Aposentadoria em Perigo – Parte 4

Hoje vou mostrar motivos para que você invista em títulos públicos como um complemento para o seu projeto de aposentadoria, reduzindo sua dependência pelos recursos do INSS e de planos de previdência privada.

Já vimos na parte 1, parte 2 e parte 3 que transferir toda a responsabilidade de gerir os recursos da sua aposentadoria para terceiros não é uma boa ideia. Creio que todos precisam ter um “plano B” para o caso desses terceiros falharem no futuro. Vimos nos outros artigos que a previdência social é um sistema insustentável e que os planos de previdência oferecidos pelos grandes bancos são apenas fundos de investimento ruins disfarçados de uma “solução” privada para a sua aposentadoria.

Neste artigo, veremos onde os bancos, fundos de pensão, fundos de previdência e similares investem o dinheiro das pessoas. Você verá que é possível reduzir a participação desses intermediários do seu projeto de aposentadoria, sem elevar riscos, pois você poderá fazer os mesmos investimentos que eles fazem, só que sem remunerá-los por isso. Você não precisa pagar uma instituição que irá parasitar os recursos da sua aposentadoria por décadas.

Dificilmente você encontrará especialistas na imprensa defendendo que devemos cuidar do nosso próprio dinheiro, especialmente quando estamos falando de aposentadoria.

Muitos educadores financeiros renomados se limitam a recomendar que as pessoas paguem o INSS e um plano de previdência privada. Isso ocorre porque só você lucra quando toma a decisão de se reeducar financeiramente para tornar-se capaz  de assumir o controle dos seus investimentos.

Existe uma indústria bilionária de instituições e profissionais dispostos a cuidar do seu dinheiro. Muitos educadores financeiros, defendem planos de previdência por serem pagos para palestrar sobre o assunto. São raros os educadores que falam aquilo que as pessoas deveriam saber, pois temem perder a renda de suas palestras e dos seus programas de treinamento sobre planejamento para aposentadoria.

Tanto o governo, quanto as instituições financeiras, lucram fortunas quando você acredita que eles serão capazes de cuidar do seu dinheiro melhor do que você mesmo.

Diferença entre credor e contribuinte:

Você já deve ter percebido que o governo trata credores e contribuintes de maneira diferente.

O contribuinte é aquele que passa a vida toda pagando impostos, taxas e contribuições, com a esperança de que o governo oferecerá algum serviço público ou benefícios em troca. Exemplos: saúde, educação, segurança, justiça e uma boa aposentadoria. Infelizmente não existe nenhuma garantia e nenhum comprometimento dos políticos de que o seu dinheiro retornará para você na forma de bons serviços.

O credor é aquela instituição ou pessoa, que empresta o seu dinheiro para o governo por livre e espontânea vontade. Esse empréstimo é feito através da compra de títulos públicos emitidos pelo Tesouro. O governo garante a recompra desses títulos, com juros, no futuro. Infelizmente, os trilhões que o governo retira da população todos os anos através dos impostos são insuficientes para investir em saúde, educação, infraestrutura, etc. Para não fechar no vermelho, governos de todo mundo emitem títulos públicos.

Você já deve ter percebido que quando o governo dá um “calote” nos contribuintes (os pagadores de impostos), nada acontece. Quantas vezes você já viu notícias sobre o mau uso do dinheiro dos nossos impostos? O governo arrecada, gasta o dinheiro da pior forma possível e fica por isso mesmo. Muitas vezes, o dinheiro simplesmente é roubado por criminosos que se tornam políticos ou funcionários públicos. Para completar essa tragédia, de quatro em quatro anos, os contribuintes, que também são eleitores, votam nos mesmos políticos que fizeram mau uso dos recursos públicos.

No caso dos credores, a situação é totalmente diferente. Eles não perdoam, não esquecem, não deixam qualquer deslize passar em branco. Isso ocorre porque os grandes credores dos governos não são os contribuintes, pelo menos, não diretamente. Os grandes credores de um país são outros países e instituições financeiras poderosas como grandes bancos, fundos de pensão e fundos de investimentos de atuação global.

Talvez você não saiba, mas o Brasil é o quarto maior detentor de títulos públicos da dívida dos EUA. Só perdemos para a China (que está em primeiro lugar), Japão e Bélgica (fonte). Da mesma forma que temos títulos da dívida de outros países, existem países, grandes bancos e instituições nacionais e internacionais que são os grandes credores do Brasil através da compra dos títulos públicos que o governo emite.

Você provavelmente já ouviu falar nas agências de classificação risco. São instituições independentes que avaliam as contas do governo e suas políticas econômicas para atribuir uma nota de risco aos títulos emitidos por esses países. Os investidores usam esses dados para avaliar qual taxa de juros o governo deveria oferecer para que o risco do investimento em títulos compense.

Isso significa que o governo só consegue dinheiro emprestado, com taxas de juros baixas, se ele conseguir transmitir credibilidade e segurança para os investidores. Os próprios bancos e demais instituições possuem profissionais que estão monitorando as contas públicas, as decisões políticas e econômica que possam elevar ou reduzir o risco de emprestar dinheiro para o governo. Isso impacta as taxas de juros pagas pelos títulos públicos diariamente. Essa situação justifica a constante preocupação do governo em divulgar medidas que melhores as expectativas dos investidores (seus credores) com relação ao futuro da nossa economia.

É fácil observar que o nível de exigência dos credores é bem maior que o nível de exigência dos contribuintes. Os dois estão fazendo a mesma coisa, estão dando dinheiro para o governo esperando alguma coisa em troca. O primeiro recebe juros. O segundo recebe serviços públicos. O primeiro monitora o governo de perto.  O segundo vota e depois esquece em quem votou. O primeiro avalia riscos e exige juros maiores se perceber que o governo não está fazendo o que prometeu. O segundo deixa-se enganar por políticos populistas e depois de quatro anos volta a reeleger as mesmas pessoas que nada fizeram no passado.

A maneira como credores e contribuintes tomam suas decisões resulta em um tratamento diferenciado do governo. As principais diferenças entre credores e contribuintes estão no nível de educação financeira, econômica e política que eles possuem. Não espera que o governo faça alguma coisa para que você saia da sua ignorância financeira, muito menos que os grandes credores (bancos, fundos, etc) façam alguma coisa por você com relação a isso.

Conheça os credores do Brasil:

Regularmente o Tesouro Nacional emite um relatório chamado “Relatório Mensal da Dívida Pública” onde podemos observar quem são os maiores compradores de títulos públicos.

No gráfico acima podemos ver que os maiores credores do governo são instituições de previdência (24,6%) como os fundos de previdência privada, fundos de pensão e RPPS (Regime de Previdência dos Servidores Públicos).

Em segundo lugar estão as instituições financeiras (23,1%) representadas por bancos comerciais, de investimentos, nacionais e estrangeiros, corretoras, bancos estatais e o BNDES.

Em terceiro lugar temos os fundos de investimento (22,1%), que são os mesmos fundos que os bancos oferecem para seus clientes cobrando elevadas taxas administrativas. Eles fazem aquilo que você mesmo(a) poderia fazer se soubesse investir em títulos públicos.

Os não-residentes aparecem em quarto lugar (14,9%). São considerados investidores não-residentes as pessoas físicas ou jurídicas e os fundos ou outras entidades de investimento coletivo com residência, sede ou domicílio no exterior.

O próprio governo fica em quinto lugar entre os que mais compram títulos públicos emitidos pelo Tesouro. Essa categoria é representada por fundos e recursos administrados pela União tais como FAT, FGTS, fundos extramercado, fundo soberano, fundos garantidores, etc.

Em penúltimo lugar estão os “outros” (5,2%). Nessa categoria estão títulos públicos vendidos através do Tesouro Direto e títulos comprados por sociedades de capitalização (títulos de capitalização). Todos os títulos já vendidos pelo Tesouro Direto para pessoas físicas somam apenas R$ 38 bilhões (fonte), que é muito pouco diante de todos os títulos da dívida pública que somam R$ 2,9 trilhões.

Em último lugar temos as seguradoras (4,6%). Quando você faz um seguro de vida, seguro de carro ou até um seguro para sua saúde (planos de saúde) as seguradoras guardam uma parte do dinheiro e ficam recebendo juros até que alguma coisa ruim aconteça com você ou com seu patrimônio.

Os dados acima foram retirados deste relatório e do anexo 2,7 desta planilha disponíveis nesta outra página. Na figura abaixo podemos ver a evolução desses credores. Os valores estão em bilhões. Os títulos públicos vendidos pelo Tesouro Direto representam apenas 1,3% da dívida pública e aparecem somados a outros agentes na categoria “outros”.

Todo seu dinheiro já está com o governo

Observando as instituições que mais compram títulos públicos é possível constatar que todo o seu dinheiro já está nas mãos do governo. O problema é que esqueceram de dizer isso para você. Sempre recebo mensagens e comentários de leitores do Clube dos Poupadores com medo de tirar dinheiro dos bancos, dos fundos de investimento e dos planos de previdência para investir em títulos públicos. Essas pessoas não sabem que grande parte do dinheiro que elas possuem nessas instituições já estão investidos em títulos públicos há muito tempo, só que propositalmente ninguém as informou sobre isso.

Você consegue perceber que essas instituições lucram bilhões todos os anos se colocando como intermediárias entre você e o governo? Você consegue perceber que todo o dinheiro que os bancos usam para comprar títulos públicos é dinheiro dos clientes do banco? Os bancos ainda cobram taxas e tarifas por isso.

Você percebe que os fundos de pensão e de previdência são os maiores detentores da dívida pública porque estão investindo o seu dinheiro em títulos públicos? Os fundos cobram taxas administrativas caras por isso.

Você percebeu que uma boa parte do dinheiro do seu FGTS é investido em títulos públicos? Eles só te remuneram com 3% de juros + TR.

Até o dinheiro que você paga quando faz um seguro do seu carro ou um seguro de vida são investidos em títulos públicos esperando o dia que você irá precisar do seguro. Não tenha dúvida que esses investimentos geram muitos lucros para as seguradoras.

Você um dia achou que todas essas instituições mantinham o seu dinheiro trancado dentro de cofres? Não é isso que acontece! Essas instituições não deixam o seu dinheiro parado nem por um único dia. Ele sempre está rendendo alguma coisa ao ser emprestado para terceiros (empresas e pessoas) ou emprestado para o governo através dos títulos públicos.

Calote da dívida pública:

Após observar quem são os detentores da dívida pública interna e de quem é o dinheiro que eles investem, você consegue compreender que um calote da dívida pública não faz qualquer sentido? O governo pode até dar um calote nos contribuintes, ao cobrar impostos e não devolver serviços públicos de qualidade, mas o calote dos credores é algo que nem mesmos os países com os políticos mais extremistas (antimercado) cogitam fazer.

O calote da dívida interna não costuma ser praticado em nenhuma parte do mundo pelo simples fato de não fazer sentido nenhum.

Imaginar que um calote seria uma boa solução para um problema econômico seria como um médico recomendar a morte do paciente como solução para eliminar os sintomas de uma doença.

Um Estado produz muitos sintomas negativos na sociedade quando toma a decisão de se endividar para continuar gastando mais do que arrecada. Alguns efeitos são a inflação, juros elevados, impostos elevados, etc. A “cura” está no equilíbrio das contas públicas, ou seja, fazer o governo gastar apenas aquilo que arrecada. Você deve entender que o calote da dívida interna seria uma tentativa de resolver os problemas matando o Estado e sua economia.

O dinheiro que as instituições financeiras, fundos de pensão, previdência, seguradoras e o próprio governo (FGTS) utiliza para comprar títulos públicos é o dinheiro da população. Um calote da dívida pública interna significaria um calote em cada brasileiro, incluindo aqueles que por ignorância não compreendem que até o valor do dinheiro que carregam no bolso depende da credibilidade do governo perante os seus credores.

Segurança ao extremo:

Alguns leitores me escrevem solicitando uma opção de investimento para o caso de um calote da dívida pública. Alguns fazem esse tipo de pergunta por não entenderem tudo isso que expliquei até aqui. Só que temos alguns leitores que buscas a segurança extrema. Eles sabem tudo isso que falei, mesmo assim, querem saber o que podem fazer para manter um nível de segurança extrema contra calotes. Para níveis extremos de segurança, você vai precisar adotar estratégias extremas de sobrevivência.

Para eles eu recomendo três coisas.

  1. Compre um bom terreno. Precisa ser grande o suficiente para que consiga plantar todos os alimentos que você e a sua família precisam consumir para sobreviver. A terra precisa ser fértil e será necessário uma fonte de água potável.
  2. Invista em cursos que ensinem a plantar e criar animais. Faça um treinamento de sobrevivência na selva ou assista os programas do Bear Grylls.
  3. Aprenda a produzir seus utensílios domésticos e suas próprias armas. Elas serão necessárias, já que nem todo mundo terá terra, água e alimentos como você. O Estado não terá recursos para garantir sua segurança. No canal do Youtube chamado Primitive Technology, existem dicas preciosas para que você aprenda aquilo que nossos ancestrais sabiam fazer, antes da invenção do dinheiro, comércio e sistema financeiro.

Parece dramático? Basta imaginar o que aconteceria se de um dia para o outro todo o dinheiro das pessoas perdessem o seu valor e todos os serviços públicos fossem paralisados. O resultado seria o mais completo caos, pelo menos no primeiro momento.

Um calote da dívida pública interna quebraria todo o sistema financeiro. O dinheiro que você possui no bolso se transformaria em papel sujo que só teria utilidade no momento de acender a sua próxima fogueira. Sua única preocupação seria encontrar o que comer na próxima refeição. Com sorte, alguém poderia trocar comida por alguma coisa de valor que você possui na sua casa. Certamente as facas da sua cozinha teriam mais valor do que o seu smartphone. Sem dinheiro, todos voltariam a praticar o escambo, até que uma nova moeda fosse criada.

Investimento de risco zero

Todas as instituições financeiras preferem emprestar dinheiro para o governo do que emprestar dinheiro para você ou para qualquer outra empresa por um fato simples de entender. O risco de calote é considerado zero, graças a uma coisa que somente o governo possui. Essa coisa é a máquina de imprimir dinheiro.

Talvez você nunca tenha pensado nisso, mas o governo tem o monopólio da impressão do dinheiro. Ele também tem a capacidade de criar dinheiro a partir do nada, ou seja, sem a necessidade de ter gerado qualquer riqueza que possa lastrear esse dinheiro. Por muito tempo, isso foi uma prática comum. De onde você acha que presidentes como Juscelino Kubitschek tiravam dinheiro para as obras que ele realizou, quando prometeu que iria fazer o Brasil crescer 50 anos em 5? Nos governos militares e durante o governo Sarney, a situação não foi diferente. Dinheiro não era problema enquanto existisse papel e tinta disponíveis.

A consequência da impressão do dinheiro é o aumento da inflação, ou seja, a desvalorização do dinheiro de toda a população. Entender por qual motivo o dinheiro desvaloriza quando você imprimir dinheiro, sem ter gerado nada de valor, é simples. Imagine que você fez uma feijoada para você e sua família. Inesperadamente você recebe a visita de um amigo, justamente no horário do almoço, acompanhado de todos os seus familiares. O que você faz? Você pode colocar água na feijoada. Você vai conseguir aumentar a quantidade de feijoada disponível, mas isso vai enfraquecer a feijoada que já estava pronta. A solução correta seria colocar água e feijão para cozinhar. Imprimir dinheiro sem a sociedade ter gerado riquezas que justifiquem essa produção de dinheiro é o mesmo que colocar água no feijão. Por este motivo alguns chamam a inflação de imposto (imposto inflacionário), pois é uma maneira do governo se apropriar do valor do dinheiro das pessoas sem precisar produzir nada para isso. É mais uma forma de aproveitar a ignorância das pessoas com relação ao funcionamento do dinheiro.

Os bancos e outras instituições não se preocupam quando emprestam dinheiro para o governo por saberem que o Tesouro Nacional, que emite os títulos, é o caixa do governo, ou seja, lugar para onde vai todo o dinheiro dos impostos que ele arrecada. Se faltar dinheiro, o governo aumenta impostos, pois a garantia do Tesouro Nacional é o seu bolso (o bolso dos contribuintes). Se por algum motivo o governo não conseguir aumentar impostos, como ocorre agora, ele simplesmente imprime dinheiro ou adota práticas equivalentes gerando mais inflação. Quando a inflação já está muito elevada e o governo não consegue aumentar impostos por falta de poio político, ele simplesmente começa a cortar despesas, como estão tentando fazer no governo federal e em diversos estados e municípios neste momento.

Em vários estados e prefeituras o governo está demitindo ou atrasando o salário dos servidores por falta de recursos. Existem obras e projetos parados e muitas áreas tiveram corte de recursos. Já que não podem aumentar os impostos dos contribuintes eles vão reduzir o repasse de recursos para os serviços públicos para não prejudicar as expectativas dos credores com relação ao pagamento da dívida.

Você percebeu que os credores possuem prioridade sobre os contribuintes?

Sentimento de culpa:

Já vi alguns leitores do Clube relatando que sentem remorso por terem emprestado dinheiro para o governo através da compra de títulos públicos. Dizem que se sentem culpados pela alta do endividamento público e suas consequências.

Além de não perceberem que já estão emprestando dinheiro para o governo através dos intermediários, remunerados para fazer isso (bancos, seguradoras, planos de previdência, fundos de pensão, fundos de investimento, FGTS, etc.), essas pessoas não percebem um pequeno grande detalhe.

Os juros que você recebe quando investe em títulos públicos são pagos por você mesmo.

Não é o governo que está pagando juros. Lembre-se que o governo não gera riqueza, ele só parasita as riquezas que você gera através do seu trabalho e que são recolhidas pelos impostos que você paga sempre que ganha, gasta ou investe seu dinheiro.

Quando você paga seus impostos, você está oferecendo os recursos que serão usados para pagar os juros dos títulos públicos que você comprou. Isso também vale para os juros que você recebe quando faz investimentos através dos intermediários que investem seu dinheiro em títulos públicos (bancos, fundos, etc).

Com certeza você paga mais impostos por ano do que recebe juros quando investe em títulos públicos. Além do imposto de renda (de até 27,5%) você paga imposto sempre que gasta o seu dinheiro. Para ter o direito de tomar uma cerveja, você é obrigado a pagar 55,6% a mais em forma de impostos. O direito de usar a energia elétrica custa 48,28% de impostos. O preço da gasolina é 56,09% composto por impostos. Sempre que você toma banho paga o equivalente a 29,57% de impostos. Se for água para beber são 37,88% de impostos (veja a lista completa)

Será mesmo que você precisa sentir algum mal-estar ao ser remunerado por emprestar parte das suas economias para o governo? A única coisa que o governo vai realmente fazer, será devolver uma pequena parte de todos os impostos que você paga pelo simples fato de estar vivo e ter nascido no Brasil.

Além de você pagar seus impostos (coisa que nem todo mundo faz), você ainda está abrindo mão de consumir o fruto do seu trabalho imediatamente, para financiar os investimentos do seu país, esperando que esse esforço seja reconhecido através do justo pagamento de juros que nada mais são do que o custo do dinheiro no tempo.

Se o governo faz mau uso dos recursos que você emprestou, isso foge da sua competência. Cabe a você, apenas, fazer boas escolhas no dia das eleições, pagar seus impostos e voluntariamente, se achar compensador, abrir mão do seu consumo imediato para emprestar seu dinheiro para o país.

Como já mostrei, mesmo que você não queira emprestar seu dinheiro de uma forma direta (através do Tesouro Direto), você estará emprestando através dos bancos, fundos de pensão, previdência privada, fundos de investimento, seguradoras, FGTS, que continuarão transferindo seu dinheiro para o governo, goste você disso ou não.

O problema é que ao permitir que esses terceiros invistam seu dinheiro, você perde uma boa parte da rentabilidade, ajudando esses agentes a prosperarem as custas do seu trabalho e, principalmente, às custas da sua falta de educação financeira. Continue lendo.

Presente

Este artigo que você acabou de ler é uma parte do livro digital “Aposentadoria em Perigo” que estou dando de presente para os leitores que adquirem a nossa série de livros sobre Reeducação Financeira e Investimentos. Quanto maior for o número de pessoas conscientes da necessidade de planejar o próprio futuro por meio da educação financeira, menores serão os sofrimentos e problemas financeiros que você irá presenciar na sua vida e na vida daqueles que você mais ama, quando esse futuro chegar. Visite aqui e veja como adquirir os livros.

 

By |21/12/2016|Categories: Aposentadoria|322 Comments

About the Author:

Leandro Ávila é administrador de empresas, educador independente especializado em Educação Financeira. Além de editor do Clube dos Poupadores é autor dos livros: Reeducação Financeira, Investidor Consciente, Investimentos que rendem mais, e livros sobre Como comprar e investir em imóveis.

322 Comments

  1. Edson dos Santos Ribeiro 21 de dezembro de 2016 at 16:43 - Reply

    Parabéns Leandro!
    Admiro muito seu trabalho!
    Estou aprendendo cada dia mais com os seus materiais

    • Leandro Ávila 21 de dezembro de 2016 at 17:04 - Reply

      Obrigado Edson

      • Wilson Muniz 21 de dezembro de 2016 at 20:58 - Reply

        Boa noite, Leandro.

        Eu aprendo muito com o seu material.
        Gostaria de sugerir, você escrever um artigo sobre o déficit da previdência social. Vejo muitas pessoas estudiosas no assunto dizendo que previdência não é deficitária, pois há várias receitas que a financiam, não são só os trabalhadores e os patrões.

        Abraços.

        Wilson Muniz

        • Leandro Ávila 22 de dezembro de 2016 at 8:52 - Reply

          Oi Wilson. Essas pessoas que falam essas coisas são militantes de partidos de extrema-esquerda, e no lugar de esclarecer as coisas, fazem uma grande confusão com os números.

          • Ivan 26 de dezembro de 2016 at 16:51

            Independente de posições políticas, a questão do déficit da Previdência deixa dúvidas. No exemplo que vc usou no artigo 2 de uma poupança mínima de 360 reais mês com Tx de apenas 0,5% pode gerar um valor muitas vezes maior para o contribuinte do que um aposentadoria. Dado está captação tão barata de dinheiro feita pelo governo, como não se consegue financiar a Previdência? O retorno é muitoooo menor para o contribuinte. O Governo pega dinheiro barato por anos e anos e mesmo assim não consegue financiar o déficit.

          • Leandro Ávila 26 de dezembro de 2016 at 18:00

            Oi Ivan. O modelo de previdência que temos hoje funciona como uma pirâmide financeira. O dinheiro que entra é gasto para pagar a aposentadoria de quem já está aposentado. Isso inclui a aposentadoria que é paga para pessoas que nunca contribuíram, aposentadorias fraudulentas, etc.

  2. Jorge Silveira 21 de dezembro de 2016 at 16:51 - Reply

    Parabens, otimo!

  3. Carlos Salomão 21 de dezembro de 2016 at 16:53 - Reply

    “Os juros que você recebe quando investe em títulos públicos são pagos por você mesmo….A única coisa que o governo vai realmente fazer, será devolver uma pequena parte de todos os impostos que você paga pelo simples fato de estar vivo e ter nascido no Brasil.”
    Perfeito artigo. Nunca vi nem tinha observado por essa ótica!!! Totalmente esclarecedor. Obrigado

  4. Eduardo Campos 21 de dezembro de 2016 at 16:58 - Reply

    Muito boa esta sequencia de informações sobre a importância de uma educação financeira.

    Quanto mais pessoas tiverem acesso a este bem tão preciso(conhecimento) melhor seremos e o mundo.

    Grato pela maravilhosa explanação.

    • Leandro Ávila 21 de dezembro de 2016 at 17:14 - Reply

      Oi Eduardo, muito obrigado. A ignorância é a mãe de todas as misérias e de todos os sofrimentos. Só existe uma pessoa que pode fazer alguma coisa para tirar você da sua ignorância. Essa pessoa é você mesmo, ninguém mais. Por isto é importante motivar as pessoas para que criem o hábito de buscar conhecimento em todas as áreas. A financeira é uma delas.

    • Thomas 22 de dezembro de 2016 at 14:42 - Reply

      Realmente Eduardo, o problema é que a maioria nem cogita ler isso, vc passa o link e já respondem , ah sim, verdade, a previdência tá quebrada… mas não leem, nem tem plano nenhum para suas próprias previdências. Repassei para várias pessoas, nenhuma leu.

      Leandro, na Venezuela aqui vizinha é um bom exemplo de como as coisas ficam feias se não soubermos eleger nossos representantes, populismo barato, sai caro! Hoje, lá, quem não é do partido “alto clero” (dependente/defensor dele também) tem que plantar sua comida, vários relatos de gente passando fome no pais todo.

      • Leandro Ávila 22 de dezembro de 2016 at 19:05 - Reply

        O populismo é muito bonito até o dia que o dinheiro acaba.

      • Fátima Souto 24 de dezembro de 2016 at 10:07 - Reply

        Incrível isso, não é mesmo Thomas! Vejo o mesmo… não dão a mínima importância…aí, mais tarde, falam: ah mais você tem sorte! eu hem…

  5. Vanderli 21 de dezembro de 2016 at 17:00 - Reply

    Parabéns Leandro,

    Mais uma vez um ótimo artigo.

  6. JOÃO SEGURA Neto 21 de dezembro de 2016 at 17:03 - Reply

    Leandro,Parabéns pelo artigo.
    Espetacular!!!! Vc consegue passar de forma clara como funciona o sistema econômico e financeiro.
    obrigado por sua colaboração e ajudar quem tiver a fim de aprender, pois nem todos percebem que precisam melhorar.
    Valeu.

    • Leandro Ávila 21 de dezembro de 2016 at 17:16 - Reply

      Oi João, muitas vezes a falta de clareza parece ser proposital.

  7. Joanatan 21 de dezembro de 2016 at 17:11 - Reply

    Sensacional professor.
    O legal em comprar títulos públicos,
    É que isso acaba motivando agente no nosso dia dia.ao ver a nossa carteira de investimentos engordando.
    A vontade é de comprar sempre mais e mais e mais…
    Feliz Natal Mestre,
    e ótimo 2017.

    • Leandro Ávila 21 de dezembro de 2016 at 17:17 - Reply

      Oi Joanatan, obrigado, desejo o mesmo para você e sua família.

    • candida 28 de dezembro de 2016 at 11:38 - Reply

      Verdade. Até o primeiro titulo, a gente morre de medo. Depois vai tomando gosto pela coisa e vira um vício!

  8. Thayani 21 de dezembro de 2016 at 17:13 - Reply

    Mais uma vez Sensacional! Parabéns Leandro, posso dizer que no futuro vou dever o meu sossego a você, que VOCÊ através do seu site me ensinou mais que muito dos meus professores da faculdade. Muito obrigada pelos ensinamentos, muito obrigada pelos esclarecimentos e muito obrigada mesmo por compartilhar seus conhecimentos conosco.

    • Leandro Ávila 21 de dezembro de 2016 at 17:21 - Reply

      Oi Thayani. Fico feliz por ter ajudado de alguma forma. Sempre que possível espalhe o conhecimento entre as pessoas próximas. Vivemos em um país de pessoas carentes de informação e conhecimento. A carência financeira é apenas uma consequência e não a causa primária dos problemas que enfrentamos.

      • Thayani 21 de dezembro de 2016 at 18:08 - Reply

        Já indiquei seu site a muitos amigos meus, e atualmente no facebook vivem me marcando em posts de livros e temas sobre títulos públicos pois sabem que me interesso no assunto e mostra que eles também estão pesquisando sobre, oque me deixa muito feliz.

  9. Claudio Galassi 21 de dezembro de 2016 at 17:15 - Reply

    Parabéns Leandro, por todo o seu trabalho e por essa incrível série de artigos sobre aposentadoria. Gosto muito do sua maneira de falar (escrever) diretamente, sem rodeios, direto no queixo para acordar as pessoas para o fato de que são elas mesmas as culpadas por sua performance medíocre na área financeira – e política também – por que não ? Por isso não me arrependi de adquirir seus e-books, que me ajudaram muito na minha conscientização. Parabéns e força sempre !

    • Leandro Ávila 21 de dezembro de 2016 at 17:25 - Reply

      Oi Claudio. Não tenha dúvida que somos responsáveis pelos políticos que temos, pelos sistema financeiro que temos, pelos problemas que temos. Tudo isso é um reflexo do que passa pela cabeça de todas as pessoas, pois são elas que juntas formam os governos, as instituições financeiras, as instituições reguladoras, etc. Obrigado por investir nos ebooks. São pessoas como você que viabilizam economicamente esse trabalho gratuito no Clube dos Poupadores. Sinta-se responsável por ajudar as pessoas que aprendem com o conteúdo gratuito que produzo.

  10. Alexandre Golfetto 21 de dezembro de 2016 at 17:16 - Reply

    Parabéns por mais este artigo! Explica de um forma clara e didática a dinâmica dos recursos financeiros solapados pelo governo e como podemos minimizarmos isto e utilizar a nosso favor. Forte abraço.

  11. Diogo 21 de dezembro de 2016 at 17:26 - Reply

    Olá Leandro. Excelente artigo e bem esclarecedor! Onde posso encontrar mais informações sobre o funcionamento de compra mensal de títulos do tesouro para aposentadoria? Também já escutei sobre estratégia mista, onde se investe no tesouro IPCA juntamente com tesouro SELIC ( menos riscos caso precise vender antecipadamente). Obrigado!

    • Leandro Ávila 21 de dezembro de 2016 at 17:27 - Reply

      Oi Diogo, devo falar sobre isso no próximo artigo

    • sandro 22 de dezembro de 2016 at 14:34 - Reply

      Acho o TD Selic interessante para emergências, mas para rentabilidade prefiro o TD IPCA e outras aplicações.

  12. João Paulo 21 de dezembro de 2016 at 17:28 - Reply

    Parabéns Leandro, por esse magnífico trabalho.

  13. waive 21 de dezembro de 2016 at 17:29 - Reply

    Muito obrigada! Leandro por mais um ensinamento.sempre indico o seu site para pessoas,dentro do onibus,metro,supermecado etc.Parabens!!!

    • Leandro Ávila 21 de dezembro de 2016 at 17:49 - Reply

      Oi Waive. Muito obrigado por divulgar. Dessa forma você estará ajudando outras pessoas.

  14. cidmar 21 de dezembro de 2016 at 17:32 - Reply

    Parabens, Leandro sempre esclarecedor a pena ´que uma grande maioria faz parte de uma massa de manobra, ancorada pelo marketing instigando a comprar, comprar sem muitas vezes haver a necessidade. Parabéns e um ano de 2017 com muita saúde e sabedoria a você e toda sua equipe.

  15. Clebia 21 de dezembro de 2016 at 17:42 - Reply

    Adquirir seus livros e tomar parte do Clube dos Poupadores foi uma das excelentes escolhas que fiz este ano. Parabéns pelo conteúdo. Aguardo o EBook.

  16. Elias 21 de dezembro de 2016 at 17:51 - Reply

    Grande Leandro

    Fenomenal análise sobre segurança extrema. Nós fazemos parte de um grande sistema, que é feito para nos envolver e nos enganar, de forma a nos tornar “escravos da era modera”, pois quem não cuida de seu futuro terá de viver a velhice de esmolas, seja do governo ou de amigos e parentes. Obrigado por compartilhar mais uma vez seus conhecimentos, você poderia lançar mais aulas sobre o mercado acionário, que também é interessante, pois já li suas aulas e acho que todos os seus seguidores querem mais. Boas Festas, que seu 2017 seja cheio de saúde e paz!

  17. Everton Lima 21 de dezembro de 2016 at 18:04 - Reply

    Esta série de artigos sobre previdência é realmente muito esclarecedora, talvez a mais completa que já li. Depois disso só faz previdência privada quem tem pena dos grandes bancos e quer fazer caridade doando parte de seu dinheiro para eles. Gostaria de deixar aqui a dica pra quem quer se instruir financeiramente: o site bastter.com que possui grande parte de seu conteúdo gratuito. Ele contém milhares de participantes que discutem diariamente por meio de fóruns, artigos e vídeos as melhores opções de investimento em renda fixa (tesouro direto), renda variável, imóveis, entre outros. Vale a pena participar e se informar melhor sobre o que fazer com seu dinheiro.
    Parabéns e uma abraço.

    • Leandro Ávila 21 de dezembro de 2016 at 20:48 - Reply

      Oi Everton, obrigado. Eu não tenho simpatia pela maneira que eles tratam os iniciantes.

      • Felipe Castro 3 de janeiro de 2017 at 14:34 - Reply

        Realmente lá na bastter pegam muito pesado com iniciantes… Mas ainda tem muitas pessoas pacientes dispostas a ajudar por lá, assim como vc faz por aqui, Leandro! Não perca a paciência nunca, pq vc é uma excelente fonte de informação! Parabéns pelo seu trabalho mais uma vez!

  18. Odirlei 21 de dezembro de 2016 at 18:05 - Reply

    Incrível Leandro como vc esclarece tanta informação, parabéns e obrigado.
    Já faço isso preparando minha aposentadoria sem contar com inss (o q vier será lucro), então, sou empregado pago inss, compensa continuar pagando total referente a meu salário, ou pagar só o equivalente ao salário mínimo ? Qual seria saída pra não pagar tanto de inss, fgts, impostos que meu patrão “paga” ( é claro q é descontado indiretamente de mim mesmo),?
    Abr

    • Leandro Ávila 21 de dezembro de 2016 at 20:50 - Reply

      Oi Odirlei. Como empregado você não pode fazer nada para pagar menos INSS, FGTS e os impostos descontados na fonte.

  19. Sandro de Freitas 21 de dezembro de 2016 at 18:09 - Reply

    Leandro, boa tarde.

    Muito bom seu artigo e obrigado por compartilhar conosco.

    Abraço,
    Sandro de Freitas

  20. Uilson 21 de dezembro de 2016 at 18:40 - Reply

    Olá Leandro, belo artigo eu invisto no tesouro direto mas não comprei títulos com vencimento de longo prazo, penso que vai passar muita aguá de baixo dessa ponte, muitas mudanças na politica e na economia pode ser um risco, pensando em aposentadoria seria estritamente necessário ter esses esse títulos com vencimento no longuíssimo prazo.

    Parabéns mais uma vez!

    • Leandro Ávila 21 de dezembro de 2016 at 20:52 - Reply

      Oi Uilson, você também pode usar a estratégia de manter os investimentos com vencimentos curtos. Quanto mais longo o prazo do título, maiores são as incertezas

  21. Jorge Guerino 21 de dezembro de 2016 at 18:47 - Reply

    Leandro,

    No TD, estão disponíveis 10 títulos públicos. Os bancos oferecem dezenas de fundos, cada um com rentabilidade diferente do outro, algumas vezes até maior que no TD. Em relação a títulos de renda fixa, os bancos aplicam 100% dos recursos dos cotistas em TD, ou tem outros ativos na composição do fundo?
    Abraço

    • Leandro Ávila 21 de dezembro de 2016 at 20:54 - Reply

      Oi Jorge. São centenas de fundos onde todos são muito parecidos. Você pega os fundos DI de um determinado banco, todos são iguais e a únca coisa que muda é a taxa administrativa e o valor mínimo exigido para entrar no fundo. Quanto menor o valor, maior a taxa. No final das contas esses fundos costumam ser fundos de fundos que por sua vez compram títulos públicos. Alguns fundos de renda fixa também investe em títulos privados como CDB, LCI, LCA e existem fundos que são chamados de multimercado que podem investir parte em renda fixa e parte em renda variável.

  22. Fagner 21 de dezembro de 2016 at 18:52 - Reply

    Cada artigo melhor do que o outro!!!
    Deixo aqui também a minha opinião, ler cada artigo produzido pelo senhor e torná-se livre desse sistema corrompido por maus políticos, funcionários públicos e privados… Estou buscando deixar de ser um devedor primeiramente para me aprofundar mais e mais na área de poupar e investir…. Parabéns professor!!!

  23. Thiago Costa 21 de dezembro de 2016 at 19:02 - Reply

    Digo e repito, sou um grande admirador do seu trabalho, parabéns!
    Eu sempre que recebo conteúdos ricos como este encaminho de forma imediata para meus amigos e familiares, ainda com algumas observações e alertas para que eles possam dar mais atenção, mas o que realmente sinto é que somente 1% das pessoas que envio, fazem a leitura… A educação financeira neste Pais me deixa muito triste, ainda mais percebendo o forte e natural desinteresse sobre o tema por parte da população.

    Estes 4 artigos foram excelentes para abrir ainda mais meus olhos Leandro, novamente muito obrigado pelas suas contribuições!

    Um grande Abs.

    Att

    Thiago Costa

    • Leandro Ávila 21 de dezembro de 2016 at 20:57 - Reply

      Muito obrigado por compartilhar e por abrir os olhos!

  24. Thiago Oliveira 21 de dezembro de 2016 at 19:07 - Reply

    Olá Leandro
    Você mencionou que as próprias empresas que contratamos para fazer nosso seguro de vida, de carro, saúde, etc. Investem no Tesouro Direto. Não seria melhor então, ao invés de nós pagarmos esses seguros, nós mesmos nos segurarmos investindo diretamente no Tesouro? Ou existe alguma vantagem em fazer seguros de vida, de carro, etc.?

    Obrigado

    • Leandro Ávila 21 de dezembro de 2016 at 21:00 - Reply

      Oi Thiago. Para isso serve aquilo que chamamos de reserva de emergência. Você pode ter reservas para enfrentar a situação de ter um carro roubado. Pode ser que durante toda a sua vida você nunca tenha um carro roubado ou pode ser que ocorra uma ou mais vezes. Um seguro de vida é útil para quem tem família, filhos e literalmente não tem onde cair morto. Se a sua morte significar grande sofrimento para sua família, por falta de patrimônio e reservas, pode ser que o seguro ajude pois na prática, o que você estará fazendo é vendendo para o seguro o risco de ele ter que assumir uma responsabilidade que é sua.

      • Danilo 27 de dezembro de 2016 at 22:20 - Reply

        Não entendi a resposta, pois uma reserva de emergência não cobriria o prejuízo de ter um carro roubado ou de perda total em um acidente estando o veiculo sem seguro.

        • Leandro Ávila 29 de dezembro de 2016 at 12:09 - Reply

          Oi Danilo. Isso depende de quanto você tem investido. Se o carro que você tem é mais caro do que suas reservas financeiras, isso é um sinal negativo de que você está investindo muito do seu patrimônio ao comprar carros. Se o seu maior patrimônio é um carro, você tem um problema.

  25. Fernando 21 de dezembro de 2016 at 19:11 - Reply

    Leandro, excelente o artigo. Muitas coisas que vc mencionou eu não sabia. Continue assim; com este site eu tenho aprendido muito. Abraços,

  26. Alex 21 de dezembro de 2016 at 19:24 - Reply

    Muito obrigado Leandro pelo seu tempo e esforços em tentar educar a todos que querem aprender sobre finanças. Leandro, gostaria que você me tirasse uma dúvida:Quando vc tem um título que paga juros semestrais, ou qualquer outro título, e o tesouro recompra esse título de voce, esse título acaba naquele momento, ou o governo agora passa a receber os juros até 2035 (ntn-b com juros semestrais), e por que no novo extrato não aparece mais os dias corridos desde a compra? Desde já sou muito grato pelo o seu tempo que vc dedica a todos nós.

    • Leandro Ávila 22 de dezembro de 2016 at 8:22 - Reply

      Oi Alex, o título é um documento que representa uma dívida entre você e o governo. Não faz sentido o governo receber os juros que ele mesmo paga. Certamente o título será oferecido para outra pessoa. Não sei por qual motivo retiraram a informação, mas é fácil calcular. Se você usa o windows existe uma calculadora no windows. Na parte de opções da calculadora é possível selecionar diversos tipos. Um desses tipos é a calculadora de datas.

    • sandro 22 de dezembro de 2016 at 14:53 - Reply

      Ou coloca a data atual e inicial na sua planilha de acompanhamento de aplicações, o excel tem uma função que atualiza a data atual toda a vez que abre o arquivo.

  27. Tadeu 21 de dezembro de 2016 at 19:26 - Reply

    Só artigo top.

    Leandro, as taxas da maioria dos países estão próximas de zero. O Brasil é que está com sua taxa elevadíssima com previsão de redução da taxa para os próximos anos. Em 2017, com a inflação próxima da meta de 4,5%. A minha dúvida é: Sei que um dos mecanismos que o governo usa para controlar a inflação é pela taxa selic, mas há o risco da taxa real ser zero ou negativa no Brasil?

    • Leandro Ávila 22 de dezembro de 2016 at 8:29 - Reply

      Oi Tadeu. No dia que o governo tratar as contas públicas com seriedade, no dia que a corrupção na nossa sociedade deixar de ser a regra e passar a ser a exceção, no dia que as pessoas tiverem um nível maior de educação, especialmente a educação financeira, moral e ética, no dia que as pessoas aprenderem a votar, no dia que as pessoas tiverem mais liberdade para empreender, que os monopólios e oligopólios que o estado mantem forem reduzidos, etc, etc, etc… teremos juros compatíveis com aqueles praticados em países de primeiro mundo. Mudar tudo isso vai levar um bom tempo.

  28. Wilson Komatsu 21 de dezembro de 2016 at 19:31 - Reply

    Leandro:

    Parabéns por esta série de artigos. Aguardo o ebook para poder distribuir a amigos e conhecidos. E Feliz Natal e Ano Novo você a aos seus.

  29. Daniel Mendes 21 de dezembro de 2016 at 19:33 - Reply

    O melhor dos 4 artigos até agora, Obrigado!

  30. Ivana 21 de dezembro de 2016 at 19:54 - Reply

    Olá, Leandro,

    Muito obrigada por esse artigo tão esclarecedor. Eu era uma dessas pessoas que achava errado e me sentia culpada em emprestar dinheiro para um governo, que há muito não usa o dinheiro dos títulos para investimentos, mas para pagar juros sobre juros, rolando assim a sua dívida. Mas como você disse em qualquer lugar que eu investir estarei indiretamente fazendo isto. Melhor então beber direto da fonte.

    • Leandro Ávila 22 de dezembro de 2016 at 8:35 - Reply

      Oi Ivana. Se você não investir seu dinheiro em títulos públicos, pode ter certeza que os outros vão investir para você e ainda vão cobrar caro para fazer aquilo que você poderia fazer livremente. Outra coisa que você deve ter em mente é que o governo está apenas devolvendo uma parte pequena da grande quantidade de dinheiro que você já entrega para ele todos os anos no momento em que ganha seu dinheiro, quando gasta e até quando investe. Passamos grande parte da nossa vida trabalhando apenas para pagar impostos diretos e indiretos. Quando você empresta dinheiro para o governo você está investindo no desenvolvimento do seu país. Isso deveria ser um motivo de orgulho e não de culpa.

      • Júlio 22 de dezembro de 2016 at 14:32 - Reply

        É verdade Leandro,

        além do mais, ainda vai ter o IR sobre o rendimento dos títulos. Some-se a isso a enorme carga tributária sobre tudo o que consumimos (deverias deixar o link http://especiais.g1.globo.com/economia/2015/quanto-pagamos-de-impostos/ fixo na sua página para que todos tenham consciência disso) e concluímos que só mesmo muita incompetência e corrupção para deixar o país na situação em que se encontra.

  31. Armando 21 de dezembro de 2016 at 19:57 - Reply

    Leandro, você escreve de um jeito que fica fácil de entender. Só tem um ponto em que meu pensamento entra em parafuso.

    Como a inflação seria uma forma de imposto? Pelo que entendi em outro artigo seu a inflação seria uma forma do governo tornar o dinheiro barato, é isso? Mas se a inflação é alta, os juros da dívida sobem também.

    • Leandro Ávila 22 de dezembro de 2016 at 8:43 - Reply

      Oi Armando. Quando o governo produz dinheiro a partir do nada, ou seja, sem que alguém tenha criado um novo produto, sem que alguém tenha prestado um serviço, sem que alguma coisa de valor tenha sido gerada, esse novo dinheiro que foi criado enfraquece o poder de compra do dinheiro de todos os brasileiros. Observe que o valor que deixou de existir em cada nota de 100,00 está concentrado em um pedaço de papel novo que o governo imprimiu em uma máquina e que agora irá usar para pagar suas contas. Esse dinheiro entrará no sistema e vai gerar uma demanda por produtos e serviços. Esses produtos e serviços disponíveis no sistema são exatamente os mesmos que existiam antes deste dinheiro novo ter sido criado. O aumento da demanda ou da disputa dos consumidores pelos mesmos bens e serviços faz o preço de todos os produtos e serviços subirem. É como o exemplo do feijão. Você pode produzir uma quantidade infinita de feijoada colocando água na feijoada. Ao fazer isso você faz a feijoada perder o seu valor, pois um prato da feijoada aguada vale menos que o prato de feijoada antes de colocar água. Quando o dinheiro das pessoas desvaloriza isso é bom para o governo pelo fato dele ser o maior devedor do país. Ninguém, nenhuma entidade deve tanto em reais que o governo.

  32. Ivo Fontes 21 de dezembro de 2016 at 20:01 - Reply

    Parabéns Leandro, como tantos outros, mais um artigo bem esclarecedor! Adquiri seus livros e recomendo à todos, realmente nunca tinha percebido toda essa engenhosidade que é o mercado financeiro! Depois da leitura dos livros percebi quanto eu era ignorante em relação à educação financeira, apesar de fazer parte da minoria que não tem dívidas.
    Desejo um próspero ano novo para você e todos os seus leitores! Que 2017 seja repleto de bons artigos como foi nesse ano.
    Um abraço e tudo de bom!

    • Leandro Ávila 22 de dezembro de 2016 at 8:44 - Reply

      Oi Ivo, obrigado pelo apoio. Quanto mais eu aprendo sobre o sistema, mais ignorante percebo que sou. Espero poder compartilhar muito mais no próximo ano.

  33. Adauto 21 de dezembro de 2016 at 20:45 - Reply

    Como sempre excelente artigo,
    Um Feliz Natal pra você e toda a sua família e um ótimo 2017, você merece

    • Leandro Ávila 22 de dezembro de 2016 at 8:44 - Reply

      Obrigado Adauto, desejo o mesmo para você e sua família.

  34. Edilanio Carlos 21 de dezembro de 2016 at 20:47 - Reply

    Leandro, novamente fantástico. Acompanho muitos sites sobre educação financeira, mas vejo que alguns estão querendo mesmo é vender o peixe. Kkkk. Mas vc não. Obrigado. Aprendi muito esse ano com vc. Está nos meus planos adquirir seus livros pròximo ano, visto que ainda não deu. Quero ter cada vez mais conhecimentos. Um feliz natal e um próximo ano cheio de realizações pra vc. Um abraço.

    • Leandro Ávila 22 de dezembro de 2016 at 8:48 - Reply

      Oi Edilanio, eu não vendo peixe, mas vendo manuais que ensinam você a pescar. Entendo que nem todos os leitores estão prontos para aprender a pescar. Quanto estes leitores estiverem prontos, quando entenderem o valor do conhecimento, perceberão que todo e qualquer investimento no seu próprio desenvolvimento possui preço insignificante, meramente simbólico, diante do valor que é aprender a pescar.

  35. anderson 21 de dezembro de 2016 at 20:52 - Reply

    Parabéns Leandro! Esta séria serie é espetacular! Em cada artigo um novo aprendizado e uma nova reflexão.
    Após 30 anos de vida é que minha ficha caiu para a questão financeira. Sempre fui um ignorante. Agora estou me esforçando para me redimir e, com materiais dessa qualidade, certamente vou conseguir.
    Obrigado!

  36. Felipe 21 de dezembro de 2016 at 21:21 - Reply

    Ótimo artigo de utilidade pública … invisto e faço propaganda dos títulos do Tesouro para conhecidos desde 2005 … mas parece que somente agora as pessoas estão acordando … seus artigos tem contribuído muito neste processo, parabéns …

  37. Fabio Oliveira 21 de dezembro de 2016 at 21:41 - Reply

    Cara… não tenho palavras pra expressar minha gratidão a você pelos textos maravilhosos que tem escrito! Eles fizeram cair a ficha em mim… finalmente! 🙂 Hoje me convenci a comprar teu ebook! Você precisa continuar nessa missão… e eu faço questão de dar mais essa contribuição, já que também tenho compartilhado com amigos e parentes o que tenho aprendido com você! Pena que a maioria das pessoas não dá bola pra esse assunto! Parabéns e que o Eterno te abençoe e recompense!

    • Leandro Ávila 22 de dezembro de 2016 at 8:59 - Reply

      Oi Fabio. Muito obrigado pelo seu apoio. Você está ajudando a manter esse projeto e ajudando a fazer a ficha cair em milhares de pessoas que visitam o site todos os dias. São milhões de brasileiros que precisam acordar para que possam assumir o controle de suas vidas. É uma luta contra o tempo.

  38. Carla D'ávila 21 de dezembro de 2016 at 21:43 - Reply

    Prezado Leandro, gostaria muito de te agradecer por compartilhar tanto conhecimento conosco. Seu site vem me ajudando muito, pois, agora, consigo enxergar as armadilhas financeiras do dia a dia. Já perdi muito investindo errado, como nas fazendas reunidas Boi gordo e também comprando ações da Petrobras que desvalorizaram 60%. Acreditava em tudo que ouvia. Comprei seu livro sobre imóveis e gostei muito. Pretendo comprar outros. Gosto da forma como vc transmite as informações, sempre objetivo e neutro. Parabéns novamente pela generosidade em compartilhar tantas horas de estudo. Feliz Natal para voce e sua família! Abraço

  39. Kleber 21 de dezembro de 2016 at 21:45 - Reply

    Obrigado Leandro! Como sempre outro artigo top, os teus artigos tem mais informações que a maioria dos livros de educação financeira que existe em nosso país.

  40. Victor Vianna 21 de dezembro de 2016 at 21:49 - Reply

    Leandro, gostaria de deixar o meu mais profundo agradecimento. Todo seu conhecimento repassado aqui é de grande utilidade para sairmos da ”caverna” que é esse sistema. Eu acredito que suas análises já o tornaram um grande ícone a ponto de incomodar várias pessoas, não?

    • Leandro Ávila 22 de dezembro de 2016 at 9:08 - Reply

      Oi Victor. Pela quantidade de propostas que já recebi de instituições financeiras querendo patrocinar o Clube dos Poupadores, já deu para sentir que é através desses dinheiro que eles controlam o conteúdo que os autores escrevem. Felizmente o Clube dos Poupadores é financiado pela venda dos meus ebooks e cursos de outros autores independentes que recebem meu apoio. Isso me garante uma liberdade que muitos educadores financeiros não possuem por dependerem do patrocínio das instituições.

      • Fábio Bastos 22 de dezembro de 2016 at 13:42 - Reply

        Sempre firma nas suas convicções.

  41. André Nunes 21 de dezembro de 2016 at 22:05 - Reply

    Excelente artigo Leandro! Sou muito grato por um dia ter encontrado o clube dos poupadores e ter aprendido muito por meio dos seus artigos e livros! Continue nesse caminho para ajudar muito mais pessoas como me ajudou! Grande abraço!

  42. Guilherme 21 de dezembro de 2016 at 22:57 - Reply

    Parabéns novamente por mais um capítulo da série, Leandro!

    O momento mais do que nunca é propício diante de tanta desinformação da nossa população sobre esse tema que vai pautar o ano que vem!

    Boas festas!

  43. Jean 21 de dezembro de 2016 at 23:02 - Reply

    Sensacional! Parabéns pelo excelente material sobre previdência. Sempre com conteúdos de qualidade, tenho me aperfeiçoado aqui. Obrigado pelo competente trabalho!

  44. Eder 21 de dezembro de 2016 at 23:04 - Reply

    Muito obrigado Leandro por disseminar seu conhecimento nos tirando da ignorância e assim contribuindo com um futuro melhor a todos que põe em prática essas informações.

  45. Wellington 21 de dezembro de 2016 at 23:07 - Reply

    Como sempre parabéns pelo excelente texto! Feliz Natal pra vc é família! Abraços!

  46. Wilson Junior 21 de dezembro de 2016 at 23:19 - Reply

    Que artigo incrível, posso afirmar que foi um dos melhores artigos que já li na minha vida, independente do tema ou assunto. MUITO bom mesmo, já invisto em títulos públicos há um tempo, sempre gosto de ler sobre, estudar os mais variados investimentos em renda fixa, mas ainda assim, aprendi muita coisa em tão pouco tempo lendo esse artigo. Estou surpreso por um conteúdo de tanta qualidade. Já imaginava que seria um baita de um artigo, mas não tanto assim, estou surpreso. Leandro Ávila você é o educador financeiro que mais admiro, sem dúvida, é o melhor, consegue explicar detalhadamente os assuntos abordados de foma tão simples, dando vários exemplos e fontes. Incrível mesmo. Parabéns. Estou sempre divulgando o seu trabalho sensacional para as outras pessoas. Muito obrigado por dedicar seu tempo e por nos disponibilizar esses conteúdos muito valiosos para todos nós brasileiros. Muito obrigado.

    • Leandro Ávila 22 de dezembro de 2016 at 9:11 - Reply

      Oi Wilson, muito obrigado por divulgar, isso torna o conteúdo ainda mais útil e valioso.

  47. Marcia Marin 21 de dezembro de 2016 at 23:23 - Reply

    Assim como outros já disseram, devo a ti minha aposentadoria no futuro. Há dois anos fui pesquisar sobre previdência privada, indicada por um educador financeiro e me deparei com teu artigo, detonando esse tipo de aplicação. Daí pra frente, leio tudo que escreve e já tenho bastante conhecimento em Tesouro direto. Agora estou até me arriscando em renda variável. Muito grata. Vida longa a ti.

  48. Bruno 21 de dezembro de 2016 at 23:44 - Reply

    Ótimo artigo Leandro! Já repassei no Face e vou continuar indicando para que mais pessoas se preparem para o que está por vir…

  49. Thales 21 de dezembro de 2016 at 23:59 - Reply

    Interessante isso. E eu achava que a maior parte da dívida estava com as instituições financeiras, quando, na verdade, está com pessoas assim como eu e você. As instituições só administram o dinheiro, delas mesmo são só 23% da dívida. Isso que dá eu acreditar em panfletos de gente fanática politicamente. Obrigado, Leandro.

    • Leandro Ávila 22 de dezembro de 2016 at 9:21 - Reply

      Oi Thales. As instituições financeiras investem o dinheiro das pessoas. Elas ficam no meio do caminho, funcionam como uma ponte entre o governo e a sociedade. No meio dessa ponte as instituições cobram um pedágio. Quando você investe em títulos públicos através do Tesouro Direto, também existe um pedágio e uma instituição no meio do caminho, pois o Tesouro Direto é o resultado de uma parceria entre o Tesouro Nacional e a BM&FBOVESPA. Como tudo que a BM&FBOVESPA oferece ao público depende das corretoras (que ficam na linha de frente) acaba que o Tesouro Direto não é tão direto assim. Só que o custo de usar a “ponte” da BM&FBOVESPA para adquirir os títulos é de 0,3% ao ano. Algumas corretoras não cobram taxas. Já quando você investe por meio de um fundo de investimento, de um fundo de pensão ou pela corretora de um grande banco, o pedágio é muito maior. A grande verdade é que a sociedade é o maior credor do governo. As instituições financeiras são a ponte e o cobrador de pedágio. Já os fanáticos deveriam estudar mais, pois estão sendo utilizados, transformado naquilo que chamam de massa de manobra

  50. Rogério Lima 22 de dezembro de 2016 at 0:35 - Reply

    Olá Leandro, primeiro quero agradecer por essas informações tão esclarecedoras , tenho acompanhado suas publicações e hoje pude provar o que estou aprendendo fui no meu banco e o gerente me chamou e me ofereceu algumas aplicações quando comecei a questionar sobre os produtos oferecidos ele acabou desistindo.
    Obrigado vou , sem dúvida, contínuar a me informar cada vez mais
    Abraço!!

    • Leandro Ávila 22 de dezembro de 2016 at 9:22 - Reply

      Oi Rogério. Parabéns! Transforme isso em um bom exemplo para contar entre seus amigos e parentes. É através desses bons exemplos que despertamos o interesse das pessoas próximas e assim elas também irão buscar o conhecimento.

  51. Delmo 22 de dezembro de 2016 at 0:38 - Reply

    Leandro, ótimo post com muita riqueza de detalhes. Parabéns!!! Precisamos realmente saber se queremos ser credores (gerando nossa riqueza) ou contribuintes (gerando riqueza para o governo).

    • Leandro Ávila 22 de dezembro de 2016 at 9:27 - Reply

      Oi Delmo. Para ser contribuinte basta nascer e ter um CPF. Ser credor é opcional e basta que as pessoas se preparem para isso.

  52. Edson 22 de dezembro de 2016 at 1:23 - Reply

    Leandro, mais um artigo no estado da arte! Parabéns!
    Mas tenho uma pergunta: Certamente o governo não irá aplicar nenhuma forma de calote nas instituições financeiras ou grandes investidores, isso seria um tiro no pé, claro… Mas o simples mortal é totalmente impotente para reagir caso o governo decida aplicar um golpe nas pessoas físicas ou pequenos investidores individuais, ainda que seja detentor de um cnpj.
    Em um cenário favorável, o governo poderia admitir a dívida e admitir pagar “quando” for alocado recurso para isso, que poderia não acontecer, visto que nossos políticos “gargalham” do povo. Existem casos de dívidas da União que já foram pacificadas pelo STF e até hoje não foram pagas.
    Baseado em sua experiência e conhecimento isso não seria um risco? É viável o cidadão comum confiar em seus governantes? Não existe a possibilidade de o governo, simplesmente, com uma “canetada”, reconhecer a dívida com os pequenos e “prometer” pagar “quando” tiver recursos?

    • Leandro Ávila 26 de dezembro de 2016 at 6:44 - Reply

      Oi Edson, calote seletivo é calote da mesma forma, abalaria todo o sistema financeiro e isso já seria suficiente para o caos. Tudo é uma possibilidade por mais absurda que seja, até a necessidade de plantar sua própria comida para sobreviver no futuro é uma possibilidade. É uma questão de escolha de cada um considerar as coisas menos prováveis ou as mais prováveis. No Brasil existem partidos de extrema-esquerda que defendem abertamente o calote da dívida pública e a estatização de vários setores da economia. Existem muitos brasileiros que apoiam a ideia (muitos por ignorância, alguns por má-fé mesmo). É impossível ter absoluta certeza de que um partido desse tipo jamais chegará ao poder. Por isso é impossível saber se um dia, no futuro, alguém dará “canetadas” para destruir o sistema financeiro da maneira como conhecemos hoje. A probabilidade é pequena, mas nada neste mundo é impossível.

  53. Fábio 22 de dezembro de 2016 at 2:18 - Reply

    Olá Leandro !
    Muito bom este material , fácil em compreender .
    Parabéns pelo trabalho.
    Abs
    Fábio

  54. Mauricio 22 de dezembro de 2016 at 7:14 - Reply

    Muito bom Leandro, você foi direto ao ponto!! Pra que dar dinheiro aos bancos? Acho que como tudo na vida a primeira vez é mais difícil, mas depois que qualquer um aplicar no Tesouro Direto nunca mais vai querer investir através do gerente do banco. Boas Festas!!

    • Leandro Ávila 22 de dezembro de 2016 at 9:28 - Reply

      Oi Mauricio, sustentar os bancos é o preço da desinformação. Custa caro.

  55. Dema 22 de dezembro de 2016 at 7:32 - Reply

    Excelente serie de artigos. E para os investidores moderados deixo a dica, alem dos Títulos Públicos, as Debentures incentivadas, CRA – Certificado Recebíveis do Agro negócio e CRI, todas isentas de IR e de empresas solidas são boa alternativa de R.Fixa agora com a queda da Selic, ainda que estão fora do FGC.

    • Leandro Ávila 22 de dezembro de 2016 at 9:29 - Reply

      Oi Dema, só destaco a importância de saber escolher bem a debênture, pois neste caso estamos emprestando dinheiro para uma empresa privada e os riscos de calote existem. CRA e CRI também possuem um risco maior.

  56. Leonardo 22 de dezembro de 2016 at 7:45 - Reply

    Muito bom Leandro.
    Gostaria de agradecer sua influência positiva em minha vida nos últimos anos.
    Quanto ao artigo, entendo que o exemplo do terreno seja algo extremo, mas confesso que nunca deixei meu pai vender seus modestos 3 alqueires de terra (+/- 250 mil reais) pois meu lado pessimista sempre pensou que algo similar pudesse acontecer no futuro. Mas entendo também que isto seja um tanto utópico, já que se esta situação chegasse a acontecer não seria fácil ‘defender’ uma área produtiva e com água potável por muito tempo.
    Abraços e abençoado final de ano!

    • Leandro Ávila 22 de dezembro de 2016 at 9:36 - Reply

      Oi Leonardo. Nos EUA existe um grande mercado, empresas que vivem de produzir e vender soluções para pessoas que querem se defender até de ataques nucleares, impacto de meteoritos e epidemias globais (ataque zumbi). Olhando a história da humanidade a única certeza que temos é que nenhum sistema dura para sempre e nenhum império dura para sempre. As mudanças boas e ruins fazem parte do jogo da vida.

  57. Natália 22 de dezembro de 2016 at 7:54 - Reply

    Leandro,

    Não posso deixar de comentar. Sou portuguesa e apesar de a situação do meu país ser bastante diferente da do Brasil, nomeadamente em relação aos juros (suponho que ficarão surpresos em saber que tenho um crédito para habitação com juro anual de 0,4% e embora atualmente aqui os juros sejam um pouco mais altos para quem faz novos contratos nunca atingem os valores exorbitantes que eu leio aqui mesmo nos comentários dos leitores) sigo o seu blog, que eu considero o melhor (sem favor) dos que existem na blogosfera, precisamente porque os seus ensinamentos valem para todos.
    Sempre aprendo e aguardo mais e mais artigos seus, mesmo que muitos tratem de situações que não se podem replicar aqui.
    Tenho a dizer que é verdadeiro SERVIÇO PÚBLICO e dos melhores, aquele que você faz. Artigo de qualidade verdadeiramente excecional, espero sinceramente que atinja o maior número de pessoas possível.
    Um grande Obrigada.
    Boas Festas e um próspero 2017!

    • Leandro Ávila 22 de dezembro de 2016 at 9:40 - Reply

      Oi Natália, muito obrigado. Espero que um dia o Brasil tenha taxas de juros baixas e com isso as pessoas possam aprender a investir de outras formas, especialmente o investimento produtivo e empreendedorismo.

  58. mpamael 22 de dezembro de 2016 at 7:54 - Reply

    Parabéns novamente pelo artigo! Leandro, eu li em algum lugar que tem como vender o título antes do prazo e ainda ter um retorno maior do que se fôssemos esperar o vencimento. Você poderia falar um pouco sobre isso ou tem algum artigo tratando do assunto?

    Agradeço desde já!

    • Leandro Ávila 22 de dezembro de 2016 at 9:41 - Reply

      Oi Mpamael. Isso é possível quando você investe em títulos indexados pela inflação (Tesouro IPCA) e Tesouro Prefixado. Recomendo que leia os artigos que já escrevi sobre esses dois títulos para entender como eles são precificados.

  59. Mariana Rosa 22 de dezembro de 2016 at 8:16 - Reply

    Parabéns pelo seu trabalho Leandro, outro artigo excelente.
    Sua forma de comunicação simples, direta e cheia de exemplos, aliada às planilhas disponibilizadas (sem custo!) torna a educação financeira acessível a muitas pessoas. Você presta um serviço realmente valioso, obrigada.
    O Clube dos Poupadores tem contribuído bastante para minhas decisões financeiras. Admiro muito seu trabalho.

    • Leandro Ávila 22 de dezembro de 2016 at 9:42 - Reply

      Obrigado Mariana, fico feliz por ter ajudado de alguma forma.

  60. Clóvis Augusto 22 de dezembro de 2016 at 8:20 - Reply

    Muito bom seu artigo, cada vez curto mais fã do seu trabalho.
    Uma pequena dúvida, se rodar um calote, vc não consegue esperar tudo se acalmar para cobrar o investimento no TD? Afinal a BMF envia a vc um protocolo de compra de titulo.
    Obrigado pelas sabias palavras

    • Leandro Ávila 22 de dezembro de 2016 at 9:47 - Reply

      Oi Clóvis. Os únicos partidos políticos que defendem o calote são partidos de extrema-esquerda. Eles defendem uma revolução para transformar o Brasil em um país socialista/comunista. Eles defendem coisas como a estatização de todo o sistema financeiro. Certamente a BM&FBOVESPA deixaria de existir da forma que conhecemos hoje. Muitas leis e a própria constituição brasileira deixaria de existir da forma que conhecemos hoje.

  61. Anesio 22 de dezembro de 2016 at 8:43 - Reply

    Leandro Parabéns pela iniciativa em trazer informações com qualidade para o povo.
    E sem nenhum custo.
    Se todos tivessem esse seu pensamento em ajudar , na verdade eu acho que isso deveria ser ensinado na escola desde pequeno.
    Um grande abraço.

    • Leandro Ávila 22 de dezembro de 2016 at 9:49 - Reply

      Oi Anesio muito obrigado. Existem custos, mas eles são pagos pelas pessoas que gentilmente adquirem meus ebooks (livros) e permitem que o projeto se mantenha gratuito.

  62. SARA MESQUITA COZZOLINO 22 de dezembro de 2016 at 8:47 - Reply

    Show! Texto altamente didático, de fácil compreensão! Ver o gráfico e tabela desse artigo, simplesmente abriu uma cortina diante dos meus olhos! Já tinha uma idéia de onde ia parar o dinheiro sob tutela das instituições financeiras, mas nunca parei para pensar sobre a existencia dessa totalidade, ou seja, nunca tinha levado em consideração as corretoras e seguradoras entre outros, conforme mostrados na planilha acima. Enfim, parabéns mais uma vez, não só pelas informações, mas pelo dom em transmitir de forma tão compreensível até para os mais leigos! Muito obrigada!

  63. Ricardo 22 de dezembro de 2016 at 9:11 - Reply

    Leandro, acompanho seu site e concordo muito com suas idéias. Apenas acho que a previdência possui uma vantagem no que se refere a separações e pedidos de falência. Os títulos não possuem essa segurança. Acredito esta ser uma informação válida para alguns casos. Eu, particularmente, prefiro os títulos privados pelo fato de ser novo e aceitar mais risco, mas, no futuro, para uma eventual aposentadoria, focarei nos títulos públicos.
    Parabens pelo trabalho

    • Leandro Ávila 22 de dezembro de 2016 at 9:53 - Reply

      Oi Ricardo obrigado pelo comentário. Acho que para enfrentar separações e falências as pessoas deveriam se preparar de outras formas.

  64. Christiano 22 de dezembro de 2016 at 9:17 - Reply

    Olá Leandro – excelente e conciso artigo, mostrando claramente a inter-relação de governo, população e instituições financeiras intermediárias. Fora do universo exposto aqui o resto é retórica.
    Boa sorte nos próximos artigos. Tenho certeza que o resultado final, com todos os artigos unidos, ficará muito bacana.

    • Leandro Ávila 22 de dezembro de 2016 at 9:59 - Reply

      Obrigado Christiano. Na verdade não existe governo sem instituições financeiras e não existiria instituições financeiras sem o governo. Esses dois também não existiriam se não fossem as pessoas trabalhando para pagar taxas, tarifas e impostos.

  65. Dirlene 22 de dezembro de 2016 at 9:31 - Reply

    Oi Leandro, eu nem sei como te agradecer por tudo que tenho aprendido lendo o seu blog. Descobri a pouco tempo esse blog e me apaixonei, estou lendo todo o histórico que você já publicou e cada vez me apaixono mais pelo conhecimento que você nos passa. Eu sempre fui uma pessoa controlada financeiramente e depois de ler o livro ” pai rico e pai pobre” eu acordei de vez, e iniciei uma busca sobre aprender mais e mais sobre educação financeira, e então achei o seu blog desde então não parei mais de ler. Espero que você nunca desista desse projeto, afinal é um projeto maravilhoso e que tem me ajudado e ajudado a muitas pessoas.

  66. luiz henrique 22 de dezembro de 2016 at 9:33 - Reply

    Ola Leandro. Parabéns e obrigado por sua missão. Sempre ouvi falar que com a queda da selic os títulos públicos tendem a se valorizar, pela inversão de valores sobre as taxas oferecidas. As taxas no contratos de DI´s futuro sobem, os títulos caem, as mesmas taxas descem, os titulos nao se valorizam. Pois bem, dois cortes na selic e neca de valorização nos títulos. Não parece serem manipulados estes valores? Abraços e obrigado.

    • Leandro Ávila 22 de dezembro de 2016 at 10:14 - Reply

      Oi Luiz. O que vale são as expectativas e não exatamente o ato consumado. Basta que o mercado passe a acreditar que a Selic irá cair que as taxas de títulos prefixados e IPCA sofrem um impacto imediato. O mesmo vale quando eles acreditam que a Selic irá subir. Notícias, boatos, situações que possam mudar essas expectativas acontecem a todo momento.

  67. Emerson 22 de dezembro de 2016 at 10:01 - Reply

    Bom dia! Não sou de esquerda, pelo contrário, sou bem de direita e sou contador, engenheiro e economista, mas acho q o seu texto presta um desserviço e desinforma às pessoas. Vc coloca os players do sistema financeiro e previdenciário privados como demônios e usurpadores, o q sabemos não ser verdade. Eles apenas prestam um serviço q tende a facilitar a alocação de recursos mais eficientes dos agemtes econômicos. A escolha por alocar o recurso de uma maneira ou outra cabe ao agente, proprietário do recurso. Outro item q vc afirma e q discordo é sobre o déficit da previdência. Entendo q precisamos sim de uma reforma, mas a q está sendo proposta é um absurdo, além de ser fundamentada em uma série de mentiras. Portanto, não sei qual o seu objetivo com um texto malicioso, talvez seja atrair clientes, mas considero a estratégia da mentira perniciosa e pouco duradoura. Mentiras não se sustentam por muito tempo, basta vermos os 13 anos de mentiras q o PT nos contou, olhe o q o Brasil se tornou!

    • Leandro Ávila 22 de dezembro de 2016 at 10:57 - Reply

      Oi Emerson. Em nenhum momento disse que são demônios, provavelmente é a primeira vez que você teve contato com o trabalho que faço. Vamos lá… Eles apenas compreendem a realidade e criam seus negócios, produtos e serviços com base nesta realidade. Transformam a sua ignorância em uma oportunidade de negócio. O problema não está neles. O problema está na sua ignorância e tudo que escrevo é para reduzir o nível de ignorância das pessoas. Vamos pegar o exemplo do Jorge Paulo Lemann. Ele é um empresário inteligente, muito esclarecido e por isto se tornou o homem mais rico do Brasil. Lemann soube transformou a ignorância das pessoas em um negócio bilionário. Não é função do Lemann mostrar para você que se alcoolizar, beber refrigerantes e comer fast-food faz mal para sua saúde e reflete sua ignorância alimentar. Quem se preocupa com sua ignorância alimentar são os nutricionistas, escritores e educadores da área. A função do Lemann é satisfazer as necessidades da sua ignorância alimentar. No caso das bebidas ele cumpre seu papel ao oferecer Antarctica, Brahma, Skol, Budweiser e muitas outras marcas produzidas por sua empresa. Se por ignorância você compra refrigerantes para seus filhos, ele não se importa com isso, pois o problema é seu e o papel dele é satisfazer sua necessidade. Para isso ele vai oferecer marcas como guaraná antarctica, pepsi, soda, sukita, etc. Se você leva seus filhos para comer Burger King e ainda estimula seus filhos a tomarem refrigerante várias vezes naquelas máquinas que são liberadas, para compensar o preço que pagou, o problema também não é do Lemann. O problema é apenas seu. A forma como você gasta seu dinheiro, a forma como investe, suas escolhas, são um problema seu. A sua ignorância é um problema exclusivamente seu e todo o sistema vai transformar sua ignorância em oportunidades de negócio. Se você leu a minha série de artigos sobre o assunto e continua acreditando que não existe nenhum problema com a previdência, eu pelo menos tentei… Eu faço um grande esforço para ser claro quando escrevo, mas o entendimento do que escrevo depende do esforço de quem está lendo.

    • Fernando 22 de dezembro de 2016 at 17:46 - Reply

      Déficit da previdência uma mentira? É cada coisa que as pessoas acreditam…

    • PAULO 23 de dezembro de 2016 at 2:16 - Reply

      Prezado Emerson, Leandro nunca disse nada disso…
      Se você confia nas entidades de previdência privada, simples: invista todo seu dinheiro lá. Use sua liberdade.
      Aqui no blog o Leandro apenas defende que as pessoas invistam diretamente onde, quanto, quando e como quiserem sem intermediários que, normalmente, cobram altas taxas por esse serviço.

      • Leandro Ávila 23 de dezembro de 2016 at 12:28 - Reply

        Oi Paulo. O que mais defendo é que as pessoas estudem. Meus artigos servem apenas provocação e motivação para que as pessoas busquem conhecimentos e se tornem livres para tomar suas decisões. É isso que faço, a busca incessante pelo conhecimento como caminho para a liberdade.

  68. Marco Caldas 22 de dezembro de 2016 at 10:20 - Reply

    Parabéns Leandro! Sua didática é impressionante. A “água no feijão” foi ótima…

  69. Tadeu 22 de dezembro de 2016 at 10:27 - Reply

    Leandro,

    No meu ponto de vista, este ano foi de sofrimento da população brasileira. No entanto, tive o prazer de conhecer o seu blog e aprender muito com os seus texto. Comecei a poupar e estou finalizando a minha reserva de emergência no Tesouro Selic. O próximo objetivo é investir em renda fixa (LCI, LCA, CDB e/ou LC), mas, nesse mesmo período, pretendo começar a estudar Fundos de Investimentos Imobiliários (FII). Você tem alguma indicação para esse conteúdo? Sei que FII é renda variável, porém quero primeiro aprender sobre ele e depois aprender a analisar quais fundos são os melhores.

    Mais uma vez agradeço pelo conhecimento passado por você. Pois, sabemos que o Brasil só vais mudar depois de muita coisa, mas o primeiro passo, que é ensinar educação financeira para aqueles que querem, você já começou . Indico o seu blog para os meus amigos.

    • Leandro Ávila 22 de dezembro de 2016 at 11:02 - Reply

      Oi Tadeu. Parabéns por sua dedicação. Cada fundo é um universo diferente do outro. É como investir em ações. Precisamos conhecer a empresa onde estamos investindo.

  70. José Antônio 22 de dezembro de 2016 at 10:32 - Reply

    Parabéns ! Como sempre ótimos artigos ! Essa coletânea sobre aposentadoria está muito boa ! Fico ansioso em receber os artigos ! Abraços Leandro

  71. Fabio 22 de dezembro de 2016 at 10:38 - Reply

    Parabéns Leandro, excelente explicação de previdencia que você deu nesta série. Queria aproveitar e te pedir pra comentar um link que recebi no mailing da empiricus hoje. A consultora propõe o investimento de 12% da renda em previdência privada e pegar a restituição de 27,5% do valor pra investir em fundos mais arrojados. Segundo ela, essa é uma “combinação explosiva”. É certo que se 12% da sua renda for, por exemplo, 10.000 Reais, utilizando esta estratégia você terá investido 12.750 ao ano. Só…

    • Leandro Ávila 22 de dezembro de 2016 at 11:08 - Reply

      Oi Fábio. O objetivo deles é vender o relatório onde dizem quais os fundos de previdência que eles gostam. Não oferecem qualquer garantia de que o desempenho passado desses fundos os farão ser os melhores fundos nos próximos 10 anos ou mais. Quando a promessa envolve fundos “arrojados” ai é que não existe qualquer garantia mesmo, pois são fundos que também investem em renda variável. Confesso que me cansei do conteúdo que eles produzem e enviam por e-mail. Acho que devemos estudar mais e parar de ouvir recomendações e “combinações explosivas”.

      • Fabio 22 de dezembro de 2016 at 12:12 - Reply

        Justamente Leandro, não tenho muita dúvida que seguindo as indicações deles a única coisa que ia explodir seria a raiva depois de ver quão ruins eram os fundos indicados por eles!
        Minha dúvida seria mais no sentido geral da estratégia: Depositar 12% da sua renda em um fundo de previdencia privada – não necessariamente o que eles indicaram – para pegar a restituição de 27,5% do IR e investí-lo em títulos do tesouro direto por exemplo seria, em termos de patrimônio acumulado no final de um período de 25 anos, superior ou inferior a pegar diretamente os 12% e investir no tesouro, esquecendo essa “mordida do leão” pra trás?
        Tenho impressão que seria melhor investir e esquecer previdência privada, mas gostaria de ouvir a sua opinião.
        Obrigado

  72. souza 22 de dezembro de 2016 at 10:40 - Reply

    Leandro,

    Extraordinário artigo! Excelente! Parabéns!

    Sou leitor do clube dos poupadores, tenho livros escrito por você. Muito didático, prático e em linguagem acessível para todos!

    Você fala o que precisa ser dito, muitos escritores de finanças famosos estão no “mais do mesmo”, falando a mesma coisa e não expondo o que realmente interessa, isso é o que você faz!

    Continue escrevendo, escrevendo, escrevendo…

    Grande abraço.

  73. Ariadna 22 de dezembro de 2016 at 11:02 - Reply

    Excelente texto. Nunca entendi o que era inflação. Agora ficou mais claro. Só não entendi qual a relação de aumento de notas no mercado com o aumento do custo de produtos. Isso seria para as pessoas terem menos acesso ao dinheiro?
    E explicando de uma forma bem simples o que significa título público? Seria uma dívida que o governo tem que quem compra o título “ajuda” o governo a pagar essa dívida?

    Grande abraço, Leandro.

    • Leandro Ávila 22 de dezembro de 2016 at 11:36 - Reply

      Oi Ariadna. Quando o governo produz dinheiro, ele gasta esse dinheiro. Ao gastar o dinheiro ele aumenta a demanda por produtos e serviços, só que não ocorreu o aumento da produção de produtos e serviços para atender essa demanda. Os preços naturalmente sobem quando existe uma quantidade de dinheiro em circulação maior do que a quantidade de riqueza (produtos e serviços) sendo gerado pela sociedade (empresas e pessoas). Isso significa que o dinheiro perde o valor diante do valor das coisas.

  74. Rita 22 de dezembro de 2016 at 11:17 - Reply

    Oi Leandro, e como foi o calote q a Argentina deu na dívida pública há alguns anos atrás? Há probabilidade do Brasil fazer algo parecido? Muito obrigada!

    • Leandro Ávila 22 de dezembro de 2016 at 11:47 - Reply

      Oi Rita. A Argentina deu um calote da dívida pública EXTERNA, ou seja, dívida em dólares. O Brasil também já deu calote na dívida externa pelo fato do governo brasileiro não poder imprimir notas de dólar. Nosso último calote da dívida externa ocorreu durante o governo Sarney, o pior é que o calote não resolveu nada. Só complicou ainda mais a situação da economia. Segue um artigo interessante sobre os calotes http://veja.abril.com.br/economia/a-historia-dramatica-dos-calotes-nos-seculos-xx-e-xxi/

  75. Gilberto 22 de dezembro de 2016 at 11:23 - Reply

    Sem querer ser chato e talvez já sendo, você diz: “Você pode colocar água no feijão. Você vai conseguir aumentar a quantidade de feijão disponível, mas isso vai enfraquecer o feijão que já estava pronto… ” Só que água no feijão vai aumentar é a quantidade de água e não de feijão disponível como está no texto. Em outra parte do texto você diz: “Em terceiro lugar temos os fundos de investimento (22,1%), que são os mesmos fundos que os bancos oferecem para seus clientes cobrando elevadas taxas administrativas. Eles fazem aquilo que você mesmo(a) poderia fazer se soubesse investir em títulos públicos…. “. Não estou querendo defender os fundos de investimentos, mas esses fundos não aplicam o dinheiro apenas em títulos do governo, não estou certo? Parece que só tenho críticas para fazer mas na verdade quero dizer que venho acompanhando seus artigos a um certo tempo e pude tirar muitas lições deles. Inclusive me deu mais segurança para aplicar no Tesouro Direto. Obrigado por tirar-nos da ignorância.

    • Leandro Ávila 22 de dezembro de 2016 at 11:54 - Reply

      Oi Gilberto. Fiz a correção colocando a palavra “feijoada” em algumas partes onde falei “feijão”. Sim, existem fundos que usam seu dinheiro para comprar ações, como é o caso dos fundos de ações. Existem fundos que investem em renda fixa e renda variável que são os fundos multimercado. Os fundos que mais compram títulos públicos são os fundos DI e fundos de Renda Fixa, que são justamente os fundos que possuem opções mais populares, que exigem um investimento inicial pequeno e que cobram taxas absurdamente elevadas. Quando você observa o patrimônio dos fundos oferecidos pelos bancos, são justamente esses fundos mais conservadores e acessíveis, que cobram as maiores taxas e que simplesmente fazem aquilo que você mesmo poderia fazer investindo em títulos públicos.

  76. Roberto 22 de dezembro de 2016 at 11:28 - Reply

    Ola Leandro,boa tarde.mais um otimo artigo.otimas ferramentas que voçê tem nos disponibilizado na luta para nos libertarmos das amaras de toda uma vida.Perdemos tanto tempo com bobagens sabendo que todos nos temos um encontro marcado com nos mesmo no futuro,cabe a nos fazermos melhores escolhas agora para depois não herdamos so sofrimento e dor…boas festas pra voçê,pra toda sua familia e todos os leitores aqui do clube..SAÚDE E PAZ…

    • Leandro Ávila 22 de dezembro de 2016 at 11:55 - Reply

      Oi Roberto. Isso é verdade. Você tem um encontro marcado com você mesmo lá no futuro. Vai ser uma prestação de contas.

  77. Lucas Machado 22 de dezembro de 2016 at 11:36 - Reply

    Parabéns por mais um excelente artigo Leandro! Acompanho seu blog faz um tempo já e é através dele que adquiro boa parte do meu conhecimento sobre educação financeira. Graças a Deus existem pessoas iguais a você com essa disposição de compartilhar tanto conhecimento e de ótimo qualidade! Parabéns pelo seu ótimo trabalho!

    Vale lembrar também sobre a questão dos impostos que pagamos na compra de qualquer coisa, que temos o programa como o da Nota Fiscal Paulista por exemplo, que devolve não muito, mas pelo menos devolve as vezes algum valor sobre o imposto que pagamos, além de existir os sorteios também.

    • Leandro Ávila 22 de dezembro de 2016 at 11:58 - Reply

      Oi Lucas. Esse programa só tem uma finalidade. Ele serve para que os fiscais identifiquem os comerciantes que não estão emitindo nota ou que estão entregando pedaços de papel sem valor fiscal para os clientes. O governo apenas está te remunerando para ajudar o fiscal a multar os comerciantes que sonegam impostos.

  78. Vinícius 22 de dezembro de 2016 at 13:14 - Reply

    Leandro, boa tarde! Extremamente esclarecedor o conteúdo deste artigo e também dos demais da série.

    Parabéns pelo belo trabalho de educador que tem promovido para todos nós.

    Grande abraço e bom final de ano e um próspero 2017.

  79. Fábio Bastos 22 de dezembro de 2016 at 13:33 - Reply

    Leandro, espetacular essa parte 4, realmente nos sentimos usurpados pelo governo e pelos bancos, adorei a ideia de comprar um terreno para manter uma plantação e uns animais, seria um ótimo investimento e ainda poderia gerar uma graninha extra. Esses dados do Tesouro são ótimos e quase ninguém se debruça sobre esses números, são informações ótimas para o nosso futuro, fiquei surpreso com o percentual dos não-residentes. Da forma que abordou, o risco do calote é bem difícil de acreditar. Esse ano todos nós estamos aprendendo a semear bem com suas dicas, para colher um futuro melhor. Obrigado.

    • Leandro Ávila 22 de dezembro de 2016 at 18:37 - Reply

      Oi Fábio. Meus avós e os pais dos meus avós e os pais dos pais dos meus avós, não dependiam de supermercados, açougue, não precisavam de água encanada e de energia elétrica. O modelo de vida que temos hoje é recente e cada dia mais dependente.

      • Fábio Bastos 23 de dezembro de 2016 at 6:56 - Reply

        Concordo com você, e tendo em vista essa grande busca por orgânicos, seria uma ótima aposta, mas isso deixa para outro artigo…..rs

  80. Mara Regina 22 de dezembro de 2016 at 13:42 - Reply

    Invisto em títulos públicos deste 2014, tinha uma previdência privada q cancelei e fiz uma aplicação no Tesouro Direto q só vou poder resgatar qdo tiver 61 anos de idade.
    Além desta aplicação tenho outras no Tesouro Direto.
    Aprendo mto com vc!!

  81. Talita Freitas 22 de dezembro de 2016 at 13:43 - Reply

    Parabéns pelo artigo. Sensacional!!

  82. Janete teles 22 de dezembro de 2016 at 13:45 - Reply

    Boa tarde professor.
    Lendo um dos comentários me veio a lembrança de quando eu era muito pequena nao recordo quantos anos eu tinha na época e ví meus pais passarem uma situaçao muito desesperadora nao me lebro de qual governo que governava na época mas simplismente bloqueou a poupança de todos, e meus pais mesmo sendo trabalhadores rurais tinham o hábito de fazer poupança para todos os filhos inclusive eu.
    E eu presenciei o desespero dos meus pais nessa época.apenas nao entendia nada do que se tratava.
    E até hoje eu vejo que nada mudou o governo deita e rola e faz o que bem entender como vc mesmo diz ele muda as regras no meio do jogo , onde o prejudicado sempre será nós.
    Obrigado professor por tudo .
    O pouco que eu sei eu aprendí aqui com vc.
    Serei eternamente grata por tudo.
    Feliz Natal pra vc e toda sua família.

  83. Paulo S Gasparini 22 de dezembro de 2016 at 13:45 - Reply

    Leandro,Parabens pelo artigo, comecei acompanhar seu blog a pouco tempo e me interessei pelo investimento em Tesouro direto, porem tenho uma duvida. Para reforçar minha aposentadoria gostaria de fazer um investimento com aportes mensais, neste caso o TD, é mais indicado, ou consigo encontrar outro investimento mais rentável?

    • Leandro Ávila 22 de dezembro de 2016 at 18:44 - Reply

      Oi Paulo. Não existe um investimento perfeito. O ideal seria você aprender o funcionamento dos investimentos para montar a sua carteira de investimentos, ou seja, sua coleção de bons investimentos para aproveitar as características de cada um.

  84. Junior 22 de dezembro de 2016 at 13:51 - Reply

    Artigo Top Demais ! Muito Bom Leandro …Pobre do meu pai, agora sei porque ele tem um medo danado de investir e só fica assistindo ao Bear Grills hehehe.
    Altissimo nível seu artigo, Parabens !

    • Leandro Ávila 22 de dezembro de 2016 at 18:48 - Reply

      Oi Junior, seu pai provavelmente sabe o que é viver em um país com inflação de 1000% ao ano.

  85. Rodrigo Assis 22 de dezembro de 2016 at 14:21 - Reply

    Leandro, acho o seu site fantástico, mas tenho uma dúvida (e desde já peço desculpas se for repetida):

    Por que um Banco X, que tenha títulos públicos, oferece CDB para captar recursos?
    Não seria mais prático ele simplesmente vender esses títulos?

    • Leandro Ávila 22 de dezembro de 2016 at 18:55 - Reply

      Oi Rodrigo. Um CDB é um título privado, uma forma que o banco usa para pedir dinheiro emprestado para você. O banco, como intermediário, empresta o seu dinheiro para uma empresa ou uma pessoa cobrando taxas de juros bem mais elevadas. Eles pagam os juros do seu CDB e ficam com a diferença.

  86. Denny Almeida 22 de dezembro de 2016 at 16:32 - Reply

    Leandro,

    Achei ótimas as dicas de segurança extrema..ri alto. E também quando você diz que INSS é mais um imposto.

    Muito bom.

    • Leandro Ávila 22 de dezembro de 2016 at 19:13 - Reply

      Oi Denny. O pior é que o nosso nível de dependência do dinheiro e do sistema é tão grande que se os dois deixassem de existir poucos sobreviveriam por muito tempo dentro das grandes cidades. Não existe governo sem o sistema financeiro e não existe sistema financeiro sem o governo. Imaginar que um possa quebrar o outro significa imaginar dias apocalípticos.

  87. Ana Lapa 22 de dezembro de 2016 at 17:03 - Reply

    Parabéns Leandro!!! Como sempre seus artigos são ótimos. Desde que tive a sorte de encontrar o site do Clube dos Poupadores minha visão financeira teve uma mudança de 360º. Estou lendo seus livros que, assim como seus artigos, são maravilhosos e estou ansiosa pelo seu curso. Todos os cursos que tu recomendou eu me inscrevi, embora por motivos particulares, não estou podendo acompanhar da maneira que havia planejado, mas, com certeza, estão somando no meu crescimento. Ainda não consegui descobrir como fazer para tirar meu dinheiro da Previdência Privada que, por ignorância fiz no passado, sem ter grandes perdas, mas, acredito que vou encontrar uma solução. Graças a ti, abri conta em corretora e estou mudando o rumo de meus investimentos. Lógico, preciso aprender mais, para saber o que estou fazendo, saber que título escolher, sei que estou engatinhando, mas, já é um começo, visto que até então, só tinha visão de aplicar através de Banco. Tu estais mudando minha visão e, sem medo de errar, meu futuro. Gratidão eterna!!! Feliz Natal e Próspero 2017 com muita saúde e sempre junto de nós. Abraços!!!

    • Leandro Ávila 22 de dezembro de 2016 at 19:15 - Reply

      Oi Ana. Parabéns por investir em você, no seu conhecimento, pois nada enriquece mais do que isso.

    • ComoDisse? 26 de dezembro de 2016 at 15:21 - Reply

      360 graus ! Quer dizer que voce voltou exatamente para onde voce estava ?

  88. Marcos Silva 22 de dezembro de 2016 at 17:04 - Reply

    Parabéns Leandro, mais um excelente artigo, bastante esclarecedor. Não sei se seria pertinente, mas uma sugestão para um artigo futuro seria a abordagem de títulos públicos no mercado secundário, se os mesmos são interessantes para diversificação, riscos, etc. Já li que há algumas vantagens nesse mercado, como a isenção da taxa da CBLC e maiores rentabilidades em alguns casos, mas nunca vi nenhuma abordagem mais profunda e com detalhes referente a esse assunto, principalmente no que se refere aos riscos reais envolvidos. Novamente, parabéns pelo trabalho de alta qualidade.

    • Leandro Ávila 22 de dezembro de 2016 at 19:17 - Reply

      Oi Marcos. Vejo bancos e corretas oferecendo títulos públicos que estão no mercado secundário usando má fé. Não costumam informar para o cliente que não são títulos emitidos pelo Tesouro e que por isto possuem taxas diferentes. Eles oferecem os títulos com taxas menores, muitas vezes de forma desvantajosa. Por isto eu costumo recomendar que a pessoa compre os títulos pelo site do próprio tesouro no lugar de comprar pelo site da corretora, pois tem corretora que faz de uma forma que confunde as pessoas.

  89. Rodolfo Luis Overbeck 22 de dezembro de 2016 at 17:31 - Reply

    Fechou o ano com uma excelente série de artigos sobre aposentadoria. Todo brasileiro deveria parar de reclamar e ler estes 4 artigos. Parabéns.

  90. João Paulo Borges 22 de dezembro de 2016 at 18:18 - Reply

    Esta série pegou o assunto “previdência” como fio da meada e levou ao ponto em que todos os estudos sobre finanças levam: nós continuamos no período da escravidão!

    A diferença é que a escravidão moderna é fantasiada de ideais de liberdade, igualdade e fraternidade enquanto a realidade é que todas as coisas impostas, obrigatórias, contra as quais não existem como recorrer, são mecanismo inerentes de dominação.

    Todos somos obrigados a pagar impostos, mas não temos mecanismos oficiais (e menos ainda eficientes) para determinar a forma como tais impostos são gastos, de modo que é considerado ilegal (ou crime) deixar de abaixar a cabeça para o sistema, da mesma forma que um negro é obrigado a trabalhar, recebendo o mínimo para continuar vivo e com capacidade laboral, sem a mínima determinação sobre o fim ou os resultados do seu trabalho.

    Os reis da idade antiga eram divindades na terra e donos naturais das terras (meios de produção), portanto todos os demais vivem para sustentá-los e a seu secto (que ajudam a combater as revoltas e as ações contrárias daqueles que despertam para enxergar o quanto aquele sistema é injusto);
    Na idade média, a Igreja naturalmente era onipotente (com as nobrezas locais corrompidas como intermediárias para manter o status quo);
    Na idade moderna, os grandes industriais/empresários são quem determinam como o mundo deve girar, e eles que ajudam (ou não) a estabilidade dos Governos para controlar toda a população, de modo que Governos se pintam de representantes do povo (com ações populistas) enquanto na realidade são intermediários da manutenção da pirâmide de funcionamento econômico moderno (impostos para todos e sonegação para os privilegiados + investimentos públicos conforme interesse de grandes setores econômicos, sem retorno adequado para a população + política aduaneira protecionista para privilegiar os mono/oligopólios, etc…)

    A nós, pobres pequenos mortais, resta-nos aceitar a escravidão e buscar métodos de trabalhar ainda mais para poder conseguir juntar alguns frutos não surrupiados para uma subsistência mais digna no futuro; ou, ao contrário, considerar com vigor o suicídio frente a nossa impotência ante ao sistema, sem deixar filhos (novos escravos para o sistema) e espalhar ao máximo as ideias de funcionamento do sistema econômico/financeiro moderno para que talvez, no dia em que todos tiverem consciência dessas ideias, coletivamente a humanidade busque o bem comum
    de todos sem ter que escravizar uns aos outros.

    • Leandro Ávila 22 de dezembro de 2016 at 19:33 - Reply

      Oi João. Basicamente o sistema é isso. Quando nascemos o jogo e suas regras já eram essas. O número de pessoas despertas é pequeno. O campo de influência dos poucos que entendem o sistema é pequeno. O que podemos fazer isoladamente é compreender as regras do jogo, suas leis, e posicionar nossa vida do lado menos desvantajoso, dentro da legalidade. Quando possível, podemos ajudar um amigo ou um parente dando bons exemplos. Creio que o caminho está na educação e nos bons exemplos. Vai demorar, mas só temos esse caminho.

      • João Paulo Borges 22 de dezembro de 2016 at 20:47 - Reply

        O que mais causa revolta e ódio é perceber que o inferno não existe e as pessoas que estão injustamente do lado vantajoso sequer estão alcançáveis pela lei (não me refiro a políticos, que são intermediários, podem ser trocados a qlq momento e servem basicamente como bode expiatório), pois elas ditam o que vai ser ou não investigado, ditam o que vai ou não a plenário, ditam as decisões econômicas importantes dos múltiplos países.

        Acho que ainda na minha geração (tenho 27 anos) pode ser que vejamos a mudança completa desse sistema ao escravizarmos definitivamente as máquinas para serviços mais complexos, tanto braçais quanto intelectuais, de forma que a necessidade de humanos na cadeia produtiva fosse a mínima possível e a capacidade de oferta seja tão grande em tempo hábil que não mais se precisará explorar humanos.

        Tecnologicamente estamos caminhado muito rápido pra isso, porém precisamos de um controle de natalidade eficiente e mecanismos para evitar que sempre existam aqueles com ganância extrema de buscar status sobre os outros humanos ao invés de se contentar com a boa vida proporcionada pela mão-de-obra barata e incansável das máquinas e softwares.

        Hierarquia sem sentido e dominação usando métodos “legais” e socialmente aceitos (principalmente por ignorância do mecanismo de funcionamento) parecem ser uma das características essenciais dos humanos.

        • Leandro Ávila 23 de dezembro de 2016 at 12:23 - Reply

          Oi João. No futuro próximo teremos máquinas para praticamente tudo. O controle de natalidade se faz com educação. Países onde as famílias escolhem ter 1 ou 2 filhos são aqueles onde a população teve mais acesso a educação. As pessoas naturalmente percebem que é melhor ter menos filhos para dedicar mais tempo e recursos para oferecer uma melhor qualidade de vida para eles. Com relação a ganância, é ela que move o mundo. O problema é que vemos a ganância apenas pelo lado negativo. A busca pelo ganho não necessariamente depende da perda, do fracasso e do sofrimento de outras pessoas. Você pode ser ganancioso e ao mesmo tempo ético, no sentido de querer sempre mais e ao mesmo tempo beneficiar toda a sociedade. Se hoje temos máquinas fazendo trabalhos perigosos, se hoje temos softwares e tecnologias, é graças a ganância de alguém que viu vantagem (lucrativa) em investir tempo e recursos. Sem esse mecanismo a humanidade ainda estaria nua, correndo atrás ou na frente de animais selvagens em alguma savana. O importante é manter o desenvolvimento tecnológico, econômico, financeiro, andando de mãos dadas com o desenvolvimento ético e moral da humanidade. Isso se faz com educação e esclarecimento lento e persistente, pessoa por pessoa. Um exemplo de desenvolvimento tecnológico avançando na frente do desenvolvimento ético pode ser resumido na invenção da bomba atômica. A energia nuclear faz parte da natureza e não é boa e nem má. Quem dará um destino bom ou mal para essa tecnologia será o nosso desenvolvimento interior, moral e ético.

  91. Carolina 22 de dezembro de 2016 at 18:22 - Reply

    Há uma projeção de queda da taxa de juros em 2017, você acha que vale a pena continuar investindo em renda fixa pós fixada?

    • Leandro Ávila 22 de dezembro de 2016 at 19:35 - Reply

      Oi Carolina. O problema é que isso é apenas uma projeção. Pode ser que as taxas baixem mais no decorrer de 2017, pode ser que eventos internos ou externos mudem essas expectativas. O ideal seria ter seus investimentos em pós-fixados e ter seus investimentos prefixados. Assim você ficará com a média.

  92. Kao Wen Nan 22 de dezembro de 2016 at 18:58 - Reply

    Leandro, boa noite, Parabéns, como sempre insuperável. Textos fantásticos, direto ao ponto, altamente ilustrativos e esclarecedores. Por favor, uma dúvida. Comprei LTN 2019 (01/01/2019) a 16,00%. Eles valorizaram muito e caso as taxas baixem mais ainda, vão valorizar mais ainda. Se eu ficar com eles até o final vou ganhar 16,00%, portanto devo vender eles antes, certo? O mesmo vale para os IPCA de 2019 (15/05/2019), tenho 3 lotes de 6,37%, 6,32%, 6,47%. Devo vender antes vencimento porque estou ganhando mais agora?
    O problema é encontrar outros títulos para aplicar com bons rendimentos. Não podem ser títulos de prazo muito longo, no máximo 8 anos.
    Um fortes abraço.

    • Leandro Ávila 23 de dezembro de 2016 at 12:09 - Reply

      Se você ficar até 2019 ganhará 16% ao ano, ou seja, 16% em 2017, 16% em 2018 e 16% em 2019 que no total será mais que 16% x 3 pois são juros compostos. Você pode fazer a simulação de quanto terá até o vencimento pelo simulador do tesouro direto em http://www.tesouro.fazenda.gov.br/tesouro-direto-calculadora Você tem que simular e ver se compensa mesmo vender antecipadamente.

  93. RONALDO BARBOSA 22 de dezembro de 2016 at 19:01 - Reply

    LEANDRO MUITO BOM O ARTIGO. ENTRETANTO GOSTARIA DE SABER COMO TRANSFORMAR A APLICAÇÃO DO TESOURO DIRETO PARA GERAR RENDA MENSAL EM COMPLEMENTO A APOSENTARIA DO INSS. TODOS OS EDUCADORES FINANCEIROS DIZEM QUE O MELHOR É TESOURO DIRETO, ENTRETANTO POUCOS OU NENHUM ENSINAM COMO UTILIZAR OS CUPONS DE JUROS PARA GERAR RENDA MENSAL EM COMPLEMENTO AO VALOR PAGO PELO INSS.

  94. Carlos 22 de dezembro de 2016 at 21:58 - Reply

    Olá Leandro,
    Vc acha que vale a pena o acesso aos relatórios do site empiricus para investir em boas ações com dividendos ? Ou tb podem ser tendenciosos ?

    Obrigado

    • Leandro Ávila 23 de dezembro de 2016 at 12:25 - Reply

      Oi Carlos. Esses relatórios são apenas recomendações de investimento com base em critérios dos outros. O que realmente vale a pena é aprender a avaliar as empresas de tal forma que você não fique dependente de ninguém e que possa fazer suas escolhas livremente. Devemos parar de buscar atalhos.

      • Carlos 23 de dezembro de 2016 at 21:24 - Reply

        Entendi Leandro e concordo. Mas gostaria de iniciar nesse mundo com uma parcela da minha carteira de investimentos. Vc acha válido aprender na pratica e ir estudando. Ou vc acha melhor estudar alguns conceitos básicos antes e, nesse caso, por onde sugere começar ?

  95. Vinicius 23 de dezembro de 2016 at 6:39 - Reply

    Definitivamente Mestre!

    • Leandro Ávila 23 de dezembro de 2016 at 12:29 - Reply

      Obrigado Vinicius, apenas alguém que compartilha aquilo que aprende.

  96. Denis 23 de dezembro de 2016 at 9:16 - Reply

    Leandro, obrigado por prestar esse serviço tão valoroso a todos nós. Sua didática é simples e objetiva, assim como deve ser esse assunto. Um grande abraço.

  97. Camila 23 de dezembro de 2016 at 9:47 - Reply

    Perfeito!!

  98. Guilherne Carvalho 23 de dezembro de 2016 at 9:50 - Reply

    Leandro, bom dia!
    Continuo aprendendo com vc e compartilhando com minha família e amigos seus ensinamentos.
    Muito obrigado!

  99. Gilmar Machado 23 de dezembro de 2016 at 10:05 - Reply

    Excelente artigo.

    Sobre inflação, podemos dizer que o reajuste anual do salário mínimo contribui pra que ela exista? Países “de 1º mundo” também reajustam o salário mínimo todo ano?

    • Leandro Ávila 23 de dezembro de 2016 at 12:38 - Reply

      Oi Gilmar. Sim, contribui muito. É o que chamam de indexação. Faz a inflação passada ser transferida para o futuro. O ideal seria permitir que as pessoas fossem livres para negociar salários. Isso acabaria com o desemprego.

  100. Jeosadaque 23 de dezembro de 2016 at 10:26 - Reply

    Obrigado, Leandro. Suas ações representam um estímulo educativo formidável para todos nós. Ah se tivéssemos políticos com a mesma ética e intenção.

  101. Giancarlo 23 de dezembro de 2016 at 12:02 - Reply

    Oi Leandro, boa tarde!
    Ótima sequencia de artigos até aqui, estou acompanhando todos. A maneira de transmissão da informação está deixando a leitura bem fluída, muito agradável de se ler.
    No momento da leitura me surgiu uma dúvida, seriam os títulos públicos um dos responsáveis pelo aumento da inflação em nosso país? Se na sua opinião for sim, o fato de comprarmos cada vez mais títulos públicos, estimulando o aumento da inflação, não estaria causando determinada neutralidade ou pouco percentual de lucro, visto que apesar de estarmos recebendo juros acima da inflação, os preços das coisas aumentando em proporção parecida, faz com que o poder de compra praticamente não varie muito a ponto de a sensação de enriquecimento não seja tão perceptível? Há algo mais vantajoso e menos danoso à economia? O que você acharia se fosse possível a quitação dessa dívida pública, em todos os países que possuam?

    Fica aqui minha reflexão. Muito obrigado e feliz natal e ano novo para você e família. Abraço!

    • Leandro Ávila 23 de dezembro de 2016 at 12:51 - Reply

      Oi Giancarlo. Não podemos confundir a causa das coisas com os seus efeitos. Vamos imaginar que você é uma pessoa sem educação financeira, consumista impulsivo, desorganizado, imprudente, inconsequente e por tudo isso gasta mais do que o seu salário permite. Para tentar remediar a situação, você vai até um banco e começa a fazer empréstimos. Agora, além de gastar tudo que ganha você começa a gastar o dinheiro dos outros e ainda se envolve com outra obrigação que é pagar os juros da dívida. Isso vai prejudicando cada vez mais a sua situação financeira, até que alguém pergunta para você: “Giancarlo, qual é a causa de todos esses problemas financeiros que você vive?” Seria justo responder que a causa dos seus problemas são os bancos que emprestaram dinheiro para você? A inflação é uma consequência da incompetência e até desonestidade de políticos e gestores públicos. A emissão de títulos públicos (aumento da dívida) é uma maneira de evitar que o Estado literalmente quebre. Quando você compra títulos públicos está investindo no seu país. Se o governo vai utilizar o dinheiro que pegou emprestado com sabedoria, é uma coisa que você não tem controle.

      • Giancarlo 23 de dezembro de 2016 at 16:59 - Reply

        Oi Leandro.

        Sim, eu entendo que o responsável nessa historinha não seja o banco mesmo. Ele, nesse caso é quem está se aproveitando da ignorância alheia para lucrar oque é similar ao que acontece com títulos públicos, pois, aproveitamos a incompetência e demais mazelas do governo para “lucrar” em cima dele. Mas o ponto que eu me referai não seria este. É da ótica de quem está se beneficiando mesmo. Seria mais ou menos o seguinte, eu lucro, porém as coisa aumentam de preço e corroie um pouco esse lucro.

        O que eu queria dizer é que se não seria melhor investir de uma maneira que não se mexa com a inflação, por exemplo.

        Obrigado!

  102. Aurélio 23 de dezembro de 2016 at 13:51 - Reply

    Invisto no tesouro direto há 6 anos, mas não tinha me tocado pra algumas coisas que você escreveu. Parabéns!

  103. David 23 de dezembro de 2016 at 14:46 - Reply

    Boa tarde Leandro, parabéns pelo artigo.
    Sempre venho aqui no clube dos poupadores para ler seus artigos, em especial aqueles sobre títulos públicos… consigo aprender sempre mais!
    Compro títulos pelo Tesouro Direto há quase 2 anos, logo no início retirei todas as minhas economias que deixava na caderneta de poupança e investi nos títulos públicos… e mensalmente faço uma “pequena compra” acumulando com os demais títulos. Percebi neste tempo que algo muito importante para manter o investimento é a disciplina em deixar o dinheiro lá e continuar com as “pequenas compras” visando um objetivo maior: a aposentadoria, por exemplo.
    Grande abraço.

  104. Luiz 23 de dezembro de 2016 at 15:24 - Reply

    Leandro, boa tarde.

    Ontem ao depositar certa quantia “na boca do caixa”, o funcionário do itau tentou de todas as formas me empurrar um plano de previdência privada.

    Apenas 50 reais mensais até quando eu completasse 65 anos (daqui 43) e no final teria 38 mil reais.

    Ri e neguei até o fim. Inclusive falei da taxa de adm de 3% que comeria metade dos rendimentos.

    Agora por curiosidade simulei o mesmo valor por 43 anos a juros de 0.7 (possível). Resultado: R$ 255.949,51.

    Obrigado por ter me tirado da matrix.

    • Leandro Ávila 23 de dezembro de 2016 at 16:01 - Reply

      Oi Luiz, parabéns por ter se “desplugado” da zona de influência dos bancos. É o conhecimento que permite isso.

  105. Eliseu 23 de dezembro de 2016 at 15:31 - Reply

    Boa tarde, Leandro.

    Primeiramente, parabéns por ser um multiplicador da educação financeira. Ensinar é fácil, mas educar é a tarefa mais complexa que existe e você tem conseguido, além de ensinar, educar a cada um aqui.

    Estava conversando sobre o seu artigo com uns colegas e surgiu uma dúvida: e em caso de morte do investidor? A família consegue ter acesso ao capital ou tudo o que foi investido ficaria retido.

    Obrigado.

    • Leandro Ávila 23 de dezembro de 2016 at 16:04 - Reply

      Oi Eliseu. Quando morremos nossa família é obrigada por lei a fazer uma coisa chamada “inventário”. Este documento vai listar todos os seus bens, seus herdeiros e vai determinar quem tem direito a receber o que era seu. Com este documento os herdeiros vão até os bancos, detran, registro de imóveis, corretoras e solicitam a transferência do que era seu para eles, na proporção que ficar especificada no documento.

  106. Investidor Otimista 23 de dezembro de 2016 at 17:38 - Reply

    Professor sem dúvida alguma o trabalho que você faz, é de longe espetacular, você agrega conhecimento na vida de muitas pessoas. Sempre que posso recomendo o “nosso” clube dos poupadores para amigos de trabalho que se interessam por finanças.

    Te Desejo saúde,paz, e sucesso.

  107. Ricardo 23 de dezembro de 2016 at 20:20 - Reply

    Leandro,
    Você tem algum artigo ou poderia escrever algum artigo comentando sobre a PEC 241?

    • Leandro Ávila 26 de dezembro de 2016 at 6:52 - Reply

      Oi Ricardo. Não tenho artigo específico sobre a PEC. Na minha opinião, o governo só deveria gastar aquilo que arrecada e nenhum centavo a mais. Isso vale para as pessoas, para as empresas e para o governo. Ter um orçamento, onde você faz escolhas sobre onde irá gastar os recursos, respeitando limites, é o básico do básico.

  108. Jorge de Sá Júnior 24 de dezembro de 2016 at 0:38 - Reply

    Leandro, estou perplexo da realidade econômica do nosso país mostrada através dos números expostos neste artigo, relatando que a dívida pública brasileira já está nas casas de R$2.900.000.000.000,00. Antes de ler seus artigos, eu não sabia o que era dívida pública, não sabia o que era Títulos Públicos, não sabia o prejuízo ao investir em previdência privada, e não sabia toda essa jogada dos bancos em ganhar rendimentos altos em cima do dinheiro emprestado a eles por juros baixos (poupança, fundos etc). Obrigado por estar me ajudando a vencer minha ignorância.

    • Leandro Ávila 26 de dezembro de 2016 at 7:00 - Reply

      Oi Jorge. Você não sabia por não ser interessante que você fique sabendo. Quanto menos pessoas ficarem sabendo, melhor para os políticos que estão no controle do governo, melhor para todas as empresas que de alguma forma estão lucrando com base na sua ignorância sobre o funcionamento do dinheiro. Até para quem investe em títulos públicos atualmente, o bom é que as pessoas não fiquem sabendo, pois quanto menos pessoas pouparem seus próprios recursos no Brasil, maior será a demanda por recursos, maior será a disputa das empresas, bancos e governos por recursos da população poupadora, por consequência, maiores serão as taxas de juros no Brasil. Como meu comprometimento é com a educação das pessoas, meu objetivo é compartilhar conhecimento.

  109. Victor Brito 24 de dezembro de 2016 at 0:52 - Reply

    Leandro admiro muito o seu trabalho, vejo você como uma pessoa imparcial que consegue esclarecer de forma muito didática vários pontos em educação financeira.
    Me valho de seus ensinamentos em várias discussões em uma forma de propagar esse conhecimento.

    Neste sentido, será que poderia escrever algo sobre o défict da previdência? Eu ficaria extremamente grato, além de já ter visto outras pessoas também pedindo este tema.

    Grande Abraço

    • Leandro Ávila 26 de dezembro de 2016 at 7:03 - Reply

      Oi Victor, já falei sobre o assunto de modo geral na série de artigos sobre aposentadoria. Não vejo necessidade de aprofundar nos detalhes, afinal de contas não existe diferença entre déficit da previdência e déficit do Estado. É a mesma coisa, o saco de onde o dinheiro sai é exatamente o mesmo. As vezes as pessoas falam do INSS como se fosse um entidade sagrada e separa do governo, quando na verdade é apenas um braço do governo.

  110. andre 24 de dezembro de 2016 at 4:47 - Reply

    Leandro algo muito grande e bom vai acontecer na sua vida! Maravilhoso o trabalho que vc faz! Precisamos de pessoas assim na liderança!
    A uns 2 anos me interessei mais por investimentos e finanças e seu blogue foi um dos primeiros que comecei a acompanhar. Minha vida mudou para melhor! Obrigado!

    • Leandro Ávila 26 de dezembro de 2016 at 7:04 - Reply

      Oi Andre, obrigado, espero que algo muito bom e grande aconteça na vida de todos os leitores.

  111. andre luiz narciso 24 de dezembro de 2016 at 16:46 - Reply

    Oie Leandro muito obrigado pelo presente de NATAL já venho investindo no TD há meses, até mesmo tirei todo dinheiro da minha filha de 2 anos e coloque no NTB 2035. TBM adquiri mais dois títulos um pra 2019 outro 2021 este para mim. Agradeço pela sua disponibilidade e esclarecimento de TUDO. Desejo um natal maravilhoso junto aos seus familiares.

    • Leandro Ávila 26 de dezembro de 2016 at 7:05 - Reply

      Obrigado André, desejo o mesmo para você e sua família.

  112. JOAQUIM BARRETTO 24 de dezembro de 2016 at 18:29 - Reply

    Leandro Ávila, um FELIZ NATAL E BOM ANO P/VC E TODA SUA FAMÍLA! Vc é um vetor do bem estar coletivo, coisa rara hoje em dia. Obrigado!

  113. Rodrigo Oliveira 25 de dezembro de 2016 at 8:46 - Reply

    Parabéns Leandro, por mais um presente à nossa busca de conhecimentos. Sou um seguidor seu há um ano e meio, quando comecei a planejar essa aposentadoria. Já adquiri seus livros que considerei verdadeiras pérolas, os quais recomendo a todos!
    Uma coisa que sempre me intrigou nessa montagem da carteira foi a diferença de juros pagos pelos títulos privados em relação aos públicos. Após preocuparmos em estabelecer uma reserva para as emergências, o próximo passo seria fazer as escolhas dos produtos de longos prazos. Se nos preocuparmos com as regras de risco dos 250 mil do FGC, e considerando a não necessidade de liquidez dessas aplicações, me resta a grande dúvida: essa diferença dos juros oferecidos pelos títulos privados, aliados ao poder dos juros compostos a longo prazo, não faria uma grande diferença no capital acumulado em 10,20 ou 30 anos?
    Grande abraço e feliz natal!

    • Leandro Ávila 26 de dezembro de 2016 at 7:09 - Reply

      Oi Rodrigo. É fundamental que sempre exista uma diferença entre os juros pagos nos títulos públicos e privados. O sonho dos bancos é conseguir pegar dinheiro emprestado das pessoas (vendendo seus títulos privados) pagando juros baixos para emprestar esse mesmo dinheiro, sem nenhum esforço e risco, para o governo pagando juros mais elevados. Seria fundamental o investidor exigir juros mais elevados ao emprestar seu dinheiro para instituições financeiras considerando que esses juros adicionais é um “prêmio” pelo risco maior da operação em relação ao empréstimo para o governo. O tanto de risco que você pretende se expor depende da sua estratégia.

  114. Mayk 25 de dezembro de 2016 at 8:55 - Reply

    Parabéns Leandro pela sequência de artigos sobre aposentadoria. Em resumo, reforçou minhas convicções acerca das escolhas que devemos fazer ao longo da vida com nosso dinheiro. Um abraço.

    • Leandro Ávila 26 de dezembro de 2016 at 7:09 - Reply

      Oi Mayk. Certamente a vida que você terá amanhã será fruto das decisões que você tomará agora. Por isso é tão importante se preparar para tomar boas decisões agora.

  115. Guilherme 25 de dezembro de 2016 at 9:21 - Reply

    Leandro, tenho uma dúvida.

    E se o Governo, com influencia dos bancos, passasse restringir que a população não pudesse mais investir diretamente em títulos do governo, e serem obrigadas a fazerem esse tipo de investimento somente através dos bancos, fazendo com que assim garantisse que fossem sempre pagas as taxas de “pedágio”. É possível que algo assim aconteça? Se não, o que impede?

    E desde já agradeço pelo excelente trabalho que tem feito aqui.

    • Leandro Ávila 26 de dezembro de 2016 at 7:13 - Reply

      Oi Guilherme. A grande verdade é que tudo nesse mundo é possível, mas nem tudo é provável. É possível até que no futuro os bancos deixem de existir. É possível até que no futuro os governos da forma que conhecemos hoje deixem de existir. Não existe nem garantias de que o Brasil, como país, continue existindo no futuro. Basta olhar as transformações que ocorreram no mundo nos últimos 100, 200 ou até 1000 anos. A única certeza que temos é que não existem certezas absolutas. O mundo está em constante transformação. Se mudanças de grande porte irão ocorrer durante nossa breve existência, ai devemos considerar que as probabilidades são menores ou maiores dependendo dos eventos até aqui.

  116. Gabriel 25 de dezembro de 2016 at 20:27 - Reply

    Fico muito motivado a começar meu planejamento de aposentadoria com estes artigos! Mas ai lembro que estou desempregado e não consigo um bom emprego desde que me formei Técnico em 2013. Tenho 21 anos, vivo buscando uma aportunidade, pra começar a ter renda e poupar para conseguir minha independência e fazer meu dinheiro trabalhar pra mim. Mas de qualquer forma, muito obrigado pelos excelentes artigos.

    • Leandro Ávila 26 de dezembro de 2016 at 7:14 - Reply

      Oi Gabriel. Se você está desempregado, você precisa tomar uma providência. Esqueça sua aposentadoria neste momento. Você ainda é jovem e deve investir na sua carreira, na sua capacidade de gerar valor para a sociedade fazendo um bom trabalho.

    • JOVEM X 26 de dezembro de 2016 at 18:45 - Reply

      eu to na mesma situação que voçe! tenho 20 anos.

  117. Anderson 25 de dezembro de 2016 at 22:25 - Reply

    Leandro, que série! que série!

    Parabéns pelo trabalho enriquecedor aos leitores, todos nós temos aprendido com os teus artigos.

    E bacana que gostas de programas de sobrevivência. =)

    E desejo-te um feliz ano novo (e espero que tenhas tido um ótimo natal, também)!

  118. RENATO M SOUZA 26 de dezembro de 2016 at 13:09 - Reply

    Olá Leandro,

    Eu adquire 3 e-books: Reeducação Financeira, Investidor Consciente e Investimento que Rendem mais, já faz bom tempo que adqueri, no entanto estou no primeiro livro Reeducação Financeira ainda, pois o arquivo esta em formato PDF e eu não tenho um aplicativo para ler no meu Smartphone. Tem como você me ajudar e indicar um aplicativo play store gratuito que possa ler seus livros digitais? Desde já muito obrigado e parabéns pelo seus trabalho como educador financeiro independente.

    • Leandro Ávila 26 de dezembro de 2016 at 15:22 - Reply

      Oi Renato. Existem inúmeros aplicativos para leitura de PDF. Eu não sei qual deles pode ser melhorno seu smartphone já que existem inúmeros modelos de smartphone. Basta que você dedique algum tempo observando qual seria melhor para você. Fiz uma busca e apareceu muitos aplicativos como pode ver aqui https://play.google.com/store/search?q=pdf&c=apps&docType=1&hl=pt_BR O adobe acrobat reader é o mais popular.

  119. Lucas 26 de dezembro de 2016 at 14:22 - Reply

    Oi Leandro, e no meu caso que tenho uma previdência privada conveniada com a empresa que trabalho, onde ela paga 50% e eu pago os outros 50% do valor mensal?

    Obrigado por tudo!

    • Leandro Ávila 26 de dezembro de 2016 at 15:18 - Reply

      Oi Lucas. Você precisa avaliar se ganhar 50% realmente compensa no longo prazo. Certamente existem exigências, você já leu sobre essas exigências? Já viu o que acontece com esses 50% se você exercer sua liberdade de trocar de emprego? Já viu como anda a rentabilidade dos investimentos que estão fazendo com o seu dinheiro? Olhar esse 50% sem olhar quanto custa receber esses 50% é um erro, por isso é importante avaliar com atenção.

  120. Patrícia 26 de dezembro de 2016 at 15:14 - Reply

    Leandro,

    É minha primeira vez no site e estou devorando tudo que escreve! Estou impressionada com a inteligência e conhecimento sobre finanças que possui. A forma clara e objetiva que você nos ensina é muito melhor até do que se aprende na faculdade, você não fala somente, você educa e com seus textos nos ensina a ser ativo, a não depender de intermediários, ensina a ser dono realmente de si e dos frutos do seu trabalho.

    Estou AMANDO o site e quero aprender cada vez mais com você! MUITO OBRIGADA e Parabéns!!

  121. Alfredo 26 de dezembro de 2016 at 15:33 - Reply

    Leandro, ótimos artigos. Essa da aposentadoria. Esse foi o último da série? pois quero recomendar para outras pessoas, principalmente para minhas sobrinhas que estão na faixa de 20 anos e tentar abrir a cabeça delas, é difícil pois elas só querem curtir.Mas não posso deixar de tentar!

  122. Alex Viégas 26 de dezembro de 2016 at 16:51 - Reply

    Você está contribuindo com o esclarecimento de milhares de pessoas meu amigo. Parabéns e continue este trabalho brilhante.

  123. Adilson 26 de dezembro de 2016 at 17:46 - Reply

    Parabéns Leandro!
    Gosto da forma como escreve, sempre imparcial!
    Muito bons artigos.

  124. Regina 26 de dezembro de 2016 at 18:16 - Reply

    Obrigada Leandro. Os seus são os melhores artigos que já li. Nos faz abrir os olhos para o todo. Realmente, muito educativos.

  125. Laine Hart 26 de dezembro de 2016 at 19:41 - Reply

    Parabens Leandro, os seus textos sao excelentes! Eu mudei a minha forma de pensar financeiramente e economicamente atraves de seus textos. Leio todos e gosto muito da sua forma de escrever. Admiro o seu trabalho e isso me inspira a fazer melhor na minha vida. Eu estava para assinar um contrato de previdencia privada, quando uma pessoa da minha lista do facebook postou o seu artigo sobre ” a crise imobiliaria” anos atras. Depois disso, li todos os seus artigos, nao assinei o contrato, fiz cursos sobre investimentos e comprei alguns de seus livros. Hoje dou gracas a sua dedicacao e amor ao que faz, pois me ajudou ao rumo ao sucesso. Se alguma vez voce se perguntar ou tiver duvida se voce influenciou a vida de alguem para melhor atraves de seu trabalho. Eu sou prova disso. Tenho divulgado o seu site e desejo muito mais sucesso ao seu trabalho e vida.

    • Leandro Ávila 27 de dezembro de 2016 at 18:09 - Reply

      Oi Laine, fico feliz por ter ajudado de alguma forma. Parabéns por ter dedicado seu tempo, isso que faz a diferença.

  126. Paulo Cesar 26 de dezembro de 2016 at 20:12 - Reply

    Oi Leandro. Sou mais um fã fiel e assíduo do seu trabalho. Parabéns por mais esse artigo fantástico. Por favor, me esclareça uma dúvida relacionada às corretoras que intermediam a compra/venda dos títulos públicos das pessoas físicas: Qual seria a maneira de ganho das corretoras que não cobram nenhuma taxa (0,0%) nas transações e na administração destas carteira dos títulos??

    • Leandro Ávila 27 de dezembro de 2016 at 18:12 - Reply

      Oi Paulo. O marketing. As que cobram 0% de taxa atraem um número grande e clientes vindo dos bancos que costumam cobrar 0,5% ao ano. Com o passar do tempo esses clientes do Tesouro Direto se interessam por outros produtos que a corretora oferece como os títulos privados (CDB, LCI, LCA, debêntures). Eles são remunerados pelos bancos quando oferecem esses títulos. Também ganham quando oferecem fundos de investimento, fundos imobiliários e ações.

  127. Leonardo 27 de dezembro de 2016 at 10:38 - Reply

    Olá Leandro,

    Li recentemente que o Tesouro IPCA+ tem um risco embutido, qual seja, se a inflação subir a patamares equivalentes àqueles do final dos anos 80 e início dos anos 90. Considerando que esses títulos são de longo prazo e dada a fragilidade política e econômica de nosso país, não me parece aceitável que os riscos de se investir nesses títulos se aproximam de zero, conforme você sugere no artigo.

    • Leandro Ávila 27 de dezembro de 2016 at 18:18 - Reply

      Oi Leonardo. Não existe nenhum investimento de risco zero. No da inflação, ela provoca danos em todos os investimentos. Se você investir em Tesouro Selic e o governo manter a taxa Selic abaixo da inflação, você terá perdas. Se investir em Tesouro Prefixado e a inflação ficar maior que a taxa que você comprou, também terá perdas. No caso do Tesouro IPCA, se a o país mergulhar em uma hiperinflação (como ocorreu no tempo do Sarney) e a inflação chegar a valores absurdamente elevados como 1000% ao ano (isso já aconteceu) seus 6% acima da inflação serão insignificantes. Agora use a mesma régua para avaliar o que aconteceria coma poupança que só renderia 6% ao ano + TR, as perdas seriam absurdas já que não existe correção pelo IPCA. Imagine a pessoa que investiu o dinheiro em fundos de investimento, planos de previdência e qualquer outro meio que também seriam drasticamente afetados com uma inflação de 1000% ao ano. Nessas condições onde a moeda perde valor rapidamente a população tende a buscar outras moedas como o dólar. Isso também aconteceu no tempo do Sarney.

  128. Luciano Flores 27 de dezembro de 2016 at 14:06 - Reply

    Fantástico mais uma vez! Parabéns pela série! Parabéns por contribuir de uma forma neutra para o utópico fim da ignorância financeira no nosso país. Gostei muito das comparações: nutricionista e fast-food, médico e morte do paciente, feijoada, etc…ilustra de uma maneira simples para toda a população, que precisa ter uma ideia mais clara de todo o esquema. Mas a melhor comparação foi a de Contribuinte X Credor. Ser contribuinte é uma imposição (infelizmente sou um e o faço com honestidade). Ser credor é uma escolha. Basta aprender como funciona o jogo e jogar do lado certo. Parabéns pelos e-books. A comparação Tempo X Dinheiro no livro Reeducação Financeira é fenomenal. Dinheiro se faz mais. Tempo não. Como diria Manuel Bandeira:
    “Quando se vê já são seis horas;
    quando se vê já é sexta feira;
    quando se vê, já é Natal;
    quando se vê, já terminou o ano;
    quando se vê, já se passaram 50 anos!
    Se me fosse dado um dia uma outra oportunidade, eu nem olhava para o relógio.”
    Mais uma vez parabéns pelo melhor site de combate à ignorância financeira do país!

    • Leandro Ávila 27 de dezembro de 2016 at 18:07 - Reply

      Oi Luciano. Muito obrigado!. Parabéns por investir na sua educação financeira e por apoiar o projeto.

  129. Amaral 27 de dezembro de 2016 at 18:18 - Reply

    Desculpando meu descontentamento, previdência privada se assemelha a seguro de vida ? Pergunto porque hoje mesmo ouvi propaganda no rádio falando dos benefícios de um plano privado, dentre outros o da indicação de beneficiários (filhos maiores, familiares em geral), em caso de morte do titular, e a transferência imediata do saldo para aquele beneficiário sem necessidade de inventário.

    • Leandro Ávila 27 de dezembro de 2016 at 20:36 - Reply

      Oi Amaral, planos de previdência são produtos oferecidos por seguradoras. Quando você morre antes de se aposentar a sua família recebe o valor investido até aquele momento. Se morrer após a aposentadoria, caso tenha optado pelo recebimento vitalício, sua família não receberá nada. Existem planos de previdência que permitem destinar recursos para um parente, mas isso vai gerar um custo adicional mensal como qualquer outro seguro.

  130. Carlos A 28 de dezembro de 2016 at 12:58 - Reply

    Excelente artigo Leandro! Parabéns pela contribuição e por nos ajudar a tornarmos pessoas financeiramente melhores.

  131. Zilvânia Oliveira 29 de dezembro de 2016 at 8:53 - Reply

    Leandro, você é sensacional!
    Riquíssimo de conhecimento e o melhor, compartilha tudo de uma forma simplificada e verdadeira. Cada artigo que leio, fico mais impressionada, Obrigada por existir !

  132. William Santos 29 de dezembro de 2016 at 10:55 - Reply

    Leandro, sou autonomo, parei de pagar o INSS devido toda a essa situacao e estou me educando financeiramento para garantir minha aposentadoria. Voce como educador financeiro acha que estou indo no caminho correto? ou devo pagar o minimo do INSS para garantir uma merreca do governo quando eu estiver (velhinho, velhinho…)

    • Leandro Ávila 29 de dezembro de 2016 at 12:12 - Reply

      Oi William. Não recomendo que as pessoas parem de pagar o INSS. Acho interessante que você pague pelo menos o mínimo. O que eu realmente não recomendo para ninguém é confiar que o INSS será suficiente para sua sobrevivência quando faltar forças para o trabalho. Ele não será suficiente.

    • Jeter 5 de janeiro de 2017 at 11:00 - Reply

      Lembrando que o INSS não trata somente de previdência mas de seguridade social (Auxílio-doença,
      Auxílio-acidente, seguro-desemprego etc). É preciso se preparar financeiramente para não depender do INSS tanto em relação a previdência quanto a esses outros infortúnios.

  133. Flávio Roberto 30 de dezembro de 2016 at 12:47 - Reply

    Oi Leandro. Excelente artigo
    Leandro, em um artigo seu sobre corretoras você falou que é importante que os recursos estejam vinculados ao CPF da pessoa e não ao CNPJ da instituição. Você falou também sobre a Clear Investimentos, que é do grupo XP. Verificando no site da Clear, a mesma só aceita depósito vinculado ao CNPJ da corretora. É seguro?
    Obrigado =)

    • Leandro Ávila 4 de janeiro de 2017 at 17:55 - Reply

      Oi Flávio. O ideal seria transferir para sua conta na corretora. Não sou cliente da Clear, não sei dizer como funciona isso por lá.

  134. Talibã 31 de dezembro de 2016 at 11:53 - Reply

    Bacana. Discordo apenas em relação aos seguros, em geral. Acredito que eles são interessantes, estar “seguro” é muito importante.

  135. Renato 2 de janeiro de 2017 at 20:20 - Reply

    Excelente artigo, Leandro. Parabéns! Não dá pra confiar na previdência pública, tampouco na privada e que títulos da dívida pública constituem boa opção para a formação de um capital que propicie vida digna na velhice. Essa semana, contudo, o governo deu declarações no sentido de que com a reforma da previdência muitas pessoas migrarão para o tesouro direto. Eu não tenho o dom de prever o futuro, mas é possível que o governo altere as regras no pagamento de juros, tributação ou outras questões relativas aos títulos só governo. Por isso, penso ser arriscado investir em títulos do governo de longo prazo como alternativa ou forma de se fazer uma previdência. Não vejo muitas saídas, no final das contas, somos nós, contribuintes e pequenos credores do governo, que pagarão as contas pela incompetência administrativa. Forte abraço.

    • Leandro Ávila 4 de janeiro de 2017 at 17:53 - Reply

      Oi Renato, como falei nos artigos, somente pouco mais de 1% da dívida pública foi adquirida de forma direta pela população. Tirando os estrangeiros, o restante da dívida também foi adquirida pela população só que tendo os bancos e outras instituições financeiras como intermediárias (lucrando com isso). Quase todo dinheiro que as pessoas investiram em planos de previdência privada e fundos de investimento esta no bolso do governo neste exato momento. Não existe para onde correr. Se você tem 1 real no bolso, você tem um pedaço de papel colorido pelo governo que só tem algum valor graças a ele, pois ele é que garante o valor desse papel cheio de desenhos, ele que obriga (por lei) a todo mundo receber esse pedaço de papel. Outra saída seria o aeroporto, o problema é que nos outros países a coisa funciona da mesma forma, temos governos imprimindo papel loucamente e sempre que ocorrem eleições (veja o resultado das eleições nos EUA) um novo maluco chega no poder com grande potencial de mudar as regras do jogo para pior ou para melhor, com impactos globais.

  136. Socrates 3 de janeiro de 2017 at 19:58 - Reply

    Olá Leandro!
    Gostaria de que, se possível, tecesse algum comentário do caso Grécia com relação ao calote da dívida.Lá ocorreu isso? E se não quais os países que você conhece que realizaram o default ou alguma alteração que gerou prejuízo aos investidores em títulos públicos.

    • Leandro Ávila 4 de janeiro de 2017 at 17:40 - Reply

      Oi Socrates. A Grécia não possui uma moeda própria, como o Brasil. Eles utilizam o Euro, moeda oficial da Zona do Euro. A Grécia e países como Alemanha, Áustria, Bélgica, Chipre, Eslováquia, Eslovénia, Espanha, Estónia, Finlândia, França, Irlanda, Itália, Letónia, Lituânia, Luxemburgo, Malta, Países Baixos e Portugal adotam o Euro como moeda e devido a isso não possuem a liberdade de imprimir o próprio dinheiro. É como se a Grécia só tivesse dívida externa, pois a moeda que usa para pagar suas dívidas é o Euro e não uma moeda grega. O calote em moeda externa é uma realidade, sempre aconteceu e vai continuar acontecendo. A Argentina deu um calote recente em moeda estrangeira. O Brasil já deu calote na dívida externa (dívida em dólares) no tempo do Sarney e até hoje discutem se aquilo realmente foi tecnicamente necessário.

  137. Fábio 4 de janeiro de 2017 at 9:49 - Reply

    Leandro. Parabéns ! Esse artigo é sensacional. Quando leio, começo a enxergar as coisas de forma mais realista.

  138. Eduardo Féres 4 de janeiro de 2017 at 19:44 - Reply

    Olá Leandro, tudo bem?
    Esta sua série foi sensacional, muito obrigado!

    Mas fiquei com uma dúvida apenas. Será que não valeria a pena aplicar um certo limite do meu salário em um plano PGBL, com a finalidade de obter deduções no IRPF? Ou aplicar em títulos do Tesouro Direto e “esquecer” o desconto do IRPF valeria mais, financeiramente? Esta tem sido a “pergunta fundamental sobre as finanças, o universo e tudo mais”…

    Realmente dói meu bolso pagar mais de R$ 10.000,00 todo ano em IRPF.

    Grande abraço e muito obrigado novamente!
    Eduardo

    • Leandro Ávila 7 de janeiro de 2017 at 6:18 - Reply

      Oi Eduardo. Isso depende dessa PGBL. O que ocorre é que muitos, na busca dessa dedução, acabam fazendo PGBL que cobram taxas absurdamente elevadas. O resultado é que o banco fica com os lucros e benefícios que você teria. As vantagens são destruídas pelas desvantagens. Vale lembrar que ao investir em PGBL você só vai adiar o pagamento do imposto, não vai se ver livre dele.

  139. Marisol Muro 5 de janeiro de 2017 at 16:33 - Reply

    Incrível como você é didático.. Obrigada pelos artigos

    Gostaria de saber se você pode me indicar um consultor para que eu possa fazer uma análise da minha possível aposentadoria pelo INSS, quero saber se vale a pena continuar pagando pelo teto máximo

  140. Rafael 16 de janeiro de 2017 at 16:39 - Reply

    Um dos melhores artigos do Clube do Poupadores!

  141. Abelardo Ladeia Filho 17 de janeiro de 2017 at 17:38 - Reply

    Leandro, obrigado por mais esta matéria, vc é genial. Uma dúvida que gostaria que me esclarecesse: Salvo engano, nos Estados Unidos as pessoas aplicao no Tesouro de lá de forma direta sem a intermediação de corretora. Aí eu lhe pergunto – porque no Brasil tem que ter intermediário (no caso Corretoras)? Quando venci um título, o dinheiro volta para sua conta da corretora e se essa corretora quebrar justamente no dia em que seu dinheiro voltou para ela (do tesouro direto para sua conta na correttora), ficamos no prejuizo. Se fosse uma aplicação direto entre vc e o tesouro, isso não poderia acontecer. Não sei se eu fui claro, queira me desculpar. Peço seu comentário a respeito, Abelardo

    • Leandro Ávila 20 de janeiro de 2017 at 17:28 - Reply

      Oi Abelardo. No Brasil temos intermediários para tudo. No caso do Brasil o Tesouro Direto é uma parceria do Tesouro Nacional com a BM&FBOVESPA que é a bolsa de valores do Brasil. A bolsa não se relaciona diretamente com os investidores. Obrigatoriamente você precisa de uma corretora de valores para operar qualquer coisa que faça uso da estrutura da bolsa. Vale lembrar que corretoras não são bancos, ou seja, elas não ficam emprestando o seu dinheiro para os outros. Elas não quebram como quebram os bancos e mesmo quando quebram elas não podem desaparecer com o dinheiro, pois ele não pode ser emprestado para ninguém. Lembre-se apenas que todos os dias bilhões são movimentados na bolsa através das corretoras. As grandes fortunas da bolsa fazem operações milionárias todos os dias e não possuem essas preocupações.

  142. Irlan 19 de janeiro de 2017 at 8:28 - Reply

    Alguns asseveram o seguinte: votem nos políticos certos! Mas, onde podemos ter acesso aos tais? Onde estão eles? Ou, quem são eles?

    • Leandro Ávila 20 de janeiro de 2017 at 17:29 - Reply

      Oi Irlan. As pessoas que seriam bons políticos são justamente aquelas que por algum motivo estranho não se interessam por política.

  143. Patricia Vaz 25 de janeiro de 2017 at 14:26 - Reply

    Leandro,

    Parabéns!!! Estou adorando os seus artigos e cada vez que vou me apropriando do conhecimento sobre a educação financeira mais fico convencida que esse é o caminho. Mas não vou mentir que fico intrigada das pessoas terem essa resistência de entender e aceitar que aplicar em Tesouro Direto faz toda a diferença. Porque tanta desconfiança?

    • Leandro Ávila 25 de janeiro de 2017 at 15:40 - Reply

      Oi Patricia. Medo do novo. Um comportamento primitivo humano, muito difícil de combater.

  144. Cezar Gaspereti 26 de janeiro de 2017 at 5:22 - Reply

    Sensacional a forma simples como você joga luz sobre os fatos, Leandro Ávila! Muito obrigado!

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