar ficar por 21 dias, você acabará perdendo o hábito de reclamar.

Normalmente não percebemos o quanto reclamamos. Esta conscientização é transformadora. Eu pessoalmente já presenteei vários amigos com este livro de Will Bowen e sempre peço para que eles não fiquem com o livro. Após a leitura o correto é doar o livro para algum amigo reclamão.

Se não devemos reclamar, o que fazer?

O mesmo tempo e atividade cerebral que você gasta pensando no problema e reclamando, você pode gastar pensando na solução do problema e conversando com as pessoas sobre seus planos para solucionar os problemas. Ao fazer isto as pessoas que você conhece poderão ajudar com conhecimentos, dicas e com recursos. As oportunidades vão surgir de quem você menos espera. Ao falar de soluções as pessoas podem se envolver e te ajudar a solucionar o problema abrindo portas e oferecendo oportunidades. É por este motivo que falar de soluções de problemas é melhor que reclamar de problemas.

Quando você se conscientiza que a sua situação é culpa sua, e principalmente da mania de culpar os outros, se justificar e reclamar, você para de fazer tudo isso e começa a pensar em soluções para seus problemas. Você vai parar de atrair pessoas que gostam de falar de problemas e atrairá a atenção das pessoas que gostam de falar de soluções. Diante de um problema a solução virá da sua reação e não da sua reclamação.

RECLAMAÇÃO = REAÇÃO

Pessoas positivas, pessoas bem sucedidas, pessoas que oferecem oportunidades e abrem portas estão sempre se afastando de gente que só reclama e buscando se aproximar de pessoas também positivas que falam de oportunidades e soluções de problemas.

“O mais alto estágio da cultura moral é quando reconhecemos
que precisamos controlar nossos pensamentos.”
CHARLES DARWIN

Culpar as pessoas, se justificar e reclamar funcionam como uma droga que alivia o seu estresse e as tensões de ser fracassado em diversos aspectos da sua vida (e não só o financeiro). E esse mecanismo que dopa e paraliza a sua vida é produzido pelo seu cérebro de forma inconsciente. Se você não estivesse sendo mal sucedido em algum aspecto da sua vida, naturalmente não precisaria jogar culpa nos outros, nem se justificar e muito menos reclamar.

Estou viciado em reclamar, e agora?

Existem pessoas que ficam viciadas em reclamar. Ao se sentirem vítimas, recebem uma recompensa que é a atenção dada por alguns amigos e parentes. São pessoas que confundem receber amor com receber atenção para queixas. As pessoas que estão dispostas a ouvir suas reclamações não fazem isto porque te amam. Muitas vezes fazem isto por pena ou porque simplesmente estão esperando a vez delas de se queixar também. Existe ai uma troca de queixas que, na maioria das vezes, é improdutiva e altamente viciante.

Na verdade todas as pessoas gostam de receber atenção. Nos sentimos felizes quando recebemos a atenção das pessoas (conhecidas ou desconhecidas). O problema é como você anda chamando a atenção das pessoas. Existem aqueles que chamam atenção mostrando que são vítimas e reclamando da vida. Existem aqueles que chamam atenção ouvindo os queixosos. Existem os que chamam atenção lutando, superando desafios, resolvendo problemas, conquistando o que deseja dentro e fora das suas atividades profissionais. Os resultados financeiro são inevitáveis para quem para de reclamar e passa a agir.

Todos nós queremos atenção do mundo, queremos nos sentir importantes, admirados e amados. O problema é como você faz para chamar atenção. Se está chamando atenção se vitimizando, você tem um problema que precisa ser resolvido. A conscientização é o primeiro passo.

A busca por atenção gera muitos problemas. Existem aqueles que fazem tudo para agradar os outros em troca de atenção. Como não podemos agradar a todos, e como não temos reconhecimento de todo bem que fazemos, este tipo de pessoa tende a reclamar.

Você daria atenção e sentiria pena de um amigo seu que fosse até você se lamentar do defeito de fabricação do seu novo iate ou da sua Ferrari recém importada? Talvez você se comovesse mais se ele tivesse enfrentando esse problema após comprar um carro popular usado. Segundo o autor T. Harv Eker, existem pessoas que inconscientemente, fazem questão de nunca enriquecerem ou nunca terem sucesso profissional e financeiro. A pessoa perderia o motivo que a permite se sentir vítima e com isto perderia a atenção das outras pessoas.

Conclusão

Para ter sucesso profissional e financeiro você precisa se convencer que é o único responsável por tudo de bom e tudo de ruim que acontece na sua vida. Normalmente são as coisas que você acredita, que produzem pensamentos bons ou ruins, que geram ações boas ou ruins para sua vida. E isto interfere diretamente na sua vida financeira.

É se sentindo vítima que você entra no shopping e diz, para você mesmo, a seguinte frase: “Não importa o preço. Vou comprar porque mereço!” Sim, você merece porque afinal de contas acredita que é uma vítima do sistema. O alivio do sofrimento será sempre colocar culpa nos outros, reclamar de todos e criar justificativas.

Reclamar é um hábito destrutivo que precisa ser eliminado da sua vida. Ao reclamar e falar de problemas você só atrai mais problemas.

O T. Harv Eker estará no Brasil agora, no final de 2015. Ele vai realizar um evento de 3 dias em São Paulo e no Rio de Janeiro. Para saber mais sobre ele visite aqui.

By |02/01/2014|Categories: Enriquecimento|Tags: |67 Comments

About the Author:

Leandro Ávila é administrador de empresas, educador independente especializado em Educação Financeira. Além de editor do Clube dos Poupadores é autor dos livros: Reeducação Financeira, Investidor Consciente, Investimentos que rendem mais, e livros sobre Como comprar e investir em imóveis.

67 Comments

  1. Ewerton Azevedo 2 de janeiro de 2014 at 15:23 - Reply

    Olá Leandro,

    Muito legal seu artigo, parabéns. Agora o que eu vejo bastante sobre o que falou são os comentários das pessoas nos jornais, sites etc.

    Será que esse acumulo de informações negativas que temos na mídia diariamente não influi as pessoas a pensar negativamente e a reclamar?

    Tenho a impressão que sim, o que você fala sobre isso? Eu tenho diminuído bastante a leitura de portais de noticias pois é a onda de negativismo é grande a cada notícia e isso faz as pessoas terem opiniões baseadas em estudos ou crenças que nem são delas mais feitas pelos geradores de opiniões e ao não ler certos tipos de noticias ou portais me sinto bem menos preocupado com sociedade, governo, culturas, bizarrices e tenho focado mais em meu dia a dia e minhas metas.

    Obrigado pelas dicas.

    • Leandro Ávila 2 de janeiro de 2014 at 23:09 - Reply

      Isto realmente acontece. A mídia diariamente nos bombardeia de informações negativas e inúteis para nosso dia a dia. E acessar estas informações inevitavelmente altera nosso humor, nosso estado mental. Existem pessoas mais sensíveis, outras menos. As vezes você está muito bem, acorda bem humorado, disposto e motivado para um ótimo dia de trabalho ou de estudo produtivo. Ao entrar em um portal de notícias, acessar o Facebook ou ligar a televisão, começa a receber informações que alteram com suas emoções negativamente.

      Você fica triste, com raiva, desmotivado ou preocupado. Emoções negativas aparecem sem necessidade. Uma simples notícia irrelevante para sua vida pode estragar o seu dia. Na maioria das vezes você não pode fazer nada diante da situação negativa noticiada e ela também não interfere direta e nem indiretamente na sua vida. Muitas vezes a informação é sensacionalista e construída para gerar audiência e comoção.

      É muito importante cultivar a chamada “ignorância seletiva”. Devemos selecionar as informações que teremos acesso. Se a informação agrega algum valor, é útil, é importante, ótimo. Se não é importante e o acesso desta informação vai alterar nosso estado emocional desnecessariamente, o melhor seria evitar.

      Para não ficar mal informado você pode reservar um horário do dia para ler as notícias não importantes. Não faça isso durante o horário produtivo. Tem gente que reserva o fim de semana para se informar sobre fatos inúteis, apenas para não ficar sem assunto já que as pessoas adoram comentar notícias deste tipo. Muitos executivos não assistem TV e muito menos acessam notícias em jornais. Eles só se informam sobre assuntos importantes para a vida deles. É claro que existem pessoas que criticam esta postura mais radical. Eu acredito que devemos buscar o equilíbrio.

      Precisamos focar nossa atenção nas coisas que são importantes para nossa vida e para nossa realidade local. Nem sempre uma notícia sensacionalista ocorrido do outro lado do planeta é importante para você. Uma dica de leitura sobre Ignorancia Seletiva é o livro “Trabalhe 4 horas por semana“. Um abraço e muito obrigado por participar.

      • Anderson Santos 3 de janeiro de 2014 at 14:54 - Reply

        Olá Leandro, Mais uma vez, uma excelente matéria.

        Concordo com o Sr. Azevedo, quanto à onda de negativismo entre os meios de comunicação. Sites como este aqui, é um excelente sinal de que elas estão carentes de informações com mais qualidade.
        Diante do “rolo compressor midiático” é importante saber que cada meio de comunicação ligado a qualquer instituição possui seu público e seus interesses. A Rede Globo, Grupo Abril, Estadão, entre outros, inclusive o próprio Clube dos Poupadores possuem interesses intrínsecos e cabe a nós que consumimos essas informações darmos o seu devido valor.

        Será que as informações colocadas por esses meios nos ajudarão a construir e viver em um sociedade melhor e mais justa? Será que essas informações nos ajudam a sermos pessoas melhores? Elas nos ajudam a ver um futuro com melhor perspectivas e colocam nos de encontro com as oportunidades que a vida nos dá? Ou, estamos sendo enganados? Essas, são algumas das diversas perguntas que podemos fazer a nós mesmos.

        Logo, também, é importante, que toda a informação disponibilizada, seja na internet, ou qualquer outro meio de comunicação, seja ela benéfica ou não, exige um trabalho, um esforço e algumas horas e até dias de dedicação para ser disponibilizada, e é de fato, algum retorno é necessário e justo. Mas que fique claro que são as pessoas quem fazem o devido valor desses meios, e quem podem transformar mentiras em verdades, ou verdades em mentiras. No caso, quem lê o Clube dos Poupadores, compreende que essas informações são preciosas, e benéficas, então, sem hipocrisia, devemos contribuir com este meio, cada um da maneira que considerar conveniente.

        Quanto a reclamar, não nos ajuda em nada, mas ninguém está livre disso, muitas as vezes nós ficamos desanimados devido a postura de pessoas a nossa volta, é um exercício constante, para que consigamos driblar as dificuldades que surgem durante a vida, o importante, é tentar agir para que algo mude, ao contrário de manter-se estático lamentando, o que envolve coragem de assumir riscos.

        Mas é certo que somos em parte fruto de nossas escolhas e também do quanto nos esforçamos para atingir objetivos e também que não podemos passar a vida comparando a nossa vida com de algum outro semelhante, pois a admiração, inspiração, pode virar uma frustração. Cada um possui um história diferente, portanto, realismo e prudência fazem bem ao ego.
        Alguns, entendo que são mais fracos, e portanto, é mais fácil ser vítima da situação para anestesiar o interior, e outros são mais fortes e conseguem encarar a realidade de um fracasso, e tomam este como um aprendizado, dando um passo adiante como um ser humano melhor.
        No mais, devemos buscar constantemente sermos seres humanos melhores com o objetivo de diminuir nossas falhas e defeitos, que infelizmente, todos estamos sujeitos e temos. Quem é capaz de controlar a própria mente, este sim, é capaz de controlar sua vida.

        Um grande abraço, e parabéns mais uma vez pelo site.

        • Leandro Ávila 3 de janeiro de 2014 at 17:29 - Reply

          Olá Anderson. Muito obrigado por mais esta ótima contribuição. A participação dos leitores torna o conteúdo ainda mais rico. Obrigado!

  2. Felipe Lemes 2 de janeiro de 2014 at 22:08 - Reply

    Parabéns Leandro.

    Tenho lido todo o material do seu blog na ultima semana. E sinceramente, cada palavra está mudando minha vida.

    Já pensou em ser palestrante? Rs’
    Com Certeza lhe convidaria para eventos de minha empresa.

    Grande abraço, um Feliz e Prospero 2014, e OBRIGADO.

    • Leandro Ávila 2 de janeiro de 2014 at 22:34 - Reply

      Olá Felipe, obrigado. Fico feliz por estar ajudando. 🙂

  3. Welton Lopes 4 de janeiro de 2014 at 9:17 - Reply

    Parabéns Leandro, ótimo artigo e extremamente RENOVADOR, isso é uma “injeção” de ânimo nesse início de ano. Creio que diversas pessoas se identifiquem em algum ponto do artigo (eu sou um deles, kkk).

    Obrigado e bom 2014 para você. Sucesso

  4. Adelaide 6 de janeiro de 2014 at 9:28 - Reply

    Nossa…
    Mais uma vez parabéns Leandro,
    São palavras como esta que estou buscando daqui em diante para a minha vida.
    Muito obrigada. Feliz 2014.

    • Leandro Ávila 6 de janeiro de 2014 at 12:20 - Reply

      Olá Adelaide, obrigado. Em 2014 estou preparando muito conteúdo para compartilhar com base em livros e cursos que fiz e estou fazendo. Um abraço.

  5. José Henrique 6 de janeiro de 2014 at 13:06 - Reply

    Parabéns Leandro ! Desejo a você um FELIZ ANO NOVO repleto de boas realizações. Que Deus abençoe você e seus familiares! Suas ações são de grande contribuição para todos que os acompanham. Um grande abraço!

  6. Humberto 14 de janeiro de 2014 at 15:02 - Reply

    Excelente artigo: integrado, abrangente, uma lição de vida. Quem tiver juízo deve ler! Excelente forma de começar um Bom Ano.

  7. Vaner Bertoluzzi 7 de maio de 2014 at 15:58 - Reply

    Leandro, a respeito do livro “Os Segredos da Mente Milionária” foi um dos livros mais baratos e mais valiosos que eu já li… e ele está entre os 5 melhores que eu já li até hoje (isto se não for o melhor).

    Muitas das “técnicas” que o livro menciona, eu já fazia intuitivamente e outras eu incorporei no meu dia-a-dia… sensacional.

    É uma pena realmente que as pessoas normalmente culpam os outros, os governos, as empresas, os bancos, mas os culpados somos nós mesmos, na grande maioria das situações.

    Belo artigo novamente… parabéns!!!

    • Leandro Ávila 7 de maio de 2014 at 16:31 - Reply

      Obrigado Vaner. Com certeza é um livro valioso e ao mesmo tempo barato. Um abraço!

  8. Mateus 24 de julho de 2014 at 5:12 - Reply

    Parabéns! Mais um artigo de muita qualidade.

  9. Alexandre Ribeiro 30 de julho de 2014 at 8:57 - Reply

    Leandro, parabéns por outro grande artigo de qualidade e principalmente pelo assunto abordado.

    Resolvi postar um comentário porque o livro “Os Segredos da Mente Milionária” eu considero o livro mais importante que li até hoje (foi em algum momento de 2009), foi depois dele que passei de uma pessoa que queria poupar (para depois investir 🙂 ) para uma pessoa que comecou realmente a poupar. No comeco utilizei os percentuais sugeridos pelo autor no livro.

    E fora isso realmente eu era uma pessoa que reclamava bastante e após o livro passei a me policiar muito mais e tomar atitudes nesse sentido, cheguei até tomar a decisão de pedir a conta em um emprego, pois eu não conseguia ver melhoras da situação (de condições de trabalho), e eu só reclamava, influenciando de certa maneira todo setor, parei de reclamar e fui em busca de outra oportunidade, as consequencias nem preciso dizer, foram otimas.

    Eu nao conheco o livro “Pare de Reclamar e Concentre-se nas coisas boas”, mas vou adicionar na lista de livros para ler, obrigado pela dica !

    Para fechar, outro livro que li recentemente (e também está na lista dos mais famosos), que de certo modo se encaixa na linha do assunto, e achei muito interessante é o “Como Fazer Amigos e Influenciar Pessoas”

    Um abraço !

    • Leandro Ávila 1 de agosto de 2014 at 11:06 - Reply

      Oi Alexandre, eu recomendo os dois livros. O “como fazer amigos e influenciar pessoas” faz você entender como as pessoas funcionam. Já o livro “Os segredos da mente milionária”, faz você entender como o dinheiro funciona. Já o “Pare de reclamar” faz você perceber, como você é chato. Sim, somos todos chatos. Você fica chocado com você mesmo e acaba mudando.

      Vou fazer propaganda. Livros mudam vidas, vai que muda a vida de alguém:
      1) Como fazer amigos e influenciar pessoas

      2) Os segredos da mente milionária

  10. Renata Campos 6 de agosto de 2014 at 8:09 - Reply

    Olá, Leandro! Admiro muito seus artigos. Eles me fizeram empreender e perder todos os medos que eu tinha. Parabéns!!

    • Leandro Ávila 6 de agosto de 2014 at 10:51 - Reply

      Obrigado Renata, fico feliz sabendo que ajudei de alguma forma. 🙂

  11. paulo 23 de agosto de 2014 at 22:42 - Reply

    Aprecio muito suas explanações diferenciadas sobre questões financeiras interpessoais. Creio mesmo que é relevante acreditar, que a falta de educação financeira, tem importantes interligações com aspectos psicológicos. Muito obrigado Leandro.

    • Leandro Ávila 26 de agosto de 2014 at 12:09 - Reply

      Olá Paulo, eu acredito que 50% é emocional e 50% é racional. A pessoa precisa trabalhar os dois lados.

  12. Eunice Brandão 28 de agosto de 2014 at 9:58 - Reply

    Leandro, como sempre curto muito seus artigos. Você não somente nos educa com relação a assuntos de economia como também nos passa inspiração para mudar nossa visão, opinião pra então melhorarmos como pessoas. Falo muito sobre você para amigos e família. Gostaria de te agradecer por tomar seu tempo para compartilhar bons ensinamentos conosco. Que continue recebendo essa benção para continuar nos inspirando. Com relação a esse artigo de hoje, eu já busco evitar ser essa pessoa que reclama constantemente. No momento, depois de haver vivido muitos anos nos EUA onde o atendimento ao consumidor é muito melhor do que por aqui, minhas reclamações acontecem muito nesse sentido. Porém estou me educando para aceitar isso e ajudar, quando possivel, dando feedback por onde passo com relação as práticas que vejo aquém do que consideraríamos um bom serviço. Mais uma vez obrigada!

    • Leandro Ávila 28 de agosto de 2014 at 10:07 - Reply

      Oi Eunice, obrigado por deixar seu depoimento. Fico feliz em poder ajudar.

  13. Sueli Costa 31 de agosto de 2014 at 19:02 - Reply

    Muito bom! Parabéns pelos artigos, são valiosos, SEMPRE!

  14. Marcos 3 de novembro de 2014 at 8:50 - Reply

    Parabéns, grande artigo, muito grato por esta leitura.

  15. Julio Monteiro 27 de novembro de 2014 at 10:06 - Reply

    Parabens Leandro. Já estou com 70 aos mas trabalhos valiosos, especialmente como este seu, ainda me ensinam muito de bom e consequentemente me ajudam a ajudar pessoas.Tenho certeza de que é muito feliz por todos os muitos elogios que recebe, mas você bem os merece pelo conhecimento, experiencia, capacidade, boa vontade, atitude e especial dedicação em beneficio das pessoas. Me permita, estou repassando seus artigos para amigos com igual intenção de contribuir.
    Abraço.

    • Leandro Ávila 27 de novembro de 2014 at 11:48 - Reply

      Obrigado Julio, parabéns por buscar conhecimento e agradeço por divulgar o site entre seus amigos.

  16. Luís Carlos Nenevê 27 de novembro de 2014 at 19:31 - Reply

    PERFEITO O ARTIGO!!!
    Vontade de enviar para dezenas de amigos… Mas nai dá…. Porque eles vão ….. Reclamar e se fazer de vítima!!! Hehe
    Abraço

  17. Sandro 8 de dezembro de 2014 at 14:34 - Reply

    Fantástico o artigo. Parabéns! Infelizmente, tive muitos momentos na vida em que sucumbi ao vício da reclamação aqui relatado. Muitas vezes o próprio ambiente social, no qual há pessoas reclamando de sua situação económica, nos afeta negativamente e nos atrapalha no escopo de alcançar o sucesso financeiro. Já ouvi demais a desculpa de que dinheiro não é importante e, sim, o amor (“importante é ser e não ter”). Como se as duas coisas não fossem importantes e tivessem aplicações distintas, como você frisou.

  18. Marcia 9 de abril de 2015 at 12:42 - Reply

    Seus artigos me ajudaram a mudar minhas atitudes financeiras, agora…as emocionais. MUDEI !!!
    Obrigado. Você tem sido uma benção!! Q o Senhor lhe conceda em dobro

  19. winicius alves 17 de abril de 2015 at 22:36 - Reply

    ótimo artigo meus parabéns!!

  20. Vinicius 20 de maio de 2015 at 11:27 - Reply

    Parabéns, Leandro. Renovou meu espírito ler esta matéria! Abraço!

  21. David 8 de junho de 2015 at 14:41 - Reply

    Pra melhorar o teu já excelente artigo (correções estão destacadas em maiúsculas):

    2º parágrafo: “A maioria da população… que VIVE…”
    6º parágrafo: “ Segundo o autor, enquanto as pessoas de mente rica se CONCENTRAM em oportunidades, as de mente pobre se CONCENTRAM em obstáculos. … Para ele, as pessoas de mente rica admiram outras pessoas bem-sucedidas, enquanto que AS DE MENTE POBRE se ressentem, as vezes até atacam e odeiam as pessoas ricas e bem-sucedidas….

    sugiro esta última mudança, porque nem sempre os pobres se ressentem ou odeiam ricos… isso seria uma generalização barata…

    Parabéns! Já estou recomendando… e passando pra frente!

    • Leandro Ávila 8 de junho de 2015 at 15:58 - Reply

      Obrigado David. Fiz a correção. O objetivo do texto foi relacionar a “mentalidade rica” e “mentalidade pobre” pois riqueza e pobreza, sucesso e fracasso, na maioria das vezes são consequências externas de uma carência interna. Por isto é tão importante a educação, pois ela enriquece as pessoas por dentro e quando isto acontecer ser rico ou podre (externamente) passa a ser uma opção e não uma predestinação.

    • Fernando 7 de outubro de 2016 at 13:58 - Reply

      Oi Leandro,
      Li esse artigo na época em que foi publicado. De lá para cá, já o reli várias vezes e o recomendei para diversas pessoas. O texto é realmente espetacular.
      Mas, apesar de outros leitores já terem sugerido a correção, logo no início do texto, no segundo parágrafo, ainda há um erro de concordância verbal. O correto seria: “…A maioria da população que VIVE hoje com problemas financeiros ou com dificuldades de evoluir financeiramente, PENSA desta forma…”

  22. Joao 10 de julho de 2015 at 15:24 - Reply

    Leandro, boa tarde.

    Antes de tudo parabéns pelo site. Sempre que posso leio.

    Estou à procura do livro “Trabalhe 4 Horas por Semana”, mas não encontro em canto nenhum. Você sabe onde poderia encontrá-lo?

    Agradeço desde já pela ajuda e pelas valiosas dicas do site.

    • Leandro Ávila 10 de julho de 2015 at 17:20 - Reply

      Oi João, fiz uma rápida busca aqui na internet e também não encontrei. Provavelmente você encontrará em sites de vendem livros usados.

  23. Andréa 12 de agosto de 2015 at 11:30 - Reply

    Bom dia a todos!

    Este artigo realmente é muito interessante, inclusive, já o encaminhei para algumas pessoas rs!

    Parabéns pelo site!

  24. André Vinícius 12 de agosto de 2015 at 13:58 - Reply

    Mais uma vez, um ótimo artigo! Leandro, não sei o quanto demandaria de você, mas gostaria de sugerir que colocasse nos artigos a opção de compartilhar com o Facebook, Gmail e Whatsapp… Abraço!

    • Leandro Ávila 12 de agosto de 2015 at 15:24 - Reply

      Olá André, quando você acessa por um computador já aparece as opções de compartilhamento. Acredito que só não aparece quando o acesso é pelo celular, de qualquer forma os navegadores dos celulares costumam ter a opção de compartilhar a página que você está acessando.

  25. Herika 13 de agosto de 2015 at 9:18 - Reply

    Bom dia Leandro, ótimo artigo. Nós da indústria brasileira enfrentamos sérios problemas , que nos são trazidos diariamente por nossos governantes sejam eles municipais, estaduais e federais, pergunto: como não reclamar? Porque senão reclamo fico numa zona de conforto que demora minha reação. Creio que reclamar equilibradamente não deve ser prejudicial.

    • Leandro Ávila 13 de agosto de 2015 at 13:06 - Reply

      Oi Herika. Se você reclamar com aqueles que realmente podem resolver o problema estará buscando solução. Se você reclamar para quem não pode resolver o problema você estará consumindo tempo e energia que poderia utilizar na busca de uma solução. Quem reclama muito fica paralisado no tempo. Diante das dificuldades, o bom empreendedor precisa colocar a cabeça para funcionar.

  26. Gleusson Cavalcante 5 de outubro de 2015 at 22:45 - Reply

    Ótimo artigo, Leandro!
    Todos nós conhecemos pessoas com esse tipo de vício, e através de um artigo importante e bem elaborado como esse é possível torna-las conhecedoras de suas falhas.

  27. Ramon Ricardo 28 de outubro de 2015 at 5:53 - Reply

    Olá Leandro,

    Sobre assumir o controle, lembrei que, poucos meses antes de ser lançado o 1º PAC, em 2007, eu acho, ouvi do meu gerente, amigo pessoal também: “Está vindo um programa de governo chamado PAC, q injetará bilhões na construção civil. Imóveis e empresas do ramo valorizarão muito”.
    Nem dei atenção, era um ignorante financeiro. Fiz foi comprar carro zero financiado, consórcio e sociedades furadas. Tomei prejuízo na sociedade e fiquei engessado durante o boom dos imóveis.

    Apôs raiva e arrependimento da burrice, volto forte e desde 2013, após investir em muitos livros e outros produtos de educação financeira, poupo muito e em meados de 2014 previ essa recessão.
    Vendi o único imóvel, invisto forte, muito forte nos melhores produtos financeiros do mercado. Aproveitando as LCAs por volta de 90% desse grande CDI q estamos, Tesouro ao topo dos prefixados atuais, ações em baixa atuais, etc.
    Tenho hoje total controle e visão das finanças.
    E vejo a outra oportunidade “unica” de obter independência financeira chegando.

    • Leandro Ávila 28 de outubro de 2015 at 17:36 - Reply

      Oi Ramon, parabéns por sua superação, por sua transformação e por ter investido em você mesmo.

  28. Wiviane Sales 22 de novembro de 2016 at 11:45 - Reply

    Parabéns Leandro, por mais este grande artigo, rico em informações e aprendizado.

  29. Fabiano 22 de novembro de 2016 at 16:12 - Reply

    Mais um excelente artigo como sempre ! Trabalho no setor público e nos últimos anos tivemos uma melhora salarial significante, porém aumento de renda sem educação financeira nada mais é do que aumentar a bola de neve dos endividamentos e da má gestão pessoal. Hoje com a crise infelizmente vejo a grande maioria dos colegas de trabalho em más condições financeiras e a beira do caos, quem aproveitou corretamente o aumento de renda e cresceu financeiramente está preparado para a tempestade, agora quem “aproveitou” comprando carros mais caros, imóveis parcelados, viagens parceladas e etc está colhendo os frutos da própria ignorância se fazendo de vítima culpando a tudo e a todos. E o que é pior ainda os poucos que sabiamente fizeram seu “pé de meia” hoje são os mal vistos rsrsrsrs Obrigado pelo artigo !

    • Leandro Ávila 16 de fevereiro de 2017 at 22:18 - Reply

      Oi Fabiano. Tudo isso é sofrimento que poderia ser evitado. É uma pena.

  30. Diego Amorim 6 de janeiro de 2017 at 13:15 - Reply

    Excelente. Mandando o link do artigo pra vários amigos reclamões.

  31. Sany Faleiros 14 de fevereiro de 2017 at 8:19 - Reply

    Leandro, excelente artigo!

    Você traduz muito bem conceitos que nem sempre são fáceis de assimilar. Parabéns pelo trabalho! Abraços

  32. Jacqueline 7 de abril de 2017 at 9:12 - Reply

    Excelente artigo. Me identifiquei em cada palavra. Vou comprar o livro do autor Will Bowen e tentar me policiar nas reclamações. Elas não levam a nada.

    • Leandro Ávila 7 de abril de 2017 at 9:28 - Reply

      Oi Jacqueline. Parabéns por sua decisão. Você só colherá frutos positivos.

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