Aposentadoria em Perigo – Parte 4

Hoje vou mostrar motivos para que você invista em títulos públicos como um complemento para o seu projeto de aposentadoria, reduzindo sua dependência pelos recursos do INSS e de planos de previdência privada.

Já vimos na parte 1, parte 2 e parte 3 que transferir toda a responsabilidade de gerir os recursos da sua aposentadoria para terceiros não é uma boa ideia. Creio que todos precisam ter um “plano B” para o caso desses terceiros falharem no futuro. Vimos nos outros artigos que a previdência social é um sistema insustentável e que os planos de previdência oferecidos pelos grandes bancos são apenas fundos de investimento ruins disfarçados de uma “solução” privada para a sua aposentadoria.

Neste artigo, veremos onde os bancos, fundos de pensão, fundos de previdência e similares investem o dinheiro das pessoas. Você verá que é possível reduzir a participação desses intermediários do seu projeto de aposentadoria, sem elevar riscos, pois você poderá fazer os mesmos investimentos que eles fazem, só que sem remunerá-los por isso. Você não precisa pagar uma instituição que irá parasitar os recursos da sua aposentadoria por décadas.

Dificilmente você encontrará especialistas na imprensa defendendo que devemos cuidar do nosso próprio dinheiro, especialmente quando estamos falando de aposentadoria.

Muitos educadores financeiros renomados se limitam a recomendar que as pessoas paguem o INSS e um plano de previdência privada. Isso ocorre porque só você lucra quando toma a decisão de se reeducar financeiramente para tornar-se capaz  de assumir o controle dos seus investimentos.

Existe uma indústria bilionária de instituições e profissionais dispostos a cuidar do seu dinheiro. Muitos educadores financeiros, defendem planos de previdência por serem pagos para palestrar sobre o assunto. São raros os educadores que falam aquilo que as pessoas deveriam saber, pois temem perder a renda de suas palestras e dos seus programas de treinamento sobre planejamento para aposentadoria.

Tanto o governo, quanto as instituições financeiras, lucram fortunas quando você acredita que eles serão capazes de cuidar do seu dinheiro melhor do que você mesmo.

Diferença entre credor e contribuinte:

Você já deve ter percebido que o governo trata credores e contribuintes de maneira diferente.

O contribuinte é aquele que passa a vida toda pagando impostos, taxas e contribuições, com a esperança de que o governo oferecerá algum serviço público ou benefícios em troca. Exemplos: saúde, educação, segurança, justiça e uma boa aposentadoria. Infelizmente não existe nenhuma garantia e nenhum comprometimento dos políticos de que o seu dinheiro retornará para você na forma de bons serviços.

O credor é aquela instituição ou pessoa, que empresta o seu dinheiro para o governo por livre e espontânea vontade. Esse empréstimo é feito através da compra de títulos públicos emitidos pelo Tesouro. O governo garante a recompra desses títulos, com juros, no futuro. Infelizmente, os trilhões que o governo retira da população todos os anos através dos impostos são insuficientes para investir em saúde, educação, infraestrutura, etc. Para não fechar no vermelho, governos de todo mundo emitem títulos públicos.

Você já deve ter percebido que quando o governo dá um “calote” nos contribuintes (os pagadores de impostos), nada acontece. Quantas vezes você já viu notícias sobre o mau uso do dinheiro dos nossos impostos? O governo arrecada, gasta o dinheiro da pior forma possível e fica por isso mesmo. Muitas vezes, o dinheiro simplesmente é roubado por criminosos que se tornam políticos ou funcionários públicos. Para completar essa tragédia, de quatro em quatro anos, os contribuintes, que também são eleitores, votam nos mesmos políticos que fizeram mau uso dos recursos públicos.

No caso dos credores, a situação é totalmente diferente. Eles não perdoam, não esquecem, não deixam qualquer deslize passar em branco. Isso ocorre porque os grandes credores dos governos não são os contribuintes, pelo menos, não diretamente. Os grandes credores de um país são outros países e instituições financeiras poderosas como grandes bancos, fundos de pensão e fundos de investimentos de atuação global.

Talvez você não saiba, mas o Brasil é o quarto maior detentor de títulos públicos da dívida dos EUA. Só perdemos para a China (que está em primeiro lugar), Japão e Bélgica (fonte). Da mesma forma que temos títulos da dívida de outros países, existem países, grandes bancos e instituições nacionais e internacionais que são os grandes credores do Brasil através da compra dos títulos públicos que o governo emite.

Você provavelmente já ouviu falar nas agências de classificação risco. São instituições independentes que avaliam as contas do governo e suas políticas econômicas para atribuir uma nota de risco aos títulos emitidos por esses países. Os investidores usam esses dados para avaliar qual taxa de juros o governo deveria oferecer para que o risco do investimento em títulos compense.

Isso significa que o governo só consegue dinheiro emprestado, com taxas de juros baixas, se ele conseguir transmitir credibilidade e segurança para os investidores. Os próprios bancos e demais instituições possuem profissionais que estão monitorando as contas públicas, as decisões políticas e econômica que possam elevar ou reduzir o risco de emprestar dinheiro para o governo. Isso impacta as taxas de juros pagas pelos títulos públicos diariamente. Essa situação justifica a constante preocupação do governo em divulgar medidas que melhores as expectativas dos investidores (seus credores) com relação ao futuro da nossa economia.

É fácil observar que o nível de exigência dos credores é bem maior que o nível de exigência dos contribuintes. Os dois estão fazendo a mesma coisa, estão dando dinheiro para o governo esperando alguma coisa em troca. O primeiro recebe juros. O segundo recebe serviços públicos. O primeiro monitora o governo de perto.  O segundo vota e depois esquece em quem votou. O primeiro avalia riscos e exige juros maiores se perceber que o governo não está fazendo o que prometeu. O segundo deixa-se enganar por políticos populistas e depois de quatro anos volta a reeleger as mesmas pessoas que nada fizeram no passado.

A maneira como credores e contribuintes tomam suas decisões resulta em um tratamento diferenciado do governo. As principais diferenças entre credores e contribuintes estão no nível de educação financeira, econômica e política que eles possuem. Não espera que o governo faça alguma coisa para que você saia da sua ignorância financeira, muito menos que os grandes credores (bancos, fundos, etc) façam alguma coisa por você com relação a isso.

Conheça os credores do Brasil:

Regularmente o Tesouro Nacional emite um relatório chamado “Relatório Mensal da Dívida Pública” onde podemos observar quem são os maiores compradores de títulos públicos.

No gráfico acima podemos ver que os maiores credores do governo são instituições de previdência (24,6%) como os fundos de previdência privada, fundos de pensão e RPPS (Regime de Previdência dos Servidores Públicos).

Em segundo lugar estão as instituições financeiras (23,1%) representadas por bancos comerciais, de investimentos, nacionais e estrangeiros, corretoras, bancos estatais e o BNDES.

Em terceiro lugar temos os fundos de investimento (22,1%), que são os mesmos fundos que os bancos oferecem para seus clientes cobrando elevadas taxas administrativas. Eles fazem aquilo que você mesmo(a) poderia fazer se soubesse investir em títulos públicos.

Os não-residentes aparecem em quarto lugar (14,9%). São considerados investidores não-residentes as pessoas físicas ou jurídicas e os fundos ou outras entidades de investimento coletivo com residência, sede ou domicílio no exterior.

O próprio governo fica em quinto lugar entre os que mais compram títulos públicos emitidos pelo Tesouro. Essa categoria é representada por fundos e recursos administrados pela União tais como FAT, FGTS, fundos extramercado, fundo soberano, fundos garantidores, etc.

Em penúltimo lugar estão os “outros” (5,2%). Nessa categoria estão títulos públicos vendidos através do Tesouro Direto e títulos comprados por sociedades de capitalização (títulos de capitalização). Todos os títulos já vendidos pelo Tesouro Direto para pessoas físicas somam apenas R$ 38 bilhões (fonte), que é muito pouco diante de todos os títulos da dívida pública que somam R$ 2,9 trilhões.

Em último lugar temos as seguradoras (4,6%). Quando você faz um seguro de vida, seguro de carro ou até um seguro para sua saúde (planos de saúde) as seguradoras guardam uma parte do dinheiro e ficam recebendo juros até que alguma coisa ruim aconteça com você ou com seu patrimônio.

Os dados acima foram retirados deste relatório e do anexo 2,7 desta planilha disponíveis nesta outra página. Na figura abaixo podemos ver a evolução desses credores. Os valores estão em bilhões. Os títulos públicos vendidos pelo Tesouro Direto representam apenas 1,3% da dívida pública e aparecem somados a outros agentes na categoria “outros”.

Todo seu dinheiro já está com o governo

Observando as instituições que mais compram títulos públicos é possível constatar que todo o seu dinheiro já está nas mãos do governo. O problema é que esqueceram de dizer isso para você. Sempre recebo mensagens e comentários de leitores do Clube dos Poupadores com medo de tirar dinheiro dos bancos, dos fundos de investimento e dos planos de previdência para investir em títulos públicos. Essas pessoas não sabem que grande parte do dinheiro que elas possuem nessas instituições já estão investidos em títulos públicos há muito tempo, só que propositalmente ninguém as informou sobre isso.

Você consegue perceber que essas instituições lucram bilhões todos os anos se colocando como intermediárias entre você e o governo? Você consegue perceber que todo o dinheiro que os bancos usam para comprar títulos públicos é dinheiro dos clientes do banco? Os bancos ainda cobram taxas e tarifas por isso.

Você percebe que os fundos de pensão e de previdência são os maiores detentores da dívida pública porque estão investindo o seu dinheiro em títulos públicos? Os fundos cobram taxas administrativas caras por isso.

Você percebeu que uma boa parte do dinheiro do seu FGTS é investido em títulos públicos? Eles só te remuneram com 3% de juros + TR.

Até o dinheiro que você paga quando faz um seguro do seu carro ou um seguro de vida são investidos em títulos públicos esperando o dia que você irá precisar do seguro. Não tenha dúvida que esses investimentos geram muitos lucros para as seguradoras.

Você um dia achou que todas essas instituições mantinham o seu dinheiro trancado dentro de cofres? Não é isso que acontece! Essas instituições não deixam o seu dinheiro parado nem por um único dia. Ele sempre está rendendo alguma coisa ao ser emprestado para terceiros (empresas e pessoas) ou emprestado para o governo através dos títulos públicos.

Calote da dívida pública:

Após observar quem são os detentores da dívida pública interna e de quem é o dinheiro que eles investem, você consegue compreender que um calote da dívida pública não faz qualquer sentido? O governo pode até dar um calote nos contribuintes, ao cobrar impostos e não devolver serviços públicos de qualidade, mas o calote dos credores é algo que nem mesmos os países com os políticos mais extremistas (antimercado) cogitam fazer.

O calote da dívida interna não costuma ser praticado em nenhuma parte do mundo pelo simples fato de não fazer sentido nenhum.

Imaginar que um calote seria uma boa solução para um problema econômico seria como um médico recomendar a morte do paciente como solução para eliminar os sintomas de uma doença.

Um Estado produz muitos sintomas negativos na sociedade quando toma a decisão de se endividar para continuar gastando mais do que arrecada. Alguns efeitos são a inflação, juros elevados, impostos elevados, etc. A “cura” está no equilíbrio das contas públicas, ou seja, fazer o governo gastar apenas aquilo que arrecada. Você deve entender que o calote da dívida interna seria uma tentativa de resolver os problemas matando o Estado e sua economia.

O dinheiro que as instituições financeiras, fundos de pensão, previdência, seguradoras e o próprio governo (FGTS) utiliza para comprar títulos públicos é o dinheiro da população. Um calote da dívida pública interna significaria um calote em cada brasileiro, incluindo aqueles que por ignorância não compreendem que até o valor do dinheiro que carregam no bolso depende da credibilidade do governo perante os seus credores.

Segurança ao extremo:

Alguns leitores me escrevem solicitando uma opção de investimento para o caso de um calote da dívida pública. Alguns fazem esse tipo de pergunta por não entenderem tudo isso que expliquei até aqui. Só que temos alguns leitores que buscas a segurança extrema. Eles sabem tudo isso que falei, mesmo assim, querem saber o que podem fazer para manter um nível de segurança extrema contra calotes. Para níveis extremos de segurança, você vai precisar adotar estratégias extremas de sobrevivência.

Para eles eu recomendo três coisas.

  1. Compre um bom terreno. Precisa ser grande o suficiente para que consiga plantar todos os alimentos que você e a sua família precisam consumir para sobreviver. A terra precisa ser fértil e será necessário uma fonte de água potável.
  2. Invista em cursos que ensinem a plantar e criar animais. Faça um treinamento de sobrevivência na selva ou assista os programas do Bear Grylls.
  3. Aprenda a produzir seus utensílios domésticos e suas próprias armas. Elas serão necessárias, já que nem todo mundo terá terra, água e alimentos como você. O Estado não terá recursos para garantir sua segurança. No canal do Youtube chamado Primitive Technology, existem dicas preciosas para que você aprenda aquilo que nossos ancestrais sabiam fazer, antes da invenção do dinheiro, comércio e sistema financeiro.

Parece dramático? Basta imaginar o que aconteceria se de um dia para o outro todo o dinheiro das pessoas perdessem o seu valor e todos os serviços públicos fossem paralisados. O resultado seria o mais completo caos, pelo menos no primeiro momento.

Um calote da dívida pública interna quebraria todo o sistema financeiro. O dinheiro que você possui no bolso se transformaria em papel sujo que só teria utilidade no momento de acender a sua próxima fogueira. Sua única preocupação seria encontrar o que comer na próxima refeição. Com sorte, alguém poderia trocar comida por alguma coisa de valor que você possui na sua casa. Certamente as facas da sua cozinha teriam mais valor do que o seu smartphone. Sem dinheiro, todos voltariam a praticar o escambo, até que uma nova moeda fosse criada.

Investimento de risco zero

Todas as instituições financeiras preferem emprestar dinheiro para o governo do que emprestar dinheiro para você ou para qualquer outra empresa por um fato simples de entender. O risco de calote é considerado zero, graças a uma coisa que somente o governo possui. Essa coisa é a máquina de imprimir dinheiro.

Talvez você nunca tenha pensado nisso, mas o governo tem o monopólio da impressão do dinheiro. Ele também tem a capacidade de criar dinheiro a partir do nada, ou seja, sem a necessidade de ter gerado qualquer riqueza que possa lastrear esse dinheiro. Por muito tempo, isso foi uma prática comum. De onde você acha que presidentes como Juscelino Kubitschek tiravam dinheiro para as obras que ele realizou, quando prometeu que iria fazer o Brasil crescer 50 anos em 5? Nos governos militares e durante o governo Sarney, a situação não foi diferente. Dinheiro não era problema enquanto existisse papel e tinta disponíveis.

A consequência da impressão do dinheiro é o aumento da inflação, ou seja, a desvalorização do dinheiro de toda a população. Entender por qual motivo o dinheiro desvaloriza quando você imprimir dinheiro, sem ter gerado nada de valor, é simples. Imagine que você fez uma feijoada para você e sua família. Inesperadamente você recebe a visita de um amigo, justamente no horário do almoço, acompanhado de todos os seus familiares. O que você faz? Você pode colocar água na feijoada. Você vai conseguir aumentar a quantidade de feijoada disponível, mas isso vai enfraquecer a feijoada que já estava pronta. A solução correta seria colocar água e feijão para cozinhar. Imprimir dinheiro sem a sociedade ter gerado riquezas que justifiquem essa produção de dinheiro é o mesmo que colocar água no feijão. Por este motivo alguns chamam a inflação de imposto (imposto inflacionário), pois é uma maneira do governo se apropriar do valor do dinheiro das pessoas sem precisar produzir nada para isso. É mais uma forma de aproveitar a ignorância das pessoas com relação ao funcionamento do dinheiro.

Os bancos e outras instituições não se preocupam quando emprestam dinheiro para o governo por saberem que o Tesouro Nacional, que emite os títulos, é o caixa do governo, ou seja, lugar para onde vai todo o dinheiro dos impostos que ele arrecada. Se faltar dinheiro, o governo aumenta impostos, pois a garantia do Tesouro Nacional é o seu bolso (o bolso dos contribuintes). Se por algum motivo o governo não conseguir aumentar impostos, como ocorre agora, ele simplesmente imprime dinheiro ou adota práticas equivalentes gerando mais inflação. Quando a inflação já está muito elevada e o governo não consegue aumentar impostos por falta de poio político, ele simplesmente começa a cortar despesas, como estão tentando fazer no governo federal e em diversos estados e municípios neste momento.

Em vários estados e prefeituras o governo está demitindo ou atrasando o salário dos servidores por falta de recursos. Existem obras e projetos parados e muitas áreas tiveram corte de recursos. Já que não podem aumentar os impostos dos contribuintes eles vão reduzir o repasse de recursos para os serviços públicos para não prejudicar as expectativas dos credores com relação ao pagamento da dívida.

Você percebeu que os credores possuem prioridade sobre os contribuintes?

Sentimento de culpa:

Já vi alguns leitores do Clube relatando que sentem remorso por terem emprestado dinheiro para o governo através da compra de títulos públicos. Dizem que se sentem culpados pela alta do endividamento público e suas consequências.

Além de não perceberem que já estão emprestando dinheiro para o governo através dos intermediários, remunerados para fazer isso (bancos, seguradoras, planos de previdência, fundos de pensão, fundos de investimento, FGTS, etc.), essas pessoas não percebem um pequeno grande detalhe.

Os juros que você recebe quando investe em títulos públicos são pagos por você mesmo.

Não é o governo que está pagando juros. Lembre-se que o governo não gera riqueza, ele só parasita as riquezas que você gera através do seu trabalho e que são recolhidas pelos impostos que você paga sempre que ganha, gasta ou investe seu dinheiro.

Quando você paga seus impostos, você está oferecendo os recursos que serão usados para pagar os juros dos títulos públicos que você comprou. Isso também vale para os juros que você recebe quando faz investimentos através dos intermediários que investem seu dinheiro em títulos públicos (bancos, fundos, etc).

Com certeza você paga mais impostos por ano do que recebe juros quando investe em títulos públicos. Além do imposto de renda (de até 27,5%) você paga imposto sempre que gasta o seu dinheiro. Para ter o direito de tomar uma cerveja, você é obrigado a pagar 55,6% a mais em forma de impostos. O direito de usar a energia elétrica custa 48,28% de impostos. O preço da gasolina é 56,09% composto por impostos. Sempre que você toma banho paga o equivalente a 29,57% de impostos. Se for água para beber são 37,88% de impostos (veja a lista completa)

Será mesmo que você precisa sentir algum mal-estar ao ser remunerado por emprestar parte das suas economias para o governo? A única coisa que o governo vai realmente fazer, será devolver uma pequena parte de todos os impostos que você paga pelo simples fato de estar vivo e ter nascido no Brasil.

Além de você pagar seus impostos (coisa que nem todo mundo faz), você ainda está abrindo mão de consumir o fruto do seu trabalho imediatamente, para financiar os investimentos do seu país, esperando que esse esforço seja reconhecido através do justo pagamento de juros que nada mais são do que o custo do dinheiro no tempo.

Se o governo faz mau uso dos recursos que você emprestou, isso foge da sua competência. Cabe a você, apenas, fazer boas escolhas no dia das eleições, pagar seus impostos e voluntariamente, se achar compensador, abrir mão do seu consumo imediato para emprestar seu dinheiro para o país.

Como já mostrei, mesmo que você não queira emprestar seu dinheiro de uma forma direta (através do Tesouro Direto), você estará emprestando através dos bancos, fundos de pensão, previdência privada, fundos de investimento, seguradoras, FGTS, que continuarão transferindo seu dinheiro para o governo, goste você disso ou não.

O problema é que ao permitir que esses terceiros invistam seu dinheiro, você perde uma boa parte da rentabilidade, ajudando esses agentes a prosperarem as custas do seu trabalho e, principalmente, às custas da sua falta de educação financeira. Continue lendo.

Presente

Este artigo que você acabou de ler é uma parte do livro digital “Aposentadoria em Perigo” que estou dando de presente para os leitores que adquirem o meu novo livro “Independência Financeira (clique aqui para conhecer)“. Quanto maior for o número de pessoas conscientes da necessidade de planejar o próprio futuro por meio da educação financeira, menores serão os sofrimentos e problemas financeiros que você irá presenciar na sua vida e na vida daqueles que você mais ama, quando esse futuro chegar. Conheça todos os meus livros, visite aqui

 

 

 

Dia da sorte...

Muita gente acredita que ter sucesso na vida financeira depende de um tipo sorte. Descobri uma forma de aumentar essa sorte: quanto mais você estudar sobre ganhar, poupar e investir dinheiro, mais sorte terá na sua vida financeira. Escrevi uma série de livros que vão ajudar você a aumentar esse tipo de "sorte" rapidamente:Clique aqui para conhecer os livros.

Sobre o Autor:

Leandro Ávila acredita que o conhecimento é uma riqueza que precisa ser dividida para ser multiplicada. É formado em administração de empresas e se especializou em educação financeira e de investimentos. Escreveu livros sobre Independência Financeira, Investimentos em CDB, LCI e LCA, Investimentos em Títulos Públicos e em Imóveis.
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Cezar GasperetiPatricia VazIrlanAbelardo Ladeia FilhoRafael Recent comment authors
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Edson dos Santos Ribeiro
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Edson dos Santos Ribeiro

Parabéns Leandro!
Admiro muito seu trabalho!
Estou aprendendo cada dia mais com os seus materiais

Jorge Silveira
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Jorge Silveira

Parabens, otimo!

Carlos Salomão
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Carlos Salomão

“Os juros que você recebe quando investe em títulos públicos são pagos por você mesmo….A única coisa que o governo vai realmente fazer, será devolver uma pequena parte de todos os impostos que você paga pelo simples fato de estar vivo e ter nascido no Brasil.”
Perfeito artigo. Nunca vi nem tinha observado por essa ótica!!! Totalmente esclarecedor. Obrigado

Eduardo Campos
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Eduardo Campos

Muito boa esta sequencia de informações sobre a importância de uma educação financeira.

Quanto mais pessoas tiverem acesso a este bem tão preciso(conhecimento) melhor seremos e o mundo.

Grato pela maravilhosa explanação.

Thomas
Visitante
Thomas

Realmente Eduardo, o problema é que a maioria nem cogita ler isso, vc passa o link e já respondem , ah sim, verdade, a previdência tá quebrada… mas não leem, nem tem plano nenhum para suas próprias previdências. Repassei para várias pessoas, nenhuma leu.

Leandro, na Venezuela aqui vizinha é um bom exemplo de como as coisas ficam feias se não soubermos eleger nossos representantes, populismo barato, sai caro! Hoje, lá, quem não é do partido “alto clero” (dependente/defensor dele também) tem que plantar sua comida, vários relatos de gente passando fome no pais todo.

Fátima Souto
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Fátima Souto

Incrível isso, não é mesmo Thomas! Vejo o mesmo… não dão a mínima importância…aí, mais tarde, falam: ah mais você tem sorte! eu hem…

Vanderli
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Vanderli

Parabéns Leandro,

Mais uma vez um ótimo artigo.

JOÃO SEGURA Neto
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JOÃO SEGURA Neto

Leandro,Parabéns pelo artigo.
Espetacular!!!! Vc consegue passar de forma clara como funciona o sistema econômico e financeiro.
obrigado por sua colaboração e ajudar quem tiver a fim de aprender, pois nem todos percebem que precisam melhorar.
Valeu.

Joanatan
Visitante
Joanatan

Sensacional professor.
O legal em comprar títulos públicos,
É que isso acaba motivando agente no nosso dia dia.ao ver a nossa carteira de investimentos engordando.
A vontade é de comprar sempre mais e mais e mais…
Feliz Natal Mestre,
e ótimo 2017.

candida
Visitante
candida

Verdade. Até o primeiro titulo, a gente morre de medo. Depois vai tomando gosto pela coisa e vira um vício!

Thayani
Visitante
Thayani

Mais uma vez Sensacional! Parabéns Leandro, posso dizer que no futuro vou dever o meu sossego a você, que VOCÊ através do seu site me ensinou mais que muito dos meus professores da faculdade. Muito obrigada pelos ensinamentos, muito obrigada pelos esclarecimentos e muito obrigada mesmo por compartilhar seus conhecimentos conosco.

Claudio Galassi
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Claudio Galassi

Parabéns Leandro, por todo o seu trabalho e por essa incrível série de artigos sobre aposentadoria. Gosto muito do sua maneira de falar (escrever) diretamente, sem rodeios, direto no queixo para acordar as pessoas para o fato de que são elas mesmas as culpadas por sua performance medíocre na área financeira – e política também – por que não ? Por isso não me arrependi de adquirir seus e-books, que me ajudaram muito na minha conscientização. Parabéns e força sempre !

Alexandre Golfetto
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Alexandre Golfetto

Parabéns por mais este artigo! Explica de um forma clara e didática a dinâmica dos recursos financeiros solapados pelo governo e como podemos minimizarmos isto e utilizar a nosso favor. Forte abraço.

Diogo
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Diogo

Olá Leandro. Excelente artigo e bem esclarecedor! Onde posso encontrar mais informações sobre o funcionamento de compra mensal de títulos do tesouro para aposentadoria? Também já escutei sobre estratégia mista, onde se investe no tesouro IPCA juntamente com tesouro SELIC ( menos riscos caso precise vender antecipadamente). Obrigado!

sandro
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sandro

Acho o TD Selic interessante para emergências, mas para rentabilidade prefiro o TD IPCA e outras aplicações.

João Paulo
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João Paulo

Parabéns Leandro, por esse magnífico trabalho.

waive
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waive

Muito obrigada! Leandro por mais um ensinamento.sempre indico o seu site para pessoas,dentro do onibus,metro,supermecado etc.Parabens!!!

cidmar
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cidmar

Parabens, Leandro sempre esclarecedor a pena ´que uma grande maioria faz parte de uma massa de manobra, ancorada pelo marketing instigando a comprar, comprar sem muitas vezes haver a necessidade. Parabéns e um ano de 2017 com muita saúde e sabedoria a você e toda sua equipe.

Clebia
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Clebia

Adquirir seus livros e tomar parte do Clube dos Poupadores foi uma das excelentes escolhas que fiz este ano. Parabéns pelo conteúdo. Aguardo o EBook.

Elias
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Elias

Grande Leandro

Fenomenal análise sobre segurança extrema. Nós fazemos parte de um grande sistema, que é feito para nos envolver e nos enganar, de forma a nos tornar “escravos da era modera”, pois quem não cuida de seu futuro terá de viver a velhice de esmolas, seja do governo ou de amigos e parentes. Obrigado por compartilhar mais uma vez seus conhecimentos, você poderia lançar mais aulas sobre o mercado acionário, que também é interessante, pois já li suas aulas e acho que todos os seus seguidores querem mais. Boas Festas, que seu 2017 seja cheio de saúde e paz!

Everton Lima
Visitante
Everton Lima

Esta série de artigos sobre previdência é realmente muito esclarecedora, talvez a mais completa que já li. Depois disso só faz previdência privada quem tem pena dos grandes bancos e quer fazer caridade doando parte de seu dinheiro para eles. Gostaria de deixar aqui a dica pra quem quer se instruir financeiramente: o site bastter.com que possui grande parte de seu conteúdo gratuito. Ele contém milhares de participantes que discutem diariamente por meio de fóruns, artigos e vídeos as melhores opções de investimento em renda fixa (tesouro direto), renda variável, imóveis, entre outros. Vale a pena participar e se informar melhor sobre o que fazer com seu dinheiro.
Parabéns e uma abraço.

Odirlei
Visitante
Odirlei

Incrível Leandro como vc esclarece tanta informação, parabéns e obrigado.
Já faço isso preparando minha aposentadoria sem contar com inss (o q vier será lucro), então, sou empregado pago inss, compensa continuar pagando total referente a meu salário, ou pagar só o equivalente ao salário mínimo ? Qual seria saída pra não pagar tanto de inss, fgts, impostos que meu patrão “paga” ( é claro q é descontado indiretamente de mim mesmo),?
Abr

Sandro de Freitas
Visitante
Sandro de Freitas

Leandro, boa tarde.

Muito bom seu artigo e obrigado por compartilhar conosco.

Abraço,
Sandro de Freitas

Uilson
Visitante
Uilson

Olá Leandro, belo artigo eu invisto no tesouro direto mas não comprei títulos com vencimento de longo prazo, penso que vai passar muita aguá de baixo dessa ponte, muitas mudanças na politica e na economia pode ser um risco, pensando em aposentadoria seria estritamente necessário ter esses esse títulos com vencimento no longuíssimo prazo.

Parabéns mais uma vez!

Jorge Guerino
Visitante
Jorge Guerino

Leandro,

No TD, estão disponíveis 10 títulos públicos. Os bancos oferecem dezenas de fundos, cada um com rentabilidade diferente do outro, algumas vezes até maior que no TD. Em relação a títulos de renda fixa, os bancos aplicam 100% dos recursos dos cotistas em TD, ou tem outros ativos na composição do fundo?
Abraço

Fagner
Visitante
Fagner

Cada artigo melhor do que o outro!!!
Deixo aqui também a minha opinião, ler cada artigo produzido pelo senhor e torná-se livre desse sistema corrompido por maus políticos, funcionários públicos e privados… Estou buscando deixar de ser um devedor primeiramente para me aprofundar mais e mais na área de poupar e investir…. Parabéns professor!!!

Thiago Costa
Visitante
Thiago Costa

Digo e repito, sou um grande admirador do seu trabalho, parabéns!
Eu sempre que recebo conteúdos ricos como este encaminho de forma imediata para meus amigos e familiares, ainda com algumas observações e alertas para que eles possam dar mais atenção, mas o que realmente sinto é que somente 1% das pessoas que envio, fazem a leitura… A educação financeira neste Pais me deixa muito triste, ainda mais percebendo o forte e natural desinteresse sobre o tema por parte da população.

Estes 4 artigos foram excelentes para abrir ainda mais meus olhos Leandro, novamente muito obrigado pelas suas contribuições!

Um grande Abs.

Att

Thiago Costa

Thiago Oliveira
Visitante
Thiago Oliveira

Olá Leandro
Você mencionou que as próprias empresas que contratamos para fazer nosso seguro de vida, de carro, saúde, etc. Investem no Tesouro Direto. Não seria melhor então, ao invés de nós pagarmos esses seguros, nós mesmos nos segurarmos investindo diretamente no Tesouro? Ou existe alguma vantagem em fazer seguros de vida, de carro, etc.?

Obrigado

Fernando
Visitante
Fernando

Leandro, excelente o artigo. Muitas coisas que vc mencionou eu não sabia. Continue assim; com este site eu tenho aprendido muito. Abraços,

Alex
Visitante
Alex

Muito obrigado Leandro pelo seu tempo e esforços em tentar educar a todos que querem aprender sobre finanças. Leandro, gostaria que você me tirasse uma dúvida:Quando vc tem um título que paga juros semestrais, ou qualquer outro título, e o tesouro recompra esse título de voce, esse título acaba naquele momento, ou o governo agora passa a receber os juros até 2035 (ntn-b com juros semestrais), e por que no novo extrato não aparece mais os dias corridos desde a compra? Desde já sou muito grato pelo o seu tempo que vc dedica a todos nós.

sandro
Visitante
sandro

Ou coloca a data atual e inicial na sua planilha de acompanhamento de aplicações, o excel tem uma função que atualiza a data atual toda a vez que abre o arquivo.

Tadeu
Visitante
Tadeu

Só artigo top.

Leandro, as taxas da maioria dos países estão próximas de zero. O Brasil é que está com sua taxa elevadíssima com previsão de redução da taxa para os próximos anos. Em 2017, com a inflação próxima da meta de 4,5%. A minha dúvida é: Sei que um dos mecanismos que o governo usa para controlar a inflação é pela taxa selic, mas há o risco da taxa real ser zero ou negativa no Brasil?

Wilson Komatsu
Visitante
Wilson Komatsu

Leandro:

Parabéns por esta série de artigos. Aguardo o ebook para poder distribuir a amigos e conhecidos. E Feliz Natal e Ano Novo você a aos seus.

Daniel Mendes
Visitante
Daniel Mendes

O melhor dos 4 artigos até agora, Obrigado!

Ivana
Visitante
Ivana

Olá, Leandro,

Muito obrigada por esse artigo tão esclarecedor. Eu era uma dessas pessoas que achava errado e me sentia culpada em emprestar dinheiro para um governo, que há muito não usa o dinheiro dos títulos para investimentos, mas para pagar juros sobre juros, rolando assim a sua dívida. Mas como você disse em qualquer lugar que eu investir estarei indiretamente fazendo isto. Melhor então beber direto da fonte.

Armando
Visitante
Armando

Leandro, você escreve de um jeito que fica fácil de entender. Só tem um ponto em que meu pensamento entra em parafuso.

Como a inflação seria uma forma de imposto? Pelo que entendi em outro artigo seu a inflação seria uma forma do governo tornar o dinheiro barato, é isso? Mas se a inflação é alta, os juros da dívida sobem também.

Ivo Fontes
Visitante
Ivo Fontes

Parabéns Leandro, como tantos outros, mais um artigo bem esclarecedor! Adquiri seus livros e recomendo à todos, realmente nunca tinha percebido toda essa engenhosidade que é o mercado financeiro! Depois da leitura dos livros percebi quanto eu era ignorante em relação à educação financeira, apesar de fazer parte da minoria que não tem dívidas.
Desejo um próspero ano novo para você e todos os seus leitores! Que 2017 seja repleto de bons artigos como foi nesse ano.
Um abraço e tudo de bom!

Adauto
Visitante
Adauto

Como sempre excelente artigo,
Um Feliz Natal pra você e toda a sua família e um ótimo 2017, você merece

Edilanio Carlos
Visitante
Edilanio Carlos

Leandro, novamente fantástico. Acompanho muitos sites sobre educação financeira, mas vejo que alguns estão querendo mesmo é vender o peixe. Kkkk. Mas vc não. Obrigado. Aprendi muito esse ano com vc. Está nos meus planos adquirir seus livros pròximo ano, visto que ainda não deu. Quero ter cada vez mais conhecimentos. Um feliz natal e um próximo ano cheio de realizações pra vc. Um abraço.

anderson
Visitante
anderson

Parabéns Leandro! Esta séria serie é espetacular! Em cada artigo um novo aprendizado e uma nova reflexão.
Após 30 anos de vida é que minha ficha caiu para a questão financeira. Sempre fui um ignorante. Agora estou me esforçando para me redimir e, com materiais dessa qualidade, certamente vou conseguir.
Obrigado!

Felipe
Visitante
Felipe

Ótimo artigo de utilidade pública … invisto e faço propaganda dos títulos do Tesouro para conhecidos desde 2005 … mas parece que somente agora as pessoas estão acordando … seus artigos tem contribuído muito neste processo, parabéns …

Fabio Oliveira
Visitante
Fabio Oliveira

Cara… não tenho palavras pra expressar minha gratidão a você pelos textos maravilhosos que tem escrito! Eles fizeram cair a ficha em mim… finalmente! 🙂 Hoje me convenci a comprar teu ebook! Você precisa continuar nessa missão… e eu faço questão de dar mais essa contribuição, já que também tenho compartilhado com amigos e parentes o que tenho aprendido com você! Pena que a maioria das pessoas não dá bola pra esse assunto! Parabéns e que o Eterno te abençoe e recompense!

Carla D'ávila
Visitante
Carla D'ávila

Prezado Leandro, gostaria muito de te agradecer por compartilhar tanto conhecimento conosco. Seu site vem me ajudando muito, pois, agora, consigo enxergar as armadilhas financeiras do dia a dia. Já perdi muito investindo errado, como nas fazendas reunidas Boi gordo e também comprando ações da Petrobras que desvalorizaram 60%. Acreditava em tudo que ouvia. Comprei seu livro sobre imóveis e gostei muito. Pretendo comprar outros. Gosto da forma como vc transmite as informações, sempre objetivo e neutro. Parabéns novamente pela generosidade em compartilhar tantas horas de estudo. Feliz Natal para voce e sua família! Abraço

Kleber
Visitante
Kleber

Obrigado Leandro! Como sempre outro artigo top, os teus artigos tem mais informações que a maioria dos livros de educação financeira que existe em nosso país.

Victor Vianna
Visitante
Victor Vianna

Leandro, gostaria de deixar o meu mais profundo agradecimento. Todo seu conhecimento repassado aqui é de grande utilidade para sairmos da ”caverna” que é esse sistema. Eu acredito que suas análises já o tornaram um grande ícone a ponto de incomodar várias pessoas, não?

André Nunes
Visitante

Excelente artigo Leandro! Sou muito grato por um dia ter encontrado o clube dos poupadores e ter aprendido muito por meio dos seus artigos e livros! Continue nesse caminho para ajudar muito mais pessoas como me ajudou! Grande abraço!

Guilherme
Visitante
Guilherme

Parabéns novamente por mais um capítulo da série, Leandro!

O momento mais do que nunca é propício diante de tanta desinformação da nossa população sobre esse tema que vai pautar o ano que vem!

Boas festas!

Jean
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Jean

Sensacional! Parabéns pelo excelente material sobre previdência. Sempre com conteúdos de qualidade, tenho me aperfeiçoado aqui. Obrigado pelo competente trabalho!

Eder
Visitante
Eder

Muito obrigado Leandro por disseminar seu conhecimento nos tirando da ignorância e assim contribuindo com um futuro melhor a todos que põe em prática essas informações.

Wellington
Visitante
Wellington

Como sempre parabéns pelo excelente texto! Feliz Natal pra vc é família! Abraços!

Wilson Junior
Visitante
Wilson Junior

Que artigo incrível, posso afirmar que foi um dos melhores artigos que já li na minha vida, independente do tema ou assunto. MUITO bom mesmo, já invisto em títulos públicos há um tempo, sempre gosto de ler sobre, estudar os mais variados investimentos em renda fixa, mas ainda assim, aprendi muita coisa em tão pouco tempo lendo esse artigo. Estou surpreso por um conteúdo de tanta qualidade. Já imaginava que seria um baita de um artigo, mas não tanto assim, estou surpreso. Leandro Ávila você é o educador financeiro que mais admiro, sem dúvida, é o melhor, consegue explicar detalhadamente os assuntos abordados de foma tão simples, dando vários exemplos e fontes. Incrível mesmo. Parabéns. Estou sempre divulgando o seu trabalho sensacional para as outras pessoas. Muito obrigado por dedicar seu tempo e por nos disponibilizar esses conteúdos muito valiosos para todos nós brasileiros. Muito obrigado.

Marcia Marin
Visitante
Marcia Marin

Assim como outros já disseram, devo a ti minha aposentadoria no futuro. Há dois anos fui pesquisar sobre previdência privada, indicada por um educador financeiro e me deparei com teu artigo, detonando esse tipo de aplicação. Daí pra frente, leio tudo que escreve e já tenho bastante conhecimento em Tesouro direto. Agora estou até me arriscando em renda variável. Muito grata. Vida longa a ti.

Bruno
Visitante
Bruno

Ótimo artigo Leandro! Já repassei no Face e vou continuar indicando para que mais pessoas se preparem para o que está por vir…

Thales
Visitante
Thales

Interessante isso. E eu achava que a maior parte da dívida estava com as instituições financeiras, quando, na verdade, está com pessoas assim como eu e você. As instituições só administram o dinheiro, delas mesmo são só 23% da dívida. Isso que dá eu acreditar em panfletos de gente fanática politicamente. Obrigado, Leandro.

Rogério Lima
Visitante
Rogério Lima

Olá Leandro, primeiro quero agradecer por essas informações tão esclarecedoras , tenho acompanhado suas publicações e hoje pude provar o que estou aprendendo fui no meu banco e o gerente me chamou e me ofereceu algumas aplicações quando comecei a questionar sobre os produtos oferecidos ele acabou desistindo.
Obrigado vou , sem dúvida, contínuar a me informar cada vez mais
Abraço!!

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