Rentabilidade real do CDI


Quando os bancos e corretoras divulgam a rentabilidade prometida dos investimentos que oferecem, eles sempre informam uma taxa nominal. A imprensa, quando discute se uma taxa está atrativa ou não, também só considera as rentabilidades nominais.

A rentabilidade nominal desconsidera o efeito da inflação que faz o seu dinheiro perder valor com o passar do tempo. Para o investidor de renda fixa é muito importante saber se o investimento será capaz de restituir o poder de compra do seu dinheiro, ou seja, recuperar o que será perdido através da inflação. Para isso precisamos observar a rentabilidade real antes de tirar uma conclusão.

Se um investimento tem rentabilidade nominal de 10% ao ano e a inflação prevista para o ano é de 5%, a rentabilidade real será de 4,76% (use esse simulador de rentabilidade real). O poder de compra do valor investido crescerá 4,76% e não 10%, pois 5% será corroído pela inflação.

Exemplo:

João tem R$ 100 mil e pretende comprar uma máquina para a sua fábrica depois de 1 ano. Ele faz um investimento que rende 10%. No final do ano ele recebe R$ 10 mil de juros e fica com R$ 110 mil para comprar a máquina. O problema é que a inflação fez a máquina e todas as coisas aumentarem de preço (alta de 5%). Agora é necessário ter R$ 105 mil para comprar a máquina que custava R$ 100 mil um ano antes. O dinheiro perdeu o seu poder de compra. Em termos nominais João teve rendimento de 10% sobre R$ 100 mil, mas como esses 100 mil agora valem R$ 105 mil, o que João só teve um ganho real de 4,76% sobre R$ 105 mil (R$ 5 mil).

A inflação degrada a rentabilidade dos investimentos. Ela tira o valor do dinheiro no decorrer do tempo, por este motivo precisamos observar a rentabilidade dos investimentos com a inflação descontada, ou seja, a rentabilidade real.

Muitos investimentos de renda fixa oferecem uma rentabilidade representada por um percentual da taxa DI ou CDI. Exemplo: CDB que rende 110% do CDI ou LCI que rende 90% do CDI. Podemos saber qual é o CDI atual visitando a primeira página do site www.cetip.com.br e podemos consultar o histórico do CDI através da CETIP ou no site do BC.

Baixei os dados históricos do CDI desde o ano 2000 até fevereiro de 2018. Desenvolvi um gráfico que compara o histórico do CDI (que vou chamar de CDI nominal), a inflação medida pelo IPCA e o CDI real que é o CDI com a inflação descontada. O gráfico ficou assim:

Você pode ver o gráfico atualizado aqui onde poderá passar o mouse sobre as linhas para visualizar os valores.

O CDI utilizado é o CDI mensal anualizado. Isso significa que a taxa mensal do CDI é apresentada através de uma taxa anual equivalente. A inflação é o IPCA dos últimos 12 meses. O Banco Central fornece esses dados no Sistema Gerenciador de Séries Temporais (fonte). Calculei a taxa real ou o CDI real descontando a inflação utilizando a fórmula que aparece aqui.

Podemos observar que desde janeiro de 2000 o CDI (linha azul) nunca foi menor do que a inflação, mas ele passou perto disso. Em março de 2013 a inflação (6,59% ao ano) esteve muito próxima do CDI (6,99%).

Entre janeiro de 2008 e janeiro de 2018 o CDI médio foi de 10,82%. A inflação média foi de 5,99% ao ano e o CDI real (com a inflação descontada) foi de 4,29%.

Sempre que a inflação aumenta, o Banco Central aumenta a Taxa Selic, que por sua vez faz o CDI aumentar. Sempre que a inflação cai, o Banco Central reduz a Taxa Selic fazendo o CDI cair. O objetivo do Banco Central é manter a inflação próxima de 4,5 (centro da meta para a inflaçã0) evitando passar de 6% (teto da meta) e 3% (piso da meta). Podemos observar que isso faz a rentabilidade real do CDI girar próximo de 4% nos últimos anos, com alguns picos para baixo ou para cima.Observe o gráfico acima. Marquei o ponto em 2013 quando o CDI atingiu 6,99% (veja no gráfico  maior).  Veja que não é comum o CDI ficar abaixo de 7,5%. Também não é comum ver a inflação (linha vermelha) ficar muito próxima do CDI (linha azul) como ocorreu em 2013. A taxa real nesse período marcado atingiu 0,38%. Foi uma situação inédita que combinava inflação alta com juros baixos e, consequentemente, taxa real baixa.

Agora observe o início de 2018, no final do gráfico acima. O CDI também ficou abaixo de 7,5% (6,71%), atingindo seu menor nível histórico. Ao contrário do que ocorreu em 2013, a linha vermelha (inflação) está bem distante da linha azul (CDI). Podemos ver que o juro real atingiu 3,76%. Apesar dos juros baixos, a inflação também está baixa.

Observe no gráfico onde marquei o momento em que o CDI estava em 14,14% e a inflação passava de 10%. Naquele início de 2016 os juros reais do CDI eram de 3,10%.

Quando todos estavam comprando títulos públicos, CDB, LCI e LCA em 2016 com taxas acima de 14%, a inflação estava acima de 10%. Os juros estavam altos, mas a inflação também estava. O dinheiro parecia render muito, mas os preços dos produtos e serviços aumentavam fazendo o dinheiro perder boa parte do que rendia.

Expectativas

Uma forma de saber as expectativas do mercado sobre o futuro do CDI é observar uma coisa chamada “curva de juros” que a Anbima publica nesse endereço aqui. Infelizmente a Anbima está parada no tempo e ainda utiliza Flash para gerar o gráfico. Talvez você possa ter dificuldade para ver o gráfico se o seu navegador estiver com o Flash desligado.

O gráfico acima aparece quando você clica em ETTJ PRE, logo abaixo do gráfico. Ele nos diz que o mercado espera que o CDI fique abaixo de 6,4% nos próximos 126 e 252 dias. Em 756 dias eles esperam que o CDI esteja acima de 8%. No prazo mais longo, de 2.646, eles esperam um CDI próximo de 10% ao ano. O gráfico abaixo mostra que a inflação esperada também é maior no futuro.

Como isso são expectativas, ela pode mudar a qualquer momento. Para cada novo evento, as expectativas sobre o futuro são reajustadas.

Essa curva de juros que podemos ver hoje (foto) reflete o risco eleitoral (2018) e o medo da queda da inflação em 2017 ser apenas o reflexo de um fenômeno transitório. O mercado sabe que sem uma série de reformas, os juros baixos não poderão ser mantidos no longo prazo.

Até na renda fixa, a única certeza é a incerteza.

Invista primeiro em você:

O primeiro investimento que devemos fazer para melhorar a nossa vida financeira é o investimento em conhecimento. Custa pouco e rende juros pelo resto da vida. Sem saber investir o nosso próprio dinheiro, não teremos bons resultados. Dependendo da opinião dos outros para saber onde investir, teremos resultados ainda piores. O conhecimento melhora nossos resultados e liberta da dependência dos outros. Escrevi uma série de livros que podem te ajudar muito a adquirir todo o conhecimento que precisa no menor tempo possível. Clique aqui para conhecer os livros.
Esse artigo foi útil?
Deixe-nos saber, se você gostou deste artigo. Só assim podemos continuar melhorando.
Sim
Não

Sobre o Autor:

Leandro Ávila criou o Clube dos Poupadores por acreditar que o conhecimento é uma riqueza que se multiplica quando dividida. Compartilhando o que sabemos, criamos um mundo melhor. Conheça os livros que ele escreveu sobre educação financeira, investimentos financeiros e imobiliários.
newest oldest
Alberto U.
Visitante
Alberto U.

Bacana Leandro,
E ainda tem a “sacanagem” de o Imposto de Renda ser cobrado sobre a taxa nominal, então o juro real é ainda pior…

Wilson
Visitante
Wilson

Olá Leandro. Bacana seu estudo sobre as Taxas Reais. Poderia fazer um estudo sobre a curva Phillips (Taxa Inflação x Taxa de Desemprego) e o estado de transição da economia americana atual com a inflação baixa e desemprego em baixa.

renato
Visitante
renato

Um problema é que as taxas do tesouro diteto não diminui, os 0,3% da b3

ivo
Visitante
ivo

Olá Leandro.
Obrigado mais uma vez por esta aula sempre usando a atualidade como foco.

Rafael
Visitante
Rafael

Parabens

Andre
Visitante
Andre

Sempre a mesma historia, como se o IPCA no Brasil fosse confiável. Já é uma bola de 500 produtos que nem 10% se aplicam a vc e ainda é manipulado, ai vai calcular juro real como

Thiago Nunes
Visitante
Thiago Nunes

Leandro, parabéns pelo artigos, as informações foram muito esclarecedoras e, ao contrário de muitos artigos que recebemos por email, não são tendenciosas.
Obrigado!

Douglas
Visitante
Douglas

Olá, Leandro.

Concordo com o que você mostrou, inclusive sempre que faço simulações de patrimônio futuro utilizo a taxa real (aproximada) dos meus investimentos, para não fazer simulações sem sentido. Na verdade, uso uma taxa ainda menor, pois tento descontar também o efeito do IR e o fato de o IPCA nem sempre representar a verdadeira corrosão que o dinheiro sofre (muitas vezes a minha “inflação particular” pode ser superior ao valor divulgado do IPCA). Isso muitas vezes me leva a considerar que a minha rentabilidade média seja de “apenas” 2% a.a. (prefiro errar para menos, por segurança).

João Silva
Visitante
João Silva

Leandro, dizem que o Ouro é uma proteção contra a inflação. Você concorda? Abraços e sucesso.

Alberto
Visitante
Alberto

Leandro, texto completamente apropriado para o momento, tenho aprendido muito com seus ensinamentos. Diante destas explicações e sabendo que 2018 será um ano de bastante incertezas, quais seriam as diretrizes para o pequeno investidor, com perfil mais conservador, que tem o intuito de investir em Títulos Públicos no cenário atual? A diversificação de carteira seria uma boa estratégia? Obrigado.

Rafael
Visitante
Rafael

Obrigado por mais uma aula, Leandro. Apesar de normalmente a Selic e o IPCA andarem juntos, fazendo com que os juros reais não oscilem tanto, um receio que eu tenho é quanto aos investimentos do tipo IPCA+juros em épocas de juros baixos. Tenho esse receio pois mesmo que os juros reais atuais estejam atrativos, caso o IPCA suba no futuro, a parcela prefixada continuará baixa, e como o IR incide sobre o rendimento nominal (e não apenas sobre o rendimento real), o rendimento real pode ser muito prejudicado. Por isso tenho evitado o Tesouro IPCA ultimamente. Você concorda com esse pensamento?

thais martinez nunes
Visitante
thais martinez nunes

Adorei o texto! Fiquei em dúvida se fiz um bom investimento: apliquei em um CDB 124% do CDI com vencimento em 2020. Como saber se meu dinheiro será “corroído” pela inflação?

gabriel gomes silva
Visitante
gabriel gomes silva

Bom dia,
Leandro,
Com relação a todo esse risco, no ano passado fiz um investimento em um fundo multimercado que tem como benchmarketing o cdi, e só tem registrado perdas, estou até pensando em retirar, mas vendo essa sua análise dos juros futuros, e considerando a eleição, pode haver um revés na sua avaliação?

rodrigo sampaio
Visitante
rodrigo sampaio

Muito interessante esse texto Leandro. Eu não conhecia esse site. Já favoritei aqui. Obrigado! Eu costumo olhar semanalmente o resumo do relatório do boletim Focus, aquele que nos é enviado por email. Porém, não costumo olhar o relatório completo, que também nos é fornecido através de um link e que me parece fornecer perspectivas com prazos maiores. Dúvida: Existe divergência entre os dados dessas duas fontes? Abraços o obrigado novamente

VLAD ARAUJO
Visitante
VLAD ARAUJO

Grato, mais um bom e interessante artigo

Léo
Visitante
Léo

Caro professor, diga-se de passagem que até hoje nunca tinha visto uma explicação tão simples clara e objetiva. Parabéns.

carlos marins
Visitante
carlos marins

Boa tarde, Leandro. Uma vez mais vc publica conteúdo demonstrando sua excelência e disposição de ajudar a todos. Por estar sempre acompanhando seu site, e pelo todo que me esclareceu na busca do conhecimento, agradeço! Farei a aquisição dos livros pela certeza da riqueza de conteudo e pelo aprendizado que me trara. Obrigado

LUCIANO F ROSA
Visitante
LUCIANO F ROSA

Leandro, muito interessante esse estudo. Você por acaso tem algum artigo que demonstre como devemos calcular a rentabilidade de uma carteira de ativos? Em especial em situações em que essa carteira receba aportes mensais, por exemplo?

Raphael
Visitante
Raphael

Eu só tenho um problema com essa métrica por conta da inflação afetar diferentes pessoas de modos diferentes. O IPCA pode não me afetar tanto assim, por exemplo, se eu utilizar o o dinheiro investido para futuramente comprar um imóvel. Por outro lado pode me afetar muito se o dinheiro investido for utilizado futuramente para comprar insumos para o meu negócio no ramo alimentício. Creio que esse tipo de reflexão deva ser feita, por conta das particularidades de cada investidor.

David
Visitante
David

Oi. Parabéns pelo texto. Muito bem explicado e fundamentado.
Tenho uma dúvida.
Estou deixando o meu dinheiro na nuconta, q paga 100 por cento do CDI.
É seguro deixar o dinheiro lá??

Gustavo
Visitante
Gustavo

David, retirei do próprio site da Nuconta (tb a utilizo):

Existe algum risco em colocar meu dinheiro NuConta?

A NuConta é uma modalidade de conta chamada “Conta de Pagamento”. De acordo com a regulação vigente do Banco Central, para essa modalidade, o dinheiro depositado fica separado do patrimônio do Nubank e só pode ser usado para aplicações em Títulos Públicos Federais. Ou seja, esse dinheiro não pode ser emprestado para terceiros ou aplicado em investimentos de risco, por exemplo.

Gustavo
Visitante
Gustavo

Continuação:

Por isso, a NuConta é classificada como uma aplicação de baixo de risco. O risco é similar ao de uma aplicação no Tesouro Direto – renda fixa, pós-fixado, garantido pelo Governo – e dispensa outro tipo de garantia, como FGC. Para acessar a legislação detalhada no site do Banco Central do Brasil use o link: http://www.bcb.gov.br/pre/bc_atende/port/arranjo.asp.

Dênis Barbosa Batista
Visitante
Dênis Barbosa Batista

Existem muitas maneiras de se aplicar o Dinheiro tão Soado, mas com certa cautela quanto ao Ganho Real, descontada alguma Perda apurada com a Inevitável Inflação, que é sempre a Grande Vilã quando o Assunto é Aumento do Custo dos Produtos em geral! Excelentes Artigos, Leandro Ávila, que hoje é um “Reconhecido Guru da Educação Financeira Brasileira”! Continue por “essa Trilha Educacional”, trazendo-nos muito conhecimento, e sempre muito útil. Grato novamente por sua indispensável Parcela de Contribuição! Abraços, amigo!

Andreza
Visitante
Andreza

Boa tarde! Gostaria de uma ajuda! Recebi $5000 e não vou gastar agora, só daqui 2 anos ou mais, gostaria de uma dica sua, aonde eu devo aplicar?

Leandro Justiça
Visitante
Leandro Justiça

Olá Leandro

Obrigado por este artigo. Ele me ajudou muito a entender a rentabilidade dos meu atuais investimentos.e até me fez pensar se vale a pena mantê-los.

Abraços

Luciano Carvalho
Visitante
Luciano Carvalho

Perdão pela ignorância de conhecimento, mas você poderia discriminar a construção desssa fórmula? Pois sempre fiz com método de subtração, que aprendi em livros inclusive.
E parabéns pelo conteúdo do site, já favoritei!

Pablo S.
Visitante
Pablo S.

Prateleiras, vendedores de serviço e bancos, enquanto comerciantes, estão bem longe de obedecer a lógica do IPCA, Selic e outros indicadores genéricos de mercado.

Na prática, o que vejo é a continuidade dos preços crescentes da “época da inflação pré-Temer”, nos supermercados e em todos os demais estabelecimentos comerciais que compro, e minhas aplicações de renda fixa rendendo cada vez menos.

Enos Rosa Cunha
Visitante
Enos Rosa Cunha

Cirúrgico! Parabéns .

Ricardo
Visitante
Ricardo

Boa noite
Hoje o que é mais vantajoso como aplicação, poupança nova ou fundo 98,46%CDI

Raphael
Visitante
Raphael

Parabéns pelo artigo acima. Dá realmente o que refletir e ajuda a tomar decisão.

LLE
Visitante
LLE

Leandro, parabéns pelo artigo. Você poderia fazer um grafico comparativo do valor real (valor descontado da inflação) do índice IBOVESPA, a partir do ano mais antigo possível, com o valor real de uma renda fixa LCA com 90% do CDI durante esse período? O objetivo é avaliar qual rendeu mais.

Éverton
Visitante
Éverton

Parabéns pelo artigo Leandro, diferenciando as rentabilidades nominais das rentabilidades reais, quanto ao CDI. Estou aos poucos reabituando-me as leituras dos artigos daqui do Clube dos Poupadores.
Quanto aos livros de sua autoria, eles só são vendidos no pacote (como no link logo acima) ? Ou existe a possibilidade de compra avulsa?

Nadja
Visitante
Nadja

Leandro, excelente texto. Não conhecia a sua página e já me interessei bastante.
Vi que você responde aos comentários e estou com uma dúvida grande sobre investimento para aposentadoria. Estou com 29 anos e atualmente tenho aplicado mensalmente no IPCA 2045, mas o meu gerente insiste que um plano VGBL, colocando parte em renda variável e parte em renda fixa renderá mais no futuro. Com todas estas incertezas de mercado, manter no tesouro direto irá preservar mais o meu capital do que um plano VGBL?
Obrigada.

Ricardo
Visitante
Ricardo

Nadja,

Pergunte a ele, onde o banco aplica o dinheiro do VGBL. Não ficará surpresa em saber que é no mesmo IPCA 35/45 que vc compra.
Só que o banco ainda cobra por isso, geralmente uma taxa altíssima. E você compra se duvidar pagando somente a taxa da Bovespa que é de 0,30%. (estou considerando que compre por corretora que não cobra taxa nenhuma).

Nadja
Visitante
Nadja

Ricardo, obrigada, realmente entre os papéis que o VGBL investe tem o mesmo título que eu aplico hoje em dia.

Rodrigo Sous Santos
Visitante
Rodrigo Sous Santos

Mais um excelente artigo Leandro! Me tira uma dúvida… não há mais a seção “transcendência financeira” no blog?

Edmilson
Visitante
Edmilson

Bom dia Leandro. Há alguns dias estive conversando com um amigo sobre este tema. Fiquei com dúvida sobre o seguinte: hoje em dia vejo que existem CDB´s pós-fixados com até 129-130% do CDI em algumas corretoras. Hoje a taxa DI está em 6,39%. Se no dia do vencimento (que ocorrerá em 5 anos) a taxa estiver, em digamos 13%, o pagamento dos juros será de 13% para os 5 anos ou irá acompanhar os aumentos da taxa DI ano a ano? Pelo que entendi não faz muita diferença comprar renda fixa na baixa ou alta de juros. Pensei corretamente? Enorme gratidão por poder ler seus artigos!

Renata
Visitante
Renata

Oi Leandro. Tudo bem?
Ainda me considero leiga no assunto, mas um pouco do que aprendi foi aqui no clube dos poupadores. Obrigada e parabéns pelo seu trabalho.

Rodrigo Almeida
Visitante
Rodrigo Almeida

Leandro.. Já invisto em ações na bolsa e procuro também manter uma reserva de emergência. Qual é o melhor investimento para manter uma reserva de emergência, onde posso tanto colocar o dinheiro ou retirar no caso de uma necessidade?

Walter
Visitante
Walter

Muito interessante as materias que voce escreve , ninguem no mercado aborda o assunto dessa maneira , mais realista.
Espero que continue escrevendo assim

Compartilhe com um amigo