A pessoa que não deseja ter dinheiro é anormal

“Não há nada de errado em querer ficar rico. O desejo pela riqueza é realmente o desejo por uma vida plena e abundante; e tal desejo é louvável. A pessoa que não deseja viver de modo mais abundante é anormal.  – Wallace D. Wattles, 1910.

O autor do texto acima nasceu em 1860 em Illinois, EUA. Era filho de um jardineiro e de uma dona de casa que viviam em uma região agrícola. Cresceu, fez fortuna e em 1910, um ano antes da sua morte, publicou um livro chamado “The Science of Getting Rich”.

Wallace acreditava que o objetivo de toda forma de vida era se desenvolver e evoluir. Tudo o que era vivo deveria crescer, expandir e se multiplicar até onde fosse capaz, fazendo uso de todos os recursos que recebemos da natureza para atingir esse objetivo.

Nossa natureza

O propósito da natureza era a evolução da vida de todas as espécies incluindo a espécie humana.

Aqui, temos um porém: a sociedade humana foi organizada de tal modo que só podemos desenvolver todo o nosso potencial fazendo uso do dinheiro. Sem dinheiro a pessoa ficaria com seu propósito natural limitado. Na pobreza, nosso leque de opções fica reduzido.

Seria como uma planta com todo potencial de crescimento, mas que não possui água suficiente para crescer. A planta não pode se levantar para procurar água. Você pode, caso queira, se levantar para procurar e criar os recursos que precisa para se desenvolver. Não somos plantas esperando a chuva ou a rega, embora muitos se comportem como se fossem.

Vale destacar que Charles Darwin ainda era vivo quando Wallace e outros autores de sua época desenvolveram essas ideias. O livro de Darwin chamado “A Origem das Espécies” e suas teorias sobre evolução ainda estavam impactando a forma como as pessoas entendiam o mundo.

Wallace acreditava que as pessoas nasciam com o desejo natural de desenvolver todos os seus potenciais. As pessoas não eram normais se não tivessem esse desejo natural. Ser feliz e ter sucesso na vida dependiam da realização da nossa vontade de crescer, expandir, criar e realizar explorando tudo que podemos fazer com nossa inteligência e capacidade de trabalhar.

Alguém que deseja ser médico, deveria desenvolver esse potencial para ser o médico mais reconhecido de sua área. Quem nasceu desejando ser um pintor deveria desenvolver esse potencial para se tornar o melhor pintor. Alguém que sonha em empreender deveria desenvolver esse potencial para se tornar um grande empresário.

O sentido

Desenvolver nosso potencial seria o nosso propósito de vida.

O problema é que para ser o que você deseja ser é necessário ter liberdade. Essa liberdade, nesse modelo de mundo que construímos, significar ter dinheiro suficiente para pagar pelos serviços, produtos e coisas que você necessita para ser o que deseja ser ou fazer o que deseja fazer com a sua vida.

Ninguém se torna um grande médico sem ganhar e investir muito dinheiro. Ninguém se torna um grande empresário sem ter investido em conhecimentos e a estrutura que precisa para produzir algo. Para atingir todo o seu potencial é necessário aprender a ganhar, poupar e investir dinheiro.

Por este motivo, ele acreditava que não existia nada de errado em querer ser rico. Quanto mais rico você fosse, maior seria sua liberdade e o seu poder de ação. Esse desejo era louvável por permitir o seu pleno desenvolvimento como pessoa e colaborar com o desenvolvimento da própria humanidade.

Quanto mais rico você fosse capaz de se tornar, mais liberdade e poder de ação para aprender, criar, inventar, construir e prosperar em qualquer área onde você quisesse se desenvolver.

As três manifestações

Para Wallace a nossa vida se manifesta através do nosso corpo, mente e alma. Funciona da seguinte forma:

Precisamos de dinheiro para alimentar o nosso corpo, para ter roupas, abrigo e remédios. Precisamos de dinheiro para uma recreação e descanso de qualidade. O dinheiro também evitaria a necessidade do trabalho excessivo e exaustivo para o corpo.

Também precisamos do dinheiro para o desenvolvimento da nossa mente. Precisamos de dinheiro para pagar por boas escolas e universidades. Precisamos de dinheiro para comprar bons livros e cursos. Precisamos de dinheiro para ter tempo livre que permita estudar. Precisamos de dinheiro para ter novas experiências como viajar, ir ao teatro, cinema, museus, etc.

Segundo Wallace, até para que você possa desenvolver todo o potencial da sua alma é importante que você tenha dinheiro. Ele dizia que a maior felicidade humana estava na doação. Nos sentimos felizes quando podemos doar benefícios para as pessoas que amamos (familiares e amigos) e para pessoas que não conhecemos (e que precisam de ajuda). Todo pai e toda mãe se sente feliz quando pode oferecer uma boa qualidade de vida e uma ótima educação para os seus filhos. Todo cidadão gosta de ser visto como alguém importante e de valor na sua comunidade por colaborar com o desenvolvimento da mesma.  Tudo isso são formas de doação. Quando temos dinheiro o nosso poder de promover o bem entre as pessoas se torna maior.

Para o autor, só podemos dar aquilo que temos. Se você não tem nada ficará na condição de alguém necessitado, alguém que precisa da ajuda dos outros e não na condição de alguém que poderia ajudar.

Se você tem pouco, terá sua capacidade de ajudar limitada. Também não terá tempo livre para pensar no próximo, pois estará mais preocupado em conseguir dinheiro para pagar suas contas e atender as necessidades da sua família.

Por esse motivo, mesmo aquele que não deseja ser rico para satisfazer necessidades do próprio corpo e mente, deveria desejar ser rico para ter a capacidade de ajudar o próximo. Seria nossa dever explorar todo o nosso potencial para o nosso bem e o bem dos outros.

Através desse ponto de vista, seria perfeitamente justo, correto e humano desejar o máximo de riqueza que temos potencial de gerar. Perceba que não estamos falando sobre “tirar riqueza” dos outros. Estamos falando em “gerar riquezas”. É a partir dessa riqueza que você poderia se desenvolver plenamente deixando de ser alguém que precisa de ajuda para se transformar em alguém capaz de ajudar a melhorar o mundo a sua volta.

Para Wallace D. Wattles negligenciar isso seria como abandonar sua missão para consigo mesmo, para a natureza que criou você e para a humanidade.

O maior serviço que você poderia prestar para a natureza que te criou e para a humanidade seria desenvolver todo o seu potencial como ser humano. Para isso você precisa começar a construir a sua fortuna.

É importante destacar que Wallace viveu no final do século XIX. Naquele tempo, era necessário ter muito dinheiro para ter muitas das coisas que você considera como básicas na sua vida nos dias de hoje.

Naquele tempo os livros eram objetos caros e raros. As instituições de ensino monopolizavam o conhecimento. O ensino superior era um luxo para o filho dos nobres. Os produtos industrializados eram muito caros. A tecnologia era muito limitada e cara.

Hoje, temos acesso a muitos produtos e serviços que não eram acessíveis ou inexistiam no tempo de Wallace. Nos dias de hoje, ninguém precisa ser rico para poder comprar livros, estudar, adquirir alimentos, roupas e produtos industrializados que garantam nossas necessidades básicas.

Água encanada no século XIX era um luxo para poucos. No final do século XIX, Nikola Tesla e Thomas Edison ainda estavam brigando entre eles pelo desenvolvimento e implantação das redes de energia elétrica nas casas dos poucos que podiam pagar por ela.

Hoje temos eletricidade, eletrônicos, computadores, internet, produtos industrializados tão baratos que se tornaram descartáveis. Não precisamos ter grandes fortunas para acessar uma enorme quantidade de recursos que permitem o nosso desenvolvimento.

O que estamos fazendo com esses recursos modernos que temos hoje para desenvolver o nosso potencial e gerar riquezas?

Os empreendedores que desenvolveram os primeiros equipamentos elétricos, telefones, automóveis e aviões utilizaram papel, lápis e borracha. Santos Dumont utilizou papel e lápis para projetar o seu avião.

 

O computador utilizado na missão espacial que levou a nave Apollo e seus astronautas à Lua tinha o poder de processamento de dois videogames antigos da Nintendo. Meus amigos da escola utilizavam esse poder de processamento para jogar tempo fora jogando Mario Bros.

 

Já o supercomputador Cray-2, um dos mais rápidos de 1985, tinha o mesmo poder de processamento daquele velho Iphone 4 que você não usa mais. O playstation 4 dos seus filhos tem mais poder de processamento que o supercomputador ASCI Red (1998) criado pelos EUA para controlar todo o seu arsenal de armas nucleares (fonte).

Como estamos nos esforçando para gerar o máximo de riqueza que podemos produzir utilizando os recursos que a modernidade nos oferece?

O que Wallace diria se estivesse vivo nos dias de hoje com tanta tecnologia, informações e conhecimento facilmente disponível na internet?

No passado, para criar uma empresa bilionária era necessário um esforço descomunal. Hoje temos grandes fortunas que foram criadas por jovens que desenvolveram aplicativos gratuitos nos computadores das suas casas e os disponibilizaram no Google Play ou na Apple Store.

Quando comparamos a nossa realidade com a realidade do passado, vemos que temos muitos conhecimentos e recursos disponíveis para crescer profissionalmente ou para iniciar um negócio do zero.

Será que estamos utilizando todos esses recursos para realizar todo o nosso potencial ou estamos utilizando todos esses recursos para nos distrair?

Da mesma forma que nunca tivemos tantos meios de crescimento, nunca tivemos meios de distração. Nunca a nossa Resistência interna teve tantas armas para impedir o nosso crescimento.

É fácil encontrar diversas pesquisas e reportagens mostrando como a nossa sociedade moderna está utilizando os recursos abundantes que possui. Exemplos: O brasileiros são líderes no tempo gasto nas redes sociais. A nossa média é 60% maior do que a do resto do planeta (fonte). Também estamos entre os povos que mais assistem televisão, 5 horas por dia (fonte). Também estamos entre os povos que passam mais tempo na frente do videogame. Ficamos entre 15 e 19 horas por semana (fonte). Uma reportagem afirma que com o tempo que gastamos nas redes sociais seria possível ler 200 livros por ano (fonte). É um exagero, mas ler um único livro por mês já seria transformador para melhorar o desempenho pessoal, profissional e financeiro das famílias.

 

O que nos falta é força de vontade para superar a força interna e externa que nos impede de crescer.

As pessoas costumam ficar perplexas quando se deparam com notícias de pesquisas revelando que os 10% mais ricos do Brasil ficam com 55% de todas as riquezas geradas pelo país durante o ano e que 1% dos mais ricos do mundo ficam com mais de 20% (fonte).

Thomas Corley, autor do livro “Rich Habits: The Daily Success Habits Of Wealthy Individuals” estudou os hábitos das pessoas mais ricas para apresentar números surpreendentes (fonte).

  • Quase 70% dos mais ricos assistem menos de 1 hora de TV por dia. Entre os pobres, a taxa cai para 23%. Apenas 6% dos ricos assistem reality shows, em comparação a 78% dos mais pobres. “As pessoas ricas não assistem TV porque conseguem ser disciplinados o bastante para utilizar este tempo para fazer algo mais produtivo”, comenta Thomas Corley.
  • 86% dos mais ricos declaram gostar de ler contra 26% das pessoas de baixa renda. Os mais ricos preferem livros que os ajudem a desenvolver ainda mais suas habilidades. Não por acaso, 88% dos ricos leem livros de desenvolvimento profissional ao menos 30 minutos por dia. Apenas 2% dos mais pobres cultivam este hábito.
  • Ouvir audiolivros durante o trajeto para o trabalho faz parte da rotina de 63% dos ricos e apenas de 5% dos pobres. É um hábito que eu mesmo venho aplicando na minha vida através dessa ferramenta aqui que possui um aplicativo.
  • Mais de 80% dos ricos disseram que vão além de seu escopo de trabalho. A porcentagem cai para 17% entre os de baixa renda. Isso mostra porque as pessoas ricas trabalham mais que as demais: 86% trabalham cerca de 50 horas por semana.
  • Apenas 6% dos mais ricos dizem que jogam ou jogavam regularmente na loteria, contra 77% dos pobres.

Ter força de vontade para ter disciplina, persistência, paciência e bons hábitos é algo cada vez mais raro nos dias de hoje. Isso certamente afeta a capacidade de desenvolvimento e prosperidade das pessoas.

Como você está utilizando o seu tempo, dinheiro, recursos tecnológicos e conhecimentos disponíveis para promover o seu enriquecimento e desenvolvimento pessoal, profissional e financeiro?

No final de cada ano é importante fazer uma autoavaliação do quanto prosperamos ou regredimos em cada área da nossa vida. Além dos objetivos financeiros é importante traçar outros objetivos para o seu corpo, mente e espírito. Uma boa situação financeira amplia suas possibilidades em todas as áreas.

O enriquecimento financeiro costuma ser uma consequência do quanto enriquecemos como pessoas e profissionais que somos. O investimento que você faz em você, desenvolvendo seu potencial, adquirindo conhecimentos, experiências e habilidades é o que produzirá os seus resultados. A maneira como você investe o seu tempo e o seu dinheiro na sua vida faz toda a diferença.

Se você se identifica com as questões abordadas nesse artigo fique atento para a primeira semana de 2018. Vou abrir um número limitado de vagas para ajudar pessoas realmente comprometidas com o desenvolvimento de todo o seu potencial em 2018. Cadastre seu e-mail na lista de espera e aguarde as novidades.

Desejo um ótimo natal para você, seus amigos e familiares.

By |21/12/2017|Categories: Enriquecimento|93 Comments

About the Author:

Leandro Ávila é administrador de empresas, educador independente especializado em Educação Financeira. Além de editor do Clube dos Poupadores é autor dos livros: Reeducação Financeira, Investidor Consciente, Investimentos que rendem mais, e livros sobre Como comprar e investir em imóveis.

93 Comments

  1. Rodrigo Martins 21 de dezembro de 2017 at 10:49 - Reply

    Ótimo texto como sempre Professor Leandro. Ultimamente tenho tido muito pensamento semelhantes a esse, porém o que vejo é que muitas vezes se você fizer só coisas para crescimento pessoal e não ter uma distração, eu pelo menos enlouqueço. Da mesma forma que nem sempre ser rico é ser feliz. Você tem pessoas que ganham 1 salário minimo e aparentam ser muito mais felizes que bilionários. Fico me perguntando como chegar a esse equilíbrio, de ter ganância para crescer, desenvolver aprender e manter-se feliz? Além disso, tendo muito conhecimento você começa a ver o mundo de forma diferente, não só diferente de forma boa mas de forma ruim também, como as pessoas ficam estagnadas, não almejam nada, trabalham com coisas que não gostam e esperam o final de semana para poder encher a cara e fugir dessa realidade, que na verdade, elas não enxergam. Tenho achado isso muito difícil e frustrante cada vez que aprendo mais e converso com pessoas próximas. Um grande abraço, desculpe pelo desabafo.

    • Leandro Ávila 21 de dezembro de 2017 at 11:58 - Reply

      Oi Rodrigo. Observe a parte do artigo com o subtítulo “As três manifestações”. Segundo o autor, a nossa vida se manifesta através do nosso corpo, mente e alma (sua consciência). Uma parte do texto fala que o corpo e a mente precisam de recreação, descanso e experiências e que a quantidade e a qualidade desses itens sofrem influência da sua condição financeira. O texto fala que você é rico quando consegue exercer todo o seu potencial em todas essas manifestações (corpo, mente e alma) e que o dinheiro potencializa isso. Nesse contexto, existem milionários que não são verdadeira ricos, pois não utilizam o dinheiro que possuem para exercer todo o potencial humano que poderiam através de boas experiências na vida, através dos benefícios que podem produzir na vida dos seus familiares, amigos, funcionários, clientes, sociedade, etc. Existem pessoas financeiramente ricas que fazem justamente o contrário, acabam com as próprias relações familiares, acabam com a saúde, que prejudicam um país inteiro (veja o caso de empresários e políticos que se associam na busca de benefício próprio prejudicando a população). Esse não é um comportamento de um “gerador de riquezas”, mas o é “comportamento de um predador”. Ao mesmo tempo, existem pessoas de bom caráter, boas intensões, que simplesmente possuem seu poder de ação limitado, reduzido ou inexistente por não realizarem o que querem realizar. São financeiramente limitadas, não possuem recursos para exercer todo o seu potencial para melhorar a própria vida, a vida dos seus familiares e a vida da sociedade. São pessoas boas, mas distraídas, com medo, preguiça, receio de prosperar, sem força de vontade para enriquecer, criar, inventar, inovar e dominar todos os espaços de poder. O dinheiro potencializa aquilo que as pessoas são. Infelizmente as pessoas mal-intencionadas não sentem medo, vergonha, não se contentam com pouco, possuem metas, objetivos, são pacientes, persistentes e sabem a importância de ter poder e dinheiro. Enquanto isso as demais estão entretidas e distraídas sem perceberem a enorme quantidade de recursos que possuem para crescer, prosperar e conquistar todos os espaços. Elas só precisam vender as diversas manifestações da Resistência que as impedem de crescer. Se a percepção de como tudo isso funciona só nos resta frustração. No meu curso que desenvolvi e que citei no final do artigo eu aprofundo tudo isso em mais de 30 aulas, vídeos e áudios.

      • Lucas Araujo 22 de dezembro de 2017 at 10:35 - Reply

        “Infelizmente as pessoas mal-intencionadas não sentem medo, vergonha, não se contentam com pouco, possuem metas, objetivos, são pacientes, persistentes e sabem a importância de ter poder e dinheiro. Enquanto isso as demais estão entretidas e distraídas sem perceberem a enorme quantidade de recursos que possuem para crescer, prosperar e conquistar todos os espaços. Elas só precisam vender as diversas manifestações da Resistência que as impedem de crescer…. ”

        O comentário foi no mesmo nível do texto. Altíssimo! É algo que eu não havia parado pra pensar e que olha… completa verdade. Serve de total reflexão para qualquer meta de crescimento e evolução. Abraço Leandro!

        • Leandro Ávila 26 de dezembro de 2017 at 9:55 - Reply

          Obrigado Lucas. As pessoas bem-intencionadas, precisam crescer, dominar os recursos, dominar o dinheiro, precisam prosperar, enriquecer e dominar todos os espaços do poder. Nesse crescimento elas se transformam em bons exemplos e arrastam toda a sociedade com elas para cima. É isso que as mal-intencionadas estão fazendo, só que quando essas pessoas crescem elas também se tornam exemplos e acabam arrastando toda a sociedade para baixo.

  2. Chefferson Amaro 21 de dezembro de 2017 at 11:35 - Reply

    ótimo post. E isso me ajuda muito, já a partir de agora, a identificar os pontos em que estou bem e outros que necessito melhorar. É bom para sabermos o ponto em que estamos. Um dos hábitos, por exemplo, que mudei radicalmente foi cortar tv da minha vida e aprender a guardar informações no cérebro, muito bom!

    Um forte abraço e 2018 cheio de glórias e conquistas!

    • Leandro Ávila 21 de dezembro de 2017 at 12:04 - Reply

      A televisão é o “mito da caverna” moderno. Muita televisão é um problema e todo exagero é problema, especialmente na vida dos mais jovens que precisam de orientação. Veja esse ensinamento:

  3. Robson 21 de dezembro de 2017 at 11:40 - Reply

    Bacana, televisão já não existe né minha casa hehe… Eu acho que o que acontece é que você acaba perdendo o interesse. Não assistir televisão é natural pra mim, não é um esforço. Quanto a ler, sobre disciplinas que eu acho interessante, ou que sinto que me melhorem de alguma forma, também não é um esforço, acho prazeroso… E não sou rico… Ainda… =É

    Valeu pelo texto.

    • Leandro Ávila 21 de dezembro de 2017 at 12:09 - Reply

      Oi Robson. Existem muitos professores que passam a vida inteira lendo, estudando e ensinando teorias em até três turnos (manhã, tarde e noite) e continuam vivendo de forma limitada. A grande questão é o que as pessoas andam fazendo com os recursos que possuem? O que fazem com o tempo, conhecimento, tecnologias e outros recursos? Quantas realmente acordam todos os dias com o objetivo de prosperar, de ter mais recursos para realizar sonhos e expandir todo o potencial que possuem? Quantas estão desperdiçando talentos em suas zonas de conforto? Essa é a reflexão.

      • Anderson Lima 21 de dezembro de 2017 at 16:05 - Reply

        O que está querendo dizer é que esses professores deveriam todos simplesmente deixar de ser professores? O problema vai muito além da motivação pessoal… Depende, e muito, da educação e do acesso de cada indivíduo. Veja quanto recebe um professor do Ensino Público. Como manter um estilo de vida “abastado” recebendo tão pouco por tanto trabalho?
        E, se abandonarem o trabalho, aproveitando tempo, conhecimento e tecnologias, como diz, o que aconteceria? Iria se impedir, ainda mais, o acesso da parte mais pobre da população. As estatísticas que mostra no texto são efeitos da vida com subempregos e pobreza, não a causa dela! Um herdeiro de grandes propriedades imobiliárias, por exemplo, pode ficar em casa o dia todo, vendo TV ou o que for e ainda assim ser muito rico. Os mais pobres dificilmente podem se dar ao luxo de sair do que chama de zonas de conforto.
        O texto é muito bonito… Mas não reflete nem de longe nossa realidade.
        Só queria deixar aqui essa reflexão. Abraços.

        • Leandro Ávila 21 de dezembro de 2017 at 19:04 - Reply

          Eu não disse nada sobre o que as pessoas deveriam fazer. Cada um deve fazer o que quer fazer e o que pode fazer dentro das suas limitações de entendimento. Ocorre é que muitas vezes nos conformamos com pouco, nos sentimos confortáveis com esse pouco. É confortável transferir a culpa da nossa vida mediana para terceiros. Enquanto existirem profissionais se conformando com pouco, pouco será pago para eles. É a ideia de que as pessoas fazem o mínimo possível para não serem demitidas e os patrões pagam o mínimo possível para a pessoa não trocar de emprego. Assim todos ficam na média. Assim as pessoas vão produzindo o mínimo e ganhando o mínimo. É comum ver reportagens que falam sobre empregadas domésticas, babás, manicures, pedreiros e outros prestadores de serviços em outros países que ganham mais do que muitos graduados brasileiros. Esses profissionais não ganham muito por força da lei ou de alguma entidade em seus países. Essas pessoas ganham bem por existir uma demanda grande por serviços e um número pequeno de pessoas que se interessaram por essas atividades profissionais que exigem menos qualificação. Todas as pessoas possuem grande potencial para serem o que bem entenderem. Existem inúmeros exemplos de pessoas que tomaram a decisão de sair dessa situação mediana. É sobre isso que fala o artigo. Só que sempre tudo parte de uma decisão ou de uma limitação de visão das coisas. Tenho certeza que todo profissional tem potencial para crescer, expandir e enriquecer caso queira. Caso não queira, encontrar uma desculpa que jogue a culpa em terceiros é sempre uma solução rápida, fácil e aceita por todos.

        • Ricardo 26 de dezembro de 2017 at 12:35 - Reply

          Anderson,

          Eu frequento outros sites de finanças pessoais e quero deixar aqui um pequena história que li em um fórum desse site.

          “Boa noite pessoal do fórum

          (Já peço desculpas pelo longo post)

          Se me permitirem contar um pouco da minha história:
          Sou filho único de mãe solteira, que sempre recebeu salário minimo e é semi-analfabeta. Até ai parece ser motivo de denegrir a imagem dela, porém não, sou um dos poucos afortunados de ter tido uma educação financeira de excelente qualidade apesar de hoje ela receber uma ínfima aposentadoria, tem também seus aportes mensais de casas que ela construiu para alugar (sim mesmo recebendo um salário minimo) fazia horas extras toda semana e trabalhou um longo período das 22h-6h para ter um adicional noturno extra também em empresa.

          Sempre me ensinou que independente qual fosse meu salário poupar pelo menos 40% daquilo que ganhasse e obviamente ajudasse em casa com aquilo que restasse podendo tirar uma pequena porcentagem para meu lazer.

          O difícil era ter essa pequena porcentagem com lazer já que meu primeiro emprego registrado como jovem aprendiz com 14 anos recebia 180,00 R$ ao mês (sobrava apenas uns 8 reais para comprar de fitas k7 para gravar músicas).

          Passamos perrengue juntos fazendo bico vendendo picolé nas ruas para renda extra mas estamos vivos até hoje, com 15 anos já tinha uma experiência com dinheiro que talvez muitas pessoas não tenha até hoje sobre como pouparmos com miséria e nunca ter sequer uma dívida em nossa porta. Sempre arcamos com nossas contas.

          CHEGUEI AO PONTO.

          Por ter essa experiência (negativa?) sempre digo que foi positiva, hoje dou valor a cada centavo que ganho. Continuo com aquela filosofia que aprendi. Pelo menos 40% do que ganho dedico ao meu pé de meia.

          O que pessoas do meu âmbito sempre dizem?

          ” Mão de vaca de m…. vai ser enterrado com seu pé de meia”

          Meu pensamento sempre foi parafraseando Raul seixas: “Pena não ser burro … Não sofria tanto”.

          Colegas de trabalho não me afeta em nada, pior foram nos relacionamentos com as mulheres dizendo isso. Não teria problema algum se tivessem independência financeira legal, mas pior elas ou família delas já chegaram a me pedir dinheiro emprestado pois não tinham como pagar empréstimos bancários…

          PERAI?! SOU UM MÃO DE VACA DE M…. Mas querem que eu ajude pois tenho um vulgo “pé de meia”?

          Nunca me bitolei, não tenho carro, uso roupas simples porém que eu gosto.
          Tenho dinheiro para emprestar e até dar. Porém com toda humildade estou aqui para aprender como investir. Como já disse minha querida mãe só me ensinou a poupar e poupar porém nunca investir.

          Apesar de ter um bom acervo de livros sobre investimentos ainda tenho medo de sair da zona de conforto. Espero aprender com vocês (ELE ESTAVA SE REFERINDO AO PESSOAL DO SITE QUE PARTICIPO). Creio que já acumulei uma boa R.E (RESERVA DE EMERGÊNCIA).

          E já sei o Be-a-bá irei para a área dos iniciantes devorar esse material novo para mim. Com toda garra e humildade que sempre tive. Ainda bem que existe o XXXXXX (RETIREI O NOME DO SITE) para não deixar eu pensar que era o único talvez correto da história.

          Abraço a todos! ”

          Leandro, Um excelente ano de 2018 para você e sua família e que vc venha com força, cheio de disposição e que transmita muito mais conhecimento através de textos como esse.
          Ao amigos leitores do CP que tenhamos garra, fé, determinação para continuar nossa caminhada!

          • Leandro Ávila 9 de janeiro de 2018 at 7:36

            Olá Ricardo. Obrigado por compartilhar. Poupar e investir não tem relação com o quanto ganhamos. Posso dizer que nem o dinheiro tem relação com isso. Até as formigas sabem a importância de acumular recursos (alimentos) para enfrentar o inferno e as situações difíceis.

  4. Bruno 21 de dezembro de 2017 at 12:34 - Reply

    Leandro, Obrigado por todos os textos e ensinamentos nesse ano de 2017, tenho certeza que você conseguiu colocar muita clareza na vida de muitas pessoas. Aguardamos mais em 2018!!
    Grande abraço e boas festas.

  5. Hugo 21 de dezembro de 2017 at 13:12 - Reply

    Muito bom! Parabéns Leandro. Abraço.

  6. Guilherme 21 de dezembro de 2017 at 13:30 - Reply

    Belo texto.

    Infelizmente, pobreza, dificuldades, obstáculos materiais são apenas cortinas de fumaça que escondem a verdadeira origem das nossas mazelas: nós mesmos. Às vezes, sinto que há uma outra pessoa, além de minha consciência, dentro de mim, que tenta sabotar bons hábitos e me levar a rotinas pouco construtivas. a luta contra essa pessoa interna é diária.

    Sobre o texto, li essa semana a obra Olhai os Lírios do Campo, de Veríssimo. O livro narra a história de Eugênio, que deseja formar-se médico para alcançar uma vida de luxo e prosperidade, aniquilando seu passado pobre e dificultoso. Acaba casando por interesse com uma mulher rica e vivia infeliz. Somente alcançou a felicidade quando se desapegou do objetivo de riqueza, luxo e reconhecimento de terceiros, passando a viver com liberdade interior, se dedicando à causa médica para os mais necessitados e sem necessidade de prestar contas a terceiros (reconhecimento externo). Achei muito interessante a abordagem. Dinheiro nem sempre vai lhe trazer prosperidade, mesmo que, paradoxalmente, tenha uma vida mais tranquila e confortável com ele. Felicidade e prosperidade dependem de vários fatores.

    Por sinal, recomendo muito a todos o curso Resistência do Leandro. Ajudará bastante a reconhecer essa força interna que age contrariamente a nossos interesses para uma vida feliz e livre.

    • Leandro Ávila 21 de dezembro de 2017 at 18:38 - Reply

      Oi Guilherme. Esse é o grande problema das pessoas que buscam riqueza sem gerar riquezas. É o grave erro de querer colher aquilo que você não plantou, colher o que o outro plantou. É a riqueza predatória, aquela que tem como base retirar o que é do outro no lugar de gerar valor na vida do outro, entregar mais valor do que se cobrou. É o exemplo daquele que é tão pobre, mas tão pobre que a única coisa que tem na vida é dinheiro.

  7. MIRIAM LEITE 21 de dezembro de 2017 at 13:41 - Reply

    Parabéns mais uma vez professor Leandro!

    Foi um prazer muito grande ler todos seus artigos no decorrer do ano, me tornaram uma pessoa melhor!

    Desejo que você e sua família tenham um natal abundante e 2018 seja um ano de muita prosperidade!

    Um grande abraço!

    • Leandro Ávila 21 de dezembro de 2017 at 18:38 - Reply

      Obrigado Miriam. Desejo o mesmo para você e seus familiares.

  8. Mauricio 21 de dezembro de 2017 at 14:19 - Reply

    Fico na dúvida sobre o quanto a existência de distrações como joguinhos, redes sociais, reality shows, etc., possam atrasar o desenvolvimento das pessoas. Se fosse em uma época em que essas coisas não existiam, talvez as pessoas que perdem tempo com isso arranjassem outras coisas igualmente inúteis pra se distrair. Por mais que possamos ter a tendência de acusar o facebook, o Whatsapp ou a rede globo por roubar o tempo das pessoas, acredito que o verdadeiro problema está dentro de cada um de nós que alimentamos toda essa indústria da distração. Porém, não acredito que estamos pior do que há 50 ou 100 anos atrás. Muito pelo contrário, cada vez mais as pessoas encontram conteúdos de alto valor com custo quase zero (“quase” porque não há almoço grátis, certo? rss).

    • Leandro Ávila 21 de dezembro de 2017 at 18:43 - Reply

      Oi Mauricio. A questão é o percentual da população que está aproveitando todos esses recursos a custo quase zero para promover desenvolvimento pessoal, profissional e financeiro. As empresas estão entregando as distrações e vícios que as pessoas demandam. Estão cuidado do negócio delas enquanto as pessoas se distraem.

  9. Michel 21 de dezembro de 2017 at 15:25 - Reply

    Mestre Leandro, boa tarde.
    No meu caso, a dificuldade está em mudar hábitos.
    Não sou de perder tempo com essas bobagens de rede social, bbb e outras mais ( o futebol ainda assisto, hehehe).
    Para voce ter uma idéia, há 2 anos pago um curso muito bom de Inglês com aulas particulares e até hoje não fiz nenhuma aula e não terminei nem o básico.
    Acho que seu curso de Resistência vem a calhar para mim.

    • Leandro Ávila 21 de dezembro de 2017 at 18:50 - Reply

      Oi Michel. Existem muitos recursos atualmente que permitem aprender idiomas com uma facilidade nunca vista antes. Antes só existiam os cursos do nosso bairro. Hoje você pode acessar cursos de inglês dos mais diversos tipos que utilizam ferramentas online, aplicativos, tradutores, conversas online com nativos e outras facilidades. Temos cada vez menos desculpas. Isso vale para todas as áreas do conhecimento. Aqui no Clube dos Poupadores as pessoas possuem tudo que precisam saber para melhorarem seus investimentos e grande parte do conteúdo e das ferramentas são gratuitas. Nos dias de hoje não podemos falar que “não sabemos” fazer algo. Melhor falar que não queremos saber, não temos um motivo forte para saber, uma vontade verdadeira. E vamos seguindo a vida com a ilusão de que temos todo tempo do mundo para realizar nossos sonhos.

  10. Alberto Jr. 21 de dezembro de 2017 at 15:39 - Reply

    Já acompanho seu trabalho há bastante tempo, porém nunca deixei um comentário nem aqui nem no Transcendência. Apenas gostaria de dizer que seus posts são, de fato, engrandecedores e fizeram a diferença para mim na identificação, confirmação e busca pela liberdade em geral. Parabéns pelas ideias e obrigado por compartilhá-las.

  11. Agton 21 de dezembro de 2017 at 16:12 - Reply

    Obrigado por mais um artigo excelente Leandro! Este fim de semana vou testar o aplicativo sugerido: 12 minutos.

  12. Tiago 21 de dezembro de 2017 at 16:59 - Reply

    Muito bom os ensinamentos desse artigo Leandro.

    Eu não tenho habito de ver muito televisão, até mesmo porque
    não tem programação frutífera.

    Quando dedicamos o nosso tempo a leitura, conversas, enfim, atividades prazerosas
    a nossa vida muda, o nosso intelecto muda, o nosso comportamento muda.

    Acredito que a maior evolução é aquilo que praticamos no dia a dia, pois,
    ter dons não é sinônimo de sucesso, sucesso é a maneira como será aplicado
    esses dons.

    Na época da minha faculdade tive contato com um professor Luis Zazeri,
    ele sempre começava a aula escrevendo no canto superior direito da lousa
    três palavras: SIMPLES, EQUILIBRADO E CONTROLADO…

    Eu carreguei esses ensinamento para a minha vida e hoje sou muito grato a esse professor.

    Se as pessoas aplicar 1% de conhecimentos de todos os contatos que possui, a vida se transforma. Porem,
    o sucesso , não está na quantidade e sim na qualidade dos contatos.

    Sucesso meu amigo.

    • Leandro Ávila 21 de dezembro de 2017 at 19:07 - Reply

      Oi Tiago. O curioso é como uma simples frase no canto superior da lousa pode fazer a diferença, pode tornar o seu professor alguém que será lembrado para sempre dentro de você.

  13. Laine 21 de dezembro de 2017 at 17:15 - Reply

    Ola Leandro! Ótimo trabalho. Amei os dados das pesquisas que você forneceu e sobre tudo a mensagem de “equilbrio” que você sempre tenta nos ensinar em seus textos. Gosto muito pq sempre nos ensina como analisar e refletir sobre um determinado assunto.

  14. Decio 21 de dezembro de 2017 at 17:45 - Reply

    É um bom texto. Mas parte-se do principio que a afirmação a seguir é uma verdade absoluta: “a sociedade humana foi organizada de tal modo que só podemos desenvolver todo o nosso potencial fazendo uso do dinheiro…. ”

    E discordo desta afirmação, logo todos os demais argumentos que partem deste embasamento perdem o sentido.

    É uma questão ligada a valores e crenças. Se você possui uma tribo ou civilização isolada onde não existe dinheiro você ainda pode evoluir social e moralmente, principalmente.
    Limitar a evolução humana ao fato de ter dinheiro e enriquecer é encaixar toda a humanidade num modo de vida materialista (e por que não capitalista). E esse é o ponto onde não consigo concordar. O propósito da vida, para a minha crença, vai muito além de acumular riquezas.

    Mas veja, não que eu não goste de dinheiro ou queira efetivamente ganhar mais. Não se trata disso ou de um voto de pobreza de minha parte (muito pelo contrário). Trata-se de definir que não desejar ter dinheiro é anormal. Não é. Pode ser pouco convencional, mas nem por isso é anormal.

    Mas parabéns pelo texto e pelo conteudo do site.

    • Leandro Ávila 21 de dezembro de 2017 at 19:14 - Reply

      Oi Decio. Uma tribo isolada será uma tribo isolada e primitiva para sempre enquanto não descobrir a vantagem que existe em dividir o trabalho entre todos os seus membros e desenvolver algum meio de troca. Todas as tribos isoladas do planeta que se desenvolveram e se transformaram em civilizações dividiam o trabalho e adotaram meios de troca (dinheiro). O dinheiro é uma tecnologia, um tipo de ferramenta. Assim como uma faca ou um martelo, ele não é bom e nem mau. Ele é só ferramenta. No modelo de sociedade que temos hoje, dinheiro é a base para o crescimento. Sem ele você vai precisar se isolar em alguma sociedade tribal. O que devemos fazer é aprender a lidar com o dinheiro de uma forma saudável. Devemos rever muitos preconceitos, crenças, tabus e modos incorretos de pensar sobre dinheiro que embutiram na nossa cabeça.

  15. Mariana 21 de dezembro de 2017 at 17:56 - Reply

    Olá Leandro! Maravilhoso este artigo! Parabéns!! Você resumiu um grande aprendizado que é um verdadeiro tesouro em algumas palavras que fizeram bastante impacto no meu dia! Obrigada por proporcionar grandes conhecimentos e reflexões!
    A grande lição é que o objetivo de toda forma de vida é crescer, se desenvolver e poder EXTRAIR todo o seu potencial, ou seja, este potencial já está dentro de cada um de nós… é só buscarmos no nosso interior que lá temos a resposta e o poder para tudo! E mesmo que ainda não tenhamos, temos a capacidade de ir atrás, descobrir e adquirir. Gratidão!

    • Leandro Ávila 21 de dezembro de 2017 at 19:18 - Reply

      Oi Mariana. E quando conseguimos desenvolver esse nosso potencial acabamos tornando o mundo melhor. Gosto do exemplo do profissional que investe pesado na sua carreira, conquista grande sucesso financeiro e profissional e depois compartilha esses ensinamentos em um livro. Um livro custa algumas dezenas de reais e pode carregar toda a bagagem de conhecimentos e experiências que você levaria uma vida inteira para adquirir através das tentativas e erros. Os livros e os cursos livres oferecem recursos de valor incalculável e o preço cobrado por eles nos dias de hoje é meramente simbólico.

  16. Lucas 21 de dezembro de 2017 at 21:48 - Reply

    Eu creio que o problema das pessoa é o imediatismo. Não possuem noção do valor do tempo, sendo assim, desistem rápido dos seus sonhos. Querem que a nova dieta traga resultados amanhã, que a academia te deixará forte em 2 meses para o verão. O mesmo vale para o dinheiro e conhecimento. Para juntar muito dinheiro são anos de investimento. Para ter muito conhecimento são anos de leituras. Mas como o processo é demorado, preferem o fácil. Se acomodar em zona de conforto não acho problemático, o problema é se acomodar em zona de desconforto, não fazem nada para mudar por preguiça ou acreditam que um dia irão acordar e a vida será diferente.

    • Leandro Ávila 26 de dezembro de 2017 at 10:09 - Reply

      Oi Lucas. O valor do tempo é um fator fundamental. O que fazemos com ele hoje define a vida que teremos amanhã. Obrigado pelo comentário.

  17. Ivo de Souza Almeida 22 de dezembro de 2017 at 7:08 - Reply

    Olá Leandro, acompanho o Clube dos poupadores há algum tempo.
    Está muito bom o artigo, mas como enriquecer pessoalmente, profissionalmente num país como o Brasil que tem atualmente quase 12 milhões de jovens entre 14 e 21 anos?
    Que tipo de país teremos?

    • Ivo de Souza Almeida 22 de dezembro de 2017 at 14:37 - Reply

      Desculpe pelo comentário, são quase 12 milhões de jovens entre 14 à 21 anos de idade sem trabalhar e estudar?

    • Leandro Ávila 26 de dezembro de 2017 at 9:38 - Reply

      Oi Ivo. O problema é o que esses jovens estão fazendo nesse momento. Para onde estão direcionando o tempo deles nesse momento, o que estão plantando? É uma responsabilidade pessoal de cada um deles. Talvez esse seja o maior problema. Mostrar que colhemos aquilo que plantamos com o nosso tempo, atenção e dedicação.

  18. Leandro 22 de dezembro de 2017 at 9:36 - Reply

    Olá Leandro, a parte em que você citou “jogar tempo fora jogando Mario Bros….” me deixou um pouco desconfortável, mas não descordo dessa afirmação. Sou um jovem de 21 anos, gosto bastante de jogos, e é muito comum pra realidade que eu vivo jovens da minha idade também gostarem.
    Me causou desconforto aquela afirmação porque se jogar é uma coisa que eu gosto, mas no fundo eu sei que é “perda de tempo”, o que eu devo fazer ? Parar de “perder tempo” e ir fazer algo mais produtivo ?
    Lendo o seu blog eu fico com a impressão que o certo é ser 100% produtivo sempre, e se isso for verdade, me causa uma pequena angustia, porque eu não sei se conseguiria ser 100% produtivo todos os dias, e o pior, eu não quero ser 100% produtivo todos os dias, quero “perder tempo” com jogos, e outras coisas improdutivas. Você acha que estou sendo ignorante em pensar assim ?

    • Leandro Ávila 26 de dezembro de 2017 at 9:49 - Reply

      Oi Leandro. Eu também já tive 21 anos e gastei muito tempo e energia com jogos. Felizmente não foi só nos jogos e foi isso que me salvou. Infelizmente conheço pessoas que estão gastando tudo (todo tempo e disposição livre) nos jogos. É muito desperdício para uma idade onde temos muita energia e disposição. Não queira fazer o que a maioria da sua idade está fazendo. O seu resultado será igual ao da maioria, ou seja, será um resultado na média ou abaixo da média. Basta observar a situação dos brasileiros para verificar que você não deveria desejar ser a média da população. Não queira fazer somente aquilo que você gosta. Se você parar um pouco para refletir, verá que existe muita coisa gostosa e prazerosa que só nos leva para o fundo do poço. Nada contra destinar um momento do seu dia para o lazer. É importante para a nossa sanidade mental. É importante o lazer merecido, com sentimento de dever cumprido, depois que você termina de fazer o seu “dever de casa”. Lazer antes do dever de casa produz sentimento de culpa. Tenho certeza que você tem planos para o futuro e para atingir esses planos você precisa fazer o seu dever de casa todos os dias e precisa se bem feito. O problema do lazer está no exagero. Lembre-se que colhemos aquilo que plantamos. Quando somos jovens contamos com o apoio da nossa família. Podemos usar esse apoio para construir as bases onde iremos construir a nossa vida ou podemos ficar nessa base vendo o tempo passar, gastando tempo, energia, recursos em um momento precioso e passageiro.

  19. Marciele 22 de dezembro de 2017 at 10:09 - Reply

    Parabéns, Leandro, pelo artigo e agradeço a todos os outros que nos fazem refletir. Reflexão acho que é o que falta para a população brasileira que acredita em tudo o que é dito a ela sem questionar, levando isso como verdade. Déficit da pouca importância que se dá à educação no Brasil, aonde a maioria não consegue interpretar um texto, não lê um livro sequer na vida e foi criado para fazer parte da manada,que só reage e não analisa o que está acontecendo ao redor. Veremos o resultado das próximas eleições, quando isso se concretizará, a maioria não consegue refletir o que anda acontecendo politicamente no país.
    Difícil sermos um país rico desse jeito. Rico economicamente, culturalmente e emocionalmente. O tempo perdido em trabalhar demais sem questionar, se conformando com péssimas condições, de estar atolado em dívidas, querendo mostrar que se é rico quando se é pobre e gastar o precioso tempo de vida com as besteiras espalhadas por aí, refletem como temos que mudar culturalmente a acho que isso se dará quando tivermos uma educação de qualidade para todos. Não teremos, pois os políticos que temos não querem pessoas que pensam, elas os tirariam de lá. Então, a maioria tem que pagar e muitos poucos que não podem utilizam as ferramentas disponíveis para seu aperfeiçoamento. A maioria usa desculpas. Mas a Internet está acessível a quase todos, e cada um gasta seu tempo com o que lhe convém. Depois reclamam do sucesso do outro e do seu próprio fracasso.
    Mas para melhorar tem que se fazer o que os “outros” não estão fazendo. Boa festas e um ótimo 2018 para você,sua família e todos os leitores do clube. Obrigada.

    • Leandro Ávila 26 de dezembro de 2017 at 10:07 - Reply

      Olá Marciele. É mais difícil enganar uma pessoa esclarecida. Existem políticos e até empresas que exploram os diversos tipos de ignorância que temos (ignorância política, financeira, alimentar, etc.) Cada um precisa buscar seu próprio desenvolvimento. Atualmente os recursos para isso são acessíveis.

  20. Gunther 22 de dezembro de 2017 at 10:14 - Reply

    Olá Leandro, tenho uma reclamação sobre o seu texto, mas não sobre este texto, sobre todos os seus textos.
    Toda vez que leio um texto seu, além de todo o conteúdo embasado, bem amarrado, das informações com fonte, da boa escrita e etc, sempre tem um teor polêmico, que trás à tona nosso pior/melhor lado.
    Por mais que sempre tenha outros lados da moeda, o texto tá tão amarradinho que não dá pra discordar, procuro argumentos, informações, mas não tem como. Quem discorda está é arrumando desculpa para não se desenvolver.
    Acabo ficando angustiado vendo a verdade de tão perto.
    Odeio seus textos.
    🙂

    • Leandro Ávila 26 de dezembro de 2017 at 10:00 - Reply

      Obrigado Gunther. É esse tipo de “incômodo” ou de “angustia” que inicia o verdadeiro processo de mudança pessoal. Parabéns por se sentir angustiado!

  21. Wesley Trigueiro 22 de dezembro de 2017 at 11:00 - Reply

    Olá Leandro.
    Obrigado pelos artigos.
    Tenha certeza que você melhora a vida de muita gente com o que faz. Você tem nos ajudado a enriquecer por dentro.
    Desejo um bom 2018 com muita felicidade, paz e sucesso pra você.
    Bem, é isso!

    Obrigado.

  22. Dinheiro Investimento e Lazer 22 de dezembro de 2017 at 14:54 - Reply

    Já li esse livro.

    Excelente post, concordo com a frase “enriquecimento financeiro costuma ser a consequência de enriquecer com pessoas e profissionais”

    Abraço e bom Natal

  23. Vic 22 de dezembro de 2017 at 14:59 - Reply

    Leandro o q vc acha desta declaração Zeina Latif, economista-chefe da XP, escreveu que o risco se Lula for eleito é de “mediocridade”:

    “O risco com Lula não é de colapso econômico, como foi com Dilma, e tampouco de um governo bolivariano. Nem Lula é ditador de esquerda, nem nossas instituições um desastre. E as instituições têm funcionado cada vez melhor. Hoje nem Dilma conseguiria repetir tantos erros.”

    • Leandro Ávila 26 de dezembro de 2017 at 9:35 - Reply

      Oi Vic. O Brasil é um país onde um número pequeno de empresas domina diversos mercados. Essas empresas precisam de um governo controlado por políticos que aceitam presentes, propinas, doações de campanha, agrados, favores, apartamentos na praias, etc. Dessa forma, esses “políticos amigos” podem elaborar leis favoráveis a essas empresas, leis que evitem a concorrência dos pequenos e evitem a concorrência de empresas estrangeiras grandes. Essas empresas precisam de políticos que tornem os mercados regulados impedindo o surgimento de concorrentes internos e externos. Se o próprio presidente for alguém que aceita esses “presentes” o Brasil voltará para a mediocridade de sempre.

  24. Rafael 22 de dezembro de 2017 at 17:59 - Reply

    Ola Leandro!

    Estou passando exatamente pelo contrario. O meu maior problema é como separar todas os conteudos que recebo. Eu leio sobre educação financeira, mas ao mesmo tempo tenho que estudar ingles, sobre minha area (legislação trabalhista), fazer exercícios e perder peso (estes sao meta para 2018, rs) e ainda dar atencao para minha esposa e filha. Atualmente nao estou sabendo como organizar meus estudos pelo excesso de informação disponível. Meu tempo é escasso e estou querendo mudar isso para 2018. Voce tem alguma ideia de como eu posso fazer isso? Como fazer prioridades?
    Desde ja te agradeco por todo o conhecimento que vc compartilha conosco.
    Desejo para vc e sua familia um natal com muita saúde e paz! Grande abraço!!!

    • Leandro Ávila 26 de dezembro de 2017 at 9:26 - Reply

      Oi Rafael. Isso é um problema. Você não pode escolher tudo ao mesmo tempo. Escolha uma única coisa, especialmente se essa coisa vai colaborar com o desenvolvimento das demais. Foque todo o seu esforço nessa única coisa por um determinado tempo. A escolha depende do que você prioriza na sua própria vida. Cada pessoa prioriza coisas diferentes em determinados momentos da vida.

  25. Breno Martins 22 de dezembro de 2017 at 20:44 - Reply

    Obrigado Leandro por mais um artigo importante, que provoca nossa reflexão. Já li todos os seus artigos. E, em diversos pontos, tenho me identificado. Suas análises são sensatas e maduras. E quem vem lendo seus artigos sabe que o sucesso financeiro deve ser tomado em sentido amplo, junto com o desenvolvimento pessoal. Parabéns!

    • Leandro Ávila 26 de dezembro de 2017 at 9:23 - Reply

      Obrigado Breno. O desenvolvimento precisa ser completo. Desenvolvimento financeiro sem o desenvolvimento da pessoa produz tragédias, pois entrega poder (o poder do dinheiro) nas mãos de pessoas despreparadas.

  26. Luis 22 de dezembro de 2017 at 23:05 - Reply

    Há um tempo atrás tomei uma decisão aparentemente simples, mas que me trouxe benefício enorme.

    Ao chegar em casa depois de um dia de trabalho, ao invés de ligar o computador e checar o Facebook, comecei a usar esse tempo para checar o Home Broker e estudar sobre renda variável.

    O tempo gasto era o mesmo, mas o potencial de produtividade foi de zero a infinito.

    Já estou colhendo alguns frutos que não existiriam sem a minha tomada de decisão.

    Claro que não eliminei o lazer e distração, apenas redimensionei o tempo necessário para isso de forma que eu tenha cada vez menos “tempo jogado fora”. Otimização do tempo. E isso nao significa eliminar a distração mas sim buscar o tempo mínimo e necessário para ela e ser produtivo com todo o restante do tempo.

    Exercício diário que passa pela árdua tarefa de desligarmos nosso piloto automático e sair sempre de qualquer zona de conforto.

    Sempre haverá oportunidades de não perdermos tempo.

    Parabéns pelo artigo e pelo site, abraço!

    • Leandro Ávila 26 de dezembro de 2017 at 9:21 - Reply

      Oi Luis. Eu acredito que o tempo que destinamos para o lazer e as distrações deve ser utilizado com inteligência, devemos fazer boas escolhas, precisa ser um tempo bem vivido. Não pode ser tempo jogado no lixo, como muitos fazem. Para isso é necessário sair desse piloto automático. Obrigado pelo comentário.

  27. Patrícia 22 de dezembro de 2017 at 23:49 - Reply

    Parabéns pelo excelente texto, bastante reflexivo. Sou professora da rede pública e ao contrário do comentário citado sobre o salário do professor, consigo juntar dinheiro, já tenho alguns ativos que dão retorno. Pode ser clichê, mas a verdade é que o problema não o quanto você ganha, mas o que vc faz com ele. Planeje, crie metas, siga-as que vai dar certo. É muito bom ter dinheiro guardado, vc sente-se seguro e tranquilo é confiante.

    • Leandro Ávila 26 de dezembro de 2017 at 9:19 - Reply

      Obrigado Patrícia. É exatamente isso. A questão é o que fazemos, quais decisões tomamos com relação aos recursos que temos (dinheiro, tecnologias, tempo, disposição, etc.)

  28. Renata Mello 23 de dezembro de 2017 at 8:59 - Reply

    Nossa prezado Leandro, 2017 foi um divisor de águas para mim que tive o enorme prazer de conhecer o Clube dos Poupadores e seus ensinamentos.
    MUITO obrigada por tudo até aqui e que venha 2018 com toda esperança de novos rumos!
    Vou dar o meu melhor para isso…

    • Leandro Ávila 26 de dezembro de 2017 at 9:18 - Reply

      Obrigado Renata. Parabéns por dedicar seu tempo buscando seu próprio crescimento!

  29. Joel 23 de dezembro de 2017 at 12:57 - Reply

    Oi Leandro parabéns por mais um artigo de valor, muito se critica o sistema Capitalista mas esse sistema desbloqueou a maior fonte de riqueza que é o conhecimento. Recentemente eu comprei um celular semi novo por 250 reais que fotografa, filma, faz ligações, grava conversa, tem televisão, GPS, mapas, e acesso a internet 4G, é possível assistir todo tipo de vídeo com alta qualidade de som e imagem, posso baixar de graça uma infinidade de aplicativos para leitura de livros e acessar outras tantas fontes de informação, é possível até cursar uma faculdade sem sair de casa. Com esse mesmo aparelho posso comprar, vender e alugar qualquer coisa e posso conversar com pessoas de qualquer parte do mundo praticamente de graça. Em um tempo atrás eu trabalhava em uma empresa e na hora do intervalo os funcionários se reuniam para compartilhar vídeos de pornografia, piadas e violência ou marcar encontros extraconjugais, enquanto eu me afastava deles para ler livros do Napoleon Hill e ouvir áudio books de extremo valor para o desenvolvimento pessoal. Leandro me corrija se eu estiver errado, mas o sistema Capitalista não é tão perverso quanto dizem, pois ele disponibiliza para a maior parte dos brasileiros ferramentas primárias que levam a evolução e ao desenvolvimento a preços irrisórios.

    • Leandro Ávila 26 de dezembro de 2017 at 9:17 - Reply

      Oi Joel. O sistema é uma ferramenta. A perversidade está no seu uso mal-intencionado e principalmente na ignorância das pessoas sobre o funcionamento do sistema. O capitalismo não funciona direito se não existir liberdade. O problema é que a liberdade não funciona direito se as pessoas não estiverem preparadas para tomar decisões livres, pois liberdade anda sempre de mãos dadas com a responsabilidade. As pessoas querem ser livres, mas não querem a responsabilidade pelas consequências que as decisões livres produzem. As pessoas querem ser livres, mas querem um governo forte e grande controlando suas vidas. As pessoas querem ser livres, mas não se importam em viver na ignorância, permitindo que os outros digam o que elas devem comprar, onde devem investir, que estilo de vida devem levar, o que devem comer, vestir, ler, quais produtos devem usar, etc. Quando as pessoas vivem na ignorância e mergulhadas nas distrações elas se movimentam no capitalismo como rebanhos ou manadas que são controladas com facilidade. A solução do problema é reduzir essa ignorância com relação ao funcionamento do mundo do dinheiro, consumo, trabalho, investimento, etc. As tecnologias que permitem a livre circulação da informação é uma arma poderosa. O problema é evocar a vontade pessoal de crescer e para se tornar livre.

  30. João Augusto 24 de dezembro de 2017 at 12:12 - Reply

    Leandro, boa tarde!

    A matéria revela bem o espirito do brasileiro, aquele que reclama de tudo mas não vai à luta preferindo assistir o mundo da ficção pela TV. Temos até quem se orgulhe de nunca ter lido um livro, como também temos eleitores que elegem essa pessoa.Nossas conquistas são frutos dos nossos esforços, sem o que não iremos a lugar algum.Parabéns, mais uma vez, pelo brilhante texto sempre compartilhados por mim, a começar pelas minhas queridas filhas.
    Um ótimo natal e muita saúde para manutenção desse seu maravilhoso trabalho.

  31. Simplicidade e Harmonia 25 de dezembro de 2017 at 9:14 - Reply

    Leandro,

    Excelente artigo para encerrar o ano.

    “Será que estamos utilizando todos esses recursos para realizar todo o nosso potencial ou estamos utilizando todos esses recursos para nos distrair? ”
    Os números apresentados mostram claramente que ricos e pobres gastam seu tempo disponível de forma totalmente diferente.

    Infelizmente muitos hábitos não estão levando a população em geral ao desenvolvimento do potencial pessoal e sentido de vida, muito pelo contrário….

    Gostei da dica do site 12 minutos, a ideia é muito interessante.

    Feliz 2018!

    • Leandro Ávila 26 de dezembro de 2017 at 9:06 - Reply

      Temos acesso a todo tipo de conhecimento nos dias de hoje. Temos tecnologias não podiam existir nem na imaginação dos nossos antepassados. A questão é o que estamos fazendo com tudo isso na nossa própria vida? É isso que vai definir os resultados que teremos, os frutos que iremos colher no futuro.

  32. Jair 25 de dezembro de 2017 at 14:13 - Reply

    Leandro parabéns por mais um texto excelente. É muito bom também ver os comentários e inclusive a sua resposta ao Anderson Lima e sua colocação. Culpar a sociedade os outros o governo é fácil. Agora levantar da cama e buscar a transformação em si mesmo isto sim é difícil ! Acredito piamente que qualquer um pode mudar sua vida da pobreza para a riqueza. E isto sem deixar de aproveitar a vida.. É tudo questão de dar prioridade ao que é prioritário.

    • Leandro Ávila 26 de dezembro de 2017 at 9:05 - Reply

      A vida que temos é uma consequência das decisões que tomamos diante dos fatos e eventos externos dos quais não temos controle. Diante de cada condição que a vida apresenta sempre existem muitas formas de agir. Jogar a culpa nos outros e ficar por isso mesmo é a pior das ações. Pobreza emocional, pobreza cultural, pobreza intelectual resultam em decisões que nos conduzem para a pobreza em todos os sentidos (pobreza nas nossas relações familiares, pobreza nas nossas relações com a sociedade, pobreza nos nossos resultados profissionais, financeiros, etc).

  33. Guilherme Binati 25 de dezembro de 2017 at 20:12 - Reply

    Excelente artigo Leandro, parabéns. Gostei muito da parte que diz: “O computador utilizado na missão espacial que levou a nave Apollo e seus astronautas à Lua tinha o poder de processamento de dois videogames antigos da Nintendo. Meus amigos da escola utilizavam esse poder de processamento para jogar tempo fora jogando Mario Bros.” Nos leva a refletir sobre a nossa relação com as tecnologias e recursos que nos são disponíveis.

    Após ler alguns comentários aqui, me veio a vontade de te desejar muita paciência para o ano de 2018. 🙂

    Um abraço e obrigado pelo importante trabalho de esclarecimento que você realiza.

    • Leandro Ávila 26 de dezembro de 2017 at 9:00 - Reply

      Oi Guilherme. Obrigado. Muita paciência, automotivação e um sentimento de missão a cumprir. É o que vai definir o trabalho em 2018.

  34. Dalai 25 de dezembro de 2017 at 22:25 - Reply

    Não acho nada de anormal. Para os fans de star trek como eu, veem um futuro onde o dinheiro não é mais o que move o mundo. As necessidades materiais não existem mais e o desafio agora é “to improve yourselves”. Creio que ainda estamos longe disse mas espero que não muito….já está na hora da vida material deixar de ser mais importante do que ser humano !

    • Leandro Ávila 9 de janeiro de 2018 at 7:38 - Reply

      Oi Dalai. Eu acredito que caminhamos para esse futuro star trek nos próximos milhares de anos.

  35. Luiz 27 de dezembro de 2017 at 10:36 - Reply

    Olá Leandro,
    Já acompanho seu trabalho há muito tempo, e você não faz ideia o quanto isso impactou minha vida e as vidas de muita gente que eu conheço.
    Gostaria de saber quando você vai abrir novas vagas para o curso sobre a Resistência. Eu não tive a oportunidade daquela vez pois estava desempregado, mas agora tenho o capital necessário.

    Abraço.

  36. Raffael 28 de dezembro de 2017 at 9:05 - Reply

    Olá Leandro,
    Gostaria de saber quando serão abertas novas vagas para o curso de Resistência. Sinto que preciso urgentemente.
    Um abraço.

  37. Isabella 28 de dezembro de 2017 at 15:44 - Reply

    Oi Leandro, senti falta de nunca mais receber os avisos do Transcendência e fui lá ver se tinha algo novo. Qual não foi minha surpresa ao não encontrar o blog… por que vc tirou do ar? Eu amava os textos, vez por outra relia alguns. O que houve?

    • Leandro Ávila 9 de janeiro de 2018 at 7:27 - Reply

      Olá Isabella. O Transcendência está mudando para o endereço intrasenso.com

  38. Otavio 29 de dezembro de 2017 at 9:13 - Reply

    Oi, Leandro! Eu acompanho o seu site faz algum tempo, mas nunca comentei. Gostaria de lhe agradecer pelo seu excelente trabalho. É inspirador !!! Com certeza está ajudando muitas pessoas, assim como eu. Ultimamente estou refletindo muito sobre as minhas escolhas. Sempre achei que a falta de incentivo dos meus pais foram determinantes para eu não seguir o meu grande sonho que é me tornar um médico. Acabei fazendo engenharia, consegui passar em um concurso e tenho uma vida muito estável. Só que agora aquele sonho tá falando mais alto, e estou muito desconfortável com a situação. Sei que terei que deixar muita coisa para trás, porém acredito que valerá a pena. Estou exatamente nessa fase de deixar as distrações de lado para estudar para o vestibular de novo! Me sinto um adolescente em busca do seu sonho, só que com 30 anos =) Feliz 2018 para todos os leitores e pra você, Leandro! Um abraço

  39. Marilene 31 de dezembro de 2017 at 10:08 - Reply

    Olá Leandro. Agradeço pelos artigos do site, pois vão muito além de educação financeira. É uma fonte de educação para o bem viver. Teu exemplo de disciplina e trabalho árduo, nos desperta a vontade de mudar, lutar contra a ignorância e acreditar que é possível transformar nossa realidade, principalmente a financeira.
    Desejo que tenhas um novo ano muito especial, que junto com teus familiares tenham todas as alegrias do mundo.

  40. Cristiano 3 de janeiro de 2018 at 10:59 - Reply

    Olá, Leandro. Obrigado por mais um ótimo artigo seu.
    Quero te perguntar sobre o Transcendência Financeira. O que aconteceu? ele saiu do ar mesmo? É uma pena pois, apesar do site ainda estar começando, os artigos até então publicados eram de alta qualidade e não tive tempo de salva-los como eu faço com todos os artigos do Clube dos Poupadores que leio. Será que você não poderia disponibilizar uma versão para baixarmos? É uma pena perdermos um conteúdo de tamanha qualidade.

    • Leandro Ávila 9 de janeiro de 2018 at 7:23 - Reply

      Olá Cristiano. O transcendência se transformou em intrasenso.com e aos poucos alguns artigos do antigo site serão publicados lá.

  41. Luciana 4 de janeiro de 2018 at 16:05 - Reply

    Oi Leandro! Não tem muito a ver com o post, mas eu queria pedir que você escrevesse mais sobre FIIs, o último post sobre isso é de 2015, inclusive você fez um curso e depois não escreveu mais.. Eu quero muito aprender sobre FII, por onde eu começo?
    Feliz 2018!

  42. Luciana 4 de janeiro de 2018 at 16:32 - Reply

    Agora sobre o post. Eu acho que entendi o ponto da necessidade de sempre buscarmos aprender, melhorar e crescer. De fato isso é muito importante e não podemos simplesmente agir como plantas e esperar a chuva cair, mas ainda assim é uma visão bem pequena dizer que “o objetivo da vida é o crescimento pessoal”. A TEORIA de Darwing realmente é simplista…
    De acordo com a Bíblia, a vida é bem mais do que isso. Seria muito legal se vocês lessem o capítulo 12 de Lucas https://www.bibliaonline.com.br/acf/lc/12

    Mesmo com esse argumento de que “se você tem pouco, terá sua capacidade de ajudar limitada. Também não terá tempo livre para pensar no próximo, pois estará mais preocupado em conseguir dinheiro para pagar suas contas….” Não acho justificativa para dizer que o foco maior da existência seja em primeiro lugar o crescimento individual, pelo menos para minha experiência de vida não tenho visto esse argumento na prática. As pessoas que eu conheço que mais ajudam as outras, tanto financeiramente quanto em tempo de qualidade, são as menos abastadas. Tenho um colega que só tinha uma casinha velha de madeira e começou a chamar moradores de rua para tomarem café com ele, hoje ele dirige um trabalho fantástico que recupera vários moradores de rua e viciados, e ele continua sem nenhum patrimônio.
    Sugiro a leitura do livro “Autobiografia de George Müller”, que cuidou de mais de 10mil crianças órfãs sem ter nenhuma reserva de valor. Existem muitas pessoas assim ainda, mas elas não aparecem.

    Enfim, conhecendo este site (que gosto muito aliás) acho que entendi a mensagem principal, mas quis deixar estas considerações também.

    • Leandro Ávila 9 de janeiro de 2018 at 7:20 - Reply

      Oi Luciana. A ajuda que o seu amigo oferece é valiosa, mas é limitada. Ela poderia se ampliada. Ele é movido por boa vontade, mas a falta de desenvolvimento cria limitações. O mundo está cheio de pequenos tentando salvar pequenos. Enquanto isso os grandes espaços ficam livres para serem ocupados por pessoas que não estão nem um pouco interessadas em fazer alguma coisa para melhorar o mundo onde vivemos. Esses pequenos bem-intencionado precisam perceber que os espaços precisam ser ocupados. O mundo precisa dessas pessoas.

  43. Carlos Eduardo 4 de janeiro de 2018 at 19:52 - Reply

    Não tinha ouvido falar deste Wallace Wattles. Interessante esta visão naquela época. Nós ainda no Brasil ainda temos muita dificuldade para entender riqueza como algo construtivo. Sempre escutamos e fomos ensinado que tornar-se rico é algo ganancioso e ruim. Felizmente isto está mudando. A discussão sobre o liberalismo econômico vem ganhando força nos últimos anos no Brasil. Espero que isto se materialize nos próximos 10 anos.
    Abraços e parabéns pelo trabalho, que sempre nos inspira a querer ser mais!

    • Leandro Ávila 9 de janeiro de 2018 at 7:10 - Reply

      Oi Carlos. Enquanto as pessoas boas acreditarem que o dinheiro é uma coisa ruim, as pessoas ruins vão continuar acumulando muito dinheiro para assumindo todos os postos de poder econômico, político e social. Isso é um problema.

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