Inflação: O Verdadeiro Confisco da Poupança

O confisco da poupança dos brasileiros já começou há bastante tempo. No lugar de congelar ou bloquear os investimentos das pessoas, como ocorreu durante o governo Collor, o confisco está sendo feito de uma forma mais sofisticadas.

O dinheiro continua no seu bolso, mas gradativamente seu valor está sendo transferido para o governo e bancos. É assim que funciona a inflação, que muita gente chama de “imposto inflacionário”. Ela é o mecanismo mais poderoso de transferência de renda do bolso da sociedade para o bolso do governo.

Ao contrário do que ocorre com os impostos tradicionais, que precisam ser debatidos e aprovados pelo Congresso, a inflação não requer nenhuma aprovação. Nem sempre as pessoas conseguem relacionar a gastança do governo, na busca de popularidade, com a alta da inflação. São poucos os brasileiros que compreendem que o governo não produz riquezas. Ele só as retira da sociedade com a desculpa de que sabe redistribuir esta riqueza de forma justa e honesta.

Basicamente funciona assim: Primeiro o governo resolve aumentar a oferta de moeda. Geralmente apresenta um motivo como aumentar a taxa de crescimento, diminuir o número de desempregados, reduzir taxa de juros, etc. Ele força a queda dos juros, aumenta gastos públicos, estimula a oferta de crédito, gasta mais do que arrecada, reduz o depósito compulsório e faz a população acreditar que vivemos em um país rico, sem sacrifícios, sem que ninguém precise trabalhar mais ou produzir mais para isto. O resultado deste aumento da quantidade de dinheiro em circulação (sem um real aumento das riquezas produzidas) é o aumento da inflação. Neste processo o governo aumenta sua arrecadação, penaliza seus credores e todos que possuem dinheiro. Para aprofundar neste tema baixe o documento “A Verdade sobre a Inflação” (.docx).

Confisco pela inflação

A inflação transfere renda dos credores para os devedores. Como a inflação faz o dinheiro perder valor, o maior prejudicado é o credor (aquele que tem dinheiro a receber) e o maior beneficiado é o devedor (aquele que precisa pagar uma dívida). No futuro, o credor vai receber um dinheiro que perdeu valor e o devedor vai pagar com uma moeda desvalorizada. O governo é o maior devedor do país. Sua dívida interna ultrapassa os R$ 2,4 trilhões. Por este motivo o governo é o que mais se beneficia quando a inflação está elevada.

Podemos afirmar que o governo confisca as economias dos brasileiros quando permite a alta da inflação, pois a inflação faz o valor real da sua dívida declinar. O indivíduo que vive de renda, como o aposentado, perde com a inflação à medida que sua renda não é corrigida na mesma proporção do aumento dos preços.

Podemos chamar a inflação de imposto sobre a propriedade do dinheiro, pois qualquer pessoa que o possua, quando os preços sobem, perde parte do seu valor. A inflação reduz o poder de compra da moeda: um indivíduo que começa o ano com R$ 1.000,00 terá de adicionar R$ 100,00 às suas reservas durante o ano somente para manter seu valor real constante, se a inflação for de 10% ao ano. O que ele podia comprar no início do ano por R$ 1.000,00 agora só pode comprar com R$ 1.100,00.

Confisco pelo FGTS

Os trabalhadores perdem com o FGTS que é uma poupança forçada, mal remunerada e obrigatória. O governo se apodera desta riqueza do trabalhador (torna-se devedor) e remunera o dinheiro aplicado com apenas 3% de juros + TR (enquanto a inflação atual supera os 8% ao ano).

O FGTS é patrimônio do trabalhador, e que, nessa perspectiva, não pode ser utilizado para subsidiar políticas públicas sem a devida reposição das perdas inflacionárias, sob pena de configurar confisco. A correção monetária dos saldos vinculados ao FGTS deve, no mínimo, refletir a inflação do período, e o índice que melhor reflete o objetivo da Lei do FGTS é o INPC – A juíza federal Maria Cristina Saraiva Ferreira e Silva (fonte)

Confisco pela rentabilidade real da poupança:

Os milhões de brasileiros que aplicam suas economias na Caderneta de Poupança também sofrem o mesmo problema. A poupança ou qualquer modalidade de investimento que não ofereça rentabilidade real (acima da inflação) faz o poupador perder o poder de compra do dinheiro, enquanto na outra ponta (bancos e governo) se beneficiam da fonte de dinheiro barata e mal remunerada. Para calcular a taxa de juro real da poupança ou de qualquer investimento visite a página: calcular taxa de juro real.

Confisco pela falta de correção da tabela do Imposto de Renda:

Sempre que o governo não corrige a tabela do Imposto de Renda com base na inflação está aumentando o confisco sobre a renda das famílias. Devemos lembrar que o cidadão brasileiro já trabalha cinco meses por ano apenas para pagar impostos (fonte).

Estudo do Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal (Sindifisco Nacional) mostra que a defasagem na tabela do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) pode chegar ao final de 2015 em 75,43%. No Ministério da Fazenda, evita-se falar na correção da tabela. (fonte)

Na prática, metade dos trabalhadores brasileiros não precisariam pagar Imposto de Renda se a tabela estivesse sendo corrigida pela inflação. Isto significa que ano após ano aumenta o confisco da renda das pessoas, sem que ninguém faça absolutamente nada com relação a isto (fonte). Para entender este problema leia este outro artigo.

Pagamos impostos de primeiro mundo e recebemos muito pouco em troca. O dinheiro se perde no meio de tanta ineficiência e corrupção.

A Suécia tem a mais elevada alíquota de imposto de renda (IR) para pessoa física do mundo. Os suecos entregam para o governo até 58,2% dos seus rendimentos, só que todo esse dinheiro retorna para a população através de serviços públicos. O dinheiro não é gasto para manter um padrão de vida luxuoso para os políticos, desvios, propinas, corrupção, etc.Veja como os políticos na Suécia são tratados nesta pequena reportagem. A transparência é tão grande que até o extrato dos deputados suecos são públicos, veja esta outra reportagem. No final do vídeo você verá que os parlamentares brasileiros são os mais caros do mundo. No Brasil, precisamos chamar os impostos de confisco com base em notícias absurdas como estas aqui, que trata da construção do novo anexo da Câmara dos Deputados que já está sendo chamado de “Shopping dos Deputados”. O shopping está orçado em R$ 1 bilhão de reais que será retirado da sociedade através dos impostos.

A grande armadilha:

Os brasileiros são educados desde pequenos a poupar dinheiro através de uma Caderneta de Poupança. O próprio governo faz campanhas oferecendo brinquedos para as crianças em troca de depósitos na Poupança da Caixa (veja aqui). Isto cria uma cultura difícil de mudar quando a criança chega na vida adulta.

A poupança é divulgada como se fosse o melhor de todos os investimentos. É fácil de abrir, a liquidez é diária (você pode sacar seu dinheiro a qualquer momento) e a isenção de Imposto de Renda parece muito atrativa. O grande problema é que faz tempo que a poupança não consegue ganhar da inflação. Os poupadores estão ficando cada vez mais pobres (sem perceberem).

A poupança tornou-se fonte de dinheiro barato para os bancos, que utilizam o dinheiro para oferecerem crédito imobiliário. 65% dos depósitos das poupanças de todos os brasileiros são utilizados pelos bancos em financiamentos de imóveis. 30% é retido pelo governo através do Banco Central (depósito compulsório) e 5% os bancos podem emprestar da forma que bem entenderem. O dinheiro que você deposita na poupança não fica parado, esperando você precisar dele.

O poupador ganha míseros 0,5% ao mês + TR (taxa referencial) que faz a taxa ficar em torno de 0,6% ao mês. Os bancos emprestam o dinheiro para quem está disposto a pagar 10% ou mais de juros por ano em financiamentos de imóveis. O governo arrecada impostos sobre os lucros dos bancos e sobre todo mercado imobiliário que movimenta bilhões todos os anos.

No momento em que escrevo este artigo a taxa Selic está em 13,25% e a expectativa é que passe dos 14% até o final de 2015. Enquanto isto a poupança continua rendendo pouco mais de 7% ao ano (6,17% + TR). Para entender as regras e verificar a rentabilidade visite aqui.

Prejuízo bilionário

Enquanto a poupança rendia pouco mais de 0,6% ao mês, em janeiro de 2015 a inflação marcava 1,24%. Em fevereiro foram mais 1,22% de inflação. Em março foram mais 1,32% de inflação. Em abril a inflação registrada foi de 0,71%. Somente nos 4 primeiros meses do ano a poupança dos brasileiros perdeu 4,56% do seu valor por culpa da inflação.

No final de abril existiam R$ 648 bilhões nas cadernetas de poupança e todos os brasileiros. A inflação representou uma perda de R$ 29,54 bilhões no seu poder de compra.

O IPCA (índice oficial que mede a inflação) registrou 8,12% de alta acumulada nos últimos 12 meses. Não é só a poupança que está rendendo menos que a inflação. Até os imóveis estão valorizando menos que a inflação (fonte).

A poupança perdeu sua característica básica que era preservar e proteger o dinheiro das pessoas da inflação. Quando temos uma inflação próxima da meta (que é de 4,5%) o rendimento de 6,17% ao ano + TR que a poupança oferece é suficiente para evitar perdas inflacionárias. Quando a inflação atinge 8,12% nos últimos 12 meses, como está acontecendo agora, se torna necessário procurar outras modalidades de investimento para não perder dinheiro.

Por este motivo, a preocupação com o confisco da poupança (como já escrevi aqui) perde totalmente o sentido, já que o governo está confiscando o patrimônio de todas as pessoas por meio da inflação e dos impostos.

O confisco ou bloqueio promovido pelo Collor foi fácil de compreender. Já o confisco que ocorre agora, nem todo mundo consegue ver e entender. Além disso, existem outras formas de confiscar dinheiro da sociedade. Isto pode ser feito aumentando ou criando novos impostos, não corrigindo adequadamente a tabela do imposto de renda, não corrigido o FGTS pela inflação, permitindo todo tipo de desvio de dinheiro, superfaturamento, propinas, corrupção e outras atividades ilegais de políticos e amigos de políticos que estão no poder.

Desta forma, se você está preocupado com a possibilidade de confisco da poupança, da mesma forma que aconteceu durante o governo Collor, fique tranquilo(a). Hoje o confisco é bem mais sofisticado. Esqueça os boatos sobre confisco direto da poupança. O governo não precisa confiscar diretamente já existem outras formas de fazer isto sem que o eleitor perceba. Para entender mais sobre o imposto inflacionário recomendo a leitura deste material aqui.

Proteção contra a inflação:

As modalidades de investimento que mais protegem o investidor da inflação, são justamente aquelas que os brasileiros não sabem investir. Os números provam isso. São R$ 648 bilhões na Caderneta de Poupança e somente R$ 17,5 bilhões estão investidos em títulos públicos.

Quanto mais ignorantes financeiramente, mais as pessoas vão continuar fornecendo dinheiro barato para o sistema.

A figura abaixo mostra quem são os credores do Brasil. Bancos, fundos de investimento, fundos de previdência e outras instituições conseguem proteção contra a inflação emprestando dinheiro para o governo através dos títulos públicos. O dinheiro que eles utilizam nestes investimentos é seu. Quando você paga um plano de previdência, eles investem seu dinheiro em títulos públicos, ficam com uma boa parte da rentabilidade (através das taxas) e pagam uma remuneração menor para você. O mesmo ocorre com os fundos de investimento e outras aplicações financeiras.

Agora adivinhe de onde o governo tira dinheiro para pagar os juros recebidos por quem investe em títulos públicos. Acertou! Ele tira esse dinheiro do seu bolso através dos impostos que você e todos os brasileiros pagam.

Se depender das instituições financeiras e dos profissionais que trabalham para estas empresas, a pessoas vão continuar sem entender nada sobre o investimento em títulos públicos. A Valor Econômico publicou uma matéria (fonte) onde entrevistou o gerente de um banco (que não quis se identificar). Ele disse que no banco onde trabalha cabe ao cliente buscar orientações sobre a aplicação em títulos públicos. Os gerentes são orientados a só prestarem informações sobre os títulos se forem questionados pelos clientes. Não existe nenhuma ação do banco para oferecer ou divulgar a possibilidade de investimento em títulos públicos. Mesmo quando questionados, são orientados a argumentar que é mais confortável para o cliente contar com o banco para gerenciar seus recursos (através dos produtos do banco). Ele ainda destaca que a aplicação em títulos públicos não só não entra na meta dos gerentes, como a prejudica, já que o cliente tende a tirar dinheiro dos produtos do banco para investir em títulos públicos.

Existem títulos públicos que oferecem rentabilidade prefixada como o Tesouro Prefixado (LTN). Existem os títulos que oferecem a variação do índice de preços (IPCA) somado a uma taxa prefixada como o Tesouro IPCA+ (NTN-B Principal). Existem títulos com taxa flutuante que segue a taxa básica de juros da economia que é o Tesouro Selic (LFT).

Veja na figura abaixo como instituições financeiras, fundos de investimento, não-residentes (investidores estrangeiros), planos e fundos de previdência e seguradoras investem em títulos públicos. Exemplo: Os planos de previdência investem 65,9% do patrimônio que possuem investidos em títulos públicos nos títulos indexados pelo índice de preços (Tesouro IPCA+). Os investidores estrangeiros preferem os títulos prefixados como Tesouro Prefixado (LTN). Já os fundos de investimento preferem o Tesouro Selic (LFT) que possui liquidez sem perdas e isto é importante para os Fundos DI.

Aqui no Clube dos Poupadores existem muitos artigos sobre investimentos em títulos públicos. Com dedicação e algum tempo livre você pode aprender muito através dos artigos que já escrevi, visite aqui.

 

Dia da sorte...

Muita gente acredita que ter sucesso na vida financeira depende de um tipo sorte. Descobri uma forma de aumentar essa sorte: quanto mais você estudar sobre ganhar, poupar e investir dinheiro, mais sorte terá na sua vida financeira. Escrevi uma série de livros que vão ajudar você a aumentar esse tipo de "sorte" rapidamente:Clique aqui para conhecer os livros.
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Sobre o Autor:

Leandro Ávila criou o Clube dos Poupadores por acreditar que o conhecimento é uma riqueza que se multiplica quando dividida. Compartilhando o que sabemos, criamos um mundo melhor. Conheça os livros que ele escreveu sobre educação financeira, investimentos financeiros e imobiliários.
Erick
Visitante
Erick

Parabéns Leandro pelo artigo! Tenho uma dúvida: quando vc compra o Tesouro IPCA+2019 c/ taxa fixa de 6,39 + IPCA e o Tesouro IPCA+2035 c/ taxa fixa 5,89 + IPCA, por q razão o último tem rentabilidade anual maior? Pelo menos foi o q deu para perceber nos dados disponíveis no Tesouro Direto! Obrigado e continue firme no seu trabalho q tanto nos tem beneficiado!

ELIAS BARBOSA
Visitante
ELIAS BARBOSA

Verdade Leandro graça a vc , sai da poupança e hoje é uma maravilha investir em títulos públicos , obrigado por mais um artigo , sempre quando falo em finanças pessoais ,para algumas pessoas, sito seu blog ,,,,, valeu cara valeu mesmo!!!!!

Marcelo
Visitante
Marcelo

Leandro, excelente texto.
só discordo quando você usa a Suécia como exemplo.
lá, o estado de bem estar social já criou uma crise nos anos 90 (http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=1745) e é um sistema que dura pouco tempo (20 a 30 anos) antes de precisar de reformas e mais reformas.
No mais, parabéns pelo blog!

Débora
Visitante
Débora

Bom dia Leandro,
sou fã dos seus artigos e tenho me tornado mais crítica e consciente quando se trata das minhas finanças. Obrigada por manter esse blog e trazer conteúdo de qualidade a sociedade.

Adriana
Visitante
Adriana

Olá Leandro tudo bem? Estou com uma dúvida,porque as vezes o tesouro direto tira alguns títulos pra venda?Eu já observei que existe um ltn com vencimento em 01/01/2017 e nem sempre ele aparece.Como eu faço pra comprar esse título?

Victor
Visitante
Victor

Ótimo artigo!

Leandro, parabéns pelo serviço prestado e muito obrigado! Sou novo por aqui mas em uma semana já aprendi muito com seus artigos publicados e estou ainda mais interessado em aprender a investir!

Eduardo
Visitante
Eduardo

Prezado Leandro: bom dia.
Acompanho suas publicações e mais uma vez você nos traz um ótimo trabalho.
O texto é de Leitura fácil e bastante esclarecedor. Só temos a lhe agradecer e divulgar. O entendimento desse tema deve propiciar nas pessoas mudanças na consciência econômica e financeira, e, num futuro que espero não distante, uma maior cobrança de resultados efetivos por parte das autoridades responsáveis pelas políticas monetárias.
Parabéns !!

Luina Alves
Visitante
Luina Alves

Muito bom!

henrique
Visitante
henrique

A inflação transfere renda dos credores para os devedores. Como a inflação faz o dinheiro perder valor, o maior prejudicado é o credor (aquele que tem dinheiro a receber) e o maior beneficiado é o devedor (aquele que precisa pagar uma dívida). No futuro, o credor vai receber um dinheiro que perdeu valor e o devedor vai pagar com uma moeda desvalorizada. O governo é o maior credor do país. Sua dívida interna ultrapassa os R$ 2,4 trilhões. Por este motivo ele é o que mais se beneficia quando a inf…

Se a inflação transfere renda dos credores para os devedores (correto) e o maior prejudicado é o credor, dizer que o “governo é o maior credor do país… por esse motivo é o que mais se beneficia” é uma contradição, ou algo está mal explicado.

Fica a dica apenas. Adoro seu trabalho.

abraço

Gustavo Ventura
Visitante
Gustavo Ventura

Grande Leandro! Artigos assim enriquecem de forma esplêndida o site, e nos deixam ansiosos à espera do próximo texto. Espero que a cada dia mais e mais pessoas tomem conhecimento desses assuntos, para que assim, quem sabe, possamos tirar nosso belo país desse poço de ignorância, mandos e desmandos ordenados ao bel prazer de alguns.

Fico pensando nas consequências que ocorreriam caso, de uma hora para outra, as pessoas se tocassem de que poupança não é investimento, sacassem seu patrimônio depositado ali e buscassem outras coisas. De imediato a fonte de dinheiro barato secaria, ocasionando efeitos em diversos outros serviços; seria trágico, mas ainda assim, interessante de se ver.

Thales Fagundes
Visitante
Thales Fagundes

Perfeito o texto, Leandro. Tenho o compartilhado a todos conhecidos a fim de diminuir essa ignorância coletiva.
Você contribui para esclarecer coisas que antes davam preguiça de ler.
Tamo junto.

Douglas
Visitante
Douglas

Excelente artigo Leandro.

Há também outros pacotes de “maldade” que a esquerda quer colocar em prática e que na minha opinião também é um tipo de confisco:

1 – Tributação de dividendos: A empresa já pagou os impostos para que os lucros sejam distribuídos aos acionistas. Por qual motivo o acionista deveria paga-lo novamente ? Consideremos aqui uma bi-tributação. Esse item é revoltante, pois ganhar na renda variável não é fácil e ainda por cima o governo quer meter a mão nos dividendos ?

2 – IGF – Imposto sobre grandes fortunas: Algumas alas do governo consideram 1 milhão uma grande fortuna, particularmente eu não considero, além do mais 1 milhão é o mínimo para se ter uma aposentadoria digna na velhice sem depender do governo/INSS.

Imagine que os dividendos foram usados para se chegar em 1 milhão: Teríamos aqui uma tri-tributação.

3 – Imposto da herança: Hoje já temos o ITCMD em 4%, um valor razoável. Saiu na mídia que eles desejam aumentar a alíquota para 15%.

4 – O pior de todos: A volta da CPMF.

No final é sempre a mesma história: Tudo em pró da saúde, nunca foi e nunca será pois todos os nossos políticos possuem planos privados que cobrem os melhores hospitais privados.

Também dizem que os lucros do pré-sal são em pró da educação. Olhem como está a Petrobras hoje ?

Qual é a conclusão que chego: O governo não tem intenção nenhuma de estimular pequenos poupadores. Aqui no Brasil a pessoa que planeja e poupa é punida, por outro lado a pessoa cheia de dívidas, que não tem poupança e que coloca filhos no mundo sem nenhum planejamento é premiada com bolsas.

Infelizmente estamos vivendo uma inversão de valores.

Acho que para algumas alas do governo todos nós somos considerados inimigos do sistema/opressores e que todos os nossos bens deveriam ser confiscados. Elem deveriam colocar logo a foice e o martelo na bandeira.

Um abraço

lucas
Visitante
lucas

Ótimo comentário meu amigo, eu estava refletindo sobre exatamente isso esses dias.
E Leandro, eu adoro perseguir a independência financeira e também espalhar o conhecimento. Espero que seu texto se espalhe amplamente, pois me revolta o que o governo tem feito para todos. Gostaria muito que uma alma nobre que já possui alguns milhões investisse em uma propaganda no horário nobre para ler um texto como esse para população. Sem finalidade política, obviamente. Quem sabe um dia…

Um abraço.

Júlio
Visitante
Júlio

Bom dia Leandro.

Posso estar enganado, mas acho que há uma inconsistência no parágrafo abaixo (primeiro parágrafo do trecho “Confisco pela inflação”. Está escrito que o governo é o maior credor e, portanto, o maior prejudicado. E na última frase está dito que o governo é o maior beneficiado. É isso mesmo? No mais, ótimo artigo. Grande abraço!

A inflação transfere renda dos credores para os devedores. Como a inflação faz o dinheiro perder valor, o maior prejudicado é o credor (aquele que tem dinheiro a receber) e o maior beneficiado é o devedor (aquele que precisa pagar uma dívida). No futuro, o credor vai receber um dinheiro que perdeu valor e o devedor vai pagar com uma moeda desvalorizada. O governo é o maior credor do país. Sua dívida interna ultrapassa os R$ 2,4 trilhões. Por este motivo ele é o que mais se beneficia quando a inf…

Leia texto completo em: http://www.clubedospoupadores.com/impostos/inflacao-confisco-da-poupanca.html © Clube dos Poupadores

Ivan L
Visitante
Ivan L

Leandro, tudo bem? Excelente artigo!
No item Confisco da Inflação, na linha 5, encontrei um pequeno erro: ‘O governo é o maior credor do país… ‘. Acredito que quis dizer ‘o maior devedor do país’.

Grande abraço!

Danilo Diosti
Visitante
Danilo Diosti

Fantástico. Parabéns por mais esse artigo. Uma realidade que poucos brasileiros vêem.
Contra IR temos as LCAs e LCIs que são isentas e tem bancos oferecendo com liquidez diária e carência de 60 dias a 80% do CDI, alguns bancos menores pagam até 100% do CDI. Um investimento seguro tanto quanto a poupança por ser garantido pelo FGC até 250 mil.

Luís Gustavo
Visitante
Luís Gustavo

Leandro bom dia,

De acordo com matéria publicada hoje pela Folha de São Paulo, o governo quer taxar com imposto de renda as aplicações em LCI e LCA, minha dúvida é se essa taxação seria apenas para novos contratos ou se aplicaria para os feitos antes dessa lei, pois se houver tributação em uma LCA que foi contratada a 84% a perca de renda e até mesmo a perca para a inflação seria enorme.

Helder
Visitante
Helder

Ao mesmo tempo que fico feliz por ter conhecido seu site e ter mudado de pensamento e consecutivamente de vida (pois não estou mais perdendo dinheiro na poupança) me vem um sentimento muito forte de tristeza por ter passado tanto tempo na ignorância. Venho perdendo dinheiro há anos sendo que achava que estava ganhando.

Se conhecesse seu site a pelo menos 3 anos atrás (não sei se ja esta esse tempo no ar) minhas finanças estaria pelo menos 50% maires.

De qualquer forma agradeço muito o que você tem feito, que Deus te abençoe e te prospere ainda mais pois você merece.

Abraço.

Leandro
Visitante
Leandro

Leandro muito bom artigo, tenho investimento em LCI, LCAs, Debentures e CDBs. Sei que o melhor hj seria aplicar em tesouros e saber a hora de vende-los para uma melhor rentabilidade ainda. Qual seria o melhor curso a fazer? Voce possui algum artigo sobre compra e venda de tesouro? Abs

Fábio
Visitante
Fábio

Oi Leandro, é sempre bom lembrar e discutir esse confisco da poupança, tanta gente perdendo dinheiro durante meses ou anos…
Mas a questão do FGTS é outro confisco muito grave, discarado eu diria, até porque o trabalhador é forçado mesmo, não tem nenhuma opção. Não pode nem mesmo aplicar esses recursos em uma poupança, ou em Títulos Públicos.
A DPU já entrou com a ação coletiva no TRF-4ª (como sempre o Estado do RS mais avançado em questões jurídicas), mas este Tribunal por outro lado já negou muitas ações individuais…
A CEF é claro que argumenta que vai sobrar pra população, com os juros dos financiamentos sendo quase dobrados, caso tenham de usar outro índice que não o atual.
Ocorre que nem a nossa famigerada poupança é corrigida pelo INPC, e acaba virando confisco como você bem colocou. Então o FGTS deveria no mínimo do mínimo ser corrigido em conformidade com a correção da poupança (o que ainda assim já geraria perdas, mas…menos pior né..).
Leandro, por quê o governo não permite ao cidadão aplicar o FGTS na poupança ou em Títulos, casos em que também se beneficiaria com a arrecadação impostos??
E que resultado você espera para o desfecho dessa questão do FGTS ??
Abçs

Luis
Visitante

Leandro,

Obrigado pelos esclarecimentos !!!

Artigo compartilhado…

Abraços.

Fabiano
Visitante
Fabiano

Parabens, excelente … estou aprendendo mto c seus artigos!

Raphael Martins
Visitante
Raphael Martins

Parabéns pelo artigo. Se todos os brasileiros tivessem acesso a essas informações, creio que as coisas seriam diferentes.

Isabella
Visitante

Excelente artigo, Leandro!

Também abordamos em um artigo ontem mesmo essa questão da dificuldade de virar a chavinha para os títulos públicos, por conta do conflito de interesses.

O banco acaba sendo a principal referência para muitas pessoas, mas, como você também pontuou, eles nunca vão oferecer Tesouro Direto.

E, se mesmo assim o cliente insistir, a taxa é das mais altas…

Abs

Fabio
Visitante
Fabio

Falar o que? Mais um ótimo texto do Leandro Ávila, muito esclarecedor, nos dias de hoje, com acesso livre a informação na internet, só não aprende quem não quer, é como você disse Leandro, as pessoas estão perdendo dinheiro na Poupança sem perceber, são conservadoras, não querem aprender, a ignorância torna as pessoas medrosas, por isso o calafrio sempre que se ouve falar em confisco da Poupança. Eu compartilho seus textos de todas as formas possíveis Leandro, lógico que existem outros ótimos artigos por aí, mas a clareza e a descomplicação dos seus textos são fundamentais para atingir o maior número possível de pessoas. Muito obrigado!

Helcio
Visitante
Helcio

Parabéns. Cada artigo melhor que o outro.

Vinícius
Visitante
Vinícius

Apenas um detalhe: no trecho abaixo, a soma dá 105%: “A poupança tornou-se fonte de dinheiro … de crédito imobiliário. 65% são utilizados pelos bancos em financiamentos de imóveis. 35% é retido pelo governo e 5% os bancos podem emprestar da forma que bem entenderem.”

Louis
Visitante
Louis

Muito bom o texto, Leandro.
Outro investimento que os bancos sempre oferecem, e que caiu no gosto de boa parte do povo é a previdência privada (furada). Muito melhor investir por conta própria em títulos públicos.

Louis
Visitante
Louis

Outra observação importante: pagamos imposto de renda sobre inflação.
Quando investimos em modalidades corrigidas por índices inflacionários, temos que pagar IR sobre a correção, que na verdade não seria ganho…

Diogo
Visitante
Diogo

Leandro,

Como sempre, ótimo artigo!

Somente uma pequena correção. No tópico “Confisco pela inflação” primeiro parágrafo na verdade o Governo é o maior devedor do país e não credor.

Henrique
Visitante
Henrique

Ótimo artigo. Parabéns.

Maxi Muneyoshi
Visitante
Maxi Muneyoshi

Bom texto, Leandro. Eu só gostaria de fazer um adendo. Ao emprestar tanto dinheiro para o governo, bancos e outras instituições tomam parte de um grande esquema Ponzi que talvez um dia possa acabar. Não que eu acredite nessa possibilidade, mas o rebaixamento da nota de algumas instituições financeiras que emprestam muito para um Estado insolvente revela que há uma certa fragilidade em toda essa fraude.
Eu também tenho papéis do governo, a propósito.

Daniel
Visitante
Daniel

Leandro,

Adorei seu artigo, muito bom mesmo. Escrito de forma clara e de fácil compreensão.

Me ajudou a entender melhor sobre a desvalorização do dinheiro e a buscar outras formas de investimento.

Obrigado!

Karfann
Visitante
Karfann

Artigo fantástico Leandro!

Todo mundo deveria ter essa “curiosidade” de saber mais sobre Títulos Públicos, pena que a maioria das pessoas tem preguiça de correr atras de informação.

Tenho aprendido muito com seus artigos!
Parabéns pelo trabalho!

Willian
Visitante
Willian

Obrigado sr Leandro por seu trabalho mais do que apenas educação financeira, mas também de conscientização!

Abilio
Visitante
Abilio

Leandro, mais um gol de placa! Parabéns!

Marcelo Pereira
Visitante

Leandro excelente artigo, como sempre!
Uma dúvida. Se houvesse uma inversão e os depositos hoje na poupança fossem em títulos públicos, o que teriamos? Como ficariam as finanças públicas? O Governo teria como pagar os juros de tal montante?!

Vinícius Maciel Casa
Visitante
Vinícius Maciel Casa

Bom dia Se. Leandro, tudo bem?

Parabéns pelo artigo. Você detalhou claramente cada ponto sobre o confisco da poupança. Relamente, o governo brasileiro se especializou em reter o dinheiro do cidadão contribuinte sem que este perceba. Parabéns pela iniciativa de educar financeiramente o brasileiro, pois este além de ser preguiçoso no quesito estudar, também é carente de informações reais sobre o custo do seu dinheiro. Acredito que teremos em 2015 e metade do ano de 2016 apenas tempos de sobrevivência, com poucos ou nulos investimentos por parte dos brasileiros. O negócio é estudar formas de investir seu dinheiro, com ganhos na rentabilidade e mesclar a carteira de investimentos. Seria isso. Parabéns mais uma vez pelo artigo e pela batalha diária em em ensinar os brasileiros a pouparem e usufruírem com consciência.

Att. Vinícius Maciel Casa.

gutemberg
Visitante

sensacional. sempre artigos relevantes. parabéns

keli
Visitante
keli

Olá, vc tem alguma matéria falando em aplicar em ouro? vale a pena?

Pedro Gallo
Visitante
Pedro Gallo

Bom dia,
Como sempre, é sempre um prazer ler os artigos. Sugiro corrigir a frase O governo é o maior credor do país. para O governo é o maior devedor do país. (Lá no quinto parágrafo)

Abraço e bons ventos

Bruno
Visitante
Bruno

Olá Leandro, tenho minhas dúvidas se a alta da inflação chega a ser um confisco proposital. Acredito ser incompetência mesmo. De qualquer forma, blogs como o seu trazem luz a realidade financeira que nos cerca, parabéns!

Marcelo Okada
Visitante
Marcelo Okada

Acho que tem um errinho ali no confisco pela inflação: “o maior beneficiado é o devedor”, “O governo é o maior credor do país, Por este motivo ele é o que mais se beneficia”.

Francis
Visitante
Francis

Leandro, primeiramente, parabéns pelos artigos escritos.
Uma dúvida, você disse que a poupança tem liquidez diária, mas a liquidez dela não é dada somente na sua data de aniversário? Ou seja, se retirar o dinheiro faltando 1 dia para o seu aniversário mensal, você não resgata nenhum juros em cima. Está correto?

Maria
Visitante
Maria

Obrigada Leandro, por mais este texto! Já investi em Tesouro Selic e LCI este ano graças às suas explicações. Este então foi tranqüilizador, pois ainda mantenho uma reserva pequena na poupança, para efeito de emergência, pois não conto com salário fixo, e recebi através de whatsapp mensagens informando que a Presidente Dilma irá confiscar poupanças acima de 10.000, 00 para financiar o FIES e só devolverá após 8 anos. Fiquei meio apreensiva, foi bom ler seu texto.
Aproveito para lhe perguntar se o Tesouro Direto pode ser um tipo de investimento adequado, para deixar uma reserva de emergência, no valor de 10.000,00. Ou se existe uma aplicação mais adequada que não seja poupança. Agradeço por sua atenção.

Ivonilson
Visitante
Ivonilson

Oi, Leandro,

Voce acha que quem já fez o curso do Renatinho, precisa fazer este do Rafael? Ou o conteúdo ´e mais ou menos equivalente?

Raphael Moraes
Visitante
Raphael Moraes

Olá Leandro!
Mais uma vez, parabéns pelo excelente texto! Seu trabalho é exemplo para todos nós! Só uma dúvida: No parágrafo “Confisco pela inflação”, quando você fala : “Como a inflação faz o dinheiro perder valor, o maior prejudicado é o credor (aquele que tem dinheiro a receber) e o maior beneficiado é o devedor…” a ideia por acaso não ficou trocada? Pois logo no final do parágrafo você diz: “Por este motivo ele é o que mais se beneficia quando a inflação está elevada.” Logo o credor seria o mais beneficiado. Ficou um pouco confusa essa parte. Obrigado.

gilson
Visitante
gilson

Leandro o governo não vai confiscar a poupança mas com todos estes escanda-los de corrupção não há uma brecha para ele confiscar os investimentos de pessoas físicas do tesouro direto???

Paulo Cesar D
Visitante
Paulo Cesar D

Olá Leandro, Mais um excelente artigo que você disponibiliza para nós! Obrigado e Parabéns!
Apesar de fazer um bom tempo já que venho aplicando também no Tesouro Direto, ultimamente ando com uma duvida, ou na verdade, receio mesmo e se possível gostaria de sua opinião… É o seguinte, a mídia tem noticiado constantemente nos últimos meses que as aplicações na caderneta de poupança têm diminuído muito e aumentado bastante os saques, o que tem reduzido bastante o dinheiro existente na poupança…
Pois bem, isto posto e levando em consideração o quanto o governo(esse ou qualquer outro que estivesse no poder) é intervencionista e que a qualquer momento pode “aprontar mais alguma”, não estaríamos sujeitos a uma intervenção do governo mudando as regras da caderneta de poupança (seja tornando-a mais atrativa ou criando dificuldades) para evitar a enxurrada de saques que estão acontecendo e paralelamente tornar para nós mais oneroso o investimento no Tesouro Direto (aumentando as alíquotas de impostos por exemplo) e tornando-o menos atrativo ? Acho que com uma simples “canetada” o governo conseguiria isso……

Enfim… Em renda fixa tento diversificar aplicando nos dois (poupança e Tesouro Direto), e estou pensando que na poupança estou me “ferrando” devido aos rendimentos pífios e no Tesouro Direto, estou com a sensação que posso vir a me “ferrar” (desculpe o termo utilizado), pois estou com a impressão que o governo está nos empurrando para lá, como se fosse uma “armadilha” para nos pegar depois, ou seja, com uma simples canetada “pegar” grande parte da população que colocaram seus recursos no Tesouro Direto..
Sei que posso estar exagerando nesses receios e que não há como prever o futuro, mas devido a estar na casa dos 50 anos e já ter sobrevivido a muitos planos econômicos e governos, aprendi a nunca confiar no governo (embora não haja muito que podemos fazer, pois na minha opinião isso independe de quem esteja no governo)…
Dai, gostaria de conhecer sua opinião sobre tudo isso que disse…
Desde já agradeço,
Abraços.
Paulo – ABC Paulista

Mauricio
Visitante
Mauricio

Eu acompanho o site há muito tempo.
O Leandro sempre fez críticas duras ao governo atual.
Mas isso nunca foi motivo para ele propagar o pânico, dizer que o fim é iminente, e que você deve fugir para Miami o mais rápido possível.

Prova disso é esse artigo e vários outros onde ele afirma e reafirma que o investimento mais seguro possível é o TD. Cuja finalidade é financiar/rolar a dívida interna do estado.
É claro que parece contraditório.
Mas se você não consegue aceitar isso, me desculpe, mas pra você não tem solução.
Esqueça poupar e investir.
É melhor gastar tudo, viver como se não houvesse amanhã.
Porque QUALQUER COISA é melhor que viver com medo, com paralisia, com essa angústia de que a qualquer momento vão tirar tudo de você.

O objetivo de poupar e investir é aproveitar a vida, não esperar o fim sentado.

Jorge Guerino
Visitante
Jorge Guerino

Prof. Leandro,

Do saldo de R$ 648 bi da poupança, mais de 94% dos poupadores tem saldo de ATÉ R$ 15 mil.

7% de ganho da poupança ou 10% numa LFT não mudam a vida do poupador. Fora a dificuldade de utilizar o TD para a grande maioria destes poupadores. Se o brasileiro tem baixo nível de educação formal, imagina ter educação financeira.

E os agentes financeiros, como intermediários, recebem uma remuneração, seja pelo comodismo ou pela falta de conhecimento dos clientes.

Abraço

AGUINALDO
Visitante
AGUINALDO

Leandro, obrigado pelos artigos apresentados, hoje há muita informação na internet, mas com conteúdo como este são poucas, aprendi a investir no tesouro direto com as suas dicas.
Hoje durmo tranquilo ao comprar qualquer letra com variação de longo prazo. quem tem esse titulo e soube entrar, principalmente no período de dezembro/14 a março/15, está rindo á toa, pois, por conta do ajuste fiscal o retorno nesses 4 meses foi surpreendente. Meu caro, você foi “o cara” em minha educação financeira. obrigado!

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