Crédito Rápido e Fácil: A pior forma de realizar sonhos e desejos


Estou iniciando aqui uma séria de artigos para mostrar como você pode realizar seus sonhos, satisfazer desejos e resolver problemas financeiros, sem precisar recorrer a qualquer tipo de cheque especial, crédito pessoal, consignados, crediário, dívidas no cartão de crédito e financiamentos.

É através da educação financeira que você se libertará da servidão que é depender do dinheiro dos outros durante a sua vida. Isso significa que com o mínimo de dedicação ao estudo você poderá economizar milhares de horas trabalhadas para o pagamento de juros e taxas para instituições financeiras.

O quadro abaixo é um retrato da ignorância financeira da população. Todos os anos, os brasileiros (pessoas físicas) pedem mais de R$ 1,5 trilhões emprestados para bancos e financeiras através de créditos livres (credito pessoal, consignado, cartão de crédito, cheque especial, etc.) e créditos direcionados, especialmente para a compra de imóveis. Fonte.

Isso não seria um grande problema se vivêssemos em países onde as taxas de juros são baixíssimas. O problema é que o Brasil é o país com as maiores taxas de juros reais do mundo (fonte). Nosso spread bancário também é um dos maiores do mundo, segundo o Banco Mundial (fonte). O spread é a diferença entre as taxas que os bancos pagam ao captar dinheiro no mercado (através da oferta de investimentos como CDB, LCI, LCA, etc.) e o juro que cobram nos empréstimos. Essa diferença é absurdamente elevada e não existe nada comparado ao Brasil quando observamos países semelhantes ao nosso.

Na comparação entre 114 países, o Brasil ficou em terceiro lugar, perdendo apenas para o spread dos bancos de Madagascar (país que ocupa uma ilha do continente africano) e Malawi (pequeno país da África Oriental). O spread no Brasil é 31,3%. A média mundial é 6,21%. No Chile é 1,9%. Na China é 2.9%. Na África do Sul é 3.3%. No próximo gráfico é possível observar que grande parte do mundo tem spread bancário de apenas um dígito.

Isso significa que você tem todas as razões do mundo para educar-se financeiramente, de tal forma que nunca mais precise trabalhar dobrado para realizar sonhos pagando juros e taxas aos bancos.

Eu não culpo os bancos pelo spread elevado. Bancos não são instituições de caridade, não são instituições de ensino sobre educação financeira, são instituições com fins lucrativos que oferecem os serviços que as pessoas querem comprar, pelo preço que elas aceitam pagar.

Exigir que um banco estimule você a ter suas próprias reservas financeiras para não depender de empréstimos seria esperar que o dono da fábrica de comida enlatada estimule você a comer alimentos frescos ou que a fábrica de cerveja desenvolva uma campanha contra o consumo de bebidas alcoólicas. Essas e outras indústrias apenas vendem os produtos que são demandados pela sua ignorância.

A sua falta de educação financeira cria uma enorme oportunidade de negócios para os bancos e demais instituições do sistema. Bancos não resolvem problemas de educação, eles vendem os paliativos para reduzir os sintomas da sua falta de educação financeira.

Os bancos brasileiros alegam que o spread elevado é uma consequência da inadimplência, impostos e insegurança jurídica no Brasil. Isso seria verdade se o Brasil fosse o terceiro maior em inadimplência, impostos no setor bancário e em insegurança jurídica. Associações e federações que representam empresários da indústria e do comércio sempre reclamaram dos elevados spreads bancários e isso nunca adiantou. Em 2012 o governo iniciou uma tentativa desastrada de reduzir o spread, na base da força bruta, fazendo uso dos bancos públicos, gerando uma crise política e econômica (fonte).

Nada disso deu certo. O motivo é simples. A origem do problema está na falta de educação financeira dos brasileiros que o faz aceitar taxas absurdamente elevadas. Enquanto as pessoas não compreenderem que os juros praticados são absurdos e que elas deveriam aprender a poupar e investir o próprio dinheiro, para fazer suas compras de forma planejada, os bancos vão continuar praticando taxas elevadas, já que a demanda pelo crédito caro é incessante.

O crédito não foi feito para você

Por muitos séculos os bancos viveram dos lucros obtidos através de empréstimos que faziam para reis, imperadoras, mercadores, navegadores, comerciantes e donos de indústrias. Bancos do mundo todo possuem como seus maiores credores os governos dos países.

Inúmeras guerras na história foram patrocinadas por banqueiros. Continentes e países foram descobertos através dos seus empréstimos. Grandes expedições como as de Cristóvão Colombo e de Pedro Alvares Cabral, que resultaram na “descoberta” da América e do Brasil, foram financiadas por banqueiros. Um descendente desses banqueiros você conhece. Veja aqui ele contando a história.

A busca por financiamento para a atividade empreendedora sempre fez sentido. Diante de uma oportunidade, o empreendedor avalia o custo do dinheiro (juros) e os lucros que pode obter acima desse custo. Quando os lucros podem ser maiores que o custo do dinheiro (juros) o empreendedor faz o empréstimo e consegue construir riquezas através das dívidas.

Com R$ 3 mil você pode comprar um carrinho de cachorro quente, como esse da figura abaixo, ou uma televisão de 55 polegadas. O carrinho será um instrumento que te permitirá ganhar dinheiro fazendo o uso produtivo do seu tempo. A televisão será um instrumento que permitirá perder dinheiro fazendo o uso improdutivo do seu tempo. Leia mais sobre ignorância seletiva visitando aqui.

Os lucros mensais obtidos com a venda do cachorro quente poderiam ser suficientes para pagar o preço do carrinho e os juros devidos no decorrer do tempo. Não importa se você pretende investir através de um carrinho de cachorro quente ou se pretende construir uma enorme fábrica de salsichas. O crédito sempre foi, e continuará sendo, uma importante ferramenta para a construção de riquezas nas mãos dos bons empreendedores. O problema está no uso do crédito como potencializador do nosso consumismo.

Você não será estimulado

Não faz muito tempo que as pessoas adquiriram o mal hábito de usar o crédito para potencializar seu consumismo ou para complementar a própria renda. Para as empresas o crédito rápido e fácil é uma oportunidade de vender produtos e serviços até para aquelas pessoas que não possuem dinheiro para isso. Comprometendo sua renda futura, você tem a possibilidade de satisfazer seus desejos e impulsos mais imediatos.

O crédito não deveria ser utilizado para essa finalidade, especialmente no Brasil onde os juros são absurdamente elevados quando comparamos com a realidade global. O problema é que nenhum governante, banco ou empresa fará qualquer esforço para estimular a sua poupança para o consumo planejado. Todos eles perdem quando você deixa para comprar depois, pagando à vista. Vale lembrar que estimulando o consumismo o governo aumenta a arrecadação de impostos sobre o consumo, os bancos emprestam mais dinheiro e as empresas vendem mais.

Copiando seus amigos

Se você depende constantemente do cheque especial, dívidas no cartão de crédito, empréstimos pessoais e crédito para adquirir carros, eletrodomésticos, viagens, joias e roupas, você sofre um desequilíbrio. Certamente não percebe que tem um problema pelo fato de todas as pessoas que você conhece sofrerem do mesmo problema. Nessas condições, o anormal é visto como normal.

Não importa se os seus amigos estão consumindo loucamente através das dívidas. Eles também sofrem um problema. Estão trabalhando mais para jogar dinheiro pela janela através do pagamento de juros e taxas dos empréstimos que fazem desnecessariamente.

Se as pessoas que você conhece agissem de uma forma exemplar com relação ao dinheiro, não viveríamos em um país onde mais da metade da população está endividada (fonte) e sem pensar no futuro (fonte).

A única coisa que você vai conseguir mantendo o mesmo padrão de consumo dos seus amigos, que vivem endividados, é ter uma vida repleta de contas para pagar, problemas financeiros, pouco tempo livre e muito trabalho para pagar os juros e as taxas cobradas pelos bancos.

Empréstimo com juro zero

As modalidades mais comuns de crédito, que fazem dos bancos brasileiros os recordistas em lucros (fonte), são o cheque especial, financiamento de bens ou serviços (carros, viagens, eletrodomésticos, imóveis etc.), empréstimo pessoal, crédito consignado em folha de pagamento e cartão de crédito.

No próximo artigo iremos falar sobre as verdades, mentiras e problemas do cheque especial. Vou mostrar como você pode criar o seu cheque especial independente. Ele é o único cheque especial que não cobra taxa de juros quando você precisa de dinheiro (juro zero) e ainda remunera você diariamente quando não estiver fazendo uso do dinheiro.

Qual é o seu preço?

Você precisa tomar muito cuidado com o conteúdo que você encontrará na internet falando sobre as vantagens de utilizar o crédito para realizar desejos ou resolver seus problemas financeiros. Recentemente uma agência de publicidade me enviou um e-mail com o título “Cotação Clube dos Poupadores”. A mensagem dizia:

“…nossa ideia é que o seu blog produza conteúdos com dicas sobre qual a melhor solução de crédito para diferentes situações e os pontos de atenção na hora da contratação. O que você precisa falar: 1) Reforçar o posicionamento de crédito responsável como uma solução para realizar desejos e resolver situações emergenciais do nosso cliente; 2) Informações sobre os produtos do banco como a facilidade no processo (simulação + contratação) e estímulo da utilização dos canais digitais na contratação. Procuramos alguém que tenha a cara da campanha para nos ajudar e pensamos no Clube dos Poupadores.”

Respondi, de forma educada, que meus textos sobre educação financeira não tinham preço, não podiam ser negociados e cotados como se fossem uma mercadoria. Isso significa que nem mesmo todo o dinheiro do banco seria suficiente para me fazer escrever qualquer coisa contra meus princípios.

Esclareci que como educador, estou a serviço da educação. O crédito para realização de sonhos é um sintoma da falta de educação financeira. Se a origem do problema é a falta de educação, a melhor solução só pode ser a educação e não o crédito rápido e fácil. Aceitar uma remuneração para escrever sobre o contrário do que acredito seria o mesmo que me servir do mal-uso da educação.

A certeza da agência de que apresentaria “meu preço” foi tanta que o título da mensagem já destacava que se tratava de uma cotação. O conteúdo da mensagem já transmitia as instruções de como o texto deveria ser escrito para atender os interesses do banco. Isso significa que essa agência já está acostumada com essa prática junto a outros educadores. Isso é preocupante.

Dessa forma, tomei a decisão de escrever uma série de artigos fazendo justamente o contrário daquilo que o banco me pagaria para fazer. Vou falar o que as pessoas precisam aprender sobre crédito, colaborando para que dependam cada vez menos dos bancos. Somente no dia que as pessoas forem financeiramente educadas que teremos um país rico, grande e forte. Isso significa bancos competindo por clientes conscientes e inteligentes, oferecendo taxas de juros competitivas para quem precisa de empréstimo e para quem precisa investir.

É para isso que existe a educação financeira que eu acredito e que defendo através dos meus livros independentes. A educação financeira serve para que as pessoas respeitem o próprio dinheiro, pois ele é o resultado do tempo que gastamos para consegui-lo. O nosso tempo é a nossa vida.

By |22/02/2017|Categories: Consumo|262 Comments

About the Author:

Leandro Ávila é administrador de empresas, educador independente especializado em Educação Financeira. Além de editor do Clube dos Poupadores é autor dos livros: Reeducação Financeira, Investidor Consciente, Investimentos que rendem mais, e livros sobre Como comprar e investir em imóveis.

262 Comments

  1. Talita 22 de fevereiro de 2017 at 13:53 - Reply

    Quando você diz “Essas e outras indústrias apenas vendem os produtos que são demandados pela sua ignorância” eu discordo, pois às vezes temos conhecimentos sobre os riscos e consequências de produtos enlatados ou cervejas (ou outro produto qualquer) e mesmo assim consumimos, por outros fatores que vão além da ignorância. Acho importante conhecermos os produtos para que possamos decidir se queremos ou não consumir, todavia tendo ciência dos impactos e consequências daquele consumo.

    • Leandro Ávila 22 de fevereiro de 2017 at 14:55 - Reply

      Oi Talita. Existe um abismo entre ter uma informação e saber o que fazer com ela (sabedoria). Informação não resolve o problema da ignorância. Ter a informação de que beber é prejudicial para sua saúde e pode produzir consequências desastrosas no seu futuro e no futuro das pessoas próximas não é suficiente para mudar suas ações. O que você vai fazer com essa informação é que determina se você está ou não no estado de dormência provocado pela ignorância. Os vícios que cultivamos no decorrer da vida também tiram nossa liberdade ao dificultar a ação da nossa vontade. Muitos bebem alcoólicos, se alimentam mal, abusam do uso do crédito no consumismo por terem desenvolvido vícios. A maioria não percebe que são escravos desses vícios e se iludem achando que são capazes de parar com facilidade. Mesmo diante da informação, das experiências negativas e dos conselhos das pessoas, alguém que cultivou maus hábitos ou vícios precisará de uma enorme força de vontade e muita sabedoria para se livrar dessa condição. Para todo vício existem indústrias fazendo lucros bilionários. Não importa se o vício é a cerveja, o chocolate, o fast-food, uma coleção de sapatos, roupas da moda, carros de luxo, etc. Sempre existem oportunidades de negócio prontas para oferecer aquilo que a sua ignorância exige de você. Apesar da ignorância custar caro, ela é livre.

      • marcos sant anna 22 de fevereiro de 2017 at 20:53 - Reply

        A cada dia fico mais fan do seu trabalho.

      • Paulo 22 de fevereiro de 2017 at 21:17 - Reply

        Olá Leandro,

        Desde que me interessei por aprender sobre investimentos descobri o quanto perdi nos últimos anos e o seu blog vem contribuindo muito para esse aprendizado. Sobre o comentário da Talita eu também acho que muitos consomem de forma consciente, mesmo sabendo do mal, entretanto o papel do marketing em muitas empresas passa inclusive por inserir em você uma necessidade que não existe. Quando vi seu artigo e o comentário da Talita me lembrei de uma propaganda da folha de 1987, que dizia: “é possível contar um monte de mentiras dizendo só a verdade”, mas para chegar a verdade é preciso educação. Segue o link da propaganda:
        https://www.youtube.com/watch?v=pY4FCKlQISA

        • Leandro Ávila 23 de fevereiro de 2017 at 8:28 - Reply

          Oi Paulo, o simples fato das pessoas não entenderem o funcionamento do marketing e se deixarem influenciar pelos seus apelos já é uma consequência negativa de um tipo de ignorância. Como falei, existe uma abismo de diferença entre ter uma informação e ter plena consciência e sabedoria para fazer o que é certo com essa informação. Quando existe algum vício relacionado, a dificuldade de tomar uma atitude é ainda maior.

      • Douglas Alencar 23 de fevereiro de 2017 at 0:04 - Reply

        Esta resposta pra mim foi sem sombra de dúvida nenhuma uma das melhores que eu já vi de ti até hoje! Tanto enriquecedora como o artigo! Meus parabéns Leandro!

        • Leandro Ávila 23 de fevereiro de 2017 at 8:37 - Reply

          Obrigado Douglas.

        • roberto 23 de fevereiro de 2017 at 19:17 - Reply

          Concordo !!!! foi mais a fundo ainda na raiz do problema : a forma como o MKT influencia toda a dinamica do capitalismo em todas as suas áreas.!

      • Alisso 26 de fevereiro de 2017 at 9:55 - Reply

        Parabéns! Muita sabedoria… Como de costume, excelentes palavras!

      • Magno 26 de fevereiro de 2017 at 14:14 - Reply

        Leandro, essa resposta foi libertadora! Argumentos inspiradíssimos! O seu espírito te guia bem! E este tipo de ajuda não tem preço! Muito fan do seu trabalho e da pessoa que você é!

      • David 15 de março de 2017 at 11:54 - Reply

        Eu diria mais, Leandro: as pessoas não estão dispostas a sair da zona de conforto experimentando algo novo ou se privando de algo que acham que é imprescindível para elas.

  2. Cleiton Oliveira 22 de fevereiro de 2017 at 13:54 - Reply

    Mais um excelente artigo. Muitas pessoas acreditam que só conseguirão algumas coisas na vida por meio do crédito. Isso acontece devido a falta de educação financeira.

    Querer copiar o padrão de vida dos outros e não refletir e definir quais são os objetivos pessoais e financeiros e conquistá-los por meio de um planejamento financeiro são um dos piores sabotadores dos sonhos.

    Um grande abraço.

    • Leandro Ávila 22 de fevereiro de 2017 at 14:59 - Reply

      Oi Cleiton. É o comportamento primitivo de manada. Temos o instinto de querer copiar o estilo de vida das pessoas próximas (dos componentes da nossa tribo), mesmo quando não temos condições para isso. Seu amigo compra um determinado carro, por algum motivo você acredita que pode e deve comprar também. Seu parente parcela um pacote de viagem caríssimo em 24 parcelas, que irão comprometer a qualidade de vida dele durante 2 anos e você acredita que merece fazer o mesmo. Estamos sempre medindo a nossa vida com a régua dos outros e infelizmente acreditamos que isso é natural e normal.

  3. Tiago Medeiros 22 de fevereiro de 2017 at 14:03 - Reply

    Parabés Leandro.. belo texto..fujamos da ignorância financeira em que os bancos e a TV nos impõe..

    Obrigado!

  4. Cássio 22 de fevereiro de 2017 at 14:14 - Reply

    Ótimo artigo!
    Parabéns por manter seus princípios!

  5. Yuka 22 de fevereiro de 2017 at 14:24 - Reply

    Parabéns Leandro. Dá para perceber mesmo que a sua postura é completamente diferente da maioria dos sites que se vê por aí. Acompanhava vários consultores financeiros, blogueiros, sites de finanças, mas aos poucos, essas pessoas vão sendo corrompidas, falando que “previdência privada é um ótimo investimento”, de que “fazer dívidas boas é muito bom”, e assim vou deixando de acompanhar o trabalho destas pessoas. A parte ruim é que a maior parte da população não percebe que está sendo enganada, que existe uma propaganda por trás destes discursos. Por isso, parabéns pelo Clube dos Poupadores!

    • Leandro Ávila 22 de fevereiro de 2017 at 15:26 - Reply

      Oi Yuka. Essa história da “dívida boa” para pessoa física, funciona no exterior, mas não pode ser aplicada no Brasil (onde temos os maiores juros do mundo). Existem muitos livros de educação financeira de autores estrangeiros, traduzidos para o Brasil, que pregam esse tipo de coisa. Lá fora as taxas de juros são baixas. Existe uma diferença pequena entre o custo do dinheiro emprestado e a rentabilidade que você pode obter se investir o dinheiro. Mesmo tendo dinheiro para comprar à vista, existem situações onde é melhor comprar financiado, investir o dinheiro e pagar os juros através dos rendimentos. No Brasil, se você fica devendo no cartão de crédito paga 441% de juros ao ano. No cheque especial são 300%. Um empréstimo pessoal resulta em 160% de juros ao ano. Para financiar um carro, ficando o carro como garantia, são 32% de juros ao ano. Nos EUA você financia imóveis pagando 0,5% ao mês, menos que a rentabilidade da nossa Poupança. Dívida não pode ser boa com essas taxas.

  6. Marcio 22 de fevereiro de 2017 at 14:35 - Reply

    Mais um ótimo artigo Leandro, parabéns pelo trabalho.

  7. Guilherme 22 de fevereiro de 2017 at 14:49 - Reply

    Atitude exemplar. E o seu revide veio da melhor forma possível. Parabéns.

    • Leandro Ávila 22 de fevereiro de 2017 at 15:30 - Reply

      Oi Guilherme. Se os artigos que irei publicar ficarem bem posicionados nos resultados de busca será possível conscientizar muita gente desavisada e vulnerável. Isso não tem preço.

  8. Ganesh 22 de fevereiro de 2017 at 15:14 - Reply

    Parabéns pelo e artigo e pelo seu trabalho!

  9. Tiago Xavier 22 de fevereiro de 2017 at 15:21 - Reply

    Boa tarde!!!

    Leandro,

    Excelente artigo, simples, claro e objetivo.

    Infelizmente, no mundo atual as pessoas pensam que para fazer parte de um grupo
    e ser bem visto na sociedade é necessário apresentar um status que nem sempre corresponde com
    a realidade que a própria pessoa vive.
    Para satisfazer tal status contrata linhas de créditos extremamente alta, juros exorbitante,
    tudo isso sem pensar no futuro, apenas olhando a parcela mensal que cabe no bolso.
    Ao citar o carrinho de cachorro quente e a televisão de 55 polegadas, de forma simples
    deixou claro que a vida é feita de escolha.

    Continue sempre com essa vontade de ensinar, e acima de tudo sem se deixar levar
    pelo mundo capitalista. O dinheiro é muito bom para viver, mas a partir do momento
    que não entendemos o verdadeiro significado do dinheiro, deixamos de viver e passamos
    a ser escravo.

    Grande abraço Leandro.

    • Leandro Ávila 22 de fevereiro de 2017 at 15:39 - Reply

      Oi Tiago. Muito obrigado pelo comentário. Eu não tenho nada contra o capitalismo. O sistema capitalista funciona bem quando as pessoas são preparadas para viver nele. Temos sérios problemas quando existe uma deficiência na educação financeira das pessoas. De um lado tempos poucos que entendem o mundo do dinheiro e do outro uma grande parcela da população que não sabe o que está fazendo. Se você vive em um mundo capitalista e não sabe lidar com o dinheiro, não compreende o que significa fazer um empréstimo, não sabe o básico sobre como acumular capital, não sabe nada sobre como investir o seu dinheiro de forma inteligente, a sua ignorância se transformará em uma vulnerabilidade que será explorada pelo sistema.

  10. Alexandre Oliveira 22 de fevereiro de 2017 at 15:28 - Reply

    Ótimo artigo Leandro! Gostei da parte da agência! rss. Especificamente sobre cartões de crédito, eu tinha um descontrole enorme, chegando a gastar 75% do meu salário no crédito. Estudando sobre educação financeira, inclusive aqui no clube dos poupadores, aprendi a dominar esse problema e isso não significa que eu quebrei ou deixei de usar o cartão, pelo contrário, o cartão de crédito é necessário, pois algumas coisas só podem ser adquiridas com ele. Eu por exemplo assino serviços na internet(netflix, google drive, etc.) que exigem cartão de crédito. Hoje eu utilizo uma estratégia que é muito eficiente pra mim no controle financeiro onde no primeiro dia de cada mês eu debito na minha conta corrente o orçamento previsto do mês, então gasto apenas o que está disponível e vou controlando isso lançando os gastos em uma planilha. Todo santo dia eu acesso a planilha e a conta e vejo o que entrou de gastos e em seguida atualizo a planilha. Uma coisa interessante desse método é notar quando o banco te empurra algo que você não pediu e que não está na sua planilha, como um seguro de alguma coisa, ou um lançamento indevido. Eu já pedi por exemplo para estornar seguros que não solicitei e que em outras épocas passariam batido. Outra coisa interessante que mudei foi a forma de pensar sobre como gastar o dinheiro. Antes eu gastava (cartão de crédito) e depois pagava, hoje eu gasto aquilo que está disponível no orçamento sendo que cada compra é pensada. O mercado por exemplo foi o lugar que mais mudei o pensamento. Antes eu saía pegando tudo, hoje devido ao orçamento eu questiono se realmente é necessário ou se eu posso comprar sem gerar problema. São pequenas coisas que realmente fazem a diferença no final do mês.

    É isso aí. Abraço.

    • Leandro Ávila 22 de fevereiro de 2017 at 15:43 - Reply

      Oi Alexandre. Obrigado por compartilhar sua estratégia conosco. Podemos ver a enorme diferença que faz introduzir a consciência no que está acontecendo na sua vida financeira. É apenas uma questão de olhar, acompanhar, tomar ciência do que está acontecendo. Isso já é suficiente para desencadear uma melhoria na qualidade dos seus gastos. O que você fez foi adicionar lucidez na sua vida financeira. Parabéns.

      • Alexandre Oliveira 22 de fevereiro de 2017 at 16:07 - Reply

        Exatamente Leandro! O mundo atual é um grande mestre em seduzir as pessoas ao consumo desenfreado de todo tipo de produto ou serviço. Só saí desta matrix quem estuda e se compromete a mudar. Esta estratégia aí que eu usei está ajudando também 2 pessoas próximas minhas. Elas tinham o mesmo problema que eu e conseguiram sair do vermelho. Essas pessoas só conseguiram sucesso porque se comprometeram a mudar e passaram a enxergar esta parte da vida de uma forma diferente e ajudando estas pessoas eu aprendi ainda mais sobre o que NUNCA fazer! rsss.

        Obrigado por produzir textos que ajudam as pessoas a sair desta grande MATRIX.

        Abraço.

        • Leandro Ávila 22 de fevereiro de 2017 at 16:17 - Reply

          Oi Alexandre. Parabéns por ajudar a mudar a vida dessas duas pessoas. Certamente elas vão transmitir esses bons exemplos para outras pessoas e assim vamos melhorando a realidade das pessoas, mesmo que seja cabeça por cabeça.

  11. Cleber A. Nunes 22 de fevereiro de 2017 at 15:35 - Reply

    Excelente artigo no meio de tanta oferta desesperadora dos “vendedores de sonhos”. Mesmo com a diminuição e o aperto de contas é necessário fugir de presente de grego.
    A ideia da série é indispensável para quem pensa na reeducação.

    • Leandro Ávila 22 de fevereiro de 2017 at 15:51 - Reply

      Oi Cleber. Chamo isso de vendedores de atalhos. Precisamos parar de buscar atalhos. Eles custam caro e não resolvem o problema.

  12. Garyo 22 de fevereiro de 2017 at 15:50 - Reply

    Olá Leandro boa tarde.
    Muito obrigado por mais um artigo maravilhoso. Voce é um cara realmente fantástico e por quem eu tenho profunda admiração.
    Sua coragem fazem de voce meu ídolo.Parabens.
    Eu ja ouvi varias vezes conselhos de pessoas proximas de que eu deveria comprar isso ou aquilo e de que ter dívidas (uma prestação pra pagar) é uma coisa normal.
    As pessoas realmente acreditam ser normal ter uma prestacao para pagar. Ate sentem falta da prestacao quando finalmente quitam uma divida. Isso eh preocupante….

    • Leandro Ávila 22 de fevereiro de 2017 at 16:14 - Reply

      Oi Garyo. O pior é que essa visão de mundo é contagiosa, passa de pessoa para pessoa e até de pai para filho.

  13. Thiago Ferreira 22 de fevereiro de 2017 at 15:56 - Reply

    Boa tarde Leandro, agradecemos por não corromper os seus princípios e por continuar a nos trazer educação financeira… rs. Excelente texto.

  14. Guilherme Wosny 22 de fevereiro de 2017 at 16:08 - Reply

    Ola Leandro. Parabéns pelo artigo. Você tem algum dado referente ao ranking de inadimplência por país? Na minha percepção a Inadimplência e o tão falado Custo Brasil são os fatores que mais pesam no spread. Estou certo nesse raciocínio? Cada dia aprendo um pouco mais no Clube dos Poupadores. Grande Abraço

    • Leandro Ávila 22 de fevereiro de 2017 at 16:26 - Reply

      Oi Guilherme. A Confederação Nacional do Comércio divulga uma pesquisa mensal sobre o tema no endereço http://cnc.org.br/central-do-conhecimento/todas?categoria%5B%5D=67 Na última pesquisa 55% das famílias estão endividadas. 22% com contas atrasadas e 9% declaram que não terão condições de pagar. A demanda por crédito é muito grande e a população desprovida de conhecimento aceita pagar qualquer taxa ofertada por meia dúzia de bancos grandes que dominam o mercado. A baixa concorrência entre os bancos, o fato de toda a população manter conta nessa meia dúvida de bancos também agrava o problema.

  15. Renan 22 de fevereiro de 2017 at 16:15 - Reply

    Parabéns Leandro, obrigado por levar tanta informação financeira de qualidade à população. Seu blog é muito valioso. Se não me engano, em alguns países tipo EUA, creio que ainda se consegue abater os juros do financiamento do Imposto de Renda, o que prejudica ainda mais as comparações do tipo: Ah, mas nos EUA todo mundo faz assim…

  16. Luina 22 de fevereiro de 2017 at 16:21 - Reply

    Muito bem, Leandro! Agora, admiro mais ainda você e seu trabalho! Você me faz seguir sempre estudando! Abraço!

    • Leandro Ávila 22 de fevereiro de 2017 at 16:29 - Reply

      Oi Luina. Parabéns por dedicar tempo adquirindo esse bem que ninguém pode tirar de você, o seu conhecimento.

  17. Fernando 22 de fevereiro de 2017 at 16:31 - Reply

    Leandro,

    está de parabéns pelo texto e, principalmente, pela atitude.

    Muitos pseudo-educadores se vendem e acabam enganando seus leitores ao fazer promessas milagrosas de investimentos que mudarão a vida deles, em torno de alguma remuneração.
    Caso o autor identifique devidamente a publicidade, não vejo dúvidas, mas quando o negócio é implícito, de forma a influenciar as pessoas para uma ‘armadilha’ é totalmente desprezível.

    Seus textos são ótimos. Inclusive os do seu novo blog.

  18. Leandro 22 de fevereiro de 2017 at 16:35 - Reply

    Que bom saber que apesar de tudo ainda temos brasileiros que se importam com brasileiros, parabéns por mais essa matéria.

  19. Alessandro 22 de fevereiro de 2017 at 16:41 - Reply

    ‘Um homem que se vende recebe sempre mais do que vale”. Sábio Barao de Itararé.. Dentre todos os ensinamentos de mais um belo artigo, o destaque para mim, particularmente, ficou para a demonstracao de que estou acompanhado alguém realmente valoroso. … “Respondi, de forma educada, que meus textos sobre educação financeira não tinham preço, não podiam ser negociados e cotados como se fossem uma mercadoria. Isso significa que nem mesmo todo o dinheiro do banco seria suficiente para me fazer escrever qualquer coisa contra meus princípios…”, foi A sentença do artigo. Parabéns, Leandro! Não se venda. Você com certeza vale muito mais. Abraço.

    • Leandro Ávila 22 de fevereiro de 2017 at 17:46 - Reply

      Obrigado pelo apoio Alessandro. Espero tornar essa situação pública inspire as pessoas, cada um na sua profissão. Não tenho dúvida que esse tipo de assédio ocorra por todas as partes e em todas as profissões.

      • Paulo 11 de março de 2017 at 15:07 - Reply

        Parabéns Leandro por ter rejeitado esta oferta hostil! Continue com seu excelente trabalho, iluminando a trajetória das pessoas!

  20. Camila 22 de fevereiro de 2017 at 16:52 - Reply

    Parabéns Leandro por mais um excelente artigo, e também pelo seu compromisso com seus leitores. Fiquei chocada com a audácia do e-mail que você recebeu e fiquei muito feliz com seu posicionamento. Ultimamente, para minha tristeza, vejo cada vez mais “educadores financeiros” aceitando propostas desse tipo e os blogs que acompanho diminuem a cada dia! Continue sempre com seu compromisso com a verdade e a educação das pessoas, tanto aqui no CP quanto no TF! Abraços!

  21. Johnathan 22 de fevereiro de 2017 at 17:20 - Reply

    Show de bola Leandro, e muito admirável a sua postura de continuar nos educando com a verdade, e não se deixar levar pelo dinheiro q te oferecem para falar o contrário do que vc propoe a educação financeira, a sua contribuição com a sociedade será muito recompensada com um país melhor onde vc contribuiu, fez a sua parte. Eu aprendi lendo os livros do Robert kyosaki q só faz dívida para comprar ativos, nunca faça impréstimo para comprar passivos, afinal os ricos ficam mais ricos usando empréstimos para financiar ativos e não passivos. Muito grato, abraços!

    • Leandro Ávila 22 de fevereiro de 2017 at 17:53 - Reply

      Oi Johnathan. A visão do Robert kiyosaki é realmente diferente. Tem uma passagem de um dos livros dele onde fala sobre a compra de um carro de luxo, não me recordo se era um Mercedes-Benz. Só que a compra desse passivo foi feita com os lucros e juros dos investimentos que ele havia e a esposa faziam. Ele não deixa de satisfazer o desejo supérfluo de ter um carro de luxo, ele apenas faz isso seguindo a ordem mais inteligente. Primeiro ele constrói patrimônio através dos seus ativos e depois, através dos rendimentos passivos que esses ativos geram é que ele realiza esse tipo de desejo de consumo.

      • sandro 23 de fevereiro de 2017 at 8:46 - Reply

        As pessoas querem viver como reis/rainhas, a primeira coisa que fazer é comprar um castelo. A segunda é perder o sono imaginando como vai mantê-lo.
        Deveriam fazer o contrário, primeiro garante a renda para a realeza, depois fazer parte dela.

        • Leandro Ávila 23 de fevereiro de 2017 at 9:20 - Reply

          Oi Sandro. É isso mesmo.

        • candida 2 de março de 2017 at 17:32 - Reply

          Puxa vida. Adorei sua analogia. É perfeita!!!

  22. Rodrigo Góes 22 de fevereiro de 2017 at 17:33 - Reply

    Opa Leandro,

    Poucos comentam, mas essa queda de braço da Dilma com os bancos pode ter sido a força motriz por trás do impeachment.

    P.S: Vi na internet uma nova modalidade de empréstimo chamada Peer to Peer, que é bem barata, mas possui alguns riscos. São empresas que intermediam recursos de pessoas que desejam investir emprestando dinheiro, a favor das pessoas ou empresas que precisam de dinheiro emprestado.
    Quem empresta tem um determinado retorno e quem pede emprestado paga bem menos juros que os bancos. Você acha isso confiável? Achei no mínimo inovador, pois é uma forma de escapar do oligopólio bancário.

    P.S 2: Obrigado por escrever mais um excelente artigo. fiz questão de compartilhar com as pessoas que eu realmente me importo.

    • Leandro Ávila 22 de fevereiro de 2017 at 18:01 - Reply

      Oi Rodrigo. A maneira como o governo lidou com os bancos públicos foi irresponsável. O gráfico abaixo mostra a maneira como os bancos foram utilizados e que deu base para o impeachment. Sobre o Peer to Peer, a impressão pessoal que tenho é que os riscos não compensam os juros que oferecem quando comparamos com juros pagos em modalidades com menor risco.

  23. Ayrton Costa 22 de fevereiro de 2017 at 17:37 - Reply

    Sensacional, sempre acompanho e me inspiro em suas palavras e decisões estratégicas!

    Ser autêntico é uma virtude magnífica!

    Sou ex-bancário e sei muito bem como são as coisas, por isso pedi demissão!!!

    Grande abraço e continue assim!

    • Leandro Ávila 22 de fevereiro de 2017 at 18:03 - Reply

      Oi Ayrton. Muito obrigado. Pelas histórias que já ouvi dos bancários, eu teria feito o mesmo que você fez.

  24. Militar ES 22 de fevereiro de 2017 at 17:39 - Reply

    Parabéns e muito obrigado Leandro! Sou militar do Estado do ES e nesses anos todos como servidor público sempre fui cheio de empréstimos, cartões, dívidas de todas as cores e sabores.. Tudo mudou quando conheci o Clube dos Poupadores: As dívidas foram levantadas e estão sendo pagas, criei e sigo um orçamento mensal, estou estabelecendo metas, sempre compro à vista, e sigo outras estratégias que aprendi por aqui. Mais uma vez obrigado! Sigamos à libertação financeira.

    • Leandro Ávila 22 de fevereiro de 2017 at 18:09 - Reply

      Oi Militar. Recentemente me enviaram um vídeo de mulheres de policiais do Espirito Santo protestando contra os baixos salários. Uma dessas mulheres reclamava para a reportagem que o marido e seus amigos estavam repletos de dívidas, passando dificuldades financeiras e isso justificaria os protestos. Nada contra pagar ótimos salários para quem arrisca a própria vida para garantir a segurança da população. O problema é que a reclamação da esposa do policial certamente é um sintoma da falta de educação financeira desses profissionais. Mesmo aumentando salários, sem a organização que você implantou na sua vida, esses policiais sempre terão problemas. Obrigado por deixar seu depoimento aqui. Vai motivar outras pessoas a seguirem esse caminho.

      • Militar ES 22 de fevereiro de 2017 at 21:34 - Reply

        Você foi (mais uma vez) no cerne da questão: Minha classe briga por melhores salários e é uma briga justa, entretanto vários colegas meus estão endividados mais pela falta de uma educação financeira do que pelo baixo salário pago pelo governo. Que outras pessoas se motivem e saibam que é possível se livrarem das dívidas! Abraços a todos!

  25. Lucas 22 de fevereiro de 2017 at 17:40 - Reply

    Leandro ,excelente artigo mais uma vez.
    Parabéns pela iniciativa em recusar o que o banco lhe ofereceu para continuar ajudando aos seus leitores a fugir dos vícios que citou no texto e também na ignorância em buscar empréstimos com juros elevados para realizar sonhos.
    Precisamos de mais educadores como você. Obrigado

  26. Gabrielly 22 de fevereiro de 2017 at 17:45 - Reply

    Parabéns pelo belíssimo artigo e pela ética com que você conduz este blog, que é algo raro nos dias atuais. Acredito que o consumismo está sendo propagado fortemente pelas redes sociais, que hoje movem a indústria do marketing muito mais que jornal e televisão. Uma foto qualquer que uma famosa posta despretensiosamente vem carregada de produtos de marcas patrocinadoras que sabem o quanto aquela famosa influenciará os hábitos de compra dos seus seguidores.
    Quando virei leitora do seu blog, consegui mudar a minha situação financeira e hoje posso me dedicar a estudar para concurso, pois aprendi a fazer o dinheiro trabalhar para mim. Confesso que não é fácil viver na geração de que você vale o quanto você tem e não o que você é e seguir na contramão da maioria. Agradeço por compartilhar os seus conhecimentos e por sempre nos incentivar a investir em educação.

    • Leandro Ávila 22 de fevereiro de 2017 at 18:11 - Reply

      Oi Gabrielly. Parabéns por mudar sua situação financeira e compartilhar isso nesse artigo. Certamente outras pessoas devem ler esse tipo de depoimento no futuro e será motivador.

  27. Luciana 22 de fevereiro de 2017 at 17:54 - Reply

    Olá Leandro, incrível ler esse artigo hoje, porque a poucas horas antes me ligou uma dessas empresas de crédito oferecendo um empréstimo, que as taxas estavam ótimas, que poderia passar o carnaval tranquila, realizar o que quisesse com uma grana extra …blá bla bla. Pedi que me enviasse uma prévia no caso de um empréstimo de R$.2.000,00, ao final de 12 meses sabe quanto eu pagaria? R$.5.200,00…kkkk isso porque as taxas são especiais. Não utilizei o crédito é logico, prezo muito pela minha saúde financeira, mas fico imaginando quantos não se deixam sucumbir pela época (carnaval) e acabam entrando nessa fria, sem nem ao menos fazer as contas.

    • Leandro Ávila 22 de fevereiro de 2017 at 18:15 - Reply

      Oi Luciana. As pessoas não entendem o que significa pegar R$ 2000 emprestado e depois ter que trabalhar para pagar R$ 5200 de volta. O tempo que gastamos todos os dias trabalhando para conseguir esse dinheiro é um tempo que não tem retorno. Nosso tempo de vida é o nosso bem mais precioso e por este motivo não faz nenhum sentido jogar dinheiro pela janela pois ele representa esse tempo que dedicamos ao trabalho. Nada contra a pessoa gastar os R$ 2000 no carnaval, mas que isso seja o resultado de um projeto planejado com antecedência, onde a pessoa fez o esforço de poupar mensalmente até atingir o objetivo, sela ele qual for. Planejar as coisas é de graça, já o custo da falta de planejamento é contabilizado com o pagamento de juros e taxas muito elevadas. Obrigado por compartilhar conosco. Milhares de pessoas devem estar recebendo esse tipo de ligação.

  28. marcos 22 de fevereiro de 2017 at 17:54 - Reply

    Muito bom o texto Leandro! Depois de ler em um blog sobre independência financeira, achei muito interessante o texto dessa blogueira: http://gatinhainvestidora.blogspot.com.br/2017/02/independencia-financeira-nao-tem-nada.html. Queria sugerir um artigo para vc escrever: O que é a independência financeira?

    • Leandro Ávila 22 de fevereiro de 2017 at 18:59 - Reply

      Oi Marcos. Achei ela muito confusa. No texto ela transmite a ideia de que está sofrendo privações e sofrimentos para atingir a independência financeira. Parece irritada por ter passado os últimos 12 meses estudando sobre investimentos para multiplicar o patrimônio dela, sem muito sucesso. Eu demorei 15 anos para atingir a minha independência financeira. Não fiquei irritado nos primeiros 12 meses de estudo. Vai completar 21 anos que estudo o assunto e ainda sinto que tenho muito para aprender e compartilhar com meus leitores. Faço isso com muito prazer. Ela parece ser uma moça jovem e ainda tem muito tempo para amadurecer. Não atingi minha independência financeira multiplicando meu dinheiro em investimentos mirabolantes e sofisticados. Usei investimentos conservadores, a paciência e o efeito dos juros compostos no tempo. Minha principal fonte de renda sempre foi a renda das pequenas empresas que tive, que não deixa de ser um tipo de investimento de renda variável. Nunca sofri ou passei privações para poder poupar e investir. Atingir a independência financeira não mudou minha vida radicalmente, não me fez ser mais ou menos feliz de imediato. A independência significa ter rendimentos passivos, gerados pelos seus investimentos, que, no meu caso, eram capazes de pagar pelo custo da vida que eu levava naquela época. Isso não tem nenhuma relação com ser rico. Alguém que tenha um custo de vida de R$ 1000 que consegue tirar R$ 1000 de juros e lucros dos seus investimentos já tem um nível de independência financeira sem ser rico. Hoje, por ter atingido um determinado nível de independência, posso trabalhar com aquilo que gosto de fazer. Sinto que faço aquilo que nasci para fazer. Sinto que estou cumprindo uma missão. Isso me realiza e me deixa muito feliz. Eu espero que essa moça tenha paciência. É uma coisa que poucos possuem. Será mais proveitoso para ela se deixar para escrever sobre independência financeira quando ela realmente atingir a independência dela nos próximos 10 ou 15 anos.

      • Isabella 22 de fevereiro de 2017 at 19:56 - Reply

        Eu não tenho a mínima dúvida que você nasceu para fazer isso! rs

      • Marceline 23 de fevereiro de 2017 at 8:15 - Reply

        Leandro, queria pedir um tema de post. Poderia escrever no transcendência financeira qualquer dica ou caminho sobre como encontrar a nossa missão aqui neste planeta? Sinto que segui a fórmula pronta de ir pra faculdade e achar um emprego que pague as contas e nunca foi prioridade refletir sobre o que eu deveria fazer para encontrar o meu lugar no mundo. Só que agora, esta falta de um sentido maior para o que eu faço está fazendo com que eu abandone cada pequeno aspecto da minha vida profissional e pessoal. Agradeço pela sabedoria que você compartilha com todo mundo. Todas as outras pessoas compartilham detalhes técnicos e truques para alcançar maiores rendimentos, você compartilha sabedoria, que é infinitamente mais raro e transformador!

        • Leandro Ávila 2 de março de 2017 at 10:20 - Reply

          Oi Marceline. Devo falar sobre esse assunto no decorrer de vários artigos. Não existe uma receita de bolo para isso, mas é necessário que você passe a se observar mais, ou seja, preste mais atenção em você. Todos possuem aptidões, potências que podem ser desenvolvidas, gostos por determinadas atividades e assuntos, etc. Descobrir quais são essas nossas potências e usar esse potencial para o nosso bem e o bem de todos é o que nos produz maior realização e felicidade na vida. A educação financeira é importante quando ela nos livra dos problemas que a falta do dinheiro ou os problemas financeiros proporcionam. Neste momento você tem mais liberdade para investir no seu propósito, seja ele qual for. É disso que falo no site transcendência financeira.

  29. Rudimar 22 de fevereiro de 2017 at 17:55 - Reply

    Parabéns Leandro, não só pelo excelente artigo, mas também pela atitude. Gostaria de sugerir um assunto ou sua opinião sobre Debêntures. Tem excelentes oportunidades a longo prazo. Mas sou leigo quanto ao risco… :).
    obrigado por tudo, to sempre acompanhando seus artigos.

  30. José Antonio 22 de fevereiro de 2017 at 18:00 - Reply

    Meus parabéns pela ética. Estou tentando me educar financeiramente, e, através de seus artigos já aprendi e coloquei em prática muitas coisas. Todos os seus artigos são ótimos. Muito obrigado.

    • Leandro Ávila 22 de fevereiro de 2017 at 19:00 - Reply

      Obrigado José. Parabéns pelos seus resultados práticos.

  31. Flávio 22 de fevereiro de 2017 at 18:10 - Reply

    Ola Leandro. Excelente artigo
    A maioria das pessoas é consumista devido a uma série de fatores: o “efeito manada”, o imediatismo em querer comprar algo logo não conseguindo esperar até terem o montante necessário para a compra a vista, ou simplesmente escondem a insegurança, o medo e tantos outros negativos através do consumo.
    Creio que isso é causado pela alienação não só referente a vida financeira, mas em outros aspectos também. Do ponto de vista psicológico é como se as pessoas quisessem fugir da realidade e criam uma fantasia onde podem comprar tudo, comer muito, beber muito e até mesmo trabalhar muito, que nunca sentirão as consequências de seus atos. É um pouco do comportamento adolescente em que se pode fazer tudo que nunca vai acontecer nada. Temos uma falsa ideia de que sonos invulneráveis, que tal coisa nunca vai acontecer conosco e, assim agimos irresponsavelmente sobre nossas vidas e, o que é pior, muitas vezes também tendo consequências negativas na vida de outras pessoas.
    Ouço muitos comentários de pessoas que falam: “não sei se vou estar vivo amanhã, então vou me divertir hoje. Amanhã a Deus pertence.” Muitas coisas que acontecem em nossas vidas não controlamos, isso é fato. Mas o amanhã é reflexo do que fazemos hoje. Nossas ações geram consequências positivas ou negativas que, muitas vezes, só sentiremos anos mais tarde.
    As pessoas precisariam ponderar mais sobre suas ações, que consequências elas terão daqui a alguns anos.
    Não sei se vou estar vivo ou não amanhã, mas, se estiver vivo, quero ter qualidade de vida, poder ter uma velhice mais tranquila em todos os aspectos. Nisso que as pessoas deveriam parar pra pensar.

    • Leandro Ávila 22 de fevereiro de 2017 at 19:03 - Reply

      Oi Flávio. Penso como você. Muito obrigado por deixar esse tipo de comentário aqui.

  32. Joanatan 22 de fevereiro de 2017 at 18:19 - Reply

    Ola professor.
    Um amigo meu financiou um apartamento em 30 anos,e esta se achando.
    Disse que esta pagando oque é dele.
    Coitado. Não tem uma boa educação financeira.
    Um grande abraço mestre.

    • Leandro Ávila 22 de fevereiro de 2017 at 19:05 - Reply

      Oi Joanatan. Espero sinceramente que a vida financeira dele seja estável pelos próximos 30 anos, mesmo com todas as crises econômicas, políticas e adversidades que certamente devem ocorrer nas próximas décadas, pois foi isso que ocorreu nos últimos 30 anos. Que tenha sucesso profissional e financeiro para quitar isso o quanto antes.

  33. N. Barbosa 22 de fevereiro de 2017 at 18:34 - Reply

    Oi, Leandro! Parabéns pelo excelente trabalho que você vem desenvolvendo, com o objetivo de elucidar e educar àqueles que carecem da educação financeira.

  34. Kleber 22 de fevereiro de 2017 at 18:43 - Reply

    ola tenho uma dúvida sobre o tesouro direto IPCA. Os títulos que vencem em 2019 não estão mais sendo negociados. Eu tenho esses papeis e gostaria de saber se ate o vencimento, caso eu venda antes do vencimento, o vlaor dos papéis ainda podem sofrer volatilidade caso a taxa selic se comportar de maneira inesperada.

    • Leandro Ávila 22 de fevereiro de 2017 at 19:06 - Reply

      Oi Kleber. Ocorre volatilidade, só que a medida que a data de vencimento se aproxima ela será cada vez menor.

      • Kleber 22 de fevereiro de 2017 at 19:38 - Reply

        mas pq ha volatilidade se ninguém mais esta comprando este título?

        • Leandro Ávila 23 de fevereiro de 2017 at 7:55 - Reply

          Oi Kleber. O preço do título é calculado com base nas flutuações dos contratos de juros futuros (negociados na bolsa). O governo continuará calculando o preço que ele aceita pagar para recomprar o título antecipadamente e isso que vai gerar a volatilidade.

  35. Rodrigo Alves 22 de fevereiro de 2017 at 18:47 - Reply

    Novamente parabéns Leandro! O conteúdo produzido por você tem ajudado muitos brasileiros a sair da ignorância e iniciar uma verdadeira mudança que é através dá educação ! Continue produzindo conteúdo de forma independente, nós só temos a lhe agradecer e respeitar cada vez mais!

  36. Leandro Vasconcelos 22 de fevereiro de 2017 at 19:02 - Reply

    Parabéns, xará, pela coragem e pela determinação em difundir conhecimento de qualidade. Sempre acompanho seu site, o qual se tornou o ponto de partida para me educar financeiramente.

    A propósito, muitos conhecidos meus criticam a “situação de fome” em que vive o trabalhador brasileiro, com baixos salários e incapacidade para poupar. No entanto, são os mesmos que gastam quase todo o rendimento mensal com consumismo supérfluo e inútil. Quando sugiro a eles um melhor planejamento financeiro, sou criticado como “pão-duro”, que vive para dar dinheiro aos bancos, “rentista”, “elitista”, dentre outros adjetivos. A “situação de fome” aqui, obviamente, é de educação.

    • Leandro Ávila 22 de fevereiro de 2017 at 19:08 - Reply

      Oi Leandro. É um problema cultural. Você tem alguma dúvida que as festas de carnaval estarão lotadas em todo Brasil? Nem eu. Para esse tipo de coisa nunca falta dinheiro. O importante sempre fica para depois e as queixas e reclamações são uma forma de conforto e ilusão.

  37. Wendell 22 de fevereiro de 2017 at 19:12 - Reply

    Boa noite, Leandro.
    Parabéns ,outro ótimo artigo, te acompanho há algum tempo, e cada vez mais percebo o quanto você quer que as pessoas vivam sua independência financeira, eu graças a Deus, venho a alguns anos caminhando para essa liberdade financeira , e tento ajudar vários amigos e familiares, porém fico triste, pois eles escutam, mas não fazem nada do que foi falado., e muitas das vezes me chamam de maluco, e que penso muito em dinheiro, só que a maioria dos problemas familiares dessas pessoas se resume a dinheiro.
    Eu e minha esposa chegamos a viver com 20% do que ganhamos, justamente para daqui à alguns anos, estarmos financeiramente independente. Mesmo com muita gente criticando.
    São seus artigos que muitas vezes é que me mantém focado nesse processo, por isso que gosto muito quando abro meu email e lá está seu email sempre com artigos excelentes.
    Desde já agradeço muito, e que Deus continue a te iluminar.

    • Leandro Ávila 22 de fevereiro de 2017 at 19:15 - Reply

      Oi Wendell. Isso acontece. As pessoas que sofrem pelo dinheiro, que enfrentam problemas de todos os tipos pelo dinheiro são justamente aquelas que não pensam sobre o uso inteligente do dinheiro. Parabéns por dedicar seu tempo buscando sua liberdade.

  38. Jose Geraldo Toledo F 22 de fevereiro de 2017 at 19:14 - Reply

    Boa Noite Leandro

    O BACEN acabou de baixar a Selic em 0,75% . Os juros do credito pessoal e cheque especial vao levar semanas para cair 0,001% e as aplicações financeiras amanha ja terão a remuneração reduzida em bem mais que a queda da Selic . Esse e o Brasil ….Voce não esta desconfiado dessas quedas altas e continuas da Selic ?

    Abraços

    JG

    • Leandro Ávila 23 de fevereiro de 2017 at 7:53 - Reply

      Oi Jose. Infelizmente é assim que as coisas funcionam pelo simples fato das pessoas continuarem demandando crédito de uma forma voraz. É justamente nos momentos de crise que a demanda para alguns tipos de crédito aumenta mais. As pessoas não possuem reservas para emergências. As pessoas consomem loucamente quando a economia vai bem por são entenderem que ela é cíclica. Entendo que essa queda da Selic ocorre devido a queda da inflação. Quando você desconta a inflação da selic pode observar que os juros reais estão muito elevados. O grande problema é que o Brasil continua cheio de problemas fiscais e políticos. Para os investidores do mundo todo o Brasil continua sendo um lugar arriscado para investir dinheiro.

  39. Isabella 22 de fevereiro de 2017 at 20:01 - Reply

    Já estou aguardando o próximo artigo. Você é excelente no que faz.

  40. Douglas Dias 22 de fevereiro de 2017 at 20:13 - Reply

    Leandro,

    Obrigado pela sua coerência e obstinação pela educação financeira dos Brasileiros.

    Esse tema me lembra um vídeo do ano passado de um grande “educador financeiro” entitulado “dívida é uma dádiva”. O primeiro de uma série de vídeos que, ao final, vendia um curso online… Triste

    Abraço e obrigado mais uma vez.

    • Leandro Ávila 23 de fevereiro de 2017 at 8:22 - Reply

      Oi Douglas. Existe uma frase que diz assim “Eu permito a todos serem como quiserem, e a mim como devo ser.” No dia que eu aceitar falar coisas que não acredito, pode ter certeza que neste dia eu deixei de ser o que devo ser.

  41. Monica 22 de fevereiro de 2017 at 20:17 - Reply

    Parabéns!!!!! Texto excelente. Conheço muita gente ignorante sobre educação financeira. Vivem pegando empréstimos e de nada adianta falar que não é bom, melhor é poupar, investindo mensalmente. Você faz a diferença. Dinheiro não é tudo. Mostrou que tem ideologia.

  42. Luiz Erivaldo 22 de fevereiro de 2017 at 20:22 - Reply

    Boa noite Leandro.
    Cada dia você escreve artigos melhores e que ajudam sobremaneira as pessoas a se educarem financeiramente e pessoalmente. Continue firme na sua trajetória, muitos precisam e muitos vão ainda precisar do conhecimento dos seus artigos. Parabéns!

  43. Alessandro 22 de fevereiro de 2017 at 21:03 - Reply

    Mais um brilhante texto. Muito obrigado por não se render às propostas desses bancos e continuar acreditando que o melhor caminho para todos é a educação financeira. Minha vida mudou bastante depois que comecei a ler seus artigos. E de fato, é muito preocupante educadores se vendendo como foi citado, dessa forma, requer a nós nos continuar no processo incessante de aprendizado para termos armas suficientes e separa o joio do trigo.

  44. Daniel A.S 22 de fevereiro de 2017 at 21:29 - Reply

    Olá Leandro. Sou novo no mundo dos investimentos, sempre leio seus textos, são de grande ajuda para nós leigos. Estou aprendendo bastante sobre educação financeira e breve vou conseguir minha independente financeira e primeiramente a gradeço à Deus, e a vocês que Abrem nossos olhos para muitas coisas que não saberíamos se não fosse por pessoas espetaculares como você e muitos outros. Estou batalhando para juntar dinheiro e compra seus livro creio que vai ser de grande ajuda assim como seus textos. Um abraço.

    • Leandro Ávila 23 de fevereiro de 2017 at 8:29 - Reply

      Oi Daniel. Parabéns por sua dedicação e seus resultados.

  45. Jhon 22 de fevereiro de 2017 at 22:06 - Reply

    Outro artigo extraordinário. Parabens

  46. Fernando 22 de fevereiro de 2017 at 22:54 - Reply

    Boa Noite Leandro. Parabéns pela sua independência e credibilidade.
    Acredito, assim como você, que o melhor caminho para uma vida financeira mais racional e sustentável é o não endividamento e o hábito da poupança.
    Gostaria de compartilhar uma conquista pessoal: No dia de hoje, 22/02/2017, fui ao banco e quitei meu financiamento imobiliário, após 5 anos de ter contraído o empréstimo que, a princípio, seria de 25 anos. Sem dúvida, os teus ensinamentos me motivaram a atingir este objetivo com um esforço contínuo, mês após mês.
    A partir de agora, o valor que pagava de juros ao banco, irei investir para a formação de uma aposentadoria complementar. Pagar juros, nunca mais! Obrigado!

    • Leandro Ávila 23 de fevereiro de 2017 at 8:33 - Reply

      Oi Fernando. Parabéns! Agora você realmente pode dizer que tem um imóvel. Antes você era apenas um “inquilino” do imóvel que na prática era do banco. Tenho certeza que você vai utilizar esses juros que iria pagar pelos próximos 20 anos, de uma forma mais proveitosa do que simplesmente entrega-lo para o banco. No lugar de pagar juros você irá receber juros sobre juros. É uma realidade totalmente diferente.

  47. Tertuliano Porto 22 de fevereiro de 2017 at 23:35 - Reply

    Parabéns pelo seu trabalho. Como você mesmo disse, e desse tipo de educação que o Brasileiro precisa para sermos um país rico e próspero. Infelizmente a grande maioria das pessoas são como marionetes nas mãos dos governos, bancos e outras instituições que só visam seus próprios interesses.
    Hoje tenho 31 anos de idade. Comecei a ter acesso a este tipo de informação finaceira com 30 anos e em pouco tempo eu percebi que minha vida seria muito diferente se tivesse tido acesso a este tipo de informação finaceira à anos atrás.
    Admiro muito seu trabalho. Sempre estou acompanhando os posts seus e de outros autores que seguem a mesma linha de raciocínio. Estou aprendendo para ajudar outras pessoas também, pretendo algum dia produzir este tipo de conteúdo e gostaria que muitos outros brasileiros fizessem o mesmo. Quanto mais educação finaceira tivermos mais o todos prosperam.

    • Leandro Ávila 23 de fevereiro de 2017 at 8:34 - Reply

      Oi Tertuliano. Obrigado e parabéns pelo seu resultado. O seu exemplo de vida, quando for compartilhado e observado pelos seus amigos e parentes já será um grande ensinamento.

  48. Paulo Vitor 22 de fevereiro de 2017 at 23:56 - Reply

    Parabéns pelo artigo… eu estou me reestruturando financeiramente, o seus artigos têm me ajudo muito.

    Dá vontade de tirar uma tarde, sentar para tomar um café e ouvir você falar.

    Obrigado

    Obs: vc tem as versões impressas dos seu livros?

    • Leandro Ávila 23 de fevereiro de 2017 at 8:36 - Reply

      Oi Paulo, obrigado. Os livros são digitais. Não existe a versão impressa.

  49. Bruno 23 de fevereiro de 2017 at 0:36 - Reply

    Olá Leandro, mais uma vez excelente artigo… direcionando as pessoas interessadas para um futuro mais sólido.
    Uma pergunta, sigo o clube dos poupadores já há algum tempo e tenho todos seus livros. Mas tenho seguido outros educadores financeiros também.
    Existe certos sinais básicos onde podemos distinguir com mais facilidade se esses educadores estão ou não envolvidos com os bancos?

    • Leandro Ávila 23 de fevereiro de 2017 at 8:52 - Reply

      Oi Bruno. Os educadores precisam de uma fonte de renda. Para manter o Clube dos Poupadores funcionando existem custos que crescem junto com o número de visitantes do site. O que financia o meu trabalho são meus livros. Sou financiado pelos meus leitores. Isso faz uma grande diferença. Sou livre para falar as coisas que acredito que irão ajudar as pessoas. Conheço educadores que possuem cursos online e livros independentes que também são financiados pelo seus leitores e alunos. Essa seria a situação ideal.

  50. Anesio 23 de fevereiro de 2017 at 7:15 - Reply

    Leandro cada vez mais aprendendo e ansioso para o próximo email.
    Muito obrigado e parabéns pelo trabalho

  51. souza 23 de fevereiro de 2017 at 7:24 - Reply

    Parabéns mais uma vez Leandro. Ótimo texto. Pena que nossos “gurus” financeiros, infelizmente nem posso citar o nome, tem sido comprados pelas grandes instituições financeiras para propagar mentiras, assim como faz a maior parte de nossa mídia televisiva.

    • Leandro Ávila 23 de fevereiro de 2017 at 9:14 - Reply

      Oi Souza, obrigado. O ideal seria o educador ser patrocinado pelos seus leitores/alunos. É isso que acredito.

  52. Demetrio 23 de fevereiro de 2017 at 8:15 - Reply

    Leandro, sem palavras pelo seu caráter e atitude. Precisamos de mais gente como você para esse pais ir pra frente. Pergunto, o que você acha do financiamento estudantil. Vale a pena entrar em dívidas para obter o tão sonhado diploma?
    Grande abraço.

    • Leandro Ávila 23 de fevereiro de 2017 at 9:17 - Reply

      Oi Demétrio. Isso depende da maneira como o estudante e a família dele encara o financiamento. Neste caso estamos falando de um investimento. Teoricamente, depois da faculdade, você terá uma capacidade de gerar renda que não teria sem ter feito a faculdade. O problema é que muitas vezes o estudante faz o financiamento por fazer, não por realmente precisar dele. O estudante que aproveita o financiamento de forma consciente, que busca fazer estágios, busca um bom emprego antes mesmo de se formar, que junta dinheiro para se ver livre desse financiamento rapidamente depois que concluir o curso, está fazendo a coisa certa. Já o que faz o financiamento por fazer, sem necessidade, que não busca emprego, não conduz seus estudos com seriedade, não se importa com a dívida que terá no futuro, esse está cavando um problema.

  53. Tiago Scheid 23 de fevereiro de 2017 at 8:36 - Reply

    Prezado Sr. Leandro,

    Primeiramente parabéns pela coragem de ser fiel aos seus princípios, algo raro no Brasil de hoje. O Sr. disse tudo no trecho “não percebe que tem um problema pelo fato de todas as pessoas que você conhece sofrerem do mesmo problema. Nessas condições, o anormal é visto como normal.”

    Hoje em dia é normal ter dívida, principalmente imobiliária ou financiamento de automóveis, e por isso as pessoas chamam de trouxa os que se privam para pagar algo a vista ou deixam de comprar algo “da moda”. Brasileiro “pobres” querem imitar o consumismo de americanos “ricos”, sendo que o preço de bens é muito mais elevado no Brasil e os juros ainda são mais elevados. Quando pessoas compram um celular como iPhone em 12x/24x eu sempre me pergunto “Pq isso?!”. É comum pessoas querem ter um padrão de vida acima de suas condições financeiras e quando surgue qualquer imprevisto são pegas com as calças nas mãos. Nesse momento a culpa é do governo, do patrão que paga pouco (SEMPRE é pouco, indepente do valor gerado e do salário recebido), etc.

    Espero que essa nova série de posts ajude as pessoas a perceberem os seus erros e que comecem a gerir melhor suas finanças. Eu também tento transmitir o pouco que sei a colegas, porém até hoje não obtive muito sucesso. Trabalhadores de empresa pública geralmente contam com o ovo dentro da galinha e acabam sendo um prato cheio para bancos, infelizmente. :’)

    Mais uma vez parabéns e espero que cada vez mais pessoas ouçam suas palavras de salvação!

    • Leandro Ávila 23 de fevereiro de 2017 at 9:20 - Reply

      Oi Tiago. Isso que você descreveu é o retrato da nossa cultura diante do dinheiro. Obrigado pelo comentário.

  54. Liza 23 de fevereiro de 2017 at 9:52 - Reply

    Obrigada por dividir seus conhecimentos e sabedoria! Você poderia falar um pouco sobre como transformar informaçao em sabedoria e evitar esse “abismo”?

    • Leandro Ávila 23 de fevereiro de 2017 at 9:59 - Reply

      Oi Liza. O estudo com consciência e propósito. Acessar informação sem comprometimento, sem objetivo, sem propósito, sem verdadeira vontade de mudar, não tem qualquer utilidade. Escrevi um artigo aprender como aprender.

  55. Luiz Henrique 23 de fevereiro de 2017 at 10:16 - Reply

    Grande Leandro, mais uma vez muito obrigado. Seus comentários são de leitura obrigatória. E também parabéns pelos artigos no Transcendência Financeira; são especialmente interessantes. Se me permite uma duvida fora do contexto, vou faze-la: em tempos de queda da Selic, os títulos públicos tendem a se valorizar. descontando a volatilidade dos vencimentos de maior prazo, se o titulo que vence em 2035, tem a mesmo taxa (hoje 5,18% + ipca) que o que vence em 2045, mas custa o dobro do preço, não seria melhor investir neste de 2045, ja que com o mesmo investimento eu teria o dobro de títulos, e portando o dobro da valorização? Abraços e obrigado.

    • Leandro Ávila 23 de fevereiro de 2017 at 12:08 - Reply

      Oi Luiz. Para ganhar mais com o título que vence em 2045 em comparação com o que vence em 2035 você terá que esperar 10 ano a mais. Quanto maior o tempo que o dinheiro ficar investido mais juros você vai receber graças a esse tempo e maior o efeito dos juros sobre os juros (juros compostos).

      • luiz henrique 23 de fevereiro de 2017 at 14:02 - Reply

        Correto, considerando a venda antecipada, em tese a valorização nao seria maior? (vide a correção do ipca 2035 em 2016 de 49%)

  56. Marcelo Lima 23 de fevereiro de 2017 at 10:21 - Reply

    Gostei muito do artigo e de sua forma de abordar o tema. Muito obrigado pelas suas informações!! Sempre acreditei que a informação fosse capaz de mudar o mundo, no entanto, hoje percebo que é a utilização correta dela é que vai determinar se essa mudança ocorrerá ou não.

    • Leandro Ávila 23 de fevereiro de 2017 at 12:13 - Reply

      Oi Marcelo. Se a informação fosse suficiente os problemas do mundo já teriam sido resolvidos. Nunca a informação esteve tão disponível, tão acessível, tão barata para todos. O problema é que a informação precisa ser transformada em ação para que alguma coisa mude. Entre a informação e a ação existe um abismo. A função de um professor deveria ser motivar as pessoas para que elas criem as pontes que ligam a informação e a ação.

  57. Liza 23 de fevereiro de 2017 at 11:00 - Reply

    Obrigada.Achei que este era o caminho..e que voce iria menciona-lo.Vou investir mais esforço e dedicação e menos procrastinação.Eliminar o stress para ter mais energia física e mental para agir e ser mais inteligente! artigos invaliaveis, Leandro;agradeco sua paciência tambem!

    • Leandro Ávila 23 de fevereiro de 2017 at 12:15 - Reply

      Por nada Liza. A sua luta por mais dedicação, menos procrastinação para agir com mais inteligência é a luta individual de todos. Todos estão no mesmo barco, embora muitos estejam dormindo nesse barco.

  58. joao honorato 23 de fevereiro de 2017 at 11:06 - Reply

    Olá nobre ,muito bom seus artigos aliás quero deixar aqui meu agradecimento porque eu fazia parte da grande massa que é levada pelo desconhecimento sobre como funciona o dinheiro até aproximadamente a um ano me deparar com um de seus artigos. E de posse desses novos conhecimentos adquiridos através do mesmo .Dei inicio a uma jornada rumo a tao sonhada independência financeira estou apenas começando mas já mudei muitos hábitos financeiros e estou colhendo resultados principalmente quanto ao consumo consciente .E tenho buscado aprender cada vez mais para o meu bem estar e daqueles que me são chegados .

    • Leandro Ávila 23 de fevereiro de 2017 at 12:16 - Reply

      Oi João. Parabéns pelo início da sua jornada. O início é a parte mais difícil de todo trabalho. Obrigado por compartilhar sua história aqui. Isso vai motivar outros leitores a seguirem esse caminho.

  59. Bernardo 23 de fevereiro de 2017 at 11:23 - Reply

    Parabens Leandro, belo artigo, bela atitude.
    Certamente ser independente financeiramente nos dá muita confiança para seguir nosso caminho de forma isenta.
    Temos mais segurança para aceitar e buscar somente o que nos convém, não o que desejamos de forma supérflua.
    Ficamos blindados contra certas tentações.
    Obviamente que fazer o que se ama nos dá mais confiança ainda.
    Apenas quis fazer aqui uma alusão ao pensamento que devemos olhar muito mais pra dentro de nós, na hora de tomar decisões, do que para fora. E ser independente financeiramente nos ajuda muito nisso.
    Seu trabalho tem trazido muito resultado. Veja a quantidade de pessoas transformando suas vidas com seu suporte.
    Parabens!

    • Leandro Ávila 23 de fevereiro de 2017 at 12:23 - Reply

      Oi Bernardo. Eu acredito e pratico isso. Se minha vida estivessem repletas de preocupações e problemas financeiros, não teria a tranquilidade e o tempo que preciso para estudar e compartilhar. Um maior nível de independência financeira, fruto de anos de trabalho, poupança e investimentos, aliado ao consumo consciente e planejado, te permite ter segurança e tranquilidade para direcionar sua vida livremente para atingir seus propósitos, para deixar o rastro que você optou deixar na vida através da sua profissão ou de outras atividades. Uma pessoa que vive mergulhada em problemas financeiros sobrevive, não vive. E problemas financeiros não são gerados por falta de dinheiro. São gerados pela ignorância que não nos permite lidar com o dinheiro da melhor forma.

  60. Renato 23 de fevereiro de 2017 at 11:23 - Reply

    Parabéns!

  61. Ricardo 23 de fevereiro de 2017 at 11:30 - Reply

    Oi, bom dia, Parabéns pela atitude
    Gostei muito do artigo e já compartilhei com vários amigos
    Parabéns pelo seu trabalho

  62. Rosario 23 de fevereiro de 2017 at 11:47 - Reply

    Parabéns Leandro, aprendendo cada dia mais.

    • Leandro Ávila 23 de fevereiro de 2017 at 12:24 - Reply

      Obrigado Rosario. Parabéns por dedicar seu tempo aprendendo a cada dai.

  63. Roberto milhomem Costa 23 de fevereiro de 2017 at 11:58 - Reply

    Parabéns pela honestidade…

    • Leandro Ávila 23 de fevereiro de 2017 at 12:28 - Reply

      Oi Roberto, por nada. Espero o dia em que fazer o certo se torne algo comum.

  64. Fábio Augusto 23 de fevereiro de 2017 at 12:29 - Reply

    Cara, graças a Deus que existem pessoas como você!! Lendo seus artigos dá uma pontinha de esperança em relação ao Brasil e a sua população ignorante.

    • Leandro Ávila 23 de fevereiro de 2017 at 15:53 - Reply

      Oi Fábio. A esperança de dias melhores é o que nos move.

  65. Talita ARF 23 de fevereiro de 2017 at 13:03 - Reply

    Excelente artigo!!

  66. Roberto 23 de fevereiro de 2017 at 13:10 - Reply

    Parabéns Leandro.hoje sabemos que a informação por si só não leva a nada.quantas pessoas não são bem informadas sobre o mal que o cigarro causa e mesmo assim são fumantes inveterados,o problema com o álcool que todos os dias provocam tantas mortes e mesmo assim o consumo dessas drogas estão em franca expansão e todos os outros males que sao tao letais e mesmo assim apesar de vivermos na era da informação,quantas pessoas não são tao bem informadas e mesmo assim não sabotam a própria vida. Informação,conhecimento de nada adiantam se não forem postos em prática e isso requer um certo esforço que infelizmente uma grande parcela da população não quer fazer..e tao gratificante quando substituirmos um mal habito por um habito saudável e sempre bom ter você por perto para nos mostrar essa parte do caminho que tem que ser feita sem atalhos.a internet quando bem usada e capaz de produzir verdadeiros milagres..muita saúde e paz leandro…..

    • Leandro Ávila 23 de fevereiro de 2017 at 16:00 - Reply

      Oi Roberto. Existem médicos que fumam e consomem álcool exageradamente. Existe alguém mais preparado para saber o que estão colocando dentro do próprio corpo? Recentemente li que o cigarro ainda mata 5 ou 6 milhões de pessoas por ano e existem 2 bilhões de fumantes no mundo. Não estamos vivendo no mundo medieval. Estamos vivendo no mundo onde grande parte da população pode acessar informações rápida, barata ou até gratuita (como na internet). A falta de informação está se tornando opcional. Já transformar a informação que temos em ações concretas sempre foi opcional, depende do esforço de cada um.

  67. Wagner Andretti 23 de fevereiro de 2017 at 14:22 - Reply

    Prazado Leandro, a cada dia fico mais impressionado com os seus artigos, devido a clareza, sinceridade e tamanha sabedoria que você possui! Engraçado que recentemente, se permite contar uma história que aconteceu comigo, fui sabatinado e praticamente “crucificado” (*rs!) por três amigos muito próximos, um funcionário público (como eu), outro empregado de um banco estatal (que financia imóveis, nem preciso falar qual é né…? *rs!) e outro representante comercial de uma grande empresa na área agrícola. Bom, em um conversa despretensiosa com os três, comentei com eles que estava reunindo dinheiro, através de investimentos a longo prazo (8-10 anos) para dar entrada (com pelo menos 70% do montante total) ou, se possível e o bom Deus me ajudar, comprar uma casa ou apartamento à vista. Com isso começaram a me questionar o porque não financiava logo um apartamento e parava de pagar aluguel, que estava perdendo tempo e sendo “burro” em pagar para os outros para ter um lugar para morar, essas coisas imediatistas…o amigo bancário inclusive tentou me seduzir dizendo que por ser funcionário público o banco dele me daria boas condições de subsídio, juros “baixos” e essas estorinhas de “vendedores de juros” (como costumo chamar os bancários…kkkkkk). Bom, a cada questionamento que recebia rebatia como podia, e com isso vi que graças aos seus artigos e de outros educadores financeiros que acompanho há a cerca de 2 anos possuo um certo conhecimento e consciência financeira. Isso me deixou muito contente e grato a você pelos seus ensinamentos! Peço encarecidamente que nunca desista de nos ensinar. Aqui fala um leitor assíduo e muito grato aos seus ensinamentos! Um MUITO OBRIGADO e que Deus possa iluminar sempre você e seus passos! Abraços!!!

  68. Wagner lazzari 23 de fevereiro de 2017 at 14:42 - Reply

    Obrigado por mais essa aula Leandro! E por não abandonar esses 250.000 seguidores por um mundo melhor. Quando se tem uma missão de vida o verdadeiro homem morreria por ela!!!! Não existe honra maior. Mais uma vez obrigado!

  69. Ivana 23 de fevereiro de 2017 at 14:43 - Reply

    Olá Leandro,

    Muito bom seu artigo, assim como sua resposta ao banco. Parabéns pelo seu trabalho. Com relação a educação financeira, gostaria de saber sua opinião. Trabalho em uma escola pública onde crianças de 5 a 12 anos estão tendo a oportunidade de aprender, por um ano, sobre educação financeira através da metodologia DSOP, com livros, exercícios, e animações para os pequeninos que ainda não sabem ler. Você conhece esse material? Pode não ser muita coisa, mas acredito ser uma luzinha em meio as densas trevas da ignorância financeira.
    Um abraço.

    • Leandro Ávila 23 de fevereiro de 2017 at 16:09 - Reply

      Oi Ivana. Não conheço o material. Falar sobre o tema para as crianças já será um bom começo.

  70. César Filho 23 de fevereiro de 2017 at 15:18 - Reply

    Mais um artigo fantástico Leandro, parabéns e obrigado por compartilhar conosco mais um artigo com um conteúdo tão valioso. É lamentável como a sociedade brasileira é carente de educação financeira, e como somos estimulados pela mídia a consumir demasiadamente. Já ouvi várias vezes (de várias pessoas) que através da aquisição de créditos pessoais e financiamentos é o “único jeito” de conseguir ter alguma coisa na vida. Deprimente…

    Aproveito para compartilhar abaixo o link de um texto muito bacana que li hoje, falando que a liberação do FGTS por parte do governo nada mais é do que uma forma de alimentar o lucro bilionário dos bancos. Recomendo a leitura…

    https://www.linkedin.com/pulse/libera%C3%A7%C3%A3o-do-ftgs-%C3%A9-um-presente-bilion%C3%A1rio-para-os-andr%C3%A9-forastieri?trk=v-feed&lipi=urn%3Ali%3Apage%3Ad_flagship3_feed%3BanjVxPmm6Hff26W9oixmxQ%3D%3D

    Forte abraço!

    • Leandro Ávila 23 de fevereiro de 2017 at 16:14 - Reply

      Oi César. É como dizer que “remédio para dormir” é o único jeito para dormir. Crédito é como uma muleta. Se você tem pernas saudáveis, você não precisa de muleta. Quem precisa de crédito pessoal para ter as coisas na vida, na verdade precisa de outra coisa, não de crédito. Sobre o FGTS, é outra muleta. O governo é famoso por quebrar as penas das pessoas, usar o dinheiro delas para comprar muletas e depois fica dizendo que as pessoas só conseguem andar graças a sua bondade. O FGTS sempre foi uma fonte barata de recursos para os bancos e para o governo. Recurso barato significa usar o dinheiro dos outros em remunerar ele da forma justa. Se as pessoas tivessem educação financeira teriam suas próprias reservas para uma emergência como uma demissão. Esse tipo de poupança forçada controlada pelo governo não seria necessária.

  71. Luiz Cláudio Trevizam 23 de fevereiro de 2017 at 15:20 - Reply

    Mestre Leandro

    Parabéns pelo trabalho e por não ceder aos encantos de uma vida fácil proporcionada pelos grandes bancos.
    Tenho R$ 13 mil na Brasilprev e tenho a intenção de resgatar o recurso (perco cerca de R$ 3 mil) e aplicá-lo no tesouro direto (tenho conta na corretora Clear). O papel na Brasilprev vai até 2049. Vale à pena essa mudança? Qual o melhor papel no tesouro direto para essa quantia, que pode ser a perder de vista?

    • Leandro Ávila 24 de fevereiro de 2017 at 7:59 - Reply

      Oi Luiz. Como educador, a única coisa que posso recomendar é que você primeiro estude de forma detalhada o funcionamento dos títulos públicos. Aqui temos muitos artigos sobre os títulos, tenho até um artigo que fala onde esses fundos previdência investem seu dinheiro (veja aqui). O resultado dos seus estudos farão você tomar a melhor decisão.

  72. Rildo 23 de fevereiro de 2017 at 18:47 - Reply

    Oi Leandro. Posso afirmar que fiquei fã do seu trabalho. Excelente artigo! Parabéns pela coragem e sabedoria demonstrada em favor da educação financeira deste País tão necessitado. Um grande Abraço!

  73. Fagner 23 de fevereiro de 2017 at 21:09 - Reply

    Todos aqui já o parabenizaram, eu não vou fazer diferente…E continue, pois seu trabalho tem ajudado indubitavelmente muitas pessoas… Parabéns!!!

  74. Alexandre Marques 23 de fevereiro de 2017 at 21:43 - Reply

    Leandro, não sei se vc tem ideia do bem que está fazendo para as pessoas que de alguma forma perderam o controle das finanças ou que querem melhor investir seu suado dinheiro. Só estou passando para agradecer por seus inestimáveis ensinamentos, dos quais eu já tinha alguma noção, mas que nas suas palavras se tornam um verdadeiro tapa na cara, no sentido de acordar pra vida e sair da famosa “corrida dos ratos”. Indico esse blog e seus livros em toda roda de conversa sobre finanças. Muito obrigado mesmo.

    Ps.: não sei como consegue responder os comentários de forma tão célere.. rs

    • Leandro Ávila 24 de fevereiro de 2017 at 7:56 - Reply

      Oi Alexandre. Muito obrigado por compartilhar e recomendar. Isso torna o trabalho mais útil, ajuda mais pessoas. Eu comparado esse site com uma árvore frutífera. Os artigos são como frutos. Os leitores são como pássaros que se alimentam dos frutos e depois saem por aí espalhando as sementes. Quando a semente cai em algum solo fértil, novas árvores vão surgindo e novos frutos são produzidos e mais o conhecimento se espalha.

  75. andre luiz narciso 23 de fevereiro de 2017 at 22:05 - Reply

    Oi Leandro te agradeço pela sua simplicidade e clareza em seus artigos. Sou seu fã incondicional e também um multiplicador do seu pensamento. muito obrigado

    • Leandro Ávila 24 de fevereiro de 2017 at 7:52 - Reply

      Oi Andre, obrigado por multiplicar e compartilhar. Isso torna esse trabalho ainda mais útil.

  76. Ivan Meriti 23 de fevereiro de 2017 at 23:38 - Reply

    Parabenizá-lo por mais esta pérola seria “chover no molhado”. Gostaria de focar no convite que você recebeu para entrar no clube dos enganadores. A mídia enfatiza diuturnamente que o Brasil está em crise financeira. Desde os anos 1930 não havia retrocesso do PIB em dois anos seguidos. A “marolinha” se transformou em tsunami! A camada mais pobre da sociedade, para variar, é a mais prejudicada. Frequentemente, estamos socorrendo familiares, vizinhos e amigos COM GÊNEROS ALIMENTÍCIOS. Que lição tiramos desta crise?
    a. Faltou responsabilidade e planejamento do governo;
    b. Faltou EDUCAÇÃO FINANCEIRA na população.
    Todavia, a crise maior é a falta de INTEGRIDADE! Em relação ao sentido figurado da palavra integridade, a mesma pode ser descrita como pureza ou honradez, podendo designar uma atitude de total plenitude moral, sendo a principal característica de uma pessoa incorruptível. Que bom para nós, seus discípulos, que essa CRISE DE INTEGRIDADE não o atingiu! Rogamos ao Bondoso Pai, que lhe dê forças e coragem para dizer NÃO a esse sistema corrompido, que acha que o dinheiro pode comprar tudo, inclusive a honradez. Continue assim, nos orgulhamos de você!

    • Leandro Ávila 24 de fevereiro de 2017 at 7:52 - Reply

      Oi Ivan. Em todas as culturas existem pessoas que falham na sua integridade. Só que nesses lugares as pessoas ainda sentem vergonha de fazer o que é errado. Quando observamos que os maiores políticos do Brasil e os maiores empresários não sentem nenhuma vergonha de levarem uma vida imoral, sem ética, sem honestidade, sem honra, isso denuncia que vivemos um sério problema cultural, onde estamos valorizando coisas estranhas (sem valor), onde estamos cultivando vícios e não virtudes, onde buscamos a ignorância e não a sabedoria (viver uma vida sem ética é um forte sinal de ignorância). Resolvi expor o que aconteceu comigo para que isso se torne um motivo de constrangimento para aqueles que aceitam esse tipo de relação onde você é remunerado para falar e fazer as coisas que não acha correto, justo e bom. Que isso possa ser um bom exemplo para ser seguido pelos novos educadores.

  77. Diego Faria 23 de fevereiro de 2017 at 23:47 - Reply

    Parabéns pelo artigo, Leandro. Como sempre conteúdo enriquecedor e sábias palavras.
    Grande Abraço

  78. William 24 de fevereiro de 2017 at 3:42 - Reply

    Parabens pelo artigo, voce e nota 10!

  79. Alex 24 de fevereiro de 2017 at 12:15 - Reply

    Excelente artigo como sempre. É disparado o melhor blog sobre educação financeira em português. Parabéns!

  80. Leandro 24 de fevereiro de 2017 at 13:20 - Reply

    Poxa vida “xará”, da onde você tira tanta sabedoria e compaixão para nos enriquecer com seus ensinamentos ?
    Imagino que se você fosse mais um “vendido” poderia ter muito mais dinheiro do que já tem, mas sei muito bem (já te acompanho há um bom tempo) que dinheiro não é tudo pra você.
    Educação financeira deveria ser disciplina escolar desde o ensino infantil ! Fico muito triste em saber que a maioria da população é cega, ignorante, e não tá nem ai para sair dessa, por mais que muitas pessoas como você se dispõe a passar um excelente conteúdo de aprendizagem financeira, e detalhe, sem cobrar nada por isso.
    Tento fazer minha parte, sempre quando tenho oportunidade falo de você para pessoas que conheço, também tento com base nos meus singelos conhecimentos influenciar alguns, mas confesso, é muito difícil ! Sem querer ser redundante, mas a grande maioria não tá nem ai pra isso.
    Sem mais, muito obrigado mais uma vez, sem seus ensinamentos provavelmente não teria a noção que tenho hoje.

    Tem alguém de Taubaté -SP ai no clube ? Gostaria de conhecer pessoas próximas que também se interessam por educação….

    • Leandro Ávila 24 de fevereiro de 2017 at 16:04 - Reply

      Oi Leandro. As pessoas dão um valor tão pequeno para a educação que se 100% do meu conteúdo fosse pago, só teria conseguido ajudar um punhado de pessoas, pois você não paga por algo que não enxerga valor. Como você mesmo disse, a população está cega. A população dá valor para coisas que não tem valor e pagam muito caro por elas. Já observei que a maioria das pessoas que adquirem meus livros já estão colhendo os frutos positivos do conteúdo gratuito que ofereço, ou seja, o conhecimento já está fazendo efeito, elas estão começando a enxergar o valor do conhecimento. É neste momento que elas percebem como o conhecimento é valioso, transformador e isso não tem preço. Imagine a quantidade de sofrimento que muitos poderiam evitar se dedicassem um pouco de tempo aprendendo mais sobre o funcionamento do dinheiro. As pessoas não querem gastar nem o próprio tempo, o mesmo tempo que elas jogam fora através de inúmeras distrações sem importância que temos hoje.

      • Rosana 1 de março de 2017 at 13:31 - Reply

        “As pessoas não querem gastar nem o próprio tempo, o mesmo tempo que elas jogam fora através de inúmeras distrações sem importância que temos hoje.”

        Bela frase.
        Você resumiu bem o triste momento em que vivemos…
        Ainda bem que existem sites como o Clube dos Poupadores, para mostrar o caminho do conhecimento aos que têm interesse.

  81. Edmilson 24 de fevereiro de 2017 at 14:32 - Reply

    Nobre Leandro,

    sem palavras pra expressar como gosto de ler seus artigos. Parabéns por sua ética!

    Grande abraço!

    • Leandro Ávila 24 de fevereiro de 2017 at 15:54 - Reply

      Obrigado Edmilson, parabéns por dedicar seu tempo nessas leituras.

  82. Clayton 24 de fevereiro de 2017 at 15:16 - Reply

    Olá Leandro, boa tarde. Meu primeiro post por aqui. Encontrei seu blog por acaso pois estava “vagando” a procura de uma luz. Eu tinha certeza de que aquilo que eu estava procurando não era um absurdo. Comecei a ler vários textos e também os comentários do pessoal ao final deles pois os casos relatados nos encorajam a seguir em frente. Passei muitos anos da minha vida trabalhando para o nada mas isso está mudando, felizmente. Estou iniciando uma transformação na minha vida, sei que a jornada é longa mas me sinto melhor hj por saber que estou fazendo algo de bom para mim.

    Agradeço a você por todo o esforço desprendido na elaboração dos artigos, das respostas a todos os comentários e etc. Tenha a certeza de que está promovendo mudanças na vida de muitas pessoas, inclusive, na minha.

    Abraços

    • Leandro Ávila 24 de fevereiro de 2017 at 15:54 - Reply

      Oi Clayton. Seja bem-vindo. Parabéns por iniciar sua jornada. Suba um degrau por dia, devagar, mas sem parar.

  83. Daniela 24 de fevereiro de 2017 at 21:03 - Reply

    São cara de pau mesmo ou nunca leram sequer um artigo seu para fazerem um pedido desse. Obrigada por este artigo, a proposito. Sempre estimulante.

    • Leandro Ávila 2 de março de 2017 at 8:59 - Reply

      Oi Daniela. É uma falha da agência, pois ela deveria conhecer o meu trabalho antes de me fazer esse tipo de proposta, pois não existe alinhamento entre esses objetivos do banco (divulgar o crédito como solução de problemas e desejos) com o trabalho de educação financeira que desenvolvo. São pensamentos opostos.

  84. OSVALDO ROBERTO DE CARLI 24 de fevereiro de 2017 at 22:26 - Reply

    Leandro Ávila, mais uma vez muito obrigado pelo seu trabalho.
    Se você já tinha o meu respeito e admiração, agora tem minha reverência.
    Meu próximo passo é adquirir seus livros sobre investimentos.

    • Leandro Ávila 2 de março de 2017 at 8:56 - Reply

      Obrigado pelo apoio Osvaldo. Os livros ajudam manter esse trabalho gratuito.

  85. Edson 24 de fevereiro de 2017 at 22:39 - Reply

    Leandro, boa noite. Parabéns por mais esse compartilhamento. O interessante em seus artigos é que eles nos ensinam não somente sobre finanças, mas também a viver melhor. Obrigado!

  86. Andressa Moreira 25 de fevereiro de 2017 at 9:36 - Reply

    Respeito muito você. Com essa matéria, passei a admirar ainda mais. Gratidão!

  87. Julio Cesar 25 de fevereiro de 2017 at 14:24 - Reply

    Boa tarde. Estou acompanhando seu site e aprendendo. Tens razão sobre o crédito. A Bíblia fala: ¨não deveis nada a ninguém a não ser o amor de uns para com os outros¨. Continue a educar os brasileiros. Julio Cesar.

  88. Mauro Paiva 25 de fevereiro de 2017 at 22:30 - Reply

    Olá Leandro, excelente artigo como sempre.
    O que mais gosto no seu trabalho de educador é a legitimidade de suas idéias, você nos convida a pensar e criar por nós mesmos um novo ponto de vista ou opinião sobre dinheiro. Tenho muito a lhe agradecer pois aprendi a investir com você e hoje depois de 2 anos posso dizer que seus textos foram responsáveis por uma transformação de vida, dormir com a idéia de que os bancos é que me devem é de mais, rsrsrs. Infelizmente tenho familiares e amigo a que estão em situação situação inversa ou seja são eles que devem aos bancos. É toda vez que tento uma nova investida no assunto com o intuito de ajudar logo logo mudam de assunto dizendo… as coisas vão melhorar, é lamentável. Fica aqui esse breve desabafo é até o seu próximo excelente artigo. Muito obrigado, forte abraço

    • Leandro Ávila 2 de março de 2017 at 8:55 - Reply

      Oi Mauro. Quando trabalhamos, poupamos e investimos nosso próprio dinheiro estamos invertendo os papéis. Nos tornamos os credores e os bancos, nossos devedores. Dormir nessa situação invertida é bem mais agradável. Lamentável as pessoas continuarem acreditando que ter dívidas é uma coisa boa.

  89. Shirley Ferreira 26 de fevereiro de 2017 at 7:48 - Reply

    Excelente artigo,como todos os que você escreve. Sou fã e repasso todos os seus artigos para meus contatos.! Parabéns e prossiga nessa trajetória de sucesso e ajuda ao próximo!

  90. Investidor Otimista 26 de fevereiro de 2017 at 15:27 - Reply

    Leandro, sou muito grato por ter uma pessoa como você que compartilha conhecimentos sábios que vem contribuindo fortemente para o * nosso” crescimento pessoal como um todo.

    Grande abraço.

  91. Mirela Sousa 27 de fevereiro de 2017 at 11:02 - Reply

    Olá Leandro!
    O seu texto me fez pensar num fato que aconteceu comigo. Eu estava em uma loja de roupas pra comprar somente o que eu estava precisando e assim o fiz. Quando eu cheguei no caixa para pagar, a atendente fez aquela propaganda dizendo que a loja estava com promoções e descontos se levasse mais peças e tal. Eu disse que não queria. Aí a moça me olhou como se eu fosse doida, com aquela cara e me disse: “você não vai aproveitar pra levar mais?” Aí tive que dizer que não tinha gostado de nada (e não tinha mesmo).
    Com isso eu pude perceber o quanto o consumismo está entranhado em nossa cultura, que o normal é gastar de forma descontrolada pra satisfazer desejos imediatos, como há falta de uma educação financeira nas pessoas!
    Gosto muito dos seus artigos pq pra mim eles são um choque de realidade pra nos fazer melhorar como consumidores e como pessoas também.
    Parabéns por este belo trabalho!

    • Leandro Ávila 2 de março de 2017 at 8:46 - Reply

      Oi Mirela. Tudo aquilo que compramos sem existir real necessidade, está caro. Não importa se você terá desconto de 90%. Se você não precisa, está caro. As pessoas precisam entender isso quando estão diante de uma promoção como essa. Obrigado por compartilhar.

  92. Marcos Arcanjo 27 de fevereiro de 2017 at 11:51 - Reply

    Ótimo artigo.

    Veja essa questão do marketing do crédito de forma bem intensa para aposentados e pensionistas.
    A pressão para que eles usem crédito é grande e muitas vezes até abusiva.

    Nesse momento mesmo um dos top six está veinculando uma peça de marketing na TV aberta na qual se apresenta como um “amigo” e coloca o uso do crédito como solução para realização de sonhos e objetivos

  93. Geraldo 27 de fevereiro de 2017 at 18:36 - Reply

    Obrigado!

  94. Laurence 28 de fevereiro de 2017 at 8:41 - Reply

    Olá Leandro,

    Agradeço você por mais um artigo esclarecedor e educativo. Admito e reconheço hoje que errei várias vezes recorrendo ao crédito pessoal ou consignado por achar que era uma ótima solução para realizar meus objetivos, pois bem, agora vejo que a ignorância pode custar caro e erros cometidos na vida financeira são fáceis de ocorrer e difíceis de consertar. Atualmente, já disponho do meu próprio colchão financeiro, fundo de reservas, aplicações financeiras, uso para realizar meus sonhos e ainda faço diversas doações, incrível como ter inteligência e sabedoria financeira pode e faz a diferença.

    Abraço,
    Laurence
    PORTO ALEGRE/RS

    • Leandro Ávila 2 de março de 2017 at 8:42 - Reply

      Oi Laurence. É isso mesmo, são “fáceis de ocorrer e difíceis de consertar”. Parabéns por sua conquista e obrigado por compartilhar aqui e motivar outros leitores.

  95. Claudinei Fernandes 28 de fevereiro de 2017 at 13:12 - Reply

    Quando a gente começa a praticar a educação financeira isto se torna um vício e nada melhor que seus textos para saciar este vício.E para completar ainda tem os comentários que são outra fonte de aprendizagem. Parabéns e que Deus o abençoe.

  96. André Ribeiro 28 de fevereiro de 2017 at 18:12 - Reply

    Parabéns, sempre leio seus artigos, cada dia aprendo mais, com certeza aprendi muito lendo seus artigos. Obrigado pelo trabalho que você desenvolve aqui. Forte abraço!

  97. Ricardo 1 de março de 2017 at 8:47 - Reply

    Bom dia Leandro.

    Ótimo artigo, mas o que realmente me impactou foi artigo falando sobre “ignorância seletiva”

    Após ler o artigo e refletir um pouco, meu pensamento foi: “Meu deus, quando tempo desperdicei na vida”

    Obrigado pelo conteúdo.

    • Leandro Ávila 2 de março de 2017 at 8:40 - Reply

      Oi Ricardo. Parabéns por ter acordado. Esqueça o passado e aproveite todo o tempo livre que você vai ganhar quando assumir o controle do seu tempo.

  98. Rosana 1 de março de 2017 at 13:27 - Reply

    Leandro,

    Assustador o spread bancário do Brasil estar no 3º pior lugar do mundo.
    Em pleno século XXI, com tanta informação de qualidade na internet, somente a ignorância financeira para justificar a contratação de tais empréstimos. Somente a necessidade emergencial não justificaria tais taxas.

    Achei absurdo o e-mail que você recebeu, falando sobre crédito responsável para realizar desejos. Desde quando a realização de desejos e o crédito responsável soam coerentes na mesma frase? Para resolver uma situação emergencial eu até concordo, mas realizar desejos?

    Lamentável também o termo “cotação”.
    Me chamou também a atenção do e-mail, o fato de direcionar os clientes para os canais digitais de contratação. Será que esse tipo de contratação proporcionaria menores taxas de juros? Acredito que não.

    Abraços,

    • Leandro Ávila 2 de março de 2017 at 8:39 - Reply

      Oi Rosana, deve proporcionar menor custo e maior lucro para o banco.

  99. Aurélio 1 de março de 2017 at 13:52 - Reply

    Parabéns. Depois de ler alguns textos seus decidi cancelar uma conta bancária para não pagar a tarifa mensal. Abraço.

    • Leandro Ávila 2 de março de 2017 at 8:37 - Reply

      Oi Aurélio. Ter uma conta bancária é importante. Existem vários bancos que oferecem contas bancárias sem cobrança de taxa. Recomendo que você pesquise.

    • sandro 6 de março de 2017 at 9:12 - Reply

      E procure pelas contas digitais, até alguns grandes tem.

    • sandro 6 de março de 2017 at 9:13 - Reply

      Ah sim, já ia esquecendo. Pacote de serviços essenciais, tenho um no BB. Tarifa zero para manter a conta.
      Segue site do Banco Central sobre o tema.
      https://www.bcb.gov.br/Fis/Tarifas/tarifas3594.asp

  100. Gonçalo 2 de março de 2017 at 11:50 - Reply

    “Procuramos alguém que tenha a cara da campanha para nos ajudar e pensamos no Clube dos Poupadores.”??? Que ofensa!! : ) Abraço e obrigado por sua dedicação e coerência pessoal!!!!

  101. Michel 2 de março de 2017 at 16:35 - Reply

    Leandro, boa tarde.
    Estou com uma dúvida e se voce puder responder, fico agradecido.
    Fiz um comparativo entre um CDB de um banco médio que paga 101% do CDI (mensal) e uma LTN 2020
    Simulei o mesmo investimento de R$767,24 por 34 meses (que é o que falta para jan/2020) e o valor que obtive são os mesmos R$1000 pagos pelo Tesouro nessa data.
    Na simulação do CDB, já descontei o valor do IR.
    Cheguei a conclusão que nesse caso o melhor seria o CDB, pois se eu resolver resgatar antecipadamente não teria nenhuma perda.
    Meu pensamento está correto ?
    Muito obrigado.

    • Leandro Ávila 10 de março de 2017 at 8:33 - Reply

      Oi Michel. Você não deve olhar apenas rentabilidade. Deve observar a questão da liquidez e verificar se ela atende sua necessidade. Ao investir em um Tesouro Prefixado você deve saber que a taxa oferecida só será garantida na data de vencimento.

  102. Carlos 2 de março de 2017 at 16:49 - Reply

    Olá Leandro,

    Parabéns novamente pelo artigo !!
    O rendimento dos juros dos títulos públicos também segue a regra do juros compostos mês a mês ?
    Se sim, como funciona isso a partir do momento em que sou portador de um título com uma data de vencimento definida ?

    Obrigado,

    • Leandro Ávila 10 de março de 2017 at 8:29 - Reply

      Oi Carlos. O cálculo matemático utilizado para calcular os juros faz uso da fórmula de juros compostos. Mesmo o título tendo uma data de vencimento a sua remuneração é calculada diariamente. Para entender como esse cálculo funciona recomendo que visite os artigos que já escrevi detalhando os cálculos dos títulos. Aqui seria um exemplo.

  103. Ireno 3 de março de 2017 at 14:54 - Reply

    Leandro, já há quase 1 ano acompanho seu trabalho e admiro o que vc tem feito pelas pessoas. Me interesso pela aquisição dos seus livros, mas há um problema: nem todos são favoráveis ao formato e-book… eu dentre esses. Eu ficaria muito satisfeito se vc em algum momento oferecesse esse produto em um formato convencional e com boa qualidade, certamente alguns tantos mais colaborariam com o seu trabalho adquirindo seus livros pra melhor aprofundamento no assunto.

    • Leandro Ávila 10 de março de 2017 at 8:26 - Reply

      Oi Ireno. O modelo de negócio proposto pelas editoras é extremamente desvantajoso para os autores. Entre 90% e 95% do preço de um livro convencional fica no bolso da gráfica, da editora e das livrarias. O autor é o que menos recebe, isso quando recebe alguma coisa. A venda dos meus livros digitais é o que financia o Clube dos Poupadores permitido que eu produza conteúdo gratuito regularmente.

  104. Ullisses 3 de março de 2017 at 15:20 - Reply

    Oi Leandro! Leio todos os seus artigos e no comeco me perguntava: Sera que esse cara ta querendo ajudar mesmo, ou esteja preparando o terreno para jogar uma isca! Eh claro que ja faz tempo que percebo seu carater e devocao ao ensino financeiro, mas essas duas propostas que vc compartilhou mostrou ainda mais como vc tem carater e acredita no seu trabalho!

  105. Alexandre Tavares 3 de março de 2017 at 20:09 - Reply

    Olá Leandro!

    Sou grato por sua vida e trabalho. Descobri o Clube dos Poupadores a cerca de três meses e tenho aprendido bastante e os impactos positivos na minha vida financeira já têm se revelado. Obrigado por se manter integro e fiel aos seus princípios, isso me inspira e me transmite a segurança de que não estou diante de mais um site de educação financeira, mas diante de alguém que é comprometido com a educação, liberdade e transformação dos hábitos de um povo.

    • Leandro Ávila 10 de março de 2017 at 8:14 - Reply

      Oi Alexandre. Parabéns por dedicar seu tempo estudando todos esses assuntos. É o conhecimento que transforma a vida das pessoas para melhor. Isso vale para todas as áreas da vida.

  106. Robijari 3 de março de 2017 at 20:31 - Reply

    LEONARDO, O QUE VC ACHA DAS STATAP QUE TÃO SURGINDO COM INTUITO DE ESTIMULAR O CONSUMISMO COM EMISSÃO DE CARTÃO DE CRÉDITO SEN TAXA E ANUIDADE, E Também NO RAMO DE EMPRÉSTIMOS COM TAXA DE JUROS BAIXA, E VC PODE INVESTIR EMPRESTANDO DINHEIROS PARA ELES.

    • Leandro Ávila 10 de março de 2017 at 8:12 - Reply

      Oi Robijari. Existem diversas empresas surgindo no setor financeiro que fazem uso da internet para cortar custos, automatizar, desburocratizar e facilitar o acesso das pessoas. Isso é bom. Vivemos em um país onde 80% ou 90% de todos os recursos financeiros das pessoas estão concentrados em 5 grandes bancos. Quanto mais empresas surgirem competindo com essas instituições, melhor para todos.

  107. Gustavo Dias 4 de março de 2017 at 0:22 - Reply

    Meu deus que site maravilhoso, como pude viver mais de 25 anos de vida sem conhecer este site!!!!! Leandro, meus parabéns por todas as postagens e comentários maravilhosos, em plena sexta a noite estou lendo seu site inteiro e não consigo parar, acredito que hoje é a sexta mais produtiva de toda minha vida, tenho tantos vícios e problemas financeiros causados por bobagens e muito consumismo, já devo ter gastado um apartamento em besteiras, hoje luto para me controlar e me educar, mas é muito difícil, vivo em um meio muito fútil, consegui fazer um pé de meia (na poupança, sim eu sei que é um erro terrível, mas foi melhor que queimar todo o dinheiro com besteiras).

    • Leandro Ávila 10 de março de 2017 at 8:09 - Reply

      Oi Gustavo. Só o fato de você ter despertado para a sua realidade já é uma grande vitória. Esse primeiro passo é o mais importante. Parabéns e seja bem-vindo! Continua estudando e ampliando seus conhecimentos. É isso que realmente melhora a nossa vida.

  108. Tiago Bastos Couto 4 de março de 2017 at 13:21 - Reply

    Boa tarde!! Leandro
    Acompanho seus artigos desde 2015. Qual é sua opinião sobre alavancagem financeira para investir em algum negócio? Sendo que pretendo utilizar para formação de estoque. Estou tendo dificuldade para encontrar uma posição no mercado de trabalho no momento. Minha empresa apesar de ser pequena conseguimos ultrapassar o ponto de equilíbrio nos meses de dezembro e janeiro. Mês de fevereiro sofremos um pouco com a baixa sazonalidade. Estou pesquisando taxas de juros de empréstimos para capital giro pós-fixadas encontrei taxas em torno de 1 a 2% ao mês. Creio que a Selic em baixa, talvez seja mais vantajoso taxas pós- fixadas. Não possuo conta jurídica no momento. Estou em revendo as margens de lucro por venda, tempo de capitalização e custo de viagem para maximizar o Capital de Giro. Tenho esta dúvida porque existem dívidas que são ruins. Este empréstimos não deixar de ser um passivo.
    Desde já agradeço!!

    • Leandro Ávila 10 de março de 2017 at 8:07 - Reply

      Oi Tiago. É fundamental que você separe a vida financeira da sua empresa e a sua vida financeira pessoal. No mundo das empresas o dinheiro deve ser visto como um insumo, ou seja, como uma matéria prima qualquer necessária para o funcionamento do negócio. Neste caso, os bancos alugam esses insumos (os juros que cobram é como um aluguel). As decisões de usar ou não recursos do banco, se será vantajoso ou não, depende de cálculos matemáticos e das suas estratégias.

  109. Caio 8 de março de 2017 at 3:19 - Reply

    ola Leandro, gostaria de parabenizar seu grande trabalho, lhe acompanho a 2 anos , e mudei minha forma de pensar, alias tenho uma pergunta a voce , estou iniciando meu estudo superior, porem estou na duvida entre Adiminstracao e gestao financeira, voce poderia me indicar alguma das duas…. gosto de investimentos e de empresas, entao estou muito na duvida

    • Leandro Ávila 10 de março de 2017 at 8:00 - Reply

      Oi Caio. O curso de administração permite que você tenha acesso a todas as áreas (marketing, finanças, vendas, recursos humanos, liderança, etc, etc.) Depois você pode se especializar na sua área preferida.

  110. Pablo 8 de março de 2017 at 16:49 - Reply

    Olá Leandro!

    Li uma breve introdução sobre investimento em Bitcoins e que em 2027, 10% do PIB mundial estaria representado nessas moedas virtuais. Gostaria de saber como você analisa este tipo de investimento.

    obg

    pablo

    • Leandro Ávila 10 de março de 2017 at 7:58 - Reply

      Oi Pablo. Não tenho qualquer simpatia por moedas virtuais. Não vejo nada que justifique seu uso no momento.

  111. Vânia Klein 10 de março de 2017 at 12:38 - Reply

    Bom dia Leandro

    Me chamo Vânia, sou formada em Gestão Financeira e tenho um projeto de trabalhar com consultoria financeira empresarial e pessoal e desde que conheci sua página este projeto/ sonho se tornou ainda maior e mais importante. Seu posicionamento á favor da educação, da qual somos tão carentes, é admirável. Sou sua fã e espero um dia poder contribuir para a educação financeira do nosso país através do meu projeto, assim como você faz.

    Aproveito para informa-lo que com muita frequência compartilho seus textos em minha página hehehehe.

    Obrigada por compartilhar conosco seu conhecimento e ser, particularmente para mim uma fonte de inspiração.

    Att.

    • Leandro Ávila 10 de março de 2017 at 14:42 - Reply

      Oi Vânia. Muito obrigado por compartilhar e fico feliz por inspirar de alguma forma. Desejo muito sucesso para o seu projeto.

  112. Guilherme 14 de março de 2017 at 10:22 - Reply

    Leandro,

    Você está de parabéns pelo Clube. Há meses tive a felicidade de encontrar seu blog. E parabéns pela firmeza de resistir a agências que tentando fazer você mudar de time estão fazendo um grande desserviço ao nosso país. Que longe está de ser forte e rico pela ignorância.

  113. Carlos 15 de março de 2017 at 20:20 - Reply

    Boa noite Leandro,

    Primeiro de tudo parabéns pelo excelente artigo.
    Tenho um investimento NTN-B, que se caso vendesse antecipadamente teria um ganho de aproximadamente 10%.
    Vale a pena resgatar esse montante para diminuir a quantidade de crédito rápido que necessitarei?
    Abraços,

    • Leandro Ávila 16 de março de 2017 at 8:54 - Reply

      Oi Carlos. Vale a pena você refletir se realmente precisa de um crédito rápido ou se o fato de ter dinheiro rendendo gera algum incômodo em você.

  114. Carlos Eustáquio 16 de março de 2017 at 13:30 - Reply

    Leandro, boa tarde.

    parabéns pelo seu grandioso trabalho. Recentemente fui literalmente “salvo” ao utilizar uma de suas planilhas de simulação habitacional (tabela SAC). O Banco só me apresentava a prestação inicial e final, induzindo um decréscimo da parcela. A partir da sua planilha observei o quanto estaria pagando de Juros, via Custo Efetivo Total. Iria pagar 2,5 x o preço do imóvel, com risco zero para o Banco. Decidi esperar um pouco mais e comprar um imóvel de menor valor. Realmente só tenho a agradecer e acho que o seu trabalho deve partir para um lado de convencimento psicológico, pois a maioria das pessoas não está tecnicamente preparado para as decisões.

    Abraços, Carlos

    • Leandro Ávila 16 de março de 2017 at 15:03 - Reply

      Oi Carlos. A população se torna vítima fácil para os bancos que sabem muito bem o que estão fazendo.

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