O CALOTE da dívida e dos Títulos Públicos

Estou recebendo muitas mensagens de leitores assustados com boatos relacionados com um suposto calote dos títulos públicos nos próximos anos. Existe uma empresa de análise de investimentos que, para vender seus relatórios, está divulgando um vídeo bem alarmista sobre o assunto. Como ocorre com todo vídeo de vendas, ele é bem emotivo e explora o medo das pessoas. Já mostrei neste artigo que o medo e a ganância são os sentimentos que podem fazer você perder muito dinheiro tomando decisões precipitadas.

Eu já comentei no passado que fico muito incomodado com essas estratégias de marketing e de vendas que exploram o medo dos pequenos investidores. Sei que a função dos analistas é vender uma opinião sobre onde as pessoas devem investir.  Quanto mais leigo, quanto mais dependente da opinião dos outros, melhor para o analista que vende esses relatórios. Por isso a busca por educação financeira é tão importante. Ela liberta as pessoas da ignorância e das suas consequências que são: a dependência e o medo. Não é meu objetivo criticar o trabalho dos outros, mas esclarecer meus leitores que estão assustados. Então vamos lá.

O vídeo sobre “O CALOTE” é esse aqui. Normalmente ele aparece através de publicidade paga em sites de notícia e blogs sobre finanças e economia. O autor do vídeo é um economista, analista certificado, que tem um estilo de comunicar que uns gostam e outros detestam (veja um exemplo). Provavelmente esse estilo que mistura piadas, duplo sentido e investimentos agradará os mais jovens. Acho que estou ficando velho.

Quem gosta de piadas e análise gráfica provavelmente conhece o Didi Aguiar. Neste vídeo aqui ele prometia desfilar na Av. Paulista de salto e calcinha rosa se a bolsa caísse até os 40 mil pontos em 2009. No mesmo vídeo ele fez previsões dizendo que a bolsa atingiria 150 mil pontos 3 ou 4 anos depois. O próximo gráfico mostra o que aconteceu com a bolsa anos depois dessa entrevista bem-humorada do Didi.

Quem fez investimentos movido pela emoção da ganância, seguindo esse tipo de recomendação, não deve estar achando nenhuma graça nos dias de hoje. Por este motivo, fica aqui o meu alerta. Devemos ter muito cuidado com decisões movidas por emoções: ganância, medo e até humor. Você precisa investir na sua educação para não misturar emoções com decisões de investimento.

Procure a fonte das informações:

O vídeo “O CALOTE”  foi lançado em fevereiro de 2016. Em agosto de 2015 eu já tinha alertado os meus leitores (através deste artigo aqui) sobre os problemas que estamos enfrentando, que são os mesmos problemas tratados no vídeo. Utilizei como base o estudo “O ajuste inevitável” produzido pelos economistas e especialistas em política fiscal: Samuel Pessôa, Mansueto Almeida e Marcos Lisboa e a entrevista que os três deram para o Estadão.  Inclusive deixei um link no artigo apontado para o estudo completo. Assim você poderia baixar, ler, estudar e tirar suas próprias conclusões. Vou deixar o link novamente aqui.

O vídeo O CALOTE também foi produzido com base nesses estudos, inclusive o autor do vídeo cita os especialistas e seus estudos durante o vídeo. Aqui fica um ponto que você precisa observar. Uma pessoa leiga assistindo a entrevista do Estadão ou lendo o estudo dos economistas, não sofreria grande impacto emocional. Provavelmente iria não entenderia seu conteúdo e não se sentiria interessado em buscar mais informações. O lado “bom” de vídeos como O CALOTE é tirar as pessoas da zona de conforto. Elas acabam procurado mais informações e descobrem que precisam estudar um pouco mais sobre aquele assunto.

Esclarecendo:

Você verá que no vídeo sobre o CALOTE eles mostram a tabela abaixo que foi retirada do estudo “O ajuste inevitável“. A tabela é essa aqui:

A tabela mostra o aumento das despesas do governo em relação ao PIB. Observe a penúltima coluna “Total gasto social e INSS”. Essa despesa era equivalente a 5,5% de todas as riquezas produzidas pela sociedade brasileira (PIB) em 1991. Observe que em 2014 os gastos eram equivalentes a 12,3% do PIB. Também é fácil observar no gráfico que os subsídios que o governo dava para “empresas amigas” é maior do que os gastos com programas sociais como o Bolsa Família.

Problema do INSS

Já os gastos com o INSS mostram a incompetência do Estado em gerir a poupança da população para a aposentadoria. O INSS funciona como um esquema de pirâmide. O dinheiro que você paga todos os meses para garantir a sua aposentadoria não é guardado para que você mesmo possa gastá-lo no futuro. O seu dinheiro é utilizado para pagar a aposentadoria de outras pessoas, muitas destas não contribuíram com o sistema ou contribuíram pouco. Em uma pirâmide financeira, quando existem muitas pessoas na base pagando para garantir a renda de quem está no topo, não existe problema. Quando a base para de crescer, os problemas começam e a pirâmide desmorona. No caso do INSS, a base da pirâmide está diminuindo e o topo aumentando. Já falei sobre a insustentabilidade do INSS neste outro artigo.

Veja o gráfico abaixo. Em 2040 eu já estarei aposentado e o gráfico mostra uma situação dramática. Um enorme número de idosos dependentes do governo e poucos jovens trabalhando para manter a pirâmide. Por isso, propagar educação financeira agora é uma questão humanitária. Minha geração será de idosos miseráveis se não acordarem para a necessidade de poupar e investir o próprio dinheiro agora, enquanto ainda são produtivos. O gráfico de 2060 mostra a situação dos nossos filhos e netos. A pirâmide estará praticamente invertida e dificilmente o governo será capaz de manter as aposentadorias nestas condições com um número cada vez menor de jovens na idade produtiva. Com a enorme quantidade de jovens adultos sustentados pelos pais, a coisa ficará ainda mais complicada.

Este problema do INSS é mais um motivo para que você procure se educar financeiramente para não depender do governo. Você não deve envelhecer dependendo do INSS. É necessário que você busque alternativas. Se você é jovem comece a construir seu patrimônio agora. Se você está perto de se aposentar, comece a pensar na possibilidade de trabalhar por mais tempo ou até de abrir seu próprio negócio.

Tente assistir a entrevista no vídeo abaixo. Não é um vídeo engraçado, mas tem muito conteúdo técnico que fará você refletir sobre o tema. Se você não entender algumas palavras, anote. Basta buscar esses termos técnicos no Google para encontrar o significado com facilidade. Com o tempo você não vai mais precisar acompanhar vídeos emotivos, dramáticos ou engraçados criados para os leigos entenderem a situação da economia.


Após assistir o vídeo você irá concluir que o Brasil está gastando muito mais do que arrecada. Não estamos quebrados, mas estamos em rota de colisão. Se nada for feito, a situação se degradará mais nos próximos anos. O governo vai tentar aumentar os impostos para arrecadar mais e continuar a gastança. O problema é que quase 40% de tudo que a sociedade produz já está indo para o bolso do governo em forma de impostos diretos, indiretos e um monte de contribuições e taxas. Os brasileiros já trabalham 5 meses por ano só para pagar impostos (fonte). Por isso será difícil resolver o problema tentando aumentar a arrecadação no lugar de cortar as despesas.

Também já ficou claro que o governo não pretende reduzir suas despesas. Quanto mais dinheiro circula pelo governo mais fácil é desviar, superfaturar e fazer mau uso dos recursos públicos. Uma evolução ética e moral da sociedade ainda deve demorar um bom tempo.

Já que o governo não vai conseguir aumentar a arrecadação dos impostos e não quer cortar despesas, qual a opção que resta diante de uma dívida que não para de crescer? É claro que é a solução mais fácil!

A solução é imprimir dinheiro. É a chamada senhoriagem. Já que 95% da dívida pública está em moeda nacional (R$) o pagamento da dívida será feito com o lucro que o governo tem quando manda produzir mais dinheiro. O problema é que isso gera inflação. Para saber mais sobre senhoriagem eu recomendo esse documento que está no site do Tesouro Nacional, baixe aqui para estudar o assunto.

Quando o governo gasta mais do que arrecada acaba injetando dinheiro na economia sem que nada tenha sido produzido para justificar a criação desse dinheiro. Isso resulta em inflação. Eu tenho um artigo mostrando como funciona o imposto inflacionário. Ele foi escrito para esclarecer aqueles que estavam com medo do boato relacionado ao confisco da poupança (eu falei sobre isso aqui). Hoje existem mecanismos mais sofisticado do governo se apropriar da poupança das pessoas através da inflação.

Imprimir dinheiro para pagar a dívida

Da mesma forma que o governo não precisa confiscar a poupança, ele não precisa dar calote da dívida pública. Existem mecanismos menos traumáticos para o governo gastar mais do que arrecada, principalmente agora que ninguém mais respeita a lei de responsabilidade fiscal (já falei sobre isso no passado).

Brasília foi construída dessa forma. Como não existia dinheiro, o governo JK simplesmente mandou imprimir dinheiro novo. A consequência de um governo que gasta mais do que arrecada imprimindo dinheiro novo é uma inflação consistente, que nem mesmo a alta da Taxa Selic é capaz de frear (já falei sobre dominância fiscal aqui)

Procure no Google o documentário chamado “O Brasil deu Certo. E agora?”. Fiz a busca para você, clique aqui para ver o resultado. Esse documentário foi produzido quando muita gente acreditava que o Brasil já tinha dado certo. O interessante é o resumo da história da nossa economia que foi apresentado de uma maneira bem didática. Começa falando da economia quando o Brasil foi descoberto, passa pelos governos populistas, militares, hiperinflação no governo Sarney e controle da inflação no governo FHC. Você verá o que alimentava a nossa inflação, como ela foi controlada e isso te fará entender os riscos que uma inflação elevada pode gerar.

Se o governo não conseguir voltar a gastar só o que arrecada fazendo uma economia para evitar o crescimento da dívida (superavit primário) teremos como consequência um aumento ainda maior e duradouro da inflação. Não teremos calote da dívida pública. Teremos juros elevados e muita inflação se nada for feito nos próximos anos.

O calote seria possível se ele resolvesse algum problema. Não existem casos de calote da dívida interna (em reais). Existem calotes da dívida externa (em dólares) já que nosso governo não pode imprimir dólares, não pode arrecadar impostos em dólares e nem consegue poupar dólares cortando despesas. Um calote da dívida interna destruiria a economia, quebraria todas as instituições financeiras e faria a real perder o seu valor por completo. Nenhum investimento dentro do Brasil seria seguro diante de tamanha tragédia.

O calote da dívida interna é uma solução tão absurda quanto propor a explosão de uma bomba nuclear para exterminar os mosquitos que transmitem a dengue. Você até conseguiria destruir os mosquitos, mas não sobraria nada. O mesmo vale para um calote dos títulos públicos. Todo o sistema financeiro seria destruído e as pessoas voltariam a fazer escambo como no tempo em que o dinheiro não existia.

As pessoas físicas que compram títulos públicos pelo Tesouro Direto representam menos de 1% dos credores. Para saber quem são os credores do Brasil (que seriam destruídos com o calote) visite este outro artigo.

Se você está prestes a vender seus títulos públicos com medo de um calote, isso é um sinal claro de que você precisa dedicar mais tempo estudando e entendendo como o sistema funciona. A grande preocupação está nos efeitos danosos de uma inflação elevada nos resultados dos seus investimentos. A poupança já não é capaz de repor a inflação. Títulos públicos prefixados representam um risco maior diante de uma perspectiva de inflação elevada no futuro. Entender isso é bem simples. Se você comprar um título prefixado que vence em 2023 e paga juros de 15%, você não terá rentabilidade real (acima da inflação) se ela atingir a casa dos 15% ao ano até 2023. O título Tesouro Selic segue a taxa básica da economia. Se o governo mantiver os juros acima da inflação, você terá ganhos que superam a inflação no Tesouro Selic. Já o Tesouro IPCA+ oferece a correção pelo IPCA e uma taxa de juros fixa. Entender o funcionamento dos títulos públicos é importante diante de um cenário de inflação mais elevada.

 

 

By |01/03/2016|Categories: Impostos|370 Comments

About the Author:

Leandro Ávila é administrador de empresas, educador independente especializado em Educação Financeira. Além de editor do Clube dos Poupadores é autor dos livros: Reeducação Financeira, Investidor Consciente, Investimentos que rendem mais, e livros sobre Como comprar e investir em imóveis.

370 Comments

  1. Rodrigo 1 de março de 2016 at 13:10 - Reply

    Leandro, o tesouro IPCA realmente protege nosso capital em cenários de hiperinflação ? O governo não pode maquiar o valor do IPCA ? Não sei se é impressão minha, mas parece que o preço de tudo sobe bem acima desse indicador. Mesmo meu salario sendo reajustado acima da inflação parece que diminuiu o poder de compra.

    • Leandro Ávila 1 de março de 2016 at 17:47 - Reply

      Oi Rodrigo. No Tesouro IPCA você sempre irá receber uma taxa fixa acima da inflação. O problema é que em um cenário de hiperinflação esses juros reais (acima da inflação) de investimentos adquiridos hoje se tornam relativamente pequenos. Exemplo: Se você compra um título que oferece 7% de juros e temos inflação decrescente no futuro: 10%, 9%, 8%, 7%, até atingir o teto da meta do Banco Central que é 6% você terá feito um ótimo negócio. Imagine ganhar 6% de inflação ao ano no futuro e receber mais 7% adicionais de juros fixo? Agora vamos imaginar que a inflação começou a subir. Ela foi para 15% ao ano, 30%, 60% e retornamos para o mundo da hiperinflação. Você receberá os 60% de correção pela inflação e 7% adicionais de juros fixo. Perceba que melhor seria uma inflação de 6% ao ano + 7% ao ano do que 60% de inflação + 7 de juros ao ano. Quanto maior a inflação, menos significante fica esses juros fixos que você pode obter se investir em Tesouro IPCA+ hoje. O grande problema é que todos os investimentos são prejudicados com a inflação. O Tesouro Prefixado é um dos mais prejudicados, principalmente esse Tesouro Prefixado que vence em prazos mais longos. Quanto mais longo o prazo, mais incertezas e maior o risco. Agora, fica claro que diante de uma hiperinflação a pior situação seria a da Poupança que vai continuar pagando 6,17% ao ano + TR (que não rende nada). Recomendo visitar o http://www.tesouro.fazenda.gov.br/tesouro-direto-calculadora para fazer simulações com taxas de inflação bem elevadas e olhar o resultado. Tenho um artigo onde mostro como os preços dos Tesouro IPCA é definido.

      • Raul 2 de março de 2016 at 18:58 - Reply

        Os títulos indexados à inflação não protegem em um ambiente hiperinflacionário, devido ao imposto de renda cobrado pelo governo. Imagine um título IPCA+ 6%. Uma rentabilidade anual de 106% bruta. Com uma taxa de 15% de imposto de renda, o investidor só receberá 90% líquidos , não remunerando nem a inflação. Em um ambiente hiperinflacionário, a perda de patrimônio será impiedosa com todos investidores domésticos. Só escapam os que têm moeda forte depositadas fora desse barco que estará afundando.

      • Guilherme 5 de março de 2016 at 13:32 - Reply

        Olá Leandro, não entendi muito bem o exemplo que você deu acima. Em ambos os casos, eu terei uma taxa real de juros de 7% a.a., então meu capital ainda estará com poder de compra acima da inflação (supondo que o aumento dos meus gastos acompanhem o IPCA). Logo, de certa forma, para ambos os casos, os investimentos não seriam “iguais”? Isto analisando na perspectiva de proteção da desvalorização do patrimônio no futuro.
        Agora em um perspectiva de análise de retorno de investimento, o tesouro IPCA, em um época de hiperinflação, não seria disparado o melhor investimento a ser feito? Dificilmente teremos um outra opção de investimento (empreendimento, mercado de ações ou títulos prefixados) que ficaria acima de 60%+7% a.a., correto?

        • Leandro Ávila 5 de março de 2016 at 13:48 - Reply

          Oi Guilherme. O Brasil já teve inflação de 2000% ao ano. Ganhar 7% acima de uma inflação de 2000% não significa um grande ganho se você comparar com a situação de ganhar 7% acima de uma inflação de 6% ao ano.

          • Joao 27 de março de 2016 at 1:12

            Na verdade ganharia menos que a inflação, visto o imposto de renda incidir também sobre o rendimento relativo ao IPCA. No caso ai, de rendimento de 2007%, o rendimento líquido (descontados 22.5%) seria 1555%.

  2. Claudio 1 de março de 2016 at 13:17 - Reply

    Ótimo artigo. Parabéns Leandro! Eu assino algumas newsletter da Empiricus e, ao mesmo tempo, que falam do calote, eles falam para investir em títulos públicos. Ou seja, uma jogada de marketing para vender os relatórios de renda fixa. Até questionei eles por que estão falando de calote se eles indicam investir em renda fixa. Recebi um e-mail dizendo que o calote se refere a corrosão da inflação do nosso dinheiro e não um calote da dívida. Sensacionalismo puro!!

    Enfim, só uma correção lá em cima: “Ela libertar” => “Ela liberta”

    • Leandro Ávila 1 de março de 2016 at 18:19 - Reply

      Oi Claudio. Também assino e fica uma coisa super contraditória na comunicação deles. Quem tem um pouco de bagagem consegue separar o joio do trigo, quem não tem fica assustado e confuso. Não sei se eles percebem com clareza que esse tipo de estratégia acaba arranhando a credibilidade deles. Se o foco é manter-se no mercado no longo prazo, essa estratégia de marketing não é sustentável. Obrigado por indicar o erro. Fiz a correção.

      • Guilherme Lopes 1 de março de 2016 at 22:15 - Reply

        Também assino a Empiricus. Em uma das newsletter do “Mercado em 5 Minutos”, eles postaram essa entrevista do Luiz Cezar Fernandes em “O Financista”, com o título “Calote do governo pode quebrar bancos em 2018, diz fundador do antigo Pactual”
        Link: http://www.financista.com.br/noticias/calote-do-governo-pode-quebrar-bancos-em-2018-diz-fundador-do-antigo-btg

        Leandro, existe a possibilidade desse cenário se concretizar ??
        Parabéns por mais esse “post”.
        Abraço!

        • Leandro Ávila 2 de março de 2016 at 3:14 - Reply

          Oi Guilherme. Possibilidades existem todas. A questão é a probabilidade. Achei estranha a recomendação de comprar imóveis diante de uma catástrofe que seria o calote da dívida pública interna. Provavelmente ele se refere a comprar terras para que você possa plantar o próprio alimento. De nada adiantaria ter dinheiro diante da quebra de todos os grandes bancos, seguradoras, fundos de investimento, planos de previdência e fundos de pensão do país. Comprar terra, sementes, adubo e ferramentas.

        • Loenardo Azevedo 2 de março de 2016 at 14:37 - Reply

          Guilherme, nesse mesmo artigo o cidadão aconselha comprar imóveis.

          Fala uma busca com o nome dele e PDG.

  3. André 1 de março de 2016 at 13:20 - Reply

    Bom texto Leandro, li o relatório deles e cheguei a conclusão de que a opção do calote é possível mas extremamente inviável e impraticável, creio que a hiperinflação será a saída pois o governo não tem apoio e credibilidade para aprovar e gerar efeito nas medidas necessários.
    Sempre digo que o governo atual pode tomar a melhor medida que a mesma não surtirã o efeito esperado devido a falta de credibilidade.

    • Leandro Ávila 1 de março de 2016 at 18:28 - Reply

      Oi André. A grande verdade é que até um ataque alienígena é possível. A questão esta na diferença entre o que é possível e o que é provável. A probabilidade de um calote de dívida interna, que o governo paga com os reais, moeda que ele tem o monopólio da emissão, é tão remota que nem deveria ser considerada. É como sugerir a possibilidade de utilizar armas nucleares para combater os problemas do mosquito que transmite a dengue. É possível, mas não é viável. No caso da inflação é diferente. Basta o governo não fazer nada, ou seja, basta continuar gastando mais do que arrecada que a inflação vai aumentar naturalmente. Como a inanição é uma especialidade do governo, é a consequência mais provável. O que devemos fazer diante disso? Devemos continuar fazendo a proteção do patrimônio contra os efeitos da inflação. Neste caso não importa se a inflação é elevada ou baixa, sempre devemos, no mínimo proteger o nosso patrimônio da inflação. Com relação a credibilidade, basta ocorrer uma retomada da credibilidade que a situação melhora muito.

  4. Ricardo Carvalho 1 de março de 2016 at 13:21 - Reply

    Olá Leandro,

    Já li a respeito sobre o “calote” que o Governo pretende dar na dívida e este default virá mesmo via inflação galopante. Enquanto o quadro fiscal permanecer desequilibrado, com o governo gastando mais do que arrecada, injetando dinheiro de bancos públicos e estimulando a demanda, é nítido que a inflação terá que fazer o trabalho pelo governo: O poder da moeda será desvalorizado, e esse imposto tão cruel (sim, a inflação é um imposto), pesará principalmente no bolso dos mais pobres.

    Em sumo, aproveito a ocasião para deixar um recado aos leitores: O governo não precisar dar calote ou confiscar a poupança do povo: Ele tem muitas formas de passar a mão do bolso dos cidadãos sem que eles sequer se deem conta: Produzindo inflação (via oneração de empresas, que terão de repassar os custos os seus produtos ou imprimindo dinheiro), não reajustando a tabela do Imposto de Renda pela inflação. Enfim, enquanto o povo não souber votar e escolher líderes populistas, permaneceremos no retrocesso.

    Abraços!

    • Leandro Ávila 1 de março de 2016 at 18:33 - Reply

      Oi Ricardo. Exatamente, existem estratégias mais sofisticadas como estas que você citou. Depois eles ainda podem colocar a culpa da inflação nas costas dos empresários (do pequeno até o grande). Vão culpar todos eles de gananciosos e vão se apresentar como defensores dos interesses dos trabalhadores contra os malvados empresários. No fundo no fundo, é uma constante exploração da ignorância das pessoas que muitas vezes perdem tempo defendendo político do partido azul, vermelho ou amarelo, quando na verdade são todos farinha do mesmo saco, todos interessados em tornar o Estado cada vez maior e gastador de recursos da sociedade.

      • Fernando 1 de março de 2016 at 21:33 - Reply

        Quem quer não correr risco não vira empregado da iniciativa privada ou da pública, empregador, investidor etc. Vira político. Faz as regras do jogo, se aproveita da ignorância da sociedade pra colocar a culpa nos outros, faz parte de um grupinho que retém os impostos (recebem primeiro) e gastam a bel prazer. Sob a desculpa de que são necessários e da desigualdade, de fazer o ‘bem’, parasitam todo o país.

        • Leandro Ávila 2 de março de 2016 at 2:18 - Reply

          É verdade Fernando. Sendo político você ainda pode cometer crimes com a certeza que dificilmente vão conseguir tirar você do cargo. E nas próximas eleições a população ainda volta a eleger os mesmos criminosos. É muita ingenuidade acreditar que esses políticos que temos hoje estão realmente preocupados em acabar com a desigualdade, se é justamente graças a essa desigualdade e ignorância da população que esse tipo de político chega no poder.

  5. Bernardo 1 de março de 2016 at 13:26 - Reply

    Oi Leandro,

    o superávit primário de janeiro pode ser uma luz no fim do túnel?
    Espero que sim. Continuarei acompanhando.

    Abraço

    • Leandro Ávila 1 de março de 2016 at 18:41 - Reply

      Oi Bernardo. Manter o superávit primário é muito importante. Imagine que você tem dois amigos e eles pedem R$ 1.000,00 emprestados para você. O primeiro amigo pede dinheiro emprestado, mas continua gastando mais do que ganha. Você sabe que se emprestar ele não vai conseguir economizar dinheiro para pagar sua dívida. Provavelmente ele terá que pedir dinheiro emprestado para outro amigo para pagar o que deve para você. Agora imagine que o segundo amigo tem suas contas controladas. Ele está gastando menos do que ganha e todos os meses sobra R$ 100,00 no orçamento que ele irá separar para quitar a dívida que tem com você. Diante desses fatos você terá que determinar um taxa de juros para o empréstimo que irá fazer. De qual amigo você irá cobrar juros mais elevados? O primeiro que continua gastando mais do que arrecada ou do segundo que está com todas as suas contas controladas e consegue poupar R$ 100 por mês? É exatamente isso que acontece no Brasil. Por isso é tão importante exigir que o político respeite as leis de responsabilidade fiscal, por isso é importante exigir responsabilidade com o dinheiro público, pois quem vai pagar esses juros é a sociedade brasileira através dos impostos ou da inflação. Não são os políticos que pagam os juros das dívidas que eles criam fazendo populismo para conseguir votos. Quem paga esses juros é toda a sociedade que trabalha e paga impostos.

      • Bernardo 4 de março de 2016 at 0:55 - Reply

        Leandro, uma dúvida sobre transações de títulos…

        Acabo de ver no site do tesouro IPCA +2035 com venda por 748,86.
        Entro na minha conta e lá está o mesmo título para venda por 702,31.
        Não entendi nada!
        O tesouro não deveria comprar os títulos pelo valor divulgado na página de preço dos títulos?

        Obrigado

        • Leandro Ávila 4 de março de 2016 at 19:36 - Reply

          Oi Bernardo. Você entrou no http://tesourodireto.bmfbovespa.com.br/PortalInvestidor/ ou você entrou na conta da corretora? O preço do título que aparece no site do Tesouro é sempre o mesmo que aparece dentro da página onde você pode comprar os títulos. Se os preços diferentes estão dentro da corretora verifique se esses títulos são mesmos títulos emitidos pelo Tesouro Direto. Tem corretora que vende títulos públicos que são da propriedade da corretora. Bancos e corretoras podem comprar títulos no Tesouro para depois revender e neste caso os preços são diferentes mesmo.

  6. Cesar 1 de março de 2016 at 13:26 - Reply

    Leandro Ávila, eu achei esse artigo fantástico, muito bem explicativo, parabéns.

  7. José Eduardo Albuquerque de Oliveira 1 de março de 2016 at 13:31 - Reply

    Olá mestre, como você mesmo sempre diz, educação financeira é a palavra mágica. Mais um de seus artigos, dentre muitos, de excelente conteúdo. Acompanho suas matérias e me ajudam muito em minhas análises e decisões econômicas. Parabéns pelo trabalho, tenha a certeza, você está contribuindo com muitos brasileiros. Forte abraço!

  8. Raphael Mafra 1 de março de 2016 at 13:31 - Reply

    Olá Leandro,
    Fui um de seus leitores que enviaram mensagem sobre o calote das contas públicas. Obrigado pelos esclarecimentos. De fato, precisamos de informações com menos “interesses” e mais realidade. Obrigado!

  9. Karolina 1 de março de 2016 at 13:32 - Reply

    Excelente texto, Leandro! Sempre claro em suas colocações!

  10. Assir 1 de março de 2016 at 13:33 - Reply

    Tem um ditado que diz que não pragueje contra a escuridão, mas acenda uma luz. Acho que podemos trazer esse ditado popular para o Brsil Econômico e buscar a luz dentro desse cenário meio caótico. Em alguma coisa vc precisa acreditar. Informação e conhecimento são as chaves. Grande post Leandro.

    • Leandro Ávila 1 de março de 2016 at 18:46 - Reply

      Oi Assir. O conhecimento é a luz. A ignorância é as trevas.

  11. Pedro Andrade 1 de março de 2016 at 13:40 - Reply

    Leandro, como sempre muito esclarecedor. Eu li o artigo sobre o Calote, achei muito sensacionalista. Entender o sistema é mais do que necessário.

    Parabéns pelo seu trabalho, sem palavras.

  12. Kleber Koch 1 de março de 2016 at 13:40 - Reply

    Texto perfeito. Claro, explicativo e objetivo. Uma pena que tenhamos no nosso mercado financeiro pessoas que anunciam inundações para venderem salva-vidas.
    Mais uma vez parabéns pela clareza dos textos.
    Abraço

    • Leandro Ávila 1 de março de 2016 at 18:51 - Reply

      Oi Kleber. Obrigado. Não é apenas no mercado financeiro. Não faltam exemplos de setores da economia que precisam anunciar inundações para vender salva-vidas.

  13. Rodrigo Mendes 1 de março de 2016 at 13:40 - Reply

    Leandro, muito obrigado pelo artigo. Você é fantástico!

  14. GB 1 de março de 2016 at 13:46 - Reply

    O mais engraçado é ver a fonte desses boatos, geralmente são pessoas que tentam desviar o foco dos Títulos Públicos para seus próprios interesses, como corretores de imóveis falando que “só imóveis são seguros em tempos de crise”, uma tremenda falácia sem sentido dado que em crises a liquidez é tudo, para poder fugir com o dinheiro ou alocá-lo rapidamente em algo melhor, imagina quem tem imóveis, a liquidez é péssima e os gastos e a inflação comem ele inteiro.

    • Leandro Ávila 1 de março de 2016 at 18:59 - Reply

      Oi GB. Quem tem imóvel em momento de crise terá problemas para vender. Ter todo o patrimônio em imóveis gera um problema de liquidez como você mesmo disse. A vantagem seria utilizar o imóvel como uma maneira de ter uma parte do seu patrimônio imobilizada (sem liquidez) e fora do sistema financeiro. Vamos imaginar que a pessoa acredite que o sistema financeiro possa entrar em colapso. Ter uma parte (e não todo) patrimônio em bens físicos pode ser uma vantagem. Outra alternativa é o caso da pessoa que tem imóvel para alugar, principalmente imóveis mais populares. A crise paralisa a compra e venda de imóveis. Isso força a população a buscar o imóvel para alugar. Se essa crise se arrastar por muito tempo teremos cada vez mais pessoas sem condições de comprar imóveis à vista ou financiados. Teoricamente essas pessoas vão procurar imóveis para alugar. Os aluguéis serão corrigidos pelo IGP-M que é um dos índices que medem a inflação. Neste caso você teria uma fonte de renda que será reajustada pela inflação. Agora, cada caso é um caso diferente. A situação do setor imobiliário é difícil e cada região do país tem sua própria realidade. Eu acredito que quem tem dinheiro no bolso (liquidez) pode aproveitar as ofertas que irão aparecer de proprietários de imóveis que precisam desta liquidez e estão dispostos a oferecer bons descontos para conseguir ela.

  15. GB 1 de março de 2016 at 13:49 - Reply

    Não tenho a menor dúvida que o governo vá imprimir dinheiro, a venezuela faz isso, inclusive ela recebe Boeings cheios de notas novas impressos fora, vai chegar num ponto que imprimir dinheiro vai ser a única saída para um governo que tenta se segurar e sobreviver a qualquer custo, o povo que pague por isso, daí a necessidade de se aplicar em títulos atrelados ao IPCA + uns 7% de brinde e deixa tudo queimar.

    • Leandro Ávila 1 de março de 2016 at 19:09 - Reply

      Oi GB. É verdade. A Venezuela não deu calote na dívida interna, mesmo passando por uma crise muito grave. A solução é imprimir dinheiro novo (o governo lucra com isso). Li que recentemente foram 30 aviões jumbo 747 lotados de dinheiro que mandaram imprimir no exterior (fonte). Para quem não sabe o que é um 747 usado para transportar cargas, segue a foto.

  16. Francisco 1 de março de 2016 at 13:57 - Reply

    Boa Tarde Leandro, excelente material, minha preocupação aonde vamos parar com este governo sem credibilidade.
    abs

  17. Claudir 1 de março de 2016 at 13:58 - Reply

    Olá Leandro, e no caso de financiamento do imóvel pelo “minha casa minha vida”?
    Quais as desvantagens se o juro anual é um pouco acima dos 4%?

    • Leandro Ávila 1 de março de 2016 at 19:11 - Reply

      Oi Claudir. Para você não existe desvantagem. Essa desvantagem é para o resto da sociedade que terá que trabalhar mais para pagar impostos que permitirão você comprar sua casa com os juros subsidiados. O resultado de todos esses subsídios é a inflação elevada, os impostos elevados e os juros elevados para toda a sociedade. Você também sentirá esse problema no bolso.

  18. Bruno Silvestre Bertoncini 1 de março de 2016 at 14:02 - Reply

    Excelente artigo Leandro! Escrito com frieza e racionalidade.
    Abraço!

  19. JESSE RODRIGUES 1 de março de 2016 at 14:05 - Reply

    Cara… Você se contrapondo à Empiricus… Ganhou meu respeito… Bom texto, bom trabalho…

    • Leandro Ávila 1 de março de 2016 at 19:19 - Reply

      Oi Jesse. Eu não tenho nada contra a Empiricus, muito menos contra as pessoas que trabalham lá dentro, mas sempre critiquei a maneira como eles fazem marketing dos produtos que vendem. Isso me afeta diretamente. Sempre que eles criam esses vídeos eu acabo recebendo uma montanha de mensagens de pessoas nitidamente desesperadas. Como o meu trabalho aqui é esclarecer as pessoas, fico incomodado quando existe alguém gerando medo nas pessoas mais leigas. Sei que se eles não utilizassem essa estratégia de marketing agressiva direcionada para os mais leigos, não teriam a quantidade de leitores e assinantes que possuem. Não podemos negar que esses vídeos geram curiosidade, tiram as pessoas da zona de conforto, elas passam a procurar mais informações. O problema ocorre quando a pessoa tem acesso a esse tipo de conteúdo e não procura mais informações. O problema é quando a pessoa começa a tomar decisões precipitadas movida pelo medo. Esse é o alvo da minha crítica.

  20. Wagner 1 de março de 2016 at 14:05 - Reply

    Leandro,

    Excelente Publicação!!! Muito esclarecedora!

    Parabéns por nos ajudar!

    Você foi um dos grandes contribuintes para que eu começasse a investir.

    Grande abraço

  21. Marlon Ruttmann 1 de março de 2016 at 14:06 - Reply

    Já expliquei isso pra dezenas de conhecidos que vêm me perguntar sobre o Tesouro Direto: tem muito figurão com dinheiro empenhado ali. Não é tão fácil o governo dar calote. Ainda mais no momento atual em que nossa economia depende tanto das instituições bancárias.

    • Leandro Ávila 1 de março de 2016 at 19:22 - Reply

      Oi Marlon. Quase toda a dívida está dentro dos bancos e outras instituições financeiras como fundos de pensão, planos de previdência e seguradoras. Eles usam o dinheiro da população para comprar esses títulos. Por isso não faz nenhum sentido destruir o sistema financeiro. Não resolveria nenhum problema.

  22. Henrique 1 de março de 2016 at 14:07 - Reply

    Leandro muito obrigado por compartilhar sua visão sobre este vídeo. Estou começando a me instruir financeiramente e ao ver o vídeo fiquei bastante preocupado. Segui seu conselho de sembre buscar a fonte de uma informação para tirar uma conclusão própria, e pelo que vi a referida instituição e sua parceira americana tem um histórico de divulgar informações alarmistas. Parabéns pelo trabalho, seus artigos estão me ajudando muito!

    • Leandro Ávila 1 de março de 2016 at 19:33 - Reply

      Oi Henrique. Lá fora eles utilizam a mesma estratégia. Neste momento estão pregando o colapso global do sistema financeiro. Se você visitar site deles como esse http://dailyreckoning.com/ vai encontrar no menu lateral o seguinte título “ALERTA! O dia exato em que o dólar norte-americano vai entrar em colapso”. Crises sempre acontecem e sempre vão acontecer. Você pode viver de anunciar crises, pois elas são cíclicas. Sempre a economia está se recuperando da última crise e essa recuperação sempre vai durar até o dia que a próxima crise começar. As pessoas precisam estudar para entender esses movimentos e com isso poderem aproveitar as oportunidades que isso gera. É melhor do que sempre ficar reagindo através de emoções como medo e ganância.

  23. Daniel Soares 1 de março de 2016 at 14:13 - Reply

    Parabéns Leandro, mais um ótimo artigo. A gente que investe e estuda sobre investimentos mas não é profissional da área fica confuso com tanta informação. Fica mais confuso ainda quando não consegue diferenciar informação e opiniões sérias de publicidade. Assino alguns materiais da empresa que produziu o vídeo o CALOTE, gosto do material, mas o marketing deles é muito agressivo, todo dia são várias mensagens de propagandas de relatórios, promoções e novos produtos. Até quem é cliente tem reclamado desses excessos, a gente está ficando saturado com tanto coisa que eles propõe.

    • Leandro Ávila 1 de março de 2016 at 19:35 - Reply

      Oi Daniel. Eu não tenho nada contra o material que eles vendem. Acho que todo material para estudo é válido e interessante. Já a agressividade do marketing eu sou contra, não só para venda de produtos financeiros, mas em qualquer setor onde essas estratégias são utilizadas com abuso.

  24. Maicon 1 de março de 2016 at 14:15 - Reply

    Parabéns Leandro. Mais uma vez colocando todos os pingos nos is e esclarecendo o leitor.

  25. ALFREDO MASCHWITZ 1 de março de 2016 at 14:18 - Reply

    Boa Tarde Leandro,

    Como sempre seus artigos sao muito esclarecedores. Parabens continue assim!!!

    So gostaria de deixar uma sugestao que eu reparei ou pelo menos nao ‘enxerguei’ aonde esta a Data e hora de cada artigo seu publicado. Acho que seria interessante colocar no começo do artigo a data e hora de publicação.

    Um abraço….

    • ALFREDO MASCHWITZ 1 de março de 2016 at 14:22 - Reply

      Reparei agora que ele so fica na pagina principal , mas quando clica e entra no artigo propriamente dito nao tem data e hora, entendeu? Ou seja como voce sempre coloca referencias para outros artigos seus dentro do proprio artigo, a pessoa clica no link de referencia e abre direto o artigo e com isso nao sabe quando foi publicado.

    • Leandro Ávila 1 de março de 2016 at 19:37 - Reply

      Oi Alfredo. Depois que fiz uma atualização no sistema as datas pararam de aparecer. É possível saber a data olhando a data do primeiro comentário, mas irei corrigir o problema em breve.

  26. Junior 1 de março de 2016 at 14:19 - Reply

    Ola Leandro ! Mais um dentre seus ótimos artigos

    Eu fui uma destas pessoas que perguntou sobre o video do calote, fico muito feliz com essa iniciativa de ajudar nos a compreender o que realmente se passa, e, só tenho a agradecer mais uma vez pelo excelente conteúdo de seus artigos.

    Muito Obrigado

  27. Rodrigo 1 de março de 2016 at 14:20 - Reply

    Mais um artigo muito bacana, Leandro. Parabéns!
    Conheci a Empiricus através do relatório “O Fim do Brasil”, igualmente sensacionalista, com forte apelo emocional e trágico. Confesso que me deixei influenciar por ele, porém de uma maneira pró ativa, como você menciona em seu artigo. A partir desse relatório, comecei a estudar mais fortemente finanças, economia e modelos de investimentos. Inclusive, cheguei a você nesse contexto.
    As pessoas devem desconfiar de qualquer atitude sensacionalista, em qualquer contexto. Seja de um vendedor de bala no trem que diz que a segurança está chegando e precisa queimar a mercadoria, do político profeta do apocalipse, do apresentador que promete revelar um super segredo em rede nacional, de religiosos com poderes sobrenaturais, ou de agências e corretoras que pintam o fim de qualquer coisa que seja e se apresentam como a solução para tudo que te atormenta. Manter-se equilibrado em situações críticas, quando todos estão apavorados, analisando o contexto com bom senso é sempre a atitude mais aconselhável.

    • Leandro Ávila 1 de março de 2016 at 19:41 - Reply

      Oi Rodrigo. O lado bom é justamente esse exemplo. Você resolveu estudar mais. As previsões que eles fizeram nesse vídeo do fim do Brasil se confirmaram, na verdade a situação está pior do que o quadro que eles pintaram. Outros economistas também alertavam para o problema, mas sem esses apelos emocionais da comunicação deles. Esse apelo emocional tem o lado ruim na vida de quem não faz o que você fez que foi procurar estudar mais.

  28. Marco 1 de março de 2016 at 14:20 - Reply

    Prezando Leandro, parabens para mais um artigo que vai ajudar entender.
    Por favor, pode explicar como esta hipeinflacao/caloteBranco vai impactar quem tem um fiananciamento habitacional a taxa fixa(somente a TR e’ variavel)?

    • Leandro Ávila 1 de março de 2016 at 19:46 - Reply

      Oi Marco. Para quem tem dívidas que não são reajustadas pela inflação e ao mesmo tempo tem renda ou salário reajustado pela inflação, a situação é positiva. Eu só não sei até que ponto os bancos vão conseguir suportar essa situação, principalmente bancos como a Caixa Econômica. Provavelmente o governo terá que socorrer esses bancos públicos com dinheiro público (dinheiro dos seus impostos) e isso vai só agravar ainda mais a situação.

  29. Rogério 1 de março de 2016 at 14:22 - Reply

    Escelente explanação Leandro, como sempre muito rico em informações que nos ajuda muito. Assisti a esse vídeo a alguns dias atrás, acendendo a luz de alerta. É claro que é uma posição muito radical e difícil de ser tomada por um governo populista. Só não podemos esquecer que o segundo mandato da Presidente está apenas no começo e muita coisa ruim para a economia poderá acontecer, principalmente porque a agenda política do governo está se sobrepondo à agenda econômica. Nada acontecerá de bom se o governo não tomar uma atitude que tente ao menos colocar a situação em ordem. Tá uma bagunça.

    • Leandro Ávila 1 de março de 2016 at 19:48 - Reply

      Oi Rogério. Está cada vez mais difícil prever o que pode acontecer. Qualquer tentativa é um chute. O fato é que se nada for feito o resultado garantido é mais inflação.

  30. Rafael 1 de março de 2016 at 14:22 - Reply

    Leandro,

    Novamente gostaria de parabenizá-lo pelo excelente trabalho que você realiza e também gostaria de enfatizar que este artigo vem em boa hora, já que boatos servem somente para atrapalhar e agregam algo somente para quem os promove.

  31. Alexandre 1 de março de 2016 at 14:26 - Reply

    Leandro, eu admiro muito o seu trabalho. No meio de tanta desinformação e sensacionalismo você se empenha para transmitir informações abrangentes, educativas, de vários ãngulos diferentes.Os seus artigos estão me ajudando muito a ter uma visão mais crítica dos diferentes agentes econômicos! Muito bom mesmo, parabéns pela sua missão de vida. E provavelmente se as pessoas tiverem mais educação financeira elas também sejam mais conscientes na hora de votar e de julgar um governo.

  32. Diogo 1 de março de 2016 at 14:26 - Reply

    Mais um excelente artigo. Obrigado Leandro.

  33. Tiago 1 de março de 2016 at 14:29 - Reply

    Caro Leandro.

    Mais uma vez, parabéns pelo texto. Só a dica, o documentário “O Brasil deu certo, e agora?” também está no netflix, que foi onde eu o assisti. O que se acha no youtube e é muito bom é o documentário “A Ascensão do Dinheiro”, que, na minha opinião de leigo, foi um dos documentários onde mais aprendi coisa sobre inflação e sobre como crises acontecem.

    Se um dia você puder falar mais sobre o FUNPRESP eu agradeceria. Ele foi um fundo de previdência criado para os servidores federais contratados depois da mudança da lei das aposentadorias. Embora eu concorde com você que, com uma educação financeira, eu seria o melhor investidor do meu dinheiro, se você é servidor federal e entra no FUNPRESP, a união contribui com o mesmo montante para o fundo (i.e. se eu pago 150 reais pro fundo, a união contribui com mais 150 reais pra mim). Se eu resolver garantir a minha aposentadoria por fora, a união não irá fazer contribuição nenhuma. Por isso tenho balançado. Mas não estou achando muitas informações sobre esse fundo, então se você puder dar uma ajuda, eu ficaria agradecido.

    Um abraço e, mais uma vez, parabéns pelo trabalho.

    • Leandro Ávila 1 de março de 2016 at 20:00 - Reply

      Oi Tiago. Obrigado pela recomendação. Vou deixar o link para a página de busca desse documentário que você citou. Sobre a FUNPRESP, é uma maneira de você colocar o seu dinheiro para ser controlado pelo governo, que por sua vez envolve interesses políticos. Faça uma busca sobre a atual situação dos fundos de pensão de empresas públicas como o fundo da Caixa, Petrobras e Correios que são fundos antigos. Veja os problemas que as pessoas estão enfrentando devido a má administração do dinheiro (devido a influências de políticos). Depois tire suas conclusões.

  34. Rodrigo Oliveira. 1 de março de 2016 at 14:30 - Reply

    Ótima leitura! Eu tenho acompanhando o blog há alguns meses, mas só me cadastrei há duas semanas. Achei bacana pois recebemos dicas de leituras organizadas por temas (ex independência financeira) dos textos mais antigos. Fica um estudo mais organizado. Recomendo a assinatura. Obrigado pelo Texto Leandro. Abraço!

  35. Mr. Webster 1 de março de 2016 at 14:32 - Reply

    Coincidência ou não, ainda ontem estava comentando isso em uma saudável discussão de economia com amigos virtuais. E foi exatamente isso que eu e mais um outro comentamos: “declarar uma moratória ou mesmo calote na dívida pública é destruir o sistema financeiro do país”.
    Ainda ontem eu paguei a compra de títulos (NTBNs), para 2035, comprados na sexta,que eu reservo para a minha aposentadoria, mesmo sendo servidor público federal concursado de uma carreira típica de estado e com uma excelente remuneração. Pra mim, é como se eu morasse na China e não existisse previdência. Como o Leandro bem preconiza, eu é que não irei confiar meu bem-estar a esses corruptos e incompetentes que nos DESgovernam.

    Assim, voltando ao foco do artigo, já existem muitas pessoas com boa credibilidade disseminando desinformação para o público em geral, a exemplo da matéria contida neste artigo recentíssimo:(http://www.financista.com.br/noticias/calote-do-governo-pode-quebrar-bancos-em-2018-diz-fundador-do-antigo-btg). Cabe a cada um buscar se informar e não ficar exposto a todo tipo de bobagem que se escreve por aí.
    O nosso dinheiro já está sendo confiscado via inflação (criada pelo DESgoverno) e outros mecanismos de política econômica e fiscal do DESgoverno (indexação da economia, não correção da tabela do imposto de renda, aumento dos tributos, etc).

    • Leandro Ávila 1 de março de 2016 at 20:13 - Reply

      Oi Mr. Vale destacar que o site FINANCISTA é de propriedade da mesma empresa que fez o vídeo sobre o CALOTE. Basta olhar a quantidade de propaganda sobre o CALOTE que você encontrará no site. É natural esperar que o conteúdo publicado por eles estimulem a compra do relatório (seja através do medo ou da ganância). Eu como educador só peço uma coisa: Estudem!

  36. Renato Barbosa 1 de março de 2016 at 14:32 - Reply

    Excelente arigo, imparcial e muito didático! Parabéns

  37. Wagner Andretti 1 de março de 2016 at 14:35 - Reply

    Mais uma vez o Leandro surpreendendo a todos com o seu conhecimento e clareza de suas idéias!!! Tinha meu cadastro junto a esta empresa de análise de investimentos até o momento que comecei a assistir esse vídeo, que de tão absurdo e sensacionalista me fiz obrigado a parar de assistir e até me descadastra-me junto a eles (devido também aos insistentes e-mail enviados, em sua maioria para contratar os serviços prestados por eles, exclusivamente no mercado de ações!). Penso que estes tipos de matérias começam a “pipocar” causando o medo dos pequenos investidores, justamente porque nos últimos anos e principalmente meses, as ações em geral estão em queda ao mesmo tempo que o número de investidores no Tesouro direto só tem aumentado, causando pânico nesses tipos de empresas de análise de investimento exclusivamente em ações!
    Mais uma vez brilhante em suas colocações Leandro Ávila!!!Parabéns!!!Vida longa para você meu caro!!!

    Wagner Andretti
    Engenheiro Ambiental
    Palmas/TO

  38. Joana Gonçalves 1 de março de 2016 at 14:37 - Reply

    Muito elucidativo seu artigo. Aliás, suas considerações são muito importantes, principalmente para pessoas leigas como eu. Obrigada

  39. Glauber 1 de março de 2016 at 14:37 - Reply

    Leandro,

    Parabéns por mais um ótimo artigo. Apesar de tanto ler à respeito do Tesouro Direto, ainda tenho uma dúvida que talvez você possa me ajudar: Se eu comprar um Título do Tesouro Selic 2021 porque preciso esperar até o vencimento para ter uma rentabilidade ótima? Pergunto isso especialmente por levar em consideração a tabela regressiva do IR (Nesse caso a alíquota máxima já seria atingida em 2018). O que ganho à mais se eu esperar até 2021 (Considerando que de hoje até lá a taxa Selic não tenha variação)?

    Desde já lhe agradeço!

    • Leandro Ávila 1 de março de 2016 at 20:16 - Reply

      Oi Glauber. É devido a cobrança de imposto de renda sobre os rendimentos. Também tem a questão do ágio e deságio. Existe uma diferença entre o preço de compra e o preço de venda do título. Essa diferença fica menor a medida que a data de vencimento se aproxima. Nada impede que você avalie outras oportunidades e o cenário. A vantagem do Tesouro Selic é essa liquidez e a vantagem do preço do título sempre aumentar antes do vencimento.

  40. Paulo Albuquerque 1 de março de 2016 at 14:41 - Reply

    Gostei do artigo! Bem esclarecedor e didático! Parabéns!

    • Leandro Ávila 1 de março de 2016 at 20:17 - Reply

      Obrigado Paulo

    • Paulo Albuquerque 1 de março de 2016 at 22:51 - Reply

      Nesse contexto, ainda é negócio investir no Tesouro Direto? Que títulos do Tesouro Direto são os mais indicados para proteger os investimentos? Obrigado!

  41. Maicon A Z 1 de março de 2016 at 14:44 - Reply

    Leandro,
    Muito excelente, divulguei para muitos “amigos” meus que se dizem investidores e que acham que o Brasil terá calote justamente com os títulos públicos.

    Já nem falo mais nada com eles, decidi aprender e ler sozinho, trocar informações comigo mesmo, porque o que tem gente para afundar qualquer opinião contrária a dela, tem de monte.
    O que faz toda a diferença é o primordial deste site, educação financeira.

    Muito obrigado por mais uma obra prima.
    Abraço.

  42. Wellington Sousa 1 de março de 2016 at 14:45 - Reply

    O marketing apelativo, desleal, e até terrorista, daquela empresa de análise de investimentos é deseducador. Vemos tantas pessoas, assim como você Leandro, trabalhando para a educação/liberdade financeira das pessoas. Um trabalho de quebra de paradigmas. Aí vem pessoas como aquelas pra amedrontar e adestras os outros.

    Obrigado, Leandro. Você faz muita diferença nessa “balança”.

    • Leandro Ávila 1 de março de 2016 at 20:23 - Reply

      Eu acho que desleal e terroristas são palavras fortes. Eu faço a avaliação da seguinte maneira. Se o autor do vídeo fosse explicar o problema da economia para a mãe e o pai dele. Será que ele faria da forma que faz no vídeo direcionado para pessoas desconhecidas? Se você comunica seus amigos, parentes e clientes de uma forma e comunica com os “estranhos” de outra forma, provavelmente existe algum desvio, algum conflito que precisa ser resolvido.

  43. José Eduardo 1 de março de 2016 at 14:48 - Reply

    Boa tarde Leandro,
    acompanho seu blog e considero o conteúdo excelente e esclarecedor.
    Minha experiência com a Empiricus começou com um produto chamado Virada de Mão, que seria a chance de uma vida de aumentar o capital em 2 a 10 vezes. Pesquisei muito, e todos diziam que a empresa era idônea e bla bla bla. Em ;menos de 30 dias, meu patrimônio tinha aumentado 20%, então resolvi assinar a “estratégia com opções”, onde perdi tudo o que havia ganho. Comecei então a estudar sobre ações, opções e tudo mais, e descobri que não existe milagre, não existe como prever cmo exatidão o que irá acontecer. E essa é a propaganda enganosa que esta empresa vende.
    Meu interesse pela área foi tanto que estou cursando uma pós graduação em Educação Financeira, e seu blog também me inspirou.
    N Brasil temos o péssimo hábito de querer encurtar os caminhos, principalmente quando falamos em dinheiro. É a “cultura do já”, como disse uma colega em uma de minha aulas.
    Agradeço por partilhar seu conhecimento. Estou criando um blog para iniciar as pessoas na educação financeira, e quem sabe possamos fazer um trabalho em parceria em algum momento.
    Sucesso sempre!
    Abraço.

    • Leandro Ávila 1 de março de 2016 at 22:37 - Reply

      Oi José. Muitas vezes os investimentos mais especulativos, de renda variável, beiram o jogo de azar. Não existe como prever o futuro. Quando você começa a investir seguindo a opinião dos outros sem validar se o que a pessoa está dizendo tem fundamento, o risco aumenta. Eu até acredito que existem pessoas com inteligência e preparo acima da média que podem fazer projeções sobre o futuro e acertar na maioria das vezes. Eu só tenho dúvida se essa pessoa espalharia suas projeções gratuitamente. Provavelmente elas guardariam as projeções para elas ou venderiam por pequenas fortunas. Todo conteúdo de estudo é interessante, todo investimento que você faz na sua educação é válido. O que não acho certo é seguir recomendações sem ser capaz de validar essas recomendações. Parabéns por continuar estudando.

  44. Gregory Ndukwu 1 de março de 2016 at 14:53 - Reply

    Leandro boa tarde. Parabéns pelo ótimo artigo. Aqui na empresa varias pessoas assistiram o vídeo Calote e ficaram alarmadas. Obrigado por nos ajudar.

  45. JESSE RODRIGUES 1 de março de 2016 at 14:59 - Reply

    Esse texto aqui ()… feito pelo pessoal do IBRE também é bem esclarecedor sobre as perspectivas das finanças publicas no Brasil…

  46. SÓCRATES 1 de março de 2016 at 15:03 - Reply

    Muito obrigado Leandro!
    Não consigo entender uma coisa sobre esse provável “calote branco”, uma vez que também não acredito na hipótese de moratória da dívida interna pelos mesmo motivos citados no seu artigo. Porque aplicar em um Tesouro IPCA+(Seja curto, médio ou longo) ainda pode ser arriscado nesse cenário, se será corrigido pelo índice oficial e acrescido de uma taxa fixa por menor que seja?O que o Governo poderia fazer para alterar esses títulos, pois não consigo enxergar a inflação os corroendo totalmente?Gostaria que o senhor pudesse me mostrar o que eu não consigo ver. Entendo o risco dos PRÉ e PÓS nesse momento. Os PRÉ ao longo de tempo podem perder para inflação e os PÓS da mesma forma se o banco central reduzir a SELIC, mas qual o risco dos t´títulos indexados ao IPCA, tanto os de curto, quanto de médio ou longo prazo?

    • Leandro Ávila 1 de março de 2016 at 22:42 - Reply

      Oi Sócrates. Inclusive no vídeo ele não condena o Tesouro IPCA+. Eles costumam recomendar o Tesouro IPCA para os leitores deles. O risco de investir em título prefixado é fácil de entender. Se a inflação for maior do que os juros do título que você comprou, seu dinheiro perderá poder de compra no futuro. No caso do Tesouro Selic o risco ocorre se o governo deixar os juros baixos enquanto a inflação estiver elevada. Não temos como prever quais decisões o governo tomará com relação a Taxa Selic no futuro. Entre 2012 e 2013 já tivemos juros baixos com inflação elevada e isso colaborou para a situação difícil que vivemos hoje.

      • Felix Beserra 7 de março de 2016 at 23:44 - Reply

        Não consigo entender o que você quer dizer quando diz que, se a inflação for maior que os juros do tesouro IPCA+ o dinheiro perderá poder de compra. Como assim, se o valor investido seria corrigido exatamente pela pelo índice IPCA ( para garantir o poder de compra), e ainda ganharia o percentual pré-fixado? Seguindo esse raciocínio, o Tesouro IPCA+ não seria uma ótima opção de investimento?

        • Leandro Ávila 9 de março de 2016 at 14:16 - Reply

          Oi Felix. Seria corrigido pelo IPCA + juros prefixados. No caso de uma hiperinflação o título iria recuperar a inflação e pagar uma taxa de juros acima da inflação que poderia ser relativamente bem pequena dependendo do tamanho dessa inflação. Ganhar 7% de juros acima de uma inflação de 6% ao ano não te parece mais interessante do que ganhar 7% de juros reais sobre uma inflação de 200% ao ano?

  47. Sandra 1 de março de 2016 at 15:03 - Reply

    Eu devo estar ficando velha também, então. 🙂

  48. Sandro 1 de março de 2016 at 15:06 - Reply

    Como sempre, ótimo artigo! Esclarecedor!
    Parabéns

  49. Guilherme B. Ceolin 1 de março de 2016 at 15:07 - Reply

    Olá Leandro, tudo bem? Ótimo artigo como sempre, bastante didático e bem escrito.

    Tenho 34 anos, sou professor universitário federal (não grevista e não sindicalizado!) e venho me preocupando com minha independência financeira desde 2011 (primeiro ano do Dilma I), quando comecei a me dar conta, por simples dedução lógica aristotélica, que a conta não fecharia do jeito que estava. Passei a estudar e me informar sobre o mercado financeiro e desde que o descobri, seu site é leitura obrigatória. Sei que isso parece um depoimento (é um pouco na verdade), mas é bom contextualizar quem eu sou para perguntar o que gostaria.

    Conheço a casa de research que você cita no artigo e sei que você assina (ou assinou) alguns serviços deles. Sou assinante também e gosto bastante do que leio. Me considero bem informado e cético o suficiente para não cair em armadilhas sentimentais e marketeiras, sei que o contexto atual não é propício para haver um calote hard core ou um confisco com o dos anos 90 (que pegou minha família em cheio, diga-se de passagem).

    Todavia, como investidor em títulos públicos, tenho um pé atrás com algumas coisas que ninguém comenta ou dá pouca importância. Algo chamado auditoria da dívida pública, na figura de uma senhora chamada Maria Lúcia Fattorelli. Devido ao meu trabalho atual, estou exposto diariamente à extremo-esquerdismo míope e bovino e esta senhora que citei já deu as caras aqui na universidade em que trabalho, pregando que a dívida é uma indústria, que é tudo para dar lucro a banqueiros e que não deve ser paga, ou pelo menos, auditada (leia-se caloteada mesmo que parcialmente).

    Vangloria-se, inclusive, de ter auditado a dívida do Equador (reduzindo-a em 70%) e ter sido convidada para auditar a dívida da Grécia. Dois pontos me chamam a atenção:

    1) ela, apesar de ser auditora-fiscal aposentada, ignora, talvez propositadamente, que uma gama imensa de fundos de pensão investe em títulos públicos (como ficariam estes fundos com dívida renegociada?);

    2) quando perguntada sobre o Tesouro Direto, não dá uma resposta direta, desconversando na cara dura e fingindo que isso não existe (só banqueiros malvados investem no Tesouro?);

    O que me deixa um pouco cabreiro é que não acho informação sobre este assunto que não seja em sites de extrema-esquerda ou de sindicatos. Informação isenta e analisada friamente assim como eu encontro no seu blog ou na casa de research polêmica, não encontrei nenhuma. Pode bem ser porque ninguém dá importância, já que ignorar é a melhor estratégia diante de coisas absurdas, mas a ignorância me agonia. Gosto de saber das coisas.

    Sei das consequências de um calote não-inflacionário e não o temo irracionalmente como uma parte da população o teme. Vou segurar meus títulos até o vencimento (que são curtos, até 2020 no máximo) e aumentar minhas posições em IPCA+ para proteger meu patrimônio; porém, o receio, mesmo que pequeno, é de uma reviravolta na eleição de 2018, dando mais poder a nomes aliados a esta senhora auditora, fazendo a dívida pública ser realmente negociada em termos não satisfatórios aos pequenos investidores.

    Você conhece alguma coisa sobre este tema? Já ouviu falar deste “movimento” de auditoria? Será que realmente é muito grito para pouca coisa?

    Obrigado pela atenção e mais uma vez parabéns pelo seu trabalho

    • Leandro Ávila 1 de março de 2016 at 23:24 - Reply

      Ela é apenas uma militante de um partido de extrema esquerda (PSOL) que sonha em se tornar deputada federal para viver as custas dos nossos impostos. Nas eleições de 2014 ela tentou se eleger como deputada federal pelo DF e não conseguiu. O PSOL é um partido que defende abertamente o calote da dívida pública. O programa de governo deles é transformar o Brasil em um país socialista e isso se daria através de uma revolução. Apoiam abertamente e com muito orgulho governantes “revolucionários” como os que existem na Venezuela. Se um dia os eleitores brasileiros elegeram políticos de partidos mais radicais, teremos graves problemas econômicos. Para chegar a estas conclusões basta ler as propostas que existem nos sites deles. Basta ver o que está acontecendo na Venezuela. Eu não queria escrever esse tipo de artigo falando sobre temas que misturam ideologias políticas e economia. Das vezes que tentei o Clube dos Poupadores sofreu inúmeros ataques e inclusive conseguiram deixar o site fora do ar por algum tempo. Por isso estou trabalhando para criar uma comunidade fechada de leitores mais comprometidos. Esses artigos mais polêmicos poderiam ficar nessa área de acesso restrito.

      • Guilherme B. Ceolin 2 de março de 2016 at 14:17 - Reply

        Olá Leandro

        Grato pela sua resposta. Sei como é posicionar-se contra uma certa ideologia, tem que ter muito sangue frio para aguentar. Sua comunidade fechada será muito bem vinda, não deixe de me avisar quando der certo.

        Abraço

  50. Ricardo 1 de março de 2016 at 15:11 - Reply

    Leandro, explanação muito lúcida! Tenho uma dúvida: vc acha que existe a possibilidade da inflação ficar mais alta que a taxa SELIC (da mesma forma que acontece com a poupança), e apenas os investimentos indexados ao IPCA consigam proteger nosso patrimônio?

    • Leandro Ávila 1 de março de 2016 at 23:31 - Reply

      Oi Ricardo. Isso pode acontecer mas não é comum na nossa economia. Quando você olha o histórico da Selic e da inflação pode constatar que ela sempre esteve acima da inflação. O que pode acontecer é uma redução dos juros reais, ou seja, uma diferença menor entre Taxa Selic e inflação caso o governo tente segurar a taxa de juros nos níveis atuais enquanto a inflação dispara. Em países desenvolvidos e ricos é comum a taxa básica deles ser menor do que a inflação. São países com taxa de juros próxima de zero. Nos EUA a taxa de juros está em 0.50% ao ano e a inflação registra 1.40% ao ano. Na Venezuela a taxa de juros é 21.03% e a inflação 180% a ano. São a maior inflação do mundo atualmente. Você pode comparar os países em http://www.tradingeconomics.com/

  51. Antonio 1 de março de 2016 at 15:17 - Reply

    Leandro parabéns pela análise e explicação didática de varios temas técnicos.
    A explicação foi uma verdadeira aula de Economia inclusive com a profundidade e a correlação de varios temas,que são sua marca caracteristica de analise.

  52. Aureliano Bressan 1 de março de 2016 at 15:19 - Reply

    Excelente artigo, Leandro. Parabéns pelo didatismo e transparência na exposição dos mitos da mídia.

  53. Cassio Coelho 1 de março de 2016 at 15:21 - Reply

    Como diria Warren Buffett “Previsões geralmente nos dizem mais sobre quem fez a previsão do que da previsão em si”. Ótimo artigo! Parabens! Acompanho alguns relatórios e recebi esse com certo receio, mas quando prestei bem atenção percebi a intenção real do autor (sem desmerecê-lo). Não tenho pressa para ganhar dinheiro e não tenho medo no que tange meu patrimônio. O amanhã não pertence a nós, por isso sempre será incerto (mas dá para amenizar). Agradeço você e seus posts! Não há dinheiro no mundo que pague o tremendo conhecimento que podemos adquirir aqui. Sinto-me em casa! Com 23 anos meu olhos se abriram para muitas coisas desse mundão financeiro. Abraços

  54. Ilson Zenker 1 de março de 2016 at 15:26 - Reply

    Leandro, se a inflação chega-se digamos, a 30% ao ano, o Tesouro IPCA+, com taxa de imposto de 15%, não passaria a render menos que a inflação?

    • Leandro Ávila 1 de março de 2016 at 23:38 - Reply

      Olá. Fiz uma simulação no tesouro direto para você. Simulei a compra de R$ 10 mil no Tesouro IPCA+ que vende em 15/05/2035. A compra foi feita em 01/03/2016. A taxa era de 7,50% ao ano e o IPCA médio de 30%. O resultado foi uma taxa líquida (já com taxas e IR descontado) de 38%. Os 10 mil se transformariam em 5 milhões já com mais de 800 mil de IR descontados dos juros. . Para quem deseja fazer simulações basta visitar http://www.tesouro.fazenda.gov.br/web/stn/tesouro-direto-calculadora

  55. Fernando Gaspar 1 de março de 2016 at 15:27 - Reply

    Parabéns,leandro rápido e lúcido como sempre. Obrigado

  56. Manoel 1 de março de 2016 at 15:36 - Reply

    Como sempre: esclarecedor!
    Obrigado por compartilhar seu conhecimento conosco.

  57. Arlem 1 de março de 2016 at 15:40 - Reply

    Excelente artigo Leandro, mais uma vez VC está de parabéns, contribuído com a educação financeira da sociedade brasileira.

  58. Felipe Carvalho 1 de março de 2016 at 15:41 - Reply

    ahh esqueci de perguntas..

    O que achou das novas mudanças do FGC??

    Acredita que o fato dessas mudanças terem sido feitas agora é pela perspectiva que muitos investidores no futuro próximo irão precisar da cobertura do fundo?

    Att,

    • Leandro Ávila 1 de março de 2016 at 23:46 - Reply

      Oi Felipe. A mudança foi a retirada da proteção do FGC para instituições como fundos de investimentos, fundos de pensão, seguradoras, entidades de previdência complementar e clubes de investimento. Isso significa que esses fundos terão que ter mais cuidado ao investir ou terá que investir em DPGE que tem uma cobertura especial do FGC de até R$ 20 milhões. A mudança é boa para o pequeno investidor e ruim para os gestores desses fundos e para quem investe em fundos que não tomam o devido cuidado com a gestão de risco.

  59. José Dufek Netto 1 de março de 2016 at 15:44 - Reply

    Caro Leandro,

    Concordo com o seu entendimento. O confisco da poupança e de outros valores aplicados pelos particulares seria um ato de extrema ignorância deste Governo, em um momento em que uma grande parcela da população sequer estão tendo empregos e vivendo com o pouco que tem, muito provavelmente das indenizações trabalhistas que receberam. Vale lembrar o que o Governo Collor fez antes de ruir. A Zélia, então Ministra do Estado, foi trabalhar de babá nos EUA e nunca mais reapareceu no cenário econômico.

    • Leandro Ávila 1 de março de 2016 at 23:49 - Reply

      Pois é José, o governo foi derrubado pouco tempo depois.

  60. arquimedes 1 de março de 2016 at 15:48 - Reply

    Caro Leandro, excelente artigo! Eu que acompanho semanalmente os seus artigos não tenho medo e nem entro nessa “onda”. A receita contra esse mal é se educar financeiramente. Obrigado!

  61. Nereu Battisti 1 de março de 2016 at 15:50 - Reply

    Artigo esclarecedor. Neste Universo de índices e previsões sinuosas, pessoas com bom senso são muito bem vindas… atualmente são a realização de um milagre moral, pouco visto.

  62. Louis 1 de março de 2016 at 15:51 - Reply

    Olá Leandro,
    vendo o caráter (falta de) deste pessoal que governa hoje o país, não me espantaria se tentassem imprimir dólares…
    Com a bagunça que estamos vivendo, e a falta de perspectiva de melhoras, você já pensou em investir e morar fora do país ? Sempre penso nisso, mas creio que investir fora seja muito mais complexo do que investir por aqui.
    Abraço.

    • Leandro Ávila 1 de março de 2016 at 23:59 - Reply

      Oi Louis. Acho que todo investimento que você fizer na sua educação é válida, isso inclui investir no exterior. Não tenho experiência com investimentos no exterior e por isso ainda não comentei muito sobre o assunto aqui.

  63. Eduardo 1 de março de 2016 at 15:57 - Reply

    Parabéns pelo texto, Leandro. Esclarecedor, fácil de entender e, acima de tudo, fiel à realidade da economia brasileira.

  64. Sandro 1 de março de 2016 at 16:03 - Reply

    Parabéns pelo artigo!! muito esclarecedor pois veio de encontro ao entendimento que tinha antes.

  65. Wesley Souza 1 de março de 2016 at 16:07 - Reply

    Leandro,

    Ótimo post em um momento propício, muito esclarecedor para aqueles que ainda tem algum receito em fazer investimentos em títulos público na atual situação do país.

    Parabéns.

  66. Carla 1 de março de 2016 at 16:11 - Reply

    Obrigada, Leandro por mais um artigo excelente! Difícil não ficar tensa com tanta coisa que ando lendo por aí, considerando que a maior parte do dinheiro que estou guardando para a aposentadoria está no TD. Mas vou permacer no que estou fazendo, pois realmente, se esse calote ocorrer, não será um LCA ou CDB que irá te manter a salvo.

    • Leandro Ávila 2 de março de 2016 at 0:01 - Reply

      Oi Carla. Nenhum investimento privado sobreviveria, já que não sobraria nenhum banco privado ou público.

  67. JFS new paradigma 1 de março de 2016 at 16:15 - Reply

    Me desculpe mas citar o Estadão como fonte de informação é desinformação da sua parte, nenhum desses folhetins midiáticos são confiáveis.

    • Leandro Ávila 2 de março de 2016 at 0:07 - Reply

      Olá New Paradigma. O fato da entrevista ser apresentada no Estadão ou em qualquer outro veículo não faz a menor diferença já que a ideia foi expor a opinião dos economistas que fizeram o estudo e que deram uma entrevista para o Estadão. O artigo possui o link para quem desejar ler o estudo completo. Concordar ou não com o estudo é uma opção de cada leitor. A ideia é que cada um tire suas próprias conclusões. Aproveito para deixar um aviso. No seu próximo comentário é importante que você digite o seu nome corretamente. Eu não costumo confiar em quem esconde o próprio nome.

  68. adriana 1 de março de 2016 at 16:21 - Reply

    obrigada Leandro , pelo comentário, essa empresa que vc citou ela conseguiu me enganar uma vez , fazendo um terrorismo absurdo sobre a bolsa de valores, eu comprei a assinatura por um ano e me arrependo sempre de ter caido nesse conto.As analises consistem numa novela recheada de emotividades e alardes com paginas e paginas de historinnhas e no final tem sempre uma nova analise pra vc assinar.
    É pura venda e sinceramente nem leio mais.Passei a me informar melhor e estudar, sendo assim ,deixei de ser o investimento deles e passei a cuidar realmente do meu.

  69. Bruno 1 de março de 2016 at 16:26 - Reply

    Excelente! Texto muito rico.
    Abraços!

  70. Eduardo 1 de março de 2016 at 16:29 - Reply

    Leandro, mais um excelente texto. Parabéns! Mas fiquei com uma duvida quanto ao IPCA+ nesse caso.
    Esse investimento também fica prejudicado em caso de inflação alta nos próximos anos?

    • Leandro Ávila 2 de março de 2016 at 0:09 - Reply

      Oi Eduardo. Veja os comentários anteriores. Coloquei uma simulação e comentei sobre isso.

  71. Davi Uchoa 1 de março de 2016 at 16:30 - Reply

    Nossa, mas que artigo perfeito, esclarecedor. Não sou investidor (ainda), mas sempre que recebo os emails estou aqui lendo e, consequentemente, aprendendo cada vez mais.
    Parabéns Leandro, pela sua iniciativa de passar a informação adiante, não desista nunca aqui do clubedospoupadores.com

  72. winicius alves 1 de março de 2016 at 16:39 - Reply

    ótimo artigo esclarecedor me enquadrei perfeitamente; acho que tenho que estudar mais, a educação financeira e a política como um todo.Obrigado Leandro.

  73. Adriana 1 de março de 2016 at 16:55 - Reply

    Como você é inteligente e estudioso.Fico admirada com seu trabalho.Muito obrigada por ter me ensinado tantas coisas.Pena não ter te conhecido antes,mas ainda não é tarde.Um abraço.

  74. Gregorio 1 de março de 2016 at 16:56 - Reply

    A frase que diz tudo: “O calote da dívida interna é uma solução tão absurda quanto propor a explosão de uma bomba nuclear para exterminar os mosquitos que transmitem a dengue.”

    Nada mais a acrescentar. Muito bom o texto.

    Em tempo: ajudaria muito se o governo/mídia/etc. se referissem a gastos com o INSS como despesas de seguridade social (ou seja, gasto) e não como um plano de “previdência” (=poupança). É um buraco negro que nos engolirá se nada for feito.

  75. Paulo 1 de março de 2016 at 17:01 - Reply

    Bastante esclarecedor. De qualquer forma vou comprar uns 10% de bitcoins só pra garantir ; )

    • Leandro Ávila 2 de março de 2016 at 0:14 - Reply

      Oi Paulo. Eu preciso estudar mais sobre bitcoins. Pelo que já estudei não senti segurança. Preciso estudar mais para formar uma opinião.

  76. maria cristina 1 de março de 2016 at 17:15 - Reply

    Olá Leandro,
    Meus parabéns!! Efetivamente o conteúdo desta página é muito elucidativo e fiquei muito mais a par do que realmente está acontecendo, pois ontem li um depoimento de um Economista que me deixou deveras preocupada. Aliás, foi um comentário no mínimo inconsequente, onde ele afirmou que os Bancos privados
    começariam a quebrar daqui a dois anos.
    Essas notícias se espalham rapidamente e o medo se propaga.
    Muito obrigada pelo seu profissionalismo responsável.
    Um abraço,
    Maria cristina.

    • Leandro Ávila 2 de março de 2016 at 0:16 - Reply

      Oi Maria. Todo ano tem um ou outro banco privado quebrando. Normalmente são bancos pequenos. Nos momentos de crise, olhando o passado, é possível observar um aumento na quantidade de bancos quebrados. Dessa forma nem precisa ser economista para imaginar que um agravamento da crise pode aumentar as dificuldades dos bancos.

  77. Andre Gava 1 de março de 2016 at 17:29 - Reply

    Boa tarde Leandro!
    Realmente, os analistas supracitados usam palavras apelativas para poder vender seus relatórios. Entretanto, exatamente o que você disse, eles também disseram em seus relatórios. O Calote será na forma de impressão de papel moeda causando inflação galopante.

    • Leandro Ávila 2 de março de 2016 at 0:17 - Reply

      Oi Andre, eles falam rapidamente sobre isso. A maior parte do tempo fala sobre calote da dívida e em um momento curto fala que não seria provável.

  78. joel gonçalves 1 de março de 2016 at 17:30 - Reply

    obrigado leandro pelo esclarecimentos eu confesso estava com muito medo isso aconteceu realmente depois de ver o video desses caras que tu menciona ate bloqueei eles do meu imail percebi que realmente eles injeto o terror nas pessoas depois vem vender o peixe deles obrigado valeu

  79. Manoel Jr 1 de março de 2016 at 17:33 - Reply

    Um investimento que não é lucrativo para as instituições financeiras começa a ganhar notoriedade… Não me espanta que, nesse contexto, surjam vídeos que exploram o medo do pequeno investidor.

    Parabéns pelo texto!

  80. Luiz Carlos 1 de março de 2016 at 17:39 - Reply

    Excelente matéria. Parabéns !!

  81. Marcos Arcanjo 1 de março de 2016 at 17:43 - Reply

    ótima análise.

    O video realmente foi feito para produzir um alto impacto e
    direciona o telespectador a chegar a conclusão que a empresa de análise tem a solução para
    proteger o investidor.

    Sendo que se o cenário descrito no video ocorresse dificilmente algum investimento sobreviveria.

    Obrigado

  82. Alcides 1 de março de 2016 at 17:48 - Reply

    Mais uma vez seu artigo vem bem na hora. Como você mesmo escreve um grande problema é que a grande maioria sabe tudo de futebol de BBB, sabe o que esta acontecendo nas novelas no programa do ratinho, Datena e outras porcarias, mas quando tentamos tocar no assunto de educação financeira você sabe o que acontece? Passa a ser o chato, aquele que ninguém quer conversar com você, como você mesmo ensina o saber liberta.
    Meus Parabéns, você um grande Educador.
    Obrigado.

    • Leandro Ávila 2 de março de 2016 at 0:33 - Reply

      Oi Alcides. As pessoas preferem falar sobre o UFC, BBB, Futebol, Novela e a fofoca da vida dos outros. Se você não conhece ou não gosta de acompanhar esses assuntos, fica isolado socialmente. O resultado é essa realidade que estamos vivendo hoje.

  83. Sergio 1 de março de 2016 at 17:54 - Reply

    Excelente artigo. Em um cenário realmente extremo de hiperinflação, nos moldes de 1992/93 o Tesouro IPCA+ ainda seria interessante para proteger o patrimônio?

    • Leandro Ávila 2 de março de 2016 at 0:34 - Reply

      Oi Sérgio. Veja as simulações que fiz em um comentário anterior, coloquei até uma imagem.

  84. Adilson Ferreira 1 de março de 2016 at 17:58 - Reply

    Parabéns Leandro, você está fazendo um bem enorme para as pessoas, eu graças a Deus não me preocupei com isto porque já sabia que se os bancos usam títulos públicos para usar em seus próprios investimentos, estariam entre os primeiros a quebrarem caso houvesse um calote, afinal detém a maior parte dos títulos e com eles ganham dinheiro em cima das pessoas. Eu já tinha visto este vídeo do Calote e não me abalei, sou iniciante em títulos públicos mas seu blog me ajudou muito a abrir minha mente onde creio que acertei até em escolher os títulos corretos pra investir neste tempo de perspectiva alta de inflação, obrigado e parabéns mais uma vez, este artigo é digno de capa de revista de economia.
    Abrçs.

  85. Eronides 1 de março de 2016 at 18:10 - Reply

    Grande Leandro,mais uma vez vc arrasou,eu fui um dos que te enviei um email,depois que esse video começou a crcular na internet e sabia que vc também publicaria um artigo pra falar sobre o assunto de certa forma o Felipe Miranda mecheu com o brio de todos os economistas quando ele disse em uma parte do video que ninguem ainda tinha divulgado o tal calote porque existe um certo tipo de esquema entre governo bancos corretoras e economistas,tipo assim:uma teta onde todos mamam um pouquinho,e iss pra mim é grave pois existe realmente especialistas desonestos que se vendem pra não passar informações corretas,mas existe tambem especialistas honestos que é o seu caso.Parabens por mais uma vez esclarecer seus leitores,sempre digo pra todo mundo,Dr Lair Ribeiro,Otario do Canal do Otario e Leandro Avila,pra mim essas são as tres feras da internet,o Brasl precsa de gente como vcs.

  86. Daniel Bizon 1 de março de 2016 at 18:20 - Reply

    Caro Leandro,

    Mais uma vez não posso deixar de saudá-lo. Educação financeira de qualidade nunca é demais. Artigo lúcido, metódico, organizado e que nos ajuda a rever vários fatos e conceitos importantes. Mais uma vez parabéns e um grande abraço.

  87. Mark 1 de março de 2016 at 18:39 - Reply

    Simplesmente fantástico seu artigo.
    Obrigado.

  88. Jean Pierre 1 de março de 2016 at 18:43 - Reply

    Obrigado Leandro! Estou mais tranquilo, agora posso investir com segurança no tesouro direito para minha aposentadoria e outros projetos. Tenho 21 anos de idade e quero começar a construir meu patrimônio.

    • Leandro Ávila 2 de março de 2016 at 0:39 - Reply

      Oi Jean. Parabéns por ter esse tipo de projeto ainda sendo jovem. Isso vai fazer muita diferença.

  89. Adauto Augusto 1 de março de 2016 at 18:44 - Reply

    Se essa Presidente e seu partido terminarem o mandato só em 2018 com certeza alguma catástrofe econômica vai ocorrer.

    • Leandro Ávila 2 de março de 2016 at 0:40 - Reply

      Oi Adauto. Na verdade é bem difícil prever se o atual governo vai conseguir arrastar o país com a barriga até 2018.

    • Maicon 2 de março de 2016 at 12:51 - Reply

      O pior Adauto é se esse partido continuar no poder depois de 2018.

  90. Thiago Augusto 1 de março de 2016 at 18:49 - Reply

    seguindo este raciocínio, por que o Governo não consegue solucionar a relação entre receitas e despesas? Isto é uma equação de economia doméstica? Se está gastando mais do que arrecada, por que não intervém neste ponto? Acreditam na “mão invisível do intervencionismo” ou deliram achando que o Estado é deles e adiam as mudanças com responsabilidade? Parece que estão brincando…. tanto o executivo quanto o legislativo.

    • Leandro Ávila 2 de março de 2016 at 0:46 - Reply

      Oi Thiago. É uma irresponsabilidade. O governo, a dona de casa, eu, você, ninguém pode gastar mais do que ganha. A conta não fecha. Você pode até fingir que nada está acontecendo no início, mas é impossível esconder por muito tempo. É o básico. O problema é que tem muito político no governo que não acredita que o Estado deva gastar só aquilo que arrecada.

      • brunoalex4 30 de março de 2016 at 16:59 - Reply

        Keynesianismo na veia!!!

  91. Emanuel 1 de março de 2016 at 18:51 - Reply

    Leandro, são artigos como este que me despertam imensa admiração no trabalho que você faz através do Clube dos Poupadores. As explicações embasadas, as diversas fontes e os caminhos para aumentar o nosso conhecimento na área, subsídios essenciais para reflexão e análise correta de cada cenário econômico. Em nome dos leitores receba o nosso “Muito Obrigado”! Forte abraço!

    • Leandro Ávila 2 de março de 2016 at 0:47 - Reply

      Obrigado Emanuel. Faço o que eu gostaria que todos fizessem.

  92. Eduardo 1 de março de 2016 at 18:52 - Reply

    Olá Leandro, mais uma vez, um espetáculo didático. Se um dia você virar professor, será um excelente. Acompanho todos os artigos daqui e assino também o clube empiricus (provavelmente o que você também assina). Eles tem coisas boas, mas é exatamente o que você disse, quem tem alguma bagagem, consegue separar, já quem sabe pouco, sobra confusão e medo. Também não gosto da estratégica de marketing deles, mas não sou dono da empresa para opinar rs. Leio e separo o que presta. Quem não se interessa por economia e só pretende investir sem saber muito, sofre nas mãos dessas pessoas. Fugindo um pouco do assunto, fico maravilhado com as coisas que consigo baixar aqui, dentre pdfs, videos, reportagens, estudos, etc. Gostaria de ter tantas fontes assim, já passo quase todo o meu dia lendo e estudando sobre mercado financeiro e economia, mas sempre quero mais. Posso enviar um email para você qualquer dia perguntando sobre esses materiais?

    Obrigado e parabéns pelo site, o melhor que eu leio até hoje (e olha que eu vou em busca de muitos).

    • Leandro Ávila 2 de março de 2016 at 1:06 - Reply

      Oi Eduardo. Eu não tenho uma fonte especial. Eu leio jornais todos os dias, através das redes sociais sigo economistas, jornalistas de economia, analistas, corretoras, bancos, fóruns abertos, fechados, canais no youtube, facebook, twitter, etc. Meu e-mail está cadastrado em inúmeros blogs e sites sobre economia e finanças. Também recebo conteúdo da Empiricus, de corretoras e bancos. Além disso utilizo muito o Google para fazer pesquisas específicas. Estou sempre recebendo informações vindas de todas as partes. Isso que faço as pessoas já fazem, só que elas acompanham cantores, atrizes, celebridades e jogadores de futebol. Acompanham blogs sobre moda, vídeo-game, passam o dia todo olhando as fotos dos amigos e dos parentes no facebook, instagram e whatsapp. Usam o Youtube para assistir piadas e a internet para baixar filmes piratas.

  93. Dema 1 de março de 2016 at 19:00 - Reply

    Sr Leandro, é possível no ‘Brasil’ a taxa de juros(selic) ficar igual, menor ou levemente maior que a inflação? Pois, se isso ocorrer, a rentabilidade real dos investimentos em R.Fixa, descontando o I.Renda, seria inferior a inflação, ou seja, um tipo de calote.

    • Leandro Ávila 2 de março de 2016 at 1:09 - Reply

      Oi Dema. Já respondi isso em outro comentário. Existem muitos países onde a taxa básica de juros é menor que a inflação. A maioria são em países desenvolvidos onde a taxa de juros está próxima de zero. Entre os países pobres com juros menores que a inflação existem países com governos populistas de esquerda como a Venezuela.

  94. Ewerton 1 de março de 2016 at 19:03 - Reply

    Boa noite Leandro, lamentável esse vídeo e pdf que circulam pela internet sobre o calote da dívida interna, acho bem improvável isso acontecer, até mesmo porque a Venezuela hà 20 anos tenta isso e não consegue ou apenas alardeia para assustar a sua população. Vejo que outros jornais impressos como Estadão e Valor noticiam isso também, mas fazem de modo responsável e sem sensacionalismo. Resta evidente que se algo não for feito logo estaremos com hiperinflação, basta lembrarmos da política econômica de nossos vizinhos. Uma coisa é certa, o calote poderá vir de modo implícito, pela hiperinflação, e todos irão perder, alguns mais outros menos, a palavra é diversificar e tentar não fazer dívidas e nem projetos que envolvam custos enquanto este governo estiver no poder. Agradeço pelo oportunidade de acompanhar seu blog, Abraço.

    • Leandro Ávila 2 de março de 2016 at 1:11 - Reply

      Oi Ewerton. Países que seguem o mesmo modelo econômico político que tentaram implantar no Brasil possuem inflação muito elevada. É o caso da Venezuela e da Argentina. Nenhum declarou calote da dívida interna. A Venezuela até importa dinheiro que ela manda imprimir no exterior.

  95. Elton Dias 1 de março de 2016 at 19:04 - Reply

    Boa noite Leandro! Como sempre os seus artigos são esclarecedores. Muito obrigado por mais este completo artigo!
    Também assino a newsletter da Empiricus e sei que precisamos conhecer melhor para não entrar nessa onda de desespero e de “você foi avisado primeiro”.
    Vi uma entrevista na folha de domingo, com o secretário do Tesouro e matéria falando que alguns economistas resolveram trazer esse risco a tona. Como você disse, considero que já estamos pagando a conta via inflação, disto eu não tenho dúvidas. O que assombra é essa incapacidade deste governo na gestão publica, aliado a corrupção galopante. Este parece ser um ano bem difícil, com muita volatilidade, inflação, e manobras politicas para salvar a pele de gente envolvida na sujeira.
    Quando leio as noticias custo a acreditar que pode haver tantas formas de burlar / protelar a justiça, como no caso de recursos no STF, o presidente da Câmara protelando reuniões e decisões do conselho de ética. Parece brincadeira as vezes, não dá pra aceitar isto. Espero que tenhamos alguma evolução “moral” este ano, já que a econômica será recessão. Enquanto isto, só nos resta fazer a nossa parte, sendo mais conscientes e honestos nos pequenos atos.
    Mais uma vez parabéns! Espero que continue sempre nos privilegiando com seus artigos! Abraço

  96. Lucas Luz 1 de março de 2016 at 19:06 - Reply

    Parabéns pelo artigo! Obrigado mais uma vez!

  97. Elisvânia A. R Santos 1 de março de 2016 at 19:17 - Reply

    Olá Leandro! Tenho uma grande admiração pelo seu trabalho e transparência. Há muitas jogadas de marketing nesta área de educação financeira, que ao invés de ajudar, acabam atrapalhando, embora como você mesmo disse, elas tenham o seu valor, o de chamar a atenção. Gosto do seu estilo didático de apresentar as questões. Mesmo uma pessoa leiga como eu, consegue compreender. Faltam mais iniciativas como esta para ajudar a maioria que ainda vive numa espécie de “Matrix” da economia. Se o próprio governo gasta mais do que ganha, violando a regra primária da educação financeira, imagine o resto! Acredito sempre na evolução positiva. Acho que todos devem ter pelo menos o mínimo de conhecimento sobre o assunto para buscar e exigir mudanças. Sou favorável à educação financeira nas escolas e nas empresas. É uma questão de cidadania, onde todos saem ganhando. Seu trabalho é fundamental. Parabéns! Obrigada!

    • Leandro Ávila 2 de março de 2016 at 1:15 - Reply

      Oi Elisvânia. Exatamente. O governo dá o mau exemplo em todos os sentidos.

  98. Cristina França 1 de março de 2016 at 19:18 - Reply

    Leandro, parabéns por mais um artigo esclarecedor. Você escreveu de uma forma tão cristalina que quase me fez pensar que o melhor mesmo é investir fora do Brasil, pois é mesmo incontestável a incompetência do Estado brasileiro em gerir a poupança da população. Comecei agora a conhecer e a investir no Tesouro Direto e neste momento também estou conhecendo as ações da campanha pela auditoria cidadã da dívida pública. Os gastos com juros e amortizações da dívida pública em 2014 corresponderam a 12 vezes o que foi destinado à educação, 11 vezes aos gastos com saúde, ou mais que o dobro dos gastos com a Previdência Social (dados em http://www.auditoriacidada.org.br/). Talvez antes de atacar os gastos sociais do governo devamos nos inteirar sobre quem são os verdadeiros e maiores beneficiários de parcela significativa do orçamento público federal. Uma coisa é certa a classe média que aplica por meio do Tesouro Direto é uma ínfima parcela. Você tem toda razão quando fala que nos falta muita educação financeira, mas não é só a financeira não, está nos faltando educação política e econômica. O déficit da previdência social é uma falácia. Há estudos que comprovam que se o orçamento da seguridade social fosse executado da forma que a Constituição Federal determina constataríamos uma situação superavitária, a despeito dos dados demográficos que nos indicam uma futura inversão da pirâmide no sistema de financiamento. Para contribuir com a iniciativa de auditoria da dívida pública acesse http://www.auditoriacidada.org.br/derrubaoveto/ .

    • Leandro Ávila 2 de março de 2016 at 1:23 - Reply

      Oi Cristina. O dinheiro que a população investe nos bancos, nos fundos de investimento, planos de previdência, fundos de pensão e até o dinheiro do FGTS é aplicado em títulos públicos. Até o dinheiro que você paga no seu plano de saúde e no seguro do seu carro ficam aplicados em títulos públicos. Todas estas instituições financeiras investem o seu dinheiro, o meu dinheiro, o dinheiro de toda a sociedade em títulos públicos. É uma bobagem transferir a culpa pela dívida para quem empresta dinheiro. Imagine se um parente que é desregrado, não poupa, gasta tudo que ganha, fica devendo, desperdiça dinheiro e depois vai até você pedir dinheiro emprestado. Ele pega o dinheiro que você emprestou e continua vivendo uma vida desregrada. Quando você resolve cobra os juros da dívida esse parente resolve culpar você por toda a desgraça financeira que ele vive. Ele resolve não pagar a dívida e culpa você por não ter dinheiro para comer, pagar a escola dos filhos, etc. Isso parece coerente? Até o dinheiro que você deixa parado na sua conta corrente de um dia para o outro acaba nos cofres do governo. Muito cuidado com esses sites patrocinados por partidos políticos socialistas que defendem calote da dívida pública.

  99. André 1 de março de 2016 at 19:26 - Reply

    Parei de assinar as newsletters dessa empresa há muito tempo. Busco na internet informações mais isentas e sensatas.Os caras são craques em desinformação e quando alguma previsão dá certo, eles se gabam do êxito que porventura obtiveram, enfim.

    Com relação ao Tesouro IPCA+ 2019, percebi hoje que a precificação foi bem mais baixa da que vinha sendo praticada há alguns dias atrás. Estão oferecendo hoje IPCA + 6,12%. Algo ocorreu para termos esse movimento?

    Um abraço!

    • Leandro Ávila 2 de março de 2016 at 1:26 - Reply

      Oi André. Juros de curto prazo menores e juros de longo prazo maiores (como acontece agora) significa que o mercado acredita que a situação vai piorar no futuro e por isso exigem juros maiores no futuro. Mostra uma percepção de risco. Acredito que as taxas para títulos de curto prazo deva cair e os de longo prazo deva aumentar se a crise continuar se agravando. Os investidores vão preferir correr menos risco optando pelos papéis de curto prazo.

  100. Rodrigo 1 de março de 2016 at 19:30 - Reply

    Boa Noite Leandro.

    Sou um leitor recente das análises da Empiricus, pois como aprendi aqui mesmo em seu blog devemos buscar a maior fonte possível sobre temas relacionados ao nosso dia a dia, sejam eles financeiros, políticos etc.

    Admito que caso eu não tivesse uma base recém formada de aprendizado que adquiri aqui no Clube dos Poupadores tbm estaria visualizando o fim do mundo, podendo até entrar em desespero e tomar decisões erradas levado pela emoção. A questão financeira é um ponto muito sensível de nossas vidas e precisamos ter equilíbrio, saber filtrar todas as opiniões e não agir sobre impulso e isso vc ensina da melhor forma possível. Assim que li o relatório do calote imaginei que teríamos algo mais fiel a nossa realidade por aqui e acredito que esses opostos são essenciais para nossa formação.

    Não condeno a forma de trabalho de outros educadores financeiros, nem análises como a possibilidade do calote, mas enquanto a ideia central de alguns deles é em vender produtos o seu é compartilhar e ensinar e isso faz a diferença. Obrigado!

  101. Adriana 1 de março de 2016 at 19:36 - Reply

    ola Leandro!Uma pergunta qdo compro um titulo publico do tesouro devo deixar anotado o valor da taxa no momento da compra?Para quando o vencimento do titulo chegar eu poder conferir?

  102. Kleber 1 de março de 2016 at 19:50 - Reply

    Obrigado Leandro, pelo excelente trabalho muito esclarecedor, eu divulgo seu site a todos que conheço pois é realmente de qualidade.

  103. Felipe 1 de março de 2016 at 20:06 - Reply

    Leandro,
    Tendo a ficar cada vez mais incrédulo com a rentabilidade “real” oferecida no Brasil.
    Os principais fatores:

    95% da dívida é justamente interna. É muito mais fácil dar o calote via inflação na gente do que na dívida externa.

    A inflação real, que é comentada por muitos leitores de muitos dos seus posts, que dá sempre a impressão de ser maior que a inflação oficial. Vejo você falando que cada pessoa tem seu padrão de consumo, sua própria inflação, etc. Mas pouquíssimas coisas que comparo desde o início do real não se tornaram o dobro da inflação oficial. Mais raríssimas ainda as que ficaram menor que a inflação oficial.

    Poupar continua sendo muito importante e provavelmente a única das salvações para nossa aposentadoria, mas não consigo me iludir com os efeitos dos juros reais que o Brasil oferece. Parece que para uma análise otimista, o máximo que devo levar em consideração no longo prazo é a manutenção do meu poder de compra poupado. E não o efeito multiplicador caso houvesse juros reais.

    • Leandro Ávila 2 de março de 2016 at 1:55 - Reply

      Oi Felipe. Em países como EUA onde os juros anuais são de 0,50% e a inflação é de 1,4% ao ano, renda fixa perde o sentido. É por isso que a população investe tanto na bolsa de valores nos EUA. As pessoas precisam ser sócias de empresas (através da bolsa) ou precisam abrir suas próprias empresas. Não existem muitas opções de ganhar dinheiro sem correr riscos (como existe no Brasil). Deve ser por isso que 18% dos títulos públicos emitidos pelo governo brasileiros estão com investidores estrangeiros. Aqui ainda existem juros reais em investimentos de baixo risco.

  104. Osvaldo 1 de março de 2016 at 20:20 - Reply

    Prezado Leandro, não tenho palavras para agradecer o tempo que você despende para nos educar de graça. Muito obrigado meu amigo. Você não tem ideia do valor disso na vida de tanta gente.
    Obrigado, eu te agradeço de coração.
    Osvaldo

  105. Helcio 1 de março de 2016 at 20:26 - Reply

    Grato pelo artigo. Já expressei meu sentimento pela empresa de marketing agressivo em questão. A questão não é só o marketing, é a maledicência. Naturalmente teremos uma involução do que tivemos desde o plano Real, ou seja, títulos cada vez mais curtos, mais pós-fixados com rolagem mais custosa. Péssimo para o país. Antes disso teríamos ainda como opções venda de patrimônio público e mesmo o uso de reservas para baixar o montante da dívida. Mas claro, o que interessa é a estrutura da dívida, ou seja, os mecanismos tributários e fiscais que gerariam superávits futuros. E modificar isso só com mudanças políticas e reformas sérias.

  106. Heric Ramos 1 de março de 2016 at 20:59 - Reply

    Muito bom, Leandro!
    Como sempre, excelente artigo!
    Esclarecedor e sem nenhuma pretenção de vender algum produto.
    Parabéns pelo trabalho que vem desenvolvendo! Muito obrigado!

  107. Eduardo Darui 1 de março de 2016 at 21:05 - Reply

    Meu Muito Obrigado Leandro!!!!!
    Acompanhando e aprendendo muito mais sobre Educação FInanceira aqui contigo!!
    Vlwww

  108. Elaine 1 de março de 2016 at 21:09 - Reply

    Obrigada pelo texto. Estou iniciando os estudos sobre investimentos e assustei-me com este artigo da Empiricus, apesar de ter entendido a forma de calote de que eles estavam falando. Uma coisa é verdade, esse tipo de abordagem impressiona pessoas como eu, que não tem conhecimento, afinal, eu fiquei bem tentada a comprar o plano de Renda Fixa deles, o que me impediu foi o alto valor (12 x R$ 389,00). O que me impede hoje de atuar na renda fixa é o temor com as agências de investimentos, nunca trabalhei com este tipo de empresa, fico bem temerosa. Estou tomando um prejuízo feio na poupança, mas o medo ainda é grande.

    • Leandro Ávila 2 de março de 2016 at 2:13 - Reply

      Oi Elaine. Tente pesquisar no seu próprio banco se não existem produtos com rentabilidade maior que a poupança. É bem provável que exista e você manterá seu dinheiro onde você ainda se sente segura. Só em diversificar já será um grande passo.

  109. Ewerton Cunha 1 de março de 2016 at 21:13 - Reply

    Boa noite.
    Em primeiro lugar quero lhe agradecer por compartilhar seu conhecimento conosco de forma gratuita e sem apelação, o que é muito importante.
    Sempre fico ansioso por seu artigos, pois só aumenta a minha segurança e confiabilidade na hora de investir já que me sinto no caminho certo.
    Desde que conheci seu trabalho e comecei a seguir as dicas consegui realizar belas aplicações, e ao ler seu artigo hoje me deu ainda mais vontade de investir em titulo público,. porque sei que vou lucrar mais ainda com a ignorância aleia.
    A você fica o meu muito obrigado.

  110. Leonardo 1 de março de 2016 at 21:24 - Reply

    Ótimo artículo! Muito bom! Esses caras metem medo mesmo. Uma pena porque são ótimos analistas, eu assinei os relatórios deles, mais infelizmente a medida que passa o tempo estão mais interessados em vender, descuidando os leitores. Continue assim amigo agradeço muito seu trabalho. Abraço.

  111. Ricardo 1 de março de 2016 at 21:30 - Reply

    Leandro,

    Ótimo texto!
    Obrigado por estar ao nosso lado nesse momento de crise e incertezas, sendo uma luz no meio da escuridão e podridão desse país!

    Posso te pedir um favor?
    Poderia fazer um post tirando dúvidas sobre TD, LCI, LCA e ações com objetivo de declarar o imposto de renda?

    abraço

    • Leandro Ávila 2 de março de 2016 at 2:16 - Reply

      Oi Ricardo. Os bancos e as próprias corretoras produzem muito conteúdo nessa época do ano com informações sobre como declarar. Algumas até criam apostilas sobre o assunto. Posso pesquisar e reunir todos esses conteúdos.

  112. Emília 1 de março de 2016 at 22:33 - Reply

    Leandro, mais uma vez obrigada por repassar seus conhecimentos e contribuir com a formação da minha liberdade financeira.

  113. Rafael Cruz 1 de março de 2016 at 22:43 - Reply

    Leandro, excelente artigo. Bem esclarecedor e didático.

    Gostaria de saber sua opinião sobre essa tese de doutorado, embora ache que tem um forte teor político:

    http://www.intersindicalcentral.com.br/em-tese-de-doutorado-pesquisadora-denuncia-a-farsa-da-crise-da-previdencia-no-brasil-forjada-pelo-governo-com-apoio-da-imprensa/

    • Leandro Ávila 2 de março de 2016 at 3:38 - Reply

      Oi Rafael. O Estado é o pior administrador de recursos que existe. Ela começa o texto dizendo que acredita que o Estado, com todos os seus políticos e servidores públicos comprometidos com o bem-estar social, devem assumir o papel de desenvolver o país economicamente e distribuir renda para criar um país justo. Ela entende o Estado e as pessoas que trabalham nele como seres de elevado nível moral e ético que acordam todos os dias pensando no coletivo e não nos interesses individuais. Quando fala do mercado, reclama que todos só pensam em seus interesses individuais. Eu acredito que as pessoas devem aprender a cuidar do próprio dinheiro e dos recursos da própria aposentadoria. O INSS é uma grande aberração. Uma forma de fazer bilhões de reais produzidos com muito trabalho de cada cidadão passar por dentro do sistema ineficiente do governo. O mesmo vale para o FGTS e todos os mecanismos impostos para fazer o dinheiro circular dentro do governo com a desculpa de que somente o governo e seus exemplares políticos e funcionários públicos, comprometidos com o coletivo, saberão tomar as melhores decisões para promover igualdade, bem-estar e justiça social.

      • Fernando 2 de março de 2016 at 13:47 - Reply

        É só olhar a fonte. Pessoal, tentem encontrar os interesses que estão por trás do que vocês leem.

        Isso vale tanto para sites tendenciosos como esses de sindicatos e até pro polo oposto. Num artigo, um leitor perguntou pro Leandro sobre alguém que disse que bitcoins eram o que havia de mais seguro no mercado. Esse alguém não citou nenhum tipo de risco, sequer fez alguma análise de investimento, mas indicava bitcoins por pura questão ideológica. Obs: não estou dizendo que bitcoins são bons ou ruins, mas certamente não é o que há de ‘mais seguro’.

  114. Edilanio 1 de março de 2016 at 22:53 - Reply

    Leandro, como sempre, um excelente artigo. Me tirou muitas dúvidas. Mas, como quando a gente esta estudando, é comum aparecerem novas duvidas, eu gostaria de saber qual sua opiniao sobre abrir uma conta numa corretora fora do Brasil e investir em empresas como a coca- cola, google, ibm. O que acha?

    • Leandro Ávila 2 de março de 2016 at 3:40 - Reply

      Oi Edilanio, como falei eu não tenho experiência em investimentos no exterior. Acredito que se você sabe investir, todo investimento é bom. Se você não sabe, todo investimento é ruim. Nos EUA, como os juros são menores que a inflação, as pessoas precisam buscar empresas que estão crescendo e pagando dividendos, ou precisam abrir seus negócios.

  115. Cesar Felipe 1 de março de 2016 at 22:59 - Reply

    Mais uma vez, excelente. Obrigado pelos esclarecimentos, Leandro!

  116. RAFAEL GARCIA 1 de março de 2016 at 23:03 - Reply

    Parabéns, Fico feliz de ler um conteúdo tão bem escrito e com intenção de informação dos leitores. Venho lendo seus artigos ultimamente e é o site que mais tem contribuído para meu aprendizado em educação financeira.

  117. Holanda Junior 1 de março de 2016 at 23:09 - Reply

    Muito bom artigo, Leandro. Achei bacana a sua abordagem, principalmente por dar ouvidos aos leitores e esclarecer. Inclusive, esse vinha sendo alguns dos assuntos que eu queria entender melhor devido ao receio, como você comentou. Acompanho sempre seus artigos e parabéns pelo excelente trabalho!

  118. Herberson Miranda 1 de março de 2016 at 23:28 - Reply

    Finalmente um pouco de lucidez, vi tanta gente comentando o relatório e era cada groselha que eu lia sobre isso.

    Excelente texto Leandro!

  119. Anselmo 2 de março de 2016 at 7:03 - Reply

    Olá Leandro. Mais uma vez um excelente artigo. Desviando um pouco o assunto para Títulos Publicos, eu procurei um tema que não sei se é o interesse de outros mas queria muito saber sua opinião referente á aquisição de ouro. Será que algum dia você pode abordar sobre esse tema? Mais uma vez obrigado (em breve compartilharei também nos depoimentos)

    • Leandro Ávila 2 de março de 2016 at 10:46 - Reply

      Oi Anselmo. Devo escrever sobre ouro no futuro. Obrigado!

  120. Charles 2 de março de 2016 at 8:59 - Reply

    Caro Leandro Ávila, sempre leio seus artigos e gostaria de lhe agradecer por todas as informações que você tem nos passado em seus magníficos textos com muita propriedade.

  121. Carlos Alberto 2 de março de 2016 at 9:30 - Reply

    Bom dia Sr. Leandro,
    Todos estes comentários do video com melhores economistas,são uma aula mais que realista e relata uma situação imutavel,a décadas.A educação passa pela simplicidade, das ações de todos da casa ao trabalho.Honestidade e vigilância do dinheiro aos atos.
    Hoje lí uma matéria dos bisnetos da Rainha Inglesa,em que seus descentes estão na escola,aprendendo sem muita tecnologia,ou seja racionalidade antes e depois ferramentas.
    obrigado
    Carlos

  122. Rodrigo 2 de março de 2016 at 10:09 - Reply

    Belíssimo artigo, Leandro!
    Textos como este me fazem crer que você se tornou uma das principais referências em finanças para os brasileiros nos últimos anos. Faço questão de adquirir os teus e-books como forma de gratidão pelos teus ensinamentos.

    • Leandro Ávila 2 de março de 2016 at 10:57 - Reply

      Oi Rodrigo. Muito obrigado por sua palavras e pelo apoio.

  123. Gabriel Valente 2 de março de 2016 at 10:28 - Reply

    Professor Leandro, muito obrigado por mais um texto esclarecedor! Gosto muito de ler também os comentários e suas respostas. Sonho com um senado e uma câmara de deputados e vereadores iguais aos da Suécia! Mas acredito que o Brasil nunca conseguirá este feito. Estamos a MIL anos luz de tal realidade! Enquanto isso nossos governantes populistas destroem a nação. A falta de educação (escolar mesmo) já dá para ser sentida na rua, no comércio, no banco, na internet, no trabalho…. nas crianças.

    Mauricio Macri, o Brasil é logo aqui!!!
    Que Deus tenha misericórdia da nossa nação.
    Abraço!

  124. Danilo 2 de março de 2016 at 11:17 - Reply

    Parabéns por mais um artigo fantástico, Leandro!

    Eu tenho duas dúvidas:

    1 – As taxas do IPCA+2019 estão em 6,13% no momento enquanto que IPCA+ 2024 está em 6,98%. Seria um erro eu comprar um título IPCA+ 2024 e antecipar a venda desse título para 2019 tendo em vista que passados dois anos com o título o IR seria de 15%?

    2 – A tendência do dólar ainda é de alta para o segundo semestre mesmo com uma queda da essa semana ?

    Muito obrigado. Sem palavras para descrever o seu trabalho!

    • Leandro Ávila 2 de março de 2016 at 19:42 - Reply

      Oi Danilo. Eu evito fazer avaliação ou recomendações de investimento. O ideal é que você faça simulações para verificar se existe vantagem em antecipar ou não. Aqui no Clube tenho artigos que falam sobre o Tesouro IPCA+ com detalhes, incluindo planilhas e simulações. Visite a opção “aulas” no menu superior e depois “Tesouro Direto”. O preço do dólar flutua livremente e sofre interferências dos acontecimentos diários. Muitos justificam a queda com a prisão do marqueteiro que ajudou a eleger a presidente. Todo tipo de acontecimento político ou econômico, interno ou externo podem influenciar o dólar para cima ou para baixo nos próximos dias, meses e anos. É importante que você tenha muita clareza sobre isso, pois não adianta perguntar para as pessoas o que elas acham do dólar.

  125. Neto 2 de março de 2016 at 12:09 - Reply

    Leandro, meus parabéns novamente pelo excelente post.
    Minha Dúvida : Qual sua opinião, neste cenário de hiperinflação, supondo que o governo ainda abaixe a selic, corroborando para um aumento inflacionário; de a taxa de juros dos TIPCA 35 subir ?
    A questão é : Supondo eu estar comprado em TIPCA 35 a taxa de 7,50 %, Corre-se o riso neste cenário de caos inflacionário, de a taxa ir para as alturas ? Levando-se em consideração O Beta Brasil, ou seja risco Brasil?
    Obrigado novamente

    • Leandro Ávila 2 de março de 2016 at 20:50 - Reply

      Oi Neto. Já vi especialista falando que o Tesouro IPCA+ de prazos longos poderiam atingir picos até 8%, caso ocorra um choque de pessimismo. O fato é que ninguém pode afirmar qual será o comportamento das taxas no futuro. Você terá taxas menores se a expectativa for de melhora da economia no longo prazo. Se as expectativa forem de piora no futuro as taxas futuras ficam elevadas. Qualquer previsão na atual situação é um mero chute. Cada semana que passa temos novos acontecimentos políticos e econômicos.

  126. Lucas Santos 2 de março de 2016 at 12:50 - Reply

    Olá Leandro, gostaria de reiterar o que todos os nossos amigos já mencionaram sobre você e seu trabalho, sua iniciativa com o clube dos poupadores é excelente, um oásis de esclarecimento financeiro em meio a este enorme “Saara” de desinformação, corrupção e conflitos de interesses de todos os lados, quero elogiar também sua nobre índole como pessoa, em esforçar-se muito para tornar esse conhecimento acessível ao maior número de pessoas possível de maneira gratuita, seu caráter em apegar-se à ética profissional ao invés de ceder aos interesses comerciais das grandes instituições financeiras visando lucro pessoal é sem dúvida inspirador e muito louvável.

    Confesso que estou “atordoado” com a quantidade de informações sobre o tema “calote” nos últimos dias, eu sinceramente concordo contigo, não acho que o governo chegue a esse ponto cataclismico, porém ainda existe muita dispersão de conteúdo e opiniões circulando, e estas provenientes de pessoas qualificadas, umas acreditando no pior cenário, outras ainda persistindo em enxergar uma luz no fim do túnel, essa instabilidade geral nos deixa inseguros sem dúvida, eu não sou exceção.

    Enfim, concordo contigo, acredito que a chave de nossa libertação seja o conhecimento, eu preciso aprimorar meus conhecimentos sobre o funcionamento da economia como um todo, e também aprimorar-me em matemática financeira, quais livros, cursos, vídeos você sugere nessas áreas Leandro?
    poderia me indicar um livro que explique o funcionamento da economia brasileira especificamente?, que possua uma linguagem fácil assim como os artigos que você escreve ?

    Novamente agradeço por seu excelente trabalho!

    • Leandro Ávila 2 de março de 2016 at 20:58 - Reply

      Oi Lucas. Essa falta de previsibilidade é o que caracteriza uma crise. Esse atordoamento é o sintoma da crise. Se todos tivessem a mesma visão de futuro, a crise estaria resolvida. Eu não saberia indicar um livro para leigos que pudesse resolver essa questão. Livros de economia são escritos de economistas para economistas. Eu sempre faço um enorme esforço de tradução do economês para o português, do financês para o português. Acho que é por este motivo que o número de visitas no site não para de crescer. Aqui no site, na opção de “buscas” que existe na parte superior, você pode fazer buscas sobre política fiscal, política monetária, já existem muitos artigos onde tento traduzir essas questões.

  127. Maicon 2 de março de 2016 at 12:59 - Reply

    Lendo os textos posteriores da Empiricus ficou claro que quando eles falam em “Calote” se referem à hiperinflação. Até porque “Calote” é uma palavra muito mais atrativa. Quando li o primeiro relatório não havia compreendido a jogada de marketing deles.

    • Leandro Ávila 2 de março de 2016 at 20:59 - Reply

      Oi Maicon, eles falam de inflação, mas o marketing é focado no calote.

  128. Eduardo 2 de março de 2016 at 13:13 - Reply

    Boa tarde Leandro, na verdade eu tenho uma preocupação de como podemos manter nosso poder de compra em um cenário de hiperinflação ? Pelo que vejo de todos os economistas praticamente é irreal pensar que não teremos hiperinflação em curto espaço de tempo .

    Ok, seguindo neste cenário, como poderia proteger meu patrimônio ? Eu entendo que o investimento em renda fixa que poderia proteger de alguma forma seria somente o Tesouro Direto IPCA +juros, por que digo isso, pois entendo que a Taxa Selic e o CDI não iriam acompanhar esta subida, estou correto ? Pois se o país tem problemas em pagar suas dívidas, nunca iriam aumentar ainda mais os juros para pagar mais dívidas e a inflação como poderia não ser controlada mesmo pela alta dos juros, deixariam sangrar!

    Neste ponto que comentei acima, estaria de acordo ou não ? Em adição, neste cenário o real deveria se desvalorizar muito, um aplicação em moeda estrangeira seria algo a se pensar ? Se sim , você teria algum direcionamento de onde pesquisar e estudar sobre investimentos internacionais ?

    Leio seu blog a pouco tempo e já colhi muitas informações relevantes aqui, obrigado!!

    • Leandro Ávila 3 de março de 2016 at 1:32 - Reply

      Oi Eduardo. Para classificar como hiperinflação a taxa anual precisa ser muito elevada, alguns economistas falam em taxas acima de 50% para ser classificada como hiperinflação. Para que você tenha ideia, países em guerra como Urânia e Síria possuem taxas de 40% e 38%. A Venezuela está com 180% ao ano. A previsão mais pessimista de todas que já li até agora fala em 20% de inflação se tudo de pior acontecer. Se com 10% ao ano o país está parado e governo está com credibilidade zero, não creio que o governo conseguiria se manter no poder com a inflação atingindo 20%. Quando o governo FHC controlou a inflação ela baixou de 916,43% ao ano (uns 80% ao mês) para 40% ao ano. Com 40% ao ano o país comemorava já que anos antes a inflação era de 2.477,15% ao ano. Em 2002, ano das eleições onde o Lula venceu a inflação era de 12,53% ao ano e a Taxa Selic chegou a bater 26,50% nos primeiros meses de governo dele. O que podemos fazer é olhar o passado. O futuro eu não sei prever ainda. Não sabemos o que pode acontecer com esse governo até 2018, não sabemos se vai cair ou se vão empurrar com a barriga. Não sabemos quem será eleito em 2018 e que decisões sobre a economia irão tomar. Por isso seria um chute tentar prever dólar e taxas de juros no futuro.

      • Eduardo 4 de março de 2016 at 13:17 - Reply

        Oi Leandro, muito obrigado pelo retorno, mas então neste caso podemos ter uma inflação elevada acompanhada de juros altos ? Estou perguntando, pois realmente me preocupou perder o poder de compra com o passar dos anos, mesmo poupando algum dinheiro mensal.

        Em um cenário de alta de inflação, a desvalorização da moeda seria inevitável ?

        Abs e Obrigado …

        • Leandro Ávila 5 de março de 2016 at 13:40 - Reply

          Oi Eduardo. No tempo do FHC a inflação era elevada, mas os juros eram elevados também. O grande problema é que não sabemos quem serão os ministros da Fazenda do futuro. Não sabemos quais serão os presidentes no futuro e a cada 4 anos podemos ter presidentes novos com equipes econômicas novas. A crise que vivemos hoje foi resultado do trabalho de uma presidente e de economistas que tomaram decisões equivocadas. No mundo dos economistas existem várias vertentes, várias maneiras de pensar sobre economia, várias formas de resolver o mesmo problema.

  129. Walter Aquino 2 de março de 2016 at 13:25 - Reply

    Leandro, a cada dia que passa sou mais seu fã … Tenho muito ainda a aprender ! Obrigado por esclarecer as coisas e tentar botar um fim no video “terrorista” da Empiricus!

  130. Carlos Pala 2 de março de 2016 at 13:47 - Reply

    Excelente artigo, aliás, como sempre. Sou assinante da Empiricus mas faço coro com outros colegas que comentaram sobre o excesso de informações, muitas vezes contraditórias, que eles divulgam. No meu caso, eles estão “me perdendo”, já que estou deixando de renovar diversos relatórios. Por outro lado, minhas maiores vitórias financeiras sao no Tesouro Direto e LCI/LCA, sem nenhuma interferência/influencia/recomendaçao deles.

  131. Joanatan 2 de março de 2016 at 14:09 - Reply

    Olá professor.
    Além de,O Brasil deu certo?e agora?,
    O Senhor pode recomendar alguns documentários, pra podermos acompanhar na Netflix ou YouTube?

    • Leandro Ávila 3 de março de 2016 at 1:37 - Reply

      Oi Joanatan, não sei se existem outros documentários sobre economia no Netflix.

  132. Loenardo Azevedo 2 de março de 2016 at 14:46 - Reply

    Boa tarde Laandro! pode me dar uma opinião…lá vai: Pois bem, pensando em ganhar e proteger meus investimentos, numa situação de possíveis 25% de inflação…(eu acredito que vai chegar a isso até 2018, mole mole) tenho receio de manter meus investimentos nas letras (LCA e LCI). Meu receio é o governo simplesmente na canetada não eleve a selic (deixando os títulos a ela atrelados em péssima situação) mesmo com uma grande inflação… OU seja, pra onde correr? o mais obvio é TD ipca + 2019. Ok, isso á entendi…mas o que vc acha dos títulos privados atrelados à inflação. por exemplo, semana passada na easy tinha LCI da barigui com IGPM + 6,15. Da pra confiar na subida da selic, na medida que a inflação aumente? os gráficos até 2015 apontam a selic acompanhando a subida do IPCA e IGPM, mas não da pra confiar muito no futuro do governo PT… títulos privados atrelados a inflação são uma opção? ou fico só no TD ipca+? da pra acreditar que a selic vai seguir subindo, caso a inflação dispare?…

    • Leandro Ávila 3 de março de 2016 at 1:46 - Reply

      Oi Loenardo. Se você acredita em inflação de 25% isso significa que você acredita em uma forte deterioração da economia, ou seja, iremos mergulhar ainda mais no fundo do poço. Com uma inflação de 25% a população e as empresas vão começar a passar dificuldades para pagar o que devem. No caso das famílias terão que escolher entre comer ou pagar seus empréstimos e financiamentos. Como você imagina que ficará a saúde financeira dos pequenos bancos que oferecem CDB, LCI e LCA para poderem emprestar este dinheiro para empresas e famílias? Será que seria prudente investir em bancos pequenos quando você acredita que a coisa vai piorar ainda mais? Não dá para confiar em nada que venha do atual governo, pois as decisões erradas deles nos jogou na crise onde estamos. É muito difícil, para não dizer quase impossível prever o que pode acontecer com a taxa Selic nos próximos 2 anos, pois nem mesmo sabemos se o governo vai conseguir empurrar tudo com a barriga até 2018 ou se cairá no meio do caminho. Deixo para os analistas o triste trabalho que é prever alguma coisa sobre o futuro.

      • Loenardo Azevedo 3 de março de 2016 at 9:34 - Reply

        obrigado Leandro!
        olha, sem dúvidas aqui é a melhor fonte de informações financeiras que temos no brasil!
        Tenho indicado pra todos o site, em fila de banco, no trabalho, pra parentes, etc…
        é um trabalho INESTIMÁVEL! MIL VEZES PARABÉNS!

  133. Marcelo 2 de março de 2016 at 16:22 - Reply

    Boa tarde, Leandro! Eu fui um dos que te mandaram e-mail perguntando sobre o relatório da Empiricus. Obrigado pelos esclarecimentos! Um abraço!

  134. Sergio 2 de março de 2016 at 18:05 - Reply

    Prezado Leandro,
    Tenho cadastro nesta consultora independente de investimentos para fins de recebimento de conteúdos gratuitos e confesso que realmente fiquei assustado com este alarme acerca da hipótese de calote dos títulos públicos,pois foi enfatizado que nenhum pais se sustenta com uma série de anos de déficit primário.Também é verdade o que vc disse que isso nos obriga a sair da zona de conforto e buscar estudar mais,buscar informações.Este último conteúdo finalmente deu fim as minhas incertezas e também sito um outro educador, o Bruno Seabra que também publicou neste últimos dias um artigo semelhante,bastante esclarecedor.Na minha visão a saída para o governo seria a não insistência em continuar aumentando as taxas de juros,sendo conivente com a inflação.Fazendo isso ele próprio se encarregará de reduzir seu endividamento,isso é o que muitos já estão considerando como sendo um calote disfarçado.A saída para que isso não venha a acontecer se é que já está em vigor,seria as reformas anti-populistas,mas para um governo sem credibilidade,visando salvar a sua própria pele acho difícil em um curto e médio prazo.A saída é estar pronto para viver tempos difíceis.

    • Leandro Ávila 3 de março de 2016 at 1:58 - Reply

      Oi Sergio. Muito de todos os problemas que estamos enfrentando é essa falta de credibilidade. Estamos em uma avião sem pilotos. Por isso o desespero é grande. Não tem ninguém no comando.

  135. DRN 2 de março de 2016 at 19:09 - Reply

    Leandro, desculpe-me mas seu artigo trata a hiperinflação como se fosse pouca coisa. Parece que você não viveu a década de 80.,, PESSOAS PASSARAM FOME!!! Grande coisa o governo não dar calote na dívida interna se minha moeda virar pó e eu ter de carregar um carrinho para comprar meia dúzia de pães na padaria.

    • Leandro Ávila 3 de março de 2016 at 2:02 - Reply

      Oi DRN. Eu lembro o que era hiperinflação e não conheço nenhum economista prevendo hiperinflação. Como disse em outro comentário apesar de não existir uma taxa como regra para classificar como hiperinflação, existem economistas que falam que seria hiperinflação uma taxa acima de 50% ao ano. Quando o governo FHC controlou a inflação ele baixou a taxa de mais de 900% ao ano para 40% ao ano e todos comemoraram. Ainda não tem ninguém prevendo inflação na casa dos 900% ao ano.

  136. janio 2 de março de 2016 at 19:10 - Reply

    Dúvida – se a inflação estiver em 60% e juro 7% no tesouro ipca , penso que nesse caso estaria perdendo dinheiro devido ao imposto de renda ; tenho um ganho de 67% , ipca + juros – aplicando imposto de renda de 20%, seria descontar desse ganho 13,4%, logo ganharia 53,6% , que é menor do que a inflação de 60%.
    Portanto estaria perdendo 6,4%— É isso?

  137. janio 2 de março de 2016 at 19:18 - Reply

    seguindo o racíocínio acima, se a inflação chegar a mais ou menos 19,5% , com tesouro ipca com 7% de juro, já não tenho ganho algum, ao pagar imp renda de 20%.

  138. Ricardo 2 de março de 2016 at 19:27 - Reply

    Oi Leandro,
    Não critico a Empiricus. O produto deles é vender informações e eles já concluíram que precisa chamar um pouco a atenção para o produto que é vendido. Veja bem: há muito tempo aqui no Clube as pessoas perguntam e você explica sobre “Calote dos Títulos Públicos”. O assunto não é novidade, mas o povo só dá bola quando alguém chega e dá uma chacoalhada boa!

  139. Jakson G Chamone 3 de março de 2016 at 5:33 - Reply

    – Leandro seus comentários são esclarecedores continue assim que cada vez você terá mais adeptos, A suas orientações tem ajuda em muito pessoas leigas como eu.
    – Minha duvida e o seguinte tenho varias ações da Petrobras e Vale inclusive do FGTS neste momento vale a pena retirar ou melhor aguardar uma outra ocasião tenho desejo de investir nas letras do TD.
    – Um abraço e continue assim

    • Leandro Ávila 3 de março de 2016 at 14:05 - Reply

      Oi Jakson. Não tenho como responder esse tipo de pergunta. O que você pediu foi uma recomendação do que fazer com o seu dinheiro. Eu não tenho meios de afirmar com certeza absoluta se Petrobras e Vale irão valorizar no futuro ou desvalorizar. Uma recomendação que sempre faço é estudar e se preparar antes de fazer qualquer investimento. Para investir em ações é importante aprender mais sobre como avaliar as empresas que você está comprando. Nunca comprar movido por emoções, ou comprar pelo fato dos outros estarem comprando ou por pessoas como eu ter recomendado ou não a compra. Isso significa que a pior de todas as coisas é sempre perguntar para os outros o que você deve fazer com o seu próprio dinheiro. O meu trabalho como educador é convencer as pessoas de que elas precisam parar de fazer isso com urgência. A solução é a educação. Ela que vai eliminar essa dependência da opinião dos outros.

  140. Fernando Moreno 3 de março de 2016 at 8:19 - Reply

    Bom dia, Leandro. Parabéns pelo ótimo texto. O que acontece geralmente em um cenário de hiperinflação com o preço e liquidez dos imóveis? Na Venezuela, por exemplo, os imóveis acabaram se desvalorizando frente à inflação?

    • Leandro Ávila 3 de março de 2016 at 14:13 - Reply

      Oi Fernando. Na Venezuela quem determina o preço dos imóveis não são seus proprietários, nem as leis de oferta e procura. Existe um órgão do governo que diz quanto você deve cobrar pelo seu imóvel. Também existem leis que obrigam as pessoas a venderem seus imóveis se estiverem alugados ou vazios (fonte). E ainda tem gente que apoia e vota em partidos políticos brasileiros que apoiam esse tipo de governo. No Brasil, antes dessa super valorização, que foi provocada pelo governo, o preço dos imóveis seguiam a inflação. Agora os preços pararam de subir em muitas regiões e a inflação está fazendo o trabalho de desvalorizar os imóveis que tiveram altas injustificadas. Já a renda dos aluguéis é reajustada pelo IGP-M.

  141. Rodrigo 3 de março de 2016 at 8:54 - Reply

    Desde que passei a me interessar por finanças e economia, em Dezembro de 2014, anoto todos os meus gastos diários através de um aplicativo, e prefiro calcular ” a minha inflação ” e fica fácil constatar a elevação dos preços em TODOS os itens a partir 20% até 50% entre jan15-dez15.

    Desse modo prefiro a triste verdade de inflação real de no mínimo 20% do que aceitar os índices ” oficias “, quem vai as compras percebe que essa inflação de 10,7% é pura fantasia, e mesmo trocando as marcas dos produtos nota-se como gastamos muito mais com menos ítens nas compras ao decorrer do último ano.

    • Leandro Ávila 3 de março de 2016 at 14:15 - Reply

      Oi Rodrigo. A inflação medida pelo IPCA é uma média. Eles consideram muitos preços. Se aumenta o preço do metrô e a sua cidade não tem metrô, não importa, isso entra no IPCA. Por isso cada pessoa, cada família tem sua própria inflação. Por meio da possibilidade de mudar hábitos de consumo, mudar de marcas, mudar de lojas e trocar produtos você pode interferir na sua inflação pessoal.

  142. Alexandre Neves 3 de março de 2016 at 10:17 - Reply

    Prezado Leandro Ávila, bom dia.

    Meus sinceros parabéns pelo excelente trabalho realizado no CLUBE DOS POUPADORES.

    Gostaria de saber se o Clube dos Poupadores poderia publicar um “post” a respeito do tema abordado pelo vídeo “Sistema da dívida no Brasil e seus impactos sociais”, disponível no YOUTUBE, uma vez que tal tema é de extrema relevância para a economia de nosso país, inclusive com potencial bem nocivo para a população brasileira.

    Cordialmente,

    Alexandre Neves.

  143. Fabiano 3 de março de 2016 at 10:19 - Reply

    Em primeiro lugar, gostaria de parabenizá-lo pelo esclarecedor artigo, que vem, em boa hora, acalmar o pequeno investidor nesse momento tão conturbado da economia brasileira. Depreende-se da leitura que o calote é extremamente improvável. Contudo, você acha mais factível que, em vez de aplicar um calote no sentido puro da expressão, o Governo, por exemplo, suspenda, ainda que momentaneamente, a possibilidade de resgate antecipado de títulos públicos? Em outras palavras, aquele investidor que aplica, por exemplo, em LFT, com fins de formar uma reserva de emergência – e que, por conta disso, pode se ver compelido a resgatar o título antes do vencimento – tem motivos para ficar receoso?

    • Leandro Ávila 3 de março de 2016 at 14:20 - Reply

      Oi Fabiano, eu acredito que não. O que pode acontecer e já está acontecendo é o Tesouro Direto criar títulos com vencimentos mais longos. Já existiram títulos Tesouro Selic com vencimento mais curto. Hoje só existe Tesouro Selic 2021. Recentemente criaram o Tesouro Prefixado 2023. Para o governo é vantajoso oferecer títulos longos. Para o investidor é mais vantajoso investir em títulos de prazo curto quando este investidor considera que o longo prazo é mais arriscado que o curto prazo, pois no longo prazo existe uma dificuldade de prever como estará a situação econômica e política.

  144. Marcelo 3 de março de 2016 at 11:53 - Reply

    Boa tarde Leandro,

    Compro mensalmente o IPCA+ 2024 com fim de bancar a faculdade do meu filho. No entanto este mês ainda não o fiz devido a uma queda na taxa paga pelo governo. Hoje as 11h45 o título IPCA 2024 está pagando o IPCA+6,91%, O que leva essa variação nas taxas dos títulos indexados ao IPCA? Como saber o melhor momento para comprar esses títulos? Na minha última compra consegui IPCA+7,51%.
    Mais uma vez parabéns pelo trabalho.

    • Leandro Ávila 3 de março de 2016 at 14:23 - Reply

      Oi Marcelo. Recentemente estamos vendo o dólar caindo, a bolsa subindo e os juros de prazo mais curto caindo. Isso começou depois da prisão do marqueteiro que ajudou a eleger a atual presidente. Sempre que existe uma perspectiva de melhora, as taxas de juros (que remuneram o risco do investidor) ficam menos pressionadas. Para a sociedade atualmente a melhor se materializaria com a troca de governo.

  145. Uilson 3 de março de 2016 at 19:48 - Reply

    Olá Leandro, se Deus quiser esse governo cai antes 2018, via lava jato, que se puxa uma pena sai uma galinha ou TSE ou congressso
    O que deve acontecer com os IPCA 2019 e 2024 que tenho rende mais ou menos, com uma possivel saida desse governo.
    Grato

    • Leandro Ávila 4 de março de 2016 at 19:20 - Reply

      Oi Uilson. Seu Tesouro IPCA+ vai continuar rendendo IPCA + Juros fixos que você aceitou quando comprou o título se você esperar até o vencimento.

  146. Lourival Santos 3 de março de 2016 at 19:53 - Reply

    Leandro, meu amigo, construí a base da casa, agora desejo começar a subir as paredes. Já fiz o que vocês chamam de COLCHÃO DE LIQUIDEZ, uma aplicação em CDB, referente a 01 ano de salário, num dos 05 maiores bancos do Brasil, com rendimento diário e uma taxa de 9,6 do CDI. Sei que não é lá essas coisas, perde feio para os títulos públicos, inclusive o atrelado à SELIC, e para vários CDBs de bancos menores. Mas estou apenas começando. Com o tempo, esse colchão será constituído de títulos SELIC. Como disse, agora é hora de subir as paredes, fazer os melhores investimentos. Devido à crise, não me sinto à vontade de começar os meus principais investimentos em bancos médios ou pequenos. Desejo iniciar no TESOURO DIRETO, com o IPCA + JUROS, depois investir também no PREFIXADO
    ( antiga LTN). Mas eu sou um pequeno investidor, só posso investir algo em torno de R$ 1.500,00 por mês. A minha dúvida é: Faço os meus investimentos por mês ou trimestrais,? A minha vontade é de fazê-los todo mês, religiosamente, mas fico pensando se, em razão do valor da TED( R$ 14,00 no meu banco), não seria melhor deixar esses R$ 1500,00 na caderneta de poupança até totalizar R$ 4.500,00 e só então fazer o investimento.

    Um abraço.,

    • Leandro Ávila 4 de março de 2016 at 19:23 - Reply

      Oi Lourival. É uma questão matemática. Simule como seria se você gastasse R$ 14,00 por mês e simule se gastasse R$ 14,00 a cada trimestre durante 1 ano. Compare com a rentabilidade que você terá.

    • Marcos Arcanjo 9 de março de 2016 at 22:28 - Reply

      Verifique também a possibilidade de abrir uma conta digital, sei q Itaú (iconta) e BB (conta BB digital) possuem.
      Nessa modalidade de conta corrente você teen doc e Ted ilimitados.
      Únicas limitações é nao possuírem cheque e priorizarem atendimento online ou caixa eletrônico.

  147. Gilmar Moschen 3 de março de 2016 at 21:11 - Reply

    Redundância dizer ótimo texto quando elaborado pelo Leandro, mas não custa repetir: Parabéns.
    Eu nem me dei o trabalho de assistir o vídeo da Empicus só pelo título utilizado: Calote. É verdade que no ano 2014 eles tiveram ousadia maior na divulgação de previsões que muita gente sabia, mas até a analista chefe do Santander foi demitida por fazer relatório prevendo o caos da economia. Um amigo meu assinou mensalidade deles e o site apresentava comentários do Ricardo Amorim que algumas vezes fazia comentários em direção oposta as previsões dos relatórios da própria Empiricus ,deixando os e clientes sem rumo.
    Outra balela que tenho lido por ai em sites e blog e de até de formadores de opinião graúda é que É o Fim do Capitalismo em menos de 10 anos, Os BCs não suportarão grandes países do mundo (uns 20) que estão com a taxa de juros negativa. E que isso prova que o sistema capitalista não é perfeito e que está chegando ao fim. Cara nunca li tanta bobagem de quem deveria dar exemplo. Esta história de acabar com o capitalismo vem desde que foi criado ha quase 1000 anos. Na faculdade de economia aprendi que não existe sistema econômico perfeito e estudando análise econômica/social aprendi que o Capitalismo é o melhor. Mas não é preciso fazer faculdade de economia para saber disto. Basta apenas ler um “bom” livro de história.

    • Leandro Ávila 4 de março de 2016 at 19:33 - Reply

      Oi Gilmar. O problema é que o Capitalismo não funciona direito quando o Estado interfere no mercado da maneira que está sendo feito. Temos grandes empresas que patrocinam governos, políticos populistas, partidos políticos e tiram proveito disso. O Estado regula os mercados de tal maneira que somente as “Empresas Amigas do Governo” conseguem crescer e prosperar. As ações do Estado na economia geram enormes desequilíbrios que se transformam em grandes bolhas que precisam estourar para que essas distorções sejam corrigidas. Eu acredito que esse modelo onde políticos e burocratas tentam interferir na economia é que não funciona. Eu sinceramente não acredito que políticos e seus amigos são competentes para esse tipo de interferência, pois sempre existe interesses pessoais em jogo. A sociedade deveria ser mais livre para investir e empreender. Empresas ruins não deveriam ser protegidas pelo Estado, elas deveriam falir. Já boas empresas deveriam prosperar sem o Estado atrapalhar seu crescimento. Se a concorrência fosse estimulada em todos os setores, as boas empresas sobreviveriam, os empreendedores mais competentes iriam prosperar, não os empreendedores amigos do governo. Tudo isso ainda será revisto. Existe um descontentamento mundial com relação aos políticos e ao papel do governo. As pessoas já estão percebendo e perdendo a paciência.

  148. Jakson G Chamone 4 de março de 2016 at 2:40 - Reply

    Leandro mais uma vez parabéns pela suas colocações somente uma pessoa do bem que tem a coragem ser tão claro em suas explicações, muito fácil de entender principalmente para mim que sou leigo no assunto.
    – Tenho uma duvida que estou com ela desde o inicio que acompanho seus ensinamentos. tenho ações da Petrobras FGTS, e fora também e da Vale, a mais de 6 anos, então hoje a minha perda e acentuada, agora seria o momento de retirar e aplicar no Tesouro Direto?
    – Aguardo o retorno, um abraço e que Deus continue a lhe proteger.

    • Leandro Ávila 4 de março de 2016 at 19:38 - Reply

      Oi Jakson. Eu não tenho como responder a sua pergunta. Se eu pudesse prever o futuro e soubesse com 100% de certeza que o preço das ações da Vale e da Petrobras iriam despencar, eu teria uma resposta certa. Se tivesse certeza que elas iriam subir nos próximos anos, também teria uma resposta. O problema é que não sei o que pode acontecer com estas ações.

  149. Fabricio Gil 4 de março de 2016 at 8:35 - Reply

    Obrigado Leandro, eu fui um dos ” muitos que mandaram emails “, e como já venho acompanhando seu site e estudando suas dicas há pelo menos uns 2 anos, já tinha percebido que a intenção do artigo era vender assinaturas do boletim; porém ainda tinha ficodo intrigado com as opções dadas pelo artigo: lucrar no Brasil com as maiores taxas de juros do mundo e agora com maiores riscos tb? Ou comecar a alocar recursos em investimentos em moeda estrangeira fora do país?
    Ainda preciso estudar muito mais, mas minha impressão é que esse momento de tirar seu recursos do Brasil ainda não chegou e se chegar realmente será o “fim do Brasil” …kkk
    Novamente queria agradecer por contar com sua opinião e dicas, que estão me tornando cada vez mais educado financeiramente! !

    • Leandro Ávila 5 de março de 2016 at 13:37 - Reply

      Oi Fabrício. Se você considerar que 18% dos títulos públicos que o Brasil possui emitidos estão nas mãos de investidores internacionais. São grandes investidores, não são pequenos como nós.

  150. Marcelo 4 de março de 2016 at 14:13 - Reply

    Boa tarde Leandro,

    Na sua opinião, o momento é para se ter cautela nas compras dos títulos indexados ao IPCA? Qual sua visão e expectativa para curto e médio prazo sobre os títulos públicos?

    • Leandro Ávila 5 de março de 2016 at 13:45 - Reply

      Oi Marcelo. Para mim expectativas são como chutar o que irá acontecer no futuro. Eu acho que taxas entre 6 e 7% acima da inflação oficial são taxas elevadas quando você compara com a realidade de outros países. Nos EUA e em diversos países da Europa a taxa básica de juros deles é menor do que a inflação, ou seja, você perde poder de compra quando investe em títulos da dívida pública desses países. No Brasil existem esses títulos que garantem rentabilidade acima do índice oficial de inflação. O problema é sempre prever o futuro. Posso estar escrevendo esse comentário hoje e dentro da alguns meses ocorrer uma mudança brusca no governo, como a queda da presidente. Em 2018 teremos eleições. Ninguém sabe quem irá ganhar as eleições e como serão as medidas econômicas.

  151. vanessa 4 de março de 2016 at 16:15 - Reply

    Oi Leandro. Estou começando a estudar sobre educação financeira agora, comecei pelo tesouro direto que considero mais simples e agora estou procurando entender mais sobre todos os tipos de investimento.
    Pode explicar como funciona o COE? Ou informar a pagina do blog que fala sobre isso?
    Obrigada
    Parabéns pelo seu trabalho.

    • Leandro Ávila 5 de março de 2016 at 13:45 - Reply

      Oi Vanessa. Eu ainda não tenho artigos sobre COE. Devo escrever sobre o assunto no futuro.

  152. Ricardo Marques 6 de março de 2016 at 10:18 - Reply

    Olá Leandro! Excelente trabalho. Sinceramente, voce é o cara!
    Retirando o zoom sobre os detalhes da crise brasileira e analisando lá de cima (como se fosse no google Earth em modo satèlite, quando se ve o globo, os outros continentes e tal) pode-se notar que este país seria um bom local para prosperar economicamente. Vamos pensar nos grandes fatores complicadores para o desenvolvimento da economia. Nao nos envolvemos em guerras internacionais há muitos anos, temos um clima favorável para a produçao de alimentos, para o turismo, temos água, minerais, recursos para produçao de energia. A populaçao jà saiu daquele estágio de analfabetismo limitante. Entao, por que nao evoluímos?! Gestao! Privada e pública. Sobre a má gestao da vida privada de cada um, creio que milhares de vezes voce já escreveu que a soluçao passa basicamente por melhor educaçao e uma dose de empenho. Pior ainda me parece a gestao da coisa pública. E aí poderíamos ficar horas escrevendo. Em síntese, sobre os políticos, despreparo técnico, interesse no auto-benefício, desonestidade. Sobre o sistema político falido, clientelismo, visao a curto prazo, dependencia de setores da sociedade. Sem mudar as pessoas que fazem a política e a forma como a política funciona o nosso país nao mudará. Imagino que daqui a 100 anos estarao na internet nossos netos e bisnetos escrevendo sobre os juros, a previdencia, o PIB fraco, o politico X que foi descoberto com contas no exterior, a reeleicao do político Y, as desigualdades sociais, a defesa dos direitos adquiridos dos empregados da categoria Z… Tudo igual, mudam os personagens, os planos economicos… Precisamos de mudança, nao acha? Qual a sua opiniao sobre o Partido Novo?

    • Leandro Ávila 9 de março de 2016 at 13:58 - Reply

      Oi Ricardo. Sem mudar a mentalidade de cada brasileiro, o país não vai mudar. Precisa ser um por um. Sobre o partido novo. É um partido que prega um Estado focado nas suas atribuições principais, ou seja, você concentra recursos e energia naquelas áreas onde o Estado é fundamental para o funcionamento da sociedade. Com mais foco fica mais difícil roubar, desviar e superfaturar. Um Estado mais focado é mais fácil de administrar, controlar, vigiar. Precisamos de um Estado que faz melhor gastando menos. O grande problema é que um Estado menor, mais focado nas áreas realmente importantes, que gasta menos e trabalha mais vai contra os interesses de todos os políticos, de muitos servidores públicos e de muitos empresários que vivem dos desperdícios do Estado.

  153. Rodrigo 6 de março de 2016 at 21:23 - Reply

    Oi Leandro, sou seu leitor antigo, doador deste site e já comprei seus e-books, para acalmar mais ainda leitores que estão com medo do calote dos títulos públicos deixo um link interessante sobre segurança no Tesouro Direto, http://exame.abril.com.br/seu-dinheiro/noticias/voce-ainda-poe-a-mao-no-fogo-pelo-tesouro-direto

    Abraço.

  154. William 6 de março de 2016 at 22:56 - Reply

    Olá Leandro, muito obrigado pelo artigo foi muito esclarecedor.
    Mas eu gostaria, se você me permitisse fazer alguns questionamentos. No vídeo do Estadão (um vídeo MUITO bom por sinal, ele destrói vários ideias pré concebidas que eu tinha, tal qual a forma como foi feita a isenção nos últimos anos e como a má gestão é tão cruel quanto a corrupção) eles citam bastante a questão da Previdência, por motivos óbvios: a Previdência é um dos grandes vilões dos gastos do governo. Não quero entrar nas discussões sobre o que pode/deve ser feito, eu já vi um artigo seu falando nisso e os próprios economistas dos vídeo dá a opinião deles, agora achei estranho que a Previdência é um grande vilão, mas não é o único. A divida publica é o maior vilão e o mais obscuro deles. Por isso, estranhei um comentário acima sobre a ‘Auditoria da Divida’ como se isso fosse ruim. Aqui aprendemos que antes de mais nada precisamos não ter dividas para conseguir poupar e posteriormente investimos, então não entendo porque o fato de descobrirmos o que é e de onde vem a divida publica pode ser considerado algum ruim (ou partidário), já que é o que qualquer um faz quando está com dividas altas. Entendo que a escolha do que fazem com informações da auditoria são sim perigosas casos sejam feitas de má fé ou com politicagem. Diante disso, achei na internet esse relatório da CPI da Divida Publica de 2010, não tive tempo de lê tudo, mas acho interessante as entrevista e as visões sobre a divida (estou lendo um trecho da entrevista do Professor Bresser Pereira, Ministro na decada de 80, e é engraçado (e triste ao mesmo tempo) como em 2010 as pessoas tinham uma visão tão positiva sobre o futuro).

    É uma pena que seja um texto tão grande, se não eu pediria uma opinião sua sobre tudo que foi tratado nele.

    Agradeço a paciência !! abs

    LINK do Relatorio da CPI:

    • Leandro Ávila 9 de março de 2016 at 14:12 - Reply

      Oi William. O vilão é o Estado administrado por políticos que não respeitam a lei de responsabilidade fiscal, ou seja, políticos populistas que gastam mais do que arrecadam e jogam a conta para o bolso da sociedade. Quando o Governo não consegue retirar da população (através dos impostos) todo o dinheiro que ele precisa para poder desperdiçar, superfaturar, desviar e roubar ele emite títulos públicos para cobrir os rombos. Quem compra esses títulos é a sociedade através dos bancos, fundos de investimento, fundos de pensão, tesouro direto, etc. Já escrevi um artigo mostrando quem é que compra títulos públicos. Os políticos de extrema-esquerda que defendem o calote da dívida (utilizando o nome “auditoria da dívida”) não defendem a necessidade de auditar, caçar e prender políticos que permitem o desvio de dinheiro público. Não falam nada sobre auditar o BNDES que distribui dinheiro público para empresas amigas de governantes corruptos cobrando taxas de juros abaixo da inflação. Eles também não falam nada sobre os rombos nos fundos de pensão de milhares de brasileiros e os prejuízos que estão quebrando diversas empresas estatais. Quando aparece alguém pretendendo políticos e empresários que apoiam políticos corruptos, eles reclamam da polícia, da justiça e dos juízes.

  155. Gustavo 7 de março de 2016 at 13:54 - Reply

    Olá Leandro mais um artigo excelente para sua coleção !

    Com essa inflação alta muitas pessoas não conseguem pagar seus financiamento e devolvem apartamentos e casas , seria o momento para aproveitar os leilões de imoveis e investir?

    • Leandro Ávila 9 de março de 2016 at 14:13 - Reply

      Oi Gustavo. Leilões oferecem ótimas oportunidades. Você só precisa se preparar, estudar e entender como eles funcionam antes de se aventurar.

  156. Paulo 8 de março de 2016 at 21:05 - Reply

    Olá Leandro, pra quem gosta de acompanhar a variação do TD também, pedi pra um amigo fazer uma ferramenta pra isso.

    http://www.mastertag.com.br/bolsa/

    Pode dar uma olhada, o pessoal que gosta também de investir em TD, irão gostar.
    Parabéns pelo blog, acompanho sempre.

  157. M. 9 de março de 2016 at 0:58 - Reply

    Olá Leandro tudo bem?

    Acabei de começar a poupar e fui falar com o meu gerente(eu pretendo colocar uns 300 reais mensais na poupança/tesouro direto) só que o meu gerente disse que devo acumular um patrimonio maior para investir no tesouro direto e ter uma rentabilidade melhor e que se eu investisse no tesouro direto o governo poderia confiscar o meu dinheiro.Ja na poupança do Banco ele disse que era mais seguro, não entendi direto o que ele quiz dizer,por isso queria saber apesar de ter lido o seu artigo acima e outros que você ja publicou.O quanto disso que ele falou é verdade e se realmente nem o tesouro e nem a poupança esta valendo a pena com valores de investimento baixo.por conta da economia que o desgoverno vem fazendo.

    Att.

    • Leandro Ávila 9 de março de 2016 at 14:21 - Reply

      Oi M. Se o seu gerente disse que ao investir em Tesouro Direto o governo pode confiscar seu dinheiro e que investindo na Poupança você está protegido, eu recomendo que você troque de gerente ou pare de conversar com ele. Ele abusou da sua ignorância, mentiu para induzir você a fazer aquilo que ele gostaria que você fizesse. Não confie mais neste gerente e dedique mais tempo estudando sobre investimentos para nunca mais pedir opinião para ele e nem para nenhum outro funcionário do banco.

  158. Neia Oliveira 9 de março de 2016 at 8:27 - Reply

    Bom dia Leandro, há tempos leio seus posts, apesar de não está na ativa , voltei a me dedicar aos estudos para investir em mim profissionalmente e mudei meus hábitos sobre consumismo. Invisto agora em livros ou cursos para voltar ao mercado de trabalho e assim poder acumular um patrimônio. Suas palavras me impulsionaram e me tiraram da zona de conforto, sei que a caminhada só está começando, mas graças a Deus temos um mestre como vc. Obrigada!!!

  159. Paulo Sales 9 de março de 2016 at 9:23 - Reply

    Excelente artigo, muito obrigado por essas preciosas informações.

  160. CLEBER HOLANDA JUNIOR 9 de março de 2016 at 22:01 - Reply

    Olá Leandro,

    Agradecer, elogiar sua postura e altruísmo é “como chover no molhado”.
    Mas ainda assim, parabéns pelos ensinamentos .

    Lendo suas recomendações, estou preparando meu “colchão” de liquidez, que segundo entendi deve girar em torno de 6 -12 meses dos gastos mensais. Qual sua opinião desse colchão ser em moedas estrangeiras. Afinal se for LTF, essa aplicação seria marcada a mercado, podendo valorizar ou desvalorizar e ainda incidiria IR. Estou ciente do risco de se ter USD em casa, pode ser roubado. Mas como tipo de Reserva emergencial é valida?

    Grande abraço.

    PS: desculpe-me, se esse não for o canal correto.

    • Leandro Ávila 16 de março de 2016 at 14:07 - Reply

      Oi Cleber. Se você tem despesas em moeda estrangeira, então uma parte deve ser em moeda estrangeira. Vamos imaginar que você compre o dólar por R$ 4,00. Agora imagine que no momento que você for precisar do dinheiro ele esteja cotado em R$ 3,60. Você terá um grande prejuízo. Renda variável não funciona como reserva para emergência. No momento que você mais precisa do dinheiro pode não ser favorável.

  161. Marcos Arcanjo 9 de março de 2016 at 22:48 - Reply

    UFA, cheguei ao final da leitura de mais esses comentários.
    Esse artigo também teve muitos, valeu a pena a leitura.
    Conheci novas fontes de informação e percebi o quanto a educação pode fazer a diferença em nossa percepção de risco e consequentemente em nossas decisões
    Parabéns pela dedicação em nos iluminar em nossas trajetórias.

    👏👏👏👏

  162. fernando 10 de março de 2016 at 11:24 - Reply

    Se a inflação aumentar muito, a grande maioria dos investimentos no TD passaria a ser em títulos IPCA +juros. Isso não tornaria difícil resolver o problema da dívida pública, já que o governo continuaria a pagar juros mais inflação?

    • Leandro Ávila 16 de março de 2016 at 14:13 - Reply

      Oi Fernando. Inflação elevada aumenta a arrecadação do governo. Se o governo cobra um percentual de tudo que compramos e se todas as coisas que compramos ficam mais caras, a arrecadação dele tende a aumentar também.

  163. Fernando 10 de março de 2016 at 23:00 - Reply

    Adorei o seu artigo, me ajuda numa coisa aqui, agora as taxas estão baixando, principalmente os do ipca, o que vc aconselha? sempre ir comprando em qualquer taxa ou esperar alguma taxa mais atrativa?

    • Leandro Ávila 16 de março de 2016 at 14:14 - Reply

      Oi Fernando. Estamos passando por uma crise política e econômica muito grave. A cada acontecimento o dólar, a bolsa e os juros sofrem fortes variações. É uma situação fora do normal, as vezes uma diferença de dias faz as taxas sofrerem grandes variações.

  164. Lucas 12 de março de 2016 at 19:57 - Reply

    Leandro,
    Também sou assinante da Empiricus e mandei um email questionando sobre a recomendação por compra de ações em uma assinatura e, na outra, falando sobre colapso mundial pior que o de 2008. Na resposta veio um bla bla bla que sinceramente não convenceu. É como você falou: temos que estudar para separar o joio do trigo, pois as recomendações da bolsa tem sido boas, investi em uma ação há poucos meses com valor irrisório mas mesmo assim estou tendo retorno e me preparando para aplicar mais.
    Abraço/

    • Leandro Ávila 16 de março de 2016 at 14:14 - Reply

      Exatamente Lucas, é importante investir na sua educação para separar o joio do trigo.

  165. Lucas Santos 14 de março de 2016 at 15:21 - Reply

    Show, mestre!!! Obrigado pela excelente aula de economia.. verdadeiramente seus artigos são excelentes…

    Bom, sou Lucas Santos do Blog Carteira inteligente e tenho acompanhado de perto os teus artigos.
    Também falo sobre finanças e me preocupo bastante em passar as melhores informações para dar suporte a população que não tem e não teve acesso a educação financeira..

    Forte abraço,

  166. Pedro 16 de março de 2016 at 10:13 - Reply

    Leandro, muito bom artigo. Grato pela sua dedicação para esclarecimento e educação. Se pudermos contribuir de alguma forma com o site, sei que muitos aqui farão com prazer.

    Abs,
    Pedro

  167. Fernando 17 de março de 2016 at 15:22 - Reply

    mas vc não respondeu, o que vc aconselha a fazer??? esperar a estabilizar? ou comprar ipca em qualquer tempo mesmo??? está tendo muita variação nas taxas, e agora tende a cair, compro ou espero elas empre altas? acima de ou igual a 7,5%??? ou acha legal comprar em 6,5? ou em qualquer tempo msm os NTNB Princ fixado perante o ipca.

    • Leandro Ávila 30 de março de 2016 at 8:02 - Reply

      Oi Fernando. Eu não faço recomendação ou aconselhamento com relação a investimentos. O que eu recomendo é que você estude o funcionamento do Tesouro IPCA. Se você fizer isso verá que na média esse titulo oferece uma taxa 6% acima da inflação. Dessa forma, uma taxa de 7% acima da inflação está acima da média. Aqui no Clube temos vários artigos sobre Tesouro IPCA, incluindo artigos mais complexos sobre precificação. Vale a pena estudar.

  168. Tiago Machado 17 de março de 2016 at 22:30 - Reply

    Boa noite Leandro, estava lendo seu artigo e me surgiu uma duvida. Um outro analista estava explicando sobre a “Gangorra” nos juros do Tesouro IPCA. Segundo ele se a Selic cai, a taxa oferecida pelo IPCA também cai, aí o preço do papel sofre um reajuste para refletir a nova taxa, sendo um reajuste para cima, ou seja, resumindo, se a Selic diminui ganha-se uma maior rentabilidade no Tesouro IPCA, isto está certo?

    • Leandro Ávila 30 de março de 2016 at 8:04 - Reply

      Oi Tiago. Quando a taxa do Tesouro IPCA cai o preço do título sobe. Se você tinha esse título comprado com taxa maior antes da queda isso significa que se o seu objetivo era vender o título antecipadamente ele estará com um preço de venda elevado. Leia esse artigo aqui.

  169. joel 23 de março de 2016 at 20:13 - Reply

    Olá,
    Cara, deixa eu te fazer uma pergunta: Cada dia estão falando mais e mais sobre a revisão dos juros que são pagos da dívida pública, a conhecida auditoria. Isso teria um impacto em LCI e CDB ou apenas em Títulos Públicos, caso viesse a se concretizar?

    Abraços,
    Joel Soares

    • Leandro Ávila 30 de março de 2016 at 8:10 - Reply

      Oi Joel. Essa auditoria é uma “pregação para leigos” relacionada ao calote da dívida pública de uma pessoa que faz parte de um partido de extrema-esquerda que sonha ser eleita como deputada federal. Se um dia um partido desse tipo chegar no poder e propor o calote da dívida pública teremos uma crise econômica tão grave que provavelmente a nossa moeda perderá o seu valor completamente. Até quem tem dinheiro embaixo do colchão não terá mais nada no dia seguinte após o calote da dívida. Eu acho muito difícil que os brasileiros coloquem um partido de extrema-esquerda no poder nas próximas décadas depois dessa crise que estamos vivendo pelas pedaladas, crimes de corrupção e crimes de responsabilidade fiscal.

  170. joao 30 de março de 2016 at 0:50 - Reply

    oi leandro, tenho 700.000 em LCI na caixa economica federal, Com todo esse falatorio de calote e etc estou muito preocupado. devo resgatar o quanto antes para evitar um prejuizo maior?

    • Leandro Ávila 30 de março de 2016 at 8:11 - Reply

      Oi João. Eu acho que você deve dedicar mais tempo para se educar financeiramente. Só assim você correrá menos risco de tomar decisões movido por falatórios e boatos. Aqui no Clube dos Poupadores existe uma área só de recomendações de cursos e livros.

  171. João Talarico 30 de março de 2016 at 19:35 - Reply

    Olá Leandro, sensacional seu post!
    Há tempos penso em investir na minha aposentadoria, e não e de agora que não acredito do sistema do INSS e afins. Em abril estou de mudança do Brasil com minha esposa, planejamos isso desde quando aqui estava em alta, antes da Lava Jato aparecer.

    Minha duvida é:

    – Consta em alguns artigos que, após a declaração de saída definitiva do país na receita, não se pode mais investir no Tesouro Direto. Correto?

    – O dinheiro que aqui já possuo, posso investir antes da tal declaração? A declaração de saída só será feita no ano de 2017 ou 2018. O que for convertido em reais até lá, posso investir normalmente também no TD?

    – Após a declaração, o que aconteceria com o investimento, caso já tivesse investido no TD esse ano e fizesse a declaração em 2018?

    Espero não ter sido muito repetitivo.

    Obrigado e Parabéns mais uma vez!

    • Leandro Ávila 1 de abril de 2016 at 11:40 - Reply

      Oi João, eu sinceramente não tenho informações sobre como funciona quando a pessoa resolve deixar o Brasil. Acredito que a corretora por onde você fez os investimentos tenha as informações que você precisa. Inclusive se você puder voltar aqui e postar as informações dadas pelas corretora ficarei agradecido.

  172. sergio borges 11 de abril de 2016 at 19:04 - Reply

    Boa noite Leandro Ávila. Assisti o vídeo acima e ouvindo os convidados comentando o tema, chego a conclusão de que o que falta para esse atua governo e competência. Eu não acredito que a presidente da republica, entenda a metade do que foi dito ali; E que os colaboradores dela ( com raríssimas exceções ) também entenda. Incompetente só se cerca de gente do mesmo naipe, para que possa estar sempre por cima. Eu só não entendo como alguém cometendo tantos “equívocos” conforme os entrevistados do vídeo se referem, consegue ficar no governo por dois mandatos. Como pode tanta gente capaz, como esses que participaram do vídeo, e outros tantos que se dizem expert em economia e finança deixarão que as coisas chegassem ao ponto que chegou. Gostaria de entender que democracia e essa que permite que pessoas sem preparo e com um populismo barato baguncem toda uma nação.

    • Leandro Ávila 2 de maio de 2016 at 8:20 - Reply

      Oi Sérgio. Infelizmente ela tem dificuldade até de começar e terminar uma frase qualquer com coerência. Quando você tem um povo sem educação, sem instrução, sem conhecimento, esse povo não consegue fazer boas escolhas e sem a capacidade de fazer boas escolhas a democracia não funciona direito. A educação liberta e a ignorância escraviza. Você abre as portas para os políticos populistas, aqueles que são eleitos explorando a ignorância das pessoas, prometendo coisas que não podem fazer, enganando e mentindo.

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