Como conseguir a Independência Financeira e destruir sua vida


Esse artigo é um alerta para você que está buscando a sua independência financeira. Para algumas pessoas, atingir a independência financeira poderá ser o início de uma nova vida, mas para muitas poderá ser o fim.

Você já deve ter observado muitas histórias de pessoas que prosperaram financeiramente e logo em seguida arruinaram suas vidas. Jamais teremos acesso a história dos anônimos, mas podemos conhecer a história de pessoas famosas como cantores, atores e esportistas do mundo inteiro que sucumbiram diante do dinheiro.

A grande verdade é que, muitas vezes, não conseguir o que você quer é uma tremenda sorte.

Será que você está preparado para se responsabilizar por sua vida quando você conseguir o que quer?

Para muitos que prosperaram financeiramente e atingiram o sucesso profissional e financeiro, melhor seria não ter conseguido aquilo que queriam, pois ao atingirem o topo da montanha, sem o devido preparo, se autodestruíram.

Muitos de vocês sabem que lancei um curso chamado “RESISTÊNCIA” e durante essa semana produzi duas aulas onde uma era sobre vícios.

Falar sobre vícios é uma coisa delicada. As pessoas defendem seus vícios como se fossem seus filhos. Existem pessoas que infelizmente são incapazes de viver um dia sequer sem alimentar seus adoráveis vícios. Quando pensam na possibilidade de cortar um vício é como se estivessem diante do risco de cortar as próprias pernas. É como se a vida fosse sustentada pelos vícios. É como se os vícios que cultivamos fossem o motivo pelo qual as pessoas nos respeitam e admiram.

Se os seus vícios são como suas pernas, saiba que respeito e admiração se conquista com aquilo que fica sobre o seu pescoço.

O problema é que os vícios produzem impactos negativos na sua vida profissional e financeira. Alguns prejudicam a sua saúde física e mental e consequentemente isso também prejudica seu desempenho profissional e financeiro.

Vícios destroem famílias e se transformam no objeto central de muitas amizades. Quantos amigos você tem que compartilham os seus mesmos vícios? Infelizmente, muitas de nossas amizades giram em torno de vícios e não de virtudes. Nos agrupamos utilizando como base os vícios que amamos.

Imagine uma carroça puxada por cavalos. A carroça é a sua vida e cada cavalo representa um vício. Esses cavalos puxam sua vida de forma descontrolada e desordenada. Cada dia eles puxam você para uma direção diferente. É como andar em círculos. Você não consegue controlar esses cavalos do vício. Sua Resistência e seus vícios ditam o caminho da sua vida.

Mesmo assim pode acontecer de você conseguir atingir sucesso profissional e financeiro sem primeiro assumir o controle da sua vida interior. O dinheiro potencializa tudo o que você é por dentro. Se você é uma pessoa que cultiva vícios, o dinheiro permitirá que você sofistique esses vícios. Eles ficarão cada vez mais caros e exclusivos. Você descobrirá vícios que nem imaginava quando não tinha dinheiro. O dinheiro permite acessar outras formas de vício. Existe muitas indústrias que investem pesado em marketing e propaganda para a formação de vícios caros e sofisticados. Essas empresas vendem um estilo de vida enlatado, padronizado, que tem como base o cultivo de vícios sofisticados. O dinheiro permite que você tenha acesso a tentações inimagináveis.

Isso significa que a sua independência financeira dará para você mais tempo, mais dinheiro e mais poder de ação para substituir os cavalos (seus vícios) por máquinas sofisticadas (vícios sofisticados). Imagine agora você substituindo esses cavalos que puxam a carroça da sua vida por carros esportivos potentes sem motorista. A única coisa que esses carros fazem é acelerar e acelerar, sem qualquer controle.

Você deve saber que potência sem controle é um verdadeiro desastre.

Dinheiro aumenta sua potência, aumenta sua velocidade, mas se os seus vícios estiverem controlando sua vida, isso significa que o seu controle é zero.

Enquanto a estrada estiver reta, tudo bem, mas um dia aparecerá uma curva e esse carro potente sem controle só terá uma função, jogar você mais longe para dentro do abismo que existe na próxima curva. É assim que muitos famosos ricos acabam quando aceleram sua vida através do sucesso e do dinheiro sem terem se tornado bons pilotos.

Você vem se preparando para se tornar um bom piloto da sua vida? Você já viu como os pilotos de corrida e os medalhistas olímpicos cuidam de suas próprias vidas, saúde física e mental para conseguirem atingir grandes resultados?

Se você não tem controle da sua vida, se todo o controle está nas mãos dos seus vícios, você terá sorte se nunca conseguir atingir a sua independência financeira. Melhor será seguir sua vida limitada pela falta de dinheiro, sem recursos para potencializar seus vícios.

São muitos os exemplos de pessoas famosas que conseguiram fortuna rapidamente antes de enriquecerem por dentro. O resultado foi potência sem controle. Suas vidas eram como com foguete com combustível (dinheiro) suficiente para chegar na lua, mas sem nenhuma direção.

A sua independência financeira sem rota será desastre, assim como um foguete desgovernado. É potente e sem controle.

Independência financeira é sinônimo de liberdade e o problema ocorre quando você confunde liberdade com libertinagem. Já vi muitos defendendo a independência financeira utilizando argumentos mais conectados com a libertinagem e não com a liberdade. A independência financeira é como um instrumento. O uso bom ou ruim de um instrumento depende de quem está no controle dele. Quem está no controle da sua vida? Você ou os seus vícios?

Existem pessoas que estão nesse momento buscando a independência financeira querendo um instrumento para potencializar sua libertinagem e não sua liberdade.

Libertinagem é um termo oriundo do francês “libertinage”, significa devassidão e é a característica de alguém que vive uma vida de libertino. Alguém que exerce libertinagem é alguém devasso, dissoluto, licencioso, que abusa da liberdade, insubordinado, irresponsável, que se entrega para a escravidão dos vícios e prazeres, extrapolando limites da própria integridade física, emocional, moral e psicológica.

Se você acompanha as notícias dos escândalos de corrupção envolvendo empresários, políticos, funcionários públicos, funcionários de empresas privadas, sabe o que significa a buscar extrema da independência financeira tendo como objetivo central a libertinagem e não a liberdade.

O dinheiro potencializa tudo de bom e de ruim que você tem por dentro. Se você tem muitos vícios melhor não potencializar isso. Se você não tem direção e controle, melhor não acelerar muito. Se você não tem valores éticos e morais, melhor ficar longe do poder que o dinheiro vai entregar para você.

Nesse momento estou preparando minhas malas para participar de um evento em São Paulo onde estarei próximo do autor de um livro que abriu meus olhos para a independência financeira no início da minha vida profissional.

Felizmente, enquanto buscava essa independência financeira, também busquei outras formas de independência como a independência dos vícios, maus hábitos e maus costumes. É uma busca sem fim, vamos melhorando aos poucos. Mas as duas formas de independência estão caminhando juntas. Isso significa que a minha liberdade está crescendo de mãos dadas com a minha responsabilidade.

Infelizmente, nesse caminho vi muitas pessoas sucumbirem, caminhavam para a independência financeira, mas se tornavam cada vez mais dependentes de seus vícios e mais irresponsáveis. É sobre essa libertação, que precisa ocorrer junto com a independência financeira, que trato no meu curso Resistência.

Das mais de 30 aulas que pretendo produzir em áudio, vídeo e texto até o final do ano, 8 aulas já estão prontas e juntas totalizam mais de 1100 comentários entre os alunos. Separei alguns exemplos:

Esses alunos estão tendo contato com outra forma de independência, a forma primária de onde virá todas as outras formas. É um tipo de conhecimento que só é possível transmitir dentro de um curso fechado, através de uma sequência de conteúdos dentro de um ambiente onde só existem pessoas comprometidas. Ninguém sem o devido comprometimento pagaria por um curso desse tipo. O formato de curso separa os curiosos dos comprometidos.

No último comentário que postei logo acima, a aluna fala sobre uma parte da aula onde comentei sobre o tempo.  A busca por independência financeira vai permitir que você tenha mais tempo e mais dinheiro para fazer mais disso que você faz hoje, só que com mais liberdade ou libertinagem. Você escolhe qual dos dois caminhos vai seguir.

Por experiência própria, por observar o caminho das pessoas que ficaram para trás, recomendo fortemente que junto com a independência financeira você busque sua independência interior. Você pode buscar a liberdade do seu emprego atual, pode buscar a liberdade com relação ao seu salário mensal, mas você precisa estar pronto para saber o que vai fazer com essa liberdade para que não se transforme em libertinagem através de uma vida desastrosa potencializada pelo dinheiro.

Observe a foto abaixo:

Essa foto foi publicada em uma rede social do Robert Kiyosaki, autor do livro Pai Rico Pai Pobre. Antes do evento que ele fará nesse fim de semana em São Paulo ele participou de outros eventos pela América do Sul. No caminho de um desses eventos ele passou pelo aeroporto de Guarulhos em São Paulo.

Na foto publicada pelo Kiyosaki, ele está dentro de uma daquelas lojas que vendem lembranças e artesanatos caros para turistas. Kiyosaki é um autor multimilionário que já vendeu mais de 30 milhões de livros em todo mundo. Kiyosaki não só poderia comprar todas essas lembranças da prateleira, como poderia comprar a loja inteira e talvez todas as lojas de lembranças que existem pelos aeroportos do Brasil.

Será que você consegue entender o que passava pela mente do Kiyosaki tirando foto do objeto que ele gostou no lugar de comprar o objeto? Se ele pode comprar o boneco de resina do Cristo Redentor, por qual motivo ele se contentaria com apenas uma foto?

Talvez você não entenda ainda que mais importante do que entulhar uma montanha de objetos na sua casa é vivenciar e registrar as experiências. O que tem valor é a experiência e a liberdade de ter mais experiências positivas e construtivas durante sua vida. O valor não está nos objetos e muito menos nos nossos vícios.

Se pelo menos o objeto realmente fosse um artesanato legítimo, mas sabemos que todas essas lembrancinhas são produzidas dentro de fábricas precárias localizadas na China. Veja um exemplo qualquer que encontrei em um dos muitos sites onde é possível comprar produtos chineses.


Sem uma mudança de mentalidade fica muito difícil conseguir atingir a independência financeira. Mesmo aqueles que conseguem, as vezes utilizando meios rápidos, atalhos e outros meios duvidosos, acabam se autodestruindo através da sofisticação dos vícios e dos exageros do consumismo.

Faça uma reflexão sobre sua real intenção para atingir a sua independência financeira. Seu foco realmente está na liberdade? Junto com sua independência financeira, você está buscando as outras independências? Reflita e deixe o seu comentário.

Atualização: as inscrições para o curso Resistência estão fechadas, mas você pode entrar na lista de espera visitando essa página aqui e cadastrando seu email para receber um aviso quando novas vagas forem criadas.

By |21/09/2017|Categories: Enriquecimento|90 Comments

About the Author:

Leandro Ávila é administrador de empresas, educador independente especializado em Educação Financeira. Além de editor do Clube dos Poupadores é autor dos livros: Reeducação Financeira, Investidor Consciente, Investimentos que rendem mais, e livros sobre Como comprar e investir em imóveis.

90 Comments

  1. Rogéria 21 de setembro de 2017 at 13:40 - Reply

    Muito obrigada por compartilhar esta reflexão conosco.

  2. Thales 21 de setembro de 2017 at 14:11 - Reply

    Bela visão de vida, Leandro.
    Admirável teu trabalho de educador financeiro sem deixar o lado humano para trás.
    Os valores de vida e caráter são mais importantes e devem ser priorizados.

    Mudei meu plano. Agora pretendo atingir minha independência financeira com 90% de liberdade e 10% de libertinagem.
    🙂

    • Leandro Ávila 21 de setembro de 2017 at 15:00 - Reply

      Obrigado Thales. O importante é fazer com a consciência do preço que se paga.

  3. Jesun 21 de setembro de 2017 at 15:07 - Reply

    Parabéns professor, mais um artigo que não apenas quebra, mas “explode” um paradigma da sociedade atual…

  4. Vitor Hugo Machado Morais 21 de setembro de 2017 at 15:30 - Reply

    Jimmy Carrie tem uma frase genial que sempre me lembro dela ao pensar em minha independência financeira.

    “I think everybody should get rich and famous and do everything they ever dreamed of so they can see that it’s not the answer.”

    Mais um ótimo texto, Leandro. Espero em breve conseguir fazer o seu próximo curso (já estou provisionado os gastos. Hehehe)

    • Leandro Ávila 21 de setembro de 2017 at 15:50 - Reply

      Muito bom… “Eu acho que todo mundo deveria ficar rico e famoso e fazer tudo o que sonhava para que eles vejam que não é a resposta”.

  5. Marcelo 21 de setembro de 2017 at 16:06 - Reply

    Leandro, gostei muito do artigo.
    como sugestão, acredito que se colocar exemplos na parte de vícios, vai enriquecer ainda mais o texto.
    abraço!

    • Leandro Ávila 21 de setembro de 2017 at 16:23 - Reply

      Oi Marcelo. Listar vícios é como entregar pedras nas mãos das pessoas. As pessoas sabem quais são seus vícios, mas todas possuem uma lista enorme de justificativas para defender cada um até as últimas consequências.

  6. Liana 21 de setembro de 2017 at 16:08 - Reply

    Olá, Leandro.Boa tarde.

    Confesso que me emocionei lendo o artigo de hoje. Participo do curso Resistência e fiquei muito feliz ao perceber sua responsabilidade humana na transmissão do conteúdo e sua real preocupação em orientar as pessoas.
    A imagem é realmente reveladora.
    Obrigada, Leandro! Por tudo.

    Liana C.

    • Leandro Ávila 21 de setembro de 2017 at 16:26 - Reply

      Oi Liana, parabéns por participar do projeto. Nem todas as pessoas ainda estão prontas para valorizar isso que você valorizou. Observo que o curso acaba funcionando como um filtro onde podemos separar as pessoas realmente comprometidas das pessoas que são apenas curiosas. Mesmo assim não podemos esquecer os curiosos e trabalhar para transformar essa curiosidade em comprometimento. Parabéns pelo seu comprometimento.

  7. Amilton 21 de setembro de 2017 at 16:12 - Reply

    Muito bom o texto Leandro, acredito que com o passar do tempo as pessoas estão se conscientizando sobre independência financeira e vicios. Felizmente tenho visto uma mudança de habitos em alguns familiares e amigos que comento sobre os artigos do clube dos poupadores. Parabéns e sucesso!

    • Leandro Ávila 21 de setembro de 2017 at 16:27 - Reply

      Olá Amilton, obrigado por recomendar e divulgar o projeto entre os seus amigos e familiares.

  8. Murilo Witt 21 de setembro de 2017 at 16:13 - Reply

    Muito bom Leandro, as vezes, apesar de ter muito organizado meus objetivos e metas, me sinto um pouco perdido, como se faltasse algo para ser feito, mas não desisto e continuo, pois sei que a cada dia estou mais perto do que realmente quero alcançar 🙂

  9. Vinicius Tchê!! 21 de setembro de 2017 at 16:34 - Reply

    Ótimo texto :
    Todos os textos e gurus falam e tentam transformar a mente e as pessoas para TER e SER, mas não mostra o outro lado da moeda.
    Até quando estamos a caminho da independência financeira, esse poupar, esse estudo, já nos tira um certo tempo.
    De certa forma nos prejudica, nossas conversas e idéias mudam.
    As vezes temos de se afastar dos familiares e amigos .
    Isso não ocorre comigo, mas imagino aquela pessoa dedicada focada em chegar na independência, até isso vira um vício de chegar na independência.
    Já parou para pensar no tempo que se é gasto estudando investimentos e deixando essas pessoas de lado ?

    • Leandro Ávila 21 de setembro de 2017 at 16:56 - Reply

      Oi Vinicius. Acho que o tempo que gastamos aprendendo a cuidar do nosso próprio dinheiro é proveitoso. Veja que o dinheiro que você ganha trabalhando é fruto do tempo que você gastou para ganhar esse dinheiro. Dessa forma o seu dinheiro representa a vida que passou e que se transformou em um valor monetário. Não dedicar um tempo aprendendo a cuidar desse dinheiro é o mesmo que desrespeitar a vida que você gastou para ter esse recurso. Não usar esse dinheiro com inteligência é negligenciar a sua própria vida. Existem muitas outras atividades infrutíferas onde gastamos o nosso tempo e o nosso dinheiro. Vou citar apenas um dos vícios que consomem tempo precioso. É o vício de ficar o dia inteiro movimentando o dedo de cima para baixo olhando a vida dos outros nas redes sociais. Amigos, parentes, vizinhos, colegas de trabalho, nos mais variados grupos de whatsapp e redes sociais compartilhando piadas, abobrinhas, imagens de violência, notícias sem utilidade. Muitos acreditam que isso que fazem pelas redes sociais é cuidar da família e dos amigos. No fundo não é nada disso. É apenas distração para no final do dia não sobrar tempo para fazer o que é importante, para estudar as coisas que são importantes e que podem produzir um impacto positivo na vida da pessoa nos próximos anos.

      • Rodrigo Pereira 22 de setembro de 2017 at 18:03 - Reply

        Olá Leandro. Vou fazer o papel de chato outra vez, mas faço isso não por prazer e sim por exercício crítico.
        Vícios são sim prejudiciais, seja pra saúde física, mental e financeira.
        Claro que não pode-se, na minha visão, olhar para o assunto sob uma ótica extremista, seja para um lado (gastar como se não houvesse amanhã) ou para o outro (ser mão de vaca e guardar sempre para amanhã, que nunca chega).
        Uma coisa é tomar cerveja no fim de semana, outra é não conseguir deixar de tomar todo dia.
        A minha interpretação do comentário do Vinícius Tchê vai nessa linha de ser mão de vaca ou relapso. Talvez a colocação dele de tempo investido em estudar tenha sido mal colocada, pois sempre é bom adquirir conhecimento, mas talvez ele quis dizer sobre se preocupar tanto em acumular dinheiro e pensar no futuro e se esquecer do presente.

        O que vou contar é uma história real, não inventei para corroborar meu ponto de vista, mas acreditar nela está a cargo do leitor.
        Meu irmão teve a oportunidade de trabalhar no Vale do Silício e lá ele conheceu um brasileiro que trabalha no Google. O cara não tem família ( pai e mãe morreram, não tem irmãos, filhos, esposa), “mora” num caminhão estacionado na empresa, come na empresa, lava roupa na empresa. Maravilha, não? Lembra um artigo teu sobre ultra poupanças, que diga-se de passagem, no Brasil é difícil fazer esse esquema. Enfim, final de semana não existia para ele, trabalhava (ou ainda trabalha) 12h, 14h, 16h, por dia, não fazia nada a não ser trabalhar, contato social quase nulo, não tirava férias. Resultado: O cara teve um piripaque depois de alguns meses, um burnout e quase morreu. Aí pra que ter tanto dinheiro se o cara simplesmente não vivia? Não fazia uma atividade física, não saía pra viajar, nada. Ele vivia pra trabalhar, nem tanto pelo dinheiro, mas e daí? Claro que o vício dele era trabalhar, mas nesse caso dinheiro não era gasto, mas o contrário.

        Seria interessante, com sua habiidade de escrita, que você escrevesse (apenas uma sugestão) sobre esse outro lado da moeda. Pessoas sovinas, relapsas, que se importam tanto com o futuro que não enxergam o presente.

        Clichê: Equilíbrio. Ex: gosto de cerveja, mas tomo de fim de semana, caso contrário meus gastos aumentariam e minha saúde debilitaria.

        Até o próximo artigo.

        • Leandro Ávila 25 de setembro de 2017 at 4:45 - Reply

          Você descreveu a vida de uma pessoa desequilibrada. Se o rapaz desequilibrado que você descreveu bebesse cerveja a vida dele não estaria melhor e ele não teria escapado do piripaque. Não sei de onde as pessoas tiram que beber significa algum equilíbrio. É desequilíbrio. É a manutenção de um mau hábito. Cerveja é um produto enlatado, industrializado, repleto de aditivos, que tem seu consumo e vício largamente difundido pelo mundo por indústrias realmente poderosas. As indústrias que exploram vícios humanos são as mais agressivas no marketing mundial. É uma pena que as pessoas não façam uma boa reflexão sobre aquilo que as acorrenta.

          • Rodrigo Pereira 26 de setembro de 2017 at 8:38

            Poxa Leandro, mais uma vez tu quis escapar pela tangente e não olhou para a mensagem que escrevi.
            Cerveja foi só um exemplo, exemplo.
            Pra que fazer isso?

          • Leandro Ávila 2 de outubro de 2017 at 7:02

            Eu comentei o que achei que deveria comentar. Desculpe se não era isso que você gostaria que eu tivesse dito. É assim mesmo que as coisas são.

    • Liana 21 de setembro de 2017 at 18:25 - Reply

      Penso sobre isso constantemnte. Reflexão positiva.

  10. Márcia Marin 21 de setembro de 2017 at 16:41 - Reply

    Está aí a explicação de muitos ganhadores de loterias ou bem sucedidos jogadores de futebol ficarem pobres de novo.

    • Leandro Ávila 21 de setembro de 2017 at 16:50 - Reply

      Oi Márcia. O enriquecimento externo precisa acompanhar o interno. Pessoas que ganham fortuna rapidamente não possuem base, alicerce, para suportar o peso do poder e da responsabilidade vem junto com o dinheiro. Esse desequilíbrio precisa ser corrigido, tudo que está em desequilíbrio em qualquer parte tende ao equilíbrio.

  11. Nivia 21 de setembro de 2017 at 17:36 - Reply

    Sensacional Leandro ! graças ao bom Deus que além de ter conhecido o Clube dos Poupadores, o Transcendência Financeira, agora também faço parte do seu Curso Resistência, que é um estudo estupendo, impactante que nos leva a mergulhar nas águas mais profundas do nosso eu interior e lá poder ter a oportunidade de tornar inteiras, pedaços de várias áreas de nossas vidas há muito tempo estagnadas… Para quem não teve a oportunidade de se inscrever, esse artigo de hoje, é apenas uma prévia, bem prévia mesmo da imensidão de conhecimentos que aprendemos lá. Parabens Leandro.. E muito obrigada

    • Leandro Ávila 22 de setembro de 2017 at 1:05 - Reply

      Obrigado Nivia! Obrigado por suas palavras de apoio ao projeto.

  12. Bárbara 21 de setembro de 2017 at 17:49 - Reply

    Obrigada Leandro, mais um excelente artigo. Grande abraço.

  13. Joanatan-Ibirité-MG 21 de setembro de 2017 at 18:02 - Reply

    Ótimo artigo professor.
    Venho buscando a independência em todas as áreas da minha vida.obrigado.

  14. João Augusto 21 de setembro de 2017 at 18:07 - Reply

    Leandro, embora longevo, leio seus textos com a empolgação de um jovem e procuro transmitir às minhas filhas essas excelentes lições.A mais valia em tudo que tenho aprendido, me fez rever a forma como meu patrimônio estava sendo investido. Afinal, por minha culpa deixei a critério do “meu gerente” a tarefa que era minha.
    Ao fim de cada post fica sempre a ânsia pelo próximo.
    Esta matéria é relevantíssima; ficar rico também pode ser complicado. Parabéns!

    • Leandro Ávila 22 de setembro de 2017 at 1:07 - Reply

      Oi João. Parabéns por transmitir para suas filhas. Prosperar em uma área, sem observar as outras, pode deixar sua vida torta. Por isso é importante avançar em tudo, não só na parte financeira.

  15. Alessandro 21 de setembro de 2017 at 20:08 - Reply

    Um belo tapa na minha cara justamente no momento que estou pretendendo comprar um carro mas às vezes exagero na bebida. Dessa forma não apenas ponho minha vida em risco, mas principalmente a dos demais. Mais um texto brilhante e que trás consigo uma reflexão profunda para quem quer realmente se abrir para as mudanças.

  16. Gabriel 21 de setembro de 2017 at 22:47 - Reply

    Como de costume, mais um excelente artigo Leandro. Aprecio muito como você aborda temas que vão além das finanças e atingen o indivíduo. Nada melhor do que esses choques de realide para “acordar” para a vida.

    Se me permite Leandro, gostaria de perguntar se você já pensou ou até planeja escrever um artigo expondo suas opiniões quanto a serviços envolvendo robôs que investem na bolsa por você. Recentemente conversei com alguns amigos que afirmaram que esse tipo de investimento, quando aliado ao perfil mais seguro possível do robô, ao longo prazo, é milagrosamente rentável. Não pude deixar de ficar cético quanto a afirmaçao, visto que não sei o quão competente é tal robô para realizar tais tarefas por mim. Além disto, não encontrei muito sobre o assunto, pelo menos não com a qualidade e imparcialidade que você demonstra em seus artigos.

    Agradeço a atençao desde já.

    • Leandro Ávila 22 de setembro de 2017 at 7:48 - Reply

      Oi Gabriel. Robôs são programados por pessoas. É uma das formas de colocar os outros para cuidar do seu dinheiro, onde eles ganham dinheiro com isso. Sempre que o robô compra ou vende ações as corretoras lucram com essa operação. Pode ocorrer do robô passar o mês inteiro operando e no final grande parte dos ganhos se transformarem em taxas pagas em cada operação. Outro problema que vejo é que muitas vezes uma estratégia programada no robô pode dar certo agora, mas como tudo é muito dinâmico, ela pode deixar de funcionar algum tempo depois.

  17. Daniel Cavalcanti 22 de setembro de 2017 at 6:40 - Reply

    Comecei a estudar sobre investimentos e independência financeira recentemente, mas mergulhei de cabeça e tenho lido muito, tentando mudar meus hábitos de consumo, pensando mais devagar, poupando mais, levando em conta o longo prazo e planejando o futuro.
    Estou nessa à dois meses e já percebi mudanças significativas em vários aspectos da minha vida. Tenho sido mais responsável até mesmo em tarefas domésticas que antes não levava em conta e acabava deixando minha esposa sobrecarregada (e olha que eu achava que já era super responsável nessa área).
    Ainda não investi em nenhum curso, pois no meu planejamento decidi começar com leitura, aumento da minha energia potencial e disciplina para então ter a capacidade de decidir de forma planejada por um curso que potencialize minhas qualidades e me ajude a ficar atento aos meus defeitos. Até os livros eu consegui emprestados para não gastar muito, já que sou um leitor ávido. O conjunto de livros que você escreveu para o Clube dos Poupadores foi o único que decidi comprar após muita ponderação e não me arrependo dessa escolha, pois foi o único que mesclou informações técnicas com questionamentos pessoais que me fizeram ter reflexões profundas e positivas.
    Muito obrigado pelo conteúdo de qualidade que você publica.

    Abraços

    • Leandro Ávila 22 de setembro de 2017 at 7:44 - Reply

      Parabéns Daniel, fico feliz por ter gostado dos livros. Eu já fui como você até o dia que tomei a decisão de tornar o meu crescimento pessoal um projeto de vida que sigo com seriedade, a mesma seriedade que todos nós colocamos nas nossas atividades profissionais. Isso significa que todos os dias dedico um tempo para leituras e atividades que me façam melhorar em alguma área da minha vida. Sempre destino recursos para investir em livros e cursos. É um processo de melhoria continuada. A vida não é brincadeira e levamos tudo muito na brincadeira, destinamos somente o tempo que sobra para o crescimento, quando não sobra tempo não fazemos nada. Por isso é importante encarar isso com a seriedade de um profissional no controle da sua vida.

  18. Claudinei Catarino 22 de setembro de 2017 at 9:03 - Reply

    Olá Leandro, olá pessoal. Que a paz de Jesus estejam convosco!
    Estou cursando Engenharia de Computação e, em uma das matérias, fizemos um exercício de Mapa Mental. As palavras chaves eram família, trabalho, estudo e lazer. O que quero dizer é como os vícios roubam de nós coisas preciosas. Entre elas o tempo. Já consegui me livrar de vários vícios e os que estavam “encaracolados” em minha mente já estão com os dias contatos. Eles ficam escondinhos lá no fundo da nossa mente e agem à espreitas. Parabéns ao Alessandro que quer adquirir um carro e fez/percebeu a relação que carro e bebida não combinam. Minha esposa sempre me orienta/alerta nesta técnica: o que é preciso X o que é necessário.
    Fiquem com Deus e até a próxima.Saúde e paz a todos.

  19. José Lucas 22 de setembro de 2017 at 19:42 - Reply

    Me admiro de quantos babões esse Robert tem. Só é “o cara” no mundinho dele, porque em qualquer ambiente econômico de investidores sérios ou ambiente acadêmico, todos sabemos que é uma piada, um amador que vive de seus fãs babões!

    • Leandro Ávila 25 de setembro de 2017 at 4:36 - Reply

      Eu conheço tanta gente financeiramente fracassada no mundo acadêmico que você não faz nem ideia. São pessoas que levam uma vida financeira que mais lembra uma piada. Sabem muita teoria, dominam pouco a prática, reclamam demais, criticam demais e realizam muito pouco.

    • Rodrigo Pereira 26 de setembro de 2017 at 8:43 - Reply

      Robert tem seus méritos, ‘Pai rico Pai Pobre’ é um bom livro pra despertar quem está começando a adquirir conhecimento sobre educação financeira. Também acho que ele é um pouco superestimado por seus leitores, mas aí ele aproveita a situação e ganha $$$.
      Mas sempre é assim. Quem gosta de Harry Potter vai elogiar muito a autora, mas não necessariamente o livro é tão bom assim.

  20. Vinicius 22 de setembro de 2017 at 21:07 - Reply

    Olá Leandro, excelente post parabéns.

    Venho acompanhando seus posts e estudando muito sobre investimentos de forma geral, e a pouco comecei a investir em tesouro direto em LFT e agora estou investindo em CDB, e estou com uma dúvida referente e gostaria de saber se você consegue me ajudar.

    Tenho em mente que o LFT é um investimento como uma reserva de emergência, onde posso retirar a qualquer momento tendo em mente as porcentagens que serão descontadas e etc, entretanto venho lendo que o CDB também pode-se resgatar a qualquer momento, essa informação é valida? Digo isso porque estou com um investimento em CDB e não vejo nenhuma opção de resgate, e minha dúvida é em CDB pode-se resgatar a qualquer momento? Se sim como consigo saber qual CDB é possivel resgatar e qual não?

    Muito obrigado pelos posts, através deles estou desenvolvendo um interesse enorme e reeducando minha vida financeira.

    • Leandro Ávila 25 de setembro de 2017 at 4:33 - Reply

      Sim Vinicius. Existe CDB com a chamada “liquidez diária”, onde você pode sacar o que investiu a qualquer momento. O problema é que nem todo banco oferece CDB desse tipo e quando oferecem a rentabilidade é menor. Normalmente as grandes corretoras que oferecem CDB de vários bancos costumam ter o CDB com liquidez diária oferecidos por bancos menores.

  21. Ricardo Cesar 23 de setembro de 2017 at 2:39 - Reply

    Excelente artigo, é muito bom ter uma visão de 360º do que a independência financeira pode significar se não cuidarmos de todas as áreas envolvidas. Leandro ,fiquei com uma dúvida na interpretação da foto da carroça, pois observei que há um pássaro (parece ser uma coruja) com um símbolo de interrogação (?) apontando para ele. Há alguma interpretação para esse pássaro da figura? Gratidão Leandro!

    • Leandro Ávila 25 de setembro de 2017 at 4:30 - Reply

      Oi Ricardo. Em muitas culturas a coruja tem um simbolismo. Por ser um dos animais que melhor consegue ver no escuro, ela costuma simbolizar a sabedoria. A ignorância é simbolizada pela escuridão. A sabedoria é aquilo que nos permite ver na escuridão da ignorância. Na figura o rapaz para ter percebido a coruja enquanto sua vida seguia sendo conduzida ignorância a dentro por seus vícios.

  22. Soraya 23 de setembro de 2017 at 11:47 - Reply

    Olá Leandro! Conheci o clube dos poupadores através de uma pesquisa que estava realizando para minha pós em finanças sobre investimentos. E desde que conheci em 2015 não deixei mais de ler nenhum artigo! E posso afirmar que aprendi muito mais aqui no clube, do que em toda pós! Foi através daqui que aprendi o que era uma corretora, que precisava abrir conta em uma corretora (para ter acesso a uma prateleira de investimentos), como escolher a corretora, e assim por diante… Quando comecei a ler, tive toda informação “técnica” que precisava. E agora você vai além e nos oferece o que precisamos, sem mesmo termos a consciência que estamos precisando, que é, primeiramente, nosso desenvolvimento pessoal. Temos que ter as rédias de nossas vidas, vencer as resistências, vícios, para que possamos alcançar nossos objetivos! Sem dúvidas esse é o melhor conteúdo que leio na internet, e não canso de recomendar o site para todos!

    Abraços!

    • Leandro Ávila 25 de setembro de 2017 at 4:24 - Reply

      Oi Soraya. Parabéns por sua dedicação e obrigado pelo apoio. O desenvolvimento da nossa vida financeira é só uma perna do nosso desenvolvimento. Não faz sentido ter uma perna maior que as outras. Não ficaria estável.

  23. Farley 23 de setembro de 2017 at 12:24 - Reply

    Parabéns Leandro! Sou um grande fã seu, acompanho com muito entusiasmo os conteúdos do clube dos poupadores, area premium, transcendência e curso de resistência (que por sinal, recomendo a todos os comprometidos). Não deixo muitos comentários, por resistência rs mas difundo tais conhecimentos a quem se interessa.
    Como medico, terminando minha especialidade, é um privilégio ter oportunidade de aprender com vc tão cedo. Aproveito para recomendar aos interessados, o curso do Bastter tb.
    Um abraço.

    • Leandro Ávila 25 de setembro de 2017 at 4:21 - Reply

      Oi Farley. Parabéns pelo seu comentário. Eles são importantes, não só para você, pois ao comentar isso diz para sua mente que aquele tema é importante, mas você também acaba motivando outras mentes. Muitos leitores do Clube também gostam de ler todos os comentários.

  24. Camila 23 de setembro de 2017 at 13:14 - Reply

    Excelente texto Leandro.Desde o ano passado, quando comecei minha educação financeira, passei a me interessar também pelo estilo de vida minimalista. Aos poucos fui identificando minhas fraquezas e defeitos e trabalhando cada um deles. Fui me livrando de tudo aquilo que não precisava (objetos e sentimentos), que não fazia mais sentido ou tinha em excesso. Isso transformou minha vida. Todos os dias vejo que precisamos de tão pouco e que a vida assim é tão boa, tranquila e leve. Hoje vejo meus investimentos crescerem na mesma velocidade que gastava meu dinheiro antigamente. Fico feliz com isso, faço planos e estabeleço metas, mas não fico bitolada pensando em dinheiro. Cada vez mais fico feliz por me livrar de mais uma amarra, antes considerada indispensável mas que com a cabeça que tenho agora, vejo que posso viver muito bem sem. Recentemente, após muitos cálculos e um período de experiência, vi que não compensava manter meu carro e decidi vender. Meu marido me apoiou e alguns amigos que são educados financeiramente entenderam e apoiaram minha decisão. Porém enfrentei a maior resistência dos meus próprios pais, que inclusive me chamaram para uma conversa séria, perguntando se eu estava precisando de dinheiro, porque eu queria me desfazer de um “bem”, que eu gastaria esse dinheiro e não conseguiria comprar outro carro se quisesse. Tentei expor meu ponto de vista, em vão. Infelizmente nós, que vamos contra a maioria, ainda precisamos justificar nossos atos. Acho engraçado isso, porque ao mesmo tempo que sou questionada sobre essas mudanças e decisões, as mesmas pessoas dizem sentirem “inveja” da minha vida tranquila e simples, sem dívidas e com muita qualidade, que eles gostariam de ser assim…. mas são muito resistentes às mudanças….o que falta é força de vontade e peito para se olhar de frente no espelho, ver todos os seus defeitos, vícios e partir para a mudança!! Abraços!!

    • Leandro Ávila 25 de setembro de 2017 at 4:20 - Reply

      Quando você fica menos dependentes dos objetos a vida fica mais leve. Isso é tudo que o sistema não quer que você faça. O que falta são as pessoas pensarem com a própria cabeça. Se você olhou para sua vida e viu que o carro não faz sentido, ótimo. Se outra pessoa avaliar a própria vida e observar que ele faz sentido, ótimo também. Errado é você ter por ter, ter para ser como os outros querem que você seja.

  25. Geraldo 23 de setembro de 2017 at 14:55 - Reply

    Acredito que o problema ai não é o dinheiro, mas a pessoa mesmo.

    Isso é muito comum em herdeiros mal preparados pelos pais.

    Eu duvido muito que um pobre sem nenhum talento extraordinario (tipo jogar bola como Neymar) consiga dinheiro sem disciplina e esforço. Isso beira o impossível, pelo menos, por meios honestos.

    • Leandro Ávila 25 de setembro de 2017 at 4:15 - Reply

      O problema é que nem sempre a disciplina e o esforço em uma área da vida (como a profissional) se expande conscientemente para as outras.

  26. Filipe 23 de setembro de 2017 at 15:59 - Reply

    Palavras irrepreensíveis.

    Como se diz, nunca saberemos do que de pior nossa má sorte nos livrou.

  27. Marilene 23 de setembro de 2017 at 17:02 - Reply

    Comecei a trabalhar muito cedo.
    Fui para a vida com determinação mas com o passar dos anos não tive estrutura psicológica suficiente para manter minhas conquistas.
    Participo desse primeiro curso chamado Resistência, é maravilhoso.
    Leandro nos propõe outro olhar frente a nossa realidade, nos mostra que a prosperidade financeira é necessária mas outros fatores também importam, somente com essa consciência podemos valorizar e manter o que já possuímos. Seus conhecimentos são frutos de batalhas diárias, então nos mostra os caminhos que já percorreu, tornando mais fácil o nosso caminhar. É incrível mas praticando o que é ensinado, já nas primeiras aulas notamos uma grande transformação interior.

    • Leandro Ávila 25 de setembro de 2017 at 4:13 - Reply

      Oi Marilene, são temas que dificilmente poderiam ser tratados abertamente por exigir essa imersão diária para abertura da nossa consciência sobre o que realmente nos limita a crescer. Crescer só no financeiro é insustentável e pode até se tornar desastroso.

  28. Marcos Aurélio 24 de setembro de 2017 at 12:52 - Reply

    Gostaria de expressar meus sinceros agradecimentoa pela orientação que mudou a minha vida, hoje sei que estou no caminho correto para a liberdade financeira e com metas definidas sei que vou atingir meu objetivo, agradeço também a Deus por iluminar o professor Leandro e permitir que ele nos transforme para melhor com tanta sabedoria e disciplina, muito obrigado

    • Leandro Ávila 25 de setembro de 2017 at 4:09 - Reply

      Obrigado pelo apoio Marcelo. Parabéns por sua dedicação.

  29. Rogerio Batista de Oliveira 24 de setembro de 2017 at 17:58 - Reply

    Saudações Leandro!
    Mais um excelente artigo!
    Inspirador, desafiador e muito realista!
    Realmente até que ponto temos consciência de buscar nossa independência financeira com sabedoria? É um desafio diário.
    Eu mesmo procuro diariamente, passo a passo, superar minhas resistências, defeitos, vícios, para evoluir em conhecimento e nas outras esferas da vida.
    Estou em seu curso resistência e sou seu fã e acompanho tudo no clube dos poupadores e transcendência!
    Parabéns e que Deus sempre lhe abençoe!

    • Leandro Ávila 25 de setembro de 2017 at 4:08 - Reply

      Oi Rogerio. Parabéns por investir seu tempo buscando esse crescimento!

  30. Adriano 24 de setembro de 2017 at 19:18 - Reply

    Mais um belo artigo e dessa vez sobre um tema que eu ainda não havia visto ninguém discorrendo sobre.

    Tenho por costume tentar ler, além do texto, também todos os comentários, pois em várias situações eles agregam bastante e nesse texto tem um em que a sua resposta fala que “…destinamos somente o tempo que sobra para o crescimento e quando não sobra tempo não destinamos nada.”

    Diante disso me surgiu a dúvida de que se há por aqui algum artigo sobre gerenciamento do tempo e se seria factível a criação de um curso para melhor gerenciar o tempo com vistas a aumentar a produtividade.

    Parabéns pelo texto e pelo trabalho.

    • Leandro Ávila 25 de setembro de 2017 at 4:08 - Reply

      Oi Adriano. A maioria das pessoas não tem tempo para ser gerenciado. O gerenciamento de tempo faz sentido quando você realmente tem algum tempo para gerenciar. O que mais as pessoas fazem é jogar tempo fora, gastar com distrações, muitas vezes durante o dia são um conjunto grande de pequenas distrações que no final leva o tempo todo embora. E tudo indica que reenchemos nosso tempo com o que não importa para que não sobre tempo para o que não importa, pois no fundo queremos mesmo que nada mude na nossa vida. A mudança sempre é um desconforto. Mas é uma boa ideia criar um curso sobre isso, pois tempo é nossa riqueza primária. Todas as outras derivam do tempo.

  31. Raphael Ramos 25 de setembro de 2017 at 11:53 - Reply

    Ter “domínio próprio” é algo realmente muito difícil, talvez inatingível na sua totalidade, porém um alvo que nunca devemos não perder de vista. Outra ciência muito difícil também é a do auto-conhecimento, reconhecer as próprias deficiências, pois muitos sequer admitem para si mesmos que devem mudar. Há uma estatística que diz que somente 1% da população reconhece que precisa melhorar como pessoa, ou seja, 99% acham que o problema está sempre com os outros ou com elementos externos. Parabéns e obrigado por dedicar seu tempo a escrever artigos como este.

    • Leandro Ávila 2 de outubro de 2017 at 7:06 - Reply

      É por esse motivo que um percentual muito pequeno são pessoas bem-sucedidas profissionalmente e financeiramente. Se você acredita que a origem dos seus problemas está no outro isso significa que os problemas nunca serão resolvidos, pois a grande verdade é que todas as limitações e problemas estão dentro de nós.

  32. Danicio 25 de setembro de 2017 at 13:38 - Reply

    Leandro meu caro, não tenho o costume de escrever aqui, mas sou assíduo nas leituras.

    Você tocou num ponto que é central. O enriquecimento deve ser acompanhado por uma mudança de mentalidade. Não é algo simples, mas é essencial. No meu caso, tenho tido muitos avanços através da terapia (é uma das possibilidades).
    A mentalidade é como o sistema operacional de um PC… Não adianta nada ter um super hardware, se o sistema não acompanha… Tem mais, você tratou de coisas humanas, subjetivas… Isso tudo é muito complexo para quem ainda não experimentou (não tenho amigos próximos com quem tratar sobre finanças…) …
    Por fim, meus parabéns… No caminho da riqueza (em sentido amplo), percebo que você está num grau bastante avançado. obrigado por compartilhar parte do seu conhecimento! Abração!

  33. Maria 25 de setembro de 2017 at 20:06 - Reply

    Leandro, gratidão!

    Cada artigo seu é recheado com sabedoria, conhecimentos e informações!

    Poderias sugerir-me material para aprender a vender terreno? Tenho uma propriedade no interior deixada de herança e agora preciso vendê-la porque não tenho como mantê-la. Vejo que tens materiais sobre compra de imóveis, mas como lidar com a negociação de venda de propriedades? Têm pessoas interessadas, mas são de outros Estados, como faço para precaver-me de golpistas? Tens materiais para eu estudar sobre isto?

    Gratidão!

    • Leandro Ávila 2 de outubro de 2017 at 7:04 - Reply

      Oi Maria. Eu pessoalmente ficaria longe de pessoas que aparecem do nada e que estão em outros estados. Como os valores envolvidos em negócios imobiliários são elevados seria interessante contar com apoio local de um profissional.

  34. Walter Neto 26 de setembro de 2017 at 11:25 - Reply

    Bom dia Leandro. Excelente texto. Importantíssimo para habilitar-se a ser independente financeiramente falando.
    Leandro, a propósito, você já deve ter falado sobre isso e eu passei despercebido, mas o que acha do Marketing Multinível tão bem falado por Robert no livro O NEGÓCIO DO SÉCULO XXI?

    • Leandro Ávila 2 de outubro de 2017 at 6:59 - Reply

      Oi Walter. As pessoas possuem uma mentalidade de assalariado e o único benefício que vejo no multinível é a possibilidade de mudar a mentalidade para aquela que existe na mente dos empreendedores. Normalmente esses programas estimulam as pessoas a trabalharem por resultado e não por trabalho, motivam você a ler livros e fazer cursos. Só que o tempo, esforço e energia que as pessoas gastam fazendo crescer o negócio dos outros (fazendo parte da rede de alguém) elas poderiam investir no próprio negócio. Quem se torna bom em vendas e em negócios deveria ter o próprio negócio.

      • Walter Neto 4 de outubro de 2017 at 9:27 - Reply

        Certo. Mas estimular uma geração (pensando numa sociedade como é a nossa que tem uma mentalidade de assalariado) a mudar a chave já é um bom início para a mudança para empreendedorismo próprio, não é mesmo?
        Então você não considera algo ruim trabalhar com multinível, apenas menos rentável do que seria se fosse num negócio próprio?
        Obrigado.

        • Leandro Ávila 10 de outubro de 2017 at 13:47 - Reply

          Como tudo na vida, pode ser péssimo se você não souber o que está fazendo. A falta de consciência é o problema. Investir em qualquer coisa sem consciência é um problema. Lembro que teve uma moda de lojas que vendiam “Paleta Mexicana” na região onde moro. Essas lojas abriam por todos os lados. Era evidente que as pessoas que estavam investindo na abertura dessas lojas não sabiam o que estavam fazendo. Estavam apenas seguindo uma moda. Muitas fecharam e certamente os prejuízos foram grandes. Para as pessoas que entraram na moda, certamente foi uma escola. Elas devem ter aprendido muito. O mesmo vale para todos os setores. Toda vez que ficar parecendo que você está diante de uma oportunidade de ganhar dinheiro fácil provavelmente não é fácil como parece.

  35. Christiam Silva 27 de setembro de 2017 at 8:06 - Reply

    Olá, Leandro!

    Dificilmente comento nas várias postagens que leio, mas essa eu tenho que comentar, e dizer que esse texto deveria ser lido por todas as pessoas e especialmente essas que cultivam seus vícios e que, muita das vezes, já atingiram a I.F. e que estão deixando se levar por estes mesmos vícios.

    Claro, os que ainda não chegaram na tão sonhada I.F. também devem refletir sobre o que esse texto nos mostra com o que pode ocorrer conosco se não tenhamos manutenção de controle mental para com nossos gastos diante de tal disponibilidade de recursos.

    Enfim, parabéns pelo texto; sem dúvidas, irei levá-lo comigo na minha bagagem de aluno da vida e tentarei fazer o máximo para não esquecer o que ele me fez refletir.

    Abraço.

  36. Regina Gomes 27 de setembro de 2017 at 8:58 - Reply

    Olá Leandro. Conheci o seu blog em março desse ano e desde lá os seus textos vem contribuindo de forma muito positiva na minha vida.
    Obrigada por seu trabalho! Não pare, continue, o mundo precisa de pessoas iguais a você!
    Um forte abraço!

  37. Lucas Santos 27 de setembro de 2017 at 11:47 - Reply

    Olá Leandro,parabéns por mais um excelente artigo, porém em relação ao curso “Resistência”, quando este foi lançado?, sou membro premium e não fui notificado, você escolheu aqueles que estão participando da primeira turma?

    • Leandro Ávila 2 de outubro de 2017 at 6:54 - Reply

      Oi Lucas. Enviei um e-mail perguntando quais pessoas se interessariam. Milhares se cadastraram como interessados e somente para esses eu enviei a oportunidade de se inscrever por um período muito curto de tempo (poucos dias). Os que foram mais rápidos se inscreveram, pois o número de vagas era bem limitado. Existe uma fila de espera que você pode se cadastrar no endereço http://leandroavila.com/resistencia Quando uma nova turma for aberta irei divulgar primeiro para essa lista. Somente depois divulgarei para outros leitores.

  38. Alessandro Assis 27 de setembro de 2017 at 17:56 - Reply

    Leandro, boa tarde!

    Aproveitando para tirar uma dúvida de renda variável. Vamos imaginar que determinado investidor tenha adquirido 50.000 ações de determinada empresa em 10.10.2012 e cada uma custando R$ 10,00 cada (logo, investiu R$ 500.000,00). Durante todos estes anos ele não investiu mais nestes papéis e os manteve até a data de hoje, onde fechou-se o pregão custando R$ 25,00 cada uma. Caso ele queira vender estas ações amanhã a este preço, ele receberia então R$ 1.250.000,00 que descontados o IRPF (20%), resultaria em R$ 1.100.000,00 líquidos na conta dele (desprezadas aqueles valores de corretagem e custódia). Está correto este cálculo e raciocínio?

    Forte abraço!

    • Leandro Ávila 10 de outubro de 2017 at 13:53 - Reply

      O imposto é de 15% sobre o ganho. Se ele comprou por 500 mil e vendeu por 1.250.000 ele ganhou 750 mil. Ai você precisa descontar os custos que teve para comprar e vender as ações e pagará 15% desse ganho já com o custo descontado.

  39. César Filho 2 de outubro de 2017 at 13:15 - Reply

    Leandro, excelente reflexão! Gratidão por dispender seu precioso tempo para escrever este texto e compartilhá-lo conosco.

    Você merece todo o sucesso que já tem, e o que ainda irá conquistar. Parabéns pelo seu exímio trabalho!

    Grande abraço!

  40. Henrique 2 de outubro de 2017 at 18:13 - Reply

    Belo texto, realmente muito reflexivo. Tenho em mente que podemos aprender as coisas pelo amor ou pela dor, mas confesso que as vezes é difícil aprender com o exemplo dos outros, pois achamos que conosco irá ser diferente. Aprendi o peso das dívidas ainda quando eu ganhava pouco, não que hoje ganhe muito, mas falo quando era estudante e vivia da renda das mesadas. Lembro de um grande banco que oferecia cartão para universitários sem exigência de renda, pois é! cai nessa tentação e me afundei em dívidas, foi a minha primeira lição sobre as consequências do endividamento, apesar de meus pais sempre me alertarem para isso. Em fim, hoje com um pouco mais de condições e um salário melhor, lembro com carinho dessa época que me fez dar o meu primeiro passo em direção a um crescimento responsável e sustentável.

    • Leandro Ávila 10 de outubro de 2017 at 13:48 - Reply

      Oi Henrique. Parabéns. É importante tirar essas lições dos erros que cometemos no passado. É uma verdadeira escola.

  41. Gonçalo 10 de outubro de 2017 at 13:26 - Reply

    Muito bom, Leandro!! Obrigado!!!

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