Coisas não te fazem ser rico. Dinheiro é que faz.


Ter muitas coisas não te faz rico ou rica. Ter dinheiro é o que te faz financeiramente rico. É simples de falar, mas difícil de entender.

Dependendo das coisas que você tem mania de comprar, você ficará cada vez mais pobre, na medida que insistir em sentir o gostinho de ser rico sem realmente ser.

Recentemente visitei um condomínio de uma dessas construtoras que vendem imóveis financiados pelo programa “Minha Casa Minha Vida”. Era um condomínio popular com apartamentos pequenos e baratos. A situação curiosa estava no estacionamento do condomínio. Encontrei um festival de carros luxuosos sob o sol forte (o estacionamento não era coberto) que valiam o preço de um apartamento ou, em alguns casos, o dobro do preço de um dos apartamentos do condomínio.

Se eu retornar 5 ou 10 anos depois, o apartamento terá mantido algum valor ou até valorizado, dependendo da situação do mercado imobiliário no futuro, mas uma coisa é certa, aqueles carros caros que vi perderão mais da metade do seu valor, sem contar os custos fixos gerados por impostos, taxas, seguro e manutenção cara. O patrimônio dos seus donos terá encolhido. É tentando parecer rico que você ficará cada vez mais pobre.

No estacionamento do prédio onde moro não é muito diferente. Posso ver um jaguar novo estacionado do lado de um celta velho e o mais curioso é que isso não me diz nada sobre qual dos dois vizinhos é mais rico. Existe até uma grande probabilidade do vizinho do celta ter mais dinheiro (e menos dívidas) que o vizinho do jaguar. O mesmo vale para os seus vizinhos, amigos e conhecidos que compartilham fotos dos seus bens nas redes sociais.

Enquanto isso, nas redes sociais: “Olá amigos!. Esse é o meu carro novo. Só não gostei da cor. Branco suja muito”.

 

Recentemente Jeff Bezos, fundador e atual presidente da Amazon, ultrapassou o Bill Gates, fundador da Microsoft, no topo do ranking dos homens mais ricos do mundo da revista Forbes (fonte). Em 1994, aos 30 anos, Bezos largou o emprego que tinha em uma famosa empresa em Wall Street para abrir uma loja online que vendia livros. Apenas 5 anos depois faturava 1,6 bilhão de dólares por ano e tinha 8,4 milhões de clientes. Atualmente sua fortuna pessoal está na casa dos US$ 90 bilhões.

A grande pergunta é a seguinte: Se você tivesse R$ 1 milhão de reais no banco, qual seria o seu carro? Agora imagine qual seria o seu carro se você tivesse R$ 1 bilhão no banco. E se o seu patrimônio fosse de 282 bilhões?

Aston Martin MA RB 00 é o carro mais caro do mundo (US$ 3,9 milhões) .

Com o dólar valendo R$ 3,12 a fortuna do Jeff Bezos é de R$ 282 bilhões. Ele poderia comprar o carro mais caro do mundo (foto acima) comprometendo 0,004% do seu patrimônio e mesmo assim não foi isso que ele fez (fonte). O segredo é poder fazer e não fazer.

Jeff Bezos dirige um Honda Accord 1996 avaliado atualmente em US$ 4 mil (fonte). Se você não entende por qual motivo um bilionário dirige um Honda velho talvez você ainda não tenha entendido a maneira como os milionários ou bilionários pensam. As coisas que você compra não dizem nada sobre sua riqueza financeira. É poder comprar e não comprar que faz você rico.

Um dos homens mais ricos do mundo e o seu Honda 1996.

Certamente Jeff preferiu investir dinheiro nas empresas dele e não na compra de carros luxuosos e esportivos nos últimos anos. São as ações de sua empresa que o fazem rico. Ele foi o homem mais rico do mundo por algumas horas depois que as ações da sua empresa abriram no dia 27/07/2017 em alta de 1,6%, acrescentando US$ 1,4 bilhão ao seu patrimônio (ele é dono de pouco mais de 16% da Amazon). Poucas horas depois, ele perdeu US$ 6 bilhões (fonte) e voltou para sua posição de segundo homem mais rico. Isso certamente não mexeu com suas emoções. Muitas vezes ficamos preocupados com algumas migalhas que perdemos no curto prazo na renda variável. Não entendemos a mentalidade correta com relação ao ganha e perde do curto prazo como natural, quando o nosso foco é o longo prazo. (veja um ebook gratuito sobre essa mentalidade do investidor).

Bill Gates, que voltou a ser o homem mais rico do mundo, gosta de Porsches velhos como o seu antigo 911 Carrera com mais de 100 mil rodados e o 959 Coupé (US$ 225 mil). Em 2012, seu 911 de 1979 foi leiloado por US$ 80 mil (fonte).

Outro bilionário que não se preocupa muito com o “status social” do modelo de carro que dirige é o dono do Facebook.

Mark Zuckerberg, dono do Facebook, um dos 10 mais ricos do mundo, entrando no seu Honda Fit velho. Foto de 2013.

Mark Zuckerberg, dono de um patrimônio de US$ 71,8 bilhões, escrevendo uma mensagem de texto enquanto espera a abertura do sinal no seu famoso Golf GTI da Volkswagen (foto de 2014).

Se você tem um salário elevado ou tem uma capacidade de economizar muito grande, você pode dar dois destinos para o seu dinheiro quando o foco é riqueza financeira.

  1. Você pode “investir” esse dinheiro para parecer rico;
  2. Você pode investir esse dinheiro para se tornar rico.

Parecer rico é bem mais fácil. Compre um jaguar como o do meu vizinho ou qualquer outro carro luxuoso e esportivo da moda. Você pode parcelar em 60 vezes, pois ninguém vai ficar sabendo que você pagará um jaguar para você e outro para o banco na forma de juros e taxas (veja aqui). Se você tem uma renda boa e as prestações do jaguar cabem no seu orçamento, ótimo, seus vizinhos que enxergam os carros como indicadores de sucesso profissional (veja mais aqui) terão uma boa imagem de você. Isso já será suficiente para parecer rico e basta se divertir com a ilusão.

Já se você escolher a opção dois, terá que se preparar e ser forte para enfrentar diversos desafios. Seu estilo de vida estrategicamente simples vai incomodar muita gente, especialmente os que souberem que você poupa e investe com o objetivo de fazer aquilo que eles nem sonham em fazer que é atingir um elevado nível de independência financeira.

Talvez você tenha de ficar com o seu carro velho por muitos anos. Talvez tenha que andar de transporte público por muito tempo, mesmo tendo condições financeiras para comprar o ônibus que te transporta por alguns reais.

Você terá que enfrentar a mentalidade pobre e enrijecida pela falta de educação financeira de uma sociedade que cresceu construindo seus valores sobre dinheiro assistindo os capítulos das novelas das oito.

Para parecer rico honestamente você só precisa trabalhar como louco, antecipar a compra dos símbolos de riqueza do imaginário popular, através das dívidas, e depois pagar suas prestações rigorosamente em dia para não sujar o próprio nome. Os pobres de espirito (pobreza ética e moral) podem trilhar caminhos tortuosos por meios obscuros para atingir os meus fins, como esses aqui.

Já para ser rico de verdade, sem fantasia, sem atalhos e por meios justos, você precisa aprender a ganhar mais e ao mesmo tempo gastar com mais inteligência seguindo o caminho da retidão. Vai precisar desenvolver virtudes como a paciência, disciplina e a ética. Vai ser obrigado a aprender sobre investimentos para que o seu dinheiro renda acima da média. Vai dedicar tempo aos estudos, especialmente no começo quando as barreiras de entrada são evidentes.

A estrada dos caminhos tortuosos tem entrada franca (é grátis) e esconde suas dificuldades futuras. Já o caminho reto exige um grande esforço inicial (que é fácil de ver).

Para atingir a riqueza material de verdade você terá que aceitar uma realidade que para muitos é dura. Você não será rico mudando a embalagem. Carro é embalagem. Roupas de grife é embalagem. Apartamento grande e caro, com área livre equivalente a de uma quitinete, devido a uma tonelada de móveis e quinquilharias decorativas caras, é apenas embalagem. Riqueza você constrói enriquecendo o conteúdo, não e embalagem.

Apartamentos grandes e caros que servem como depósito de móveis, eletrônicos e quinquilharias caras que deixam o espaço livre equivalente ao de uma quitinete como esse.

Não faz muito tempo que entrei no elevador do meu prédio segurando uma caixa de papelão. Uma vizinha, que não me conhece, estava no elevador, bem vestida, adornada e perfumada. Ao observar que apertei o botão da garagem, ela resolveu dizer uma “gentileza”. Ela me avisou que para sair pela portaria eu deveria apertar o botão P e não o botão da garagem, onde ficam os carros dos moradores. Olhando minha embalagem (a roupa que vestia e a caixa de papelão) ela julgou que eu seria um entregador e não um morador. Na cabeça dela, eu não estava vestindo a “fantasia de morador” e por isso a saída deveria ser pela portaria.

Sim, é verdade, as pessoas vão julgar você pela embalagem e a forma como irão tratar você dependerá dos julgamentos que farão sobre a sua embalagem. Neste caso, você deve usar a sua consciência e inteligência para “vestir a fantasia” adequada para cada encenação social.

Isso não é problema, desde que você tenha consciência de que está no picadeiro. O grande problema é quando você começa a confundir o personagem com a realidade, quando você começa a acreditar que você é a embalagem e não o conteúdo. Neste momento, a embalagem passa a controlar a sua vida e você permite que a loucura da encenação social comece a interferir em decisões financeiras e matemáticas que não aceitam fantasias.

A vida é suficientemente longa e com generosidade nos foi dada, para a realização das maiores coisas, se a empregamos bem. Mas, quando ela se esvai no luxo e na indiferença, quando não a empregamos em nada de bom, então, finalmente constrangidos pela fatalidade, sentimos que ela já passou por nós sem que tivéssemos percebido. O fato é o seguinte: não recebemos uma vida breve, mas a fazemos, nem somos dela carentes, mas esbanjadores. Tal como abundantes e régios recursos, quando caem nas mãos de um mau senhor, dissipam-se num momento, enquanto que, por pequenos que sejam, se são confiados a um bom guarda, crescem pelo uso, assim também nossa vida se estende por muito tempo, para aquele que sabe dela bem dispor. – Lúcio Sêneca, Filósofo Estoico, 4 a.C. – 65 d.C, Roma.

O objetivo da independência financeira não é ser rico, é ser livre. A segunda vale mais que a primeira e a primeira é apenas um dos meios para a segunda.

Dia da sorte...

Muita gente acredita que ter sucesso na vida financeira depende de um tipo sorte. Descobri uma forma de aumentar essa sorte: quanto mais você estudar sobre ganhar, poupar e investir dinheiro, mais sorte terá na sua vida financeira. Escrevi uma série de livros que vão ajudar você a aumentar esse tipo de "sorte" rapidamente:Clique aqui para conhecer os livros.
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Sobre o Autor:

Leandro Ávila criou o Clube dos Poupadores por acreditar que o conhecimento é uma riqueza que se multiplica quando dividida. Compartilhando o que sabemos, criamos um mundo melhor. Conheça os livros que ele escreveu sobre educação financeira, investimentos financeiros e imobiliários.

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Gustavo
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Gustavo

Muito bom… como diz uma música de uma banda que gosto muito: “Para ser… não é só parecer”
As pessoas confundem bens materiais com riquezas, quando na verdade estão apenas acumulando dívidas e mais dívidas. Gastam mais do que ganham e parcelam em trezentas vezes só para poder ter um carro “melhor” que o do vizinho ou postar aquela foto na rede social de uma viagem ao exterior…. lamentável que a grande maioria ainda pense assim. O porteiro do meu prédio anda com um relógio no pulso que ele ostenta com o maior orgulho, que custa três vezes o salário do mês dele.

Rodrigo Reva
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Rodrigo Reva

Leandro, vejo que tem bastante sabedoria para compartilhar, e que parece ser uma pessoa que sempre está atrás do conhecimento, você tem algum outro canal, ou rede social que possa compartilhar algumas dicas de leituras que não sejam apenas de educação financeira?

marcos
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marcos

Muito bom o artigo Leandro , vc como sempre nos acordando para a realidade e nos colocando no caminho certo , obrigado mestre

Adrian
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Adrian

Mais um excelente artigo, obrigado por mudar nossos paradigmas.

Vitor
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Vitor

Como sempre, mais um excelente artigo! Um bálsamo para nossos estudos e investimentos em educação financeira! Um grande abraço, Leandro!

Wilson Komatsu
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Wilson Komatsu

Leandro:

Para _não_ variar, mais um bom artigo. Por favor, continue incomodando as pessoas. 🙂

Wilson

Lucas de Souza Jardini Machado
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Lucas de Souza Jardini Machado

Parabéns pelo artigo!

É impressionante a capacidade que seus artigos tem de abrir os olhos, tirar as vendas para um mundo além desse que o sistema, a mídia e tudo de ruim impõe sobre nós!

Engraçado que acabei de ler seu outro artigo no transcendência financeira que fala sobre sintoma e problema e me senti como se a janela para a luz da verdade se abrisse mais um pouco e que cada vez mais as coisas se clareaseem!

Onde posso compartilho seus artigos e espero que cada vez mais as pessoas venham ter contato com esse tipo de informação para que possam enxergar além do muro, das vendas…

Parabéns pelo seu trabalho! Te admiro muito!

Pablo
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Pablo

Excelente artigo Leandro Ávila! Que primor! Pablo de F. Alves

Robson
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Robson

Show, eu estou começando a ter argumentos de pronto para combater as pessoas quando elas me questionam… Um dia desses duas pessoas me falaram: “Você é muito seguro” e eu respondi: “Não é que eu seja seguro, a questão é que eu sei onde estou, sei onde eu quero chegar e também o que eu devo fazer para chegar lá” eles tentaram se explicar e tals mas percebi que eles percebem a minha forma de pensar e até a respeitaram =D… Conhecimento é poder…

Pedro Ivo Pinheiro
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Pedro Ivo Pinheiro

Parabéns Leandro Ávila, muito bom o artigo!
Ter clareza do que realmente é riqueza é um passo extremamente importante para alcança-la.
Sempre bom ler sobre essas ideias que devem alicerça os projetos de longo prazo.

clo
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clo

Leandro seu trabalho é de uma qualidade extrema, vc consegue lidar com sua especialidade a ainda dar conta de disciplinas paralelas como antropologia ( aquele texto formidável a respeito da taxação sobre o gênero)- (artigos taxados por serem cor de rosa) e agora lidando com comportamento humano, e atitudes para “parecer sem ser” veja:psicanálise ( taxar a si próprio para ser observado e por consequência ser admirado, mesmo não sendo,abre-se um buraco mais profundo na psiquê, pagar para ser amado). Seria justo eu dizer que aprendi muito com vc, e que ousei CORRETORA, e que só para dizer aqui, faz seis anos ando à pé, vendi meu carro,já velho, e uso ônibus, numa urgência médica chamo taxi. A economia possibilita investimento! ou uma viagem programada, que já sai paga e com planejamento de gastos para voltar sem dor na consciência. Abraços de gratidão!!!!!!!!!!!!!!!

Alexandre
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Alexandre

Excelente artigo, como sempre. As aparências enganam, e muito. Sucesso e forte abraço!

Rafael
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Rafael

Leandro, Parabéns!

Excelente artigo, acredito que a ilusão da aparência acaba seduzindo as pessoas de pouco conhecimento e por fim são levadas a ingressar num ciclo vicioso que ao invés de libertar, prende cada vez mais.

Um grande abraço!!!

Amadeu Ourique
Visitante
Amadeu Ourique

Sabias palavras Leandro! Acredito que o carro seja a maior “embalagem” que as pessoas buscam para parecer mais ricas, o que é lamentável. Abraços.

Stéfanni
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“O segredo é poder fazer e não fazer.”

Você se supera a cada artigo! Você deveria ganhar um prêmio de reconhecimento, mas tenho certeza de que você sabe que já está transformando o mundo com o seu trabalho.
Eu estou começando uma vida nova e aplicando tudo o que aprendi aqui, estou mais segura. Muito obrigada por compartilhar aqui sua sabedoria. Sou sua fã. Abraços!

Thiago Espíndola
Visitante
Thiago Espíndola

Leandro, mais um vez um excelente tema, a dois anos tenho praticado isto, tenho adotado um estilo de vida mais simples há uns dois anos, e percebo que na família e em amigos, as vezes isso pode parecer estranho, eles não entendem porque moramos de aluguel, porque tenho um carro popular de 30mil, porém quitado, mas na outra ponta, eu e minha esposa somos muito mais tranquilos e felizes, não temos a cobrança de ter de empurrar um pedra morro acima, pois se alguma coisa não der certo no meio profissional, pelos nossos investimentos e nosso estilo de vida, temos 05 anos de inbestimentos que podemos girar para cobrir eventuais défits, e isto nos tranquiliza muito. Posso te dizer que o seu blog nos ajudou e muito nisso, muito obrigado.
Agora a duvida que não quer calar, qual foi a sua resposta pra vizinha?

Marcos Fermino
Visitante
Marcos Fermino

Parabéns Leandro, muito bom o artigo!
Tem pessoas que eu conheço que preferem “parece ricos”, achando que bebendo vinhos caros e ostentando itens de marca vão ser vistas como pessoas refinadas. A maioria deve tanto em empréstimo consignado e outras formas de dividas que , se bobear, vendem o que tem e não pagam o que devem. Essa época de crise serve como alerta para todos : menos gastos, menos desaforo com o dinheiro. Precisamos valorizar a importância de uma vida mais regrada. Abraço!

Vânia G.
Visitante
Vânia G.

Mais um tapa da cara de muita gente. Entendo e concordo plenamente com o que vc diz nesse texto. Até os 26 anos me virei com transporte público, mesmo podendo comprar um carro. Só fui ter um carro aos 26 anos, porque meu cargo na empresa me conferiu um. O mundo atual é mto apelativo ao consumo, as pessoas só se preocupam em TER e mostrar o que tem, já que o Facebook e Instagram estão aí pra isso, e pouco se preocupam em SER. Pobre e triste realidade. A ignorância faz o pobre comprar um carro em 48 vezes acreditando que é um super negócio… pois é, a ignorância em massa enriquece quem se aproveita dela.

Fernando
Visitante
Fernando

Nossa, que texto excelente. Parabéns! Você faz parte da minha vida e ajudou a mudar ela pra muito melhor. Muito obrigado!

Rogério
Visitante
Rogério

Obrigado Leandro.

Seus textos são muito interessantes e sempre me fazem refletir a respeito.

Abraço.

Felipe
Visitante
Felipe

Excelente artigo Leandro!

Gostei da iniciativa de criar mais artigos na área premium, porém, na minha humilde opinião, acho que ficaria melhor tudo centralizado aqui mesmo no clube dos poupadores ( ou no transcendência financeira dependendo da categoria).

Eu tenho acesso ao conteúdo premium pois comprei os teus livros ( que por sinal são excelentes), mas não vejo o por quê de segregar o conhecimento em sites diferentes. Além de restringir o acesso a somente um grupo de pessoas.

Sei que a área premium tem a proposta de ter um conteúdo mais elaborado, mas acho que caberia perfeitamente por aqui. Posso ter entendido errado a proposta da área premium ou o real objetivo dela.

De qualquer forma, parabéns pelo conteúdo postado. Seja aqui , ou no Transcendencia Financeira, ou na área premium, todos agregam bastante conhecimento.

Abraços.

Cícero
Visitante
Cícero

Na verdade, a verdadeira Riqueza é ter Jesus no coração, e todas as OUTRAS COISAS vos serão acrescentadas,… e ainda a vida eterna! (a maior de todas).

Wallaff
Visitante
Wallaff

Olá Leandro!

Mais um texto para motivar a minha caminhada.

Em um futuro próximo estarei assumindo um cargo público. Graças aos seus ensinamentos e de outros educadores financeiros não serei como os demais colegas que já sonham com as possibilidades do crédito consignado e financiamentos. A maioria já fala em comprar carros caros e apartamentos por meio do endividamento. Infelizmente terei que comprar um carro (usado, claro né!) para ir à cidade onde vou trabalhar. Fiz uma simples simulação na planilha “Quanto Custa Manter um Carro”. É um absurdo o custo desse passivo, ainda mais com o aumento da gasolina o gasto fica exorbitante.

O bom nisso é que terei consciência desses gastos. Montei a previsão do meu orçamento e meu próprio plano de aposentadoria e espero que eu não desvie desse caminho. Seus artigos são de grande ajuda, continue com esse ótimo trabalho Leandro. Posteriormente irei adquirir os livros para ter acesso ao CPPremium. Já adquiri o Liro Negro dos Imóveis.

Um forte abraço!

Leonardo
Visitante
Leonardo

Ótima matéria Leandro. Parabéns!

Rodrigo Cunha Ribas
Visitante
Rodrigo Cunha Ribas

Leandro, acredito que este seja um dos melhores artigos seus que li até hoje. Parabéns e obrigado pela qualidade do seu trabalho!

Jaison
Visitante
Jaison

Parabéns pelo artigo, um dos melhores que já li sobre essa cultura consumista e de aparência.

Elizabeth Bruno Cardoso
Visitante
Elizabeth Bruno Cardoso

Achei engraçada a matéria! Parece até dever-casa para emergentes!
Principalmente aqueles que acabaram de estourar um sucesso!
Na minha vida de infeliz brasileiraaprendi desde o” calote do Collor”que este país e,sempre foi e vai continuar sendo uma “piada economica”!
Se não segurar dinheiro,tanto na fase alta como na baixa,você corre o risco de ficar debaixo de um viaduto!

FERNANDO
Visitante
FERNANDO

LEANDRO TE ACOMPANHO A MUITO TEMPO E ESTA MATÉRIA FOI SEM DUVIDA A MELHOR DE TODAS PARABENS.

Marciane
Visitante
Marciane

parabéns, adoro seus artigos, e preciso muito deles para me manter no foco!

Carla
Visitante
Carla

Dei um risinho de canto de boca com a situação do elevador, porque passo pelo mesmo aqui no meu prédio. Prefiro gastar com livros e viagens a gastar com roupa de grife, mas a grande maioria ainda julga pela aparência e não pelo conteúdo. Como cheguei a uma idade em que a opinião alheia me é indiferente, continuo poupando para gastar com o que acho importante. Busco o equilíbrio entre investir o que tenho e viver a vida

Laure Cristine de Araújo
Visitante
Laure Cristine de Araújo

Excelente texto! Nós crescemos com a mente distorcida em relação ao dinheiro e a riqueza. Penso que essa cultura é alimentada para que nossas ilusões gerem mais riqueza para outros que oferecem os brinquedos de gente grande. Não há interesse na educação financeira não só no Brasil mas acredito que no mundo em geral. É lamentável mas ainda bem que temos pessoas como você Leandro Ávila para trazer conteúdo e reflexões saudáveis. Muito obrigada.

Hugo
Visitante
Hugo

Com um carro emprestado, vc faz um “arregaço” em pobres corações…

Agton
Visitante
Agton

Parabéns Leandro! Excelente artigo!

Anderson Portella
Visitante
Anderson Portella

Leandro, mais uma vez você fala o óbvio, que a maioria não consegue enxergar, de uma forma clara e simples de forma a atingir a todos.
Infelizmente vivemos em um momento em que muitos vivem de aparência. Como li uma vez, ninguém publica no facebook, instagram, entre outras redes sociais, suas derrotas. Publicam as “vitórias” que a meu ver são aparentes e superficiais.
Fazendo as vezes ora de professor, ora de jesuíta você continua catequizando com paciência e perseverança para que as pessoas reflitam sobre o que é mais importante “ser” ou “ter”, eis a questão.
Admiro-o por este trabalho.
Considero que 2 coisas deveriam ser ensinadas para as crianças desde a 1a série: Direito e Educação Financeira.
Ensinam matemática, é verdade, mas não explicam como ela pode ser útil e porquê ela pode ser essencial para o futuro.
Talvez resida aí a diferença que afasta nosso país cada vez mais das melhores oportunidades para todos: a falta de educação.
Excelente artigo ! Sou seu fã!

Fábio Melo
Visitante
Fábio Melo

Simplesmente FANTÁSTICO. Obrigado.

Gonçalo
Visitante
Gonçalo

Leandro, obrigado por mais este texto!!!! Desculpa usar este espaço para saber tua opinião, mas, olhando especificamente a queda gradativa que a Selic tem sofrido, você acredita ser tempo favorável para investir em consórcios? Ou não tem nada a ver essa associação Selic – Consórcio? Abraços e obrigado!!!!!!

Karen
Visitante
Karen

Olá, Leandro! Tudo bem? Só tenho a agradecer por mais um artigo tão esclarecedor. Cada vez mais me sinto evoluir a cada artigo seu que eu leio.Educação financeira realmente está mudando minha vida, transformando minha mentalidade e de algumas pessoas a minha volta com que eu compartilho os seus textos. Mais uma vez, obrigada! e parabéns por esse trabalho incrível que vc faz =)

Alisson Ribeiro
Visitante
Alisson Ribeiro

O estoicismo tem muito a nos ensinar, principalmente no combate a vaidade capitalista.

Alex
Visitante
Alex

Esse texto é “matador” !!! Nunca li tantas verdades tão bem escritas. Muitas frases de impacto! Parabéns!

Marciel Oliveira
Visitante
Marciel Oliveira

Fantástica a frase “O objetivo da independência financeira não é ser rico, é ser livre.” Parabéns Leandro, continue com esse ótimo (e nobre) trabalho de educar!

Michael Stuart
Visitante
Michael Stuart

O seu artigo muito relevante Leandro me lembra da historia relatada do Jack Bogle em uns dos livros dele.

O Bogle foi convidado a uma festa de um gestor de multimercados [hedge fund manager] que foi parecida a aquelas descritas na novela The Great Gatsby. O Bogle ouviu uma conversa entre o Kurt Vonnegut and o Joseph Heller. O Vonnegut fez o comentario que o gestor deveria ganhar dentro de um dia mais que todas as receitas vitalicias do livro do Heller, o Catch 22. O Heller respondeu: “Sim. Mas eu ja tenho algo que ele nunca vai ter. Bastante.”

Por isso o titulo do tal livro. “Enough. True Measures of Money, Business, and Life.”

Alvaro Mota
Visitante
Alvaro Mota

Ótimo artigo Leandro, me identifiquei com o dono do Celta, o meu Celtinha tá pago e não tenho dívidas, enquanto isso os colegas do trabalho trocando de carro a dezenas de prestações, eles vivem me perguntando quando vou trocar de carro. Sempre respondo que o meu me atende. Seus artigos são muito esclarecedores e nos incentiva cada vez mais a continuar estudando e buscando a independência financeira. Obrigado por seus ensinamentos.

Leonardo
Visitante
Leonardo

Lendo seu artigo fico triste e feliz.
Triste pela realidade da nossa sociedade e Feliz por existir pessoas como você que contribuem para mudar essa realidade.
Leandro, parabéns pelo excelente trabalho.
Saiba que você está mudando a vida das pessoas.

Geovane Paulo Hoelscher
Visitante
Geovane Paulo Hoelscher

Mais uma vez, lhe agradeço. Adorei a frase do Lúcio Sêneca.

Marcelo
Visitante
Marcelo

Parabéns Leandro, seus textos são muito fáceis de ler e fluem com prazer. Você tem o dom da didática!
Apesar de eu já estar trabalhando em minha liberdade financeira há 12 anos, e já ter muito do que você fala em seus textos na minha cultura pessoal, acabo sempre aprendo uma abordagem nova. Continue com esse belo projeto e tenha a certeza que estará ajudando muitas pessoas a ter uma vida mais estável e feliz.

Johnathan
Visitante
Johnathan

Show como sempre Leandro, o mais adimiravel nesses bilionarios são com certeza o controle emocional deles, porque tudo isso não basta saber racionalmente, para chegar nesse nivel vc tem q ter um emocional muito forte, como por exemplo, vc não pode se importar com o q as pessoas pensam sobre vc, vc não deve buscar aprovação social. Sabemos q cada vez mais o ser humano está buscando aprovação social devido as redes sociais, e isso leva a ansiedade e depressão. Hoje tenho consciencia q para chegar onde eu quero não basta saber racionamente oq fazer, é preciso se blindar emocionanalmente nesssas questões sociais em q a sociedade tenta nos impor. E por isso é tão dificil alquem se tornar bilionario, pq poucas pessoas conseguem essa blindagem emocional, pois poupar e investir e muito facil perto de se saber controlar o mostro q é o fator emocional q temos.. Abraços

Bruno R.
Visitante
Bruno R.

Leandro, mais uma vez parabéns pelo excelente artigo. O seu site é uma das minhas fontes para me manter focado nos meus objetivos financeiros. Tenha certeza que você está transformando a vida de muitas pessoas. Abç.

Marcelo Williams Costa
Visitante
Marcelo Williams Costa

Mais um excelente artigo, parabéns!

Acho que já comentei, mas tenho um fiat Uno mille 2009. O tema é conexo então comentarei um causo pessoal.

Estava tranquilamente na garagem do local onde resido, verificando a água do radiador do meu velhinho. Quando de repente chega meu vizinho (que é PM reformado). Este indagou: “Marcelo, não sei como você consegue dirigir carro velho!”. Confesso que quase dei uma sapatada no coitado (que já vi trocar de carro três vezes!). Mas fui condescendente, resolvi sorrir e acenar…

Obrigado, Leandro.

Vinne Souza de Oliveira
Visitante
Vinne Souza de Oliveira

Olá, Leandro! Primeiramente, grande artigo, acho que um dos melhores que já li por aqui. Segundo, estou com uma dúvida bem simples e pediria que você, por gentileza, me respondesse rapidamente: existe um simulador que poderia me dizer quanto devo de juntar para que, com o juros desse montante, liquide totalmente o valor das minhas despesas mensais básicas? Tenho uma dúvida sobre onde colocar esse dinheiro para conseguir fazer essas captações mensais, já que não CDB, LCI e LCA não permitem o saque todo o mês.

suely
Visitante
suely

Excelente texto!! Meu desejo é que chegue ao conhecimento de milhares de pessoas, pois infelizmente essa realidade de ter que mostrar o que se tem e não o que se é, é que prevalece na nossa sociedade “cega e alienada”.

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