Como escolher fundos de investimento – Volatilidade

Já vimos que existem milhares de fundos de investimento disponíveis e hoje vamos conhecer um tipo de risco que você deve aprender a avaliar antes de escolher um fundo de investimento.

No mundo dos investimentos, sem meias-palavras, risco significa a possibilidade de você perder dinheiro no futuro ou não receber aquilo que esperava no dia que tomou a decisão de investir.

Entre os inúmeros riscos que existem, hoje iremos falar sobre o “risco de mercado”. Ele representa o risco gerado pelas oscilações na rentabilidade de um determinado investimento ou no preço de um ativo. No caso dos fundos, estamos falando nas variações no preço de usas cotas.

Podemos medir e comparar as oscilações de um investimento através de uma medida chamada volatilidade. Vamos imaginar que você está na dúvida entre investir no fundo A ou no fundo B. Os dois fundos apresentaram uma rentabilidade acumulada de 15% nos últimos 12 meses. O gráfico abaixo mostra as oscilações da rentabilidade do fundo A durante o ano.

O gráfico abaixo mostra as oscilações da rentabilidade do fundo B. Observe que os dois fundos renderam os mesmos 15% no final do período, só que o primeiro sofreu grandes oscilações na sua rentabilidade e o segundo seguiu uma trajetória quase linear e muito previsível:

Nos diversos sites onde é possível comparar e observar gráficos e dados dos fundos, é comum encontrar sua volatilidade anual. Ela aparece na forma de um número percentual que mostra para o investidor a intensidade e frequência das oscilações de rentabilidade que o fundo apresentou em um período de tempo.

Exemplos práticos

A melhor forma de entender é através de exemplos reais. Os gráficos e exemplos que vou apresentar neste artigo foram retirados de uma ferramenta de busca de fundos do site GuiaInvest. Este site oferece ferramentas gratuitas e pagas (através de uma assinatura) que auxiliam os investidores. Você pode acessar o ranking de fundos gratuitamente através deste endereço aqui. É possível que você tenha que criar uma conta gratuita para usar a ferramenta. Para criar uma conta gratuita visite aqui, Você verá uma página como essa que aparece logo abaixo. Clique na opção “Entrar” como mostra a figura:

Vai aparecer uma página parecida com a próxima figura. Observe a opção “Conecte-se com o Facebook” com um botão “Entrar” que deve ser clicado caso queira se cadastrar usando seus dados do Facebook. No finalzinho do formulário tem a opção “Criar uma Conta” caso prefira se cadastrar diretamente.

Depois de ativar o seu cadastro basta visitar novamente a página que apresenta o ranking dos fundos. Recomendo que clique no botão “Pesquisar” que aparece na lateral superior direita. Uma coluna na lateral esquerda irá aparecer com todas as opções de pesquisa por categoria de fundo, tipo, nível de risco e aplicação inicial mínima. Essas opções funcionam como filtros.

Vamos começar. Observe o gráfico abaixo. Ele mostra a rentabilidade acumulada no decorrer de 36 meses de um fundo que faz investimentos em títulos pós-fixados (públicos e privados) que seguem a taxa DI (CDI) e Taxa Selic. Isso significa que é um fundo de risco muito baixo, ou seja, suas oscilações de rentabilidade diária e mensal serão as menores que existem. Esse fundo que usei como exemplo apareceu no ranking como o de maior rentabilidade entre todos aqueles classificados como de risco “muito baixo”. É fácil para qualquer leigo observar a trajetória limpa de oscilações desse fundo indicando baixa volatilidade. A baixa volatilidade é uma característica de investimentos pós-fixados de renda fixa que seguem o CDI ou a taxa Selic.

 

A volatilidade desse fundo foi de apenas 0,12% em 36 meses. Mas o que isso significa? Significa que a rentabilidade do fundo oscilou apenas 0,12% para cima ou para baixo da rentabilidade média registrada no período.

Em 36 meses o fundo do exemplo acima, acumulou uma alta de 44,26%. Ele superou o CDI registrado no período que foi de 43,12% e certamente sua taxa administrativa de 0,3% colaborou para que isso fosse possível. Podemos afirmar que o investidor conservador que optou por este fundo não sofreu qualquer susto diante da sua rentabilidade mensal graças a sua baixa volatilidade.

Matematicamente falando a volatilidade é um desvio padrão. Já um desvio padrão, neste contexto do investimento, é quanto de oscilações podemos registrar acima ou abaixo do valor médio de rentabilidade que foi registrado no período.

 

Agora vamos observar o gráfico da rentabilidade acumulada do fundo de investimento em ações. O fundo do nosso exemplo faz investimentos nas ações de uma única empresa, uma grande mineradora. Isso significa que se trata de um investimento de renda variável, que por natureza tem grande volatilidade. Com base na pesquisa que fiz no GuiaInvest, esse fundo teve uma rentabilidade de surpreendentes 334,18% em apenas 12 meses. A volatilidade foi no período foi de elevados 62,94%. Podemos afirmar que em 12 meses a rentabilidade do fundo sofreu variações 62.94% acima ou abaixo da rentabilidade média registrada no período. A linha vermelha indica as oscilações do índice Bovespa para que possamos fazer uma comparação com o desempenho da bolsa no período.

É muito fácil olhar o gráfico e constatar que a rentabilidade do fundo sofreu enormes variações mensalmente indicando uma alta volatilidade. A volatilidade do Ibovespa aparenta ter sido bem menor que a registrada neste fundo de uma única ação. Podemos afirmar que fundos de ações que fazem investimentos em uma carteira de várias ações tendem a ter menor volatilidade, pois enquanto o preço da ação de uma empresa cai é possível que o preço da ação de outra empresa suba. Uma coisa pode compensar a outra.

Isso nos indica que diversificar nossos investimentos de renda variável reduz nossa volatilidade, ou seja, reduz nossos riscos diante das oscilações. No site da BM&FBOVESPA você pode consultar a tabela com volatilidade (desvio padrão) de todas as ações. Visite aqui, selecione o período e depois clique na opção “TODOS” que aparece do lado do botão verde “Busca”. Observe que existe a opção (no menu horizontal) de consultar a volatilidade usando a metodologia EWMA que atribui um peso maior para os dados mais recentes.

Também devemos prestar atenção em outra questão importante que é a janela de tempo onde que estamos observando a volatilidade e a rentabilidade do fundo. Olhando os últimos 12 meses, o resultado parece maravilhoso, mas como seria o resultado olhando os últimos 24 ou 36 meses? Será que essa alta é realmente consistente?

O gráfico abaixo mostra o resultado do mesmo fundo nos últimos 36 meses. Observe que o fundo perdeu para o índice Bovespa quando olhamos um prazo maior. A volatilidade dos últimos 36 meses foi de 51,63%, ou seja, foi menor que a dos últimos 12 meses. Pouco adianta ter uma volatilidade menor diante de uma tendência de queda na rentabilidade do fundo.

Quando olhamos a rentabilidade dos últimos 36 meses constatamos que ela foi de apenas 23,81%. Mesmo com a alta de mais de 334,18% dos últimos 12 meses, quando olhamos os últimos 36 meses, esse fundo não conseguiu superar a taxa DI (CDI) que foi de 43,12%. Veja o CDI na linha azul escuro, o índice Bovespa na linha vermelha e a rentabilidade do fundo na linha azul claro.

 

Você já deve ter ouvido falar na teoria que diz que quanto maior o risco de um investimento (elevada volatilidade) maior será o retorno esperado. Isso certamente é uma teoria que funciona lá fora, onde a rentabilidade da renda fixa é mínima. Aqui no Brasil, a taxa Selic e o CDI são tão elevados que investimentos de alta volatilidade apenas garantem muitos sustos e uma rentabilidade ligeiramente superior ao que você teria seguindo as taxas básicas de juros (CDI e Selic). Pelo menos é isso que podemos observar quando acessamos pesquisas que levam em consideração a rentabilidade de fundos como os fundos multimercado e comparam com o CDI ou Selic. São esses fundos que permitem aos gestores a combinação de renta fixa e renda variável com o objetivo de buscar rentabilidade maiores, elevando a volatilidade. O gráfico abaixo (fonte) mostra o desempenho de centenas de fundos multimercado (linha amarela) na última década em comparação com a rentabilidade do CDI (linha vermelha) e a volatilidade do CDI (linha azul).

No próximo gráfico temos o resultado de um estudo que mostra o desempenho de 35 fundos que existem desde 1999. A ideia era verificar quantos desses fundos conseguiram superar o CDI e o Ibovespa depois de 15 anos (fonte). Somente 30% conseguiram superar o CDI. Quase 80% superaram o Ibovespa. Dos multimercados que existiam nessa amostra, 37% superaram o CDI, enquanto que dos fundos de ações da 60% superaram o Ibovespa no período. Mesmo dentre os fundos de renda fixa, que por sua natureza raramente superam o CDI, 16% apresentaram retornos superiores aos do CDI no período. O autor do estudo concluiu que a alta volatilidade pode trazer retornos negativos, em particular para os fundos de ações. Mas também, traz oportunidades que alguns gestores sabem aproveitar. Na minha opinião, o grande problema é o investidor se tornar capaz de selecionar esses gestores e seus produtos no meio de milhares de fundos.

O que podemos aprender com isso?

Vamos perceber que muitas vezes estamos expostos a uma volatilidade muito grande (fortes oscilações diárias ou mensais de rentabilidade) sem que isso resulte em uma rentabilidade maior que justifique o risco. Devemos considerar que para o investidor, estar exposto a uma volatilidade maior tem um custo por comprometer a liquidez, ou seja, se você faz um investimento onde ocorrem fortes oscilações, por vários momentos você correrá risco de perdas se ocorrer a necessidade de resgatar o dinheiro que você investiu.

Para aceitar uma exposição maior a uma volatilidade maior é importante que você verifique se realmente o desempenho do fundo compensa. Devemos exigir desempenho maior quando a volatilidade é maior.

No nosso primeiro exemplo a volatilidade do fundo foi de 0,12% em 36 meses e a rentabilidade acumulada foi de 44,26% em um fundo conservador que faz investimentos pós-fixados em títulos públicos e títulos privados para superar a taxa DI (CDI). No nosso segundo exemplo, onde observamos o gráfico de um fundo de ações, a rentabilidade acumulada em 36 meses foi de apenas 23.81% sendo o investidor obrigado a viver fortes emoções (oscilações de rentabilidade) com a volatilidade de 51,63%.

Quando a janela de tempo observada foi de apenas 12 meses, o fundo de baixa volatilidade teve rentabilidade de 14,46% e o de alta volatilidade de 334,18%.

Desvio padrão:

Como a volatilidade é um desvio padrão, existem algumas propriedades interessantes que podemos observar. O gráfico abaixo representa uma regra conhecida como “regra empírica ou 68-95-99,7” mas que é apenas uma daquelas coisas que aprendemos na escola ou na faculdade e que ninguém explica qual seria a utilidade futura.

No mundo dos investimentos essa regra permite avaliar a probabilidade de um determinado investimento apresentar resultados acima ou abaixo da sua média.

O gráfico abaixo pode ser lido da seguinte forma: se você tem um fundo de investimento com rentabilidade média de 10% ao ano e volatilidade de 1%, existe uma probabilidade de 34% do fundo render 9% (1% a menos que os 10%) e uma probabilidade de 34% dele render 11% (um 1% adicional ao que ele registra na média). Dessa forma, a probabilidade do fundo render alguma coisa entre 9% e 11% é de 68%. Também podemos dizer que existe uma probabilidade de apenas 13,6% do fundo render entre 8% e 9% (entre -2 e -1 pontos da média) ou a mesma probabilidade de render entre 11 e 12%. Podemos dizer que existe uma probabilidade de 95% de render qualquer percentual entre 8% e 12%. Para recordar suas aulas de distribuição normal visite aqui.

Se no lugar de 1%, a volatilidade desse fundo fosse de 20% teríamos uma probabilidade de 68% da rentabilidade ficar entre -10% e +30% ou de 95% da rentabilidade ficar entre -30% e +50%.

Você não precisa se aprofundar na matemática. Ao consultar os sites que apresentam a volatilidade dos fundos, observe que quanto maior essa volatilidade for, maior é a probabilidade de grandes perdas ou de grandes ganhos. Por este motivo, volatilidade não é necessariamente ruim. Ela só é ruim mesmo quando você não a entende. Por este motivo, seria fundamental saber avaliar a relação entre o risco que você corre investindo em um fundo de alta volatilidade e o retorno médio que você espera receber dele. No próximo artigo devo falar mais sobre esse tema.

By |31/01/2017|Categories: Investimentos|104 Comments

About the Author:

Leandro Ávila é administrador de empresas, educador independente especializado em Educação Financeira. Além de editor do Clube dos Poupadores é autor dos livros: Reeducação Financeira, Investidor Consciente, Investimentos que rendem mais, e livros sobre Como comprar e investir em imóveis.

104 Comments

  1. Allan 31 de janeiro de 2017 at 11:18 - Reply

    Leandro, obrigado por mais um artigo. Mas eu não consigo entender a ne nessidade de investir num fundo desses se vc mesmo pode investir diretamente no tesouro.

    • Leandro Ávila 31 de janeiro de 2017 at 12:01 - Reply

      Oi Allan. Existem pessoas que preferem que os outros façam os investimentos por ela. Quando estamos falando de investimentos que exigem avaliações complexas antes de tomar uma decisão (como os investimentos em ações e outras formas de renda variável) pode até fazer sentido transferir essa responsabilidade para alguém. Já quando a ideia é fazer investimentos de renda fixa, talvez a única justificativa seria a possibilidade de investir em fundos de renda fixa com liquidez diária, só que existem bancos que oferecem CDB com liquidez diária.

  2. Michael Stuart 31 de janeiro de 2017 at 11:38 - Reply

    Artigo excelente e relevante. La no exterior eu gosto de utilizar o “Sharpe Ratio,” que mede, justamente atraves do Desvio Padrao, o “Risk-Adjusted Return,” ou seja o Retorno Ajustado pelo Risco. Quanto maior o Sharpe Ratio, melhor. O mais alto o Desvio Padrao, o mais alto o Retorno precisa ser para conseguir um alto Sharpe Ratio. E um fundo com um Desvio Padrao alto poderia ter um alto Sharpe Ratio se o retorno compensa e seria consistente. Um fundo com um Sharpe Ratio relativamente alta, portanto, nao significa um fundo com baixa volatilidade. Significa um fundo que conseguiu optimizar o Retorno com o Risco.

    Nao sei porque tal medida seria tao pouco utilizada ou divulgada no Brasil. Em casos raros eu vi incluido nas Laminas dos Fundos. Tal vez, se voce achar interessante, mereceria um artigo no futuro, que poderia, mais uma vez, fazer a diferença.

    Tal artigo poderia tambem comparar com, por exemplo, o Sortino Ratio, que mede a volatilidade “comum” versus a volatilidade “ruim.”

    • Leandro Ávila 31 de janeiro de 2017 at 12:03 - Reply

      Oi Michael, é justamente sobre isso que pretendo falar no próximo artigo.

      • Michael Stuart 31 de janeiro de 2017 at 12:49 - Reply

        Sensacional!

        Nao tenho duvida que resultara, mais uma vez, em dialogos mais profundos entre o investidor, cada mais exigente, e a industria de investimentos.

  3. Marcelo 31 de janeiro de 2017 at 11:49 - Reply

    Nunca tinha deixado um comentário, apesar de já ler seus artigos há anos. Gostaria apenas de agradecer (MUITO) pelo conhecimento compartilhado. Abraço.

    • Leandro Ávila 31 de janeiro de 2017 at 12:04 - Reply

      Oi Marcelo, muito obrigado pelo seu primeiro comentário. Participe sempre que possível.

  4. Michael Stuart 31 de janeiro de 2017 at 11:54 - Reply

    Um fundo DI com baixissima taxa de administraçao (0,30% a.a.) poderia fazer sentido versus um titulo SELIC (LFT), por causa da liquidez imediata. Justamente por ser um fundo de referencia, sem o risco de Marcaçao ao Mercado negativa – ou a possibilidade de ganhos de capital alem da referencia.

    Mais um fundo Renda Fixa com carteira de titulos de Duration longa, especialmente os que nao pagam copons semestrais (os Zero Coupon Bonds) tem muita possibilidade de Perda de Capital – ou Ganho de Capital. Simplesmente nao se sabe no momento da aplicaçao no fundo.

    Bem diferente de comprar os ;titulos no TD, se voce guardar ate o vencimento onde nao existe a possibilidade de Perda de Capital (MTM negativa). Comtudo, nem existe a possibilidade de Ganho de Capital. Por isso, por nao ser um Especulador – prefiro ser Investidor – eu nao aplico nos Fundos Renda Fixa.

    • Leandro Ávila 31 de janeiro de 2017 at 12:07 - Reply

      Oi Michael, pode fazer sentido se você considerar que 0,30% é o custo que você terá com a custódia dos títulos públicos adquiridos no Tesouro Direto (taxa da BM&FBOVESPA). No fundo você realmente pode ter uma liquidez imediata, ou seja, você resgata e o dinheiro aparece imediatamente na sua conta. No caso de um investimento em Tesouro Selic seria necessário esperar 1 ou 2 dias úteis para o dinheiro aparecer na sua conta. O grande problema é que são raras as pessoas que acessam fundos com taxa administrativa abaixo de 0,5%. No caso dos grandes bancos, eles só oferecem fundos com essas taxas para os clientes que possuem mais recursos no banco (centenas de milhares ou milhões de R$).

      • Vinicius Verissimo 17 de fevereiro de 2017 at 12:02 - Reply

        Mas mesmo se o fundo entregar 100% do CDI e tiver tx de adm de 0,3% o come-cotas estraga a rentabilidade certo?

        • Leandro Ávila 21 de fevereiro de 2017 at 18:30 - Reply

          Oi Vinicius. Fiz um artigo recentemente sobre esse tipo de simulação.

  5. RAFAEL 31 de janeiro de 2017 at 12:38 - Reply

    Leandro, gosto de investir em um fundo de ações e também montar minha própria carteira.
    Estudei muito bem um fundo de ações e vi que apesar da volatilidade acima de 30% e da fantástica rentabilidade de mais de 1000% do CDI ano passado, em 2014 e 2015 ele não entregou bons resultados, porém na média dos 36 meses ele ficou com 230% do CDI. Ontem, por exemplo, o IBOV caiu mais de 2,50% e ele caiu menos de 2%. Gosto da gestão desse fundo e realizarei mais aportes, sempre respeitando ter no máximo 30% da minha carteira em Renda variável. Estou no caminho certo?

    • Leandro Ávila 31 de janeiro de 2017 at 14:04 - Reply

      Oi Rafael, o importante é que você tem consciência do que está fazendo e acompanha seus resultados. Parabéns.

    • Ricardo 31 de janeiro de 2017 at 14:55 - Reply

      RAFAEL: leu oo regulamento? o fundo é alavancado? se for e quebrar vc, cotista, pode perder tudo e ter que pagar um adicional (por causa da alavancagem) para completar o rombo.

      • Rafael 2 de fevereiro de 2017 at 7:57 - Reply

        Eu li o regulamento sim, Ricardo. Realmente é alavancado, porém aportei menos de 5% do meu patrimônio nele, mesmo assim é um risco, claro. Porém assumi risco visando obter uma maior rentabilidade.

  6. Guilherme 31 de janeiro de 2017 at 12:39 - Reply

    Boa tarde, Leandro.

    Podemos chegar a conclusão que, em geral, não compensa investir em fundos, seja de renda fixa ou multimercados? Pois no final das contas, o ganho final superaria muito pouco o CDI (benchmark de baixo risco), trazendo oscilações desnecessárias ao dinheiro.

    Indo além, caso fosse da vontade da pessoa, investir em ações isoladas e assumindo um risco que também é inerente ao fundo, seria mais vantajoso, pois assim teria mais chance de superar benchmarks do CDI e IBOV?

    Por outro lado, tenho o costume de me utilizar de fundos quando quero investir em dólar, pois os custos são menores e há menos burocracia do que comprar a moeda em bancos ou casas de câmbio, dando inclusive para aproveitar a cotação comercial.

    Abraços.

    • Leandro Ávila 31 de janeiro de 2017 at 14:11 - Reply

      Oi Guilherme. Podemos concluir que existem fundos multimercado que apresentam bons resultados e outros que não apresentam. O problema é que nem sempre aquele apresentou bons resultados no passado é exatamente o mesmo que irá apresentar bons resultados no futuro. Quanto mais longo é o prazo analisado, mais fácil é perceber que são raros os fundos que apresentam bom desempenho realmente consistente. Diante disso a tarefa difícil é selecionar bons fundos. Tem muita gente que realmente agrega oscilações desnecessárias para seus investimentos. Com relação a investir em ações específicas isso exige que você tenha conhecimento para fazer boas escolhas. É importante buscar esse conhecimento. O investimento no dólar, através dos fundos, realmente é mais prático, mas essa praticidade é apenas o resultado de um governo que torna a compra e venda de moeda um verdadeiro transtorno. Na última vez que comprei dólares (físicos) para fazer uma viagem o funcionário da casa de câmbio anotou o código numérico de cada nota de 100 dólares e disse que era uma exigência do governo. Felizmente eram poucas notas e fiquei imaginando como aquilo era inútil, pois os criminosos que fazem uso de moeda estrangeira não fazem operações legais em casas de câmbio regulares.

  7. Mr. Webster 31 de janeiro de 2017 at 12:45 - Reply

    Oi, Leandro.

    Mais um excepcional artigo, for change…

    Então, sobre a questão de aplicar em fundos DI x TD Selic, existe a questão das taxas e a necessidade imediata de liquidez. Dois dias é um prazo curtíssimo e razoável para quem precisa do dinheiro, salvo uma urgência.

    Mas aí é a questão a ser analisada pelo investidor quanto à necessidade.

    A maioria dos fundo DI de bancos grandes não valem nada, são meras enganações a quem ainda não saiu das trevas da ignorância financeira.

    O BB, que é especialista em oferecer fundos DI ordinários, com altas taxas de administração, oferece um bem razoável, mas isso para quem aplica a partir de 250k. Ele vem pagando o equivalente ao CDI e cobra uma taxa de administração de 0,5%. Na minha opinião é uma boa opção para quem deseja manter uma reserva emergencial de liquidez imediata.

    No mais, é como você sempre menciona em seus ótimos artigos: continuar sempre estudando e aprendendo.

    • Leandro Ávila 31 de janeiro de 2017 at 14:13 - Reply

      Oi Webster, é uma questão de estratégia e necessidade de cada um. Nada impede a pessoa de ter uma parte da sua reserva de emergência com liquidez imediata e outra com uma liquidez de 1 ou 2 dias de espera.

  8. Sol 31 de janeiro de 2017 at 13:17 - Reply

    Boa tarde, Leandro!

    Passando só para te agradecer por compartilhar conteúdo tão relevante. Muito, obrigada 🙂

  9. Cristian 31 de janeiro de 2017 at 14:17 - Reply

    Leandro seus temas são muito completos, caramba, faz uns dois anos que leio muitos blogs sobre finanças, mas o seu consegue passar informações precisas, com muitos detalhes de forma muito bem elaborada. Não pare nunca por favor!

  10. Allan 31 de janeiro de 2017 at 14:55 - Reply

    Leandro, eu aplico mensalmente em fundo de ações como forma de diversificação do meu planejamento de longo prazo (aposentadoria). A outra parte fica em IPCA+ 2050. Seria essa uma estratégia correta? Até tentei estudar o mercado de ações mas nunca soube identificar o melhor momento para comprar/vender os papéis. Por isso decidi delegar esse trabalho aos gestores do fundo. O que acha?

    Obrigado e parabéns pelo trabalho

    • Leandro Ávila 31 de janeiro de 2017 at 15:29 - Reply

      Oi Allan. A pergunta sobre uma estratégia certa ou errada, neste caso, é difícil de responder. Existem muitos fundos de ações, cada um com sua característica, desempenho passado e um imprevisível desempenho futuro. O correto mesmo é investir de forma consciente, sabendo o que está fazendo. No caso dos fundos é importante ler a política de investimento do fundo.

  11. Julia J 31 de janeiro de 2017 at 15:23 - Reply

    Não sei se ja te fizeram essa pergunta, mas você mora onde? Se morasse perto de mim te agradeceria pessoalmente por tudo que tem feito. Parabéns!

    • Leandro Ávila 31 de janeiro de 2017 at 15:33 - Reply

      Oi Julia. Não é necessário agradecer, mas fico muito feliz quando os leitores compartilham o que aprenderam com outras pessoas, amigos e parentes. Isso torna o conteúdo mais útil ao ajudar um número maior de pessoas.

  12. Felipe Sommer 31 de janeiro de 2017 at 15:25 - Reply

    Olá Leandro,

    Ótimo artigo! Eu uso os fundos de investimentos quando preciso aplicar pouco dinheiro, com liquidez diária, pois na minha corretora os CDB´s com liquidez diária partem de 20 mil de investimento mínimo.

  13. ROBERTO RODRIGUES DA SILVA JUNIOR 31 de janeiro de 2017 at 16:02 - Reply

    Olá Leandro!

    Acho você muito talentoso no que faz. Parabéns!!!!
    Desculpe por este comentário não ser sobre Fundos de Investimento. Gostaria de perguntar se já ouviu falar na Prudential. Meu irmão recentemente disse ter realizado uma consulta com um corretor e gostou, pensa em fazer para si (seu filho que irá nascer, na crença de garantir-lhe os estudos futuros). Lendo por alto vi tratar-se de um seguro.
    Você já escreveu algum artigo sobre seguros? Tem algo a comentar sobre este em questão?
    Abraço,

    • Leandro Ávila 1 de fevereiro de 2017 at 8:34 - Reply

      Oi Roberto, é apenas uma seguradora como outra qualquer. Não oferecem opções de investimento. As seguradoras vendem soluções para aqueles que não possuem recursos próprios (reservas de emergência) para o caso de um problema (morte, doença, acidentes etc.) O ideal é que as pessoas criem suas próprias reservas, recebendo juros e correção ao investirem essas reservas próprias para uma eventualidade. Quando isso não é possível os seguros serão um paliativo.

    • Rodrigo 6 de fevereiro de 2017 at 13:23 - Reply

      Eu tentei fazer uma sugestão de artigo via site com esse tema da Prudential, que também funciona como capitalização. Mas quando tentava enviar, acontecia um erro.. após algumas tentativas, desisti.
      Como é uma prática bem utilizada nos EUA e Japão e está chegando ao Brasil com força, seria bacana uma análise de um profissional idôneo e imparcial sobre o tema.

      • Leandro Ávila 7 de fevereiro de 2017 at 14:32 - Reply

        Oi Rodrigo. Eu recomendo fugir de títulos de capitalização e da ideia de que seguros são investimentos.

        • Vinicius Verissimo 17 de fevereiro de 2017 at 12:05 - Reply

          Exatamente!

  14. Wellington 31 de janeiro de 2017 at 16:43 - Reply

    Seria legal um comparativo com ações da Vale, taxa SELIC e inflação (ou taxa do NTN-B) no último ano.

    • Leandro Ávila 1 de fevereiro de 2017 at 8:31 - Reply

      Oi Wellington. Como educador, eu não posso fazer análises de ações específicas. Somente analistas de valores imobiliários credenciados podem analisar ações específicas (fonte). Infelizmente é assim que funciona.

  15. Flávio Roberto 31 de janeiro de 2017 at 17:28 - Reply

    Oi Leandro, muito bom o seu artigo. Investir em renda variável é mais desafiador. Exige do investidor mais disciplina e mais conhecimento. Como você falou a renda variável pode proporcionar grandes ganhos mas também grandes perdas, devido a forte oscilação das ações ou dos fundos que investem em ações. Essas oscilações se devem ao caráter especulativo que o investidor da bolsa tem. Creio que são poucas as pessoas que compras ações com a intenção de investir em determinada empresa. A maioria dos investidores não tem essa visão de investimento. A própria Bolsa incentiva essa prática especulativa, pois são através das taxas de compra e venda de ações que a Bolsa obtem seu lucro.

    • Leandro Ávila 1 de fevereiro de 2017 at 8:27 - Reply

      Oi Flávio. A existência do especulador é importante. É ele que vai te oferecer liquidez, ou seja, sempre existe um especulador disposto a comprar suas ações ou vender ações para você. No final, os pequenos especuladores são os que mais perdem dinheiro, mas executam sua função que é criar oportunidades para os grandes investidores. Além disso, as corretoras e a própria bolsa precisa dos especuladores para pagar suas contas, são eles que compram e vendem freneticamente e garantem o pagamento constante de taxas.

  16. Carlos 31 de janeiro de 2017 at 17:46 - Reply

    Oi Leandro,

    Sem querer fazer propaganda de corretoras, mas você acha útil os cursos que existem nos sites de corretoras como o de bolsa de valores da XP, por exemplo.

    Obrigado

    • Leandro Ávila 1 de fevereiro de 2017 at 8:22 - Reply

      Oi Carlos. Nunca fiz nenhum curso deles e não posso afirmar se são bons. O problema é que devemos lembrar que essa corretora é uma instituição financeira. Você faria um curso sobre “como comer bem” que tenha sido produzido por uma indústria que comida enlatada ou por uma lanchonete de fast-food? Você faria um curso sobre “como investir em imóveis” produzido por uma construtora que vende imóveis para quem investe em imóveis? A minha dúvida quando vejo esse tipo de coisa é saber até que ponto esses agentes irão me educar de forma que eu possa realmente fazer o que é melhor para mim. Corro o risco deles me doutrinarem para que eu aprenda a fazer as coisas da forma que é melhor para eles. É por esse motivo que eu tento sempre recomendar autores que trabalham pela educação das pessoas e não pela doutrinação de futuros consumidores. Aqui no site existe uma página onde recomendo alguns cursos. Verifique no menu horizontal superior da página.

  17. Uilson Dile 31 de janeiro de 2017 at 18:29 - Reply

    Olá a volatilidade também serve pra avaliar o investimento em ações, pra quem quer investir pra ser sócio de uma empresa? Ou nesse caso tem outros fatores mais importantes.

    • Leandro Ávila 1 de fevereiro de 2017 at 8:16 - Reply

      Oi Uilson. Eu percebo que as melhores empresas tendem a ter uma menor volatilidade. É apenas uma impressão que tenho. Teoricamente, uma boa empresa, que apresenta bons resultados com o passar do tempo não teria muitos motivos para sofrer grandes oscilações no preço da sua ação.

  18. Georgenes 31 de janeiro de 2017 at 21:30 - Reply

    Como sempre, um excelente artigo, Leandro. Conheci o site em setembro do ano passado, depois de chegar num momento financeiro bastante delicado, e tenho aplicado todos os conhecimentos na prática. Resultado: Consegui sair no dia 24 deste mês de um empréstimo consignado de 22 x de R$399,29, além de corrigir alguns vícios financeiros, e já comecei a fazer meus pequenos investimentos. Agradeço imensamente pelo apoio, Leandro. Grande abraço!

    • Leandro Ávila 1 de fevereiro de 2017 at 8:10 - Reply

      Oi Georgenes. Parabéns! isso mostra que muitas vezes as pessoas vivem sérios problemas financeiros por pura ignorância e falta de força de vontade para buscar esse conhecimento através de alguma fonte. Sou apenas fonte. Sem que exista o real desejo de beber dessa água é impossível ajudar alguém. Você teve essa força de vontade e está de parabéns. Colherá os resultados para sempre.

  19. felipe 31 de janeiro de 2017 at 22:03 - Reply

    Boa noite Leandro! Excelente artigo! Estou compartilhando seus artigos com os meus colegas de trabalho nesse ano de 2017, porque acabei conhecendo o seu site somente este ano. Seus artigos são ótimos!!!

    • Leandro Ávila 1 de fevereiro de 2017 at 8:08 - Reply

      Obrigado por compartilhar Felipe. Dessa forma você torna o artigo ainda mais útil, ajudando outras pessoas.

  20. Luiz 1 de fevereiro de 2017 at 4:12 - Reply

    Olá Leandro,

    Eu geralmente imprimo alguns dos seus artigos para ler durante meus trajetos de trem e onibus -rs. E assim aproveitar esse tempo que seria morto. Não sei se o site foi modificado, mas agora quando tento imprimir seus artigos, a página não é dimensionada do tamanho como vemos. A parte escrita do artigo fica extremamente menor na folha. Isso ocorre mesmo quando é feita uma impressão por seleção. Acha que poderia tentar corrigir isso?

    • Leandro Ávila 1 de fevereiro de 2017 at 8:07 - Reply

      Oi Luiz, eu não fiz qualquer mudança com relação a isso. Mas acho que se você primeiro selecionar aquilo que deseja imprimir e depois clicar com o botão direito do mouse e clicar em imprimir, você irá imprimir o que foi selecionado e não a página toda.

      • Luiz 2 de fevereiro de 2017 at 2:27 - Reply

        Sim, foi o que fiz. Eu já testei em outro computador e com o chrome e o firefox. Quando eu coloco pra imprimir, ele não redimensiona o conteúdo para toda a página de impressão e apenas uma parte da folha é utilizada com o conteúdo do site. Pode testar aí para conferir. Não deve demorar mais que 1 minuto. Mesmo selecionando apenas os textos e imagens do artigo, eles não são redimensionados.

        • Leandro Ávila 2 de fevereiro de 2017 at 15:36 - Reply

          Oi Luiz. No Chrome eu marquei o texto do artigo, cliquei sobre ele com o botão direito, apareceu a opção de imprimir. Quando cliquei sobre ela, apareceu o preview da impressão onde só consta o texto que selecionei. Já quando mando imprimir toda a página ela realmente aparece com o conteúdo espremido.

  21. Wanderley 1 de fevereiro de 2017 at 6:17 - Reply

    Bom dia Leandro e parabéns pelo artigo, espetacular e muito esclarecedor.

  22. Rogério 1 de fevereiro de 2017 at 10:04 - Reply

    Leandro,
    O melhor de tudo foi a aplicação NA VIDA PRÁTICA do Desvio Padrão.
    Nas aulas (seja no ensino fundamental, médio ou até mesmo superior) é comum fazer exercícios como este e não saber sua aplicação real na vida.
    Isso fará toda a diferença e reterá a atenção de muito mais pessoas. Aprender e saber quando e como usar.
    Parabéns e sucesso.

    • Leandro Ávila 1 de fevereiro de 2017 at 14:10 - Reply

      Oi Rogério. A matemática e a estatística são ferramentas. Será que adianta aprender como a ferramenta funciona sem antes alguém informar qual será sua utilidade prática na nossa vida?

  23. Alysson 1 de fevereiro de 2017 at 10:09 - Reply

    Olá Leandro. Bom dia.

    Seu trabalho é nobre e surpreendente. Parabéns.

    Certamente você modifica a vida das pessoas.

    Percebo que a grande dificuldade do pequeno investidor é ter acesso a Investimentos que possam gerar algum tipo de retorno realmente atrativo. Me refiro a pessoas que sobram mensalmente 200, 300 reais por mês, quando sobram, devido à altas tá de adm em Fundos ou baixo % CDI em CDBs, por exemplo. A saída mais adequada seria o Tesouro Direto.

    Abraços e continue firme em seu propósito.

    • Leandro Ávila 1 de fevereiro de 2017 at 14:15 - Reply

      Oi Alysson, muito obrigado. A pessoa que só consegue poupar R$ 200,00 por mês deveria encontrar uma forma de investir este dinheiro no desenvolvimento de novas habilidades, novos conhecimentos, novas qualidades profissionais para que consiga valorizar o seu tempo ou para que consiga agregar mais valor com o trabalho que faz. Isso faria ela ganhar mais e poderia poupar milhares de reais por mês para investir e não apenas uma ou duas centenas. Poupar R$ 300 por mês significa que depois de 8 horas trabalhadas você só conseguiu salvar R$ 10,00 para chamar de seu.

  24. Carlos 1 de fevereiro de 2017 at 11:03 - Reply

    Talvez o mais importante é sentir o momento atual da macroeconomia e saber diversificar para mais ou para menos na renda variavel. O CDI é interessante, mas houve anos que ele rendeu 8% 9%, um pouco a mais que a poupança, nesse momento talvez seja interessante diversificar mais e ir pra renda variável…

    • Leandro Ávila 1 de fevereiro de 2017 at 14:16 - Reply

      Oi Carlos. Se a inflação fosse de 4% esses 9% de juros seriam interessantes.

  25. Lucas 1 de fevereiro de 2017 at 11:53 - Reply

    Mais um excelente artigo, Leandro! Parabéns!
    Se possível, poderia escrever algo sobre análise técnica e análise fundamentalista de ações? Afinal de contas, o que determina o preço de uma ação?

    • Leandro Ávila 1 de fevereiro de 2017 at 14:28 - Reply

      Oi Lucas. Não é simples. Existem vários tipos de análise, várias técnicas e nenhuma funciona 100% das vezes. É por isso que o preço das ações muda a cada segundo.

  26. David Siqueira 1 de fevereiro de 2017 at 13:48 - Reply

    Parabéns Leandro! Acredito que o nosso valor está relacionado ao quanto de valor agregamos à vida de outras pessoas, e você tem acrescentado bastante à essa sua audiência.

  27. Tiago 1 de fevereiro de 2017 at 14:05 - Reply

    Leandro. No artigo, você deixa o link para adquirir seus livros. Fiquei bastante interessado nos mesmos, porque vi que você expõe as ideias de forma absolutamente didática, muito fácil de compreender.
    Entretanto, eu gostaria de maiores detalhes dos mesmos, como o sumário, por exemplo. Entendo que a página para qual o link nos direciona apresenta um resumo dos livros. Infelizmente, considero insuficiente. Já há uma quantidade muito significativa de informação (gratuita) nesse seu site. Acredito que os livros vão além disso, e gostaria de maiores detalhes do que é abordado. Grande abraço, sucesso

    • Leandro Ávila 1 de fevereiro de 2017 at 14:32 - Reply

      Oi Tiago, no final da página de venda do livro existe uma lista de perguntas comuns. Uma delas leva para os sumários dos livros. Ainda existe uma garantia de 30 dias. Se não gostar do conteúdo é possível solicitar o reembolso. Se você gosta dos meus artigos, gostará dos livros.

  28. mateus 1 de fevereiro de 2017 at 15:41 - Reply

    Leandro, muito bem escrito e fundamentado as suas explicações. Entretanto, para leigos como eu, acredito que não seja difícil entender os conceitos mas é um pouco mais complexo operacionalizar aplicação e resgate em produtos básicos utilizando esses conceitos, por isso pago alguem do fundo para fazer isso pra mim.

    • Leandro Ávila 1 de fevereiro de 2017 at 17:58 - Reply

      Oi Mateus. Não existe qualquer problema com relação a isso.

  29. George Douglas Santana 1 de fevereiro de 2017 at 20:45 - Reply

    Boa Noite Leandro. Obrigado pelo excelente artigo .Tenho uma dúvida sobre corretoras.É possível ter saldo negativo em uma corretora que não cobra taxa administrativa da conta?Sempre deixo um valor pequeno na conta e recebi uma mensagem falando das cobranças sobre contas com saldos negativos ( um era até de 1% ao dia por -1000 ).Seria uma espécie de emprestimo que alguns clientes fazem ou algo relacionado a investimentos?

    Forte Abraço

    • Leandro Ávila 2 de fevereiro de 2017 at 15:25 - Reply

      Oi George. Existem investimentos onde ocorrem cobranças de taxas e elas são descontadas da sua conta na corretora. Um exemplo é a taxa anual de 0,3% da BM&FBOVESPA de investe em títulos públicos. É necessário ter dinheiro na conta da corretora quando essa cobrança ocorre.

  30. Ed 1 de fevereiro de 2017 at 21:32 - Reply

    Parabéns, Leandro!
    O seu site é segundo site de finanças mais acessado do Brasil segundo Ranking Alexa dos Sites de Finanças.
    A elaboração deste ranking foi realizada através do serviço Alexa, líder mundial em analise de tráfego na internet. O indicador Alexa foi criado pela Alexa Internet Inc, uma empresa controlada pela gigante Amazon. Não sei se você já sabia, mas achei interessante compartilhar aqui. O link do site é :
    abacusliquid.com/blogosfera/ranking-alexa-sites-de-financas/

    • Leandro Ávila 2 de fevereiro de 2017 at 15:33 - Reply

      Oi Ed. Com base nesses dados, acho que já estamos em primeiro lugar. O site Minhas Economias, que aparece na frente do Clube, não é um blog. Ele é o site de um software de gerenciamento financeiro. Você pode observar essa informação na descrição do site.

  31. Leandro Bernardes 2 de fevereiro de 2017 at 7:31 - Reply

    Leandro, quero apenas parabenizá-lo pelo site, sempre leio os posts, mas nunca comentei. Indico a diversos amigos e familiares, mas infelizmente a grande maioria não tem interesse em assumir suas próprias rédeas….outro dia eu disse a uma funcionária do banco sobre a existência e facilidade de fazer investimentos em renda fixa com rentabilidade muito maiores do que o oferecido pela agência e ela nem fazia idéia…

    • Leandro Ávila 2 de fevereiro de 2017 at 15:37 - Reply

      Oi Leandro. Se quem trabalha dentro do banco, não tem esses conhecimentos, imagine como anda a situação do resto da população. Obrigado por compartilhar.

  32. Gustavo 2 de fevereiro de 2017 at 13:11 - Reply

    Boa tarde, Leandro.

    Obrigado por mais um artigo de qualidade. Gostaria de saber o que acha sobre o “peer-to-peer lending”.

    Abraços!

    • Leandro Ávila 2 de fevereiro de 2017 at 15:39 - Reply

      Oi Gustavo. Acho um risco desnecessário para o pequeno investidor. Lá fora, onde as taxas da renda fixa são muito pequenas, pode fazer sentido.

  33. Cláudio 3 de fevereiro de 2017 at 0:15 - Reply

    Olá, Leandro.
    Muitíssimo obrigado por compartilhar conosco conhecimento tão valioso e de forma tão clara.
    Abraço!

  34. Eduardo 3 de fevereiro de 2017 at 16:53 - Reply

    Ótimo artigo, Leandro!
    Estou sempre ligado nos seus posts!
    Não consigo visualizar as figuras das suas publicações. Já abri os artigos em diferentes browsers e em diferentes computadores, mas as imagens não carregam. 🙁
    Abraços!

    • Leandro Ávila 3 de fevereiro de 2017 at 17:19 - Reply

      Oi Eduardo. Você acessa quando está dentro de uma empresa, universidade ou algum lugar que não seja a sua casa? É comum essas instituições bloquearem alguns conteúdos acessados pelos funcionários.

  35. Ricardo 5 de fevereiro de 2017 at 12:23 - Reply

    Exxelente artigo Leandro!

    Faço investimentos em fundos de açoes atraves de orientações de uma corretora e o resultado de um deles me tem sido muito satisfatório.

  36. Marcos Arcanjo 5 de fevereiro de 2017 at 15:19 - Reply

    Gostei de ver aplicação prática do desvio padrão.

    Parabéns

  37. Paulo Weber 6 de fevereiro de 2017 at 9:47 - Reply

    Leandro obrigado pelo excelente artigo. Tenho uma dúvida que acho que vem de encontro com esse texto, e a seguinte:

    No meio de janeiro fiz um teste comprando um título do Tesouro Prefixado 2023 (LTN) (taxa de compra 10,86%), e hoje depois de 14 dias (taxa do dia 10,67%) de rendimento, constei que o mesmo já rendeu quase 1%. Tenho R$ 50.000,00 disponível na poupança para investir no Tesouro e estava querendo deixar ele por lá rendendo no prazo de 2 anos. Como o teste com esse título gerou um bom rendimento e como e previsão da taxa SELIC e cair na próxima reunião do COPOM, bem como no ano inteiro.
    Creio que estou fazendo um bom investimento, pois toda hora que a SELIC cai, esse título perde rendimento anual, com isso, minha rentabilidade aumenta mais rápido. Estou certo? Estou viajando? Poderia me auxiliar nessa questão? Quanto ao título em questão, fiz várias simulações e no prazo que eu pretendo tirar o dinheiro (2 anos) esse foi o título que mais gerou rendimento líquido.

    • Leandro Ávila 7 de fevereiro de 2017 at 14:48 - Reply

      Oi Paulo. O que eu posso recomendar é que você estude o funcionamento do Tesouro Prefixado para entender por qual motivo a rentabilidade sobe quando as taxas estão caindo. Você precisa entender que a rentabilidade que você receberá até o vencimento será a mesma que foi prometida. Essas taxa divulgadas no meio do caminho até o vencimento só tem validade se você optar por vender o título antecipadamente. Na prática mesmo você não recebeu 1% de rentabilidade. Você receberia 1% se optasse pela venda antecipada. Se ficar até 2023 com esse Tesouro Prefixado você receberá os 10,86% que foram prometidos. Temos artigos sobre isso aqui no Clube dos Poupadores e existem capítulos no meu livro sobre essa dinâmica.

  38. Rosa Dias 6 de fevereiro de 2017 at 10:53 - Reply

    Bom dia, Leandro!
    Mais um artigo para ser lido, relido, estudado, conteúdo excelente.
    Com isso as dúvidas vão surgindo diante de tantas possibilidades.
    Tenho estudado bastante sobre o tesouro direto e agora decidi sair da teoria e ir para a prática montando minha própria carteira, começando com pouco, visando a aposentadoria resolvi iniciar com o IPCA + 2035 COM JR SEM. Fiz diversas simulações. Busco entender na prática o deposito dos juros semestrais, optei pela XP, como corretora, porém na 6.feira li um artigo de 23-01-2017 do jornal Valor Econômico falando sobre “Hackers roubam dados de clientes da XP.” O fato ocorreu em 2013 com o acesso a lista da XP contendo os dados de 29 mil clientes. E agora novamente, tentam chantagear o fundador da XP exigindo milhões em bitcoins.
    Fiquei arrasada com o grau de vulnerabilidade. Qualquer corretora está exposta a esse fato? Gostaria que você comentasse o assunto. Ah! Não fiz o cadastro na corretora, vou pesquisar mais.
    Abraços

    • Leandro Ávila 7 de fevereiro de 2017 at 14:43 - Reply

      Oi Rosa. Se você buscar no Google a palavra “fraude” junto com o nome de qualquer grande banco, verá que todos os dias ocorrem fraudes milionárias envolvendo quadrilhas de bandidos que exploram as vulnerabilidades de segurança. Você também encontrará casos de fraudes envolvendo funcionários de bancos e até gerentes de bancos que vitimizam pessoas todos os dias. Com as corretoras não poderia ser diferente. Isso não significa que devemos fechar nossas contas nessas instituições. Vivemos em uma sociedade corrupta e estamos sujeitos a esses riscos dentro do sistema financeiro, dentro do sistema político, no sistema de ensino, saúde, justiça, etc. Veja o resultado das investigações da Lava-jato, o porte dos empresários e dos políticos presos. Para fugir do risco de fraudes seria necessário mudar de país, para não dizer mudar de planeta. As empresas certamente tentam evitar fraudes e vulnerabilidades, fortunas são gastas com isso, o problema é que a inteligência e a criatividade humana a serviço do mal não tem limites. O que se recomenda é que você não concentre seus investimentos em uma única corretora, muito menos em um único banco. Isso reduz o risco.

  39. Iara 6 de fevereiro de 2017 at 18:48 - Reply

    Leandro, obrigada por outro ótimo texto. Com a queda de juros no Brasil, acredito que os investimentos em renda fixa deixarão de ser uma tendência. O que você pensa a respeito?

    • Leandro Ávila 7 de fevereiro de 2017 at 14:30 - Reply

      Oi Iara. Não é uma questão de tendência. Se existe uma coisa que precisamos aprender rápido quando começamos a investir é ter cuidado com essa ideia de investir naquilo que está na tendência, pois a tendência sempre é percebida tarde demais. Foi justamente quanto todos estavam investindo em renda fixa, fugindo da renda variável, que os verdadeiros investidores estavam fazendo seus investimentos em renda variável, ou seja, estavam comprando quando todos queriam vender. A renda fixa tem uma função bem definida que é preservar seu patrimônio bem longe do risco.

  40. Alexandre de Moares (STF) 7 de fevereiro de 2017 at 11:50 - Reply

    Grande Leandro!

    Depois de analisar os fundos de investimento, detidamente, conclui que se trata de uma “furada”, na maioria dos casos.

    O rendimento é muito fraco, para não dizer que é péssimo. Além das elevadas taxas de administração.

    Afinal, é muito fácil administrar o “suado” dinheiros dos outros sem responsabilidade.

    Diante disso, aproveito o ensejo, para sugerir a próxima série de artigos – COMO ENRIQUECER NA BOLSA DE VALORES.

    Atualmente, a única forma de MULTIPLICAÇÃO do valioso dinheiro “poupado com suor e lagrimas” é por meio da bolsa de valores.

    Porque, renda fixa NÃO deixa ninguém milionário. A não ser que viva por 150 anos.

    Valeu. Abraço.

    A caminho do STF…

    • Leandro Ávila 7 de fevereiro de 2017 at 14:28 - Reply

      Oi Alexandre, acho que se você analisar, detidamente, a ideia de enriquecer na bolsa de valores, da mesma forma que fez com os fundos, verá que também é uma grande furada. Na bolsa de valores você pode incrementar a rentabilidade dos seus investimentos. Enriquecer mesmo é possível através de outra vertente da renda variável que é a abertura do seu próprio negócio. Como todo investimento de renda variável, esse também não tem garantia de sucesso, mas depende muito mais das suas habilidades e competências.

  41. Rodrigo 8 de fevereiro de 2017 at 7:14 - Reply

    Acho que os FI tem sua importancia, Eu tenho um valor significativo aplicado e procuro sempre pulverizar o risco alternando investimentos em fundos DI, multimercados e de acoes. Como nao tenho tempo de operar em bolsa ou acompanhar todos os indices como petroleo, minerio, soja, libra, cobre, laranja, celulose, os fundos podem cumprir esse papel. O importante e entender a importancia, risco, e rentabilidade que eles podem dar em um determinado tempo.
    Os fundos geralmente podem ter mais retorno que certos CDBs e com melhor liquidez. Tenho fundos com 80% de rendimento em 12%. Outros com 60% e com 20%. Estou satisfeitos com todos. Eh claro que acompanho semanalmente e sei que rendimento passado nao eh garantia de rendimento futuro. Se nao tinver satisfeito com o fundo, saio e estudo investimento melhor, simples assim.

    • Rodrigo 8 de fevereiro de 2017 at 7:15 - Reply

      12 meses nao %

    • Leandro Ávila 8 de fevereiro de 2017 at 9:17 - Reply

      Oi Rodrigo. O importante é investir com consciência.

  42. Luciana 10 de fevereiro de 2017 at 12:18 - Reply

    Olá Leandro,
    Bom, pelo que vi, para quem está pensando em investimentos a longo prazo (mais de 3 anos) não compensa passar sustos com FIA’s. Já que na última década foram raros os fundos que ultrapassaram o CDI (fiquei pasma com isso, parece que o mundo das ações não passa de uma grande ilusão).
    Outra coisa que eu não entendo é ver tanta gente recomendando Tesouro Direto para o longo prazo, Eu consultei os títulos disponíveis hoje e utilizei a calculadora que tem no próprio site do Tesouro Direto. Nenhum dos títulos rende mais do que os rendimentos que tenho com LCA / LCI hoje, sendo que nas letras de crédito eu não pago IR.
    O que seria melhor do LCI hoje, para quem tem 50mil ou mais a investir para longo prazo sem estar disposto a sustos com alta volatilidade?

    • Leandro Ávila 21 de fevereiro de 2017 at 18:25 - Reply

      Oi Luciana. LCI e LCA são títulos privados, emitidos por bancos. O risco é maior e naturalmente os juros precisam ser maiores para que o investidor troque o título público pelo título privado. Esses juros maiores é um prêmio que você recebe pelo risco de ver o banco quebrar com o seu dinheiro dentro dele. Isso não significa que um é melhor que o outro. Significa que em LCI e LCA você coloca aquele dinheiro que você aceita ter um risco maior em troca de uma rentabilidade maior.

  43. Regina 11 de fevereiro de 2017 at 19:30 - Reply

    Olá Leandro.
    Parabéns mais uma vez pelo artigo extremamente esclarecedor e didático.
    Desde de que descobri o seu site, cresci no entendimento financeiro e agradeço muito por sua dedicação.
    Conforme sua sugestão, acessei o “guia invest” na página dos fundos, e verifiquei que há muitos fundos de “renda fixa” que estão classificados como de “risco muito alto”.
    Ao verificar as suas carteiras de ativos, vê-se que elas são compostas por ativos do tesouro direto no montante de 80 a 100%.
    Segundo muitos de seus artigos sobre o tesouro direto, este é um investimento de grande segurança, então, porque estes fundos estão classificados dessa forma?
    Quais os critérios usados para determinar os riscos de um fundo de investimentos desse tipo?

    • Leandro Ávila 21 de fevereiro de 2017 at 18:27 - Reply

      Oi Regina. O problema é o risco de volatilidade, ou seja, o risco da rentabilidade do fundo cair e subir. Isso pode ocorrer em fundos que fazem investimentos em títulos prefixados e indexados pela inflação como o Tesouro Prefixado e o Tesouro IPCA. Dessa forma, o risco não tem relação com risco de crédito (risco de levar um calote). O risco está relacionado com a possibilidade de variações na rentabilidade.

      • Regina 25 de fevereiro de 2017 at 0:23 - Reply

        Entendi. Muito obrigada.

  44. Beto 11 de fevereiro de 2017 at 20:00 - Reply

    Permite-me usar uma palavra chula … VC É FODA … parabéns, aprendo muito com você e compartilho seus artigossempre, cada texto é uma aula impagavel . Parabéns. Finalizando, você tem algum curso presencial, onde, quando, custo ou planeja. Novamente parabéns, que Deus lhe ilumine voce mais e sempre

    • Leandro Ávila 21 de fevereiro de 2017 at 18:28 - Reply

      Oi Beto. Obrigado. Não tenho curso presencial, o tempo que tenho é todo consumido produzindo novos artigos e respondendo comentários e isso inviabiliza qualquer curso, especialmente um presencial. Recomendo que conheça meus livros sobre investimentos.

  45. Carlos Macário 13 de fevereiro de 2017 at 19:19 - Reply

    Leandro,
    Nesse cenário de queda de juros, os Fundos Imobiliários são uma boa opção, gostaria de saber onde encontrar informação sobre o funcionamento desses fundos, riscos, taxas, garantias, liquidez, etc…

  46. Vinnas 4 de março de 2017 at 1:01 - Reply

    Muito bom, existe uma “escala de volatilidade? Digo, baixo (até x%), médio (de x a y %) etc ?

Leave A Comment

Share this

Compartilhe com um amigo