Desvantagens da previdência privada

Na minha opinião previdência privada é um ótimo negócio para os bancos e suas seguradoras. Os benefícios fiscais servem apenas como publicidade, já que na prática, suas vantagens são praticamente anuladas pelas desvantagens do sistema. Você verá neste artigo que não precisa pagar uma empresa para cuidar da sua aposentadoria. O custo é elevado e o benefício é ruim, embora as campanhas milionárias de publicidade para divulgar previdência privada digam o contrário. Não duvide da sua capacidade de poupar e investir seu próprio dinheiro. Você verá que pode administrar o dinheiro da sua aposentadoria de forma mais barata e inteligente.

Baixa Rentabilidade:

Existem planos de previdência com rentabilidade tão baixa que seria melhor guardar seu dinheiro embaixo do seu colchão. Muita gente não sabe que planos de previdência podem ter rentabilidade real negativa (abaixo da inflação). Muitas instituições cobram taxas elevadas como taxa de carregamento, taxa administrativa, taxa de saída e outros nomes criativos e confusos. A grande verdade é que tem muita gente com plano de previdência privada que está pagando para perder dinheiro.

Quando as taxas básicas de juros do país (Taxa Selic) atingem níveis baixos, como ocorreu entre 2012 e 2013, a maioria dos planos de previdência privada dos grandes bancos se tornam incapazes de superar a rentabilidade da poupança. Analisando a tabela de rentabilidade de um dos maiores bancos privados do Brasil em 2013 comparei os resultados de 78 planos de previdência privada. Somente três planos conseguiram superar a rentabilidade de poupança nos últimos 12 meses que foi de 6,20%. O mais rentável conseguiu 7,03% ao ano já descontado 1% anual de taxa de administração. O problema é que para entrar neste plano você precisa fazer uma aplicação inicial de R$ 500.000,00. Se você tivesse todo este dinheiro seria mais inteligente diversificar suas aplicações para aproveitar as oportunidades oferecidas pelo mercado naquele momento. Naquele tempo, títulos públicos prefixados ofereciam taxas entre 11% e 12% sem as taxas abusivas que os bancos cobram para fazer o que você mesmo poderia fazer com o seu dinheiro (fazer investimentos conservadores).

Todos os outros 75 planos oferecidos pelo banco perderam da poupança. E nestes outros planos a taxa administrativa era bem maior. Quanto menor a aplicação mínima exigida para abrir um plano de previdência maior é a taxa administrativa. Existem muitos planos com taxas de até 3% ao ano. Mesmo que seu dinheiro não renda nada ou tenha rentabilidade real negativa o banco vai retirar a parte dele direto do seu patrimônio.

Não faz nenhum sentido entregar 3% do seu patrimônio para bancos que simplesmente investem seu dinheiro de forma passiva em títulos públicos e privados. Você pode fazer isto sem precisar deles com um custo muito menor.

Alto risco

Se a empresa que administra o seu plano de previdência quebrar você perderá todo seu dinheiro. O mesmo não acontece se você investir no CDB, poupança, fundos de Investimento, operações compromissadas, letras de câmbio, letras hipotecárias, letras imobiliárias, letras de crédito imobiliário, etc. O Fundo Garantidor de Créditos oferece segurança para todas estas modalidades de investimento que acabai de listar e que são desconhecidas pela maioria das pessoas graças a nossa falta de educação financeira.

O FGC garantem até o limite de R$ 250 mil por CPF e por instituição financeira. Desta forma, é mais seguro espalhar dinheiro em diversos bancos utilizando os investimentos que considerar melhor do que concentrar todo o patrimônio da sua aposentadoria em uma única instituição. Se você ainda não acredita que previdência privada é um investimento de risco leia a entrevista dada pelo criador da previdência PGBL no Brasil. Recortei um pedaço da reportagem:

Será que você já refletiu sobre o que aconteceria se você estivesse aposentado, recebendo sua renta vitalícia e a instituição financeira que paga essa previdência deixasse de ser uma empresa sólida, passasse a enfrentar problemas financeiros ou até entrasse em falência? Você já percebeu que o brasileiro ainda não aprendeu a votar direito. Em poucos anos de democracia já foram dois impeachments e inúmeras mudanças nas regras nos investimentos, impostos, congelamento de poupança, crises econômicas e políticas. O que garante que teremos bons presidentes nas próximas décadas? O que garante que não irão mudar as regras do jogo no meio do jogo? Este é o grande problema de você fazer concentrar uma grande parte do seu patrimônio em uma únida modalidade de investimento, em uma única instituição financeira, sem flexibilidade para sacar e movimentar este dinheiro diante de mudanças que podem ocorrer a qualquer momento. Vale lembrar que planos de previdencia privada penalizam o investidor quando ele resolve sacar o próprio dinheiro de forma antecipada. A própria carga tributária é maior quando você resolve antecipar o saque.

Taxa administrativa muito alta:

Como já falei a taxa administrativa degrada a rentabilidade do plano. Existem planos que cobram taxas que ultrapassam 3% ao ano. Existem muitos fundos de investimento com taxas administrativas bem menores que a taxa cobrada na previdência privada. Quem investe em CDB não paga este tipo de taxa. Quem investe em títulos públicos através do Tesouro Direto só precisa pagar 0,3% de taxa de custódia anualmente, já que existem corretoras que não cobram taxa. Quem sabe investir em LCI e LCA, além de não pagar taxa, também não paga imposto de renda sobre os rendimentos. O mais chocante é saber que os planos de previdência que cobram as maiores taxas administrativas são justamente aqueles que investem seu dinheiro em títulos públicos, em títulos privados (como CDB, LCI, LCA) e em fundos de investimento conservadores que também fazem este mesmo tipo de investimento de renda fixa.

Você vai passar a vida toda trabalhando para entregar 3% do seu patrimônio ao ano para um banco ou uma instituição financeira que vai fazer investimentos básicos que qualquer pessoa pode apender a fazer.

Taxa de Carregamento:

Existe uma coisa chamada taxa de carregamento que é um pedágio que o banco cobra toda vez que você aplica algum dinheiro no seu plano de previdência. Em um exemplo que estava vendo em um grande banco a taxa de carregamento chegava a 3,50%. Exemplo: para cada R$ 1.000,00 que você transferir da sua conta corrente para o plano de previdência o banco cobrará R$ 35,00. Desta forma, somente R$ 965,00 vão realmente para dentro do plano. Imagine o prejuízo que estas taxas de carregamento + taxas administrativas vão produzir no seu bolso depois de 30 anos de contribuições? Existem planos de previdência privada que cobram taxa de carregamento de até 10% quando os aportes são pequenos. Imagine perder 10% do que você investe cada vez que resolve aplicar recursos na sua previdência. Somente grandes aportes em dinheiro pagam taxa de carregamento menor. A maioria da população paga valores muito elevados de taxa de carregamento porque fazem aportes mensais de pequenos valores debitados na conta corrente. Somente a taxa de carregamento já pode tornar muitos planos de previdência privada inviáveis.

Taxa de Saída:

Se não bastasse pagar taxa de carregamento toda vez que você deposita algum valor no seu plano de previdência existem bancos que cobram taxa de saída. Esta taxa é cobrada quando você resolve resgatar algum valor do seu plano. É o tipo de taxa que não tem justificativa. Só existe graças a ignorância financeira das pessoas.

Baixa liquidez:

Não conte com o seu próprio dinheiro em casos de urgência. Existem planos de previdência que possuem carências. O dinheiro não está disponível para saque imediato. Você ainda será penalizado com a taxa de saída e a tributação do imposto de renda que é maior quando o tempo de permanência no plano é pequeno. Você literalmente é castigado se tentar usar o próprio dinheiro. Além de pagar caro para que os outros cuidem do seu dinheiro, você ainda é penalizado quando resolve pedir o seu dinheiro de volta.

Projeções muito otimistas:

Não acredite naqueles simuladores de ganhos ou renda da previdência privada que alguns bancos oferecem nos sites. Eles costumam apresentar uma projeção muito otimista de ganhos no final de 20 ou 30 anos de aplicações mensais. Na maioria das vezes as projeções são irreais. É impossível prever a rentabilidade da maioria dos planos de previdência. O futuro da economia, das taxas de juros, e da própria inflação são imprevisíveis. Basta observar as mudanças econômicas que o país sofreu nos últimos 10, 20 e 30 anos. Observe o comportamento dos indicadores financeiros da última década. Isto é suficiente para observar que qualquer projeção deve ser desconsiderada pois ela sempre mostra o resultado mais otimista. Quando seu dinheiro está engessado dentro de uma previdência privada você fica refém de um futuro incerto. Quando o seu dinheiro está sendo administrado por você a liberdade é total. Você pode transferir seus recursos para os melhores investimentos dependendo do contexto econômico em cada momento da história. Você pode transferir seus recursos para instituições mais sólidas.

Benefícios fiscais:

A rentabilidade da maioria dos planos de previdência é tão ruim que os benefícios fiscais se tornam inúteis. Do que adianta você não pagar imposto durante o tempo que está investindo na previdência privada se a sua rentabilidade é negativa ou perde da inflação? Você também não pode confundir benefício fiscal com isenção fiscal. Não existe isenção de impostos para quem investe em previdência privada.

Instrumento de planejamento sucessório:

As seguradoras e banco alegam que no caso de morte, antes de começar a fase do recebimento do benefício, a família do morto tem direito de receber o valor acumulado no plano sem precisar passar pelo inventário e sem pagar o Imposto sobre Transmissão Causa Mortis e Doação (ITCMD) cobrado pelo estado sobre todo patrimônio do morto. Isto ocorre pelo fato dos planos de previdência serem encarados como um tipo de seguro. Existem estados onde este imposto é de 4%, 6% ou 8%. Não consigo ver nenhuma vantagem em utilizar um plano de previdência para me isentar de um imposto de 4% (quando eu estiver morto) se terei que pagar de 3% de taxa administrativa todos os anos da minha vida, além de pagar taxas de carregamento e desfrutar de uma baixa rentabilidade por longas décadas. Vale destacar que se você morrer quando estiver recebendo sua aposentadoria mensalmente, todo dinheiro que você pagou na sua previdência privada será perdido. A sua família não tem direito de receber o que você recebia. Previdência Privada não funciona como a Previdência Pública que paga pensão para a viúva ou os seus filhos pequenos. Se morreu, perdeu, o azar é da sua família.

Previdência é poupança forçada:

A previdência privada nada mais é do que uma poupança forçada. Você paga caro para o banco cuidar do seu dinheiro e te penalizar caso você resolva usar os recursos acumulados antes da sua aposentadoria. Se você é uma pessoa indisciplinada para poupar não seria melhor investir no seu aperfeiçoamento pessoal? É importante buscar o autoconhecer até quando estamos falando de dinheiro. É importante trabalhar para desenvolver qualidades pessoais que permitam ganhar mais, poupar mais e investir melhor sem depender tanto dos outros. Se você não sabe administrar seu dinheiro a solução é aprender a administrar seu dinheiro e não pagar para que os outros façam isto por você. Se você não tem disciplina para poupar, desenvolva atividades para se tornar mais disciplinado, leia livros e faça cursos sobre investimentos com o objetivo de se tornar mais preparado e confiante. Aqui mesmo no Clube dos Poupadores existem centenas de artigos gratuitos ensinando sobre os mais diversos investimentos. Assumir o controle da sua vida financeira é apenas uma questão de querer.

PGBL ou VGBL? O que é bom hoje pode ser ruim amanhã:

Os planos de previdência privada PGBL são mais vantajosos para quem faz a declaração de Imposto de Renda no modelo completo. Ele conta com um adiamento no pagamento do imposto de renda. Os valores depositados no plano de previdência podem ser deduzidos da base de cálculo do IR, em até 12% da renda bruta anual. Você só não paga imposto de renda sobre o valor investido na previdência porque isto será cobrado no futuro quando você começar a receber o benefício. Por isto no PGBL o desconto do imposto é sobre o valor total que você vai receber mensalmente e não sobre o rendimento acumulado, como é o caso do VGBL. Agora reflita sobre a seguinte situação. Durante 20 ou 30 anos de contribuições será que sempre você terá vantagens ao fazer declaração completa do seu imposto de renda? Eu conheço pessoas que durante determinado momento da vida o PGBL era a melhor opção e depois o VGBL passou a ser a melhor opção. Não é possível fazer a portabilidade de um plano de previdência PGBL para VGBL ou de VGBL para PGBL. Você seria obrigado a manter sua previdência PGBL mesmo sendo a VGBL mais vantajosa em um momento diferente da sua vida. Quem possui PGBL e faz declaração simplificada  vai pagar imposto de renda duas vezes sobre o mesmo dinheiro. Aqui temos mais uma situação que tira sua liberdade. Na aposentadoria construída com base na previdência privada você fica privado de movimentar seu dinheiro livremente dependendo da sua realidade financeira e tributária em cada fase da sua vida.

Devo cancelar meu plano de previdência privada?

Você não deve tomar este tipo de decisão só por ter lido este artigo. Faça suas contas. Cada plano de previdência possui sua rentabilidade e suas características. Avalie a rentabilidade do seu plano de previdência privada nos últimos anos. Avalie a sua realidade atual, reflita sobre sua situação futura, verifique se você já é capaz de gerenciar seu próprio dinheiro, se possui disciplina, paciência e conhecimento para gerir seus recursos sem cair na tentação de consumi-lo. Invista em livros e melhore sua educação financeira e seus conhecimentos sobre investimentos. (clique aqui para ver por onde você pode começar).

Pesquise a rentabilidade dos outros planos de previdência de outros bancos e seguradoras. Existe a possibilidade de portabilidade entre planos de previdência de uma instituição para a outra. Eu recomendo que você adquira este livro aqui (ele já me ajudou muito), leia e utilize orientações do autor para tomar a decisão sobre portabilidade. Você vai aprender a avaliar planos de previdência privada da forma correta para poder comparar e escolher o menos pior.

Se você já tem um plano de previdência, está fazendo aplicações mensais, está pagando elevadas taxas de carregamento e tendo baixa rentabilidade, faça uma reflexão sobre isto. Torne-se consciente sobre seu plano de previdência, dedique algum tempo aprendendo mais sobre investimentos. Isto vai fazer uma enorme diferença nos resultados financeiros na sua vida. O melhor investimento para sua aposentadoria é investir em conhecimento para aprender a lidar com seu dinheiro de maneira inteligente e livre, sem depender da opinião dos outros. Todas as semanas eu escrevo artigos sobre educação financeira e investimentos. Você pode receber estes artigos gratuitamente. Basta clicar aqui e cadastrar seu e-mail.

Invista primeiro em você:

O primeiro investimento que devemos fazer para melhorar a nossa vida financeira é o investimento em conhecimento. Custa pouco e rende juros pelo resto da vida. Sem saber investir o nosso próprio dinheiro, não teremos bons resultados. Dependendo da opinião dos outros para saber onde investir, teremos resultados ainda piores. O conhecimento melhora nossos resultados e liberta da dependência dos outros. Escrevi uma série de livros que podem te ajudar muito a adquirir todo o conhecimento que precisa no menor tempo possível. Clique aqui para conhecer os livros.

Sobre o Autor:

Leandro Ávila acredita que o conhecimento é uma riqueza que precisa ser dividida para ser multiplicada. É formado em administração de empresas e se especializou em educação financeira e de investimentos. Escreveu livros sobre Independência Financeira, Investimentos em CDB, LCI e LCA, Investimentos em Títulos Públicos e em Imóveis.
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Bruno
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Bruno

Ótimo texto.
Vou avaliar duas vezes as propostas que os bancos fazem para me vender a Previdência Privada.

Evandro Prado
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Evandro Prado

Eu tinha um plano de previdência privada no valor de 17.00,00 e me rendeu 950,00 de juros.
Quando eu passei a pesquisa como investir meu dinheiro.
Quando me interessei pelo tesouro direto não tive dúvidas em entrar mas fui ver as aulas de como aplicar ver cada títulos taxas, tirei tudo da previdência privada perdi dos 17.950,00 entorno de 800,00 tudo isso de taxas 35% e 2,50%, mas não me arrependo disso em ter tirado meu dinheiro de lá pois eu colocando no tesouro direto eu dobro o valor em 6 anos. E na previdência privada em 6 anos só ia me render Uns 20%.
Vou dar um exemplo eu coloquei 20.000,00 no tesouro direto daqui a 6 anos vai ter 39.000,00 mas as taxas pra retirar no final Entorno de 36.400,00 já na previdência os 20.000,00 em 6 anos ficaria uns 26.000,00 e vc não poderia tirar seu dinheiro antes do tempo se não vc vai perder muito, já no tesouro direto vc tira seu dinheiro já com as taxas e ainda com muito mas lucro 36.400,00 para 26.000,00 e muita coisa.
Hoje um título do tesouro direto o mas barato e 509,00 no final de 6 anos ele vale 1.000,00 conta simples vc bota 20.000,00 vai pra 40.000,00 mas as taxas 0,10, 0,30 e 15,00 cara é muito pouco com o que eu paguei 35% mas 15%.
Eu não me arrependo aí Leandro Avila valeu pelas dicas um abraço desculpas pelos erros de português mas eu tinha que compartilhar com vcs pq sem ele eu estaria perdendo meu dinheiro para o banco fui.

Monique
Visitante
Monique

Olá Evandro prado, gostaria de saber se seu investimento foi em IPCA+ ?

Camilla
Visitante
Camilla

Como funciona o cálculo de taxa de saída da previdência? Tenho previdência no banco Itaú mas estou pensando em retirar o valor antes do prazo.

Reginaldo
Visitante
Reginaldo

Parabéns pelo artigo Leandro! Muito bem explicado. Se não fossem pessoas como você muitas pessoas estariam perdendo dinheiro “de graça” para o senhores bancos. Obrigado por compartilhar essas informações.

Paulo Renato
Visitante
Paulo Renato

Leandro, parabéns pelo excelente artigo. Você pode nos ajudar com um artigo sobre como calcular a rentabilidade liquida dos fundos oferecido pelos bancos para podermos fazer uma comparação com a poupança. Seria de grande importância para não sermos mais enrolados pelos gerentes. Muito obrigado.

Reinaldo
Visitante
Reinaldo

Como sempre ótimos artigos !
Recentemente recebi uma proposta da corretora para portar minha Previdência do Banco do Brasil, o qual cobra 3% de taxa de administração. Infelizmente na época não tinha esses conhecimentos que estão sendo, cada vez mais, disseminados. Ainda bem que tenho tempo para corrigir.
Obrigado Leandro !

Genilson
Visitante
Genilson

Eu já estava pensando sobre previdência privada, quando de repente vejo o seu artigo 🙂
Obrigado por poupar todo o trabalho que eu teria fazendo simulações.

Akram
Visitante
Akram

O que acontece na prática: As pessoas vão ao banco, e lá é feita uma simulação de rentabilidade. Na simulação, além de não descontarem a inflação o gerente aplica uma rentabilidade anual que não condiz com A REALIDADE , na maioria das vezes de 6 a 12% ao ano. A parte mais triste da história é que o aplicador só vai descobrir que foi enganado, quando estiver bem velho. AI,… SENTA E CHORA. Se o gerente fizer a simulação com taxas reais de rentabilidade, NÃO CONSEGUE VENDER PLANOS DE PREVIDÊNCIA.

Joane
Visitante
Joane

Apresento a rentabilidade média do plano (7%) e nem por isso deixo de vender.

Bruno
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Bruno

Muitíssimo obrigado Leandro.
Li exatamente este artigo no Portal Administradores, de tão útil que me foi acabei pesquisando mais sobre o assunto e conheci seu site. Fico muito agradecido de saber que existe portais e pessoas como você. Afinal, estava justamente pensando em poupar dinheiro, achei que a previdência era uma boa alternativa, até ler sua matéria. Vi que você recomendo o eBook Como Investir Dinheiro, você teria algum outro material para me indicar?
mais uma vez obrigado. Parabéns pelo trabalho.

Lourdes
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Lourdes

Nossa…fiquei com medo agora de estar entrando numa fria.
Faz 2 anos que fiz um PGBL que alimento mensalmente com 250,00 para retirada do total em 2025.
O que você acha que devo fazer , Leandro? Me oriente, por favor!
Abraços,

Cris-sp
Visitante
Cris-sp

E quanto ao planejamento sucessório?

Jose Reis
Visitante
Jose Reis

Tinha a intenção de fazer um plano de previdência para meu filho que acabou de nascer (9/10/13), minha gerente do banco já tinha até me ligado oferecendo um, porém disse a ela que ia fazê-lo somente em janeiro (2014). Lendo esse artigo seu, vi que estava entrando numa fria. Eu estava com duvidas em fazer ou não este plano. Seu artigo me “abriu” os olhos!!. Obrigado e parabéns pelo seu trabalho.

Eric de Oliveira Campos
Visitante
Eric de Oliveira Campos

Concordo com o Leandro e digo mais, se você ainda não está educado financeiramente, aconselho ir colocando esse dinheiro mensal que iria separar para a previdência do seu filho em uma poupança por enquanto, afinal você teria rentabilidade positiva mesmo que baixa.

Estude e eduque-se sobre como gerenciar seu dinheiro, assim quando você estiver “pronto” você já terá algo para começar e daí é como o Leandro falou, diversifique e analise a melhor condição!

Thales Teixeira
Visitante
Thales Teixeira

Leandro,

O artigo está como todos os outros, perfeito.
No meu caso, tenho previdência privada corporativa PGBL, é descontado 6% do meu salário base e a minha empresa entra com 50% desse valor, seria interessante mantê-lo?
Os planos corporativos hoje em dia tem sido bastante difundido e está se tornando um “benefício” cada vez mais divulgado pelas grandes empresas.

Obrigado e mais uma vez parabéns.

Geraldo
Visitante
Geraldo

Sempre me interessei em saber como administrar o meu dinheiro, e seu trabalho tem me esclarecido muitas dúvidas.
Mas a dois anos, no calor do momento, coloquei toda a minhas economias(POPANÇA) em dois planos de previdência o VGBL e o PGBL e na época não fui bem exclarecido sobre o sistema de taxas etc..acho que fiz besteira, tem como reverter isso?

Marcelo Ribeiro
Visitante
Marcelo Ribeiro

Uma dúvida: tenho uma previdência privada da minha empresa, aonde ela contribui com o mesmo valor que deposito mensalmente ( se aplico R$ 100,00 a empresa entra com R$ 100,00 todo mês ), isso torna o plano mais atraente ? Agradeço a atenção, obrigado !

Renato Andrade
Visitante
Renato Andrade

Sempre me ofereceram esses planos no banco, mas nunca tive interesse. Mesmo sem fazer todas as contas, sempre achei tudo muito caro. Nunca achei que fosse um bom negócio, agora vejo que estava certo.
Vou continuar aplicando no ramo que melhor conheço; imoveis, afinal sou corretor.

Tati
Visitante
Tati

Prezado Leandro, excelentes dicas. Seu site tem me ajudado muito.
A minha situação é a mesma relatada por alguns colegas nos comentários anteriores; trabalho em uma empresa que oferece o benefício da aposentadoria privada, investindo o mesmo valor que eu estou disposta a investir.
Faz quase um ano que eu trabalho nessa empresa e ainda não aderi ao plano porque achei melhor esperar pra ver se ia me adaptar, pois se eu sair da empresa (ou por algum motivo for demitida) dentro dos próximos 3 anos, eu pego de volta apenas o dinheiro que eu investi, acredito que sem nenhuma correção. Nessa caso estaria perdendo dinheiro, que deixou de ser investido.
Como saber então se eu devo aderir ao plano de aposentadoria privada, considerando que hoje em dia algumas empresas demitem sem muito critério, apenas por causa das flutuações da economia? Estou em dúvida. Obrigada.

Patrícia
Visitante
Patrícia

Oi, Leandro
Imagine uma pessoa que contratou um plano VGBL em seu banco há dois anos. Depois disso ela passou a se informar sobre investimentos e percebeu ser mais vantajoso poupar e investir sozinha.
Ela deve cancelar imediatamente esse plano?
Um abraço e parabéns pelos artigos!

Jose Americo
Visitante
Jose Americo

Leandro,

Seu artigo é simplesmente excelente meu amigo!!!!!
Infelizmente fiz um plano de previdência há vários anos, mas por outro lado o plano que fiz é de contribuição esporádica e há mais de 2 anos não deposito um tostão nele. A taxa de administração é de 0,7 % e a aplicação dos recursos é de 49 % em renda variável. Apesar deste ano o IBOVESPA ter caído 15,5 % o recurso cresceu em torno de 1 %. Como você citou anteriormente, a saída é uma dificuldade, e o próprio banco coloca uma serie de dificuldade e assusta o cliente com custos elevados. Como o valor aplicado não é elevado, vou deixando lá até o momento que precisar, e ai neste caso, vou ter de enfrentar os custos de saída.

O seu artigo foi tão esclarecedor que já conversei com amigos meus que estavam pensando em fazer planos de previdência privada e eu consegui demove-los deste tipo de investimento, graças aos argumento apresentados aqui.

Deus te abençoe e te de vida longa por ajudar a tantos a se livrarem das armadilhas que nossos governos permitem que sejam praticados por estas instituições financeiras que só pensam em seu próprio beneficio..

Um grande abraço.

Jose Americo

Marcus
Visitante
Marcus

Sendo uma análise séria, onde não há especulação e sim dados, não entendo o porque da ocultação dos nomes dos planos. Deveria sim ser expostos e evidenciados, até mesmo como forma de pressão para que tais fundos/bancos se vejam obrigados a oferecerem melhores serviços.
Sem os nomes o que fica evidenciado, é a especulação sobre um determinado campo de investimento sem aportar provas de tais argumentos… Sei lá…

Ana Lúcia de Salles
Visitante
Ana Lúcia de Salles

Olá Leandro, espero que estejas bem.
Fazem 15 dias que acompanho teus artigos através da assinatura que fiz. Estou adorando esta assessoria , e passei a te admirar demais pela tua generosidade ao dispor de teus conhecimentos e ajudar os “meio/muito”ignorantes no assunto, gratuitamente.
Sou arquiteta, profissional liberal com escritório próprio e equipe, e coordenadora de curso de tecnologia em design de interiores em uma faculdade local. Tenho 55 anos e a partir deste momento estou pensando na minha aposentadoria e, estudando teus artigos, conclui o quanto de dinheiro já botei fora.
De qualquer forma estou deixando este comentário a fim de te dar feedback, o que considero de extrema importância para sabermos o universo de pessoas que podemos atingir e portanto colaborar, que nos incentiva a continuar, e te desejar sucesso sempre.
Vou continuar acompanhando.
Grande abraço.

Bruno
Visitante
Bruno

Parabéns pelo artigo Leandro!
Tenho uma dúvida e gostaria que ne ajudasse se possível.
Tinha um plano VGBL em um renomado banco que me cobrava 3%de tax de adm e 3,5% de carregamento, agora em Janeiro fiz a portabilidade e consegui 1,5% de tax de ADM e 1% de carregamento
Faço contribuições mensais de R$ 600,00 reais e estou certo que cumprirei o “prazo” de depositos
A duvida é a seguinte, neste caso vc manteria o plano de previdência ou cancelaria e investiria estes R$ 600,00 mensais em outro fundo!?
Desde já agradeço!

Ivan
Visitante
Ivan

Olá Leandro

Parabéns pelo excelente artigo, ele é muito esclarecedor. Contribuo com um plano PGBL (IR progressivo) na empresa onde trabalho.

Faço declaração completa todo ano e posso usufruir do abatimento máximo de 12%.

Para cada real que invisto a empresa coloca outro até o teto de 7% do salário. A taxa de administração é de 1% e não há carregamento. Desde 2006 até hoje o fundo de renda fixa do plano rendeu 88% do CDI. Faltam 15 anos para a aposentadoria

Como há contrapartida da empresa, a “rentabilidade” efetiva do meu investimento é bem maior do que em um plano privado, mas tenho algumas dúvidas que gostaria que você me indicasse como possa fazer uma análise para respondê-las:

1) Vale a pena contribuir até o teto dedutível de 12% com a empresa parando nos 7% ou é melhor investir os 5% extras livremente fora?

2) No momento da aposentadoria é mais vantajoso resgatar o saldo total pagando o imposto pleno ou optar pela renda vitalícia? O IR mensal efetivo seria em torno de 25%.

Grato e parabéns pelo seu site, do qual já sou um feliz assinante. Você presta um serviço de interesse público!

Um abraço,

Juliano
Visitante
Juliano

Leandro, tudo bem?

Gostei da reportagem como um todo. Alguns itens que levantou foram muito úteis.
Vale dizer que não apliquei na previdência privada neste últimos 2 anos, pois considerei desvantajoso frente a outros compromissos e investimentos.
Mas tenho 3 questões/observações que gostaria de expor para enriquecermos o assunto:

1) tipo de tributação – progressiva x regressiva
Nos anos que apliquei em PGBL, optei pelo regressivo, vislumbrando a retirada do dinheiro após 10 anos, sendo que em 2015 eu já irei começar a fazê-la.

2) taxa de carregamento
Sempre que apliquei, esperei até a última semana do ano para saber exatamente quanto havia sido o meu rendimento bruto para aplicar no máximo 12% e, claro, para saber minha disponibilidade financeira. Ao fazer isto, um único aporte anual, nunca paguei taxa de carregamento, pois acima de R$ 4.000,00 (valores da época) é isento.

3) sua comparação os planos x poupança
Para mim não ficou claro se a comparação entre plano de previdência com o mesmo perfil de fundos de investimento seria desvantajoso. Você comparou com poupança, CDB e letras do tesouro.

Muito obrigado!

Ricardo
Visitante
Ricardo

Prezado Leandro , estou acompanhando os seus artigos e são por demais interessantes e orientadores .

Em relação a planos de previdencia , tenho 4 feitos em media à 17 anos atrás . Dois deles são modelos tradicionais ( não mais comercializados) com rendimento de IGPM + 6% e com taxa de carregamento de 7% e 1% de administração e os outros dois são VGBL ( no meu caso foi mais interessante ) com rendimentos de 2,8 % e estão no perfil conservador . Pergunta : vale a pena eu migrar os dois planos VGBL para os planos tradicionais ( que não existem mais e com tabela atuarial mais interessante das atuais ) ?

Obrigado

Ricardo

ricardo
Visitante
ricardo

Prezado Leandro

Obrigado pelo retorno .

Fábio
Visitante
Fábio

Olá Leandro,
Fiz um investimento em Previdência Privada há 10 anos, mas hoje depois de estudar a fundo percebi que ao menos para mim não é um bom negócio.
Mas continuo com a ideia de longo prazo, e gostaria de poupar e investir para formar uma outra aposentadoria.
Neste caso, que tipos de investimentos você apontaria como mais adequados para aportes mensais pensando no longo prazo (20 a 25 anos) e no menor custo possível: NTNB-Principal, CDB, LCI/LCA, outros…??
Abçs e obrigado!

PAULO ROBERTO
Visitante
PAULO ROBERTO

Se Você fosse um time de futebol , logicamente seria o Barcelona .

Parabéns pelo seu trabalho , que dispensa todos os comentários, pois o conteudo é extremamente realista .

abraços

PAULO ROBERTO – Diretor – PRConsultoria e Auditorias

Rose
Visitante
Rose

Nossa. Informações preciosas.
Estava atrás de pesquisas, porque não sabia se valeria a pena fazer um plano de Previdência privada, ou deixar o dinheiro na poupança ou em CDB. Fui em algumas seguradoras atrás de informações, na qual me passou tantas informações maravilhosas que, se eu fosse uma pessoa impulsiva, faria na hora o plano. Mas resolvi pesquisar bastante, quando descobri esse site maravilhoso.
Muito obrigada por toda essa informação maravilhosa.

sidney
Visitante
sidney

Parabéns, muito esclarecedor. Obrigado e que Deus te ilumine nas suas pesquisas. Não nos deixe sem seus artigos.

Júlio César
Visitante
Júlio César

Caso1

Leandro, sou professor com renda mensal de R$ 3.000,00 – Pretendo fazer uma aposentaria VGBL, pois o pouco que poupar ajudará em minha aposentaria do INSS. Quero poupar durante 12 anos o valor mensal de R$ 200,00 e realizar pequenos aportes extras quando disponível. O Banco do Brasil oferece essa possibilidade de R$ 200,00/mensais na seguinte condição: 2,5 de tx de administração até o montante de R$ 5.000,00 e 2% acima de cinco mil. Taxa de carregamento de zero se o valor ficar aplicado por no mínimo 109 meses. Aplicando na renda fixa o fundo rendeu nos últimos doze meses para um valor até R$ 5.000,00 o equivalente a 4,76 e 5,29 para montantes superiores a R$ 5.000,00 e assim a rentabilidade vai aumentando de acordo como montante aplicado. No final opto por receber o benefício por prazo certo reversível. Por ex: opto por receber por 15 anos o montante. Se falecer no décimo ano o meu dependente ainda recebe por maios cinco anos. Qual seu ponto de vista geral sobre essa aplicação? É boa, vale a pena do ponto de vista das taxas?

Caso 2
Não se pode desconsiderar que pequenos poupadores (pessoas com baixa renda) em previdência privada podem contratar o pecúlio. Paga-se um valor de uns R$ 20 a 30,00/mês. Em caso de morte do titular do plano os dependentes recebem um seguro único ou até uma aposentaria mensal até completar a maior idade. Tudo depende do que foi contratado. Qual sua opinião?

Everton Castilho
Visitante
Everton Castilho

Bom dia Leandro, vc conhece o seguro de vida da Prudential? Eu fiz um para mim e para minha esposa e gostaria de saber sua opinião. Obrigado.

Ana
Visitante
Ana

Leandro, entre previdência feitas em bancos e previdências oferecidas por empresas para seus funcionários. Qual seria a melhor?

danyele
Visitante
danyele

Olá, sou advogada e existe um plano de previdência próprio da classe, OAB prev. Por favor, sabe me informar se este também é uma fria?

Emeli
Visitante
Emeli

Ola Leandro, adorei o texto e me interessei mais sobre o assunto. Tenho planos de sair do país em alguns anos e gostaria de fazer uma poupança para quando esse momento chegar. Porém não sei exatamente como fazer para esse dinheiro que será colocado todo mês render com segurança. Você me indica alguma leitura? Obrigada.

Bruno
Visitante
Bruno

Ótimo texto! Comecei um PGBL e me dei conta do mau negócio que estava fazendo e cai fora 6 meses depois. Li tudo o que encontrei sobre alocação de ativos e hoje tenho um portfolio composto de ações, títulos públicos, LCI e câmbio. Estou muito satisfeito com o retorno até agora.

Glauber
Visitante
Glauber

Excelente texto, Leandro! Acompanho o Clube já há algum tempo e nem posso começar a te dizer o quanto já fui ajudado por seus artigos. A atendente da corretora Bradesco tentou me vender de todas as formas um plano de previdência para os meus objetivos, mas os números dela eram simplesmnte absurdos.

Mais uma vez, meus parabéns!

Fernanda
Visitante
Fernanda

Olá Leandro, eu tenho uma dúvida quanto a operacionalibilidade do Tesouro. Hoje eu tenho uma previdencia no BB Júnior PGBL, e mensalmente faço aportes. Gostaria de saber se é possível fazer esses aportes mensais no Tesouro – na mesma conta, ou se eu tenho que mensalmente comprar um título totalmente novo! como isso poderia funcionar?

Ely João
Visitante
Ely João

Oi Leandro,

Recebi a proposta de meu banco em fazer uma previdencia privada com valor de investimento mensal minimo de R$ 100,00. Taxa de carregamento 0 (zero) e taxs de adm de 2,2% a.a. vale a pena?

Tiago
Visitante
Tiago

Bom dia!
Leandro,
Para mim já está claro que um Plano de Previdência Privada “comum” não vale muito a pena.
No minha profissão, existe um plano previdência no Banco do Brasil, em que eu contribuo com 5% de meu salário e a empresa entra com mais 5%. Ao final de 3 anos, tenho direito a 40% do que a empresa contribuiu. A partir de 7 anos, posso retirar 100% do que a empresa contribuiu, além de minha contribuição, é claro.
Nesse caso específico será que vale a pena?!

Abilio
Visitante
Abilio

Leandro eu participo de um plano de previdência fechado de uma empresa publica. A rentabilidade eh baixa. Alem disso o governo utiliza o dinheiro do fundo de pensão para fins políticos. Para cada R$1 que eu deposito a empresa coloca R$1 também. Alem disso se eu for parar no INSS por algum motivo de doença o fundo de pensão complementa o meu salario que eh maior que o tetodo INSS. Nesse caso vale a pena continuar no fundo de pensão? Ou não?

Luissa
Visitante
Luissa

Olá,
Fiz também um plano de previdência privada que foi explicado pela gerente ser melhor que a poupança pois vou tirar a médio prazo e gostaria da rentabilidade até porque só vou investir 250,00 por mês e como realmente não entendo nada disso o que seria o melhor para o meu caso?

Obrigada!!

eduardo
Visitante
eduardo

Caro Leandro, tenho há anos um plano BrasilPrev tradicional, indexado a IGP-M+6% ao ano. Para a minha surpresa, no mês passado (fim de junho) ele debitaram valores a título de correção monetária, alegando deflação do IGP-M. Isso é legal?

Flávio Roberto
Visitante
Flávio Roberto

OI Leandro, tudo bem?
Gostei muito do seu artigo sobre previdência privada.
A uns 15 dias mais ou menos, recebi 50% da previdência (PGBL E VGBL) do meu pai. Isso deu em torno de 77.000. Por orientação do gerente que cuidava dessa conta de meu pai eu reinvesti 67.000 em VGBL, com 100% do capital aplicado em renda fixa. Será que fiz um bom negócio? Passado o prazo de carência do plano o que devo fazer?
Outra coisa: Eu tenho, como dívida ativa em forma de empréstimo, cerca de 30.000 em outro banco, a qual pago 674,00 mensais durante 96 meses. Segundo esse gerente como a taxa desse empréstimo é baixo (1,8%) não iria ser um bom negócio quitar esse empréstimo com parte dos 67.000. Ele me aconselhou a deixar rolar as parcelas desse empréstimo. Detalhe: eu ganho de salário cerca de 1900,00. Qual seria a melhor providência nesse caso?
Dos 77.000, 67.000 foram para o VGBL, os 10.000 continuam em poupança. Eu devo reallocar parte desses recursos?
Desde já agradeço a sua atenção
Flávio

Flávio Roberto
Visitante
Flávio Roberto

obrigado pelo esclarecimento leandro :o)
Esse plano tem carência de 6 meses. Eu devo então fazer um resgate, após esse período, no valor de minha dívida?
Obrigado
Flávio

Marcelo
Visitante
Marcelo

Bom dia. Gostei muito de seus esclarecimentos, são muito úteis. Entendo que a principal desvantagem dos planos de previdência, no meu caso, é a rentabilidade. Em relação aos benefícios fiscais do PGBL, ainda que não se configurem como isenção fiscal (como vc bem alerta), entendo que, no meu caso, são bastante atraentes, pois como faço a declaração de ajuste anual do IR no modelo completo e pelo menos pelos próximos dez anos isso deve continuar, eu deixaria de pagar alíquota de 27,5% sobre o dinheiro que alocaria no PGBL (o que aumentaria minha restituição anual) e pagaria, se o investimento durar pelo menos 10 anos, alíquota de 10%. Ou seja, é uma quantia bastante significativa. Fiz uma simulação com base na minha última declaração de IR e minha restituição, caso tivesse investido 12% da minha renda em PGBL, seria 176% maior do que a que recebi.

Marcelo
Visitante
Marcelo

Pois é, esta simulação me deixou bastante tentado, pois minha restituição, considerando os valores da última declaração, aumentaria em aproximadamente R$5.300,00. Se estes valores se mantivessem (e eu sei que mudam, de acordo com meus rendimentos e deduções), em dez anos seriam R$53.000,00, sem as correções/atualizações monetárias. Mas, obviamente, devo considerar a rentabilidade e as taxas de administração e carregamento.

Laine
Visitante
Laine

Nossa tomei um banho de agua super gelada depois que eu li o seu artigo. kkkkkk Mas foi bom porque vai me livrar dos maus investimentos. Eu estava pesquisando empresas com aposentadorias privadas e cheguei a fazer simulacoes. Eles me prometeram que eu nao pagaria nenhum imposto e que eu receberia quase o dobro do valor depois de 21 anos de contribuicao. Outro fato interessante que eles me falaram que eu teria tambem incluso um seguro de vida, invalidez e doencas graves. E e claro como todo brasileiro quase fechei o negocio porque achei que era um GRANDE NEGOCIO. Mas a minha irma viu o seu artigo e me enviou. Li o seu artigo e fui calcular tudo que eles prometeram e realmente agora faz muito sentido. O seu artigo me livrou de uma furada. Estou querendo entender mais sobre investimentos e principalmente preparar minha aposentadoria privada. Gostaria de entender mais sobre investimentos e como abrir minha mente para que eu possa ter capacidade de analisar as oportunidades a minha volta sem cair ” frias”?

Márcia
Visitante
Márcia

Boa tarde Leandro. Excelente artigo. Faz alguns anos que tenho dois planos de previdência privada e faz tempo que venho me sentindo enganada. Tenho intenção de parar os aportes já daqui a um mês pois é quando vou poder unificar os dois sem pagar carregamento por isso. A minha dúvida é: devo ficar com esse dinheiro esperando mais 20 anos até me aposentar? Já que vou pagar imposto para resgatar em quantos anos eu pagaria um valor menor? É melhor resgatar tudo de uma vez só ou em parcelas?

Marcia
Visitante
Marcia

Nossa, a perda é muito grande! Obrigada pela resposta, foi muito útil!

Gabriel
Visitante
Gabriel

Leandro, gostaria de dizer que seu artigo foi equivocado.

Primeiramente você não estudou o mercado financeiro inteiro muito menos outras empresas de previdência privada fora instituições bancárias, ou seja, empresas privadas como a (editado), (editado), (editado) entre outras, oferecem as melhores previdências no mercado com taxas administrativas desde 0,8%a.a até no máximo 3%a.a, mas ficam com uma média de 1,5%a.a de taxa administrativa. Tenho comparativos que provam que hoje a Previdência da (editado) bate muitos investimentos como CDB/CDI, Tesouro Direto, e principalmente poupança.

Um exemplo é a Previdência da (editado) que foi eleita a melhor do mercado pelos corretores onde tem uma média de rentabilidade bruta de 9,18% a.a nos últimos 4 anos, tirando a taxa adm de 1% fica com uma rentabilidade média líquida de 8,18%. Sem pensar em alguns anos onde a rentabilidade chegou a 13% em fundo de Renda Fixa (conservador).

Em relação à segurança da Previdência Privada, hoje é muito seguro, porque a Previdência tem o aval do Banco Central, onde regula todos os fundos de previdencias, além da SUSEP regular também todas as empresas onde está acompanha os fundos diariamente! Outro argumento é o Fundo de Garantia de R$250mil que é muito superior a qualquer outro investimento.

Sobre a Tributação tem as duas modalidades, Regressivo e Progressivo.

– Regressivo: decresce de 35% para 10% como você explicou.
– Progressivo: 15% desde o inicio.

Se formos avaliar um VGBL, a tributação é sobre os rendimentos apenas, ou seja, isso bate qualquer investimento. E no PGBL você pode deduzir 12% de IR do declarado se guardar este montante num fundo de PGBL. Ajudando muitas pessoas a reduzir o IR.

Tenho muitos argumentos plausíveis para defender a previdência contra seus argumentos infundados com pesquisa pobre!

Se quiser pode vir na minha empresa ter aula sobre investimentos.

Mas fico triste de você tentar “queimar” um investimento que está crescendo cada vez mais e esta ajundando os brasileiros a terem uma aposentadoria ótima sem depender do governo.

Gabriel
Visitante
Gabriel

Bom Leandro concordo em partes com seus argumentos sim. Mas temos que considerar não apenas um cenário de 24 meses e sim uma média de 48 meses para frente, onde este prazo você consegue tirar uma estimativa e uma média mais sadia e eficiente. Já que considerando 24 meses é um período muito curto para avaliar um investimento.

Além do que em 2013 a maioria dos investimentos no Brasil não tiveram um ano bom, onde a renda fixa principalmente teve uma queda significativa. Mas este ano muitos especialistas já consideram que o momento de turbulência da renda fixa acabou.

Entretanto, acredito que o certo não é queimar a Previdência Privada em GERAL, e sim a que os bancos oferecem como se fosse a “solução dos problemas de aposentadoria”. O melhor seria mesmo as pessoas saberem fazer seu próprio planejamento financeiro, mas como você mesmo sabe até para os especialistas é dificil acompanhar todo o mercado de investimentos porque as mudanças são constantes.

O cenário mais positivo seria diversificar seus investimentos, dividindo os investimentos em CDB/CDI, Tesouro Direto, LCI, Poupança e Previdência. Com isso a pessoa teria a liquedez, rentabilidade e flexibilidade desejada. Já que é dificil achar um investimento perfeito hoje no Brasil.

Leandro por favor me envie um e-mail porque gostaria de trocar informações contigo para ajudarmos a melhor forma e o maior número de pessoas possíveis a fazerem o planejamento financeiro pessoal.

Obrigado.

Atenciosamente,
Gabriel

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