O CALOTE da dívida e dos Títulos Públicos

Estou recebendo muitas mensagens de leitores assustados com boatos relacionados com um suposto calote dos títulos públicos nos próximos anos. Existe uma empresa de análise de investimentos que, para vender seus relatórios, está divulgando um vídeo bem alarmista sobre o assunto. Como ocorre com todo vídeo de vendas, ele é bem emotivo e explora o medo das pessoas. Já mostrei neste artigo que o medo e a ganância são os sentimentos que podem fazer você perder muito dinheiro tomando decisões precipitadas.

Eu já comentei no passado que fico muito incomodado com essas estratégias de marketing e de vendas que exploram o medo dos pequenos investidores. Sei que a função dos analistas é vender uma opinião sobre onde as pessoas devem investir.  Quanto mais leigo, quanto mais dependente da opinião dos outros, melhor para o analista que vende esses relatórios. Por isso a busca por educação financeira é tão importante. Ela liberta as pessoas da ignorância e das suas consequências que são: a dependência e o medo. Não é meu objetivo criticar o trabalho dos outros, mas esclarecer meus leitores que estão assustados. Então vamos lá.

O vídeo sobre “O CALOTE” é esse aqui. Normalmente ele aparece através de publicidade paga em sites de notícia e blogs sobre finanças e economia. O autor do vídeo é um economista, analista certificado, que tem um estilo de comunicar que uns gostam e outros detestam (veja um exemplo). Provavelmente esse estilo que mistura piadas, duplo sentido e investimentos agradará os mais jovens. Acho que estou ficando velho.

Quem gosta de piadas e análise gráfica provavelmente conhece o Didi Aguiar. Neste vídeo aqui ele prometia desfilar na Av. Paulista de salto e calcinha rosa se a bolsa caísse até os 40 mil pontos em 2009. No mesmo vídeo ele fez previsões dizendo que a bolsa atingiria 150 mil pontos 3 ou 4 anos depois. O próximo gráfico mostra o que aconteceu com a bolsa anos depois dessa entrevista bem-humorada do Didi.

Quem fez investimentos movido pela emoção da ganância, seguindo esse tipo de recomendação, não deve estar achando nenhuma graça nos dias de hoje. Por este motivo, fica aqui o meu alerta. Devemos ter muito cuidado com decisões movidas por emoções: ganância, medo e até humor. Você precisa investir na sua educação para não misturar emoções com decisões de investimento.

Procure a fonte das informações:

O vídeo “O CALOTE”  foi lançado em fevereiro de 2016. Em agosto de 2015 eu já tinha alertado os meus leitores (através deste artigo aqui) sobre os problemas que estamos enfrentando, que são os mesmos problemas tratados no vídeo. Utilizei como base o estudo “O ajuste inevitável” produzido pelos economistas e especialistas em política fiscal: Samuel Pessôa, Mansueto Almeida e Marcos Lisboa e a entrevista que os três deram para o Estadão.  Inclusive deixei um link no artigo apontado para o estudo completo. Assim você poderia baixar, ler, estudar e tirar suas próprias conclusões. Vou deixar o link novamente aqui.

O vídeo O CALOTE também foi produzido com base nesses estudos, inclusive o autor do vídeo cita os especialistas e seus estudos durante o vídeo. Aqui fica um ponto que você precisa observar. Uma pessoa leiga assistindo a entrevista do Estadão ou lendo o estudo dos economistas, não sofreria grande impacto emocional. Provavelmente iria não entenderia seu conteúdo e não se sentiria interessado em buscar mais informações. O lado “bom” de vídeos como O CALOTE é tirar as pessoas da zona de conforto. Elas acabam procurado mais informações e descobrem que precisam estudar um pouco mais sobre aquele assunto.

Esclarecendo:

Você verá que no vídeo sobre o CALOTE eles mostram a tabela abaixo que foi retirada do estudo “O ajuste inevitável“. A tabela é essa aqui:

A tabela mostra o aumento das despesas do governo em relação ao PIB. Observe a penúltima coluna “Total gasto social e INSS”. Essa despesa era equivalente a 5,5% de todas as riquezas produzidas pela sociedade brasileira (PIB) em 1991. Observe que em 2014 os gastos eram equivalentes a 12,3% do PIB. Também é fácil observar no gráfico que os subsídios que o governo dava para “empresas amigas” é maior do que os gastos com programas sociais como o Bolsa Família.

Problema do INSS

Já os gastos com o INSS mostram a incompetência do Estado em gerir a poupança da população para a aposentadoria. O INSS funciona como um esquema de pirâmide. O dinheiro que você paga todos os meses para garantir a sua aposentadoria não é guardado para que você mesmo possa gastá-lo no futuro. O seu dinheiro é utilizado para pagar a aposentadoria de outras pessoas, muitas destas não contribuíram com o sistema ou contribuíram pouco. Em uma pirâmide financeira, quando existem muitas pessoas na base pagando para garantir a renda de quem está no topo, não existe problema. Quando a base para de crescer, os problemas começam e a pirâmide desmorona. No caso do INSS, a base da pirâmide está diminuindo e o topo aumentando. Já falei sobre a insustentabilidade do INSS neste outro artigo.

Veja o gráfico abaixo. Em 2040 eu já estarei aposentado e o gráfico mostra uma situação dramática. Um enorme número de idosos dependentes do governo e poucos jovens trabalhando para manter a pirâmide. Por isso, propagar educação financeira agora é uma questão humanitária. Minha geração será de idosos miseráveis se não acordarem para a necessidade de poupar e investir o próprio dinheiro agora, enquanto ainda são produtivos. O gráfico de 2060 mostra a situação dos nossos filhos e netos. A pirâmide estará praticamente invertida e dificilmente o governo será capaz de manter as aposentadorias nestas condições com um número cada vez menor de jovens na idade produtiva. Com a enorme quantidade de jovens adultos sustentados pelos pais, a coisa ficará ainda mais complicada.

Este problema do INSS é mais um motivo para que você procure se educar financeiramente para não depender do governo. Você não deve envelhecer dependendo do INSS. É necessário que você busque alternativas. Se você é jovem comece a construir seu patrimônio agora. Se você está perto de se aposentar, comece a pensar na possibilidade de trabalhar por mais tempo ou até de abrir seu próprio negócio.

Tente assistir a entrevista no vídeo abaixo. Não é um vídeo engraçado, mas tem muito conteúdo técnico que fará você refletir sobre o tema. Se você não entender algumas palavras, anote. Basta buscar esses termos técnicos no Google para encontrar o significado com facilidade. Com o tempo você não vai mais precisar acompanhar vídeos emotivos, dramáticos ou engraçados criados para os leigos entenderem a situação da economia.


Após assistir o vídeo você irá concluir que o Brasil está gastando muito mais do que arrecada. Não estamos quebrados, mas estamos em rota de colisão. Se nada for feito, a situação se degradará mais nos próximos anos. O governo vai tentar aumentar os impostos para arrecadar mais e continuar a gastança. O problema é que quase 40% de tudo que a sociedade produz já está indo para o bolso do governo em forma de impostos diretos, indiretos e um monte de contribuições e taxas. Os brasileiros já trabalham 5 meses por ano só para pagar impostos (fonte). Por isso será difícil resolver o problema tentando aumentar a arrecadação no lugar de cortar as despesas.

Também já ficou claro que o governo não pretende reduzir suas despesas. Quanto mais dinheiro circula pelo governo mais fácil é desviar, superfaturar e fazer mau uso dos recursos públicos. Uma evolução ética e moral da sociedade ainda deve demorar um bom tempo.

Já que o governo não vai conseguir aumentar a arrecadação dos impostos e não quer cortar despesas, qual a opção que resta diante de uma dívida que não para de crescer? É claro que é a solução mais fácil!

A solução é imprimir dinheiro. É a chamada senhoriagem. Já que 95% da dívida pública está em moeda nacional (R$) o pagamento da dívida será feito com o lucro que o governo tem quando manda produzir mais dinheiro. O problema é que isso gera inflação. Para saber mais sobre senhoriagem eu recomendo esse documento que está no site do Tesouro Nacional, baixe aqui para estudar o assunto.

Quando o governo gasta mais do que arrecada acaba injetando dinheiro na economia sem que nada tenha sido produzido para justificar a criação desse dinheiro. Isso resulta em inflação. Eu tenho um artigo mostrando como funciona o imposto inflacionário. Ele foi escrito para esclarecer aqueles que estavam com medo do boato relacionado ao confisco da poupança (eu falei sobre isso aqui). Hoje existem mecanismos mais sofisticado do governo se apropriar da poupança das pessoas através da inflação.

Imprimir dinheiro para pagar a dívida

Da mesma forma que o governo não precisa confiscar a poupança, ele não precisa dar calote da dívida pública. Existem mecanismos menos traumáticos para o governo gastar mais do que arrecada, principalmente agora que ninguém mais respeita a lei de responsabilidade fiscal (já falei sobre isso no passado).

Brasília foi construída dessa forma. Como não existia dinheiro, o governo JK simplesmente mandou imprimir dinheiro novo. A consequência de um governo que gasta mais do que arrecada imprimindo dinheiro novo é uma inflação consistente, que nem mesmo a alta da Taxa Selic é capaz de frear (já falei sobre dominância fiscal aqui)

Procure no Google o documentário chamado “O Brasil deu Certo. E agora?”. Fiz a busca para você, clique aqui para ver o resultado. Esse documentário foi produzido quando muita gente acreditava que o Brasil já tinha dado certo. O interessante é o resumo da história da nossa economia que foi apresentado de uma maneira bem didática. Começa falando da economia quando o Brasil foi descoberto, passa pelos governos populistas, militares, hiperinflação no governo Sarney e controle da inflação no governo FHC. Você verá o que alimentava a nossa inflação, como ela foi controlada e isso te fará entender os riscos que uma inflação elevada pode gerar.

Se o governo não conseguir voltar a gastar só o que arrecada fazendo uma economia para evitar o crescimento da dívida (superavit primário) teremos como consequência um aumento ainda maior e duradouro da inflação. Não teremos calote da dívida pública. Teremos juros elevados e muita inflação se nada for feito nos próximos anos.

O calote seria possível se ele resolvesse algum problema. Não existem casos de calote da dívida interna (em reais). Existem calotes da dívida externa (em dólares) já que nosso governo não pode imprimir dólares, não pode arrecadar impostos em dólares e nem consegue poupar dólares cortando despesas. Um calote da dívida interna destruiria a economia, quebraria todas as instituições financeiras e faria a real perder o seu valor por completo. Nenhum investimento dentro do Brasil seria seguro diante de tamanha tragédia.

O calote da dívida interna é uma solução tão absurda quanto propor a explosão de uma bomba nuclear para exterminar os mosquitos que transmitem a dengue. Você até conseguiria destruir os mosquitos, mas não sobraria nada. O mesmo vale para um calote dos títulos públicos. Todo o sistema financeiro seria destruído e as pessoas voltariam a fazer escambo como no tempo em que o dinheiro não existia.

As pessoas físicas que compram títulos públicos pelo Tesouro Direto representam menos de 1% dos credores. Para saber quem são os credores do Brasil (que seriam destruídos com o calote) visite este outro artigo.

Se você está prestes a vender seus títulos públicos com medo de um calote, isso é um sinal claro de que você precisa dedicar mais tempo estudando e entendendo como o sistema funciona. A grande preocupação está nos efeitos danosos de uma inflação elevada nos resultados dos seus investimentos. A poupança já não é capaz de repor a inflação. Títulos públicos prefixados representam um risco maior diante de uma perspectiva de inflação elevada no futuro. Entender isso é bem simples. Se você comprar um título prefixado que vence em 2023 e paga juros de 15%, você não terá rentabilidade real (acima da inflação) se ela atingir a casa dos 15% ao ano até 2023. O título Tesouro Selic segue a taxa básica da economia. Se o governo mantiver os juros acima da inflação, você terá ganhos que superam a inflação no Tesouro Selic. Já o Tesouro IPCA+ oferece a correção pelo IPCA e uma taxa de juros fixa. Entender o funcionamento dos títulos públicos é importante diante de um cenário de inflação mais elevada.

 

 

Invista primeiro em você:

O primeiro investimento que devemos fazer para melhorar a nossa vida financeira é o investimento em conhecimento. Custa pouco e rende juros pelo resto da vida. Sem saber investir o nosso próprio dinheiro, não teremos bons resultados. Dependendo da opinião dos outros para saber onde investir, teremos resultados ainda piores. O conhecimento melhora nossos resultados e liberta da dependência dos outros. Escrevi uma série de livros que podem te ajudar muito a adquirir todo o conhecimento que precisa no menor tempo possível. Clique aqui para conhecer os livros.
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Sobre o Autor:

Leandro Ávila criou o Clube dos Poupadores por acreditar que o conhecimento é uma riqueza que se multiplica quando dividida. Compartilhando o que sabemos, criamos um mundo melhor. Conheça os livros que ele escreveu sobre educação financeira, investimentos financeiros e imobiliários.
Rodrigo
Visitante
Rodrigo

Leandro, o tesouro IPCA realmente protege nosso capital em cenários de hiperinflação ? O governo não pode maquiar o valor do IPCA ? Não sei se é impressão minha, mas parece que o preço de tudo sobe bem acima desse indicador. Mesmo meu salario sendo reajustado acima da inflação parece que diminuiu o poder de compra.

Claudio
Visitante
Claudio

Ótimo artigo. Parabéns Leandro! Eu assino algumas newsletter da Empiricus e, ao mesmo tempo, que falam do calote, eles falam para investir em títulos públicos. Ou seja, uma jogada de marketing para vender os relatórios de renda fixa. Até questionei eles por que estão falando de calote se eles indicam investir em renda fixa. Recebi um e-mail dizendo que o calote se refere a corrosão da inflação do nosso dinheiro e não um calote da dívida. Sensacionalismo puro!!

Enfim, só uma correção lá em cima: “Ela libertar” => “Ela liberta”

André
Visitante
André

Bom texto Leandro, li o relatório deles e cheguei a conclusão de que a opção do calote é possível mas extremamente inviável e impraticável, creio que a hiperinflação será a saída pois o governo não tem apoio e credibilidade para aprovar e gerar efeito nas medidas necessários.
Sempre digo que o governo atual pode tomar a melhor medida que a mesma não surtirã o efeito esperado devido a falta de credibilidade.

Ricardo Carvalho
Visitante
Ricardo Carvalho

Olá Leandro,

Já li a respeito sobre o “calote” que o Governo pretende dar na dívida e este default virá mesmo via inflação galopante. Enquanto o quadro fiscal permanecer desequilibrado, com o governo gastando mais do que arrecada, injetando dinheiro de bancos públicos e estimulando a demanda, é nítido que a inflação terá que fazer o trabalho pelo governo: O poder da moeda será desvalorizado, e esse imposto tão cruel (sim, a inflação é um imposto), pesará principalmente no bolso dos mais pobres.

Em sumo, aproveito a ocasião para deixar um recado aos leitores: O governo não precisar dar calote ou confiscar a poupança do povo: Ele tem muitas formas de passar a mão do bolso dos cidadãos sem que eles sequer se deem conta: Produzindo inflação (via oneração de empresas, que terão de repassar os custos os seus produtos ou imprimindo dinheiro), não reajustando a tabela do Imposto de Renda pela inflação. Enfim, enquanto o povo não souber votar e escolher líderes populistas, permaneceremos no retrocesso.

Abraços!

Bernardo
Visitante
Bernardo

Oi Leandro,

o superávit primário de janeiro pode ser uma luz no fim do túnel?
Espero que sim. Continuarei acompanhando.

Abraço

Cesar
Visitante
Cesar

Leandro Ávila, eu achei esse artigo fantástico, muito bem explicativo, parabéns.

José Eduardo Albuquerque de Oliveira
Visitante
José Eduardo Albuquerque de Oliveira

Olá mestre, como você mesmo sempre diz, educação financeira é a palavra mágica. Mais um de seus artigos, dentre muitos, de excelente conteúdo. Acompanho suas matérias e me ajudam muito em minhas análises e decisões econômicas. Parabéns pelo trabalho, tenha a certeza, você está contribuindo com muitos brasileiros. Forte abraço!

Raphael Mafra
Visitante
Raphael Mafra

Olá Leandro,
Fui um de seus leitores que enviaram mensagem sobre o calote das contas públicas. Obrigado pelos esclarecimentos. De fato, precisamos de informações com menos “interesses” e mais realidade. Obrigado!

Karolina
Visitante
Karolina

Excelente texto, Leandro! Sempre claro em suas colocações!

Assir
Visitante
Assir

Tem um ditado que diz que não pragueje contra a escuridão, mas acenda uma luz. Acho que podemos trazer esse ditado popular para o Brsil Econômico e buscar a luz dentro desse cenário meio caótico. Em alguma coisa vc precisa acreditar. Informação e conhecimento são as chaves. Grande post Leandro.

Pedro Andrade
Visitante
Pedro Andrade

Leandro, como sempre muito esclarecedor. Eu li o artigo sobre o Calote, achei muito sensacionalista. Entender o sistema é mais do que necessário.

Parabéns pelo seu trabalho, sem palavras.

Kleber Koch
Visitante
Kleber Koch

Texto perfeito. Claro, explicativo e objetivo. Uma pena que tenhamos no nosso mercado financeiro pessoas que anunciam inundações para venderem salva-vidas.
Mais uma vez parabéns pela clareza dos textos.
Abraço

Rodrigo Mendes
Visitante
Rodrigo Mendes

Leandro, muito obrigado pelo artigo. Você é fantástico!

GB
Visitante
GB

O mais engraçado é ver a fonte desses boatos, geralmente são pessoas que tentam desviar o foco dos Títulos Públicos para seus próprios interesses, como corretores de imóveis falando que “só imóveis são seguros em tempos de crise”, uma tremenda falácia sem sentido dado que em crises a liquidez é tudo, para poder fugir com o dinheiro ou alocá-lo rapidamente em algo melhor, imagina quem tem imóveis, a liquidez é péssima e os gastos e a inflação comem ele inteiro.

GB
Visitante
GB

Não tenho a menor dúvida que o governo vá imprimir dinheiro, a venezuela faz isso, inclusive ela recebe Boeings cheios de notas novas impressos fora, vai chegar num ponto que imprimir dinheiro vai ser a única saída para um governo que tenta se segurar e sobreviver a qualquer custo, o povo que pague por isso, daí a necessidade de se aplicar em títulos atrelados ao IPCA + uns 7% de brinde e deixa tudo queimar.

Francisco
Visitante

Boa Tarde Leandro, excelente material, minha preocupação aonde vamos parar com este governo sem credibilidade.
abs

Claudir
Visitante
Claudir

Olá Leandro, e no caso de financiamento do imóvel pelo “minha casa minha vida”?
Quais as desvantagens se o juro anual é um pouco acima dos 4%?

Bruno Silvestre Bertoncini
Visitante
Bruno Silvestre Bertoncini

Excelente artigo Leandro! Escrito com frieza e racionalidade.
Abraço!

JESSE RODRIGUES
Visitante
JESSE RODRIGUES

Cara… Você se contrapondo à Empiricus… Ganhou meu respeito… Bom texto, bom trabalho…

Wagner
Visitante
Wagner

Leandro,

Excelente Publicação!!! Muito esclarecedora!

Parabéns por nos ajudar!

Você foi um dos grandes contribuintes para que eu começasse a investir.

Grande abraço

Marlon Ruttmann
Visitante
Marlon Ruttmann

Já expliquei isso pra dezenas de conhecidos que vêm me perguntar sobre o Tesouro Direto: tem muito figurão com dinheiro empenhado ali. Não é tão fácil o governo dar calote. Ainda mais no momento atual em que nossa economia depende tanto das instituições bancárias.

Henrique
Visitante
Henrique

Leandro muito obrigado por compartilhar sua visão sobre este vídeo. Estou começando a me instruir financeiramente e ao ver o vídeo fiquei bastante preocupado. Segui seu conselho de sembre buscar a fonte de uma informação para tirar uma conclusão própria, e pelo que vi a referida instituição e sua parceira americana tem um histórico de divulgar informações alarmistas. Parabéns pelo trabalho, seus artigos estão me ajudando muito!

Daniel Soares
Visitante
Daniel Soares

Parabéns Leandro, mais um ótimo artigo. A gente que investe e estuda sobre investimentos mas não é profissional da área fica confuso com tanta informação. Fica mais confuso ainda quando não consegue diferenciar informação e opiniões sérias de publicidade. Assino alguns materiais da empresa que produziu o vídeo o CALOTE, gosto do material, mas o marketing deles é muito agressivo, todo dia são várias mensagens de propagandas de relatórios, promoções e novos produtos. Até quem é cliente tem reclamado desses excessos, a gente está ficando saturado com tanto coisa que eles propõe.

Maicon
Visitante
Maicon

Parabéns Leandro. Mais uma vez colocando todos os pingos nos is e esclarecendo o leitor.

ALFREDO MASCHWITZ
Visitante
ALFREDO MASCHWITZ

Boa Tarde Leandro,

Como sempre seus artigos sao muito esclarecedores. Parabens continue assim!!!

So gostaria de deixar uma sugestao que eu reparei ou pelo menos nao ‘enxerguei’ aonde esta a Data e hora de cada artigo seu publicado. Acho que seria interessante colocar no começo do artigo a data e hora de publicação.

Um abraço….

ALFREDO MASCHWITZ
Visitante
ALFREDO MASCHWITZ

Reparei agora que ele so fica na pagina principal , mas quando clica e entra no artigo propriamente dito nao tem data e hora, entendeu? Ou seja como voce sempre coloca referencias para outros artigos seus dentro do proprio artigo, a pessoa clica no link de referencia e abre direto o artigo e com isso nao sabe quando foi publicado.

Junior
Visitante
Junior

Ola Leandro ! Mais um dentre seus ótimos artigos

Eu fui uma destas pessoas que perguntou sobre o video do calote, fico muito feliz com essa iniciativa de ajudar nos a compreender o que realmente se passa, e, só tenho a agradecer mais uma vez pelo excelente conteúdo de seus artigos.

Muito Obrigado

Rodrigo
Visitante
Rodrigo

Mais um artigo muito bacana, Leandro. Parabéns!
Conheci a Empiricus através do relatório “O Fim do Brasil”, igualmente sensacionalista, com forte apelo emocional e trágico. Confesso que me deixei influenciar por ele, porém de uma maneira pró ativa, como você menciona em seu artigo. A partir desse relatório, comecei a estudar mais fortemente finanças, economia e modelos de investimentos. Inclusive, cheguei a você nesse contexto.
As pessoas devem desconfiar de qualquer atitude sensacionalista, em qualquer contexto. Seja de um vendedor de bala no trem que diz que a segurança está chegando e precisa queimar a mercadoria, do político profeta do apocalipse, do apresentador que promete revelar um super segredo em rede nacional, de religiosos com poderes sobrenaturais, ou de agências e corretoras que pintam o fim de qualquer coisa que seja e se apresentam como a solução para tudo que te atormenta. Manter-se equilibrado em situações críticas, quando todos estão apavorados, analisando o contexto com bom senso é sempre a atitude mais aconselhável.

Marco
Visitante
Marco

Prezando Leandro, parabens para mais um artigo que vai ajudar entender.
Por favor, pode explicar como esta hipeinflacao/caloteBranco vai impactar quem tem um fiananciamento habitacional a taxa fixa(somente a TR e’ variavel)?

Rogério
Visitante
Rogério

Escelente explanação Leandro, como sempre muito rico em informações que nos ajuda muito. Assisti a esse vídeo a alguns dias atrás, acendendo a luz de alerta. É claro que é uma posição muito radical e difícil de ser tomada por um governo populista. Só não podemos esquecer que o segundo mandato da Presidente está apenas no começo e muita coisa ruim para a economia poderá acontecer, principalmente porque a agenda política do governo está se sobrepondo à agenda econômica. Nada acontecerá de bom se o governo não tomar uma atitude que tente ao menos colocar a situação em ordem. Tá uma bagunça.

Rafael
Visitante
Rafael

Leandro,

Novamente gostaria de parabenizá-lo pelo excelente trabalho que você realiza e também gostaria de enfatizar que este artigo vem em boa hora, já que boatos servem somente para atrapalhar e agregam algo somente para quem os promove.

Alexandre
Visitante
Alexandre

Leandro, eu admiro muito o seu trabalho. No meio de tanta desinformação e sensacionalismo você se empenha para transmitir informações abrangentes, educativas, de vários ãngulos diferentes.Os seus artigos estão me ajudando muito a ter uma visão mais crítica dos diferentes agentes econômicos! Muito bom mesmo, parabéns pela sua missão de vida. E provavelmente se as pessoas tiverem mais educação financeira elas também sejam mais conscientes na hora de votar e de julgar um governo.

Diogo
Visitante
Diogo

Mais um excelente artigo. Obrigado Leandro.

Tiago
Visitante
Tiago

Caro Leandro.

Mais uma vez, parabéns pelo texto. Só a dica, o documentário “O Brasil deu certo, e agora?” também está no netflix, que foi onde eu o assisti. O que se acha no youtube e é muito bom é o documentário “A Ascensão do Dinheiro”, que, na minha opinião de leigo, foi um dos documentários onde mais aprendi coisa sobre inflação e sobre como crises acontecem.

Se um dia você puder falar mais sobre o FUNPRESP eu agradeceria. Ele foi um fundo de previdência criado para os servidores federais contratados depois da mudança da lei das aposentadorias. Embora eu concorde com você que, com uma educação financeira, eu seria o melhor investidor do meu dinheiro, se você é servidor federal e entra no FUNPRESP, a união contribui com o mesmo montante para o fundo (i.e. se eu pago 150 reais pro fundo, a união contribui com mais 150 reais pra mim). Se eu resolver garantir a minha aposentadoria por fora, a união não irá fazer contribuição nenhuma. Por isso tenho balançado. Mas não estou achando muitas informações sobre esse fundo, então se você puder dar uma ajuda, eu ficaria agradecido.

Um abraço e, mais uma vez, parabéns pelo trabalho.

Rodrigo Oliveira.
Visitante
Rodrigo Oliveira.

Ótima leitura! Eu tenho acompanhando o blog há alguns meses, mas só me cadastrei há duas semanas. Achei bacana pois recebemos dicas de leituras organizadas por temas (ex independência financeira) dos textos mais antigos. Fica um estudo mais organizado. Recomendo a assinatura. Obrigado pelo Texto Leandro. Abraço!

Mr. Webster
Visitante
Mr. Webster

Coincidência ou não, ainda ontem estava comentando isso em uma saudável discussão de economia com amigos virtuais. E foi exatamente isso que eu e mais um outro comentamos: “declarar uma moratória ou mesmo calote na dívida pública é destruir o sistema financeiro do país”.
Ainda ontem eu paguei a compra de títulos (NTBNs), para 2035, comprados na sexta,que eu reservo para a minha aposentadoria, mesmo sendo servidor público federal concursado de uma carreira típica de estado e com uma excelente remuneração. Pra mim, é como se eu morasse na China e não existisse previdência. Como o Leandro bem preconiza, eu é que não irei confiar meu bem-estar a esses corruptos e incompetentes que nos DESgovernam.

Assim, voltando ao foco do artigo, já existem muitas pessoas com boa credibilidade disseminando desinformação para o público em geral, a exemplo da matéria contida neste artigo recentíssimo:(http://www.financista.com.br/noticias/calote-do-governo-pode-quebrar-bancos-em-2018-diz-fundador-do-antigo-btg). Cabe a cada um buscar se informar e não ficar exposto a todo tipo de bobagem que se escreve por aí.
O nosso dinheiro já está sendo confiscado via inflação (criada pelo DESgoverno) e outros mecanismos de política econômica e fiscal do DESgoverno (indexação da economia, não correção da tabela do imposto de renda, aumento dos tributos, etc).

Renato Barbosa
Visitante
Renato Barbosa

Excelente arigo, imparcial e muito didático! Parabéns

Wagner Andretti
Visitante
Wagner Andretti

Mais uma vez o Leandro surpreendendo a todos com o seu conhecimento e clareza de suas idéias!!! Tinha meu cadastro junto a esta empresa de análise de investimentos até o momento que comecei a assistir esse vídeo, que de tão absurdo e sensacionalista me fiz obrigado a parar de assistir e até me descadastra-me junto a eles (devido também aos insistentes e-mail enviados, em sua maioria para contratar os serviços prestados por eles, exclusivamente no mercado de ações!). Penso que estes tipos de matérias começam a “pipocar” causando o medo dos pequenos investidores, justamente porque nos últimos anos e principalmente meses, as ações em geral estão em queda ao mesmo tempo que o número de investidores no Tesouro direto só tem aumentado, causando pânico nesses tipos de empresas de análise de investimento exclusivamente em ações!
Mais uma vez brilhante em suas colocações Leandro Ávila!!!Parabéns!!!Vida longa para você meu caro!!!

Wagner Andretti
Engenheiro Ambiental
Palmas/TO

Joana Gonçalves
Visitante
Joana Gonçalves

Muito elucidativo seu artigo. Aliás, suas considerações são muito importantes, principalmente para pessoas leigas como eu. Obrigada

Glauber
Visitante
Glauber

Leandro,

Parabéns por mais um ótimo artigo. Apesar de tanto ler à respeito do Tesouro Direto, ainda tenho uma dúvida que talvez você possa me ajudar: Se eu comprar um Título do Tesouro Selic 2021 porque preciso esperar até o vencimento para ter uma rentabilidade ótima? Pergunto isso especialmente por levar em consideração a tabela regressiva do IR (Nesse caso a alíquota máxima já seria atingida em 2018). O que ganho à mais se eu esperar até 2021 (Considerando que de hoje até lá a taxa Selic não tenha variação)?

Desde já lhe agradeço!

Paulo Albuquerque
Visitante
Paulo Albuquerque

Gostei do artigo! Bem esclarecedor e didático! Parabéns!

Paulo Albuquerque
Visitante
Paulo Albuquerque

Nesse contexto, ainda é negócio investir no Tesouro Direto? Que títulos do Tesouro Direto são os mais indicados para proteger os investimentos? Obrigado!

Maicon A Z
Visitante
Maicon A Z

Leandro,
Muito excelente, divulguei para muitos “amigos” meus que se dizem investidores e que acham que o Brasil terá calote justamente com os títulos públicos.

Já nem falo mais nada com eles, decidi aprender e ler sozinho, trocar informações comigo mesmo, porque o que tem gente para afundar qualquer opinião contrária a dela, tem de monte.
O que faz toda a diferença é o primordial deste site, educação financeira.

Muito obrigado por mais uma obra prima.
Abraço.

Wellington Sousa
Visitante
Wellington Sousa

O marketing apelativo, desleal, e até terrorista, daquela empresa de análise de investimentos é deseducador. Vemos tantas pessoas, assim como você Leandro, trabalhando para a educação/liberdade financeira das pessoas. Um trabalho de quebra de paradigmas. Aí vem pessoas como aquelas pra amedrontar e adestras os outros.

Obrigado, Leandro. Você faz muita diferença nessa “balança”.

José Eduardo
Visitante
José Eduardo

Boa tarde Leandro,
acompanho seu blog e considero o conteúdo excelente e esclarecedor.
Minha experiência com a Empiricus começou com um produto chamado Virada de Mão, que seria a chance de uma vida de aumentar o capital em 2 a 10 vezes. Pesquisei muito, e todos diziam que a empresa era idônea e bla bla bla. Em ;menos de 30 dias, meu patrimônio tinha aumentado 20%, então resolvi assinar a “estratégia com opções”, onde perdi tudo o que havia ganho. Comecei então a estudar sobre ações, opções e tudo mais, e descobri que não existe milagre, não existe como prever cmo exatidão o que irá acontecer. E essa é a propaganda enganosa que esta empresa vende.
Meu interesse pela área foi tanto que estou cursando uma pós graduação em Educação Financeira, e seu blog também me inspirou.
N Brasil temos o péssimo hábito de querer encurtar os caminhos, principalmente quando falamos em dinheiro. É a “cultura do já”, como disse uma colega em uma de minha aulas.
Agradeço por partilhar seu conhecimento. Estou criando um blog para iniciar as pessoas na educação financeira, e quem sabe possamos fazer um trabalho em parceria em algum momento.
Sucesso sempre!
Abraço.

Gregory Ndukwu
Visitante

Leandro boa tarde. Parabéns pelo ótimo artigo. Aqui na empresa varias pessoas assistiram o vídeo Calote e ficaram alarmadas. Obrigado por nos ajudar.

JESSE RODRIGUES
Visitante
JESSE RODRIGUES

Esse texto aqui ()… feito pelo pessoal do IBRE também é bem esclarecedor sobre as perspectivas das finanças publicas no Brasil…

SÓCRATES
Visitante
SÓCRATES

Muito obrigado Leandro!
Não consigo entender uma coisa sobre esse provável “calote branco”, uma vez que também não acredito na hipótese de moratória da dívida interna pelos mesmo motivos citados no seu artigo. Porque aplicar em um Tesouro IPCA+(Seja curto, médio ou longo) ainda pode ser arriscado nesse cenário, se será corrigido pelo índice oficial e acrescido de uma taxa fixa por menor que seja?O que o Governo poderia fazer para alterar esses títulos, pois não consigo enxergar a inflação os corroendo totalmente?Gostaria que o senhor pudesse me mostrar o que eu não consigo ver. Entendo o risco dos PRÉ e PÓS nesse momento. Os PRÉ ao longo de tempo podem perder para inflação e os PÓS da mesma forma se o banco central reduzir a SELIC, mas qual o risco dos t´títulos indexados ao IPCA, tanto os de curto, quanto de médio ou longo prazo?

Sandra
Visitante
Sandra

Eu devo estar ficando velha também, então. 🙂

Sandro
Visitante
Sandro

Como sempre, ótimo artigo! Esclarecedor!
Parabéns

Guilherme B. Ceolin
Visitante
Guilherme B. Ceolin

Olá Leandro, tudo bem? Ótimo artigo como sempre, bastante didático e bem escrito.

Tenho 34 anos, sou professor universitário federal (não grevista e não sindicalizado!) e venho me preocupando com minha independência financeira desde 2011 (primeiro ano do Dilma I), quando comecei a me dar conta, por simples dedução lógica aristotélica, que a conta não fecharia do jeito que estava. Passei a estudar e me informar sobre o mercado financeiro e desde que o descobri, seu site é leitura obrigatória. Sei que isso parece um depoimento (é um pouco na verdade), mas é bom contextualizar quem eu sou para perguntar o que gostaria.

Conheço a casa de research que você cita no artigo e sei que você assina (ou assinou) alguns serviços deles. Sou assinante também e gosto bastante do que leio. Me considero bem informado e cético o suficiente para não cair em armadilhas sentimentais e marketeiras, sei que o contexto atual não é propício para haver um calote hard core ou um confisco com o dos anos 90 (que pegou minha família em cheio, diga-se de passagem).

Todavia, como investidor em títulos públicos, tenho um pé atrás com algumas coisas que ninguém comenta ou dá pouca importância. Algo chamado auditoria da dívida pública, na figura de uma senhora chamada Maria Lúcia Fattorelli. Devido ao meu trabalho atual, estou exposto diariamente à extremo-esquerdismo míope e bovino e esta senhora que citei já deu as caras aqui na universidade em que trabalho, pregando que a dívida é uma indústria, que é tudo para dar lucro a banqueiros e que não deve ser paga, ou pelo menos, auditada (leia-se caloteada mesmo que parcialmente).

Vangloria-se, inclusive, de ter auditado a dívida do Equador (reduzindo-a em 70%) e ter sido convidada para auditar a dívida da Grécia. Dois pontos me chamam a atenção:

1) ela, apesar de ser auditora-fiscal aposentada, ignora, talvez propositadamente, que uma gama imensa de fundos de pensão investe em títulos públicos (como ficariam estes fundos com dívida renegociada?);

2) quando perguntada sobre o Tesouro Direto, não dá uma resposta direta, desconversando na cara dura e fingindo que isso não existe (só banqueiros malvados investem no Tesouro?);

O que me deixa um pouco cabreiro é que não acho informação sobre este assunto que não seja em sites de extrema-esquerda ou de sindicatos. Informação isenta e analisada friamente assim como eu encontro no seu blog ou na casa de research polêmica, não encontrei nenhuma. Pode bem ser porque ninguém dá importância, já que ignorar é a melhor estratégia diante de coisas absurdas, mas a ignorância me agonia. Gosto de saber das coisas.

Sei das consequências de um calote não-inflacionário e não o temo irracionalmente como uma parte da população o teme. Vou segurar meus títulos até o vencimento (que são curtos, até 2020 no máximo) e aumentar minhas posições em IPCA+ para proteger meu patrimônio; porém, o receio, mesmo que pequeno, é de uma reviravolta na eleição de 2018, dando mais poder a nomes aliados a esta senhora auditora, fazendo a dívida pública ser realmente negociada em termos não satisfatórios aos pequenos investidores.

Você conhece alguma coisa sobre este tema? Já ouviu falar deste “movimento” de auditoria? Será que realmente é muito grito para pouca coisa?

Obrigado pela atenção e mais uma vez parabéns pelo seu trabalho

Ricardo
Visitante
Ricardo

Leandro, explanação muito lúcida! Tenho uma dúvida: vc acha que existe a possibilidade da inflação ficar mais alta que a taxa SELIC (da mesma forma que acontece com a poupança), e apenas os investimentos indexados ao IPCA consigam proteger nosso patrimônio?

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