Dinheiro compra felicidade, diz pesquisador


Pesquisadores descobriram evidências de que dinheiro compra felicidade, mas só até um certo ponto. Ser mais feliz pode custar apenas R$ 5 mil reais e mostrarei neste artigo como isso é possível. O título da pesquisa é “How Your Bank Balance Buys Happiness: The Importance of  Cash on Hand to Life Satisfaction” a tradução literal seria “Como o seu saldo bancário compra a felicidade: A importância do “dinheiro na mão” para Satisfação de Vida”. Acesse a pesquisa.

Os pesquisadores (doutores em psicologia) da Universidade da Califórnia e da Universidade de Cambridge estudaram a relação entre o saldo da conta corrente de 585 clientes de um banco do Reino Unido e o nível de estresse e satisfação com a vida.

O resultado da pesquisa mostrou que o nível de felicidade aumentava significativamente quando as pessoas tinham uma reserva em dinheiro de até 1000 libras (R$ 5.140,00 com a libra valendo R$ 5,14). Já a diferença entre ter 1000 libras ou 10 mil libras (R$ 5 mil ou R$ 50 mil) era maior, mas não na mesma proporção.

Entender isso é bem simples. Se você está com sede, ter um copo de água faz você se sentir muito melhor. Ter 50 copos de água não faz você se sentir 50 vezes melhor, embora faça você se sentir mais seguro com relação a ter água disponível quando sentir sede novamente.

Isso me fez lembrar uma frase atribuída ao ator Arnold Schwarzenegger:

A pesquisa concluiu que ter uma reserva de dinheiro líquido (que pode ser sacado a qualquer momento) aumenta o seu bem-estar não importando se você ganha mais ou ganha menos, se tem dívidas ou se tem investimentos. É uma questão psicológica e não apenas financeira.

Ter um salário maior não significa que você vai se sentir melhor, a não ser que você poupe uma parte do que ganha. Já suas economias são capazes de melhorar seu humor e sua satisfação com vida que leva. Mostrei neste outro artigo que até servidores públicos que possuem estabilidade no emprego e salários elevados vivem infelizes quando não cultivam o bom hábito de poupar.

A pesquisa diz que se a formação de uma reserva financeira for incentivada é possível aumentar o nível de felicidade e satisfação da sociedade mesmo sem crescimento econômico e sem crescimento da renda.

É curioso observar que no passado tivemos um período de crescimento econômico e de aumento da renda dos brasileiros. No lugar de aproveitar aquele momento para construir reservas financeiras, muitos brasileiros aproveitaram aqueles dias para se endividar mais (carros financiados, imóveis financiados, viagens financiadas e compras financiadas).

O próprio governo, no lugar de incentivar a poupança e o investimento, incentivou o consumismo através do endividamento das famílias. Desde 2012 já se alertava sobre os problemas que isso poderia gerar. No lugar do governo incentivar a ascensão das famílias através do aumento da produtividade, aumento da capacitação profissional, incentivos para o acúmulo de patrimônio, empreendedorismo, etc, ocorreu o que a socióloga Cláudia Sciré chamou de “financeirização da pobreza” (fonte). Através das dívidas assumidas em lojas, bancos e financeiras as pessoas podiam consumir mais sem precisar ganhar mais ou poupar mais. Viviam um conto de fadas que acabaria quando todas as faturas dos muitos cartões se acumulassem. Era uma forma fácil e rápida de gerar uma falsa impressão de prosperidade financeira no curto prazo através do consumo financiado. A Cláudia Sciré é autora de um livro chamado “Consumo Popular, Fluxos Globais” que foi escrito com base na sua dissertação de mestrado (veja aqui) e que pode ser baixada gratuitamente aqui.

Nos momentos de crise econômica e de índices elevados de desemprego é fácil imaginar que alguém com uma reserva de dinheiro para uma emergência, equivalente a 6 ou 12 vezes sua renda mensal, esteja dormindo melhor do que alguém que não possui qualquer reserva. No caso de uma demissão a pessoa sabe que tem os recursos necessários para pagar suas contas sem comprometer sua qualidade de vida até encontrar uma recolocação. Mesmo uma reserva de R$ 5 mil já representa uma tranquilidade adicional diante de um imprevisto onde você não dependerá de cheque-especial ou cartão de crédito para fechar o mês com sua conta no azul.

Outra pesquisa (visite aqui) mostra a relação entre uma renda maior e a felicidade. Os pesquisadores descobriram que um salário maior é mais eficiente para evitar a tristeza e menos eficiente para aumentar a felicidade. Pode parecer confuso, mas tristeza não é exatamente a ausência de felicidade ou vice-versa. Eles pesquisaram 12.291 pessoas que relataram detalhadamente a rotina do dia-a-dia. O pesquisador identificou que as pessoas com renda maior tinham menos situações tristes durante o dia, mas isso não significava que ter uma renda maior gerava mais situações felizes.

A pesquisa mostrou que ter uma renda maior permite que você lide melhor com as adversidades e imprevistos. Isso me fez lembrar uma história. Uma vez um amigo me relatou que estava visitando um colega de infância que não via há muito tempo. Ele foi até a empresa deste colega que atualmente era um empresário bem-sucedido. No final do dia resolveram sair para jantar. Saíram da empresa a pé até o local onde o empresário tinha estacionado o carro. Ao se aproximarem perceberam que alguém tinha quebrado o vidro do veículo para furtar objetos dentro do carro. Para a surpresa do meu amigo, o empresário não se abalou com a situação. Ele pegou o celular, ligou para sua assistente pessoal, pediu para que ela chamasse um táxi, resolvesse o problema no vidro, fizesse um boletim de ocorrência e depois levasse o carro até o restaurante. No final da noite a assistente apareceu no restaurante levando o carro com o vidro trocado e completamente lavado.

Provavelmente uma situação como essa teria acabado com o dia de qualquer pessoa. É triste encontrar o vidro do seu carro quebrado no final de um dia de trabalho. Quando você tem dinheiro para resolver problemas ou para pagar pessoas competentes para resolverem seus problemas, fica evidente que é possível reduzir seu nível de estresse diante de situações tristes.

Essa constatação de que ter dinheiro é mais eficiente para reduzir situações tristes e menos eficiente para tornar sua vida feliz pode estar relacionado com o nosso “viés negativo”.

A psicologia diz que a maioria das pessoas sofre um viés negativo ou o efeito da negatividade. Isso significa que eventos negativos geram impactos psicológicos muito maiores do que eventos positivos. Exemplo: perder R$ 100,00 gera uma tristeza muito maior do que a alegria proporcionada ao ganhar R$ 100,00. Atribuímos mais atenção, mais importância ou mais peso a eventos e informações negativas do que positivas.

É claro que devemos levar em consideração que essas pesquisas foram feitas no exterior. Vivemos em um país onde temos problemas com segurança, saúde, educação, emprego, distribuição de renda, etc.

Existe um site da OECD (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico) onde podemos comparar a qualidade de vida dos seus habitantes. Visite o site aqui. Existe uma caixa lateral onde você pode selecionar os temas que você considera mais importantes para sua felicidade. Movendo a barra, você pode informar qual o nível de importância que você dá para cada item. Depois basta observar em quais países você se sentiria mais feliz. Vamos imaginar que o item mais importante para você seja segurança. Basta mover a barra “Safety” até o nível máximo e observar quais são os países mais seguros ou menos seguros para morar. O Brasil e o México são os piores lugares para morar com base nestes países pesquisados no item segurança.

Fique mais feliz com R$ 5.000,00:

A primeira pesquisa que citei neste artigo mostrou que basta ter até R$ 5 mil para ser mais feliz do que a maioria das pessoas que não possuem nenhum tostão guardado para uma eventualidade. O sentimento de segurança produz maior satisfação e bem-estar. Conseguir R$ 5 mil líquidos na sua conta ou em algum investimento que possa ser sacado a qualquer momento não é uma tarefa difícil.

Vamos imaginar que sua renda é baixa ou suas despesas são muito elevadas e por isso você só pode poupar R$ 100,00 por mês. Se você não pode poupar nada ou se acredita que poderia poupar mais é importante iniciar um orçamento familiar ainda hoje. Depois basta utilizar o nosso simulador de juros compostos. Com a rentabilidade da Caderneta de Poupança (+/- 0,65% ao mês) você conseguiria os seus R$ 5 mil em menos de 4 anos onde mais de R$ 800,00 seriam conseguidos através do efeito dos juros sobre juros. Visite aqui e faça simulações com valores maiores 

 

Aqui no Clube dos Poupadores temos a planilha de R$ 1 milhão (você pode baixar ela aqui) que pode se adaptada para o nosso objetivo que seria montar uma reserva capaz de aumentar o nosso nível de satisfação, bem-estar e felicidade. Você só precisa editar a coluna “anos” para um número menor de anos, editar a taxa de juros para a taxa que você conseguir através dos seus investimentos e editar o seu objetivo.

Como você pode ver na tabela acima não existe nada que justifique não ter algum dinheiro guardado para garantir um nível maior de bem-estar.

Tranquilidade de R$ 50 mil:

Para a maioria das pessoas, em qualquer parte do mundo, ter o equivalente a R$ 50 mil no banco seria o suficiente para ter uma vida um pouco mais tranquila diante das adversidades que temos que enfrentar. Veja na tabela abaixo que é possível se planejar para ter essa tranquilidade no futuro.

 

A tabela acima pode ser lida da seguinte forma: para conseguir R$ 50 mil em 5 anos (60 meses) com uma taxa de juros de 0,65% (equivalente a taxa da Poupança) você precisa poupar R$ 684,04. É o dinheiro que muita gente paga de prestação no momento de comprar um carro financiado, só que no final dos 5 anos a pessoa terá um carro velho que não vale nem 1/3 do que pagou por ele.

Efeito inflação:

Você pode eliminar os efeitos da inflação neste tipo de simulação de várias formas. Você pode considerar apenas a rentabilidade real (acima da inflação) que você conseguirá nos investimentos. Você também pode reduzir o efeito da inflação corrigindo a quantia que você poupa todos os meses. Também pode projetar qual seria a inflação acumulada no período de acumulação e estabelecer uma meta mais elevada.

O fato é que quando a inflação está muito elevada a Caderneta de Poupança não é suficiente para superar a inflação e se isso acontecer o dinheiro perderá seu poder de comprar as coisas com o passar dos anos. Aqui no Clube dos Poupadores temos muitos artigos gratuitos sobre diversos investimentos que rendem mais que a poupança (observe na opção “aulas” do menu superior horizontal). Também existem meus livros sobre investimentos e reeducação financeira com tudo que você precisa saber para se tornar um investidor consciente (clique aqui para conhecer).

A mágica dos 128 meses:

Quando você consegue fazer investimentos capazes de gerar uma rentabilidade de 1% ao mês existe o número mágico dos 128 meses (10 anos e 8 meses). É no centésimo vigésimo oitavo mês que os juros recebidos superam o valor investido. No gráfico abaixo podemos ver que é no mês 128 que a linha amarela cruza a linha vermelha e começa a explosão exponencial.

241 meses depois:

Agora veja o resultado da explosão depois de 241 meses (20 anos e 1 mês). Observe que você só teria desembolsado 241 mil (fruto do seu trabalho e da sua renda). Os outros 759 mil seriam conseguidos através do efeito dos juros sobre juros. Podemos dizer que a receita de bolo é R$ 1000 por mês + 1% de juros ao mês + 241 meses = 1 milhão. O único desafio (que torna a missão emocionante) é conseguir 1% de rentabilidade ao mês, já com os efeitos da inflação descontados, de forma consistente durante 241 meses. De qualquer forma, podemos compensar esse problema aumentando o valor que poupamos mensalmente. Faça suas simulações.

1% ao mês:

Vale lembrar que não é fácil conseguir uma rentabilidade de 1% ao mês acima da inflação através dos investimentos sem que você realmente queira se preparar para atingir esse resultado. Quando vivemos momentos de crise (como agora) os juros aumentam e todos os investimentos de renda fixa (os mais conservadores) oferecem boas taxas de retorno. Mesmo assim existe o efeito negativo da inflação que faz o nosso dinheiro perder valor com o passar do tempo e os investimentos devem compensar essas perdas.

Para aumentar a rentabilidade dos seus investimentos é necessário que você invista na sua educação para que se torne um investidor de verdade e não apenas um poupador de dinheiro. O mundo dos investimentos está repleto de oportunidades, não só na renda fixa, mas também na renda variável e no empreendedorismo.

Quando você abre uma pequena empresa, um dos seus objetivos é garantir uma rentabilidade anual superior ao que conseguiria se fizesse investimentos passivos e de baixo risco na renda fixa. Quando você faz um investimento imobiliário, seu objetivo também é obter rentabilidade acima das opções mais conservadoras. O retorno dos seus investimentos está diretamente relacionado com os investimentos que você está fazendo na sua educação financeira. Dê o primeiro passo ainda hoje.

Continue aprendendo...

Se você gostou desse artigo, tenho certeza que também vai gostar da série de ferramentas, planilhas e livros que preparei para ajudar você. São conhecimentos e ferramentas que desenvolvi para o meu uso e que agora estou compartilhando entre os meus leitores. Clique aqui para conhecer os livros.
Esse artigo foi útil?
Deixe-nos saber, se você gostou deste artigo. Só assim podemos continuar melhorando.
Sim
Não

Sobre o Autor:

Leandro Ávila criou o Clube dos Poupadores por acreditar que o conhecimento é uma riqueza que se multiplica quando dividida. Compartilhando o que sabemos, criamos um mundo melhor. Conheça os livros que ele escreveu sobre educação financeira, investimentos financeiros e imobiliários.
Michelle
Visitante
Michelle

Leandro, bom-dia! Você tem algum artigo sobre brasileiros que moram no exterior e mantém seus investimentos no Brasil para aproveitar as altas taxas de juros? Ou poderia escrever algo a respeito? Obrigada.

Mr. Webster
Visitante
Mr. Webster

Mais um excelente artigo para nos fazer refletir.
Impressionante o efeito mágico dos juros compostos trabalhando a favor do investidor ou de um mero poupador.

De fato é deveras difícil se conseguir uma rentabilidade líquida de 1% a.m (descontada a inflação), porém, há de se refletir também que os efeitos da inflação não são os mesmos para todas as pessoas.
Cada pessoa sofre (mais ou menos) com a inflação de um determinado período, já que nem todos consomem os mesmos produtos ou utilizam os mesmo serviços.

Vamos lembrar, por exemplo, que o plano real já está em vias de completar 22 anos. Pois bem, quem está na minha faixa etária (42 anos), ou tem mais idade, lembrará que R$ 1.000.000,00 há 20 anos era uma quantia vultosa, considerável, que certamente valia muito mais que o R$ 1.000.000,00 dos dias de hoje.
Agora lembremos que esse mesmo R$ 1.000.000,00 ainda é uma quantia BASTANTE SIGNIFICATIVA nos dias de hoje. Para percebermos isso, basta baixarmos o relatório do Fundo Garantidor de Crédito e observar que das 188 milhões de contas bancárias existentes no país, quase 90% de todas elas possuem um saldo de até R$ 5.000,00.
Com um saldo de até R$ 100.000,00, apenas 0,13% das contas bancárias. Dentro do limite do FGC, que representa apenas 25% de R$ 1.000.000,00 de hoje, apenas 0,11%.
Ou seja, R$ 1.000.000,00 ainda é MUITO DINHEIRO e uma parcela quase INSIGNIFICANTE do total da população tem esse dinheiro em suas contas bancárias. Destarte, podemos fazer esse mesmo tipo de reflexão para quem começar a juntar pouco mais de R$ 1.000,00 hoje, capitalizados a 1% de remuneração, mesmo com a inflação, daqui a 20 anos terá uma quantia significativa de dinheiro que lhe dará uma tranquilidade e um poder de escolha absurdo, mesmo com os efeitos nocivos de uma inflação que não sabemos de quanto será.

Leandro, obrigado mais uma vez pelo artigo.
Que Deus te abençoe sempre!

Felipe
Visitante
Felipe

Leandro, ótimo artigo. Você poderia comentar onde tem conseguido 1,5% ao mês em investimentos de renda fixa? Seria especulando com títulos do tesouro prefixado. Eu tenho ficado em 1,03% nos LCIs LCAs e CDBs de bancos médios. Um abraço.

1Seal
Visitante
1Seal

Bom se fosse tão fácil assim como etá no texto

Geraldo Martins
Visitante
Geraldo Martins

Bom dia, Leandro,

Mais uma vez um excelente texto!

Tenho uma dúvida.
Geralmente CDBs e LCIs só são possíveis de se aplicar quando você tem o montante em mãos.
Ex. Tenho R$ 10.000 e consigo aplicar em qualquer uma das duas.
Porém, o problema que eu vivencio hoje é que não vejo nenhuma aplicação que renda 1% e eu possa colocar um valor “X” inicial e fazer depósitos mensais adicionais a não ser a poupança.
Você pode me indicar algum investimento com esta flexibilidade?

Michelle
Visitante
Michelle

Essa resposta serviu pra mim também. Gostei muito da lógica de o mais importante no começo é poupar do que se preocupar com o rendimento. Obrigada, Leandro, suas dicas são sempre muito valiosas.

Felipe
Visitante
Felipe

Leandro, parabéns pelo artigo. Eu já usei e abusei esse simulador e fico sonhando com o resultado ilustrado nele e tenho trabalhado muito para torná-lo realidade. Eu tenho uma gama boa de aplicações, mas sempre me assusto quando se fala a respeito da possibilidade de rentabilidade acima de 1% real, ou seja, descontando a inflação. Hoje não consigo vislumbrar em uma aplicação conservadora tal rentabilidade, apenas em ações pontuais. Você poderia explicar melhor? Abraços.

Pedro
Visitante
Pedro

Parabéns pelo artigo Leandro, muito bom. Um dos melhores até agora!

Marcos Sales
Visitante
Marcos Sales

Caro Leandro, sempre sendo objetivo e assertivo em suas ponderações. Muito bom mesmo! Indico seus textos a várias pessoas (clientes, amigos, familiares).
Fiz um mestrado em Qualidade de Vida na Unicamp há alguns anos e de todas as dimensões, a financeira sempre apresentou um impacto muito alto no computo geral dos índices.
Então, lidar de forma saudável, equilibrada e correta com as finanças, sim pode nos proporcionar uma sensação de bem estar que permanece inabalável apesar das diversas conjunturas.
Sucesso e continue escrevendo sempre.
Abraços

Maicon
Visitante
Maicon

Leandro, você pretende escrever sobre o investimento COE?

Bruno Sacute
Visitante
Bruno Sacute

Parabéns, como sempre um ótimo artigo!!

Osni
Visitante
Osni

Como sempre, mais um excelente artigo, obrigado por compartilhar seu conhecimento. Eu sou grato.

Kleber
Visitante
Kleber

Parabéns! Leandro, mais um artigo de qualidade, sei que você não gosta de orientar ninguém a respeito de onde devemos investir, mas você considera um erro grave vender o imóvel para empreender, ainda não tenho idéia no que seria esse projeto.

celso
Visitante
celso

Prezado, creio que na atual circunstâncias, aplicação em TD_SELIC, 14,25%, descontada a inflação e os imposto teríamos mais de 1% real de retorno ao ano. Estou certo em meus cálculos?
A propósito, o TD_SELIC tem rendimento diário, a remuneração é sobre meu saldo em conta – capital mais juros, ou o rendimento é sobre o valor de face do Título???

Abraços!!!

Agton
Visitante
Agton

Parabéns Leandro pelo excelente artigo!
Ontem terminei de ler o seu livro Reeducação Financeira. Hoje começo o 2º Investidor Consciente. No 1º livro descobri o Simulador de Independência Financeira que você criou. Muito interessante! Deixo o link dele aqui para quem desejar conhecer.

Abraço!

(http://www.clubedospoupadores.com/simulador-independencia-financeira)

Talita Lopes
Visitante
Talita Lopes

Leandro, seus artigos são maravilhosos. Parabéns!
Tem alguma curso específico q vc recomende p quem n entenda nada de investimentos, etc?
Obrigada por todo o conteúdo q nos disponibiliza.
Abs,
Talita

Gérson Furlan
Visitante

Mais uma vez o Leandro trazendo para o grande público conteúdo de qualidade. Na realidade essas informações deveriam ser pagas ( tamanho o valor e qualidade das “deixas” ).
Continue assim Leandro, de forma direta e bem clara, para que qualquer indivíduo possa se beneficiar ao ler esse e outros artigos. Parabéns pelo sucesso !!!

Jailson Muniz
Visitante
Jailson Muniz

Leandro excelente artigo, parabéns pelo serviço prestado! Como faço para resgatar uma Previdência Privada VGBL de 15 anos, que já está com 10 de rendimentos, sem sofrer uma grande penalidade na queba do contrato?

Joanatan
Visitante
Joanatan

Olá professor. Concordo plenamente com o artigo.quando deixamos o mundo das dívidas e passamos a investir,a nossa paz interior é outra.

muda a forma de enchergarmos as coisas,muda tudo.

É como o senhor sempre diz,
‘A educação nos liberta’.
e como é bom ser livre.

Um grande abraço mestre.

Glaucia Vieira
Visitante
Glaucia Vieira

Obrigado Leandro!!! A dois anos te acompanho e já organizei bastante a minha vida financeira graças a seus artigos e sua generosidade em querer nos ensinar. Quero aprender muito mais sobre este mundo fascinante das finanças. Um abração!

Marcelo Martins Ferreira
Visitante
Marcelo Martins Ferreira

Leandro, muito bom ler os artigos que você escreve. Nos últimos 6 meses aprendi muito, já devo ter lido quase todos. Textos muito diretos e consistentes, parabéns!! Entendo que o segredo em qualquer momento da vida e poupar sempre, e aprimorar o conhecimento para investir sempre melhor. Obrigado!!

Munich
Visitante
Munich

Olá Leandro. Tenho uma dúvida e gostaria de sua ajuda: como comparar se é mais vantajoso utilizar uma determinada quantia que está investida para construir uma casa ou deixar esse dinheiro investido e fazer um financiamento para construção? Este valor foi investido para a construção, mas vi em algumas fontes que se o rendimento for superior à prestação do financiamento é melhor financiar e deixar o dinheiro investido. Como fazer esta análise?

Ana Faria
Visitante
Ana Faria

Olá, Leandro,

Mais um excelente artigo! Muito obrigada e parabéns! Admiro muito o seu trabalho!

Enviei um comentário no artigo “Curso de Tesouro Direto Carteira Rica: Avaliação e Opinião
“, mas ocorreu um erro, e não sei se foi submetido a sua autorização.

Como conheci seu blog esse ano, ainda estou lendo os artigos e passei dos mais recentes aos mais antigos até chegar nesse. Possuo muito interesse em aprofundar meus conhecimentos em Tesouro Direto, já fiz vários investimentos em títulos de Renda Fixa privados, e acho muito importante, por tudo que já li no seu blog, considerar diversificar em Tesouro também, comecei pelo Tesouro Selic, mas quero aprender sobre os demais que são menos conservadores. Você sabe me dizer se esse Você sabe me dizer se esse conteúdo do curso do Eduardinho está sendo atualizado? Ainda vale a pena comprá-lo?

Muito obrigada!

Enéias
Visitante
Enéias

Leandro, gostei do artigo. Mas apenas uma palavra faz a diferença: empreendedorismo.

Isso, porque através de investimento tradicional por meio de bancos ou corretoras é difícil de conseguir um por cento mensal acima da inflação.

Consegui sem por cento do DI. O que, a princípio, seria bom. Mas, tem os impostos. Logo, fica totalmente prejudicado o ganho.

Assim, a única alternativa REAL que encontrei até agora é por meio do empreendedorismo. Quando se compra por cem e vende por duzentos e vinte. Tira o custo e fica com oitenta de lucro. Isto é, 80% de lucro real por mês.

Caso contrário, só historinha pra boi dormir…

Diego
Visitante
Diego

Leandro, párabens pelo belo artigo, muito bom mesmo.
Eu tenho 21 anos, mas sempre gostei desse assunto de “dinheiro”, por isso fui fazer economia. Me formei no final do ano , eu trabalho em banco, dói no meu coração ter que ofertar um título de capitalização para um cliente, mas eu não falo que é investimento. Mas esse é meu trabalho. Eu amo, ler sobre investimento, educação financeira, liberdade financeira. O meu sonho é um dia poder passar essa visão que nos temos para outras Pessoas, e isso virar minha profissão, eu acabei de adquirir seus livros, parabéns, são ótimos. Estou pensando em montar um pequena Apostila, e fazer um palestra na minha igreja sobre educação financeira.

Acredito que se a educacao financeira estivesse presente no cotidianos das pessoas, teriamos um país com uma melhor distribuição de renda.

Obrigado, por compartilhar o seu conhecimento de forma acessivel.

Alexandre Pitanga Rosa
Visitante
Alexandre Pitanga Rosa

Olá Leandro, boa noite. Tenho acompanhado seus artigos há tempos, tanto que me empolguei em participar da comunidade restrita. Amanhã vence meu boleto. Mas estou com uma dúvida: quando você lançou os e-books, o que aparece hoje com o nome “Investimentos que rendem mais” não se chamava “Tesouro direto”? Eu tenho muito interesse em aprender a investir nessa modalidade de aplicação e fiquei em dúvida se vou adquirir os conhecimentos iniciais com a leitura desse volume. Abraço.

Alexandre Pereira
Visitante
Alexandre Pereira

Olá Leandro. Parabéns por mais um ótimo texto. Mas esperei uma semana para ler sobre o impeachment ou sobre crise, temer, manutenção da taxa selic. Ou sobre o circo pegar fogo e o povo como palhaço no picadeiro. E nada. … quando vai tocar nesse assunto? Ainda aguardando. Abraço.

Inaldo
Visitante
Inaldo

Oi Leandro, há pouco mais de um ano acompanho seus artigos. Todos os dias olho minha caixa de e-mails para ver se tem algo novo escrito por você, e se tem, imediatamente eu vou à leitura.

Tenho uma pequena empresa, e apesar da tão propalada recessão que está aí mesmo, meu lucro em um ano aumentou cerca de 15% já descontada a inflação. Não é nenhum milagre econômico, claro que não. Seguindo suas orientações tenho conseguido poupar mais, gastando menos, cortando supérfluos e investindo 50% do que eu poupo em renda fixa. Os outros 50% na minha empresa. Antes, eu mal conseguia equilibrar as contas, e já cheguei mesmo a ter pequeno prejuízo há cerca de 2 anos e meio. Resolvi não chorar, e sim vender lenços. Vender lenços e poupar. Não tem outro jeito para se conseguir melhorar os rendimentos: trabalhar, poupar e se educar financeiramente.

Leandro
Visitante
Leandro

Bom dia Leandro

Confesso que também fiquei ansioso na espera de um novo artigo, venho procurando muita informação sobre educação financeira ultimamente, mas até agora não achei nada que se compare com seus artigos.

Mais uma vez temos aqui uma fonte de conhecimento riquíssima, de abrir os olhos e incentivar o aprendizado necessário para encarar a realidade financeira dos dias de hoje.

Muito obrigado Ávila.

Lucia Mata
Visitante
Lucia Mata

Oi Leandro.

Muito obrigada pelos seus artigos.Com tanta bobagem circulando na internet, encontrar o seu blog é como achar um tesouro escondido!
Parabéns!
Sucesso pra você!

Guilherme Jorge
Visitante
Guilherme Jorge

Mais um excelente artigo. Parabéns e muito obrigado, Leandro pelo seu capricho e presteza em nos trazer conhecimento com qualidade.

Grande abraço!

marcos
Visitante
marcos

Parabéns pelo texto, Leandro! Fico observando os noticiários e vejo como os aposentados do Rio de Janeiro estão sofrendo. Eles dependem única e exclusivamente das aposentadorias que o governo paga para viver. É um risco enorme depender só do governo, eles tinham que ter feito uma reserva para passar por essa crise.

Kleber Lima
Visitante
Kleber Lima

Valeu Leandro Ávila,

Onde encontro Livros sobre educação financeira de leitura agradável ou própria para crianças?

Forte abraço, Kleber!

Célia
Visitante
Célia

Olá Leandro ! Excelente texto ! Tenho 40 anos e estou muito preocupada com as minhas finanças, acredito que se tivesse a oportunidade de ter acesso às informações como esta, estaria mais tranquila, porém tenho que pensar agora adiante.Estou estudando o investimento no tesouro direto para a minha aposentadoria

Gustavo de Castro Ventura
Visitante
Gustavo de Castro Ventura

Olá Leandro,

Excelente artigo, como sempre. Muito obrigado!

Esteves
Visitante
Esteves

Ótimo artigo como sempre, Leandro. Acho que é a primeira vez que tenho uma crítica. Falar em 1% a.m. real é muito ilusório se considerarmos apenas aplicaçoes financeiras. Chega a iludir um pouco quem não conhece o suficiente. É claro que se consegue muito mais com uma empresa, mas aí foge um pouco do tópico, já que, com uma empresa, vc pode conseguir até 10% a.m. ou mais, ou nada. Simular algo imprevisível me parece um pouco equivocado. Elocubrar o futuro dessa maneira me parece um tanto descabido. Usar o simulador com aplicações de renda fixa (bastante previsíveis) evidentemente é muito útil. Mas projetar algo tão incerto como renda variável e empreendedorismo não me parece muito correto.

KNG
Visitante
KNG

Leandro,

Mais um baita artigo, parabéns .

A educação financeira, é um dos principais pilares que uma família deveria ter , só neste artigo , vc pode planejar, estimular a alcançar objetivos. Os simulares são importantíssimos , pois mostram a direção a seguir, os juros compostos estão ao nosso lado, então é melhor aproveitar.

Raul
Visitante
Raul

Parabéns Leandro!

Como sempre artigos de muito valor e com muitas referências.

A receita de bolo ali vai dar muita motivação a muita gente kk

Ramon Lopes
Visitante
Ramon Lopes

Parabéns Leandro pelo excelente trabalho que você desenvolve.

Gostaria de sugerir, caso não exista no seu Blog, material sobre renda variável. Por exemplo, não vejo como um pequeno investidor com aportes mensais de R$100 ou R$500 no mercado de ações pode conseguir ter um bom rendimento. Se tomarmos a taxa de corretagem R$10, teremos de ter um luvro de 10% (investindo 100) ou 2% (investindo 500) para compensar a taxa de corretagem. Deste modo, sou inclinado a manter meus investimentos, como pequeno investidor, em renda fixa (tesouro nacional).

David Porto
Visitante
David Porto

Obrigado por mais um excelente texto Leandro.
Você acha que o instituto dos juros compostos está sobre risco no Brasil tendo em vista a lide dos Estados com a União para adimplir com suas dívidas sob a égide dos juros simples? Obrigado,

WANG WEI CHENG
Visitante
WANG WEI CHENG

Mestre Leandro,

Obrigado por compartilhar a mágica dos 128 meses. Primeira vez que ouço falar e achei fantástico.

Tibúrcio Barros
Visitante
Tibúrcio Barros

Olá,
Quando fui contratado para o meu primeiro emprego, saindo da universidade, o banco para o qual trabalhava pagou vários cursos com empresas externas. Além da parte técnica da minha atividade envolviam também questões mais humanas e para o autoconhecimento. Em um deste curso, o facilitador falou a respeito das 5 saúdes:
“- saúde física propriamente dita;
– saúde espiritual, não importa qual seja e até se não a tenha, mas que esteja em paz consigo mesmo;
– saúde familiar, esteja bem com seus familiares;
– saúde emocional;
– e saúde financeira.”
Para este último, o facilitador menciona em sempre pensar no amanhã e saber poupar (como você menciona em vários artigos). Ele fez a conta em ter entre 8-12 meses de salário líquido disponíveis para poder viver, variando de acordo com a atividade profissional. Sempre procurei seguir este conselho e tem funcionado.
Abraços e parabéns pelos artigos!
Tibúrcio Barros

Jaqueline Alves
Visitante
Jaqueline Alves

Adorei o artigo! Estou na graduação e pretendo estudar muito, aprender tudo que puder sobre a educação financeira, para ,futuramente, conseguir ser uma disseminadora deste assunto tão importante. Fico imensamente grata por toda dedicação, e espero, um dia, poder ajudar outras pessoas, assim como você tem nos ajudado. Muito obrigada!

Helner
Visitante
Helner

Leandro parabéns pelo Blog, todos artigos estou achando de uma riqueza de informações fantástica, além da diagramação do conteúdo ao longo do post de uma forma bem didática. Enfim obrigado pelo trabalho!

João Paulo de A. A.
Visitante
João Paulo de A. A.

Bom dia Leandro,
Comprei seus livros, estou na metade do terceiro e começando a fazer alguns investimentos, fiz umas simulações de Tesouro Selic, e vi que depois que corrigi a inflação (Fiz uma projeção) o meu lucro líquido era “pequeno”… foi ai que fui pesquisar sobre a “rentabilidade real” dos investimentos e ai descobri que “O único desafio (que torna a missão emocionante) é conseguir 1% de rentabilidade ao mês, já com os efeitos da inflação descontados…”

Lendo os comentários e suas respostas aprendo muito também.

Escrevo mais para agradecer pela sua boa vontade e capacidade de transmitir esse tipo de informação de maneira tão clara e tão “pé no chão”

Abraço

Sebastian
Visitante
Sebastian

Já li esse livro, altamente indicado! Show de bola!

Compartilhe com um amigo