Vantagem Injusta da Educação Financeira

A educação financeira é uma vantagem injusta. Essa frase é repetida várias vezes pelo autor Robert Kiyosaki nos seus livros. Para ele, a diferença entre ricos e pobres está no tipo de educação financeira recebida desde a infância. Será que você está em desvantagem? Seria justo continuar vivendo em desvantagem? Vamos entender como isso funciona nesse artigo. O objetivo é que você reflita sobre sua atual situação com base nos ensinamentos do Kiyosaki, que é um dos autores mais influentes nessa área.

O Kiyosaki acredita que as pessoas se dividem em quatro grandes grupos, cada grupo possui um tipo de educação financeira diferente. Quando o Kiyosaki era pequeno, recebeu dois tipos de educação financeira ao mesmo tempo: a educação de um pai rico e a educação de um pai pobre. Dessa experiência, surgiu uma série famosa de livros que se chama Pai Rico, Pai Pobre. O primeiro livro foi lançado no ano 2000 e influenciam a educação financeira em todo mundo até os dias de hoje.

Kiyosaki criou o quadrante abaixo, onde é possível dividir as pessoas em quatro grandes grupos

Foto do Kiyosaki desenhando seu famoso quadrante.

Na primeira coluna estão os grupos pobres (Poor) representados pelas letras E e S. Na outra coluna estão os ricos (Rich) representados pelas letras B e I.

Quadrante “E” representa todas as pessoas que possuem um emprego.  Os empregados são aqueles que passam a vida inteira vendendo tempo e força de trabalho por dinheiro. Vivem para pagar contas (para empresas), juros (para os bancos) e impostos (para o governo). São a base do sistema. Todo o ensino tradicional existe para transformar crianças e adultos em bons empregados. Frase: Emprego é segurança.

Quadrante “S” representa todos os profissionais liberais, autônomos e donos de pequenos negócios. Muitas vezes fazem um trabalho solitário. Ficam com todo dinheiro que produzem (sem repartir com o patrão), mas não possuem tempo livre para desfrutar do que ganham. São empregados de si, vendem tempo por dinheiro e costumam trabalhar mais do que se estivessem empregados. Formam grande parte classe média alta. Alguns conseguem atingir o quadrante I (investidores), outros se perdem no consumismo, na ilusão de que são ricos e que deveriam viver como tal. Trabalham enlouquecidamente para conquistar sonhos de consumo, ou trabalham enlouquecidamente para conquistar uma maior independência financeira. Frase: Sou dono do meu tempo, troco ele por dinheiro e por isto não tenho tempo para viver.

Quadrante “B” representa os grandes empresários, donos de empresas que funcionam sozinhas, independentes do trabalho dos donos. São empresas com muitos empregados, gerentes e diretores. Funcionam como máquinas de fazer dinheiro para os acionistas. Representam a minoria da população. A maioria veio do quadrante E e S. Assumem os riscos do empreendimento para fornecer a segurança e os direitos trabalhistas sonhados pelos seus empregados. Alguns possuem tanto dinheiro, que já não são motivados por ele. São competitivos, fazem parte de um jogo onde o objetivo é crescer e superar seus concorrentes. Muitos se tornam viciados em trabalho e construção de patrimônio. Frase: Compro o tempo dos outros, alugo dinheiro dos outros, para que trabalhem por mim e façam dinheiro para mim.

Quadrante “I” representa os investidores. São pessoas que investem dinheiro nas empresas dos outros (renda variável, mercado de ações, sociedades. etc) em troca de dividendos e lucros. São os que emprestam dinheiro para os bancos e para o governo em troca de juros (renda fixa, títulos públicos, etc). Também são as pessoas que alugam imóveis para receberem aluguéis. Construíram patrimônio quando estavam no quadrante S (liberais, autônomos, pequenos negócios) ou no quadrante B (grandes empresários). Os do quadrante E (empregados) precisam ganhar muito, poupar muito e esperar muito para atingirem o quadrante I. Os mais determinados atingem isso depois de décadas de poupança e investimentos. Quem está no quadrante I possui patrimônio suficiente para gerar a renda que necessita sem depender do trabalhar (vender tempo por dinheiro). Quando conseguem uma maior independência, trabalham por opção, naquilo que gostam de fazer. Frase: Empresto meu patrimônio para os outros para receber aluguéis, juros e dividendos. Tenho mais tempo e mais liberdade de escolha.

Kiyosaki ensina que todos os ricos do mundo estão na segunda coluna do seu quadrante, onde estão os empresários e os investidores. Estes dois possuem uma vantagem injusta obtida através da educação financeira voltada para o empreendedorismo e o investimento. Para Kiyosaki, é possível migrar do quadrante E (empregados) e S (autônomos) para os quadrantes dos empresários e investidores. Essa migração começa com uma reeducação financeira.

Para que você possa entender melhor o quadrante do Kiyosaki, tomei a liberdade de fazer meu próprio quadrante. Veja logo abaixo:

 

 

Educação financeira tradicional que não funciona:

É importante observar que a educação financeira descrita pelo Kiyosaki, não é aquela educação que o Governo Federal e as instituições financeiras tentam promover. A educação que eles propagam foi feita para manter as pessoas no quadrante dos empregados e dos autônomos. Só serve para que elas não mergulhem em dívidas. Nada pior para o governo e para os bancos do que uma sociedade formada de empregados e autônomos sem condições de assumir dívidas e de pagar juros.

Pesquisadores já provaram que esse tipo de educação financeira não funciona (fonte). O Banco Central tentou refutar, mas os fatos mostram que o governo desperdiça dinheiro público em iniciativas que não funcionam (fonte). Uma prova disso é o site do governo que fica em www.vidaedinheiro.gov.br. Você já ouviu falar neste site? Não se preocupe, ninguém conhece esse site. Ele só serve para promover a educação financeira ensinada por grandes bancos, operadoras de cartão de crédito e seguradoras que vendem planos de previdência privada. Para comprovar isso, basta observar quais são as iniciativas de educação financeira que receberam o “Selo de Qualidade” do Governo Federal (veja a lista aqui).

A única preocupação que estas entidades possuem sobre sua educação financeira é aquela que te permita passar a vida inteira pagando juros e impostos sem quebrar e sem reclamar. Nada mais do que isso. Você é importante para que o sistema continue funcionando. Por isto, precisamos entender que tipo de educação financeira estão querendo nos ensinar.

Todo mundo precisa ser empresário e investidor?

Já escrevi sobre isso no passado, quando falei sobre empreendedorismo e sempre aparece alguém com a seguinte pergunta: “Leandro, se todo mundo resolver virar empresário ou investidor, quem irá trabalhar?”.

Isso nunca vai acontecer, pois as pessoas se dividem em dois grandes grupos:

  1. As que querem segurança, abrindo mão da prosperidade;
  2. As que querem prosperidade, abrindo mão da segurança.

Em todos os países, a grande massa populacional é educada para desejar a segurança abrindo mão da prosperidade. As escolas e universidades foram construídas para formar bons funcionários. O professor faz o papel do chefe. Os alunos devem aprender a obedecer o chefe, respeitando regras e executando as ordens dadas pelos professores. Os estudantes são treinados a decorar as informações sem questionar. Passamos muitos anos fazendo provas para aprender como executar tarefas exatamente da forma que foram ensinadas, sem perguntas e dentro de um tempo limitado. O nosso desempenho é medido através de provas e notas, usando critérios que depois serão utilizados nas empresas para avaliar o trabalho que fazemos.

Já percebeu que você esqueceu de quase tudo que aprendeu na escola? Tirando ler, escrever e fazer cálculos básicos, esquecemos de anos de estudos. Isso não fará muita diferença. Dentro das empresas, as pessoas irão decorar processos, serão treinadas, irão respeitar regras e terão que executar tudo que for mandado, exatamente como foi mandado, sem questionamentos. Se você aprendeu a fazer isso na escola, parabéns, o objetivo era esse mesmo, você provavelmente é um bom funcionário. É por isso que existem muitos casos de empresários, empreendedores e pessoas bem sucedidas que não tiveram muito sucesso quando estavam na escola.

Segundo Robert Kiyosaki, “O problema com a educação tradicional é que ela é um processo para transformar a pessoa em um empregado“. Ele defende a importância da busca por “educação não tradicional”, pois é essa educação que dará o que ele chama de “Vantagem Injusta“. Exemplos que ele gosta de citar: Cursos sobre investimentos, cursos de vendas, marketing, contabilidade, leis tributárias, cursos que desenvolvem novas habilidades, etc. Existem muitos cursos fora do sistema de ensino tradicional que podem te ajudar a tomar decisões que irão gerar maiores resultados financeiros. A injustiça está no fato da maioria das pessoas não saberem como a educação não tradicional é importante. Somos treinados para valorizar apenas a educação tradicional e seus diplomas.

Na universidade, todos os estudantes que se tornam médicos, engenheiros, administradores, advogados, dentistas, arquitetos, jornalistas, entre outros, são preparados para serem bons empregados. Fora das universidades, longe da educação tradicional, alguns destes profissionais encontrarão o conhecimento que precisam para prosperar empreendendo e investindo.

A educação tradicional faz você acreditar que o melhor caminho é buscar um emprego seguro e cheio de direitos trabalhistas. A educação não tradicional, injustamente percebida por poucos, vai ensinar que você só poderá prosperar se entender que segurança é um risco, que correr riscos calculados e administrados resultam em prosperidade financeira.

Macacos x Você:

Ao fazer esse tipo de crítica, o Kiyosaki gosta de contar a história de como os caçados de tribos africanas fazem para capturar macacos (sem matar). Ele diz que as pessoas se agarram a valores antigos e por isto acabam sendo presas fáceis dentro do sistema. Um desses valores é a busca por um emprego seguro, mas veremos que existem outros. Quando fazem isso, estão se comportando como os macacos da história. Funciona assim:

  1. Faça um buraco pequeno em um monte de terra ou no tronco de uma árvore. No vídeo logo abaixo, o caçador fez um pequeno buraco em um cupinzeiro. O buraco precisa ser grande o suficiente para que o macaco consiga colocar o braço, mas pequeno o suficiente para que ele não consiga retirar o braço com as mãos fechadas cheias de alimento.
  2. Coloque o alimento preferido do macaco dentro do buraco.
  3. O macaco só vai conseguir tirar a mão se soltar o alimento.

Por incrível que pareça, mesmo com a aproximação do caçador, o macaco não solta o alimento. Para ele, a segurança de estar com o alimento nas mãos é mais importante. O risco externo, com a aproximação do caçador, é ignorado. Ele luta para tirar a mão do buraco, mas não consegue, por não querer largar o que já conquistou.  Kiyosaki diz que é exatamente assim que a sociedade atual se comporta. As pessoas continuam agarradas ao que conquistaram e a segurança que isso proporciona.

Isso até me fez lembrar o problema que estamos passando com relação a necessidade de uma reforma trabalhista no Brasil. Mesmo sabendo que é importante flexibilizar e atualizar as leis trabalhistas criadas no século passado, jamais as pessoas irão abrir as mãos. Para elas, o importante é não largar o que estão segurando. Pouco importa se isso trará consequências negativas para a nossa economia e para as futuras gerações.


O vídeo possui uma continuação. O objetivo do caçador não era comer o macaco. O objetivo era encontrar água. Ele amarra o macaco na árvore, entrega uma espécie de batata. Quando o macaco termina de comer as batatas, o caçador solta a corda. O macaco corre para o local onde existe água. Isso acaba garantindo a sobrevivência do caçador no meio da savana. (aqui mostra a continuação).

Vou colocar aqui as palavras do próprio autor sobre a comparação entre as pessoas e os macacos.

Algumas velhas ideias que o autor defende que devemos nos livrar delas:

  1. Nunca serei rico;
  2. Os ricos são gananciosos;
  3. Prefiro ser feliz a ser rico;
  4. Preciso trabalhar arduamente;
  5. Investir é muito arriscado;
  6. Preciso ter mais diplomas;
  7. Preciso de um emprego seguro;
  8. Não me dei bem na escola, não vou enriquecer;
  9. Preciso investir para o longo prazo em uma carteira diversificada de ações, renda fixa e fundos de investimento;

Você provavelmente concorda que todas as crenças acima são limitantes, tirando a última, que parece estranha. É justamente isso que todos os bancos e a maioria dos educadores financeiros pregam. Afinal de contas, ter uma carteira diversificada não é correto? Não é isso que a educação financeira tradicional defende?

O Kiyosaki acredita que todo investimento é ruim se você não for um bom investidor. O que os educadores financeiros tradicionais gostam de recomendar é que você não precisa se tornar um bom investidor. É trabalhoso e chato. Você só precisa criar uma carteira diversificada de ações, renda fixa e fundos e esperar que o longo prazo torne estes investimentos rentáveis, como se fosse uma mágica. Para montar esta carteira, eles recomendam que você procure as recomendações das corretoras ou dos bancos onde você possui conta.

A grande verdade é essa: Quanto mais você estudar, mais você saberá o que está fazendo, menores serão seus riscos, menor será a necessidade de diversificação, maiores serão seus acertos, maior será sua independência com relação aos seus investimentos e aos rumos da sua vida financeira.

Tempo e esforço:

Gastamos muito tempo e esforço para ganhar dinheiro através do nosso trabalho. Faz todo sentido fazer algum esforço para poupar uma parte desse dinheiro e conseguir um bom retorno através dos nossos investimentos. Isso é a base do sucesso financeiro. Escrevi uma série de livros com tudo que você já deveria ter aprendido sobre como investir o seu dinheiro. Clique aqui para conhecer os livros.
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Sobre o Autor:

Leandro Ávila criou o Clube dos Poupadores por acreditar que o conhecimento é uma riqueza que se multiplica quando dividida. Compartilhando o que sabemos, criamos um mundo melhor. Conheça os livros que ele escreveu sobre educação financeira, investimentos financeiros e imobiliários.
Daniel Bizon
Visitante
Daniel Bizon

Grande Leandro! Não poderia ser diferente. Mais um texto maravilhoso. Abraço!

Pedro
Visitante
Pedro

Excelente!!! Leandro esse artigo é formidável! Obrigado por esta atitude tão generosa. Seu blog cada dia me faz refletir mais e mais.

A.Franconieri
Visitante
A.Franconieri

Aquilo que vc acredita é o que te controla!

Ricardo Carvalho
Visitante
Ricardo Carvalho

Olá Leandro,

Assim que comecei a ler os primeiros parágrafos do artigo cheguei a achar absurda a colocação de Kiyosaki de que a Educação Financeira é uma Vantagem Injusta. Depois que eu terminei de ler todo o artigo consegui compreender as principais mensagens:

Ele trata em suas obras sobre o comodismo, sobre a tentativa de manipulação que o Governo e os bancos querem introduzir na população fazendo dela escrava de seus próprios medos e limitações.
Achei fantástica a comparação dos ensinos tradicional e não tradicional bem como a metáfora do macaco e do homem.

Excelente artigo e este, com certeza, seria tema de um excelente debate e de troca de idéias.

Parabéns!

André
Visitante
André

Muito bom!!!!

Ismael Santos
Visitante
Ismael Santos

Ótimo artigo, Leandro!

Meus parabéns.

Rafael
Visitante
Rafael

Muito bom

muge
Visitante
muge

muito bom, o mundo deveria ler isso.

Misael
Visitante
Misael

Ótimo artigo.
Estou nas letras E e I,futuramente estarei ( ira demora alguns anos) Estarei na letra D.
Trabalho e ajudo em casa como qualquer um de nós no começo da vida, Mas sempre faço um pequeno aporte no meus investimentos que tenho graça a sua ajuda que me ensinou a investir corretamente, pois tinha dinheiro e estava pesquisando sobre Títulos diretos e não sábia qual a diferença de cada um e o risco de cada um tb e depois comprei minha 1° ação ( hoje tenho 10 empresas boas) mais estou comparando os rendimentos com da Poupança e estou ganhando,
Mas está crise está me ajudando de um lado, pois compro mais ações por menos dinheiro e o lado ruim é que os rendimentos tb caiu muito, não estou contente com isso mas devemos aproveita as oportunidades que a vida nos oferecer.
Devemos sai da zona de conforto e estuda para aprendemos investir o nosso suado dinheiro melhor para futuramente usufruir na aposentaria sem depende muito do INSS
Obrigado por compartilhar o seu conhecimento.

Rhayan
Visitante
Rhayan

Leandro, Parabéns, estou fazendo o curso do Arvore da Riqueza tinha comprado a um tempo mais agora estou finalizando, se alguma coisa que eu possa fazer e comentar para motivar você então continue na sua caminhada com excelente conteúdo sempre. depois gostaria de saber se você esta gostando do curso do renato alves?

Carlos Vinicius
Visitante
Carlos Vinicius

Muito bom Leandro, conheço o trabalho do Kiyosaki e já havia lido o livro Pai Rico Pai Pobre …

Mas a parte do …
“Algumas velhas ideias que o autor defende que devemos nos livrar delas: Nunca serei rico;
9) Preciso investir para o longo prazo em uma carteira diversificada de ações, renda fixa e fundos de investimento;”

Não havia atentado, obrigado mais uma vez por trazer luz aos nossos caminhos 😉

Lindemberg
Visitante
Lindemberg

Bela matéria, Leandro, sobre educação financeira.

Luiz Fernando
Visitante
Luiz Fernando

Leandro, estava entendendo todos os pontos até que no finalzinho quando vc fala de alocação de ativos (o item 9 se refere a isso certo?) vc diz que isso não torna ninguém rico. Eu não entendi, pois ao meu ver vc sempre pregou isso. Poderia me elucidar?

André
Visitante

Pai Rico pai Pobre é muito bom.

Rendeu um bom artigo aí 🙂 parabéns..

Yuri
Visitante
Yuri

Leandro Ávila, obrigado por mais um bom artigo, mas não posso deixar de discordar da parte final sobre a diversificação.

Quanto mais a pessoa estudar sobre investimentos mais ela tenderá a diversificar sua carteira (e seus négocios se for empresário), é um processo natural. Eu mesmo estou lendo Alocação de Ativos do Henrique de Carvalho (um material recomendado por você inclusive) e estou vendo como a diversificação é algo excelente para os investimentos e muito em breve pretendo praticar aumentando a diversificação da minha carteira.

O problema é que as pessoas entendem errado o conceito de diversificação. Acham que o importante é investir em um monte de coisa diferentes e nem sequer avaliam criticamente todos os ativos que compram. E cá pra nós, uma pessoa que pede conselhos a gerente de banco ou investe em fundos com taxa de adm de mais de 4% ao mes não pode ser chamada de investidor, não acha?

André Souza
Visitante
André Souza

Leandro, parabéns pelo artigo.
Ele proporciona bons conceitos e ótimas reflexões.
Gostaria de compartilhar uma inquietação ao ler. Na passagem que indica um antagonismo: ´´as que querem segurança, abrindo mão da prosperidade; as que querem prosperidade, abrindo mão da segurança….“.
Acredito e é, por isso que adoro seus artigos, que a busca a busca da prosperidade financeira permite a verdadeira segurança. Além disso, empregado, autônomo e o empresário podem se tornar investidores, mas principalmente, bons gestores da sua vida financeira. Ter uma vida plena e feliz, dentro é claro de um contexto social, cultural e econômico.
Estou certo? Ou foi essa educação tradicional que você citou no artigo, que leva um pensamento assim?
Comento isso, pois esse foi o trecho do artigo que me trouxe uma significativa reflexão e dúvida (que gera novas aprendizagens).
Mais uma vez parabéns e um forte abraço.

Giancarlo Fernandes
Visitante
Giancarlo Fernandes

André Souza, eu também compartilho dessa mesma inquietação. Acredito que sempre estaremos nos perguntando se o o nosso nível de segurança atual não está limitando nossa liberdade de escolha ou crescimento. Como o Leandro falou, o mais importante é saber o que você mais valoriza (segurança ou prosperidade), pois, em geral, é necessário se arriscar mais para se obter mais prosperidade. É lógico que se você consegue obter mais prosperidade você acaba obtendo mais segurança, mas isso acontece porque em algum momento (para obter mais prosperidade) vc teve que arriscar mais ( e abrir mão,pelo menos um pouco, da segurança que tinha). O mais complicado é saber qual nível de segurança e prosperidade irá nos satisfazer. Para isso é preciso mais auto-conhecimento. Caso contrário podemos entrar numa corrida estressante por mais prosperidade ou por mais segurança, quando poderíamos estar já satisfeitos em atingir determinado nível de prosperidade e ou de segurança. Espero que meu comentário não tenha ficado muito confuso.

Rodrigo
Visitante
Rodrigo

Excelente artigo Leandro. Acompanho o site desde o ano passado e percebo pequenas mudanças de comportamento minhas devido à busca de conhecimento e você é um dos responsáveis. Conhecimento técnico sem mudança comportamental e metas não leva a lugar nenhum. Li em algum lugar que “Não existe bons ventos pra quem não sabe onde quer ir”.

jurandir
Visitante
jurandir

Obrigado Leandro por essa sensacional matéria. Nos deixa em alerta a investimentos errados que eu muitos costumamos fazer. Parabéns Leandro!!

Diego
Visitante
Diego

Obrigado, Leandro, por mais um artigo oportuno sobre educação financeira.

Li o livro pai rico, pai pobre. É uma leitura muito agradável e com idéias totalmente inovadoras na ocasião em que eu li. Foi muito bom ter lido o livro no início da minha busca por educação financeira.

Particularmente concordo com todas as idéias do Robert Kyiosaki, mas vc mencionou algo numa resposta de comentário acima que é bastante relevante. O autor mostra a realidade norte americana, a realidade brasileira é um pouco diferente.

Falo isso principalmente por conta da idéia subentendida de que nenhuma pessoa no quadrante E (empregado) pode migrar para o quadrante I diretamente. Vivemos num país caótico, e o caos beneficia aqueles que sabem lidar com os riscos. Penso que uma pessoa que trabalha num emprego comum, tendo uma sólida educação financeira “injusta” consegue perfeitamente tratar de viver e poupar consistentemente, investindo o poupado de maneira coerente e eficaz. Conseguindo, ao longo do tempo migrar do quadrante E para o I sem passar pelos demais.

Eu digo isso, porque acredito que nem todas as pessoas se tornam bem sucedidas como autônomos e empresários, inclusive esse tipo de pessoa quando arrisca a mudança para esses quadrantes e é mal sucedida acaba voltando para o E com muito mais medo de perder a segurança que ele proporciona virtualmente. Mas mesmo as pessoas do quadrante E, com uma educação adequada e bons princípios consegue se adaptar ao sistema e vencer sem obrigatoriamente se tornar um autônomo ou empresário antes disso. É fácil? Obviamente não, mas aqui no Brasil, a meu ver, é possível.

Felipe de Freitas
Visitante
Felipe de Freitas

Amigo Leandro Ávila!

Parabéns pelo trabalho! Sucesso!

Elivan
Visitante
Elivan

Parabéns, Leandro! Gostei demais deste artigo. Há algum tempo venho estudando sobre investimentos e depois que adquiri certo conhecimento bateu aquele arrependimento de não ter aprendido antes tudo o que sei hoje. Provavelmente já teria um bom ativo acumulado, suficiente para adquirir algumas coisas que hoje sonho em ter. Por outro lado, felizmente, mesmo um pouco mais tarde, descobri algumas maneiras de investir de forma a obter bons resultados (afinal antes tarde do que nunca). Digo até que é muito fácil ser investidor, basta apenas querer sair da zona de conforto, correr atrás de informação e tomar as atitudes necessárias. Pretendo um dia me situar no quadrante D para enfim conquistar a maioria dos meus objetivos financeiros e levar uma vida mais tranquila. Acredito que o D é talvez o quadrante que exija maior conhecimento e perspicácia, principalmente das oportunidades, do mercado e de outras questões. Você recomenda algum artigo seu ou outras obras para me ajudar com esse quadrante? Mais uma vez obrigado! Abraço

Marciane
Visitante
Marciane

O meu despertar para uma nova vida, começou com esse livro: Pai rico, pai pobre, e antes disso, lógico, como as demais pessoas “normais” criei muitos passivos…
De lá para cá tenho lido e acompanhado muitos especialistas que tem contribuído muito para que eu atinja meus objetivos.
ótimo artigo. Parabéns

Eric Arruda
Visitante

Fantástico texto Leandro! Obrigado.
Um livro muito bom é A Arte da Não Conformidade, do Chris Guillebeau. Ele bate de frente com essas crenças limitadoras que vc descreveu.

Dema
Visitante
Dema

Acho que não dá para aceitar como 100% a verdade dos 4 quadrantes. Sempre teremos os 4 quadrantes., do contrário não teremos mão de obra para as empresas,nem médicos, engenheiros, contadores, mecânicos, pintores de imovoeis, etc ou outros tipos de autônomos que prestam serviços para todos os quadrantes.
O profissional que se especializou pode estar no quadrante ‘a’ (empregado) e ter excelente salário, fazer bom proveito dele e se tiver boa ‘educação financeira’ se tornar um investidor e então possuir seu próprio negocio e prosperar, ou continuar como empregado. Ex. um medico autônomo ou empregado, pode vir a possuir sua clinica e até vir a ser dono de um hospital. Claro que nem todos tem perfil para mudar de quadrante, aliás alguns que estão do lado direito acabam indo para o lado esquerdo do quadrante.
Deve sim procurar mudar de quadrante principalmente do esquerdo para o direito se não está satisfeito com sua condição. A necessidade por bens materiais do homem é ilimitada, mas nem todos que estão do lado esquerdo são pobres materialmente ou profissionalmente.
Ex. Um cirurgião pode ser empregado de um hospital e ganhar muito e estar plenamente satisfeito com seu trabalho. Não precisa ser dono de clinica ou de hospital para estar realizado.
Quem está do lado esquerdo do quadrante tem sim que trabalhar duro, não só se educar financeiramente, mas também adquirir cultura, poupar e saber investir para ficar ao menos com um pé no quadrante do lado direito, como investidor.
Pode levar mais tempo, mas mesmo os donos de negócio bem sucedidos levam tempo.

Paulo Marcos
Visitante
Paulo Marcos

O livro de Robert Kiyosaki (Pai rico, pai pobre) representou um ponto de mudança na minha vida. O que eu tenho hoje em termos de segurança financeira, foi graças a esse homem. E atualmente um dos meus principais referenciais em educação financeira é você Leandro.

Um abraço e obrigado por mais um excelente artigo!

Eduardo
Visitante
Eduardo

Bom dia, parabéns por esse primoroso artigo sobre a necessidade de se buscar outro caminhos(não tradicional) ante a seguir o caminho já traçado e com resultados conhecidos(bancos lucrando cada segundo mais e governo “esccolhendo” o melhor investimento). Aprendi e sempre muito com seus escritos e busco segui-los, sempre estudando e refletindo. Obrigado.

Laion Custodio
Visitante
Laion Custodio

Parabéns, mais um texto que faz pensarmos diferente, obrigado por compartilhar seu conhecimento!

Adão Soares
Visitante
Adão Soares

Mandou bem! Quer dizer você sempre manda bem mesmo, parabéns pelo o trabalho voluntário que você presta para milhares de brasileiros.

brunoalex4
Visitante
brunoalex4

“A educação tradicional faz você acreditar que o melhor caminho é buscar um emprego seguro e cheio de direitos trabalhistas….”

Sugiro a leitura deste texto escrito por um dos expoentes Escola Austríaca de pensamento econômico, Friedrich A. Hayek, e que trata exatamente da dicotomia segurança x liberdade. segue o link:

http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=1671, Segurança versus liberdade – ansiar pela primeira pode nos deixar sem a segunda

Mauro Amado
Visitante
Mauro Amado

Oi, Leandro! Obrigado por mais esse artigo! Não sei se interpretei errado, mas o teu texto e o quadrante do Kiyosaki me passam a impressão de que é líquido e certo o sucesso de alguém que decide deixar de ser empregado e abrir uma empresa, quase uma perda de tempo permanecer empregado. Posso estar enganado, mas a taxa de mortalidade de empresas no Brasil ainda é alta, não só pela incompetência dos administradores como também pelo terreno hostil que é o nosso país para quem empreende, de forma que o medo de arriscar se torna uma atitude racional e não só emocional como aversão ao risco em analogia aos macacos.
Além disso, muita gente, mesmo querendo muito empreender, não tem “costa quente”, não tem uma família “paitrocinadora” para bancar caso venha a dar errado a empreitada, pelo contrário, depende dele a comida e moradia de mais umas dez pessoas, dessa forma empreender passa a ser um privilégio e, por isso, ler um texto como esse sinto quase como uma injustiça.

Marcos
Visitante
Marcos

Parabéns

Isaque Santos
Visitante
Isaque Santos

Excelente texto, parabéns pelo blog estou enriquecendo muito por ele.

yuri silveira
Visitante
yuri silveira

leandro texto excelente, mostra com clareza a realidade da educação financeira não só no Brasil como em diversos países.,

Bernardo
Visitante
Bernardo

Olá Leandro, parabéns mais uma vez e obrigado pelo seu artigo. e mais ainda por nos brindar com suas respostas a nossos comentários, elas são um artigo a parte!! 🙂

me permita fugir um pouco do assunto do artigo, mas tenho acompanhado e estudado as oscilações dos títulos públicos e suas influências. Recentemente, sem motivo aparente, os títulos pos fixados tem se valorizado, e suas taxas tem caído. Como isso é possível se ainda temos tantas noticias ruins emergindo (inflação, desemprego, juros) e a perspectiva de crise continua se extendendo? Nao seria mais obvio que os juros destes títulos continuassem subindo e seus preços caindo?

Pobre de Marré
Visitante
Pobre de Marré

Oi Leandro. excelente essa reflexão. Muito obrigado pelo conteúdo publicado.
Honestamente, ultimamente ando lendo sobre empreendedorismo, mas percebo que essa questão da segurança está bastante arraigada. Na empresa onde trabalho, são constantes palestras sobre liderança e empreendedorismo, mas para que sejam aplicados dentro da empresa, ou seja: para que nos tornemos empregados melhores. Reconheço que isso não é de todo mal, pois nem todas as pessoas desejam as mesmas coisas. Mas o lado perverso é o condicionamento criado pelo sistema.
Essa questão da diversificação eu não concordo muito. Diversificar é praticamente o mantra dos investimentos justamente porque a maioria “não sabe o que faz”. Talvez a questão é que antes de diversificar, a pessoa deve conhecer seu perfil e objetivos de vida.
Obrigado.

Leanir
Visitante
Leanir

Eu já me senti como esse macaco. rsrs
Texto objetivo, esclarecedor.
Parabéns pelo excelente trabalho.

Maria Soares
Visitante
Maria Soares

Ótimo artigo, Leandro!

Parabéns!

Adriano
Visitante
Adriano

Excelente texto, Leandro!

Investidor Disciplinado
Visitante

Oi Leandro. Texto bastante interessante. Já tinha até esquecido do quadrante do Kiyosaki. Já faz tempo que eu li “Pai Rico, Pai Pobre”, que realmente pode abrir os olhos daqueles que estão dispostos a mudar. Obrigado por isto.
Confesso que o título do texto me incomodou quando eu comecei a ler a matéria. Não acho que educação possa ser chamada de injusta. Isto traz uma cara ruim para ela, que na verdade é uma bênção. O problema é que as pessoas tem outras prioridades na vida, ao invés de tentar melhorar e aprender. Existe muito material disponível para quem quiser aprender (inclusive seu site). Se o brasileiro estudasse com a mesma dedicação que tem para acompanhar futebol ou novela, provavelmente este país seria diferente. Concordo que esse problema decorre do modo que é feita a educação no Brasil, que cria pessoas que dificilmente irão para o lado direito do quadrante. Mas, que eu saiba, a maioria das pessoas em países de primeiro mundo também não está do lado direito.

No momento eu estou no quadrante “E”, fazendo meus investimentos e tentando passar para o quadrante “I”. Talvez este caminho pelo “I” me leve ao quadrante “D” algum dia. Tenho vontade de ter um negócio próprio, mas me desanimo com as dificuldades de sobrevida do empreendedor no Brasil. O lado direito do quadrante, não requer só conhecimento. Requer tempo (no sentido de passar dos anos), disposição, força de vontade e também de algumas boas oportunidades (que são melhor aproveitadas por quem está preparado). Não é fácil seguir para o lado direito do quadrante.

O vídeo do macaco é realmente interessante. Já tinha ouvido falar mas nunca tinha visto um vídeo sobre isto.

Siga escrevendo, que eu sigo lendo =)

Wallace
Visitante

parabéns, Leandro!

que artigo top, cara!

eu até fui buscar referências em inglês do livro e do autor, e até achei o livro dele em ENG disponível em um site, talvez eu compre o traduzido mais pra frente.

sua sacada sobre as leis trabalhistas e o macaco da mão fechada foi fantástica, parabéns!

só tenho uma observação a fazer: apesar de saber que “unfair” significa claramente injusto/a, esse termo em pt-br remete a desonesto e acho que esse não seria exatamente o sentido desejado do termo, em inglês.

então, eu estou traduzindo e entendendo unfair, NESSE contexto, como “desigual”, que é injusto no sentido de que não está disponível a todos, mas que não é desonesto, que você precisou passar a perna em alguém para se dar bem.

no mais, seu blog é um de leitura quase obrigatória e esse artigo alcançou quase o estado da arte no tema.

cara, muito bom… véi, que artigo fodástico (perdão pelo palavrão, mas não achei outra palavra pra descrever minha empolgação! 🙂

abs!

wally.

Sergio Shimizu
Visitante

Mais uma vez um excelente artigo! Concordo com ele em gênero e grau! Aliás, quero parabenizá-lo também por todos seus comentários! Saíram algumas ótimas dicas de leitura! Sempre que possível recomendo o seu blog aos meus amigos e conhecidos. Gostaria de contar rapidamente o meu depoimento na esperança de inspirar algum leitor. Desde jovem desejava empreender, mas sempre tive medo de arriscar e deixava para lá. E assim os anos foram passando sempre guiado pelo sistema. Até que um amigo meu recomendou que eu lesse o “Pai rico, pai pobre”. Aquela leitura foi o meu ponto de virada. Não sei explicar bem o que ocorreu, mas alguma coisa mudou em mim. A partir daí, comecei a ler tudo o que estivesse ao meu alcance sobre empreendedorismo e mindset para gerar prosperidade. Você inclusive já citou em um de seus artigos sobre o livro “Os segredos da mente milionária” de T. Harv Eker que apesar de ser um livro pequeno traz excelentes dicas de como iniciar a mudança da sua mentalidade limitadora gerada principalmente durante a infância. Como um típico oriental, sempre poupei, mas só há pouco tempo comecei a entender mais como investir melhor, a gerar ativos reais e não passivos como o próprio Kiyosaki comenta em seu livro. Não há limites para o conhecimento. Sei que continuarei a estudar muito, mas já dei o primeiro passo rumo à liberdade. Sonhando alto, mas com os pés no chão. Muito sucesso a você! Obrigado por seu ótimo trabalho! Continue assim! Abraços.

Carlos José Peruffo
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Carlos José Peruffo

Leandro, lendo seu artigo lembrei de como os consumidores são iludidos sobre o uso do cartão de crédito. São levados a acreditar que fazem um bom negócio usando o cartão e ganhando as migalhas de pontos. Já há muito tempo descobri que, usando cash e negociando, consigo descontos muito superiores aos pontos recebidos.

José Augusto
Visitante
José Augusto

Leandro, acho que já podes dispor de teus artigos em formato de livro. E continue escrevendo, por favor…
No momento estou no quadrante A em migração para o I gradativamente. Não acredito que possa manter minha força de trabalho no ritmo atual por muitos anos, por isso logo entendi a necessidade de estudar finanças e investimentos e investir (tampouco acredito na previdência). Obrigado por contribuir nesse processo através de teus textos. um abraço!

Alessandro
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Alessandro

Primeiro parabéns pelo trabalho que você faz, trazendo informação sobre educação financeira para as pessoas. Leio seus artigos sempre que posso, pois são excelentes. Gosto muito do assunto educação financeira, tanto que meu tcc é sobre isso. Falo sobre como a educação financeira pode melhorar a qualidade de vida das pessoas. Ao escrever sobre isso estou com uma certa dificuldade em achar de que forma, ou seja, ferramentas para se adquirir educação financeira. Obviamente buscar informação é fundamental para esse processo, porém li um matéria certa vez, que falava sobre o fator motivação para a busca de informação, o que faz com que as pessoas sem mantenham no estágio em que estão. No entanto, como faz uma pessoa que decide se educar financeiramente? Gostaria de saber se você conhece algum material ou tem algum artigo sobre ferramentas para a educação financeira que possa me ajudar.

Obrigado pela atenção.

Mauricio
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Mauricio

Oi Leandro. Obrigado por mais um ótimo artigo. Acho que esse é mais um daqueles artigos que mudam a nossa visão e mentalidade. Agradeço muito por isso.
Tenho uma pequena dúvida que não sei se é relevante, mas vamos lá.
O Clube dos Poupadores é uma iniciativa de educação financeira que poderia se candidatar para receber o selo ENEF do governo federal que você citou? Se sim, você inscreveu o site?

Joanatan
Visitante
Joanatan

Boa tarde professor. Seguindo novamente as orientações do senhor,migrei minha conta convencional no itau,pra iconta digital. E estou muito satisfeito. Como faço minhas transações pelo tablet e também pelo smartphone,
Poderia me indicar um bom antivírus pra ambos?
Muito Grato.

Adalberto
Visitante
Adalberto

Excelente matéria, todo mundo deveria ler, pena q pouca gente se interessa. Por coincidência, 2 dias antes da matéria comprei três livros usados do Kiyosaki no ML por 15,00 cada um. Uma pechincha ser comparar com o retorno oferecido!

Claudio
Visitante
Claudio

Gosto demais dos artigos publicados mas sinto que todos falam de investimento de forma superficial, gostaria de uma conversa falando diretamente sobre quais as oportunidades do momento

M Helena
Visitante
M Helena

Olá Leandro, ao concluir a leitura do artigo desta semana só posso dizer que: você faz um trabalho importante para aprimorar e ampliar o conhecimento sobre finanças de cada um de seus leitores.
Obrigada por compartilhar. Sucesso !

Thomas
Visitante
Thomas

Parabéns Pelo artigo! Muito Obrigado por compartilhar essas informações.

ALCIDES JOSE DA COSTA NETO
Visitante
ALCIDES JOSE DA COSTA NETO

Acho que este foi a melhor materia sobre educação financeira que ja li.
Obrigado.

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