Melhor cheque especial: sem juros e taxa zero

Vou mostra neste artigo como é possível ter um cheque especial, sem pagar juros, sem cobrança de taxas, sem IOF e sem prazo de pagamento. Imagine como seria maravilhoso poder contar com um cheque especial particular que te paga juros diariamente quando não for utilizado e não cobra juros quando você precisar dele, mesmo que você demore vários meses para devolver o dinheiro que usou.

O que irei ensinar aqui é tudo aquilo que os bancos não gostariam que você fizesse e soubesse. Como mostrei no artigo anterior, chamado “Crédito Rápido e Fácil: a pior forma de realizar sonhos e desejos” os bancos estão sempre estimulando o uso das piores moralidades de crédito que existem (piores para você e melhoras para eles). O cheque especial é a pior forma de crédito que existe, e por incrível que pareça, é uma das mais utilizadas pelos brasileiros.

Se o cheque especial é tão danoso, por qual motivo mais de 30 milhões de brasileiros continuam dependendo dele para fechar suas contas todos os meses? A resposta é simples: falta de educação financeira. Fonte.

O cheque especial é uma verdadeira praga das finanças pessoais das famílias menos instruídas. Leia esse artigo e veja como se livrar dele para sempre.

Cheque especial

O cheque especial é um nome elegante para uma verdadeira arapuca (armadilha). Para piorar a situação, muitos acreditam que ter um limite elevado no cheque especial é um sinal de prestígio e status social. Pior ainda são aqueles que se orgulham de serem “privilegiados” com a possibilidade de “complementar a renda” mensalmente fazendo uso do limite, mesmo pagando uma das taxas de juros mais elevadas do mundo.

O cheque especial funciona como uma armadilha. O banco disponibiliza uma quantia pré-aprovada de crédito camuflado no saldo da sua conta corrente e fica esperando um deslize. Basta um pequeno descuido financeiro para o banco emprestar dinheiro automaticamente e cobrar juros tão elevados que beiram a imoralidade (acima de 300% ao ano).

A Anefac divulga pesquisas mensais sobre os juros cobrados pelos bancos neste endereço aqui. O Procon também faz esse tipo de pesquisa, veja aqui. Os juros do cheque especial estão acima de 300% ao ano e só perdem para os juros do rotativo do cartão de crédito que estão acima de 400% ao ano.

Se você aceita pagar 300% de juros ao ano, e ainda tem orgulho disso, é muito provável que não tenha nenhuma ideia sobre a diferença entre 3%, 30% ou 300%. O mínimo que você deveria fazer é parar de falar para as outras pessoas que faz uso do cheque especial como se isso fosse vantajoso, sinal de inteligência ou de poder econômico. Fazer uso do cheque especial só demonstra que você precisa se educar financeiramente com urgência.

Para observar a discrepância absurda basta observar quanto o banco paga de juros quando você empresta dinheiro para ele. Se você emprestar dinheiro para o banco depositando dinheiro na poupança, sua remuneração será de apenas 6,17% ao ano + TR (mais ou menos 0,5% ao mês). Se emprestar através de um CDB que paga 100% do CDI sua remuneração anual será a taxa DI divulgada no site da CETIP (www.cetip.com.br) menos imposto de renda sobre os rendimentos.

É comum observar que aquilo que o banco paga de juros ao ano, para quem empresta dinheiro para ele através do CDB é o equivalente ao que o mesmo banco cobra de juros ao mês, de quem pede dinheiro emprestado. Isso significa que cheque especial só é especial mesmo para o banco.

É evidente que a ignorância financeira dos brasileiros se transformou em uma grande oportunidade de lucros elevados para os bancos e financeiras. Se as pessoas tivessem o mínimo de instrução e consciência, jamais aceitariam pagar taxas tão elevadas de juros através do cheque especial,  muito menos se orgulhariam de ter ou usar essa modalidade de crédito.

Uma dívida de R$ 5.000,00 no cheque especial com juros de 13% ao mês passaria dos R$ 50.000,00 em apenas 19 meses (1 ano e 7 meses). Em 38 meses (3 anos e 2 meses) ela passaria de meio milhão de reais. Em 44 meses (3 anos e 8 meses) ela passaria de 1 milhão de reais. A dívida cresce exponencialmente, como uma bola de neve que aumenta cada vez mais rápido. Faça suas próprias simulações.

É claro que ninguém passará 3 anos devendo através do cheque especial. Normalmente as pessoas passam alguns dias devendo no cheque especial. O problema é que o uso do cheque especial facilmente se transforma em mau hábito. No decorrer de vários anos ou de uma vida inteira, você irá transferir uma enorme quantidade do seu dinheiro para os bancos através de incontáveis momentos em que precisará do cheque especial temporariamente.

Uma taxa de 13% ao mês é equivalente a uma taxa de 0,4082% ao dia (em um mês de 30 dias). Vamos imaginar que, em média, você ficou devendo R$ 1.000,00 por 7 dias no cheque especial, todos os meses. Para fazer uso dos mesmos R$ 1.000,00 você teria que jogar R$ 347,16 pela janela todos os anos.

Como já falei, dezenas de milhões de brasileiros fazem uso mensal do cheque especial e o impacto negativo disso no final de vários anos é muito grande. Esse dinheiro, jogado fora, poderia ser utilizado pelas famílias de uma forma mais inteligente se as pessoas criassem o seu próprio cheque especial particular.

Criando o seu cheque especial particular:

Olhando para o exemplo anterior, não seria mais barato e inteligente manter esses R$ 1.000,00, do seu próprio dinheiro, guardado para usar diante de alguma emergência? Isso funcionaria como seu cheque especial particular, totalmente livre de juros e de taxas.

A vantagem de pegar dinheiro emprestado de você mesmo é óbvia. Você não vai pagar juros para você mesmo, não vai pagar taxas e muito menos o imposto (IOF). Se o dinheiro ficar guardado em uma aplicação qualquer, você ainda poderá receber juros quando o dinheiro não for usado.

No documento chamado “Guia de uso responsável do crédito” de autoria da Federação dos Bancos, eles estimulam as pessoas a utilizarem o cheque especial como uma solução para as despesas de emergência (fonte). O mesmo ocorre no site de todos os grandes bancos que visitei. Veja um texto retirado do guia:

Um educador financeiro, que trabalhe servindo a educação, jamais recomendaria o uso do cheque especial como “a opção certa” para despesas como a troca da bateria do carro.

A bateria de um carro é o tipo de despesa previsível. Ela nem deveria ser considerada como uma despesa de emergência. No manual do seu carro é possível encontrar a informação sobre a vida útil da bateria no manual do veículo. Isso significa que a pessoa financeiramente educada faria aquilo que chamo de provisões financeiras.

Nestas provisões, a troca da bateria, troca do óleo, pagamento do IPVA, licenciamento, seguro do carro e outras despesas previsíveis estariam planejadas e devidamente programadas.Se você ainda não leu meu artigo sobre provisões visite aqui. Se você já investiu na sua reeducação financeira (veja como aqui) jamais irá utilizar o cheque especial para aquilo que poderia ser provisionado.

Mesmo assim, existem situações emergenciais. Para esses imprevistos você deve ter um reserva de emergência. Você pode perder o seu emprego, pode sofrer um acidente, pode precisar comprar um medicamento caro ou sua geladeira pode queimar exigindo a compra imediata de outra. Para isso você deve ter sua própria reserva de emergência. Já falei sobre a importância de ter uma reserva de emergência neste outro artigo.

Além das suas provisões e da sua reserva de emergência você deve ter aquilo que chamo de capital de trabalho. Esse é o dinheiro que será trabalhado durante o mês para manter a sua vida funcionando, com todas as contas pagas e sem a formação de qualquer dívida durante o mês.

Vou listar os passos que você deve adotar para se livrar do cheque especial e falarei mais sobre o seu capital de trabalho.

Passo 1

Neste primeiro passo você deve estabelecer quanto dinheiro você precisa manter parado na sua conta corrente durante o mês. Este será o dinheiro gasto no curtíssimo prazo, entre o recebimento de um salário e outro. Para encontrar esse número você deve observar os extratos anteriores da sua conta. Anote o dia e os valores de todos os pagamentos e saques que você costuma fazer mensalmente. Exemplo: pagamento de energia, internet, luz, água, condomínio, plano de saúde, supermercado, colégio dos filhos, etc. É importante que você já tenha uma ideia clara de quanto gasta todos os meses. Se está perdido com relação a isso será importante fazer o seu orçamento familiar primeiro.

Pessoalmente gosto de concentrar todos os meus pagamentos em uma única data de vencimento ou em datas próximas que ocupem uma mesma semana. O ideal seria concentrar todos os pagamentos para uma semana depois da semana onde você habitualmente recebe a sua renda mensal: salário, pró-labore, dividendos, aluguéis, etc.

Na figura abaixo podemos ver um exemplo. Vamos imaginar que você recebe seu salário na primeira semana do mês, entre o dia 01 e o dia 07. Você poderia pedir para que todas as empresas que lhe prestam serviços utilizem como data de pagamento a semana seguinte, entre os dias 08 e 14. Neste caso, não existiria muito tempo vago entre o recebimento do seu salário e o pagamento das suas contas. O dinheiro necessário para o pagamento de todas as suas principais despesas ficaria poucos dias parando na sua conta esperando a data de pagamento chegar.

Após pagar suas contas é fundamental pagar-se, ou seja, separar uma parte da sua renda que será paga a você mesmo, de tal forma que você possa ter dinheiro para realizar compras planejadas no futuro, para garantir sua aposentadoria ou maior independência financeira. São as compras planejadas que fazem você não depender mais do crédito consignado ou do crédito direto ao consumidor.

Pelo que já pude observar, as pessoas costumam utilizar o esquema abaixo. Isso acaba gerando muitos problemas. Elas recebem salário na primeira semana do mês e concentram todas as suas contas mais importantes para pagamento nos últimos dias do mês. Isso cria uma “janela cinzenta de tentações” entre o recebimento do salário e o vencimento das principais contas.

Neste exemplo, as pessoas chegam no final do mês sem nenhum dinheiro na conta para a cobertura daquelas despesas fixas mensais.  São justamente essas despesas que geram multas, taxas, paralisação de serviços, quebra de contrato e até inclusão do seu nome nos serviços de proteção ao crédito se forem atrasadas.

Para não atrasar essas contas, as pessoas tendem a usar o limite do cheque especial. O dinheiro que deveria ter sido utilizado para pagar a conta foi gasto nas semanas anteriores consumindo supérfluos, ou seja, pagando por produtos e serviços que não eram essenciais e que poderiam ser adquiridos através de um planejamento.

Passo 2

Mesmo que você tenha uma semana de recebimentos e outra de pagamentos bem definidas, não é correto manter a sua conta corrente com saldo próximo de zero. É importante manter uma quantidade de dinheiro parado na sua conta corrente para evitar que você caia na armadilha do cheque especial, principalmente se você faz uso do cartão de débito e emite cheques. Esse dinheiro parado na sua conta não vai gerar qualquer rentabilidade, mas evitará que você pague juros abusivos por alguns dias de descuido.

Não existe um valor ideal que sirva para todas as pessoas, mas esse valor não precisa ser grande caso você siga o passo 3 e tenha orçado quais serão suas despesas naquele mês.

Encare a quantia que você manterá parada na sua conta corrente como sendo o seu capital de giro. No mundo das empresas o capital de giro é capital de trabalho, ou seja, o dinheiro necessário para financiar a continuidade das operações da empresa. No seu caso, o seu capital de giro é o dinheiro que você precisa ter disponível para manter sua casa e sua vida funcionando. Ele será acessado quando você precisar fazer um saque nas máquinas que existem nas ruas ou quando precisar comprar algo no cartão de débito. Mesmo existindo a possibilidade de uso do crédito, é comum algumas empresas só aceitarem o cartão de débito ou até oferecerem alguma vantagem se você escolher o pagamento por débito.

Passo 3

Crie o hábito de olhar os movimentos da sua conta corrente. Pode ser uma vez por semana. Use a noite de domingo para planejar a sua semana e programe sua vida financeira para a semana que se inicia. Tome consciência das contas que deverão ser pagas, do dinheiro que você vai precisar durante a semana e quanto precisa ficar disponível na conta corrente como sendo o seu capital de trabalho. Todos os bancos permitem consultar extratos facilmente pelo computador ou smartphone.

Ter consciência dessa movimentação permitirá tomar decisões sobre quanto será necessário manter na sua conta para cobrir as movimentações da semana seguinte sem cair na armadilha do cheque especial. Se o seu salário acabar antes do mês, não tem problema, use a sua reserva como se fosse o seu cheque especial particular e assim que receber o seu salário, reponha o dinheiro que utilizou.

Já vi casos de pessoas que evitam olhar a movimentação da conta bancária para não se sentirem tristes diante da constatação de que estão no vermelho. Essa forma de agir beira a infantilidade. Não saber que o problema existe não elimina o problema, só piora o problema. É fundamental ter consciência (conhecer a verdade) para que você tome decisões inteligentes e mantenha o controle da sua vida financeira.

Não acompanhar sua conta corrente para evitar a dor diante da constatação da verdade é acreditar que a ilusão, ignorância e a mentira é a fonte do seu bem-estar. A fonte do seu bem-estar é a consciência, o conhecimento dos fatos e a verdade sobre sua situação financeira atual. Sem isso é impossível assumir o controle e dormir o sono tranquilo daqueles que fizeram o seu dever de casa.

Você só vai precisar olhar para sua conta corrente quatro vezes por mês, dedicando poucos minutos para uma tarefa que pode evitar problemas e descontroles financeiros.

“Por vezes as pessoas não querem ouvir a verdade, porque não desejam que as suas ilusões sejam destruídas.” – Friedrich Nietzsche.

Ilusões

Passo 4

Crie a sua reserva para emergências. Sua reserva será sagrada e só deve ser utilizada em emergências. Uma vez um jovem me escreveu após entrar em uma crise existencial sobre gastar ou não gastar suas reservas em uma viagem de fim de semana. Leia esse artigo para entender melhor.

Será dessa reserva que você tirará o dinheiro necessário para fechar as contas do mês quando ocorrerem imprevistos, ou seja, apenas quando as coisas fugirem do seu controle. Será como pedir dinheiro emprestado para você mesmo.

Como em qualquer empréstimo, é fundamental que você devolva o dinheiro, para você mesmo, assim que receber sua próxima renda (salário). Fica a seu critério pagar juros para você mesmo. É interessante cobrar juro de você mesmo e a taxa pode ser a mesma que você receberia se tivesse mantido o dinheiro aplicado no investimento onde ele estava. Exemplo: imagine que você não conseguiu fechar suas contas com o dinheiro que recebeu de salário durante o mês devido a um problema que não foi possível prever. Você vai precisar pegar R$ 1.000,00 emprestado de você mesmo, ou seja, terá que sacar R$ 1.000,00 do investimento que você utiliza como reserva de emergência. Imagine que isso fará você perder uma rentabilidade de 0,8% naquele mês. No mês seguinte você pode devolver esses R$ 1.000,00 acrescido de 0,8% ou R$ 1.008,00. Usando o cheque especial do banco você pagaria pelo menos 13% ou 14% de juros ao mês e não 0,8%.

A quantidade de dinheiro que você deverá manter na sua reserva depende de cada pessoa. Existem pessoas que possuem o equivalente ao salário de um único mês guardado como reserva. Existem pessoas que possuem o equivalente a 6 meses de salário em reservas. Existem aquelas que possuem 12 meses. Exemplo: se você tem um salário de R$ 2.000,00 e optou por manter reservas equivalentes a 6 meses de salário, você terá R$ 12.000,00 em algum investimento que só deve ser gasto diante de uma emergência. Ser demitido é uma emergência e neste caso a sua reserva seria suficiente para garantir a manutenção do seu estilo de vida por 6 meses até conseguir um novo emprego. Dependendo da sua profissão, do seu custo de vida e outras características pessoais você pode optar por reservas muito maiores ou menores que isso.

Passo 5

O dinheiro da sua reserva deve ser aplicado em investimentos conservadores como poupança, fundos DI ou de renda fixa, CDB pós-fixados com liquidez diária e títulos públicos como o Tesouro Selic. Aqui no Clube dos Poupadores você encontra artigos gratuitos onde falo sobre o funcionamento de todos esses investimentos. Nos meus livros você também encontrará tudo que precisa saber de uma forma bem didática.

Você pode fazer um misto de investimentos. O título público Tesouro Selic pode ser usado como reserva de emergência, mas você deve observar que existe uma demora entre a venda antecipada do título e o recebimento do dinheiro que só ocorre 1 dia útil depois de venda antecipada. Existem situações onde esperar 1 ou 2 dias para ter acesso ao dinheiro não será nenhum problema. Veja o artigo que escrevi sobre o uso do Tesouro Selic em investimentos de curto prazo. Existem fundos de investimento que possuem liquidez imediata, ou seja, você pode resgatar seu dinheiro a qualquer momento dentro de uma determinada faixa de horários, mas você precisa prestar atenção nas taxas administrativas.

O dinheiro parado na conta corrente é o que garante maior liquidez, já que você poderá sacar esse dinheiro em qualquer caixa eletrônico em funcionamento próximo da sua casa.

Armadilha dos dias sem juros

O que um banco poderia fazer para transformar o uso do cheque especial em um hábito na vida dos seus clientes? Oferecendo alguns dias de uso do cheque especial sem a cobrança de juros, mas neste caso a armadilha seria ainda mais perigosa.

Vários bancos estão oferecendo a possibilidade de usar o cheque especial, sem a cobrança de juros, por uma quantidade de dias que pode ser 10 ou 15 dias (depende do banco). Até aí tudo bem, o problema ocorre quando você comete um pequeno deslize e dispara a armadilha. Se você passar do limite de dias estabelecido pelo banco a cobrança dos juros ocorrerá para todos dias que passaram.

Exemplo: o banco oferece 10 dias sem juros, você utiliza 9 dias. Você não pagará os juros, mas pagará o IOF (imposto sobre operações financeiras) sobre o valor que foi emprestado. Se você usar o cheque especial por 11 dias, terá que pagar os 11 dias de juros e não apenas 1 dia excedente.

O banco sabe que nada mais poderoso do que a formação de um hábito, que neste caso é um mau hábito financeiro.

Quando você cria o hábito de usar o cheque especial mensalmente, chegará o dia que você errará a contagem e pagará juros retroativos ao primeiro dia de utilização, sobre todos os dias, e não só sobre o único dia que ultrapassou o prazo.

Esse tipo de “produto” é uma aposta dos bancos contra você. Eles apostam que você vai adquirir o mau hábito de usar o cheque especial para fechar suas contas no final de todos os meses. Eles apostam que será uma questão de tempo para que a sua indisciplina ou a consequência de uma eventualidade faça você falhar no seu planejamento financeiro.

A armadilha do cheque especial estará lá, armada, esperando você.

Invista primeiro em você:

O primeiro investimento que devemos fazer para melhorar a nossa vida financeira é o investimento em conhecimento. Custa pouco e rende juros pelo resto da vida. Sem saber investir o nosso próprio dinheiro, não teremos bons resultados. Dependendo da opinião dos outros para saber onde investir, teremos resultados ainda piores. O conhecimento melhora nossos resultados e liberta da dependência dos outros. Escrevi uma série de livros que podem te ajudar muito a adquirir todo o conhecimento que precisa no menor tempo possível. Clique aqui para conhecer os livros.
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Sobre o Autor:

Leandro Ávila criou o Clube dos Poupadores por acreditar que o conhecimento é uma riqueza que se multiplica quando dividida. Compartilhando o que sabemos, criamos um mundo melhor. Conheça os livros que ele escreveu sobre educação financeira, investimentos financeiros e imobiliários.

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Leandro ÁvilaWilsonAlexanderBeatrizMarcelo Dias Recent comment authors
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Thiago Silva de Oliveira
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Thiago Silva de Oliveira

Boa tarde Leandro, muito do que você descreveu no artigo já utilizo na minha vida pessoal e financeira, 6 anos atras passei por um problema financeiro e as contas não estavam fechando, foi ai que decidi criar uma planilha de controle financeiro para ter maior visibilidade do que entra e saía, dai por diante melhorei minha vida financeira, consegui pagar os débitos em atraso, equilibrei as dividas e depois de algum tempo iniciei meus investimento, hoje após receber o salario consigo pagar as contas, fazer investimentos variados e ainda sobra para algum lazer. Não dependo mais de empréstimos, financiamentos e cartão de crédito.

Patrícia
Visitante
Patrícia

Leandro Ávila chamando suas fiéis leitoras de galinhas kkkk
Brincadeiras à parte, parabéns pelo esclarecedor artigo!
Um abraço

Leninha Cabral
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Leninha Cabral

Meu cheque especial pessoal fica na poupança, que tem resgate e aplicação automática na conta corrente. Minha conta corrente é zerada. No mês anterior, recebi R$38,00 de juros para manter meu cheque especial lá. Reserva de emergência está no CDB com liquidez diária, para 3 meses de gastos. Os demais investimentos possuem vencimentos distribuídos para os meses seguintes. Na pior das hipóteses, em caso de perda de emprego, gasto meus investimentos. Cada mês que passa e eu mantenho o emprego, faço um investimento com prazo cada vez maior.

Aecio felix
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Aecio felix

Parabéns Leandro, artigo enriquecedor!

João Paulo de Souza
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João Paulo de Souza

Que tal o uso da moeda virtual BitCoin como reserva de emergência?

A. Rossi
Visitante
A. Rossi

Leandro no item Passo 2 você diz “…Esse dinheiro parado na sua conta não vai gerar qualquer rentabilidade…”. Existem alguns banco por exemplo o ‘Banco Bra. de descontos’ que possui um serviço que aplica automaticamente no final do dia o saldo restante da Conta Corrente em investimento. Este dinheiro é resgatado de forma automática em qualquer instante que se precise dele. Saques, uso do cartão, transferências bancarias o valor exato da operação é resgatado, tudo de forma automática sem intervenção do correntista.

De demais perfeito o artigo… outra dica é ao utilizar o Cheque especial próprio já deixe uma transferência do valor + juros eventualmente cadastrado na conta corrente, desta forma nos extratos futuros você será lembrado que tem este compromisso com você próprio!

Joanatan
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Joanatan

Super produtivo esse artigo
Professor.
Vejo tantos ao meu redor,Que trabalham arduamente e vivem com o nome sujo,
Gastam tudo oque ganham com bebidas, baladas e não prosperam na vida.
Como pode?isso é triste.

Cleiton Oliveira
Visitante

Excelente artigo Leandro, as imagens foram as melhores, rsrs. A reserva de emergência é o melhor cheque especial que existe.

Juracy Lins
Visitante
Juracy Lins

Parabéns Leandro… ótimo artigo. Há cinco anos atrás (eu ainda era estudante na época) o banco cancelou o meu cheque especial. Fiquei chateado porque eu achava que tinha perdido um benefício. Hoje me considero um sortudo, pois fui obrigado pelo próprio banco a depender apenas do meu rendimento mensal. Agora a situação é bem diferente pois recebo ligações da minha gerente todos os meses pedindo para reativar o cheque especial. Quando preciso ir ao banco por qualquer motivo o atendente também tenta a todo custo me jogar para essa arapuca. O triste é ver meus parentes e alguns amigos que já contam com esse dinheiro mensalmente. Tento explicar os malefícios

Guilherme
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Guilherme

Nossa, me lembro como hoje de uma tia que se vangloriava de utilizar cheque especial todo mês. Sem contar na armação clássica de inflar o ego das pessoas ao darem a elas cartões “exclusivos” (que de exclusivos não tem mais nada, pois os ricos mesmo estão em outra estratosfera) e cheques coloridos, como vc mesmo apontou. Lógico, que os cartões exclusivos possuem anuidades maiores. Quando o gerente me ofereceu um, negociei um ano sem taxas, mas quando resolveram me cobrar, logo pedi para voltar para o cartão normal. Não preciso de autoafirmação de ninguém, muito menos de banco, para me sentir importante. Para mim, pagar minhas contas em dia que é sinal de glamour.

Há mais de um ano, também saí da Conta Premium do meu banco também e optei pela comum, de varejo. O gerente da de varejo me questionou e disse que não fazia sentido essa mudança. Quando eu o informei que estava interessado no pacote digital, para me livrar de tarifas, ele disse que não sabia e inclusive ficou interessado na possibilidade (brincadeira? Quero crer que estava fingindo de sonso).

É o retrato da nossa sociedade, ignorante e desinformada por opção, infelizmente.

Adriano
Visitante
Adriano

Parabéns mais um excelente artigo.

Alexandre Oliveira
Visitante
Alexandre Oliveira

Ótimo artigo Leandro. Eu uso o sistema de planilhas que me ajuda muito.Eu trabalho com os dias do mes. Pra cada mês eu tenho uma planilha e uso uma fórmula que conforme eu vou atualizando em que dia eu estou do mes, a planilha vai me dizendo o quanto eu posso gastar por dia até o fim do mês baseado numa receita q foi definida. Uma coisa que também me ajuda muito é definir se a despesa é prevista ou não. Pelo fato de as coisas serem pagas em datas diferentes eu já lanço tudo o que não foi pago ainda, mas que será pago e isso fica controlado por uma coluna que diz se é previsto ou não. Pelo fato de ter o recurso de previsão eu posso saber exatamente o quanto eu posso gastar por dia até o último dia do mês. O legal é que mesmo que a receita seja menor que tudo o que está previsto, você já sabe o quanto precisa levantar de grana pra não fechar o mês no vermelho. O mais importante que eu aprendi até agora é que o registro e controle dos gastos é fundamental pra não ficar na mão do cheque especial. Eu olho a minha conta todo santo dia e sei exatamente como está a minha situação financeira. É isso aí. Abraço

Roberto
Visitante
Roberto

Boa noite Leandro mais um ótimo artigo.tenho certeza que no dia em que as pessoas pararem de se envenenar utilizando o cheque especial muita coisa terá mudado nesse País.Inclusive os bancos vão ter que criar outras modalidades para esfolar os mal informados.valeu por mais essa dica..

Julio
Visitante
Julio

Boa noite. Estou formando uma reserva de emergência em CDB com liquidez diária, mas descobri que se eu retirar dinheiro no primeiro mês a rentabilidade é praticamente nula, porque além do IR tem uma cobrança, se não me engano, de IOF (na verdade não é uma “cobrança”, mas um “provisionamento”. A cobrança só irá ocorrer se eu fizer uma retirada). Ao questionar a rentabilidade tão baixa para um investimento com 100% da CDI, a atendente da corretora disse que a partir do segundo mês o IOF não seria mais cobrado, apenas o IR, e aí sim o investimento passaria a valer a pena. Para esta reserva vou deixar 3x o meu salário, o que considero mais que suficiente pelo fato de eu ser funcionário público estabilizado, não correndo o risco, portanto, de ficar desempregado.

Tiago Xavier
Visitante
Tiago Xavier

OLÁ Leandro,

Muito bom arquivo, de forma clara, direta transmite a mensagem a nós leitores.

O cheque especial, assim como os créditos rápidos que são contratados
é um grande veneno para a saúde financeira. Juros absurdos,
que são cobrados das pessoas. Assim como você Leandro eu também acredito
que para que haja melhorias, as pessoas tem que buscar se educar financeiramente.

Passamos 11 anos estudando e em nenhum momento presenciamos matérias que são
direcionadas exclusivamente para o aprendizado de como administrar os próprios recursos.

Grande abraço.

Cirino
Visitante
Cirino

Bom dia, Leandro. Mais um excelente artigo, com exemplos simples e importantes, parabéns.

Luiz Carlos da Silva Lucena
Visitante
Luiz Carlos da Silva Lucena

Há mais de 3 anos me livrei dessa maldição chamada cheque especial. Não consigo me livrar do cartão de crédito, porém, não o utilizo como complemento de renda, uma vez que, sempre pago 100% da fatura (onde não gera juros) e meu cartão não tem anualidade.

Um fato interessante é que para eu me livrar do cheque especial, precisei de mais dinheiro já que estava devendo mais de 2 mil e tinha renda um pouco maior que isso. Fiz um empréstimo de pouco mais 4 mil com a empresa que trabalhava, troquei um juros pelo outro e deu super certo. Mas só deu certo pois eu já estava iniciando uma educação financeira.

De lá para cá nunca mais precisei de empréstimos, cheque especial ou qualquer outra modalidade que gere juros para os outros

Robson
Visitante
Robson

Olá Leandro, parabéns pela nobre iniciativa de educar financeiramente seus leitores. Estou numa fase intermediária rumo a independência financeira, tenho na minha reserva de emergência o valor de 1 ano de despesas mais um valor provisionado para compras programadas, além de outros investimentos para médio e longo prazo. Controlo minhas finanças pessoais já faz quase 10 anos, categorizo todos os gastos e faço orçamento mensal/anual estimando os gastos futuros para cada categoria com base nas médias passadas. Isso tudo funciona muito bem, porém quando utilizo a reserva de emergência/provisionamento (imprevistos, oportunidades, bens alienáveis ou grandes compras programadas) fico na dúvida sobre como anotar/categorizar esse gasto para que não gere uma distorção no orçamento mensal/anual… Você tem alguma recomendação sobre qual a melhor forma de lidar com essa situação? Obrigado!

Wallaff
Visitante
Wallaff

Olá Leandro.

Sou um leitor assíduo, tanto do Clube dos Poupadores quanto do Transcendência Financeira. Venho agradecer pelo seu trabalho, por meio dele já amadureci bastante em relação à minha educação financeira. Venho investindo em conhecimento nessa área.

Recentemente fui aprovado em um concurso público, esperando nomeação, e já tenho ciência da forma como irei fazer meus planejamentos de curto, médio e longo prazo. Graças a você e outros educadores financeiros tenho uma mentalidade totalmente diferente dos demais colegas que irão trabalhar comigo. Muitos deles, irão iniciar a vida financeira de forma comprometida com financiamentos de casas, carros, entre outros. Parece que ganharam na loteria.

Indico seu site para muitos deles, inclusive o artigo que expõe sobre “A maldição dos servidores públicos”. A maioria não dá importância. Lamento por eles, estão perdendo informações valiosíssimas que impactam fortemente na nossa vida.

Continue com esses projetos maravilhosos, você é um dos poucos que ensinam educação financeira de forma transparente. Parabéns, e mais uma vez obrigado.

Larry Lahr
Visitante
Larry Lahr

Muito bom, mas na teoria a prática é outra.
Eu estou desempregado e com mais de 50 anos. Arrumar emprego com essa crise atual e com essa idade é como acertar sozinho na loteria.
Quando você tem uma certa folga financeira mensal, fazendo seu Orçamento Doméstico em uma planilha, dá para vc ter uma ideia de quanto pode poupar e deixar como uma reserva, esse cheque especial próprio que vc fala em seu artigo.
Todo mundo já sabe que as taxas são absurdas e até criminosas por parte dos bancos, que dizem na maior cara de pau que precisam se resgardar contra os possíveis inadimplentes e devedores duvidosos.
A sua idéia é boa, mas tem que pisar um pouco no chão. Não é uma ideia para todos e em todos os momentos. Para não dizer que sou contra a poupança, sugiro a leitura do livro “O Homem mais rico da Babilônia”.

Marcelo
Visitante
Marcelo

Excelente artigo como os outros que li, Leandro. Parabéns!

Estou focado na construção de minha reserva de emergência e sempre tive uma pulguinha na orelha deste colchão de emergência mais emergencial que a própria reserva. Prometo, a partir da leitura deste enriquecedor artigo, repensar meu planejamento e criara uma reserva de liquidez que muito me ajudará no futuro. parabéns, mestre

Marcelo
Visitante
Marcelo

Parabéns pelo excelente artigo.
Eu já fui vítima várias vezes dessa armadilha. Tive problemas com SERASA e SPC por não conseguir liquidar o cheque especial. Cheguei dever R$ 19.000,00 com uma dívida inicial de R$ 2.000,00.
Hoje já não uso mais e estou começando a poupar. Já tenho aproximadamente um salário meu na poupança e a meta até dezembro é ter o equivalente a seis salários poupados.
Leio sempre seus artigos.
Vou começar a comprar títulos do tesouro.
Obrigado pela ajuda.

Oskar
Visitante
Oskar

Realmente uma excelente ideia. Faz 9 meses que ja coloquei em pratica

Fernando
Visitante
Fernando

Mais um ótimo artigo, Leandro! Perfeito!

César Filho
Visitante
César Filho

Leandro, obrigado por compartilhar conosco dicas tão valiosas. Fico contente em saber que estou indo no caminho certo, visto que já pratico a maioria das dicas que você comentou no artigo. Além do mais, exorcizo qualquer tipo de juros passivos, financiamentos ou crédito pessoal… Sempre procuro me manter a km de distância desse tipo de dívida. Forte abraço!

diego
Visitante
diego

Mais uma vez um excelente artigo, e esse eu tava mesmo precisando, possuo um lis e vire e meche pego 50 100 150 reais dele, as x até sem necessidade por ter na poupança, mas a praticidade e comodismo vai tendo um preço, vou dar um basta ir no banco e pedir para retirar ele por completo, e usar essa tatica de lis pessoal 🙂 vlw leandro por compartilhar tudo isso que nos presenteia a cada artigo, queria sugerir que fizesse um artigo sobre a páscoa, pois os elevados preços dos ovos, e aquelas centenas de golpes de marketing, acho a páscoa um mal que estimula o consumismo nos pequenos desde cedo, incrível como apenas o formato do chocolate altera tanto o valor do mesmo!!
Ps os comentários do clube dos poupadores são um plus do blog, ler eles apos cada artigo se torno uma obrigação!

George Douglas Santana
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George Douglas Santana

Ótimo artigo Leandro Ávila,eu não sabia o que era o cheque especial e sempre evitei o crédito por saber que as vezes cometemos falhas.Recentemente lí que o Flávio Augusto,fundador da Wise Up (avaliada em 877 milhões hoje)começou a empresa com 20 000 pegos no cheque especial a 12% de juros ao mês.Isso é verídico?Para um empreendedor que precisa de capital,há modalidades melhores de crédito?
Mais uma vez,obrigado por compartilhar conosco,grande abraço!

Escolhi Enriquecer
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Escolhi Enriquecer

Parabéns!

Elquer Rodrigues
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Elquer Rodrigues

Nossa, estou chocado com a historia da cobrança do período integral após os 10 dias do “cheque especial sem juros”. É incrível isso ! Esse site deveria ser lido por todo brasileiro. Só tenho a agradecer pelo excelente conteúdo que encontro aqui (de graça !!!

Flávio Galvão
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Flávio Galvão

Bom dia Leandro. Como sempre ótimo artigo, Parabéns. Ano passado estava com a corda no pescoço com dividas, seguindo seus conselhos resolvi os meus problemas relacionados a dinheiro. Porem, ainda possuo um problema constante com as pessoas que moram comigo. Quando citou a frase de Nietzsche, me lembrou está situação que estou vivendo. Mesmo que eu alerte sobre esses “Efeitos dominós” que acham que são solução de tudo, acabam resultando em que eu tenha que gastar o que acumulo para manter tudo às ordens. Poderia me dar um conselho sobre esta situação? Buscar autonomia ou insistir que mudem? Obrigado

Diego Souza
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Diego Souza

Excelente artigo como sempre!!!

juliano
Visitante
juliano

Boa noite Leandro
Sempre acompanho seus artigos, eles sao muito esclarecedores.
Gostaria de saber se eu comprar os 3 livros terei acesso a plataforma exclusiva
E o que é discutido nela, você da informações exclusivas para os membros na plataforma? ??

Obrigado

Robson
Visitante
Robson

Bacana. Leandro, a reserva financeira, de acordo a educação financeira, substitui o seguro do automóvel? Obrigado!

Eduardo Sanches
Visitante

Grato Leandro por mais este valioso artigo, gostei muito e já compartilhei em minha fanpage do Facebook. Abraço.

Amaral
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Amaral

Olá Leandro,
Aproveitando alguns comentários postados, sou cliente de um dos grandes bancos, há muito eu venho mantendo meu “capital de giro” particular em conta-poupança vinculada à conta-corrente, com resgate automàtico quando há saque da conta-corrente, e que depois de 30 dias rende o percentual da poupança sobre o saldo restante não utilizado.
Há alguns meses, meu gerente me sugeriu passar a utilizar, no lugar dessa poupança, um fundo DI, com rendimento e liquidez diários, mas que cobra IOF (quando utilizado em menos de 30 dias) e IR. Diz o gerente que o rendimento líquido é “parecido” com a poupança.
Você já tem algum estudo comparando esse tipo de fundo DI com poupança ?

Sergio
Visitante
Sergio

Olá Leandro. Esse artigo deixa bem claro de como os bancos podem trabalhar contra nós se não soubermos utilizá-los de forma adequada. Me lembrei da ocasião em que pedi para migrar minha conta para a modalidade digital. A gerente (talvez vendedora seja um termo mais apropriado) inicialmente me disse que eu poderia ter uma conta normal isenta de qualquer taxa se tivesse investimentos acima de R$ 60 mil na instituição. Eu disse que não. Depois ela me informou de que, na modalidade digital, meu limite para cheque especial iria cair bastante. Eu disse que não tinha problemas pois nunca usei cheque especial. Final da história: Minha conta passou a ser digital.

Reinaldo
Visitante
Reinaldo

Cai na armadilha dos 10 dias sem juros e cheguei em uma situação critica.
Gostaria de ter lido esse texto 1 ano atrás.

Obrigado pelos artigos!

sandro
Visitante
sandro

No passo 4, seria interessante colocar o valor emprestado de sí mesmo como valor bruto, portanto o valor devolvido deverá ser esse bruto mais o rendimento que seria ganho se não fizesse o resgate.

Marlon
Visitante
Marlon

Eu já utilizo o “cheque especial próprio” há um tempo. Boa dica!

Rosa Dias
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Rosa Dias

Bom dia,

Mais um excelente artigo!

Já faço essa reserva, tipo: eu somo os valores do IPTU, IPVA, seguro do carro, seguro residencial, tx de incêndio, do ano anterior, aplico a inflação e divido por 12. E aplico essa parcela mensal numa poupança, quando chega a hora de pagar, pago total com desconto. E as reservas de emergência estavam na poupança, hoje reavalio essa modalidade, separadas de outros investimentos como LCI, CDB.
No que diz respeito a poupança, ao resgatar antes dos 30 dias, a rentabilidade é zero para o dinheiro que for usado naquele mês, mas rende sobre o saldo restante, certo?
No meu caso eu tenho poupança com resgate automático vencimento dia 12 vinculado a conta corrente, meu cartão de credito vence todo dia 10, sempre tenho essa defasagem. As datas de vencimento do cartão são préestabelecidas 10, 20 ou 25 . No seu entender qual data eu perderia menos?

Grata por seus artigos esclarecedores
Rosa Dias

Magno Viana de Oliveira
Visitante
Magno Viana de Oliveira

Leandro. Primeiramente meus parabéns pelo site, leio muito seus artigos aqui e também no transcêndencia financeira e tenho aprendido bastante. A única coisa que vi que você não citou no artigo, e que acho muito interessante, é o sistema de resgate automático que os bancos tem a disposição e normalmente não é cobrado nenhuma tarifa por isto. Minha conta corrente quase sempre fica zerada, mas mantenho o meu capital de giro no cdb com rendimento diario e resgate automatico. O único incomodo do cdb é resgatar de 500,00 em 500,00. Mas ainda assim é mais rentável do que o dinheiro parado na conta. Abraços.

Fabiana Alves
Visitante
Fabiana Alves

Leandro parabéns pelo artigo.
E só quero dizer que é sensacional essa ideia de emprestar de você mesmo.
Sem querer, já estou aplicando esse conceito, pois nesse mês devido as várias contas (IPVA, IPTU, Escola, etc.) e por ter gastado demais no cartão de crédito (cheguei no limite que me coloco para os gastos nessa modalidade), a minha conta está quase no zero e vi que para não aumentar no cartão de crédito e entrar no especial pensei vou pegar da Poupança e recolocar assim que tiver sobra e ficar estável, o valor correspondente que tirei da poupança.
Não estava vendo por essa ótica de emprestar de mim mesmo, e por isso achei incrível essa sua visão. É algo que requer muita consciência, disciplina e responsabilidade de repor essa emergência com os juros, mas vamos à luta, porque só assim para termos a vida livre.

Marlon Erich Ruttmann
Visitante
Marlon Erich Ruttmann

Olá Leandro.

Já fazem mais de dois anos que invisto meu dinheiro, mas nos últimos meses passei por alguns perrengues financeiros. Tive que reduzir meu padrão de vida, pois com essa crise e período de inflação alta, o preço de tudo aumentou e eu senti com força no bolso. Apesar da dificuldade, tenho uma reserva em SELIC, à qual pude recorrer para socorrer minhas finanças.

Nunca tive o costume de usar planilhas pra gerenciar minhas finanças. Sempre consegui manter tudo sob controle só “de cabeça”. Mas assim que tive que fazer a primeira retirada emergencial, decidi começar a colocar todos os meus gastos em uma planilha.

É incrível constatar que, mesmo achando que estava tudo sob controle, ao colocar os gastos no papel eu já identifiquei vários supérfluos que poderiam ser evitados.

Ao controlar as finanças anotando tudo o que se compra e se recebe, você consegue continuar fazendo tudo o que te dava prazer e ainda sobre dinheiro pra guardar. Chega a ser prazeroso abrir mão de certas coisas supérfluas em prol de investir esse dinheiro que antes era gasto.

Os números não mentem e quando se coloca eles no papel, tudo muda!

iuri Viana
Visitante
iuri Viana

Boa tarde, Leandro.

Parabéns por mais uma vez produzir artigo de alto valor agregado. Gostei da foto da galinha,rsrs.
No meu caso, usei recentemente o fundo de emergência como 3 meses de depósito para me mudar pro outro apartamento. Se não tivesse juntando esse dinheiro como emergência, provavelmente teria que emprestar ao banco. Por isso, reforço aqui a ideia de todo mundo criar um fundo de emergência.
Abraço.

wilson
Visitante
wilson

já deixei de fazer compras por impulso, lendo seu artigos, e ja estou colhendo frutos da disciplina financeira, eu sei que meu texto não tem muito haver com o cheque especial do seu artigo de hoje. Mas gostaria de deixar o meu muito obrigado.

Marcelo Dias
Visitante
Marcelo Dias

De 1995 a 2001, dei o equivalente a 02 carros populares, para o banco(na época) o equivalente a r$7.000,00 um total de 15.000,00- vários cartões, limites, e para empreender empréstimos. Quando recorri ao mesmo gerente que me oferecia, titulos de capitalização, etc. Lembro até hoje, dele dizendo “seu problema não tem solução”. Fali, pessoalmente, mas isso não é regulamentado, e as pessoas físicas ficam a merce das instituições financeiras. Paguei a maioria dos débitos, e mesmo passado 05 anos você fica na lista negra de “pessoas que pagou com prejuízo”, não sendo interessante, mais você para o banco. Quando voltei ter crédito no mercado, passei a entender a importância de artigos como o postado hoje. Mantenho minha reserva pessoal e tenho uma aplicação em LCI, 50.000,00 que vai me garantir recuperar parte o que foi perdido, 15.000,00 só de rendimentos brutos, para uma aplicação de 2 anos e 6 meses. – Mas me lembro com angustia, de ter perdido o crédito, me sentindo escravo das dividas e juros, durante vários, anos liquidando cartão, bancos, impostos etc. Parabéns, não desejo prá ninguem cair nesta armadilha

Beatriz
Visitante
Beatriz

Olá Leandro, muito bom o artigo.
Meu banco me disponibiliza cheque especial. Minha conta corrente está sempre zerada e quando pago alguma coisa, ela fica negativa, usando o limite do cheque especial. Mas acontece que tenho um investimento com resgate automático, e toda noite (se a conta estiver negativa) o sistema do banco faz o resgate automático. Portanto, pago o cheque especial no mesmo dia, sem juros. E estou sempre de olho nisso. E quando o saldo na conta está positivo (recebimento do salário), ocorre o crédito automático para o investimento. Pelo menos assim o dinheiro nunca fica parado na conta.
Além disso tenho uma planilha com todos os meus gastos. No início de cada mes já coloco todos os gostos fixos (condominio, luz, gasolina, celular, …) e assim é possivel saber a quantia que tenho disponível do meu salário. Qualquer compra que faço (inclusive no cartão de crédito) coloco lá. Posso nem ter pago ainda (como é o caso do cartão, ja que se paga no inicio do mes seguinte), mas já considero como dinheiro gasto. E nunca tive dor de cabeça com cartao. E sempre paguei tudo a vista.

Alexander
Visitante
Alexander

Excelente artigo. Parabéns!

Wilson
Visitante
Wilson

Acho q a dica massa para quem n quer pagar juros é: desabilite o cheque especial da sua conta.
Pronto. Vc não gasta o q n tem.
Nunca habilitei a minha mesmo recebendo convites do banco p ativação.
Valeu Leandro

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