A pessoa que não deseja ter dinheiro é anormal

“Não há nada de errado em querer ficar rico. O desejo pela riqueza é realmente o desejo por uma vida plena e abundante; e tal desejo é louvável. A pessoa que não deseja viver de modo mais abundante é anormal.  – Wallace D. Wattles, 1910.

O autor do texto acima nasceu em 1860 em Illinois, EUA. Era filho de um jardineiro e de uma dona de casa que viviam em uma região agrícola. Cresceu, fez fortuna e em 1910, um ano antes da sua morte, publicou um livro chamado “The Science of Getting Rich”.

Wallace acreditava que o objetivo de toda forma de vida era se desenvolver e evoluir. Tudo o que era vivo deveria crescer, expandir e se multiplicar até onde fosse capaz, fazendo uso de todos os recursos que recebemos da natureza para atingir esse objetivo.

Nossa natureza

O propósito da natureza era a evolução da vida de todas as espécies incluindo a espécie humana.

Aqui, temos um porém: a sociedade humana foi organizada de tal modo que só podemos desenvolver todo o nosso potencial fazendo uso do dinheiro. Sem dinheiro a pessoa ficaria com seu propósito natural limitado. Na pobreza, nosso leque de opções fica reduzido.

Seria como uma planta com todo potencial de crescimento, mas que não possui água suficiente para crescer. A planta não pode se levantar para procurar água. Você pode, caso queira, se levantar para procurar e criar os recursos que precisa para se desenvolver. Não somos plantas esperando a chuva ou a rega, embora muitos se comportem como se fossem.

Vale destacar que Charles Darwin ainda era vivo quando Wallace e outros autores de sua época desenvolveram essas ideias. O livro de Darwin chamado “A Origem das Espécies” e suas teorias sobre evolução ainda estavam impactando a forma como as pessoas entendiam o mundo.

Wallace acreditava que as pessoas nasciam com o desejo natural de desenvolver todos os seus potenciais. As pessoas não eram normais se não tivessem esse desejo natural. Ser feliz e ter sucesso na vida dependiam da realização da nossa vontade de crescer, expandir, criar e realizar explorando tudo que podemos fazer com nossa inteligência e capacidade de trabalhar.

Alguém que deseja ser médico, deveria desenvolver esse potencial para ser o médico mais reconhecido de sua área. Quem nasceu desejando ser um pintor deveria desenvolver esse potencial para se tornar o melhor pintor. Alguém que sonha em empreender deveria desenvolver esse potencial para se tornar um grande empresário.

O sentido

Desenvolver nosso potencial seria o nosso propósito de vida.

O problema é que para ser o que você deseja ser é necessário ter liberdade. Essa liberdade, nesse modelo de mundo que construímos, significar ter dinheiro suficiente para pagar pelos serviços, produtos e coisas que você necessita para ser o que deseja ser ou fazer o que deseja fazer com a sua vida.

Ninguém se torna um grande médico sem ganhar e investir muito dinheiro. Ninguém se torna um grande empresário sem ter investido em conhecimentos e a estrutura que precisa para produzir algo. Para atingir todo o seu potencial é necessário aprender a ganhar, poupar e investir dinheiro.

Por este motivo, ele acreditava que não existia nada de errado em querer ser rico. Quanto mais rico você fosse, maior seria sua liberdade e o seu poder de ação. Esse desejo era louvável por permitir o seu pleno desenvolvimento como pessoa e colaborar com o desenvolvimento da própria humanidade.

Quanto mais rico você fosse capaz de se tornar, mais liberdade e poder de ação para aprender, criar, inventar, construir e prosperar em qualquer área onde você quisesse se desenvolver.

As três manifestações

Para Wallace a nossa vida se manifesta através do nosso corpo, mente e alma. Funciona da seguinte forma:

Precisamos de dinheiro para alimentar o nosso corpo, para ter roupas, abrigo e remédios. Precisamos de dinheiro para uma recreação e descanso de qualidade. O dinheiro também evitaria a necessidade do trabalho excessivo e exaustivo para o corpo.

Também precisamos do dinheiro para o desenvolvimento da nossa mente. Precisamos de dinheiro para pagar por boas escolas e universidades. Precisamos de dinheiro para comprar bons livros e cursos. Precisamos de dinheiro para ter tempo livre que permita estudar. Precisamos de dinheiro para ter novas experiências como viajar, ir ao teatro, cinema, museus, etc.

Segundo Wallace, até para que você possa desenvolver todo o potencial da sua alma é importante que você tenha dinheiro. Ele dizia que a maior felicidade humana estava na doação. Nos sentimos felizes quando podemos doar benefícios para as pessoas que amamos (familiares e amigos) e para pessoas que não conhecemos (e que precisam de ajuda). Todo pai e toda mãe se sente feliz quando pode oferecer uma boa qualidade de vida e uma ótima educação para os seus filhos. Todo cidadão gosta de ser visto como alguém importante e de valor na sua comunidade por colaborar com o desenvolvimento da mesma.  Tudo isso são formas de doação. Quando temos dinheiro o nosso poder de promover o bem entre as pessoas se torna maior.

Para o autor, só podemos dar aquilo que temos. Se você não tem nada ficará na condição de alguém necessitado, alguém que precisa da ajuda dos outros e não na condição de alguém que poderia ajudar.

Se você tem pouco, terá sua capacidade de ajudar limitada. Também não terá tempo livre para pensar no próximo, pois estará mais preocupado em conseguir dinheiro para pagar suas contas e atender as necessidades da sua família.

Por esse motivo, mesmo aquele que não deseja ser rico para satisfazer necessidades do próprio corpo e mente, deveria desejar ser rico para ter a capacidade de ajudar o próximo. Seria nossa dever explorar todo o nosso potencial para o nosso bem e o bem dos outros.

Através desse ponto de vista, seria perfeitamente justo, correto e humano desejar o máximo de riqueza que temos potencial de gerar. Perceba que não estamos falando sobre “tirar riqueza” dos outros. Estamos falando em “gerar riquezas”. É a partir dessa riqueza que você poderia se desenvolver plenamente deixando de ser alguém que precisa de ajuda para se transformar em alguém capaz de ajudar a melhorar o mundo a sua volta.

Para Wallace D. Wattles negligenciar isso seria como abandonar sua missão para consigo mesmo, para a natureza que criou você e para a humanidade.

O maior serviço que você poderia prestar para a natureza que te criou e para a humanidade seria desenvolver todo o seu potencial como ser humano. Para isso você precisa começar a construir a sua fortuna.

É importante destacar que Wallace viveu no final do século XIX. Naquele tempo, era necessário ter muito dinheiro para ter muitas das coisas que você considera como básicas na sua vida nos dias de hoje.

Naquele tempo os livros eram objetos caros e raros. As instituições de ensino monopolizavam o conhecimento. O ensino superior era um luxo para o filho dos nobres. Os produtos industrializados eram muito caros. A tecnologia era muito limitada e cara.

Hoje, temos acesso a muitos produtos e serviços que não eram acessíveis ou inexistiam no tempo de Wallace. Nos dias de hoje, ninguém precisa ser rico para poder comprar livros, estudar, adquirir alimentos, roupas e produtos industrializados que garantam nossas necessidades básicas.

Água encanada no século XIX era um luxo para poucos. No final do século XIX, Nikola Tesla e Thomas Edison ainda estavam brigando entre eles pelo desenvolvimento e implantação das redes de energia elétrica nas casas dos poucos que podiam pagar por ela.

Hoje temos eletricidade, eletrônicos, computadores, internet, produtos industrializados tão baratos que se tornaram descartáveis. Não precisamos ter grandes fortunas para acessar uma enorme quantidade de recursos que permitem o nosso desenvolvimento.

O que estamos fazendo com esses recursos modernos que temos hoje para desenvolver o nosso potencial e gerar riquezas?

Os empreendedores que desenvolveram os primeiros equipamentos elétricos, telefones, automóveis e aviões utilizaram papel, lápis e borracha. Santos Dumont utilizou papel e lápis para projetar o seu avião.

 

O computador utilizado na missão espacial que levou a nave Apollo e seus astronautas à Lua tinha o poder de processamento de dois videogames antigos da Nintendo. Meus amigos da escola utilizavam esse poder de processamento para jogar tempo fora jogando Mario Bros.

 

Já o supercomputador Cray-2, um dos mais rápidos de 1985, tinha o mesmo poder de processamento daquele velho Iphone 4 que você não usa mais. O playstation 4 dos seus filhos tem mais poder de processamento que o supercomputador ASCI Red (1998) criado pelos EUA para controlar todo o seu arsenal de armas nucleares (fonte).

Como estamos nos esforçando para gerar o máximo de riqueza que podemos produzir utilizando os recursos que a modernidade nos oferece?

O que Wallace diria se estivesse vivo nos dias de hoje com tanta tecnologia, informações e conhecimento facilmente disponível na internet?

No passado, para criar uma empresa bilionária era necessário um esforço descomunal. Hoje temos grandes fortunas que foram criadas por jovens que desenvolveram aplicativos gratuitos nos computadores das suas casas e os disponibilizaram no Google Play ou na Apple Store.

Quando comparamos a nossa realidade com a realidade do passado, vemos que temos muitos conhecimentos e recursos disponíveis para crescer profissionalmente ou para iniciar um negócio do zero.

Será que estamos utilizando todos esses recursos para realizar todo o nosso potencial ou estamos utilizando todos esses recursos para nos distrair?

Da mesma forma que nunca tivemos tantos meios de crescimento, nunca tivemos meios de distração. Nunca a nossa Resistência interna teve tantas armas para impedir o nosso crescimento.

É fácil encontrar diversas pesquisas e reportagens mostrando como a nossa sociedade moderna está utilizando os recursos abundantes que possui. Exemplos: O brasileiros são líderes no tempo gasto nas redes sociais. A nossa média é 60% maior do que a do resto do planeta (fonte). Também estamos entre os povos que mais assistem televisão, 5 horas por dia (fonte). Também estamos entre os povos que passam mais tempo na frente do videogame. Ficamos entre 15 e 19 horas por semana (fonte). Uma reportagem afirma que com o tempo que gastamos nas redes sociais seria possível ler 200 livros por ano (fonte). É um exagero, mas ler um único livro por mês já seria transformador para melhorar o desempenho pessoal, profissional e financeiro das famílias.

 

O que nos falta é força de vontade para superar a força interna e externa que nos impede de crescer.

As pessoas costumam ficar perplexas quando se deparam com notícias de pesquisas revelando que os 10% mais ricos do Brasil ficam com 55% de todas as riquezas geradas pelo país durante o ano e que 1% dos mais ricos do mundo ficam com mais de 20% (fonte).

Thomas Corley, autor do livro “Rich Habits: The Daily Success Habits Of Wealthy Individuals” estudou os hábitos das pessoas mais ricas para apresentar números surpreendentes (fonte).

  • Quase 70% dos mais ricos assistem menos de 1 hora de TV por dia. Entre os pobres, a taxa cai para 23%. Apenas 6% dos ricos assistem reality shows, em comparação a 78% dos mais pobres. “As pessoas ricas não assistem TV porque conseguem ser disciplinados o bastante para utilizar este tempo para fazer algo mais produtivo”, comenta Thomas Corley.
  • 86% dos mais ricos declaram gostar de ler contra 26% das pessoas de baixa renda. Os mais ricos preferem livros que os ajudem a desenvolver ainda mais suas habilidades. Não por acaso, 88% dos ricos leem livros de desenvolvimento profissional ao menos 30 minutos por dia. Apenas 2% dos mais pobres cultivam este hábito.
  • Ouvir audiolivros durante o trajeto para o trabalho faz parte da rotina de 63% dos ricos e apenas de 5% dos pobres. É um hábito que eu mesmo venho aplicando na minha vida através dessa ferramenta aqui que possui um aplicativo.
  • Mais de 80% dos ricos disseram que vão além de seu escopo de trabalho. A porcentagem cai para 17% entre os de baixa renda. Isso mostra porque as pessoas ricas trabalham mais que as demais: 86% trabalham cerca de 50 horas por semana.
  • Apenas 6% dos mais ricos dizem que jogam ou jogavam regularmente na loteria, contra 77% dos pobres.

Ter força de vontade para ter disciplina, persistência, paciência e bons hábitos é algo cada vez mais raro nos dias de hoje. Isso certamente afeta a capacidade de desenvolvimento e prosperidade das pessoas.

Como você está utilizando o seu tempo, dinheiro, recursos tecnológicos e conhecimentos disponíveis para promover o seu enriquecimento e desenvolvimento pessoal, profissional e financeiro?

No final de cada ano é importante fazer uma autoavaliação do quanto prosperamos ou regredimos em cada área da nossa vida. Além dos objetivos financeiros é importante traçar outros objetivos para o seu corpo, mente e espírito. Uma boa situação financeira amplia suas possibilidades em todas as áreas.

O enriquecimento financeiro costuma ser uma consequência do quanto enriquecemos como pessoas e profissionais que somos. O investimento que você faz em você, desenvolvendo seu potencial, adquirindo conhecimentos, experiências e habilidades é o que produzirá os seus resultados. A maneira como você investe o seu tempo e o seu dinheiro na sua vida faz toda a diferença.

 

Tempo e esforço:

Gastamos muito tempo e esforço para ganhar dinheiro através do nosso trabalho. Faz todo sentido fazer algum esforço para poupar uma parte desse dinheiro e conseguir um bom retorno através dos nossos investimentos. Isso é a base do sucesso financeiro. Escrevi uma série de livros com tudo que você já deveria ter aprendido sobre como investir o seu dinheiro. Clique aqui para conhecer os livros.
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Sobre o Autor:

Leandro Ávila criou o Clube dos Poupadores por acreditar que o conhecimento é uma riqueza que se multiplica quando dividida. Compartilhando o que sabemos, criamos um mundo melhor. Conheça os livros que ele escreveu sobre educação financeira, investimentos financeiros e imobiliários.

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Carlos EduardoLucianaCristianoMarileneOtavio Recent comment authors
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Rodrigo Martins
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Rodrigo Martins

Ótimo texto como sempre Professor Leandro. Ultimamente tenho tido muito pensamento semelhantes a esse, porém o que vejo é que muitas vezes se você fizer só coisas para crescimento pessoal e não ter uma distração, eu pelo menos enlouqueço. Da mesma forma que nem sempre ser rico é ser feliz. Você tem pessoas que ganham 1 salário minimo e aparentam ser muito mais felizes que bilionários. Fico me perguntando como chegar a esse equilíbrio, de ter ganância para crescer, desenvolver aprender e manter-se feliz? Além disso, tendo muito conhecimento você começa a ver o mundo de forma diferente, não só diferente de forma boa mas de forma ruim também, como as pessoas ficam estagnadas, não almejam nada, trabalham com coisas que não gostam e esperam o final de semana para poder encher a cara e fugir dessa realidade, que na verdade, elas não enxergam. Tenho achado isso muito difícil e frustrante cada vez que aprendo mais e converso com pessoas próximas. Um grande abraço, desculpe pelo desabafo.

Chefferson Amaro
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Chefferson Amaro

ótimo post. E isso me ajuda muito, já a partir de agora, a identificar os pontos em que estou bem e outros que necessito melhorar. É bom para sabermos o ponto em que estamos. Um dos hábitos, por exemplo, que mudei radicalmente foi cortar tv da minha vida e aprender a guardar informações no cérebro, muito bom!

Um forte abraço e 2018 cheio de glórias e conquistas!

Robson
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Robson

Bacana, televisão já não existe né minha casa hehe… Eu acho que o que acontece é que você acaba perdendo o interesse. Não assistir televisão é natural pra mim, não é um esforço. Quanto a ler, sobre disciplinas que eu acho interessante, ou que sinto que me melhorem de alguma forma, também não é um esforço, acho prazeroso… E não sou rico… Ainda… =É

Valeu pelo texto.

Bruno
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Bruno

Leandro, Obrigado por todos os textos e ensinamentos nesse ano de 2017, tenho certeza que você conseguiu colocar muita clareza na vida de muitas pessoas. Aguardamos mais em 2018!!
Grande abraço e boas festas.

Hugo
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Hugo

Muito bom! Parabéns Leandro. Abraço.

Guilherme
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Guilherme

Belo texto.

Infelizmente, pobreza, dificuldades, obstáculos materiais são apenas cortinas de fumaça que escondem a verdadeira origem das nossas mazelas: nós mesmos. Às vezes, sinto que há uma outra pessoa, além de minha consciência, dentro de mim, que tenta sabotar bons hábitos e me levar a rotinas pouco construtivas. a luta contra essa pessoa interna é diária.

Sobre o texto, li essa semana a obra Olhai os Lírios do Campo, de Veríssimo. O livro narra a história de Eugênio, que deseja formar-se médico para alcançar uma vida de luxo e prosperidade, aniquilando seu passado pobre e dificultoso. Acaba casando por interesse com uma mulher rica e vivia infeliz. Somente alcançou a felicidade quando se desapegou do objetivo de riqueza, luxo e reconhecimento de terceiros, passando a viver com liberdade interior, se dedicando à causa médica para os mais necessitados e sem necessidade de prestar contas a terceiros (reconhecimento externo). Achei muito interessante a abordagem. Dinheiro nem sempre vai lhe trazer prosperidade, mesmo que, paradoxalmente, tenha uma vida mais tranquila e confortável com ele. Felicidade e prosperidade dependem de vários fatores.

Por sinal, recomendo muito a todos o curso Resistência do Leandro. Ajudará bastante a reconhecer essa força interna que age contrariamente a nossos interesses para uma vida feliz e livre.

MIRIAM LEITE
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MIRIAM LEITE

Parabéns mais uma vez professor Leandro!

Foi um prazer muito grande ler todos seus artigos no decorrer do ano, me tornaram uma pessoa melhor!

Desejo que você e sua família tenham um natal abundante e 2018 seja um ano de muita prosperidade!

Um grande abraço!

Mauricio
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Mauricio

Fico na dúvida sobre o quanto a existência de distrações como joguinhos, redes sociais, reality shows, etc., possam atrasar o desenvolvimento das pessoas. Se fosse em uma época em que essas coisas não existiam, talvez as pessoas que perdem tempo com isso arranjassem outras coisas igualmente inúteis pra se distrair. Por mais que possamos ter a tendência de acusar o facebook, o Whatsapp ou a rede globo por roubar o tempo das pessoas, acredito que o verdadeiro problema está dentro de cada um de nós que alimentamos toda essa indústria da distração. Porém, não acredito que estamos pior do que há 50 ou 100 anos atrás. Muito pelo contrário, cada vez mais as pessoas encontram conteúdos de alto valor com custo quase zero (“quase” porque não há almoço grátis, certo? rss).

Michel
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Michel

Mestre Leandro, boa tarde.
No meu caso, a dificuldade está em mudar hábitos.
Não sou de perder tempo com essas bobagens de rede social, bbb e outras mais ( o futebol ainda assisto, hehehe).
Para voce ter uma idéia, há 2 anos pago um curso muito bom de Inglês com aulas particulares e até hoje não fiz nenhuma aula e não terminei nem o básico.
Acho que seu curso de Resistência vem a calhar para mim.

Alberto Jr.
Visitante
Alberto Jr.

Já acompanho seu trabalho há bastante tempo, porém nunca deixei um comentário nem aqui nem no Transcendência. Apenas gostaria de dizer que seus posts são, de fato, engrandecedores e fizeram a diferença para mim na identificação, confirmação e busca pela liberdade em geral. Parabéns pelas ideias e obrigado por compartilhá-las.

Agton
Visitante
Agton

Obrigado por mais um artigo excelente Leandro! Este fim de semana vou testar o aplicativo sugerido: 12 minutos.

Tiago
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Tiago

Muito bom os ensinamentos desse artigo Leandro.

Eu não tenho habito de ver muito televisão, até mesmo porque
não tem programação frutífera.

Quando dedicamos o nosso tempo a leitura, conversas, enfim, atividades prazerosas
a nossa vida muda, o nosso intelecto muda, o nosso comportamento muda.

Acredito que a maior evolução é aquilo que praticamos no dia a dia, pois,
ter dons não é sinônimo de sucesso, sucesso é a maneira como será aplicado
esses dons.

Na época da minha faculdade tive contato com um professor Luis Zazeri,
ele sempre começava a aula escrevendo no canto superior direito da lousa
três palavras: SIMPLES, EQUILIBRADO E CONTROLADO…

Eu carreguei esses ensinamento para a minha vida e hoje sou muito grato a esse professor.

Se as pessoas aplicar 1% de conhecimentos de todos os contatos que possui, a vida se transforma. Porem,
o sucesso , não está na quantidade e sim na qualidade dos contatos.

Sucesso meu amigo.

Laine
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Laine

Ola Leandro! Ótimo trabalho. Amei os dados das pesquisas que você forneceu e sobre tudo a mensagem de “equilbrio” que você sempre tenta nos ensinar em seus textos. Gosto muito pq sempre nos ensina como analisar e refletir sobre um determinado assunto.

Decio
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Decio

É um bom texto. Mas parte-se do principio que a afirmação a seguir é uma verdade absoluta: “a sociedade humana foi organizada de tal modo que só podemos desenvolver todo o nosso potencial fazendo uso do dinheiro…. ”

E discordo desta afirmação, logo todos os demais argumentos que partem deste embasamento perdem o sentido.

É uma questão ligada a valores e crenças. Se você possui uma tribo ou civilização isolada onde não existe dinheiro você ainda pode evoluir social e moralmente, principalmente.
Limitar a evolução humana ao fato de ter dinheiro e enriquecer é encaixar toda a humanidade num modo de vida materialista (e por que não capitalista). E esse é o ponto onde não consigo concordar. O propósito da vida, para a minha crença, vai muito além de acumular riquezas.

Mas veja, não que eu não goste de dinheiro ou queira efetivamente ganhar mais. Não se trata disso ou de um voto de pobreza de minha parte (muito pelo contrário). Trata-se de definir que não desejar ter dinheiro é anormal. Não é. Pode ser pouco convencional, mas nem por isso é anormal.

Mas parabéns pelo texto e pelo conteudo do site.

Mariana
Visitante
Mariana

Olá Leandro! Maravilhoso este artigo! Parabéns!! Você resumiu um grande aprendizado que é um verdadeiro tesouro em algumas palavras que fizeram bastante impacto no meu dia! Obrigada por proporcionar grandes conhecimentos e reflexões!
A grande lição é que o objetivo de toda forma de vida é crescer, se desenvolver e poder EXTRAIR todo o seu potencial, ou seja, este potencial já está dentro de cada um de nós… é só buscarmos no nosso interior que lá temos a resposta e o poder para tudo! E mesmo que ainda não tenhamos, temos a capacidade de ir atrás, descobrir e adquirir. Gratidão!

Lucas
Visitante
Lucas

Eu creio que o problema das pessoa é o imediatismo. Não possuem noção do valor do tempo, sendo assim, desistem rápido dos seus sonhos. Querem que a nova dieta traga resultados amanhã, que a academia te deixará forte em 2 meses para o verão. O mesmo vale para o dinheiro e conhecimento. Para juntar muito dinheiro são anos de investimento. Para ter muito conhecimento são anos de leituras. Mas como o processo é demorado, preferem o fácil. Se acomodar em zona de conforto não acho problemático, o problema é se acomodar em zona de desconforto, não fazem nada para mudar por preguiça ou acreditam que um dia irão acordar e a vida será diferente.

Ivo de Souza Almeida
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Ivo de Souza Almeida

Olá Leandro, acompanho o Clube dos poupadores há algum tempo.
Está muito bom o artigo, mas como enriquecer pessoalmente, profissionalmente num país como o Brasil que tem atualmente quase 12 milhões de jovens entre 14 e 21 anos?
Que tipo de país teremos?

Ivo de Souza Almeida
Visitante
Ivo de Souza Almeida

Desculpe pelo comentário, são quase 12 milhões de jovens entre 14 à 21 anos de idade sem trabalhar e estudar?

Leandro
Visitante
Leandro

Olá Leandro, a parte em que você citou “jogar tempo fora jogando Mario Bros….” me deixou um pouco desconfortável, mas não descordo dessa afirmação. Sou um jovem de 21 anos, gosto bastante de jogos, e é muito comum pra realidade que eu vivo jovens da minha idade também gostarem.
Me causou desconforto aquela afirmação porque se jogar é uma coisa que eu gosto, mas no fundo eu sei que é “perda de tempo”, o que eu devo fazer ? Parar de “perder tempo” e ir fazer algo mais produtivo ?
Lendo o seu blog eu fico com a impressão que o certo é ser 100% produtivo sempre, e se isso for verdade, me causa uma pequena angustia, porque eu não sei se conseguiria ser 100% produtivo todos os dias, e o pior, eu não quero ser 100% produtivo todos os dias, quero “perder tempo” com jogos, e outras coisas improdutivas. Você acha que estou sendo ignorante em pensar assim ?

Marciele
Visitante
Marciele

Parabéns, Leandro, pelo artigo e agradeço a todos os outros que nos fazem refletir. Reflexão acho que é o que falta para a população brasileira que acredita em tudo o que é dito a ela sem questionar, levando isso como verdade. Déficit da pouca importância que se dá à educação no Brasil, aonde a maioria não consegue interpretar um texto, não lê um livro sequer na vida e foi criado para fazer parte da manada,que só reage e não analisa o que está acontecendo ao redor. Veremos o resultado das próximas eleições, quando isso se concretizará, a maioria não consegue refletir o que anda acontecendo politicamente no país.
Difícil sermos um país rico desse jeito. Rico economicamente, culturalmente e emocionalmente. O tempo perdido em trabalhar demais sem questionar, se conformando com péssimas condições, de estar atolado em dívidas, querendo mostrar que se é rico quando se é pobre e gastar o precioso tempo de vida com as besteiras espalhadas por aí, refletem como temos que mudar culturalmente a acho que isso se dará quando tivermos uma educação de qualidade para todos. Não teremos, pois os políticos que temos não querem pessoas que pensam, elas os tirariam de lá. Então, a maioria tem que pagar e muitos poucos que não podem utilizam as ferramentas disponíveis para seu aperfeiçoamento. A maioria usa desculpas. Mas a Internet está acessível a quase todos, e cada um gasta seu tempo com o que lhe convém. Depois reclamam do sucesso do outro e do seu próprio fracasso.
Mas para melhorar tem que se fazer o que os “outros” não estão fazendo. Boa festas e um ótimo 2018 para você,sua família e todos os leitores do clube. Obrigada.

Gunther
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Gunther

Olá Leandro, tenho uma reclamação sobre o seu texto, mas não sobre este texto, sobre todos os seus textos.
Toda vez que leio um texto seu, além de todo o conteúdo embasado, bem amarrado, das informações com fonte, da boa escrita e etc, sempre tem um teor polêmico, que trás à tona nosso pior/melhor lado.
Por mais que sempre tenha outros lados da moeda, o texto tá tão amarradinho que não dá pra discordar, procuro argumentos, informações, mas não tem como. Quem discorda está é arrumando desculpa para não se desenvolver.
Acabo ficando angustiado vendo a verdade de tão perto.
Odeio seus textos.
🙂

Wesley Trigueiro
Visitante
Wesley Trigueiro

Olá Leandro.
Obrigado pelos artigos.
Tenha certeza que você melhora a vida de muita gente com o que faz. Você tem nos ajudado a enriquecer por dentro.
Desejo um bom 2018 com muita felicidade, paz e sucesso pra você.
Bem, é isso!

Obrigado.

Dinheiro Investimento e Lazer
Visitante
Dinheiro Investimento e Lazer

Já li esse livro.

Excelente post, concordo com a frase “enriquecimento financeiro costuma ser a consequência de enriquecer com pessoas e profissionais”

Abraço e bom Natal

Vic
Visitante
Vic

Leandro o q vc acha desta declaração Zeina Latif, economista-chefe da XP, escreveu que o risco se Lula for eleito é de “mediocridade”:

“O risco com Lula não é de colapso econômico, como foi com Dilma, e tampouco de um governo bolivariano. Nem Lula é ditador de esquerda, nem nossas instituições um desastre. E as instituições têm funcionado cada vez melhor. Hoje nem Dilma conseguiria repetir tantos erros.”

Rafael
Visitante
Rafael

Ola Leandro!

Estou passando exatamente pelo contrario. O meu maior problema é como separar todas os conteudos que recebo. Eu leio sobre educação financeira, mas ao mesmo tempo tenho que estudar ingles, sobre minha area (legislação trabalhista), fazer exercícios e perder peso (estes sao meta para 2018, rs) e ainda dar atencao para minha esposa e filha. Atualmente nao estou sabendo como organizar meus estudos pelo excesso de informação disponível. Meu tempo é escasso e estou querendo mudar isso para 2018. Voce tem alguma ideia de como eu posso fazer isso? Como fazer prioridades?
Desde ja te agradeco por todo o conhecimento que vc compartilha conosco.
Desejo para vc e sua familia um natal com muita saúde e paz! Grande abraço!!!

Breno Martins
Visitante
Breno Martins

Obrigado Leandro por mais um artigo importante, que provoca nossa reflexão. Já li todos os seus artigos. E, em diversos pontos, tenho me identificado. Suas análises são sensatas e maduras. E quem vem lendo seus artigos sabe que o sucesso financeiro deve ser tomado em sentido amplo, junto com o desenvolvimento pessoal. Parabéns!

Luis
Visitante
Luis

Há um tempo atrás tomei uma decisão aparentemente simples, mas que me trouxe benefício enorme.

Ao chegar em casa depois de um dia de trabalho, ao invés de ligar o computador e checar o Facebook, comecei a usar esse tempo para checar o Home Broker e estudar sobre renda variável.

O tempo gasto era o mesmo, mas o potencial de produtividade foi de zero a infinito.

Já estou colhendo alguns frutos que não existiriam sem a minha tomada de decisão.

Claro que não eliminei o lazer e distração, apenas redimensionei o tempo necessário para isso de forma que eu tenha cada vez menos “tempo jogado fora”. Otimização do tempo. E isso nao significa eliminar a distração mas sim buscar o tempo mínimo e necessário para ela e ser produtivo com todo o restante do tempo.

Exercício diário que passa pela árdua tarefa de desligarmos nosso piloto automático e sair sempre de qualquer zona de conforto.

Sempre haverá oportunidades de não perdermos tempo.

Parabéns pelo artigo e pelo site, abraço!

Patrícia
Visitante
Patrícia

Parabéns pelo excelente texto, bastante reflexivo. Sou professora da rede pública e ao contrário do comentário citado sobre o salário do professor, consigo juntar dinheiro, já tenho alguns ativos que dão retorno. Pode ser clichê, mas a verdade é que o problema não o quanto você ganha, mas o que vc faz com ele. Planeje, crie metas, siga-as que vai dar certo. É muito bom ter dinheiro guardado, vc sente-se seguro e tranquilo é confiante.

Renata Mello
Visitante
Renata Mello

Nossa prezado Leandro, 2017 foi um divisor de águas para mim que tive o enorme prazer de conhecer o Clube dos Poupadores e seus ensinamentos.
MUITO obrigada por tudo até aqui e que venha 2018 com toda esperança de novos rumos!
Vou dar o meu melhor para isso…

Joel
Visitante
Joel

Oi Leandro parabéns por mais um artigo de valor, muito se critica o sistema Capitalista mas esse sistema desbloqueou a maior fonte de riqueza que é o conhecimento. Recentemente eu comprei um celular semi novo por 250 reais que fotografa, filma, faz ligações, grava conversa, tem televisão, GPS, mapas, e acesso a internet 4G, é possível assistir todo tipo de vídeo com alta qualidade de som e imagem, posso baixar de graça uma infinidade de aplicativos para leitura de livros e acessar outras tantas fontes de informação, é possível até cursar uma faculdade sem sair de casa. Com esse mesmo aparelho posso comprar, vender e alugar qualquer coisa e posso conversar com pessoas de qualquer parte do mundo praticamente de graça. Em um tempo atrás eu trabalhava em uma empresa e na hora do intervalo os funcionários se reuniam para compartilhar vídeos de pornografia, piadas e violência ou marcar encontros extraconjugais, enquanto eu me afastava deles para ler livros do Napoleon Hill e ouvir áudio books de extremo valor para o desenvolvimento pessoal. Leandro me corrija se eu estiver errado, mas o sistema Capitalista não é tão perverso quanto dizem, pois ele disponibiliza para a maior parte dos brasileiros ferramentas primárias que levam a evolução e ao desenvolvimento a preços irrisórios.

João Augusto
Visitante
João Augusto

Leandro, boa tarde!

A matéria revela bem o espirito do brasileiro, aquele que reclama de tudo mas não vai à luta preferindo assistir o mundo da ficção pela TV. Temos até quem se orgulhe de nunca ter lido um livro, como também temos eleitores que elegem essa pessoa.Nossas conquistas são frutos dos nossos esforços, sem o que não iremos a lugar algum.Parabéns, mais uma vez, pelo brilhante texto sempre compartilhados por mim, a começar pelas minhas queridas filhas.
Um ótimo natal e muita saúde para manutenção desse seu maravilhoso trabalho.

Simplicidade e Harmonia
Visitante

Leandro,

Excelente artigo para encerrar o ano.

“Será que estamos utilizando todos esses recursos para realizar todo o nosso potencial ou estamos utilizando todos esses recursos para nos distrair? ”
Os números apresentados mostram claramente que ricos e pobres gastam seu tempo disponível de forma totalmente diferente.

Infelizmente muitos hábitos não estão levando a população em geral ao desenvolvimento do potencial pessoal e sentido de vida, muito pelo contrário….

Gostei da dica do site 12 minutos, a ideia é muito interessante.

Feliz 2018!

Jair
Visitante
Jair

Leandro parabéns por mais um texto excelente. É muito bom também ver os comentários e inclusive a sua resposta ao Anderson Lima e sua colocação. Culpar a sociedade os outros o governo é fácil. Agora levantar da cama e buscar a transformação em si mesmo isto sim é difícil ! Acredito piamente que qualquer um pode mudar sua vida da pobreza para a riqueza. E isto sem deixar de aproveitar a vida.. É tudo questão de dar prioridade ao que é prioritário.

Guilherme Binati
Visitante
Guilherme Binati

Excelente artigo Leandro, parabéns. Gostei muito da parte que diz: “O computador utilizado na missão espacial que levou a nave Apollo e seus astronautas à Lua tinha o poder de processamento de dois videogames antigos da Nintendo. Meus amigos da escola utilizavam esse poder de processamento para jogar tempo fora jogando Mario Bros.” Nos leva a refletir sobre a nossa relação com as tecnologias e recursos que nos são disponíveis.

Após ler alguns comentários aqui, me veio a vontade de te desejar muita paciência para o ano de 2018. 🙂

Um abraço e obrigado pelo importante trabalho de esclarecimento que você realiza.

Dalai
Visitante
Dalai

Não acho nada de anormal. Para os fans de star trek como eu, veem um futuro onde o dinheiro não é mais o que move o mundo. As necessidades materiais não existem mais e o desafio agora é “to improve yourselves”. Creio que ainda estamos longe disse mas espero que não muito….já está na hora da vida material deixar de ser mais importante do que ser humano !

Luiz
Visitante
Luiz

Olá Leandro,
Já acompanho seu trabalho há muito tempo, e você não faz ideia o quanto isso impactou minha vida e as vidas de muita gente que eu conheço.
Gostaria de saber quando você vai abrir novas vagas para o curso sobre a Resistência. Eu não tive a oportunidade daquela vez pois estava desempregado, mas agora tenho o capital necessário.

Abraço.

Raffael
Visitante
Raffael

Olá Leandro,
Gostaria de saber quando serão abertas novas vagas para o curso de Resistência. Sinto que preciso urgentemente.
Um abraço.

Isabella
Visitante
Isabella

Oi Leandro, senti falta de nunca mais receber os avisos do Transcendência e fui lá ver se tinha algo novo. Qual não foi minha surpresa ao não encontrar o blog… por que vc tirou do ar? Eu amava os textos, vez por outra relia alguns. O que houve?

Otavio
Visitante
Otavio

Oi, Leandro! Eu acompanho o seu site faz algum tempo, mas nunca comentei. Gostaria de lhe agradecer pelo seu excelente trabalho. É inspirador !!! Com certeza está ajudando muitas pessoas, assim como eu. Ultimamente estou refletindo muito sobre as minhas escolhas. Sempre achei que a falta de incentivo dos meus pais foram determinantes para eu não seguir o meu grande sonho que é me tornar um médico. Acabei fazendo engenharia, consegui passar em um concurso e tenho uma vida muito estável. Só que agora aquele sonho tá falando mais alto, e estou muito desconfortável com a situação. Sei que terei que deixar muita coisa para trás, porém acredito que valerá a pena. Estou exatamente nessa fase de deixar as distrações de lado para estudar para o vestibular de novo! Me sinto um adolescente em busca do seu sonho, só que com 30 anos =) Feliz 2018 para todos os leitores e pra você, Leandro! Um abraço

Marilene
Visitante
Marilene

Olá Leandro. Agradeço pelos artigos do site, pois vão muito além de educação financeira. É uma fonte de educação para o bem viver. Teu exemplo de disciplina e trabalho árduo, nos desperta a vontade de mudar, lutar contra a ignorância e acreditar que é possível transformar nossa realidade, principalmente a financeira.
Desejo que tenhas um novo ano muito especial, que junto com teus familiares tenham todas as alegrias do mundo.

Cristiano
Visitante
Cristiano

Olá, Leandro. Obrigado por mais um ótimo artigo seu.
Quero te perguntar sobre o Transcendência Financeira. O que aconteceu? ele saiu do ar mesmo? É uma pena pois, apesar do site ainda estar começando, os artigos até então publicados eram de alta qualidade e não tive tempo de salva-los como eu faço com todos os artigos do Clube dos Poupadores que leio. Será que você não poderia disponibilizar uma versão para baixarmos? É uma pena perdermos um conteúdo de tamanha qualidade.

Luciana
Visitante
Luciana

Oi Leandro! Não tem muito a ver com o post, mas eu queria pedir que você escrevesse mais sobre FIIs, o último post sobre isso é de 2015, inclusive você fez um curso e depois não escreveu mais.. Eu quero muito aprender sobre FII, por onde eu começo?
Feliz 2018!

Luciana
Visitante
Luciana

Agora sobre o post. Eu acho que entendi o ponto da necessidade de sempre buscarmos aprender, melhorar e crescer. De fato isso é muito importante e não podemos simplesmente agir como plantas e esperar a chuva cair, mas ainda assim é uma visão bem pequena dizer que “o objetivo da vida é o crescimento pessoal”. A TEORIA de Darwing realmente é simplista…
De acordo com a Bíblia, a vida é bem mais do que isso. Seria muito legal se vocês lessem o capítulo 12 de Lucas https://www.bibliaonline.com.br/acf/lc/12

Mesmo com esse argumento de que “se você tem pouco, terá sua capacidade de ajudar limitada. Também não terá tempo livre para pensar no próximo, pois estará mais preocupado em conseguir dinheiro para pagar suas contas….” Não acho justificativa para dizer que o foco maior da existência seja em primeiro lugar o crescimento individual, pelo menos para minha experiência de vida não tenho visto esse argumento na prática. As pessoas que eu conheço que mais ajudam as outras, tanto financeiramente quanto em tempo de qualidade, são as menos abastadas. Tenho um colega que só tinha uma casinha velha de madeira e começou a chamar moradores de rua para tomarem café com ele, hoje ele dirige um trabalho fantástico que recupera vários moradores de rua e viciados, e ele continua sem nenhum patrimônio.
Sugiro a leitura do livro “Autobiografia de George Müller”, que cuidou de mais de 10mil crianças órfãs sem ter nenhuma reserva de valor. Existem muitas pessoas assim ainda, mas elas não aparecem.

Enfim, conhecendo este site (que gosto muito aliás) acho que entendi a mensagem principal, mas quis deixar estas considerações também.

Carlos Eduardo
Visitante

Não tinha ouvido falar deste Wallace Wattles. Interessante esta visão naquela época. Nós ainda no Brasil ainda temos muita dificuldade para entender riqueza como algo construtivo. Sempre escutamos e fomos ensinado que tornar-se rico é algo ganancioso e ruim. Felizmente isto está mudando. A discussão sobre o liberalismo econômico vem ganhando força nos últimos anos no Brasil. Espero que isto se materialize nos próximos 10 anos.
Abraços e parabéns pelo trabalho, que sempre nos inspira a querer ser mais!

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