Juntar dinheiro no cofrinho. Você está fazendo isso errado!


Desista da ideia de juntar moedas em cofrinhos. Vou mostrar a quantidade de dinheiro que você vai perder e quais seriam as alternativas para poupar pequenas quantias.

A ideia de escrever este artigo surgiu quando me deparei com este vídeo nas redes sociais. A pessoa que postou o vídeo faz parte de uma página para noivos e noivas que estão planejando o casamento. A sugestão do autor do vídeo, para os casais da comunidade, era seguir o exemplo para juntar o dinheiro para uma festa de casamento.

O vídeo acima foi assistido mais de 900 mil vezes no Facebook. Foi compartilhado mais de 10 mil vezes e recebeu mais de 14 mil comentários. Até aí tudo bem, eu entendi claramente que o objetivo era estimular a poupança no lugar do endividamento para realizar a festa de casamento. É um vídeo divertido e curioso.

O que chamou minha atenção foi a reação das pessoas contra um comentário feito por alguém que tinha um pouco mais de lucidez sobre as desvantagens de juntar uma grande quantidade de dinheiro em casa que é o hábito popular de “guardar dinheiro embaixo do colchão”, que no caso seria guardar milhares de moedas de R$ 1,00 dentro de um garrafão de 20 litros de água mineral.

Após ler os comentários percebi o enorme trabalho que todos os educadores financeiros terão que realizar para mudar a mentalidade de uma nação inteira. A mudança precisa ser cabeça por cabeça.

A maioria dos comentários que li foram de pessoas motivadas a juntar milhares de moedas utilizando a mesma estratégia. Tudo ia bem até que apareceu alguém tentando alertar sobre a importância de fazer este dinheiro render juros com o passar do tempo. Ela apenas disse que seria mais inteligente fazer uma poupança ou outros tipos de investimentos mais rentáveis.

O resultado você pode ver logo abaixo. A moça foi alvo de um “apedrejamento virtual” durante um típico comportamento de efeito manada. Um apedrejamento que poderia ter ocorrido comigo ou com qualquer leitor do Clube dos Poupadores que já possui conhecimentos básicos sobre o funcionamento do dinheiro. Centenas de pessoas não entenderam o desejo da moça de alertar sobre o erro que seria guardar tanto dinheiro sem qualquer rentabilidade.

Como as conversas no Facebook tendem ao superficialismo, ela não explicou detalhadamente o problema e o resultado você pode ler abaixo. Rostos e nomes estão embaçados para evitar constrangimentos diante de tanta vergonha alheia.

Destaquei o momento em que a autora reagiu espantada com tamanha ignorância dos participantes da comunidade de noivas e noivos que estão planejando suas festas de casamento.

Se você é leitor do Clube dos Poupadores, já conhece os efeitos predatórios da inflação contra todo dinheiro que você guarda sem qualquer remuneração. Não importa se você está colocando dinheiro no galão, no colchão ou está deixando ele parado no saldo da sua conta corrente. Em todas estas situações você perderá dinheiro sem perceber. O pior é que perderá dinheiro de duas maneiras diferentes. Vou falar sobre as duas agora.

Se você ainda não é nosso leitor, assine o clube dos poupadores (é grátis) e leia atentamente o conteúdo que preparei logo abaixo.

Dinheiro perde poder de compra com o tempo:

Entre as maiores economias, somos o país que tem a maior inflação atualmente (fonte).

A tabela acima mostra que se você morasse no México o seu dinheiro perderia 2,73% de valor por ano. Se morasse no Japão, onde existe deflação, o seu dinheiro aumentaria seu poder de compra em 0,4% ao ano, mesmo estando guardado embaixo do seu colchão. No Brasil o seu dinheiro perde 8,97% do seu valor por ano.

Inflação elevada é um problema de longa data no Brasil. Aquilo que você poderia comprar com R$ 1,00 em 1996 só pode ser comprado em 2016 se você tiver R$ 3,66. Podemos afirmar que R$ 3,66 em 2016 vale o mesmo que R$ 1,00 em 1996. Os preços aumentam quando o dinheiro em circulação perde seu valor. Tenho um artigo onde falei sobre o verdadeiro confisco que ocorre sem as pessoas perceberem. Veja aqui.

Também podemos afirmar que R$ 0,27 em 1996 tinha o mesmo poder de compra de R$ 1,00 em 2016. Este aumento de preços consistente ou a perda do poder de compra do dinheiro é o que chamamos de inflação.

Fiz uma simulação para descobrir qual foi a inflação acumulada entre 1996 e 2016. Veja o resultado abaixo. Você também pode corrigir valores pela inflação visitando aqui.

Observe que a inflação acumulada em 20 anos foi de 265,71%. Todos os meses a inflação faz o nosso dinheiro perder valor no nosso bolso, cofrinho, galão de água ou parado na conta corrente do banco. É como se você tivesse um custo mensal para manter o dinheiro parado com liquidez total.

Solução do problema:

A solução do problema seria emprestar este dinheiro para o banco com o objetivo de receber uma remuneração pelo empréstimo. Os bancos também não deixariam seu dinheiro parado. Ele seria emprestado para outra pessoa, empresa ou para o próprio governo que iria remunerar seu dinheiro no decorrer do tempo.

Não sei se você tem consciência disso, mas aquele saldo da sua conta corrente mostra apenas quanto o banco deve para você. Depositar dinheiro no banco é como emprestar dinheiro para o banco. O dinheiro não fica parado esperando você precisar dele.

Quando você deposita dinheiro na poupança, 65% deste valor é utilizado pelo banco para oferecer financiamento de imóveis. 30% é emprestado para o governo e o restante o banco empresta através de outras linhas de crédito que ele oferece.

Isso significa que alguém terá que trabalhar para pagar juros para o banco, ou pagar impostos para o governo remunerar os bancos. Uma parte desta remuneração será repassada para você, que aplicou na poupança ou fez algum outro investimento como CDB, LCI, LCA, compromissadas, etc.

Agora vamos descobrir quanto você teria em 2016 para cada R$ 1,00 aplicado na poupança em 1996. Você pode fazer a mesma simulação visitando aqui.

Observe que cada R$ 1,00 na poupança em 1996 se transformariam em R$ 5,95 em 2016. A rentabilidade seria de 494,69%. Mesmo a poupança sendo o investimento com uma das piores remunerações, ela seria suficiente para combater a inflação de 265% acumulada nos últimos 20 anos.

Agora vamos imaginar que você fez um investimento no passado que rendeu o equivalente a 100% do CDI. Existem vários investimentos que rendem percentuais do CDI como o CDB, LCI, LCA, compromissadas, fundos de investimento de renda fixa, etc. Também existem os títulos públicos, especialmente o título Tesouro Selic que acompanha a taxa básica de juros do país (Taxa Selic) que é ligeiramente maior que a taxa DI (CDI). Conheça livros que podem te ajudar a conhecer outros investimentos em poucos dias.

Observe que cada R$ 1,00 aplicado em algum investimento capaz de render 100% do CDI (taxa DI) em 1996 teria se transformado em R$ 20,34 brutos. É claro que não existem investimentos atrelados ao CDI com prazos tão longos, mesmo assim você poderia fazer reinvestimentos. Se o investimento fosse em um título público que segue a taxa Selic o resultado seria 1.973,55% de valorização ou R$ 20,74 para cada R$ 1,00 investido em 1996. Você pode fazer simulações como esta visitando aqui. Observe que é possível informar qualquer percentual do CDI. Para prever o efeito do IR sobre o rendimento ou taxas menores praticadas pelos bancos basta reduzir o percentual para valores menores.

Jogando dinheiro fora:

As simulações mostram a quantidade de dinheiro que as pessoas estão jogando pela janela todos os dias mantendo grandes quantidades de notas e moedas guardadas em cofrinhos por todo Brasil. Como falei anteriormente, guardar dinheiro em casa faz você perder dinheiro de duas formas: inflação e o custo de oportunidade (por não ter feito uma aplicação que rendesse juros sobre juros).

Como se isto não fosse o bastante, todos os anos a Casa da Moeda é obrigada a gastar milhões de reais cunhando toneladas de moedas que serão armazenadas dentro das casas de milhões de brasileiros. Vale lembrar que estes milhões de reais são pagos através dos impostos que o governo retira do seu bolso. Não preciso dizer que este dinheiro público também representa dinheiro jogado no lixo, pois poderia ser utilizado para finalidades mais importantes do que manter o mau hábito de juntar dinheiro embaixo do colchão.

Crosta da ignorância financeira:

É muito difícil ajudar alguém que não quer ser ajudado ou que não consegue enxergar seus problemas devido a uma carência de informação.

“Você tem que entender que a maioria dessas pessoas não está pronta para despertar. E algumas delas estão tão acostumadas, sem esperanças e dependentes do sistema, que elas irão lutar para defende-lo. – Morpheus”

Se você tem algum amigo ou parente que acumula verdadeiras fortunas dentro de casa, este artigo serve para que você possa ajudar esta pessoa. Compartilhe conhecimento com ela.

A ignorância é como uma crosta rígida que demora muito tempo para ser removida. Muitas vezes as pessoas precisam bater a cabeça, enfrentando problemas financeiros graves para conseguirem quebrar esta crosta, abrindo a mente para novos conhecimentos como a educação financeira. A história está repleta de exemplos de pessoas que foram apedrejadas tentando alertar as outras sobre os problemas gerados por algum tipo de ignorância.

Nestes três exemplos apresentados neste artigo temos 3 formas de guardar dinheiro por muito tempo (20 anos):

  1. Na primeira forma você sofreria o efeito de 256,71% de inflação fazendo seu dinheiro valer quase 4 vezes menos (cofrinho).
  2. Na segunda forma você multiplicaria seu dinheiro 5,9 vezes com ganhos de 494,69% (poupança).
  3. Na terceira forma você multiplicaria seu dinheiro 20 vezes com ganhos de 1.973,55% (renda fixa pós-fixada atrelada ao CDI).

Vou desenhar para ficar fácil observar a diferença entre as três formas de guardar dinheiro no tempo:

Veja que o melhor resultado das três formas apresentadas foi o da renda fixa conservadora e pós-fixada nos últimos 20 anos. Pessoas com conhecimentos sobre o funcionamento dos diversos investimentos teriam multiplicado cada R$ 1,00 centenas de vezes em 20 anos.

Você consegue perceber como a ignorância financeira custa caro? Você entende por qual motivo os ricos ficam mais ricos e os pobres ficam mais pobres com o passar dos anos? Como diria o Robert Kiyosaki, a educação financeira parece ser uma vantagem injusta.

Utilidade dos cofrinhos:

Cofrinhos são úteis quando você tem filhos pequenos. Para eles é interessante observar o volume de dinheiro crescendo no cofrinho. São crianças e precisam observar que R$ 1,00 todo dia se transformará em R$ 30,00 no final do mês. Você pode ensinar o poder que é cultivar o hábito de poupar. Quando a criança crescer um pouco, tire o CPF dela e vá até um banco qualquer e abra uma conta poupança para seu filho.

Mostre que ele estará emprestando o dinheiro dele e será remunerado por isto. Aproveite e fale sobre a “formula mágica dos juros compostos”.

Valor Final = Valor Inicial * (1 + taxa de juros) Tempo

Mostre que banco é um lugar onde podemos perder dinheiro ou ganhar dinheiro. Nós é que escolhemos em qual dos lados queremos ficar.

Mostre para seu filho que cofrinhos devem ser esvaziados constantemente. O dinheiro poupado deve ser colocado para trabalhar através de investimentos que geram renda passiva. Mostre o simulador de juros compostos para ele. É importante falar sobre o funcionamento do dinheiro para seus filhos, veja como fazer aqui.

Se você fizer isto, seu filho será menos um adulto demonstrando ignorância nas redes sociais sobre o funcionamento do dinheiro. Se você tem algum amigo ou parente que comete o erro de passar vários anos juntando dinheiro em casa ou que só trabalha para pagar contas (sem poupar e investir nada) ajude a diminuir a pobreza no mundo recomendando a leitura deste artigo. Pode ser que ele tente relutar e isto será um sinal de que ainda não está pronto para despertar.

Invista primeiro em você:

O primeiro investimento que devemos fazer para melhorar a nossa vida financeira é o investimento em conhecimento. Custa pouco e rende juros pelo resto da vida. Sem saber investir o nosso próprio dinheiro, não teremos bons resultados. Dependendo da opinião dos outros para saber onde investir, teremos resultados ainda piores. O conhecimento melhora nossos resultados e liberta da dependência dos outros. Escrevi uma série de livros que podem te ajudar muito a adquirir todo o conhecimento que precisa no menor tempo possível. Clique aqui para conhecer os livros.
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Sobre o Autor:

Leandro Ávila criou o Clube dos Poupadores por acreditar que o conhecimento é uma riqueza que se multiplica quando dividida. Compartilhando o que sabemos, criamos um mundo melhor. Conheça os livros que ele escreveu sobre educação financeira, investimentos financeiros e imobiliários.
johnathan silva
Visitante
johnathan silva

Boa matéria leandro, como sempre. Só acho errado falar da rentabilidade nominal do cdi, mostrando um lucro astrondoso sem falar q esse valor bruto tem um desconto de IR. Sendo assim o real lucro teria q descontar o IR desses 1973% de rentabilidade. Seria bacana se a calculadora do cidadão mostrasse a rentabilidade liquida, ou seja já descontato a porcentagem do IR nesse periodo. Mas mesmo assim sabemos q o CDI rendeu mais q poupança.

PS: Não conhecia esse site que mostra um ranking de inflação, so conhecia o globalrating. Gostei desse ai vou usar, obrigado!

André Luiz
Visitante
André Luiz

É impossível ver a imagem. Que pena 🙁

Rafael Zattar
Visitante
Rafael Zattar

leandro, mais um artigo ótimo. Gostaria de saber a sua opinião sobre fundos de investimento. As rentabilidades que são colocadas no site das corretoras são já descontadas de tx de administração e performance, quando há. Tenho estudado bastante sobre elas e vejo que possuem boas rentabilidades. Algumas entregam cerca de 120% do cdi com uma linha razoavelmente linear. Há fundo de ações que, apesar do risco, vejo que podem ser mais seguros que ações e possuem um histórico muito bom: pra um mês de queda ou de rentabilidade baixa, há 3 ou 4 meses de rentabilidades sensacionais. 200, 300% ou até mais do CDI. Penso em aplicar uma parte de minha carteira em fundos e gostaria de saber a sua opinião. Entendo o funcionamento, o come-cotas e o I.R. Agradeço a sua sempre prestatividade.

André Luiz
Visitante
André Luiz

Agora deu certo! A versão que estava no cache estava acessível mas era extremamente pequena.

Daniel
Visitante
Daniel

Mais um belo artigo de ensinamentos. Parabéns!
Obs: Gostei muito da frase do Morpheus – é a pura verdade.

Sergio Trestini
Visitante
Sergio Trestini

Muito bom artigo Leandro, eu tenho o costume de não pagar NADA com NENHUMA moeda e assim guardo-as em casa até chegar no valor de R$30,00 onde troco-as e deposito no banco e logo após transfiro para a corretora(sem pagar TED, tenho conta digital) e aplico no TD. O costume de não gastar moedas uma maneira de juntar dinheiro. O que vc acha dessa atitude?

Ricardo Carvalho
Visitante
Ricardo Carvalho

Nossa, nunca tinha assistido esse vídeo. Como as pessoas desperdiçam dinheiro guardando verdadeiras fortunas dentro de casa. Complementando a ideia do artigo, além do dinheiro perder valor por causa dos efeitos da inflação há, ainda, o risco do cidadão ser vítima da violência (assalto, sequestro) guardando tanto dinheiro dentro de casa como foi mostrado no vídeo.

Tais
Visitante
Tais

Horrorizada com os comentários das pessoas !!!! quanta ignorância!!!

Gustavo Silva
Visitante
Gustavo Silva

A ignorância é arrogante e presunçosa. Um tristeza os comentários.

Gilmar Passos
Visitante
Gilmar Passos

Obrigado por mais um ótimo artigo Leandro.Como foi citado no texto o trabalho que os educadores financeiros terão para tentar educar financeiramente a população será ENORME.É realmente incrível como a maioria da população é ignorante financeiramente, e como é difícil tentar convencer as pessoas próximas da gente a se educarem financeiramente(Experiência própria).Parece que quanto mais a gente tenta explicar, convencer, dar dicas do que tem que ser feito, a pessoa faz o contrário.A verdade é que a gente só aprende mesmo quando se dá MUITO mal .Graças a sites como esse e muitas palestras, livros, cursos e muita disciplina não precisei aprender da pior forma possível, ou seja pela “dor”, mas vejo pessoas bem próximas a mim trilhando esse caminho e não consigo fazer nada.Abs.

Savio
Visitante
Savio

Boa tarde mestre,

Concordo em todos os aspectos do seu artigo, mas o senhor deve saber o quanto é difícil conscientizar alguém em muitos aspetos da vida principalmente aspectos financeiros.
Devo confessar uma coisa, por favor não me descrimine. Professor eu desisti de tentar ajudar, a não ser que alguém realmente me procure pedindo ajuda. Desistir de tentar colocar na cabeças das pessoas do meu convívio qualquer informação sobre educação financeira, literalmente perdi a paciência. em resumo, posso está errado, mas essas pessoas que estão e são tão intransigentes são justamente as pessoas que estão alimentado o sistema, no nosso cotidiano financeiro nacional o sistema é bem destrutivo para quem não saber mexer com dinheiro, alguns ganham e outros perdem, esses que perdem por muitas vezes por puro desconhecimento e pura ignorância são pessoas que estão alimentado o sistema, nesse caso para uns ganharem outros têm que perderem.

William
Visitante
William

Savio tem um bom artigo que fala desse assunto (aliás, foi o primeiro do ano e o primeiro que foi publicado depois que eu descobri o site). http://www.clubedospoupadores.com/educacao-financeira/como-mudar-mentalidade.html

“Como mudar a mentalidade de Amigos e Parentes com mal Hábitos Financeiros” me ajudou a não me tornar um “chato” no momento inicial do aprendizado. Quando começamos a sair desse Matrix, temos a tendência de tentar convencer todos a nossa volta a mudar. Mas, aprendi que nem sempre isso é possível. Depois do artigo passei a adotar a seguinte estratégia: Durante alguma conversa comento que comecei a estudar sobre finanças e conto o quanto é divertido, fácil (sic) e importante. Depois conto um exemplo de como as pessoas perdem dinheiro (muitas vezes é um indireta a pessoa com que estou falando) e se ela demonstrar interesse, explico o pouco que eu sei por etapa e vou indicando leituras de livros (consegui convencer 4 amigos a lê livros financeiros \o/ ), artigos e etc.

Isso se torna um pouco mais dificil quando são os parentes porque temos a tendência de querer protege-los e muitas vezes ignorar se torna mais complicado.

Walter Neto
Visitante
Walter Neto

Sensacional.
Leandro, agradeço por um dia ter feito um artigo que, talvez por sorte minha, apareceu na minha timeline sem eu saber o porque. Já são 2 anos que acompanho fielmente seus artigos e fico cada dia mais consciente que foi através do Clube dos Poupadores que tive uma verdadeira “Conversão Financeira”.
Claro, como qualquer investidor sem conhecimento e que por ler um artigo ali e outro aqui, acreditei que já estava apto a ir de cara para o mundo mágico dos investimentos. Resultado: Quebrei.
Sem reais conhecimentos, entendi que era hora de aprender (principalmente com os erros já cometidos) e aos poucos praticar. Hoje sei pelo menos 7 formas conservadoras de aumentar um capital que será destinado ao dia mais importante da minha vida (o casamento). E ainda de quebra auxiliando a minha família, amigos e família da minha futura senhora.
Obrigado, mais uma vez.

Por fim, gostaria de saber se você já ouviu falar de uma modalidade de trade chamada “Trade Esportivo”. Acredito que ela seja uma excelente alternativa para rentabilidades maiores do que algumas em rendas fixas e mais consistentes do que o mercado de capitais.

Aguardo contato e…Vamos mudar o mundo

Luis Eduardo
Visitante
Luis Eduardo

Matou a pau! Parabéns!

Soraya
Visitante
Soraya

Olá Leandro! Como você sempre tem novos leitores, sempre é preciso voltar um pouco no assunto “poupar” para mostrar que devemos ser poupadores e não tomadores de crédito. Nesse artigo você voltou tanto que diz para as pessoas não juntarem dinheiro em casa, mas sim em um banco! Nós que somos seus leitores nem guardamos dinheiro em grandes bancos, mas em títulos públicos e LC, CDB, LCI… de bancos pequenos através de corretoras! É muito difícil mudar a mentalidade das pessoas quando elas não estão dispostas a aprender. Mas é como você mesmo falou, já é um começo deixar de ser tomador para ser um poupador! Sempre fico esperando um novo artigo seu! Recomendo o site para todo mundo! Obrigada pelas aulas!

Gregory
Visitante
Gregory

Ótimo artigo Leandro. eu passo uma situação. Eu pago aluguel, e junto dinheiro, para um dia comprar minha casa própria, a vista. calculei que com o preço de SP. em 7 ou 8 anos, eu devo conseguir isso. Minha mãe, faz pressão, para que eu financie, tanto ela como outros amigos. É incrível, como as pessoas próximas, não possuem nenhum conhecimento financeiro, e te dão dicas erradas.

Rodrigo Serpa
Visitante
Rodrigo Serpa

Ótimo artigo Leandro. Infelizmente conheço muitas pessoas que só conseguem acumular dinheiro dessa forma (cofrinhos). Se tentar fazer diferente, investindo o dinheiro elas se veem tentadas a resgatar e gastar em outras coisas antes de acumular o que se propuseram. Não critico quem faz isso, quem consegue guardar dinheiro para depois gastar já está à frente dos que só conquistam bens materiais ao se endividarem. Vejo como temos pouca educação financeira no geral e isso é passado dos pais para os filhos muitas vezes. Parabéns por dividir seus conhecimentos de forma tão simples e didática e que possamos divulgar para as pessoas que conhecemos.

Renato M. Souza
Visitante
Renato M. Souza

Olá muito bom artigo, realmente Leandro àvila, é assustador ver como existe tanta ignorância neste nosso país. Parabéns pelo artigo.

Eduardo
Visitante
Eduardo

Caro Leandro, muito obrigado por seu generoso e precioso trabalho!! A partir de seu blog, um verdadeiro horizonte se abriu para mim no mundo das finanças. Indico seu trabalho para amigos e parentes que me perguntam por onde devem começar a estudar sobre finanças pessoais e economia. Sempre com muita simplicidade, didática e profundidade. Parabéns!! E muito obrigado!!
Neste 1 ano e meio que acompanho seu trabalho, certos conceitos, antes aceitos com um certo ceticismo, passaram a se tornar naturais. A ponto de, hoje, me causar espanto a quantidade de pessoas que criticaram, de forma cega e negativa, a pessoa que sugeriu investir recursos ao invés de guardar no cofrinho. Em tempos de inflação alta, vencer com margem os índices inflacionários virou uma obsessão para mim. E o aprendizado nunca cessará, ficou divertido aprender sobre tudo o que possa influir nas finanças e na construção de meu patrimônio. Seu trabalho foi fundamental para esta minha mudança. Gratidão imensa!! Abraços!!

Flavio Rezende
Visitante
Flavio Rezende

Leandro,

Parabéns por mais um post excelente, porém parei de ler quando li a palavra Facebook.

Quando eu tinha uma página também via/lia discussões desse mesmo nível, a grande maioria as pessoas se baseiam em péssimas fontes. Ofensas atrás de ofensas, xingamentos, o nível é tão baixo que se compara aos comentários dos leitores em sites de notícias como no Uol e Globo. Uma grande parte do pessoal ainda está na ideologia de que se jornal nacional “falou é verdade, vou aplicar para minha vida”.

Veja essas redes sociais são excelentes para empresas e pessoas fazerem o marketing de seus trabalhos e serviços porém de resto não servem para mais nada.

Jorge Guerino
Visitante
Jorge Guerino

Oi Leandro.

Teu artigo evidencia a falta de educação financeira de quem guarda moedas neste volume. Penso que esse não é um problema brasileiro, mas mundial (falta de educação financeira).

Conheci pessoas que diziam que só conseguiam comprar bens com um carnê tipo Casas Bahia, pois não tinham disciplina para guardar dinheiro e depois comprar. E eram gratas à loja, e tudo o que tinham dentro da casa tinha sido adquirido em prestações.

Claro que num exemplo citado, de 20 anos, a perda de valor do dinheiro fica bem mais gritante. Mas num caso de poucos anos e de baixo valor, existe a perda, mas se não for desse jeito as pessoas não teriam guardado nada.

É por isso e por outros motivos, que as pessoas não deixarão de adquirir consórcios, títulos de capitalização e previdência privada. Investem errado, mas pelo menos investem.

Guilherme
Visitante
Guilherme

Ótimo artigo, Leandro!
Sobre o vídeo, o galão é simbólico, mas o prejuízo é real.

Quanto ao ódio propagado em redes sociais, percebi pelo meu comentário no artigo anterior, que critiquei respeitosamente sua escrita quanto a erros pequenos, de desatenção mesmo, e fui torpedeado por comentários irônicos e desrespeitosos. Mesmo que o próprio autor tenha levado na boa, como uma pessoa civilizada deve ser.

Aproveito a oportunidade para elogiar o layout do seu site e a fluidez da sua linguagem, que parecem que chamam e instigam o leitor a permanecer horas no seu site. É como se estivéssemos em uma loja agradável, observando sem pressão os produtos atrativos.

Parabéns.

misael
Visitante
misael

Mas um artigo excelente, para demostra que ainda existem pessoas tão ignorantes e ainda por cima falta de conhecimento financeiro.
Já tinha visto o vídeo, ate comendei com o pessoas de casa, alguns compreenderam outros ficaram maluco de raiva.
Mas graça a Deus te conhecido este site para sai desta zona de conforto e ensina a investir corretamente a cada dia, com informações valiosas.
Muito obrigado por tudo.

Bruno
Visitante

Mais um artigo excelente. Mostra bem o resumo das redes sociais. ignorância sendo difundida. Por sorte, temos páginas e blogs como clube dos Poupadores. Muito obrigado pelo conteúdo

Marina
Visitante
Marina

Além da ignorância, a grosseria na maneira com que reagiram ao comentário super coerente e bem intencionado da moça… Tudo bem discordar dela, mas se comunicaram de maneira tão violenta e desnecessária! Feliz que a comunidade do Clube é completamente diferente.
Leandro, tenho algumas moedas em casa que foram se acumulando. Não chega a ser um garrafão de 20L rs, mas já que estão aqui e não estão fazendo falta queria colocar para investir ao invés de gastar. Você sabe dizer se o banco aceita essas moedas e deposita na minha conta?

André
Visitante
André

Ótima matéria. Realmente é difícil colocar na cabeça das pessoas a importância da ed. Financeira. Eu mesmo já penei com amigos e parentes para explicar os bons hábitos para prosperar.

Bruno Caparoz
Visitante
Bruno Caparoz

Artigo, Sensacional!

Parabéns, Leandro!

Felipe
Visitante
Felipe

Leandro Avila, se caso esse real fosse aplicado no tesouro ipca+ ele poderia ter rendido mais?

Gustavo Leite
Visitante
Gustavo Leite

Realmente é muita ignorância, dá raiva!

Alcides
Visitante
Alcides

Leandro mais uma vez você nos presenteia com uma artigo ótimo, meus parabéns, o difícil é lutar contra a preguiça das pessoas em aprender por mais que se fale e mostre ha pessoas que você fala, mostra explica onde achar a fonte da informação e ouve delas que a matéria é muito longa para se ler, falar de um livro então nem pensar, por isso mais uma vez meus parabéns pelo tempo que você gasta para nos ensinar. Muito obrigado.

Thomas
Visitante
Thomas

Nem consegui ver todos os comentários! A Regina foi crucificada e como vc disse são pessoas de todos os níveis de escolaridade, porque de educação já é outra história… teve algumas pessoas apoiando e instruindo sobre guardar de forma melhor com investimento e uma pessoa falou de inflação, mas muito poucas mesmo. A maioria parece que simplesmente nem queria pensar sobre o assunto, por isso rejeitaram de cara.

O efeito manada é perigoso, temos que aprender a pensar por nós mesmos.

Abraços!

Tauranis
Visitante
Tauranis

Excelente artigo.
Li o “Pai rico, pai pobre”, concordo com o autor e concordo com a citação de Morpheus.
Nunca, toda ou a maioria das pessoas vão atingir o grau de educação financeira suficiente para sair da ignorância inercial.
Acredito que não seja necessário bancos e governos “investirem” na ignorância das pessoas, pois o silêncio é grátis.
O que está acontecendo atualmente é um aumento do número de pessoas adquirindo conhecimento através de conteúdo oferecido por corretoras e pessoas independentes(como o Leandro), tanto é que é corriqueiro escutar sobre o processo de desbancarização que está em andamento, saques na poupança chegando a níveis nunca antes registrados.
Entretanto, não vejo a maioria das pessoas tomando esse rumo, apenas aquelas que não somente desejam, mas correm atrás por conta própria( e vencer essa inércia é difícil).
Não sei se o mundo como ele é hoje seria sustentável caso todos tivessem, não o mesmo nível de educação financeira, mas um nível médio mais alto do que se tem atualmente.

Infelizmente o mundo é assim, uns(poucos) ganham e outros(muitos) perdem, a gente tem que correr atrás pra não perder e não criar expectativa que alguém vai nos oferecer a solução para nossos problemas.

Por fim, bacana o print do Facebook, mas não dá pra levar rede social tão à sério, pois apesar de realmente acreditar que todos os comentários pessimistas foram escritos de forma sincera(por pessoas analfabetas financeiras), é muito fácil criticar quando se está atrás de um computador.

Daniela
Visitante
Daniela

Oi Leandro, mais um artigo estimulador, Obrigada! Leandro, Você se sente incomodado quando não te devolvem a moeda de 1 centavo quando compra algo? Tive que vir trabalhando a raiva nestas ocasiões, acho um absurdo isso ter se tornado normal. Comecei a pedir, mas me senti obrigada a parar pelo desconforto que sofria a cada vez que solicitava meu troco. Agora, felizmente ou não, passei a juntar moedas para então ter como não sair perdendo a cada compra. Chegou ao absudo de um dia eu comprar algo que custou R$ 1, 24, entreguei à caixa R$ 1,20. Ela me olhou e falou que estava faltando 5 centavos. Perguntei à ela se ela teria 1 centavo para me retornar de troco, ela disse que não e toda sem jeito falou que “eles” faziam assim… quando passava de 3 centavos de diferença eles arredondavam para 5 e que se fosse menos… antes mesmo de ela terminar de falar respondi que não, que não era assim que funcionava e que se ela tivesse o 1 centavo eu daria mais 5 centavos, caso contrário, seriam somente os R$ 1,20 mesmo. O comércio já tem como certo que quem decide o que fazer ou não com o seu dinheiro são eles. E mais, me sentia mal inclusive com uma amiga que estava junto… era nítido em sua cara que ela estava achando um absurdo o que eu estava fazendo. nem preciso dizer que essa mesma amiga passa por dificuldades financeiras e não tem o mínimo de educação a respeito da mesma.

Iuri Viana
Visitante
Iuri Viana

Leandro, ótimo artigo!

Fiquei pasmado com tanta chacoalhada e esculhambação que essa mulher levou ao tentar alertar sobre os riscos de guardar dinheiro em casa. Isso demonstra que as vezes, dependendo do meio que você está inserido, nem vale muito a pena alertar as pessoas da necessidade de se educarem financeiramente. Pois,você pode acabar ser apelidado de avarento, mesquinho ou algo assim. Eu mesmo, fico muita vezes calado ao invés de alertar sobre a educação financeira, principalmente quando percebo que as pessoas ainda não tem uma vez preparada para ouvir isso.

Clo
Visitante
Clo

Leandro, sou artista visual e pouco entendia sobre tudo que vc escreve, mas depois de ler vários artigos seus,( afinal quis sair da zona de conforto), me deparei com uma abertura para mudar a forma de agir, vc tá salvando muita gente da burrice crônica, portanto agradeço muito!

Rodrigo Alves
Visitante
Rodrigo Alves

Excelente artigo! Muiiito bom mesmo! Seu trabalho está cada vez melhor! Mais uma vez meus parabéns Leandro!

Bruno
Visitante
Bruno

So corrigindo um erro de Português:

Na legenda da foto, vc escreveu: Você tem que entender que a maioria dessas pessoas não estão prontas […]. O correto é a maioria dessas pessoas não está pronta. O verbo se refere à maioria e não às pessoas.

Priscila
Visitante

Poxa Leandro!

Eu já sabia que havia um prejuízo em deixar o dinheiro “guardado em casa”, mas não sabia que era tanto assim. E fiquei espantada com a reação do pessoal com a moça que “expôs sua opinião”. Realmente, as pessoas estão ignorante quanto a poupar e investir dinheiro.

Estou tentando criar renda passiva, fazendo investimentos pequenos (para fins de teste), e o seu blog tem me ajudado bastante. Muito obrigada!

Camila
Visitante
Camila

Ótimo texto!! Estou tentando ajudar uma amiga que está com sérios problemas financeiros. Não só ela individualmente como todo seu núcleo familiar. Indiquei vários sites onde ela poderia aprender sobre educação financeira (inclusive esse, um dos meus preferidos), investimentos etc. Falei que ela poderia começar organizando as próprias finanças e estender o conhecimento para tratar as finanças da família. Dei meu exemplo pessoal de como consegui me reerguer novamente através da educação financeira, depois de anos de excessos e descontrole. Resumindo: fui tida como chata. Realmente uma pena!

PeNoChao
Visitante
PeNoChao

Camila, o que a sua “amiga” queria é que você emprestasse dinheiro a ela…

Felipe Pacheco
Visitante
Felipe Pacheco

Olá Leandro !

Parabéns pelo seu papel no desenvolvimento e compromisso com a educação financeira das pessoas.Seus artigos são sempre muito pertinentes e assertivos.

Obrigado !
Abraços.

Hevlin
Visitante

Ótima matéria, Leandro!
O seu posicionamento está corretíssimo. Eu guardo moedas no cofrinho, mas devido a uma estratégia diferente. Para evitar gastar aquelas moedas soltas na carteira à toa, eu guardo todas as moedas, de qualquer valor, em um cofrinho pequeno. Sendo pequeno, ele enche rapidamente e eu troco no banco e invisto. É uma maneira de poupar , caso contrário aquelas moedas seriam usadas para comprar pequenas besteiras por aí.
É claro, esta é uma das formas, pois eu também separo parte dos meus ganhos para investir, o cofrinho serve mais para manter o hábito e “ganhar” uns trocados de tempos em tempos. Mas de maneira alguma eu juntaria tanto dinheiro assim quanto nesta postagem do Facebook, não vale a pena.

Claudia Zabotto
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Claudia Zabotto

Leandro, assim como o hábito de guardar moedas é prejudicial, já tentei explicar para vários familiares e amigos a importância de conhecér investimentos mais rentáveis que a poupança. Também já tentei explicar como o aluguel pode ser vantajoso para quem aluga, e não para o proprietário, que pode enfrentar prejuízos diversos, como ficar um tempo o imóvel parado, danos, e outros contratempos, e que, possivelmente, pode não ser um bom investimento. Meus tios tem um imóvel que poderia ter rendido um valor enorme ao ser vendido antes dessa crise, mas acharam que seria mais vantajoso alugar. Tiveram todos os contratempos, inadimplências e danos possíveis, e agora estão há quase um ano com o imóvel parado, sem conseguir alugar. Alertei-os várias vezes que eles poderiam estar bem mais tranquilos se tivessem vendido esse imóvel…adiantou? Nada… Continuam com a mentalidade de que vão ter o “pé de meia” da velhice com esse aluguel, quando poderiam ter um rendimento mensal imensamente superior ao que vão conseguir, caso consigam alugar.
Mas cansei. O brasileiro médio ainda tem a cabeça engessada nesse raciocínio que vc citou no artigo, é o pensamento mais comum, isso quando não estão afundados em dívidas, muitas vezes adquiridas para sustentar um padrão de vida incompatível com a renda.
Quantas gerações serão necessárias para mudar essa cultura, hein Leandro? Com tantos educadores financeiros como vc, vários sites ótimos, informação disponível, e assisto, triste, tantos amigos e familiares tomando tantas decisões equivocadas com seu dinheiro…

Maria
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Maria

Oi ,Leandro!
Gostaria q vc respondesse um cometário da postagem do facebook onde ele pergunta como depositar 2, 3, 5, 20 reais na poupança? Acho q ficaria inviável. O que vc surgeri ? O que faremos com as moedinhas de 1$.

Ps: minha vida mudou completamente depois q conheci o blog. Eu e meu marido fazemos meta e já fizemos a reserva de emergencia na poupança por ter liquidez e começamos investimento selic.

George Douglas
Visitante
George Douglas

Parabéns pelo artigo Leandro Ávila. Eu tenho muitas dúvidas a respeito de “Como proteger seu patrimônio” após conquistá-lo(ou conquistando-o). Costumo ver muitos artigos sobre como aumentar e gerar renda,mas não sobre como preservar o dinheiro.Há algum livro ou artigo seu que trate do tema?

Muito obrigado por compartilhar todos esses conhecimentos conosco.
Abração

João Paulo
Visitante
João Paulo

O comentário da mulher, embora extremamente pertinente e correto, foi feito de modo a levar as pessoas a se sentirem burras por terem se animado com o conteúdo do vídeo, como quando ela diz “seria mais inteligente…”

Isso é um conhecimento muito útil adquirido de jogar games online em que vc tem que atuar de forma cooperativa com pessoas totalmente estranhas para alcançar os objetivos do seu time; logo, mesmo fazendo algo absurdamente errado, vc jamais pode dizer a “verdade” para a pessoa, mas sim fazer sugestões discretas e levá-la a ter impressão de que foi ela que “criou” um modo novo de fazer as coisas muito mais eficientemente do que ela estava fazendo.

Eu já sabia da importância das técnicas e estratégias de abordagem em relação a humanos descritos pela Psicologia, mas isso tem ganhando muito mais força e interesse de minha parte recentemente, principalmente após o artigo acerca das estratégias de marketing para influenciar as decisões de compras dos clientes com a criação de pontos de referência/comparação intencionalmente péssimos para direcionar as intenções de compras.

Eu gostaria de encontrar um conteúdo pelo menos com nível intermediário (não tão específico assim) explicando os mecanismos etiológicos da inflação, uma vez que tive a impressão que nem mesmos os Economistas têm uma posição muito clara (após o curso do professor João Sayad).

Novamente, obrigado por manter este trabalho de despertar da consciência econômica.

PS: Previamente, vc havia expressado dificuldades quanto a revisão dos textos.
Embora eu tenha bem pouco tempo livre, se eu tivesse o espaço de tempo de um final de semana para tal, gostaria de ajudá-lo com esta tarefa, assim me sentindo, pelo menos parcialmente, importante para a execução deste importante trabalho.

Alberto
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Alberto

Oi leandro tenho uma duvida (consultoria), se puder responder te agradeço. Tenho 150.000 em um plano de Previdência oriundo de empresa em que trabalhei PGBL Progressivo tx de adm 0,6% e 0,0%de tx de carregamento.
Falei com Meu gerente e há a possibilidade de muda-lo para regressivo a tx de adm subiria para 0.8% tenho projeto de deixa-lo nas duas opções até seu vencimento – quando chegar aos 62anos- atualmente tenho 40 anos. Estou em dúvida ele disse que o progressivo tem IR dependendo da faixa de retiradas mensais e também sei q no regressivo seria mais interessante se sacasse tudo ao final do período ja com uma tributação menor (de 10%) devido ao período depositado. Qual seria a melhor opção? É fazer aportes no progressivo que permitam retiradas mensais vitalícias em uma faixa de 7,5% de IR ou fazer aportes maiores e sacar o saldo ao final do período em um regime regressivo com 10% de IR sobre o montante.

João Fernandes
Visitante
João Fernandes

Caro Leandro, um “amigo meu”, está prestes a vender um patrimônio imobiliário, que é o resultado de toda uma vida de trabalho árduo(e totalmente honesto), mas que se tornou um imobilizado perigoso, pois será o caos se o inquilino quebrar ou entregar o imóvel nesta crise interminável, já que além da perda da receita da locação, vai ganhar de presente os encargos do imóvel vazio, tipo condomínio, IPTU(cerca de 40 mil por ano), taxa de incêndio, conta de luz, conta de água, além da manutenção do imóvel, de modo a poder manter viva a esperança de conseguir uma nova locação, sabe-se lá quando.
Mas este “meu amigo”, por outro lado, está apavorado, à beira de um colapso ao perceber que vai sair de um grande imobilizado que lhe rende locação mensalmente, para dinheiro em cash, alguns milhões de reais…..
O que vc recomenda em termos de investimento, para que ele vença a inflação ao longo do tempo, já que este investimento irá substituir parte de sua receita necessária para o sustento de sua família?

Marcelo Moreno
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Marcelo Moreno

Mais um excelente artigo, Leandro. Não me canso de buscar informações em seu site. O texto de hoje foi bem simples, porém, creio que você atacou a raiz de todos os males dos brasileiros: Guardar dinheiro em casa. Quando decidi fazer um CDB com menos de 20 anos de idade com 80% do que eu tinha na poupança que meus pais abriram quando nasci, fui taxado de louco, que eu ia perder dinheiro e outras coisas. Hoje, com 33 anos, me sinto muito confortável com minha situação econômica e em menos de 6 meses conseguirei comprar meu 1o imóvel graças a Tesouro Direto, LCA e CDB dos bancos pequenos, como você ensina aqui. Só tenho a agradecer o conhecimento transmitido.

Victor Westmann
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Deus abençoe este lindo trabalho de conscientização financeira que você faz! Abraços e sucesso!

Vinicius
Visitante
Vinicius

Leandro bom dia, magnífica reportagem, Parabéns!!
Uma duvida, no caso esta falando de um pequeno valor e é claro q não se da para comprar um titulo assim, como fazer então para juntar ate somar o valor da compra de um título desses q foi citado acima sem perder tanto?

Carlos
Visitante
Carlos

Leandro. Parabéns pelo trabalho. Gostaria de Saber de conhece alguma planilha ou site para acompanhar o rendimento da carteira de investimentos, por investimento e consolidado. grato.

Halisson de Lima
Visitante
Halisson de Lima

Olhei o título rapidamente e pensei: Já sei sobre o que ele vai falar. Acho que esse assunto não vai impactar tanto, pois já pratico o que ele vai ensinar!Nossa!!!Quanta presunção de minha parte!Para variar, você nos presenteou com um artigo extremamente impactante!Um assunto que parecia até relativamente corriqueiro para os já iniciados, você fez uma verdadeira aula de educação financeira(com todas as suas nuances). Gratidão!!!

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