Reserva de Emergência

Sem uma reserva de emergência você corre sérios riscos no mundo em que vivemos hoje. Adversidades podem acontecer na vida de qualquer pessoa. Problemas sempre acontecem, só não sabemos quando irão acontecer. Mesmo que você espere que tudo na sua vida dê certo, você sempre deve estar preparado para o pior.

Imagine que acabou de acontecer um imprevisto na sua vida (fatalidade, acidente, tragédia, má sorte, injustiça, etc). Este imprevisto fez você perder a sua renda mensal. No mês passado você ganhou um salário X e nos próximos meses você não terá salário. Exemplo: demissão, acidente, falência do seu negócio, etc.

Diante deste cenário imprevisível, responda a seguinte pergunta: Por quantos meses você conseguiria manter o padrão de vida que possui hoje, sem mergulhar em dívidas, até conseguir recuperar a renda perdida?

A maioria das pessoas quebraria imediatamente, já que costumam acumular dívidas sem pensar no amanhã. Diversas pesquisas mostram que o brasileiro possui uma das menores taxas de poupança do mundo. Mais da metade das famílias gastam tudo que ganham. A outra metade usa o dinheiro que sobrou no final do mês para satisfazer desejos imediatos (roupa nova, calçado da moda, eletrônico que acabou de ser lançado, viagem, etc).

São poucos os que conseguem criar e manter uma reserva financeira para emergências. A maioria, quando o inesperado acontece, acaba recorrendo ao cheque especial, cartão de crédito, empréstimos consignados e outras modalidades de endividamento. Este comportamento do brasileiro é a alegria dos donos de bancos e financeiras.

Os bancos brasileiros são um dos mais lucrativos do mundo (fonte) graças a nossa falta de educação financeira e baixa poupança. O brasileiro literalmente passa a vida toda sustentando os lucros dos bancos por acreditar ser natural recorrer a eles sempre que precisa de dinheiro para uma eventualidade.

Até quando as compras são previsíveis (compra de um carro, casa, eletrônicos, viagem, etc) a população acha absolutamente natural assumir dívidas para consumir. O fato de o Brasil ser o país com as maiores taxas de juros do mundo não faz nenhuma diferença para pessoas que não sabem o que isto significa. (fonte)

Durante nossa vida, aprendemos que precisamos depender dos bancos e do crédito para realizar todos os nossos sonhos. Conquistar através do trabalho, poupança e investimentos é uma possibilidade quase que descartada. Conheço pessoas que satirizam aqueles que optam por fazer algum sacrifício hoje para comprar o que desejam amanhã com o próprio dinheiro, sem construir dívidas.

A mensagem que o banco quer passar no comercial abaixo é a seguinte: “Solicite nosso dinheiro emprestado e seja uma família feliz. Você não precisa planejar e muito menos se sacrificar para pagar IPTU, IPVA, matrícula e material escolar no início do ano. Gaste seu dinheiro viajando com sua família e quando ficar sem nenhum fale com seu gerente. Nós temos dinheiro para emprestar de forma rápida e fácil. Você passará o resto do ano pagando juros, só que isto é apenas um detalhe, o importante é ser feliz agora. Deixe o futuro para depois.”

Veja como este tipo de raciocínio, que atenta contra a educação financeira das pessoas, é ensinado para a população utilizando os meios de comunicação:

No próximo comercial a mensagem transmitida é a seguinte: “Se você é aposentado, não possui uma reserva de emergência e nem planejou sua aposentadoria no passado, não fique preocupado. O banco é o seu melhor amigo. Você pode contar com o credito consignado do banco para ser feliz agora. Veja nas imagens como os nossos clientes são felizes! Não importa se você passará 72 meses pagando juros que irão comprometer sua qualidade de vida ao reduzir a sua renda mensal. O importante é ser feliz hoje!”. Veja como isto é ensinado para as pessoas:

Veja que não importa se os bancos são públicos ou privados. Os bancos não falam de taxas de juros, prazos, riscos e outras questões que possam levar o cliente a tomar uma decisão racional e consciente. Os comerciais exploram questões emocionais que fazem as pessoas tomarem decisões movidas por impulsos. Eles utilizam personagens felizes, famílias felizes e crianças felizes graças ao crédito rápido e fácil que oferecem. Não podia ser diferente. O objetivo destes comerciais é apenas um: elevar os lucros dos bancos. A saúde financeira da sua família sempre será um problema seu.

Bancos lucram com a diferença entre os juros que pagam aos investidores e o quanto cobram para emprestar o mesmo dinheiro aos outros clientes (isto é chamado de spread bancário). Quanto menor é a poupança das pessoas, mais elas precisam do dinheiro emprestado pelo banco. Quanto menos educação financeira, maiores são os riscos dos bancos e por isto maiores são os juros que eles cobram para assumir estes riscos. Quanto maior a ignorância financeira das famílias, mais fácil elas aceitam pagar juros elevados sem questionamentos. Os impostos que o governo cobra dos bancos também colaboram para que o spread bancário do Brasil seja um dos mais elevados do mundo (fonte).

Para não passar a vida toda sustentando os bancos com os frutos do seu trabalho, comece fazendo o básico que é construir uma reserva de emergência. Antes de investir e antes de se endividar é fundamental que você construa a sua reserva. No momento que você cair, terá o seu próprio colchão financeiro para amortecer sua queda até que possa se recuperar.

Quanto ter de reserva para emergências:

A sua reserva de emergência deve ser suficiente para manter o seu padrão de vida por no mínimo 6 meses. O ideal seria construir uma reserva para pagar todas as suas contas por até 1 ano. Exemplo: se você tem uma despesa mensal de R$ 1.000,00 a sua reserva deveria ser entre R$ 6 mil e R$ 12 mil.

Se você não consegue formar reservas por não sobrar nada no final do mês, reveja o seu padrão de consumo. Provavelmente você adotou um estilo de vida mais caro do que o seu salário pode pagar. Neste caso, ou você busca meios de aumentar a sua renda familiar ou você deverá reduzir o seu padrão de consumo.

Funcionário Público: Se você é funcionário público e possui estabilidade no emprego, o risco de perder sua renda por uma demissão é menor. Mesmo assim, existem outras situações inesperadas como doenças, acidentes e todo tipo de imprevistos que podem gerar impacto negativo nas suas contas. Existem prefeituras e estados inteiros que podem enfrentar problemas financeiros e atrasar os pagamentos dos funcionários públicos. A reserva de emergência oferece proteção contra a necessidade de pedir empréstimos, principalmente os consignados que são fartamente oferecidos para funcionários públicos e aposentados.

Funcionário Privado: Quem é funcionário da iniciativa privada deve manter uma reserva de emergência maior. Exemplo: entre 6 e 12 vezes o valor mensal das suas despesas. Você deve avaliar quanto tempo levaria para encontrar um novo emprego se fosse demitido hoje. Existem profissões onde a recolocação é rápida, em outras o tempo de espera pode ser maior. Quanto maiores forem o seu salário, sua idade e sua qualificação profissional, mais tempo você levará para se recolocar em momentos de crise e por isto maior deverá ser a sua reserva para emergências.

Quem é demitido sem ter nenhuma reserva fica desesperado e corre o risco de aceitar qualquer oportunidade ruim que aparecer. Quem possui a reserva consegue tempo e tranquilidade suficiente para pesquisar novas oportunidades. A diferença entre as duas situações é enorme.

Recentemente conheci uma pessoa altamente qualificada que trabalhava em um setor específico da indústria brasileira que está passando por sérias dificuldades neste exato momento. O corte de investimentos de uma grande estatal provocou um efeito cascata que prejudicou várias empresas de diversos estados. Esta pessoa trabalhava em uma destas empresas que sofreu corte de projetos para esta estatal. O resultado foi que profissionais altamente qualificados, com altos salários, forma demitidos, já que os projetos foram paralisados e não existia previsão de quando seriam retomados.

O tempo necessário para este profissional qualificado conseguir se recolocar foi grande. Felizmente esta pessoa sabia desta situação e dos riscos que corria. Ela fez uma boa reserva de emergência quando a situação do mercado estava favorável. Graças a esta reserva a pessoa estava tranquila neste momento. A família não sofreu nenhum impacto financeiro. Existiam recursos suficientes para que a família pudesse se manter por mais de 1 ano com as reservas.

Empresários e Profissionais: Os profissionais liberais, autônomos e pequenos empresários precisam ter um cuidado maior com as reservas de emergência. Como pessoa física é fundamental ter reservas e como pessoa jurídica também. Dependendo da atividade onde você atua pode ser necessário manter reservas capazes de manter o seu padrão de vida e a operação da empresa por mais de 1 ano. A atividade empresária é a mais arriscada de todas. Se você é empreendedor, precisa estar preparado para todo tipo de adversidade. Trabalhar alguns meses no prejuízo costuma fazer parte de muitos negócios.

Endividados: Quando você assume dívidas de valor elevado e por prazos muito longos, a reserva de emergência se torna fundamental. Ela que garante o pagamento das parcelas caso você enfrente algum problema financeiro. Quem possui dívidas assumidas para a compra de imóveis e veículos precisa ter uma reserva. Basta ficar poucos meses sem pagar as parcelas para que o banco retome o imóvel ou o veículo para leilão. Atualmente os bancos conseguem tomar e vender o imóvel do devedor com uma enorme facilidade. O mesmo acontece com os veículos financiados. A reserva de emergência evita a perda do bem caso você passe por algum momento de turbulência financeira. Quanto maior a dívida e quanto mais longa for maiores são os riscos.

Investidores: Quando você tem investimentos de longo prazo, as reservas de emergência servem para proteger este dinheiro dos acontecimentos inesperados. Vamos imaginar que você está investindo em um título prefixado ou indexado pela inflação com o Tesouro IPCA pensando na sua aposentadoria ou na sua independência financeira. Você comprou títulos que só vencem em 2035 e não pode vender estes títulos, principalmente se as condições não estiverem favoráveis. As reservas seriam utilizadas para proteger o dinheiro que você destinou para a sua aposentadoria.

Existem pessoas que não conseguem manter dinheiro investido por muito tempo. Elas alegam que sempre acontecem problemas que as obrigam a sacar o dinheiro do investimento. O pior é que podem ocorrer perdas se o investimento for prefixado, possui carência ou sofrer muita volatilidade (renda variável como ações, imóveis, fundos imobiliários, etc).

Para evitar este problema é importante que todo investidor tenha uma parte do patrimônio investido em uma reserva para emergências. Mesmo aqueles que investem em renda variável e títulos prefixados de longo prazo precisam ter reservas aplicadas em investimentos de liquidez diária, pós-fixados, mesmo que isto signifique uma rentabilidade menor.

São estes investimentos mais conservadores e de baixa rentabilidade que oferecem a tranquilidade e segurança para os outros investimentos.

Onde investir a reserva de emergência

Como já falei neste artigo (leia aqui), não existe investimento perfeito. Cada investimento possui pontos fortes e fracos e você deve escolher os investimentos que mais atendem as suas necessidades. No caso da reserva de emergência o mais importante seria a liquidez, ou seja, a velocidade e facilidade com que você pode colocar o dinheiro investido no seu bolso.

Sabendo disto, não podemos dizer que imóveis são bons investimentos para uma reserva de emergência. Se você precisar do dinheiro imediatamente, terá que vender o imóvel por um preço abaixo do praticado pelo mercado para conseguir o dinheiro rapidamente.

Já tive contato com investidores que ganham muito dinheiro fazendo ofertas muito baixas por imóveis de pessoas que passam por dificuldades financeiras e não possuem reservas de emergência. Elas aceitam ofertas baixas por seus imóveis por passarem por problemas como doença, mudança, desemprego, entre outros. Este tipo de investidor não costuma esperar o proprietário colocar o imóvel à venda para fazer suas ofertas.

Bons investimentos para uma reserva de emergência seriam: Caderneta de Poupança, CDB com liquidez diária, LCI e LCA com liquidez diária e fundos de investimento DI e Renda Fixa. Dólar e ouro não são bons investimentos como reserva de emergência já que seus preços costumam variar muito (volatilidade). Se você der o azar de precisar do dinheiro no momento em que a cotação do dólar ou do outro estiverem muito baixas, você terá perdas.

O título público Tesouro Selic também pode ser usado com parte do dinheiro da sua reserva de emergência. Desta forma, você teria uma parte da sua reserva de emergência com liquidez diária e outra parte com liquidez em alguns dias. Também existem alguns bancos que oferecem LCI/LCA com liquidez diária depois de uma carência de 90 dias (são raros).

Quando você consegue ter acesso a fundos que oferecem taxas administrativas baixas (abaixo de 1%) pode ser interessante trocar a poupança por fundos DI e fundos de Renda Fixa. Como a taxa Selic está elevada no momento em que escrevo este artigo, é provável que mesmo pagando IR sobre os rendimentos, mesmo com o efeito do come-cotas, mesmo com a taxas administrativa, os fundos possam ganhar da poupança. Tudo depende da taxa que você irá conseguir. Normalmente os bancos cobram taxas maiores de quem tem pouco para investir e menores para quem tem muito.

Nos meus livros sobre educação financeira e investimentos eu falo detalhadamente sobre cada um desses investimentos e ofereço diversos simuladores e planilhas que todo investidor deveria ter.

Desejos não são emergências

Conheço pessoa que não conseguem manter reservas de emergência por não saberem diferenciar o desejo de consumo da necessidade de consumo. Nem tudo que você deseja é realmente necessário. Na maioria das vezes você mesmo sabota a sua reserva de emergência criando todo tipo de justificativa para que desejos se tornem necessidades.

Recentemente conversei com uma pessoa que possui um iPhone (versão antiga). Ela se convenceu que deve mexer nas suas reservas para substituir o aparelho ultrapassado pela última versão do iPhone que custa mais de R$ 3.000,00. Apesar do iPhone antigo estar funcionando perfeitamente, ela acha que versão nova do aparelho irá melhorar a qualidade do trabalho que desempenha como profissional autônoma (na área de saúde).

Não existe nenhum fundamento lógico que justifique a substituição do aparelho. Não existe nenhum recurso no novo iPhone que esteja faltando no iPhone antigo que possa tornar o trabalho que ela desempenha melhor. Desta forma, o lançamento do novo iPhone não produz uma situação de emergência que justifique comprometer reservas que não foram feitas para isto.

Ela pode realizar desejos de consumo sem comprometer sua reserva de emergência. Basta poupar mais (renunciando outros desejos) ou trabalhar mais horas para realizar o desejo de ter um iPhone de última geração sem comprometer as reservas.

Comprar um smartphone novo seria uma emergência se ela perdesse o iPhone atual ou se ele estivesse quebrado. Mesmo assim ela poderia adquirir um smartphone de outra marca, que custa menos de R$ 600,00 e que possui todas as funções que ela necessita para o seu trabalho, sem comprometer suas reservas de emergência.

Dei o exemplo de um smartphone por ser uma questão comum nos dias de hoje. Poderia dar muitos outros exemplos que já pude observar lendo as histórias que as pessoas me enviam.

Se você tem um carro comprado no ano passado e a montadora acabou de lançar a versão deste ano, não existe nenhuma situação emergencial que justifique mexer no seu fundo de emergência para trocar de carro. Se a marca de roupas que você gosta acabou de lançar uma nova coleção e está oferecendo promoções, isto não é uma emergência. Se a empresa aérea ou a agência de turismo acabou de lançar uma super promoção de férias, isto não é uma emergência. Outro exemplo que já vi era um cidadão que morava em uma casa de R$ 400 mil e acreditava ser uma emergência mudar para um outro imóvel que valia R$ 800 mil (de R$ 900 mil o imóvel estava sendo vendido por R$ 800 mil). Para comprar este imóvel ele teria que vender a casa rapidamente (com perdas) e ainda assumiria uma dívida enorme com o banco. Para quem não possui nenhuma dívida e tem a sorte de ter uma casa própria, comprar um novo imóvel não é uma emergência. Ficar sem reservas seria um grande erro.

A reserva de emergência pode salvar sua vida

Uma vez vi a história de uma pessoa que descobriu ter uma doença degenerativa. Só existia uma possibilidade de parar os efeitos da doença em uma instituição de pesquisa em um país europeu. O tratamento custava mais de R$ 200.000,00, sem contar os custos com a viagem. Quanto mais o tempo passava mais a doença prejudicava seus movimentos. Ela era uma profissional bem sucedida que nunca se preocupou em construir patrimônio ou formar reservas para emergências.

Apesar de ter uma renda elevada, passou a vida toda consumindo tudo do bom e do melhor (carros, eletrônicos, maquiagens, vinhos, restaurantes, viagens, etc). Não se preocupou em ter uma casa própria, não pensou em poupar para o futuro e não tinha nenhum investimento.

Sem ter de onde tirar os R$ 200 mil para fazer o tratamento, teve de pedir ajuda para amigos a parentes. Chegou ao ponto de pedir dinheiro no sinal de trânsito. No final de alguns meses ela conseguiu o dinheiro necessário para o tratamento. Conseguiu retardar os efeitos degenerativos da doença e sobreviveu, apesar de carregar as sequelas pelo tempo que perdeu arrecadando o dinheiro.

A qualidade dos planos a saúde no Brasil também não é das melhores. Existem aqueles que duvidam que eles sejam economicamente sustentáveis quando a população idosa do país superar a população mais jovem. Não temos certeza se poderemos contar com bons planos de saúde nas próximas décadas (hoje a situação não é boa). Acredito que a tendência dos serviços públicos e privados de saúde é piorar no futuro se nada for feito agora.

Quem não tiver condições de pagar por consultas, exames e tratamentos particulares no futuro terá sérios problemas que deixam de ser financeiros e passam a ser uma questão de vida ou morte.

Comece sua reserva de emergência agora.

Invista primeiro em você:

O primeiro investimento que devemos fazer para melhorar a nossa vida financeira é o investimento em conhecimento. Custa pouco e rende juros pelo resto da vida. Sem saber investir o nosso próprio dinheiro, não teremos bons resultados. Dependendo da opinião dos outros para saber onde investir, teremos resultados ainda piores. O conhecimento melhora nossos resultados e liberta da dependência dos outros. Escrevi uma série de livros que podem te ajudar muito a adquirir todo o conhecimento que precisa no menor tempo possível. Clique aqui para conhecer os livros.

Sobre o Autor:

Leandro Ávila acredita que o conhecimento é uma riqueza que precisa ser dividida para ser multiplicada. É formado em administração de empresas e se especializou em educação financeira e de investimentos. Escreveu livros sobre Independência Financeira, Investimentos em CDB, LCI e LCA, Investimentos em Títulos Públicos e em Imóveis.
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Moisés
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Moisés

Leandro pretendo investir minha reserva para cobrir o primeiro semestre de meu curso de direito, até o FIES for liberado. Estou certo?

Priscila Rios
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Priscila Rios

Olá Leandro,
Um ótimo artigo. Aprendi desde cedo com meu pai fazer uma reserva de emergência. Algumas vezes precisei usa-la para outros objetivos, mas na primeira oportunidade voltava a poupar novamente.
Meu problema é que sempre deixava meu dinheiro na poupança mesmo. Mas de alguns meses para cá, estou aprendendo a cada dia sobre novos investimentos, então hoje minha reserva de 6 meses esta dividida 50% na Poupança (o que ainda não me agrada com essa inflação aumentando) e 50% no tesouro direto (25% na LFT e 25% na NTNB Principal). Agora estou estudando e procurando entender mais sobre os FIIs e LCI para diminuir minha reserva da poupança e diversificar os investimentos.
Muito Obrigada pelos artigos. Ajudam demais para enxergar o rumo que nosso pais esta tomando.
Um abraço
Priscila

Rodrigo
Visitante
Rodrigo

Ótimo conteúdo. Eu já havia lido sobre isso aqui em seu site, e já comecei minha poupança de emergência.
Tudo oque li ate hoje por aqui serviu pra mim.
Parabéns pelo site.

Fabio
Visitante
Fabio

Leandro, mais uma vez parabéns.Sem palavras.

Veja este comercial

https://www.youtube.com/watch?v=EXiLnNe1LuQ

Impressionante, do cartão de crédito para o empréstimo pessoal, do empréstimo para cheque especial a ai via.

https://www.itau.com.br/creditoconsciente/

Onde tem alguma coisa de consciente nisto?

Da raiva ver este tipo de comercial.

Adriano Macedo
Visitante
Adriano Macedo

O objetivo de toda propaganda é vender e os Bancos estão fazendo bem o papel deles. Nós é temos que fazer o nosso: Estudar e aprender para fazer as melhores escolhas.

Alan Louback
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Alan Louback

Obrigado por mais este artigo, Leandro. Mas me tire uma dúvida: o FGTS poderia ser considerado uma reserva nos casos de demissão sem justa causa? Digo isto porque este fundo é algo que me ajuda a me sentir melhor quando penso que posso ser demitido a qualquer hora… Abraço!

Mauro
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Mauro

Parabéns Leandro por tocar neste assunto.
Realmente a nossa falta de poupança é um dos fatores de muitos males deste pais.
Confesso que por muitos anos fui um brasileiro padrão, ou seja, um pagador de contas e quanto mais a renda subia mais procurava aumentar os meus gastos, primeiramente em busca de um melhor padrão de conforto, depois por necessidade.
A cerca de 03 anos consegui meu equilíbrio financeiro, justamente quando da aposentadoria. Me livrei de todas as minhas dívidas e não por coincidência iniciei a Graduação de Administração.
Fui aprendendo aos poucos, muito embora já sabia e já tentava guardar, mas como você mesmo diz somos cercados de todos os lados.
Hoje possuo minha reserva de emergência além de outras aplicações. Não é muito, mas para mim é uma vitória. Educação Financeira é a chave para a Liberdade Financeira.
Continue assim , esclarecendo a população, quem sabe este país mude.

Ivo de Souza Almeida
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Ivo de Souza Almeida

Somente tenho a agradecer pelo conhecimento financeiro que o Leandro esta nós passando.

genesis
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genesis

Com esse governo que temos, é de fundamental importância juntar uma reserva de emergência para caso de imprevistos. O nosso pais passará por uma forte correção na economia esse ano, com baixo crescimento do pib e inflação de 7 ou 8 %, talvez até maior dependendo do aumento dos juros nos EUA. A Russia que têm sua economia fortemente dependente do petróleo e gás, que está sofrendo embargo econômico da união europeia e EUA, e ainda por cima passa por uma guerra contra a ucrânia, consegui crescer mais que o Brasil no ano de 2014, o nosso governo culpa a crise externa pelo baixo crescimento, será que eles pensam que somos idiotas ou apenas estão mentindo para o povo de forma descarada.

A. Rossi
Visitante
A. Rossi

Excelente texto.. sempre comendo que deve ter guardado o equivalente a 01 ano de salario, pois é um tempo “bom” para se procurar um novo emprego que pague o mesmo valor de salario sem ter que sujeitar a empregos com renda menor.
Parece difícil juntar o valor de 01 ano em salario… mas poucos percebem que poupando 10% de seu salario consegue-se juntar este valor…. 10% muitas vezes é o que se gasta em itens que no final do mês são os itens que responde a pergunta: “onde foi que gastei meu dinheiro”.

Bruno R
Visitante
Bruno R

Amigo A.Rossi , sua conta não está certa…juntar 10% de 01 salário por mês da 01 salário (mês) em um ano de poupança e com um salário somente economizado não conseguimos sobreviver mais de um mês sem renda.
Uma reserva de emergência não se faz em apenas um ano!

Antônio
Visitante
Antônio

Olá, Leandro!

No texto vc só cita como exemplo de LCI com liquidez o Banco do Brasil. Vc poderia exemplificar bancos pequenos e médios? Normalmente, como bem sabemos, os bancos grandes oferecem rentabilidade relativa muito baixa.

Giovanni
Visitante
Giovanni

Excelente Leandro, como sempre. Nosso discernimento tem que ser em priorizar o poupar e não somente o consumir. Vivemos em uma sociedade que promove o consumo por questões óbvias de mercado, mas cabe a nós estipularmos uma meta de segurança para justamente estarmos preparados para situações adversas. Defendo, por exemplo, que é muito mais saudável, importante e seguro ter uma boa reserva financeira do que um imóvel próprio. Ter condições financeiras para sobressair uma diversidade eventual tem um sentido maior de segurança pessoal e familiar do que ser dono de algo onde seu dinheiro está completamente mobilizado. Sem falar que, na maioria dos casos, você na verdade troca uma reserva financeira por uma dívida triplicada por juros. Troca ativo financeiro por passivo.

Carlos Bittencourt
Visitante
Carlos Bittencourt

Excelente texto! Muito útil e esclarecedor , parabéns !!!

Leonardo
Visitante
Leonardo

Tenho uma duvida. Digamos que apareça um gasto emergencial de pequeno valor (uma reforma ou algo assim), e se eu pagar a vista tenho um ganho, mas reduzira ou me inviabilizará de guardar o meu dinheiro nesse mês ou no próximo. Como que faço para calcular o custo da oportunidade de pagar a vista ou parcelar e investir o dinheiro?

Marcelo
Visitante
Marcelo

De algum forma, seus ensinamentos deveriam constar nos livros das escolas e no intervalo da novela das oito. Brinco com a questão da novela, pois o que descreve aqui deveria ser básico. Existe um consumo reprimido no nosso país que, mesmo com o aumento da renda nos últimos anos, não está sendo o suficiente para suprir o consumo emocional. Aquele consumo que dá status, por mais que a conta no banco esteja negativa.

É nossa missão fazer com que a próxima geração viva melhor com menos.

Abraço e parabéns pelo Blog.

Luana
Visitante
Luana

Olá Leandro,

Otimo conteúdo. Gostaria de uma dica sua.
Ano passado comprei meu apartamento e no momento estou pagando as obras e guardando uma porcetagem para abater no financiamento que sairá em abril do ano que vem e por esta razão não consigo poupar para a reserva, eu sei que preciso, mas não consigo.
Você tem alguma sugestão?

Edson
Visitante
Edson

Como todos os artigos que eu leio no seu site, achei muito completo e educativo. Fiquei com muita raiva dos bancos que utilizam os meios de comunicação para cegar a população brasileira. Eu vejo muitos candidatos a investidores esquecerem da reserva de emergência, e por isso depois de alguns meses desistem de realizar investimentos! Minha reserva atualmente está dividido entre o LCA do BB e o CDB do Santander, ambas com liquidez diária. Parabéns pelo site!

Ronne
Visitante
Ronne

Dizer o que mais? Só repetir que esse foi mais um excelente artigo. Mesmo para pessoas como eu, que nunca entraram em cheque-especial, nunca precisei pagar juros de cartão de crédito e jamais me deixo levar por consumismo bobo, o artigo é de grande valia.
Eu já achava a reserva de emergência importante, mas agora passo a considerá-la imprescindível. As pessoas deveriam levar esse assunto mais a sério.

Parabéns e obrigado, Leandro Ávila.

Marcos Antonio Ferrante
Visitante
Marcos Antonio Ferrante

Leandro eu não pago plano de saúde, mas tenho uma reserva , para emergências , eu e minha esposa pagava 1260,00 reais . Hoje guardo este dinheiro na poupança, é muito melhor se preciso de um médico marco a consulta e vou. e se precisar para exames tenho e pronto. faz muito tempo que deixei de pagar estes planos de saúde . Obrigado pela dica

Mauro
Visitante
Mauro

Gostaria de pedir permissão a você Marcos Antonio Ferrante, para dar o meu ponto de vista a respeito de ter ou não plano de saúde.
Desde que casei procurei ter um plano de saúde, pelo menos para minha esposa, já que o futuro de um casal é ter filhos, certo?
Não fazia questão de ter para mim, uma vez que, minha profissão como funcionário público me garante atendimento em hospital e médicos próprios, não é lá grande coisa, mas é melhor do que o SUS, aliás operei do meu joelho utilizando tal rede.
E é ai que gostaria de dar minha contribuição.
Concordo que R$1260,00 é uma soma considerável , somente se levarmos em conta que você e sua esposa necessitem apenas de consultas e exames ( menos complicados).
Agora já parou para pensar se precisarem de uma cirurgia? por menor que seja? e pior se necessitar de 01 dia de UTI ? Garanto que não tem investimento neste Mundo que dê para cobrir tais gastos com aplicação de R$1260,00 por mês.
Eu prefiro proporcionar um plano de saúde, nem que seja modesto e regional, mas que deixe minha família (esposa e filhos) tranquilos, do que tentar a sorte de correr de hospital em Hospital do SUS tentando uma internação.
Reflita. Grande Abraço .

Vanderson
Visitante
Vanderson

Mauro, concordo exatamente com o que você disse.

Devemos ter em mente que a palavra “investimento” não se limita somente ao ramo financeiro. Investimento em saúde também é de extrema importância. Na verdade, não existe algo que seja somente vantajoso. Há sempre a teoria da dualidade onde se tem o bom, há o mau. Devemos pensar sempre no custo-benefício. Abraço!

LEANDRO
Visitante
LEANDRO

Gostaria só de complementar, e dizer que uma diária de CTI custa na faixa de 5mil. Portanto um plano modesto pode ser mais em conta .

Rodrigo
Visitante
Rodrigo

Leandro, parabéns pelo artigo! Assunto muito interessante.

Aprendi desde pequeno com o meu avô que o dinheiro que eu ganho deve cobrir as despesas que tenho e sobrar. O problema é que muitos acham que para isso tem sempre que ganhar mais e não pensam que se diminuírem as despesas vão economizar. Observo como muitas pessoas vivem a um mês da falência no caso de acontecer algum imprevisto e para conseguir comprar as coisas tem que se endividar.

Criei uma reserva de 1 ano para mim e está aplicado uma parte em poupança e outra LCI com liquidez de dois meses, fora FGTS mais ou menos neste valor.

Agora estou estável em uma empresa pública e estava planejando comprar um apto para mim na faixa de 300 mil, mas só quando tivesse com pelo menos 200 mil para dar de entrada. Porém fazendo umas contas simples, se tiver 200 mil aplicados em LCI terei 1500 reais de juros mensal, o que daria para pagar o aluguel de um apto melhor que o de 300 mil e ainda sobraria uns 200 reais, fora o que eu já guardo mensalmente. Com este raciocínio cheguei a conclusão que não vale a pena comprar imóvel próprio hoje em dia no meu caso. O que você acha deste raciocínio?

Grande abraço.

Weber Ornelas
Visitante
Weber Ornelas

Parabéns pelo artigo Leandro. Realmente temos que sempre pensar no amanhã.

Alexandre
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Alexandre

Não defendo os planos de saúde, mas acho que se formos pensar em termos de reserva para saúde, as condições são mais difíceis de serem atingidas. Pagar uma consulta médica com os valores que pagamos aos planos de saúde é fácil, o problema é quando você precisa ficar no CTI, cujo pacote para internação (pelo menos no Rio de Janeiro) é milhares de reais. A avó da minha esposa dilapidou mais de R$20.000 reais em menos de 10 dias! Tudo é cobrado a parte. É bom fazer uma reserva bem generosa!

Cássia
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Cássia

Leandro mais uma vez parabéns, tenho tentado muito convencer minhas irmãs a poupar, mas por enquanto sou chamada de mão de vaca por elas, infelizmente! Sempre envio teus artigos para elas!!!!
Tenho o costume de poupar. Agora receberei um apartamento. Penso em retirar o valor para pagamento da documentação da poupança (antiga) visto que tenho uma fração do imóvel para quitar junto à construtora e recorrei ao financiamento, infelizmente também! Dessa forma, pedirei ao banco para poder receber as chaves, mas não queria aumentar o valor do financiamento imobiliário. O que achas? Seria melhor aumentar mais o empréstimo, cerca de 10 mil e deixar um valor na poupança?
Outra coisa se refere ao plano de saúde, tenho cerca de 10 anos. Moro distante da minha família já recorri a ele duas vezes na emergência, às vezes penso em retirá-lo porque daria para fazer uma significativa poupança com ele, mas ao mesmo tempo fico sem saber se é uma boa decisão. Podes dar sua opinião sobre os planos de saúde, são emergências em sua visão?

Misael da silva
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Misael da silva

Muito obrigado por mais um artigo excelente como os antigos a cada dia leio e repleto a cada artigo publicado.
Fico a pensa ” As pessoas que compra por impulso e agora esta desempregada como estão se sentido, pois não tiveram o interesse de poupar para o amanhã”.
Valeu por mais uma aula de educação financeira.

Alvaro Mota
Visitante
Alvaro Mota

Sábias palavras Leandro. Todos os seus artigos são de grande utilidade. Parabéns por repassar seus conhecimentos e considerações para nós brasileiros que não aprendemos educação financeira nas escolas e nem com nossos pais. Um grande obrigado!

Ceu
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Ceu

Oi Leandro meus parabéns pelo artigo fico muito grata por isso! Essa situação da crise nas empresas privada está acontecendo na minha, nosso diretor disse que apartir d segunda feira vai demitir 10 pessoas, e vamos aguardar mais uns 6 meses e se os contratos não voltarem sairá mais 10. Agora Leandro vc consegue imaginar o panico k causou no pessoal todo? A minha empresa é pequena mas paga muito bem, o salário mínimo é d 2000, mas todos ganham mais k isso! Mas mesmo assim todosss tem dívidas grandes com banco, menos eu graças à Deus! Posso ficar desempregada por uns 3 anos, tenho minha reserva p isso! Já estou procurando outros empregos mas nada k pague o k essa empresa pague so p vc ver! Meus colegas estão emagrecendo, estou sentindo muita pena deles, sempre reenviei seus artigos p eles, sempre enviei tudo quanto email que fala d economia, poupança, tabelas de gastos mas sempre fui ignorada. Já fui até julgada e reunida por uma colega porque dizia k eu tinha que me arrumar melhor e ainda me disse k todos falavam mal nas minhas costas, qndo fui descobrir essa colega k só usa Channel deve mais de 80 mil só d credito pessoal e cartões de crédito. Não k eu me apresente mal, mas p mim tudo tem prioridades, não troco um bom restaurante por uma roupa d marca, não troco um bom concerto mesmo k pague caro por um carro caro e aí vai, pior k a todos são casados meu Deus, a situação está caotica todo mundo desesperado, claro k tbm estou preocupada mas não estou perdendo sono por isso! Esse ano queria começar a guardar p o meu casamento e trocar d carro mas vamos ver como as coisas irão. Sou viciada no seu site, após a bíblia seu site é o segundo livro sagrado p mim.

Ney
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Ney

Mais um texto obrigatório de ser lido pelo maior nº de pessoas possível. Já encaminhei. Graças a Deus já tenho a minha reserva. Abraços.

JFerreira
Visitante
JFerreira

Leandro, ótimo artigo!
Vou completar 40 anos e aprendi desde cedo que é preciso pensar no amanhã.
Meu principal objetivo é parar de trabalhar da forma como trabalho, trabalho em uma multinacional brasileira e já cansei.
Minha reserva hoje está dividida da seguinte forma aproximadamente:
60 meses em lci
12 meses em previdência privada da empresa que trabalho (só posso resgatar caso saia da empresa).
12 meses na caderneta de poupança

Fora isso estimo que se fosse demitido hoje teria mais 36 meses de acerto.

Não tenho dividas também, sempre tento conseguir descontos pagando em dinheiro e quando não consigo eu pago no cartão de credito.

Você faria alguma ressalva nessa diversificação que tenho?

Um abraço,

Cristina da Fonseca
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Cristina da Fonseca

Excelente artigo Leandro! Na minha opinião, a situação econômica do nosso País melhoraria se as famílias adquirissem o hábito da reserva e do planejamento financeiro.

Cristina da Fonseca
Jundiaí – SP

Eduardo
Visitante
Eduardo

Oi Leandro, boa tarde!

Vi que você mencionou no texto como opção de reserva de emergência o CDB com liquidez diária, existe alguma taxa de administração para CDB ?
Hoje possuo investimentos em LCI e estarei migrando a poupança para o Tesouro, mas esse texto me fez pensar em criar uma reserva uma vez que perderia meus rendimentos em caso de emergência com essa atual carteira que possuo.
O que você sugere para que eu estude ?

um abraço!
Eduardo

Andrea
Visitante
Andrea

Olá Leandro! Acho ótima essa ideia de ter uma reserva. Comecei a me preocupar com minhas finanças apenas no ano passado, mas já deu pra começar a poupar. Infelizmente, ainda tenho metade de um empréstimo pra quitar e estou estudando se antecipo as parcelas no meio do ano ou não. (Se eu fizer isso, perco a mini reserva que comecei a fazer, mas talvez o desconto que ganhe compense. Vamos ver.)

Quanto a plano de saúde, eu pago há uns 6 anos e sempre digo que esse é o meu dinheiro mais bem gasto. Na verdade, é um investimento que faço. Na minha segurança e tranquilidade. Trabalho no SUS e vejo a tristeza que é, a demora. Precisei de uma cirurgia no ano passado e creio que o valor que paguei até hoje não cobriria minha internação.

Dsuisso
Visitante
Dsuisso

Excelente artigo, já faz um tempo que poupo todo mês com este objetivo, porém eu tinha mensurado apenas 3 meses, vou considerar 6 meses.

Flávio
Visitante
Flávio

Oi Leandro,
Criar uma reserva de emergência é fundamental
Como você mesmo disse: sonhos não são necessidades. Precisamos saber distinguir muito bem. Até mesmo os sonhos precisam ser reavaliados. Será que vou me realizar mesmo concretizando esse sonho de consumo? No que ele vai me acrescentar?
Leandro, estou com uma dúvida; Eu já possuo uma reserva para emergências. Mas estou pensando em criar uma reservar em dólares, com duplo objetivo, fazer compra e venda da moeda, mas também, como tenho planos de viajar pros Estados Unidos, já é bom acumular. Agora a dúvida: se eu comprar dólares eu necessariamente teria que mante-los na minha casa, ou poderia abrir uma conta em algum banco que recebesse moeda estrangeira? Pesquisei no site do Banco do Brasil e eles tem uma opção para quem desejar remeter moeda para o exterior, seja em real ou conta corrente. Seria uma alternativa?

Eric
Visitante
Eric

Olá Leandro,

Já escrevi outras vezes para você para tirar dúvidas, mas hoje entro em contato apenas para elogiar esse seu artigo. Vejo suas publicações como verdadeiros conselhos que os pais deveriam dar aos filhos.

Parabéns pela iniciativa de ajudar e esclarecer tantas pessoas.

Raquel
Visitante
Raquel

Oi Leandro! gostaria se possivel de sua orientação para fazer investimento no Tesouro direto. você pode me ajudar? Obrigada!

saulo venancio
Visitante
saulo venancio

Perto do que os bancos e instituições fazem com o financeiro das pessoas e o ensinamento que vc da nos seus posts creio que é só aguardar: vc será canonizado. Brincadeira.
Parabéns por ajudar tanto as pessoas.
Abraço.

Marcos
Visitante
Marcos

Oi, gostei de seu texto.

Acredito que meu comentário anterior tenha sido considerado de cunho comercial, uma vez que ainda está aguardando aprovação.

Não foi essa minha intenção..

Objetivo era apenas apresentar uma alternativa rentável, com liquidez diária, para fazer reserva de emergência.

Abraços.

Parabéns por seu trabalho que nos iluminas e nos faz repensar conceitos enraigados em nós pela sociedade.

fábiostos
Visitante
fábiostos

Com vai, Leandro. Sou leitor assíduo dos seus artigos e gostaria de te agradecer por esta grande atitude que considero de utilidade pública, coisa que nossos governantes lutam contra todo dia, pois nos mandar apenas a conta para pagar é muito mais interessante. Tenho várias dúvidas sobre investimentos e estou tentando a cada dia melhorar minha performance estudando seus artigos. Fiz um investimento a 5 anos atrás em fundos de ações da Vale e Petrobras (R$20.000,00) e a cada dia que passa vejo meu dinheiro ir embora pelo ralo. Então consegui montar uma reserva de emergência de 1 ano de salário que esta aplicada em LCI e agora estou tentando aumentar meu rendimento, porém quando penso em mudar para um banco menor com melhores taxas, fico totalmente inseguro se esse maldito governo não vai mexer no Fundo Garantidor de investimento. Qual seria o melhor caminho, visto que a poupança tem baixo rendimento? Grande abraço.

Marcos
Visitante
Marcos

Ok, entendi.
Admiro seu trabalho e seu ponto de vista.
Quando uma pessoa não está adequadamente preparada, ela pode utilizar-se da recomendação de outro como uma forma de muleta e não estudar mais sobre o assunto.

Valeu pela dica.

Abraços.

Joel
Visitante
Joel

Leandro; Pegando um gacho em um de seus parágrafos desse artigo, acrescento algo mais: Além das pessoas satirizarem aqueles que optam por fazer algum sacrifício hoje para comprarem o que desejam com o próprio dinheiro, sem construirem dívidas,elas acham que estamos loucos ou coisa parecida quando falamos em EDUCAÇÃO FINANCEIRA. Entre algumas pessoas que conheço quando toco nesse assunto,(Educação Financeira) percebo um certo discrédito.
Vou compartilhar seus artigos, inclusive esse, (Reserva de Emergência) entre alguns familiares e amigos e espero que consiga ajudar-los a se interessar pelo assunto.

Flávio
Visitante
Flávio

oi Leandro. Obrigados por suas dicas… Elas sempre me ajudam bastante

Fernanda
Visitante
Fernanda

Boa noite, Leandro!

Mais um ótimo artigo! Agradeço imensamente suas informações.
Tenho lido sempre, mas este assunto me faz compartilhar minha experiência.

Há uns dois anos atrás e por indicação de uma colega de trabalho, cheguei ao site do Rafael Seabra, fiz a Tríade do Dinheiro e, acabei chegando ao Clube dos Poupadores e a outros sites que acompanho. Devido às leituras sobre educação financeira comecei minha reserva de emergência, saí da minha zona de conforto de deixar tudo na poupança investindo no Tesouro Direto e LCI/LCA.

Comecei a adotar a política de juntar dinheiro para comprar à vista e sempre pedindo desconto. Os colegas me chamavam de “pão-dura”, que era doida de ficar lendo matérias sobre economia/política, que deveria comprar um carro (imagina! rs), que meu dinheiro estava guardado no colchão e quando eu divulgava as informações ainda falavam que eu estava enchendo as caixas de mensagem deles. Minha família diz que eu me preocupo muito com dinheiro…insisti tanto que fiz meu irmão abrir uma poupança para o meu sobrinho de 4 anos e assim garantir a reserva dele também…rs

Em agosto/2014, a empresa em que eu trabalhava demitiu mais de 200 pessoas devido à crise econômica e eu fui uma destas contempladas. Devido à minha prudência em garantir uma reserva financeira não tenho dívidas, somente as despesas mensais e posso investir nos meus conhecimentos antes de me lançar no mercado de trabalho novamente.

Afirmo de carteirinha que a educação financeira expandiu meus horizontes e aprimorou meu pensamento crítico, o que me faz recear os rumos que a economia está tomando. Continuo compartilhando as informações para tentar abrir os olhos de outras pessoas também.

Aproveito para perguntar se você assistiu o debate sobre a crise hídrica e energética com o Min. Eduardo Braga e o Prof. José Goldemberg no programa Canal Livre (http://noticias.band.uol.com.br/canallivre/) ?

Carla Gavilan Carvalho
Visitante
Carla Gavilan Carvalho

Artigo bom! Inteligente sua amiga da empresa estatal, Petrobrás, no caso, né! Sabia, então, da situação…

Brenno
Visitante
Brenno

Olá Leandro Ávila, seus artigos são excepcionais…

Fernando
Visitante
Fernando

Leandro, obrigado por proporcionar boas aulas sobre educação financeira….
Há aproximados 3 meses venho lendo seus artigos e nesse mês resolvi
fracionar minha poupança em aplicações do tesouro e reserva de emergência.

Obrigado!

Lucia
Visitante
Lucia

Olá Leandro, boa tarde, tudo bem?

Com os Bancos Centrais emitindo essa quantidade de moedas, seria prudente investir em ouro?

Se você puder me orientar, fico-lhe grata.

Lucia Mata

Alexandre
Visitante
Alexandre

Bom dia, Leandro!
Vi na manhã de hoje (10/03/15) no site do Tesouro Direto que os títulos passarão a ter liquidez diária, podendo ser possível dar o comando de venda entre 18h e 5h do dia seguinte. A exceção seria nas quartas-feiras em que houver reunião do COPOM. Neste caso, somente as LFTs estarão disponíveis para recompra entre as 18h e 5h do dia seguinte.
Com isso, no cenário atual, entendo que a LFT poderia passar a ser uma boa opção para constituição de uma reserva de emergência.O que você acha dessa mudança. Leandro?
Aproveito a oportunidade para te parabenizar pelo conteúdo de seu site. Foi por meio de todo o material que você tem disponibilizado que perdi o medo de investir em títulos públicos e revi minha estratégia de investimento. Muito obrigado pelo compartilhamento de seus conhecimentos de maneira clara e direta! Um abraço!

Gabriel Mello
Visitante
Gabriel Mello

Leandro,
Mais uma vez parabéns pelo excelente artigo e mais importante pela educação financeira que você procura disseminar e que deveria ser currículo obrigatório nas escolas.
Lendo uma das discussões acima, me identifiquei muito com sua definição de que nós brasileiros ficamos na zona de conforto em relação com nossos direitos trabalhistas e eu pensava assim até começar a estudar sobre edução financeira e hoje possuo uma reserva de emergência alem de investimentos diversificados.
Obrigado pelo excelente trabalho que vem realizando e com impacto muito significativo na vida de muitos.

Pedro A.
Visitante
Pedro A.

Olá, Leandro!
Eu tenho 17 anos e trabalho como Aprendiz aqui em Porto Alegre/RS. Ganho por mês aproximadamente R$300,00, isso porque só trabalho oito horas semanais. Sinto, e através deste texto, sei que necessito de uma reserva para emergências. Mas como eu poderia fazer para para ter a reserva ganhando tal valor? E quanto eu precisaria reservar do salário atual para depois quando iniciar a trabalhar diariamente ter uma reserva boa? Grande abraço, e parabéns pelo texto!

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