Poupança ou Fundo de Renda Fixa

Sempre é importante ter algum dinheiro disponível para saques imediatos. Tem muita gente que costuma manter grandes quantias paradas na conta corrente com esta finalidade. Isso faz o dinheiro perder o seu poder de compra, devido aos efeitos da inflação, além de gerar perdas de oportunidades de ganhos através de juros pagos por investimentos.

Existem investimentos com liquidez diária que podem ser utilizados para esta finalidade. A poupança e os fundos de renda fixa possuem liquidez imediata, ou seja, se você precisar do dinheiro neste exato momento basta sacar da poupança ou do fundo para a sua conta corrente. Alguns bancos oferecem CDB e Compromissadas que também possuem liquidez imediata, mas neste artigo falaremos apenas dos fundos e da poupança.

Sempre aparece algum leitor com essa dúvida. É melhor manter esse dinheiro que exige liquidez imediata em uma conta poupança ou em um fundo de renda fixa? Neste artigo quero mostrar como você pode fazer essa avaliação sem depender de ninguém.

Comparando rentabilidades:

Poupança e Fundos (renda fixa e DI) são investimentos de risco muito baixo que pagam juros pós-fixados. Isso significa que é impossível saber qual será sua rentabilidade no futuro. Só podemos olhar a rentabilidade passada e a rentabilidade presente. O futuro vai depender das políticas econômicas do governo, especialmente as políticas monetárias, já escrevi sobre elas aqui.

Poupança:

O Banco Central divulga a rentabilidade da poupança através do endereço http://www4.bcb.gov.br/pec/poupanca/poupanca.asp. Tirei uma pequena foto da tabela para mostrar como você deve ler os dados.

A linha verde acima mostra que se você tivesse feito um investimento na poupança no dia 05/05/2016 você receberia no dia 05/06/2016 (um mês depois) uma remuneração básica (que é a TR) de 0,1647% e uma remuneração adicional de 0,50% totalizando 0,6665%. Se você tivesse R$ 10.000,00 receberia R$ 16,57 de remuneração básica que equivale a 0,1657% de 1000 totalizando R$ 10.016,57. Sobre esse valor você receberia R$ 50,08 que representa 0,5% de R$ 10.016,57 totalizando R$ 10.066,65. Se você dividir esses R$ 66,65 de juros recebidos por 10.000 vai descobrir que sua rentabilidade foi de 0,6665% exatamente como mostra a coluna de “Remuneração Total” da tabela acima. A remuneração básica varia todos os dias e a remuneração adicional sempre é de 0,50%, sendo que essa regra só vale quando a Taxa Selic está acima de 8,5% ao ano. Saiba como funciona as regras de remuneração da poupança clicando aqui.

Pode ser útil saber qual foi a rentabilidade da poupança do último mês, dos últimos 12 meses, do ano passado ou do ano corrente. Você pode usar estes dados para comparar com o desempenho de outros investimentos. Utilize esse simulador (clicando aqui) informando duas datas e um valor qualquer de investimento. Na página de resultado você saberá qual foi a rentabilidade da poupança acumulada entre as duas datas.

Para exemplificar fiz uma simulação para descobrir qual foi a rentabilidade da poupança entre o dia 01/01/2015 e 31/12/2015 e o resultado indicou 8,07% em 2015. Veja:

Fundo de Investimento:

Agora que sabemos como descobrir a rentabilidade atual e passada da poupança, vamos aprender a fazer a mesma coisa com os fundos. A poupança é um investimento padronizado (já mostrei como ela foi criada neste outro artigo). A rentabilidade da poupança do Banco A será sempre igual a rentabilidade da poupança no Banco B. Isso não acontece com os fundos. Existem milhares de fundos de investimento no Brasil. Cada banco possui dezenas de fundos diferentes sendo que cada fundo possui seus gestores, suas regras e estratégias de investimento. Isso significa que cada fundo tem um desempenho diferente do outro.

É comum os bancos criarem vários fundos e renda fixa e vários fundos DI tendo como única diferença o investimento inicial mínimo exigido para que você participe do fundo e a taxa de administração. Você logo vai perceber neste artigo que quem tem pouco dinheiro para investir pagará taxa administrativa maior e consequentemente a rentabilidade do fundo será menor. Para saber a rentabilidade atual e passada dos fundos você pode consultar o site dos próprios bancos ou sites que possuem pesquisas de fundos. Vou mostrar as duas formas.

Segue alguns links de tabelas de rentabilidade que encontrei pesquisando no Google: Fundos Banco do Brasil, Fundos da Caixa, Fundos do Itaú, Fundos do Bradesco e Fundos do Santander. Estes são os cinco maiores bancos com base no seu patrimônio líquido, exatamente nessa ordem (fonte). Como os bancos tem o péssimo hábito de mudar os endereços das páginas dos seus sites constantemente, se você clicar nestes links e não conseguir ver a tabela basta fazer uma busca no Google por “Tabela Rentabilidade Nome do Banco” que você provavelmente encontrará. Você também pode navegar pelo site dos bancos buscando essas tabelas de rentabilidade.

Para escrever esse tipo de artigo eu preciso exemplificar e para isso preciso escolher um banco qualquer e um fundo de investimento deste banco. Meu objetivo é mostrar um exemplo de roteiro que você pode seguir para avaliar qualquer fundo de qualquer banco. Meu objetivo não é avaliar os bancos e nem os fundos que utilizei como exemplo. Este artigo não é uma recomendação de investimento.

Para exemplificar o artigo vamos acessar a tabela de rentabilidade dos fundos oferecidos pelo Banco do Brasil por ser este o maior banco do país atualmente. Visite aqui. Vamos pegar como exemplo o fundo chamado “BB Renda Fixa 500“. Escolhi esse fundo utilizando como critério o seu enorme patrimônio líquido que aparece na coluna chamada “PL Médio (R$ Milhões)”. A tabela diz que este fundo possui mais de R$ 10 bilhões investidos. Como este fundo aceita investimentos a partir de R$ 500,00 isso significa que existe uma enorme quantidade de clientes do Banco do Brasil que investem neste fundo.

Aqui vai uma percepção minha: quando você encontra um fundo com uma quantidade enorme de patrimônio isso não significa que estamos diante de um bom fundo. Na maioria das vezes significa que é um fundo que exige um investimento mínimo inicial pequeno. As pessoas começam investindo por este fundo e depois se esquecem de migrar para fundos que só aceitam investimentos mínimos maiores, mas que ao mesmo tempo cobram uma taxa de administração menor. É interessante que você migre para fundos que oferecem taxas administrativas menores e rentabilidades maiores a medida que acumula recursos suficientes para ser aceito naquele fundo, ou seja, quando consegue acumular o valor mínimo exigido para fazer o investimento inicial no fundo.

Fazendo uma busca no Google pelo nome “BB Renda Fixa 500” você encontrará a página que apresenta os detalhes do fundo que é esta página aqui.

Você verá que o gestor deste fundo irá investir o seu dinheiro em títulos públicos e títulos privados que podem ser prefixados ou pós-fixados. Se fosse um fundo DI, provavelmente o investimento seria feito apenas em títulos pós-fixados, normalmente títulos Tesouro Selic do governo.

Todo fundo precisa fornecer diversas informações sobre o que eles pretendem fazer com seu dinheiro, o que estão fazendo e quais são os resultados até o momento. Estes dados podem ser consultados na internet. No caso deste fundo que usaremos como exemplo, os dados estão nesta página aqui onde existem links para relatórios em formato PDF com as seguintes informações:

Vamos pegar o exemplo do informativo mensal de maio. A figura abaixo foi retirada dele.

Aqui já podemos observar que em maio de 2016 esse fundo específico rendeu 0,98% de juros. Agora podemos comparar com a rentabilidade da poupança que foi de 0,6665% ou 0,66% para o período que utilizamos como exemplo no início do artigo. É fácil observar que 0,98% é uma rentabilidade maior que os 0,66% da poupança. Em 2015 a poupança rendeu 8,07% enquanto este fundo rendeu 11,19%. Aparentemente o fundo é muito melhor, mas falta olhar alguns detalhes.

Toda rentabilidade divulgada pelos fundos já está com a taxa administrativa descontada, mas não está com o imposto de renda sobre o rendimento descontado. No caso desse fundo chamado BB Renda Fixa 500 esse imposto sobre o rendimento é de 22,5% se o dinheiro ficar aplicado por menos de 180 dias e 20% se ficar por mais de 180 dias. Essa informação está no item 6 do regulamento, veja aqui. Essas alíquotas são as aplicadas em fundos que possuem investimentos de curto prazo na sua carteira.

Isso significa que se você tinha R$ 10.000,00 investidos e os juros naquele mês foram de 0,98% você teria um ganho de R$ 98,00, que é maior que os R$ 66,65 que teria na poupança. O problema é que o governo ficará com 22,5% ou 20% desses R$ 98,00 dependendo de quanto tempo o dinheiro ficará aplicado. 22,5% de R$ 98,00 é R$ 22,05 e 20% de R$ 98,00 é R$ 19,60.

Isso significa ter um rendimento de R$ 75,95 se o dinheiro ficar investido por menos de 180 dias ou R$ 78,40 se for por mais de 180 dias. Mesmo com o imposto de renda sobre o rendimento esse fundo de renda fixa renderia mais que a poupança. Ainda vale lembrar que esse desconto de imposto sobre o rendimento ocorre semestralmente no último dia de maio e no último dia de novembro. Isso se chama come-cotas, leia mais aqui.

Outra coisa importante é observar que existe diferença na alíquota do imposto entre Fundo de Renda Fixa que montam carteiras de Curto Prazo e Longo Prazo. Observe que na tabela de rentabilidade do Banco do Brasil temos duas tabelas na mesma página. A primeira são os fundos de carteira de curto prazo e a segunda são os fundos com carteira de longo prazo. O imposto de renda sobre os fundos que fazem investimento de longo prazo é diferente. Veja:

Observe que o fundo de renda fixa do Banco do Brasil, de carteira de longo prazo, que possui o maior patrimônio líquido (R$ 9 bilhões) é o “BB Renda Fixa LP 100” que tem taxa administrativa muito elevada (3,80%) que fez a rentabilidade do fundo ser de apenas 0,779% em maio. Certamente esse é o fundo mais acessível por exigir apenas R$ 100 de investimento inicial.

O problema é que ainda é necessário descontar o imposto de renda sobre o rendimento de 0,779%. Vamos imaginar que você investiu R$ 10.000,00. Seu rendimento seria de R$ 77,90 em maio. O come-cotas ficaria com 15% disso, ou seja, R$ 11,68 e você ficaria com R$ 66,21. No nosso exemplo a remuneração de maio da poupança foi R$ 66,65. Isso significa que este fundo conseguiu ser pior do que a poupança nestes períodos que utilizamos como exemplo. Quanto menor o tempo que o dinheiro ficar aplicado maior será o IR como mostra a última tabela.

Como nosso exemplo é de um investimento de R$ 10 mil, o fundo mais apropriado, entre os fundos oferecidos pelo BB, seria o “BB RF LP Parc 10 mil” que tem taxa administrativa de 0,80% e isso fez a rentabilidade do mês de maio ser de 1,088%. Neste caso os R$ 10 mil gerariam uma remuneração de R$ 108,80. Mesmo descontando 15% (R$ 16,32) de imposto ganharia da poupança ao receber R$ 92,48. A diferença entre poupança e esse fundo seria de R$ 25,83 por mês, caso essa rentabilidade mensal se mantivesse no futuro. No final de 12 meses isso pode significar ter R$ 309,96 a mais no seu bolso ou no bolso do banco. No longo prazo, devido ao efeito dos juros sobre juros, a diferença fica maior.

Perceba que quanto maior o investimento inicial exigido para investir em um fundo menor é a taxa administrativa. Isso acaba refletindo na rentabilidade do fundo, já que as instituições divulgam a rentabilidade com essa taxa descontada.

Antes de 30 dias:

Não existe investimento bom quando você pretende manter o dinheiro aplicado por menos de 30 dias. No caso da poupança, se você sacar o dinheiro antes dele completar 30 dias aplicado, você simplesmente perderá toda a rentabilidade que teria naquele mês. No caso dos fundos de investimento sua perda dependerá de quantos dias o dinheiro ficou aplicado. Isto ocorre devido a existência de um imposto chamado IOF. É o mesmo IOF cobrado de quem faz investimentos por menos de 30 dias em títulos públicos ou em títulos privados com o CDB. A tabela de alíquotas do IOF é essa aqui.

Entre perder tudo, que é o caso da Poupança sacada antes de 30 dias, e perder alguma coisa, os fundos são acabam sendo mais vantajosos. Vamos imaginar que você investiu em um fundo por apenas 15 dias. Na tabela acima podemos ver que o governo ficaria com 50% dos juros recebidos nestes 30 dias através do IOF. O valor restante o governo ainda ficaria com 22,5% de imposto de renda. Sua rentabilidade seria muito pequena, mas mesmo assim seria alguma coisa.

Alguns bancos oferecem aplicações automáticas para o seu dinheiro parado na conta corrente. Eles normalmente aplicam o seu dinheiro automaticamente em fundos de curto prazo enquanto está parado. Quando você precisa do dinheiro para pagar uma conta, descontar um cheque ou passar um débito, o próprio banco resgata do fundo automaticamente. De tempos em tempos você recebe alguns centavos na sua conta corrente. Muita gente tem esse serviço ativado na sua conta corrente e não percebe.

Comparações:

Existem sites que permitem observar a rentabilidade dos fundos e fazer comparações com outros fundos, comparações com CDI, Poupança, Inflação, etc. Um desses sites é http://www.xpi.com.br/investimentos/fundos-de-investimento/compare-os-fundos.aspx. Você só precisa saber o nome o fundo para fazer a busca. Quando encontrar clique no sinal de +. Existe uma coluna na lateral direita chamada “indexadores”. Lá no final dessa coluna existem diversos indexadores como CDI, Poupança, Inflação (IPCA), IPCA + 6% que seria a rentabilidade de um título Tesouro IPCA, dólar, etc. Basta clicar no sinal de + para adicionar esse indexador no gráfico que será gerado. Depois você só precisa selecionar o período de 12, 24, 36 meses ou uma data inicial e final. Veja um gráfico que eu criei comparando a rentabilidade do primeiro fundo que citamos neste artigo que foi o “BB Renda Fixa 500” com o CDI (taxa DI) e a Poupança nos últimos 12 meses.

É fácil observar no gráfico que o CDI (Taxa DI) supera o fundo e a poupança com folga. Existem investimentos pós-fixados em CDB, LCI e LCA que oferecem taxas próximas de 100% do CDI, principalmente através de bancos de porte menor (veja mais). É muito importante observar que essa rentabilidade de 11,92% que aparece na coluna de “RETORNO” da tabela acima não considera a cobrança do imposto de renda sobre esse rendimento. 20% dessa rentabilidade de 11,92% ficaria com o governo em forma de imposto de renda. Se você tivesse investido R$ 10.000,00 seu ganho seria de R$ 1.192,90 em 12 meses. Ao descontar 20% deste valor (R$ 238,58) restariam R$ 953,42. Dessa forma a sua rentabilidade seria de mais ou menos 9,53% já sem os impostos. Mesmo assim o rendimento seria maior que a poupança.

Para finalizar esse artigo produzi um gráfico com o desempenho dos 3 fundos do Banco do Brasil que citei neste artigo comparando com o CDI e a poupança com dados dos últimos 36 meses.

Observe que agora o CDI é a linha vermelha. Nenhum dos três fundos consegue superar o CDI. Observe na coluna “AP. MIN” que os fundos que exigem uma aplicação mínima maior são os que apresentam melhor desempenho, pois já vimos que isto está relacionado com a taxa administrativa que é maior quando o investimento mínimo exigido é menor.

Também podemos ver uma coisa curiosa (ao mesmo tempo trágica). O fundo de pior desempenho que é o BB Renda Fixa LP 100 (linha verde) teve uma rentabilidade menor que a da poupança entre 2013 e o final de 2015. O resultado é pior do que o mostrado no gráfico já que ainda precisamos descontar o imposto de renda deste retorno.

O lado trágico é que esses fundos que exigem investimentos iniciais pequenos são os fundos onde as pessoas mais investem dinheiro. São eles que possuem o maior patrimônio líquido, que é a soma de tudo que as pessoas investiram neles. Isto acontece em todos os grandes bancos. Como as pessoas não prestam atenção em todos estes detalhes que destaquei neste artigo, elas acabam trocando seis por meia dúzia, ou seja, trocam um investimento ruim como a poupança por um investimento pior ainda que são fundos com baixa rentabilidade, que são os que possuem maior taxa administrativa.

Conclusão:

Se você tem investimentos em fundos de renda fixa e fundos DI, consulte a rentabilidade passada dos fundos onde você investe. Utilize sites como este que citei no artigo para fazer comparações. Exija do seu banco um documento chamado “Demonstrações de Desempenho” e o informativo mensal do seu fundo. Estes documentos mostram os resultados pelos quais você está pagando através da taxa administrativa que é descontada da sua rentabilidade. Normalmente eles possuem uma página na internet onde divulgam PDF´s com esses documentos.

Se você tem dinheiro na poupança para ter uma reserva com liquidez imediata, verifique quais são os fundos de investimento de renda fixa e DI que o seu banco oferece. Veja qual investimento inicial mínimo, qual taxa de administração é cobrada e qual o histórico de rentabilidade dos últimos anos. Compare com o desempenho que você teve na poupança.

Vimos que é possível encontrar fundos que rendem mais que a poupança. Estes fundos podem ser utilizados com vantagens diante da necessidade de dinheiro imediato. Normalmente uma parte da sua reserva para emergência precisa ficar em investimentos com liquidez imediata. Consulte se o seu banco oferece CDB ou Compromissadas com liquidez diária, chamada de D+0, e verifique se as taxas oferecidas são melhores que as taxas dos fundos.

Considere que nos fundos o governo recolhe o imposto de renda sobre o rendimento a cada 6 meses e no CDB ou nas Compromissadas isso só acontece no vencimento ou no resgate antecipado. Isso vai impactar na rentabilidade. No caso de investimentos como Tesouro Selic, a liquidez não é imediata. Se você vender um título Tesouro Selic hoje, o dinheiro só vai aparecer na conta da sua corretora 1 ou 2 dias depois e você ainda terá que fazer um TED (que é imediato dependendo do horário) para sua conta corrente ou um DOC (que vai demorar mais 1 dia para chegar).

É muito importante investir com consciência. O primeiro passo é investir em você.

By |22/06/2016|Categories: Poupança|100 Comments

About the Author:

Leandro Ávila é administrador de empresas, educador independente especializado em Educação Financeira. Além de editor do Clube dos Poupadores é autor dos livros: Reeducação Financeira, Investidor Consciente, Investimentos que rendem mais, e livros sobre Como comprar e investir em imóveis.

100 Comments

  1. Leonardo 22 de junho de 2016 at 14:32 - Reply

    Leandro, bom dia!

    Primeiramente, fazia tempo que estava procurando um post sobre fundos de investimento…obrigado!!!

    Apenas por sugestão, por favor, veja o fundo E-Fundo da Caixa…
    http://www.caixa.gov.br/fundos-investimento/e-fundos/renda-fixa-longo-prazo/Paginas/default.aspx
    O mesmo tem como taxa de adm. 0,7% a.a, e uma rentabilidade bem próxima ao CDI.
    Para mim foi vantajoso investir nesse fundo, pois consegui reduzir o valor da taxa de serviços mensal da Caixa. Como tenho financiamento imobiliário lá fico preso a esse banco por um bom tempo (até quitar o mesmo).

    Muito obrigado!

    • Leandro Ávila 22 de junho de 2016 at 14:59 - Reply

      Oi Leonardo. Quando você tem pelo menos R$ 10 mil e essa é a quantidade de dinheiro que você pretende manter com liquidez imediata (D+0), é possível encontrar fundos de renda fixa e fundos DI com taxa administrativa abaixo de 1% em alguns bancos. A ideia não era avaliar os fundos de cada banco, mas mostrar algumas dicas de como as pessoas podem olhar os inúmeros fundos que os bancos oferecem e fazer comparações. Quando você compara um fundo que exige apenas R$ 100 de investimento inicial e cobra taxa administrativa de 3,8%, como esse do BB que mostrei no artigo, com fundos que exigem quantias maiores, a diferença de rentabilidade é gritante.

      • Thiago Pereira 1 de julho de 2016 at 16:17 - Reply

        Boa tarde, Leandro !
        Estou querendo aplicar R$50.000,00 em fundos , mas quero ter a liquidez do juros retirar o mês que eu quiser ou todo mês , me ajuda para tomar a melhor decisão.

        • Leandro Ávila 23 de julho de 2016 at 8:52 - Reply

          Oi Thiago, em todos os fundos com liquidez diária você pode sacar a quantia que desejar.

    • Alexander 23 de junho de 2016 at 23:49 - Reply

      Leandro, mais um excelente artigo.

      Gostaria de que me tirasse uma dúvida, seria mais uma confirmação. A ferramenta da XP, que compara fundos, na coluna Retorno, o valor é bruto? Para eu saber a rentabilidade real, teria que fazer os descontos dos impostos, inerentes a cada investimento?

      Muito obrigado.

      Felicidades!

      Abraço.

      • Leandro Ávila 23 de julho de 2016 at 8:34 - Reply

        Oi Alexander, a rentabilidade de praticamente todo investimento que você encontra é sempre antes de descontar o imposto de renda. Isso ocorre pelo simples fato do imposto de renda variar dependendo do tempo que você ficar com o dinheiro investido. Já a taxa administrativa que o gestor do fundo cobra já está descontada dessa rentabilidade divulgada.

  2. Marcelo 22 de junho de 2016 at 15:03 - Reply

    Leandro, mais uma vez um artigo “na mosca” pra várias pessoas nesse dilema. No caso do fundo ““BB RF LP Parc 10 mil” ele ainda cobra uma taxa de saída antecipada, né? “Taxa de saída – 1,2% a.a. decrescente linearmente, dia a dia, até chegar a 0% ao final do período de 2 anos de cada aplicação, incidente sobre o valor de resgate, líquido de impostos.” O que torna muito ruim o resgate antecipado. Parabéns por mais este “guia” para pessoas em dúvida. Forte abraço, Marcelo.

    • Leandro Ávila 22 de junho de 2016 at 15:35 - Reply

      Oi Marcelo. Muito bem observado. Não tinha percebido a existência da taxa de saída. Infelizmente existem fundos que acham pouco as taxas que cobram e ainda inventam essa de cobrar um tipo de “multa” para que você tenha acesso ao seu dinheiro. Isto prejudicaria a rentabilidade do fundo se fosse utilizado como reserva para liquidez imediata.

  3. Diogo Sabino 22 de junho de 2016 at 15:19 - Reply

    Ótimo artigo Leandro, mas no caso você fala sobre os investimentos como LCI, LCA que rendem por muitas vezes taxas iguais da CDI, entretanto, uma dúvida, com esse cenário atual que muitos acreditam numa queda da taxa selic o que ocasionaria uma queda no rendimento vinculados a CDI. Neste caso, qual seria a melhor forma de continuar garantindo um rendimento melhor mesmo que estas quedas?

    • Leandro Ávila 22 de junho de 2016 at 15:37 - Reply

      Oi Diogo. Uma queda na Taxa DI vai reduzir a rentabilidade de todos os investimentos. Esses fundos aplicam o dinheiro das pessoas em títulos públicos e títulos privados (como o CDB) e variações na Selic geram consequências em todos os fundos de renda fixa e DI. Uma forma de manter os juros recebidos neste patamar atual são os títulos prefixados ou CDB prefixado, mas neste caso você não terá liquidez diária, terá que esperar até o vencimento.

  4. Waldir Junior 22 de junho de 2016 at 15:21 - Reply

    Boa tarde Leandro!
    Parabéns pelo artigo. Acompanho você sempre e me ajuda muito.

    Uma dúvida, por favor: já que você não considera o Tesouro Selic como uma alternativa viável para reserva de emergência, qual a melhor finalidade deste título?

    Confesso que utilizo o Tesouro Selic como minha reserva de liquidez imediata e também deixo bem pouco dinheiro na poupança para este mesmo fim e para saques. Sempre me programo com as contas e quando preciso de dinheiro, vendo a quantidade de Tesouro Selic necessária uns 4 dias antes da fatura e transfiro para minha conta corrente para cobrir o debito.
    O melhor seria diminuir a quantidade aplicada em Tesouro Selic e passar a aplicar num fundo? Ou até zerar a posição no tesouro selic?

    Obrigado!

    • Leandro Ávila 22 de junho de 2016 at 15:48 - Reply

      Oi Waldir. Não existe nenhum problema em utilizar o Tesouro Selic se você compreender que se vender o título hoje só terá o dinheiro na sua conta 1 ou 2 dias depois. Existem despesas emergenciais que não precisam de dinheiro imediatamente, como é o caso daquelas que você pode pagar com o cartão de crédito. Até a chegada da fatura você terá tempo suficiente para sacar o dinheiro que precisar do Tesouro Direto. Não existe uma regra que funcione para todas as pessoas sobre quanto deixar no Tesouro Selic, quanto deixar em um fundo ou poupança, quanto deixar parado na conta corrente, etc. Isso depende de cada pessoa. Alguém pode concluir que R$ 1000,00 disponíveis a qualquer momento é mais do que suficiente. Para outra pessoa com outro estilo de vida, R$ 10 mil reais pode ser o suficiente. Para alguém com padrão de vida elevado, com despesas mensais elevadas, esses R$ 10 mil podem ser insuficientes. Você precisa conhecer qual é o seu fluxo de caixa (entradas e saídas e dinheiro durante o mês), quais são as situações que podem ocorrer com base no seu estilo de vida, quanto você precisa ter disponível imediatamente e quanto você pode deixar em um outro investimento como o Tesouro Selic.

  5. Guido 22 de junho de 2016 at 15:23 - Reply

    Deixo esse dinheiro em CDBs com liquidez imediatas como o que o Banco Sofisa Direto oferece. Pelo o que vi, é o melhor caminho. Estou certo?

    • Leandro Ávila 22 de junho de 2016 at 15:50 - Reply

      Oi Guido. Cada banco tem produtos diferentes, taxas e rentabilidades diferentes. O objetivo do artigo foi mostrar a importância de avaliar os produtos que os bancos onde você possui conta oferece. É interessante que as pessoas pesquisem os produtos e serviços dos outros bancos. Bancos de menor porte costumam ter taxas menores e produtos com rentabilidades maiores.

  6. Ismael 22 de junho de 2016 at 15:37 - Reply

    Mais uma vez, um ótimo artigo. Eu, sinceramente, não entendo como é possível que seja permitido esse abuso cometido pelos bancos aos seus correntistas. Como permitem um a cobrança de IOF tão alta para os investimentos com resgate antes de 30 dias? Como permitem um spread bancário tão alto? Como permitem cobranças de taxas administrativas e taxas de manutenção de conta tão altas? Há alguma razão para isto? Eu poderia continuar escrevendo inúmeros abusos que os bancos realizam em busca de, cada vez mais, lucros bilionários. Infelizmente, para isso, utilizam-se da “ignorância” financeira da maioria dos brasileiros.

    • Leandro Ávila 22 de junho de 2016 at 16:00 - Reply

      Oi Ismael. O IOF é um imposto do governo federal. Essas taxas valem para vários investimentos de renda fixa e são aplicadas por todos os bancos por determinação do governo. Em um mercado livre as empresas sempre vão cobrar os maiores preços possíveis e as maiores taxas possíveis até o ponto limite em que o cliente percebe que está pagando muito caro por muito pouco e com isso perde o interesse. Por isso a educação financeira é tão importante. Por isso a concorrência é tão importante. Quando mais de 80% das pessoas possuem suas contas e seus investimentos concentrados em apenas 5 bancos, como acontece no Brasil, e quando grande parte destas pessoas não tem educação financeira e não tem interesse por assuntos relacionados ao tema, os bancos aproveitam a ignorância das pessoas como oportunidade de negócio. Os bancos possuem vários produtos que só existem graças a ignorância financeira das pessoas, os títulos de capitalização é um exemplo disso. Fundos de investimento que rendem menos que a poupança é outro exemplo. Precisamos combater a ignorância das pessoas.

  7. Tadeu 22 de junho de 2016 at 15:39 - Reply

    Obrigado, Leandro.

    Estou estudando onde investir o meu dinheiro em algo que me tragar no mínimo o retorno da inflação para a minha emergência. Sabemos que a poupança não consegue trazer isso. Como você colocou, para aplicar no fundo tem que verificar a taxa de administração já que ela influencia na rentabilidade.

    Estou pensando em fazer duas fontes de emergência: A primeira em algum fundo e um valor abaixo da segunda emergência e a segunda emergência no Tesouro Selic. Pois, assim terei liquidez diária no fundo e uma rentabilidade maior no Tesouro Selic com liquidez D+1.

    Leandro, estou pensando certo? Obrigado pelos artigos.

    • Leandro Ávila 22 de junho de 2016 at 16:03 - Reply

      Oi Tadeu. É uma estratégia válida e muito utilizada pelas pessoas. No Tesouro Direto não importa se você vai investir R$ 1000,00 ou R$ 1 milhão de reais. A taxa cobrada é exatamente a mesma. No caso dos fundos de investimento, como vimos no artigo, existe uma diferença muito evidente. Quanto menos a pessoa tem para investir, maior é a taxa que o banco cobra e menor e a rentabilidade e isso torna o Tesouro Selic mais atrativo. Ainda existe a questão do imposto de renda sobre os rendimentos. Nos fundos o governo retira 20% ou 15% a cada semestre (dependendo que tipo de fundo você investiu). No Tesouro Selic você só paga o imposto sobre o rendimento no momento que sacar o dinheiro ou no vencimento do título. Isso significa que esse dinheiro do imposto ficará investido e sendo rentabilizado com juros sobre juros.

  8. Gabriel Valente Soares 22 de junho de 2016 at 15:43 - Reply

    Boa tarde Leandro! Ainda não li o artigo, mas recebi no e-mail o aviso e passei aqui para agradecer.

    Na semana passada fiz meu primeiro investimento em Fundos para treinar. Fiz um investimento baixo (5 mil) para perceber como será a reação ao aprendizado. Escolhi um fundo que está rendendo bem, mas um pouco mais arriscado. Tenho dinheiro com liquidez imediata em outras aplicações e essa quantia não é essencial para mim. Aceito perdas.

    Estudei bastante antes, como vc sempre recomenda, e utilizei essa ferramenta da XP de comparação entre os Fundos. Achei muito boa!
    Bom, hoje a noite lerei o artigo… vamos ver se acertei mais do que errei.

    Abraço!!!

    • Leandro Ávila 22 de junho de 2016 at 16:05 - Reply

      Oi Gabriel. É boa a sua iniciativa de fazer investimentos como parte do seu processo de aprendizagem. Não adianta ficar só na teoria. É muito útil fazer pequenos investimentos para sentir na prática. No caso de investimentos de maior risco é bom investir aquele dinheiro que não vai fazer falta se você tiver alguma rentabilidade negativa no curto prazo.

  9. Tiago Bastos Couto 22 de junho de 2016 at 16:08 - Reply

    Oi leandro.Sobre as compromissadas progressiva a porcentagem do CDI é no valor aplicado inicial ou depende da oferta e demanda do produto?

    • Leandro Ávila 22 de junho de 2016 at 16:29 - Reply

      Oi Tiago. Compromissada progressiva normalmente existem faixas de rentabilidade que dependem do prazo. Exemplo inventado: Se você ficar com o dinheiro investido por 3 anos o banco paga 100% do CDI. Se você resolver sacar no segundo ano eles pagam 90% do CDI. Se sacar antes de 1 ano eles pagam 85% (são taxas que inventei). Os mesmos bancos podem oferecer taxas diferentes dependendo do cliente. A necessidade dos bancos por dinheiro (demanda dos bancos por dinheiro) é uma das coisas que influencia na taxa.

  10. NADIA FOSSA 22 de junho de 2016 at 16:20 - Reply

    Olá Leandro, gostaria que você desse dicas sobre como investir o FGTS. Estou engrossando a fila dos desempregados e queria saber como faço para retirar meu fundo (ainda não fiz a homologação) e investir esse dinheiro sem passar pela minha conta corrente para não ter que pagar IR sobre a operação. Como devo fazer?
    Muito obrigada
    Nadia Fossa

    • Leandro Ávila 22 de junho de 2016 at 16:33 - Reply

      Oi Nadia. Pelo que sei FGTS e seguro-desemprego são rendimentos isentos de imposto de renda. Se você receber o dinheiro na sua conta, você não terá que pagar nenhum imposto. Se você declara imposto de renda no final do ano, é obrigatório informar que recebeu FGTS, mas isso não significa que eles irão tributar você por este motivo. Para quem está desempregado, ou seja, perdeu sua fonte de renda mensal, é importante manter o dinheiro em investimento com liquidez elevada. Assim você poderá sacar o dinheiro sempre que precisar pagar suas contas até o momento que você conseguirá outro emprego. Ai o que sobrou você deve montar sua reserva de emergência.

  11. Rudimar 22 de junho de 2016 at 17:47 - Reply

    Belo artigo Leandro, como sempre. Bom, eu dificilmente dou uma olhada nesses fundos, para emergências tenho um valor no Tesouro Selic, o resto em títulos privados, será que estou fazendo certo?

    • Leandro Ávila 22 de junho de 2016 at 19:33 - Reply

      Oi Rudimar. Não existe o certo e o errado no mundo dos investimentos. Existem investimentos mais adequados para determinadas contextos. Existem investimentos com as mais diferentes características. Sempre as vantagens acompanham desvantagens. Tesouro Selic costuma ser mais vantajosa que os fundos quando você tem valores pequenos para investir, pois como mostrei no artigo existe uma diferença de rentabilidade para quem tem pouco ou muito para investir, e no Tesouro Direto não existe essa diferenciação. Para quem tem quantias maiores e precisa dessas quantias maiores com liquidez imediata, existem fundos que oferecem taxas menores bem próximas da taxa DI. A diferença se dá por serem fundos com liquidez. Como falei existem bancos que oferecem CDB com liquidez diária onde neste caso não existe cobrança de taxa administrativa e o imposto de renda só é pago no vencimento ou no resgate. A ideia é mostrar que o errado mesmo seria não conhecer os investimentos, não ter a curiosidade de olhar os números, fazer comparações e tomar decisões conscientes.

  12. Aline Porta 22 de junho de 2016 at 18:03 - Reply

    Boa tarde, Leandro

    o CDB tem como garantia o FGC.
    E os fundos de investimentos possuem alguma garantia? Fundos são um investimento seguro?

    • Leandro Ávila 22 de junho de 2016 at 19:53 - Reply

      Oi Aline. CDB tem garantia do FGC. Os fundos funcionam como um condomínio de investidores. Quando você investe esta na verdade comprando cotas. Quem gerencia o fundo toma as decisões de investimento que precisam seguir regras que você concordou antes de investir. Um fundo de renda fixa faz investimentos em títulos públicos e em títulos privados. Existem fundos multimercado onde também investem na renda variável. Existem fundos que investem só em dólares, outros só em ouro. O risco vai depender de onde o gestor do fundo está investindo o dinheiro. Normalmente os investimentos são muito pulverizados para diluir o risco. Existe um site da CVM onde é possível saber onde cada fundo está investindo o dinheiro dos participantes. O endereço é http://sistemas.cvm.gov.br/?fundosreg

  13. Allan Siqueira 22 de junho de 2016 at 18:03 - Reply

    Simplesmente ótimo! Consegui tirar um monte de dúvidas relacionadas a fundos de investimento e o come-cotas.
    Parabéns!!!

  14. Aline Porta 22 de junho de 2016 at 18:05 - Reply

    Leandro

    um detalhe , Esse fundo do Banco do Brasil 10 mil , cobra uma taxa de saída 1,20% , após 505 ela zera.

    • Leandro Ávila 22 de junho de 2016 at 19:54 - Reply

      Oi Aline, é verdade, eu só percebi isso depois que outro leitor deixou um comentário sobre essa taxa. Existem fundos que cobram taxa de saída para desestimular o investimento em prazos mais curtos. É importante observar isso.

  15. Bruno 22 de junho de 2016 at 18:38 - Reply

    Leandro, sei que muita gente diz isso, mas obrigado por mais um excelente artigo. Gosto muito dos seus textos, especialmente por mostrar os diversos tipos de investimentos e as vantagens e desvantagens de cada um. Já faz algum tempo que acompanho o Clube dos Poupadores e, sem dúvida, seu trabalho tem contribuído bastante para a educação financeira de muita gente. Parabéns.

  16. Pedro 22 de junho de 2016 at 18:49 - Reply

    Boa tarde Leandro,

    Mais uma vez, parabéns pelos seus artigos. Tenho recomendo muito seu site para os amigos e todos me agradecem a dica. Fico com dúvida na escolha do fundo, qual rentabilidade você acha mais importante levar em conta na decisão : acumulado dos 12M ou do ano?
    Obrigado.

    • Leandro Ávila 22 de junho de 2016 at 19:56 - Reply

      Oi Pedro. Quando você olha o passado não tem como prever o futuro, mas é possível olhar o passado e comparar o desempenho do fundo com o CDI (taxa DI) que é a base da remuneração de títulos privados como o CDB, LCI e LCA. A taxa DI também fica muito próxima da taxa Selic. Quando o fundo possui um bom desempenho por mais tempo, teoricamente existe mais possibilidade dele continuar com esse desempenho no futuro, embora não seja uma garantia.

  17. FABIAM 22 de junho de 2016 at 20:16 - Reply

    Boa Noite, Leandro. A calculadora que você postou ja faz os descontos do IR na parte da Selic? ou é somente o valor bruto que ela mostra?

    Parabéns, excelente explanação.

    • Leandro Ávila 22 de junho de 2016 at 21:23 - Reply

      Olá. O simulador do Banco Central só fornece a taxa Selic acumulada, sem descontar IR ou taxas. O simulador que faz isso é aquele que existe no site do Tesouro Direto, onde você pode simular o Tesouro Selic. Esse já desconta impostos e taxas. Veja como funciona neste artigo.

  18. Alexandre Rodrigues 22 de junho de 2016 at 21:09 - Reply

    Excelente artigo, Leandro!
    Extremamente esclarecedor!
    Muito obrigado, mais uma vez!

    Abraço

  19. Luís 22 de junho de 2016 at 21:25 - Reply

    Mais um excelente artigo do Leandro Ávila. Estou lendo tudo o que tem em seu site, e assim que terminar, vou adquirir também o seus livros. Você tem talento para escrever, pois sabe como usar as palavras certas para prender a atenção do leitor, sem soar “clichê” ou “pedante” como uma consultoria “sensacionalista” por aí da qual me arrependi de pagar por assinaturas pois notei até mesmo um certo partidarismo velado nos artigos da mesma.

    Agora fazendo uma pergunta relacionada ao texto. Na verdade, se eu aplico em Tesouro Direto, digamos uns 10 mil reais, mas no dia seguinte me surge algo inesperado, e eu preciso pagar 5 mil reais num exame médico, ou numa viagem, na verdade, eu terei que esperar 3 dias úteis para o dinheiro voltar pra minha conta corrente, correto ?

    Sou cliente de duas corretoras, fiz esse teste com Tesouro Selic, e ambas “seguram” o dinheiro por 3 dias, até que eu possa sacar numa emergência.

    Assim sendo, apesar de investir mensalmente em TD Pré e pos-fixado, eu ainda deixo algo na poupança, pois tenho família no exterior e a qualquer momento posso precisar viajar ou enviar dinheiro, pois a transferência da poupança para a conta corrente é no mesmo instante.

    Estou fazendo errado ? Há alguma outra modalidade de investimento onde consigo sacar no mesmo dia, além da poupança ?

    • Leandro Ávila 22 de junho de 2016 at 21:40 - Reply

      Oi Luís. Na verdade se você investir R$ 10 mil e no dia seguinte você resolver sacar o dinheiro, você vai perder dinheiro. Até o Tesouro Selic pode ter rentabilidade negativa se você comprar e vender logo depois. Veja o artigo onde mostrei como isso funciona. No caso da venda antecipada. Se você vender o título hoje o dinheiro só é repassado para a corretora no próximo. A corretora é que irá descontar taxas e imposto de renda antes de disponibilizar o dinheiro para você. O tempo que a corretora vai disponibilizar o dinheiro depende de cada corretora, depende se existe feriado ou fim de semana entre esses dias. Segue um gráfico É por isto que utilizam o Tesouro Selic como uma reserva, também deixam algum dinheiro na conta corrente, poupança ou fundos para ter uma liquidez imediata.

  20. Roberto 22 de junho de 2016 at 21:40 - Reply

    Muito bom o artigo! de fato, poucas pessoas fazem todas essas contas. Parabéns Leandro!

  21. Julio 22 de junho de 2016 at 23:44 - Reply

    Excelente!

  22. Joza ribeiro 23 de junho de 2016 at 0:20 - Reply

    Olá leandro mais um ótimo artigo. Eu queria destacar o comentário do leitor Luís sobre a consultoria sensacionalista. Eu não cheguei a assinar mas lia com frequência os emails enviados e também me sugeriu uma propaganda partidária do novo governo, que em alguns momentos chegava a ser explícita, e veja que não defendo nenhuma das correntes. Noutras ocasiões as recomendações me sugeriam uma espécie de “esquema ponzzi”, tamanho o direcionamento. Concluí, ao final, que apenas interessava vender as assinaturas obtendo para a consultoria uma renda fixa, equivalente às taxas de administração dos bancos e das taxas de corretagem das corretoras. Enfim, o importante é que eu percebi isso a tempo, deixei de ler o material enviado e descobri o clube dos poupadores. Abs.

  23. Ronaldo 23 de junho de 2016 at 0:41 - Reply

    Leandro,
    com a devida vênia, para se calcular o rendimento da caderneta de poupança em 2015, é preciso comparar o montante existente em 01/01/2015 com o existente em 01/01/2016. Ao comparar com o valor existente em 31/12/2015, você deixou de computar o rendimento relativo ao mês de dezembro.
    No mais, parabéns pelo artigo.

    • Leandro Ávila 23 de junho de 2016 at 2:37 - Reply

      Obrigado Ronaldo, você está certo. Já fiz a correção.

  24. Leonardo 23 de junho de 2016 at 8:48 - Reply

    Leandro, apenas uma dúvida.

    Possuo um fundo (RF – CDI, aquele da caixa E-Fundo) a mais de 12 meses, e durante esse período acompanho frequentemente (quase diariamente) sua rentabilidade. Nesse período, pela primeira vez, tive uma rentabilidade negativa (perdeu uma quantia significativa da rentabilidade do mês). O que pode influenciar essa rentabilidade?

    • Leandro Ávila 23 de junho de 2016 at 11:01 - Reply

      Oi Leonardo. Fiz uma busca no google e vi que a Caixa tem vários fundos. Vi dois de renda fixa e um de renda variável. Não achei rentabilidade negativa nos de renda fixa, mas vi vários meses com rentabilidade negativa no de renda variável.

  25. Flavia 23 de junho de 2016 at 9:03 - Reply

    Bom dia Leandro,
    Muito bom seu artigo, uma ótima explicação do que eu estava querendo e precisando saber. Me tire uma dúvida por favor, eu tenho um plano de previdência privada do BB, com taxa de carregamento decrescente(hoje está em 0,8) e tributação progressiva, há 3 anos, você acha que vale a pena eu retirar o dinheiro e aplicar somente em um fundo de investimento? Desde já agradeço.

    • Leandro Ávila 23 de junho de 2016 at 11:02 - Reply

      Oi Flávia. Eu não tenho como avaliar só com essas informações. Também estaria estimulando outras pessoas a pedirem esse tipo de avaliação. Meu objetivo é estimular você a aprender a comparar os investimentos, avaliar sua rentabilidade para que você mesma possa tirar esse tipo de conclusão.

  26. Fernando 23 de junho de 2016 at 9:34 - Reply

    Se eu invisto num fundo através de uma corretora. Existe alguma garantia para o dinheiro investido?

    • Leandro Ávila 23 de junho de 2016 at 11:09 - Reply

      Oi Fernando. Os fundos possuem um CNPJ separado dos bancos. Se você investe em um fundo de um determinado banco e este banco quebrar, nada vai acontecer com o fundo. O patrimônio do fundo não se mistura com o patrimônio do banco. O risco que você corre vai depender de onde o fundo de investimento está aplicando seu dinheiro. Leia a questão 6 da página http://www.bcb.gov.br/pre/bc_atende/port/fgc.asp#6 Se o fundo compra CDB de um banco pequeno e esse banco quebra o fundo terá um prejuízo e isso vai refletir no valor das cotas. Os fundos costumam pulverizar esses investimentos com o objetivo de diminuir esse risco. Fundos são fiscalizados por auditorias e pela CVM.

  27. LUCIA DE FATIMA APARECIDA MATA 23 de junho de 2016 at 9:50 - Reply

    Oi Leandro, tudo bem?

    Gostaria de estudar sobre investimentos em ouro, você tem algum conhecimento que poderia me ajudar?

    • Leandro Ávila 23 de junho de 2016 at 11:11 - Reply

      Oi Lucia. Não tenho artigos específicos sobre investimento em ouro, mas existe um curso que costumo recomendar que trata do assunto. Veja aqui.

  28. Adair 23 de junho de 2016 at 11:03 - Reply

    Olá Leandro,

    Mais um excelente artigo, como todos os outros, muito esclarecedor e didático.

    Por coincidência, no domingo passado estava tentando entender como funciona os fundos, já que por “recomendação” anos atrás do “gerente” de banco, acabei entrando nessa cilada de VGBL sem saber como isso funcionava, e só recentemente descobri que o tal “gerente” aplicou os valores do VGBL em fundos com altas taxas de ADM e baixa rentabilidade, causando perdas abaixo da poupança e da inflação, fiquei um bom tempo procurando na internet informações de como funcionavam os fundos e só no seu artigo e comentários consegui esclarecer muitas dúvidas que não sabia para quem perguntar.

    Mesmo lendo muito à respeito de sobre os fundos de investimento, só aqui no site recomendaram a ferramenta de conhecimento dos fundos o site http://sistemas.cvm.gov.br/?fundosreg , acho que o link devia estar no artigo principal, pois é uma excelente dica de informação e comparação entre fundos, inclusive p/ fundos que estão disponíveis somente p/ previdência privada.

    Infelizmente, acho que muitos ainda estão dependendo das “recomendações” dos “gerentes” de bancos e pensando que estão investindo em seus futuros e de seus filhos, nas previdências privadas, mas desconhecem que seus “gerentes” de banco, só aplicam os valores em fundos com maior taxa de ADM e com isso causando perdas ao longo de anos nos rendimentos mesmo abaixo da inflação….

    Parabéns pelo artigo e na dedicação em tornar o mundo financeiro e nossas vidas um lugar melhor.

    Um forte abraço.

    • Leandro Ávila 23 de junho de 2016 at 11:27 - Reply

      Oi Adair. O gerente trabalha para atingir metas estabelecidas pela empresa que paga o salário dele. Se a meta é vender produtos altamente lucrativos para o banco, ele precisa atingir essa meta para garantir sua permanência no emprego. Pedir recomendações de investimento para um gerente de banco é como pedir recomendações sobre alimentação saudável para o vendedor da loja de doces. A função do vendedor da loja de doces é vender doces, não é cuidar da sua saúde alimentar. Isso é papel para um nutricionista. O objetivo dele é vender cada vez mais doces para você, sem nenhuma preocupação se isso não fará bem para sua saúde, se isso vai tornar você uma pessoa obesa, com cáries e diabetes. O máximo que você deve pedir para o gerente de um banco são informações sobre os produtos que o banco oferece, mesmo assim, nem todo gerente conhece profundamente os investimentos que o banco onde trabalha oferece.

  29. Tiago 23 de junho de 2016 at 12:10 - Reply

    Leandro,

    Tem um banco que oferece fundos denominados “Fundos Net”. Estes fundos são de curto prazo ou longo prazo? Estas informações não são claras nos prospectos.
    Os fundos de longo prazo são fundos que montam carteiras com aplicações acima de 180 dias de prazo, é isso?
    Parabéns por mais um artigo esclarecedor.

    • Leandro Ávila 23 de junho de 2016 at 17:39 - Reply

      Oi Tiago. Não sei o que seria fundo net, mas os fundos de curto prazo costumam utilizar esse nome “curto prazo” ou aparece nas tabelas de rentabilidade que são fundos de curto prazo.

  30. ALEXANDRE SILVA CRUZ 23 de junho de 2016 at 16:09 - Reply

    Leandro, estou aqui para manifestar a minha satisfação e privilégio por fazer parte do clube de poupadores. Parabéns pra vc, é pouco! O seu conteúdo é de elevado nível, transparente, descomplicado e objetivo. Voçê F A Z A D I F E R E N Ç A!!!!!
    MUITO OBRIGADO PELOS E-MAILS ENVIADOS!!! DESEJO MUITA SUSTENTABILIDADE E SUCESSO AO CLUBE DE POUPADORES, EM CARÁTER PARTICULAR, A TODOS OS ARTIGOS SOBRE EDUCAÇÃO FINANCEIRA.

    DESDE JÁ, AGRADEÇO SUA SOLICITUDE,

    ALEXANDRE
    (ASSESSOR DE PLANEJAMENTO E GESTÃO DO MINISTÉRIO DO EXÉRCITO
    FUNCIONÁRIO PÚBLICO, MÚSICO E PROFESSOR DE INGLÊS.)

  31. Roberto Trinkel 23 de junho de 2016 at 16:55 - Reply

    Leandro você é simplesmente o melhor!!! E não fica tentando vender produtos e serviços como vários ditos educadores financeiros estão fazendo. Todos os seus artigos são muito esclarecedores e informativos. Continue assim que você cada vez mais terá admiradores. As compras de seus produtos certamente serão consequência destes bons serviços.

    • Leandro Ávila 23 de julho de 2016 at 8:32 - Reply

      Oi Roberto. No final dos meus artigos eu faço um convite para as pessoas conhecerem meus livros. São essas pessoas que compram meus livros que tornam o Clube dos Poupadores viável economicamente. Eu apenas não faço um esforço de venda tão grande, deixo que as pessoa conheçam meu trabalho naturalmente.

  32. Armando 24 de junho de 2016 at 1:25 - Reply

    A lâmina do fundo BNP Paribas Optimum, que estava vendo é confusa. Lá diz que o IR é de 15 a 22,5, mas que não há garantia de tratamento tributário de fundo de longo prazo.

    Já no regulamento detalhado, diz que aplica no mínimo 90℅ da carteira em longo prazo, porém informa IR na situação dos 15% e na situação dos 20%, meio que deixando em aberto.

    • Leandro Ávila 23 de julho de 2016 at 8:35 - Reply

      Oi Armando, não conheço detalhes, mas é possível que isto possa acontecer. Seria preferível optar por um fundo que tenha regras mais claras.

  33. Isaque Santos 24 de junho de 2016 at 11:35 - Reply

    Excelente artigo!

    Existe alguns CDBs ótimos para ser usados como reserva de emergia como Sofisa, Daycoval ou Intermedium que aceitam investimentos a partir de R$ 1,00. Poderia escrever um artigo Leandro falando dos riscos de investir nesses bancos pequenos.

    • Leandro Ávila 23 de julho de 2016 at 8:37 - Reply

      Oi Isaque. Eu evito ao máximo falar de produtos específicos de bancos específicos. Fica parecendo que estou fazendo recomendação de investimento ou propaganda do banco. Mas posso dizer que existem bancos que oferecem CDB com a possibilidade de resgatar a qualquer momento. Neste caso o CDB funciona bem como uma reserva de emergência.

  34. Yuri 25 de junho de 2016 at 1:03 - Reply

    Olá grande mestre Leandro Ávila, parabéns por mais um ótimo artigo.

    Lembro que em um de seus e-mails recebidos recentemente você agradecia a todos que compartilhavam os artigos do clube dos poupadores. Gostaria de dar uma pequena sugestão que pode facilitar o compartilhamento.
    Os botões para compartilhar por facebook, twitter e etc estão na lateral da página e na vertical, seria melhor se eles ficassem em cima do titulo do artigo e na horizontal, e ao final do artigo também. Isso porque eu, e acredito que algumas outras pessoas também, damos “zoom” na pagina para que as letras fiquem maiores e mais fácil de ler… No final do artigo é bom pq as vezes a pessoa decide compartilhar APÒS a leitura e aí, tendo um botão logo no final facilita…

  35. Rodrigo 25 de junho de 2016 at 18:00 - Reply

    Leandro, qual é a diferença entre o Tipo de Cota “abertura” e “fechamento” que aparece no arquivo em PDF “Composição” do Banco do Brasil? obrigado.

    • Leandro Ávila 23 de julho de 2016 at 8:46 - Reply

      Quando você investe em fundos, na verdade você está comprando cotas. O administrador do fundo precisa calcular o valor dessas cotas e para isso existem duas metodologias que podem ser usadas: Cota Fechamento: Neste método o administrador do fundo irá determinar o valor da cota no final do dia e para tanto irá utilizar o valor do patrimônio do fundo constante no final do dia, nessa situação o investidor somente irá saber o valor da cota no dia seguinte ao da aplicação. Já na Cota Abertura ele irá determinar o valor da cota no inicio do dia e para tanto irá utilizar o valor do patrimônio do fundo no inicio do dia, nessa situação o investidor sabe no momento da aplicação a quantidade de cotas que está adquirindo.

  36. Aureliano 28 de junho de 2016 at 13:04 - Reply

    Olá. Boa tarde, Leandro Ávila.
    Primeira gostaria de parabenizá-lo pelas diversas dicas, conselhos e ensinamentos que você tem transmitido ao longo de seus diversos artigos que se encontram presentes aqui no site.
    Achei muito boa e de fácil entendimento a forma como você aborda e explica os assuntos aqui tratados, permitindo o entendimento e o aprendizado de uma forma muito satisfatória.
    Agora que você já no deu uma ótima explicação sobre a diferença de rendimentos entre os fundos de investimento e a poupança (bem como escolher qual o melhor entre eles, quando decidir entre um ou outro), acho que seria muito interessante também se você pudesse no futuro fazer um artigo abordando os principais pontos que devemos atentar na hora de escolher um determinado fundo. Falo dessa escolha levando em consideração os diversos fundos de investimento que existem nas diversas corretoras, como saber se o fundo que estou escolhendo é um fundo bom para o meu perfil de investidor, se a organização que está por trás do fundo de investimento é, de fato, honesta etc.
    No mais, meus parabéns pelo seu trabalho.
    Sucesso!

    • Leandro Ávila 23 de julho de 2016 at 8:47 - Reply

      Oi Aureliano, certamente irei escrever outros artigos sobre fundos no futuro.

  37. janete clara 29 de junho de 2016 at 11:33 - Reply

    Reitero os comentários de Luís e Joza acerca da didática utilizada por você, Leandro, aqui no Clube dos Poupadores. Sempre excelentes artigos, com uma linguagem clara e sem clichês ou sensacionalista querendo vender cursos.
    Como disse quando estava para lançar os livros: “você tem a oratória nos dedos” 😛 Escreve muito bem com uma linguagem simples e objetiva, de modo que o leitor sente a necessidade de comprar seus livros porquê sabe que o conteúdo é bom e não porquê só com seus livros iremos saber investir. É muito chato esse tipo de produto online. Mas enfim… Marketing.
    Bom Leandro, quero parabenizar por mais um excelente artigo, já estava na busca de algo sobre Fundo de Investimentos… Abriu mais um horizonte, pois acreditava que não precisava investir em um Fundo se sei quais os investimentos que eles estão fazendo. Mas de fato pesquisando bem, pode se encontrar uma boa rentabilidade para um liquidez diária, até porque o montante de dinheiro investido pelos fundos são muito maiores que o meu pessoal.

    • Leandro Ávila 23 de julho de 2016 at 8:51 - Reply

      Oi Janete. Como tudo na vida existe o marketing bem feito e o marketing mal feito. Existe o marketing como ferramenta para promover o bem e o marketing como ferramenta para promover o mal. O marketing bem feito é aquele que flui com naturalidade e que ajuda as pessoas agregando valor na vida delas.

  38. Ricardo machado 5 de julho de 2016 at 21:46 - Reply

    Boa noite, tenho aplicação em renda fixa e essa semana recebi uma carta da gestora do fundo informando que o pedido de recuperação judicial da Oi SA, impactou no valor da cota do fundo. E que os cotistas que resgatarem enquanto perdurar a provisão, não farão jus a recuperação da perda. O que isto significa exatamente?

    • Leandro Ávila 23 de julho de 2016 at 8:55 - Reply

      Oi Ricardo. Provavelmente o fundo teve algum prejuízo temporário por ter investido em algum tipo de investimento emitido pela OI, provavelmente foram debêntures, já que o fundo é de renda fixa. A OI está em recuperação judicial, isso significa que ela conseguiu o direito de não pagar seus credores por um determinado tempo. Isso significa que o fundo não irá receber os debêntures que comprou da OI dentro do prazo que o fundo esperava receber. Isso não significa que o fundo não irá receber, mas que isso pode demorar e quem resolver sacar o dinheiro do fundo agora vai acabar não conseguindo recuperar essa perda no futuro. Pelo menos é isso que entendi de forma superficial. Se você tem dúvidas o ideal seria entrar em contato com a empresa que administra o fundo para tirar dúvidas específicas.

  39. Sherliton Alves 11 de julho de 2016 at 11:29 - Reply

    Olá, Leandro!

    Gostaria de investir uma “grana”, porém estou em dúvida (BB PL Parc. 10 mil X Tesouro Pré-fixado 2019)… Qual a melhor?

    Sou cadastrado na instituição que é primeira colocada no ranking de aplicações no Tesouro Direto, entretanto tenho ainda um certo receio em utilizar os seus serviços, principalmente por ser por meio da internet… O que você me diz a esse respeito?

    Obrigado pelos valiosíssimos esclarecimentos!!

    • Leandro Ávila 23 de julho de 2016 at 8:57 - Reply

      Oi Sherliton, como educador eu não posso fazer avaliações deste tipo. Posso te dizer que praticamente todas as operações de investimento que existem hoje são feitos pela internet. Grandes investidores que movimentam milhões ou até bilhões todos os dias não fazem isso presencialmente, todos fazem pela internet. Acho que não existe motivo para medo desde que você tome o cuidado de ter um computador seguro. Isso significa ter no mínimo um bom antivírus (na sua versão paga) instalado e atualizado no seu computador.

  40. Guimarães 13 de julho de 2016 at 11:07 - Reply

    Leandro o investimento no Tesouro Selic é parecido com o investimento na poupança no que se refere à depósitos e retiradas? Exemplo: posso depositar em vários dias do mês/ano e retirar da mesma forma? Como ficaria os rendimentos/descontos neste caso? Agradeço e peço desculpas se não me expressei direito afinal ainda sou leigo nestes assuntos.

    • Leandro Ávila 23 de julho de 2016 at 8:59 - Reply

      Oi Guimarães. Não podemos dizer que é parecido. Se você depositar e retirar em um prazo muito curto poderá ter perdas de rentabilidade. No caso da poupança, se for antes de 30 dias você nem recebe rentabilidade alguma. Recomendo que leia os artigos que já escrevi sobre o tesouro selic em http://www.clubedospoupadores.com/?s=tesouro+selic

  41. Rafael 18 de julho de 2016 at 17:06 - Reply

    Olá Leandro estou começando a buscar investimentos e achei seu site, bem bacana.

    Queria começar investindo no máximo 10 mil em algo com liquidez, pois posso precisar do dinheiro em menos de 1 ano, me interessei pela LCI, mas será que consigo com prazo curto? Tesouro Selic é uma boa?

    Obrigado!

    • Leandro Ávila 23 de julho de 2016 at 9:00 - Reply

      Oi Rafael. Eu recomendo que você estude o funcionamento do Tesouro Selic e estude o funcionamento da LCI para compreender seu funcionamento e verificar qual dos dois são mais compatíveis com a sua necessidade. Não existe uma resposta exata para todos os casos. Veja artigos que já escrevi sobre Tesouro Selic em http://www.clubedospoupadores.com/?s=tesouro+selic

  42. André Luiz - Brasilia-DF 20 de julho de 2016 at 18:02 - Reply

    Leandro, investi num fundo de inflação com base em IMAB ao invés de CDI. Ainda não diversifiquei para outros, mas, resumidamente, você acha que esse IMAB vale tanto a pena quanto fundos em CDI ? Só fui nele porque li que está atrelado a inflação e portanto pelo menos consigo ganhar da poupança e ainda ter certo rendimento. Muito obrigado pelas dicas que posta aqui! Abraços.

    • Leandro Ávila 23 de julho de 2016 at 9:04 - Reply

      Oi André. O IMAB é um índice que mede o desempenho dos títulos públicos chamados de Tesouro IPCA. Provavelmente este fundo vai investir em títulos públicos indexados pela inflação como o Tesouro IPCA. O que mais impacta nestes fundos é o comportamento dos juros pagos por esses títulos e a política de juros do governo. Se o governo resolver reduzir os juros ou se os juros pagos por esses títulos caírem devido a queda nas expectativas, a cota deste tipo de fundo tendem a valorizar. Já se for a situação contrária a rentabilidade destes fundos tendem a cair.

  43. André Mangabeira 25 de julho de 2016 at 13:44 - Reply

    É..acho que o lance é diversificar mesmo. Não tem outra saída. Muito obrigado Leandro!

    • Leandro Ávila 27 de julho de 2016 at 10:37 - Reply

      Oi André. Diversificar é importante pelo simples fato de não existir ainda um investimento perfeito que atenda todas as necessidades. Sempre as vantagens acompanham as desvantagens.

  44. Lucas Rocha 25 de julho de 2016 at 16:31 - Reply

    Estou extremamente com dúvida no que investir de 10.000,00~15.000,00 R$ qual seria a melhor aplicação?
    Tesouro Direto Selic ou LCI..
    Levando em consideração que tenha parte do dinheiro é melhor ir investindo aos poucos de 2 em 2 mil R$ em Tesouro Direto ou juntar um montante e investir em LCI já que o LCI tem um mínimo para ser investido..

    • Leandro Ávila 27 de julho de 2016 at 10:41 - Reply

      Oi Lucas. Isso depende de alguns fatores como o que você pretende fazer com o dinheiro no futuro ou quando vai precisar do dinheiro, se você já tem uma reserva para emergências e provisões para despesas futuras. Por exemplo. Uma LCI costuma ter uma data de vencimento e ao fazer este tipo de investimento você precisa respeitar esse prazo. Já no Tesouro Selic é possível resgatar antecipadamente, mas ele será mais vantajoso se você puder ficar com o dinheiro por mais de 2 anos (devido a alíquota do IR). Como você pode ver neste artigo aqui, não existe investimento perfeito, o que existe são investimentos que e adaptam melhor a cada realidade. Por isso é importante investir na sua reeducação financeira, para que você mesmo possa identificar as oportunidades sem depender da opinião de pessoas que não conhecem sua realidade.

  45. Reginaldo Ribeiro 6 de agosto de 2016 at 10:12 - Reply

    Leandro, bom dia!
    Em primeiro lugar, parabéns pelo site. Muito instrutivo para o investidor iniciante.
    Uma dúvida: ha alguns fundos de investimento que tem taxa de performance. Quando os gestores divulgam o rendimento mensal, essa taxa ja foi descontada? Obrigado. Abraços!

    • Leandro Ávila 19 de agosto de 2016 at 12:55 - Reply

      Oi Reginaldo. A taxa administrativa e a taxa de performance já estão descontadas.

  46. Daniel 16 de agosto de 2016 at 8:18 - Reply

    Leandro,

    E o risco? Existe algum risco de perder o valor inicial investido nesses fundos?

    • Leandro Ávila 19 de agosto de 2016 at 12:51 - Reply

      Oi Daniel. O risco vai depender do que o gestor do fundo vai fazer com o seu dinheiro. Fundos DI normalmente investem o dinheiro das pessoas em títulos públicos como o Tesouro Selic. O risco do governo dar um calote em títulos públicos é quase zero. Existem fundos que compram títulos de empresas (debêntures). Se a empresa que emitiu essa debênture resolver dar um calote o desempenho do fundo pode ser negativo. Existem fundos que investem em ações. Se as ações que o fundo investiu perderem valor é possível ter rentabilidade negativa. Os fundos são divididos em categorias e para evitar o risco basta escolher aqueles fundos mais conservadores que são os de renda fixa e DI, pois estes investem principalmente em títulos públicos.

  47. leonardo Rossi Gobbi 19 de agosto de 2016 at 0:39 - Reply

    Ola boa noite. Esta pesquisando sobre investimentos e me deparei com seu artigo.
    Pesquisei os fundos da caixa, banco no qual possuo conta poupança, e me deparei com este http://www.caixa.gov.br/fundos-investimento/renda-fixa/fic-arrojado-rf-credito-privado-longo-prazo/Paginas/default.aspx

    Nele diz que o investimento início é de 20mil e o adicional de 1mil. Esse 1mil é obrigado a aplicar por mês? A taxa ADM é de 0,50℅ ao ano.

    É um bom investimento?

    • Leandro Ávila 19 de agosto de 2016 at 12:48 - Reply

      Oi Leonardo. Você não é obrigado a aplicar mensalmente quando faz um investimento em fundos. Somente no momento que você resolver investir mais é que o valor mínimo não pode ser inferior a R$ 1000,00. Isso na verdade não é uma regra geral. Cada gestor de fundo cria suas próprias regras com relação a esses limites.

  48. Silvio Ferreira 19 de agosto de 2016 at 10:00 - Reply

    Oi Leandro, acabo de resgatar 200K de uma LCI que fiz com sucesso graças a você!

    Vou reinvestir os 200k por mais um ano…quais opções você me indicaria pesquisar neste momento?

    Obrigado por tudo, que Deus abençoe você e sua família!

    • Leandro Ávila 19 de agosto de 2016 at 12:46 - Reply

      Oi Silvio. Eu apenas ensino como os investimentos funcionam através dos artigos que escrevo. A decisão de investir ou não é sempre sua. É importante que você conheça o funcionamento de todos os investimentos que estão disponíveis para que você tome esse tipo de decisão livremente.

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