Como Ficar Rico: Regra Número 1

Existe uma regra básica que muitos autores definem com a regra número 1 da riqueza. Essa regra sobre “Como Ficar Rico” é seguida por milionários de todo mundo e ignorada pela maioria das pessoas.

Regra número 1 da riqueza: “Renda ilimitada”

A riqueza que estamos falando tem relação com a quantidade de capital e patrimônio que você conseguirá acumular ao longo da vida. Sua riqueza financeira é o que sobra da sua renda depois de pagar todas as contas. Se a sua renda é pequena e limitada, você terá um padrão de vida pequeno e limitado. Dificilmente terá margem para acumular riqueza durante a vida se não fizer nada para evitar estas limitações.

Se você tem um emprego, isso significa que a sua renda é limitada de duas maneiras:

Limitação 1:

Se você trabalha para os outros, você é remunerado por tempo trabalhado. Você vende aquilo que sabe fazer durante 8 horas por dia, 44 horas por semana ou 220 horas por mês. Como você só tem 24 horas por dia, não é possível fazer milagres. O tempo que você tem para vender é limitado.

Mesmo que você quisesse vender mais horas para ganhar mais, as leis trabalhistas penalizam as empresas que querem comprar mais do seu tempo. Sua hora de trabalho adicional (hora extra) custa 50% mais caro se forem horas entre a segunda e o sábado e 100% mais caras se forem horas nos domingos ou feriados.

Mesmo que as empresas aceitassem pagar mais caro por hora extra, a lei impede que você venda mais do que 2 horas extras por dia para seu empregador. Muitas vezes as empresas preferem comprar o tempo de outras pessoas do que comprar mais do seu tempo, limitando ainda mais sua capacidade de aumentar sua renda vendendo sua força de trabalho. A quantidade de horas limitadas que você tem para vender é um limitador da sua riqueza.

Limitação 2:

Você já pensou sobre qual é o valor máximo que o seu empregador estaria disposto a pagar por uma hora do seu trabalho? Quanto seria esse teto? O que aconteceria se você resolvesse pedir um aumento de 100% do seu salário?  Mesmo que você investisse na sua qualificação para se tornar o melhor profissional na sua área, sempre existirá um valor máximo para a sua hora trabalhada. Quando o preço do seu trabalho passa deste teto ele se torna economicamente inviável para as empresas. O preço da sua hora trabalhada é um limitador da sua construção de riqueza.

Renda ilimitada:

Você não encontrará nenhum assalariado nas listas das pessoas mais ricas do Brasil e do mundo. Visitando a página da Forbes é possível constatar isso.  (clique aqui e depois clique em continuar para pular a propaganda). Você verá que todos os bilionários possuem uma coisa em comum. Todos eles possuem uma renda ilimitada. Não estão limitados pelas 24 horas que possuem e muito menos pelo preço da própria hora trabalhada.

Todos eles são empresários e administram seus negócios unindo o trabalho de milhares de pessoas em torno dos seus objetivos. São justamente eles que compram o tempo das pessoas oferecendo salário, férias, estabilidade e direitos trabalhistas que todos os trabalhadores assalariados sonham ter.

A renda destes empresários não possui limite. Uma empresa pode dobrar, triplicar ou quadruplicar seus lucros sem a necessidade do seu proprietário trabalhar duas, três ou quatro vezes mais. O empresário pode contratar quantas pessoas forem necessárias para realizar o trabalho que ele sozinho seria incapaz de fazer devido ao seu limitado tempo de 24 horas. Quando você trabalha para alguém, você é remunerado para dedicar seu tempo para realizar os sonhos e objetivos financeiros de quem está comprando o seu tempo oferecendo salário e direitos trabalhistas.

Trabalhadores ilimitados

Talvez o único limite para a renda destes empregadores esteja na falta de mão de obra qualificada. Existe um momento onde as empresas deixam de crescer na velocidade desejada por falta de profissionais qualificados. Grandes empresas precisam investir na formação de novos trabalhadores para continuar crescendo.

No futuro, não muito distante, essa limitação deixará de existir em todas as atividades que puderem ser substituídas por máquinas. Assista o vídeo abaixo. A empresa que desenvolve esses robôs é a Boston Dynamics que pertence ao Google. É muito provável que máquinas deste tipo possam ser compradas em qualquer loja de eletrodomésticos no futuro. Você poderá instalar aplicativos nestas máquinas para que possam realizar qualquer tarefa, com a mesma facilidade com que você instala aplicativos no seu smartphone.


 

Quando isto acontecer, nem mesmo a limitação gerada pela falta e custos da mão de obra será um limitador para empreendedores de todo mundo. Muitas profissões serão extintas e as pessoas que vendem tempo em troca de salário terão que voltar para a sala de aula com o objetivo de adquirir novos conhecimentos e desenvolver novas habilidades que ainda não sejam dominadas pelas máquinas.

Regra número 2: Nova Educação

Se você já tem um negócio próprio e ainda não conseguiu faturar pelo menos R$ 1 milhão por ano, você está diante de uma outra limitação. Você deve concordar que se você soubesse o que precisa ser feito para sua empresa faturar R$ 1 milhão, R$ 10 milhões ou R$ 100 milhões por ano, você certamente já teria feito. Você fatura pouco por não saber o que deve ser feito para faturar muito. O que limita seu crescimento está dentro de você. São conhecimentos e habilidades que você ainda não desenvolveu e que são fundamentais para o sucesso do seu empreendimento. Tudo que você ainda não aprendeu limita seus ganhos. A falta de conhecimento é o que separa pequenos empresários, que sempre serão pequenos, e pequenos empresários que irão crescer e prosperar financeiramente. Muitas vezes o que falta é uma mudança de mentalidade. Trocar pensamentos pequenos por pensamentos grandes.

Você não pode parar de aprender, estudar, buscar soluções para tornar sua empresa cada vez melhor. Para desenvolver produtos de alta qualidade é necessário estudo. Para aumentar o número de clientes e seus índices de satisfação é necessário estudo. Para manter seus funcionários motivados, produtivos e comprometidos é necessário estudo. Para expandir sua capacidade de gestão e liderança é necessário estudo. Você precisa ser mais criativo, precisa buscar a inovação, precisa ter iniciativa e motivação. Veremos que nada disso foi estimulado na escola. As limitações de um pequeno empresário estão nas suas limitações internas. Dificuldades e limitações externas podem ser contornadas adquirindo o conhecimento necessário para superar essas dificuldades.

O desenvolvimento de máquinas capazes de trabalhar 24 horas por dia, sem receber nenhuma remuneração e sem qualquer direito trabalhista é uma questão de tempo. Não temos somente o Google investindo em máquinas e carros autônomos (até no Brasil já existem projetos em andamento).  Existe uma verdadeira corrida mundial pelo desenvolvimento de máquinas que realizam trabalhos humanos. É um processo sem volta e revolucionário para as antigas relações do trabalho. Teremos cada vez menos empregos e cada vez mais oportunidades para empreender.

Se você é um empregado, jovem e acredita que a sua profissão está estável e que você não precisa mais aprender nada, tenha cuidado pois esse raciocínio é uma grande armadilha que irá comprometer sua vida financeira no futuro. Nenhuma profissão nos dias de hoje é totalmente estável com base nos conhecimentos que adquiriu até ontem. Você está condenado a continuar aprendendo cada vez mais para se adaptar em um mundo que muda de maneira acelerada. Se alguma máquina, um dia for capaz de realizar o trabalho que você realiza, é necessário que você esteja pronto para superar esta máquina.

Se você acredita que o seu emprego limita seu potencial de crescimento, então pode ser o momento de refletir sobre a possibilidade de ter o seu próprio negócio no futuro para acabar com as limitações que o emprego e a venda do tempo impõe a todos que trabalham vendendo tempo por dinheiro.

Para muitos a vida como empregado é apenas uma fase de acumulação de capital necessária para um dia poder empreender. Para outros o emprego que possuem é satisfatório e não existe motivação para empreender. Cada pessoa tem sua própria realidade que precisa ser respeitada.

Escola: Fábrica de pessoas limitadas

Infelizmente, faz parte da nossa cultura e educação acreditar que o cidadão comum depende de um emprego público ou um bom emprego privado para conseguir estabilidade e prosperidade financeira. Se você pensa dessa forma, a culpa não é sua.

As escolas e universidades preparam as pessoas para se tornarem funcionários exemplares. Criatividade, liderança, inovação e livre iniciativa são características que as escolas tradicionais fazem questão de retirar do comportamento das crianças. Crianças geniais são classificadas como portadoras de transtornos de aprendizagem. Hoje, quando a criança não se adapta ao sistema medieval das escolas, a culpa é da criança e não do Sistema (leia essa reportagem).

Decorar, não questionar, executar tarefas repetitivas, seguir regras, cumprir prazos e respeitar os superiores é o que as escolas nos ensinam. É isso que o sistema espera das pessoas comuns que vendem sua força de trabalho. São exatamente estas as características mais apreciadas pelo mercado de trabalho tradicional. É esse tipo de trabalhador que será substituído por máquinas nas próximas décadas.

Ainda não existem máquinas criativas e capazes de inovar. Não existem máquinas capazes de motivar outras pessoas. Não existem máquinas que consigam fazer o papel de um líder ou de um grande empreendedor. Máquinas não podem empreender. As escolas ainda não valorizam a criatividade e a inovação. Nas empresas de hoje, ainda existe pouco espaço para profissionais inovadores, criativos e com iniciativa. No futuro, só existirá espaço para pessoas capazes de fazer coisas que as máquinas não poderão fazer.

Revolução

Estamos vivendo uma transição. Estamos saindo da Era Industrial e entrando na Era da Informação, que também é conhecida como era digital ou era tecnológica. Esse processo sem volta começou entre 1970 e 1980 e infelizmente ainda temos instituições de ensino que educam as crianças como se estivéssemos na era industrial. O Estado e as leis trabalhistas foram feitas para a era industrial. Existem partidos políticos e muita gente que defende cegamente valores, ideologias e utopias do século passado. É difícil perceber uma revolução que ficará nos livros de história quando estamos vivendo no meio dela.

No topo da lista dos homens mais ricos do mundo não predominam os donos de máquinas, terras e fábricas. Existem empresas como Microsoft, Amazon, Facebook, Oracle, Google e Dell que são líderes da revolução tecnológica e por isto fazem de seus proprietários as pessoas mais ricas do mundo.

Entre os mais ricos do Brasil existem donos de fábrica de cerveja, bancos e uma grande emissora de televisão. O brasileiro segue bebendo muita cerveja, assistindo as partidas de futebol da grande emissora naquela televisão de 60 polegadas comprada com dinheiro emprestado de algum banco.

Conclusão:

Meu objetivo com este artigo não é criticar o seu estilo de vida. Meu objetivo é motivar uma reflexão sobre a maneira como você enxerga o mundo. Você ainda está na era industrial?

By |09/03/2016|Categories: Enriquecimento|224 Comments

About the Author:

Leandro Ávila é administrador de empresas, educador independente especializado em Educação Financeira. Além de editor do Clube dos Poupadores é autor dos livros: Reeducação Financeira, Investidor Consciente, Investimentos que rendem mais, e livros sobre Como comprar e investir em imóveis.

224 Comments

  1. Wallace Sousa 9 de março de 2016 at 13:46 - Reply

    muito bom o artigo, Leandro, parabéns!

    • Leandro Ávila 9 de março de 2016 at 13:47 - Reply

      Obrigado Wallace

      • Guilherme Lopes 12 de março de 2016 at 23:08 - Reply

        Olá Leandro!
        Gostaria de sugerir a inserção do ícone de compartilhamento via WhatsApp, juntamente com o do Twitter, Facebook, Linkedin, etc.
        Enfim, só uma sugestão de melhoria para o seu site ficar ainda melhor, aproveitando a grande disseminação do aplicativo “WhatsApp”.

        • Leandro Ávila 16 de março de 2016 at 14:34 - Reply

          Oi Guilherme. Obrigado. Vou estudar como isso pode ser adicionado no site.

          • Wandercy 22 de junho de 2016 at 11:45

            Concordo com o Guilherme Lopes. Suas matérias são excelentes e deveria ter um ícone para compartilhamento nas redes sociais.

          • Leandro Ávila 22 de junho de 2016 at 21:52

            Obrigado Wandercy

  2. Claudio 9 de março de 2016 at 13:53 - Reply

    Ótimo artigo!!

    Pequena correção = > 44 Horas por semana, não por mês.

    • Leandro Ávila 9 de março de 2016 at 14:01 - Reply

      Obrigado Claudio

      • Vinicius Garcia 14 de março de 2016 at 17:17 - Reply

        Leandro o que você pode dizer sobre investir em energia solar fotovoltaica, tenho uma empresa e gostaria de sua opnião.

        • Leandro Ávila 19 de março de 2016 at 11:24 - Reply

          Oi Vinicius. Não tenho muitos conhecimentos sobre o assunto.

  3. Jose Eduardo 9 de março de 2016 at 13:56 - Reply

    8 horas por dia, 44 horas por *semana* ou 220 horas por mês…

  4. Eduardo 9 de março de 2016 at 14:02 - Reply

    Excepcional o artigo. O Brasil, no quesito empreendedorismo está na idade média. Além do governo nem incentivar nas escolas, quem abre uma empresa no Brasil já começa devendo ao governo que faz tudo para atrapalhar. Basta ver a última mudança do ICMS e a quantidade de empresas que baixaram as portas.

    • Leandro Ávila 9 de março de 2016 at 14:30 - Reply

      Oi Eduardo. Não é à toa que os países mais ricos do mundo são justamente aqueles que mais estimulam o empreendedorismo. Para construir um país rico, precisamos motivar o empreendedorismo. Como um país onde o jovem sonha com o serviço público no lugar de sonhar com o empreendedorismo pode crescer e se transformar em um país rico? Países ricos são construídos através de pessoas e empresas ricas. Veja nessa reportagem os melhores países para empreender. Os 10 primeiros são: Singapura, Nova Zelândia, Dinamarca, Coreia do Sul, Hong Kong, Reino Unido, Estados Unidos, Suécia, Noruega, Finlândia. O Brasil está em 116º lugar.

      • GILBERTO 26 de março de 2016 at 21:03 - Reply

        Concordo com você Leandro. Não dá para ser rico sendo empregado. E ser rico é ser livre. A liberdade é função do patrimônio que se possui. A liberdade de ir e vir de um morador de rua depende do quanto consegue andar. A liberdade de ir e vir de uma pessoa com posses depende de quanto consegue pagar, por exemplo, por uma passagem de ônibus, avião, trem, navio etc.

        Att
        Gilberto

        • Leandro Ávila 28 de março de 2016 at 22:16 - Reply

          Oi Gilberto, esse mundo onde vivemos, até a liberdade de viver mais ou de morrer doente sem um tratamento depende da sua capacidade poupar e investir.

  5. Lucas Dominguze 9 de março de 2016 at 14:12 - Reply

    Certa vez, em um curso voltado a área de ensino o instrutor rezou a seguinte estória: “Se de algum modo, trouxessem de volta para os dias de hoje, uma pessoa que viveu 100 anos atrás, ela se chocaria com a evolução das cidades, das vestimentas, das pessoas e seus objetos. No entanto, se ela retornasse dentro de uma sala de aula, não notaria diferenças significativas..” É um sinal de que precisamos de mudanças…

    • Leandro Ávila 9 de março de 2016 at 14:31 - Reply

      O Lucas. É incrível como as pessoas não percebem a gravidade disso que você acabou de descrever.

  6. Gregory Ndukwu 9 de março de 2016 at 14:14 - Reply

    Leandro, muito obrigado por seu excelente post. Eu tenho que lhe dizer que se hoje estou buscando empreender, é devido a você. Eu sou analista de sistema, sou programador, trabalho com sistemas corporativos, robóticas e etc. Ano passado buscando uma melhor administração financeira, achei seu blog. Não satisfeito, fui ler um livro que você indicou, Pai Rico pai pobre. Depois de ler este livro, eu li outro livro do mesmo autor, chamado o negócio do século 21, onde ele explica para mudarmos de endereço e não de trabalho. Depois disso, venho trabalhando cada dia, para ter meu próprio negócio rentável, gostaria de agradecer. Aqui na empresa, eu mesmo com meus desenvolvimentos tecnológicos, acabo contribuindo para alguns postos de trabalho fecharem. Por exemplo, temos um conferente que precisa conferir cada peça manualmente, agora temos drones que fazem isso o tempo todo, sem cansar ou parar.

    • Leandro Ávila 9 de março de 2016 at 14:33 - Reply

      Oi Gregory. Esse conferente que perdeu o emprego precisa se requalificar, como fazer um curso para se tornar piloto de drone.

    • Beto 10 de março de 2016 at 15:37 - Reply

      Ola Gregory. Sou frequentador do CP a muito tempo, tenho a profissão parecida como a sua. Gostaria de te indicar um livro – Independência Financeira do Roberto Kiyosaki, esse é o segundo livro que ele escreveu. Você vai gostar, eu garanto. Abraços, e rumo ao nosso objetivo!

  7. Fabio 9 de março de 2016 at 14:20 - Reply

    Leandro parabéns.

    Pode ajudar?
    Tive que criar outro email para receber seus artigos, no meu email atual não chega mais, tem ideia do que possa ser?

    Obrigado

    • Leandro Ávila 9 de março de 2016 at 14:35 - Reply

      Oi Fábio. Tente cadastrar o email novamente através do http://www.clubedospoupadores.com/assinatura Verifique se a mensagem não estaria sendo colocada em alguma pasta separada. Emails como o gmail, hotmail, yahoo, costumam separar as mensagens e muitas vezes confundem o e-mail que envio com propaganda só pelo fato de conter links para os artigos ou por ser enviado por um sistema que utilizo para enviar mensagens para dezenas de milhares de leitores ao mesmo tempo.

  8. maria cristina 9 de março de 2016 at 14:21 - Reply

    Olá Leandro,
    Gostei do texto. O último parágrafo diz tudo.
    Parabéns!!

  9. Jésun 9 de março de 2016 at 14:29 - Reply

    Mais um texto inspirador Leandro!
    Aguardando o lançamento de seus e-books…
    Parabéns

  10. Bruno Caparoz 9 de março de 2016 at 14:34 - Reply

    Parabéns, Leandro Ávila!

    Excelente artigo.

  11. Eduardo 9 de março de 2016 at 14:36 - Reply

    Artigo que promove a reflexão… Muito bom!

  12. Fernando 9 de março de 2016 at 14:41 - Reply

    Muito boa a reflexão. Penso o mesmo. Enquanto você pensar pequeno, você não conseguira mudar de status. Eu não tenho um negocio próprio ainda mas estou focado para esse objeto.

    • Leandro Ávila 9 de março de 2016 at 14:46 - Reply

      Oi Fernando. Seu padrão de vida e a sua conta bancária é do tamanho do seus pensamentos, dos seus objetivos, dos seus planos, crenças, valores e visão de mundo. Por isso a mudança começa de dentro para fora.

  13. Betania 9 de março de 2016 at 14:49 - Reply

    Muito bom!!!!

    O Brasil vergonhosamente segue bebendo cerveja, votando errado, criando pessoas limitadas…

    • Leandro Ávila 9 de março de 2016 at 15:53 - Reply

      Oi Betania, O Jorge Paulo Lemann aproveita a oportunidade.

  14. Rossi 9 de março de 2016 at 14:49 - Reply

    Ótimo texto!

    Vejo maquinas substituindo o trabalho braçal nas empresas.
    É algo irreversível. Ficará nelas aqueles que estão em constante aprendizado!

    • Leandro Ávila 9 de março de 2016 at 15:55 - Reply

      Oi Rossi. Em momentos de crise, diante da busca por maior produtividade, menores custos, mais competitividade, essa substituição fica ainda mais acelerada.

  15. Bruno 9 de março de 2016 at 14:50 - Reply

    Excelente artigo! Trabalhei como funcionário para acumular capital e poder empreender. Agora preciso ampliar meu conhecimento para tornar minha renda realmente ilimitada. Muito obrigado por compartilhar esse conteúdo, Leandro. Seu blog vem mudando muita coisa em minha vida. Um abraço!

  16. Rossi 9 de março de 2016 at 14:53 - Reply

    [Sistema de inscrição]

    Normalmente encaminho seus e-mail a conhecidos que tem preguiça de se inscrever na mail list.

    Porém tomo o cuidado de apagar o link de “remover” da mensagem.
    Acredito que valha a pena verificar esta sistemática… pois apenas ao clicar por curiosidade o e-mail acaba sendo descadastrado.

    • Leandro Ávila 9 de março de 2016 at 16:00 - Reply

      Oi Rossi. O “Remover” realmente serve para remover a pessoa da lista da maneira mais rápida, simples, fácil, sem burocracia, sem perguntas. Se a pessoa removeu o email e deseja voltar a receber as mensagens basta visitar o endereço http://www.clubedospoupadores.com/assinatura e cadastrar o e-mail novamente.

  17. Paula 9 de março de 2016 at 14:55 - Reply

    Excelente artigo Leandro, acompanho todos os seus artigos, inclusive todos os comentários, parabéns !

  18. Fernando 9 de março de 2016 at 14:57 - Reply

    Leandro,

    Ideias como as desse artigo sempre me deixam meio temeroso.

    Acredito que uma mudança de era sempre será traumática para a maioria das pessoas.

    Como será que ficaram os milhões de artesãos que viram o valor de seu trabalho despencar com a ascensão das indústrias?

    Mesmo que todos esses artesãos fossem grandes visionários e excelentes empreendedores e criassem indústrias, as indústrias menores não seriam massacradas pelas maiores?

    E hoje em dia, se todos fossemos bons empreendedores, haveria espaço para vários “facebooks”, “microsofts”, “googles” e etc.?

    Penso em algo como a existência de um limite máximo do número de pessoas que vão alcançar o patamar de riqueza mencionado no artigo. Se todas as pessoas desenvolvessem suas habilidades e ficassem ótimas, somente as “mais que ótimas” prosperariam (as ótimas seriam devoradas pela concorrência).

    Na atual mudança de eras (da industrial para a digital) acho que a situação é ainda mais grave, pois a mudança é muito mais rápida.

    No mais, parabéns pelo artigo!!!

    • Leandro Ávila 9 de março de 2016 at 16:19 - Reply

      Oi Fernando. É interessante que você pesquise sobre mentalidade da escassez e mentalidade de abundância. Não existe limite para a produção de riqueza na era da informação, embora queiram embutir na sua cabeça que exista este limite (como na era industrial), que para um ser rico é necessário tirar a riqueza de alguém, como se riqueza não pudesse ser produzida por todas as pessoas. No passado a riqueza estava no posse da terra, na posse de máquinas e ferramentas, na posse de minérios e matérias primas. Empresas como Microsoft, Google, Facebooks, e muitas outras que aparecem nessa pirâmide do artigo são construídas através de ideias e processamento de informações. Caminhamos para um mundo onde ter não será tão importante, já que você poderá compartilhar. Veja o caso do UBER. Além do modelo de negócios deles acabarem com a figura do taxista, em breve eles vão acabar com a figura do motorista e da necessidade de ter um carro na garagem. Eles são apenas uma das empresas que está investindo em carros autônomos (leia aqui). Ao mesmo tempo que oportunidades de trabalho são fechadas de um lado, novas oportunidades são abertas do outro lado. Motorista de todo mundo terão que estudar, buscar capacitação, novos conhecimentos e habilidades. Por outro lado, imagine quantas pessoas serão beneficiadas com as melhorias no transporte de pessoas e de cargas. Tudo isso gera inúmeras oportunidades de novas profissões e novos negócios. Se eu fosse taxista, já estaria refletindo sobre o meu futuro. Faz pouco tempo que existia uma enorme quantidade de pessoas que trabalhavam em todo mundo caçando baleias para tirar o óleo que era utilizado para iluminação de casas e das ruas. Para tristeza dessas pessoas alguém criou a lâmpada. Com a energia elétrica muitos empregos desapareceram e muitas profissões e negócios novos foram criados.

  19. Lord Kratus 9 de março de 2016 at 14:58 - Reply

    Antigamente quando soavam os apitos das fábricas uma multidão de operários saia delas, mas hoje não se vê mais isso, elas estão instalando máquinas e contratando menos pessoas do que há 20 anos, o contratado de hoje é considerado mais especializado que o de antigamente, não é difícil imaginar que isso vá continuar acontecendo e cada vez precisem de menos pessoas fazendo operações repetitivas que máquinas podem fazer.

    • Leandro Ávila 9 de março de 2016 at 16:22 - Reply

      Oi Kratus. Não tem volta. Trabalhos repetitivos serão feitos por máquinas e softwares e o trabalho intelectual, gestão, criação e de entretenimento serão humanos. Muitas oportunidades vão surgir.

  20. Fábio Moraes 9 de março de 2016 at 14:58 - Reply

    Boa tarde, Leandro. Lendo este artigo lembro-me de outro artigo que você escreveu que diz que é natural e necessário a busca por novos desafios e mudanças. É natural se tornar mais seletivo, conforme vai se adquirindo mais conhecimento. Isso significa não passar a vida de forma estática, no “ponto morto”. Mudanças são necessárias. Acho que a maior desvantagem de ser empregado é ter um grande teto de vidro sobre a cabeça que nos impede de ascender. Como diz Robert Kiyosaki, você pode até ter um emprego no início, mas não deixe de ter o seu negócio, nem que seja em tempo parcial, mas construa o seu negócio. Parabéns pelo excelente artigo.

    • Leandro Ávila 9 de março de 2016 at 16:29 - Reply

      Oi Fábio, faz parte da natureza humana. Provavelmente a felicidade está nessa busca e não em um ponto estático em algum lugar. Ter um emprego é muito importante, principalmente se você perceber que é uma grande oportunidade para aprender. Quando começamos, a única coisa que temos para vender é o nosso tempo. Quando você consegue valorizar o seu tempo, tem mais recursos para viver e ao mesmo tempo acumular para, quem sabe, ter seu próprio negócio no futuro. Ai você não terá limites.

  21. Bruno Andrade 9 de março de 2016 at 15:02 - Reply

    Artigo excelente como de costume. Ver a supercell na quarta base (de cima para baixo) chega a dar medo, pois é uma empresa que faz jogos para smartphones. A maior parte do lucro dela vem de um único jogo: Clash of Clans.

    • Leandro Ávila 9 de março de 2016 at 16:35 - Reply

      Oi Bruno. É a industria do entretenimento. Você viu o caso do criador do Minecraft? Ele vendeu o jogo por US$ 2.5 bilhões para a Microsoft em 2014. Ele disse que não criou o jogo por dinheiro, não queria ser empreendedor, ele só queria se divertir e sem querer criou um jogo bilionário. Veja a reportagem. Os recursos que ele tinha para criar o jogo, provavelmente eram mais modestos que o notebook que estou utilizando para responder esse comentário. Isso é a era da informação, fonte de oportunidades e riqueza ilimitada. A matéria prima dessa revolução é uma educação de altíssima qualidade.

  22. Lord Kratus 9 de março de 2016 at 15:02 - Reply

    O grande problema do empreendedor é o Brasil e sua cultura Colonialista, o papel geopolítico do país é produzir alimento e matérias primas para as metrópoles e comprar celulares deles, se fugir disso só os amigos do rei e que recebem ajuda dele conseguem sobreviver, se forem ver esses donos de fábricas de bebidas e de redes de TV são todas ligadas ao governo e recebem incentivos deles, já os pequenos,é falência dentro de poucos meses.

  23. Paschoal 9 de março de 2016 at 15:07 - Reply

    Enquanto as escolas ainda estão na época medieval, seu blog dá um show de informações contemporaneas e nos antecipa o que as vezes nao percebemos, por estarmos imersos nesse “modo de operação”. Parabéns por este artigo!!

    • Leandro Ávila 9 de março de 2016 at 16:39 - Reply

      Obrigado Paschoal. É isso mesmo. Todo mundo imerso no “modo de operação” sem perceber que existe uma revolução lá fora, pessoas criando, inovando e enriquecendo com base em uma nova realidade (sem volta). O mundo velho convive com um mundo novo e muitas crises virão durante esse processo de transição. Precisamos acordar.

  24. Adamastor 9 de março de 2016 at 15:53 - Reply

    Parabéns, Leandro!
    Mais um texto brilhante para nossas reflexões…

    E a revolução da indústria 4.0 vem por aí…muitas novidades!!!

  25. Eric 9 de março de 2016 at 16:01 - Reply

    No meu ponto de vista, todas escolas, públicas e particulares, a partir do ensino fundamental e médio, deveriam ter disciplinas sobre Empreendedorismo, Gestão de Finanças Pessoais, Política e Meio Ambiente.
    Entretanto, vão para outro caminho, através de um ensino mecanicista, à base de decorar conteúdo e totalmente desmotivador.

    • Leandro Ávila 9 de março de 2016 at 16:50 - Reply

      Oi Eric. Eu acredito que tudo que ensinam na escola deveria ser revisto. Imagine como seria bom se todo mundo entendesse mais sobre como a política, governos e as leis funcionam. Todos deveriam aprender seus direitos e deveres. Você pode se preso se não respeitar as leis, mas não sabe quais são estas leis. Imagine se todos aprendessem mais sobre a própria saúde, existe uma indústria de mentiras na área de saúde e nutrição que vivem da ignorância das pessoas. Imagine se todo mundo aprendesse a lidar bem com o dinheiro, também existe uma indústria que explora a ignorância financeira das pessoas. Imagine se todo mundo saísse das escolas entendendo como funciona a economia. Nenhum político conseguiria mentir sobre nossa situação econômica. Imagine se todo mundo aprendesse sobre empreendedorismo. Mesmo que a pessoa resolvesse trabalhar como funcionário de uma empresa, entender de empreendedorismo ajudaria muito. Todo ensinamento teórico deveria ser contextualizado com a nossa realidade. Não adianta querer ensinar, você precisa motivar e convencer a pessoa de que aquele conhecimento é útil e importante.

      • Juliana 9 de março de 2016 at 18:09 - Reply

        Otimo comentario!! Infelizmente não é do interesse de quem é responsavel pelo conteudo ensinado nas escolas (o mec – governo) fazer essa mudança…

  26. David 9 de março de 2016 at 16:11 - Reply

    Parabéns Leandro,

    Sempre com conteúdo de qualidade.

  27. Agton 9 de março de 2016 at 16:13 - Reply

    Leandro parabéns por mais um excelente artigo! Infelizmente nosso sistema de educação nos ensina a ser bons funcionários ou bons servidores públicos.
    Pessoas como você nos incentivam a ser empreendedores. E por que não ser um empreendedor digital? Como seu artigo bem destaca estamos na era da tecnologia e da internet. Precisamos voltar nossos olhos para este grande “campo de trabalho”.
    Muito importante você ter mencionado a importância em investir em educação. Ou melhor, geralmente todos seus artigos nos incentivam a investir na educação.
    Em um de seus últimos artigos achei muito interessante o fato de você mencionar que enfrentou o medo/receio da sua exposição ao mundo digital. Ainda bem que você venceu este medo e hoje é uma das referências em seu nicho de atuação.
    Que bom saber que este mês você vai estar lançando novos livros! Para quem conhece seu trabalho fica a expectativa de que será algo realmente bom.
    Depois me ensina Leandro como colocar uma foto de identificação nos nossos comentários aqui no blog. Teria que fazer o login com Facebook ou algo parecido?
    Mais uma vez muito obrigado pelo artigo! Abraço!

    • Leandro Ávila 9 de março de 2016 at 16:53 - Reply

      Oi Agton. Basta vincular uma foto ao seu endereço de email através do site https://pt.gravatar.com/ Sempre que você digitar o seu email no campo de comentários o sistema vai procurar a foto vinculada ao seu e-mail que você cadastrou neste site que indiquei.

      • Agton 9 de março de 2016 at 23:34 - Reply

        Muito obrigado pela dica! Fiz o cadastro. Vou ver se funciona.

  28. Marise Butzke 9 de março de 2016 at 16:36 - Reply

    Prezado Leandro!

    Gostei muito do seu artigo. Sou professora e vou trabalhar o seu artigo com uma turma do ensino médio. Quero fazer parte do grupo de professores que têm certeza de que o modo de ser de uma sala de aula precisa mudar.
    Obrigada por ser tão motivador.
    Professora Marise Butzke

    • Leandro Ávila 9 de março de 2016 at 16:55 - Reply

      Oi Marise. Muito obrigado e parabéns. Você tem uma grande responsabilidade. Não é todo professor que entende o tamanho da responsabilidade que carregam. O país que temos hoje passou por dentro de uma sala de aula.

  29. Jorge Guerino 9 de março de 2016 at 16:49 - Reply

    Oi Leandro,

    Poucos tem capacidade de administrar uma empresa. Muitos não se preparam e abrem um negócio sem nenhum planejamento. Quebram e depois botam a culpa nos impostos, mas nem sabem o que é capital de giro.

    Não pretendo ser um dos homens mais ricos do mundo. Um cargo de juiz federal já me deixaria satisfeito, até mais do que ser um pequeno empresário, pelo custo Brasil que existe.

    Tanto para ser empresário de sucesso ou para ter uma profissão assalariada de alto nível, o essencial é o estudo.

    • Leandro Ávila 9 de março de 2016 at 16:59 - Reply

      Oi Jorge. Agora mesmo existem milhares perdendo o emprego e buscando o empreendedorismo como solução para pagar as contas que vão vencer no final do mês. Isso é um grande perigo! Para quem perdeu o emprego é melhor tentar encontrar um novo emprego rapidamente. Depois, com tranquilidade, a pessoa deve começar a se preparar para montar o seu negócio. Isso passa primeiro por uma boa reeducação financeira, para que a pessoa tenha recursos para investir. Se muitos não conseguem gerenciar as finanças pessoais, imagine o acontece quando tentam administrar as finanças da própria empresa.

  30. Rogério 9 de março de 2016 at 16:59 - Reply

    Ótimo artigo, como sempre Leandro. Sempre há tempo para repensar. Serve para nós e principalmente para nossos filhos que tem a vida inteira pela frente para tomar decisões e escolher o melhor caminho, sem imposição.

  31. Willian Magno 9 de março de 2016 at 17:00 - Reply

    “O brasileiro segue bebendo muita cerveja, assistindo as partidas de futebol da grande emissora naquela televisão de 60 polegadas comprada com dinheiro emprestado de algum banco.”

    Leandro, essa frase é antológica! Parabéns por mais um brilhante artigo!

    • Leandro Ávila 9 de março de 2016 at 17:25 - Reply

      Oi Willian. Infelizmente, se você pegar a lista dos mais ricos do Brasil no site da Fobes só aparece dono de fábrica de cerveja, banqueiros, donos de emissora de televisão e dono de construtora (as mesmas envolvidas nos escândalos de corrupção). Existe muito espaço para empreender. Basta beber menos, assistir menos televisão e aprender a investir o próprio dinheiro para não passar a vida toda pagando juros para os bancos. Com certeza vai sobrar tempo e dinheiro para prosperar.

  32. Joanatan 9 de março de 2016 at 17:48 - Reply

    Olá professor.exerço a segunda profissão mais extressante do mundo.’Motorista de coletivo’,o que já não era bom,vem piorando, a tecnologia vai abolindo a figura do cobrador, o trânsito cada dia mais extressante e violento. Venho buscando empreender na arte da marcenaria. Mas existem muitos’bola murcha’ entre outras contrariedades que desanimam a gente.
    Obrigado pela ajuda.

    • Leandro Ávila 9 de março de 2016 at 19:01 - Reply

      Oi Joanatan. Eu recomendo que você invista na sua qualificação, com certeza seu futuro será mais promissor como marceneiro empreendedor. Existem poucos marceneiros bons, que oferecem trabalho de qualidade e de forma pontual. No futuro, quando os empresários puderam comprar ônibus autônomos, não tenha dúvida que todos os motoristas de ônibus terão que buscar uma nova capacitação.

  33. Janete teles 9 de março de 2016 at 18:24 - Reply

    Parabêns professor.

  34. Luiz Fernando 9 de março de 2016 at 18:33 - Reply

    Boa tarde Leandro.

    Confesso que estou sem palavras para descrever o meu sentimento ao finalizar a leitura desse seu artigo.

    Fico impressionado como você aborda assuntos relativamente simples, mas fundamentais para nos apontar de forma clara, erros primários, dos quais muitas vezes nem percebemos. Certamente guardarei comigo tais regras aqui mencionadas.

    Agradeço por compartilhar tamanha inteligência e sabedoria.

    Grande abraço.
    Luiz Fernando

  35. Ana Beatriz 9 de março de 2016 at 18:48 - Reply

    Mais um artigo excelente! Obrigada, Leandro, por sempre nos presentear com tanta informação de qualidade! =)

  36. Edgar Rubert 9 de março de 2016 at 19:11 - Reply

    Obrigado Leandro, fez eu refletir muito. Vou aproveitar este ano para estabilizar minha vida financeira e o ano que vêm vou começar a fazer faculdade de ciências econômicas com a intenção de aprender o caminho para abrir meu própio negocio.

  37. Rosiani 9 de março de 2016 at 20:03 - Reply

    O livro ” O segredo da mente Milionária” de T. Harv Eker tb discorre sobre isso. Parabéns e muito obrigada pelo artigo!

    • Leandro Ávila 9 de março de 2016 at 21:12 - Reply

      Oi Rosiani. Exatamente. O vídeo que comentei no e-mail que enviei para os leitores é de um dissimulo do T. Harv Eker.

      • Bernardo 10 de março de 2016 at 13:46 - Reply

        Legal, estou lendo este livro! 🙂
        Alias, nunca tinho lido tanto na minha vida.
        Alem disso estou seguindo a dica de um dos artigos do Leandro onde vi uma sugestao do tipo:
        “por que nao postamos nas redes sociais fotos dos livros que lemos, nao compartilhamos os conhecimentos adquiridos e influenciamos as pessoas a serem melhores?”
        A cada livro que termino posto a capa e convido todas a praticar leitura tambem.
        Posso falar que estou super satisfeito com o resultado! eu tenho aprendido muito, muito rápido e ainda tenho recebido feedback dos amigos que gostaram da ideia e estao entrando no mesmo espírito.
        Abraço

        • Leandro Ávila 11 de março de 2016 at 1:50 - Reply

          Oi Bernardo. Isso que você está fazendo é maravilhoso. Já imaginou se no lugar de compartilhar fotos de pratos de comida em restaurantes caros as pessoas divulgassem os livros que terminaram de ler? É um exibicionismo muito saudável e que ajuda a fazer um mundo melhor.

  38. Maikon Afonso 9 de março de 2016 at 20:17 - Reply

    Fantástico, Leandro! Parabéns pelo artigo e pelo real compromisso com a educação financeira do próximo. Infelizmente existem muitos outros sites (inclusive até de pessoas que você conhece e recomenda cursos) que se dizem educadores financeiros, porém somente estão interessados em “vender o peixe” deles, entopem nossas caixas e e-mail com propagandas e mais propagandas, com “oportunidades únicas” de enriquecer que acabam hoje, e depois amanhã mandam outro falando que foi aberto excessão, textos de auto-promoção que não acrescentam em nada e apenas cansam. E justamente por perceber este seu compromisso sem empurrar a venda de seu material, fiz questão de comprar todos os seus livros, pois sei que tudo o que você tem feito é de qualidade e com o propósito real de nos transmitir seus conhecimentos acima dos interesses mercantilistas. Por tudo isso posso dizer que lhe admiro. Parabéns, Leandro! Continue sempre assim, fazendo a diferença! Forte abraço.

    • Leandro Ávila 9 de março de 2016 at 21:25 - Reply

      Oi Maikon. Muito obrigado. Tudo que ensino eu aprendi através de cursos e livros que eu comprei e que sempre estou comprando. O que ensino é apenas uma parte de tudo que estou aprendendo investindo em mim mesmo. Por isso eu sempre recomendo que as pessoas separem uma quantia para investir em educação regularmente. Isso não deve ficar limitado na educação financeira. Existem muitas áreas do conhecimento. Existem autores produzindo conteúdo sobre os mais diversos temas e eles utilizam as mais diversas estratégias de divulgação. Eu acredito que é dando que se recebe. Essa é a estratégia de divulgação que eu utilizo. Eu ajudo as pessoas sem pedir nada em troca e quando elas gostam do meu trabalho é natural que comprem meus livros. Graças a pessoas como você, que compraram meus livros, é que posso dedicar mais tempo para ajudar ainda mais pessoas. É um circulo virtuoso onde todos ganham. Muito obrigado!

  39. SÓCRATES 9 de março de 2016 at 20:20 - Reply

    Leandro muito obrigado por mais esta aula.Realmente a mais pura verdade mas um tanto quanto perturbadora.Entendo que a sua intenção é exatamente essa, de nos tirar da zona de conforto e nos fazer pensar. Sei que o mundo que meu filho viverá já será muito diferente do meu mas tenho certeza que meus netos irão vivenciar boa parte dos acontecimentos narrados por você nesse brilhante artigo.Tenho consciência da necessidade da inovação, da criatividade e do desenvolvimento de nossa plena capacidade para não só evoluirmos mas para sobrevivermos num futuro próximo.Como você bem disse as escolas e os nossos pais não estavam ou estão preparados para essa mudança de paradigma.Não é nossa culpa mas a partir de agora o que podemos fazer? Sinto que todos aqui lendo seus artigos e buscando conhecimento já é um bom começo pois ao menos não estamos “parados na frente da TV(60 pol financiada) vendo novela e tomando cerveja”RS RS RS. Acredito que estudar é empreender e empreender não necessariamente seja apenas ter um negócio, certo? Mas realmente estou nessa busca por um caminho empreendedor para minha vida, de algo que realmente goste para quem sabe transformar em negócio.Você tem alguma sugestão de curso ou livros para buscarmos encontrar essa nossa missão que é de alguma maneira agregar valor as pessoas através de uma arte? A questão é como começar a desenvolver esse espírito empreendedor agora? Quais os primeiros passos?

    • Leandro Ávila 9 de março de 2016 at 22:43 - Reply

      Oi Sócrates. Todo negócio começa com a seguinte pergunta “Como eu posso melhorar a vida das pessoas?”. Normalmente as pessoas começam com a pergunta errada “Como eu posso ganhar dinheiro?”. Quando você encara seu negócio como uma forma de ajudar as pessoas, o dinheiro vem como consequência inevitável. Os clientes percebem quando o dono da empresa realmente está preocupado em entregar um produto / serviço de valor, quando existe um comprometimento em ajudar. Isso atrai mais clientes e fideliza clientes. O dinheiro é sempre uma consequência e não o fim.

  40. Kleber 9 de março de 2016 at 21:03 - Reply

    Leandro,

    Parabéns por mais uma artigo.

    Sugestão: Poderia colocar a data nos artigos

    Abraço

  41. Gustavo Ventura 9 de março de 2016 at 21:54 - Reply

    Leandro, obrigado por mais esse excelente artigo. Sou servidor público, ocupo um bom cargo, mas sempre me pego pensando que o melhor seria trabalhar em algo de minha própria criação. Acredito que a motivação para trabalhar seja bem maior, quando a tarefa executada possui um significado maior para si mesmo.

    • Leandro Ávila 9 de março de 2016 at 22:47 - Reply

      Oi Gustavo. Eu não tenho dúvida que a motivação é bem maior. Inclusive eu acredito que servidores públicos desmotivados deveriam trocar o serviço público pelo empreendedorismo. Deve ser muito ruim trabalhar sem motivação, o pior é que isso acaba refletindo na qualidade do trabalho do servidor público. O mesmo vale para quem está desmotivado na iniciativa privada. É claro que para isso é importante preparação.

  42. Charles Silveira 9 de março de 2016 at 22:53 - Reply

    Muito bom o artigo, muita verdade escrita, que muitas pessoas ainda não conseguem enxergar, parabéns.

  43. joao 9 de março de 2016 at 23:12 - Reply

    O problema é que o brasileiro mé(r)dio é burro e acomodado, o objetivo de vida deles é ganhar na loteria ou se aposentar e ficar dormindo o dia todo.
    Sou FP e onde trabalho é um chororô que o salario é pouco, que o governo é isso, botam culpa no filho, na mãe, cachorro, mas ninguém quer correr atrás……só pensam em emendar feriados e combinar churrasco.
    Eu tenho uma segunda renda, além de investimento em renda fixa e ações.
    Dia desses fui falar de investimentos com um amigo e o cara me fala que faz mal falar de dinheiro, que dinheiro é pra gastar e aproveitar a vida.
    Deve ser por isso que eu e minha esposa passamos nossas férias no exterior, enquanto ele resmunga que teve que cortar a escola particular da filha.
    Acredito piamente que não importa quanto você ganha mas o que você faz com seu dinheiro.

    E parabéns pela sequência de ótimos artigos.

    • Leandro Ávila 10 de março de 2016 at 0:20 - Reply

      Oi João. São todos vítimas. Tudo começa na mudança de mentalidade.

  44. Edy Menezes 9 de março de 2016 at 23:15 - Reply

    Obrigada Leandro.

    Esse artigo foi muito importante pra mim. E interessante como você fala do conhecimento. Sim, devemos estudar sempre.

  45. Alexandre Pereira 9 de março de 2016 at 23:56 - Reply

    Sem comentários. Sou funcionário público e não ganho mal (se comparado a média nacional). De acordo com o PT sou classe média alta, mas discordo e não percebo isso no dia a dia. O problema, temos a tal estabilidade, e vejo muitos colegas que param no tempo por isso, param de investir na própria formação. Enquanto os que crescem e ganham bolsas, auxílios, e benefícios são criticados e acusados. Em todas as áreas o fato é: camarão que dorme a onda leva.

    • Leandro Ávila 10 de março de 2016 at 0:22 - Reply

      Oi Alexandre. É verdade. Essa estabilidade pode ser uma verdadeira maldição.

  46. Renato 9 de março de 2016 at 23:57 - Reply

    Muito bom, Leandro!
    Não sei se você conhece o trabalho do MD Magno, um psicanalista carioca, discípulo de Lacan, que foi professor na França, fundou o Colégio Freudiano do RJ etc. Ele tem um vasto trabalho de reflexão sobre essa passagem que estamos vivendo, que ele chama de 4° Império (são 5, segundo a teoria dele). É um momento em que, se essa aceleração tecnológica continuar, progressivamente, os padrões mentais e exigências de desempenho das pessoas tendem a promover hábitos cada vez mais ligados à flexibilidade, mutação constante, de valores e práticas diversas. Vale a pena dar uma lida no trabalho dele, quem quiser entender no que o mercado parece estar se transformando. A questão das máquinas inteligentes é uma delas. O que quer dizer “pensar”: repetir padrões que até máquinas e robôs treinados fazem ou ir além do que está estabelecido, atrás do novo? Esse tipo de questionento está no trabalho do Magno. Fica a dica. E, claro, Leandro, obrigado por manter esse seu projeto. É inspirador! Abraço.

    • Leandro Ávila 10 de março de 2016 at 0:37 - Reply

      Obrigado Renato. Vou pesquisar. Sei que os países ricos possuem grandes regiões onde empreendedores, muitas vezes são pessoas muito jovens, estão desenvolvendo tecnologias que estão transformando este mundo que conhecemos. Nos EUA existe o Vale do Silício nos EUA, no Japão temos Tsukuba, Vale do Ruhr na Alemanha, Toulouse na França e no Brasil todo mundo acreditava que o futuro estava no petróleo do pré-sal, explorado por um monopólio Estatal ineficiente, que segundo as investigações, só servia para desviar dinheiro para políticos corruptos. Logo o Petróleo, combustível da era industrial que está perdendo sua importância. Já existem fábricas que divulgaram quando irão parar de produzir carros movidos a combustão (fonte).

  47. Ronne 9 de março de 2016 at 23:57 - Reply

    Péssimo artigo. Não acrescentou nada na minha vida. Não me fez pensar. Não me motivou a fazer nenhuma mudança. Detestei.
    É. Tem que ser assim, mentindo para ser diferente. afinal, é difícil dizer não ser repetitivo! 🙂
    Já disse o quão bem escritos e motivantes são os artigos do Sr. Leandro Ávila. Já disse que ele presta um grande serviço de utilidade pública à sociedade com esse trabalho. Já disse que esse blog é simplesmente fantástico e deveria ser lido por muito mais pessoas.
    Obrigado mais uma vez, Sr. Leandro Ávila pelas sábias palavras e por nos convidar a pensar e repensar nossas vida, nossos papéis e nossos hábitos.

  48. mailson feitosa 10 de março de 2016 at 0:19 - Reply

    Tudo bem Leandro? Acompanho seus artigos através deste sítio e gosto muito de seus artigos, por sinal, são muito explicativos e esclarecedores. Concordo em partes nesse artigo, vejo que a vida do brasileiro se torna mais tranquila(com estabilidade maior) quando consegue-se passar em concurso público, para a aquisição da tão sonhada estabilidade, sobretudo quando o cargo paga bons proventos. Sou professor de Instituto Federal, tenho renda fixa e penso em poupar para investir, a título de somar uma renda extra. Investir em imóveis e outros negócios, pois com essa instabilidade pela qual o país atravessa, é difícil se pensar em renda puramente oriunda de negócios.

    • Leandro Ávila 10 de março de 2016 at 0:50 - Reply

      Oi Mailson. A maioria das pessoas prefere a estabilidade. Por isso que o número de pessoas dispostas a procurar um emprego (vender seu tempo em troca de um salário fixo e direitos trabalhistas) é bem maior do que as pessoas que querem empreender. Inclusive, socialmente falando, é mais elegante falar que você tem um ótimo emprego público do que falar que você tem uma pequena empresa. O problema é que essa visão de mundo nos faz o país que somos. Não seremos um país de pessoas prosperas e ricas com todo mundo trabalhando para o Governo. Alguém precisa produzir alguma coisa para pagar impostos e estes impostos serem utilizados para pagar os funcionários do Governo. Para um país repleto de pessoas ricas e bons salários é necessário muito empreendedorismo. São os empreendedores que correm os riscos, oferecem empregos e fazem o PIB crescer. Quanto mais empreendedores, mais produtos, mais serviços, mais competição, mais escolhas, mais empregos, mais exportações, mais impostos, etc. A ideia do artigo é mostrar essa realidade que muita gente não entende.

  49. Dema 10 de março de 2016 at 8:34 - Reply

    Bom dia. Bom artigo, mas o texto deixa parecer que a unica maneira de ficar rico é empreender. O que dizer de profissionais altamente capazes? Sejam eles funcionarios de empresas ou sejam profissionais liberais (médicos, engenheiros, economistas, consultor, arquiteto, etc) que faturam altissimas somas. O capital desses profissionais é o conhecimento entre outras qualidades necessárias que não vou entrar no merito.

    • Leandro Ávila 10 de março de 2016 at 9:53 - Reply

      Oi Dema. Existem profissionais altamente capazes no setor privado que ganham entre R$ 30 mil e R$ 50 mil por mês quando atingem níveis elevados como a diretoria das empresas depois de algumas décadas de trabalho. Isso pode parecer muito para um empregado, mas não é muito para um empreendedor. Tem muito Food Truck vendendo comida na rua que lucra isso por més. Qualquer dono de restaurante e padaria consegue uma renda maior do que isso por mês, apesar de não usufruir do “status social” de ser o diretor de uma grande empresa. Eu acredito que esse status conta muito para que muitos desses profissionais prefiram um salário fixo no final do mês. Nessa página aqui existe uma relação dos salário de diversos setores.

  50. Alex Pereira 10 de março de 2016 at 8:59 - Reply

    Ótimo artigo Leandro!
    Me faz refletir mais ainda sobre a minha situação.
    Eu tenho 28 anos, sou empregado, trabalho com tecnologia. Tenho excelente salário, comparado com a região onde vivo (Goiânia). Mas, como disse, sou limitado a este salário.
    Eu pretendo mudar meus pensamentos, buscar o conhecimento necessário para empreender, mas ainda tenho muito medo, acho que entrei numa perigosa zona de conforto. Algo em mim diz para eu mudar a situação… e eu tenho que mudar e empreender!

    • Leandro Ávila 10 de março de 2016 at 9:56 - Reply

      Oi Alex. Quando você se nivela pela média do salário da sua região, isso também joga você na zona de conforto. O mesmo acontece quando a pessoa se nivela com a média do salário dos seus amigos e parentes. Alguém que ganha 2 salários mínimos pode se sentir confortável e satisfeito com seus resultados se todos os seus familiares e amigos possuem uma renda média de 1 salário mínimo. Não deixa de ser uma situação limitante.

      • Marcos Arcanjo 13 de março de 2016 at 11:25 - Reply

        Nossa realmente.
        Nunca tinha visto por esse ângulo a questão de comparação…
        Obrigado pela luz

  51. Fillipe Lima 10 de março de 2016 at 9:00 - Reply

    Bom dia, Leandro. Matou a pau mais uma vez! Eu estou com 25 anos e estou insatisfeito exatamente com isso, sou Bacharel em Ciências Contábeis e trabalho como analista atualmente, porém estou vendo que meu rendimento está limitado ao que a empresa está disposta a pagar e isso me incomoda bastante e por este motivo estou procurando um ramo para começar a empreender e ter uma renda “ilimitada”. Parabéns e continue esta iniciativa tão boa para a população que ainda vive no passado.

  52. Marcelo 10 de março de 2016 at 9:01 - Reply

    Oi Leandro,

    excelente artigo, concordo com tudo que foi dito, dentro do contexto de adquirir riqueza, principalmente que sempre temos que buscar conhecimento. A minha reflexeção é em relação ao pensamento de que todas pessoas devem querer ser ricas eempreendedoras. Acho que tudo na vida é questão de perfil, entendo que sempre vai haver espaço para o funcionário, para o artesão, para o pequeno empreendedor que quer continuar pequeno, acho um pouco louco a pessoa sempre ficar corrrendo atrás da riqueza (material), tem pequenos empresários que querem continuar pequenos, sempre vai haver espaço para o pequeno artesão, que faz peças mais exclusivas que as máquinas, acredito muito no talento ( que sempre pode e deve ser lapidado).
    Entendo que o artigo é sobre as limitações que as pessoas tem para se tornarem ricas, mas só queria deixar esta opinião, nem todo mundo quer ser rico, quer ser lider, quer ser empreendedor, mas concordo que todos devem buscar evouluir, tanto profissional e financeiramente, quanto cultural e espiritualmente.

    Abraços

    • Leandro Ávila 10 de março de 2016 at 10:13 - Reply

      Oi Marcelo. Tudo na vida é questão de querer, não de perfil. Se a pessoa quer ser um artesão, isso não significa que ela deva ser um artesão pobre. Vi uma reportagem de um artesão que buscava árvores derrubadas nas florestas da região onde morava. Ele não derrubava as árvores, ele localizava árvores velhas que caiam naturalmente. Ele recolhia essas árvores e transformava seus troncos em móveis. Ele vendia mesas feitas de troncos que custavam mais de R$ 20 mil e existia uma fila de pessoas interessadas. Ele era um pequeno artesão com um trabalho de altíssima qualidade. Da parte dele não existia nenhuma corrida por riqueza, mas uma paixão pelo que ele fazia. Cada móvel era uma obra de arte única, pois cada tronco de árvore era único. Seus clientes entendiam o que ele fazia como arte e valorizavam a qualidade do trabalho dele. Na reportagem ficou claro que a riqueza era apenas uma consequência de um trabalho feito com amor e alta qualidade que naturalmente era reconhecido pelos clientes. Não existe nenhuma incompatibilidade entre ser um pequeno empreendedor e ao mesmo tempo conseguir grandes resultados financeiros. Acabei de dar o exemplo dos food trucks. Até vendendo comida de rua você pode atingir um nível de renda igual ou até maior do que a renda de muitos executivos, sendo que a maioria das pessoas que prosperam em food trucks não são aquelas focadas no dinheiro, são as que realmente gostam do que estão fazendo (quem foca só no dinheiro acaba quebrando rapidamente). Muito dinheiro é sempre a consequência de um trabalho muito bem feito.

  53. Marjorie Ferro 10 de março de 2016 at 9:02 - Reply

    Leandro, este foi sem dúvida o melhor artigo que li no seu site até hoje! A qualidade dos seus artigos, fontes, senso crítico e interesse genuíno em ajudar as pessoas me fazem divulgar o seu trabalho sempre que possível. Parabéns! O clube dos poupadores é como uma pílula de conhecimento que “irradica” a minha ignorância.

    • Leandro Ávila 10 de março de 2016 at 10:14 - Reply

      Oi Marjorie. Muito obrigado, fico feliz por espalhar essas pílulas. 🙂

  54. Candida 10 de março de 2016 at 9:40 - Reply

    Oi Leandro. O que está acontecendo no site do tesouro direto? Nunca está disponível.

    • Leandro Ávila 10 de março de 2016 at 10:18 - Reply

      Oi Candida. Em dias tensos, como hoje, as taxas de juros estão sofrendo variações tão bruscas que o Tesouro Direto fecha para calcular o preço dos títulos que irão vender para as pessoas físicas. Normalmente eles calculam esses preços 3 vezes por dia e se ocorrer variações muito grandes eles param de vender os títulos por algum tempo. Vale lembrar que eles calculam esses preços com base nas negociações de compra e venda de títulos feitas entre o tesouro nacional e as empresas, e também com base no DI futuro. Devido aos últimos acontecimentos políticos eles estão parando o Tesouro quase todos os dias. Veja http://www.tesouro.fazenda.gov.br/avisos

  55. Ricardo 10 de março de 2016 at 9:41 - Reply

    Muito bom seus artigos como sempre. Mas vamos lembrar que estamos no Brasil e ser empresário aqui, com esse DESgoverno e intervencionista é como ser mais que um HERÓI! A teoria é bonita mas a prática nem tanto…Só olharmos para nossas empresas do dia a dia e da bolsa de valores…

    • Leandro Ávila 10 de março de 2016 at 10:19 - Reply

      Oi Ricardo, para ser empresário no Brasil é necessário estar muito bem preparado.

  56. Bruno 10 de março de 2016 at 10:19 - Reply

    Leandro,
    Excelente o texto e a maneira como o descreve!
    Infelizmente no Brasil o processo de transição entre gerações é lento.
    Através desse tipo de informação, os mais novos país podem começar a ter atitudes diferenciadas com seus filhos, os ajudando e estimulando esses tipo de conceito.
    Brasil com certeza é um país rico com muitas oportunidades porém limitador em todos os lados. É cômodo para muitos que os brasileiros não recebam essa educação financeira,(principalmente para os políticos)
    Deixando muitos na zona de conforto, presos no ciclo vicioso do dia a dia trabalhando hoje para pagar dívidas passadas.
    Parabéns mais uma vez.
    Estou no aguardo do seu livro.

  57. Angela Silvestre 10 de março de 2016 at 11:01 - Reply

    Parabéns por mais um excelente arquivo, sou educadora e sei como funciona o sistema que empobrece a mentalidade humana. Mas também, não só a educação, como também tudo o que gira em torno dela, a sociedade, a família a politica, etc. Nosso papel é fazer o diferencial, é plantar uma sementinha de cada vez, assim como você esta fazendo. Parabéns, que outros profissionais tomem como exemplo o seu trabalho.

    • Leandro Ávila 11 de março de 2016 at 1:44 - Reply

      É isso mesmo Angela. A mudança vai ser semente por semente.

  58. Felipe Lyra 10 de março de 2016 at 11:04 - Reply

    Como sempre um ótimo texto.

  59. Angela Silvestre 10 de março de 2016 at 11:15 - Reply

    Oi Leandro, só a titulo de informação… Estou pensando em montar uma livraria online, mas não encontrei nenhum arquivo que me trouxesse informações seguras de como investir ou de como abrir parcerias. Você entende, ou sabe como posso obter mais informações? Gostaria que seu próximo arquivo falasse sobre esse ramo de mercado online.

    • Leandro Ávila 11 de março de 2016 at 1:46 - Reply

      Oi Angela. Não tenho informações sobre livrarias online. Sei que é jogo para gente muito grande. Nos EUA empresas como Amazon (que já está no Brasil) dominam o mercado. Não parece ser um mercado com espaço para os pequenos.

  60. Misael da Silva 10 de março de 2016 at 12:18 - Reply

    Muito obrigado pr este artigo para nós refletimos a cada dia sobre nosso futuro.

  61. Pedro 10 de março de 2016 at 15:26 - Reply

    Leandro, parabéns pelo artigo.

    Sou citado como louco quando eu digo que a escola é um condicionador mais do que uma instituição de ensino e que, no fim das contas, quanto mais cedo você aprender que é responsável pela sua própria educação, melhor. Mesmo com a ajuda de um professor, o perfil autodidata consegue extrair o que tem de melhor daquele profissional e não vai pagar pra um cara ensinar o que ele aprenderia sozinho, mas sim aquilo que tomaria muito mais tempo e energia sozinho do que simplesmente pagar alguém pra te apontar o atalho.

    Mudei de carreira quando percebi que teria que ser professor no nosso atual sistema de educação e, hoje, 5 anos depois, não me arrependo vendo a penúria que passam meus colegas (mesmo os que estão dando aulas em colégios considerados TOP) por eles mesmos terem que se enquadrar na jaula.

    Mesmo que uma pessoa opte por estar dentro das caixas das instituições, sendo o que for (empregado, aluno, whatever) ele ter na cabeça a real situação da sua condição fará com ele tenha noção do potencial que tem pra alcançar lá dentro e qual será a melhor hora de ir embora.

    Parabéns pelo blog, excelente texto.

  62. André 10 de março de 2016 at 15:48 - Reply

    Parabéns pelo ótimo artigo, Leandro! Esta mensagem veio a calhar no momento certo da minha vida.

    Apesar de tudo, ainda acho que há um medo grande em abrir o próprio negócio aqui no Brasil devido à elevada carga tributária, burocracia e entraves para o pequeno empresário. Dentre esses “entraves”, destaco a corrupção que funciona de forma sistêmica.

    Tenho pensado em como sair desse ciclo vicioso de vender o tempo por uma quantia de dinheiro. Para isso, tento descobrir o que eu gostaria de fazer para o próximo… como criar e oferecer um produto que tenha valor agregado.

    Um abraço!

    • Leandro Ávila 11 de março de 2016 at 2:42 - Reply

      Oi André. O caminho é exatamente esse. Qual será sua contribuição para a sociedade quando for um empresário? Normalmente as pessoas pensam em como tirar o máximo de dinheiro das outras através de uma empresa, sem nenhuma preocupação em agregar valor. Veja o mau exemplo desses empresários que são presos em escândalos de corrupção. Isso é uma mentalidade do passado.

  63. Hilton 10 de março de 2016 at 15:49 - Reply

    Eu sempre tive uma “coceira” em empreender. Mas de onde venho a referência era ser servidor público. Hoje tenho renda regular razoável mas não estou plenamente satisfeito. De modo automático sempre observo – como consumidor que também sou – o “funcionamento” das empresas quanto aos seus produtos e serviços e o quanto elas podem melhorar. O grande dilema hoje, creio, é: como buscar ser empreendedor nesse país imprevisível podendo manter sua renda atual para a família tal como estou hoje? Em tempo: Parabéns pela matéria.

    • Leandro Ávila 11 de março de 2016 at 2:45 - Reply

      Oi Hilton. A busca por uma maior independência financeira ajuda muito neste processo. Vamos imaginar que você consiga acumular um patrimônio que permita empreender garantindo uma margem de segurança no início. Por isso que independência financeira não tem relação com riqueza, mas sim com liberdade de escolha. Quem vive um mês depois do outro sem nenhuma reserva não consegue se livrar do emprego.

  64. Nadine 10 de março de 2016 at 16:14 - Reply

    Ótimo artigo, Leandro. A mãe de uma amiga é professora há 30 anos e, segundo as palavras dela: “em 30 anos lecionando, a única coisa que mudou foi a lousa, que ficou branca”. A sociedade muda a cada instante e nossas escolas não.

    • Leandro Ávila 11 de março de 2016 at 2:45 - Reply

      Oi Nadine. É uma lamentável verdade. A escola parou no tempo.

  65. André 10 de março de 2016 at 17:11 - Reply

    Leandro, parabéns pelo artigo! Estive pensando nessa limitação recentemente, quando eu fui transferido de setor (o antigo acabou) e tive que aceitar bonificações menores, o que reduz a minha remuneração.

    Entretanto, empreender aqui no Brasil é tarefa árdua, não achas? Temos uma carga de tributos enorme, além da burocracia para atrasar todo esse processo.

    Fica com Deus e continue o seu ótimo trabalho!

    • Leandro Ávila 11 de março de 2016 at 2:49 - Reply

      Oi André, a burocracia e a carga tributária para o pequeno empresário já foi muito maior. A situação melhorou muito. Eu abri minha primeira empresa com 18 anos e coisa era mais burocrática, demorada e não existia o Simples Nacional. Abrir uma micro empresa nos dias de hoje é bem rápido e fácil, pelo menos na área de serviços.

      • André 11 de março de 2016 at 10:44 - Reply

        Oi Leandro! Muito obrigado pela resposta. Gostaria de te parabenizar pelo espírito empreendedor desde cedo.

        Aos 18, eu estava começando a faculdade… ainda com o pensamento de me formar e arranjar um emprego para ficar a vida inteira. Triste como nos condicionam!

        Uma dúvida , o Simples pode ser recolhido apenas por MEIs?

        Você não pensa em lançar conteúdos em vídeo? Tenho certeza que faria um sucesso grande também.

        Um abraço !

        • Leandro Ávila 11 de março de 2016 at 13:38 - Reply

          Oi André. Existe as empresas ME (Micro Empresas) que utiliza o Simples. Dependendo da atividade e do faturamento existe uma alíquota diferente. No caso da MEI (Micro Empreendedor Individual) para empresas que faturam até R$ 60.000,00 também é enquadrado no Simples Nacional, mas ficará isento dos tributos federais (Imposto de Renda, PIS, Cofins, IPI e CSLL). Quem tem uma MEI paga apenas o valor fixo mensal de R$ 45,00 (comércio ou indústria), R$ 49,00 (prestação de serviços) ou R$ 50,00 (comércio e serviços), que será destinado à Previdência Social e ao ICMS ou ao ISS.

          • André 11 de março de 2016 at 15:05

            Olá, Leandro! Entendi.
            Pois é, a dúvida era esta mesmo, porque uma MEI possui um faturamento anual relativamente “baixo” e eu não sabia se as MEs tinham essa “facilidade” na tributação.

            Obrigado! Abraços!

  66. Dênis Barbosa Batista 10 de março de 2016 at 17:59 - Reply

    Ótimo artigo, Leandro! Como sempre.Isso é muito bom pra nosso despertamento. Não podemos “dormir” no ponto, não.E, falando em ponto, que gastemos mais tempo aprendendo pra inovar e crescer na vida (em todos os sentidos), e não fazendo “horas extras” pra patrão, deixando de aproveitar o tempo pra coisas mais importantes ainda.O tempo é um valioso bem. Aprendi isto com você, professor Leandro. Continue nessa de ensinar a todos nós carentes de um certo direcionamento! Um dia, com a ajuda de Deus, chegamos lá: um lugar de conforto e descanso pra nós e nossos entes queridos.

    • Leandro Ávila 11 de março de 2016 at 2:52 - Reply

      Oi Dênis. O tempo não tem preço. Os mais ricos do mundo também possuem 24 horas e não podem comprar nem 1 segundo à mais.

  67. wilson 10 de março de 2016 at 19:42 - Reply

    muito bom leandro! estou com esse poblema da limitaçao tenho uma pequena empressa ja a oito anos
    mas meio estagnado.
    vou fazer isso q a materia esta recomendando buscar mais conhecimento, para resouver o maior poblema que tenho analisado! e a venda a prazo a inadiplencia esta me limitando muito,voce me endica fazer oque?
    moro no interior do mt e na minha cidade a populaçao tem essa tradiçao de comprar muito no cadastro.

    • Leandro Ávila 11 de março de 2016 at 2:56 - Reply

      Oi Wilson. Existe tanto concorrente incompetente que tendemos a nos nivelar por eles, ou seja, se você oferece um nível de atendimento e serviço equivalente ao dos concorrentes você fica acomodado naquela situação. Quando a empresa só tem preço e prazo para oferecer de valor para as pessoas, isso é um sinal de problema. Significa que você não está fazendo o trabalho direito. As pessoas não valorizam só preço e prazo.

  68. Rafael Cruz 10 de março de 2016 at 22:38 - Reply

    Excelente artigo Leandro. Parabéns. Me fez pensar muito sobre meus objetivos atuais. Estou fazendo um curso sobre empreendedorismo e vai muito de encontro com o que você escreveu nesse artigo. Realmente, quando trabalhamos 8 horas por dia, ganhar muito dinheiro fica complicado, bem complicado.

    • Leandro Ávila 11 de março de 2016 at 2:58 - Reply

      Oi Rafael. É praticamente impossível. Para ganhar bem como assalariado você terá que assumir responsabilidades grandes e terá que conviver com um nível de estresse muito elevado. Basta observar a vida dos executivos das grandes empresas. O que eles ganham parece muito, mas é pouco diante das pressões e da responsabilidade que precisam assumir.

  69. João Paulo 10 de março de 2016 at 23:01 - Reply

    Que artigo magnífico!!!

  70. Bradley 11 de março de 2016 at 2:39 - Reply

    Bom artigo, mas acho q empresas como facebook nao sao um exemplo bom disso tudo, porque o valor dado a essas empresas parece me altamente fugaz, a relacao valor lucro na verdade eh bem pequena, a empresa tem eh mesmo muita notoriedade, eh o efeito viral, sistemas como whatapp nao fazem suscesso pela sua inovacao mas sim porque ficaram na moda! Ha uma especie de capitalismo de fama, existem muitos programas alternativos ao whatapp e ate melhores mas q nuncam vao vingar.
    A industria farmaceutica patenteadora de remedios tem uma relacao lucro investimento muito melhor.
    Em ambos os casos o Brasil esta fadado ao fracasso,

  71. Márcia Martins 11 de março de 2016 at 5:54 - Reply

    Eu sou profissional liberal. A desvantagem é que tenho um número de horas limitado para trabalhar pois não tenho como aumentar a minha produtividade com outras pessoas trabalhando para mim. Consigo poupar mas um valor que não considero tão alto e me desanimo com a perspectiva que mesmo poupando não conseguirei ter independência financeira na velhice pois os juros que recebo da minha poupança (poupança como termo genérico) sempre são infinitamente menores que os do mercado (inflação, juros de bancos para empréstimos etc).

    • Leandro Ávila 11 de março de 2016 at 13:32 - Reply

      Oi Márcia. O profissional liberal fica com tudo que produz, mas assume todos os riscos. Tem a possibilidade de trabalhar mais horas por dia para atingir um objetivo. O problema é a limitação do tempo.

  72. Louis 11 de março de 2016 at 11:40 - Reply

    Para quem tem a pretensão de ficar muito, muito rico, realmente é necessário empreender. Mas é preciso lembrar de quantas pessoas perdem tudo ao se lançar no empreendedorismo. Não é um mar-de-rosas. É como apostar na carreira de jogador de futebol, menos de 1% vai chegar ao topo, a maioria nem consegue se sustentar.

    • Leandro Ávila 11 de março de 2016 at 13:40 - Reply

      Oi Louis, é verdade. Abrir um negócio é um investimento de risco. Não existe retorno garantido e tudo depende do seu preparo e das suas habilidades. Não existe um código de defesa para o pequeno empresário, na verdade existem todos os códigos e leis contra os empresários.

  73. Leonardo 11 de março de 2016 at 12:09 - Reply

    Faltou pautar na minha opinião a relação entre este pensamento com a realidade brasileira. Pois você deve saber como o empreendedorismo é desestimulado aqui com milhões de impostos, taxas e alvarás necessários para fazer com que o estabelecimento esteja operando legalmente, protegendo com isto uma cúpula de empreendedores já existente, são as famosas empresas jurássicas, as quais até gigantes como netflix, uber, spotfy, etc têm tido dificuldade de fazer base aqui.
    Infelizmente o incentivo aqui está atrelado aos juros compostos (enquanto em outros lugares é negativo, aqui é absurdamente positivo). Para ser um bom empreendedor aqui, a não ser que você esteja pensando na exceção da exceção, você já deve ter muito dinheiro sim, infelizmente.

    • Leandro Ávila 11 de março de 2016 at 13:43 - Reply

      Oi Leonardo, eu não vejo dessa forma. Existem muitas áreas onde você pode empreender começando do zero. É claro que existem atividades que exigem investimento, mas existem muitas atividades que podem ser iniciadas até dentro da sua casa.

  74. Ewerton 11 de março de 2016 at 12:25 - Reply

    Parabéns pelo artigo Leandro, a era digital é um caminho sem volta, como você colocou, mas o que me impressiona é o modo como nos tornamos refém dela, basta lembrarmos do bloqueio do Whatsapp feito no Brasil e os transtornos gerados ou em outra hipótese, como os sistemas estão interligados e já pensou se houver uma pane mundial na internet. Tudo muda a velocidade da luz, a robótica é o futuro e o caminho, porém, extingue diversos empregos e mesmo que esses trabalhadores se qualifiquem em uma nova função será que existirá espaço para todos se realocarem no mercado de trabalho ? Até mesmo pessoas qualificadas sofrem com esta revolução, pois o que predomina no mercado de trabalho é a Lei da oferta e demanda, igualmente, como já foi falado em comentário acima, já imaginou se todos resolvessem empreender ? Quem seriam seus clientes e seus colaboradores? Será que retroagiremos ao escambo novamente ? São reflexões que faço. Mas o que fica da sua mensagem é que devemos sempre estar preparados e aptos a mudanças, além disso, você colocou muito bem somente tem renda infinita quem organiza, administra e aloca mão de obra a seu favor, isso independente da era sempre foi e sempre será assim. Abraço e mais uma vez parabéns pelo artigo.

    • Leandro Ávila 11 de março de 2016 at 13:56 - Reply

      Oi Ewerton. As pessoas precisam se adaptar. Um dia alguém criou a lâmpada e isso destruiu muitos empregos. Até século XIX existiam empresas que caçavam baleias para retirar sua gordura e produzir um óleo que era utilizado na iluminação pública das cidades. Muitos empregos foram destruídos e não acredito que seria correto impedir a produção e venda de lâmpadas para salvar a indústria que produzia óleo combustível com gordura de baleia. No caso dos empregados, eles já estão sendo substituídos por máquinas. Veja o setor bancário. No mundo todo os bancos estão fechando agências. Existem muitas fábricas onde todos os processos são mecanizados. É uma tendência sem volta . Teremos cada vez menos empregos e cada vez mais oportunidades para empreender, já que máquinas e tecnologias serão acessíveis para todos que queiram ter um negócio próprio. Veja o exemplo do computador. No passado, somente grandes empresas podiam ter computadores. Atualmente os computadores são vendidos até nos grandes supermercados.

  75. Alvaro Mota 11 de março de 2016 at 14:24 - Reply

    Boa tarde Leandro.

    Ótima matéria, peço, se possível, que você publique algo em relação ao empreendedorismo rural, visto que, de acordo com o IBGE cerca de 85% da população brasileira é urbana e apenas 15% é rural, e com a tendência de ficar menos gente no campo.

    Todos nós temos conhecimento de que sem a população rural acabaremos virando um país sem abastecimento dos alimentos mais básicos, tendo em vista que o agronegócio que utiliza um grande e vasto aparato tecnológico que dispensa muita mão de obra, visa tão somente as culturas que se tornaram commodities.

    Gostaria que você falasse um pouco a respeito, pois sou Eng. Agrônomo e tenho contato principalmente com os pequenos produtores do meio rural e tenho visto cada vez mais a dificuldade que estes enfrentam para conseguir mão de obra para o trabalho, mesmo pagando todos os direitos trabalhistas. As pessoas estão saindo cada vez mais da zona rural para se sujeitarem em subempregos nas cidades, ou mesmo buscando uma melhor qualificação para fugir do trabalho rural.

    Obrigado por sua atenção.

    • Leandro Ávila 16 de março de 2016 at 14:23 - Reply

      Oi Alvaro. O futuro será cada vez mais mecanizado. Por isso é tão importante o investimento em educação. No futuro teremos mais engenheiros no campo, teremos mais técnicos em equipamentos do que agricultores. As máquinas vão fazer o trabalho pesado.

  76. JOÃO NEVES 12 de março de 2016 at 13:41 - Reply

    ÓTIMO ARTIGO PARABENS

  77. Lucas 12 de março de 2016 at 19:18 - Reply

    Leandro, mais um artigo perfeito! Eu li o livro “Pai Rico, Pai Pobre” em 2005, aos 19 anos. Na época tudo aquilo parecia lindo na teoria, mas eu,como sempre fui pobre e não tinha dinheiro para fazê-lo trabalhar a meu favor, simplesmente não entendia como poderia aplicar à minha vida aquele conceito. Hoje, aos 30 anos e há pelo menos 10 numa indústria com ótima remuneração, minha mente tem se transformado e cada vez mais amadureço o sonho de empreender e não depender mais de um emprego. Mas essa transformação demorou para acontecer… Já iniciei um projeto e tenho outras ideias em mente!
    Uma sugestão: apesar da calculadora ajudar o homem a calcular, todos os engenheiros precisam SABER calcular. Acredito que o poder do conhecimento humano jamais será 100% substituído pela tecnologia. Apesar disso, sabemos que hoje o mundo da tradução diminui a necessidade de se aprender inglês, por exemplo, já que existem programas que traduzem simultaneamente. O que vc acha sobre o futuro das escolas de idiomas nesse universo? Pretendo investir em franquias neste ramo, por isso gostaria da sua sugestão.

    obrigado e forte abraco,

    Lucas

    • Leandro Ávila 16 de março de 2016 at 14:29 - Reply

      Oi Lucas, também acredito que não será 100% substituído. O problema é que muita coisa já foi substituída e existe muita coisa que ainda será substituída e as pessoas não estão percebendo. Acho que a tradução simultânea não tem volta. É uma questão de tempo para se tornar uma coisa prática, barata e funcional.

  78. Benedito 12 de março de 2016 at 19:58 - Reply

    Parabéns pelo artigo Leandro, muito bom.

  79. Wellington Sousa 12 de março de 2016 at 20:34 - Reply

    Mais um artigo pra favoritar. Leandro, quando saem seus livros? E como faz pra ter minha foto (ou um perfil) ao comentar? rs

  80. CLEBER HOLANDA JUNIOR 13 de março de 2016 at 11:05 - Reply

    Caro Leandro

    Tenho apreendido muito com suas aulas.

    Como você não é ligado a nenhum grupo para fazer suas indicações de investimento, fiquei pensando em como sobrevive. Ainda mais, pelo fato de receber/responder diversos e-mails. Encontrei essa matéria no Olhar Digital e me lembrei que lhe poderia ser útil. Eu mesmo já quis contribuir com MEU aprendizado- lhe retribuindo. Mas a aba de doações mensais e somente com PAGseguro. Que acha de avaliar essa outra oportunidade?

    Abraço

    • Leandro Ávila 16 de março de 2016 at 14:37 - Reply

      Obrigado Cleber. O projeto é financiado com a venda dos meus livros. Através dos artigos que publico gratuitamente as pessoas conhecem meu trabalho e quando gostam dele compram os meus livros. Quando as pessoas compram meus livros isso me permite dedicar ainda mais tempo escrevendo novos artigos gratuitos que por sua vez vai ajudar a divulgar meu trabalho e a vender mais livros. Quanto mais eu ajudo as pessoas, mais as pessoas me ajudam para que eu continue ajudando.

  81. Wang Wei Cheng 14 de março de 2016 at 2:48 - Reply

    Olá Mestre,

    Adorei uma das últimas frases deste artigo, permita-me reproduzir aqui:

    “O brasileiro segue bebendo muita cerveja, assistindo as partidas de futebol da grande emissora naquela televisão de 60 polegadas comprada com dinheiro emprestado de algum banco….”

    Achei genial essa sua conclusão e jogada de palavras. De onde você tirou essa inspiração toda? Rsrs

    Hoje no Brasil para empreender com SELIC a 14,25%a.a. é praticamente impossível para os meros mortais. Por isso, temos que começar como empregados, aprender com os patrões, estudar muito, investir muito de forma correta, para depois empreender.

    Se depender dos juros de financiamento dos bancos, as empresas morrem antes de nascer.

    • Leandro Ávila 19 de março de 2016 at 11:16 - Reply

      Oi Wang. Basta olhar a lista das pessoas mais ricas do Brasil. Temos no topo da lista o dono da maior empresa de cerveja do país, provavelmente uma das maiores do mundo. Temos a família dona do maior canal de TV que tem como suas principais fontes de renda: Novelas, Futebol e BBB. Por fim temos os donos de diversos bancos.

  82. Wang Wei Cheng 14 de março de 2016 at 2:58 - Reply

    Mestre,

    Vi uma palestra do Prof. Paulo Vicente da Fundação Dom Cabral, muito interessante e tem toda a ver com o artigo apresentado:

    https://www.youtube.com/watch?v=qV0JApN3JjU

    (Pode pular para 53:00, se quiser. Mas vale a pena assistir a palestra toda.)

    Você vai ver que, enquanto EUA, Coreia, Japão e Finlândia estão anos luzes à frente no quesito investimento em P&D, Brasil está muito atrás… Até a própria China, para a nossa surpresa, parece estar sendo deixado para trás nessa corrida a robotização e Humano 2.0.

  83. Rerison 14 de março de 2016 at 7:39 - Reply

    Muito boa o poste, show parabéns!
    Uma coisa que lembrei quando você fala que não existe assalariado rico, lembrei do filho do Lula, não sei porque.

    • Leandro Ávila 19 de março de 2016 at 11:21 - Reply

      Oi Rerison. É que estava me referindo aos que ganham dinheiro honestamente. 🙂 No mundo do crime a realidade é diferente. Eu não cultivo superstições, mas tem uma que eu acredito. Dinheiro ilegal ou imoral dá muito azar. Ele vem rápido, mas vem carregado com todo tipo de desgraça para sua vida.

  84. Danilo 14 de março de 2016 at 17:15 - Reply

    Oi Leandro, parabéns pela reflexão. A incapacidade das pessoas de se preparar de forma antifrágil para o desenvolvimento das relações de trabalho é um fato. Como você colocou, o processo de formação educacional hoje passa por uma espécie de iatrogenia, ele causa mais malefício do que qualquer outra coisa. Houveram épocas em que a formação de um ser capacitado independiam de frameworks educacionais, o ser humano exercitava ao máximo sua adaptabilidade e sua capacidade de reconhecer padrões. Eu acredito que a evolução tecnológica, infelizmente, aplicará uma seleção natural. É o que já vemos hoje, a corrupção e a alienação ocorre de forma circular, ela é a causa e a consequência de um só problema.
    Coloquei na minha referência de site o meu blog pessoal, estou criando um ambiente para dividir algumas possibilidades dentro de temas desta natureza. Seria ótimo ter sua visita e uma crítica clara sobre o conteúdo. Obrigado!

    • Leandro Ávila 19 de março de 2016 at 11:23 - Reply

      Oi Danilo. Concordo com você. Obrigado pelo comentário. Parabéns pelo seu projeto.

  85. Carlos Zelinski 14 de março de 2016 at 18:05 - Reply

    O brasileiro segue bebendo muita cerveja, assistindo as partidas de futebol da grande emissora.

    Há algum problema nisso ?

    • Leandro Ávila 19 de março de 2016 at 11:27 - Reply

      Oi Carlos. Se você não consegue ver problemas nisso, então esses problemas não existem.

  86. Dante 15 de março de 2016 at 20:40 - Reply

    Parabéns Leandro pelo artigo!
    Bem embasado, direto e contundente!

  87. genesis 16 de março de 2016 at 0:37 - Reply

    Li todos os comentarios do pessoal, também é uma otima fonte de informação. Leandro parabéns pelo artigo, estou pensando em montar uma pequena fabrica de óleo de coco, o que acha da ideia.

    • Leandro Ávila 19 de março de 2016 at 11:28 - Reply

      Oi Genesis. Não sei nada sobre o mercado de óleo de coco, não tenho como opinar.

  88. Juliana 16 de março de 2016 at 1:28 - Reply

    Parabéns pelo artigo Leandro !
    Sou nova aqui mais estou adorando sua linguagem clara de simples compreensão!
    Me endica um livro sobre o assunto
    Obrigada !

  89. Angelica Martins 16 de março de 2016 at 8:59 - Reply

    Parabéns Leandro, excelente artigo.

  90. Saulo Almeida 17 de março de 2016 at 1:09 - Reply

    Ótima reflexão Leandro! Essa visão de mundo ainda não é posta em prática na maior parte do nosso país! Mas com certeza com o colapso causado por tanto desemprego nos tempos futuros, e a substituição a todo vapor de humanos por máquinas (em trabalhos mecânicos), a população terá que se adaptar a educação continuada e as incertezas da validade do conhecimento adquirido até então! Abraço

    • Leandro Ávila 19 de março de 2016 at 11:31 - Reply

      Oi Saulo, é verdade. O fato é que precisamos nos adaptar. Tudo está mudando e de um tempo para cá a mudança é bem rápida.

  91. Eduardo 17 de março de 2016 at 22:49 - Reply

    Artigo extremamente conveniente. É notório que passamos por uma transição. E quanto mais demorarmos para aceitar, mais adiaremos nossa evolução. Abraço!

    • Leandro Ávila 19 de março de 2016 at 11:31 - Reply

      Oi Eduardo. É isso mesmo. Fechar os olhos não muda a realidade.

  92. Jaime 26 de março de 2016 at 4:25 - Reply

    A melhor parte “O brasileiro segue bebendo muita cerveja, assistindo as partidas de futebol da grande emissora naquela televisão de 60 polegadas comprada com dinheiro emprestado de algum banco.” hahaha Genial!

  93. Marcos rodrigues 27 de março de 2016 at 14:10 - Reply

    Boa tarde leandro td bem? leandro eu tenho a seguinte duvida eu tenho um $ aplicado no lci do banco do brasil o cdi dele está em 80% só que em fevereiro o bb alterou a taxa para 70% do cdi e eu tenho mais um dinheiro guardado que eu gostaria de aplicar la, porém a minha duvida é a seguinte vc acha que eu devo deixar para pré-fixada essa lci que eu ja tenho e essa nova que eu pretendo abrirla no bb? visto que a taxa de juros estão caindo pelo o que eu tenho acompanhado no site

    • Leandro Ávila 28 de março de 2016 at 22:17 - Reply

      Oi Marcos. Sempre que você faz um investimento prefixado está fazendo uma aposta. Você está apostando que os juros até o vencimento serão os mesmos ou serão inferiores. Você também está apostando que a inflação futura será a mesma ou será inferior. Se você fará um bom investimento prefixado, somente o tempo poderá dizer.

  94. Arnaldo Camargo 27 de março de 2016 at 18:07 - Reply

    Leandro, como sempre excelente artigo. A reflexão sobre o empreendedorismo a partir da realidade da falsa segurança de um emprego com carteira de trabalho.

  95. willians 28 de março de 2016 at 14:26 - Reply

    Leandro Ávila, obrigado por mais um excelente artigo que você posso continuar brilhando as mentes daqueles que tenha coração aberto para mudanças, confesso que final do seu artigo resume o Brasil de hoje e Brasil de amanhã, por favor não estou criticando o estilo de vida de ninguém, Mais hoje as novelas na televisão começas as 15h00 vai as 23h00.
    A maior transgressão de hoje é falta de aprendizado sobre economia, tecnologia, inovação, Após ler este artigo tenho leve impressão que Brasil do futuro será o mesmo do filme ““O Brasil deu Certo. E agora?” é como roda gigante, sempre andando em circulo.

    Desculpe se peguei pesado.

    Sds

    • Leandro Ávila 28 de março de 2016 at 22:20 - Reply

      Oi Willians. O pior é que tem muita gente que realmente fica das 15h até 23h assistindo novela todos os dias. O Brasil só será rico e próspero quando cada brasileiro começar a fazer alguma coisa para se tornar rico e próspero. Por isso temos um trabalho de formiguinha, tentando mudar a mentalidade de cada pessoa, uma por uma. Não existe outro caminho.

  96. Paulo Henri 31 de março de 2016 at 17:01 - Reply

    Leandro, meu querido. Há tempos vinha postergando comprar os seus 3 livros de educação financeira. Mas, depois desse artigo, da clareza de ideias, da sua participação respondendo inúmeros comentários decide! Vou comprar agora! Força ai no seu trabalho e sucesso!!!

    • Leandro Ávila 31 de março de 2016 at 18:53 - Reply

      Oi Paulo. Muito obrigado Paulo. Fico muito feliz em poder ajudar.

  97. Gérson Furlan 12 de abril de 2016 at 9:16 - Reply

    Leandro, parabéns por mais um excelente artigo, e confesso que clareia muito as ideias para o público em geral, aquele público que não quer ser refém do sistema. Pois se dependermos de nossos governos e das pessoas que administram grandes empresas, ninguém vai mudar e evoluir. Eu mesmo há um tempo atrás decidi que iria fazer por mim, ajudar um número expressivo de pessoas com minhas ideias e meu trabalho. Estou no caminho e tenho muita fé. Quero sim poder fazer a diferença na vida de pessoas que feliz ou infelizmente precisam mais de mim do que eu delas. Compartilhar é grande sacada. Assim todos , ou a maioria ficará bem.
    Forte abraço colega de jornada.

    • Leandro Ávila 2 de maio de 2016 at 8:16 - Reply

      Oi Gérson. Parabéns por desejar melhorar a vida das pessoas. Todo mundo pode ajudar a melhorar o seu grupo de convívio (amigos, vizinhos, parentes) dando bons exemplos e orientando quando as pessoas estão dispostas a ouvir a orientação (depois de terem visto bons exemplos na sua vida).

  98. Rodrigo Ribeiro 19 de abril de 2016 at 16:05 - Reply

    Muito bom o texto. É incrível a capacidade de organizar e educar dessa forma. Leandro Ávila, que didática maravilhosa.

  99. Juliana 30 de maio de 2016 at 18:58 - Reply

    Muito bom para refletir! E agir!

  100. Renato 31 de maio de 2016 at 17:25 - Reply

    Incrível a facilidade que você tem de provocar reflexão através de textos.
    Parabéns. Vou comprar os livros agora.
    []’s

  101. Thiago Silva 1 de junho de 2016 at 10:50 - Reply

    Genial Artigo!..Hoje por enquanto continuo no trabalho tradicional; mas vejo que a maioria das pessoas estão como zumbis nas mãos dos bancos, governo e empresas. Você está quebrando esse sistema e mostrando novos horizontes a sociedade. Gratidão Leandro Ávila!!!.

    Thiago Silva – SP

    • Leandro Ávila 22 de junho de 2016 at 21:52 - Reply

      Oi Thiago. É isso mesmo que acontece. Obrigado pelo apoio.

  102. Jenny Márcia Santos Mendes 17 de junho de 2016 at 14:46 - Reply

    Fiquei muito feliz e grata por ter um artigo como este tão esclarecedor!!!
    Vejo que dia apos dia estamos melhorando e buscando cada vez mais,pois tive a iniciativa de encontrar algo que sana se meus questionamentos do por quê temos que seguir cartilhas e meu inconformismo em discorda desse formato de governança e subordinação para a qual somos tão bem treinados.
    Muito obrigada!!!

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