Carro de Gerente, Diretor e Presidente


Qual é o carro das pessoas bem-sucedidas? Se você foi promovido, isto significa que precisa mudar de carro? Vamos imaginar que você trabalha em um determinado setor de uma grande empresa e finalmente, depois de vários anos, foi promovido para o cargo de gerente. A primeira coisa que vai passar por sua cabeça é: agora que sou gerente, preciso dirigir um carro compatível com meu cargo de gerente.

Outra situação seria passar naquele sonhado concurso público onde as pessoas ganham elevados salários. Você vai se questionar se não seria uma boa ideia trocar de carro imediatamente, antes mesmo de receber o seu primeiro salário como servidor público, afinal de contas, você cresceu na vida e merece.

Todos gostam de prosperar na vida e merecer tudo que é melhor. Alguns anos depois você cresce profissionalmente e se torna diretor da empresa. Agora você é um executivo e sente que precisa ter um carro de executivo. Mesmo que não queira, as pessoas próximas vão perguntar: “Você não é diretor daquela empresa? Por qual motivo continua andando com esse carro de gerente?”. Você ficará constrangido ao estacionar o seu carro popular na garagem da diretoria.

Quem não tem, não é?

Dentro da sua cabeça, e da cabeça dos outros, o fato de não “TER”, começa a entrar em contradição com aquilo que você “É”.

Se você tem uma empresa ou é um profissional liberal, também vai querer mostrar para os outros quem você “É” através das coisas que você “TEM”. Um empreendedor bem-sucedido precisa de um carro de pessoas bem-sucedidas. O que os seus funcionários, concorrentes e até seus clientes vão pensar de você quando virem o carro que você anda? Será que eles vão julgar aquilo que você “É” através daquilo que você “TEM”?

Claro que sim, no primeiro momento (goste você ou não) as pessoas vão te julgar pelas coisas que você tem. No segundo momento elas podem até perguntar quem você é. Não importa se estas coisas estão adornando seu corpo (roupas, joias, etc) ou se são coisas que você acumula (carros, eletrônicos, etc).

Esposa de patrão e esposa de empregado:

Até seu cônjuge pode ser visto pela sociedade como “coisa” e usado para avaliar quem você é. Não é raro ouvir falar de homens que cresceram na vida profissional e diante desta nova realidade trocaram de casa, carro e esposa. Quantos empresários e executivos de idade mais avançada você já viu trocando a velha esposa por uma esposa nova, mais condizente com seu sucesso profissional? Não é raro ver empresários trocando esposas anônimas por modelos, atrizes ou filhas de outros empresários.

Para quem olha esta realidade com algum distanciamento este tipo comportamento é criticável, mas infelizmente tudo isso está enraizado na nossa cultura e tem total relação com a maneira que lidamos com o dinheiro e nosso desenvolvimento pessoal e profissional.

Você percebe que a sociedade relaciona o SER com TER?

O modelo mental das pessoas funciona assim: Se você diz que é, então mostre que tem.

Já o contrário não costuma ser questionado, ou seja, ninguém olha quem tem e pergunta se a pessoa realmente é. É como se todos pensassem da seguinte maneira: “mostre o que você tem e eu não vou precisar perguntar quem você é”. É como se “Ter” funcionasse como um passaporte que abre as portas para você sem a necessidade de muitas perguntas.

O pior de tudo é que todos pensam desta forma e isto te obriga muitas vezes a se adaptar a esta realidade para conviver harmonicamente na sociedade.

Carro do funcionário bem-sucedido:

Carro de gerente bem-sucedido:

Carro de diretor bem-sucedido:

Carro do presidente bem-sucedido:

Brinquedos de adulto:

Os grandes empresários sabem que podem prejudicar a imagem da sua corporação se seus diretores, gerentes e presidente forem vistos dentro de carros econômicos e velhos. Eles entendem como a sociedade pensa. Eles também sabem que “coisas” funcionam como símbolos de status e poder. É assim desde o tempo das cavernas. Sabem que as pessoas trabalham mais quando querem conquistar estes símbolos.

As empresas já perceberam que podem retirar talentos do concorrente oferecendo carros luxuosos como “benefício”. Estava lendo uma pesquisa sobre o assunto. As grandes empresas oferecem entre 180 e R$ 200 mil para que executivos comprem novos carros a cada 3 anos. Diretores recebem em média R$ 135 mil. Já os gerentes Srs podem adquirir veículos de quase R$ 80 mil. Normalmente os carros não são repassados para o funcionário. Eles são adquiridos pela empresa e fazem parte da sua frota. Para o funcionário, ser dono do carro é menos importante do que parecer ser dono do carro. “Parecer ter o carro” acaba sendo mais importante do que “ter o carro”. A ilusão já cumpre seu papel (fonte).

A oferta desses aparentes benefícios também funciona como algemas. A empresa algema você no seu novo carro de luxo, que na verdade pertence a empresa. Se você resolver aceitar a proposta de emprego de um concorrente, você perde seu brinquedo. Ou você faz o seu dever de casa ou você perde o seu brinquedo.

Em uma reportagem sobre o assunto alguém disse:

“A estratégia é oferecer um carro na faixa de R$ 47 mil para atingir cargos mais baixos, como o de gerente”, diz. Num mercado em que existe disputa por profissionais, as grandes empresas têm usado o carro como isca para fisgar executivos em concorrentes (fonte).

Isca é um nome perfeito. A figura abaixo representa muito bem as duas formas de motivar pessoas dentro das empresas. Normalmente as duas são utilizadas ao mesmo tempo e costumam funcionar para todos os níveis, do chão de fábrica até os cargos mais elevados.

 

Não existe nada de moderno nessa técnica de oferecer carros e outras regalias para motivar funcionários. Quando seus antepassados viviam no campo era assim que eles faziam uma mula andar para frente.

Hoje existem os mais variados tipos de cenoura. A reportagem destaca que muita gente cai na isca da cenoura moderna.

E muita gente cai nessa estratégica. “Um automóvel funciona como sinal de status”, diz Rodrigo Redorat, gerente do Hay Group, consultoria de gestão de negócios, de São Paulo. De acordo com ele, um veículo significa, para o executivo, um benefício altamente valorizado e exigido, tornando-se, hoje, um dos itens que entram na negociação de quem está prestes a mudar de empresa. “Para muitos deles, saber se a companhia oferece carro é mais importante do que o salário”, afirma Laura Lafayette, diretora de RH da Avaya, fabricante de equipamentos de telecomunicações, de São Paulo (fonte).

Empresário malvado ou funcionário despreparado?

Não vamos tentar tirar a culpa individual de cada pessoa e jogar esta culpa nos  “empresários malvados”. Se você não fosse seduzido por estes brinquedos e cenouras eles utilizariam outras formas de aumentar a produtividade e o faturamento das suas empresas. Vamos usar o princípio da autorresponsabilidade:

Os empresários simplesmente aprenderam a lidar com a nossa cultura e nossa visão limitada de mundo. As empresas entendem os valores e os desejos das pessoas e simplesmente oferecem a cenoura que você quer receber para trabalhar melhor e mais satisfeito.

Não podemos negar que a falta de uma mentalidade financeira correta ou a falta de uma educação financeira correta é a base para a construção de políticas de recursos humanos que geram mais resultados para as empresas. Resultados significa um funcionário fiel, produtivo e motivado para atingir as metas que irão aumentar os resultados das empresas.

Quem faz papel de bobo são os gerentes, diretores e até presidentes contratados para fazer a empresa dos outros crescer e lucrar. Do outro lado da mesa temos um empresário que entende muito bem o que move as pessoas (São as cenouras). Não cabe a este empresário mudar a cabeça dos seus funcionários e consumidores, cabe a ele aceitar a realidade, os recursos humanos (com todos seus vícios e limitações), recursos materiais e financeiros para transformar seus sonhos em realidade.

Seja uma mula consciente:

Você que é funcionário, gerente ou executivo, é apenas mais uma mula que faz a roda girar olhando para as cenouras. É sua responsabilidade ser no mínimo uma mula consciente de como as coisas funcionam.

Entendo perfeitamente que por questões de marketing pessoal, profissionais liberais e empresários precisem se “travestir” de profissionais bem-sucedidos. Entendo que dependendo do seu cargo, as próprias empresas exigem que você consuma determinadas marcas de roupa, assessórios e veículos.

O que não pode acontecer é você participar deste teatro sem compreender claramente que tudo isto é apenas um teatro.

Podemos nos adaptar para viver dentro de uma sociedade baseada em aparências e mentiras, mas precisamos estar despertos. Precisamos de lucidez para perceber o que é teatro do que é vida real, o que é aparência e o que é realidade, o que é mentira e o que é verdade.

Não existe nada de errado se você é um profissional bem-sucedido e precisa “travestir-se” de um profissional bem-sucedido para que as pessoas te vejam desta forma. Errado é não entender que tudo isso é apenas um teatro.

A educação financeira ajuda a adquirir uma maior lucidez sobre a realidade. A independência financeira conquistada através da educação permite depender menos das encenações da vida.

Para concluir:

Retirei o quadro acima de uma aula do André Fogaça (assista aqui). Ele fala sobre os quadrantes do Kiyosaki mostrando a diferença entre a maneira de pensar de quem é empregado ou autônomo e o modo de pensar de empresários e investidores. Os primeiros buscam mais símbolos de status (casas, carros e produtos de marca) e para isto gastam todo o tempo livre trabalhando para conseguir o dinheiro necessário para acumular estes adornos ou estes símbolos materiais de sucesso.

Já o segundo grupo formado por empresários e investidores usam o dinheiro que possuem para conquistar mais tempo livre. No lugar de colecionar coisas colecionam ativos que geram dinheiro para que tenham mais tempo. Esses ativos são empresas, ações, títulos públicos e privados, imóveis que geram renda passiva. Normalmente são os lucros destes ativos que são utilizados por eles para comprar os adornos que seus funcionários compram gastando vida (tempo e energia).

São os empresários que fornecem o dinheiro e os símbolos de status que os funcionários precisam em troca do tempo e da energia (vida) de cada um. Já os investidores emprestam o dinheiro que as pessoas precisam para comprar estes símbolos de status.

Aproveito para recomendar que você assista a série de vídeos que o André está divulgando na Semana do Investidor. Ele vai falar sobre a história de vida dele, como mudou de mentalidade, como começou a comprar ativos (ações de grandes empresas) com o objetivo de gerar mais renda passiva e com isto ter mais tempo livre para empreender e crescer. Assista ao vídeo 1, depois assista ao vídeo 2 e baixe um ebook gratuito que ele criou chamado “60 dicas dos maiores investidores de todos os tempos“. Depois enviarei o vídeo 3.

Nesta sexta-feira vou publicar um artigo novo sobre a maneira de pensar de um investidor brasileiro que ficou bilionário na bolsa de valores nas últimas décadas investindo com foco na aposentadoria. Vou publicar uma entrevista dele (áudio), os pontos que destaquei desta entrevista e farei meus comentários e críticas. Será um bom momento de reflexão.

Dia da sorte...

Muita gente acredita que ter sucesso na vida financeira depende de um tipo sorte. Descobri uma forma de aumentar essa sorte: quanto mais você estudar sobre ganhar, poupar e investir dinheiro, mais sorte terá na sua vida financeira. Escrevi uma série de livros que vão ajudar você a aumentar esse tipo de "sorte" rapidamente:Clique aqui para conhecer os livros.

Sobre o Autor:

Leandro Ávila acredita que o conhecimento é uma riqueza que precisa ser dividida para ser multiplicada. É formado em administração de empresas e se especializou em educação financeira e de investimentos. Escreveu livros sobre Independência Financeira, Investimentos em CDB, LCI e LCA, Investimentos em Títulos Públicos e em Imóveis.
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Leonardo
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Leonardo

GM Celta 1.0 2011 básico de série com rodas enferrujadas…kkkk

Não tenho coragem de usar meu dinheiro para trocar meu carango..kkk

Paulo
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Paulo

Muito legal financeiramente ficar com um carro popular por muitos anos, o problema é a segurança que eles oferecem. Carros com o essencial em segurança (controle de estabilidade, multiplus airbags, boa nota em testes de colisão) são mais caros. Não entendo isso como um luxo, afinal é a vida e a saúde da pessoa e família que estão em jogo, principalmente tendo em vista o violento trânsito brasileiro. Entendo que vale a pena sacrificar um pouco das economias para andar com mais segurança.

Bruno
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Bruno

Palio ELX 1.0 2008 e também não tenho coragem! kkkk

Raphael Martins
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Raphael Martins

Simplesmente sensacional !!! Queria ter esse conhecimento aos 18 quando comecei a trabalhar….

Gregory
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Gregory

Obrigado Leandro, mais um ótimo artigo. Depois que eu li o livro Pai Rico pai pobre, e o negócio do século 21. eu mudei meus pensamentos, e tenho me esforçado cada dia a mudar de quadrante.

João Silva
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João Silva

Leandro, você esclareceu uma dúvida minha. Semana passada assisti um filme no Youtube (Quarto de Guerra) no qual um representante de medicamentos “próspero” comete adultério, perde o emprego por roubar medicamentos, perde o aluguel em uma área nobre sendo que o seu automóvel de luxo foi restituído a empresa. Havia uma mensagem subliminar no filme.

Alex
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Alex

Muito bom!

Isaque Santos
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Isaque Santos

Excelente artigo Leandro!

Nos dias de hoje o carro é maior simbolo de status.
E é uma pena que a maioria dos empregados a salariados pensam assim, na primeira oportunidade que a parece, compram ou trocam de carros e assim se perpetua num financiamento.

Mauro Carvalho
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Mauro Carvalho

A bastante tempo tenho percebido que pessoas gastam tudo que tem, e frequentemente o que não tem (contraindo dívidas), para possuírem carrões. A grosso modo falando, se fosse possível virá-las de “cabeça para baixo” não cairia um níquel do bolso de muita gente que age dessa forma, estão atoladas em dívidas, inclusive por conta do carro muitas vezes financiado a perder de vista com juros estratosféricos.

No meu ponto de vista, prefiro trocar de carro de 4 em 4 anos, pagando a vista, e adquirindo sempre veículos na faixa de R$ 45.000,00 a R$ 50.000,00. Dessa forma posso poupar um dinheiro valoroso que de outra forma poderia ser desperdiçado na compra de um carro de luxo. Há de levar em consideração também que quanto mais caro for o carro maior será as perdas proveniente da depreciação natural do veículo, da mesma forma maior será o custo de manutenção e de licenciamento anual do veículo. Então porque comprar um carro de R$ 150.000,00 que vai me proporcionar todo esse desperdício, e no final das contas vai me levar no mesmo lugar que leva um carro de R$ 45.000,00? Carro pra mim é apenas um meio de transporte e nada mais além disso. Não obstante, é assustador que já fui taxado de antipático por pensar dessa maneira.

Por fim, entendo que carro de luxo é pra quem de fato pode, ou seja, para aqueles que não sentirão falta do dinheiro perdido na depreciação natural do veículo, manutenção, licenciamento anual, etc.

UM GRANDE ABRAÇO PRA VOCÊ ÁVILA, E PARA TODOS OS MEMBROS DO CLUBE DOS POUPADORES.
Mauro Carvalho

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Luis Wasques
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Luis Wasques

Mas 4 em 4 anos pra trocar o carro é muito pouco. Imagina comprar um carro de 45.000,00 e ficar com ele 12 anos. Você economizou R$ 90.000,00 no período e ganhou o juros sobre juros desse valor. Pense assim: em 12 anos vc ganhou no mínimo 90 mil sem fazer nada! (apenas deixando de trocar de carro a cada 4 anos). Repare que nestes 12 anos vc não ficou sem transporte e ainda ficou com mais dinheiro. 😉

Jéssica Hartmann
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Jéssica Hartmann

Excelente artigo Leandro. Estou nessa caminhada em busca do tempo livre, e muitos ao meu redor não entendem, pois tem esse pensamento de ter para mostrar o que é, e vivem me questionando de vários assuntos, um deles é a questão do meu carro.
Utilizo do seu site e artigos para tentar mostrar para essas pessoas o porque de estar fazendo isso, e quem sabe conseguir mudar os pensamentos de alguém ao meu redor. Obrigada.

Daniela
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Daniela

Obrigada Leandro pelo artigo. Já fiz a c****** de comprar carro zero, e não dei conta de pagar as parcelas. Primeira e única vez, graças a Educação Financeira e o desprendimento social. Agora tento com delicadeza mostrar ao meu irmão de 21 anos que esse não é o caminho, negando seus pedidos de empréstimo de dinheiro à mim para comprar carro. É chato, da dó pq imagino o que passa na cabeça dele. Mas sei que ele vai me agradecer um dia.

Paulo Cesar Junior
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Paulo Cesar Junior

Leandro, os seus artigos tem me ajudado muuuito a confirmar a minha leitura da “vida financeira”! Obrigado, obrigado!!!

Gabriel
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Gabriel

desde que comecei a trabalhar de bicicleta já recebi várias propostas de compra de carro, é bem isso mesmo, a pessoa acha que andar de bicicleta é dificuldade financeira, coitado não consegue comprar um carro vou dar um ajudinha, e digo mais é essa visão de “carro status” que faz diversas pessoas deixarem de ir trabalhar de bicicleta, “pedalar é coisa de gente careta e pé rapado”, empresários e gerentes não podem andar de bicicleta com o pensamento “o que a empresa vai achar disso?” “como vai ficar a imagem da empresa?”

Bruno
Visitante
Bruno

Tenho meu gol quadrado ano 95 inteiro e me leva pro mesmo lugar que qualquer outro carro leva. Se me perguntar se queria um carrão e tal quem não queria né. Mas não troco meu dinheiro que aplico todo mês recebendo juros para fazer ao contrario e pagar juros. No Brasil não da para fazer esta loucura, tirou da loja ja cai o preço e você continua pagando quase 3x o valor do carro ainda. Ótimo artigo Leandro, vou mostrar para uns amigos meus pra ver se eles acordam pra vida. O ruim é que acabamos saindo como o chato ainda querendo ajudar, como diz em um outro artigo teu. Forte abraço.

Vinícius Mafra
Visitante
Vinícius Mafra

Bruno, Também tenho um gol quadrado 94 que me leva onde outros carros também levam, as vezes ate mais rápido que os carros do ano 1.0. kkkk… Um exemplo: Não pago mais IPVA e faço questão disso, com essa grana “economizada” vou caminhando rumo a tão sonhada independência financeira. Muito melhor ver os investimentos crescerem ano a ano que ter um carro novo que só da gasto. E as vezes vou falar isso para conhecidos e acham que estou viajando… Como disse o artigo, o que importa na nossa sociedade é o status… Triste, pois no futuro tenho certeza que estarei colhendo os frutos de minha escolha e os “bonitão” continuaram pagando juros para bancos e financeiras…

Gustavo Tolfo
Visitante
Gustavo Tolfo

Parabéns.
Excelente texto. Recomendo a leitura do blog para vários amigos.
Tenho certeza que ajuda muita gente e apresenta novas reflexões sobre educação financeira.
Me espanta como tanta gente próxima é simplesmente avessa ao tema.
Abraços.

Paulo Mendes
Visitante
Paulo Mendes

Um dos melhores textos sobre o assunto que já li. Parabens Leandro pela forma clara com que aborda o tema.

Bruno
Visitante
Bruno

Tenho pavor dessa “cultura da ostentação”. Acho isso tão fútil. Tenho um carro bom (um pouco acima da média), mas porque desde pequeno meu pai me ensinou que carro era uma coisa bacana, legal, pra gente curtir em proveito próprio. Não vou ao trabalho de carro e quando vou com ele a algum lugar faço o possível para “escondê-lo” no canto do estacionamento para ninguém ver eu chegando ou saindo, justamente pra não acharem que estou ostentando.

Paulo
Visitante
Paulo

Parabéns pela matéria. Já associei este perfil a vários conhecidos e também a mim a tempos atrás.

Jefferson Trindade
Visitante
Jefferson Trindade

Mais um ótimo artigo Leandro, parabéns!!

Engraçado que nessa semana mesmo estava conversando sobre esse assunto no horário de almoço. Uma senhora que vive reclamando que não sobra dinheiro pra sua família, estava comentando que iria trocar de carro pelo fato do mesmo estar velho (Tucson 2013) e ela está enjoada do carro.

O que mais me deixou surpreso, foi o fato de que, mesmo eu argumentando bastante sobre o juros desnecessário que ela iria pagar e o que ela poderia fazer com o dinheiro pago de juros, a mesma se mostrou incrédula com o meu modo de pensar.

As vezes penso que muitas pessoas gostam de ser iludidas, como se a ilusão fosse uma forma de se conformar com a situação em que ela se encontra.

Débora
Visitante
Débora

Sensacional adorei o texto!!
Algumas empresas não só usam as cenouras para incentivo mas aproveitam disso para fazer um DEUS dentro de seus escritórios, levando seus funcionários a levar uma vida de STATUS mesmo sabendo que não será sustentável, afinal de contas o mercado está saturado e poderá facilmente descartar o imbecil que não despertou no palco na vida.

Abs,
Débora Nunes

Bábiton
Visitante
Bábiton

Sensacional o artigo. E é incrível como algumas pessoas que não tem muito dinheiro sobrando se sentem mais ricos por gastar uma fortuna num carro, quando este dinheiro poderia estar bem melhor empregado. Parabéns por compartilhar seu conhecimento Leandro!

Laercio Moreira
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Laercio Moreira

Muito bom. Parabéns!

edson
Visitante
edson

Muito bom artigo. Essa coisa de mostrar para todos que venceu na vida e está de carrão novo acontece a toda hora. Vários amigos meus cometem esse erro, endividam-se e ainda me criticam por não fazer o mesmo. É triste.

Outra coisa, Leandro. Que bom que você não entrou na onda de vídeos. Eu acho um saco quando o blogueiro deixa de escrever para gravar material audiovisual. Eu não tenho paciência, além do mais, textos são mais práticos de ser assimilados durante o trabalho.

Grande abraço

Cami
Visitante
Cami

Nasci em uma família de pais muito trabalhadores, que construíram um bom patrimônio graças ao suor do seu trabalho e sem dar o passo maior do que a perna. Aprendi com eles a ser prudente e previdente nas finanças e na vida. Quando me formei, fui trabalhar como empregada em uma empresa. Eu mesma estava começando minha vida independente do zero, mas tinha os bens dados por meus pais, e ainda morava com eles em um ótimo apartamento. Naquela época eu tinha um super carrão do ano, top de linha. Sempre andei arrumada, vaidade herdada de minha mãe e também acho que uma boa aparência traz mais credibilidade em relação às pessoas (isso também é uma ilusão, no final das contas). Por causa disso, muitos clientes achavam que eu era a dona da empresa. Inclusive meu carro era muito superior ao do dono verdadeiro. Em determinado momento ele se sentiu tão incomodado com isso, que passou a gastar desenfreadamente, comprando carros, celulares, roupas, “condizentes com sua condição de DONO”. Resumindo: ele não tinha dinheiro próprio para fazer isso, começou a usar o dinheiro da empresa, se afundou, endividou e quebrou. Tudo isso pra se mostrar para os outros. Hoje sou concursada, tenho uma vida condizente com minha renda, vivo tranquilamente e ele, coitado, está no maior sufoco. Lamentável.

HELDER
Visitante
HELDER

Meu comentário é para aqueles que assim como eu ainda esta dando os primeiros passos na para liberdade financeira, seria sobre minha opnião da imagem dos quadrantes Empregado, Autonomo, Dono do negocio e Investidor.
Não é necessário estar em apenas um quadrante.É possivel ser empregado ou autonomo e ir cada mes aplicando em um tipo de investimento que cabe no seu perfil e bolso para ir aos poucos mudando de quadrante.

Abelardo Ladeia Filho
Visitante
Abelardo Ladeia Filho

Leandro, eu recebo em meu endereço eletrônico seus comentários sobre investimento os quais são sempre nota 1000. Agora eu estou precisando de um esclarecimento que não diz respeito a esse último assunto – “Carro de Gerente, carro de diretor”. O que eu gostaria que vc me orientasse é sobre investimento no tesouro direto. Vamos a questão: Com a possível queda nos juros, não seria melhor aplicar no tesouro direto com juros prefixados ao invés de tesouro direito – Selic? Outra dúvida: Com uma aplicação no tesouro direto/Selic e levando esse investimento até o final do prazo, como é calculado os juros da aplicação? Antecipadamente agradeço, Abelardo (Meu endereço: [email protected]

Carlos
Visitante
Carlos

Parabéns pelo artigo. O carro exerce sobre nós um grande fascínio, além disso, é considerado item de primeira necessidade. Precisamos urgentemente sair desse grande teatro para adquirir nossa liberdade.

Manoel Carlos Farias Mota
Visitante
Manoel Carlos Farias Mota

Leandro, muito oportuno seu artigo.
Quando você diz que “a empresa sabe” (iscas) qual é a disciplina que ensina isto para os empresários?

Guilherme
Visitante
Guilherme

O que achei mais interessante desde que passei a ter mais consciência financeira foi o fato de dar bem menos valor a atitudes consumistas. Sinto o mesmo, senão maior, prazer ao ver meu patrimônio se multiplicando a partir dos juros. Claro que não prego uma vida franciscana, exceto se a pessoa quiser, mas a racionalização dos seus gastos depois de se acostumar a poupar e investir é inevitável. Torna-se um ciclo virtuoso.

Jamis
Visitante
Jamis

mandei o link errado, item 3 do link do BB

Évelin Silva
Visitante
Évelin Silva

Melhor andar de moto! kkk

Armando
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Armando

Conheço um caso mais absurdo. Um auxiliar tem o mesmo modelo de carro do gerente. Ao menos o sujeito parece ter se organizado pra isso, se dedica ao trabalho exemplarmente. Pode dar algum incentivo, mas fica aquela sensação de escravidão, não do emprego, mas do bem material.

Sobre segurança, concordo que seria talvez o único motivo pra gastar um pouco mais. Porém aqui é tão ignorado que vários modelos saem só com o que o governo exige. É uma verdadeira depenação.

Windson
Visitante
Windson

Ótimo artigo, abrir a mente para as coisas simples.

Marcelo Williams
Visitante
Marcelo Williams

Parabéns Leandro. Mais um belo texto!

E esse assunto eu adoro e me divirto! Tenho uma fiat uno mille quadrada 2009. Comprei zero e já determinei que ficarei com o veículo por dez anos. Assim, só comprarei outro veículo em 2019 (e à vista!).

Foram várias as vezes em que fui perguntado quando ia trocar de carro. Que com meu cargo público poderia ter um carro melhor, etc. Tento ser gentil, explicando sobre o preço absurdo dos carros no Brasil em comparação com a Europa e EUA; que carro para mim não é símbolo algum; que tenho outros objetivos com meu dinheiro, etc.

É incrível como as pessoas não conseguem alcançar o raciocínio!

Fico grato pelo véu que foi desvendado diante dos meus olhos. Agora enxergo e vejo e faço o que eu quero com meu dinheiro. Não sou marionete das convenções sociais, do consumismo ou dos simbolismos de status e que tais.

Parabéns mais uma vez, Leandro.

CLEBER HOLANDA JUNIOR
Visitante
CLEBER HOLANDA JUNIOR

Olá Leandro e a todos que prestigiam seu blog.

Dentre as figura que você usou, a da cenoura e do funcionário (NÃO importando o nível), me foram impactantes e me fizeram lembrar uma palestra assistida via youtube do Prof. Clóvis Barros Filho, está nesse link:

https://youtu.be/iFhwMrbHt3o?list=PLsT7F3WoeNKNYn4G9UtMXOW6FLK7ubdvR

Recomendo a quem puder/quiser.

Aproveito para parabenizá-lo pela iniciativa em fazer vídeos.
Com certeza alcançará uma abrangência maior.

Abraço a todos

Marcos Arcanjo
Visitante
Marcos Arcanjo

Vídeo totalmente alinhado com matéria do artigo

Lux Textum
Visitante
Lux Textum

Artigo muito interessante! Mostra que muitas vezes a principal motivação de muitas pessoas não é necessariamente o dinheiro, mas sim o status.

Sergio Rodrigues
Visitante
Sergio Rodrigues

Leandro. Perfeito no todo de sua publicação. Inclusive fui um desses que já passou pelo benefício do carro. Hoje já não dou tanto valor a isso. Prefiro investir no equilíbrio trabalho x vida pessoal.

Paulo
Visitante
Paulo

Leandro, você se supera a cada artigo. Realmente, essa cultura da ostentação e status mediante a aquisição contínua de automóveis novos já está enraizada em nossa sociedade. Para mim, é um dos maiores indícios de que o Brasil é um país subdesenvolvido, cuja maioria da população é inculta e altamente manipulável pelos verdadeiros donos do capital e do poder político..

Lucas
Visitante
Lucas

Faz duas semanas que troquei de carro (uno 2003) e agora tenho um Punto 2013 completo. Dei uma entrada com o outro carro e paguei a vista o resto. A diferença é muito grande de conforto e potência. Antes não tinha nem ar-condicionado e era muito sofrido dirigir no verão. Sou contra a ideia de usar o carro como símbolo de sucesso ou para ”ser feliz”. Quero um carro bom para ter conforto. E só.

Wellington
Visitante
Wellington

Boa noite, Leandro.

Seu artigo tem tudo a ver com minha leitura atual: “Desejo de Status”, de Alain de Botton.

https://www.amazon.com.br/Desejo-Status-Cole%C3%A7%C3%A3o-PM-Pocket/dp/8525428809/ref=sr_1_1?s=books&ie=UTF8&qid=1476920623&sr=1-1&keywords=desejo+de+status

livro muito interessante e de linguagem acessível.

Danylo
Visitante
Danylo

Eu e minha esposa somos funcionarios publicos e temos um automóvel com 6 anos de uso com planos para ficar pelo menos mais quatro anos com ele. É popular, porém completo e fazemos manutenções periodicas. A cada vez que pensamos em troca-lo fazemos contas básicas e vemos que abririamos mão de boa parte dos modestos porém regulares investimentos que fazemos além de abrir restringir alguns pequenos prazeres como passear e fazer viagens curtas com as crianças. Ou seja, perderíamos qualidade de vida para ostentar um carro novo na vaga do condomínio. Definitivamente, não vale a pena.

maicon
Visitante
maicon

Recebi a pouco tempo uma grana do FGTS que havia 3 anos retidos, aí pensei, troco de carro ou aplico tudo em ações e TD. Pensei e fiz a coisa certa, não troquei de carro esse valor já cresceu 25%, em média, em pouco mais do que 1,5 mês.
Penso que fiz a coisa certa.
Enquanto amigos meus se gabam que tem carros e viagens, eu tenho investimentos e viagens…

Obrigado Leandro.

W JR
Visitante
W JR

Boa noite! Excelente artigo…Depois que descobri esse site minha visão sobre o dinheiro mudou radicalmente!
Sou militar do ES e me identifiquei com aquele artigo sobre o mal dos empréstimos consignados e desde então estou lendo TODOS os artigos.
Ainda estou no início da caminhada: saneando minhas dívidas, otimizando meus gastos, reduzindo consumo desnecessário, enfim, ainda estou arrumando a casa. Acho que daqui a um ano conseguirei entrar na fase do investimento, por enquanto estou focado em quitar meus empréstimos e criar uma poupança de emergência, já cortei cartão de crédito e cheque especial: como estava devendo ambos e pagando sempre o mínimo, fui ao banco e negociei ambos com juros menores.
Alguma dica extra ou é esse mesmo o caminho? Obrigado e saiba que com esses ensinamentos você me deu uma esperança e evitou mais uma família a ir para um caminho sem volta! Mais uma vez obrigado!!!

Eduardo santos
Visitante
Eduardo santos

Artigo brilhante Leandro, parabéns.

Roberto Baba
Visitante
Roberto Baba

Interessante, porém não seria uma visão brasileira? Ufa ainda bem que acho mais consciente e poder fazer uma boa rentabilidade e acumular patrimônio Basileu do que Imobilizar meu patrimônio em um bem de consumo que perde valor a cada dia ou seja um bem variável. Morei muitos anos fora do Brasil e via esta situação de poder ou status bem diferente do que temos em nossa terra tupiniquim, trabalhei em um Hotel de Tokyo por 6 anos e o *dono* ou seja empresario almoçava conosco todos os dias no refeitório da empresa e dirigia seu próprio veiculo, que ao contrario daqui um veiculo e considerado pelos padrões de 1º mundo um meio somente de transporte ou seja, algo que não reflete o seu poder de *TER* OU *SER*. Vejo no meu dia-a-dia aqui no brasil que as pessoas ou boa parte delas acham que possuir um veiculo é algo essencial para se colocar no mercado ou coisa e tal, porém quando vão comprar algum bem de consumo fazem em parcelamentos a perder de vista ao contrario que acontece lá fora onde pouco se usa cartão de crédito ou seja todos os pagamentos são efetuados a vista, enfim, sinceramente acho muito difícil ou mesmo impossível o Brazil e sua sociedade em sua maioria atingir um nível de conhecimento financeiro razoável pois não fazem disso uma cultura, apenas e simplesmente se colocam a viver o dia a dia e o que vemos e que a cada dia a educação, segurança, cultura e sossego nos são limitados devido a índices de criminalidade crescentes devido a esta falta de conhecimento e pouco desprezo pelo país que tanto dizem que sentem orgulho e amor..

Alisson
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Alisson

Boa noite Leandro, mais uma vez um excelente artigo. Sempre admirei os carros da marca BMW e acredito que sao carros para um publico de alta renda que compram esses carros “a vista”. Alguns anos atras encontrei um artigo na internet explicando que 80% dos carros da BMW sao comprados atraves de financiamento ( o que nao entendia na epoca a razao desse numero). Hoje apos acompanhar seu site ha mais de 1 ano , percebo que eles estao certos, pois e como voce disse, qualquer um pode ter o carro que quiser, porem os que possuem uma Educacao Financeira adequada adquirem esses bens com os ganhos de seus ativos e nao com a troca do seu tempo por dinheiro. Obrigado pela Educacao Financeira que voce nos ensina. Hoje realmemte tenho uma outra visao da vida!

Iranete
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Iranete

Triste é constatarmos que a pressão social pelo ter tornou-se obsessão. Na impossibilidade de consumir, ter, as pessoas estão literalmente tirando suas vidas e de suas famílias. Na minha opinião o consumismo exacerbado é o grande mal do século. Consumo = trabalhar muito =stress = doenças.

Garyo
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Garyo

Boa noite Leandro. Artigo maravilhoso. Parabens.
Eu acho engraçado que na corrida pela independencia financeira (mal interpretada por muitos como corrida pelo dinheiro) eu venho aprendendo a valorizar as coisas mais simples.

Rogério lima
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Rogério lima

Sou empresário e ao long o de 17 anos de empresa acumulei 11 milhões de reais e um apartamento. Muita coisa em renda fixa, muita coisa seguindo os estudos dos artigos do Ávila.

Tenho um filho pequeno. Meu carro é um Fiat bravo. Dou risada dos vizinhos de bmw que não tem nem 500k no banco e podem quebrar a qualquer momento.

Claro, tem uma pressão forte para eu comprar um super carro, até uma vontade.
Mas sigo com o plano de viajar várias vezes ao ano e comer fora quase todo dia com a família. Melhor e quase mais barato.

Vladimir
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Vladimir

Acho que carro não é só status. É indiscutível que marcas premium oferecem mais segurança e conforto. São mais caras justamente por serem veículos fabricados com materiais mais nobres e com um controle de qualidade melhor. Tanto que são mais caros em todo o mundo, não somente no Brasil.
O que eu acho que deve haver é um equilíbrio entre o poupar e o gastar com sabedoria e responsabilidade. Ainda estou longe de conquistar a minha independência financeira, mas estou caminhando para tal. Consigo economizar e investir cerca de 25% da minha renda, mas nem por isso abro mão de ter um carro seguro, confiável e confortável. Possuo um sedan premium com 3 anos de uso que custa menos que sedans médios zero. O gasto que ele me dá é só manutenção preventiva (que não é tão cara quanto a maioria pensa), mas o prazer em dirigí-lo nem se compara com os sedans populares.
Acho que tudo em excesso faz mal. Acredito que poupar em excesso também. Existem pessoas que ficam aficcionadas por isso e esquecem até mesmo de viver, comer bem, tomar um bom vinho, viajar para bons destinos. Enquanto isso a vida vai passando. O mais importante é conseguir equilibrar o trinômio: receitas, despesas e investimentos, usando o dinheiro com sabedoria.

Rodrigo
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Rodrigo

Muito bom, parabéns Leandro.

Daniel
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Daniel

Leandro, seus textos são muito bons e acompanho sempre. Discordo na parte onde você diz que o carro oferecido pela empresa não é um benefício. Eu tenho carro pela empresa, não pago manutenção, seguro e combustível. Também não perco dinheiro com a desvalorização do bem! Para mim é um ótimo benefício sim! O que acontece é que para você não virar refém você deve sempre ter em mente que quando você sair da empresa você “perde” o carro. É só usar a cabeça e ter pelo menos um valor de um carro investido rendendo juros para que você tenha esta segurança.

Frances
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Frances

Leandro, precisou que o meu carro quebrasse para que eu visse o quanto gastava com ele, o conserto sairia muito caro e eu teria que esperar meses para consertá-lo, só que neste tempo gostei de ter mais dinheiro, e ele já está na garagem parado há mais de um ano e não tenho previsão de quando irei andar com ele de novo. Gasto apenas 140,00 com ônibus por mês. Eu não vendo porque teria que pagar o conserto e IPVAs atrasados, além de que venderia por um preço ridículo e se quisesse comprar outro carro depois pagaria mais caro. Estou pagando IPVAs aos poucos e esperando as multas caducarem, no ano que vem não precisarei pagar mais IPVA pois o carro fará 20 anos. Organizo minhas finanças numa planilha, e aos poucos estou conquistando meu patrimônio. As suas dicas têm ajudado bastante! Parabéns pelo trabalho e por ajudar as pessoas!

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