Como sair das dívidas – Solução definitiva

Esse artigo contém a solução definitiva para você que busca saber sobre como sair das dívidas para sempre, de forma definitiva. 

Não falamos muito sobre dívidas aqui neste site. Grande parte dos mais de 300 artigos que existem no Clube dos Poupadores ensinam sobre investimentos e independência financeira. O conteúdo está direcionado para a pequena parcela da população que já abandonou o “Clube dos Devedores” e agora pode poupar e investir buscando mais qualidade de vida e independência.

Mais de 58% da população está mergulhada em dívidas (fonte). Somente 4% dos brasileiros (4 em cada 100) está poupando algum dinheiro pensando no futuro. Esse índice é o mais baixo das Américas e um dos piores do mundo. Em levantamento de 143 países feito pelo Banco Mundial, só 11 estão abaixo do Brasil. Existem muitos países pobres que possuem mais poupadores do que o nosso (fonte).

Ter poucos recursos não significa ter uma vida financeira desequilibrada e cheia de dívidas. Uma pesquisa concluiu que “lidar bem com o dinheiro é uma questão que vai muito além de classe social e dos recursos disponíveis” (fonte).

Através desse trabalho de educação que faço, percebo essa realidade todos os dias. Já recebi e-mails de pessoas com ótima renda (acima de 40 salários mínimos) desesperadas pelos problemas que enfrentam como consequência da péssima relação que possuem com o dinheiro, e já recebi relatos de pessoas humildes que possuem uma vida equilibrada e tranquila.

Talvez, pagar as dívidas que você possui hoje seja o menor de todos os seus problemas. É solução de curto prazo para um problema de longo prazo.

Se você chegou até aqui através de buscas pela internet, já deve ter se deparado com muitas soluções simplistas sobre como sair das dívidas através de alguns passos, já deve ter encontrado sites de muitas instituições financeiras oferecendo crédito para endividados, empréstimos para negativados, dinheiro rápido e fácil para pagar dívidas fazendo ainda mais dívidas.

Tendemos a gastar muito tempo e energia tentando eliminar os sintomas e não a origem dos problemas. Existem 1001 causas que resultam em problemas financeiros, só que muitas não estão diretamente relacionadas com o dinheiro. Muitas vezes o problema está no nosso comportamento e pensamento.

Assista ao vídeo abaixo e verifique se você se identifica com essas pessoas.


A música alegre do vídeo poderia ser substituída por uma música dramática.

A moça que aparece no final do vídeo resume muito bem um modo de pensar que frequentemente resulta em problemas financeiros ou dificuldades para o desenvolvimento financeiro. Ela diz: “Estou vivendo cada dia e eu tenho certeza que vai acontecer uma coisa muito boa pra mim daqui para frente… é acreditar que as coisas vão dar certo“. Essa é a mesma moça que diz no início do vídeo: “Estou deixando a vida me levar.” No decorrer do vídeo ela diz não pensar sobre o futuro.

Não sei se a nossa natureza nos permite isso. Somos diferentes das plantas e dos animais que vivem um dia depois do outro, sem planejamento, sem pensar no futuro, como se não existisse amanhã.

Humanos são dotados de memória para aprender com o passado e imaginação para fazer projeções sobre o futuro. Quando não fazemos nada, a memória produz arrependimento quando pensamos sobre o passado. Quando não fazemos nada, a imaginação produz ansiedade quando pensamos no futuro.

Somos os únicos seres capazes de construir o nosso próprio futuro através do que fazemos no presente e da bagagem que trazemos do passado. É isso que nos fez sair das florestas onde as nossas duas únicas preocupações eram procurar a próxima refeição e não se transformar na próxima refeição de algum outro animal.

O vídeo mostra um senhor de cabelos brancos que aparece em uma praia dizendo que nunca se preocupou em guardar dinheiro. Ele fala que enquanto os seus irmãos estavam na faculdade, ele curtia a vida com o dinheiro que pedia para a mãe. Hoje, ele parece levar a vida pedindo dinheiro para os amigos. Não sei até que ponto suas palavras exibem um toque de arrependimento ou de pura alienação sobre o futuro que ele está construindo. É a ideia de rir para não chorar.

Uma senhora apareceu no vídeo dizendo que o seu patrão é maravilhoso, pois ele permite que os seus 11 funcionários façam compras utilizando o seu próprio cartão de crédito. Pelo que entendi, no fim do mês, o patrão desconta as dívidas do salário dos funcionários. No fim do depoimento, a senhora parece se lamentar, pois apesar do ato maravilhoso e desprendido do patrão, já são 4 meses sem receber salário. Tudo que ela ganha está sendo usado para pagar dívidas que ela faz no cartão de crédito do padrão.

Talvez a senhora não sabia que o patrão está acumulando pontos ou milhas que serão utilizados para comprar passagens aéreas pelo cartão. Talvez o patrão tenha visto alguma vantagem em deixar de pagar salários em dinheiro para fazer uso do cartão e das dívidas.

Todos os personagens que aparecem no vídeo estão envolvidos pelo que os especialistas chamam de “Pensamento Mágico”.

Pensamento mágico

Esse modo de pensar faz parte da nossa cultura e muitos acreditam que esse tipo de cultura prejudica o desenvolvimento das famílias e do país.

O pensamento mágico nos faz ter a falsa ideia de que temos uma enorme capacidade de improvisação, e que, independente do que aconteça no futuro, nós sempre daremos um jeitinho e tudo vai se resolver de uma forma mágica.

Quando não temos a mãe ou o pai para pedir dinheiro (como os personagens do vídeo), temos o nosso patrão para emprestar o cartão de crédito. Na falta de um patrão, temos os nossos amigos de bar para pagar pelos nossos vícios. Em último caso, temos o governo para nos socorrer. Se o governo não socorrer, talvez Deus nos ajude de alguma forma.

Embora muitos acreditem que esse “pensamento mágico” tenha relação com a influência religiosa na cultura do brasileiro (86,8% da população declara pertencer a alguma religião cristã), esse modo de pensar é um erro até no contexto religioso.

Não existe “almoço grátis” ou sustento sem algum sacrifício na tradição judaico-cristã.  Existe um provérbio judaico que diz “בזעת אפיך תאכל לחם” que significa “Com o suor do seu rosto você comerá o pão” (fonte), que nada mais é do que as palavras que o cristão aprende em seus escritos (Gêneses 3:19) quando Deus comunica a expulsão do homem de um paraíso onde o trabalho e o sacrifício não eram necessários. Ele diz: “Comerás o teu pão com o suor do teu rosto, até que voltes à terra de que foste tirado; porque és pó, e pó te hás de tornar.” (Fonte).

Dessa forma, a religião não dá a base para a ideia de que podemos ficar despreocupados com relação ao futuro. É justamente o contrário. A figura abaixo resume muito bem essa ideia no contexto religioso. Muitas vezes você pede uma coisa e recebe outra.


Muitas vezes as dívidas são uma consequência da nossa inanição diante de situações previsíveis, estimulada por um pensamento mágico de que no futuro tudo dará certo. O problema é que não existe qualquer garantia de que o futuro nos reserva os frutos sem que antes exista preparo, planejamento e até algum sacrifício.

Frequentemente a vida nos reserva muitas surpresas que podem ser muito desagradáveis se você não estiver preparado. Podemos perder o emprego ou a nossa principal fonte de renda. Podemos perder nossa saúde ou podemos perder alguém importante. Podemos sofrer consequências financeiras provocadas por situações fora do nosso controle, mas que todos nós sabemos que podem e vão acontecer um dia.

Assim como os antigos agricultores estocavam alimentos para enfrentar momentos difíceis como o inverno, secas e pragas, o homem urbano precisa estocar os recursos necessários para enfrentar os imprevistos. É isso que chamamos de provisões.

Os imprevistos acontecem na vida de todas as pessoas. Algumas não estavam preparadas e acabam mergulhando em dívidas. Outras estavam preparadas e conseguem atravessar a dificuldade sem comprometer a sua qualidade de vida. Isso só pode acontecer se existir um planejamento e um sacrifício anterior. Para isso existem as reservas para uma emergência.

Até mesmo a sorte é um acontecimento que só funciona quando você está preparado para aproveitar a oportunidade que surge. Pode existir uma ótima oportunidade de emprego neste exato momento onde você ganhará 10 vezes a sua atual renda. O problema é que para aproveitar essa oportunidade única, você precisa ter concluído uma pós-graduação que você resolveu adiar. Talvez a grande oportunidade de trabalhar no exterior, ganhando em dólares, poderia ser uma grande sorte, se você tivesse aprendido um outro idioma no passado. Talvez a oportunidade de abrir um ótimo negócio agora, fosse uma grande sorte, se você tivesse juntado o dinheiro necessário para empreender.

Se você nunca estiver preparado para tudo de bom e tudo de ruim que pode acontecer na sua vida, você sempre terá azar,  você sempre será pego de surpresa, desprevenido, despreparado e sendo obrigado a contar com a ajuda de parentes, amigos ou dos empréstimos dos bancos, e, em último caso, das esmolas do governo.

Prudência e Planejamento

Só quando você aceita que tudo pode dar errado, é que você começa a planejar a sua vida em todos os sentidos, incluindo o financeiro e profissional. Quando passamos por problemas financeiros e temos a “sorte” de não ter qualquer parente ou amigo fornecendo ajuda, temos a oportunidade de mudar de forma definitiva. Quando alguém nos ajuda, temos o azar de remediar e adiar a solução do problema.

Se você acha que a origem do seu problema financeiro, não está dentro de você, então você tem dois problemas. O termo “pensamento mágico” não foi criado por mim, ele é utilizado na psicologia clínica. No vídeo logo abaixo Dr. Luiz Hanns aborda o tema e propõe o “antidoto” que é o planejamento.


Por ser um vídeo, Hanns apresentou 5 dicas rápidas sobre como fazer um planejamento para atingir um objetivo. No meu site pessoal eu tenho um artigo extenso sobre “como atingir um objetivo“. Muitos leitores do Clube já leram o artigo, se você não leu, recomendo que leia, pois ele se aplica a qualquer tipo de objetivo e isso inclui os objetivos financeiros e profissionais.

O grande erro do pensamento do Luiz Hanns está no final do vídeo. Ele acreditar que a solução de todo esse problema deve começar na atitude dos nossos líderes. Ele se esquece que são as pessoas que votam e escolhem esses líderes. Os nossos líderes são apenas um reflexo dos seus eleitores.

Pessoas com pensamento imediatista, que não se preocupam com o próprio futuro, que só pensam na satisfação imediata dos desejos, costumam votar em políticos que fazem promessas que garantem essa satisfação imediata sem qualquer comprometimento com as consequências futuras. O pensamento mágico também produz líderes que prometem um mundo mágico. Os eleitores votam pensando na possibilidade de alguém trazer de volta o paraíso perdido, onde o suor e o sacrifício presente não eram necessários para garantir um futuro melhor.

A verdadeira mudança começa dentro de você. Depois ela se expande para a sua casa e afeta a sua família. A mudança dentro da casa de cada brasileiro acaba transformando o país.

Você só pode gastar aquilo que ganha. Todas soluções mágicas que permitem gastar mais do que você ganha (cartão de crédito, cheque especial, consignados, financiamentos, crediário, etc.) só existem para que você adie o confronto com a verdade.

O pensamento mágico no mundo do dinheiro só fará você passar a vida inteira trabalhando para pagar contas, taxas e juros, assim com a mulher do vídeo que está há 4 meses sem receber salário. Milhões de brasileiros trabalham todos os dias apenas para pagar contas e nada sobra de salário. Esse estilo de vida mágico, nada mais é do que um tipo moderno de escravidão.

Continue a leitura, leia o artigo que escrevi sobre liberdade financeira e escravidão moderna.

Dia da sorte...

Muita gente acredita que ter sucesso na vida financeira depende de um tipo sorte. Descobri uma forma de aumentar essa sorte: quanto mais você estudar sobre ganhar, poupar e investir dinheiro, mais sorte terá na sua vida financeira. Escrevi uma série de livros que vão ajudar você a aumentar esse tipo de "sorte" rapidamente:Clique aqui para conhecer os livros.

Sobre o Autor:

Leandro Ávila acredita que o conhecimento é uma riqueza que precisa ser dividida para ser multiplicada. É formado em administração de empresas e se especializou em educação financeira e de investimentos. Escreveu livros sobre Independência Financeira, Investimentos em CDB, LCI e LCA, Investimentos em Títulos Públicos e em Imóveis.
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FavarosVandersonDanielflaviusAilton Recent comment authors
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Eronides
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Eronides

Bom dia Leandro,mais uma vez muito bom esse artigo,graças a Deus eu não me identifico com nenhuma dessas pessoas do video,vc relatou a biblia e eu como Cristão posso te afirmar que a biblia é também um livro de educação financeira,não adianta o Cristão querer escorar nas escrituras pra ter falta de planejamento financeiro porque isso não cola,Deus nunca deu moleza pra ninguém,se vc ler em 25 de São Mateus,onde fala a parabola dos 10 talentos ali vc vai ver uma verdadeira lição que o Senhor Jesus deixou sobre a importancia de se ganhar juros,

Eronides
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Eronides

Com relação a essas pessoas do video,no meu trabaho eu estou rodeado delas,eles pensam que são mão aberta e eu sou muquirana, e eu nunca gostei de me engrandecer nem humilhar ninguem mas esses dias eu tive que falar umas verdades,pois euquanto minha filha estuda eu uma escola particular,os filhos deles que se julgam mão aberta estão na rede publica,e eu disse:quando vcs pagam financiamento vcs patrocinam os fihos dos banqueiros nas melhores escolas do país enquanto deixam seus fihos penando numa sala de aula com mais de 40 alunos

Diego
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Diego

kkkk se acha por estar em escola particular, ridículo.

Eduardo
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Eduardo

Muito bom.

TATIANE DE OLIVEIRA COSTA
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TATIANE DE OLIVEIRA COSTA

Brilhante ! Nunca recebi nada de mão beijada. Sempre me planejei e estou muito longe de onde comecei justamente por isso. O judaísmo fala muito sobre o pão da desonra.

Kleber LIma
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Kleber LIma

Esse artigo é simplesmente fantástico. Obrigado Leandro Ávila.

Fernando Ferreira
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Fernando Ferreira

Realmente, quem trabalha para pagar dívida, é semelhante a um gorila que caça para comer. Isso nos faz esquecer o poder criativo e do potencial que nós temos para transformar nossa familia e a sociedade através do trabalho.
Artigo muito bom e encorajador, Leandro.
Obrigado, o seu trabalho tem construido e transformado o mundo e você tem sido referencia para muitos.

Até.

Clayton
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Clayton

Excelente artigo, gerador de importantes reflexões. Obrigado

Jonas Alves Miranda
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Jonas Alves Miranda

Parabéns, ótimo artigo. Aprendendo cada vez mais com vc e solidificando essa nova mentalidade. Graças a Deus, hoje já consegui sair do ciclo das dívidas, da última vez que fiz um comentário no seu site estava lutando vencer as dividas.
Valeu!!!

Fabio Galante Mans
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Fabio Galante Mans

Uma dúvida por favor, o que você acha de financiar imóveis? Tentei muito fazer uma permuta para não entrar no financiamento, porém as três que tentei os vendedores tinham restrições financeiras, eu preciso muito comprar um apto maior pois minha família cresceu, quando comprei eu morava sozinho, agora somos três pessoas e a minha ideia é pagar o financiamento com o aluguel deste imóvel, estou fazendo errado? Estou financiando 25% do apto.

Grato por responder

Jose Aparecido de Almeida
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Jose Aparecido de Almeida

Boa Tarde Leandro parabéns excelente artigo eu também não me identifico com as pessoas do video. graças a Deus me aposentei.Eu gostaria que você um dia falasse alguma coisa ainda para aposentado.

Adilson Carlos
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Adilson Carlos

Grande Leandro Ávila, muito obrigado pelo excelente texto.

Araceli
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Araceli

Como sempre, uma ótima leitura!

Harris
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Harris

Oi Leandro, mais um artigo muito bem escrito. Brilhante. Falou tudo. Abraços! Harris

Flávio
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Flávio

Excelente artigo Leandro. O triste é saber que não é ficção, as pessoas realmente pensam desta forma e eu infelizmente conheço várias que são assim

Mário Augusto
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Mário Augusto

Olá Prof. Leandro Ávila, mais um excelente artigo. O vídeo é das pessoas levando a vida como não existisse amanhã s é assustador e a por poncentagem de pessoas vivendo assim é mais ainda. Agora o patrão emprestar o cartão de crédito para os funcionários é um grande problema para ele mesmo, Funcionários endividados não produzem como deveriam, pois sempre acharão que ganham pouco.

Danicio
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Danicio

Leandro, como de costume, um excelente texto! A verdade é dura…
Tenho a impressão que a falta de planejamento na vida está relacionada com a imaturidade emocional que as pessoas vivem. Tenho frequentado terapia a pouco mais de um ano… E acabei descobrindo que essas questões são em sua essência na emoção.
Parabéns pelo seu trabalho, eu admiro o patamar ao qual você chegou. Através do Clube dos Poupadores todos ganhamos!

Paulo
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Paulo

Parabenizo seu trabalho, Leandro.
Tenho uma dúvida que casa com o assunto desse artigo.
Pretendo fazer uma reserva de emergência no tesouro SELIC e pretendo fazer uma boa transferência para a corretora e economizar com TED. Minha pergunta é: seu eu comprar um só título com toda minha reserva, depois precisar vender para atender uma emergência terei que vender o título inteiro de uma vez? Mesmo que não precise de todo valor? Seria interessante fazer várias compras do mesmo título para o caso de não precisar resgatar todo o dinheiro investido numa emergência? Como isso funciona? Obrigado.

Paulo Motta
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Paulo Motta

Boa tarde Leandro. Muito esclarecedor seu artigo. Infelizmente ainda estou no ciclo das dívidas, mas tentando me estabilizar.

Lindenberg
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Lindenberg

Boa tarde, Leandro. Obrigado pelo artigo, que nos proporciona ótima reflexão. Aproveitando a oportunidade, já que você mencionou, rapidamente, a possível utilização de milhas pelo patrão que deixa a funcionária usar o cartão de crédito dele, fica aqui a sugestão de um tema que, há muito, gostaria que você tratasse em um artigo futuro: as vantagens, desvantagens e possíveis “cascas de bananas” envolvidas na relação cartão de crédito sem anuidade x milhas aéreas/pontos x cartão de crédito com anuidade. Muito obrigado pelo conhecimento que nos tem passado todos estes anos, Leandro.

VINICIUS
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VINICIUS

Leandro, obrigado pelo artigo! Fico impressionado como “o deixa a vida me levar” nos atrai.
Como não percebemos que isso nos faz escravos para sustentar o sistema.
O “não se preocupar com o amanhã” não faz a pessoa “viver mais leve”, ao contrário, a pessoa está plantando um “hoje” cheio de dificuldades e privações para si e família.
Só não concordo com o final do do 2º vídeo, Dr. Luiz Hanns, de que seja um problema de liderança, o que dá um ar de que o não somos nós como indivíduos, mas o Governo (líderes), quando o foco deve ser na mudança individual para modificar o coletivo.
Abraços!

Eric
Visitante
Eric

Leandro, não sei se você já tem um artigo falando sobre isso, mas caso não tenha, seria legal fazer um abordando os principais livros sobre finanças pessoais, economia, investimentos, etc, que você gosta, além claro dos seus próprios livros, os quais eu já li um. Obrigado e sucesso sempre!

Karla
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Karla

Leandro, excelente artigo! Gostaria de aproveitar para compartilhar que no ano passado eu estava com a vida financeira muito complicada, pagando empréstimos, etc. E ainda assim, me inscrevi em seu curso sobre resistência. Comecei a mudar minha maneira de pensar e planejar a minha vida. Hoje eu consigo até guardar dinheiro, meu salário sobra no final do mês e me sinto cada vez mais empolgada em ter cada vez mais tranquilidade financeira. Realmente, você é capaz de mudar a vida das pessoas, mas também é preciso que as pessoas estejam dispostas a mudar. Muito obrigada!

Alan Tejeria Arantes
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Alan Tejeria Arantes

Leandro, nem preciso dizer sobre a qualidade deste seu texto, ótimo como sempre. Mas venho comentar algo que vi nesta e que difere das outras postagens e, baseado nisso, te dar uma ideia. Está postagem, além do texto bem escrito e das fontes, difere de seus outros escritos devido a inserção de vídeos…. Algo muito lúdico pois as pessoas têm formas diferentes de aprendizado: pela escrita, ou visão, ou tato, ou audição, ou multidisciplinar. Dito isso, acredito que este texto terá maior alcance. Ai vem a dica: q tal vc abrir 1 canal no YouTube para apresentar seus estudos?

Bruno Raniere
Visitante
Bruno Raniere

Excelente artigo, Leandro. Há uns anos acompanho seu conteúdo e tenho aprendido bastante, tanto que repasso meu aprendizado para meus alunos sempre que possível (sou professor de ensino médio). Se me permite uma sugestão, gostaria que abordasse o ensino de educação financeira nas escolas brasileiras em um próximo artigo.

Gilmar
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Gilmar

Mais um artigo perfeito Leandro! Essa leitura deveria ser obrigatória para a maioria dos brasileiros,com certeza iria mudar a vida de muita gente.

keila lopez
Visitante
keila lopez

vivem desse jeito, chamam de sovina e mão-de-vaca quem se planeja financeiramente, e quando sao pegos por algum imprevisto (de saúde, principalmente) daí vem mendigar dinheiro vendendo rifa ou fazendo vaquinha, e vc passa por ruim se nao “ajuda”.

João Paulo Borges
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João Paulo Borges

Essa mentalidade é típico do Esquerda, que defende que no capitalismo os pobres jamais conseguirão se desenvolver e ter uma vida material confortável acumulando patrimônio, apregoando que quem é pobre sempre será pobre e o melhor é apoiar incondicionalmente o Estado para garantir um mínimo de qualidade de vida para tais pobres (social-democracia).

Ao invés de poder às pessoas, a mentalidade brasileira é de dar poder ao Estado, com o pretexto de que ele magicamente resolve todos os problemas do pobres…por mais que a realidade mostre o contrário incessantemente.

Dênis Barbosa Batista
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Dênis Barbosa Batista

OU SOMOS FELIZES OU NÃO… OU ESTAMOS PREPARADOS PRO ENFRENTAMENTO DE CRISES, OU PRA APROVEITARMOS AS GRANDES OPORTUNIDADES, OU ESTAREMOS SEMPRE ADIANDO OS GRANDES E NECESSÁRIOS SONHOS, QUE SÃO O INÍCIO DE TODA BOA E ÚTIL REALIZAÇÃO! PARABÉNS, GRANDIOSO E SÁBIO EDUCADOR, LEANDRO ÁVILA, POR TUDO O QUE SEMPRE NOS TRAZ EM FORMA DE ENSINO OU APRENDIZADO! DO SUL DE MINAS, DE COQUEIRAL, DÊNIS B. BATISTA.

Lucas Sotero D. Luz
Visitante
Lucas Sotero D. Luz

Mais um excelente artigo com reflexões que todos deveriam ler e incorporar em sua mentalidade. Triste ler as estatísticas sobre educação financeira no Brasil… fica a sensação de que a ignorância do povo tão sonhada pelos donos do poder está quase no ponto sem volta.

Leandra
Visitante
Leandra

Vivo como escrava há uns 10 anos. Perdi meu negócio, fui passada pra trás por funcionário e contador e agora estou afundada em dívidas. Os míseros 3.000,00 que consegui juntar com meu salário quando trabalhava registrado foram para o negócio. Agora não tenho nada a não ser um monte de dívidas. Nunca fui gastadora, sempre levei minhas finanças a sério mas agora acho que é melhor levar a vida como o pessoal do vídeo, pq nem sempre colhemos o que plantamos. Eu passei por essa experiência. Estou cansando de nunca ter nada.

Cristina Neres
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Cristina Neres

Muito obrigado por compartilhar conhecimentos valiosos 🤗🤗🤗

Aldeir
Visitante
Aldeir

‘Somos diferentes das plantas e dos animais que vivem um dia depois do outro, sem planejamento, sem pensar no futuro, como se não existisse amanhã’….

Sou biólogo de formação e diferente como pregam os animais pensam sim no futuro, por isso a maioria dos animais são territorialistas, pois a delimitação de territorio serve tanto para suprir necessidades alimentares futura, como a continuação de sua prole, temos o classico exemplo da gralha azul que enterra sementes para o futuro..

portanto não podemos nos basear em ideias simplistas para vivermos nossa vida financeira…………

Abelardo Ladeia Filho
Visitante
Abelardo Ladeia Filho

Leandro, mais uma vez vc brilhou, meus parabéns por esta matéria, sempre é útil. Estou com uma dúvida, é de um outro assunto, mas quero aproveitar a oportunidade e lhe pedir uma orientação: Se o limite do fundo garantidor de crédito é de R$250.000,00 por CPF e por um conglomerado de empresa, como é posso saber se um banco A pertence ou não a um mesmo grupo? Desculpe se eu não fui claro.

Faifh Hook
Visitante
Faifh Hook

Leandro,
Por indicação de uma amiga, conheci o Clube e estou começando a criar consciência. Sou funcionária Pública e estou presa nas dívidas devido ao meu imediatismo. Atualmente, o que penso para sair deste lugar é conseguir juntar algo para eliminar os diversos consignados que fiz. Seria esse o caminho?

Obrigada

G. Silva
Visitante
G. Silva

Leandro, leio seus artigos desde 2014 e posso afirmar que você mudou minha vida e da minha familia para melhor. Atualmente estou desempregado (desde Julho de 2017), mais fiz bem a lição de casa e hoje tenho tranquilidade para aguardar uma recolocação no mercado de trabalho. Serei eternamente grato ao seu trabalho e aos seus artigos. Por favor, nunca desista de ajudar as pessoas.

Tony
Visitante
Tony

É por esse é outros artigos seus, Leandro, que leio TUDO o que vc escreve. Parabéns.

JOÃO CARLOS
Visitante
JOÃO CARLOS

gostei do artigo.

Guilherme
Visitante
Guilherme

Parabéns, Leandro.

Esses artigos nos quais você destrincha o âmago de problemas financeiros, que geralmente é de fundo psicológico, são os melhores.

Alex
Visitante
Alex

Excelente artigo.

Ailton
Visitante
Ailton

Planejar é bom, embora quase sempre essa ação torre neurônios. Os que não aguentarem se vão, mas os que vigarem, ficarão mais fortes e com o tempo vamos nos acostumando. O que assistimos nos depoimentos daquelas pessoas é lamentável e se elas não mudarem… Mateus 25:30 … ali, haverá pranto e ranger de dentes. Este artigo, realmente, é importante para que provoque reflexão sobre o assunto. Parabéns Leandro!

flavius
Visitante
flavius

boa tarde
Leandro, na sua opinião vale a pena investir mesmo tendo dividas ?
leio a respeito, e muito se fala que depende dos juros… mas na pratica acho complicado investir, na presença de compromissos a se quitar. Em quanto a questão dos juros influencia este tipo de raciocinio?
obrigado.

Daniel
Visitante
Daniel

Li ou ouvi em algum lugar que os países mais desenvolvidos são em grande parte assim porque no passado precisaram lidar com situações de caos extremas: como guerras, situações climaticas intensas (frio,terremoto,furacão) e o Brasil em geral nessa parte foi mais “tranquilo”. E isso reflete na nossa cultura ate hoje, na mentalidade, na forma de planejamento, e inclusive nas finanças. Você acha que isso faz sentido ? Será que como nacão precisamos do caos pra aprendermos essas lições valiosas? Não seria melhor aprender com os erros dos outros?

Vanderson
Visitante
Vanderson

Ainda não li um artigonruum aqui e aqui está mais um excelente que usamos para a vida

Favaros
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Favaros

Leandro, esse artigo veio em um momento muito delicado, não sei se o senhor chegou a assistir o primeiro debate dos presidenciaveis. FOI UM SHOW DE HORRORES!

no minimo metade dos candidatos falaram em controlar a taxa de juros, basicamente na canetada pois em nenhum momento descreviam os projetos ou ações que permitiriam isso.

Chegou ao absurdo de um propor zerar as dividas da população, limpar o nome de todo mundo para que a economia volte a crescer com as pessoas podendo consumir!

Por favor se possivel, sei que não é o foco do site, mas comente sobre essas propostas.

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