Investimentos e conta corrente para alta renda e suas armadilhas

No artigo anterior vimos que o negócio dos bancos é captar o dinheiro barato dos clientes que possuem recursos para investir e depois emprestar esse mesmo dinheiro para aqueles que precisam de crédito, financiamentos e empréstimos.

Vimos no site do Banco Central a diferença absurda que existe entre os juros que os bancos pagam aos investidores e os juros que cobram dos devedores.

Seria ótimo se os bancos repartissem com os investidores os juros que eles cobram dos clientes devedores, pois são os investidores que fornecem os recursos que se transformam em empréstimos.

Quanto maior é o banco, menos juros ele paga aos investidores e mais juros ele cobra dos devedores.

Existem grandes bancos que pagam menos de 85% do CDI para investimentos em CDB e percentuais ainda menores para investimentos em LCI e LCA. Atualmente o CDI equivale a 6,39% ao ano e 85% disso representa 5,43% ao ano. Já os juros que os bancos cobram dos clientes quando emprestam esse dinheiro supera os 400% ao ano. Caso não tenha lido o artigo anterior, leia aqui e retorne.

Mesmo assim, só clientes de alta renda conseguem ter um leque maior de investimentos disponíveis em CDB, LCI e LCA. Para os demais clientes, os gerentes dos grandes bancos oferecem títulos de capitalização, onde as pessoas perdem dinheiro todos os meses, seguros e consórcios que muitas vezes são vendidos como se fossem investimentos, fundos e previdência privada que cobram taxas administrativas e de carregamento que consomem boa parte da rentabilidade e vantagens fiscais.

Quando você investe através dos 5 maiores bancos: banco amarelo, azul, laranja e os dois bancos vermelhos, a situação pode ficar ainda pior.

Veremos que esses bancos envolvem os clientes que possuem perfil de investidor e os de alta renda em uma “armadilha emocional” que pode resultar em sérios prejuízos no longo prazo. É isso que precisamos evitar a todo custo.

Colocando você no Matrix da classe média

A primeira coisa que os grandes bancos fazem quando identificam que você tem um perfil investidor ou uma renda elevada é separar você dos demais clientes. Eles transferem a sua conta para agências especiais, localizadas em endereços nobres, que possuem nomes sofisticados. Para os bancos, alta renda é qualquer coisa acima de 10 ou 20 salários mínimos. Depende de cada banco.

O objetivo é fazer você se sentir uma pessoa especial. Alguém que venceu na vida e que merece ser “apartado” da massa, para receber um tratamento diferenciado e exclusivo.

Você recebe um cartão de crédito dourado ou preto que funciona como um “atestado de sucesso”. Ele é entregue na sua casa, dentro de uma caixa bonita, como se fosse um presente sofisticado, um troféu ou certificado de que você deixou a classe média e agora faz parte da classe média alta (mesmo não sendo uma realidade).

Quando você está no restaurante, fica orgulhoso na frente dos seus amigos e familiares quando exibe o seu novo cartão que só pessoas de sucesso financeiro podem ter. Alguma coisa dentro de você diz: “Você venceu, você merece!”

Lembre-se disso: “No mundo dos investimentos, quando a emoção entra por uma porta, o dinheiro sai pela outra”.

Se você permite esse tipo de envolvimento emocional no relacionamento que existe entre você e o seu banco, provavelmente existe muito dinheiro sendo desperdiçado de alguma forma. Veremos isso neste artigo.

As agências especiais, bem decoradas, sem filas, localizadas em endereços nobres, cheias de funcionários simpáticos e atenciosos, funcionam como o palco de um grande teatro.

Esse palco foi arquitetado por pessoas inteligentes e altamente capacitadas que entendem o funcionamento da vaidade humano como uma fragilidade explorável.

O único objetivo de todo o teatro: maximizar os lucros do banco através dos “mimos” que você pagará indiretamente e ainda fazer você ficar muito agradecido por tudo isso.

Esse conceito também vale para todos os relacionamentos que você possui com as empresas, produtos e marcas que prometem exclusividade e exploram fragilidades como a vaidade.

As estratégias dos negócios, envolvendo técnicas de marketing e publicidade criam um “universo paralelo“, uma espécie de “Matrix” da classe média.

Muitas vezes, as pessoas sabem que o glamour e a sofisticação vendida pelas marcas são apenas ilusões. O problema é que só saber, não liberta do problema. É necessário despertar. Só que despertar em um ambiente onde todos participam do mesmo teatro, não é uma tarefa fácil. Ficamos maravilhados e entorpecidos com as ilusões do teatro a nossa volta.




A ignorância é uma benção, mas você terá que ficar confinado em algum tipo de paraíso inventado.

É claro que você não deve negar os benefícios que os bancos oferecem. Ninguém gosta de filas e de atendimento ruim. Eu mesmo tenho conta em um grande banco que me oferece um atendimento “apartado” dos demais clientes. Só que eu acredito que um bom atendimento não deveria ser um privilégio. Todos merecem um bom atendimento, mas dentro dos bancos você vale o quanto tem.

Se tem pouco, vale pouco, se tem muito, vale muito. Na realidade, esse é o tipo de relacionamento que os bancos cultivam com os seus clientes. Qualquer coisa além disso, é ilusão que a publicidade implantou na sua cabeça e que certamente é uma fantasia deliciosa, mas financeiramente prejudicial, caso você não tiver consciência de como o “teatro” funciona.

Você pode e deve aceitar os privilégios que os bancos oferecem, mas deve tomar cuidado para não tomar decisões de investimentos com base nisso. Você deve ser capaz de avaliar os investimentos oferecidos através de comparações com as oportunidades apresentadas fora do grande banco, sem qualquer compromisso com reciprocidade ou fidelidade ao grande banco onde você tem conta.

Isso significa que você deve se preparar como investidor para negar as propostas que os bancos grandes fazem quanto tentam manter a sua fidelidade e os laços emocionais e de vaidade.

Conheço pessoas que ficam constrangidas quando negam as ofertas que os gerentes simpáticos das agências elegantes fazem. Muitas vezes as pessoas criam laços de amizade com os gerentes e acabam ajudando os mesmos a atingirem metas que os bancos impõem a eles. É algo que não faz o menor sentido.

Bancos e envolvimento emocional

O envolvimento emocional no mundo das finanças custa muito caro e compromete o seu futuro financeiro.

Uma vez estive em uma dessas agências luxuosas, em um dos bancos onde tenho conta, aguardando a gerente preparar um cheque administrativo que utilizei para comprar um imóvel. Enquanto esperava, vi um senhor se aproximar da sala de uma outra gerente.

A gerente o recebeu demonstrando surpresa e alegria. A jovem se levantou da sua cadeira, contornou a mesa e deu um abraço caloroso no senhor, que ficou muito satisfeito com a receptividade.

– Senhor Fulano… é sempre muito bom ver o senhor aqui na agência!
– Vi que o senhor fez aniversário na semana passada. Parabéns! Como vai a sua esposa?
– Obrigado Fulana. Ela está muito bem. Completei sete décadas de muita luta e trabalho…
– O senhor ainda é muito jovem e está cheio de saúde e disposição. Parabéns!

Pela conversa, parecia que aquele senhor era dono de alguma empresa e provavelmente continuava trabalhando, mesmo tendo idade para estar aposentado.

Não pude deixar de prestar atenção no motivo da sua visita. Ele queria saber por qual motivo, o fundo de previdência onde ele investia há mais de 10 anos, estava com a rentabilidade tão baixa. A gerente deu diversas desculpas, mas não disse que o principal motivo estava na elevada taxa administrativa e de carregamento de todos os fundos que o banco oferece, principalmente os fundos de previdência lançados 10 anos atrás. Talvez, por sua idade avançada, esse senhor nem devesse manter esse tipo de investimento em sua carteira.

A minha gerente não me trata com tanta alegria. Eu não aceito as recomendações que ela faz. Sinto que ela já desistiu de me ligar, pois sempre perde tempo. Eu não a ajudo a bater as metas impostas pelos seus chefes. Raramente me interesso pelos produtos que o banco oferece. Uso o banco basicamente para movimentar recursos e manter alguma reserva com liquidez imediata. No início da minha vida profissional e financeira perdi dinheiro neste relacionamento com os gerentes dos bancos. Certamente isso me motiva a realizar o trabalho que faço hoje, de forma totalmente independente, negando todas as propostas de patrocínios e publicidade de bancos e outras instituições financeiras.

Eu não preciso das recomendações dos bancos, só preciso de informações dos produtos que os bancos oferecem. Não preciso dos funcionários de um banco para suprir minhas necessidades emocionais e afetivas. Para isso, eu tenho os meus familiares e amigos. Não preciso de mimos, presentes, cartões exclusivos e outros sinais de status para me sentir alguém de valor. Se eles me oferecem tudo isso, sem elevar meus custos diretos, recebo, agradeço, mas não garanto reciprocidade e muito menos fidelidade. Eu entendo o jogo, sei como funciona o teatro e não participo dele. Acredito que todos podem amadurecer financeiramente até esse nível de consciência.

Fundos destruidores de patrimônio

Essa é a capa do jornal Valor Econômico no dia em que esse artigo foi escrito. Fundos de previdência aberta, que são os fundos mais oferecidos pelos grandes bancos, rendem menos do que a taxa Selic. Se você acompanha o Clube dos Poupadores já sabe que ninguém precisa de um fundo de investimentos ou de previdência se for para perder da taxa Selic ou do CDI.

Estudos mostram que os cinco maiores bancos do país concentram 90% de todas as economias que os brasileiros estão fazendo para a aposentadoria através da previdência aberta. Isso representa mais de R$ 676,5 bilhões investidos em fundos ligados à previdência.

O grande problema é que uma boa parte de todo esse dinheiro está rendendo menos do que a taxa Selic.

A pesquisa mostra que 70% de todo o volume de dinheiro aplicado em fundos ligados à previdência aberta rendeu menos que o CDI no último ano. Fora dos grandes bancos, o retorno médio histórico está entre 104% e 113% do CDI (acima de 100% do CDI).

Muitos desses recursos são de clientes fiéis ou fidelizados pelos bancos através das contas abertas em “agências vip”. O motivo dessa baixa rentabilidade está nos custos elevados dos investimentos que os grandes bancos oferecem. Um dos maiores fundos do “grande banco amarelo” que pertence ao governo, tem rentabilidade média equivalente a 83% do CDI, por culpa da taxa administrativa de 1,5% ao ano sobre o patrimônio investido.

Existem muitos casos de fundos que cobram mais de 2,5% ao ano. Isso significa que para cada R$ 100.000,00 investidos em um fundo desses, R$ 2.500,00 é desperdiçado todo ano. Com R$ 1 milhão investidos, o prejuízo é de R$ 25 mil por ano. O problema é que essa taxa é descontada da rentabilidade e o cliente não consegue perceber todo esse dinheiro sendo jogado pela janela. A situação ainda fica pior com a cobrança de taxas de carregamento e de saída de 1% a 5% por cada investimento feito ou resgate.

O senhor que eu vi sendo atendido na agência luxuosa, provavelmente não acompanha essas informações e acredita que está sendo muito bem atendido pela atenciosa gerente.

Mentalidade financeira tóxica

Recentemente um leitor do Clube dos Poupadores escreveu em um comentário:

Sou cliente ###### de um grande banco, mas não posso reclamar do bom cafezinho expresso que me servem à vontade!

Com certeza é muito gostosa a ilusão de que existe alguma coisa grátis. Esse cafezinho expresso à vontade tem seu custo. É importante o cliente do banco saber exatamente quanto está custando esse cafezinho por ano. Investimentos com rentabilidades menores e as taxas representam esse custo anual. É através dessa consciência que ele pode avaliar se não seria mais barato buscar investimentos com juros maiores e taxas menores e aproveitar esses ganhos para comprar o cafezinho em outro local.

Outro leitor deixou o comentário:

Como diz um educador, no fim de um ano a diferença vai dar pra comprar um picolé. Mantenho pequeníssimas importâncias numa poupança, em LCI  80% CDI (de um banco grande) e no Tesouro Selic, apenas para acompanhar o rendimento mensal. A poupança rendeu em junho 0,3686%, a LCI 0,4139% e o Tesouro Selic 0,4045% líquidos.

É justamente esse “picolé” perdido todo mês que pode fazer a diferença entre uma aposentadoria confortável ou uma aposentadoria miserável, entre a independência financeira antecipada e a dependência vitalícia.

Observe o gráfico abaixo:

O gráfico foi gerado através de uma das várias planilhas de simulações que fazem parte do meu novo livro, clique aqui para conhecer.

Esse gráfico mostra o patrimônio final de uma pessoa que investiu durante a vida produtiva (entre 20 e 65 anos) com uma taxa média mensal de 0,40%, 0,50%, 0,60%, 0,70% e 0,80%.

No primeiro mês, essa diferença de 0,10% entre uma taxa de 0,40% e 0,50% em um investimento de R$ 1.000,00 mensais representa somente R$ 1,00, (1000 x 0,10% = 1,00). Com esse dinheiro fica difícil até comprar um simples picolé. O problema é que o picolé perdido todos os meses, junto com os juros compostos que ele proporcionaria, faz uma grande diferença no longo prazo.

Os juros compostos transformam o picolé em milhões de reais. Esse efeito é ignorado pela maioria da população que não valoriza as pequenas diferenças na rentabilidade dos investimentos.

Observe que a diferença entre conseguir 0,4% de juros reais, em média, durante a vida e uma taxa de 0,6%, pode resultar em um patrimônio de R$ 1,9 milhões ou R$ 4 milhões até a aposentadoria. Uma taxa de 0,8% pode representar R$ 9 milhões de patrimônio no final de uma vida de investimentos.

Os dois maiores bancos privados do país foram fundados na década de 40 e já remuneraram os investimentos de muitas gerações. Os dois grandes bancos públicos que estão entre os maiores, foram fundados no Brasil imperial. Temos um grande banco público fundado por D. Pedro II e outro fundado por D. João, quando o País passou a sediar a Coroa Portuguesa. O estrago provocado por juros menores na vida financeira de uma família pode ultrapassar muitas gerações e comprometer incontáveis milhões.

O próprio governo lucra, através dos bancos públicos, quando você não se preocupa com as pequenas diferenças na rentabilidade dos seus investimentos. O problema é que essa mentalidade afunda a vida financeira das famílias brasileiras.

De um lado temos pessoas que supervalorizam o “cafezinho expresso” à vontade das agências bancárias de “luxo”, a amizade, carinho e abraço dos gerentes. Do outro lado temos pessoas que menosprezam as pequenas diferenças nas taxas de juros dos investimentos que fazem. No centro temos os bancos com lucros que batem recordes recorrentes, mesmo em tempos de crise.

Eu acredito que investimos muito tempo para que possamos nos tornar bons profissionais e conquistar uma boa renda. Quando o sucesso profissional chega e o dinheiro começa a sobrar, não temos o mesmo cuidado e profissionalismo no momento de investir o nosso próprio dinheiro.

É com o objetivo de despertar as pessoas para a importância de manter uma relação profissional com os seus investimentos, que desenvolvo esse trabalho aqui no Clube dos Poupadores.

Todo os dias existem oportunidades na renda fixa, principalmente em bancos médios, através de investimentos como CDB, LCI e LCA. Eu tenho uma parcela dos meus investimentos fora dos grandes bancos com rentabilidades muito acima do que muitos fundos de grandes gestores apresentam como se fosse grande coisa. Com um pouco de conhecimento e tempo para estudar, qualquer pessoa pode aprender a tirar o melhor proveito dos investimentos de renda fixa oferecidos pelos bancos, sem depender da opinião de ninguém sobre onde investir. Isso inclui a minha opinião.

Meu novo livro:

Acabo de lançar um novo livro que apresenta todos os passos para que qualquer pessoa possa investir fora dos grandes bancos, aproveitando as maiores taxas de juros oferecidas no mercado de renda fixa, entendendo os ciclos da economia e dos juros para tomar suas decisões. Todas as planilhas e simuladores que utilizo no meu dia a dia estão disponíveis.

Esse livro aprofunda os seus conhecimentos em renda fixa de uma forma que você nunca viu. Para saber mais sobre o conteúdo do livro visite aqui.

Dia da sorte...

Muita gente acredita que ter sucesso na vida financeira depende de um tipo sorte. Descobri uma forma de aumentar essa sorte: quanto mais você estudar sobre ganhar, poupar e investir dinheiro, mais sorte terá na sua vida financeira. Escrevi uma série de livros que vão ajudar você a aumentar esse tipo de "sorte" rapidamente:Clique aqui para conhecer os livros.
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Sobre o Autor:

Leandro Ávila criou o Clube dos Poupadores por acreditar que o conhecimento é uma riqueza que se multiplica quando dividida. Compartilhando o que sabemos, criamos um mundo melhor. Conheça os livros que ele escreveu sobre educação financeira, investimentos financeiros e imobiliários.

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Leandro ÁvilaMauricioWellingtonVivianeTadeu Recent comment authors
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Cicero
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Cicero

Sim amigo, previdencia privada, titulos de capitalização são alguns dos lixos dos grandes bancos. Mas ainda assim, se vc pesquisar há neles algumas exceções boas.
Por ex. tenho num grande banco um fundo de ações que já rendeu 16,29% este ano, enquanto o ibovespa está em míseros 0,33% e isso sem gastar com corretagens e perder tempo com análises de empresas.

Daniel Rosa
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Daniel Rosa

Por curiosidade colega Cicero, qual Banco? Vermelho arvore, vermelho santo, laranja, azul ou amarelo ?

Cicero
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Cicero

Olá Daniel, é no amarelo… pode pesquisar direto na net eles. Mas veja que é uma aplicação de alto risco tipo bolsa (mas tá bem acima do índice dela). Aplicação pra médio/longo prazo no mínimo uns 4, 5 anos. Gosto porque não preciso abrir HB, gastar corretagem e perder tempo com análises. O segredo é pesquisar, analisar e comparar tais fundos com corretoras também. Mas quando a bolsa caiu agora ultimos dias, também comprei uma açao barata! Abs.

Anderson
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Anderson

Esses retornos fora da curva que alguns fundos conseguem geralmente não são mantidos a longo prazo, no fim mesmo os maiores e melhores voltam para perto da media… vide que a industria de fundos aqui no Brasil funciona na base da modinha. Outro ponto é que na maioria das vezes o cliente nem sabe o risco que seu $ corre em operações mirabolantes que alguns fundos mais agressivos fazem para tentar chegar nessa % de rendimento remando contra a maré(Ibov), somente para ganhar na % de performance e quem sabe emplacar como o novo fundo queridinho da temporada (=$$$ em captação).

Hugo
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Hugo

Oi Leandro, excelente leitura!

Se puder dar uma sugestão de post, sugiro que você fale um pouco sobre os programas de milhas em cartões. Hoje em dia, sou organizado e consigo unificar boa parte dos gastos em um cartão de crédito sem anuidade. Como vantagem, eu consigo categorizar mais facilmente os gastos e me programar para os pagamentos.

Recentemente, comecei a pesquisar sobre a possibilidade de adquirir um cartão que dá pontos em troca de uma anuidade. Por ter um gasto próximo de 4k mensais, conseguiria abonar a anuidade (ou ter um desconto bom). Vale a pena fazer esse tipo de troca?

Leandro Valentin Boscato
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Leandro Valentin Boscato

Irretocável, um texto magnífico.

James William Mendes
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James William Mendes

Parabéns pelo artigo esclarecedor.A gente entende mesmo que é preciso deixar as grandes intituições. Mas a dúvida que ainda paira é como escapar das taxas e tarifas dos grandes bancos que têm solidez e garantias do governo para então depositar nossa confiança e dinheiro em pequenas corretoras que nem sabemos o nome? Já escreveu algo sobre isso?

Daniel Gouveia de Azevedo
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Daniel Gouveia de Azevedo

Bom Dia, Leandro. Muito bom o artigo. Há tempos já me envolvo somente o necessário com um grande banco. Mas não tinha essa consciência expressa sobre o porquê dessas diferenças sobre os clientes. Outro ponto que gostaria de comentar, é à respeito das previdências privadas: sei que dos grande bancos são péssimas; em contrapartida, fico com certo receio em adquirir previdências de Banco menores e ou de outros gestores, por conta da solidez. Vai que um Banco desse quebra, e como o FGC não garante, por isso optei por não ter previdência privada aberta. O acha disso ?

Renato
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Renato

Até para a gente conseguir investir via corretora os bancos grandes querem lucrar. Por exemplo, pago R$17,50 pra enviar dinheiro via TED do meu banco para minha corretora. Acho essa taxa caríssima! Mas não tenho outra forma de enviar meu dinheiro para a corretora, onde sei que encontro investimentos melhores.

Ênkelin
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Ênkelin

Sem a intenção de fazer propaganda, para fugir da taxa cara, que meu banco também cobra, abri uma conta digital (Nuconta), faço os depósitos via pagamento de boleto e a conta digital não cobra TED. Também acho absurda a cobrança de TED.

Nahra
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Nahra

Estou transferindo meu dinheiro do grande banco para uma conta digital, zero tarifa.

O depósito na conta digital é via boleto, daí faço o ted gratuito para a corretora.

Mauricio
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Mauricio

Tenho uma conta no bradesco desde 2010 que não tem tarifa de manutenção e não tem taxa de doc e ted. Pelo jeito esse tipo de conta não é mais oferecida.

Gabriel Valente Soares
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Gabriel Valente Soares

Leandro,
Esses dias um banco vermelho esteve no local onde trabalho e ofereceu um café da manhã completo, para todos os funcionários, de graça. Claro que o foco foi a venda de crédito consignado.
Não tive coragem de entrar na cozinha para aproveitar o café, tamanho é o nojo que eu tenho desses bancos. “Perdi” um café completo, um “amigo” gerente e uma taxa extraordinária de empréstimo! rs

Vinícius Cordeiro
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Vinícius Cordeiro

Lendo o post eu lembrei da fala do Al Pacino na cena final do filme Advogado do Diabo: “Vaidade, definitivamente meu pecado favorito.”

Mais um texto excelente.

Fernando
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Fernando

Excelente artigo. Parabéns e obrigado.

Mauricio
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Mauricio

Ótimo artigo Leandro! Eu também recebo diversas ligações de gerentes de agências “gourmet” falando das mil maravilhas que o banco oferece para clientes diferenciados. Como você, mantenho uma conta no nível básico para movimentações do dia a dia, e aplico minhas economias através de corretoras em investimentos que rendem muito mais. Dá mais trabalho vale a pena. Abraço.

INALDO
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INALDO

A ignorância é uma benção para aqueles que não são ignorantes.

Thiago Jede
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Thiago Jede

Parabéns pelo profissionalismo Leandro! Excelente artigo!

Newton
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Newton

Ótimo artigo! Uma vez em uma ida a minha agência de grande banco me disseram que iriam transformar a minha conta corrente normal em uma conta “VIP”. A tarifa de administração sairia de ZERO para R$ 45 por mês. Na conta simples, a conta “VIP” me custaria R$ 540 por ano. Muito caro pra um simples cafezinho já que eu já não faço investimentos em grandes bancos há anos.

cristiano
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cristiano

Olá Leandro

um trecho do seu artigo me surpreendeu: você disse que “mantem uma parcela dos seus investimentos fora dos grandes bancos”. Entendi que, possivelmente, outra parcela deles estão nos grandes bancos. Você poderia compartilhar conosco algumas razões para isso?
Obrigado!

Moto
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Moto

Tenho o cafezinho no Personalitte e minha conta é serviços essenciais do banco central, e zero investimentos. Acho que sou um ponto fora da curva 🙂

FLAVIO QUEIROZ
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FLAVIO QUEIROZ

Leandro, boa tarde

O que este novo livro tem de diferente e a mais que os seus livros mais antigos sobre investimentos e reeducação financeira?

Antonio Carlos
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Antonio Carlos

Parabéns pelo artigo. Realmente os grandes bancos são um mau necessário, porém, não obrigatório. Cai na armadilha da previdência privada, não contribuo mais. Poupança somente para emergências imediatas a fim de não mexer em meus investimentos. Fico feliz com o seu alerta e pelas agências onde tenho conta nunca terem me oferecido sequer um calendário. Quando a roda girar (e vai girar) e o tratamento for diferente do atual, saberei tratá-los com a lembrança de como sou tratado hoje, principalmente um grande banco vermelho e espanhol.

Marcos Fermino
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Marcos Fermino

Leandro, você sempre vai direto ao ponto. Texto fabuloso e altamente esclarecedor! Já me livrei do banco “amarelo”, só falta me livrar do banco “azul”. Quando avançamos no conhecimento de vida e de finanças, adentramos na luz da sabedoria e saímos das trevas da ignorância. A vida fica muito melhor sem a necessidade de status, que na verdade não serve para nada. Grande abraço Leandro!

Tiago
Visitante
Tiago

Muito interessante os dois últimos arquivos escrito por Ti Leandro,
esclarecedor com nível de aprendizado gigantesco.
Os grandes Bancos sempre vai encontrar meios de explorara a falta de conhecimento da população.
Eu tenho uma conta digital em um dos grandes Bancos, mas, confesso que foi uma luta para conseguir.
Faço as minhas transferências para corretora sem taxa nenhuma.
Essa conquista foi através do aprendizado que o Clube dos Poupadores vem concedendo a minha pessoa.

.

Doris
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Doris

Boa tarde,
Agradeço o artigo, muito bom como sempre.
Vi que está lançando um livro sobre renda fixa, que me pareceu interessante.
Gostaria de saber se você já fez, ou conhece, algum estudo que avalie renda fixa × fundos de investimento (multi mercado ou de ações ), no longo prazo, e que esclareça se vale a pena aguentar as oscilações com a expectativa de que os fundos tenham um rendimento melhor. Fazendo contas, me questiono, pois quando há desvalorizaçao dos fundos, a valorização deve ser expressiva para recuperar e ainda valorizar 100% do CdI, que seria o mínimo que ganharia no RF.

Alessandro
Visitante
Alessandro

Oi Leandro, excelente leitura!…

Eu fui induzido inicialmente pela gerente de relacionamento para ser cliente “Van Gogh” de um banco X com dois meses grátis iniciais e um série de benefícios aleatórios (estacionamento grátis no Shopping Y por X horas; acesso grátis ao portal Y por X meses) e outros mimos inúteis. Todavia, logo percebi o “preço da fatura” e pedi imediatamente a exclusão deste “benefício” e solicitei ser incluído no clube dos clientes “essenciais básicos”. (Depoimento real) ;]

Tiago
Visitante
Tiago

Sempre independente, essa sem dúvida é sua marca, desde que conheci o site, já há um tempo. Sem dúvida os bancos sabem usar o ego das pessoas. Achei a analogia das cores muito boa hehehe. A propósito teve problemas com citação de nomes de bancos? ou apenas prevenção? Abraço. Seus textos realmente fazem a diferença. Só lamento o fim do “Transcendência Financeira”, era muito bom.

Tiago
Visitante
Tiago

Mais um excelente artigo, vai na ferida da vaidade, tomará que alcance muito mais pessoas que preferem fazer parte desse teatro. Desde que migrei para conta digital em 2015 e retirei meus investimentos do grande banco amarelo, somente fiquei com um valor pequeno na poupança, para emergencias, assim como esta na cartilha, o gerente nunca mais me ligou, que sorte eu tenho. Um grande abraço Leandro

Bruno
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Bruno

Parabéns, Leandro. Ótimo texto para mostrar o que muitos não conseguem enxergar, justamente por causa do marketing e das vaidades envolvidas.
Uma coisa que me deixa cada vez mais feliz é o crescente avanço do segmento de contas e bancos digitais. Esse mês, inclusive, entrou em vigor a resolução do Banco Central que permite a portabilidade do salário para uma conta de pagamentos. Isso é um importante passo para que a população possa se desvencilhar cada vez mais dos bancos tradicionais. Já vi funcionários de bancos demonstrando preocupação com essa evasão de recursos que está crescendo.

edmar
Visitante
edmar

Muito bom mesmo esta leitura é o mundo real mesmo

Ronaldo Torres de Oliveira
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Ronaldo Torres de Oliveira

No mercado de renda fixa, quais seriam os menores bancos que remuneram melhor?

Renato
Visitante
Renato

Oi Leandro; minha sugestão de próximo post é acerca da migração, para servidores públicos, do regime próprio da previdência pública para o Funpresp-Jud.
É um assunto que está dando o que falar, pois temos muitas dúvidas se vale a pena migrar ou não.
Enfim, seria muito útil sua análise
Um abraço!

Eloi Ricardo
Visitante
Eloi Ricardo

Renato, concordo com o Leandro, deixar terceiros administrar o nosso dinheiro é um problema.
Mas nesse caso pode ser vantajoso migrar.
Também sou funcionário público, do Judiciário da União, mas acabei optando por migrar.
A conta que eu fiz é bem simples: para cara R$ 1,00 que eu botar na Funpresp-Jud, a União colocará mais R$ 1,00.
Descontando todas as taxas (7% de carregamento e 13,078% contribuição para o FCBE), para cada R$ 1,00 de aporte, entra na minha conta R$ 1,59, em razão do aporte da União.
Sem essa contrapartida da União, não valeria a pena aderir à previdência complementar.

Eloi Ricardo
Visitante
Eloi Ricardo

Analisando os relatórios, notei que a fundação tem uma política de investimento bem conservadora, não cobra taxa de administração e apresentou uma taxa rentabilidade real (acima da inflação) média de 5,25% ao ano nos últimos quatro anos.
Portanto, considerando que ainda terei de trabalhar mais uns 28 anos para me aposentar, terei tempo suficiente para acumular uma boa reserva.
Assim, ao me aposentar terei 3 fontes de renda: (1) a aposentadoria oficial, (2) a complementação da Funpresp-Jud e (3) os juros/dividendos dos investimentos geridos por mim mesmo.

Eloi Ricardo
Visitante
Eloi Ricardo

Esqueci de mencionar no último comentário, que também estou investido, no mínimo, 11% do meu salário líquido todos os meses, para diluir o risco de a Funpresp não conseguir manter essa rentabilidade média dos últimos anos.

Déborah Jeffery
Visitante
Déborah Jeffery

Oii pessoal, eu também estou nesse barco, e tomei minha decisão basicamente por esse raciocínio do Leandro: quanto menos estiver nas mãos dos outros, melhor. Escolhi migrar, mas sem aderir à Funpresp. Apesar da contrapartida da União, existem algumas ressalvas quanto ao saque desse dinheiro. Como eu quero sacar quando aposentar, vou arriscar fazer minha aposentadoria por conta própria. Da União, só receberei o teto do RGPS – e o benefício especial.

Rodrigo
Visitante
Rodrigo

Formidável, magnífico. “Colocando você no Matrix da classe média”. Abraço

Susana
Visitante
Susana

Leandro, na minha loucura de trabalho, nunca consigo me aprofundar nessas questões, mas sei que ando perdendo muito, muito dinheiro com banco, um dos piores foi esquecer a conta aberta onde tinha um título de capitalização, com débito em conta, claro que o banco só foi me ligar depois que já tinha estourado o especial. “Erro grotesco meu”. Algumas pessoas me aconselharam a investir na previdência privada porque “abate” do imposto de renda. Estou numa grande dúvida, eu e muitos amigos professores que não possuem dependentes “menores”.Vocem algo escrito a respeito?

antonio frederico pereira da silva
Visitante
antonio frederico pereira da silva

👏👏👏 Artigo extraordinariamente realista. Pertenço a esse grupo objeto de seus comentarios. Tenho educação financeira, mas sempre leio seus artigos para nao fugir do mundo real. Estou comprando seus livros com o mesmo objetivo.

Luciano
Visitante
Luciano

Excelente e sucesso sempre Leandro!

Mateus
Visitante
Mateus

Perfeito, Leandro! Acrescentaria ainda que, esses “mimos” muitas vezes podem ser encontrados em outros lugares e sem prejuizo financeiro.

Por muito tempo fiquei no “canto da sereia” do banco amarelo, até cair na real. Mudei minha conta para uma sem mensalidade, troquei meu cartão por um sem anuidade. Depois descobri um banco pequeno/médio, que oferecia LCIs e CDBs com taxas muito boas, e que oferece a seus investidores cartões “cobiçados” também sem anuidade, mesmo que você só invista no Tesouro pela corretora deles, que não cobra taxas.

Mesmos benefícios, sem custos adicionais.

Gil
Visitante
Gil

Excelente matéria ! Leandro, fizeram justamente comigo. Me deram um cartão diferenciado, me colocaram em um gerente diferente etc, tenho duas contas neste banco, uma com serviços essenciais e outra digital ( aquela antiga que nem TED paga), queriam que eu pagasse tarifa bancária , e anuidade do cartão de crédito devido ao novo cartão. Pensei bem e resolvi de uma forma muito sensata rsrs com este mesmo gerente solicitei um cartão de crédito sem anuidade do próprio banco e devolvi esse cartão que me deram. Em fim não pago tarifa bancária, nem anuidade de cartão de crédito é muito menos os TED.

fabio
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fabio

quero saber se tem previsão para lançar um livro sobre investimentos em ações,tenho interesse em adquirir.

Karina
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Karina

Legal Leandro! Excelente esse artigo.

Brevemente vou adquirir o seu livro. Mas aguardo você futuramente escrever sobre o mercado de ações com a riqueza de detalhes que você tanto usa nos seus artigos. Ia ser ótimo!

Gleison
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Gleison

Falta ao brasileiro médio muito estudo e conhecimento na area de finanças pessoais. 0,3% das contas abertas no Brasil são para aplicação em bolsas de valores via corretora, a titulo de comparativo, nos EUA esse numero é de 60%. Não a toa, todas as grandes nações do mundo possuem bolsas fortes e onde sua população investe as economias. As empresas e pessoas no Brasil precisam fomentar o mercado de capitais, acabar com a poupança, fundos de private equity estão aí para isso, e emprestimos no BNDS. Selic alta não faz bem pra nação, é sinonimo de país em crise.

Diogo Buss
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Diogo Buss

Parabéns pelo conteúdo Leandro! Sonho com o dia em que a população desperte da “Matrix” a qual está inserida, e você é um dos responsáveis por esse despertar. Abraço!

Juliana Pedra de Oliveira Muniz
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Juliana Pedra de Oliveira Muniz

Parabéns pelo artigo, muito bom. Deus te abençõe!

Joelsio Meirinho
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Joelsio Meirinho

Oi Leandro! Como identificar um banco médio? Tem alguma lista ou fugindo dos 5 principais já está bom.

Eliane
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Eliane

Obrigada por mais um artigo excelente! Gosto e leio sempre! Aprendo muito sobre investimentos com seus artigos, e também com suas respostas aos comentários. Gostaria de aos poucos ir adquirindo seus livros. Consigo comprá-los através de seu site?

João Augusto
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João Augusto

Leandro, boa tarde!
Tenho boa parte dos meus investimentos em previdência privada (VGBL). Não tem come cotas, entretanto no resgate tem tributação de 15% e ainda terei que fazer o ajuste anual. Será que vale à pena buscar outra alternativa de investimento para recuperar perdas? Pode orientar essa tomada de decisão.

Luiz
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Luiz

Olá! Texto excepcional! Foi graças a vc Leandro que aprendi a importância da reserva de emergência e hoje ela está aplicada rendendo 103.50 do cdi com liquidez a qualquer hora. Um abraço!

Eronides
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Eronides

Parabéns Leandro por mais esse artigo,quanto mais eu acompanho o seu trabalho mais eu te admiro,pois vc expande muito bem o conhecimento numa linguagem direta e facil de entender, quem acompanha o seu trabalho vive em outro universo,tem outra mentalidade,vc dizia no começo desse artigo que as pessoas ficam orgulhoas por terem em mãos um cartão preto kkkk,eu por exemplo tenho o maior orgulho do meu cartãozinho do meu banco digital por ele não me cobrar anuidade nem manutenção da conta corrente,são coisas assim que me deixam vaidoso e me enchem de orgulho.

Fabio
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Fabio

“Seria ótimo se os bancos repartissem com os investidores os juros que eles cobram dos clientes devedores” > Esse tipo de banco já existe. São as cooperativas de crédito, que praticam taxas justas e dividem as sobras com os cooperados. Gostaria de sugerir que falasse mais tema.
Parabéns pelo blog, os textos são excelentes!

Mário Augusto
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Mário Augusto

Leandro mais um excelente texto esclarecedor. Tenho conta deste tipo gourmet do banco laranja e realmente é outro atendimento, sem filas e muitos sorrisos, porém não devem estar gostando muito de mim ou do meu sócio que aproveitamos bem estes mimos porém sem ter se quer um produto oferecido por eles. Eu e meu sócio somos especuladores da bolsa, portanto é quase impossível o banco oferecer algo bom. Banco para mim é empresa que seu objetivo é lucro com a venda bem cara do dinheiro para você. Sou radical, nenhum produto oferecido pelos grandes bancos presta.

Otavio Basilio
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Otavio Basilio

Estou aqui coçando já há muito tempo pra entrar em contato com o banco que faço minhas movimentações principais, um dos vermelhos. Ridícula a tentativa de passar nas suas propagandas, que é um banco que se preocupa com as finanças do cliente. Prega o uso racional do crédito, mas exige gasto no cartão de crédito para reduzir a taxa. Cartão de crédito e manutenção de conta tem que ser ZERO, já fechei conta no outro vermelho por causa disso. Não aceito pagar mensalidade ou o que foi em hipótese nenhuma. A nova peça de propagando deles vomita sobre o crédito de outros bancos, ridículo novamente.

Déborah Jeffery
Visitante
Déborah Jeffery

Olá Leandro,

Acompanho seu site há pouco tempo. Seus textos são excelentes!

Me identifiquei demais com o parágrafo sobre como nos esforçamos na vida profissional, e a falta de cuidado na hora de investir nosso dinheiro. É realmente uma defasagem cultural arraigada.

E é incrível como quando a gente começa a prestar mais atenção, dá vontade de chacoalhar todo mundo pra essa realidade. Obrigada por ajudar a fazer isso.

Christian
Visitante
Christian

Parabéns Leandro por mais um artigo com valiosas informações que vão ajudar a nortear melhor nossas vidas financeiras. Em relação ao novo livro, você poderia informar se você pretende publicar algo em relação sobre meios de investir melhor em renda variável e mercado de ações? Obrigado!

Lucas
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Lucas

Quem não tem conhecimento sobre o assunto pensa que o mundo dos investimentos é algo super sofisticado e complicado de entender e na realidade depois que aprende é algo simples. Creio que com um pouco mais do básico já é possível ter um desempenho bom.

Maria
Visitante
Maria

Leandro, parabéns pelo artigo.
Gostaria de sugerir um artigo sobre as diferenças entre Banco x Cooperativa.
Semana passada foi um Cooperativa no trabalho fazer uma apresentação e deixaram contato pra abrir conta. O principal chamariz que eles usaram é que vc vira dono, ou seja, quanto mais cotas vc tiver e mais movimentação fazer na conta, mais vc dinheiro vc recebe na divisão de lucros.
Onde está a pegadinha aí ?

Elias
Visitante
Elias

A pegadinha é que se a cooperativa der prejuízo você vai ter que pagar, pois é “dono” também. Pesquise sobre prejuízo em cooperativas e você vai encontrar muitos exemplos.
Por muito tempo tive conta somente em uma cooperativa de crédito que já existe há 60 anos e nunca deu problema. As taxas são melhores que os bancos, tem retorno de sobras, oferecem CDBs com melhor rentabilidade, etc. Mas atualmente não quero mais saber do risco de crédito e abri conta em um banco grande, mas prestando atenção nos custos de conta e nos produtos ruins que os gerentes tentam empurrar.

sandro
Visitante
sandro

Como participante da cooperativa, você participa dos lucros E dos prejuízos. Esse é só um detalhe. Como toda cooperativa que conheço, você é obrigado a aportar um valor todo o mês, mas diferente de uma taxa de administração, esse valor é seu. Caso encerre a conta, você resgata ele mais uma correção. Além de muitos outros detalhes. Faço parte de uma cooperativa.

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