Ricos não pagam impostos. Faça o mesmo legalmente.

Ricos pagam poucos impostos ou até não pagam impostos e isso os deixam ainda mais ricos. Essa ideia foi exaustivamente repetida durante as palestras do Robert Kiyosaki, autor do livro Pai Rico Pai Pobre, ocorrida em São Paulo.

Eu estive lá e pude ver que Kiyosaki não entrou em detalhes sobre como isso é possível. É claro que tratar o assunto superficialmente acabou irritando as pessoas (veja aqui). Acredito que mesmo se ele tentasse entrar nos detalhes, as pessoas continuariam sem entender.

Primeiro é importante lembrar que cada país tem suas leis e normas tributárias. O que o Kiyosaki faz nos EUA não necessariamente pode ser feito no Brasil exatamente da mesma forma.

Podemos entender a essência da ideia, mas vamos precisar da ajuda de um contador ou até de um advogado com bom conhecimento sobre impostos para implementar uma solução adaptada para cada realidade. No Brasil, ainda temos a questão de que cada estado e cada cidade brasileira tem suas próprias regras com relação aos impostos.

Em um determinado momento da palestra, Tom Wheelwright, contador do Kiyosaki deu parabéns aos brasileiros, pois ele nunca tinha visto regras tributárias tão complicadas. Somos campeões mundiais de complicação tributária.

Muitos exemplos apresentados pelo Kiyosaki não fazem parte da sua realidade. Nem todo mundo pode ter uma empresa grande, nem todos podem optar por lucro real, lucro presumido ou abrir uma holding. Mesmo assim, você como pessoa física tem algumas vantagens tributárias quando faz investimentos. Aquele profissional liberal que recolhe como pessoa física pode conseguir vantagens se abrir um pequeno negócio. É importante compreender essas vantagens.

A primeira coisa que fica bem clara na palestra do Kiyosaki é que os ricos não investem como pessoas físicas. Os ricos abrem empresas. Todo o seu patrimônio fica dentro de suas empresas e através delas é que os ricos fazem investimentos, realizam suas despesas e adquirem imóveis e ativos que geram renda. A pessoa física só fica com os lucros e dividendos que são isentos.

Quando Kiyosaki diz que tem vários imóveis que geram renda passiva através de aluguéis, não é assim que funciona literalmente.

O Kiyosaki e sua esposa são donos ou sócios de empresas e essas empresas possuem imóveis que são alugados e geram renda passiva. Existe uma enorme diferença tributária entre você ser uma pessoa física que recebe aluguéis dos imóveis que possui e você ser dono de uma empresa que tem como negócio o aluguel de imóveis.

Em um dos livros do Kiyosaki ele fala sobre como fez fortuna aplicando ideias simples que as crianças aprendem em jogos como o Monopoly (figura acima). A fórmula da riqueza nesse jogo é simplesmente comprar casas verdes (pequenas) e depois vender essas casas e comprar  um grande hotel vermelho. No livro o Kiyosaki diz “Quando o mercado imobiliário estava ruim de fato, compramos tantas casas pequenas quantas pudemos, com o pouco dinheiro que tínhamos. Quando o mercado melhorou, nós vendemos as quadro casas verdes e compramos um grande hotel vermelho. Nós nunca tivemos que trabalhar porque o fluxo de caixa de nosso hotel vermelho, apartamentos e mini-armazéns pagavam por nosso estilo de vida”.

Só que nenhuma dessas operações são realizadas como pessoa física. Kiyosaki criou empresas no setor imobiliário. Ele sempre deixa claro que conta com os serviços de contadores e advogados tributaristas que ajudam a realizar cada negócio pagando a menor quantidade possível de impostos que a lei permite. Isso significa que quando existem brechas legais, essas brechas são aproveitadas e em determinados casos é possível paga zero imposto.

Tem um artigo no blog do Kiyosaki onde ele declara que muitas vezes fatura milhões e paga zero de impostos (fonte).

Tradução: “Para ilustrar esses dois pontos de vista sobre impostos, vou compartilhar uma história. Muitos anos atrás, um repórter do jornal me perguntou o quanto eu ganhei durante o ano anterior. Eu respondi: “Eu ganhei cerca de um milhão de dólares”. “E quanto você pagou em impostos?” ele perguntou. “Nada“, eu disse. “Esse dinheiro foi feito vendendo três partes de propriedade, e eu consegui adiar pagar esses impostos usando a Seção 1031 (regra tributária que existe nos EUA). Eu nunca toquei o dinheiro. Eu apenas reinvidei em propriedades maiores”. Poucos dias depois, o jornal publicou a história com a seguinte manchete: “Homem rico faz US $ 1 milhão e admite não pagar nada em impostos”.

O que o Kiyosaki fez? Ele aproveitou determinadas regras que existem na legislação tributária dos EUA para não pagar impostos imediatos sobre o ganho de capital dessas três partes de um imóvel que ele tinha. Ele reinvestiu todo o dinheiro em um imóvel que gerava ainda mais renda passiva. É claro que ele também não faz essas operações como pessoa física, mas sim como pessoa jurídica, ou seja, ele compra e vende imóveis através da empresa que ele tem para essa finalidade. Isso permite pagar menos impostos.

No Brasil, a distribuição de lucros e dividendos entre a empresa e seus sócios é isenta de imposto de renda. Só o fato de você ter um negócio já permite que você pague menos impostos que uma pessoa assalariada.

Esse artigo aqui que está no site da ONU classifica o Brasil como um paraíso tributário para as pessoas ricas.

“O resultado é que a alíquota efetiva média paga pelos super-ricos chega a apenas 7%, enquanto a média dos declarantes do imposto de renda chega a 12%”, disseram os autores do artigo, Sérgio Gobetti e Rodrigo Orair, que também são pesquisadores do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA). A isenção de lucros e dividendos distribuídos pelas empresas a seus sócios e acionistas é o motivo dessa diferença. Dos 71 mil brasileiros ricos, cerca de 50 mil receberam dividendos e não pagaram qualquer imposto por eles.

O que você pode fazer com essa informação?

  1. Você pode ficar indignado, reclamando pelos cantos, declarando “oh vida, oh azar”, malditos ricos que criam empresas, produzem e vendem seus produtos e serviços, geram empregos e riquezas e no final só pagam 7% de impostos por entenderem como as leis tributárias funcionam, por estudarem esses assuntos ou por contratarem pessoas que estudaram. Você vai sentir muita pena de você mesmo, só que isso não vai gerar nenhum resultado positivo na sua vida financeira.
  2. Você pode começar a combater a pobreza que existe no Brasil. Comece esse combate acabando com sua própria pobreza. Além de educação financeira é importante ter educação tributária, do contrário o governo ficará com boa parte dos frutos do seu trabalho. É possível pagar menos impostos legalmente, assim como muitos ricos fazem, apenas entendendo como as leis funcionam ou contratando alguém que as entenda.

Um país rico é composto por pessoas ricas. Pobreza se combate estimulando as pessoas para que fiquem ricas e não fazendo com que os ricos fiquem mais pobres. Essa é a mudança de mentalidade que precisamos no Brasil.

Eu não sou especialista em impostos e por isso escrevo pouco sobre o tema. Mesmo assim, fiz aqui uma rápida seleção de coisas básicas que o pequeno investidor deveria saber para pagar menos impostos.

Isenção total de IR nas vendas de ações (até 20 mil/mês): Você deve saber que não precisa pagar impostos quando vende ações na bolsa de valores com lucros (ganho de capital), caso o valor das vendas sejam iguais ou inferiores a R$ 20 mil no mês. Exemplo para ilustrar: Você comprou R$ 10 mil em ações no passado remoto, foi reinvestindo os dividendos (isentos) comprando mais ações e hoje você tem R$ 100 mil em ações. Você pode pagar ZERO de impostos sobre esses R$ 90 mil que ganhou. Para isso basta vender menos de R$ 20 mil em ações sempre que precisar de dinheiro vivo. Na prática, os investidores de verdade nunca vendem suas ações e com isso eles nunca pagam impostos sobre esse ganho. Se investirem em ações que pagam dividendos, esses dividendo serão isentos de impostos e cairão direto na sua conta na corretora. Você pode optar por sacar e gastar esse dinheiro ou pode aproveitar para comprar ainda mais ações que pagam dividendos.

Isenção total de IR nos Fundos Imobiliários: Os rendimentos que os fundos imobiliários distribuem entre aqueles que possuem cotas do fundo são isentos de imposto de renda. Para isso basta que o fundo tenha mais de 50 cotistas e você tenha menos de 10% do patrimônio do fundo. Os fundos mais populares possuem mais de 50 cotistas e dificilmente você terá 10% de todo patrimônio por serem patrimônios milionários. Já se você vender as cotas do seu fundo será necessário pagar 20% de imposto de renda se ocorrer ganho de capital. Normalmente quem compra fundos imobiliários não faz isso pensando em vender suas cotas. As pessoas vão acabar adiando o pagamento desses ganhos para sempre, pois o foco é o rendimento mensal do fundo. Esse rendimento costuma ser usado para comprar ainda mais cotas do fundo. Segue uma dica de curso sobre fundos.

Isenção total de IR na venda de imóveis: Se o contribuinte vender seu único imóvel por valor igual ou inferior a R$ 440 mil, desde que não tenha vendido outra unidade nos últimos cinco anos, ele contará com a isenção de imposto de renda. A isenção também pode ser aplicada caso o imóvel tenha sido vendido para que outro imóvel residencial fosse comprado no prazo de 180 dias.

Isenção parcial de IR na venda de imóveis: existem algumas formas de pagar menos impostos na venda de imóveis. Nem todo mundo sabe que pode somar a corretagem paga no valor de aquisição do imóvel e subtrair o valor da corretagem no valor de venda do imóvel. Desta forma, o imposto sobre o ganho será menor. Você pode acrescentar na declaração de ajuste anual as benfeitorias realizadas no imóvel como reformas e ampliações. Você precisa guardar as notas fiscais. Quando você for vender o imóvel no futuro é como se o valor de aquisição subisse, reduzindo o imposto de renda sobre o ganho de capital.

Previdência privada: Os fundos de previdência privada oferecidos pelos grandes bancos são horríveis. As taxas que eles cobram são tão elevadas que qualquer vantagem tributária que esses investimentos oferecem deixam de existir. Mesmo assim, para aqueles que possuem muito dinheiro e fazem uma boa pesquisa, é possível encontrar fundos com taxas menores fora dos grandes bancos. Na página de cursos do Clube dos Poupadores eu até recomendo um curso e um livro que fala sobre isso. Basicamente a previdência privada utilizam a tabela regressiva de imposto de renda. Isso significa que quanto mais você ficar em um investimento, menos imposto pagará. Exemplo: entre 0 – 2 anos: 35%; 2 – 4 anos: 30%, 4 – 6 anos: 25%; 6 – 8 anos: 20%; 8 – 10 anos: 15%; Acima de 10 anos: 10%. Veja que um resgate antecipado na previdência privada pode fazer você pagar 35% de imposto sobre o rendimento e esperando 10 anos o imposto cai para 10%. No caso dos planos de previdência PGBL você adia o pagamento de IR. As aplicações em fundos de previdência PGBL podem ser deduzidas da base de cálculo de IR, com um limite de 12% da renda bruta do ano.

Declaração simplificada ou completa: Muitas vezes basta prestar atenção nesse pequeno detalhe para economizar um bom dinheiro em impostos. Para as pessoas que tem a liberdade de optar entre declaração simples e completa, o próprio programa de ajuste anual da receita permite a comparação instantânea entre o IR pago em cada modalidade. Basta ir no menu do programa da Receita para verificar qual opção cobra menos imposto.

Investimentos isentos: existem investimentos que são isentos de imposto de renda sobre os rendimentos como a poupança, títulos privados como LCI, LCA, debentures incentivadas, CRI e CRA. Quando negociamos ouro como ativo financeiro (contratos futuros), o ganho de capital estará isento de Imposto de Renda sempre que o valor total de venda dos contratos não superar R$ 20 mil em um único mês. É igual como ocorre com a compra e venda de ações. Vale lembrar que ouro não concorre com as ações, ou seja, você pode operar os dois ativos (ações e ouro) até R$ 20 mil que permanecerá isento. Já aquele ouro físico, não é isento.

Dividendos de empresas: se você tem uma empresa ou é sócio de empresas por ter comprado suas ações na bolsa de valores, como já falei, os dividendos recebidos são isentos de imposto de renda. Vale lembrar que a empresa pagou imposto de renda antes de distribuir os dividendos. Quando o governo fala em tributar dividendos ele está querendo cobrar imposto duas vezes. No fundo o que as empresas fazem mesmo é repassar os impostos que ela paga para o preço dos seus produtos e serviços. No final, só quem realmente paga impostos são as pessoas. As empresas só arrecadam impostos em nome do governo.

Se você gasta tudo, paga mais impostos

As pessoas que gastam tudo que ganham pagam mais impostos do que as pessoas que poupam uma parte do que ganham e realizam investimentos. Alguém que recebe um bom salário e paga 27,5% de imposto, vai pagar outros 30% ou 40% sobre aquilo que irá gastar imediatamente através do consumo. Sabemos que os impostos sobre o consumo no Brasil são maiores que os impostos sobre a renda (fonte).

Aquele que poupa uma parte e investe, adia o pagamento dos impostos sobre o consumo e ainda consegue recuperar uma parte do imposto cobrado sobre a renda.

De onde você acha que o governo tira o dinheiro que te paga quando você investe em títulos públicos? O governo paga seus juros com os impostos que ele arrecada de você. Na prática é como devolver os impostos que você pagou quando ganhou o dinheiro que investiu.

Você já deve ter percebido que pessoas realmente ricas são donas de empresas. Famílias muito ricas criam empresas para investir através dessas empresas. Para os leitores que participam do conteúdo Premium do Clube dos Poupadores, acabo de publicar um artigo sobre Holding Patrimonial que é um tipo de estratégia utilizada para reduzir o pagamento de impostos. Para acessar visite aqui. Se você ainda não tem seu acesso Premium, veja como conseguir.

 

By |28/09/2017|Categories: Impostos|162 Comments

About the Author:

Leandro Ávila é administrador de empresas, educador independente especializado em Educação Financeira. Além de editor do Clube dos Poupadores é autor dos livros: Reeducação Financeira, Investidor Consciente, Investimentos que rendem mais, e livros sobre Como comprar e investir em imóveis.

162 Comments

  1. Essenin 28 de setembro de 2017 at 14:39 - Reply

    Muito interessante o seu artigo. Eu estive na palestra de Kiyosaki e não achei nada de errado em todo o que ele falou. Quem se incomodou é a clássica pessoa mimimi, que não aprende quando os ricos falam. Em relação aos impostos, para alguém como eu que não conhecia de fato como isso podia acontecer (pagar menos impostos), foi um ensino muito importante desses caras. Me lembro quando a Hillary nas eleições pedia que o Trump declara-se os impostos que pagava e claramente ele falava q não precisava porque ela não iria a entender como é que funcionava esse negócio dos impostos. Muito obrigado Leandro.

  2. Diego 28 de setembro de 2017 at 14:58 - Reply

    Muito bom o artigo. Parabéns!

  3. Osvaldo 28 de setembro de 2017 at 15:13 - Reply

    Meu caro Leandro, gosto muito dos seus artigos e você faz um trabalho muito bom de educação financeira. No entanto, seu raciocinio tem um erro fundamental em minha concepção. Vc diz que devemos combater a desigualdade, a pobreza ao eliminarmos a nossa própria pobreza. Concordo totalmente. Contudo vc diz que não devemos tributar o rico. Diz você “Pobreza se combate estimulando as pessoas para que fiquem ricas e não fazendo com que os ricos fiquem mais pobres…”. A tributação justa não fará os ricos ficarem pobres, ela (em tese) fará a distribuição de riquezas pela sociedade para custear saúde, educação e serviços públicos para todos. Você acerta ao dizer que os mais pobres pagam muito imposto, mas erra ao não criticar a estrutura que pereniza essa desigualdade. A culpa disso não está somente nas pessoas, na falta de educação fincnaceira, tenho certeza que vc sabe disso. A culpa TAMBÉM está na raiz do sistema tributário brasileiro que aumenta o fosso entre as classes. Ou seja, vc acerta ao fazer cada um estudar para melhor suas vidas, mas como educador, deve também mencionar que os ricos, sim, devem ser muuuuuuito mais tributados do que o são no Brasil. Isso não é “papo de esquerda”, é uma constatação aritmética que só tende a aprofundar a desigualdade e a pobreza.
    Um abraço e continue com o seu excelente trabalho.

    • Leandro Ávila 28 de setembro de 2017 at 22:50 - Reply

      Oi Osvaldo. Eu acredito que as pessoas devem se preparar e batalhar para dependerem cada vez menos de saúde pública, educação pública, serviços públicos, etc. Quando mais pessoas prosperaram (riqueza interior e exterior), menos elas vão depender desses serviços e somente as pessoas que realmente não conseguirem essa prosperidade (que deveria ser a minoria) exigiria ajuda do Estado. Com cada vez menos pessoas dependentes do Estado, menos recursos seriam necessários para manter a estrutura necessária. Pais rico é país cheio de pessoas ricas.

      • Pedro 29 de setembro de 2017 at 8:54 - Reply

        Osvaldo e Leandro, sem pretenção de exaurir a polêmica, deixa eu dar um pitaco meio termo entre o texto publicado e o comentário do Osvaldo, só para que fique para reflexão. Osvaldo, não está escrito em momento nenhum do código tributário nacional que se você for rico pagará x% de impostos e se você for pobre pagará xx% de impostos. O sistema é complexo, mas há um princípio de “progressividade”, porém como toda regra tem a exceção, há incentivos na forma de “isenções e/ou imunidades”, em casos específicos. A diferença não é a má distribuição de renda, é o nível de educação. Já ouviu a frase “quem tem c* tem medo” ? Bom, vou tentar contrapor os dois fatos da nossa sociedade, FATO1, os ricos, que tem grana, e não querem entregá-la de barbada ao governo vão estudar e procurar as regras onde podem diminuir a tributação sobre si mesmos, eles abrem empresas, contratam contadores, estudam, ligam para advogados antes de fecharem negócios, etc, eainda, os ricos tem uma cultura de gastar menos e poupar mais, sempre que você gatas uma fatia do produto consumido eram impostos, e se você poupou, bom você poupou, não imposto naquilo que você não gasta. FATO2, os pobres não tem essas preocupações, e não se dão conta, não buscam essa educação financeira. E veja, o Leandro dá essa educação DE GRAÇA, e mesmo assim a fatia pobre da população não quer saber, não quer parar 20 ou 30 minutos pra ler, não quer deixar de gastar… LOGO, A DIFERENÇA DE CULTURA É TÃO ALTA QUE, mesmo nosso sistema tributário sendo progressivo, as buscas por economia dos ricos, fazem com eles paguem menos PERCENTUALMENTE do que os pobres que não buscam essa educação. CONCLUSÃO: o texto do Leandro é perfeito, ele não erra em nada no que fala.

        • Leandro Ávila 29 de setembro de 2017 at 10:38 - Reply

          Oi Pedro, muito obrigado. Cometo muitos erros, mas estou sempre investindo na minha educação, buscando melhorar um pouco todo dia. Minha esperança é dar esse exemplo de amor pelo conhecimento. É aquilo que sabemos que melhora nossos resultados, é o que ainda não sabemos que limita o nosso crescimento. A essência do que faço é passar essa mensagem. Quem não dá valor para o conhecimento é justamente quem mais precisa de conhecimento.

          • Adorotecnologia 17 de outubro de 2017 at 9:53

            Pode ser impressão, mas me pareceu que vocês não têm noção do tamanho do problema da educação no Brasil e da pobreza.
            Primeiro que nem a educação formal de escola está conseguindo ensinar o minimo. Não é questão de querer. Não há acesso. Ponto.
            Segundo, pobre não tem como dispor de um tostão para poupar, só se for para passar fome. Como uma coisa leva a outra, está fechado o círculo.
            As pessoas nem sabem que existe o que se fala neste ótimo blog do Leandro. Por isso o que o Osvaldo falou acredito que se ligue à tese do Piketty.

        • Eky Barradas 29 de setembro de 2017 at 15:16 - Reply

          Bravo, Pedro! O verdadeiro abismo é cultural e de conhecimento.

      • Filipe 2 de outubro de 2017 at 19:48 - Reply

        Em resumo, vc não consegue derrubar a cerca. Vc consegue, com algum esforço e algum acaso, trocar de lado na cerca.

    • Bruno 29 de setembro de 2017 at 8:53 - Reply

      Não adianta tributar mais os ricos, eles ganham dinheiro principalmente com empresas…esse custo tributário maior eles vão repassar a população de qualquer forma.Ou vão tirar a grana daqui e levar pra outro país.

      • Leandro Ávila 29 de setembro de 2017 at 10:33 - Reply

        Todos os custos de produção são passados para o produto ou serviço. Mesmo tentando taxar o empreendedor na forma de pessoa física, esse custo passaria para os produtos e serviços. E se a atividade se tornar desvantajosa o dono da empresa simplesmente fecha as portas do seu investimento produtivo e migra para o investimento financeiro ou até transfere seus recursos para outros países.

    • Bastiat 29 de setembro de 2017 at 11:54 - Reply

      Osvaldo disse:

      ‘… deve também mencionar que os ricos, sim, devem ser muuuuuuito mais tributados do que o são no Brasil. Isso não é “papo de esquerda”, é uma constatação aritmética que só tende a aprofundar a desigualdade e a pobreza.’

      O nível de tributação sobre a renda, além de quem deve arcar mais com ela, é irrelevante, de qualquer modo, para a maioria da população (baixa renda), pois esta SEMPRE irá sofrer com os efeitos indiretos da tributação (aumento de preços nos produtos finais).

      Ou seja, apesar das boas intenções desse seu comentário, ele apresenta três falhas graves:

      1) Desejar que pessoas mais afortunadas arquem, obrigatoriamente, com os custos de vida dos outros (pensamento completamente imoral sob a ótica cristã, uma vez que isso só poderia ser feito de maneira voluntária).

      2) Ignorar o fato de que não podemos mudar jamais as ações propositadas de outras pessoas (ou seja, mesmo que queira que os mais ricos sustentem os mais pobres, ainda assim aqueles sempre irão dar um jeito de repassar os custos para estes).

      3) Desconsiderar que a desigualdade é uma característica inerente a natureza humana, pois cada indivíduo é diferente, único (uns nascem mais pobres, menos inteligentes, com problemas físicos ou mentais, etc). Ou seja, isso tudo escapa a nossa vontade. Assim, ao invés de querer combater a desigualdade social (completamente utópico), lute para tentar reduzir a pobreza nas sociedades. Nesse sentido, conforme explicado no artigo, a tributação provoca justamente o efeito inverso, ou seja, diminui ainda mais o poder de compra dos mais pobres, os tornando assim cada vez mais pobres.

      Ainda em relação à pobreza, que eu saiba há somente duas maneiras que permitem aumentar o nível de renda das pessoas de maneira SUSTENTÁVEL (ou seja, sem que seja por meio de caridade ou assistencialismo):

      1) Conhecimento real (isto é, aprender como as coisas ocorrem de fato na vida, através de muito estudo sério e raciocínio lógico). Logo, o conhecimento abstrato (enviesado, que ensina muita coisa bonita no papel, mas que não condiz em nada com a realidade humana) deve ser evitado, ainda mais que ele é ensinado por pessoas que fazem uso de bastante apelo emocional (porém escassas de razão). Por meio do verdadeiro conhecimento as pessoas passam a entender, por exemplo, que um dos meios de aumentar suas rendas no longo prazo é começar uma poupança metódica no presente, evitando assim ao máximo gastos desnecessários – todavia, a maioria das pessoas gostam de consumir muito, gastando até recursos que não possuem para tal).

      2) Crescimento econômico autêntico (e não “voos de galinha” feitos por meio de manobras governamentais). Quanto mais eficiente as atividades produtivas, maiores serão a oferta de bens e serviços, o que inevitavelmente fará com que o preço deles caiam no longo prazo, aumentando assim o poder de compra dos mais pobres (desde que não haja manipulação da moeda por parte do governo nesse intervalo de tempo).

      Criticar é fácil, difícil é entender como tudo isso funciona.

      • Leandro Ávila 29 de setembro de 2017 at 13:50 - Reply

        Não falta muito tempo para que o emprego da maneira que conhecemos seja abolido da face da terra. Inteligências artificiais serão compradas em lojas de aplicativo. Máquinas inteligentes, veículos autônomos, robôs de todos os tipos serão comprados nas esquinas ou nas promoções do supermercado parcelados em 12 vezes sem juros. Cada vez mais a diferença entre ricos e pobres estará relacionada com o tipo de mentalidade e educação que as pessoas recebem. Nunca o conhecimento foi tão barato e acessível como hoje. O problema é que também nunca existiu tantas distrações e entretenimentos baratos e acessíveis nas mãos das pessoas. O que todos estão fazendo? Aproveitando o acesso rápido e barato do conhecimento ou estão mergulhados em um mundo infinito de bobagens e entretenimento? Com isso os ricos ficam cada vez mais ricos, pobres cada vez mais pobres, mesmo com tanta oportunidade de aprender mais, desenvolver novas habilidades e potencial.

        • Dejair 29 de setembro de 2017 at 22:18 - Reply

          Irretocável! Parabéns!

        • André Nunes 4 de outubro de 2017 at 19:30 - Reply

          Excelente visão de futuro Leandro! O artigo foi excelente e teu comentário conseguiu ser melhor ainda!

      • Carvalho 29 de setembro de 2017 at 17:06 - Reply

        Que comentário maravilhoso. Estou admirado com o ganho de lucidez do público que comenta aqui na sua página Leandro. Vc opera milagres.

      • Leandro 2 de outubro de 2017 at 16:50 - Reply

        Que elevação de nível vemos aqui, meu Deus, o Bastiat destrinchou a questão com uma qualidade sem tamanho, reli umas três vz o que ele escreveu, não por não ter entendido, mas sim para absorver o máximo possível.

        Meu caríssimo Leandro, você é o responsável por isso.Obrigado.

    • Mauro Oliveira 9 de outubro de 2017 at 16:37 - Reply

      Perfeito raciocínio.

  4. Liana 28 de setembro de 2017 at 15:14 - Reply

    Olá, Leandro.

    Obrigada por mais um artigo!

    Concordo plenamente com quase tudo que você disse, exceto com uma: que as pessoas não teriam entendido o que Kyosaki diria se ele tentasse explicar melhor. Não gosto de ser subestimada e acho que foi isso que ele fez com a platéia. Tanto no que tange as informações quanto no que tange as estratégias de marketing de venda de cursos.

    Tanto é que quando Tom, o contador, liberou algumas poucas informações concretas sobre estratégias de planejamento fiscal a postura da platéia mudou completamente.

    Mas, no balanço, adorei a experiência do NAC!

    Abraço

    Liana C

    PS: Sou muito reclamona! Olha a aliança mudando de dedo de novo! hahahhaa

    • Leandro Ávila 28 de setembro de 2017 at 22:53 - Reply

      Oi Liana, as pessoas são diferentes. Senti que o público presente tinha um perfil e ele estava se comunicando como se o perfil fosse outro totalmente diferente.

  5. Vinicius 28 de setembro de 2017 at 15:34 - Reply

    Ótimas explanações como sempre. Mas há que se ter cuidado quando se fala em não pagar impostos vindo de dividendos. O que ocorre na verdade é que o Imposto de Renda, que é um dentre DEZENAS de impostos que as empresas brasileiras pagam, já foi pago pela empresa e por isso não pode haver bitributação quando do envio do lucro aos sócios. Mas na prática, esses lucros auferidos pela empresa sofrerão alíquotas até maiores que da pessoa física além de Contribuição Social (CSLL). Em terminados casos isso pode chegar a mais de 35% sobre os lucros totais.

    • Leandro Ávila 28 de setembro de 2017 at 22:54 - Reply

      Oi Vinicius. Pois é, a pessoa física não paga, mas a empresa já pagou. Cobrar imposto de dividendos seria cobrar imposto duas vezes.

      • Sr. Silva 29 de setembro de 2017 at 11:29 - Reply

        Seria mais transparente eliminar o IRPJ e a CSLL das empresas e somente tributar os dividendos igual já é feito com os juros sobre capital próprio. Talvez a eliminação do IRPJ e da CSLL também reduziria os preços dos produtos e serviços, pois no fundo são as pessoas físicas (clientes da empresa) que acabam pagando estes impostos e não percebem (esses impostos e muitos outros que a empresa paga influenciam no preço dos produtos e serviços da empresa e ainda por cima não aparecem na nota fiscal).

        • Leandro Ávila 29 de setembro de 2017 at 11:49 - Reply

          Ao tributar o empresário esse custo também seria transferido para os produtos e serviços. O empresário já tem na mente dele quanto ele acredita que compensa receber de remuneração (lucro) pelo esforço que é investir e empreender no país. Se ele considerar que o retorno é baixo, ele sai do negócio e leva o dinheiro dele para outro lugar.

  6. Victor Gondim 28 de setembro de 2017 at 15:36 - Reply

    Desculpe o vocabulário, mas que PUTA texto, Leandro. Faz todo sentido pensar também em pagar menos impostos, afinal, nosso primeiro pensamento é sempre “como ganhar mais”. Há algum tempo já venho pensando principalmente em como não pagar impostos em relação ao mercado imobiliário. Parabens pelo ótimo texto. Ps. na minha cidade existe um imposto “pior” que todos os declarados no seu artigo, o LAUDEMIO, esse você paga chorando. Mas fato que irei estudar e procurar maneiras de tentar me livrar integralmente ou pacialmente desse maldito.

    • Leandro Ávila 28 de setembro de 2017 at 22:56 - Reply

      Oi Victor. É importante estudar as regras para que possamos tomar as melhores decisões dentro dessas regras.

  7. carlos 28 de setembro de 2017 at 15:37 - Reply

    Excelentes recomendações! sem duvida vai ajudar muita gente
    Parabéns e obrigado
    Carlos

  8. Raphael 28 de setembro de 2017 at 15:52 - Reply

    https://jus.com.br/artigos/55077/inconstitucionalidade-do-dispositivo-legal-que-isenta-a-distribuicao-de-lucros-ou-dividendos

    Não sei porque até hoje não foi suscitada a inconstitucionalidade do dispostivo que isenta de cobrança de imposto de renda os aferidores de lucros e dividendos.

  9. Raphael 28 de setembro de 2017 at 15:57 - Reply

    Outra coisa curiosa aqui no Brasil é o fato de que o consumo é extremamente penalizado, pela alta tributação, ao passo que a renda tem alíguota máxima de 27,5%.

    https://nacoesunidas.org/brasil-e-paraiso-tributario-para-super-ricos-diz-estudo-de-centro-da-onu/

  10. Roberto 28 de setembro de 2017 at 15:58 - Reply

    Leandro, meus parabéns. Excelente sua MASTERCLASS. E não precisamos pagar R$7mil ….

  11. Geraldo Borba 28 de setembro de 2017 at 16:12 - Reply

    Parabéns por mais um ótimo artigo Leandro! Gosto da forma sincera e descomplicada com que aborda os temas. Saudações!

  12. Icaro 28 de setembro de 2017 at 16:24 - Reply

    Ótimo post, como usual. Só dois adendos:
    1 Apesar do dividendo isento, o recolhimento é na fonte, então há perda por imposto ainda.
    2 Apesar de LCI/etc ser isento, na prática os bancos equacionam as taxas a menor pra equivaler com CDB/etc. Ou seja, a isenção na prática vai pro banco.

  13. Marlon 28 de setembro de 2017 at 16:42 - Reply

    sensacional! Estava justamento pensando sobre isso outro dia. Sou cotista de uma empresa e recebo x de salário, porém o que é realmente declarado é uma fração desse x. Quero investir em outras empresas, mas não sabia como declarar a origem da minha renda. Vou verificar com contador uma forma de realizar lucros ao invés de salários.

    • Leandro Ávila 28 de setembro de 2017 at 23:01 - Reply

      Oi Marlon, é sempre bom conversar com o contador sobre esses assuntos.

  14. Janete Clara 28 de setembro de 2017 at 16:46 - Reply

    Nossa Leandro. Excelente artigo. Muito interessante.
    Lembro quando comecei a ler seus artigos em 2014 e foi me abrindo os olhos para o mundo de investimento, que antes se resumia a previdência privada e poupança. Hoje ainda encontro “resistência” em começar a investir na Renda Variável, nos Fundos imobiliário, aos poucos vou vencendo.
    Sobre esse tópico sobre impostos, talvez tenha me alertado mais, pois esta semana estava conversando com um contador na mesa do almoço sobre retenção de imposto, e o mesmo reclamou que no Brasil o pagamento de impostos é pelo consumo e não pela renda. Mas ao invés de reclamar que é assim, melhor buscar a solução!
    Fora isso meu marido tem um empresa de produção audiovisual e quando você começou a falar em distribuição de lucros… só foi de que me lembrei.
    Um caso prático: lendo o artigo fiquei avaliando sobre os prestadores de serviços que temos, e vejo a relutância de alguns em abrir MEI (onde se paga R$ 49,90 para ter “segurança” do INSS e paga seus impostos), e preferem manter Nota Fiscal Avulsa (Retenção de 11% de INSS + 5% de ISS). Algo que só muda com educação financeira.
    Por fim, quero aqui verbalizar mais uma vez meus agradecimentos pela educação financeira que realiza. Hahaha, povo é fã de robert, eu sou fã de Leandro Ávila. Lendo esse artigo hoje me senti quando comecei em 2014, um mundo se abrindo diante dos meus olhos. Sensação Maravilhosa… Parabéns.

    • Leandro Ávila 28 de setembro de 2017 at 23:04 - Reply

      Oi Janete, para os pequenos o MEI é uma ótima opção. O simples nacional também é uma ótima opção. Obrigado por suas palavras.

  15. Marcos Alexandre 28 de setembro de 2017 at 16:54 - Reply

    Excelente artigo Leandro.
    Obrigado

  16. José Lucas 28 de setembro de 2017 at 16:54 - Reply

    Gostei bastante do artigo. Todo meu conhecimento financeiro adquiri através de estudos visando evitar o máximo de pagamento de impostos. Conheço todos os impostos que pago e você os descreve muito bem no artigo. Hoje tenho ações, FIIs, Previdência Privada (sim, com muita pesquisa encontrei um plano que rende 1% líquido ao mês), ainda abato 12% na declaração e tenho disciplina e planejamento para sacar os rendimentos após dez anos.

    Acho a carga de impostos brasileira absurda, como não posso lutar diretamente contra isso, estudar foi a maneira que me deu mais sossego. Agora pago menos e faço exatamente o que os “muito ricos” fazem. Estou tranquilo.

    Acredito que este tipo de conhecimento deve ser mais divulgado, dando menos ênfase na renda fixa. Eu chego a rir quando ouço que alguém que investe em imóveis físicos como fonte de renda, enquanto o mercado de FIIs brasileiro está recém no começo com EXCELENTES oportunidades!

    • Leandro Ávila 28 de setembro de 2017 at 23:06 - Reply

      Oi José. Isso deveria estar na escola. Sabe aquela tonelada de bobagens sem utilidade prática que decoramos para depois esquecer? Pois é, tanta coisa importante que deixaram de lado.

      • VIVIANE 29 de setembro de 2017 at 9:01 - Reply

        Será por isso que sempre vi a escola como algo inútil???

        • Leandro Ávila 29 de setembro de 2017 at 10:29 - Reply

          Oi Viviane. Esse modelo de escola que temos atualmente não faz sentido.

          • Nádia 12 de outubro de 2017 at 23:46

            Falta educação financeira na escola. Mas o currículo hoje é um pouco melhor do que nos anos 80. Antes tinha muita decoreba.

          • Leandro Ávila 19 de outubro de 2017 at 12:53

            Pelo que vejo na escola da minha filha, infelizmente, ainda tem muita decoreba.

  17. Elen Angela Dutra 28 de setembro de 2017 at 17:02 - Reply

    Excelente artigo! Obrigada Leandro!

  18. Thiago 28 de setembro de 2017 at 17:04 - Reply

    Que artigo foda!!! Esse aqui salvei no Kindle. Valeu Leandro! Só um parenteses sobre o evento do Kiyosaki: já participei de um evento do T. Harv Eker anos atrás, e o modelo de negócio dele é MUITO mais agressivo em termos de venda de novos eventos do que foi descrito pelos relatos que li. Mas mesmo assim eu aproveitei para retirar o máximo de conhecimento possível e também analisar o modelo de negócio. Você vê perfeitamente o funil de vendas ali atuando. Foi um grande aprendizado pra mim: na vida ou você ganha ou você aprende.

    • Leandro Ávila 28 de setembro de 2017 at 23:08 - Reply

      O Thiago. Não fui no evento do Harv, mas o livro dele é bom.

  19. renan 28 de setembro de 2017 at 17:09 - Reply

    Texto realmente agregador Leandro. Teu trabalho tem feito uma grande diferença na minha vida, e também na de minha familia.

  20. osmarina 28 de setembro de 2017 at 17:22 - Reply

    Quando li o livro do Kiyosaki , não entendi a fala sobre a “sociedade anonima “, da qual ele e mtos americanos fazem uso pra burlar o pagamento de impostos sobre seus” ganhos”,e vc com um texto sábio e pequeno, mostrou clareza .Confesso que fiquei frustrada com a leitura na época , quando me espelhei no Brasil e como mini poupadora sem coragem.abraços.

    • Leandro Ávila 28 de setembro de 2017 at 23:09 - Reply

      Oi Osmarina. Até um pequeno profissional liberal pode pagar menos impostos se abrir uma pequena empresa.

  21. Wesley Trigueiro 28 de setembro de 2017 at 17:29 - Reply

    Só uma coisa a dizer: você é demais.

    Valeu! Obrigado por compartilhar.

  22. Ismael 28 de setembro de 2017 at 17:32 - Reply

    Mais um excelente Artigo Leandro! 👏🏻

  23. Antonio Machado 28 de setembro de 2017 at 17:32 - Reply

    Bem esclarecedor. Parabéns.

    Como está o Tesouro Direto, até um tempo era um investimento interessante, como estão as regras, E investir em LCI e LCA sei que as regras mudaram, como podemos usar essas formas de investimentos.

    • Leandro Ávila 2 de outubro de 2017 at 6:44 - Reply

      Oi Antonio, aqui no Clube temos longos artigos sobre esses investimentos. Os juros reais que são aqueles que temos acima da inflação continuam elevados.

  24. Mário Augusto 28 de setembro de 2017 at 17:41 - Reply

    Professor Leandro como se mais um grande artigo, nos mostra a importância também de entender esta carga tributária que é a do Brasil, uma das maiores do mundo. Parabéns como sempre

    • Leandro Ávila 28 de setembro de 2017 at 23:11 - Reply

      Obrigado Mário. É importante estudar um pouco sobre o tema.

      • Ismael 3 de outubro de 2017 at 21:02 - Reply

        Leandro, aproveitando o comentário, você teria alguma leitura didática a recomendar sobre a carga tributaria no Brasil?
        Desde ja agradeço!

        • Leandro Ávila 4 de outubro de 2017 at 20:40 - Reply

          Oi Ismael, não saberia indicar. Normalmente os livros são bem técnicos.

  25. Marilia 28 de setembro de 2017 at 17:41 - Reply

    Bom demais Leandro!!! Não sabia de algumas dessas dicas. A do imóvel eu já conhecia porque li aqui mesmo no site.Excelente! 🙂

  26. Eudes 28 de setembro de 2017 at 17:46 - Reply

    Muito boa matéria, parabéns!

  27. Adriano 28 de setembro de 2017 at 18:03 - Reply

    Mais um excelente artigo Leandro, parabéns!!!
    Também pouco entendo de legislação tributário, mas um amigo já tinha me falado sobre esse benefício que as empresas possuem. Ele me falou também que as igrejas recebem ainda mais incentivos/isenções tributárias e meu pensamento inicial foi que isso explica o exponencial crescimento no número de entidades religiosas.
    Enfim, mais uma vez parabéns pelo artigo e obrigado pelos conhecimentos compartilhados. Tenho aprendido muita coisa contigo.

    • Leandro Ávila 28 de setembro de 2017 at 23:17 - Reply

      Oi Adriano. Igrejas, fundações, institutos, organizações sem fins lucrativos, etc.

  28. Marcelo Williams 28 de setembro de 2017 at 18:22 - Reply

    Muito bom o artigo, Leandro.

    Quando estava na faculdade, na minha primeira aula de direito tributário o professor disse uma frase que nunca mais esqueci: “Há apenas duas certezas na vida, a morte e o pagamento de impostos. Não há como fugir”. Há, no entanto, algumas alternativas para pagar menos ou até isentar-se. Salvo engano isso se chama elisão fiscal (não lembro bem). E também é interessante observar que IMPOSTO é espécie de TRIBUTOS, onde além de impostos, temos as taxas, tarifas, contribuições de melhorias e outros….Abraços.

    • Leandro Ávila 28 de setembro de 2017 at 23:19 - Reply

      Oi Marcelo. Aquele que deseja prosperar financeiramente não pode escapar do pagamento de impostos. O ideal seria estudar como eles funcionam para reduzir seu impacto na vida financeira seguindo as regras do jogo.

  29. Silvana 28 de setembro de 2017 at 18:24 - Reply

    Parabéns pelo artigo!!!

  30. Paulo 28 de setembro de 2017 at 18:51 - Reply

    Dividendos distribuídos são tributados antes na DRE, por isso não há tributação aparente quando são depositados. Existe projeto de lei que visa acabar com isso, mas é inconstitucional, configuraria bis in idem. O Fisco no Brasil é ligeiro e eficiente, os tributos são a principal fonte de receita do Estado. Dificilmente há brechas para planejamento tributário – o que é diferente de evasão/elusão – para pessoa física no País.

  31. Rosana 28 de setembro de 2017 at 18:53 - Reply

    Leandro,

    Muito apropriado o seu post, ainda mais por sermos um dos povos que mais paga impostos sem ver praticamente o retorno.

    Gostei das opções apresentadas, utilizo várias delas. Eu não sabia que em caso de vendas de imóveis também há opção de isenção (de acordo com as regras citadas).

    Abraços,

  32. Alexandre Cassiano Alves 28 de setembro de 2017 at 19:09 - Reply

    Parabéns Leandro, este assunto me parece realmente bem complexo.

    Com toda a certeza devemos procurar além da educação financeira a educação tributária, obrigado por compartilhar algum conhecimento sobre esse tema.

    Robert Kiyosaki realmente incomodou muita gente…e isso foi ótimo.

  33. RAFAEL LOURENÇO 28 de setembro de 2017 at 19:26 - Reply

    Olá Leandro,

    sigo seu blog há algum tempo e gosto muito do seu conteúdo.

    Fiquei sabendo sobre o clube dos poupadores premium. Tentei acessar, mas não consigo (quando digito login e senha do hotmart ele fica carregando eternamente).

    Já comprei livros seus (Livro Negro dos Imóveis, Como investir em Imóveis). Esses livros dão acesso à área premium?

    Já tentei trocar de navegador, já tentei trocar de conexão (wi-fi, 4g, outro wi-fi), e nada resolve.

    Será que estou fazendo algo errado?

    Abraços,
    Rafael.

  34. Lucas 28 de setembro de 2017 at 20:09 - Reply

    Parabéns Leandro, obrigado por mais um excelente post.
    Vc saberia dizer algum curso de contabilidade específica para investidores. Ou algum curso de direito tributário específico para a área também?
    Parabéns novamente. Abs

  35. Jean 28 de setembro de 2017 at 20:39 - Reply

    Brilhante artigo! Como sempre. Vou dar meu exemplo pessoal. Recebi da empresa onde trabalhava em um acordo coletivo uma diferença salarial de anos anteriores. Como conheço um pouco de legislação tributária (fui microempresário), sabia que podia lançar estes valores como rendimentos recebidos acumuladamente no IRPF. Esta forma de cálculo fez eu ter uma restituição de grande parte do que paguei aquele ano (Legalmente). Falei para alguns colegas de trabalho fazerem o mesmo, mas eles tinham medo de cair na malha fina, então cada um pagou a mais cerca de R$ 6.000,00 sendo que a empresa fez acordo com 3500 funcionários. Quanto dinheiro a receita recebeu a mais porque as pessoas não sabem a legislação? Outra coisa que aprendi também é sempre comprar e evitar vender. Se você não vende, normalmente não precisa pagar imposto (vide ações e outros). Temos que maximizar nossos rendimentos e pagar o mínimo possível de impostos usando a lei a nosso favor. A carga tributária no Brasil é escorchante e temos serviços públicos de péssima qualidade e ainda por cima somos bitributados ao ter de adquirir saúde, segurança e educação privados (quem pode). Abraço!

    • Leandro Ávila 28 de setembro de 2017 at 23:25 - Reply

      Oi Jean. Como riqueza é o resultado de um processo de acúmulo de capital, vender não costuma ser uma opção. A ideia gira em torno de comprar ativos que geram renda e com essa renda poder comprar mais ativos que geram renda.

  36. Mauricio 28 de setembro de 2017 at 20:47 - Reply

    Nao vale refletir Leandro que por acaso ja existem no seu clube leitores “ricos”?

    • Leandro Ávila 28 de setembro de 2017 at 23:26 - Reply

      Oi Mauricio. Devem existir ricos, pobres, super-ricos, etc.

  37. cristiano 28 de setembro de 2017 at 20:51 - Reply

    Mestre é outra coisa… clap clap clap
    Parabéns pelo ótimo trabalho e muito obrigado por compartilhar conosco seus conhecimentos. Forte abraço.

  38. Liza 28 de setembro de 2017 at 21:22 - Reply

    Bom noite para você (já de manhã aqui), Leandro
    Muito esclarecedor o seu artigo. Realmente você tritura as informações para nós como as mães fazem para dar os primeiros alimentos para um bebê! Obrigada! Esta parte de leis e tributação realmente é muito importante. Me parece que pelo menos um pouco a apresentação do Kiyosaki valeu, para abrir os olhos de que muito depende tanto do conhecimento como da prática e de que não é possível fazer nada sozinho – por isso a importância de mentoria e coaching. O próprio Kiyosaki tem uma grande equipe de especialistas atrás. Você acha que vale a pena pagar 3,750USD por um ano de coaching personalizado do grupo RichDad dele?

    • Leandro Ávila 28 de setembro de 2017 at 23:28 - Reply

      Oi Liza. Não tenho a menor ideia, mas acredito que já temos especialistas no Brasil que entendam a realidade do Brasil.

  39. Leandro Ávila 28 de setembro de 2017 at 23:06 - Reply

    Oi Marco, são realidades diferentes.

  40. Thais Campas Passos 28 de setembro de 2017 at 23:38 - Reply

    Muito bom o artigo. Vários insights, existe um parâmetro para abrir uma empresa com a finalidade de gerir o patrimônio familiar? Que tipo de empresa seria? Administração imobiliária, por exemplo?

    • Leandro Ávila 29 de setembro de 2017 at 6:48 - Reply

      Oi Thais, uma empresa Administradora de Bens Imóveis Próprios é um exemplo. Na prática é uma empresa comum onde os membros da família são os sócios. O ideal seria conversar com um contador ou advogado e contador, pois cada pessoa terá uma necessidade diferente.

    • Tiago 12 de outubro de 2017 at 2:22 - Reply

      Você pode criar esta empresa usando o CNAE 68.10-2-02: Aluguel de imóveis próprios e escolha a opção LTDA (pelo menos dois sócios) . Ai faça a transferência dos imóveis para a empresa (escritura publica com o posterior registro no cartório de imóveis, recolhendo as custas/emolumentos e o ITBI para cada imóvel transferido e pronto). Recebeu aluguel não pagará mais 27,5% de IR, pague a alíquota de IR da faixa que estiver (sera optante pelo Lucro Presumido provavelmente, ou pode optar pelo lucro real só que ai terá de fazer a contabilidade total), coloque os familiares como (sócios administradores ou não)….em caso de falecimento os imóveis são da PJ e a PJ é dos sócios remanescentes……. ou seja…. quer transferir um imovel de um familiar para outro? altere a sociedade e pronto…….

  41. Ricardo Carioca 29 de setembro de 2017 at 6:09 - Reply

    Muitíssimo obrigado, Leandro!
    Sua forma de escrever é envolvente e clara, além de sempre agregar conhecimentos.

  42. Aline Amaral 29 de setembro de 2017 at 8:49 - Reply

    Oi Leandro, texto fantástico! Gostaria de perguntar se podes dar uns exemplos sobre o tópico Isenção parcial de IR na venda de imóveis, pois não entendi muito bem. Obrigada

    • Leandro Ávila 2 de outubro de 2017 at 6:43 - Reply

      Obrigado Aline, posso falar sobre isso em outros artigos.

      • Aline Silva 7 de outubro de 2017 at 19:03 - Reply

        Puxa vou ficar aguardando então Leandro. Queremos aprender como pagar menos impostos! Seus textos são excelentes, contudo anseio por mais exemplos práticos. Parabéns pelo site.

  43. Murilo 29 de setembro de 2017 at 8:51 - Reply

    Parabéns pelo artigo. Excelente em todos os aspectos. Acrescente-se a este artigo o fato de quem tem veículo automotor pode antecipar o pagamento do IPVA e adquirir descontos de até 30% e também o fato de profissionais liberais poderem criar uma EIRELI para seu empreendimento e assim fazer o recolhimento de vários tributos com % menores. Abraços!

  44. Willian 29 de setembro de 2017 at 9:17 - Reply

    Excelente artigo Leandro. Muito obrigado pelo conhecimento compartilhado!

  45. Lucas 29 de setembro de 2017 at 9:37 - Reply

    Prezado Leandro, parabéns pelo excelente texto como sempre.
    Vc sabe informar se existe algum curso de contabilidade ou direito tributário com foco para pequenos empresários / investidores?
    Grato,

  46. Adriano Macedo 29 de setembro de 2017 at 10:25 - Reply

    Acredito que o Kiyosaki não conheça o Luiz Barsi, maior investidor pessoa física da Bolsa brasileira, patrimônio de 1 bilhão em Ações compradas ao longo da vida como pessoa física, sem precisar de uma empresa por trás.

    • Leandro Ávila 29 de setembro de 2017 at 11:47 - Reply

      Oi Adriano. Na mente do Kiyosaki o Luiz Barsi é uma pessoa cheia de papéis falsos (ações). Para ele os ricos são os que possuem bens físicos (empresas, fábricas, prédios, fazendas, ouro, prata, etc). Rico seria aquele que constrói uma empresa de verdade e depois vende os “papéis falsos” (ações) para pessoas como o Luiz Barsi. Pelo menos foi isso que entendi durante a palestra. Para ele o dinheiro, ações, títulos públicos e privados são apenas “papéis falsos”.

  47. Gabriel Costa 29 de setembro de 2017 at 10:45 - Reply

    Leandro, acredito que você deve superar uma barreira e dizer sem medo de errar: imposto é roubo!
    Impostos tornam pessoas mais pobres e produtos mais caros, condenando muitos a miséria. Quando se diz que pagamos uma alíquota de 30 a 40% diretamente incidente sobre a mercadoria, temos a percepção errada de quanto pagamos, pois o preço embute também os custos do dono com salários, energia, água, imóvel etc. Além do lucro, é claro. O que está por trás desses insumos se não for impostos?
    Imposto sobre lucros é um crime, de tal forma que Mises demonstra que o fator de acúmulo de capital é o responsável pelo investimento em máquinas e tecnologias. Isto é justamente o que gera cargos de alta qualificação e mais remunerados, bem como possibilita o nosso acesso a bens e facilidades que nos fazem gozar da melhor qualidade de vida da história.
    Sugiro que leia o livro “A anatomia do estado” – um dia dá conta. Ou busque no YouTube “a história da sua escravidão”. Precisamos abrir nossas mentes.

    • Leandro Ávila 29 de setembro de 2017 at 11:43 - Reply

      Pois é Gabriel, sim, pode ser visto como roubo. Vamos fazer o que com isso se quem nos rouba tem o poder supremo de multar, confiscar, prender e destruir a sua vida? Acredito que a solução está na educação das pessoas. Da mesma forma que eu trabalho aqui para educar com relação a nossa vida financeira, existe uma multidão de contadores que também deveriam criar sites, blogs, canais no youtube para educar as pessoas e com isso mudar alguma coisa no futuro. Sem isso as pessoas vão continuar “exigindo governo grátis”, pedindo coisas para o governo sem entender que no final quem paga a conta é toda a sociedade.

      • Gabriel Costa 29 de setembro de 2017 at 12:25 - Reply

        Sim. Perceba que a educação formal e a mídia implantam na mentalidade das pessoas a ideia de que somente o estado pode prestar serviços como segurança, justiça e estradas, por exemplo. E mesmo que ele falhe nisso, a massa aceitará passivamente a ideia de continuar pagando impostos.
        O único meio de romper essa barreira é convencer a maioria da população de que essa instituição não tem legitimidade e se sustenta de roubo, pois o estado não teria estrutura e nem recursos para punir a grande massa desobediente.
        Por isso minha meta é buscar aperfeiçoamento em estudos libertários e ir em escolas divulgar isso. Temos que ter uma missão de vida!
        Leandro, seus artigos trouxeram muita clareza para mim e serei sempre grato por isso. Abraços!

        • Leandro Ávila 29 de setembro de 2017 at 13:40 - Reply

          Pois é, serviços públicos são serviços pagos. O problema é que são caros, ruins ou até inexistentes, mas as pessoas acreditam que serviços públicos são gratuitos, fruto de bondade ou caridade de alguém.

  48. RENATO M SOUZA 29 de setembro de 2017 at 11:11 - Reply

    Oi Leandro,

    Sou contador formado com experiência na área aproximadamente 15 anos e atualmente trabalho em uma empresa familiar e sócios dessa empresa utiliza nos trabalho sempre conseguir diminuir a carga tributária que é imposta na empresa (contribuições sociais PIS/Cofins, ICMS, IRPJ, CSLL), vejo que sempre conseguimos achar benefícios que minimizar ou até zera o tributo. Vendo seu artigo concordo em acrescente que as pessoas físicas que preocupa em busca assessor de investimento para descobrir os melhores investimentos para seu perfil, precisa também tem um consultor na parte tributária que pode ser o contador.

    Parabéns mas uma vez pelo seu trabalho de educador.

    • Leandro Ávila 29 de setembro de 2017 at 11:38 - Reply

      Oi Renato. Creio que fica muito difícil crescer sem esse apoio. As pessoas costumam acreditar que o mundo dos investimentos e do dinheiro é complexo. Pode até ser no início, mas as regras do jogo são mais estáveis. Você não vai se deparar com as regras de um determinado investimento mudando todo dia. Já no mundo dos tributos as regras mudam praticamente todos os dias. Em todos os estados e municípios do Brasil tem um político nesse exato momento procurando uma forma de mudar as regras de tributação.

  49. Advogado Tributarista 29 de setembro de 2017 at 13:05 - Reply

    Resumindo como evitar/pagar menos impostos, três palavrinhas: evasão, elusão e elisão. Há também a questão ideológica, geralmente pessoas ricas se alinham com o liberalismo econômico, ou seja, detestam pagar impostos ou qualquer outra espécie de intrometimento estatal. No caso dos USA, trata-se de uma nação essencialmente liberal, eles não tem a cultura de esperar algo do Estado. Por fim, importante ressaltar que nosso sistema tributário penaliza todo mundo, não só os mais “pobres”. O que mais vejo são pessoas demonizando empresários por explorar a força de trabalho dos mais “vulneráveis”. Argumento pra lá de batido, mal soubessem que comumente mais da metade do lucro das empresas é tributado ou surrupiado pelo Estado de alguma forma, sem contar o número de calotes em razão da crise, multas totalmente desproporcionais e descabida da RF e uma justiça completamente parcial ao trabalhador. Enfim, o que impulsiona a riqueza de um país é educação financeira e empreendedorismo (empresários), difícil esperar isso de uma população que idolatra a CLT e deixa dinheiro em poupança…

  50. Jonas 29 de setembro de 2017 at 14:00 - Reply

    Obrigado Leandro por compartilhar sempre conosco conhecimentos que penso ser tão importantes.
    Respondi sua pesquisa anteriormente e penso hoje assim, o que nos afasta de investir apensar de termos acesso ao conhecimento é no fato de nossa educação no Brasil ser tão restritiva nesse assunto que acabamos sendo domesticados como o filhote de elefante que é amarrado a uma corrente e cresce achando que nunca irá romper, acredito que você conheça a história.

    Digo isso porque me sinto assim, mas tomei o primeiro passo que é realmente encarar o monstro da ignorância de frente e buscar meus sonhos.

    Obrigado colega, de verdade.

    • Leandro Ávila 30 de setembro de 2017 at 12:14 - Reply

      Oi Jonas. As coisas que não sabemos e que não sabemos que não sabemos são as únicas coisas que nos impedem de crescer em qualquer área da vida. Por isso a ignorância é a mãe da miséria, doença, injustiças, violência e todo tipo de problema humano. Só quem pode combater a sua ignorância é você mesmo, os outros tendem a explorar a sua ignorância tirando proveito daquilo que você ainda não sabe. Isso também é uma manifestação da ignorância, pois a maior de todas é ignorar que estamos todos no mesmo barco, que se a sua vida é ruim, isso vai impactar a minha vida de alguma forma, pois a humanidade é uma só, ela é um só corpo e somos apenas pequenas partes desse grande corpo.

  51. Eky Barradas 29 de setembro de 2017 at 15:33 - Reply

    Nossa, Leandro! Excelente esse seu artigo. Mudou substancialmente a minha forma de ver o mundo e de conduzir as operações da minha empresa. Um abraço e obrigado!

  52. Monica 29 de setembro de 2017 at 16:36 - Reply

    Já ouvi dizer que posso vender um imóvel inventariado (em nome de espolio de …) ou invés de ser no nome da pessoa que recebeu esse imovel. Sendo assim deixaria de pagar o imposto municipal ITBI – imposto sobre transmissão de bens imoveis. Estou quase nessa situação, por isso estou me informando sobre o assunto. Sabe alguma coisa sobre isso?

    • Leandro Ávila 30 de setembro de 2017 at 12:08 - Reply

      Oi Monica. O ideal seria conversar com um advogado. Não saberia dar detalhes sobre isso.

  53. LUCAS PITAGORAS TOMAZ GUIMARAES 30 de setembro de 2017 at 10:22 - Reply

    Como sempre, mais um excelente artigo. Leando, vc conhece algum site, blog, canal do youtube ou afins, que ensine pessoas físicas a diminuir a carga tributária?
    Abraço.

  54. Irlan 30 de setembro de 2017 at 13:46 - Reply

    Excelente artigo, Leandro.
    Aqui no Brasil, temos as alíquotas de impostos que funcionam de acordo com o tempo do investimento. Existem essas alíquotas no EUA e na Europa e se há como funcionam?

    • Leandro Ávila 1 de outubro de 2017 at 18:46 - Reply

      Oi Irlan. Não sei dizer como funciona o imposto sobre rendimentos de renda fixa nos EUA.

  55. Pericles 30 de setembro de 2017 at 14:43 - Reply

    Olá Leandro,

    Mais um excelente texto, parabéns e obrigado.

    …Tentei procurar nos comentários, mas, acho que ngm comentou sobre isso ainda.

    Quando você diz “Isenção total de IR nas vendas de ações (até 20 mil/mês)…….Você pode pagar ZERO de impostos sobre esses R$ 90 mil que ganhou. Para isso basta vender menos de R$ 20 mil em ações sempre que precisar de dinheiro vivo… ”

    Lembrando que você só pode fazer essa operação 1x ao mês. Se você vender R$ 19.000,00 hoje e amanha vender mais R$19.000,00 dentro do mesmo mês você vai SIM pagar o imposto. Ao meu ver, ficou um pouco mal explicado e dá a entender que é só vender menos de 20mil reais em ações por dia para evitar a cobrança.

    Sigo te acompanhando.

    Bom final de semana.

    Abraço.

  56. Guilherme 30 de setembro de 2017 at 15:54 - Reply

    Não tenho condição de saber a procedência do que vou afirmar a seguir, pois não sou empresário nem especialista:

    Muitos dizem que se os impostos diminuírem, os preços cobrados pelas empresas diminuirão e os consumidores serão favorecidos.

    Neste sentido, vimos muitos incentivos fiscais concedidos nos últimos governos brasileiros a determinados setores da economia.

    Mas o que ocorreu, de fato, foi que o preço pouco se alterou, o que faz pensar que as empresas embolsaram, como lucro, esses incentivos e mantiveram os preços praticamente inalterados.

    Por exemplo, vemos isso na cobrança de despacho de bagagens em companhias aéreas na atualidade. Os preços pouco se alteraram ou até aumentaram, o que leva a crer que “custo embutido” foi todo para o bolso do empresário, e não beneficiou o consumidor nem indiretamente; pelo contrário, o prejudicou.

    Reflito muito sobre isso, pois penso também que seja um pouco otimista/ilusória essa noção de que o mercado sempre se ajusta equilibradamente para o bem do empresário e do consumidor.

    • Leandro Ávila 1 de outubro de 2017 at 18:41 - Reply

      Oi Guilherme. Só existe uma coisa que faz preço cair e a qualidade dos produtos e serviços aumentar. Essa coisa se chama concorrência. Veja o que ocorreu com os serviços de táxi depois da concorrência com o UBER. Muitos motoristas melhoraram o serviço para concorrer melhor. O que os empresários precisam é de concorrentes de alto nível. Sabe o que aconteceria se qualquer empresa do planeta pudesse prestar serviços e vender no Brasil? Nossas empresas seriam forçadas a concorrer com gente de nível elevado. Os consumidores sairiam ganhando. Imagine se todas as empresas aéreas do mundo pudessem operar no Brasil livremente. Elas iriam investir em escritórios e estrutura no Brasil e isso geraria empregos. Elas iriam disputar o mercado brasileiro e a população faria o trabalho de escolher aqueles que conseguem entregar o melhor serviço pelo menor preço. Sem concorrência nada vai mudar.

  57. Felipe 30 de setembro de 2017 at 16:20 - Reply

    Leandro, investi um tempão escrevendo um comentário sobre o NAC Brasil no seu penúltimo post. Modera ele lá pra compartilhar com os demais colegas do CP… Abraços…

  58. Felipe 1 de outubro de 2017 at 16:36 - Reply

    Excelente artigo, muita informação relevante, vou buscar mais informações obre educação tributária, tem alguma indicação? Ah Leandro, algo que já queria te perguntar há algum tempo, acho muito legal o layout do seu blog, muito bem produzido e estruturado, onde você baixa essas imagens para utilizar no site?

    • Leandro Ávila 1 de outubro de 2017 at 17:54 - Reply

      Oi Felipe, existem muitos bancos de imagem. Se você buscar no google por free images vai encontrar muitos bancos gratuitos e também os pagos.

  59. Marco Neres 1 de outubro de 2017 at 18:22 - Reply

    Concordo com o comentário do Gabriel que finalmente falou a verdade nua e crua que todos sabem ou deveriam saber que é : imposto é ROUBO!!! . Assim como a ignorância e a mãe de todas as mazelas pois através da mesma as coisas que não sabemos e que não sabemos que não sabemos influenciam diretamente as nossas vidas. Ser coagido (forçado) pelo estado e governo sobre ameaça de prisão, confiscar tô (ROUBO) e morte por querer controlar de alguma forma um direito inerente a todos nós que estamos vivos e vivemos neste planeta que é o livre arbítrio também é. Me solidarizo com tua resposta Leandro quando dizes: ” Fazer o que se quem nos rouba tem o poder supremo de nos multar confiscar prender e destruir a nossa vida”? E que através do seu trabalho maravilhoso aqui no clube dos poupadores você faz com que pelo menos tenhamos um pouco de dignidade ao TENTAR se defender de “regras” estapafurdias de uma organização criminosa que não pediu o consentimento de pelo menos 70% dos indivíduos que nela existem ( os outros 30% concordam pois muito provavelmente deve ser conveniente positivamente de alguma forma a eles. É Aquela velha história pra uma minoria se dar bem uma maioria se da mal) para dizer a você como um ser “livre” e autônomo o que se deve e o que não se deve fazer e se caso você não concordar podemos usar a força ( vão te prender te roubar e se tu não calar a boca vão te matar) na prática é isso só usam o termo ” usar a força” para ser politicamente correto hahaha que piada! Alguém aqui pode me indagar sobre o voto mas o fato é que o voto sempre foi um instrumento que benefíciou classs de individuos e não eles como um todo além de ser uma ótima forma de ludibriar as massas para estás acharem que possuem algum poder de influência sobre um governo narcicista e totalitarista. Leandro você já está mudando os pensamentos das pessoas com informações de qualidade e educação financeira que posta aqui no blog pois através disso estudando e se informando tiramos as ” vendas” que nos cegavam não nos permitindo vermos como o Brasil e porque não dizer o mundo funcionam. Pelo menos agora somos oficialmente cientes de como a banda toca só que uma. Vez sabido isso a sensação que impera é a de frustração pois ainda sim somos ” reféns livres” cientes de um sistema que foi desenvolvido em seu âmago por um grupo, uma classe de individuos que historicamente se voltarmos no tempo se resumira a um bando de pessoas com paus e pedras nas mãos querendo impor sua vontade em cima das outras PORQUE SIM E PONTO FINAL! No qual você já nasceu inserido e que não tem direito protegido de discordar se não já sabe né? Monopolizaram sua vida e te fazem acreditar que és livre para fazer tuas escolhas quando na verdade as ” algemas invisíveis” estão te mantendo preso a todo momento assim como na história da corda e do elefante. Imaginem por um momento se todos pudessem escolher sem medo que tipo de consumo, serviços e/ou contribuições vcs realmente gostariam de investir o seu dinheiro? E se caso não gostassem de tal serviços e consumo você pudesse desfazer tal vínculo? ( Demitir) Isso ocorre na iniciativa privada e nada mais justo de vc não pagar se não achar que os serviços prestados não corresponderam as suas expectativas. Mas eu posso demitir o estado? Pois é…. Por isso defendo o livre mercado pois ele garante direitos constitucionais legítimos como a busca a prosperidade e felicidade. Ressalto novamente Leandro que seu trabalho educacional é vital não só para que possamos investir melhor ou pagar menos impostos mas também de fazer as pessoas acordar em para a realidade do mundo em que vivemos e com isso tomarem as decisões mais acertadas para viverem suas vidas com real liberdade e felicidade.

    • Leandro Ávila 1 de outubro de 2017 at 18:36 - Reply

      Eu acredito que a solução está na educação. Só que eu não fico só na reclamação. Hoje é domingo, 18:36 da noite, o Brasil está nesse momento assistindo as pegadinhas do Faustão. Eu já comecei o meu trabalho da semana. Estou lendo comentários e respondendo. Isso faz uma grande diferença. Pessoas com educação financeira compram melhor, investem melhor, votam melhor, educam melhor os seus filhos que no futuro vão perpetuar tudo isso para as próximas gerações. É assim que a mudança vai acontecer.

  60. Marco Neres 1 de outubro de 2017 at 18:25 - Reply

    Ps: quem quiser ver na prática tudo o que falei acima basta ver o que está acontecendo na Catalunha que uma das notícias mundiais mais importantes do momento.

  61. Sergio 1 de outubro de 2017 at 22:54 - Reply

    Olá Leandro. Com esse artigo fica bem claro que aquela crença que muitos têm, de que pessoas que vivem de renda não trabalham, não corresponde à verdade. O fato é que, para viver da renda proporcionada pelos investimentos realizados, é necessário estudar muito e estar muito bem informado. E tudo isso exige muita dedicação. E talvez esse seja o grande obstáculo para muitos que ficam apenas reclamando e se vitimizando, dizendo o quanto a vida é injusta e o quanto os ricos são sortudos. Muitos preferem “investir seu tempo” nos Whatsapp e Redes Sociais da vida porque investir no conhecimento dá muito trabalho.

    • Leandro Ávila 2 de outubro de 2017 at 6:43 - Reply

      Oi Sergio. Obrigado pelo comentário. Reclamar é sempre a opção mais fácil. Mudar a própria realidade exige força de vontade, estudo, plano, ações e dedicação diária. Investir tempo nas redes sociais enriquece os donos e os sócios das redes sociais.

  62. Ezequiel 2 de outubro de 2017 at 10:13 - Reply

    Olá Leandro, sou um universitário de 19 anos, leio seus artigos já tem um tempo e olha… eles me ajudaram bastante mesmo. Apesar disso nunca tinha parado para ler os comentários, mais sempre rolava a tela e via que você respondia a todos e resolvi parar uns minutinhos para ler esses, fiquei impressionado com o quanto se pode aprender lendo comentários… enfim, só tenho a agradecer por compartilhar seu conhecimento e experiencia com a gente, minha situação financeira atual não é das melhores porém comprar seus livros e investir mais em educação financeira é minha meta de curto prazo que já tem se mostrado muito eficaz na só na minha vida como também na das pessoas ao meu redor. Obrigado!!

    • Leandro Ávila 2 de outubro de 2017 at 13:12 - Reply

      Oi Ezequiel. Parabéns por ler os comentários. Eu já tive 19 anos e felizmente sempre investir em conhecimento e isso é o que fez a diferença na minha vida. O que você vai aprender na universidade não é exatamente o que fará você prosperar profissionalmente e financeiramente. Na universidade você só terá formação técnica. Nos dias de hoje isso é commodities, não faz diferença, todo mundo tem. O que vai fazer você se diferenciar é a sua formação humana, é o investimento que você fará desenvolvendo outras habilidades, valores e virtudes. A habilidade relacionada com o uso inteligente do dinheiro é uma dessas áreas que você precisa desenvolver.

  63. Jenio 2 de outubro de 2017 at 11:09 - Reply

    Muito bom.
    Obrigado!

  64. Marcio Nobre 2 de outubro de 2017 at 15:56 - Reply

    Olá Leandro e seguidores, ótimo artigo e ótimos comentários, adorei tudo isso. Concordo com a filosofia passada no texto, até porque, permita-me breve apresentação, sou Advogado e Contador e atuo exclusivamente com Direito Tributário e defendo a mesma linha, é necessário estudar e reduzir de acordo com as regras existentes. Sim, o sistema é complexo, contudo, se bem estudado, realmente existem inúmeras formas de redução legal principalmente para empresas, por isso também defendo a “pejotização” rsrs, por vários motivos entre eles a redução da carga tributária e a proteção contra as inseguranças jurídicas (proteção do patrimônio), pois ficar com o seu patrimônio na sua pessoa física é “exposição em excesso”, já que aqui não há segurança jurídica, por qualquer motivo há responsabilização pessoal com dívidas e etç. Continuem o belo trabalho, compartilhando conhecimentos, parabéns Leandro a parabéns aos comentários de todos! Marcio Nobre

  65. Sergio 2 de outubro de 2017 at 23:44 - Reply

    Olá Leandro!

    No texto você cita que o ouro físico não é isento de tributação como o ouro em ativos financeiros, no limite de R$20.000,00 por mês. Não achei essa informação em fontes confiáveis. Por coincidência, hoje entrei em contato com a Parmetal, que negocia ouro em barra, e me foi informado que se a negociação de ouro físico for superior a R$20.000,00 (é possível comprovar o lucro por documento fiscal da compra e da venda da barra), paga-se 15% do valor sobre o lucro. você sabe me dizer que esta informação é real? Se não for, como funciona a tributação da venda do ouro físico?
    Obrigado pelo texto!

    • Leandro Ávila 3 de outubro de 2017 at 7:20 - Reply

      Oi Sérgio. A informação que tenho é a seguinte. Ouro como ativo financeiro é tratado como se fosse um investimento em ações. Até R$ 20 mil por mês não tem cobrança de imposto. Já no caso do ouro físico ou ouro mercadoria não existe esse tratamento. Tenho um livro que fala sobre isso. Só que se você entrou em contato com uma empresa que vende ouro físico e eles passaram essa informação é provável que o livro que utilizo esteja desatualizado.

  66. Callebe 3 de outubro de 2017 at 17:56 - Reply

    Oi Leandro.

    Eu realmente gosto do conteúdo do clube dos poupadores.
    Ele me ajudou muito na minha educação financeira, e você sempre coloca conteúdos novos e interessante.
    Parabéns por mais essa postagem sobre pagar menos impostos.

    Minha realidade mudou um pouco. Eu acabei de me mudar para os EUA, estou aqui a quase dois meses.
    Você tem algum site/blog/portal semelhante ao clube dos poupadores mas voltado para o público americano?
    De forma alguma vou deixar de visitar o clube dos poupadores. Inclusive, sou premium. Mas também quero ter informação da terra do tio San.

    Continue o bom trabalho. Sempre indico o clube dos poupadores pra meus amigos e parentes.
    Abs.

  67. Abelardo Ladeia Filho 10 de outubro de 2017 at 9:25 - Reply

    Leandro, tenho uma dúvida que não se trata do assunto, pagar mais ou menos imposto) e sim sobre aplicação em títulos públicos. Com a baixa dos juros e levando-se em conta a taxa de custória (0.30 por cento) que é paga semestralmente, vc acha que ainda assim vale a pena aplicar em títulos públicos? Eu, por exemplo, faço investimento através da corretoria Easynvest no tesouro direito e todo o semestre tenho que pagar aquela taxa acima citada. Queri, por gentileza, fazer um comentário sobre o assunto, obrigado, ABelardo

    • Leandro Ávila 19 de outubro de 2017 at 12:50 - Reply

      Oi Abelardo. Digamos que você tenha um título que paga 9% de juros ao ano. Se o seu custo é de 0,30% isso significa que você ganhou 9% e perdeu 0,30%. Em um investimento de 100.000,00 isso significa ganhar 9.000,00 tendo um custo de 300,00 por ano.

  68. Gonçalo 10 de outubro de 2017 at 14:40 - Reply

    Obrigado, Leandro pelos esclarecimentos!! Abraço!!!

  69. Tiago 12 de outubro de 2017 at 1:48 - Reply

    Marco

    No Brasil as brechas existem ainda….. Está em discussão (nas comissões do congresso) sobre taxar lucros/dividendos, grandes fortunas etc.. mas ainda não são taxadas. O que o Leandro falou ai dá pra ser aplicado sim, só tem que analisar corretamente o custo/benefício de ser PJ, mas se a pessoa for “autônoma” legalizada (emitir NF, recolher impostos/contribuições) ou profissional liberal, a vantagem de se “Pejotizar” é enorme. Trabalho há muitos anos em um grande banco com clientes PJ e vejo muito disso. Inclusive o que o Leandro menciona sobre Holding Patrimonial eu afirmo que existem aos montes, temos inúmeros clientes destes (usam pra transferir imóveis entre familiares/sócios sem pagar impostos, usam pra pagar menos IR sobre recebimentos de alugueis, usam pra blindagem patrimonial quando são sócios de outras empresas e possuem passivos trabalhistas/fiscais/cíveis etc…)

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