Diferenças entre Ricos e Pobres

A diferença entre as pessoas mais ricas e as mais pobres não se limita ao número de dígitos que elas possuem em suas contas bancárias. A quantidade de dinheiro que cada um tem costuma ser uma consequência e não uma causa das diferenças. É por isso que muitos ricos vão a falência e poucos anos depois recuperam o que perderam, enquanto muitas pessoas humildes ficam ricas (exemplo: ganhando em loterias) e poucos anos depois retornam para a situação financeira difícil que se encontravam.

A grande causa da diferença entre ricos e pobres estaria em seus hábitos diários, segundo Tom Corley, autor do livro “Change Your Habits, Change Your Life: Strategies that Transformed 177 Average People into Self-Made Millionaires” ou alguma coisa do tipo “Mude seus hábitos, mude sua vida: Estratégias que transformaram 177 pessoas comuns em milionários” (pelo próprio esforço).

Durante 5 anos o autor pesquisou a vida de 177 milionários buscando identificar hábitos comuns entre eles. O autor acredita que se as pessoas cultivarem esses hábitos poderão melhorar sua situação financeira. Ele acredita que a prosperidade financeira não depende somente de quanto você ganha ou da estratégia que você utiliza para investir dinheiro. Segundo o autor, os seus hábitos diários determinam se você será uma pessoa rica, pobre ou presa na classe média durante a vida.

O que é ser rico e pobre:

É importante definir o que o autor Tom Corley classifica como uma pessoa pobre ou rica. Para ele, rico é aquela pessoa que tem uma renda anual acima de US$ 160.000,00. Isso significa US$ 13.333,33 por mês. Com o real valendo R$ 3,50 isso seria R$ 560.000,00 por ano ou R$ 46.666,66 por mês. Já as pessoas que ele chama de pobres são aquelas que ganham menos de US$ 35.000,00 por ano ou R$ 122.500,00 por ano que seria como ganhar R$ 10.208,00 líquidos por mês. Já a classe média seria alguém que ganha entre R$ 10 mil e R$ 46 mil. Para a nossa realidade brasileira o que ele chama de pobre é a nossa classe média.

Veja alguns hábitos que ele destaca no livro e tente refletir sobre a sua realidade atual e o que você planeja para o seu futuro.

Hábito do jogo:

Entre os 177 milionários investigados por Tom Corley, nenhum conquistou riqueza de forma fácil e rápida. A conquista do sucesso financeiro costuma ser um processo lento, que exige iniciativa e muito esforço das pessoas. Ele identificou que as pessoas que buscam formas rápidas de ganhar dinheiro estão perdendo tempo e se iludindo.

No seu estudo, 77% das pessoas pobres fazem apostas esportivas ou em loterias regularmente. Por outro lado, 94% das pessoas mais ricas nunca perderam tempo e dinheiro apostando em loterias. Já escrevi um artigo sobre esse mau hábito do brasileiro que é gastar tempo e dinheiro em jogos de loteria.

Hábito de beber muito:

As pessoas mais pobres exageram nas bebidas alcoólicas durante toda a vida. Segundo autor, existe uma grande diferença entre beber um copo de cerveja ocasionalmente e transformar isso em um hábito. Infelizmente eu conheço pessoas que são sóbrias de segunda até às 18:00 de sexta-feira e bêbadas nos demais dias. Posso garantir que não são as pessoas mais bem-sucedidas que conheço, muito pelo contrário. O autor do livro diz que quem tem o mau hábito de beber regularmente diminui suas chances de sucesso financeiro.

Ele diz que 50% das pessoas mais pobres pesquisadas por ele bebiam mais de dois copos de bebida alcoólica por dia”. Oitenta e quatro por cento dos milionários em seu estudo bebiam menos do que isso.

O autor também justifica que beber muito pode afetar a sua memória e capacidade de pensar com clareza. Além disso, você desperdiça saúde e dinheiro consumindo bebidas que podem gerar inúmeras sequelas e mais despesas e perda de tempo resolvendo os problemas que o álcool pode gerar. Isso vai de um acidente de trânsito até demissões do emprego e divórcios.

O mau hábito de consumir bebidas alcoólicas cresce com o passar dos anos aumentando os prejuízos e problemas em todas as áreas da vida. Só quem ganha com isso são pessoas como o Jorge Paulo Lemann, sócio da Ambev e homem mais rico do Brasil. Enquanto você bebe Brahma, Skol e Antarctica, ajuda Lemann a aumentar seu patrimônio em R$ 3,6 milhões por hora (fonte).

Se você não bebe, parabéns. Se você bebe, controle esse seu mau hábito e faça o favor de mostrar para seus filhos que é um mau hábito. Se você bebe muito, é bom refletir sobre as consequências futuras em todas as áreas da sua vida, incluindo a financeira.

Amy morreu em 2011, com 28 anos, por ingestão excessiva de bebidas alcoólicas.

Hábito de conviver com pessoas tóxicas:

O autor chama as pessoas com pensamentos negativos de “pessoas tóxicas”. São aquelas pessoas que ligam para você para reclamar do cônjuge, reclamar do chefe, reclamar do trabalho, reclamar da saúde, reclamar do governo, reclamar dos familiares, reclamar do passado, do presente e do futuro.

Se você parar para refletir, vai perceber que você possui vários “amigos de reclamação”. São pessoas que gostam de reclamar das mesmas coisas que você reclama. Vocês marcam encontros para colocar as reclamações em dia. Você sente saudade quando fica muito tempo sem reclamar com seu amigo de reclamação.

Faça um teste. Tente conversar de forma consciente da próxima vez que se reunir com seus amigos. Vigie e observe quais são seus amigos de reclamação.

O autor diz que 80% das pessoas mais ricas, que fizeram parte do estudo, desenvolveram o hábito de se associarem com outras pessoas positivas e que tinham o que ele chamou de “espírito de sucesso”. Quantas pessoas você conhece que conversam com você sobre o sucesso que estão conquistando na vida? Quantas pessoas falam empolgadamente sobre um livro que estão lendo ou sobre alguma coisa que estão estudando? Quantas compartilham com você os bons resultados que estão conquistando no emprego ou em um empreendimento? Quais amigos falam sobre planos de abrir um negócio, planos para prosperar profissionalmente, financeiramente ou intelectualmente? Quantos motivam você a seguir o mesmo caminho de prosperidade? Eu aposto que você conhece poucas pessoas assim. Por isso que a prosperidade tende a ser um caminho solitário se você não buscar novos amigos.

Os mais prósperos não se afastam totalmente dos amigos “tóxicos”, eles apenas gerenciam sua exposição e conseguem perceber, de forma consciente, a comunicação negativa das pessoas. Isso permite evitar a influência negativa sem necessariamente precisar se afastar das pessoas negativas.

Apenas 4% das pessoas mais pobres, que participaram do estudo do autor, possuem amizades com indivíduos positivos com “espírito de sucesso”. Noventa e seis por cento dos mais pobres cultivam amizades com “indivíduos tóxicos”. O autor diz que, para ser bem-sucedido, é bom cercar-se de pessoas que também querem ou já são bem-sucedidas.

Hábito de assistir muita TV:

Setenta e sete por cento dos mais pobres do estudo assistem mais de 1 hora por dia de televisão. Sessenta e sete por cento dos milionários assistem menos de 1 hora de TV por dia. Segundo o autor, os ricos se divertem buscando conhecimento e educação. Eles trocam a televisão pela leitura, meditação, exercício e qualquer atividade ligada com a auto-educação (livros, cursos, vídeo-aulas, palestras, etc) e fazem isso por diversão, não por obrigação.

O autor diz que os mais ricos possuem o hábito de aproveitar o tempo de forma produtiva enquanto as pessoas mais pobres estão sempre buscando passatempos (formas de perder tempo).

Hábito do pensamento negativo:

O autor diz que “O sucesso de longo prazo só é possível quando você tem uma perspectiva positiva”, ou seja, quando você é otimista com relação ao futuro. Ele diz que o maior problema das pessoas é que elas são completamente inconscientes sobre seus pensamentos, positivos ou negativos. Ele diz que se todo mundo parar para “ouvir os próprios pensamentos”, de forma consciente, seria possível perceber que grande parte das coisas que pensamos durante o dia são coisas negativas e pessimistas.

Eu entendo que esses pensamentos são a base dos nossos atos. Se você está sempre pensando negativamente sobre tudo, suas decisões serão sempre baseadas nestes pensamentos. Vou dar um exemplo bem simples sobre investimentos. As pessoas sentem tanto medo de investir fora da Poupança que mesmo sabendo que estão perdendo dinheiro (baixa rentabilidade), elas preferem perder dinheiro.

Existe o medo de sair da poupança, o medo de aprender novas formas de investimento, o medo de investir fora dos grandes bancos, a preguiça de aprender mais sobre o mundo dos investimentos e por ai vai. Isso é apenas um exemplo sobre os investimentos dos brasileiros (já falei sobre isso nesse artigo). Esses pensamentos negativos e pessimistas não afetam só os investimentos. Afeta as decisões de consumo, a vida profissional e familiar.

Hábito de procrastinar:

A procrastinação é o nome bonito de “empurrar com a barriga”. O mau hábito vem de cima, basta ver o que o governo costuma fazer com questões importantes relacionadas com a economia e com a política. O autor diz que existem muitas pessoas talentosas que não conseguem prosperar na vida por culpa do hábito da procrastinação. Você deve conhecer muita gente que costuma empurrar todos os problemas com a barriga. Sempre deixam as decisões para quando é tarde demais. Outro autor que já estudou os mais ricos, Napoleon Hill, dizia que as pessoas mais ricas são justamente aquelas que tomam mais decisões.

O autor diz que se você refletir bem vai perceber que a sua situação financeira hoje seria bem melhor se você não tivesse empurrado alguns problemas com a barriga.

Como escritor, ocupa as primeiras posições no ranking dos livros mais vendidos no mundo. Vendeu, até hoje, um total de 218 milhões de livros, em mais de 150 países , tendo suas obras traduzidas para 66 idiomas.

Hábito de agradar todo mundo:

As pessoas sentem muito medo de tomar decisões para evitar as críticas. Outro problema é que, com medo de receberem críticas, as pessoas não costumam pedir um feedback das outras. Se você nunca perguntar para o seu chefe como está o seu desempenho no trabalho e o que ele acha que deveria melhorar, você só vai descobrir que existia um problema depois que for demitido.

O mesmo vale para um profissional liberal ou um empresário. Se você não pede a opinião dos seus clientes, funcionários e fornecedores com medo das críticas, você só vai perceber o problema depois que o prejuízo for irrecuperável. Falta de feedback sempre aparece na conta bancária da sua empresa.

É muito importante aprender a ouvir as críticas de uma forma construtiva, mesmo que as críticas sejam destrutivas. É a forma rápida e barata de aprender com os próprios erros e fazer ajustes importantes para o seu crescimento profissional e financeiro. É o feedback das pessoas que ajudam a identificar se você está no caminho certo.

Toda crítica é boa. O que você faz com a crítica é que pode ser uma coisa boa ou uma coisa ruim.

Ofender-se com críticas é ruim e inútil. Ninguém deve ter o poder de modificar o seu humor. Se as pessoas que te criticam possuem esse poder, é você que entrega esse poder para elas, ou seja, é você que permite.

As pessoas mais ricas gostam de pedir feedback dos clientes, fornecedores, patrões, chefes, etc. A frase abaixo é do Bill Gates, um dos homens mais ricos do mundo. Se ele pensa assim, por qual motivo você deveria pensar diferente?

Hábito Overspending

É o hábito de gastar excessivamente ou gastar mais do que a sua renda mensal permite. É outro mau hábito que vem de cima para baixo. Vivemos em um país onde os políticos dificilmente entendem que só podem gastar aquilo que arrecadam ou que só podem prometer quando existe dinheiro para cumprir a promessa. Depois que mentem e até cometem crimes fiscais para gastar mais do que arrecadam, reclamam das críticas da sociedade (que é quem paga o pato).

O autor do livro identificou que 95% dos mais pobres, que fizeram parte do estudo, costumam fazer dívidas para subsidiar um padrão de vida acima do que a sua renda seria capaz de permitir. São pessoas que constroem um mundo fantasioso no presente comprometendo a renda futura com o pagamento de taxas e juros de empréstimos e financiamentos. Escrevi um artigo recente sobre a maldição financeira dos funcionários públicos que reflete esse problema.

Quando você gasta mais do que ganha, você não consegue acumular patrimônio, não consegue realizar sonhos planejados, não consegue acumular recursos para a aposentadoria, fica mais tempo do que deveria dependente do emprego, fica dependente do INSS e fica fora de oportunidades profissionais e de negócios que podem surgir justamente quando você não tem dinheiro para aproveitá-las.

Gastando mais do que você ganha e colocando a formação do seu patrimônio em segundo plano, segundo o autor, você estará “construindo pobreza no longo prazo, sem esperança de escapar desse destino”.

Hábito de trabalhar naquilo que você odeia:

É evidente que você não vai conseguir prosperar profissionalmente e financeiramente se você odeia o trabalho que faz todos os dias. Também parece evidente que alguém apaixonado pelo trabalho que realiza, vai conseguir colher mais frutos no decorrer dos anos.

Você está no seu emprego. Falta 1 hora para o horário de ir para casa. Você resolve usar algum passatempo (sem o seu chefe perceber) para chegar logo o momento de ir embora. Em algum lugar, alguém apaixonado pelo trabalho que faz, vai aproveitar essa 1 hora para trabalhar mais e provavelmente vai chegar um pouco mais tarde em casa, não por necessidade, mas pelo gosto de fazer um bom trabalho. É inevitável que os seus resultados financeiros sejam diferentes dos resultados financeiros de quem gosta do trabalho que faz.

Segundo o autor do livro, trabalhar naquilo que você odeia, não só vai deixá-lo estressado e insatisfeitos com a vida, mas também irá afetar suas chances de prosperar financeiramente (enriquecer).

As pessoas financeiramente mais bem-sucedidas, trabalham em atividades que são suas grandes paixões. Algumas seriam capazes de fazer o que estão fazendo até se não fossem remuneradas. Você já deve ter ouvido a frase: “Faço o que gosto e ainda sou remunerado por isso”.

O autor diz que a paixão pelo trabalho que fazemos pode fazer nosso desempenho ser melhor do que o desempenho de pessoas tecnicamente mais preparadas, mais inteligentes e com habilidades que não temos.

Qualquer vantagem que seus colegas de trabalho ou seus concorrentes possuem serão superadas por você se eles odeiam o que fazem e você é apaixonado pelo que faz.

A paixão pelo que você faz transforma o seu trabalho uma diversão. A paixão pelo seu trabalho é fonte de energia, fonte de persistência, fonte de inspiração, fonte do foco necessário para superar as falhas, erros e rejeição. Pessoas apaixonadas pelo que fazem levantam quando tropeçam, superam obstáculos e todas as armadilhas que separam o seu presente de um futuro próspero.

Já as pessoas que não gostam do que fazem, sempre encontram uma desculpa para trabalhar menos, ganhar menos e prosperar menos.

Personagem de uma série infantil que foi exemplo de educação financeira de milhões de crianças brasileiras nas últimas décadas. Ótimo para o sucesso financeiro do Silvio Santos ao vender Tele-Sena e o antigo Baú da Felicidade.

Hábito do rebanho:

Adoramos fazer parte do rebanho. Adoramos fazer as coisas da forma que todas as pessoas fazem. Adoramos quando nossa vida é parecida com a vida dos nossos amigos e parentes. Eu já conheci uma pessoa que dizia não querer prosperar na vida. Ela acreditava que isso iria afastar seus melhores amigos e até os seus parentes mais humildes. É como se o fato dela prosperar financeiramente fizesse ela se tornar um indivíduo diferente no rebanho e isso produziria um incômodo.

O autor diz que o sucesso profissional e financeiro faz você se diferenciar na multidão. A maioria das pessoas busca paz de espirito naquele estilo de vida que é familiar e comum. É por isso que hesitam fazer qualquer coisa que as tirem dessa zona de familiaridade (zona de conforto).

Os mais ricos não se importam com o destaque na multidão. Não se sentem desconfortáveis diante de amigos e parentes mais humildes. Também são pessoas que não se importam com as incertezas. São pessoas que preferem novos desafios e entendem que isso representam riscos que devem ser superados. Superar desafios gera satisfação e não desconforto. O autor diz que a busca da riqueza requer que você assuma riscos.

A busca pela segurança no rebanho, segundo o autor, é o que faz a minoria das pessoas do mundo atingirem um nível elevado de prosperidade financeira. A grande verdade é que as pessoas preferem uma renda segura (a  maioria), mesmo que seja baixa, e buscam isso no emprego assalariado e nos direitos trabalhistas fornecidos por quem assume mais riscos (que é a minoria).

Minhas conclusões:

Para que um dia você possa trabalhar com aquilo que você gosta, provavelmente terá que trabalhar por algum tempo em alguma atividade que não gosta muito. No lugar de gastar boa parte do que você ganha para compensar o trabalho chato que você fez durante o mês, seria melhor criar um plano para poupar, investir e um dia poder trabalhar naquilo que você ama fazer.

Tem muita gente que passa o fim de semana todo bebendo ou fazendo compras nos shoppings utilizando como desculpa: “Eu mereço, eu passei a semana me sacrificando naquele trabalho chato e agora eu devo me presentear com tudo de bom, não importando o preço”. Se você pensa assim seria interessante fazer uma reavaliação sobre sua estratégia.

Emprego chato é uma solução de curto prazo para um problema de longo prazo. O consumismo só remedia, não cura seu desconforto.

O autor do livro classificou os mais ricos como aqueles com renda acima de R$ 560.000,00 por ano. Dificilmente, no Brasil, você conseguirá esses resultados através dos salários de um emprego privado ou público. Isso não significa que você não deva reavaliar seus hábitos imediatamente.

As pessoas mais ricas, que fizeram parte do estudo, não adquiriram esses hábitos depois de conquistarem uma renda mensal acima de R$ 50.000,00. É justamente o contrário. Elas primeiro mudaram hábitos negativos e cultivaram hábitos positivos. Os resultados financeiros foram as consequências por terem atingido sucesso profissional acima da média (e fora do rebanho) nos seus empregos ou nas suas empresas.

About the Author:

Leandro Ávila é administrador de empresas, educador independente especializado em Educação Financeira. Além de editor do Clube dos Poupadores é autor dos livros: Reeducação Financeira, Investidor Consciente, Investimentos que rendem mais, e livros sobre Como comprar e investir em imóveis.

216 Comments

  1. Douglas Siebert 15 de abril de 2016 at 11:34 - Reply

    Parabéns, Leandro. Mais um belo artigo.

    • Leandro Ávila 15 de abril de 2016 at 13:45 - Reply

      Obrigado Douglas

    • Carlos Salomão 15 de abril de 2016 at 15:58 - Reply

      Parabéns pelo artigo muito inteligente e esclarecedor. Você estudou adm em Teresina/PI?

  2. Rafael 15 de abril de 2016 at 11:43 - Reply

    Como sempre, ótimo texto Leandro, parabéns!
    E como é difícil mudar certos hábitos ruins que temos consciência que nos atrasam. Perseverança, pois, com certeza é possível.
    abraços

  3. Lucas 15 de abril de 2016 at 12:04 - Reply

    Parabéns por mais um excelente artigo, sempre enriquecedor.
    Não sei se estou enganado, mas fazer a conversão da renda anual de dólar para real para identificar os riscos e os pobres está sendo feita de forma errônea, é a chamada conversão “burra” pois la eles ganham em dólar e aqui se ganha em real, a não ser que o autor do estudo tenha se referido a ter àquela renda equivalente em dólar independente da moeda.
    Me corrija se estiver enganado.

    • Leandro Ávila 15 de abril de 2016 at 13:48 - Reply

      Oi Lucas. O autor não é brasileiro. De qualquer forma os maus hábitos são os mesmos não importando a moeda.

      • Lucas 15 de abril de 2016 at 18:05 - Reply

        Verdade, mais uma vez parabéns pelo trabalho.

  4. WESLEY BERBERT PEREIRA 15 de abril de 2016 at 12:16 - Reply

    Excelente texto. Parabéns!

  5. Thiago Oliveira 15 de abril de 2016 at 13:01 - Reply

    Excelente texto Leandro. Tenho alguns destes péssimos hábitos listados e consegui identificar a verdadeira necessidade de mudança para alcançar o sucesso financeiro. Gosto muito do seu trabalho, parabéns.

    • Leandro Ávila 15 de abril de 2016 at 13:49 - Reply

      Oi Thiago, parabéns por ter feito uma reflexão. A mudança começa assim.

  6. edson natal flueti 15 de abril de 2016 at 13:02 - Reply

    Excelente artigo.

  7. Ricardo Carvalho 15 de abril de 2016 at 13:04 - Reply

    Olá Leandro,

    Sempre achei que educação financeira fosse inerente apenas a economizar parte do que você ganha e a conhecer o mercado financeiro. Porém, após conhecer o Clube dos Poupadores e ter adquirido o treinamento Minha Mente Milionária do Leandro Rocha, aprendi que educação financeira é uma disciplina mais comportamental do que técnica. Ela engloba as crenças sobre o que as pessoas tem sobre o dinheiro e como utilizá-lo bem como suas experiências passadas sobre como administrar suas finanças. Pessoas que têm pensamento pobre continuarão sendo pobre. Pessoas que têm pensamento de rico serão ou continuarão sendo ricas. (Não estou falando no sentido pejorativo, mas sim sobre o comportamento)

    Recentemente fiz um curso de memorização e consegui ser aprovado em um concurso público. O autor do treinamento disse uma frase que me marcou – e que foi reforçada neste artigo: Evite pessoas negativas. Junte-se às pessoas positivas, pois se você “convencer” sua mente de que você não será aprovado no concurso público, ou não será rico, você, de fato, não será nem rico e nem será aprovado, porque sua mente está “bloqueada” ao sucesso.

    Graças a motivação que desenvolvi e as dicas dos treinamentos, pode afirmar: Evitar pessoas negativas e que só reclamam ajudam no seu próprio sucesso.

    Abraços.

    • Leandro Ávila 15 de abril de 2016 at 13:54 - Reply

      Oi Ricardo. Parabéns por sua aprovação. Na verdade isso não se limita a pessoas negativas. Também existem muitos sites negativos, filmes, novelas e fontes de conteúdo negativos. É papel de cada um selecionar aquilo que nos fortalece. Também já fiz o curso dele que é baseado no livro do T. Harv Eker e também já fiz um curso de leitura e memorização, inclusive recomendo nessa página aqui.

      • Ricardo Carvalho 15 de abril de 2016 at 16:46 - Reply

        Olá Leandro,

        Olhei o link com os cursos que você já recomendou e o curso que fiz de memorização, foi justamente o do Renato Alves. Excelente treinamento e recomendo.

        • Leandro Ávila 16 de abril de 2016 at 5:25 - Reply

          Oi Ricardo. O problema é que as vezes as pessoas gastam muita energia estudando sem ter técnica para isso. Infelizmente as escolas deveriam ensinar como estudar, como guardar informações úteis no cérebro, mas ninguém ensina isso. Para tudo no mundo existe técnica, para tudo existe a forma mais eficiente de fazer. Esse curso aqui é bem completo.

      • Lívia Furtado 17 de abril de 2016 at 22:18 - Reply

        Boa noite Leandro,
        Sempre acompanho suas publicações e você tem me ajudado muito. Gostaria de te perguntar, apesar de você já ter falado um pouco sobre o assunto nessa resposta, sobre os cursos do Renato Alves. A maioria das informações sobre esse curso parecem ser de sites “apadrinhados”, que não tem opinião de pessoas comuns que fizeram o curso. Como você sempre demonstra respeito e tem credibilidade com os leitores, queria saber se vale mesmo a pena fazer esse investimento, se ele trás conhecimentos novos e valorosos para quem está estudando para passar em concurso público, ou se tem mais teoria sobre o assunto de memorização que já está disponível na internet? (Insisto nessa pergunta, pois nesse momento esse investimento fará diferença no meu orçamento, e por isso tenho que priorizar uma coisa em virtude de outra).

        • Leandro Ávila 18 de abril de 2016 at 6:18 - Reply

          Oi Lívia. Esse tipo de pergunta é difícil pois para responder seria necessário que eu te conhecesse. Não sei qual sua bagagem de conhecimento sobre o assunto. Não sei se as técnicas que ele ensina é ou não do seu conhecimento. O autor é uma autoridade no assunto e tem vários livros publicados. Eu não conhecia nada sobre o tema e para mim foi proveitoso. Acho até que essas coisas deveriam ser ensinadas na escola. O curso é vendido pelo Hotmart e isso significa que ele segue a política de satisfação que obriga a devolver o valor pago se você não ficar satisfeita. Sei que isso funciona pois meus livros também são vendidos pelo Hotmart e se a pessoa acreditar que o livro não serviu para ela basta pedir o reembolso para o próprio Hotmart dentro do prazo de garantia. Se você precisa deste tipo de ensinamento, se pode melhorar sua vida, não pense duas vezes. Se antes de terminar o prazo de garantia você achar que já sabia tudo que foi ensinado e que não compensou basta pedir o reembolso.

  8. Maelson 15 de abril de 2016 at 13:05 - Reply

    Muito bom!

  9. Francielle Soares de Oliveira 15 de abril de 2016 at 13:09 - Reply

    Nossa!!! Estou impressionada… Parabéns Leandro. Foi um choque de realidade para mim, mas foi muito bom.

    • Leandro Ávila 15 de abril de 2016 at 13:55 - Reply

      Oi Francielle. Esse choque de realidade é o início de uma mudança na sua vida. Parabéns!

  10. Felipe 15 de abril de 2016 at 13:18 - Reply

    Que artigo excelente!!! Parabéns.

  11. Arlem 15 de abril de 2016 at 13:18 - Reply

    Parabéns Leandro mais um excelente artigo. Sempre contribuindo com a reeducação financeira do povo brasileiro.

  12. Gregory Ndukwu 15 de abril de 2016 at 13:19 - Reply

    Leandro boa tarde. Parabéns por mais um artigo sensacional. Desde que comecei a acompanhar seu trabalho, e troquei a leitura de livros de ficção , para uma literatura financeira. (Pai rico pai pobre, o homem mais rico da babilônia, quem pensa enriquece dentre outros). Minha vida financeira, tem mudado. De fato com estes problemas financeiros do país eu perdi uns 3 mil reais de renda, mas tenho mais dinheiro, porque mudei alguns hábitos e estou investindo seguindo alguns de seus conselhos. Recentemente eu comecei um pequeno empreendimento, na verdade um site, de noticias como filmes, séries e etc. Tenho um amigo que é um parceiro neste empreendimento, ele é um ótimo profissional de TI, e possui uma boa renda. Mas eu não assisto TV, consigo gastar 2 horas por semana com isso, e mesmo assim é com meu filho de 7 meses. Já meu amigo consegue assistir uma temporada inteira de algum seriado em dois dias. Cheguei a conclusão de que isso não daria certo, pois não gosto de gastar meu tempo precioso vendo TV.
    Para terminar, você com certeza viu a noticias dos aposentados do RJ que estão sem o salário, nem precisamos dizer que em tempos de crise nem os funcionários públicos estão seguros como costumam dizer. Lembrei na hora do artigo dos empréstimos que você fez.

    • Leandro Ávila 15 de abril de 2016 at 14:13 - Reply

      Oi Gregory. Cada livro que você termina de ler é como se tivesse plantado sementes de ideias na sua cabeça. Essas sementes vão brotar, novas ideias vão nascer e isso vai gerar muitos frutos. Parabéns por investir seu tempo plantando novas ideias na sua cabeça.

  13. Juliano Dapper 15 de abril de 2016 at 13:27 - Reply

    Parabéns pelo texto Leandro, muito bom como sempre!

  14. reginaldo de lima 15 de abril de 2016 at 13:35 - Reply

    Leandro,

    Como sempre parabéns pelo artigo em especial pela observação da toxidade do meio que permitimos nos cercar e dos vícios de jogatina e bebida tão comuns na sociedade.

    • Leandro Ávila 15 de abril de 2016 at 14:20 - Reply

      Oi Reginaldo. Bebida e jogatina são mercados bilionários que enriquecem menos de 1% e empobrecem mais de 99% dos envolvidos.

  15. André 15 de abril de 2016 at 13:38 - Reply

    Muito bom artigo, Leandro! Acredito que haja vários tipos de ricos, muitos gastam desenfreadamente e lidam com o dinheiro com “espírito de pobre”, geralmente estes têm alguém para gerenciar as finanças, mas não possuem educação financeira para abdicar de certos prazeres.

    Os pobres aprendem com essa classe. Tão logo conseguem um salário melhor ou qualquer sucesso financeiro, começam a gastar bem acima do que sua renda comportaria, criando um padrão de vida artificial e insustentável, através do comprometimento da renda futura.

    O que o artigo, em minha opinião, denota é a mentalidade próspera que devemos adotar… pode ser que não consigamos uma renda de R$ 560K / ano, mas ao planejarmos o nosso próprio caminho e adquirirmos educação necessária para fazer o dinheiro trabalhar por nós, já conseguiremos viver de maneira mais próspera, segura e tranquila, com alguns confortos e finanças sobre controle.

    Um abraço!

  16. Fernando 15 de abril de 2016 at 14:11 - Reply

    Ótimo post. Obrigado, Leandro. Livros dão ótimos textos, como este (vou até pequisar) e o do Kiyosaki. Abraço!

  17. Uilson Dile 15 de abril de 2016 at 14:13 - Reply

    Olá Leandro, gostei muito do artigo, no meu caso acredito que a procrastinação e pesamento negativo são os hábitos que tenho que abandonar, as vezes sonho com aquele objetivo sei o que tenho que fazer mas vem o pesamento negativo por consequência o “deixa pra depois” é terrível e o sentimento posterior é pior “arrependimento” do que não se fez, mas pelo menos já tenho consciência sobre esses hábitos e tento combater, vou me livrar dele de uma vez por todas.
    Parabéns !!!

    • Leandro Ávila 15 de abril de 2016 at 14:24 - Reply

      Oi Uilson. Ter consciência é um grande passo. Existem multidões de pessoas que nascem, reclamam e morrem.

  18. Liliane 15 de abril de 2016 at 14:51 - Reply

    Nossa, Leandro, esse texto foi um tapa no meu rosto! rs Agradeço por compartilhar, me ajudou muito a refletir sobre minha vida. Grande abraço!

    • Leandro Ávila 16 de abril de 2016 at 7:31 - Reply

      Oi Liliane. Se você sentiu como um tapa isso significa que alguma coisa começou a mudar dentro de você. Parabéns!

  19. Eduardo 15 de abril de 2016 at 15:00 - Reply

    Leandro, comecei a acompanhar seu site a alguns meses, e só tenho a agradecer. Desde agosto do ano passado, resolvi mudar minha vida e decidi que não seria mais o perdulário e inconsequente financeiro que fui por 36 anos. Hoje, apenas 8 meses depois da minha decisão, já li mais de 10 livros sobre educação financeira, aprendi a investir em renda fixa (ainda não me arrisquei em renda variável, tenho uma meta de patrimônio a alcançar antes disso), adquiri diversos bens de consumo sem prejudicar o orçamento, aprendi a poupar e não gastar tudo que ganho, e já até possuo um investimento de 5 digítos em tesouro direto – importância que nunca consegui juntar em 16 anos de trabalho.

    Seu site é um dos que uso para adquirir bons conhecimentos de educação financeira. Obrigado pelo seu trabalho!

    • Leandro Ávila 16 de abril de 2016 at 7:31 - Reply

      Oi Eduardo. Parabéns por sua dedicação e sua decisão de mudar sua própria realidade. Muito obrigado por deixar seu depoimento aqui. Isso motiva outras pessoas a seguirem o seu caminho.

  20. Marcelo 15 de abril de 2016 at 15:23 - Reply

    Sábias palavras e observações Leandro. Com certeza tenho muita consciência hoje de um planejamento de futuro, também graças aos seus artigos de fácil compreensão. Show.

  21. Lucas 15 de abril de 2016 at 15:24 - Reply

    Leandro, Boa tarde.

    Nunca se esqueça que a história é contada pelos vencedores… Duvido que um “Rico” fale os meios escusos que utilizou para se tornar rico…Vivi durante bom tempo da minha vida entre empresários “ricos” e vi que uma boa parte deles não são ricos por trabalharem honestamente. São sim pessoas ricas, em capital, que usam este capital para comprar políticos, subornar autoridades para manter os “pobres” no lugar onde estão. E, detalhe, são heróis na sociedade e inclusive mantêm sociedades beneficentes, fazem caridades e etc…Têm até livros falando como se tornaram ricos pelo caminho mais difícil…Mas na verdade quebraram diversas empresas. espalharam a miséria e depois reaparecem em outro lugar, com outra empresa, em nome de outro e o ciclo continua, se favorecem de todo tipo de ilicitude … Concordo que a unica forma de liberdade é pela educação, principalmente a financeira, onde devemos de parar de “endeusar” homens porque têm dinheiro. O caminho da mudança começa quando percebemos que não é o que temos que nos torna ricos, mas o que somos. Ah, e corrupção não é exclusividades dos ricos e políticos do nosso país…na verdade você sabe que existem esquemas sofisticados de corrupção no mundo todo…posso citar por exemplo, a crise de 2008 e mais recentemente o Panamá Papers. Não, meu caro Leandro, não é só uma mudança de atitude e pensamento que faz uma pessoa enriquecer. Na maioria dos casos, há também uma boa dose de “coragem” e falta de escrúpulos. Mas, sei que bem informado como você é, já sabe disso!

    • Leandro Ávila 16 de abril de 2016 at 7:29 - Reply

      Oi Lucas. Existem ricos que usam meios escusos na mesma proporção de que existem pobres que usam meios escusos, na mesma proporção de religiosos e políticos que usam meios escusos e assim por diante. Com certeza existe muita corrupção, muita pilantragem em todos os setores da nossa sociedade (entre ricos e pobres) e exatamente por isso somos um país atrasado. Veja a qualidade dos nossos políticos e dos empresários de grandes construtoras envolvidas nos casos de corrupção. Isso não significa que você não possa empreender com base em princípios éticos e morais elevados tendo a honestidade como base de tudo. Inclusive esse é o caminho sustentável. Dinheiro fruto de roubo, desvios, corrupção e desonestidade vai embora fácil da mesma forma que entra fácil. É o tipo de dinheiro de onde só brota desgraças na vida de quem o possui.

      • RAPHAEL 17 de abril de 2016 at 4:48 - Reply

        Olá Leandro seu texto é de ótima ajuda para nos que somos privilegiados em te acompanhar mas não podemos deixar de seguir certos valores em nossas vidas como honestidade, honra, disciplina, benevolência, dever, autocontrole, prontidão e coragem. Valores que infelizmente para muitos é sinônimo de “burrice”.

        • Leandro Ávila 17 de abril de 2016 at 5:03 - Reply

          Oi Raphel. As pessoas julgam as outras baseadas naquilo que são. Pessoas de mentalidade pequena não conseguem perceber virtude em valores grandes como honestidade, honra, disciplina, benevolência, dever, autocontrole, prontidão e coragem.

  22. Frederico 15 de abril de 2016 at 15:29 - Reply

    Boa tarde Leandro.

    Um dos melhores artigos que li aqui.

    Parabéns.

  23. Kathy 15 de abril de 2016 at 15:30 - Reply

    Obrigada. De verdade.

  24. Alfredo 15 de abril de 2016 at 15:32 - Reply

    Fantástico Leandro esse resumão que fez do Livro. Tenho uma lista muito parecida que peguei de um artigo do site habitosmilionarios.com.br. Sempre olho ele para ver se estou muito fora ou não da curva. Posso garantir que muitos desses meus péssimos hábitos eu mudei como bebida, tv, loteria, procrastinar, olhar sobre o trabalho, etc… e depois de 1 ano sinto que estou evoluindo. Tenho muito ainda a evoluir para chegar ao meu proposito de vida. Mas quem estiver lendo isso posso garantir que mudar esses hábitos trazem frutos, como está comprovado nesse estudo que o Leandro nos presenteou com esse resumo. Parabéns pelo Artigo!

    • Leandro Ávila 16 de abril de 2016 at 7:21 - Reply

      Oi Alfredo. Parabéns por essa transformação e por compartilhar conosco!

  25. Roberto Cesar 15 de abril de 2016 at 15:45 - Reply

    Parabéns, Ótimo artigo.

  26. Marlon 15 de abril de 2016 at 15:47 - Reply

    Muito bom! Terminei de ler o livro Pai Rico Pai Pobre e é justamente sobre isso que você escreveu neste artigo.

    • Leandro Ávila 16 de abril de 2016 at 7:19 - Reply

      Oi Marlon, é um tema abordado por muitos autores americanos.

  27. Alvaro 15 de abril de 2016 at 15:49 - Reply

    Amigo, o seu texto é simplesmente arrebatador, se aproxima muito do estilo Flavio Augusto do Geração de Valor…Parabéns mesmo. Sempre pensei exatamente assim, porém por não ter pessoas que pensam assim…É muito difícil mesmo nos mantermos dessa forma, até pq 1% pensa assim e 99% o contrario (sociedade)..Gde abraço!!

    • Leandro Ávila 16 de abril de 2016 at 7:18 - Reply

      Oi Alvaro. Acho curioso quando aparecem pesquisas que concluem: 1% da população global detém mesma riqueza dos 99% restantes. Será que não seria o ideal observar o que esse 1% da população faz de diferente? Será que o problema da miséria não estaria na falta de educação e na falta de empreendedorismo? Vamos pegar a situação do empresário mais rico do Brasil que é o João Paulo Lemann, sócio da Anbev. Ele faz parte desse 1%. Qual o percentual da renda dos brasileiros é utilizada todos os meses para comprar bebidas alcoólicas e refrigerantes? Toda vez que cada brasileiro compra Antarctica, Bohemia, Brahma, Skol ou Budweiser está direcionando uma parte da sua renda para o bolso do Lemann. Toda vez que o seu filho bebe Guaraná, Sukita, Pepsi, Gatorade e H2OH, faz o Lemann ficar alguns centavos mais rico. Ele também é sócio das Lojas Americanas, Americanas.com, Submarino e Shoptime. Todos os anos os brasileiros deixam R$ 17 bilhões nas lojas americanas e 9 bilhões nas lojas online do Lemann. Trocando de smartphone todos os anos ajudamos a construir a fortuna do Lemann. Por outro lado, para conseguir esses resultados ele cria 150 mil empregos diretos só na Anbev. Nas Americanas são mais 18 mil empregos. Certamente recolhe bilhões em impostos que o governo deveria utilizar com inteligência para investir em educação, mas essa foto aqui mostra para onde vai o dinheiro da educação.

      Se as pessoas querem prosperar elas precisam investir na própria educação. É assim que você faz escolhas inteligentes de consumo, é assim que você valoriza menos as bebidas alcoólicas e a influência publicitária que estimulam seu consumo, é assim que você vota melhor, é assim que você investe melhor. Se não queremos concentrar renda no bolso do Lemann, devem perder menos tempo e dinheiro consumindo álcool e refrigerantes Se queremos poupar mais e investir mais como o Lemann faz, devem trocar menos de smartphone, gastar menos dinheiro com bobagem e criar um plano de prosperidade (como certamente o Lemann tem). Se queremos ficar com um pouco dessa renda que vai para o bolso de 1% devemos começar a pensar e trabalhar como esse 1%. Quantos fins de semana o Lemann virou a madrugada bebendo Antarctica, Bohemia, Brahma, Skol ou Budweiser com os amigos?

      • Joanatan 16 de abril de 2016 at 14:55 - Reply

        Fico triste de ver meu irmão mais velho 37 anos.o álcool tomou conta,
        35% do salário dele é gasto com skol,
        ele já amanhece o sábado com uma lata na mão.nem toma café da manhã.

        Pra alegria do Leman.

        • Leandro Ávila 17 de abril de 2016 at 4:48 - Reply

          Com certeza o seu irmão se sente realizado e privilegiado ao acordar abrindo uma Skol gelada. Ao investir 35% da renda dele em bebidas está colaborando para que o Lemann continue sendo o homem mais rico do Brasil e também transfere parte da renda dele para os acionistas da Ambev. Veja os bilhões que a empresa transfere todos os anos para quem possui ações da empresa. http://ri.ambev.com.br/conteudo_pt.asp?idioma=0&tipo=43220&conta=28

          • Vinícius 17 de abril de 2016 at 19:25

            Enquanto muita gente consome as bebidas de Jorge Paulo Lemann mantendo-o mais rico, o próprio empresário não bebe cerveja, engraçado, não?

          • Leandro Ávila 18 de abril de 2016 at 5:48

            Depois que tentaram sequestrar o filho dele em 1999, ele se mudou para a Suíça onde dizem que leva uma vida sem ostentação em um vilarejo próximo de Zurique. Acho muito difícil que gaste o tempo e a saúde dele bebendo o que produz no Brasil.

  28. TIAGO MEDEIROS 15 de abril de 2016 at 15:50 - Reply

    Parabéns Leandro, artigo maravilhoso..bem fundamentado e com muitas citações, citações essas que eu já até adicionei na minha lista de livros, tmb sou adepto do não assistir TV, em casa ficamos eu minha esposa e minha irmã sentados no sofá ou conversando ou cada um lendo seu livro..

    Abs

    • Leandro Ávila 16 de abril de 2016 at 6:50 - Reply

      Oi Tiago, é um ótimo hábito e certamente não faltam assuntos para conversar quando você passa a ler mais. As vezes as pessoas assistem muita televisão para ter assunto para conversar com as outras, sentem até vergonha de não acompanhar determinadas notícias que no fundo são notícias sem muita utilidade.

      • Leninha Cabral 22 de abril de 2016 at 15:23 - Reply

        Estava de férias e longe do computador, só puder ler os artigos agora, Leandro. Desculpa comentar em um artigo “antigo”, mas alguns comentários também acrescentam muita coisa e esse seu agora me fez refletir. Morro de vergonha porque não acompanho as notícias inúteis mesmo sabendo que são inúteis. Todas as pessoas no meu trabalho são “bem informadas” e eu sempre estou “boiando”. E sempre perguntam para mim: “em que mundo você vive?” No meu caso, em um mundo sem TV. Vou parar já de ter vergonha rsrs. Perfeito o artigo e os comentários são muito instrutivos, parabéns.

        • Leandro Ávila 25 de abril de 2016 at 6:20 - Reply

          Oi Leninha. Não tenha vergonha de não acompanhar notícias inúteis. Elas são apenas ruído. Distrações, circo para manter todo mundo preocupado com coisas sem importância.

  29. Victor 15 de abril de 2016 at 16:11 - Reply

    “Mais de 250.000 pessoas por mês”.

    Esse número vai baixar bastante agora que você tirou sarro do Seu Madruga. Muito menos gente vai visitar seu site e comprar seus livros, ironicamente lhe deixando mais pobre que rico. Parabéns!

    • Leandro Ávila 16 de abril de 2016 at 6:41 - Reply

      Oi Victor. A vila do Chaves não é apenas um seriado infantil. Aquilo ali é uma crítica social, “sem querer querendo” é uma forma escondida de educar as crianças. São 40 anos de programa no ar. O Seu Madruga estudou pouco e sofre as consequências por isso. Para complicar ele declaradamente não gosta de trabalhar. Vive de bicos, busca formas rápidas e fáceis de ganhar dinheiro e não liga muito para questões éticas. Só vive no presente (sobrevive), não planeja o futuro, não pensa em formas de ascender socialmente. Ele nunca consegue pagar sua dívida de 14 meses de aluguel. Sempre inventa desculpas e mentiras para não pagar. Vive uma vida cheia de privações e prefere viver assim do que trabalhar.

      Seu Barriga faz o contraste como Seu Madruga. Ele é o “capitalista”. O Seu Barriga construiu a vila para alugar as casas e viver de renda. Ele sempre aparece trabalhando. Ele sempre está sofrendo com as desculpas e as espertezas do Seu Madruga para não pagar o aluguel, mesmo assim, parece sentir pena do Seu Madruga e nunca despeja ele de vila. Temos aqui o conflito de quem trabalhou, poupou e investiu em imóveis para ter uma renda passiva (aluguéis) durante a velhice e do outro lado temos alguém que já está velho e que não tem nada, não gosta de trabalhar, não poupa, não investe e não faz nada para mudar essa condição. Vive um dia depois do outro e não perceba nada de errado nisso.

      Seu barriga não parece uma pessoa feliz. Tem dinheiro, mas não é feliz. É gordo (e sobre por isso), mal-humorado, estressado, ocupado, é chato que só pensa em dinheiro. É claro que isso acaba criando conceitos na cabeça das crianças. Algumas vão simpatizar com o estilo de vida do Seu Madruga, outras vão ter simpatia com o estilo de vida do Seu Barriga.

      • Joanatan 16 de abril de 2016 at 14:46 - Reply

        Sábia resposta professor.
        Meus parabéns.

      • Wellington Sousa 18 de abril de 2016 at 23:20 - Reply

        A Vila da Chaves daria um belo artigo! rsrs

  30. Miralda Alcântara 15 de abril de 2016 at 16:21 - Reply

    Muito bom. Gostei do artigo. Obrigada por essas ricas informações.

  31. Miralda Alcântara 15 de abril de 2016 at 16:25 - Reply

    Sempre tive o hábito de poupar, mas lendo seus artigos estou vendo como investir de forma mais consciente e consistente. Obrigada, este é o caminho certo e que me garantirá mais qualidade de vida futuramente.

    • Leandro Ávila 16 de abril de 2016 at 5:50 - Reply

      Oi Miralda. A consciência e a consistência são muito importantes. Fico feliz por colaborar.

  32. SOCRATES 15 de abril de 2016 at 16:33 - Reply

    Demais esse estudo!
    Fiquei com muita vontade de ler esse livro.
    É redundante te agradecer mas prossigo.Parabéns e obrigado por seu excelente trabalho Leandro!

    • Leandro Ávila 16 de abril de 2016 at 5:49 - Reply

      Oi Socrates, fico feliz por estimular a leitura. É muito importante conhecer as ideias de vários autores. É a matéria prima para a formação do que somos.

  33. Fran 15 de abril de 2016 at 16:58 - Reply

    Perfeito o artigo,é uma injeção de ânimo para nós leitores,parabéns.

  34. Pedro 15 de abril de 2016 at 17:20 - Reply

    Muito bom!

  35. Airton Dias 15 de abril de 2016 at 17:26 - Reply

    Artigo maravilhoso, me fez refletir muitas coisas em minha vida, como por exemplo às “pessoas toxicas”, parabéns Leandro.

    • Leandro Ávila 16 de abril de 2016 at 5:18 - Reply

      Oi Airton. A questão das “pessoas tóxicas” é um problema sério e global.

  36. José Carlos 15 de abril de 2016 at 17:51 - Reply

    Parabéns, estou adorando as dicas que vc dá, tenho que pensar fora da caixinha… Rsrsrssr

  37. Patrícia Fernandes de Barros Ferreira 15 de abril de 2016 at 18:01 - Reply

    Parabéns, Leandro!
    Mais um artigo sério, objetivo e motivador. Certamente uma leitura para recomendar aos amigos!
    Um abraço
    Patrícia

  38. Filipe M.Souza 15 de abril de 2016 at 18:10 - Reply

    Ótimo artigo e com boas referências.

  39. Fabio 15 de abril de 2016 at 18:24 - Reply

    Parabéns Leandro, como sempre um artigo enaltecedor.

  40. Leanir 15 de abril de 2016 at 18:41 - Reply

    Leandro, incrível esse texto. Parabéns

  41. Pedro Farol 15 de abril de 2016 at 18:52 - Reply

    Uau! Texto legal, hein?! Ta bombando de comentários :/
    (Ser rico não é só ter dinheiro no banco, meu amigo! Abraços)

    • Leandro Ávila 16 de abril de 2016 at 5:30 - Reply

      Oi Pedro. Prosperidade profissional e financeira é sempre efeito. A causa está dentro da pessoa.

  42. Monique Cabral 15 de abril de 2016 at 19:34 - Reply

    Boa noite! Leandro, mais uma vez adorei ter lido um texto seu aqui do Clube dos Poupadores. Desde que eu comecei a me interar mais do “universo” dos investidores/investimentos, eu tenho me surpreendido positivamente com o que eu aprendo. Percebo também que algumas coisas eu já achava e aqui eu notei que eu tinha razão, e isso é muito bom.
    Parabéns e obrigada!

    • Leandro Ávila 16 de abril de 2016 at 5:32 - Reply

      Oi Monique, muitas vezes temos a percepção das coisas, mas falta conectar uma coisa na outra ou simplesmente dar nome para as coisas. Parabéns por buscar conhecimento.

  43. Alisson 15 de abril de 2016 at 19:38 - Reply

    Parabéns! A verdade que muitos não gostam de escutar….

  44. Ricardo 15 de abril de 2016 at 19:50 - Reply

    Muito bom o artigo como sempre e irei compartilhar com alguns amigos que ainda não pensam assim…

    • Leandro Ávila 16 de abril de 2016 at 5:35 - Reply

      Oi Ricardo. Obrigado por compartilhar. Isso ajuda muito o projeto já que você é capazes de identificar quais amigos precisam daquele conteúdo. Isso torna o conteúdo cada vez mais útil.

  45. David Pereira 15 de abril de 2016 at 19:59 - Reply

    Leandro,

    Mais um artigo de excelente qualidade.

    Agradeço muito pelo tempo que você tem dedicado com esse blog, pois tem me ajudado muito assim como com certeza deve estar ajudando outras milhares de pessoas.

    Na parte do texto que fala sobre o convívio com pessoas que tenham pensamentos positivos, penso que seja algo entre 1 a cada 1.000, hoje não tenho nenhuma amizade assim…

    Muito difícil, a grande maioria estão preocupados em colocar a culpa da sua vida em outras pessoas e vivem um padrão de vida fora da sua realidade.

    Sobre o enriquecimento afastar as pessoas isso é algo bem tipico aqui, parece que se você enriquecer as outras pessoas não vão mais gostar de você e coisas do gênero

    Enfim obrigado e obrigado!

    Parabéns pelo Blog e continue por favor a nos incentivar….

    • Leandro Ávila 16 de abril de 2016 at 5:43 - Reply

      Oi David. Infelizmente isso é normal. É muito difícil encontrar pessoas despertas. A maioria está embriagada dentro de um universo próprio de reclamações e lamentações que não contribuem em absolutamente nada na jornada da pessoa. É como uma grande neurose coletiva onde cada individuo alimenta a neurose do outro. Se libertar disso é uma tarefa difícil e que exige vigília dos nossos pensamentos. A única forma de avançar na vida é quando você assume que é autor da sua vida, ou seja, quando você acorda para a autorresponsabilidade. Exemplo: Se você acredita que o culpado pelo problema que você vive é um agente externo (parente, amigo, patrão, governo). Isso significa que você não pode fazer nada para resolver o problema. A única coisa que você pode fazer é reclamar dos agentes externos e sempre que alguém aparecer falando por qual motivo você não resolve seu problema, fica mais fácil, mais cômodo e rápido culpar os agentes externos. Se as pessoas não perceberem esse ciclo neurótico, jamais vão prosperar na vida, jamais vão fazer alguma coisa diferente do rebanho.

  46. Paul Michael 15 de abril de 2016 at 20:19 - Reply

    Ola Leandro! Obrigado pelo mais um Excelente Artigo, pessoalmente não sei como agradecer você e todas sua equipe que colaboram para que esse projeto continua com muita firmeza. O site (Clube dos Poupadores) serve como Escola onde busco conhecimento financeiro praticamente todos os dias, deve ao trabalho intenso de vocês ai outro lado da tela, e também estou muito feliz por encontrar as pessoas com objetivo parecido com meu aqui, pela as diferenças e transformações para melhor que esta acontecendo na minha vida.. Sei que estou no caminho certo e no futuro próximo darei depoimento de sucesso aqui no site. Meu Grande Abraço e muito obrigado mesmo.

    • Leandro Ávila 16 de abril de 2016 at 5:46 - Reply

      Oi Paul. Fico feliz por estar ajudando e parabéns por dedicar seu tempo buscando conhecimentos que podem melhorar sua vida. Ainda não tenho uma equipe. O Clube é um projeto individual, como o projeto está crescendo muito já penso na possibilidade de ter uma equipe no futuro.

  47. Hesron Cruz 15 de abril de 2016 at 21:46 - Reply

    Obrigado Leandro. Mais um artigo de muito bom gosto e que gera valor para as pessoas. Tenho acompanhado seus artigos a um tempo e eles tem me ajudado bastante a mudar as minhas estratégias financeiras. Abraço. Até o próximo artigo.

    • Leandro Ávila 16 de abril de 2016 at 5:47 - Reply

      Oi Herson. Parabéns aproveitar os artigos e reavaliar suas estratégias.

  48. Gonçalo 15 de abril de 2016 at 22:00 - Reply

    Ótimo texto, Leandro!! Obrigado!!!!

  49. misael 15 de abril de 2016 at 22:26 - Reply

    Ótimo artigo, como sempre excelente para nossa educação financeira.

  50. Tiago 15 de abril de 2016 at 22:39 - Reply

    Muito bom!!!

  51. João Paulo 16 de abril de 2016 at 1:05 - Reply

    Obrigado por compartilhar um texto com conteúdo tão precioso, Leandro. É motivador! Abraço.

  52. Marco 16 de abril de 2016 at 8:41 - Reply

    Muito bom este texto para refletirmos sobre nosso dia-a-dia.. Acredito que o parâmetro “pessoas ricas (os R$ 560000,00)” deva ser copiado. Mas não com o intuito de atingirmos estas cifras, mas como uma melhora na qualidade de vida. Infelizmente, a porcentagem de “pessoas tóxicas” é muito grande e em muitos casos podemos ser parte disso também.

    • Leandro Ávila 17 de abril de 2016 at 5:00 - Reply

      Oi Marco. A maioria é assim e uma pessoa acaba alimentando a outra em um ciclo infinito de contaminação.

  53. Célia Oliveira 16 de abril de 2016 at 8:47 - Reply

    Mais um artigo excelente! Obrigada Leandro, já venho mudando meus hábitos com suas orientações e hoje consigo enxergar um futuro, graças ao que aprendi aqui!

  54. Dema 16 de abril de 2016 at 10:54 - Reply

    O artigo espelha pura realidade, pois tenho por perto alguns exemplos. Pessoas só pensam no dia de hoje, não se dedicam em aprender, em poupar, gastam altas soma com bebidas e não dão um estudo decente ao filho. Todo fim de semana a diversão é só cerveja, churrasco e musica de péssima qualidade. Cada um tem o direito de escolher como se divertir, mas não reclamem da situação financeira no futuro, não venham pedir trabalho quando os gastos estão maior que a renda do mês, não venham pedir dinheiro emprestado.
    Tento, mas como é difícil fazer entrar na cabeça deles para mudar seus maus habitos de consumo. Ficam velhos mas não mudam e para os que os aconselham são taxados de varios adjetivos
    Enfim cada um pode plantar o que quiser, mas vai ser ‘obrigado’ a colher o que plantou.

    • Leandro Ávila 17 de abril de 2016 at 4:59 - Reply

      Oi Dema. Eu penso como você. Todo mundo é livre para fazer o que bem desejar com o próprio tempo e dinheiro. Você é livre para plantar o que bem entender na sua vida, só não tem liberdade de escolher aquilo que irá colher. Tudo tem consequências e assumir essas consequências não é opcional. Parabéns por conseguir entender a realidade.

  55. Sergio Rodrigues 16 de abril de 2016 at 12:56 - Reply

    Prezado Leandro:
    De um tempo pra cá venho lendo seus artigos (muito bons, por sinal). O artigo em pauta, como os anteriores, também é muito bom e realista. Trabalho há 41 anos, dos quais 25 no mercado financeiro. Nós nos acostumamos com um modelo de vida profissional e pessoal para os quais não existe mais espaço, no momento atual. Na verdade cada um de nós tem de se reinventar diariamente. Estou fazendo isso hoje como consultor. Todos os pontos do artigo são realmente verdades inquestionáveis. No entanto, permita-me apenas um comentário adicional: Muitas das premissas colocadas servem, e em muito, para lugares onde os contratos são respeitados do seu início ao fim e onde você possui um horizonte de vida mais linear, baseado na história anterior, além de uma cultura pessoal mais elevada. Mas, também entendo, que cada vez mais que publicarem divulgarem e disseminarem artigos tão bons quanto este, poderemos aos poucos melhorar a nossa visão de futuro, para não chegar lá na frente e dizer: agora é tarde.

    • Leandro Ávila 17 de abril de 2016 at 4:55 - Reply

      Oi Sérgio. Acho que você deve ser aquilo que você gostaria que o mundo fosse, independente das condições externas. Isso trás paz de espirito que é uma das coisas que não tem preço.

  56. Marcelo 16 de abril de 2016 at 14:10 - Reply

    Parabéns Leandro por mais um artigo motivador, realista e esclarecedor.

  57. Alcides 16 de abril de 2016 at 14:30 - Reply

    Ola Leandro, sou seu fã, tudo que vocês escreveu é um fiel retrato do que todos os dias vemos. Quando digo para as pessoas que adora segunda-feira, parece que estou cometendo um crime. Sim gosto e gosto muito. Trabalhar tem que ser algo libertador, algo que num futuro não muito distante nos traga a liberdade de escolhas sem as pressões financeiras. Mas na segunda todo munda sabe quem ganhou o jogo, quem fez o gol, sabe melhor que o juiz se foi falta ou não. Mas não sabe nada referente ao seu dia a dia ao seu trabalho. Nada contra o futebol a televisão aos celulares, mas passar horas e horas gastando o tempo com isso, não, não concordo. Tente convencer estas pessoas a ler um livro. Ou melhor fale para elas sobre o seus artigos, veja depois quem foi capaz de ler. Leandro abraços e vamos a luta.
    Estou adorando os livros recomendo.

    • Leandro Ávila 17 de abril de 2016 at 4:50 - Reply

      Oi Alcides. Eu também não tenho nada contra o entretenimento, mas tudo exige equilíbrio. Parabéns por gastar da segunda-feira, mesmo que as pessoas próximas não possam entender os motivos.

  58. Lucas 16 de abril de 2016 at 17:26 - Reply

    Parabéns Leandro. Mais um excelente artigo!

  59. Marcelo 16 de abril de 2016 at 21:42 - Reply

    Boa noite, Leandro!
    Obrigado por mais um excelente artigo!
    Poderíamos acrescentar um item na lista: Perder menos tempo no whatsapp, no facebook, no instagram etc.
    Abraços!

    • Leandro Ávila 17 de abril de 2016 at 4:30 - Reply

      Oi Marcelo. Bem lembrado. São substitutos da televisão.

  60. Michael Soares 16 de abril de 2016 at 23:32 - Reply

    Você faz um belo trabalho. Meus parabéns! !!

  61. Sonia 17 de abril de 2016 at 9:21 - Reply

    Bom dia parabéns pelo artigo é uma grande verdade tem tudo haver com as pessoas
    acomodados e medo de se arriscar na vida e ficar reclamando

  62. Rosangela 17 de abril de 2016 at 10:28 - Reply

    Bom dia! Os livros estão disponíveis em livrarias?
    Grata

  63. Alyne 17 de abril de 2016 at 12:47 - Reply

    Leandro, você é uma pessoa SENSACIONAL!! Cada artigo que você publica é um tapa na cara da sociedade! Parabéns!! Me faltam até palavras para descrever o quanto o Clube dos Poupadores tem contribuído na minha vida financeira. Muito Obrigada!!! Um abraço!

  64. Roberto Paiva 18 de abril de 2016 at 9:40 - Reply

    Olá amigo, muito interessante o livro, porém não encontrei nas livrarias. Teria alguma para recomendar ?

    • Leandro Ávila 18 de abril de 2016 at 11:48 - Reply

      Oi Roberto. Esse livro que utilizei para escrever o artigo não se encontra nas livrarias brasileiras.

  65. Osni Carlos Costa 18 de abril de 2016 at 10:03 - Reply

    Eu sou grato por você compartilhar seu conhecimento com outras pessoas, muito obrigado.

  66. Thiago Vieira 18 de abril de 2016 at 11:42 - Reply

    Leandro Ávila, qual é o nome desse livro que você buscou essas informações?

    • Leandro Ávila 18 de abril de 2016 at 11:49 - Reply

      O nome do livro é “Change Your Habits, Change Your Life: Strategies that Transformed 177 Average People into Self-Made Millionaires” do autor Tom Corley.

  67. Jean Brunswick 18 de abril de 2016 at 14:01 - Reply

    Parabéns pelo artigo, Leandro!

    É fundamental que os leitores do livro em questão realizem uma análise crítica de seus primeiros pensamentos ao lerem cada seção do seu resumo. Quaisquer crenças limitantes “anti-riqueza” podem comprometer o aproveitamento do conteúdo em sua totalidade, ou da aplicabilidade em suas vidas.

    O mesmo se aplica ao “Pense e Enriqueça” do Napoleon Hill. Cada leitura daquele livro parece levar a consequências e resultados diferentes, como num processo de contínuo aperfeiçoamento!

    Obrigado pelo texto!

    • Leandro Ávila 19 de abril de 2016 at 4:13 - Reply

      Por nada Jean. O importante é não ficar acomodado cm as próprias ideias. Ter a curiosidade para explorar novas possibilidades de entendimento da realidade.

  68. Daniel Couto 18 de abril de 2016 at 15:17 - Reply

    Olá Leandro, Gostei muito do texto e me identifiquei muito com mesmo, sou um grande poupador e acompanho o clube já faz um tempo. Este texto me fez refletir e perceber que também tenho uma boa história para compartilhar e motivar as pessoas a poupar, gostaria de enviar pra vc avaliar a possibilidade de publicar e quem sabe motivar outras pessoas.

    • Leandro Ávila 19 de abril de 2016 at 4:15 - Reply

      Oi Daniel, você pode publicar aqui na área de comentários sem a necessidade de minha avaliação. Todos os artigos são visitados diariamente por muitas pessoas buscando inspiração.

  69. Reginaldo Amorim 18 de abril de 2016 at 17:56 - Reply

    Leandro,

    Parabéns cara. Não sou muito de comentar, mas não podia deixar de registrar minha satisfação em ler informações tão pertinentes. Tenho lido teus artigos e tenho me surpreendido com a qualidade o objetividade das ideias. Parabéns!

  70. Anny 18 de abril de 2016 at 18:42 - Reply

    Boa tarde Leandro, ótima explanação. Concordo, e inclusive me fez lembrar do livro 7 Habits of Highly Effective People (Os 7 hábitos das pessoas altamente eficazes) e o quanto me abriu os olhos para as nossas atitudes. Quando consegui entender que somos responsáveis pelo controle consciente de nossa vida e que não devemos apenas reagir aos acontecimentos, percebi a quantidade de oportunidades disponíveis, basta querer! Obrigada por compartilhar seu conhecimento conosco.

  71. Isabella 18 de abril de 2016 at 19:44 - Reply

    Quanto mais leio seu blog, mais percebo que nunca serei rica kkkkkkkk Não pelos meus hábitos, pois acho até que tenho uma certa disciplina financeira, mas por se servidora pública. Parabéns pelo excelente conteúdo. Eu e meu marido, desde que descobrimos seu blog, não perdemos um post.

    • Leandro Ávila 19 de abril de 2016 at 4:17 - Reply

      Oi Isabella. Provavelmente você já é rica e não percebe. Parabéns por dedicar seu tempo lendo sobre o assunto.

  72. Carlos 19 de abril de 2016 at 11:37 - Reply

    Ahahah eu não assisto TV, não convivo com pessoas tóxicas e por isso tenho poucos amigos, porém sou uma pessoa pobre financeiramente hehehe. Gostaria de ser pobre segundo o autor Tom Corley recebendo R$10.000 reais líquidos por mês.

    No mais sensacional este artigo como os outros deste blog.

    • Leandro Ávila 20 de abril de 2016 at 11:16 - Reply

      Oi Carlos. O segredo é como você anda investindo esse tempo em que não está assistindo tv ou não está conversando com o que o autor chama de pessoas tóxicas.

  73. João Antônio 19 de abril de 2016 at 11:45 - Reply

    Excelente. Me parece que ele sugere cultivar os hábitos dos Aristocratas.

    • Leandro Ávila 20 de abril de 2016 at 11:24 - Reply

      Oi João. Eu entendo o aristocrata como aquela pessoa que tira proveito da “amizade” que tem com o governo para tirar proveito financeiro imoral e ilegal. Neste momento a “Aristocracia Brasileira” vem sofrendo todo tipo de investigações e prisões nestas operações realizadas pela Polícia Federal e Ministério Público. Creio que esse tipo de gente tem uma mentalidade atrasada e muito diferente dessa apresentada pelo autor. Infelizmente o brasileiro enxerga as pessoas prósperas financeiramente como sendo aristocratas. Pessoas que prosperaram tirando proveito ilícito das relações que possuem com pessoas do poder. Por isso estamos mergulhados nessa crise.

      • João Antônio 27 de abril de 2016 at 18:06 - Reply

        Eu entendo que a “Aristocracia Brasileira” terminou com a proclamação da República; quem está sendo investigado e preso são equivalentes a “Tiranos” usurpadores do bem público. A “Burguesia Brasileira” está em ascensão neste momento. Muitos jovens estão aprendendo a investir.

  74. marcos 19 de abril de 2016 at 13:08 - Reply

    Ótimo artigo Leandro! Fico me perguntando, por que será que as escolas não incluem disciplinas sobre educação financeira? Nem na faculdade a gente tem matéria sobre isso, deveria ser obrigatório!

    • Leandro Ávila 20 de abril de 2016 at 11:25 - Reply

      Oi Marcos. Acho que tem muita gente que lucra com a ignorância financeira das pessoas. Também são poucos que entendem a importância da educação financeira. Falar de dinheiro ainda é um tabu.

  75. Gérson Furlan 19 de abril de 2016 at 14:15 - Reply

    Parabéns Leandro por mais um conteúdo de extrema relevância. Muito esclarecedor, motivador e realista o seu artigo. É sempre muito bom poder ler e se identificar tanto com as coisas negativas quanto com as negativas que você escreve. Continue assim Leandro. Você tem noção de quanto ajuda as pessoas ?

    • Leandro Ávila 20 de abril de 2016 at 11:27 - Reply

      Oi Gérson. Pelos comentários que recebo sei que as pessoas gostam, mas não tenho como saber o impacto que o conteúdo está gerando. De qualquer forma fico feliz em ajudar.

  76. Diogo 19 de abril de 2016 at 16:23 - Reply

    Leandro este artigo vai estar no livro também? Abração

    • Leandro Ávila 20 de abril de 2016 at 11:28 - Reply

      Oi Diogo. Com o passar do tempo eu pretendo aumentar o tamanho dos livros e até criar novos livros para transformar em uma coleção ainda mais completa.

  77. Paulo Roberto 19 de abril de 2016 at 16:52 - Reply

    Falo isso pra pessoas e sou tido como chato ;-(

    • Leandro Ávila 20 de abril de 2016 at 11:29 - Reply

      Oi Paulo. Então é melhorar parar de falar. Só podemos indicar que existe um caminho e utilizar a nossa vida como exemplo. Não é possível empurrar as pessoas pelo caminho. Até escrevi um artigo sobre isso.

  78. Luis Santos 20 de abril de 2016 at 11:25 - Reply

    Você disse: “Só quem ganha com isso são pessoas como o Jorge Paulo Lemann, sócio da Ambev e homem mais rico do Brasil. Enquanto você bebe Brahma, Skol e Antarctica, ajuda Lemann a aumentar seu patrimônio em R$ 3,6 milhões por hora (fonte)… ”

    Mas será que o Lemann não bebe?

    • Leandro Ávila 20 de abril de 2016 at 11:41 - Reply

      Oi Luis. Não sei se ele bebe, mas tenho minhas dúvidas se ele passa o fim de semana com os amigos dele bebendo caixas e mais caixas de Brahma, Skol ou Antarctica lá na Suíça. Não entendo nada de cerveja (não bebo nada alcoólico), mas já ouvi falar que as cervejas brasileiras não poderiam ser chamadas de cerveja em outros países. O que o brasileiro bebe é um tipo de “suco de milho transgênico” alcoólico. São os chamados “cereais não maltados” que reduz o custo de produção e aumenta o lucro da indústria. Até para beber cerveja é necessário um pouco de estudo para não ser enganado e ficar jogando dinheiro e saúde no lixo.

      • Luis Santos 20 de abril de 2016 at 13:03 - Reply

        Leandro, eu bebo, mas não sou um expert em cerveja. Mas sei o suficente para saber que sua afirmação é parcialmente verdadeira. Parcialmente porque, sim, a grande maioria da cerveja brasileira do povão, sim, não segue a Reinheitsgebot, a lei de pureza da Baveira, de 1516, que determina, entre outras coisas, que o único cereal aceito na produção da cerveja é a cevada.

        Essa maioria se incluiu virtualmente todas as porcarias que a Ambev vende aqui, inclusive a chiquinha Stella Artois, que não tem milho na Europa mas tem aqui.

        Mas existem diversas alternativas, e não são tão caras, que possuem, em sua fórmula, somente a cevada, que é maltada.

        A cevada, diferentemente do milho e do arroz, germina naturalmente. Devido à essa “deficiência”, ela, para servir de base e ser fermentada, necessita por um tratamento, que consiste em diversas passagens por um forno de calor. Esse processo se chama maltagem. E o resultado é a cevada maltada, ou simplesmente malte.

        Milho e arroz, substitutos baratos, não só tem custo de produção menor, e abundância no Brasil, como não precisam ser maltados para passar pelo processo de fermentação, barateando sobremaneira.

        As cervejas baratas brasileiras não possuem 100% de milho e arroz. Se assim o fossem não poderiam ter o rótulo de cerveja. Pela lei qualquer cerveja, para ter este nome, tem que possuir pelo menos 55% de malte em sua composição. Ou seja, 45% pode ser milho ou arroz, que não são maltados.

        Isso é feito, não só para baratear, como para agradar ao paladar nacional, que (apesar de ter mudado muito nos últimos anos) ainda prefere uma cerveja mais leve e refrescante, que é exatamente o que o milho e arroz proporcionam.

        Mas existem diversas alternativas, e não muito caras, que é o que sigo. A Heineken, por exemplo, por determinação da matriz Holandesa, jamais tem e jamais terá um cereal que não seja cevada em sua produção. Qualquer Heineken em qualquer lugar do mundo é puro malte. E ela é apenas marginalmente mais caras que as porcarias da Ambev. É uma cerveja um pouco mais cara mas não é uma cerveja de sommelier. Eu gosto muito dela, justamente pelo gosto mais amargo proporcionado, mas a maioria prefere de Skol etc.

        Quanto à questão do transgênico aí é opção de cada um. Se você consome óleo de soja, quase sempre indiretamente, está consumindo um cereal transgênico. Aqui e em virtualmente qualquer lugar do mundo. Se isso faz ou não mal à saúde é um dilema eterno, que cabe a cada indivíudio decidir, desde que tenha acesso à essa informação. Essa informação, por exemplo, não vem na cerveja mas vem no óleo de soja.

        Desde que a PLC 34/2015 não passe, claro…

        • Leandro Ávila 20 de abril de 2016 at 13:40 - Reply

          Oi Luis. Obrigado pelo comentário e os detalhes sobre a cerveja.

        • João Antônio 27 de abril de 2016 at 18:12 - Reply

          O problema é que o Brasileiro anda bebendo muito, as pessoas bebem todo dia, as mulheres estão cada vez mais bebuns, esta se tornando problema de saúde publica e financeira também

    • Pedro 22 de abril de 2016 at 10:41 - Reply

      Jorge Paulo Lemann não bebe. O livro “Sonho Grande ” menciona isso.

  79. Cássio galdino 21 de abril de 2016 at 10:21 - Reply

    Parabéns Leandro Ávila! Te acompanho a bastante tempo, seus artigos são exteaordinarios sem exceção, sempre nos trás novas ideias, nos faz sair da inércia. Mais uma vez obrigado por me ajudar nesta jornada, não só a mim e a muitos outros também!!

  80. Pedro 22 de abril de 2016 at 10:37 - Reply

    Leandro, bom dia. O livro do Tom Corley foi traduzido para o português? Abraço,

  81. Irina Frare Cezar 22 de abril de 2016 at 17:55 - Reply

    OI Leandro! Novamente um ótimo artigo!

    Tentei localizar o livro citado do Tom Corley na Livraria Cultura, mas não localizei. Algumas ideia sobre quando a publicação virá pro Brasil?

    Sobre sua análise do comportamento de ‘rebanho’ gostaria de sugerir a você ler um pouco de Bourdieu, principalmente os desdobramentos da teoria do ‘habitus’ do autor. Talvez você já conheça, mas se não conhece, vale a pena ver as considerações do autor sobre o comportamento social que um indivíduo tem de lidar ao ‘sair de sua bolha de convivência’.

    Por último, não recebo aviso sobre sua resposta aos meus comentários… Há alguma forma de ativar algo assim?

    • Leandro Ávila 25 de abril de 2016 at 6:24 - Reply

      Oi Irina. Não sei quando virá para o Brasil. Ainda não existe uma forma de receber as notificações. Muito obrigado por sugerir o conteúdo do Pierre Bourdieu, vou pesquisar sobre o assunto.

  82. Marcelle Gutierres 23 de abril de 2016 at 15:07 - Reply

    Não me canso de ler seus artigos !!! Obrigada…Obrigada…Obrigada
    #gratidão

  83. Leila 24 de abril de 2016 at 18:13 - Reply

    Parabéns, como sempre muito inteligente e faz a gente pensar fora da caixa.

  84. Maurício 26 de abril de 2016 at 16:47 - Reply

    Leandro, parabéns pelo ótimo artigo!
    Achei muito interessante quando comentou a respeito de indivíduos positivos com “espírito de sucesso”…
    Agora uma pergunta: onde podemos encontrar esse indivíduos? O que tipos de locais, instituições, grupos, podemos ter contato com pessoas assim? O que você recomenda?
    Grande Abraço!

    • Leandro Ávila 29 de abril de 2016 at 10:53 - Reply

      É difícil encontrar estas pessoas pelo simples fato de serem muito poucas.

  85. David 27 de abril de 2016 at 11:07 - Reply

    Excelente artigo, só não acho que no Brasil, um país pobre, a renda para ser considerado rico seja equivalente a dos EUA. Mas em todo o restante o artigo está perfeito, mais uma obra de arte em letras.

  86. Paulo 30 de abril de 2016 at 10:10 - Reply

    Parabéns Leandro.
    Tenho feito alguns investimentos em imóveis. Nosso estado MT quase não foi afetado com as crises. Acredito que com isso, em breve sairei da corrida dos ratos…
    Tenho lido seus artigos, sou bancário e vejo que você tem razão em boa parte daquilo que escreve…

  87. Dênis Barbosa Batista 30 de abril de 2016 at 20:59 - Reply

    Leandro, que grandiosa contribuição tem dado a todos nós, trazendo seu conhecimento e sabedoria em forma desses artigos!
    Quem não consegue perceber o seu dom e/ou talento quando começa a ler e reler seus trabalhos educativos?
    Parabéns, novamente!
    Continue nessa sua empreitada, nesse seu objetivo, ou melhor, nesse seu magnífico empreendimento educacional!
    Como o admiro, e muito agradecido sou toda vez que me envia os avisos de suas obras-primas!
    Ricos ou pobres? Eis a questão…Ou depende de como nos educamos.
    Até breve se Deus nos permitir.

    Abraço.

  88. edson shitara 1 de maio de 2016 at 18:44 - Reply

    Olá, Professor. Gostei muito de sua matéria!
    Obrigado pelo estímulo e ensinamentos de seus artigos!

  89. Pietro Guedes 3 de maio de 2016 at 23:41 - Reply

    Amigo Fábio,
    Excelente artigo mais uma vez. Apenas uma observação para idealmente não fazer conversão da moeda. Tipicamente um trabalhador que receber US$2.000/mês no norte da América, irá receber algo perto de R$2.000,00 no Brasil. De qualquer forma, isso não tira nem reduz o mérito e foco no artigo.
    Grande abraço

  90. Osvaldo Roberto de Carli 4 de maio de 2016 at 22:20 - Reply

    Leandro Ávila, boa noite.
    Acabei de ler este seu artigo sobre a diferença entre ricos e pobres e acredite, achei fantástico!
    Me identifiquei em todos os tópicos, dadas as devidas medidas e proporções, e isso me deu uma sacudida, e uma lembrada sobre os meus desvios e descasos.
    Já faz algum tempo que estou promovendo uma reforma íntima e um autoconhecimento, e felizmente tenho encontrado pérolas como este seu texto. Muito obrigado!
    A propósito, sabe dizer se este livro que te inspirou tem uma versão em português, pois inclusive como o texto diz, eu procrastinei e/ou não dei a devida atenção ao estudo de inglês, o que me faz hoje perder inclusive boas leituras nessa língua.

    • Leandro Ávila 6 de maio de 2016 at 8:06 - Reply

      Oi Osvaldo. Parabéns por sua reforma íntima. Ainda não existe uma versão em português.

      • Osvaldo Roberto de Carli 6 de maio de 2016 at 9:51 - Reply

        Muito obrigado, se você puder me dar algumas de livros do mesmo teor que os seus artigos, agradeço muito. Livro na mesma linha do seu artigo. Abraços.

        • Leandro Ávila 14 de maio de 2016 at 0:28 - Reply

          Oi Osvaldo. O livro “segredo das mentes milionárias” trata desse assunto.

  91. Ranielli 6 de maio de 2016 at 15:05 - Reply

    Fantástico!

  92. reichard 13 de maio de 2016 at 15:18 - Reply

    Parabéns pelo artigo muito esclarecedor, é muito importante ter uma mentalidade positiva e pensar grande como ensina o livro pense e enriqueça. é melhor ser otimista pois a vida fica mais fácil.

  93. Wandercy 16 de maio de 2016 at 11:05 - Reply

    Leandro Ávila, este seu artigo foi um dos MELHORES e mais completos que já vi a respeito de visão financeira e principamente comportamento financeiro. Sou uma das pessoas que mora de aluguel e que busquei este site para orientações de compra de imóvel financiado. Mediante a situação do País e juros altos de financimento adiarei mais um pouco. Nisto estou revisando ainda mais meu comportamento financeiro para a busca na realização deste sonho, dentre outros. O seu artigo me inspirou a mudar ainda mais !

    Grata.

    • Leandro Ávila 16 de maio de 2016 at 11:35 - Reply

      Oi Wandercy. Parabéns por se inspirar e buscar mudanças para melhor na sua vida.

  94. Michel Araujo 19 de maio de 2016 at 22:09 - Reply

    Muito bom texto Leandro, sou seu fã.

  95. Brenda Lopes 31 de maio de 2016 at 9:52 - Reply

    Arrasando como sempre, tenho aprendido muito por aqui.

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