O que é investir em títulos públicos (verdade oculta)

Investir em títulos públicos significa literalmente emprestar o seu dinheiro para o Governo Federal. O seu objetivo é ser remunerado por isso. O objetivo do governo é conseguir o dinheiro que falta todos os anos para fechar a contas públicas, que estão sempre no vermelho.

Teoricamente o governo deveria utilizar o dinheiro que consegue ao vender títulos públicos para fazer investimentos no país que vão beneficiar muitas gerações no futuro.

Vamos imaginar que um futuro presidente do Brasil resolveu construir milhares de quilômetros de ferrovias conectando todas as grandes cidades do país. O objetivo seria reduzir a dependência que a economia do nosso país tem das estradas e transportes rodoviários.

Essa ferrovia custaria bilhões de reais, mas beneficiaria você, seus filhos, netos, bisnetos e tataranetos. Nada mais coerente do que construir essa ferrovia e transferir parte do custo de construção para as gerações futuras que também serão beneficiadas.

Isso pode ser feito pedindo dinheiro emprestado para a população que poupa e investe. Esse empréstimo ocorre através da venda de títulos públicos. As pessoas compram títulos públicos para receberem juros em uma data futura (data de vencimento do título).

Mas quem pagará esses juros? Esses juros serão pagos no futuro através da cobrança de impostos. Existem títulos públicos com vencimentos em 2035, 2045 e até 2050. Pessoas que ainda não nasceram irão pagar impostos que serão utilizados para pagar juros de títulos públicos que são vendidos atualmente. Da mesma forma, hoje as pessoas trabalham, pagam impostos e parte desses impostos que o governo arrecada é utilizado para pagar dívidas de títulos vendidos no passado.

A ideia central é que as gerações futuras, que serão beneficiadas com toda a prosperidade gerada por essa ferrovia e outros investimentos de grande porte, pagarão os impostos necessários para quitar dívidas feitas atualmente.

Exemplo: o vídeo mostra trens que fabricam linhas férreas de forma rápida e barata. O dinheiro que o governo arrecada quando vende títulos públicos deveria ser utilizado em investimentos de infraestrutura que produzem grande progresso para gerações futuras. Esse progresso produziria riquezas, mais arrecadações de impostos e recursos necessários para pagar a dívida com folga.


Trem que produz o próprio trilho.
Na teoria é isso. Na prática o que temos é um governo que sempre gasta mais do que arrecada por diversos problemas como ineficiência, desperdícios, incompetência e até desvios, superfaturamentos e outros crimes envolvendo o dinheiro público.

Todos pagam a conta

Se por um lado investir em títulos públicos para receber juros é algo opcional, pagar os impostos que o governo vai utilizar para pagar os juros dessa dívida é obrigatório.

Investindo ou não investindo em títulos públicos, todos serão responsáveis pelo pagamento das dívidas que o governo cria vendendo títulos públicos.

É por esse motivo que os investimentos em títulos são vistos pelo mercado como os de menor risco. Quem garante o pagamento da dívida pública é o bolso de todos os brasileiros. Em último caso, se nada der certo, o governo pode imprimir dinheiro novo para pagar as dívidas, que resultaria em alta da inflação.

O sistema econômico é tão vinculado a essa dívida pública que não pagar a dívida pública interna é algo inimaginável, pois isso literalmente destruiria a economia, juntamente com os governos e a própria sociedade.

Você não tem muita escolha, pois querendo ou não querendo, é muito provável que você já esteja investindo em títulos públicos sem saber, só que por não fazer isso diretamente está deixando muito dinheiro no bolso dos intermediários. Mas quem são esses intermediários?

Nota: o dinheiro que os planos de previdência, fundos, instituições financeiras utilizam para comprar todos os títulos públicos da dívida, lucrando bilhões por ano, é o seu dinheiro.

Sempre que você investe em fundos de renda fixa, fundos DI e até fundos multimercado, a totalidade ou uma boa parte do dinheiro que você investiu acaba sendo emprestado para o governo através da compra de títulos públicos.

Muitos planos de previdência e fundos de pensão investem o dinheiro dos seus participantes em títulos públicos. Até quando você deixa o seu dinheiro parado na conta corrente do banco, uma boa parte acaba indo para os cofres de instituições financeiras do governo. Quando você faz um seguro, consórcio ou até quando paga planos de saúde, o seu dinheiro se transforma em uma “poupança forçada” que faz uso dos títulos públicos e rende lucros para as empresas.

As instituições financeiras faturam bilhões todos os anos emprestando o seu dinheiro para o governo sem que você tenha plena consciência disso. Através de taxas e spread (diferença entre os juros que o banco cobra ao emprestar e a taxa que ele mesmo paga ao captar dinheiro) eles ficam com uma boa parte dos juros que você poderia receber se investisse em títulos públicos diretamente, ou sejam, sem tantos intermediários.

Apenas 0,3% da população faz investimentos ativamente em títulos públicos (fonte), sendo que desde 2002 qualquer pessoa pode comprar e vender títulos públicos pela internet através do Tesouro Direto.

Não existe muito esforço para que você aprenda a investir em títulos públicos, pois só quem ganha quando você aprende é você mesmo, seus filhos e a sua família.

Pesquisas mostram que somente 42% da população brasileira faz algum tipo de investimento. Depois da poupança, o segundo investimento mais utilizado pelo brasileiro é a previdência privada, mas existe um abismo entre os dois produtos. Enquanto 89% dos brasileiros que investem destinam dinheiro para a caderneta de poupança, apenas 6% utilizam a previdência privada. Títulos públicos e ações estão entre os menos utilizados pela população (fonte), embora sejam os dois investimentos muito utilizados por aqueles que possuem um pouco mais de educação financeira.

Sabemos que a poupança é uma grande fonte de dinheiro barato que os bancos utilizam para oferecerem financiamentos de imóveis (cobrando juros bem maiores). Já os planos de previdência privada são grandes fontes de lucros, através da cobrança de taxas, onde o gestor do fundo faz aquilo que você mesmo poderia fazer que é investir em títulos públicos.

Somente 2% da população empresta dinheiro diretamente para os bancos através de títulos privados que eles emitem (CDB, LCI e LCA). Mesmo existindo centenas de bancos que oferecem juros maiores nesses investimentos, mais de 80% da população utiliza apenas 5 grandes bancos, justamente os que oferecem as piores taxas de juros pelos títulos privados que emitem.

Poupar, investir, enriquecer e solidão

Embora muitos acreditem que precisam enriquecer para depois poupar e investir dinheiro, é poupando e investindo dinheiro que se enriquece. – Leandro Ávila

Adquirir o bom hábito de poupar alguma coisa todos os meses é o primeiro passo.

O segundo passo depende do seu esforço para adquirir os conhecimentos necessários para investir bem o dinheiro que você conseguiu poupar. É aqui que muitos brasileiros falham, pois aprender a investir é um ato solitário.

Na nossa sociedade, gastar dinheiro é o que todos querem. Fazer dívidas para gastar o que não se tem é o comportamento padrão, incentivado até pelos governantes.

Poupar, aos olhos dos outros, é quase uma falta de educação, coisa de gente “pão dura”, mesquinha e egoísta.

Já o investidor é visto quase como um criminoso, um pecador que não se envergonha de receber juros, lucros, dividendos e outros proventos quando investe o seu próprio dinheiro.

Manter viva a cultura de “gastar tudo que se tem” e ainda “gastar aquilo que ainda vamos ganhar no futuro” potencializa os lucros de bancos, empresas e até a arrecadação de impostos dos governos.

Educação financeira é um projeto de crescimento individual que muitas vezes é solitário.

É muito comum encontrar na imprensa e nas redes sociais, principalmente em anos eleitorais, pessoas reclamando dos bilhões de reais que o governo paga todos os anos para os bancos e outras instituições financeiras que investem trilhões em títulos públicos. O dinheiro que eles investem é nosso.

Mais útil seria se essas pessoas motivassem os brasileiros a investirem diretamente em títulos públicos. Assim, a população que paga os juros da dívida através dos impostos poderia ficar com grande parte desses juros que são distribuídos todos os anos.

Como as pessoas não sabem investir, não valorizam o próprio dinheiro, a poupança e os investimentos. Somente os poucos que entendem como tudo isso funciona podem aproveitar as oportunidades.

Primeiro as pessoas precisam aprender a poupar e depois a investir de forma consciente, com o mínimo possível de intermediários, sempre buscando a máxima rentabilidade com os menores custos.

Como falei, aprender a investir em títulos públicos é opcional. Nenhum banco, nenhum político, ninguém vai forçar você a aprender a investir por conta própria, pois só você ganha quando aprende a investir livremente.

Quanto mais dependente você ficar dos investimentos ruins que os grandes bancos oferecem, melhor para os sócios desses bancos e pior para você. Quanto mais os políticos convencerem você de que o problema é dos banqueiros e do sistema financeiro, melhor para eles e pior para você.

Existe uma enorme variedade de tipos diferentes de investimentos que qualquer pessoa poderia fazer se tivesse o mínimo de curiosidade e dedicação ao ato de aprender.

Como ganhar dinheiro:

Ao emprestar dinheiro para o governo comprando títulos públicos você recebe uma remuneração na data de vencimento do título ou semestralmente.

As datas podem variar entre 2 e mais de 30 anos. Essa remuneração depende do indexador que pode ser flutuante, inflação e prefixado para as pessoas físicas através do Tesouro Direto. Observe na figura como a dívida pública está composta:

Flutuante: os títulos públicos que remuneram o investidor através de uma taxa de juros flutuante se chamam Tesouro Selic. Aqui no Clube dos Poupadores já existem artigos sobre esse título. Sempre que o governo aumenta a taxa básica de juros, o investidor que possui esse tipo de título comemora o aumento da rentabilidade do seu dinheiro.

Prefixado: existem títulos públicos que pagam juros fixos que costumam estar acima da inflação e da taxa básica de juros. É o caso do título Tesouro Prefixado. Não importa se os juros vão cair nos próximos meses, quem possui esse tipo de título tem juros garantidos e fixos se ficar com o título até o vencimento.

Inflação: existem títulos públicos que possuem o seu valor corrigido pela inflação e ainda pagam uma taxa de juros fixa ao ano. Isso significa que parte da rentabilidade é flutuante (flutua dependendo da inflação) e a outra parte é fixa. Esse tipo de título, chamado Tesouro IPCA+ é um dos poucos investimentos com rentabilidade real garantida quando você fica com ele até a data de vencimento. Isso significa que ele sempre pagará juros acima da inflação para quem carrega o título até o fim. Quanto a inflação aumenta, a rentabilidade do seu dinheiro também aumenta.

Podemos dizer que para o investidor preparado e consciente, pouco importa se o governo está aumentando os juros. Se isto estiver acontecendo o investidor pode lucrar com essa alta. Se o governo reduzir os juros, existem títulos que pagam juros fixos e valorizam durante a queda. No caso de uma alta da inflação, o investidor preparado também pode ficar tranquilo enquanto os seus investimentos rendem ainda mais, pois existem títulos que remuneram pela inflação e por uma taxa fixa de juros.

Aprenda a investir em títulos públicos através do meu novo livro sobre como investir em títulos públicos.

Continue aprendendo...

Se você gostou desse artigo, tenho certeza que também vai gostar da série de ferramentas, planilhas e livros que preparei para ajudar você. São conhecimentos e ferramentas que desenvolvi para o meu uso e que agora estou compartilhando entre os meus leitores. Clique aqui para conhecer os livros.

Sobre o Autor:

Leandro Ávila acredita que o conhecimento é uma riqueza que precisa ser dividida para ser multiplicada. É formado em administração de empresas e se especializou em educação financeira e de investimentos. Escreveu livros sobre Independência Financeira, Investimentos em CDB, LCI e LCA, Investimentos em Títulos Públicos e em Imóveis.
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mairaLorenaARÃO DE SOUZA MELOListerCarlos Recent comment authors
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Simplicidade e Harmonia
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Simplicidade e Harmonia

Leandro,

Excelente post.
54% não guardam dinheiro, 0,3% investem no TD e 2% em LCI/LCA. Infelizmente a educação financeira no Brasil ainda é muito precária.
Mesmo com salários baixos é possível investir, mesmo que seja muito pouco ao mês, pois os juros compostos são fundamentais a longo prazo. Quanto mais cedo iniciar, melhor. O problema é que falta interesse por esse tipo de informação, o que não é mais desculpa na era da internet/smartphone.

Boa semana,

mpamael
Visitante
mpamael

Comecei a investir em títulos públicos há alguns anos, e depois passei para as moedas virtuais. Estou pensando em voltar aos títulos públicos, só não sei se agora é uma boa hora, devido a taxa Selic estar baixa.

Leandro, se possível, tem como você falar sobre as ideias dos economistas sugeridos pelos candidatos à presidência da república. Especialmente, sobre o Paulo Guedes, achei muito interessante a visão dele sobre como colocar o Brasil nos trilhos novamente, mas não sei se pode ser apenas palavras jogadas ao vento.

Abraço e bom trabalho p’ra você!

Alvaro Bicudo
Visitante
Alvaro Bicudo

Bom dia. Excelente artigo. Me interessei pelo livro, mas quando cliquei no link que direcionava ao sumário, fui direcionado para o arquivo do sumário do livro sobre cdb, lci e lca. Vocês poderiam corrigir?

Joanatan-Ibirité-MG
Visitante
Joanatan-Ibirité-MG

É impressionante o tamanho da ignorância do povo brasileiro.parece que 9 em cada 10 pessoas não buscam boas informações e nao querem progredir na vida.lamentavel isso, isso justifica porque o Brasil é um país de pobres.Obrigado Leandro.

Antonio Carlos
Visitante
Antonio Carlos

Parabéns pelo artigo. É uma lastima que o governo não incentiva este tipo de aplicação e acredito que o porquê também reside na negativa do governo não querer pagar os juros deste retorno para uma gama considerável de investidores, já que as fontes de arrecadação, sem precisar pagar estes juros aos verdadeiros donos do dinheiro, está a sua disposição: FGTS, POUPANÇA, C/C, etc…

Julio Cesar
Visitante
Julio Cesar

Leandro, considero o seu site o melhor do Brasil em educação financeira. Embora haja muitos educadores financeiros no YouTube – e sigo quase todos – não há na minha opinião, artigos tão esclarecedores e bem escritos como os seus. É triste a constatação da enorme falta de educação financeira que o povo possui. A cultura que impera é “gaste tudo o que ganha, não se preocupe com o amanhã, e se precisar de mais, tome emprestado a juros exorbitantes”. Os bancos – e seus acionistas agradecem. Continue fazendo esse trabalho impecável.

Eduardo Tul
Visitante
Eduardo Tul

O artigo poderia ter a parte II, onde se poderia comentar os fundos q aplicam em títulos do governo -(LTN etc)- repassando
informação de como funcionam. Por exemplo fundos de arbitragem e outros.

Tiago
Visitante
Tiago

Excelente explicação.

Muito fácil o entendimento.

Todos deveriam buscar conhecimentos
de produtos relacionados a investimentos,
muitos deixam o dinheiro na poupança
e infelizmente perde ótimos lucros.

edmar
Visitante
edmar

Muito bom mesmo este artigo.
Me tire uma duvida estou querendo investir em títulos públicose vou começar pelo tesouro selic.
Abri um conta numa correta que não cobra taxa se invisto hoje sabendo que taxa selic esta 6,5 aa
daqui a 2 anos se taxa baixar há perda no valor investido ???

Bruno
Visitante
Bruno

Olá, Leandro. Muito bom o texto.
Eu tb uso bastante os títulos públicos em minha carteira de investimentos. Claro que eu preferiria que tivéssemos uma economia mais liberal, com menos entraves, burocracia, e tributos, e com um mercado mais aberto, com incentivo ao empreendedorismo. Daí o país produziria mais riquezas, e seria mais favorável investir em empresas (renda variável). Mas com esse nosso sistema que pune o empreendedor e beneficia os amigos do rei, me sinto mais protegido comprando títulos públicos.

Diego
Visitante
Diego

Muito obrigado por mais um texto bastante educativo, Leandro.
Infelizmente, de acordo com as últimas pesquisas eleitorais divulgadas, vejo que a população ainda continua apoiando candidatos centralizadores de poder no Estado, dificultando a produção de riquezas e a livre concorrência em importantes setores da economia. Espero que um dia isso mude, mas infelizmente o voto de alguém que tem consciência e vontade de aprender vale o mesmo que o voto de alguém que vota por outros motivos (atração pelo nome do candidato, simpatia pela foto, indicação de amigo/parente…).

Alberto
Visitante
Alberto

Ótimo artigo! Não tinha nenhum conhecimento, contudo, com dedicação e leitura, hoje tenho autonomia para as tomadas de decisões. Com a SELIC a 6,40% atualmente, está difícil angariar lucros mais expressivos, é verdade, até mesmo com CDBs 125% do CDI (6,39%), mas a diversificação estratégica me permite analisar os cenários, que são os mais incertos possíveis, ainda mais em um ano de eleições, que nos promete muitas surpresas. Havendo alta dos juros meus rendimentos acompanham, em caso contrário, me mantenho “blindado” em um LTN com tx superior a atual.

Tais
Visitante
Tais

Parabéns pelo trabalho Leandro! Admiro a sua dedicação e profundidade com que aborda os assuntos, algo realmente raro na Internet (e no Brasil como um todo) hoje. Sobre essa questão da existência de intermediários entre os investidores e instituição financeiras/e ou governo, gostaria de saber a sua opinião sobre o trabalho do planejador financeiro pessoal. (continua)

Fábio
Visitante
Fábio

Leandro, estava ansioso pelo seu próximo texto. Obrigado novamente.
Gostaria de saber a sua opinião a respeito do que foi feito na Venezuela. O governo (ditador, diga-se de passagem) estabeleceu mudar a moeda do país, cortando 5 zeros (parecido com o que já foi feito no Brasil). Não consigo ver como isso pode funcionar. Parece que isso simplesmente muda a base monetária (por exemplo, algo que custava 150.000.000 X, passa a custar 1.500 Y). Apesar de os preços “baixarem”, os salários e o PIB tb serão corrigidos, na mesma proporção. Cortar zeros não produz riqueza. Qual o objetivo disso?

Tais
Visitante
Tais

Acredito que ele pode ajudar bastante diversas pessoas a lidarem com suas finanças, inclusive tratando de aspectos críticos que poucas pessoas se preocupam, como aposentadoria e planejamento sucessório. No entanto, acredito que muitas vezes há esse conflito de interesse, especialmente se ele for remunerado com rebates de venda de produtos financeiros. Ainda que a indicação de produtos seja boa, ainda o cliente não está totalmente livre desse conflito e usufruindo do melhor de seus investimentos. Obrigada pela atenção e novamente, parabéns pelo excelente trabalho!

Joanatan-Ibirité-MG
Visitante
Joanatan-Ibirité-MG

Leandro,fiz umas simulaçoes aqui.e vejo o titulo prefixado sendo vendido a 493,00.sendo assim 100 titulos daria 49.300,dentro de 64 meses,eu receberia 100.000,um retorno de 792,00 por mês.
Essa taxa da mais de 1%ao mês. Diferente dos 11.8 ao ano informado pelo tesouro.como se explica?

Luiz Jr
Visitante
Luiz Jr

Excelente Artigo! Iniciei o aprendizado com educação financeira por meio do seu site em 2015. Comecei com a LFT, depois estudei outros investimentos de RF e RV. No momento busco algo no curto e médio prazo voltado para a minha formação profissional e acadêmica. Tenho 23 anos, atualmente desempregado, assim como mais de 30% dos jovens do nosso país. Fico impressionado quando vejo pessoas acusadas e condenadas por corrupção, voltando à cena política e podendo ser eleitas. Somos os resposáveis pelo nosso futuro, a culpa do nosso país está dessa forma é nossa. O que está ruim pode piorar!

Marcos Alexandre Moreli Pádua
Visitante
Marcos Alexandre Moreli Pádua

Excelente artigo!
Mais uma vez obrigado.

Jose Augusto Canale
Visitante
Jose Augusto Canale

Boa tarde
Baseando no seu artigo ,Qual o melhor titulo a ser comprado para longo prazo (aposentadoria )
Obrigado

Jorge Guerino
Visitante
Jorge Guerino

Prof Leandro, hoje o Tesouro IPCA 2024 paga 5,51% e o IPCA 2035, 5,66%. Supondo que eu tenha certeza de que vou vender antecipadamente (parcial ou total), sabendo os riscos que podem acontecer (alta ou baixa de juros ou da inflação), o título com vencimento em 2035 não seria o mais indicado, por pagar maior taxa de juros?

janete
Visitante
janete

Sensacional Caro Leandro,
Acho que antes do povo reclamar que não o governo não deve pagar a dívida pública, primeiro deveria entender porquê as dívidas está nas alturas.
Se o país não arrecada o que gasta, o que deve existir é um enxugamento da máquina pública para não precisar se pagar tantos juros, mas vai ver o auê que é deixar o funcionalismo público 1 ano sem aumento.
Enquanto não se entender como roda a economia, estaremos fadados a instabilidade de 4 em 4 anos.
Pelo menos vou aproveitar oportunidades (Infelizmente).

Reinaldo Almeida
Visitante
Reinaldo Almeida

Leandro ,

Excelente trabalho , material impecável.
Eu como leitor do Clube já â alguns anos , gostaria de ver artigos sobre como os investidores e os poupadores são julgados pela sociedade consumista , entre as criticas , somos chamados de : “mão de vaca” , “pão duro ” , entre vários outros comentários desagradáveis, e de algum modo acaba afetando o psicológico de vários desses poupadores e investidores… Gostaria de ler alguns desses assuntos aqui no Clube para tentar ajudar muitos desses poupadores iniciantes até mesmos os mais experientes , não deixar se influenciar pela massa.

Paulo Cesar
Visitante
Paulo Cesar

Olá Professar Leandro! Mais um artigo irrepreensível, como é de praxe em seu site. Parabéns! Gostaria de sugerir uma abordagem para algum artigo futuro, caso você julgue pertinente: Diante da possibilidade real de ascensão à presidência de um candidato de extrema direita comprovadamente néscio em matéria de economia, quais seriam os riscos iminentes para a macroeconomia brasileira, e, em especial, para os pequenos investidores do TD?

Reinaldo
Visitante
Reinaldo

Saudações, prof. Leandro. Mais um texto muito educativo. É sempre bom discutir assuntos relacionados a finanças. Sonho com o dia que a economia do nosso país esteja bastante fortalecida, com as coisas funcionando. E por falar em avanços nessa área financeira, como você acha que será o dinheiro no futuro? Já vi muita notícia sobre o fim do dinheiro em espécie (como foi em alguns países). Hoje em dia, até mesmo vendedores de pano de prato no semáforo aceitam pagamento em máquina de cartão conectada ao celular. Tb já ouvi que o cartão de plástico irá acabar, com a popularização da tecnologia NFC.

Mário
Visitante
Mário

Ótimo artigo, faltou um p no preparado do último parágrafo.

Fernanda
Visitante
Fernanda

Ótimo artigo Leandro, aprendo muito e o melhor é que continuo aprendendo com os comentários, que são, também, de altíssima qualidade.
Ótima semana !

JP Tesla
Visitante
JP Tesla

Texto muito bom. Prezado Leandro tenho acompanhado muitos sites e visto muitos materiais que incentivam as pessoas a investir e até sugerem produtos tentando chamar a atenção de várias formas para a possibilidade de riqueza. Contudo tenho aprendido com livros e artigos de alguns educadores como você que a riqueza não esta apenas no acumulo, mas principalmente na forma de administrar os recursos que temos. Atualmente tenho grande satisfação em dizer que tenho pequenas sobras no orçamento devido as dividas irrisórias que possuo.
O caminho foi longo e o resultado é visível.

Marcelo Williams
Visitante
Marcelo Williams

Opa Leandro, tudo bem? Você poderia disponibilizar o livro sobre Títulos Públicos também em formado EPUB? Grato.

Lucas
Visitante
Lucas

Eu vi a entrevista do Paulo Guedes na GloboNews, e lá ele diz que havendo um programa de privatização em massa poderia ter uma arrecadação de 2 trilhões de reais – diminuindo muito a dívida pública. Com isso as taxas do tesouro iriam cair?

Magnus
Visitante
Magnus

Olá Leandro. Essa é a primeira vez que eu comento seu artigo. Leio seus artigos já de longa data (1 ou talvez 2 anos atrás). Aprendi muito – verdadeiramente muito – sobre economia, educação financeira e gestão. Agradeço muito pelo seu conhecimento, não só didático, mas de grandeza social, se mais pessoas dedicasse pelo menos alguns minutos diários aos seus artigos, conheceriam a verdade por trás da riqueza e do dinheiro.
Aproveitando, gostaria muito que você comentasse sobre as escolas econômicas. Há diversos artigos que tratam sobre, mas gostaria de ler isso através do seu ponto de vista.

ronaldo
Visitante
ronaldo

Leandro,
Nos titulos atrelados a inflação (IPCA), sabemos que essa “inflação” anunciada pelo Governo não é a mesma que cai em nossos bolsos, já que a inflação real é muito maior. Ainda assim compensa investir em um título atrelado ao IPCA?

Flavio
Visitante
Flavio

Excelente Post Leandro.
parabéns..

Evandro Junior
Visitante
Evandro Junior

O melhor educador financeiro desse país! Sem mais..

Julio
Visitante
Julio

Mais uma vez no ponto certo Leandro, parabéns

O Paulo Guedes na Globonews disse que é favorável a privatizar tudo e com o valor pagar toda a dívida pública interna. Tens ideia do que seria isso na prática? O governo iria recomprar os títulos a valor de mercado (ou antecipar os vencimentos? acho que nem tem respaldo legal pra isso) e assim acabar com a dívida interna?

PS. vocÊ falando aí de ferrovias não pude deixar de lembrar da reportagem sobre a China exibida ontem. Não sei quantas linhas de trem bala e aqui… triste.

Sandra
Visitante
Sandra

Muito bom a matéria. Espero k continue a educar financeiramente pessoas.
Precisamos de vc com todos estes conhecimentos, semeando frutos futuros. Sou sua fã!!!
Abços.

WALTER D AQUINO DA SILVA
Visitante
WALTER D AQUINO DA SILVA

Grande Mestre, sucesso na sua vida e que Deus lhe abençõe sempre!!! Estamos fazendo um Brasil melhor, ao ensinarmos o pouco sobre Educação Financeira que sabemos …. Sou seu pupilo, heheheh

Rodrigo Silva de Farias
Visitante
Rodrigo Silva de Farias

Parabéns, Leandro, excelente explicação. Você é um abençoado por Deus.

keial
Visitante
keial

quando falo pra alguém que é possivel ganhar um pouco mais investindo melhor, as pessoas sempre se animam. Mas quando elas descobrem que precisa de um pouco de dedicação e estudo para isso, o entusiasmo logo se dissipa. É mais comodo irem tocando a vida do modo como ja estão acostumadas.

Maringá
Visitante
Maringá

Leandro,
Primeiro parabéns. Você é um grande explicador. Acompanho há alguns anos, e tenho uma carteira diversificada entre RF e RV. Porém, estou mirando em uma oportunidade no TD no qual o IPCA + passe os 6,5% como aconteceu em 2015, chegando até mesmo em 7%. Sei que esta variação é o “risco Brasil” mas, detalhadamente, não condiz com os demonstrativos 2015/2016/2017 perfeitamente. A questão é, Selic 6,5% e Pré em 12% deveria elevar o IPCA + para 6,5% 7%, não? Continua no 5,5 +-.Como projetar o TD IPCA?

Isaias
Visitante
Isaias

Excelente artigo, como sempre Leandro!
A população realmente não gosta de poupar. Muitas crenças limitante em relação ao dinheiro.
Mas para mim que sempre busquei esse conhecimento do jogo do dinheiro. O seus conteudo e livros é uma fonte de riqueza. Parabens!
Nessa reportagem para onde a poupança futura das pessoas para onde vai.
http://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2018/07/familias-gastam-mais-com-juros-do-que-com-educacao-e-plano-de-saude.html

Joao
Visitante
Joao

Leandro,

Ótimo post, mas fiquei com uma dúvida o gráfico deveria representar 100% da população brasileira ?
Pois se não fiz a conta errada esta totalizando 101%

Andre
Visitante
Andre

Leandro como calcular o melhor para investir por quinze anos, por exemplo
5 por cento mais ipca do tesouro direto uma única vez nio período e portanto com apenas um incidência de ir ou
Três cdbs de cinco anos cada no período com taxa de sete mais ipca e tendo que pagar ir mais vezes . Tem planilha pra isso? Obrigado

Hannes Fischer
Visitante
Hannes Fischer

Top Leandro, e sobre os pequenos bancos confiáveis e seguros onde dá para investir direto no tesouro e outras modalidades, qual você recomendaria?

Ireno Marino
Visitante
Ireno Marino

Olá Leandro, parabéns pelo excelente trabalho. Queria saber se seus livros são formatados de forma compatível com e-readers como kindle. Desde já agradeço.

Daniela
Visitante
Daniela

Leitura obrigatória a todos os brasileiros.

Luciana
Visitante
Luciana

Uma observação importante é que o ganho real é que importa, ou seja, não adianta nada uma taxa Selic de 14% se a inflação é alta também.
Outra coisa absurda é que pagamos IR sobre inflação, como se ela fosse rendimento. Ou seja, o investidor de RF deveria estar muito mais contente agora do que na época de Selic a 14%

Ricardo Correia
Visitante
Ricardo Correia

ótimo artigo parabéns

Luciana
Visitante
Luciana

sobre o vídeo do trem… aqui no Brasil a maioria diria que essa máquina seria uma coisa horrível que tiraria o emprego de centenas de trabalhadores. A mente tacanha do brasileiro sempre tem um pensamento atrasado

Rosana
Visitante
Rosana

Excelente, muito bom entender de finanças. Mas melhor ainda quando você compartilha esse seu conhecimento ajudando muitas pessoas! parabéns Leandro, te admiro muito.

Guiherme
Visitante
Guiherme

òtimo artigo leandro, estou engatinhando , mas aprendo muito a cada dia com os seus artigos, em breve comprarei os seus livros.

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