Como Tomar Decisões Sobre Investimentos

Muitas pessoas me escrevem diariamente querendo ajuda para tomar decisões sobre o que deveriam fazer com o dinheiro que possuem. Estas pessoas estão fazendo a pergunta errada. Eu não posso tomar decisões por elas, apenas posso orientar sobre o que deveriam aprender ou o que deveriam estudar para que possam tomar decisões sem depender dos outros. Este é o papel de um educador.

Existes métodos para tomar decisões da forma correta. Você deveria ter aprendido alguma coisa sobre processo decisório na escola ou na universidade. Afinal de contas, na nossa vida pessoal e profissional estamos sempre tomando decisões. Infelizmente a escola nos obriga a decorar muita coisa e esquece de nos preparar para a vida lá fora. Com isto, a maioria das pessoas tomam decisões movidas pelas emoções ou sem nenhum critério.

Isto induz a levar uma vida inteira tomando decisões erradas. Neste contexto fica fácil colocar a culpa no destino, na falta de sorte ou em fatores externos. Muitas vezes existe alguém tirando vantagem das decisões erradas que você toma. Costuma ser a mesma pessoa que te influenciou, de forma direta ou indireta, a tomar uma decisão errada.

Situações assim acontecem por todas as partes. Quando você vai comprar um imóvel, quando você vai escolher um presidente da república ou quando vai decidir o que vai almoçar ou jantar.

A ideia de escrever os livros sobre como comprar imóveis surgiu diante dos problemas que milhares de famílias enfrentam quando decidem comprar um imóvel, sem saberem o que estão fazendo. Por falta de conhecimento e experiência se tornam vítimas fáceis do mercado.

No mundo do dinheiro, perguntar para os outros o que você deveria fazer com o seu dinheiro é um erro gravíssimo. Quando você transfere para outra pessoa a responsabilidade por uma decisão está correndo sérios riscos. Já falei sobre este risco neste outro artigo.

Como tomar uma decisão:

Tomar uma decisão significa fazer uma escolha entre duas ou mais alternativas e depois se responsabilizar pelas consequências.

Quando você precisa tomar uma decisão significa que está diante de um problema ou de uma oportunidade. Problemas precisam ser resolvidos e oportunidades precisam ser aproveitadas.

Temos uma enorme tendência a tomar decisões sem pensar, como se nossa mente preferisse funcionar no piloto automático. Não é culpa nossa. Nossa cabeça vem de fábrica programada para trabalhar desta forma. Com base nas nossas experiências passadas, com base nas histórias que ouvimos, nas opiniões de amigos, parentes e até de estranhos, tendemos a tomar decisões sem pensar. Estamos sempre procurando um atalho.

Também queremos evitar a dor do arrependimento. Por este motivo, tentamos compartilhar a responsabilidade pela decisão com outras pessoas, assim, podemos culpar estas pessoas quando as coisas derem errado.

Outro problema de toda decisão é que para cada “sim” precisamos de vários “nãos”. Se existem 10 alternativas para solucionar um problema, ao escolher uma destas alternativas, você obrigatoriamente estará negando as outras 9 possibilidades. Quando você escolhe uma mulher ou um homem para casar, significa que está dizendo “sim” para uma pessoa e “não” para o resto do mundo. Provavelmente, você nunca saberá o que teria acontecido se a sua escolha tivesse sido outra. Isto representa um enorme peso na consciência de quem decide.

O importante é aceitar que a vida nada mais é do que uma sequência de escolhas. A vida que você leva hoje é a consequência de escolhas passadas e a vida que você levará amanhã será a consequência das decisões que você irá tomar hoje.

As piores decisões da vida são aquelas que não são tomadas quando deveriam. Também é muito ruim quando você toma uma decisão que não concorda, por ser obrigado a fazer isto.

Dizem que o pior sofrimento vem do arrependimento, principalmente quando percebemos que deixamos de tomar decisões que poderiam ter mudado a nossa vida para melhor.

Etapas do Processo decisórios:

Problema ou Oportunidade:  As pessoas só costumam sair da zona de conforto quando estão diante de um sofrimento, frustração, irritação ou incômodo. Mesmo assim não são todas. Muitas conseguem se adaptar. O ser humano é especialista em se adaptar diante de situações ruins.

Também existem aquelas pessoas que saem da zona de conforto quando estão diante de uma oportunidade. Infelizmente é a minoria. São pessoas com perfil proativo, que fazem as coisas acontecerem arquitetando o próprio futuro. Os problemas são fáceis de perceber, sentimos eles na pele. Já as oportunidades são difíceis de perceber, exigem olhos treinados e experientes. Olhos que não estão preparados não conseguem enxergar oportunidades, mesmo que estejam a um palmo de distância.

Se já faz muito tempo que você não precisa tomar decisões importantes na sua vida isto pode significar acomodamento. Também pode significar que você está cego diante de novas oportunidades. Você pode estar parado no tempo sem perceber. A busca continuada faz parte da nossa natureza, a felicidade humana depende de conquistas contínuas, precisamos evoluir moralmente, intelectualmente, financeiramente, cientificamente, espiritualmente, etc. A vida é a busca. Quando a busca para a vida para.

Exemplo de problemas:

  • Minhas despesas são maiores do que a minha renda. Vivo endividado;
  • No meu atual emprego ganho muito pouco;
  • Não consigo economizar. Não sobra nada no final do mês;
  • Não consigo rentabilizar meus investimentos. Estou perdendo dinheiro;
  • Só sei investir na poupança. Estou perdendo da inflação;
  • Não sei investir. Tenho medo de arriscar em outras modalidades de investimento;
  • Só sei investir em renda fixa. Perco dinheiro por não saber nada sobre renda variável;
  • Não tenho tempo para cuidar do meu dinheiro. Perco dinheiro seguindo a opinião dos outros;
  • Gostaria de empreender, mas não sei por onde começar.

Diagnóstico: Depois de perceber a existência de problemas ou oportunidades é necessário entender o que está acontecendo. Na fase de diagnóstico você vai buscar informações para ter uma visão clara da realidade. Precisamos saber onde estamos para que possamos traçar onde queremos chegar. Precisamos identificar as causas da situação que vivemos e quais são suas consequências no presente e no futuro. Também é necessário determinar prioridades, somente assim podemos encontrar as alternativas.

Exemplos de diagnósticos:

  • Problema: Porque minhas despesas são maiores que minhas receitas?
  • Diagnósticos possíveis:
    1. Não tenho um planejamento ou um orçamento familiar para seguir (visite aqui);
    2. Não anoto minhas despesas e por isto não sei para onde vai meu dinheiro;
    3. Não controlo os pagamentos, por isto sempre atraso e pago juros e multas;
    4. Não controlo meus impulsos, compro sem pensar quando estou feliz ou quando estou triste (leia aqui);
    5. Tento levar uma vida mais cara do que o meu salário é capaz de pagar (leia aqui);
    6. Tenho muitas dívidas e a maior parte do que ganho é para pagar juros e prestações (leia aqui);
    7. Não faço absolutamente nada para ser promovido ou para conquistar um emprego com salário maior (leia aqui);
    8. Não invisto na minha carreira profissional (leia aqui);
    9. Não sei nada sobre matemática financeira, não sei fazer contas de juros e por isto tomo decisões erradas (leia aqui);
    10. Não sei nada sobre educação financeira e investimentos (leia aqui);
    11. Dou mais importância para o presente e pouco me importo com o futuro (leia aqui);

Alternativas: Nesta fase você precisa buscar alternativas para solucionar o problema ou para conseguir aproveitar a oportunidade. Você deve relacionar todos os pontos fortes e fracos, vantagens e desvantagens de cada alternativa. Todos os problemas relacionados com a falta de educação financeira se resolvem investindo tempo na sua própria educação financeira. Normalmente as pessoas que enfrentam problemas na área financeira estão se dividem em quatro grandes grupos:

  1. Endividadas: Gastam mais do que ganham. Colecionam dívidas;
  2. Paradas: Gastam tudo que ganham. Não poupam nada;
  3. Poupando: Gastam menos do que ganham. Deixam dinheiro na conta corrente, no bolso ou rendendo pouco na poupança;
  4. Investindo errado: Perdem dinheiro por não saberem investir ou por tomarem decisões erradas de investimento;

Identifique em qual nível você se encontra e busque meios de aprender mais. A solução dos problemas e a abertura de um universo de oportunidades dependem da sua educação. Leia artigos sobre educação financeira, leia livros sobre educação financeira, procure aprender como mudar seus hábitos e aprenda mais sobre investimentos financeiros. Existem cursos presenciais e cursos online para aqueles que não tem disciplina para aprender através da leitura.

Depois que você estiver bem informado é necessário agir e ter suas próprias experiências. Muitos param na teoria e não percebem que precisam experimentar, colocar em prática, aos poucos, para que possam ganhar experiência. Intuição é a experiência em ação. Sem experiências, suas grandes decisões serão tomadas com insegurança e medo. Tudo depende do que você precisa saber ou o que você precisa fazer para ter sucesso.

Decisão: Nesta etapa você vai comparar todos os pontos fortes e fracos de cada alternativa. Lembre-se que toda decisão possui consequências positivas e negativas. As pessoas fazem escolhas diferentes pois cada pessoa atribui pesos diferentes para cada característica daquilo que avalia. Cuidado com aqueles que trabalham para influenciar usas decisões. Nem sempre eles estão pensando nos seus resultados.

Existem três ambientes onde precisamos tomar decisões:

  • Ambiente de Certeza: Situação onde temos acesso a todas as informações e conhecimentos necessários para tomar a melhor decisão entre as alternativas que estamos avaliando. Exemplo: Existe uma certeza de que o investimento em educação, seja na área financeira ou em qualquer área, melhora a qualidade de vida das pessoas. Todo tempo ou dinheiro que você investir no seu desenvolvimento pessoal sempre trará bons frutos e projetará um futuro melhor.
  • Ambiente de Risco: Situação onde não é possível prever as consequências associadas a cada alternativa, mas existem informações para que possamos considerar as probabilidades, ou seja, a maior ou menor chance das coisas acontecerem conforme previsto. Exemplo: Quando a economia passa por um ciclo de alta nas taxas de juros existe uma probabilidade maior de ganhos na renda fixa e de perdas na renda variável.
  • Ambiente de Incertezas: Situação na qual a informação sobre as alternativas e suas consequências é incompleta, imprecisa ou imprevisível. As decisões neste ambiente são praticamente chutes, apostas ou especulação. Exemplo: Comprar um imóvel financiado para pagar em 35 anos movido pela fé de que nas próximas três décadas a situação econômica e política do país sejam favoráveis e que você terá uma situação financeira estável até a quitação total da dívida.

Tomar decisões é difícil pois existem muitas limitações:

  • Não podemos prever o futuro. O futuro é composto por infinitas possibilidades;
  • Na maioria das vezes não temos experiência ou conhecimento para avaliar riscos e prever as consequências das nossas decisões;
  • Em muitos casos é difícil ou até impossível reverter uma decisão errada;
  • Emoções e decisões não combinam. Corremos riscos de tomar decisões erradas quando estamos sob a influência da tristeza, raiva, euforia, felicidade, ganância, inveja, medo, soberba, etc.
  • Não temos todo o tempo do mundo para tomar decisões;
  • Não temos todas as informações do mundo para tomar uma boa decisão;
  • Não gostamos de assumir responsabilidades, pois temos medo da decepção e do arrependimento;
  • Não sabemos avaliar os custos ou os lucros de uma decisão;

Ferramentas:

Existem muitas ferramentas que podemos importar do mundo corporativo para a nossa vida pessoal. Elas não garantem que você tomará a decisão correta, mas permite que você sabia o porquê da decisão que tomou. Se fosse aprofundar sobre cada ferramenta seria necessário escrever um livro e não um simples artigo. Por isto vou apenas listar algumas ferramentas para que você possa pesquisar.

Matemática Financeira: Existem decisões que são puramente matemáticas e se existe uma área da matemática que você deveria rever nos seus livros do ensino médio é a matemática financeira. Faça uma revisão sobre os seguintes temas: Ponto de Equilíbrio, Valor Presente, Valor Futuro, Fluxo de Caixa, Cálculos com Porcentagens, Juros Compostos, Juros Simples, Conversão de Taxas, Taxa Nominal e Efetiva. Tudo isso pode parecer chato, só que mais chato ainda é passar a vida toda sendo enganado por aqueles que sabem fazer estas contas melhor do que você. Leia esse artigo e veja os vídeos.

Análise de prós e contras: No papel você vai listar todas as vantagens e desvantagens de cada alternativa com base no seu conhecimento, na opinião de terceiros e pesquisas que possam ser feitas na internet. Quanto maior a variedade de fontes, melhor. Também é possível fazer isto utilizando a Análise de Swot. Basta criar um quadro com quatro caixas: Forças são os pontos fortes da alternativa. Franquezas são os pontos fracos ou pontos negativos da alternativa. As oportunidades se referem a influência do ambiente que pode estar gerando uma boa oportunidade, caso escolha esta alternativa. As ameaças se referem aos riscos externos com relação a uma alternativa.

Ponderação de critérios e pesos: Essa ferramenta aqui é importante quando a decisão não depende de números mas de valores pessoais. Podemos atribuir pesos para questões subjetivas. Cada pessoa valoriza determinadas características ou critérios de uma forma diferente da outra. É por isto que não existe um investimento perfeito, como mostrei nesse artigo aqui e por isto, só você pode tomar boas decisões sobre sua vida.

Vamos imaginar que você precise comprar um imóvel. Vamos imaginar que você considere três critérios importantes: 1) Preço, 2) Área útil e 3) Localização. Os dois primeiros podem ser medidos numericamente:

Você terá dificuldade para avaliar a localização pois uma boa localização depende de segurança, vizinhança, comércio, paisagem e transporte. Para escolher o melhor imóvel será necessário usar o método de ponderação por pesos. Cada pessoa dá peso diferente para cada critério. Uns acham a segurança mais importante do que a existência de comércios próximos e outras podem dar um peso maior para a facilidade de transporte em relação a paisagem do local.

No quadro abaixo temos um exemplo de tabela que você pode criar com uma escala de pontos para cada critério. Exemplo: Se você considerar que a segurança do primeiro imóvel é ótima, a nota para o critério segurança deste imóvel será 5. É claro que aqui temos somente alguns critérios. Cada pessoa pode considerar critérios diferentes. Exemplo: proximidade do imóvel em relação ao seu emprego, existência de vaga na garagem, andar onde o imóvel se localiza e assim por diante. Veja uma tabela de pontos onde você vai transformar julgamentos subjetivos como ótimo, muito bom, bom, regular e aceitável em números ou notas.

Agora você precisa atribuir um peso para cada critério, pois para cada pessoa um critério pode ser mais importante que outro. Veja o exemplo. Para esta pessoa a segurança tem peso 5 e a paisagem tem peso 3. Desta forma se a paisagem for ótima a nota será 5 e esta nota será multiplicada pelo peso que no quadro abaixo podemos ver que é 3. Assim a nota total para a paisagem seria 15 (5 x 3). Já se a segurança for ótima a nota será 5 que multiplicada pelo peso 5 resultará em uma nota 25 (5×5).

Agora você vai multiplicar a nota que deu para cada critério de cada imóvel pelo peso de cada critério.

Vai encontrar a pontuação final para cada imóvel

Agora você já sabe qual é o imóvel com melhor e pior localização com base em critérios e no peso (importância) que você determinou. Observe que cada pessoa poda chegar a conclusões diferentes.

 

 

Eu não posso decidir por você:

Espero que você tenha percebido que tomar decisões não é simples. Não existe fórmula mágica. Existem muitas formas e ferramentas que podem ajudar no processo de decisão, mas nenhuma é perfeita e os resultados não servem para todos. Todas elas, de alguma forma, levam em consideração fatores pessoais. Por isto, uma decisão boa para uma determinada pessoa pode ser uma péssima decisão se for tomada por outra pessoa.

Eu não conheço sua história de vida, não sei qual bagagem de experiências e conhecimentos você carrega, desconheço suas habilidades, qualidades e defeitos. Não sei em qual realidade de vida, em qual cenário de oportunidades e ameaças você está inserido(a).

Somente você conhece você mesmo, somente você conhece a sua realidade. Se você acredita que ainda não se conhece, então este autoconhecimento deve ser o princípio de tudo.

Infelizmente não existem atalhos, não existem gurus. Quanto mais estudo, mais percebo que ainda sei pouco. Quanto mais aprendo, mais tenho a certeza que a única coisa que posso fazer é te estimular a aprender também, para que você possa desenvolver sua autocrítica, para que você tenha mais autonomia, mais liberdade sobre as decisões da sua vida, mais certezas e menos dúvidas.

Para terminar um vídeo do Prof. Clóvis sobre os gurus e a felicidade.

 

By |23/06/2015|Categories: Investimentos|62 Comments

About the Author:

Leandro Ávila é administrador de empresas, educador independente especializado em Educação Financeira. Além de editor do Clube dos Poupadores é autor dos livros: Reeducação Financeira, Investidor Consciente, Investimentos que rendem mais, e livros sobre Como comprar e investir em imóveis.

62 Comments

  1. Fernanda 23 de junho de 2015 at 18:05 - Reply

    Excelente qualidade do conteúdo! Sou fã dos seus artigos. Muitas pessoas querem delegar a responsabilidade. Impressionante como algumas fazem o papel passivo de serem guiados e como existem gurus, maus psicólogos, representantes religiosos ou amigos e familiares com o perfil persuasivo que guiam, enganam e tiram vantagem do primeiro grupo.
    Obrigada por esse trabalho brilhante.

    • Leandro Ávila 23 de junho de 2015 at 18:19 - Reply

      Obrigado Fernanda. Existem gurus em todas as áreas. É importante ouvir o que eles querem dizer e respeitar a história de cada um. O que não podemos fazer é tirar das nossas costas a responsabilidade sobre as nossas próprias decisões. Por isto é importante aprender, desenvolver senso crítico, ter as próprias experiências, procurar o autoconhecimento, identificar as próprias limitações e virtudes, saber diferenciar o que é importante do que não é importante na nossa vida.

  2. Aguinaldo Dezotti 23 de junho de 2015 at 18:12 - Reply

    Leandro, parabéns pela publicação, excelente artigo.
    A dificuldade em tomar decisões nem sempre está nas escolhas a serem feitas e sim nas condições de cada um para esta tarefa.
    Um abraço.

  3. Alexandre Ribeiro 23 de junho de 2015 at 18:15 - Reply

    Leandro, leio artigos do seu site há cerca de 1 ano e meio e sempre gostei do conteúdo, mas este com certeza foi o melhor que já li por aqui ! Parabéns !

    Muito bacana seu esforço em incentivar as pessoas a saírem da zona de conforto !

    Grande Abraço e obrigado por todo conhecimento que você compartilha !

  4. Fernando 23 de junho de 2015 at 18:45 - Reply

    Leandro, dos 4 grupos onde estaria quem investe em tesouro direto?

    • Leandro Ávila 23 de junho de 2015 at 22:59 - Reply

      Oi Fernando. É possível cometer erros investindo no Tesouro Direto caso a pessoa não conheça as características de cada título.

  5. Fabian 23 de junho de 2015 at 19:15 - Reply

    Leandro,excelente artigo.Depois que comecei a ler seus artigos minha visão sobre o mercado financeiro mudou radicalmente.Espero que esse projeto perdure por muitos anos, e eu,certamente,continuarei acompanhando-o.
    Parabéns!

  6. Maurinei 23 de junho de 2015 at 20:48 - Reply

    Leandro , Parabéns pelo artigo publicado, muito detalhado e objetivo.
    Encontrei seu site por acaso , e hoje se tornou indispensável em meu dia a dia.

    Obrigado

  7. Gustavo Ventura 23 de junho de 2015 at 21:25 - Reply

    Leandro, que artigo excelente. O que mais gosto no seu trabalho é justamente isso, a insistência em dizer que cada um deve ser responsável por suas próprias decisões. As pessoas em geral adoram colocar a culpa em fatores externos, talvez para se sentirem mais aliviadas caso algo dê errado. Mas é certo que ao realizar escolhas baseados no que já sabemos, nos colocamos em outro patamar: no da independência, e onde somos donos de nosso próprio destino.
    Vida longa e próspera.

    • Leandro Ávila 23 de junho de 2015 at 22:56 - Reply

      Obrigado Gustavo. Infelizmente o mal exemplo vem de cima. Basta ver os governantes que temos hoje, tomam decisões erradas, não assumem os próprios erros, transferem a culpa para todos. É uma cultura que precisa ser modificada. Um abraço.

  8. Rhayan 23 de junho de 2015 at 22:12 - Reply

    Leandro, Parabéns compartilho muitos do seus artigos e cada vez mais você me surpreendi, deveria ter lhe parabenizado antes, bem escrito, formatado, 100% espero que continue por muito tempo, acesso sempre quando recebo novo artigo via e-mail, só tenho que lhe agradecer. Obrigado por compartilhar.

  9. Bruno Santos 24 de junho de 2015 at 9:01 - Reply

    Leandro,

    Aprendi que o ser humano é vagabundo por natureza, não gosta de pensar, busca sempre a zona de conforto e atribui aos outros as consequências de suas próprias decisões erradas.

    Muito bom artigo, parabéns!

    • Leandro Ávila 24 de junho de 2015 at 13:56 - Reply

      Oi Bruno. É verdade. Uma das leis da natureza é a do menor esforço. Afeta todos os seres. Se existe um atalho, se existe uma forma mais fácil, essa será a escolha padrão. Só que somos diferentes, podemos raciocinar, podemos avaliar alternativas e tomar decisões movidos pela razão.

  10. Adilson dos Santos 24 de junho de 2015 at 9:52 - Reply

    Ola professor,
    Aprendo cada vez leio seus artigos apesar de ser difícil de tomar decisões quando falamos em dinheiro. Tenho muito medo de perder o que tenho pouco. Ainda bem que você não é Guru, sempre deixa artigos novos sem interferir em nossas decisões. Parabéns pelo artigo.

    • Leandro Ávila 24 de junho de 2015 at 13:50 - Reply

      Oi Adilson. O medo que você sente é aquele medo que sentimos diante do novo ou do desconhecido. Estudando mais sobre o assunto e fazendo pequenas tentativas (com valores pequenos) você vai perder este medo. Um abraço.

  11. Louis 24 de junho de 2015 at 10:53 - Reply

    Exatamente, Leandro.
    Eu hoje mesmo estava lamentando ter comprado LTN ano passado, achando que estava em um bom patamar, mas se tivesse comprado NTNB estaria melhor. Justamente eu que sou “pessimista”, não imaginava que a inflação chegaria nesse ponto, acho que fecha em mais de 9% este ano. Mas faz parte do “jogo”. hehe

    Generalizando, o povo realmente não gosta de tomar decisões, de ser responsabilizado. Por isso o país está nessa situação deplorável. Todos querem muitos direitos, e pouca obrigação. Querem jogar o próprio fracasso nas costas de “outros”.

    Abraços

    • Leandro Ávila 24 de junho de 2015 at 13:46 - Reply

      Olá Louis. Quando investimos em LTN que é um título prefixado ou NTN-B Principal que tem uma parte da sua rentabilidade prefixada estamos fazendo uma aposta. É como apostar em corrida de cavalos. Você não pode saber qual será o cavalo vencedor, apesar de existirem cavalos preferidos. Da mesma forma, não pode ter absoluta certeza sobre os juros que teremos no futuro, sobre a inflação futura, sobre a situação econômica e política futura. O que podemos fazer é olhar projeções e expectativas, o problema é que as duas só valem hoje, se acontecer algum imprevisto no dia seguinte as projeções e as expectativas podem mudar. O governo oferece 13,24% ao ano para quem comprar Tesouro Prefixado 2018 (LTN) na data de hoje. É um bom investimento? Só saberemos esta resposta em 2018. Se o pior acontecer e a Selic passar dos 15% ou 16%, terá sido um bom investimento? E se a Selic em 2018 estiver em 10,00% ?

  12. Almeida 24 de junho de 2015 at 11:07 - Reply

    Bom dia, mais um excelente artigo! Posso dizer que estou tentando deixar a quarta categoria, Investindo Errado, não que eu queira ser um grande investidor, mas quer acertar mais do que errar. Entendo que além das questões racionais há o aspecto emocional que influencia demais as tomadas de decisões, saber dizer não e não decidir coisas importantes de improviso são atitudes que nos livram de muitas ciladas.
    Recentemente uma gerente de banco (do qual não sou correntista) me apresentou alguns produtos (fundos) que, à primeira vista pareciam maravilhosos, com rendimentos 30% acima do CDI, etc… ela só esqueceu de mencionar a taxa de performance de 20% do que passar o CDI, a taxa de administração de 2,5%, a taxa de saída de 10% sobre o valor bruto de suas cotas e a falta de cobertura pelo Fundo Garantidor de Crédito. Fiquei tentando a aderir durante a conversa mas não o fiz, pesquisei no site do banco e encontrei o prospecto dos produtos e seu CNPJ, e no site da CVM achei em detalhes no que eles aplicam…, enfim, o produto não é horrível, mas também não brilha mais como brilhava no dia de sua apresentação… No meu caso, o que me salva é ter decidido não resolver mais nada sem pensar muito antes, no sacrossanto recinto do lar, no frigir dos ovos ganhei mais ao não entrar em frias do que perdi ao deixar oportunidades reais passarem.

    • Leandro Ávila 24 de junho de 2015 at 13:38 - Reply

      Parabéns Almeida, é muito importante fazer isto que você fez. Pesquisar antes de qualquer decisão.

  13. Antonio Neto 24 de junho de 2015 at 11:09 - Reply

    Perefeito, Leandro

    Eu já senti na pele isso por várias vezes, querer responsabilizar os outros por minhas decisões. Parece que nos sentimos aliviados. Gostei muito. Abração#tamojunto#

  14. Marcos 24 de junho de 2015 at 11:35 - Reply

    Parabéns, excelente artigo.

  15. Bruno 24 de junho de 2015 at 14:50 - Reply

    Parabéns pelo artigo Leandro. Você escreveu uma frase logo no começo que resume tudo: “Dizem que o pior sofrimento vem do arrependimento, principalmente quando percebemos que deixamos de tomar decisões que poderiam ter mudado a nossa vida para melhor….”. Também temos que tomar cuidado para não vivermos segunda a filosofia do “Se”.

  16. Lucas 24 de junho de 2015 at 15:34 - Reply

    Parabéns pelo artigo Leandro!!! Você consegue repassar informações de forma clara e objetiva! Muito obrigado!

  17. Gilmar 24 de junho de 2015 at 15:39 - Reply

    Mais um excelente artigo Leandro, obrigado por nos ajudar sempre com muita boa vontade e dedicação.Parabéns e muito sucesso na sua vida.

  18. Alvaro 24 de junho de 2015 at 16:33 - Reply

    Leandro,
    Excelente qualidade do conteúdo! Convivo diariamente, onde trabalho, com pessoas que
    simplesmente não querem ler nada sobre finanças, aplicações, investimentos, enfim acham
    que isso é muito complicado e que não têm afinidade com essas matérias. Pobres e
    Preguiçosos ! Existem os que, além de não se educarem para fazer um pé-de-meia,
    ainda discutem o que acham que sabem ! Aqui na empresa, temos um Plano de
    Seguridade, com co-participação da Empresa ( pagamos um valor e a empresa paga o
    mesmo valor ). Só que no momento da aposentar-se, podemos escolher o benefício
    mensal ou podemos retirar toda a poupança acumulada, claro que pagando o IR na
    Tabela Progressiva, como é de lei. Numa simulação simples entre receber Beneficio
    Mensal ou Aplicar o Montante Total em Renda Fixa atrelada ao CDI, obtem-se entre
    90 e 100% do valor na Renda Fixa . Eu falo Renda Fixa ( LCI/LCA/LC/CDB ), para
    ser mais simplório, mas sabemos que existem outros investimentos que se melhores
    avaliados podem render até mais. Já mostrei estas e outras alternativas de
    Investimentos para algumas pessoas, mas percebo que muitas delas estão no rol
    dos preguiçosos e muito acomodados. Eu sempre destaco que não pretendo
    fazê-las mudar de investimentos, aliás faço questão de dizer-lhes sempre que eu
    só demonstro as alternativas , que existem outras opções atrativas e que elas,
    as pessoas devem se educar, se inteirar, procurar fazer leituras, aqui no clube por
    exemplo. Percebe-se claramente o quanto a maioria absoluta é preguiçosa e
    acomodada e por isso, perdem suas riquezas por isso. Em um mundo globalizado
    em que vivemos ( o noticia sai agora e daqui a alguns minutos o mundo está ciente )
    não podemos deixar de lado aquilo que pode ser um futuro melhor.

    Parabens pelo site e mais vez pela matéria.

    • Leandro Ávila 24 de junho de 2015 at 17:20 - Reply

      Oi Alvaro. O curioso (e triste) é que se de um lado estas pessoas estão perdendo suas riquezas por preguiça e ignorância, mas do outro lado da mesa existem aqueles que estão ganhando muito dinheiro tirando proveito da preguiça e da ignorância delas. Empresas não criam esses planos de seguridade por serem benevolentes, por se preocuparem com a vida financeira dos seus colaboradores.

  19. Marcel 24 de junho de 2015 at 19:55 - Reply

    Leandro, agradeço pelo artigo e afirmo que seu objetivo foi alcançado.
    Grande abraço e sucesso !!

  20. Fernando 24 de junho de 2015 at 22:34 - Reply

    Prezado Leandro,
    Parabéns pelo site bastante esclarecedor,está me ajudando muito,acho muito interessante você incentivar as pessoas a se educar financeiramente e tomar suas próprias decisões,eu mesmo estou seguindo suas orientações.
    Estou com uma dúvida sobre aposentadoria e gostaria de sua ajuda se possível.
    Ano que vem completo 35 anos de contribuição,já contribuo a anos pelo teto máximo e completo 53 anos,já poderia me aposentar utilizando o fator previdenciário,porém se eu esperar até 2022 pela nova lei consigo me aposentar pelo teto,como posso calcular se vale a pena aposentar ano que vem ou aguardar mais 6 anos?
    Utilizei sua planilha de simulador de investimento colocando o valor da aposentadoria que supostamente receberia ano que vem por seis anos+ou-R$ 2.700,00,por mês, colocando uma taxa de juros de uma renda fixa e cheguei a pouco mais de R$ 260.000,00,Você teria uma planilha que eu pudesse simular se eu aguardar + 6 anos?Para eu tomar uma decisão.

    • Leandro Ávila 25 de junho de 2015 at 14:48 - Reply

      Oi Fernando. Até 2022 teremos um novo presidente e tudo pode mudar novamente. As últimas mudanças ocorridas nesta semana no INSS vai tornar o mesmo ainda mais inviável economicamente. Fica cada vez mais claro que eles vão ter que mudar as regras do jogo novamente para que o sistema não quebre. Provavelmente vão continuar empurrando com a barriga. Esse é o problema de quem tem essa dúvida sobre pedir a aposentadoria agora ou esperar. Esperar pode significar uma nova mudança nas regras do jogo. Não é possível prever se ocorrerá mesmo mudanças, não é possível prever com 100% de certeza quais são e o impacto dela como consequência da sua decisão de esperar ou não esperar. Aqui no site existem simulares de juros compostos que podem ajudar. No menu horizontal superior desta página existe uma opção chamada “Simuladores”.

  21. André Mutafi 24 de junho de 2015 at 23:14 - Reply

    Leandro,
    Parabéns por mais este excelente artigo!
    Venho acompanhando seus textos e indicando para amigos.
    Falando sobre investimentos em bolsa de valores, qual livro você indicaria para quem está iniciando? O curso da Bovespa é uma boa alternativa?

    Abraço

    • Leandro Ávila 25 de junho de 2015 at 14:41 - Reply

      Oi André, não saberia indicar um livro para quem está começando do zero. Se a Bovespa tiver um curso para iniciantes pode ser um bom começo, mas não conheço o curso deles. O fato é que você deve se preparar para estudar através de diversos autores.

  22. Misael da Silva 24 de junho de 2015 at 23:48 - Reply

    Excelente artigo.
    Esta momento estou no grupo 03 começando a anda sozinho, mas no começo foi difícil pois na vida diaria nos falam que o melhor investimento é a poupança, mas na faculdade um professor de finanças nos falou sobre TD então alguns dos meus colegas começamos a pesquisas e debate sobre o tema. Então achamos este site e não quis assina somente eu assinei e não me arrempendo, pois cada dia que leio um artigo novo ou antigo repleto melhor.
    Fi investimento em TD e agora estou começando em ações na bolsa de valores e penso ainda investir em FII.
    Agradeço ao Leandro que dedica-se para ensina as outras pessoas. Valeuuu.

  23. Edmar 25 de junho de 2015 at 11:52 - Reply

    Leandro seu artigo é excelente, parabéns.

  24. Pedro 26 de junho de 2015 at 14:08 - Reply
    • Leandro Ávila 9 de setembro de 2015 at 11:47 - Reply

      Oi Pedro, ela e muitos economistas estavam certos. 🙁

  25. Marcelo Araujo 26 de junho de 2015 at 17:36 - Reply

    Leandro,

    Eu sempre fui um poupador, no entanto, sempre deixei o gerente de um grande banco comercial decidir o que eu tinha que fazer com o meu dinheiro. A consequência disso: perdi muito dinheiro com altíssimas taxas bancárias e aplicações que não rendiam nada. No entanto, há dois meses, este site mudou a minha maneira de lhe dar com o dinheiro, o que consequentemente mudou a minha vida para melhor. Estudei bastante as matérias do seu site, e o melhor, peguei gosto pela Educação Financeira. Hoje já tomo as minhas próprias decisões de investimento. Graças a você Leandro, eu deixei de ser enganado pelo meu gerente, e hoje, já começo a colher os frutos da Educação Financeira.

    Muito obrigado por este excelente trabalho.

  26. Caio Rodrigues 9 de julho de 2015 at 23:04 - Reply

    Leandro, gostei muito do artigo, parabéns pelo trabalho. Abraços

  27. waive 21 de julho de 2015 at 20:15 - Reply

    OLÁ! LEANDRO QUERO TMB PARABENIZÁ-LO POR ESTE TRABALHO DIGAMOS VOLUNTÁRIO QUE VC NOS OFERECE. E DIZER DEPOIS QUE CONHECIR O SITE CLUBE DOS POUPADORES MUDEI MUITO O MEU MODO DE PENSAR EM RELAÇÃO A INVESTIMENTO.E IREI COM CERTEZA FAZER CURSOS E LER BASTANTE PARA APRIMORAR CADA VEZ MAIS OS MEUS CONHECIMENTOS. HOJE COM 43 ANOS DE IDADE ESTOU ACORDANDO PARA REVER TUDO QUE NÃO FIZ E DEIXEI DE FAZER POR FALTA DE INFORMAÇÕES E DE TEMPO.HOJE TRABALHO COMO DIARISTA ,E O QUE GANHO É O SUFICIENTE PARA TIRAR 70% DA MINHA RENDA BRUTA PARA INVESTIR ,MAS PRIMEIRO QUERO INVESTIR EM CONHECIMENTOS PARA DEPOIS TOMAR AS MINHAS DECISÕES.DESDE DE JÁ AGRADEÇO POR ESTE SITE MARAVILHOSO.FIQUE COM DEUS.

    • Leandro Ávila 21 de julho de 2015 at 23:16 - Reply

      Muito obrigado Waive, obrigado por deixar seu depoimento aqui. Com certeza isto vai inspirar outras pessoas a seguirem no mesmo caminho.

  28. Marcelo Queiroga 28 de julho de 2015 at 18:17 - Reply

    Boa tarde Leandro,

    Seus artigos são muito esclarecedores e nos orienta e proporciona conhecimento para decidirmos sobre nossos investimentos.Tenho indicado muito seu site aos amigos e colegas de trabalho.
    Já comecei a investir no Tesouro Direto Selic LFT. A partir de agosto irei investir no Tesouro IPCA + com a finalidade de custear a faculdade do meu filho.
    Parabéns pelo seu trabalho.
    Você tem ajudado muita gente.

  29. Joana Helena 11 de agosto de 2015 at 14:11 - Reply

    Preciso fazer uma pergunta como fazer?

    • Leandro Ávila 11 de agosto de 2015 at 14:34 - Reply

      Oi Joana, quando você faz a pergunta aqui na área de comentários está ajudando outras pessoas que possuem a mesma dúvida.

  30. Crilton Salgado 21 de agosto de 2015 at 8:48 - Reply

    Prezado Leandro Ávila, gosto muito de tudo que escreve e tenho aprendido bastante com seus textos. Sou contador e sempre tive cuidado com o dinheiro que ganho, nunca gasto tudo ou mais do que recebo, sempre fecho o mês com superavit, mas me preocupo muito onde aplicar minhas economias. Meu objetivo é chegar aos 60 anos completamente independente financeiramente. Já venho trabalhando para isso desde dos meus 30 anos, hoje tenho 49. Não tenho plano VGBL ou PGBL da vida, eu mesmo cuido dos meus recursos, mas até agora não tenho aplicação em Titulo Publico, não conhecia. Te pergunto: Títulos Públicos é a melhor aplicação para mim? Sou conservador, não gosto de correr risco.

    • Leandro Ávila 29 de agosto de 2015 at 12:06 - Reply

      Oi Crilton, a melhor aplicação sempre será na expansão do seu conhecimento sobre as diversas modalidades de investimento que existem no mercado. Não fique limitado ao que o seu banco oferece. Ele só vai oferecer aquilo que gera lucro para ele. Um primeiro passo seria estudar a possibilidade de abrir uma conta em uma grande corretora, lá você terá acesso a outros produtos, inclusive produtos de outros bancos. Vai perceber que existem muitas oportunidades que você não conhecia. Aprender sobre o funcionamento dos títulos públicos é fundamental, é exatamente lá que os bancos, fundos de investimento e fundos de pensão colocam o dinheiro das pessoas. Lucram bilhões sendo intermediários.

  31. Ketleen Rosa 24 de fevereiro de 2016 at 17:29 - Reply

    Boa tarde Leandro,

    Tenho uma dúvida e não confio no aconselhamento do Banco. Compramos uma casa há 02 anos a trás, já quitamos em torno de R$44.000,00 da divida, no entanto só foram abatidos R$8.000,00 do financiamento realizado pelo sistema SAC. Saldo financiado R$191.000,00 além da entrada.
    Estamos pensando em vender o imovel que já valorizou mais de R$125.000,00. Ao mesmo tempo, adoramos o local onde vivemos, mas faltam 33 anos para pagarmos e como as prestações acabaram ficando altas demais, estamos nos privando de vários outros sonhos e projetos por conta disso. Vale a pena usar FGTS para amortizar diminuindo valor? Faz realmente diferença ou o desconto será irisorio? Não sabemos o que fazer..

    Adoro seus Atigos e dos Parceiros, já foram de grande valia para minha vida e compartilho muitas informações com Familiares e amigos.

    • Leandro Ávila 26 de fevereiro de 2016 at 17:50 - Reply

      Oi Ketleen. Você colocou valores monetários e valores emocionais na mesma balança. Somente você pode tomar decisões quando isso acontece. Você vai vender o imóvel que você adora, no lugar que você sempre sonhou e depois vai pegar o dinheiro e tentar comprar um imóvel ruim em um lugar que você odeia? Ai você entra com outras questões. Você diz que tem muitos outros sonhos e projetos. Você precisa tomar a decisão se morar no lugar que você adora é mais importante do que os outros sonhos ou se estes outros sonhos são mais importantes. Nenhuma outra pessoa no mundo pode fazer esse tipo de avaliação, pois somente você pode medir o valor que dá para as coisas e os seus sonhos. O FGTS rende apenas 3% ao ano + TR. Isso significa que cada mês que passa seu FGTS perde valor (perde poder de compra). Por isso é vantajoso usar para reduzir o tamanho das dívidas.

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