Ignorância alimentar e financeira

Você sabe como a indústria de alimentos fatura trilhões de dólares todos os anos explorando a ignorância alimentar e financeira das pessoas? É sobre isso que vamos falar nesse artigo.

Não é só a ignorância financeira que faz você perder dinheiro. A sua ignorância alimentar faz você perder muito dinheiro do início ao fim da sua vida. Para piorar, muitas vezes essa ignorância acaba resultando em doenças, gastos com medicamentos, tratamentos de saúde, perda de produtividade e até abrevia a sua vida.

O pior é que somos tão ignorantes com relação a maneira como os alimentos são produzidos e vendidos que acabamos cultivando, propagando e até estimulando os nossos maus hábitos alimentares entre os nossos filhos, amigos e parentes.

Antes de continuar assista ao vídeo logo abaixo:


O tumulto logo acima ocorreu recentemente (fonte). Olhando rapidamente, parecem vítimas de uma catástrofe natural, pessoas esfomeadas, lutando por alimentos dentro de um supermercado. Homens, mulheres, idosos e crianças gritam e empurram como se estivessem lutando para garantir a própria sobrevivência.

Só que não é nada disso. O vídeo retrata franceses brigando por um pote de creme de avelã com cacau. Esses tumultos foram registrados em diversas localidades da França, ao mesmo tempo, dentro de lojas de uma rede de supermercados que oferecia desconto no preço de um famoso creme de avelã com cacau.

O funcionário de uma das lojas disse: as pessoas entraram correndo, empurrando e quebrando coisas. Era como uma orgia. Quase chamamos a polícia” (fonte). A polícia chegou a ser chamada em algumas lojas da rede.

A rede de supermercados e a própria fabricante do creme, pediram desculpas publicamente pela confusão. Provavelmente as empresas não esperavam que as pessoas se comportassem como animais diante de uma promoção de creme de avelã.

Após a divulgação do desconto de 3 euros, através das redes sociais, as pessoas saíram das suas casas desesperadas até o supermercado mais próximo.

Para que você possa ter uma ideia sobre o que significa 3 euros, o salário mínimo na França é de 1.480,27 euros que seria algo em torno de R$ 5.800,00 (fonte). Na média, os franceses ganham mais do que um salário mínimo.  O desconto de 3 euros faria alguém que ganha apenas 1 salário mínimo, na França, economizar o equivalente a 0,2% do salário mínimo local. Esses 0,2% de economia diante do salário mínimo brasileiro seria como brigar no supermercado por um desconto de R$ 1,90 ou 0,2% do salário mínimo de R$ 954,00.

Comportamento irracional

Não importa muito se a pessoa vive em uma cidade europeia desenvolvida, se estudou em boas escolas, tem uma boa renda e está com a barriga cheia.

A irracionalidade diante das promoções pode afetar qualquer pessoa que não pare alguns segundos para pensar racionalmente antes de tomar uma decisão de compra.

Não importa se a promoção é de creme de avelã ou de um automóvel. A irracionalidade diante de ofertas e promoções é generalizada.

Muitos permitem que as empresas influenciem e manipulem suas decisões de compra através de propagandas e estratégias de marketing. Nesse vídeo dos franceses, provavelmente, a maioria não parou para refletir se 3 euros de desconto realmente compensariam o esforço e todos os custos envolvidos.

As pessoas largaram suas casas e trabalho, gastaram tempo, enfrentaram trânsito, gastaram com estacionamento e ainda se envolveram em situações de estresse, brigas e descontrole emocional para economizarem 3 euros.

Quantas vezes você fez a mesma coisa e depois, quando parou para pensar, percebeu que o desconto e o produto adquirido não compensaram e não eram tão importantes? Quantas vezes você comprou algo movido por um impulso e depois se arrependeu?

O pior é que nem sempre temos conhecimento suficiente para o arrependimento. Muitas vezes a nossa ignorância nos faz valorizar produtos sem valor como determinado supérfluos alimentares que são totalmente dispensáveis.

 

Muitas vezes, por falta de uma simples reflexão, o barato acaba saindo muito caro.

Você sempre perde quando compra qualquer coisa movido pela emoção, sem um julgamento racional.

Muitas vezes as pessoas compram produtos que não precisam na busca por um sentimento falso de vitória, de ter obtido algum tipo de vantagem, prêmio ou bônus. As pessoas que elaboram as estratégias de vendas das empresas conhecem essas fraquezas e as exploram.

Valorizar o que não tem valor

A capacidade de manipulação das empresas sobre as nossas decisões de consumo vai muito além dos preços e promoções. Elas conseguem fazer com que você valorize produtos que não possuem real valor.

É incrível como aceitamos as ilusões sobre o valor daquilo que as empresas produzem e vendem.

Preço é aquilo que você paga por um produto. Valor é aquilo que você leva para casa. A arte de ganhar dinheiro através da indústria de alimentos está da capacidade da indústria cobrar um preço elevado por coisas que não possuem valor elevado.

Vamos pegar o exemplo desse creme de avelã com cacau. Poderia citar muitos exemplos, mas preciso escolher apenas um para escrever o artigo.

Muitos relacionam o creme de avelã famoso com a imagem de um alimento nobre. Ele é visto como algo especial capaz de “gourmetizar” qualquer receita e a vida de quem o come.

Sabemos que avelã e cacau são alimentos caros, quando são puros, e aceitamos pagar mais por eles. O problema é que nem sempre o que existe dentro da embalagem é exatamente aquilo que você imagina e que aparece destacado na embalagem.

Quando olhamos as letras miúdas dos ingredientes em algum lugar escondido do rótulo, descobrimos a grande arte de faturar trilhões da indústria de alimentos.

Toda a indústria de alimento investe na construção da imagem que as pessoas possuem sobre os seus industrializados através das campanhas de marketing e publicidade.

Toda a comunicação é emocional. Raramente se fala sobre o que realmente estão vendendo, sua composição e os valores nutricionais.

Quando você compra um creme de avelã com cacau, provavelmente imagina que quase todo o conteúdo da embalagem é avelã e cacau.

No caso do creme de avelã do vídeo, a maior parte do que existe dentro do pote é açúcar e óleo de palma. Avelã e cacau aparecem em quantidades ridiculamente pequenas. Observe a ilustração desenvolvida por uma entidade alemã.

Observe na figura acima a quantidade de açúcar. Você deve saber que açúcar é um ingrediente barato. É fácil imaginar como é lucrativo vender açúcar pelo preço da avelã.

Outro ingrediente barato que existe em grande quantidade dentro do pote de creme de avelã é o óleo de palma.

O óleo de palma é um dos óleos vegetais mais baratos que existem no mundo (fonte). Imagine a lucratividade que é vender o óleo mais barato do mundo pelo preço que costumam cobrar pela avelã e cacau. Segundo o site da empresa, a avelã representa apenas 13% do produto.

Nada disso é segredo. No rótulo é possível ver os ingredientes. Eles são listados em uma ordem que segue a maior quantidade para a menor quantidade. Como o açúcar e o óleo de palma aparecem no início da lista isso significa que os dois representam a maior quantidade do conteúdo da embalagem.

A mesma estratégia de vender açúcar e óleo barato por preços elevados é adotada em outras indústrias de alimentos. Você também paga muito caro pelo açúcar e gordura vegetal que representam o maior volume da maioria dos sorvetes, chocolates e doces. A gordura vegetal barata também está fazendo volume nas margarinas, molhos de salada, bolos, tortas, panetones, ovos de páscoa, biscoitos, alimentos fritos e processados.

Vale lembrar que o óleo de palma é o mesmo óleo de dendê, só que o óleo de dendê preserva as características naturais do óleo enquanto o outro passa por processos químicos que retiram o odor, sabor, cor e nutrientes. Com isso, esse óleo barato pode ser utilizado para produzir marcas caras e sofisticadas de produtos alimentícios, cosméticos e até produtos de higiene e limpeza.

Qualidade percebida

Muitas indústrias trabalham dia e noite procurando meios de reduzir o custo dos ingredientes sem comprometer o sabor, textura e a percepção de qualidade.

Para isso, existem aromatizantes e produtos químicos que garantem a cor, textura e aparência dos produtos artificialmente.

Para a indústria, o importante é fazer você acreditar que está comprando algo de qualidade, ou seja, o que importa é a qualidade percebida e não a verdadeira qualidade. Quanto maior o valor que eles conseguem fazer você perceber, mais caro podem cobrar, mais caro você aceita pagar.

O fato é que muitas vezes você permite que as empresas introduzam na sua cabeça a ideia de que os seus produtos possuem grande valor. Você acredita nas propagandas e demais estratégias de marketing e vendas.

Vender uma combinação de ingredientes baratos, como se fossem produtos nobres, é um grande negócio. Sua ignorância alimentar é uma grande oportunidade de negócio.

É importante lembrar que não é papel da indústria cuidar da sua saúde. Você é que deve cuidar da sua saúde.

Não espere que os governos cuidem da sua saúde. Pesquise quais são as indústrias que mais patrocinam as campanhas dos políticos no Brasil e no resto do mundo. Use sua imaginação. Os políticos que fazem e modificam as leis querem continuar recebendo apoio dessas indústrias nas eleições futuras.

Pesquise também quais são as indústrias que patrocinam aquelas pesquisas que aparecem na imprensa mostrando que consumir determinado alimento pode fazer bem para a sua saúde. As indústrias que patrocinam essas pesquisas costumam ser as mesmas que compram publicidade nas revistas, jornais e TVs que divulgam essas pesquisas.

Você é que deve escolher os produtos avaliando a qualidade e os ingredientes. A indústria de alimentos vai cuidar dos lucros dela e você precisa cuidar da sua saúde e do gasto inteligente do seu dinheiro com a sua alimentação.

Quando estiver fazendo compras, lembre-se: alimentos de verdade não precisam de propaganda e muitas vezes não precisam de uma marca. Você não vai encontrar comerciais na televisão motivando você a comer frutas, verduras, cereais, peixes frescos, carne in natura, ovos frescos, etc.

Devemos buscar informações sobre os alimentos que consumimos, pois, o dinheiro que gastamos nesses alimentos é um investimento feito na nossa saúde. Um dia iremos sentir na pele os ganhos ou perdas desse tipo de investimento.

Acredito que o uso inteligente do nosso dinheiro não se limita a escolher bons investimentos ou aproveitar as boas promoções e ofertas que aparecem no comércio. O uso inteligente do seu dinheiro vai muito além disso.

As empresas vendem aquilo que a ignorância alimentar das pessoas demanda, cobrando o preço que elas aceitam pagar.

Se as pessoas tomarem decisões mais inteligentes no momento de escolher aquilo que consomem, as indústrias naturalmente irão se adaptar. Uma população consciente exige mais qualidade e a indústria passa a oferecer mais qualidade.

O que devemos realmente combater é a ignorância em todas as suas formas. Devemos investir em livros, cursos e outras fontes de conhecimento.

Dica: Segue a dica de uma aula gratuita online (visite aqui e clique no botão laranja), que é uma demonstração de um curso sobre alimentação forte, que eu já fiz e recomendo.

Continue aprendendo...

Se você gostou desse artigo, tenho certeza que também vai gostar da série de ferramentas, planilhas e livros que preparei para ajudar você. São conhecimentos e ferramentas que desenvolvi para o meu uso e que agora estou compartilhando entre os meus leitores. Clique aqui para conhecer os livros.
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Sobre o Autor:

Leandro Ávila criou o Clube dos Poupadores por acreditar que o conhecimento é uma riqueza que se multiplica quando dividida. Compartilhando o que sabemos, criamos um mundo melhor. Conheça os livros que ele escreveu sobre educação financeira, investimentos financeiros e imobiliários.

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Pedro
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Pedro

Caro Leandro, antes de você publicar o artigo no antigo site, eu já havia adquirido o e-book do Rodrigo Polesso mas somente consegui colocar em prática após a leitura dos seus dois artigos. Quando irá colocá-los novamente no ar? Grande abraço,
Pedro.

Fabio
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Fabio

Seu texto veio a calhar, ACABEI de comprar vinhos na Wine porque hoje estava com frete grátis. Eu precisava? Certamente não…

Luiz Paulo Guimarães
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Luiz Paulo Guimarães

Excelente o exemplo do,vídeo. Retrata o nosso dia a dia, as nossas “black friday”, a ânsia de comprar simplesmente porque o produto está em liquidação. Enfatizo sempre em minhas palestras a técnica das três perguntas: eu preciso? eu posso? tem que ser agora?

Bernardo Caires
Visitante

Leandro, parabéns pelo texto. Acho que o pior é que a falta de inteligência de muitas pessoas acaba sendo facilmente multiplicada… o dito boca-a-boca acaba disseminando tudo… o que presta e o que não presta.

Jacqueline
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Jacqueline

Muito bom! A Rita Lobo desenvolveu uma série no canal panelinha do youtube em que ensina o que é a comida d verdade. Depois que aprendi a ler rótulos das embalagens evito bastante alimentos inúteis. Alimentação saudável é investimento com certeza. Diversos estudos tem apontado a ligação entre doenças degenerativas e má alimentação. A longo prazo cair no onda das propagandas e modismos pode resultar em pagar remédios caros, cuidadores, hospital etc, muito precocemente. É preciso conscientizar a todos dessas consequências. Inclusive porque recairá inevitavelmente para a sociedade a conta.

Alessandra
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Alessandra

Perfeito! Além de pagar caro por produtos que não possuem a qualidade que justificaria o preço, grande parte desses produtos industrializados é veneno, isto é, causa problemas de saúde. Pode ser confortável e prático comprar tudo pronto, mas o que é prático nem sempre é saudável.

Daniel
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Daniel

Excelente artigo, Leandro! Eu já tinha visto esse vídeo e fiquei pasmado como as pessoas agem como se estivessem hipnotizadas e desesperadas por um produto que tem em sua maior composição açúcar.

As fabricantes de alimentos disputam o paladar do público misturando nas fórmulas de seus produtos quantidades cada vez maiores de açúcar e gordura. Aliás açúcar e gordura são os grandes vilões e tem relação direta nos problemas de saúde como obesidade, hipertensão e diabetes. Exemplos: Sorvetes, doces, bolos, bolachas recheadas.

Gostaria de citar outro exemplo: Com poucas gramas de pipoca, um pouco de óleo vegetal e uma pitada de manteiga e sal, torna-se a pipoca um dos negócios mais lucrativos do mundo.

É uma das poucas onde a matéria prima (milho) é vendido por peso e o produto final é vendido por volume. Na verdade vendem alguns poucos grãos de milho que depois de terem estourados ficam cheios, ocupando grande volume.

Não por acaso que grande parte do lucro das salas de cinema de todo o Brasil não está no ingresso para assistir o filme mas no lucrativo negócio de venda de pipoca.

No link abaixo há uma matéria mostrando que em São Paulo já há salas de cinema que o preço da pipoca já passa dos R$ 70,00.
http://economia.estadao.com.br/noticias/geral,preco-da-pipoca-em-salas-de-cinema-de-sao-paulo-ja-passa-dos-r-70,1505530

Faço das suas palavras as minhas porque sigo o mesmo caminho “O que devemos realmente combater é a ignorância em todas as suas formas. Devemos investir em livros, cursos e outras fontes de conhecimento….

Abraço

Arthur O.K.
Visitante
Arthur O.K.

Muito boa a associação da ignorancia alimentar com a financeira. Eu citaria de exemplo também os “sucos” em caixinha ou em pó, que são puro açucar também. E o que falar das “sopas” de pacotinho? Só macarrão,sal e aromatizantes. E o gosto nem fica bom. Nada melhor que uma comida caseira, feita com ingredientes naturais. Bom para a barriga e bom para o bolso!

Aline Amaral
Visitante
Aline Amaral

por isso que não tenho TV em casa…. lavagem cerebral em tornar o errado popular e fácil. Adorei a imagem do pote pra compartilhar com amigos….

Wellington
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Wellington

Os livros do Michael Pollan sobre alimentação são muito bons, ele tem até um documentário no Netflix, chamado Cooked.

Lucas
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Lucas

Existe algo na psicologia chamado ”mecanismos de defesa da razão”. É algo natural do cérebro e usado para muitas situações. Exemplo: A racionalização. O sujeito fuma e quer largar o cigarro mas não consegue. Então ele começa a procurar motivos racionais que justifiquem seu comportamento – ”Ah, mas fumar nem faz tão mal assim – ” tanta gente que fuma e chegou aos 90 anos” etc. Com a alimentação funciona igual. Muitas pessoas usam a comida de forma emocional para descontar seu stress ou suas frustrações. E se você fala que é preciso se alimentar melhor sempre tem a clássica frase ”eu quero aproveitar a vida”. O pior ainda são os que acreditam que a boa alimentação é por estética ou não ser gordo é seguir um ”padrão imposto pela sociedade”. Tudo que se faz de ruim ao corpo ele um dia irá cobrar, e ele cobra muito caro.

Joel
Visitante
Joel

Olá Leandro muito obrigado por mais um artigo de valor. Acredito que seja possível tirar várias lições desse artigo, a que mais me chamou atenção foi a capacidade do ser humano em se comportar como marionete nas mãos das Corporações e das tradições sociais. No ano de 2007 eu tive uma namorada que tinha o hábito de frequentar lugares caros, chiques e de status, nas suas conversas era comum ela demonstrar que se associava à coisas, pessoas e marcas famosas ou exclusivas; e detalhe ela não trabalhava, morava com os pais que pagavam todas suas despesas inclusive a faculdade, e o mais irônico é que cursava o quarto ano de medicina e iria se especializar em “Psiquiatria” Concordo com você quando diz que em todos os níveis há irracionalidade envolvendo o uso do dinheiro, eu penso que essa essa necessidade transloucada de se associar a símbolos de prestígio seja para preencher a insatisfação e o vazio que jaz no interior..

keila
Visitante
keila

otimo artigo, como sempre. vale cada minuto da leitura

Toni Dias Júnior
Visitante
Toni Dias Júnior

Muito bom Leandro o artigo! Acompanhei os artigos no trancesdencia e agora no intrasenso, te agradeço por compartilhar de forma gratuita tamanho conhecimento. Parabéns!

gisele
Visitante
gisele

Muito bom!Faça mais com temas assim por favor…

Leandro
Visitante
Leandro

Excelente artigo. É bom que as pessoas tenham ciencia de que a maioria desses produtos gourmetizados nada mais é do que apenas um amontoado de ingredientes de baixo custo.
Desse mal me sinto vacinado. Esse produto em especial nunca chamou minha atenção apenas de maneira negativa, pois sempre achei um produto altamente gourmetizado.
Sobre a questão de ser irracional a ponto de quase sair no soco por uma oferta dessas, normalmente acabo fazendo justamente o contrário, prefiro pagar um pouco mais caro justamente para não me incomodar.

Juliano
Visitante
Juliano

Outro dia estava no supermercado, parei no início de um corredor que tinha de um lado várias marcas de biscoitos e do outro salgadinhos e me veio o pensamento: Só tem lixo sendo vendido aqui! Observei também, que nesse corredor haviam várias pessoas, crianças e adultos, enchendo os carrinhos com esse tipo de produto, sem ao menos pensar no que estão consumindo, a maioria deles já com sobrepeso. Outra armadilha que a indústria utiliza é a facilidade de preparo, vende-se muito lixo principalmente por estar pronto para o consumo.

Daniela
Visitante
Daniela

Excelente artigo. Muito boa a leitura. Desde pequena meu pai me falava exatamente isso, principalmente em relação à ovos de páscoa. Claro que existem muitos exemplos a respeito deste assunto, mas os ovos de páscoa para mim são um absurdo!
Já vi no mesmo supermercado, uma barra de chocolate com o dobro do peso de um ovo de páscoa, custando 3x menos! Como meu pai dizia, enquanto houver pessoas pagando por isso, é isso que vamos ter no mercado.

João Paulo
Visitante
João Paulo

Assistindo ao vídeo lembrei exatamente das Black Fridays em postos de combustível.
Aquela imensidão de veículos parados na cidade inteira, perdendo mais de horas em filas, para economizar no final R$ 10,00.

marcel
Visitante
marcel

Mudei minha alimentação recentemente e passei a considerar melhor o que compro no supermercado.

Tem coisas que não faz muito sentido comprar para consumir em casa, por exemplo, sucos (e outras bebidas) em caixinhas. Você pode fazer um suco rapidamente em casa e ingerir suco de verdade, não conservantes e açúcar. Até aceito beber quando estou fora de casa e não tenho outra opção melhor, mas nunca em casa.

Delivery de comida também é algo que não uso. Prefiro reservar esse dinheiro para ter a experiência de comer fora de casa ocasionalmente. Quando estou em casa, preparo minha comida.

Reduzi drasticamente o consumo de biscoitos e outros snacks e os substituí por frutas. Além de mais baratos, são mais nutritivos.

JEFFERSON FERREIRA
Visitante
JEFFERSON FERREIRA

Isso acontece com a famigerada whey protein, é vendida uma ideia totalmente enganosa sobre saúde e estética, e de uma forma geral são péssimos produtos também na qualidade.
Ainda bem que me livrei dessas porcarias como bcaa, creatina e glutamina…que só custam caro e nada mais, alguns nem absorvidos pelo organismo são como a carnitina…

Johnny
Visitante
Johnny

Excelente texto, Leandro!
Concordo plenamente. Há algum tempo tenho melhorado drasticamente minha alimentação e o cuidado com a minha saúde. Esse é, sem dúvida, um dos melhores investimentos que podemos fazer durante a vida.
E é tão ridícula essa situação de irracionalidade na hora de comprar, que é possível perceber que consumir certos produtos (como esse que você usou no exemplo), faz com que as pessoas se sintam até mesmo superior às outras que não têm condições de comprar (porque além de prejudiciais à saúde, ainda são caros!).
Continuemos lutando pela disseminação do conhecimento, resgatando as pessoas da ignorância.
E como diz Julius (da série “Todo mundo odeia o Cris”): “O desconto é maior se eu não comprar”. rs
Grande abraço

Robson
Visitante
Robson

Ótimo texto, Leandro.

Algo parecido com o que ocorreu com o creme de avelã com cacau na França é o que frequentemente ocorre em postos de gasolina. Filas quilométricas se formam quando o litro está R$ 0,20 mais barato (às vezes nem isso). Ou seja, mesmo enchendo o tanque, a economia não passará de uns 10 reais. Agora me diga… Será que essas pessoas acham que 10 reais mudará alguma coisa na vida delas? Será que os 30 min (ou mais) de tempo de vida que elas gastarão na fila valem 10 reais? Não seria melhor usar este tempo para crescer intelectualmente e adquirir conhecimento para realmente ganharem dinheiro para não precisarem se preocupar com esses 20 centavos de desconto?

Enfim, o comportamento de manada e a falta de reflexão sobre as próprias atitudes é o que acaba fazendo com que apenas pouquíssimas pessoas tenham uma existência nobre e produtiva, sem contribuir para deixar esse incrível planeta cada dia pior. Desculpe o tom de desabafo, mas às vezes é difícil enchergar uma luz no fim do túnel do jeito que vão as coisas. E o pior é que as consequências disso acabam sendo sentidas por todos, e não apenas pelos “culpados”. O que podemos fazer é cuidar de nós próprios, mas isso não nos protegerá das consequências das atitudes de terceiros, pois acaba virando um mal sistêmico que afeta a todos…

Grande abraço.

Ricardo Vaz
Visitante
Ricardo Vaz

Leandro, ótimo texto. Sem querer fugir muito do assunto, mas enfocando na raiz “O que devemos realmente combater é a ignorância em todas as suas formas… “. Uma das coisas mais caras que temos o direito de usar, é o nosso voto. Provavelmente você conhece um vídeo que circula nas redes, chamado o Ranking dos Políticos. Pretende ser uma ajuda isenta, imparcial e gratuita (que nem “free lunch”) para você escolher seu candidato. Analisado com inteligência vê-se facilmente que se trata de uma empulhação para desavisados acreditarem numa ajuda nem isenta nem imparcial, que induz a votar em muitos dos piores políticos que lá já estão, e não votar nos melhores. Para chegar ao ranking se utilizam de falsas tecnicidades e critérios sem escrúpulos. Vejo pessoas com boa formação repassarem esse ranking pelas redes, certamente sem se dar conta da enganação. Se você não conhece vídeo eu gostaria de repassá-lo para sua análise. É revoltante!

Eduardo
Visitante
Eduardo

Uau, que artigo é esse! Mil Parabéns!

Marcos Alves
Visitante
Marcos Alves

Muito bom artigo, Leandro. Quero sugerir ainda o livro Sugar Blues de W. Dufty. Ele conta toda a história de todo este açúcar (sacarose) que é adicionada indiscriminadamente nos alimentos que adquirimos, como o caso do creme de avelã e dos sucos anteriormente citados.

Renata
Visitante
Renata

Olá Leandro! Verdadeiramente precisamos fazer essas reflexões todos os dias o tempo todo. Depois que comecei a estudar educação financeira eu melhorei muito pois uma liquidação pra mim era o “paraíso”, não fazia reflexão alguma, só pensava no mais cômodo para me “beneficiar” no momento. Depois aquele acúmulo de coisas sem propósito. Bem alertado sobre os alimentos e assim deveríamos fazer nas diversas áreas da nossa vida, ponderar os prós e os contras do consumo efetivo. A correria do dia-a-dia muitas vezes não nos permite e seguimos o fluxo, porém, até mesmo essa correria deveria ser repensada. Obrigada mais uma vez.

Rafael Castro
Visitante
Rafael Castro

Parabéns Leandro, mais um artigo sensacional que sempre faço questão de compartilhar com amigos.

Ivo de Souza
Visitante
Ivo de Souza

Olá Leandro,

Ótimo artigo, essa valorização de produtos que não têm valor é visto também nos carros, onde são de plástico, materiais de péssima qualidade, apresentam o mínimo de segurança e as pessoas compram mesmo assim, sem falar de celulares…

Marcelo Williams
Visitante
Marcelo Williams

Excelente artigo, obrigado Leandro.

Ano passado ingressei no Código Emagrecer de Vez e minha vida mudou realmente. A alimentação de verdade nos leva para um caminho sem volta. Li vários livros fantásticos sobre alimentação, e indico o livro SAL, AÇUCAR e GORDURA, do Michael Moss. Nada será como antes….

ELIANE
Visitante
ELIANE

Muito interessante e verdadeiro!

Tiago Nóbrega Morato
Visitante
Tiago Nóbrega Morato

Olá Leandro. Muito boa a matéria. Realmente é comum ver muito alvoroço por promoções que não tem o menor impacto na vida financeira das pessoas. Mas te um ponto em que discordo da sua análise. Você cita que a percepção dos clientes de que chocolate ou creme de avelã serem produtos nobres está relacionada ao valor e raridade de suas matérias primas. É claro que a raridade de uma matéria prima entra na composição do preço do produto. No entanto, para bens de consumo e serviços, geralmente isso não é o principal determinante do preço. De fato, se já tiver provado outros cremes de avelã industrializados que não o da marca acima, deve saber que o sabor é bem inferior. Além disso, independente da composição química, é uma marca antiga e que acompanha os consumidores desde a infância, geralmente compondo boas memórias – Por mais que não seja racional considerar isso, as lembranças passadas afetam a nossa percepção de sabor (e de valor) de um produto. De fato, acredito que praticamente tudo que consumimos tem um valor de mercado arbitrário, baseado muito mais em oferta e demanda, valor percebido, patentes envolvidas, status social gerado pelo item de consumo (entre outros) , do que no custo das matérias primas.

Bruna
Visitante
Bruna

Olá Leandro, eu amo os seus textos, aprendo muito com todos! Obrigada por sua dedicação!

Luis
Visitante
Luis

Como sempre, excelente artigo Leandro.
Acho que um dos melhores exemplos no Brasil é o mercado automobilístico. As indústrias anunciam e vendem essas verdadeiras “carroças” que chamam de carros. As pessoas colocam a culpa nos altos preços dizendo que é devido ao excesso de impostos, mas na verdade a culpa é de quem aceita comprar essas “latas” ambulantes e por preços exorbitantes. Mas como ter carro significa ter status, as pessoas aceitam comprá-los e na maioria das vezes financiado e acabam não conseguindo pagá-los.

Jorge Francisco Leme
Visitante
Jorge Francisco Leme

Boa noite Leandro, excelente artigo…
Tenho uma empresa de alimentos naturais , trabalho só com produtos orgânicos produzido no Sítio do meu pai.Diariamente observo muito a ignorância das pessoas em relação a alimentação saudável, e é através dessa ignorância é que as grandes organizações estão aproveitando para aumentar seus lucros.

Ricardo
Visitante
Ricardo

Olá Leandro. Como diz aqui no RS: ” Baita texto”. Também tenho procurado melhorar a alimentação. Existe um app alemão muito bom, ele faz parte de uma série que combina exercícios com o peso corporal com alta intensidade ( é o que faço), coach de academia e corrida. Comecei a comer comida de verdade a partir dele. Comecei a frequentar lugares dentro do supermercado e a sentir sabores de alimentos que jamais poderia sentir se continuasse a comer o que a indústria tenta colocar em nossa mesa. Hoje consigo realmente sentir o açúcar de uma fruta. Em relação a gastos, hoje como mais ( 6 refeições por dia), melhor e gasto até menos que antes. Como diz meu sogro no auge dos 78 anos com corpinho de 40: “O que eu gasto em comida de qualidade, economizo em remédios”.

Mauricio
Visitante
Mauricio

Já faz alguns anos que, por algum motivo que não sei, passei a sentir repulsa dessas coisas industrializadas do supermercado. Não compro mais e não me fazem falta coisas como bolachas, chocolates, sucrilhos, bombons, sucos de caixinha, balas, iogurtes, etc. Mas lembro que passei por um período de transição em que eu ia no supermercado e sempre ficava procurando alguma guloseima. Cada vez ficava mais difícil escolher alguma coisa, pois nada parecia valer a pena comprar, até que parei de procurar essas coisas. Pensando bem, é muito difícil mesmo encontrar alimentos prontos de qualidade, e isso inclui também as coisas que se vende em restaurantes, lanchonetes e afins. Por isso ultimamente prefiro fazer as coisas em casa, porque aí sim eu sei a qualidade do que eu como.

Tiago
Visitante
Tiago

Olá Leandro, legal e muito interessante a forma como foi abordado o artigo.

A indústria de alimentos cada dia que passa bate recorder de faturamentos,
introduzem no mercado produtos com embalagens sofisticadas, mas com
qualidades zero, ao decorrer dos anos, pessoas ficam doentes, enfermas
não pela idade avançadas e sim pela alimentação errada durante anos e anos.

Acredito na seguinte tese, não devemos nos privar de tudo, mas, sim consumir
com inteligência, nada substitui uma alimentação saudável com frutas, legumes,
grelhados etc.

Consumir alimentos saudáveis durante toda a vida é um dos melhores investimentos
que podemos fazer em nós mesmos, pois, o segredo da vida está em três palavras:
Simples, equilibrado e controlado..

Essas três palavras deve fazer parte de nossas vidas durante toda a nossa existência.

Muito bom o seu arquivo Leandro.

Acompanho diariamente o seu trabalho.

Ariel
Visitante
Ariel

Ótimo artigo Leandro. Uma coisa que sempre me chama atenção nos supermercados são os panfletos de promoção. Você já percebeu qual tipo de alimento que sempre está em promoção? Tirando as frutas e verduras o restante é sempre muito porcaria. Abraço

Dionísio
Visitante
Dionísio

Bom dia Leandro, excelente essa matéria, compartilho de sua opinião, as pessoas são facilmente enganadas pelo seu próprio ego.

Pedro Farol
Visitante
Pedro Farol

Excelente artigo! Serei nutricionista daqui alguns anos mas mal me formei e já vem amigos e parentes atrás de dietas e fórmulas mágicas para o emagrecimento e hipertrofia. Não tem jeito, até pra serviços prestados de forma pontual, como a prescrição de uma dieta, ainda sim o que mais vale é o nível de conhecimento do paciente. Formação, informação, conhecimento e sabedoria são sempre os melhores serviços que se pode comprar (e em muitas vezes de graça) para se ter maior qualidade de vida e longevidade. Vou fazer igual a vc, Leandro… quando me perguntarem qual a melhor dieta ou alimento (investimento, no seu caso) vou dizer: sua própria instrução (só espero não perder muitos clientes por conta disso rs ). Abraços.

Ilson Zenker
Visitante
Ilson Zenker

Parabéns pelo texto Leandro. No vídeo do creme me chamou atenção como essas “promoções” fisgam pessoas de todas as origens.Tenho para mim que duas mulheres árabes também estavam se engalfinhando em busca de um produto tipicamente ocidental.

Gabriel
Visitante
Gabriel

É impressionante, Leandro, como a ignorância nos afeta de tantas e tão variadas formas. Obrigado por esse texto maravilhoso e pelo tempo a nós dedicado.

Fábio
Visitante
Fábio

Muito bom o artigo. E sua essência server também para automóveis, relógios, celulares, móveis…. em resumo, para todo produto que consumimos em geral. Devemos saber o que precisamos e qual o produto irá atender de forma mais objetiva e racional. E não ficar olhando os “melhores do mercado” que se resumem a um marketing forte e hipnotizador. Não temos que esperar para acordar somente depois que já compramos, temos que refletir e aprender com os erros de consumo que já cometemos.

Guilherme
Visitante
Guilherme

Bela matéria.

A irracionalidade, de fato, não conhece origem, instrução e beleza. Todos estamos fadados a ela e, por isso, precisamos estar atentos sempre.

Abandonei um vício pernicioso que tinha: comprar cervejas artesanais. Quando um mercado local fazia promoção delas, pessoas faziam filas a partir das 6h da manhã, enchiam carrinhos com álcool em prol de um pretenso desconto. Duvido que essa pessoa acordaria 4h da manhã para trabalhar, mas acordou para comprar cerveja artesanal com desconto. E eu me incluía nisso. Felizmente, abandonei esse hábito, muito por força do que li aqui no CP. Agradeço muito.

Já tive hábito de comprar um relógio por ano, também. Roupas de marca. E por aí vai.

Nem sempre se é para nos fazer feliz, que o objetivo será nobre. Temos que reavaliar nossos hábitos constantemente.

Mas a vida é isso. Sempre evoluindo um pouco a cada dia. Sem neurose.

Abraços.

Cristina
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Cristina

Muito obrigada por este artigo Sensacional!! Abriu meus olhos, e tenho certeza que de muito mais pessoas que buscam o conhecimento. “Combater a ignorância” é o que o Brasileiro precisa!

tiago torres
Visitante
tiago torres

Oi Leandro, adorei seu artigo! Eu venho cuidando muito da saude (comprando alimentas na feira livre) e das financas. É impressionante como já temos uma sociedade “doente” e tenho medo do futuro, que vai ser uma sociedade MUITO mais doente e vivendo mais. Nunca se viu tanto Alzheimer, e as pessoas acham que a alimentação nao tem nada a ver, pelo contrario, tem TUDO A VER. O Gluten contido no trigo modificado ta prejudicando a saude de grande parte da populacao. É o que voce diz, a insdustria quer ganhar dinheiro, e quem tem que cuidar da nossa saude, somos NÓS MESMOS! Excelente! muito obrigado por compartilhar!

Valdecir S.
Visitante
Valdecir S.

Parabéns, Leandro! Mais um grande artigo.

Edmilson
Visitante
Edmilson

Oi Leandro. Mais um ótimo artigo. Depois que comecei a me educar financeiramente (por meados de 2016), percebi que se eu quero ter uma aposentadoria aproveitável, tenho que focar na minha saúde. Passei a me alimentar de forma mais saudável e a fazer mais exercícios. Como tenho espaço em casa e sou especialista na área, montei canteiros para cultivo de minhas hortaliças. Tenho me alimentado quase exclusivamente do que tenho produzido (80%). Para minha satisfação, reduzi os gastos com restaurantes, perdi peso considerável e ainda tenho uma forma de tirar meus filhos de 4 e 8 anos da frente da televisão. Meus amigos tem ido em casa pra ver como faço e sempre levam algumas plantas como presentes, e como forma de incentivo sempre uso este jargão:”Produzir o próprio alimento é como imprimir seu próprio dinheiro”. E realmente é! Forte abraço!

Shirley
Visitante
Shirley

Leandro, um dos melhores artigos que já li sobre o assunto! Pessoas conscientes e informadas questionarão rótulos, embalagens e conteúdos antes de adquirir o produto, e fabricantes e distribuidores não querem isso! Informação, reeducação alimentar e conhecimento são o tripé para vencer as dificuldades nessa e em outras áreas da vida.

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