Vantagem Injusta da Educação Financeira

A educação financeira é uma vantagem injusta. Essa frase é repetida várias vezes pelo autor Robert Kiyosaki nos seus livros. Para ele, a diferença entre ricos e pobres está no tipo de educação financeira recebida desde a infância. Será que você está em desvantagem? Seria justo continuar vivendo em desvantagem? Vamos entender como isso funciona nesse artigo. O objetivo é que você reflita sobre sua atual situação com base nos ensinamentos do Kiyosaki, que é um dos autores mais influentes nessa área.

O Kiyosaki acredita que as pessoas se dividem em quatro grandes grupos, cada grupo possui um tipo de educação financeira diferente. Quando o Kiyosaki era pequeno, recebeu dois tipos de educação financeira ao mesmo tempo: a educação de um pai rico e a educação de um pai pobre. Dessa experiência, surgiu uma série famosa de livros que se chama Pai Rico, Pai Pobre. O primeiro livro foi lançado no ano 2000 e influenciam a educação financeira em todo mundo até os dias de hoje.

Kiyosaki criou o quadrante abaixo, onde é possível dividir as pessoas em quatro grandes grupos

Foto do Kiyosaki desenhando seu famoso quadrante.

Na primeira coluna estão os grupos pobres (Poor) representados pelas letras E e S. Na outra coluna estão os ricos (Rich) representados pelas letras B e I.

Quadrante “E” representa todas as pessoas que possuem um emprego.  Os empregados são aqueles que passam a vida inteira vendendo tempo e força de trabalho por dinheiro. Vivem para pagar contas (para empresas), juros (para os bancos) e impostos (para o governo). São a base do sistema. Todo o ensino tradicional existe para transformar crianças e adultos em bons empregados. Frase: Emprego é segurança.

Quadrante “S” representa todos os profissionais liberais, autônomos e donos de pequenos negócios. Muitas vezes fazem um trabalho solitário. Ficam com todo dinheiro que produzem (sem repartir com o patrão), mas não possuem tempo livre para desfrutar do que ganham. São empregados de si, vendem tempo por dinheiro e costumam trabalhar mais do que se estivessem empregados. Formam grande parte classe média alta. Alguns conseguem atingir o quadrante I (investidores), outros se perdem no consumismo, na ilusão de que são ricos e que deveriam viver como tal. Trabalham enlouquecidamente para conquistar sonhos de consumo, ou trabalham enlouquecidamente para conquistar uma maior independência financeira. Frase: Sou dono do meu tempo, troco ele por dinheiro e por isto não tenho tempo para viver.

Quadrante “B” representa os grandes empresários, donos de empresas que funcionam sozinhas, independentes do trabalho dos donos. São empresas com muitos empregados, gerentes e diretores. Funcionam como máquinas de fazer dinheiro para os acionistas. Representam a minoria da população. A maioria veio do quadrante E e S. Assumem os riscos do empreendimento para fornecer a segurança e os direitos trabalhistas sonhados pelos seus empregados. Alguns possuem tanto dinheiro, que já não são motivados por ele. São competitivos, fazem parte de um jogo onde o objetivo é crescer e superar seus concorrentes. Muitos se tornam viciados em trabalho e construção de patrimônio. Frase: Compro o tempo dos outros, alugo dinheiro dos outros, para que trabalhem por mim e façam dinheiro para mim.

Quadrante “I” representa os investidores. São pessoas que investem dinheiro nas empresas dos outros (renda variável, mercado de ações, sociedades. etc) em troca de dividendos e lucros. São os que emprestam dinheiro para os bancos e para o governo em troca de juros (renda fixa, títulos públicos, etc). Também são as pessoas que alugam imóveis para receberem aluguéis. Construíram patrimônio quando estavam no quadrante S (liberais, autônomos, pequenos negócios) ou no quadrante B (grandes empresários). Os do quadrante E (empregados) precisam ganhar muito, poupar muito e esperar muito para atingirem o quadrante I. Os mais determinados atingem isso depois de décadas de poupança e investimentos. Quem está no quadrante I possui patrimônio suficiente para gerar a renda que necessita sem depender do trabalhar (vender tempo por dinheiro). Quando conseguem uma maior independência, trabalham por opção, naquilo que gostam de fazer. Frase: Empresto meu patrimônio para os outros para receber aluguéis, juros e dividendos. Tenho mais tempo e mais liberdade de escolha.

Kiyosaki ensina que todos os ricos do mundo estão na segunda coluna do seu quadrante, onde estão os empresários e os investidores. Estes dois possuem uma vantagem injusta obtida através da educação financeira voltada para o empreendedorismo e o investimento. Para Kiyosaki, é possível migrar do quadrante E (empregados) e S (autônomos) para os quadrantes dos empresários e investidores. Essa migração começa com uma reeducação financeira.

Para que você possa entender melhor o quadrante do Kiyosaki, tomei a liberdade de fazer meu próprio quadrante. Veja logo abaixo:

 

 

Educação financeira tradicional que não funciona:

É importante observar que a educação financeira descrita pelo Kiyosaki, não é aquela educação que o Governo Federal e as instituições financeiras tentam promover. A educação que eles propagam foi feita para manter as pessoas no quadrante dos empregados e dos autônomos. Só serve para que elas não mergulhem em dívidas. Nada pior para o governo e para os bancos do que uma sociedade formada de empregados e autônomos sem condições de assumir dívidas e de pagar juros.

Pesquisadores já provaram que esse tipo de educação financeira não funciona (fonte). O Banco Central tentou refutar, mas os fatos mostram que o governo desperdiça dinheiro público em iniciativas que não funcionam (fonte). Uma prova disso é o site do governo que fica em www.vidaedinheiro.gov.br. Você já ouviu falar neste site? Não se preocupe, ninguém conhece esse site. Ele só serve para promover a educação financeira ensinada por grandes bancos, operadoras de cartão de crédito e seguradoras que vendem planos de previdência privada. Para comprovar isso, basta observar quais são as iniciativas de educação financeira que receberam o “Selo de Qualidade” do Governo Federal (veja a lista aqui).

A única preocupação que estas entidades possuem sobre sua educação financeira é aquela que te permita passar a vida inteira pagando juros e impostos sem quebrar e sem reclamar. Nada mais do que isso. Você é importante para que o sistema continue funcionando. Por isto, precisamos entender que tipo de educação financeira estão querendo nos ensinar.

Todo mundo precisa ser empresário e investidor?

Já escrevi sobre isso no passado, quando falei sobre empreendedorismo e sempre aparece alguém com a seguinte pergunta: “Leandro, se todo mundo resolver virar empresário ou investidor, quem irá trabalhar?”.

Isso nunca vai acontecer, pois as pessoas se dividem em dois grandes grupos:

  1. As que querem segurança, abrindo mão da prosperidade;
  2. As que querem prosperidade, abrindo mão da segurança.

Em todos os países, a grande massa populacional é educada para desejar a segurança abrindo mão da prosperidade. As escolas e universidades foram construídas para formar bons funcionários. O professor faz o papel do chefe. Os alunos devem aprender a obedecer o chefe, respeitando regras e executando as ordens dadas pelos professores. Os estudantes são treinados a decorar as informações sem questionar. Passamos muitos anos fazendo provas para aprender como executar tarefas exatamente da forma que foram ensinadas, sem perguntas e dentro de um tempo limitado. O nosso desempenho é medido através de provas e notas, usando critérios que depois serão utilizados nas empresas para avaliar o trabalho que fazemos.

Já percebeu que você esqueceu de quase tudo que aprendeu na escola? Tirando ler, escrever e fazer cálculos básicos, esquecemos de anos de estudos. Isso não fará muita diferença. Dentro das empresas, as pessoas irão decorar processos, serão treinadas, irão respeitar regras e terão que executar tudo que for mandado, exatamente como foi mandado, sem questionamentos. Se você aprendeu a fazer isso na escola, parabéns, o objetivo era esse mesmo, você provavelmente é um bom funcionário. É por isso que existem muitos casos de empresários, empreendedores e pessoas bem sucedidas que não tiveram muito sucesso quando estavam na escola.

Segundo Robert Kiyosaki, “O problema com a educação tradicional é que ela é um processo para transformar a pessoa em um empregado“. Ele defende a importância da busca por “educação não tradicional”, pois é essa educação que dará o que ele chama de “Vantagem Injusta“. Exemplos que ele gosta de citar: Cursos sobre investimentos, cursos de vendas, marketing, contabilidade, leis tributárias, cursos que desenvolvem novas habilidades, etc. Existem muitos cursos fora do sistema de ensino tradicional que podem te ajudar a tomar decisões que irão gerar maiores resultados financeiros. A injustiça está no fato da maioria das pessoas não saberem como a educação não tradicional é importante. Somos treinados para valorizar apenas a educação tradicional e seus diplomas.

Na universidade, todos os estudantes que se tornam médicos, engenheiros, administradores, advogados, dentistas, arquitetos, jornalistas, entre outros, são preparados para serem bons empregados. Fora das universidades, longe da educação tradicional, alguns destes profissionais encontrarão o conhecimento que precisam para prosperar empreendendo e investindo.

A educação tradicional faz você acreditar que o melhor caminho é buscar um emprego seguro e cheio de direitos trabalhistas. A educação não tradicional, injustamente percebida por poucos, vai ensinar que você só poderá prosperar se entender que segurança é um risco, que correr riscos calculados e administrados resultam em prosperidade financeira.

Macacos x Você:

Ao fazer esse tipo de crítica, o Kiyosaki gosta de contar a história de como os caçados de tribos africanas fazem para capturar macacos (sem matar). Ele diz que as pessoas se agarram a valores antigos e por isto acabam sendo presas fáceis dentro do sistema. Um desses valores é a busca por um emprego seguro, mas veremos que existem outros. Quando fazem isso, estão se comportando como os macacos da história. Funciona assim:

  1. Faça um buraco pequeno em um monte de terra ou no tronco de uma árvore. No vídeo logo abaixo, o caçador fez um pequeno buraco em um cupinzeiro. O buraco precisa ser grande o suficiente para que o macaco consiga colocar o braço, mas pequeno o suficiente para que ele não consiga retirar o braço com as mãos fechadas cheias de alimento.
  2. Coloque o alimento preferido do macaco dentro do buraco.
  3. O macaco só vai conseguir tirar a mão se soltar o alimento.

Por incrível que pareça, mesmo com a aproximação do caçador, o macaco não solta o alimento. Para ele, a segurança de estar com o alimento nas mãos é mais importante. O risco externo, com a aproximação do caçador, é ignorado. Ele luta para tirar a mão do buraco, mas não consegue, por não querer largar o que já conquistou.  Kiyosaki diz que é exatamente assim que a sociedade atual se comporta. As pessoas continuam agarradas ao que conquistaram e a segurança que isso proporciona.

Isso até me fez lembrar o problema que estamos passando com relação a necessidade de uma reforma trabalhista no Brasil. Mesmo sabendo que é importante flexibilizar e atualizar as leis trabalhistas criadas no século passado, jamais as pessoas irão abrir as mãos. Para elas, o importante é não largar o que estão segurando. Pouco importa se isso trará consequências negativas para a nossa economia e para as futuras gerações.


O vídeo possui uma continuação. O objetivo do caçador não era comer o macaco. O objetivo era encontrar água. Ele amarra o macaco na árvore, entrega uma espécie de batata. Quando o macaco termina de comer as batatas, o caçador solta a corda. O macaco corre para o local onde existe água. Isso acaba garantindo a sobrevivência do caçador no meio da savana. (aqui mostra a continuação).

Vou colocar aqui as palavras do próprio autor sobre a comparação entre as pessoas e os macacos.

Algumas velhas ideias que o autor defende que devemos nos livrar delas:

  1. Nunca serei rico;
  2. Os ricos são gananciosos;
  3. Prefiro ser feliz a ser rico;
  4. Preciso trabalhar arduamente;
  5. Investir é muito arriscado;
  6. Preciso ter mais diplomas;
  7. Preciso de um emprego seguro;
  8. Não me dei bem na escola, não vou enriquecer;
  9. Preciso investir para o longo prazo em uma carteira diversificada de ações, renda fixa e fundos de investimento;

Você provavelmente concorda que todas as crenças acima são limitantes, tirando a última, que parece estranha. É justamente isso que todos os bancos e a maioria dos educadores financeiros pregam. Afinal de contas, ter uma carteira diversificada não é correto? Não é isso que a educação financeira tradicional defende?

O Kiyosaki acredita que todo investimento é ruim se você não for um bom investidor. O que os educadores financeiros tradicionais gostam de recomendar é que você não precisa se tornar um bom investidor. É trabalhoso e chato. Você só precisa criar uma carteira diversificada de ações, renda fixa e fundos e esperar que o longo prazo torne estes investimentos rentáveis, como se fosse uma mágica. Para montar esta carteira, eles recomendam que você procure as recomendações das corretoras ou dos bancos onde você possui conta.

A grande verdade é essa: Quanto mais você estudar, mais você saberá o que está fazendo, menores serão seus riscos, menor será a necessidade de diversificação, maiores serão seus acertos, maior será sua independência com relação aos seus investimentos e aos rumos da sua vida financeira.

By |09/11/2015|Categories: Enriquecimento|138 Comments

About the Author:

Leandro Ávila é administrador de empresas, educador independente especializado em Educação Financeira. Além de editor do Clube dos Poupadores é autor dos livros: Reeducação Financeira, Investidor Consciente, Investimentos que rendem mais, e livros sobre Como comprar e investir em imóveis.

138 Comments

  1. Daniel Bizon 9 de novembro de 2015 at 21:56 - Reply

    Grande Leandro! Não poderia ser diferente. Mais um texto maravilhoso. Abraço!

    • Leandro Ávila 9 de novembro de 2015 at 22:40 - Reply

      Oi Daniel, muito obrigado. Vou aproveitar para compartilhar um vídeo que você publicou no Youtube. Nesse vídeo, você falou coisas que complementam o conteúdo desse artigo como a falsa ideia que temos de que nossas escolhas são livres. Na verdade, estamos agarrados a ideias, crenças e valores (como o macaco que mostrei no artigo) que nos levam a tomar as mesmas decisões. Você fala que operamos no piloto automático, ou seja, não refletimos sobre nada.

  2. Pedro 9 de novembro de 2015 at 22:00 - Reply

    Excelente!!! Leandro esse artigo é formidável! Obrigado por esta atitude tão generosa. Seu blog cada dia me faz refletir mais e mais.

    • Leandro Ávila 9 de novembro de 2015 at 22:41 - Reply

      Obrigado Pedro

    • A.Franconieri 22 de janeiro de 2016 at 11:08 - Reply

      Aquilo que vc acredita é o que te controla!

  3. Ricardo Carvalho 9 de novembro de 2015 at 22:05 - Reply

    Olá Leandro,

    Assim que comecei a ler os primeiros parágrafos do artigo cheguei a achar absurda a colocação de Kiyosaki de que a Educação Financeira é uma Vantagem Injusta. Depois que eu terminei de ler todo o artigo consegui compreender as principais mensagens:

    Ele trata em suas obras sobre o comodismo, sobre a tentativa de manipulação que o Governo e os bancos querem introduzir na população fazendo dela escrava de seus próprios medos e limitações.
    Achei fantástica a comparação dos ensinos tradicional e não tradicional bem como a metáfora do macaco e do homem.

    Excelente artigo e este, com certeza, seria tema de um excelente debate e de troca de idéias.

    Parabéns!

    • Leandro Ávila 9 de novembro de 2015 at 22:55 - Reply

      Obrigado Ricardo. O Kiyosaki entende que o sistema é cruel para aquelas pessoas que não entendem o seu funcionamento. A base da injustiça está na ignorância financeira. Ele diz que é o leigo que garante a lucratividade dos investidores mais experientes. Podemos ver isto no mercado de ações. Quem não sabe investir, sempre acaba perdendo dinheiro para quem sabe. Podemos ver isto na relação entre os bancos e os clientes leigos, basta ler o artigo que escrevi sobre Títulos de Capitalização. Quando o investidor poupa um aparte do que ganha e empresta dinheiro para o banco (recebendo juros), existe uma outra pessoa do outro lado que vai pedir o mesmo dinheiro emprestado para comprar um carro, uma casa ou pagar uma viagem ou um smartphone novo parcelado. Os bancos só fazem a intermediação entre quem tem dinheiro poupado e quem precisa de dinheiro emprestado. Muitas vezes a diferença entre quem vai passar a vida recebendo juros e o que vai passar a vida pagando juros está no tipo de educação financeira que recebeu. É um fato que não pode ser negado. Precisamos aprender a viver dentro do sistema.

      • Ricardo Carvalho 10 de novembro de 2015 at 14:23 - Reply

        Além do artigo sobre títulos de capitalização que você mencionou, que por sinal é ótimo também, eu me lembro do artigo “Bolha na Bolsa e Teoria do Tolo Maior” sobre aquele aqueles que escutam falar que investimentos na bolsa de valores são rentáveis e por “conhecerem” pessoas que ficaram ricas por que investem em renda variável e este público acaba perdendo dinheiro e enchendo os bolsos aqueles que sabem investir.

        É triste, mas isso faz parte do capitalismo, talvez seja o lavo mais cruel do capitalismo. Portanto, ninguém é melhor que nós mesmos para sabermos o que fazer com nosso dinheiro.

        • Leandro Ávila 10 de novembro de 2015 at 15:31 - Reply

          Oi Ricardo. Explorar a ignorância não faz parte só do capitalismo, faz parte do socialismo, comunismo e de qualquer “ismo” criado pelos seres humanos. Infelizmente, explorar a ignorância dos outros faz parte da nossa natureza e existe desde os temos mais primitivos. Hoje temos meios de combater isso com mais facilidade, a internet é uma boa ferramenta. Segue o link do artigo que você lembrou.

          • Leonardo Ferreira 15 de novembro de 2015 at 20:09

            Excelente resposta Leandro. Temos que dá graças ao capitalismo, haja vista que no comunismo, no socialismo e nos “ismos” a concentração de renda, por exemplo, está nas mãos do governante e seus “companheiros”. O que dizer da exploração da ignorância financeiras das pessoas nos países com esses sistemas políticos ditatoriais. Parabéns Leandro!!

          • Leandro Ávila 15 de novembro de 2015 at 20:28

            Oi Leonardo. Capitalismo e Socialismo funcionariam bem se a humanidade fosse mais desenvolvida moralmente. A origem dos problemas que temos não está no sistema, está nas pessoas.

  4. André 9 de novembro de 2015 at 22:07 - Reply

    Muito bom!!!!

  5. Ismael Santos 9 de novembro de 2015 at 22:27 - Reply

    Ótimo artigo, Leandro!

    Meus parabéns.

  6. Rafael 9 de novembro de 2015 at 22:36 - Reply

    Muito bom

  7. muge 9 de novembro de 2015 at 22:47 - Reply

    muito bom, o mundo deveria ler isso.

    • Leandro Ávila 9 de novembro de 2015 at 22:57 - Reply

      Oi Muge. Infelizmente, uma minoria tem acesso a conteúdo de educação financeira.

  8. Misael 9 de novembro de 2015 at 22:56 - Reply

    Ótimo artigo.
    Estou nas letras E e I,futuramente estarei ( ira demora alguns anos) Estarei na letra D.
    Trabalho e ajudo em casa como qualquer um de nós no começo da vida, Mas sempre faço um pequeno aporte no meus investimentos que tenho graça a sua ajuda que me ensinou a investir corretamente, pois tinha dinheiro e estava pesquisando sobre Títulos diretos e não sábia qual a diferença de cada um e o risco de cada um tb e depois comprei minha 1° ação ( hoje tenho 10 empresas boas) mais estou comparando os rendimentos com da Poupança e estou ganhando,
    Mas está crise está me ajudando de um lado, pois compro mais ações por menos dinheiro e o lado ruim é que os rendimentos tb caiu muito, não estou contente com isso mas devemos aproveita as oportunidades que a vida nos oferecer.
    Devemos sai da zona de conforto e estuda para aprendemos investir o nosso suado dinheiro melhor para futuramente usufruir na aposentaria sem depende muito do INSS
    Obrigado por compartilhar o seu conhecimento.

    • Leandro Ávila 27 de novembro de 2015 at 4:56 - Reply

      Obrigado Misael. Educação é o primeiro investimento.

  9. Rhayan 9 de novembro de 2015 at 23:13 - Reply

    Leandro, Parabéns, estou fazendo o curso do Arvore da Riqueza tinha comprado a um tempo mais agora estou finalizando, se alguma coisa que eu possa fazer e comentar para motivar você então continue na sua caminhada com excelente conteúdo sempre. depois gostaria de saber se você esta gostando do curso do renato alves?

    • Leandro Ávila 10 de novembro de 2015 at 1:18 - Reply

      Oi Rhayan, parabéns por investir em você. O curso de leitura dinâmica do renato é muito bom, mas só funciona se a pessoa fizer os exercícios que duram 21 dias. Eu vou ver se escrevo um artigo, inclusive vou divulgar um aplicativo para smartphone que encontrei que ajuda em um dos exercícios.

  10. Carlos Vinicius 9 de novembro de 2015 at 23:20 - Reply

    Muito bom Leandro, conheço o trabalho do Kiyosaki e já havia lido o livro Pai Rico Pai Pobre …

    Mas a parte do …
    “Algumas velhas ideias que o autor defende que devemos nos livrar delas: Nunca serei rico;
    9) Preciso investir para o longo prazo em uma carteira diversificada de ações, renda fixa e fundos de investimento;”

    Não havia atentado, obrigado mais uma vez por trazer luz aos nossos caminhos 😉

    • Leandro Ávila 10 de novembro de 2015 at 1:23 - Reply

      Oi Carlos. Ele critica muito a educação financeira tradicional (divulgada por bancos e instituições financeiras) no livro chamado “O poder da Educação Financeira – Lições sobre dinheiro que não se aprendem na escola”, o mesmo que aparece nessa página aqui. O leitor só precisa tomar o cuidado de perceber que ele está nos EUA. Nós estamos no Brasil, terra onde existe a maior taxa de juros reais do planeta, ou seja, enquanto a taxa Selic aqui está em 14,25% ao ano, nos EUA ela está em 0,25% ao ano. Aqui se paga muitos juros quando você investe em renda fixa e títulos públicos.

  11. Lindemberg 9 de novembro de 2015 at 23:36 - Reply

    Bela matéria, Leandro, sobre educação financeira.

  12. Luiz Fernando 9 de novembro de 2015 at 23:42 - Reply

    Leandro, estava entendendo todos os pontos até que no finalzinho quando vc fala de alocação de ativos (o item 9 se refere a isso certo?) vc diz que isso não torna ninguém rico. Eu não entendi, pois ao meu ver vc sempre pregou isso. Poderia me elucidar?

    • Leandro Ávila 10 de novembro de 2015 at 1:33 - Reply

      Oi Luiz. Não falei da estratégia de alocação de ativos, que usa diversificação mas envolve uma gestão ativa dos recursos. O autor critica a diversificação como a solução de todos os problemas das pessoas. A diversificação feita pelo leigo seguindo as orientações de quem trabalha no sistema. Normalmente os bancos e as corretoras recomendam a diversificação, mesmo que isto signifique investir em produtos ruins, como se diversificar fosse a solução, como se no longo prazo, todo investimento ruim resultasse em bons resultados. Diversificação não é solução para quem não sabe investir. É isso que ele crítica. Precisamos saber investir para que possamos selecionar bons produtos e isto não significa que você ficará extremamente diversificado.

      • Luiz Fernando 10 de novembro de 2015 at 8:17 - Reply

        Mais uma vez, didático como sempre. Muito obrigado Leandro.

      • Giancarlo Fernandes 10 de novembro de 2015 at 9:48 - Reply

        Concordo com o Leandro. Uma outra forma simples de pensar é que quanto mais diversificada for nossa carteira mais nos aproximaremos da média de rendimentos do mercado, pois o rendimento médio do mercado é a soma de todos os investimentos possíveis. Isso não é interessante. O interessante é ficar com rendimento acima da média do mercado. O rendimento acima da média é justamente a recompensa pelo esforço dedicado aos estudos e ao desenvolvimento das habilidades de um bom investidor. Abs

        • Leandro Ávila 10 de novembro de 2015 at 10:38 - Reply

          Oi Giancarlo. Pode ser interessante se o objetivo da pessoa é ficar na média, só que para ficar na média, como você mesmo falou, não é necessário se tornar um bom investidor.

  13. André 10 de novembro de 2015 at 1:00 - Reply

    Pai Rico pai Pobre é muito bom.

    Rendeu um bom artigo aí 🙂 parabéns..

  14. Yuri 10 de novembro de 2015 at 2:16 - Reply

    Leandro Ávila, obrigado por mais um bom artigo, mas não posso deixar de discordar da parte final sobre a diversificação.

    Quanto mais a pessoa estudar sobre investimentos mais ela tenderá a diversificar sua carteira (e seus négocios se for empresário), é um processo natural. Eu mesmo estou lendo Alocação de Ativos do Henrique de Carvalho (um material recomendado por você inclusive) e estou vendo como a diversificação é algo excelente para os investimentos e muito em breve pretendo praticar aumentando a diversificação da minha carteira.

    O problema é que as pessoas entendem errado o conceito de diversificação. Acham que o importante é investir em um monte de coisa diferentes e nem sequer avaliam criticamente todos os ativos que compram. E cá pra nós, uma pessoa que pede conselhos a gerente de banco ou investe em fundos com taxa de adm de mais de 4% ao mes não pode ser chamada de investidor, não acha?

    • Leandro Ávila 10 de novembro de 2015 at 2:39 - Reply

      Oi Yuri. O que o autor Robert Kiyosaki critica é justamente a diversificação sugerida pelas próprias instituições financeiras, ou seja, diversificar por diversificar, sem aprender estratégias de alocação de ativos, sem saber avaliar onde está investindo, sem saber como investir. É exatamente isso que mostrei no artigo.

  15. André Souza 10 de novembro de 2015 at 6:12 - Reply

    Leandro, parabéns pelo artigo.
    Ele proporciona bons conceitos e ótimas reflexões.
    Gostaria de compartilhar uma inquietação ao ler. Na passagem que indica um antagonismo: ´´as que querem segurança, abrindo mão da prosperidade; as que querem prosperidade, abrindo mão da segurança….“.
    Acredito e é, por isso que adoro seus artigos, que a busca a busca da prosperidade financeira permite a verdadeira segurança. Além disso, empregado, autônomo e o empresário podem se tornar investidores, mas principalmente, bons gestores da sua vida financeira. Ter uma vida plena e feliz, dentro é claro de um contexto social, cultural e econômico.
    Estou certo? Ou foi essa educação tradicional que você citou no artigo, que leva um pensamento assim?
    Comento isso, pois esse foi o trecho do artigo que me trouxe uma significativa reflexão e dúvida (que gera novas aprendizagens).
    Mais uma vez parabéns e um forte abraço.

    • Leandro Ávila 10 de novembro de 2015 at 9:26 - Reply

      Oi André. Não existe nada errado em buscar segurança. Faz parte do perfil de cada pessoa, faz parte dos valores de cada pessoa. Para alguns, a segurança é mais importante que tudo. Você só precisa ter consciência disso, precisa se conhecer, saber que uma maior segurança no mundo do trabalho significa uma maior limitação com relação ao desenvolvimento dos seus potenciais e limitações de crescimento financeiro. Creio que chegando em um cargo de diretor ou executivo de uma grande empresa privada (depois de muitos anos de carreira) a pessoa consiga um salário entre R$ 30 mil e 40 mil nas grandes capitais. Se você é um bom profissional autônomo, liberal ou um pequeno empresário bem sucedido, essa renda mensal é plenamente possível e pode ser superada antes que você fique com a cabeça cheia de cabelos brancos. Quanto maior a sua renda, mais fácil será atingir uma maior independência financeira. Já aqueles que conseguem transformar pequenos negócios em grandes negócios, possuem uma mentalidade programada para trabalhar com milhões por ano e não com dezenas ou centenas de milhares. Quanto maior a disposição de cada um com relação a enfrentar riscos administrados e controlados, através da busca por conhecimento, maiores serão os resultados financeiros. Vale lembrar que sucesso financeiro nem sempre significa sucesso pessoal, familiar e profissional. O que vale são as escolhas conscientes que você faz.

    • Giancarlo Fernandes 10 de novembro de 2015 at 10:04 - Reply

      André Souza, eu também compartilho dessa mesma inquietação. Acredito que sempre estaremos nos perguntando se o o nosso nível de segurança atual não está limitando nossa liberdade de escolha ou crescimento. Como o Leandro falou, o mais importante é saber o que você mais valoriza (segurança ou prosperidade), pois, em geral, é necessário se arriscar mais para se obter mais prosperidade. É lógico que se você consegue obter mais prosperidade você acaba obtendo mais segurança, mas isso acontece porque em algum momento (para obter mais prosperidade) vc teve que arriscar mais ( e abrir mão,pelo menos um pouco, da segurança que tinha). O mais complicado é saber qual nível de segurança e prosperidade irá nos satisfazer. Para isso é preciso mais auto-conhecimento. Caso contrário podemos entrar numa corrida estressante por mais prosperidade ou por mais segurança, quando poderíamos estar já satisfeitos em atingir determinado nível de prosperidade e ou de segurança. Espero que meu comentário não tenha ficado muito confuso.

      • Leandro Ávila 10 de novembro de 2015 at 10:52 - Reply

        Você disse tudo. O importante é o auto-conhecimento. Acredito que existe um nível ideal de prosperidade e segurança para cada pessoa, sendo que cada pessoa é diferente da outra. Inclusive, não existe um quadrante melhor do que o outro. Existem pessoas que se adaptam, se satisfazem e se realizam mais em quadrantes diferentes dependendo dos seus valores. Para mim, liberdade é mais importante que segurança e por isto sempre tive pequenas empresas. Minha experiência como empregado assalariado foi muito curta e suficiente para julgar que aquilo não seria bom para mim. A grande verdade é que mudar de quadrante não é tarefa fácil e não garante sucesso. Fica claro que é necessário mudar de mentalidade, obter novos conhecimentos e habilidades para mudar de quadrante. É por isto que muitas vezes o empregado tenta se tornar pequeno empresário e acaba quebrando. É por isto que as pessoas tentam investir, sem saber o que estão fazendo, e acabam tomando decisões ruins de investimento. É por isto que existem muitos donos de pequenos negócios que acabam quebrando quando tentam fazer a empresa crescer.

  16. Rodrigo 10 de novembro de 2015 at 6:27 - Reply

    Excelente artigo Leandro. Acompanho o site desde o ano passado e percebo pequenas mudanças de comportamento minhas devido à busca de conhecimento e você é um dos responsáveis. Conhecimento técnico sem mudança comportamental e metas não leva a lugar nenhum. Li em algum lugar que “Não existe bons ventos pra quem não sabe onde quer ir”.

    • Leandro Ávila 10 de novembro de 2015 at 9:29 - Reply

      Oi Rodrigo. É verdade. Quando você entende como o barco funciona, você assume o controle e não deixa o vento te levar para qualquer lugar.

  17. jurandir 10 de novembro de 2015 at 6:29 - Reply

    Obrigado Leandro por essa sensacional matéria. Nos deixa em alerta a investimentos errados que eu muitos costumamos fazer. Parabéns Leandro!!

  18. Diego 10 de novembro de 2015 at 6:40 - Reply

    Obrigado, Leandro, por mais um artigo oportuno sobre educação financeira.

    Li o livro pai rico, pai pobre. É uma leitura muito agradável e com idéias totalmente inovadoras na ocasião em que eu li. Foi muito bom ter lido o livro no início da minha busca por educação financeira.

    Particularmente concordo com todas as idéias do Robert Kyiosaki, mas vc mencionou algo numa resposta de comentário acima que é bastante relevante. O autor mostra a realidade norte americana, a realidade brasileira é um pouco diferente.

    Falo isso principalmente por conta da idéia subentendida de que nenhuma pessoa no quadrante E (empregado) pode migrar para o quadrante I diretamente. Vivemos num país caótico, e o caos beneficia aqueles que sabem lidar com os riscos. Penso que uma pessoa que trabalha num emprego comum, tendo uma sólida educação financeira “injusta” consegue perfeitamente tratar de viver e poupar consistentemente, investindo o poupado de maneira coerente e eficaz. Conseguindo, ao longo do tempo migrar do quadrante E para o I sem passar pelos demais.

    Eu digo isso, porque acredito que nem todas as pessoas se tornam bem sucedidas como autônomos e empresários, inclusive esse tipo de pessoa quando arrisca a mudança para esses quadrantes e é mal sucedida acaba voltando para o E com muito mais medo de perder a segurança que ele proporciona virtualmente. Mas mesmo as pessoas do quadrante E, com uma educação adequada e bons princípios consegue se adaptar ao sistema e vencer sem obrigatoriamente se tornar um autônomo ou empresário antes disso. É fácil? Obviamente não, mas aqui no Brasil, a meu ver, é possível.

    • Leandro Ávila 10 de novembro de 2015 at 9:46 - Reply

      Oi Diego. Quem está no quadrante dos empregados, pode pular para qualquer quadrante. Só precisa mudar o tipo de educação financeira que recebeu. A jornada de quem recebe salário fixo até a independência financeira tende a ser mais longa, cheia de tentações e armadilhas de consumo quando estão seguras em um emprego formal. Uma vez li uma pesquisa mostrando que os funcionários públicos tendem a viver com mais dívidas. A ideia de estabilidade no emprego leva o funcionário público a comprar mais através de financiamentos. Muitos acabam assumindo um estilo de vida muito elevado e não sobra nada no final do mês. Existe uma vasta oferta de crédito para quem trabalha no setor público e as tentações são fortes. No lugar de viver um estilo de vida um pouco abaixo da renda para poder aproveitar a estabilidade para poupar, investir e ganhar juros, muitos passam a vida profissional toda pagando juros de empréstimos e financiamentos. Já o profissional liberal/autônomos e pequenos empresários, só conseguem sobreviver no mercado se buscarem conhecimento relacionado com a gestão financeira dos seus negócios. É comum a pessoa largar o emprego privado e públicos para empreender e quebrar poucos anos depois. Não se preparam, não mudaram a mentalidade de empregado por uma mentalidade de empresário, não buscaram a educação sobre gestão financeira, gestão de pessoas, investimentos, não desenvolveram as habilidades necessárias para se tornarem bons empreendedores. Poucos anos depois essas pessoas despreparadas acabam voltando para o mercado de trabalho. Uma pessoa que não consegue fazer a gestão da própria vida financeira, não vai conseguir gerir um negócio.

      • Valter Junior 10 de novembro de 2015 at 13:40 - Reply

        Boa tarde, Leandro! Eu sou este funcionário público a 10 anos mas resolvir mudar completamente essa realidade. Acompanho seu site a uns 4 meses e posso dizer que um mundo de prosperidade financeira se abriu em minha mente. Estou fazendo o curso de Eduardinho ” Carteira Rica” e cada vez mais tenho certeza do vou fazer. Não quero mais nunca pagar juros e mais juros absurdos pro sistema. Tracei uma estratégia de dobrar meu patrimonio liquido em 5 anos através da venda da “minha casa”, ou seja, pegar a super valorização obtida, quitar o financiamento de 30 anos e o bom saldo positivo investir e muitipicar. O incrivel é quando vc percebe um outro mundo e vc resolver mudar, causa um grande espanto para a grande maoria que continua alienada. Minha familia está ajustada com isso. A esposa já entendeu o processo e iremos juntos a uma nova vida de prosperidade financeira. Muito grato ao clube dos poupadores. Valeu!!!!

  19. Felipe de Freitas 10 de novembro de 2015 at 6:44 - Reply

    Amigo Leandro Ávila!

    Parabéns pelo trabalho! Sucesso!

  20. Elivan 10 de novembro de 2015 at 7:52 - Reply

    Parabéns, Leandro! Gostei demais deste artigo. Há algum tempo venho estudando sobre investimentos e depois que adquiri certo conhecimento bateu aquele arrependimento de não ter aprendido antes tudo o que sei hoje. Provavelmente já teria um bom ativo acumulado, suficiente para adquirir algumas coisas que hoje sonho em ter. Por outro lado, felizmente, mesmo um pouco mais tarde, descobri algumas maneiras de investir de forma a obter bons resultados (afinal antes tarde do que nunca). Digo até que é muito fácil ser investidor, basta apenas querer sair da zona de conforto, correr atrás de informação e tomar as atitudes necessárias. Pretendo um dia me situar no quadrante D para enfim conquistar a maioria dos meus objetivos financeiros e levar uma vida mais tranquila. Acredito que o D é talvez o quadrante que exija maior conhecimento e perspicácia, principalmente das oportunidades, do mercado e de outras questões. Você recomenda algum artigo seu ou outras obras para me ajudar com esse quadrante? Mais uma vez obrigado! Abraço

    • Leandro Ávila 10 de novembro de 2015 at 9:55 - Reply

      Oi Elivan, não é difícil. O problema é que não é comum querer se tornar investidor. Você não vai encontrar muitos amigos e parentes para conversar sobre investimentos ou empreendedorismo. É mais fácil encontrar pessoas falando sobre empregos, direitos trabalhistas e concursos públicos. Isso pode ser desanimador, principalmente pelo fato destas pessoas terem o costume de desestimular quem pensa fora da caixa. Um bom começo para quem pretende empreender é entender a cabeça de quem empreende. Aqui existe uma série de entrevistas com a história de jovens empreendedores:

  21. Marciane 10 de novembro de 2015 at 8:12 - Reply

    O meu despertar para uma nova vida, começou com esse livro: Pai rico, pai pobre, e antes disso, lógico, como as demais pessoas “normais” criei muitos passivos…
    De lá para cá tenho lido e acompanhado muitos especialistas que tem contribuído muito para que eu atinja meus objetivos.
    ótimo artigo. Parabéns

    • Leandro Ávila 10 de novembro de 2015 at 9:57 - Reply

      Oi Marciane, parabéns por buscar conhecimento e obrigado por deixar seu depoimento.

  22. Eric Arruda 10 de novembro de 2015 at 8:26 - Reply

    Fantástico texto Leandro! Obrigado.
    Um livro muito bom é A Arte da Não Conformidade, do Chris Guillebeau. Ele bate de frente com essas crenças limitadoras que vc descreveu.

    • Leandro Ávila 10 de novembro de 2015 at 10:02 - Reply

      Oi Eric, obrigado por compartilhar a sugestão de leitura. Vou me informar sobre o livro.

  23. Dema 10 de novembro de 2015 at 8:38 - Reply

    Acho que não dá para aceitar como 100% a verdade dos 4 quadrantes. Sempre teremos os 4 quadrantes., do contrário não teremos mão de obra para as empresas,nem médicos, engenheiros, contadores, mecânicos, pintores de imovoeis, etc ou outros tipos de autônomos que prestam serviços para todos os quadrantes.
    O profissional que se especializou pode estar no quadrante ‘a’ (empregado) e ter excelente salário, fazer bom proveito dele e se tiver boa ‘educação financeira’ se tornar um investidor e então possuir seu próprio negocio e prosperar, ou continuar como empregado. Ex. um medico autônomo ou empregado, pode vir a possuir sua clinica e até vir a ser dono de um hospital. Claro que nem todos tem perfil para mudar de quadrante, aliás alguns que estão do lado direito acabam indo para o lado esquerdo do quadrante.
    Deve sim procurar mudar de quadrante principalmente do esquerdo para o direito se não está satisfeito com sua condição. A necessidade por bens materiais do homem é ilimitada, mas nem todos que estão do lado esquerdo são pobres materialmente ou profissionalmente.
    Ex. Um cirurgião pode ser empregado de um hospital e ganhar muito e estar plenamente satisfeito com seu trabalho. Não precisa ser dono de clinica ou de hospital para estar realizado.
    Quem está do lado esquerdo do quadrante tem sim que trabalhar duro, não só se educar financeiramente, mas também adquirir cultura, poupar e saber investir para ficar ao menos com um pé no quadrante do lado direito, como investidor.
    Pode levar mais tempo, mas mesmo os donos de negócio bem sucedidos levam tempo.

    • Leandro Ávila 10 de novembro de 2015 at 10:06 - Reply

      Oi Dema, os quatro quadrantes sempre vão existir, cada um no seu quadrado. Nem todos possuem perfil para mudar de quadrante e muitas vezes quando mudam sem o devido preparo, acabam recuando. Nem todo mundo está insatisfeito no seu quadrado. O fato é que cada quadrado exige uma mentalidade diferente, exige um preparo, conhecimento e habilidades diferente.

  24. Paulo Marcos 10 de novembro de 2015 at 9:09 - Reply

    O livro de Robert Kiyosaki (Pai rico, pai pobre) representou um ponto de mudança na minha vida. O que eu tenho hoje em termos de segurança financeira, foi graças a esse homem. E atualmente um dos meus principais referenciais em educação financeira é você Leandro.

    Um abraço e obrigado por mais um excelente artigo!

  25. Eduardo 10 de novembro de 2015 at 9:13 - Reply

    Bom dia, parabéns por esse primoroso artigo sobre a necessidade de se buscar outro caminhos(não tradicional) ante a seguir o caminho já traçado e com resultados conhecidos(bancos lucrando cada segundo mais e governo “esccolhendo” o melhor investimento). Aprendi e sempre muito com seus escritos e busco segui-los, sempre estudando e refletindo. Obrigado.

    • Leandro Ávila 10 de novembro de 2015 at 10:09 - Reply

      Obrigado Eduardo. Parabéns por estar sempre estudando e refletindo. Esse é o caminho.

  26. Laion Custodio 10 de novembro de 2015 at 9:19 - Reply

    Parabéns, mais um texto que faz pensarmos diferente, obrigado por compartilhar seu conhecimento!

  27. Adão Soares 10 de novembro de 2015 at 9:27 - Reply

    Mandou bem! Quer dizer você sempre manda bem mesmo, parabéns pelo o trabalho voluntário que você presta para milhares de brasileiros.

  28. brunoalex4 10 de novembro de 2015 at 9:39 - Reply

    “A educação tradicional faz você acreditar que o melhor caminho é buscar um emprego seguro e cheio de direitos trabalhistas….”

    Sugiro a leitura deste texto escrito por um dos expoentes Escola Austríaca de pensamento econômico, Friedrich A. Hayek, e que trata exatamente da dicotomia segurança x liberdade. segue o link:

    http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=1671, Segurança versus liberdade – ansiar pela primeira pode nos deixar sem a segunda

    • Leandro Ávila 10 de novembro de 2015 at 10:26 - Reply

      Oi Bruno, obrigado por recomendar esse ótimo artigo Bruno. “A segurança de uns, provoca a insegurança de todos”.

  29. Mauro Amado 10 de novembro de 2015 at 9:48 - Reply

    Oi, Leandro! Obrigado por mais esse artigo! Não sei se interpretei errado, mas o teu texto e o quadrante do Kiyosaki me passam a impressão de que é líquido e certo o sucesso de alguém que decide deixar de ser empregado e abrir uma empresa, quase uma perda de tempo permanecer empregado. Posso estar enganado, mas a taxa de mortalidade de empresas no Brasil ainda é alta, não só pela incompetência dos administradores como também pelo terreno hostil que é o nosso país para quem empreende, de forma que o medo de arriscar se torna uma atitude racional e não só emocional como aversão ao risco em analogia aos macacos.
    Além disso, muita gente, mesmo querendo muito empreender, não tem “costa quente”, não tem uma família “paitrocinadora” para bancar caso venha a dar errado a empreitada, pelo contrário, depende dele a comida e moradia de mais umas dez pessoas, dessa forma empreender passa a ser um privilégio e, por isso, ler um texto como esse sinto quase como uma injustiça.

    • Leandro Ávila 10 de novembro de 2015 at 10:36 - Reply

      Oi Mauro. Alguém que deixa o quadrante dos empregados e tenta se aventurar nos outros quadrantes sem rever a educação que recebeu, sem modificar crenças limitantes, sem modificar a mentalidade, sem adquirir novos conhecimentos e habilidades que permitam sucesso empreendendo ou investindo, está condenado ao fracasso. Se após a leitura do artigo você se sentiu injustiçado ou entendeu que mudar de quadrante é garantia de sucesso líquido e certo, não entendeu com profundidade a crítica do Kiyosaki. A sua crença de que as pessoas precisam ter “costas quentes” e uma família “paitrocinadora” para poder investir com segurança, é um exemplo de crença limitante que o Kiyosaki critica em seus livros. Para quem tem esse tipo de mentalidade o emprego formal é a melhor das opções, não tenha dúvida disso.

      • Mauro Amado 10 de novembro de 2015 at 13:48 - Reply

        Ok. Vou reler o livro para ver se pego a mensagem mais profundamente. Só uma coisa, não disse que as pessoas precisam ter “costas quentes” para poder investir com segurança. As pessoas precisam ter “costas quentes” para empreender com segurança. Acho que tem bastante diferença levando em consideração alguém que não nasceu em berço de ouro. Caso não concorde, se puder sugerir umas alternativas, ficaria grato.

        • Leandro Ávila 10 de novembro de 2015 at 15:27 - Reply

          Oi Mauro, eu conheço inúmeras histórias de pessoas que não nasceram em berço de ouro e que conseguiram sucesso empreendendo. Isso inclui a minha história e a de amigos e parentes próximos. Na verdade, tenho a impressão que a situação contrária é mais comum, a pessoa sente dificuldade de empreender quando começa de cima, quando nasce em berço de ouro. Por isto existe uma enorme preocupação entre os empresários com a sucessão. Todos tentam escapar daquela maldição que diz: Pai rico, filho nobre e neto pobre. Não sei de onde você tirou que o empreendedor precisa de costas quentes para empreender com segurança. O empreendedor busca segurança no conhecimento que adquire e nas experiências (incluindo os erros e os tombos que leva) para construir a própria segurança. Um bom começo seria buscar inspiração no depoimento de empreendedores e pessoas bem sucedidas (veja um exemplo). Fuja do discurso de pessoas fracassadas.

  30. Marcos 10 de novembro de 2015 at 10:02 - Reply

    Parabéns

  31. Isaque Santos 10 de novembro de 2015 at 10:18 - Reply

    Excelente texto, parabéns pelo blog estou enriquecendo muito por ele.

  32. yuri silveira 10 de novembro de 2015 at 11:25 - Reply

    leandro texto excelente, mostra com clareza a realidade da educação financeira não só no Brasil como em diversos países.,

  33. Bernardo 10 de novembro de 2015 at 13:04 - Reply

    Olá Leandro, parabéns mais uma vez e obrigado pelo seu artigo. e mais ainda por nos brindar com suas respostas a nossos comentários, elas são um artigo a parte!! 🙂

    me permita fugir um pouco do assunto do artigo, mas tenho acompanhado e estudado as oscilações dos títulos públicos e suas influências. Recentemente, sem motivo aparente, os títulos pos fixados tem se valorizado, e suas taxas tem caído. Como isso é possível se ainda temos tantas noticias ruins emergindo (inflação, desemprego, juros) e a perspectiva de crise continua se extendendo? Nao seria mais obvio que os juros destes títulos continuassem subindo e seus preços caindo?

    • Leandro Ávila 10 de novembro de 2015 at 14:50 - Reply

      Oi Bernardo, quando as notícias ruins são piores do que o que era previsto, mudando o que era esperado para o futuro, os juros sofrem picos de alta e depois recuam um pouco. Como acontece com o preço do dólar e com as quedas na bolsa. O que produz esses picos são as notícias que não eram esperadas, ou seja, que ainda não estavam precificadas.

  34. Pobre de Marré 10 de novembro de 2015 at 13:37 - Reply

    Oi Leandro. excelente essa reflexão. Muito obrigado pelo conteúdo publicado.
    Honestamente, ultimamente ando lendo sobre empreendedorismo, mas percebo que essa questão da segurança está bastante arraigada. Na empresa onde trabalho, são constantes palestras sobre liderança e empreendedorismo, mas para que sejam aplicados dentro da empresa, ou seja: para que nos tornemos empregados melhores. Reconheço que isso não é de todo mal, pois nem todas as pessoas desejam as mesmas coisas. Mas o lado perverso é o condicionamento criado pelo sistema.
    Essa questão da diversificação eu não concordo muito. Diversificar é praticamente o mantra dos investimentos justamente porque a maioria “não sabe o que faz”. Talvez a questão é que antes de diversificar, a pessoa deve conhecer seu perfil e objetivos de vida.
    Obrigado.

    • Leandro Ávila 10 de novembro de 2015 at 15:13 - Reply

      Obrigado. As empresas tentam criar um ambiente onde o funcionário empreendedor possa satisfazer sua vontade de empreender sem que isto signifique pedir demissão e abrir seu próprio negócio. Funcionários treinados para empreender dentro das empresas me lembra uma técnica de pesca chinesa. O pescador domestifica um tipo de ave pescadora. Amarra uma corda no seu pescoço e leva as aves até o meio de um rio para que possam pescar. As aves pegam o peixe, mas não conseguem engolir por estarem com a corda no pescoço. Elas retornam para o barco e o pescador tira os peixes da boca da ave. Elas só sentem o gosto daquilo que pescam, não ficam com os resultados da pesca.

  35. Leanir 10 de novembro de 2015 at 15:21 - Reply

    Eu já me senti como esse macaco. rsrs
    Texto objetivo, esclarecedor.
    Parabéns pelo excelente trabalho.

  36. Maria Soares 10 de novembro de 2015 at 15:32 - Reply

    Ótimo artigo, Leandro!

    Parabéns!

  37. Adriano 10 de novembro de 2015 at 18:49 - Reply

    Excelente texto, Leandro!

  38. Investidor Disciplinado 10 de novembro de 2015 at 21:26 - Reply

    Oi Leandro. Texto bastante interessante. Já tinha até esquecido do quadrante do Kiyosaki. Já faz tempo que eu li “Pai Rico, Pai Pobre”, que realmente pode abrir os olhos daqueles que estão dispostos a mudar. Obrigado por isto.
    Confesso que o título do texto me incomodou quando eu comecei a ler a matéria. Não acho que educação possa ser chamada de injusta. Isto traz uma cara ruim para ela, que na verdade é uma bênção. O problema é que as pessoas tem outras prioridades na vida, ao invés de tentar melhorar e aprender. Existe muito material disponível para quem quiser aprender (inclusive seu site). Se o brasileiro estudasse com a mesma dedicação que tem para acompanhar futebol ou novela, provavelmente este país seria diferente. Concordo que esse problema decorre do modo que é feita a educação no Brasil, que cria pessoas que dificilmente irão para o lado direito do quadrante. Mas, que eu saiba, a maioria das pessoas em países de primeiro mundo também não está do lado direito.

    No momento eu estou no quadrante “E”, fazendo meus investimentos e tentando passar para o quadrante “I”. Talvez este caminho pelo “I” me leve ao quadrante “D” algum dia. Tenho vontade de ter um negócio próprio, mas me desanimo com as dificuldades de sobrevida do empreendedor no Brasil. O lado direito do quadrante, não requer só conhecimento. Requer tempo (no sentido de passar dos anos), disposição, força de vontade e também de algumas boas oportunidades (que são melhor aproveitadas por quem está preparado). Não é fácil seguir para o lado direito do quadrante.

    O vídeo do macaco é realmente interessante. Já tinha ouvido falar mas nunca tinha visto um vídeo sobre isto.

    Siga escrevendo, que eu sigo lendo =)

    • Leandro Ávila 11 de novembro de 2015 at 15:52 - Reply

      Olá. Nos EUA, 90 milhões de pessoas investem na bolsa de valores (eles possuem quase 320 milhões de habitantes). O Brasil tem 600 mil investidores em uma população de 200 milhões. O mesmo acontece com os títulos públicos, pouco mais de 500 mil pessoas investem no Tesouro Direto. Lá fora, os trabalhadores entendem a importância de investir, aqui dentro as pessoas que fazem algum investimento são uma minoria insignificante. Basta observar que a maior corretora independente do Brasil possui apenas 100 mil clientes, lá fora, as corretoras grandes possuem milhões de clientes. Se o Kiyosaki acha que a educação financeira é uma vantagem injusta nos EUA, imagine que palavras ele utilizaria para definir a situação da educação financeira no Brasil. Como mostrei no artigo, não podemos esperar que o governo ou que as instituições financeiras nos eduquem financeiramente. Não é esse tipo de educação financeira que eles pregam que funciona. Precisamos fazer justiça com as próprias mãos, ou seja, precisamos estudar sobre finanças e investimentos por conta própria.

  39. Wallace 11 de novembro de 2015 at 9:35 - Reply

    parabéns, Leandro!

    que artigo top, cara!

    eu até fui buscar referências em inglês do livro e do autor, e até achei o livro dele em ENG disponível em um site, talvez eu compre o traduzido mais pra frente.

    sua sacada sobre as leis trabalhistas e o macaco da mão fechada foi fantástica, parabéns!

    só tenho uma observação a fazer: apesar de saber que “unfair” significa claramente injusto/a, esse termo em pt-br remete a desonesto e acho que esse não seria exatamente o sentido desejado do termo, em inglês.

    então, eu estou traduzindo e entendendo unfair, NESSE contexto, como “desigual”, que é injusto no sentido de que não está disponível a todos, mas que não é desonesto, que você precisou passar a perna em alguém para se dar bem.

    no mais, seu blog é um de leitura quase obrigatória e esse artigo alcançou quase o estado da arte no tema.

    cara, muito bom… véi, que artigo fodástico (perdão pelo palavrão, mas não achei outra palavra pra descrever minha empolgação! 🙂

    abs!

    wally.

    • Leandro Ávila 11 de novembro de 2015 at 16:03 - Reply

      Oi Wallace, eu tentei mostrar no texto que a ideia é justamente esta. Se você não tem educação financeira, você está em desvantagem. E a culpa é sua. Também mostrei que não adianta esperar que o governo ou as instituições financeiras façam justiça. A desigualdade ocorre com todo tipo de conhecimento, veja o exemplo de quem sabe inglês e quem não sabe inglês nos dias de hoje. O lado bom é que todos podem acessar ensinamentos sobre educação financeira. Livros como o do Robert Kiyosaki e de outros autores, custam menos do que uma pizza. Cursos completos sobre investimento, custam o preço daquele smartphone que as pessoas compram todos os anos para jogar conversa fora nas redes sociais. Sem falar em sites que tratam do assunto sem cobrar nada. Obrigado e um abraço.

  40. Sergio Shimizu 11 de novembro de 2015 at 12:04 - Reply

    Mais uma vez um excelente artigo! Concordo com ele em gênero e grau! Aliás, quero parabenizá-lo também por todos seus comentários! Saíram algumas ótimas dicas de leitura! Sempre que possível recomendo o seu blog aos meus amigos e conhecidos. Gostaria de contar rapidamente o meu depoimento na esperança de inspirar algum leitor. Desde jovem desejava empreender, mas sempre tive medo de arriscar e deixava para lá. E assim os anos foram passando sempre guiado pelo sistema. Até que um amigo meu recomendou que eu lesse o “Pai rico, pai pobre”. Aquela leitura foi o meu ponto de virada. Não sei explicar bem o que ocorreu, mas alguma coisa mudou em mim. A partir daí, comecei a ler tudo o que estivesse ao meu alcance sobre empreendedorismo e mindset para gerar prosperidade. Você inclusive já citou em um de seus artigos sobre o livro “Os segredos da mente milionária” de T. Harv Eker que apesar de ser um livro pequeno traz excelentes dicas de como iniciar a mudança da sua mentalidade limitadora gerada principalmente durante a infância. Como um típico oriental, sempre poupei, mas só há pouco tempo comecei a entender mais como investir melhor, a gerar ativos reais e não passivos como o próprio Kiyosaki comenta em seu livro. Não há limites para o conhecimento. Sei que continuarei a estudar muito, mas já dei o primeiro passo rumo à liberdade. Sonhando alto, mas com os pés no chão. Muito sucesso a você! Obrigado por seu ótimo trabalho! Continue assim! Abraços.

    • Leandro Ávila 11 de novembro de 2015 at 16:12 - Reply

      Oi Sérgio, obrigado pelo depoimento, com certeza você vai inspirar outros leitores. É muito importante conhecer a visão de mundo de outros autores e refletir sobre a nossa visão de mundo.

  41. Carlos José Peruffo 11 de novembro de 2015 at 12:12 - Reply

    Leandro, lendo seu artigo lembrei de como os consumidores são iludidos sobre o uso do cartão de crédito. São levados a acreditar que fazem um bom negócio usando o cartão e ganhando as migalhas de pontos. Já há muito tempo descobri que, usando cash e negociando, consigo descontos muito superiores aos pontos recebidos.

    • Leandro Ávila 11 de novembro de 2015 at 16:15 - Reply

      Oi Carlos, agora que estamos passando por uma crise, acredito que os comerciantes estejam mais dispostos a negociar descontos para quem tem dinheiro na mão. Além do comerciante ser taxado, quando você usa cartão, ele também paga juros quando precisa antecipar o recebimento. É como se a operadora emprestasse o dinheiro que só será liberado depois de 30 dias. Entre gerar lucro para a operadora e beneficiar o cliente, o comerciante tende a beneficiar o cliente. Claro que estou falando de pequenos comerciantes. Grandes lojas não se importam com isso.

  42. José Augusto 11 de novembro de 2015 at 12:27 - Reply

    Leandro, acho que já podes dispor de teus artigos em formato de livro. E continue escrevendo, por favor…
    No momento estou no quadrante A em migração para o I gradativamente. Não acredito que possa manter minha força de trabalho no ritmo atual por muitos anos, por isso logo entendi a necessidade de estudar finanças e investimentos e investir (tampouco acredito na previdência). Obrigado por contribuir nesse processo através de teus textos. um abraço!

    • Leandro Ávila 11 de novembro de 2015 at 16:18 - Reply

      Oi José, pretendo fazer isso em 2016, mas vou continuar escrevendo. É exatamente isso que você entendeu, que a maioria não entende. No começo da nossa vida profissional, temos muita força de trabalho e precisamos poupar e investir, mesmo que isso representem poucos ganhos com juros no começo. Com o efeito dos juros compostos, depois de algumas décadas, a sua renda com juros dos seus investimentos tendem a crescer enquanto a sua força de trabalho começa a ficar fraca. Depois vou fazer um gráfico e escrever sobre isso.

  43. Alessandro 11 de novembro de 2015 at 13:20 - Reply

    Primeiro parabéns pelo trabalho que você faz, trazendo informação sobre educação financeira para as pessoas. Leio seus artigos sempre que posso, pois são excelentes. Gosto muito do assunto educação financeira, tanto que meu tcc é sobre isso. Falo sobre como a educação financeira pode melhorar a qualidade de vida das pessoas. Ao escrever sobre isso estou com uma certa dificuldade em achar de que forma, ou seja, ferramentas para se adquirir educação financeira. Obviamente buscar informação é fundamental para esse processo, porém li um matéria certa vez, que falava sobre o fator motivação para a busca de informação, o que faz com que as pessoas sem mantenham no estágio em que estão. No entanto, como faz uma pessoa que decide se educar financeiramente? Gostaria de saber se você conhece algum material ou tem algum artigo sobre ferramentas para a educação financeira que possa me ajudar.

    Obrigado pela atenção.

    • Leandro Ávila 11 de novembro de 2015 at 16:48 - Reply

      Oi Alessandro. Existem duas forças básicas que motivam os seres humanos. É a ganância e o medo. Não importa se estamos falando de homens da idade pré-história, idade média ou contemporânea. O que motiva alguém a se educar financeiramente é o medo de um futuro pior e o desejo (ganância) por um futuro melhor. As pessoas se sentem motivadas a evitar a pobreza (escassez) e buscar a riqueza (abundância). E o que levaria alguém a não ter medo de um futuro pior ou desejar um futuro melhor? A ignorância. São poucas as pessoas que compreendem que o futuro é uma construção. A vida que você leva hoje é apenas uma consequência das decisões que você tomou no passado. Todo mundo tem um encontro marcado com sigo mesmo no futuro e neste dia ocorrerá uma prestação de contas. Você colherá aquilo que plantou. Os que tiverem saído da ignorância, sofrerão de arrependimento. Quem continuar na ignorância vai transferir a culpa para os outros (governo, capitalismo, família, azar, destino, Deus, etc). Eu motivo a pessoa a buscar a educação financeira tirando ela da zona de ignorância sobre o funcionamento do mercado financeiro e da sociedade em que vivemos. Saber como a coisa funciona e qual o seu posicionamento nesse jogo produz um enorme desconforto. Como ninguém gosta de ficar em uma zona de desconforto, as pessoas começam a buscar conhecimento sobre o assunto. Nessa fase a transformação já começou e não tem volta.

  44. Mauricio 11 de novembro de 2015 at 15:20 - Reply

    Oi Leandro. Obrigado por mais um ótimo artigo. Acho que esse é mais um daqueles artigos que mudam a nossa visão e mentalidade. Agradeço muito por isso.
    Tenho uma pequena dúvida que não sei se é relevante, mas vamos lá.
    O Clube dos Poupadores é uma iniciativa de educação financeira que poderia se candidatar para receber o selo ENEF do governo federal que você citou? Se sim, você inscreveu o site?

    • Leandro Ávila 11 de novembro de 2015 at 17:05 - Reply

      Oi Mauricio. Eu não inscrevi o Clube dos Poupadores por vários motivos. Um deles é não misturar a imagem do Clube com iniciativas tendenciosas de educação financeira de instituições que se beneficiam da ignorância financeira das pessoas. Qual é o objetivo de seguradoras quando falam de educação financeira? Motivar você a comprar seguros de todos os tipos, mostrar as vantagens tortas dos planos de previdência privada e até as vantagens dos títulos de capitalização. Qual é o objetivo dos grandes bancos oferecendo educação financeira para seus clientes? Fazer você equilibrar suas contas para que sobre o dinheiro necessário para que você pague as prestações do seu carro financiado, da sua casa financiada sem atrasos. Eles te estimulam a continuar comprando produtos péssimos, com altas taxas administrativas oferecidas pelo próprio banco. Outro ponto negativo é que eu teria que provar que estou divulgando o mesmo tipo de conteúdo que eles julgam ser o conteúdo correto para uma boa educação financeira. O governo não tem competência para determinar o que é uma boa educação financeira para você, para mim ou para outra pessoa. O que o governo faz ao oferecer esse SELO ENEF é obrigar os participantes a seguirem o que os governantes acreditam ser uma boa educação financeira. Isso não existe. A boa educação financeira é a que você julga boa para você. Por isso eu recomendo que as pessoas busquem conhecimento através de vários autores. Com senso crítico, você vai ficar com as ideias que você acredita e vai abandonar as que você não acredita. Você vai construir a sua educação financeira, que certamente será bem diferente da educação que o governo tenta impor.

  45. Joanatan 11 de novembro de 2015 at 15:21 - Reply

    Boa tarde professor. Seguindo novamente as orientações do senhor,migrei minha conta convencional no itau,pra iconta digital. E estou muito satisfeito. Como faço minhas transações pelo tablet e também pelo smartphone,
    Poderia me indicar um bom antivírus pra ambos?
    Muito Grato.

  46. Adalberto 11 de novembro de 2015 at 15:55 - Reply

    Excelente matéria, todo mundo deveria ler, pena q pouca gente se interessa. Por coincidência, 2 dias antes da matéria comprei três livros usados do Kiyosaki no ML por 15,00 cada um. Uma pechincha ser comparar com o retorno oferecido!

    • Leandro Ávila 11 de novembro de 2015 at 19:21 - Reply

      Oi Adalberto. Podem se tornar os R$ 15,00 mais bem gastos da sua vida. No meu caso, tudo que sou, tudo que sei e tudo que tenho eu devo aos livros e cursos já fiz.

  47. Claudio 11 de novembro de 2015 at 18:35 - Reply

    Gosto demais dos artigos publicados mas sinto que todos falam de investimento de forma superficial, gostaria de uma conversa falando diretamente sobre quais as oportunidades do momento

  48. M Helena 12 de novembro de 2015 at 0:50 - Reply

    Olá Leandro, ao concluir a leitura do artigo desta semana só posso dizer que: você faz um trabalho importante para aprimorar e ampliar o conhecimento sobre finanças de cada um de seus leitores.
    Obrigada por compartilhar. Sucesso !

  49. Thomas 12 de novembro de 2015 at 8:53 - Reply

    Parabéns Pelo artigo! Muito Obrigado por compartilhar essas informações.

  50. ALCIDES JOSE DA COSTA NETO 12 de novembro de 2015 at 10:18 - Reply

    Acho que este foi a melhor materia sobre educação financeira que ja li.
    Obrigado.

  51. Livia 12 de novembro de 2015 at 12:59 - Reply

    Leandro,

    Meus parabéns por divulgar esse conteúdo de maneira tão altruísta. Pessoas como você me inspiram e eu sei que farão a diferença nesse país. Eu também creio e luto por um dia em que as pessoas sairão do pensamento de manada, de achar que financiar é obrigatório, e vão começar a pensar por si mesmas a respeito do futuro que querem criar. Conhecimento liberta, e você está ajudando a tornar mais pessoas livres. Até me emociono com isso!

    Abraço pra você e muito sucesso!

    • Leandro Ávila 12 de novembro de 2015 at 17:54 - Reply

      Obrigado Livia. Visitei seu site, parabéns pelo trabalho!

  52. Joanatan 12 de novembro de 2015 at 13:23 - Reply

    Professor,vejo ao meu redor mensagens via whatsapp se espalhando e a população assustada,achando que a presidente vai confiscar a poupança dia 18 próximo. O Senhor se sente seguro emprestando dinheiro pro nosso governo que está com pouquíssimo índice de aprovação. Ou a população é que anda meio perdida?qual o risco de um calote?
    Obrigado.

  53. Leonardo 12 de novembro de 2015 at 14:44 - Reply

    Leandro, mais uma vez… Parabéns pelo ótimo texto… Tudo que nos faz refletir nos faz crescer…. Leandro… Fiquei na dúvida só no item 6 das idéias que devemos esquecer…. Estudar (ter mais um diploma) não nos faz evoluir? Ou seria esquecer da formação tradicional e pensar em outro tipo de formação?

    • Leandro Ávila 12 de novembro de 2015 at 17:58 - Reply

      Oi Leonardo. A formação tradicional é importante. Basta ver a diferença entre o salário de alguém que só completou o ensino médio e outra pessoa que estudou mais 4 ou 5 anos e concluiu um curso universitário. Na crítica do autor, a universidade só fará você ter um salário maior. Os conhecimentos dela não são suficientes para que você se torne um empreendedor ou um investidor. Você continuará fora do quadrante dos que mais prosperam financeiramente.

  54. Marcelo Fraga 13 de novembro de 2015 at 13:14 - Reply

    Excelente artigo, como sempre!

  55. Suelene Coelho 15 de novembro de 2015 at 15:35 - Reply

    Parabéns pelo artigo, Leandro. E gostaria de enfatizar que adorei a tua versão dos quadrantes. Ficou bem mais esclarecedor. Define a pretensão e até a “personalidade” dos indivíduos que integram cada quadrante.

  56. Aureliano 17 de novembro de 2015 at 10:29 - Reply

    Parabéns, Leandro. Artigo corajoso e esclarecedor. De fato, o foco tem de ser no estudo das opções de investimento. As pessoas precisam conhecer mais sobre as modalidades disponíveis, e não se pautar somente nas dicas do sistema. Permita-me utilizar este post nas minhas aulas de finanças pessoais. Abraço,

    • Leandro Ávila 18 de novembro de 2015 at 13:40 - Reply

      Obrigado Aureliano, fique a vontade para usar o conteúdo na sua aula.

  57. Kathy 17 de novembro de 2015 at 15:04 - Reply

    Excelente! Vamos estudar mais e aprender mais.

  58. Franco 18 de novembro de 2015 at 11:46 - Reply

    Parabéns Leandro! Artigos como esse nos faz pensar fora da caixa.

    Excelente!

  59. Fernando 18 de novembro de 2015 at 15:13 - Reply

    Muito bom. Leandro, a parte dos quadrantes tem no primeiro livro da série, o do ano 2000? Abraço.

    • Leandro Ávila 27 de novembro de 2015 at 4:55 - Reply

      Oi Fernando, eu não tenho a versão de 2000, mas provavelmente o livro é o mesmo.

  60. Daniel 21 de novembro de 2015 at 17:18 - Reply

    Estou lendo o livro ele é excelente e cativante

  61. Willias Fabio 27 de dezembro de 2015 at 11:44 - Reply

    Obrigado Leandro Ávila.
    Um amigo me indicou o livro do Kiyosaki… Isso está sendo muito bom, uma verdadeira luz para mim.
    …Eu trabalhava em uma empresa e vendia aproximadamente 120 mil por mês e ganhava cerca de 1.500 por mês. Percebi que isso não estava certo… Então pedi as contas (sair do emprego) e voltei pra universidade. Sei agora que a educação que recebemos lá(universidade), vai me levar de volta a ser um bom funcionário em uma grande empresa no futuro… Mas vou focar na minha educação financeira e tentar reverter essa situação. Obrigado, parabéns pelo site e boas realizações.

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