Piores erros financeiros depois dos 30 anos

Se você está entrando na casa dos 30 anos, leia esse artigo com atenção. Você precisa tomar alguns cuidados financeiros nos próximos 10 anos. Não faz muito tempo que completei quatro décadas de vida e pude observar meus últimos 10 anos e, especialmente, os últimos 10 anos das pessoas que conheço que fazem parte da minha geração (amigos, parentes, colegas, etc.).

Recentemente li um artigo estrangeiros com conselhos financeiros para quem completou 30 anos. A realidade lá fora é bem diferente da realidade brasileira e resolvi fazer uma lista dos piores erros que você poderia comentar na sua vida financeira ao entrar na casa dos 30, com base na nossa realidade.

Erro 1 – Você acha que terá mais dinheiro no futuro

Uma percepção comum entre aqueles que estão entrando na casa dos 30 anos é a de que podem gastar tudo que ganham hoje por existir muito tempo no futuro para ganhar mais dinheiro.

Por experiência própria, entre os 30 e 40 você terá uma percepção de que o tempo está passando muito rápido. Parece que quanto mais envelhecemos, maior a percepção de que o tempo está passando rapidamente. Num piscar de olhos você já estará com 40 anos.

Ser otimista com relação ao futuro é muito bom, quando você usa esse otimismo para crescer na vida. O problema é que ser muito otimista pode fazer você ficar parado no tempo. O otimismo também pode paralisar.

Pior do que gastar tudo que ganha na casa dos 30 é comprometer uma boa parte da sua renda futura. É essa a parte da sua renda que você deveria poupar para poder investir e prosperar no futuro.

É na casa dos 30 anos que as pessoas tomam a decisão de sabotar o seu próprio futuro financeiro. Para aproveitar ao máximo, as pessoas fazem dívidas que comprometem a renda familiar até os 40, 50 ou 60 anos de idade. É o caso do financiamento de imóveis.

É na juventude que temos mais disposição para trabalhar e conquistar aquilo que sonhamos assumindo mais riscos. Com o passar do tempo ficamos mais avessos ao risco. Já percebeu que são os jovens empreendedores que criam as empresas mais inovadoras? Eles possuem tempo, disposição e motivação para o risco.

Quando você é jovem fica mais fácil escolher um estilo de vida mais simples diante da sua renda. É mais fácil poupar primeiro (pensando no futuro) e viver com o que sobra. O problema é que não é isso que os jovens estão fazendo. A maioria pensa da seguinte forma: “Hoje eu tenho que comprar isso, isso e isso e guardarei o que sobrar para o meu futuro”. O correto seria “Hoje eu vou guardar essa quantia para o meu futuro e o que sobrar irei comprar isso”.

Erro 2 – Escolher o emprego que paga mais

Existem oportunidades de trabalho que pagam mais e não oferecem perspectivas de crescimento futuro. Considere a sua vida profissional como um investimento. Existem atividades que podem gerar uma renda maior no curto prazo, mas que podem comprometer o seu futuro profissional.

É importante ter uma visão de longo prazo. Talvez você encontre oportunidades que não remuneram muito agora, mas que pode ser entendida como um investimento que vai gerar frutos melhores e maiores nos próximos anos. Pessoas que buscam resultados financeiros rápidos acabam tomando decisões trágicas. A busca por dinheiro rápido e fácil no curto prazo pode arruinar a sua vida para sempre.

No meu primeiro emprego, quando tinha entre 18 e 19 anos, era pago para trabalhar metade do dia. Entendia aquele emprego como um investimento. Não era uma fonte de renda. O que eu ganhava era pouco perto da oportunidade de aprender. Por este motivo, mesmo recebendo o menor salário da empresa, mesmo tendo a obrigação de trabalhar apenas meio período, eu era o funcionário que chegava mais cedo e o que saia mais tarde. Muitas vezes ainda levava trabalho para fazer em casa. Eu era jovem, tinha muita energia, muita motivação, tempo e disposição para crescer rápido.

Erro 3 – Jogar tempo e dinheiro fora com educação

Nem todo tempo e dinheiro que você gasta com educação vai gerar resultados positivos na sua vida profissional e financeira. Tem muita gente que literalmente jogou tempo e dinheiro no lixo depois dos 30 anos fazendo cursos de especialização que nunca fizeram qualquer diferença na sua carreira.

Não gaste dinheiro com um MBA antes de compreender claramente os benefícios que ele poderá gerar na sua vida profissional. Não faça cursos apenas pelo fato de todos estarem fazendo.

Já vi pessoas que se tornaram estudantes profissionais. Terminaram a faculdade, começaram outra, depois fizeram uma pós-disso, pós-daquilo e assim vão seguindo gastando tempo e dinheiro sem qualquer resultado efetivo na vida profissional.

Nem toda educação formal compensa. É claro que existem aquelas que são importantes, mas isso não é regra. Existe uma clara desconexão entre as teorias apresentadas no mundo acadêmico e a realidade das empresas. Dependendo da sua área de interesse, o conhecimento acadêmico ficará ultrapassado rapidamente. Seja um eterno autodidata.

Eu aprendi muito mais fora das salas de aula. Com duas ou três notas de R$ 10,00 você pode comprar livros de grandes autores nacionais e internacionais. Por algumas notas de R$ 100 você pode fazer cursos rápido e práticos pela internet. Talvez não faça muito sentido perder o seu tempo e milhares de reais ouvindo um professor qualquer em uma instituição formal de ensino qualquer da sua cidade.

Encare o tempo e o dinheiro que você gasta com educação como um investimento. Busque o melhor retorno.

Erro 4 – O carro

Ter um carro como meio de transporte pode ser importante.  Ter um carro para resolver problemas de autoestima é um erro grave.

Se você acredita que é importante ter um carro caro, daqueles que você só pode comprar financiando em 60 vezes, para poder ser uma pessoa bem vista e respeitada, é mais barato procurar a ajuda de um psicólogo.

Se você acredita que ter um carrão vai melhorar os seus relacionamentos, amizades e até namoro, você precisa tomar cuidado com o tipo de gente que está tentando se relacionar.

Existem pessoas na casa dos 30 anos que acreditam que o veículo é um instrumento que serve para medir o seu nível de sucesso profissional e financeiro. Esse tipo de crença é ótimo para quem fabrica e vende veículos.

Se você acreditar na propaganda das montadoras passará décadas da sua vida sustentando os lucros dessas empresas e dos bancos que financiam esse tipo de “indústria de ilusões”.

Encare o seu carro como uma máquina de lavar. A máquina de lavar existe apenas para lavar roupas. Você não será uma pessoa melhor por comprar uma máquina de lavar de luxo. Ela não resolve seus problemas psicológicos e sociais. Com os carros deveria ser a mesma coisa, eles só deveriam ser usados para ir e vir.

Se você ficar trocando de carro a cada 2 ou 3 anos, vai viver só para pagar as prestações dos carros que você terá. Se você cuidar bem do seu carro poderá ficar com ele por 8 ou 10 anos. Durante a sua vida produtiva você terá no máximo meia dúzia de carros. Certamente você tem coisas mais importantes para fazer na sua existência do que ficar trocando de carro todo ano, e morrendo de trabalhar para tornar essa bobagem possível.

Caso você já tenha o hábito de trocar de carro regularmente usando como argumento frases do tipo “Eu sou apaixonado por carros” pense na possibilidade de reavaliar suas paixões. Você não está condenado a ser o que é para sempre. Faça uma reflexão crítica sobre isso. Você pode ser melhor que isso.

Erro 5 – Gastar tudo com o casamento

Segundo o IBGE, a idade média dos brasileiros no dia do casamento é de 30 anos. Eu já fui em casamentos de pessoas que gastaram o equivalente a um apartamento para realizar a festa.

Curiosamente essas mesmas pessoas optaram por morar em um apartamento financiado por décadas e outras estão pagando aluguel. Muitos esquecem que o casamento tem um objetivo básico, muito antigo para não dizer primitivo, que é de compor uma família.

Desculpe a dureza das palavras, mas na minha opinião iniciar a sua família acumulando enormes dívidas de uma festa de casamento é uma grande tolice. Sim, as festas são bonitas, divertidas, emocionantes, ficam na memória, mas como ficam as consequências?

Você pode estar trocando algumas horas de “alegria” por vários anos de transtornos financeiros. Não deixa de ser mais uma sabotagem do seu “eu presente” contra o seu “eu futuro”.

É claro que se você tem dinheiro sobrando para uma festa grandiosa e extravagante, ninguém tem nada com isso. O dinheiro é seu e você faz o que bem entender com ele. O problema é quando você comete exageros, sem ter condições para isso, sem ter uma clara consciência do impacto disso no seu futuro.

Casamentos luxuosos é para quem pode pagar por eles sem que isso resulte em consequências desastrosas no seu futuro financeiro.

Mesmo assim, se uma festa de casamento luxuosa é aquilo que dá sentido para sua vida, o ideal é que você poupe com bastante antecedência para que ele não comprometa coisas que são realmente importantes e que talvez você só possa perceber essa importância no futuro.

Aproveite os preparativos para o casamento e converse abertamente sobre dinheiro com seu parceiro ou parceira. É melhor fazer isso agora. Não esconda nada. Seja sincero quando o assunto for dinheiro na vida a dois. Isso vai evitar uma enorme quantidade de problemas conjugais no futuro envolvendo o dinheiro.

Pesquisas apontam que o dinheiro é o segundo maior motivo de separações no mundo. Existem muitos casamentos que são o início de problemas financeiros que resultam em futuras separações.

Erro 6 – Os exageros do primeiro filho

Tome muito cuidado com as decisões que você irá tomar antes mesmo da chegada do seu primeiro filho. Existe muito exagero que você pode evitar. Eu já vi pessoas que gastaram verdadeiras fortunas com a decoração de quartos, móveis planejados, berços de luxo e carrinhos de bebê que custam preços absurdos.

Já tive contato com pessoas que trocaram de imóvel, sem nenhuma necessidade, com a desculpa de que a criança precisava morar em um condomínio com piscina para ser feliz. Já vi pessoas que venderam imóveis próprios para encarar dívidas elevadas para garantir aquilo que acham ser o conforto dos filhos.

Também já vi pessoas que fizeram péssimos planos de previdência privada que os bancos criam para crianças. São produtos que, na maioria das vezes, são verdadeiros lixos financeiros oferecidos por grandes bancos.

Tenha a certeza que a coisa mais valiosa que você pode dar para o seu filho é o seu tempo e a sua atenção.

Se a chegada do seu filho representar um forte aumento nas suas despesas, mais endividamentos, mais financiamento, você terá que trabalhar muito mais para compensar e vai acabar tirando do seu filho aquilo que ele mais gostaria de receber que é a sua atenção.

Seu filho pequeno não quer plano de previdência, não quer apartamento grande, não quer herança, não quer viagem para a Disney, não quer duas babás para cuidar dele enquanto você trabalha enlouquecidamente. O seu filho só deseja a sua presença. O resto é invenção da sua cabeça. Se você tiver tempo livre para cuidar da saúde mental, emocional e intelectual do seu filho na primeira década de vida dele, pode ter certeza que ele será capaz de buscar a própria prosperidade financeira. Ele estará preparado para isso.

Erro 7 – Educação financeira para os seus filhos

Crianças são seres que nascem configurados de fábrica para copiar o comportamento e as crenças dos país. É muito importante que você se eduque financeiramente antes de ter filhos.

Mostre para eles que dinheiro não nasce em árvore. Mostre que para colher é necessário plantar. Mostre que colher o que o outro plantou é um erro. Mostre que não existe almoço grátis, brinquedo grátis, energia elétrica grátis, roupa grátis e governo grátis.

Não esconda o mundo do dinheiro do seu filho. Ele deve aprender como as coisas funcionam. Os recursos são escassos, mas os desejos humanos são infinitos. Recursos e desejos devem ser administrados com inteligência.

É importante que ele entenda que o dinheiro precisa ser respeitado pelo fato dele representar o suor de alguém, o tempo e a energia de vida de alguém que realizou um trabalho útil.

Mostre para o seu filho que o mundo recompensa as pessoas que realizam um bom trabalho. Faça ele desejar servir a humanidade realizando um trabalho exemplar. Mostre que o dinheiro e a prosperidade financeira é uma consequência sólida daqueles que aprendem a servir os demais com competência. Mostre que os atalhos no mundo do dinheiro não compensam.

Se você não for competente na educação financeira do seu filho, a futura vida financeira dele será um grande problema para você. Ignorância financeira passa de geração em geração. Até os seu netos e bisnetos serão prejudicados.

A melhor coisa que podemos fazer para o bem daqueles que amamos é crescer. Quando digo crescer, estou falando do crescer em todos os sentidos. Crescer profissionalmente, financeiramente, intelectualmente. Você cresce quando troca vícios por virtudes. Você cresce quando apura os seus valores e acumula conhecimentos e sabedoria. Os seus filhos agradecem e o resto da humanidade também.

No Clube dos Poupadores e nos meus livros (veja aqui) eu falo mais sobre como crescer financeiramente. No meu outro projeto, chamado Transcendência Financeira, eu falo sobre como crescer como pessoa. Uma coisa está ligada na outra, embora poucos percebam. Leia o artigo que escrevi sobre a estratégia que você precisa desenvolver agora para atingir o seu grande objetivo de vida.

About the Author:

Leandro Ávila é administrador de empresas, educador independente especializado em Educação Financeira. Além de editor do Clube dos Poupadores é autor dos livros: Reeducação Financeira, Investidor Consciente, Investimentos que rendem mais, e livros sobre Como comprar e investir em imóveis.

317 Comments

  1. Stil 21 de junho de 2017 at 8:34 - Reply

    Olá Leandro!
    Observo muito isso mesmo. Infelizmente eu só descobri seu blog depois de ter financiado meu apartamento. Além disso, na minha profissão só entrei verdadeiramente no mercado de trabalho aos 29 anos. Antes só estudos e especializações. Mas há ainda tempo e já estou me programando para quitar o apartamento em 10 anos. Minha esposa e eu somos bem econômicos.

    • Leandro Ávila 21 de junho de 2017 at 12:07 - Reply

      Oi Stil, existe muito tempo. Parabéns pelo seu despertar.

      • cristiane 28 de junho de 2017 at 10:39 - Reply

        Leandro como faco para calcular um cdb indexado ao igpm usando suas planilhas?? e um cdb que paga 7,15% mais igpm, como seu se vale a pena ou não. neste casa e pre ou pôs. obrigada

        • Leandro Ávila 3 de julho de 2017 at 9:58 - Reply

          Ois Cristiane. Não tenho ainda planilha ou simulador para CDB indexado pelo IGPM.

      • Lucas Soares 29 de junho de 2017 at 9:05 - Reply

        Leandro, bom dia!!! o melhor artigo que já li até hoje em sua página, parabéns!!!
        Muito agregador, esclarecedor. estou na casa dos 30 e realmente o tempo parece passar mais rápido.

    • Alan 27 de junho de 2017 at 6:06 - Reply

      Leandro, que artigo perfeito, eu fico feliz de antes mesmo de conhecer o seu trabalho ja seguir a risca as dicas acima. O adjetivo que define este artigo é a perfeição! Parabéns!

  2. Lucas 21 de junho de 2017 at 8:45 - Reply

    Parabéns…brilhante artigo, gostei muito dessas dicas.

  3. Bruna 21 de junho de 2017 at 8:50 - Reply

    Parabéns, mais uma vez você conseguiu arrasar com suas sábias e bem colocadas palavras.

  4. Mayara 21 de junho de 2017 at 8:56 - Reply

    Ótimo texto! Verdades ditas! 🙂

  5. Marciane 21 de junho de 2017 at 9:02 - Reply

    show, vc é o melhor Leandro, faz uns 2 anos que te sigo, suas orientações mudaram meu modo de pensar, tenho 36 anos de idade, como eu gostaria de ter acesso ao teu conteúdo quando eu tinha 30 anos.. muito bom! amo seus artigos, me fazem permanecer fiel aos meus objetivos.

    abs

    • Leandro Ávila 21 de junho de 2017 at 11:47 - Reply

      Oi Marciane. Você tem muito tempo! Parabéns pelo seu despertar.

  6. Rafael 21 de junho de 2017 at 9:05 - Reply

    Muito bom texto. Parabéns.

  7. Denny Almeida 21 de junho de 2017 at 9:10 - Reply

    Leandro,

    você costuma ser contundente em seus textos, mas neste você se superou. Pôs o dedo nas feridas mais comuns, e ao mesmo tempo mais disfarçadas, da nossa vida financeira. Somos vítimas (por opção nossa) do que você bem chamou de “Indústria das Ilusões”, e sem visão de longo prazo, queremos tudo aqui e agora. Parabéns por abordar não só as tolices com o dinheiro que fazemos, mas por falar alto e claro da importância da família e do exemplo que devemos ser aos nossos filhos.

    Um abraço.

    • Leandro Ávila 21 de junho de 2017 at 11:16 - Reply

      Oi Denny. Obrigado pelo apoio. Existem vários segmentos da economia que possuem como base a venda de ilusões. Como o objetivo de toda empresa é vender, eles buscam as técnicas mais avançadas para isso, o negócio deles depende disso. Cabe a cada um acordar desse mundo das ilusões e começar a perceber o que existe por trás, nos bastidores, de muitas ideias que plantam na nossa cabeça e que influenciam as nossas decisões financeiras e nosso modo de vida. As empresas trabalham 24 horas por dia, desenvolvendo novas técnicas, para que você transfira o seu dinheiro para a conta deles por livre espontânea vontade. São as trocas espontâneas. O problema é que nem sempre essas trocas são espontâneas e conscientes. As pessoas precisam despertar para agir com consciência.

      • Fabio 23 de junho de 2017 at 12:57 - Reply

        É a primeira oportunidade que tenho de parabenizá-lo não apenas por esse post contundente, mas também pela esmagadora maioria dos outros.
        Agora aos 44 anos sou testemunha viva dos acertos de suas colocações. Parei de perder dinheiro com financiamento de veículos aos 34 anos. Troco os mesmos após três anos de uso ou 60.000 km, antes dos elevados custos de manutenção, sempre comprando à vista. Como gosto de carros, até tenho um muito confortável. Mas é um prêmio para minha disciplina financeira.
        Tenho um apartamento próprio em São Paulo , adquirido à vista com minha esposa, e adquiri um segundo também à vista, em sociedade com minha mãe – um “adiantamento de herança”.
        Como a empresa onde trabalho está afetada pela atual terrível crise, perderei meu emprego CLT. Mas trabalharei terceirizado, e desenvolverei outra parte de meu tempo em outra atividade levantada em um de seus importantes livros – serei corretor de imóveis. Na realidade, consultor, pois alertarei meus jovens clientes sobre quais imóveis serão adequados para compra ou até mesmo aluguel, economicamente falando.

        • Leandro Ávila 26 de junho de 2017 at 7:11 - Reply

          Oi Fabio. Quando você troca a CLT por uma atividade empreendedora, você abandona aquela limitação de ganhos imposta pelo emprego formal. Seus ganhos no empreendedorismo são do seu tamanho. Quanto maior você se torna como pessoa e profissional, maiores serão seus ganhos.

  8. André Themoteo 21 de junho de 2017 at 9:14 - Reply

    Leandro, parabéns pelo texto! Como sempre muito esclarecedor. Irei compartilha-lo. Forte abraço

    • Leandro Ávila 21 de junho de 2017 at 10:09 - Reply

      Oi André. Obrigado por compartilhar. O que escrevo são como sementes que precisam de terra para germinar. Sementes de ideias precisam encontrar mentes férteis. Compartilhar é o mesmo que semear. Obrigado por semear.

  9. Bruno 21 de junho de 2017 at 9:15 - Reply

    Caro Leandro,

    Esse é um texto fundamental (literalmente). Farei questão de compartilhá-lo com todas as pessoas próximas.

    Abraço.

  10. Agton 21 de junho de 2017 at 9:15 - Reply

    Excelente artigo Leandro!

  11. Armando 21 de junho de 2017 at 9:17 - Reply

    Fantástico!! Parabéns mais uma vez pelo excelente artigo. Resumiu experiência de anos em 7 conselhos básicos

    • Leandro Ávila 21 de junho de 2017 at 10:13 - Reply

      Oi Armando. São coisas que muitas vezes um amigo sente vergonha de falar para outro amigo, mas são coisas que precisam ser ditas para que resultem em reflexões.

  12. GREGORY AUGUSTO GREGORY AUGUSTO 21 de junho de 2017 at 9:17 - Reply

    Leandro, to meio sumido dos comentários, mas sempre lendo seus artigos. Muito obrigado
    Eu tenho feito isso, comprando livros, e aumentando meu conhecimento. Eu comecei a ler
    seus artigos a exatos um ano e meio. Aprendi muito. Recentemente estava em um dilema
    sobre trocar o meu carro ano 2009, por um um pouco mais novo. Não iria fazer dívidas, mas
    gastaria uns 15 mil, e aumentaria os gastos com ipva, combustível e etc. Levei o meu ao mecânico
    fiz uma boa revisão por R$ 800,00 e investir o dinheiro. Obrigado aprendi muito com você.

    • Leandro Ávila 21 de junho de 2017 at 10:15 - Reply

      Oi Grecory. A característica mais importante de um carro é a segurança. Se ele oferece segurança, está bem cuidado e revisado, isso é o mais importante. O que poderia justificar comprar um outro carro e gastar esses R$ 15 mil? A segurança. Veículos são coisas que não podem falhar com você dentro dele.

      • GREGORY AUGUSTO GREGORY AUGUSTO 21 de junho de 2017 at 10:24 - Reply

        Sim isso mesmo. Tenho um honda, que funciona muito bem ainda. Não tinha necessidade, talvez no futuro. Obrigado mais uma vez.

      • Paulo 22 de junho de 2017 at 15:17 - Reply

        Verdade. Estou com um carro 2012, não queria trocar agora. Mas a questão da segurança me preocupa e entendo que ela vai além dos cuidados com a manutenção. Os carros mais novos são bem mais seguros, principalmente depois da obrigatoriedade dos air bags, freios abs e, futuramente, controle de estabilidade, além da própria estrutura com aços de maior resistência. No Brasil a preocupação com o nível de segurança dos automóveis ainda é baixo, mas acho que vale a pena a pessoa, no limite dos seus recursos, procurar comprar sempre os mais seguros.

        • Leandro Ávila 22 de junho de 2017 at 15:37 - Reply

          Eu considero a segurança o mais importante. Todo restante é pura bobagem.

  13. Adriana 21 de junho de 2017 at 9:28 - Reply

    Eita…se eu pudesse voltar aos 30….com certeza, não compraria o carrinho de bebê de última geração, não trocaria meu ap quase quitado por uma maior (exatamente, com piscina e churrasqueira no condomínio!)…obrigado Leandro, por me fazer enxergar aos 40!

    • Leandro Ávila 21 de junho de 2017 at 10:22 - Reply

      Oi Adriana. Os bebês crescem muito rápido e existem aqueles que odeiam carrinho de bebê. Sobre o apartamento, eu tenho livros sobre imóveis e já tive contato com muitos leitores que queriam comprar um apartamento maior para a chegada do primeiro filho. Quando a pessoa pode fazer isso, tudo bem. O problema é quando não podem. Acabam assumindo enormes dívidas para financiar apartamentos desproporcionais, incompatíveis com a realidade financeira que vivem. Acabam trocando imóveis quitados, menores, por apartamentos grandes, com condomínio muito caro e com juros e taxas do financiamento. Criança pequena gosta da atenção do pai e da mãe. Elas não precisam de apartamento grande, com piscina, churrasqueira e bla-bla-bla. Muitas vezes o que você vai gastar de juros, taxas e condomínios caros pode ser usado para fazer viagens e passeios nos fins de semana.

      • Guilherme 21 de junho de 2017 at 11:03 - Reply

        O livro está disponível no formato epub?

        • Leandro Ávila 21 de junho de 2017 at 11:41 - Reply

          Sim Guilherme. PDF, EPUB e MOBI

          • Fabricio 21 de junho de 2017 at 17:53

            Oi Leandro, ano passado perguntei sobre a disponibilidade dos livros dos imóveis no formato EPUB ou MOBI e na época você confirmou que somente o PDF estava a venda. Na página do livro, ainda vejo o trecho “são e-books (livro digital) em formato PDF”. O download está mesmo disponível em MOBI? Se sim, ótimo, pois na minha opinião isso definitivamente viabiliza comercialmente os livros. Obrigado!

          • Leandro Ávila 22 de junho de 2017 at 7:15

            Oi Fabricio. Os de imóveis ainda estão apenas no formato PDF.

  14. Felipe 21 de junho de 2017 at 9:28 - Reply

    Tocou na ferida do povo mesmo. Excelente artigo. Coincidência ou não, estou fazendo 33 anos hoje, e já passei ou estou passando por essas situações que falou no artigo.

    Sobre o casamento: eu casei na igreja (sou ateu mas minha esposa não), e nunca quis fazer festa, mas minha esposa insistiu. Fizemos uma festa para 180 convidados. Só aceitei porque na verdade a festa foi rachada entre meus pais e meus sogros. Minha esposa e eu nos estressamos um monte para organizar a festa. Agora ela diz que se fosse hoje só faria um bolinho para os familiares e amigos mais próximos.

    Tenho uma filhinha de 1 ano e 4 meses. Gastei R$ 500 na festa de um aninho dela, e ainda achei muito. Entendo que para ela não faz diferença nenhuma a festa. Apenas fizemos a festa para tirar fotos e não deixar em branco mesmo. Estou numa idade que meus amigos e familiares estão tenho filhos e fazendo festas de um ano. Essas festas de um ano são uma verdadeira ostentação dos pais. Já fui em várias festas que pareciam casamentos. Os pais gastam uma fortuna (R$10.000 pra cima), pra tirar umas fotos bonitinhas e postar no facebook. Coisa da cultura brasileira mesmo.

    A educação dos filhos renderia um artigo à parte. O que você acha da mesada Leandro? No meu ponto de vista, uma “criança” de 13 ou 14 anos, já é plenamente capaz de desenvolver uma atividade remunerada. Claro que tudo dentro dos limites morais e éticos. Nossa, como eu gostaria de saber o que sei hoje quando eu tinha uns 14 anos.

    • Leandro Ávila 21 de junho de 2017 at 10:33 - Reply

      Oi Felipe. Conheço vários casais que dizem exatamente isso “Se fosse hoje, seria mais simples”. Muitas vezes o pai utiliza a desculpa “Vou dar para o meu filho aquilo que eu não tive”. Já fui em festa de aniversário infantil onde a família gastou o equivalente a um carro de luxo. O problema é que eram pessoas que não tinham condições para isso. Tudo depende da realidade financeira de cada um. No seu caso, uma festa de aniversário onde gastou R$ 500,00 é ok. Em muitas capitais isso seria o preço de um bolo de aniversário. Para uma família pobre, que tem uma renda de 1 salário mínimo, R$ 500 em um aniversário poderia ser um exagero, talvez a criança pudesse se beneficiar mais desses 500,00 de outra forma. Sobre a mesada eu tenho um artigo interessante sobre isso, veja aqui

  15. Sandro 21 de junho de 2017 at 9:30 - Reply

    Sensacional! Parabéns pelo projeto…

  16. Sergio 21 de junho de 2017 at 9:31 - Reply

    Leandro,

    Excelente reflexão. Quando casei compramos uma casa modesta (bem modesta), mas não queríamos começar a vida a dois com dívidas. Festa de casamento e lua de mel, dentro das posses e sem dívidas de longo prazo, tudo planejado. Hoje vejo os amigos da época vendendo apartamentos por conta de dívidas ou ainda pagando dívidas, fora as exageradas taxas de condomínio.
    São escolhas, mas que vão certamente repercutir lá na frente na vida a dois. Obrigado por compartilhar conhecimento.

    • Leandro Ávila 21 de junho de 2017 at 10:35 - Reply

      Oi Sérgio. O importante é fazer com consciência, com planejamento, entendendo as consequências das decisões financeiras. Parabéns!

  17. Gilberto Rig. 21 de junho de 2017 at 9:33 - Reply

    Bom dia Leandro. Um outro absurdo com relação aos filhos é dar festas luxuosas e caras para uma criança de 1 ou 2 anos, por exemplo. Por vezes os pais se endividam para realizar esse sonho. Só que não é um sonho da criança, que nem deve saber o que está acontecendo, mas sim dos pais. A festa é para os pais e não para o filho. A uns anos atrás dei de presente para meu sobrinho de 2 anos um carrinho movido a pilhas, ele tirou as pilhas e começou a brincar com elas e deixou o carrinho de lado, aí compreendi que o brinquedo que dei a ele era o que eu gostei e não o que uma criança de 2 anos poderia gostar.

    • Leandro Ávila 21 de junho de 2017 at 10:38 - Reply

      Oi Gilberto. A criança não entende o que está acontecendo. Quando é muito pequena a festa se transforma em um transtorno. Não tenho nada contra as festas. Sou contra tomar a decisão sem compreender o impacto disso, as consequências, sem planejamento, sem reflexão, acumulando dívidas e problemas financeiros futuros que vão impactar na qualidade de vida da família. Sobre o brinquedo, é muito comum a criança pequena preferir brincar com a caixa do brinquedo.

  18. Isaias 21 de junho de 2017 at 9:38 - Reply

    Leandro,

    Mais um artigo esclarecedor. Acompanho seu trabalho desde do final de 2013 e como impactou a minha vida pessoal, intelectual, profissional e financeira. Só hoje que comento aqui, antes lia seus artigos e absorvia os conhecimentos no anonimato. Parabéns pelo seus sites de educação, que é o que mais falta no Brasil para ser uma grande nação em todos aspectos. Desde 2013 estudo constantemente sobre finanças, economia, investimentos e educação para empreender( mesmo sendo empregado de uma empresa de capital mista). A educação transforma. Transformou a minha vida ( pelo trabalho que tenho hoje) e educação autodidata que venho adquirindo junto com seu site e vários livros que li, leio e lerem. Obrigado!

    • Leandro Ávila 21 de junho de 2017 at 10:43 - Reply

      Oi Isaias. Você disse tudo. A educação transforma, especialmente essa educação que procuramos, que desejamos para crescer. Para quem tem problema de dinheiro existe a educação financeira. Para problemas de saúde, existe a educação nutricional que ajuda muito. Para os problemas de relacionamento com pessoas, existe a educação voltada para a inteligência emocional. Não existe problema humano que não tenha sido estudado, pesquisado, refletido por grandes autores e pensadores. É uma questão de querer beber das inúmeras fontes de conhecimento. Parabéns pelo seu crescimento.

  19. Wagner 21 de junho de 2017 at 9:41 - Reply

    Perfeito!

  20. Robson 21 de junho de 2017 at 9:47 - Reply

    Caramba =D. Show, obrigado pelo texto!

  21. Alcides 21 de junho de 2017 at 9:47 - Reply

    Olá, mais uma vez me vejo na condição de concordar com tudo repito tudo que o sr. escreveu professor eu já li sobre o porque do sr. não disponibilizar livros somente ebook, mas se um dia o sr. disponibiliza-los em formando de livros tenho certeza que vai ser o presente que irei dar para muitos conhecidos. Como o sr. professor escreve, é muito importante que a juventude acorde para o mundo real, sonho hoje das pessoas como o sr. escreve são celulares, carros, produtos de marca e outras banalidades. Não se preparam para o futuro, quando o futuro vira presente reclamam do passado e passam a reclamar do presente pois pensam que o universo conspirou contra elas. Muito obrigado por seus ensinamentos professor.

    • Leandro Ávila 21 de junho de 2017 at 10:48 - Reply

      Obrigado Alcides. Todo mundo tem um encontro marcado com o seu “eu futuro”. Será um acerto de contas. O problema é que muitos estão sabotando esse “eu futuro” aqui no presente e não sabem disso.

  22. André Nunes 21 de junho de 2017 at 9:49 - Reply

    Excelente artigo como sempre, Leandro! Estou entre os 30 e 40, mas percebi há poucos anos muito do que está escrito aqui. Tenho um filho de 10 e essa parte da educação dele é q mais me preocupa ultimamente. Procuro mostrar para ele (dentro das limitações de compreensão dele) o quanto o tempo é mais importante do que o dinheiro e que esse último é uma ferramenta para atingir a liberdade quando usado da maneira correta. Além disso, tenho plantando nele a semente do empreededorismo, mostrando exemplos que deram certo pelas idéias e ações de algumas pessoas de sucesso. Grande abraço.

    • Leandro Ávila 21 de junho de 2017 at 10:55 - Reply

      Oi André. Plantar essa sente do empreendedorismo é importante. Uma visão empreendedora é libertadora, mesmo para aqueles que escolhem trabalhar nas empresas no lugar de ter o próprio negócio. Parabéns.

  23. Edson 21 de junho de 2017 at 9:50 - Reply

    Leandro,

    Quão importante foi conhecer o vosso site para o meu aprendizado financeiro. Isto aconteceu depois dos 40 anos mas está dando tempo de recuperar o tempo perdido. Confesso que a disciplina tem que ser muito grande.
    Este artigo realmente é muito verdadeiro e deveria ser publicado em páginas dos grandes sites de notíca de nosso País. Parabéns !!!

    • Leandro Ávila 21 de junho de 2017 at 10:59 - Reply

      Obrigado Edson. Esse tipo de conteúdo não agrada esses “grandes sites de notícia”. Eles dependem de patrocínios de montadoras de veículos, construtoras e bancos para existir. Motivar a compra consciente e planejada de veículos, imóveis, dependendo o mínimo possível de financiamentos, é tudo que esse mercado não deseja. É por este motivo que o meu trabalho é independente. Obrigado pelo apoio.

  24. valmir candido 21 de junho de 2017 at 9:57 - Reply

    Ótimo seu artigo, resumiu bem as raizes de vários problemas financeiros .

  25. Clayton 21 de junho de 2017 at 10:03 - Reply

    Muito obrigado pelo excelente artigo.

  26. Gamont 21 de junho de 2017 at 10:03 - Reply

    Leio seus comentários anonimamente há algum tempo. Nunca deixei um comentário no tópico
    .
    Mas esse me motivou a dizer um muito obrigado.
    Seus recados são quase ‘paternais’, dicas que por motivos justos, os nossos pais não conseguiram passar.
    Como estes deste tópico.

    (E olha que já estou na faixa dos 60).

    • Leandro Ávila 21 de junho de 2017 at 11:10 - Reply

      Oi Gamont. Nossos pais não podem dar aquilo que não tiveram. Por isso é importante que todo jovem busque sua própria educação financeira para que possa transmitir isso para os filhos. O impacto dessa decisão será sentido por todas as gerações futuras. No filme “Gladiador” tem um momento onde o personagem principal cita uma frase que certamente tem origem no estoicismo, escola de pensamento que acho muito interessante, que diz assim:

  27. Lucas Lira 21 de junho de 2017 at 10:04 - Reply

    Excelente artigo! Parabéns! Suas publicações me fazem refletir e querer ser alguém melhor, em todos os sentidos…

  28. Vinicius Vilanova 21 de junho de 2017 at 10:05 - Reply

    Parabéns mais uma vez Leandro.

    Identificação total com o seu texto.

    Grande abraço

  29. Zilvânia Oliveira 21 de junho de 2017 at 10:05 - Reply

    Só verdades Leandro!
    Muito bom mesmo. Tenho 26 anos e já estou preocupada com isso tudo. Graças a boas leituras como esta, ainda não fiz nenhuma garfe, nem pretendo. Só preciso melhorar sempre rs!

    • Leandro Ávila 21 de junho de 2017 at 11:17 - Reply

      Parabéns Zilvânia. Compartilhe com seus amigos e amigas. Faça da sua vida financeira um exemplo.

  30. Peterson 21 de junho de 2017 at 10:08 - Reply

    Professor Leandro.que artigo top.top..é incrível como temos a facilidade de sabotar nossa vida financeira.claro diante de um bombardeio de estímulos .achamos que precisamos Ter para Ser . (aceitos e incluídos)..Muito bom esse artigo.Foi DURO Em ALGUNS MOMENTOS .mais essencial para dar um start .para repensarmos em algumas crenças que acreditamos que por vezes nos ilude . essa ansiedade dos 30 anos potencializa fazer cada besteira que vai demorar décadas para corrigir .na minha opinião Educação financeira não só ajuda na parte técnica.mais contribuI muito com a parte emocional de cada indivíduo.

    • Leandro Ávila 21 de junho de 2017 at 11:22 - Reply

      Oi Peterson. Realmente sofremos um bombardeio de estímulos todos os dias, toda hora. O problema é não perceber que isso está acontecendo ou fingir que não acontece. Assumir o desafio de prosperar financeiramente obriga você a se tornar uma pessoa melhor. As pessoas precisam estudar mais, precisam refletir mais, planejar mais, fazer reflexões antes de tomar decisões, precisam avaliar resultados, precisam corrigir a rota, precisam ter disciplina, paciência, etc. Isso significa dizer que prosperar financeiramente (TER) vai exigir de você SER uma pessoa melhor, ou seja, depende de um enriquecimento interior. Tentar TER para SER é apenas uma ilusão. Não é sustentável. É acreditar em uma mentira. Obrigado pelo seu comentário.

  31. Rodrigo Reva 21 de junho de 2017 at 10:24 - Reply

    “Se você acredita que ter um carro caro, daqueles que você só pode comprar financiando em 60 vezes, para poder ser uma pessoa bem vista e respeitada, é mais barato procurar a ajuda de um psicólogo…. ”

    hahahah, boa!!!

    • Leandro Ávila 21 de junho de 2017 at 11:28 - Reply

      Oi Rodrigo, as pessoas tentam resolver problemas emocionais e psicológicos comprando roupas, carros, joias, adornos, adereços, enfeites, ornamentos, etc. Isso até alivia os sintomas, mas é passageiro. Não resolve o problema. Para piorar a situação, gastam um enorme tempo, gastam a energia de uma vida inteira, trabalhando cada vez mais para comprar mais e mais adornos, adereços e outras bobagens caras e desnecessárias. Pior ainda é quando o trabalho honesto não é suficiente. Estamos vendo na imprensa muitos exemplos de políticos, empresários e funcionários públicos que atingiram níveis extremos de insanidade e psicopatia na busca por adornos cada vez mais caros e sofisticados através de práticas desonestas. Se educação financeira não resolver, um bom psicólogo será mais barato.

  32. RICARDO LEIRIA RODRIGUES 21 de junho de 2017 at 10:26 - Reply

    Obrigado pelo artigo Leandro. Daqui há alguns meses estou entrando na casa dos 30. A percepção de vida muda muito, o tempo passa muito rápido, é muito mais difícil se manter motivado, a condição física começa a mudar. É importante alertar sobre como estamos construindo os anos de vida a frente. Abraço.

    • Leandro Ávila 21 de junho de 2017 at 11:30 - Reply

      Oi Ricardo. Eu recomendo buscar a companhia da leitura. Por muito pouco você pode conviver com as ideias de grandes mentes. Para todos os temas que você precisar se desenvolver existem autores que muitas vezes compartilharam uma vida inteira de experiências através dos seus livros.

      • WELLINGTON 21 de junho de 2017 at 20:21 - Reply

        Concordo, tenho uma estante repleta de livros, a maioria de ficção, e cada um que leio é uma viagem de descoberta da vida, do mundo, de mim mesmo etc.

        • Leandro Ávila 22 de junho de 2017 at 7:21 - Reply

          É uma forma rápida e barata de ter contato com as ideias de grandes mentes, muitas dessas mentes nem existem mais, só que suas ideias estão eternizadas nos livros.

      • Ricardo 22 de junho de 2017 at 19:59 - Reply

        Com certeza Leandro!! Sou exemplo vivo de como podemos crescer como pessoa, através dá leitura e do estudo.

  33. Guilherme 21 de junho de 2017 at 10:26 - Reply

    Leandro, como sempre muito bom. Parabens

  34. Rafael 21 de junho de 2017 at 10:29 - Reply

    Oi Leandro, fazia tempo que eu não passava por aqui. Seus artigos estão cada vez melhores, parabéns! Já estou compartilhando com a minha família. Sucesso pra você! Abs!

  35. Sousa 21 de junho de 2017 at 10:31 - Reply

    Excelente, como sempre! Entrei na casa dos 30 e você está certinho, o tempo passa rápido e podemos nos meter em grandes furadas financeiras!

  36. Silvana 21 de junho de 2017 at 10:38 - Reply

    Parabéns pelo artigo!!! Tenho 35 anos e me sinto muito feliz por pensar como você. Meu esposo e eu casamos no civil e não fizemos festa porque dessa forma nos sentiríamos tranquilos em relação ao futuro, deixando claro que respeito os casais que optaram por festa. Tenho um Celta que comprei à vista e amo esse carrinho…manutenção e seguro super baratos…não tenho dor de cabeça com esse carro. O engraçado é que várias pessoas criticam quem escolhe ter um estilo de vida econômico e voltado para poupar e investir…eu pelo contrário, desde os meus 32 anos que adotei esse estilo de vida, já vejo a grande diferença que isso fez na minha vida hoje com 35…me sinto mais produtiva e mais segura por poupar e investir todo mês.
    Novamente parabéns pelo artigo…
    Silvana

    • Leandro Ávila 21 de junho de 2017 at 11:34 - Reply

      Oi Silvana. Parabéns. Tenho certeza que a percepção que você tem da qualidade da sua vida é maior do que a percepção das pessoas que estão cheias de coisas e de dívidas. É claro que sempre é uma escolha de cada um, devemos respeitar essas escolhas, muitas vezes é o melhor que as pessoas podem fazer com aquilo que sabem.

  37. Samara 21 de junho de 2017 at 10:46 - Reply

    Ótimo texto Leandro, estou com 27 anos venho economizando desde meu primeiro emprego para comprar um apartamento, mas depois de começar a estudar sobre educação financeira e investimentos mudei de ideia, a princípio meu objetivo era acumular um valor para uma entrada em um bom “caro” apartamento, acima da minha realidade. Mas vi que tinha dinheiro suficiente para comprar uma casa mais modesta, e de acordo com meu padrão de vida, acho que até um pouco mais baixo, no próprio bairro que moro. Porém estou muito realizada com a compra e o melhor não estou com uma dívida de 20, 30 anos!! Agora me sinto segura para continuar economizando para realizar mais conquistas, tendo em mente a acumulação de patrimônio para uma aposentadoria tranquila.
    Acredito que o segredo para conseguir poupar parte dos rendimentos, não é quanto se ganha, e sim o padrão de vida que escolhemos!
    Obrigada Leandro!

    • Leandro Ávila 21 de junho de 2017 at 11:38 - Reply

      Oi Samara. O segredo é viver a realidade. Você provavelmente comprou o imóvel que faz parte da sua realidade. As dívidas permitem que você viva uma ilusão, acima das suas possibilidades, que só pode ser materializada com o comprometimento da sua renda futura. Comprometer a sua renda futura não deixa de ser uma atividade predatória, você gasta aquilo que não tem e fica obrigado a se virar no futuro para pagar juros e taxas para quem emprestou dinheiro. Não deixa de ser um tipo moderno de servidão. Parabéns por viver a sua realidade.

  38. Ronaldo Martins 21 de junho de 2017 at 10:53 - Reply

    É uma realidade tem situações que muitos percebem só após aos 50 Anos.

    • Leandro Ávila 21 de junho de 2017 at 11:41 - Reply

      Oi Ronaldo. Tem muita gente que vai passar pela vida sem perceber essa realidade.

  39. Dacson Silva 21 de junho de 2017 at 11:02 - Reply

    Que texto muito enriquecedor, parabéns e que vc continue sempre contribuindo e compartilhando conhecimento, tenha certeza que vc esta melhorando a vida de muitas pessoas!

  40. Fábio Bastos 21 de junho de 2017 at 11:06 - Reply

    Excelente artigo como sempre. Estou compartilhando, uma hora meus amigos e familiares irão abrir os olhos. Obrigado pela ajuda em abrir os nossos. Na vida acabamos deixando que alguns erros persistam entre gerações, digamos que estou ficando mais antenado em passar para os outros ideias melhores e logicamente enviando seus artigos. um grande abraço

    • Leandro Ávila 21 de junho de 2017 at 11:45 - Reply

      Oi Fábio. O mundo do dinheiro não aceita desaforo. Ele é norteado por rígidas leis da matemática. Você pode abrir os olhos por bem, através da educação, e pode abrir por mal através das consequências negativas de decisões que não seguem as rígidas leis do dinheiro. O problema é que não gostamos da ideia de ver nossos amigos e parentes aprendendo da forma mais dolorida. A grande questão é que não temos como obrigar ninguém a crescer. Felizmente, os problemas financeiros futuros também são didáticos.

  41. Fernando W Siqueira 21 de junho de 2017 at 11:07 - Reply

    Concordo em número, gênero e grau com todo o texto descrito, o maior problema que vejo nas pessoas ao meu redor é que a maioria não tem a mente preparada e aberta para entender a riqueza que existe neste tipo de artigo. Parabéns meu amigo!

    • Leandro Ávila 21 de junho de 2017 at 11:46 - Reply

      Oi Fernando. Esse é um grande problema. Recentemente falei sobre isso em outro artigo, veja aqui. Um leitor estava passando por essa dificuldade.

  42. João Pedro Gaio 21 de junho de 2017 at 11:10 - Reply

    Parabéns mais uma vez Leandro. Sou seu fã. Abraços.

  43. Fernando 21 de junho de 2017 at 11:11 - Reply

    Excelente artigo ,parabéns.

  44. Cirino 21 de junho de 2017 at 11:11 - Reply

    Parabéns Leandro
    Perfeito, um pequeno mas grande manual em 10 tópicos.
    Obrigado por sua disposição em compartilhar estes artigos e com certeza vou compartilhar também.
    Um abraço

  45. Alex 21 de junho de 2017 at 11:16 - Reply

    Parabéns Leandro! Este texto é uma lição de vida! Obrigado por tudo que você compartilha, mudei a minha vida financeira graças as suas informações.

  46. iara 21 de junho de 2017 at 11:17 - Reply

    Magnífico…. Sem palavras pra dizer … mas ja dizendo, excelente, melhor texto da vida!

  47. Marcos Aurélio 21 de junho de 2017 at 11:23 - Reply

    Bom dia muito obrigado pelo artigo publicado no site, realmente esclarecedor e me sinto bem pois sei que estou com base no que foi escrito no caminho certo. Um grande e fraterno abraço a você meu querido Leandro Ávila

  48. Cátia Ereno 21 de junho de 2017 at 11:25 - Reply

    Parabéns pelo artigo muito bem escrito e racional! Muito bom! O desafio é levar adiante essa racionalidade a mentes irracionais, como a dos seres humanos em geral.

    • Leandro Ávila 21 de junho de 2017 at 11:50 - Reply

      Oi Cátia. Nem todos estão preparados. Já já vai aparecer algum comentário agressivo aqui. Quando escrevo esse tipo de artigo as pessoas compartilham muito e certamente alguém não vai entender e vai responder com agressividade. Faz parte.

  49. Bárbara 21 de junho de 2017 at 11:25 - Reply

    Obrigada Leandro pelo excelente artigo. Não tenho filhos e nem pretendo, mas tenho crianças ao meu redor que faço questão de observar quando lidam com dinheiro, é interessantíssimo pode ajudar a plantar neles a sementinha da educação financeira.

    • Leandro Ávila 21 de junho de 2017 at 11:52 - Reply

      Parabéns Bárbara. Todo mundo tem o poder de influenciar o próximo. Podemos fazer isso no sentido positivo ou negativo. O interessante é imaginar o impacto desse contato que temos com as pessoas durante a vida, pois isso será transmitido por essas pessoas.

  50. Claudia 21 de junho de 2017 at 11:26 - Reply

    Como sempre, excelente artigo, Leandro!
    Cometi as ostentações do casamento aos 31 anos, aquela ilusão que muitas mulheres da minha geração sempre tiveram em relação nem ao casamento em si, mas sim, à festa de casamento… Lógico que curti, foi uma lembrança para a vida toda… mas talvez, teria uma lembrança tão linda quanto, com uma festa mais modesta. Pelo menos, não adquirimos dividas, foi tudo pago previamente.
    Com relação ao meu filho, festas e carros, ainda bem que na época já havia adquirido a lucidez de não gastar com ostentações inúteis… mas sofro hoje, aos 40 anos, as consequências de uma tomada de consciência tardia, só por volta dos 36 anos. É logico que ainda há tempo, e antes tarde do que nunca. Mas penso que poderia ter uma vida bem mais tranquila hoje, se não fosse os devaneios e o imediatismo dos 20 e dos 30 anos… os seus artigos têm sido de grande valia nesse processo! Parabéns pelo excelente trabalho, sempre indico o seu blog e seus artigos para os meu amigos que também tem adquirido essa consciência!

    • Leandro Ávila 21 de junho de 2017 at 11:54 - Reply

      Oi Claudia. Existe muito tempo! Você deve se sentir feliz por despertar nos seus 36 anos. A maioria vai passar a vida sofrendo problemas financeiros até os últimos dias. Obrigado por compartilhar o trabalho.

  51. Joel 21 de junho de 2017 at 11:27 - Reply

    Muito obrigado por mais um artigo de valor! engraçado que vamos lendo o artigo e lembramos de alguns personagens que tivemos ou temos contato. Certa vez eu tive um colega que trabalhava em dois locais, um durante o dia e o outro de noite, em algumas das nossas convesas ele dizia estar endividado, até com restrição no nome, ele me dizia que precisava estar em dois empregos para pagar as parcelas de 800 reais do carro, um carro que ele só conseguia sair finais de semana, já que se descolava para o trabalho de moto, detalhe quando perguntei porque fez isso ele respondeu que era para levar a filha recém nascida no médico caso precisasse. Vejo que nós seres humanos nos tornamos verdadeiras crianças inconsequentes quando se deixamos agir só por emoções, e os casos não são raros…

    • Leandro Ávila 21 de junho de 2017 at 11:58 - Reply

      Oi Joel. Se ele mora em uma grande cidade, seria fácil e barato pagar um táxi ou até um UBER, que são serviços disponíveis 24h por dia, 7 dias por semana. O grande problema é que as pessoas não fazem reflexões antes das decisões. Elas repetem o comportamento dos familiares e dos amigos. O curioso é que dificilmente ele trabalharia em 2 empregos para poupar e investir 800 por mês pensando no próprio futuro, mas faz isso para pagar os juros e taxas dos bancos. Ele também não percebe que esse trabalho exagerado prejudica o contato dele com a criança. Isso sim o dinheiro não pode pagar.

  52. Aida 21 de junho de 2017 at 11:29 - Reply

    Leandro, parabéns pelo texto! Esses erros estão sempre à nossa frente e sabemos deles, mas às vezes é necessário que nos sejam mostrados e lembrados.
    Muito obrigada pela leitura valiosa e reflexão!

  53. Alexandre 21 de junho de 2017 at 11:32 - Reply

    Obrigado, muito bom o artigo!!

  54. Michel 21 de junho de 2017 at 11:35 - Reply

    Mais um excelente artigo, Leandro !
    Passei por todas essas fases e infelizmente não tive bons conselhos para tomar decisões sábias, decisões que até hoje refletem em minha vida.
    Dos 16 aos 30 o status do jovem era definido pela marca, ano e modelo do carro + profissão.
    Aos 20 fiz a primeira bobagem : Comprar um carro que não tinha condições de “sustentá-lo”. Não tinha dinheiro para pagar o IPVA dele e muito menos o seguro.
    Resultado : Vendi 2 anos depois, cheio de dívidas…
    Aos 27 fiz a segunda bobagem : Comprar um carro zero, sem ter 1 centavo para dar de entrada.
    Aos 29 a terceira bobagem : Comprei um imóvel financiado em 30 anos, tendo apenas 10% do valor
    da entrada.
    Aos 36 mais uma bobagem : Comprei um outro carro do ano financiado (pelo menos dei um bom valor de entrada)
    Só depois de ler seus artigos, mudei o modelo mental.
    Hoje aos 38, o valor das coisas está em sua utilidade e não mais em seu pseudo – status.
    Meu foco agora está totalmente voltado a independência financeira, que quero adquirí-la em no máximo 10 anos.
    Já estou no aguardo do seus próximos novos ebooks, que vou comprar sem nem olhar para o título.

    • Leandro Ávila 21 de junho de 2017 at 12:15 - Reply

      Oi Michel. Essa questão de mudar o modelo mental é muito importante. Não tenha dúvida que foram as “bobagens passadas” que prepararam o terreno para a mudança de modelo. A sua leitura só executou a mudança que já vinha sendo preparada. Parabéns por sua jornada de vida.

  55. Frederico Bicalho 21 de junho de 2017 at 11:38 - Reply

    É isso aí Leandro,

    Tenho uma enorme curiosidade em saber como estarão vários dos meus amigos que vivem de forma descontrolada tanto financeiramente quanto na saúde. Tenho 35 aos e sei muito bem como é difícil manter a disciplina para viver uma vida equilibrada.

    Parabéns pelo artigo, vai tocar muita gente.

  56. Paloma 21 de junho de 2017 at 11:45 - Reply

    Obrigado Leandro pelo ótimo artigo. Eu tenho 23 anos e já vejo que muitos erros podem ser evitados desde já. Já compartilhei o seu link com amigos!

  57. Anna 21 de junho de 2017 at 11:48 - Reply

    Leandro, parabéns pelo artigo! Eu concordo com absolutamente tudo que vc escreveu e, aos 35, já passei por muitas das situações descritas, mas sempre pensando desta forma, com os dois pés bem firmes no chão.
    Quando mais nova eu às vezes me sentia mal porque minha festa de casamento tinha sido mais simples do que muitas para as quais fui convidada, porque eu não viajava para o exterior todo ano como alguns colegas, por morar num apartamento pequeno, em prédio antigo, sem nenhum luxo enquanto via pessoas ao meu redor comprando apartamentos de luxo em condomínios clube para prover aos filhos aquilo que não tiveram, rodando com carros sempre atuais, “do ano”, enquanto eu estou apenas no meu terceiro carro e devo ficar com ele por mais uns 3 anos.
    Mas com o amadurecimento (graças à Deus somos capazes de amadurecer e evoluir psicologicamente!!!) esse tipo de incômodo não me acomete mais, nem mesmo quando alguém joga na minha cara uma questão tipo “Nossa, mas vc e seu marido, bem sucedidos profissionalmente não pensam em construir uma bela casa e sair deste “apartamentinho”?
    Hoje eu simplesmente uso como resposta aquilo que mais me faz ter a absoluta certeza de estar no caminho certo, a opinião do meu filho, do alto de seus 8 anos de vida que diz assim: “Eu não quero ir morar em casa grande em que cada um fica em um canto, eu gosto é da nossa casa, pois a gente está sempre junto conversando, brincando e rindo que nem bobo o tempo todo!”
    Ouvir isso do meu filho foi a maior lição que eu tive na vida e a maior certeza de que estamos seguindo o caminho certo, o caminho da simplicidade e da felicidade! E seu artigo veio a complementar esta certeza!
    Certamente vou compartilhar com as pessoas que gosto!

    • Leandro Ávila 21 de junho de 2017 at 12:21 - Reply

      Oi Anna. Parabéns. Seu filho tem uma grande visão da realidade. Viver a realidade, ter a sua vida, sem tentar copiar o estilo de vida dos outros, é sinal de sabedoria e maturidade.

  58. Camila 21 de junho de 2017 at 11:50 - Reply

    Bom dia Leandro, a cada dia que passa você se supera!! Excelente artigo, mais uma vez!!! Estou justamente nessa faixa etária (tenho 35 anos) e hoje tenho exatamente esse pensamento que você tem!! É claro que nem sempre foi assim e quando olho para trás, até me envergonho do que fiz, mas não me arrependo pois meu erros me trouxeram para onde estou hoje. A vida é simples, nossas necessidades são pequenas, mas nossa vaidade e insegurança é que são grandes e caras. Abraços!!

    • Leandro Ávila 21 de junho de 2017 at 12:23 - Reply

      Oi Camila. Não tenha vergonha. Tudo faz parte do processo de crescimento. Seus erros forma importantes. A vida realmente é simples, o ser humano é o único que domina a arte de complicar as coisas.

  59. Ivia 21 de junho de 2017 at 11:51 - Reply

    Amei o artigo! Certamente veio no melhor momento pra mim! Há 1 ano que leio seus artigos, mesmo poupando e começando a investir cometi um grande erro que tô pagando , comprei carro e deu problema nos primeiros 2 meses, consertar 5000 reais! Quero vender logo ! Obrigada por todos seus ensinamentos! Tenho 31 e sei que nunca é tarde! Para aprender e mudar !

  60. Bruno Abreu 21 de junho de 2017 at 12:02 - Reply

    Leandro, Acompanho o CdP desde o início e é a primeira vez que comento.
    Primeiramente parabéns pelo site e pela criação do Transcendência Financeira, são artigos simplesmente sensacionais.
    Estou com 26 anos e vc conseguiu colocar o meu pensamento em formato de artigo. Vejo muitos amigos que estão próximos dos 30 anos cometendo esses erros e não adianta alerta-los, mudar essa forma de pensamento, tão enraizada é muito difícil.
    Abraços.

    • Leandro Ávila 21 de junho de 2017 at 12:35 - Reply

      Oi Bruno, é muito difícil. Uma vez perguntaram para o filosofo Sócrates (um dos maiores filósofos gregos que viveu no século V a.C.) se ele conseguiria transformar uma pessoa comum em uma pessoa sábia se a amarrassem em uma cadeira e a colocassem para ouvir o Sócrates falando por muito tempo (várias horas ou dias). Sócrates respondeu que a sua mãe foi uma das melhores parteiras da cidade, mas nunca conseguiu fazer uma mulher dar à luz sem estar gravida. O mesmo vale para o mundo das ideias. Sócrates comparava o seu trabalho de educação ao papel de uma parteira. Uma parteira ajuda a nascer as crianças e Sócrates ajudava a nascer os conhecimentos das pessoas.

  61. Rodrigo Machado 21 de junho de 2017 at 12:03 - Reply

    Gosto dos seus arquivos pois constituem a mais pura verdade. Obrigado por nos abrir a mente!

  62. Sergio Rodrigues 21 de junho de 2017 at 12:04 - Reply

    Leandro. Talvez o artigo mais brilhante que você postou, dentre aqueles que eu li. Sempre tive a ideia exata de que um dia ficaria mais velho, para a vida e para o mercado de trabalho,e que teria de procurar efetuar algum tipo de poupança para o futuro e também para tempos de economia mais difíceis. Ainda, segundo uma teoria pessoal, entendo que até os 40 anos você deve tentar acumular ao máximo, pois depois dessa idade para a frente o desafio maior não é obter mais e sim manter o que você já conquistou.

    • Leandro Ávila 21 de junho de 2017 at 12:39 - Reply

      Oi Sergio. É desejável que depois dos 40 anos você possa trabalhar mais pelo prazer de trabalhar. É um objetivo que a maioria das pessoas gostariam de vivenciar. É o que estou seguindo. Faço esse trabalho de educação financeira com muito prazer. O curioso é que será justamente quando o dinheiro não for o seu foco que você fará o melhor trabalho. Por consequência, o retorno financeiro vai acabar acontecendo, caso sua atividade tenha alguma forma de ser remunerada.

  63. Adriano gomes 21 de junho de 2017 at 12:08 - Reply

    Bom demais esse artigo conheci o clube dos poupadores em 2013 graças a Deus desde 23 anos comecei a pensar diferente em questao de dinheiro no mes de setembro faz 16 anos q vivo aq nos Estados unidos oq tenho como esperiencia sobre todos esses anos e q muitos q vieram comigo amigos proximos estao aq ate hoje enquanto compravao carro do ano eu comprava lote no brasil construindo d vagar meus apartamentos ou melhor minha aposentadoria hoje olho p alguns deles continuao igual a 16 anos atras a 5 anos atras vi um deles compra um carro d 40 mil dolares deu 10 mil dolares d entrada com as famosa suaves prestaçoes a 2 meses atras entregou o carro faltado 9 mil em prestaçoes ,perdeu 31 mil dolares por um carro q so ficava na garage era usado so aos sabados esses gastos forao so em prestaçao nao contem com seguro gasolina e outros gastos penso q se somado o prejuizo d 5 anos foi uns 50 mil dolares enfim carro e o pior destruiçao d seu patrimonio ..

    • Leandro Ávila 21 de junho de 2017 at 12:42 - Reply

      Oi Adriano. Essas compras sem planejamento, especialmente as que envolvem bens caros como carro, acabam destruindo a qualidade de vida das pessoas. Elas jogam fora uma parte da renda que será gasta com juros e taxas. É dinheiro que poderia ser utilizado de uma forma mais inteligente e proveitosa.

  64. Renato 21 de junho de 2017 at 12:14 - Reply

    Ótimo texto, Leandro. Ontem eu tinha 30 anos e de repente acordei com 38. Realmente, o tempo nessa fase da vida passa depressa demais. Eu tive sorte de não cometer a maioria dos erros citados, mas mesmo assim a dor de ver o tempo passar e de sentir tudo o que ele leva de você é inconsolável. Ter disciplina financeira é importante, ser previdente é fundamental para uma velhice digna, mas viver intensamente é o mais importante é quando aprendemos isso concluímos que o dinheiro vale muito pouco. Grande abraço.

    • Leandro Ávila 21 de junho de 2017 at 12:44 - Reply

      Oi Renato. Para o tempo só temos a opção de gastar. Já o dinheiro você pode gastar, poupar, investir e ganhar mais. O valioso é o tempo. O dinheiro que ganhamos custou tempo e esse tempo não volta. É por esse motivo que devemos tomar decisões conscientes e inteligentes com o nosso dinheiro, pois ele simboliza uma parte da nossa vida que não retorna mais.

  65. Isac 21 de junho de 2017 at 12:25 - Reply

    Olá Leandro, muito obrigado por compartilhar teus conhecimentos. Sempre me pergunto se estou no caminho certo, pois tenho 27 anos e não tenho carro e nem apartamento. Porém, tenho minhas reservas econômicas e como sou formado em música praticamente trabalho como autônomo. Escolhi fazer o que gosto e o caminho não é fácil, mas acredito que em um futuro próximo, com o planejamento que fiz, terei uma boa reserva para desfrutar cada vez mais do meu trabalho. Grande abraço

    • Leandro Ávila 21 de junho de 2017 at 12:47 - Reply

      Oi Isac. Tem gente que odeia o emprego que tem e o trabalho que realiza. Fazem isso por dinheiro. Odeiam tanto o que fazem que usam as coisas que o dinheiro pode comprar como “prêmios de consolação”. Se você gosta do seu trabalho, isso é a uma grande riqueza.

  66. Matheus 21 de junho de 2017 at 12:27 - Reply

    Excelente!!

  67. Paulo Sacco 21 de junho de 2017 at 12:39 - Reply

    Falou muito, rsrsrs, mas, falou bonito. Valeu Leandro.

  68. Gilberto Rig. 21 de junho de 2017 at 12:46 - Reply

    Eu costumo ler não apenas seus artigos como também os comentários, e vejo que nas suas respostas também há lições a serem tiradas. Parabéns.

    • Leandro Ávila 21 de junho de 2017 at 12:48 - Reply

      Oi Gilberto. Os comentários são uma continuação do artigo.

  69. fabio 21 de junho de 2017 at 12:48 - Reply

    Leandro parabéns pelo artigo. A moçada precisa urgente cair na realidade e começar ter uma vida financeira pensar no futuro. Eu graças a Deus comecei meio que tarde com 23 anos mas comecei e hoje já comecei ver frutos de esforço. Valeu Leandro pelas diacs !!!

    • Leandro Ávila 21 de junho de 2017 at 12:48 - Reply

      Oi Fábio. Você começou no tempo certo, que é o seu tempo. Parabéns!

  70. Davi Holanda 21 de junho de 2017 at 13:15 - Reply

    Seus artigos são excelentes e assino a newsletter já há um bom tempo.

    Durante toda minha vida nunca cometi os erros citados neste post e no entanto passei por vários apertos.
    Posso com certeza afirmar que o motivo foi: “uso constante de cartão de crédito e cheque especial”. Creio que esse seria um tópico interessante à acrescentar ao seu post.

    Hoje estou “liberto” dessa “prisão”, mas isso me custou muitas dificuldades financeiras e atrasou minha evolução no tempo.
    Como estou um pouco acima da idade citada no texto, sugiro que os que estão nessa faixa tenham muito cuidado com o tópico que citei, por experiência própria sei o quanto me custou.

    Abraços e parabéns pelos artigos!

    • Leandro Ávila 21 de junho de 2017 at 14:24 - Reply

      Oi Davi, o uso desregrado do Cartão de Crédito e do Cheque é um grande atraso de vida. Obrigado por lembrar.

  71. Rodolfo Rosseto 21 de junho de 2017 at 13:20 - Reply

    Excelente artigo, está de parabéns como sempre. Muitos tapas em minha própria cara (risos)

  72. Lidiane Duarte 21 de junho de 2017 at 13:26 - Reply

    Dicas excelentes!!!!!!!!! Adorei! Parabéns e sucesso!!!!!

  73. Mario 21 de junho de 2017 at 13:49 - Reply

    excelente texto Leandro, vou compartilhar com amigos e parentes.

  74. Isabel 21 de junho de 2017 at 13:57 - Reply

    Excelente artigo!

  75. Diego 21 de junho de 2017 at 13:58 - Reply

    Ola, primieiramente parabens pelo belo trablaho de educação financeira….
    Sempre fui poupador (comecei a ter atividade remunerada aos 14 anos) habito que aprendi por osmose com minha mae. Ao longo da vida sempre passei por empregos que pagavam na faixa de 3,4,5 salarios minimos e apenas ha uns 5 anos que estou em um que me paga cerca de 8 salarios.
    Hj tenho 34 anos cerca de 1 milhao e cem mil em ativos (geradores de renda) e uma casa 3/4 propria quitada . O meu maior problema atual é ter que aguentar a enchecao de saco dos parentes/colegas por conta do meu corsinha 2008…hahaha… Só escrevi minha trajetoria para dizer que é possivel SIM acumular um patrimonio mesmo ganhando pouco, basta ter disciplina, se afastar da matrix que estao inseridos mais que 90% da população… e deixe os juros compostos fazer seu trabalho, abraços.

    • Leandro Ávila 21 de junho de 2017 at 14:34 - Reply

      Oi Diego. Parabéns! Obrigado por compartilhar. Vou deixar uma figura sobre o as críticas relacionadas ao carro.

  76. felipe 21 de junho de 2017 at 14:18 - Reply

    Parabéns pelo artigo. Muito bom!

  77. Eduardo 21 de junho de 2017 at 14:21 - Reply

    Sensacional o artigo.
    Gostei ainda mais do tom sarcástico em algumas passagens, rs.
    Parabéns.

  78. Basílio 21 de junho de 2017 at 14:46 - Reply

    Leandro, creio que de todos os artigos que publicou, na minha visão, este foi um dos melhores. Parabéns!! Direto aos pontos, sem rodeios. O mundo do dinheiro não tolera meias verdades. Mostrar essas características do mundo do dinheiro para as pessoas é sensacional! Continue Leandro.

  79. Fábio Souza 21 de junho de 2017 at 14:59 - Reply

    Adorei o artigo, principalmente da parte que fala a respeito dos filhos. A idéia do artigo confirmou aquilo que eu já tinha em mente…que o mais importante é você dar atenção aos seus filhos e se preocupar em dar a melhor educação possível em todos os aspectos. Minha filha possui 4 anos e faço questão de dedicar o máximo do meu tempo para ela pois bem sei que isso é um investimento e não um fardo.

    • Leandro Ávila 21 de junho de 2017 at 15:59 - Reply

      Oi Fábio, certamente essa é a melhor herança que você pode deixar.

  80. Rita Ferreira 21 de junho de 2017 at 15:01 - Reply

    Oi, Leandro! Adorei o seu artigo. Paraceu-me um deja vu. Casei-me numa capela modesta porque a igreja estava em reforma. O padre até se surpreendeu comigo e o meu noivo por não nos importarmos. Não houve festa, nem vestido de noiva, nem almoço e bolo. Fizemos uma pequena viagem depois, porque tínhamos compromisso em pagar a loja de material de construção. Na volta da viagem entramos na nossa casa. Quanto a carros até hoje só adquiri seminovos que utilizei por 5 anos ou mais. Não vejo necessidade de gastar valores altíssimos em um veículo zero. A minha única extravagância de que não abro mão são minhas viagens, mas estas são muito bem pensadas e eu economizo para viajar. Este mês completo 40 e como optei por não ter filhos minha preocupação agora é com a aposentadoria. Um abraço.

    • Leandro Ávila 21 de junho de 2017 at 16:32 - Reply

      Oi Rita. As pessoas podem tudo se fizeram de forma planejada e consciente, sem sabotar o próprio futuro, sem mergulhar em problemas financeiros por passos maiores que as pernas. Muitas vezes as pessoas deixam de fazer o que gostam, que no seu caso seria viajar, para gastar com coisas que não são tão importantes para elas.

  81. Geovane Paulo Hoelscher 21 de junho de 2017 at 15:34 - Reply

    Mais uma vez, agradeço pelo excelente aprendizado.

  82. Silvio Santos 21 de junho de 2017 at 15:39 - Reply

    Que artigo sensacional ! Principalmente a parte do carro, apartamento, festa de casamento e filho luxuoso! Sai mais barato mesmo pagar um psicólogo do que fazer uma festa de casamento extravagante. Não tem motivo! Isso é só pra inflar o ego da pessoa e se exibir nas redes sociais. Filhos são a mesma coisa! Hoje em dia vejo essa cultura de “endeusar” as crianças, porra! Não fui criado assim, na minha época tínhamos o mínimo possível, e nos divertíamos muito mais. Me diz uma coisa PRA QUÊ fazer festa de aniversário de 1 ano em buffet caro sendo que a criança NÃO VAI SE LEMBRAR! Esses pais são ridículos, vivem atolados em dívidas porque são idiotas, ninguém precisa disso pra ser feliz. Ser feliz na minha opinião é ter uma reserva significativa de dinheiro e não passar necessidades em momentos de crise, ter paz e tranquilidade na sua vida sabendo que tem recursos suficientes pra não passar necessidade por anos a fio.

    • Leandro Ávila 21 de junho de 2017 at 16:41 - Reply

      Oi Silvio. Felicidade está muito ligada com a liberdade de fazer o que você gosta. Infelicidade está muito ligada a fazer aquilo que os outros gostariam que você faça. As pessoas esperam que você faça grandes festas, dentro de grandes casas, vestindo grandes roupas, dentro de grandes carros, etc. Se você é ainda é pequeno e tenta levar uma vida que não cabe no seu orçamento, você terá uma vida com pouca liberdade, cheia de privações.

  83. Murilo 21 de junho de 2017 at 15:44 - Reply

    Como queria ter conhecido esse blog a uns 5 anos atrás, tenho certeza que não estaria trabalhando só para pagar dívidas. Obrigado pelos artigos

  84. Glaucia 21 de junho de 2017 at 15:48 - Reply

    Oi Leandro! Tudo bem?

    Só passei para agradecer os artigos, os books e livros que abriram meus olhos.Estou coladinha nas suas publicações a 4 anos e só tenho crescido, crescido e muito grata. Abraços!!!

  85. Marcelo 21 de junho de 2017 at 15:53 - Reply

    Oi Leandro, parabéns pelo artigo. Você tem a capacidade de escrever temas complexos com uma linguagem simples. Isso é demais.
    Atualmente entrei nessa faixa. Tenho 30 anos e aproximadamente uns 210k. Minha trajetória é longa mas com disciplina chegarei lá.
    Sempre fui “pião” ganhando pouco, porém com inteligência estou aprendendo a lidar com dinheiro e principalmente saber como gastá-lo.
    Colocaria mais um erro ai. Comprar coisas novas. Eu por exemplo, antes de comprar algo novo procuro algo semi novo. Carro, eletrônicos, até roupas (porque não?).
    Se planejando consegue fazer ótimos negócios assim. “Se você tem dinheiro, você que faz o preço”, claro utilizando o bom senso.
    Um abraço!

  86. Amadeu H. Ourique 21 de junho de 2017 at 16:23 - Reply

    Leandro, tenho 22 anos e percebo que não estou cometendo bobagens financeiras, muito graças a estes ensinamentos que você passa aqui no Clube. Consigo poupar grande parte do meu salário para conquistar um objetivo após o término da faculdade. É incrível estes relatos de pessoas que você conhece, pois me parece que elas não respeitam o próprio valor do trabalho, comprometendo sua saúde financeira por bons anos. Seu trabalho de fazer as pessoas terem inteligência com as finanças pessoais é louvável, e pode ter certeza que comigo, nunca precisarei ser reeducado, pois estou sendo educado desde o princípio! No próximo mês pretendo entrar ao clube de acesso restrito. Abraços.

    • Leandro Ávila 21 de junho de 2017 at 16:44 - Reply

      Parabéns Amadeu! Você é jovem e ainda vai colher muitos frutos positivos por dedicar seu tempo buscando esse tipo de conhecimento.

  87. Lucas 21 de junho de 2017 at 16:41 - Reply

    Agradeço enormemente de estar com 19 e poder ler artigos como esses. tenho certeza que estou indo na contra-mão de meus pais e demais da sociedade no que tange a sua relação com o dinheiro! Agradeço e muito por você e seus artigos.

    • Leandro Ávila 21 de junho de 2017 at 16:45 - Reply

      Parabéns Lucas. O fato de ser muito jovem garante uma enorme vantagem. Você tem bastante tempo pela frente para tirar proveito desse tipo de conhecimento.

  88. Fernanda 21 de junho de 2017 at 17:32 - Reply

    Oi Leandro, primeiramente amei seu texto, sempre o acompanho, mas de longe esse foi o mais inspirador, acredito que seja pq ele sai um pouco da área de exatas e trata um pouco de humanas. Aos 20 anos eu me via em uma situação financeira bem ruim, não por dívidas, mas sim por ter um salário muito baixo e isso me fez buscar alternativas onde eu pudesse melhorar meu salário; escolhi a profissão de comissária de bordo, atuo a 10 anos na profissão, realmente passei a ganhar 10x mais do que eu ganhava, mas a falta de conhecimento financeiro me atingiu… eu troquei o salário baixo sem dívida, por um alto salário com dívidas… (cartão, empréstimo, desejo imediato 20 anos…..) hoje com 30, olho para trás e vejo qto tempo tempo passou e como desperdicei esse tempo, vi que a profissão era rentável, mas sem crescimento na área, sempre a mesma rotina, a mesma distância dos meus familiares e o mesmo salário, ou seja, claramente a escolha da profissão não foi vista como um investimento e sim retorno a curto prazo. Hoje tento encontrar alternativas pra me enquadrar fora da profissão ( pois estou cansada) e sem plano de carreira, porém presa ao fato de precisar muito do salário que recebo. Sinto que qto mais permaneço nessa profissão, mais tempo eu perco…. porém com a atual crise do país, eu que nem o ensino superior conclui, sinto medo….. melhorei muito meus hábitos ruins e tenho buscado ver tudo isso como aprendizado.

    • Leandro Ávila 22 de junho de 2017 at 7:14 - Reply

      Oi Fernanda. O fato de você estar consciente de tudo isso deixa você em uma situação vantajosa. Continue alimentando sua mente de informações, faça reflexões, prepare um plano e comece a agir. Você está no controle.

  89. Dalton 21 de junho de 2017 at 18:01 - Reply

    Obrigado Leandro por mais um excelente artigo!!

    Confesso que é a primeira vez que faço um comentário aos seus artigos, mas este é por vários anteriores e há muitos posteriores. Gostaria de parabenizar seu trabalho e dizer que consegui resultados com seus conselhos, mudei muito a minha postura e tem refletido muito na postura dos que estão muito próximos de mim, tudo isso tem me ajudado muito a recuperar a minha situação financeira depois de uma crise pessoal, que por ora gerada por principalmente em ajudar outras pessoas com dinheiro, porém lembro-me muito bem de outros artigos que você também orienta nesse sentido. Parabéns a você e aos leitores que deixam seus comentários com exemplos que enriquece muito tudo isso!!

    Abraços

    • Leandro Ávila 22 de junho de 2017 at 7:16 - Reply

      Oi Dalton. Obrigado por compartilhar conosco. Isso motiva outros leitores a seguirem o seu caminho de buscar mais conhecimento.

  90. Luciana 21 de junho de 2017 at 18:03 - Reply

    Acho que já leio tanto seu blog que eu penso exatamente assim em todos os quesitos apresentados. 😀
    Com exceção do número 2, fazer escolhas na vida profissional ainda é bem difícil, principalmente nesse país que a gente não tem muita ideia do que vai virar…

    • Leandro Ávila 22 de junho de 2017 at 7:17 - Reply

      Oi Luciana. Fazer escolhas na área profissional é fundamental e uma vida financeira equilibrada, controlada, oferece mais segurança e liberdade para fazer essas escolhas. Quando falamos em maior independência financeira estamos falando em maior liberdade para tomar decisões sobre o seu tempo e a sua capacidade de trabalho. Quem vive um salário depois do outro, sem reservas, sem planos, sem seus investimentos, não tem espaço para tomar decisões.

  91. Kao 21 de junho de 2017 at 18:15 - Reply

    Como sempre, artigo fantástico!!! Parabéns!!!

  92. Guilherme 21 de junho de 2017 at 18:20 - Reply

    Este foi um dos seus melhores artigos na minha opinião, Leandro. Parabéns! És o tipo de pessoa que adoraria conversar todos os dias se fosse de meu convívio.

    Pessoalmente, prefiro este tipo de tema aos mais técnicos (como de bolsa de valores por exemplo). Mas isso é apenas minha opinião. Penso que o maior problema dos brasileiros está na inteligência emocional, psicológica, e não tanto em questões técnicas. Por favor, entenda como crítica construtiva. Até porque vc é fantástico escrevendo artigos como o de hoje.

    Tenho 28 anos e já aprendi muito com seu site. Recentemente, adquiri o Livro dos Imóveis e estou ansioso para absorver esse conhecimento.

    Por experiência própria, sempre procureri aprender a partir dos erros dos outros. Além de ser menos doloroso, vc aprende a parte boa. Claro que ninguém passa por essa vida incólume de erros, e são eles que o fazem evoluir.

    Sucesso! Grande abraço!

    • Leandro Ávila 22 de junho de 2017 at 7:20 - Reply

      Oi Guilherme. Temos públicos em estágios diferentes de desenvolvimento na área financeira.

  93. Marcelo 21 de junho de 2017 at 20:48 - Reply

    Parabéns mais um artigo de qualidade, estou na casa dos 30, serviu de reflexão pra mim.

  94. Rodrigo 21 de junho de 2017 at 20:55 - Reply

    Olá Leandro, agradeço pelos artigos de altíssimo nível. Eu sempre fui econômico e planejador financeiramente mas depois que conheci o seu blog minha vida mudou. Vi que o que apesar de estar correndo contra a correnteza em relação às pessoas ao meu redor eu estou no caminho certo. Esse artigo me ajudou a perceber que estou fazendo o certo ao me especializar ( residencia) como médico. Muitas vezes ficava muito triste por estar ganhando menos da metade do que poderia ganhar trabalhando fora entretanto o meu trabalho sera muito mais bem valorizado no futuro. Com a residência espero no futuro conseguir diminuir o meu trabalho mantendo uma boa renda. Um dos meus sonhos e poder trabalhar apenas por prazer, sem pensar no dinheiro. Deve ser muito gratificante fazer o bem pelo bem.Estou longe ainda dá independência financeira mas se Deus quiser chegarei lá.

    Um grande abraço

    Rodrigo

    • Leandro Ávila 22 de junho de 2017 at 7:23 - Reply

      Oi Rodrigo. Certamente é muito gratificante. Trabalhar sem pensar no dinheiro não significa necessariamente que você não ganhará dinheiro, mas quando o foco não está só no dinheiro a qualidade do trabalho aumenta e você percebe que dinheiro é consequência. Ele é o meio, não é o fim.

      • Joanatan 22 de junho de 2017 at 18:48 - Reply

        Parabéns Leandro.
        Você Ja está preparando algum livro novo?

        • Leandro Ávila 22 de junho de 2017 at 22:45 - Reply

          Sim Joanatan, a série de 3 livros deve virar 4 até o final do ano.

  95. Murilo Juan 21 de junho de 2017 at 21:14 - Reply

    Leandro você realmente é um exemplo, acabei de conversar com minha mãe sobre mudar de emprego até que li esse post e você diz “Existem oportunidades de trabalho que pagam mais e não oferecem perspectivas de crescimento futuro. Considere a sua vida profissional como um investimento. Existem atividades que podem gerar uma renda maior no curto prazo, mas que podem comprometer o seu futuro profissional.” Estou em uma grande empresa porém não tenho os melhores salários, mas sei que futuramente ali vou me dar muito bem. Obrigado pelo grande conselho

    • Leandro Ávila 22 de junho de 2017 at 7:25 - Reply

      Oi Murilo. Você tem tempo e precisa tomar uma decisão sobre onde vai investir o seu tempo para obter o melhor retorno. Devemos entender um emprego como um investimento. Você está investindo tempo em troca de dinheiro. Se o emprego é um investimento de tempo, você tem que avaliar a qualidade desse investimento constantemente.

  96. Daniela Felix 21 de junho de 2017 at 21:38 - Reply

    Oi Leandro. Infelizmente me deparei com o erro 3. Tenho 38 anos e dediquei tempo e dinheiro aos estudos e hj trabalho como funcionária pública do Estado de SP na área da Educação. Minhas formações não condizem com o tipo de função que exerço. Hj lendo este artigo pensei em todo o tempo que perdi.
    Mas agora é bola pra frente e fazer o melhor dentro da minha realidade.
    Parabéns pelos seus artigos. São esclarecedores e inspiradores.

    • Leandro Ávila 22 de junho de 2017 at 7:26 - Reply

      Oi Daniela. Acho que é bem comum as pessoas dedicarem muito tempo em uma formação acadêmica para depois iniciarem em uma atividade que não tem relação nenhuma com o que estudaram.

  97. Paulo Cesar 21 de junho de 2017 at 22:19 - Reply

    Caro professor Leandro, mais um excelente texto! Parabéns!! Que tal bolar também um artigo direcionado àqueles que, assim como eu, ainda perseguem a independência financeira, mesmo já estando na faixa etária dos “enta” (quarenta, cinquenta…)???!! Estarei aguardando ansiosamente!

    • Leandro Ávila 22 de junho de 2017 at 7:30 - Reply

      Oi Paulo. A receita é simples: gastar mais, poupar mais e investir melhor aquilo que poupou. Só que precisa fazer tudo isso com excelência e ao mesmo tempo. Para chegar nesse nível de excelência é necessário desenvolver todas as habilidades, virtudes e conhecimentos necessários para ganhar mais, poupar mais e investir melhor. É esse tipo de conteúdo que divulgo em cada artigo publicado aqui no Clube e no site Transcendência Financeira e nos meus livros sobre investimento. É questão de dedicar tempo estudando e depois energia para por em prática.

  98. Wellington 22 de junho de 2017 at 0:11 - Reply

    Leandro, novamente excelente, obrigado. Estou beirando os 30 e vou casar esse ano ainda. É incrível a cobrança que sofro de amigos e familiares para ter casa própria, mesmo ao custo de um longo financiamento. Hoje moro sozinho em um pequeno apartamento (pequeno mesmo) e pago aluguel por ele. Minha noiva topou morar nele após o casamento de boa, o aluguel é barato é o apartamento é bem localizado. Atualmente vou trabalhar a pé, almoço em casa todo dia, não pego trânsito (o mesmo vai valer para minha futura esposa após o casamento). O que economizo com gasolina, estacionamento, seguro do
    carro (usar o carro para ir ao trabalho deixa o seguro mais caro) e alimentação ja paga com sobra o meu aluguel. Ganho um salário razoável, e consigo investir mensalmente a metade do que ganho. Mesmo explicando e mostrando o impacto positivo que isso (pequeno sacrifício hoje) vai fazer nas minhas finanças daqui a alguns anos, as pessoas continuam achando que estou errado, que tenho que financiar pois estarei pagando algo que será meu. As vezes acho que sou de outro planeta, doido, sei lá.. parece que penso diferente de praticamente todos que conheço. Pra mim é muito óbvio que nessas circunstâncias é muito mais vantajoso continuar no aluguel. Enfim, sou grato por ter essa consciência relativamente cedo. Abraço!

    • Leandro Ávila 22 de junho de 2017 at 7:33 - Reply

      Oi Wellington. Pare de perder tempo e energia explicando para as pessoas o impacto positivo do seu sacrifício. Eu escrevi um artigo sobre essa questão de ser visto como “anormal” pelas pessoas que se acham “normais”, leia aqui.

  99. Diego Real 22 de junho de 2017 at 0:56 - Reply

    Ótimo artigo. Estou com 28 anos e sou exatamente a pessoa que você descreve. Poupo, invisto, me contenho. Planejo o futuro. Sempre deu certo isso. Às vezes é chato ver meus colegas (Servidores Públicos Federais da mesma instituição) com carros de 100 mil e comprando apartamentos de 200 mil. Isso tudo no mesmo ano, pessoas que ganham o mesmo salário que eu. Ainda recebem aqueles comentários “Que carrão, que padrão de vida”. Felizmente, nem se eu quisesse eu conseguiria me endividar dessa forma, ainda mais depois do tanto que venho estudando e aprendendo nos últimos tempos.

    Certa vez um aluno me disse “Não conheço ninguém que estudou que realmente tenha bastante dinheiro”. Outro me disse “Mas meu financiamento de imóvel, mesmo que por 35 anos, é o mesmo preço de um aluguel. Nenhum governo jamais fez isso pelo povo”. Sim é a história de quebrar a perna e fornecer a cadeira de rodas…

    Fico muito triste em ouvir tais coisas, as pessoas acham que ser rico, no Brasil, é possuir um carro bacana ou uma casa bonita. Infelizmente, conhecimento não é muito valorizado, segurança, confiança e valor não são conceitos presentes no dia a dia do povo.

    • Leandro Ávila 22 de junho de 2017 at 7:36 - Reply

      Oi Diego, o país está passando por essas dificuldades graças a esse modelo mental que existe na cabeça da população. Somos um país de miseráveis que gastam tudo que ganham para manter uma ilusão de riqueza que não existe.

  100. André L. Martin 22 de junho de 2017 at 5:46 - Reply

    Artigo brilhante!

  101. Bruno Alves 22 de junho de 2017 at 7:56 - Reply

    Muito bom o artigo, mas achei ele muito pessimista, acredito sim que investir em algum negócio de muito risco é para jovens que tem muita energia e tempo, porém dizer que depois dos 30 você não vai ganhar mais dinheiro do que ganha atualmente é uma grande mentira, não estamos mortos depois dos 30, as pessoas tem o habito de ficar enaltecendo a juventude como se ela fosse a única parte dá vida que importa, e não é verdade, após os 30 quero ampliar minha renda, abrir um negócio próprio e continuar trabalhando em empresas privadas, tenho amigos que fizeram o mesmo e se deram bem. Mas é bom ler um artigo ou outro do clube dos poupadores. Valeu!

    • Leandro Ávila 22 de junho de 2017 at 8:28 - Reply

      Oi Bruno, não falei que depois dos 30 você não vai ganhar dinheiro. Falei que é na casa dos 30 (entre 30 e 40) que as pessoas tendem a gastar tudo que ganha, e até mais do que ganham através das dívidas, e isso acaba gerando problemas depois dos 40, 50, etc. É um erro acreditar que quando se é jovem devemos gastar tudo que ganhamos pela crença de que no futuro a renda será maior, as oportunidades serão maiores, etc. O futuro será apenas uma consequência do que você andou plantando no presente.

  102. Tiago 22 de junho de 2017 at 8:17 - Reply

    Agradeço a Deus por ter lido isso com 27 anos… O que mais vejo é gente se atolando em dívidas por causa do casamento, do primeiro filho, etc… Não pretendo cair nessa… Seus artigos são um achado. TODOS! Parabéns. Muitas vezes você diz o óbvio, mas é no óbvio que a gente peca, que a gente erra e se engana.

    • Leandro Ávila 22 de junho de 2017 at 8:24 - Reply

      Obrigado Tiago. O óbvio é a parte mais difícil de fazer.

  103. RAFAEL LINS DE SOUZA 22 de junho de 2017 at 8:21 - Reply

    Cara! Seus artigos são excelentes, com frequência deixo a sugestão de leitura deles para os meus queridos, mas esse artigo em especial você foi FENOMENAL! Muito bom msm! Parabéns!

  104. Jeovan santos 22 de junho de 2017 at 8:45 - Reply

    Leandro, bom dia!

    Muito verdadeira e construtiva, amei! 👏👏👏👏.Geralmente só “paramos” para observar isso quando chegamos a uma certa idade, onde não temos mais condição psicológica e nem financeira para chegar a certo patamar. Mensagens como as suas enriquece o nosso modo de avaliar a nossa vida.
    Muito obrigado pelo despertamento, pois para mim foi muito válido, pois ainda há tempo de se avaliar.

  105. Tiago Xavier 22 de junho de 2017 at 10:03 - Reply

    Olá Leandro,

    Muito bom o arquivo.

    Tudo que foi citado no arquivo é mais do que verdadeiro,
    infelizmente as pessoas se iludem com festas, apartamentos novos
    na planta, carro do ano. Isso tudo é perigoso quando não tem programação, preparação.
    Assuntos sobre finanças tem que ser o principal dentro do âmbito familiar, pois,
    família endividada é o caminho para as coisas ruim.
    O melhor presente que os pais pode dar para um filho é ensinamentos.

    Sucesso sempre.

  106. Karen Sayuri 22 de junho de 2017 at 10:16 - Reply

    Olá, Leandro! Este artigo deu um “clic” na cabeça de muita gente, pelo que li dos comentários. Acredito que se as pessoas fossem mais conscientes e focadas no que querem para seu futuro, cometeriam menos erros. Criando um bom planejamento, definindo prioridades, buscando objetivos a curto e longo prazo, dá para trocar os sonhos por realidade. Pequenos passos por vez e chegamos longe.
    Parabéns pelo artigo! Para ser lido e relido muitas vezes.

    • Leandro Ávila 22 de junho de 2017 at 15:24 - Reply

      Obrigado Karen. As pessoas não sabem o que querem e sem um objetivo não é possível planejar nada, priorizar nada, qualquer caminho acaba servindo.

  107. Ewerton 22 de junho de 2017 at 10:23 - Reply

    Olá Leandro, como sempre excepcional o texto, sempre busquei olhar além, mas faltava instrução e direcionamento, depois dos 30 anos busquei e busco aprender a cada dia, sempre com o objetivo de viver melhor e deixar o consumismo e a superficialidade de lado e dando importância ao que realmente valha a pena, parabéns por nos proporcionar tão valiosas dicas de vida e por dedicar tempo e sabedoria a próximo, abraço.

    • Leandro Ávila 22 de junho de 2017 at 15:24 - Reply

      Oi Ewerton. Parabéns por buscar aprender cada vez mais.

  108. Edson 22 de junho de 2017 at 10:34 - Reply

    Leandro, bom dia!
    Com a expertise de sempre, você nos ofereceu um belíssimo leque de reflexões e de “opções”! Parabéns!
    Aproveitar para agradecer pelo seu material, que não se limita à visão financeira, que sempre agrega um conhecimento que pode ser útil em qualquer área de nossa vida e a qualquer tempo. Gostei de sua abordagem acerca do tacape do homem moderno: o carro, o “seu” símbolo de conquista…
    Edson.

    • Leandro Ávila 22 de junho de 2017 at 15:27 - Reply

      Oi Edson. Os alces usam os chifres para demonstrar poder no meio onde vivem. As pessoas usam os carros e os penduricalhos que o dinheiro pode comprar. Não existe problema em fazer isso. O problema é não entender a origem desse comportamento, é não ter consciência do que faz.

  109. Pablo 22 de junho de 2017 at 11:23 - Reply

    Olá Leandro!

    Excelente artigo mais uma vez, parabéns e obrigado!

    O carro realmente é um grande bueiro escoador de dinheiro. Eu mesmo já havia comentado aqui que trocaria de carro a cada dois anos(sempre usado), mas hoje me parece mesmo algo absurdo tanto pela rápida desvalorização quanto pela quantia necessária para poder trocar de carro.

    Tenho uma questão que me assola já há algum tempo: Meus investimentos tanto em Tesouro Direto e Renda fixa, caso eu morra antes de resgatá-los, para quem fica?

    tks

    Pablo

    • Leandro Ávila 22 de junho de 2017 at 15:32 - Reply

      Oi Pablo. Tudo que é seu fica para seus parentes. Quando as pessoas morrem as famílias vão até um cartório fazer um documento chamado inventário. Nesse documento fica determinado quem tem direito a receber o que é seu. O familiar usa esse documento para entrar em contato com o banco, corretora, registro de imóveis, detran e todos os órgãos necessários para transferir o que é seu para o nome dele.

  110. Louis 22 de junho de 2017 at 11:31 - Reply

    Lembro-me quando eu ainda tinha menos de 30 anos, meu pai me disse uma frase que ficou marcado na minha cabeça “Fique rico antes dos 40 anos”. Estou com quase 40, e acho que estou no caminho certo. Abraços.

  111. Adriano 22 de junho de 2017 at 12:57 - Reply

    “Os recursos são escassos mas os desejos humanos são infinitos”. Sábias palavras!

    • Leandro Ávila 22 de junho de 2017 at 15:33 - Reply

      Oi Adriano. Quem não sabe controlar os desejos, tem sérios problemas.

  112. Alexandre Giraldo 22 de junho de 2017 at 13:53 - Reply

    A clareza e minha identificação com seus artigos me faz ter a sensação de ter tomado um tapa na cara. Obrigado por sempre abrir nossos olhos e mentes! Tenha certeza que vc está construindo futuro e famílias melhores.

  113. Bruno Medeiros 22 de junho de 2017 at 15:05 - Reply

    Leandro,

    Parabéns pelo artigo! Poderia fazer um artigo para os mais jovens na faixa de 20 anos! Juntar dinheiro acho q nem é o problema pois muitos ainda moram com os pais, mas certas decisões são difíceis de serem tomadas.. comprar um apartamento dar uma grande entrada e parcelar por 15…20 anos – comprar uma casa um pouco mais afastada da cidade a vista, morar de aluguel próximo ao serviço…Quanto gastar com um casamento..É realmente complicado tomar algumas decisões que podem afetar a vida por vários anos!

    • Leandro Ávila 22 de junho de 2017 at 15:36 - Reply

      Oi Bruno. O jovem de 20 precisa investir na sua capacidade de servir, de produzir e entregar valor para a sociedade. Precisa adquirir os conhecimentos e habilidades necessárias para realizar um trabalho útil, valoroso e com excelência. Isso é investir na sua capacidade de gerar valor na vida das pessoas, nas empresas, etc. Você fará isso através da sua profissão. É através do retorno desse investimento que será feito na sua profissão que você fará os outros investimentos.

  114. Tiago Caldas 22 de junho de 2017 at 16:42 - Reply

    Essa relação Homem Dinheiro é um campo amplo de estudos, e você tem realizado um trabalho brilhante e feito a diferença no mundo.

    Seria LINDO se as pessoas percebessem que “os problemas financeiros” têm 90% de componente emocional/social e apenas 10% de problemas matemáticos/numéricos.

    Educação… só precisamos mesmo de educação.

    • Leandro Ávila 22 de junho de 2017 at 22:50 - Reply

      Oi Tiago. Isso é verdade. O grande problema é comportamental e cultural.

  115. Filipe 22 de junho de 2017 at 18:23 - Reply

    Boa noite Leandro…
    Tenho 30 anos e digo que hoje minha vida é outra graças a você! Encontrei seu blog há uns anos atrás e foi o que me fez acordar para a vida e enxergar as verdadeiras importâncias que existem! Sai de uma vida de gastos infindáveis, dívidas mensais, salário contado para pagar todas as contas sem sobrar sequer 10 reais no saldo da conta, vivendo sempre no limite ou até fora dele! Mas desde então, tudo mudou! Comprei seus livros e recomendo para todos meus amigos, que já compraram também. Hoje aprendi a poupar, dar importância para as relações afetivas com as pessoas que amo, priorizar aquilo que me faz bem, além de ter sede por mais conhecimento.
    Gostaria que você recebesse aqui o meu sentimento de gratidão, e enxergasse a importância do seu trabalho na vida das pessoas! Por favor, continue sendo sempre essa pessoa inteligente, dono de um grande coração, que já ajudou milhares de pessoas!
    Forte abraço!

    • Leandro Ávila 22 de junho de 2017 at 22:44 - Reply

      Oi Filipe. Obrigado por compartilhar aqui. Isso deve motivar outros leitores a seguirem o seu caminho. Você tem todo o mérito por ter dedicado seu tempo estudando, por ter buscado conhecimento, por ter investido em você. Eu apenas aponto o caminho que pode ser trilhado. Parabéns!

  116. George Santana 22 de junho de 2017 at 19:44 - Reply

    Olá Leandro,espero que esteja ótimo!Excelente esse artigo!
    Sou jovem,tenho 21 e acesso a essas informações valiosas.
    Fiz curso técnico,trabalho,poupo,invisto regularmente no tesouro e em mim.
    Tenho uma questão:Que conselho(s) você daria para um jovem que deseja ter seu espaço,sair de casa e investir nos seus sonhos de forma segura?
    Um Grande abraço mestre

    • Leandro Ávila 22 de junho de 2017 at 22:49 - Reply

      Oi George. O jovem precisa aprender a criar riquezas, entregar valor na sociedade. Você acabou de dizer que essas informações que temos aqui são valiosas. É nisso que o jovem precisa dedicar tempo e energia. Ele precisa adquirir conhecimentos, desenvolver habilidades e virtudes para produzir coisas valiosas para os outros, seja dentro de uma empresa ou em um negócio próprio. Esse é o primeiro e mais importante investimento. É do retorno do seu trabalho que você terá recursos para fazer outros tipos de investimento.

  117. Misael 22 de junho de 2017 at 22:56 - Reply

    Excelente artigo.

  118. Pedro Filho 22 de junho de 2017 at 22:57 - Reply

    Parabéns pelo Blog, matérias muito boas sobre educação financeira e investimentos!!!! desde de Novembro de 2016 quebrei os paradigmas de minha “des”educação financeira, e venho conhecendo essa nova realidade financeira na minha vida e busco todos dia despertar essa consciência a meus familiares. grandes conquistas venho conseguindo com este despertar!!! avante poupadores

  119. Victor Vaz 23 de junho de 2017 at 8:23 - Reply

    Maravilha de texto parabéns.

  120. Fabio 23 de junho de 2017 at 15:14 - Reply

    Mesmo antes de conscientemente ter um planejamento financeiro do meu orçamento, eu já questionava vários dos pontos que você mencionou acima. Por exemplo, eu me formei em 2009 e desde então não fiz nenhuma pós graduação, ao passo que grande parte dos meus amigos desesperadamente entraram em instituições de renome (lê-se caras) para teoricamente turbinarem seus currículos. Resultado? Temos a mesma faixa salarial.Muitas pessoas com o mesmo nível de cargo que eu têm uma dou duas pós, e ironicamente algumas ganham até menos que eu. Ao invés de ficar pagando pós graduação, há muitos anos eu invisto no aprendizado de idiomas (sou autodidata). Sou fluente em inglês, espanhol e tenho francês intermediário. Já morei fora do Brasil, adoro viajar (conheço diversos países) e prefiro investir em experiências à bens materiais, afinal sou um típico “millenial”. Faço tudo isso por prazer, e não por obrigação e nem para exclusivamente crescer profissionalmente.

    Ao invés de ostentar com carros, como alguns dos meus amigos fazem, ando de ônibus, trem e metrô em Sampa. Meus amigos gastam um absurdo anualmente com impostos, combustível, estacionamento, manutenção. Eu andor de transporte público e Uber, e todos os anos viajo para qualquer parte do mundo com a economia que faço. Aliás, todas minhas viagens são extremamente econômicas, pois me hospedo em hostels e como em restaurantes populares da região (nunca deixando de comer bem e o que eu tenho vontade).

    Ao invés de comprar roupas que nem cabem no meu guarda roupas, como já fiz no passado, as vezes até me surpreendo quando olho fotos antigas usando as mesmas camisetas nas férias dos dois últimos anos, afinal de contas elas estavam novas.

    Quando a propaganda da casa própria ainda encantava meus ouvidos, quase cheguei a financiar um apartamento na planta. Hoje vejo que não ter comprado foi a melhor escolha financeira que posso ter feito. Ao invés de ficar 30 anos pagando um imóveis que, caso eu deixe de pagar será tomado de mim, tento investir na minha independência financeira. Isso me ajuda a tomar decisões profissionais muito mais baseada nos meus objetivos do que no medo.

    Nossa sociedade é regida por um consumismo exacerbado, onde as pessoas são influenciadas a comprar coisas que não precisam, com o dinheiro que não têm, para impressionar pessoas que elas não gostam (autor desconhecido).

    • Leandro Ávila 26 de junho de 2017 at 7:08 - Reply

      Oi Fabio. Obrigado por compartilhar conosco. O importante é que cada um faça o que considera mais inteligente com seu próprio dinheiro, sem pre com consciência do que está fazendo. Por este motivo a reflexão é o início de tudo.

  121. Junior 23 de junho de 2017 at 15:58 - Reply

    Olá Leandro. Tenho 37 anos e ao longo dos meus 30 e poucos anos caminhei na direção contrária a todos esses conselhos até encontrar o Clube dos Poupadores: Hoje sou uma pessoa focada em eliminar minhas dívidas, consumir conscientemente e aproveitar a vida, sem contudo me afundar em limites e faturas de cartões. Como outros colegas disseram o maior responsável foi vocês. Obrigado!!! Gostaria de sugerir um texto como esse focado nos 40 anos.
    Mais uma vez obrigado mestre,
    abraços.

    • Leandro Ávila 26 de junho de 2017 at 7:00 - Reply

      Oi Junior. Parabéns por tomar essa decisão. Você está plantando algo que dará muitos frutos no futuro.

  122. Junior 23 de junho de 2017 at 15:59 - Reply

    *você

  123. Domingos 24 de junho de 2017 at 7:35 - Reply

    Bom dia Leandro!
    Comecei o dia bem….lendo seu artigo e crescendo mentalmente….para min artigos como esse são como tesouros….muito valiosos.
    Quem dera tivesse aplicado esses conselhos antes…minha vida seria melhor hoje.
    Obrigado!!!

  124. DANILLA MOLINA 24 de junho de 2017 at 9:54 - Reply

    Ola Leandro, você é uma pessoa engrandecedora, seus artigos demonstram tudo que as pessoas demoram uma vida para despertar, obrigada por dividir seus conhecimentos e sua visão da Vida. Um abraço.

  125. Laurence 24 de junho de 2017 at 11:34 - Reply

    Olá, bom dia!

    Leandro, você escreveu um artigo com uma crítica muito interessante sobre como o comportamento das pessoas (principalmente depois dos 30 anos) com o dinheiro e consumo de bens está longe da verdadeira independência financeira, o que acontece é o falso entendimento sobre o conceito de ser rico. Pegando as frases que você escreveu e que chamou minha atenção:

    carros:”eles só deveriam ser usados para ir e vir… ”

    educação:”Encare o tempo e o dinheiro que você gasta com educação como um investimento… ”

    filhos:”Não esconda o mundo do dinheiro do seu filho. Ele deve aprender como as coisas funcionam… ”

    Um abraço!!

    • Leandro Ávila 26 de junho de 2017 at 6:58 - Reply

      Oi Laurence, obrigado por compartilhar as frases que chamaram sua atenção.

  126. Andre 25 de junho de 2017 at 13:33 - Reply

    Olá Leandro
    Muito obrigado por compartilhar seus conhecimentos. Tem feito a diferença na minha vida.

  127. Marcos Arcanjo 25 de junho de 2017 at 16:44 - Reply

    Ótimo artigo!!!
    A visão do trabalho como investimento me tocou…
    Não havia avaliado dessa forma ainda minha profissão.

    Obrigado pelo ótimo trabalho e por estar a todo tempo nos iluminando dessa penumbra que a sociedade insiste em querer manter a maior parte de nós

    • Leandro Ávila 26 de junho de 2017 at 6:55 - Reply

      Oi Marcos. O trabalho é o investimento de tempo, ou seja, é onde você investe a sua vida. Todos os dias, muitos investem 8 ou 10 horas de suas próprias vidas em um trabalho sem compreender que esse é o seu maior investimento. Isso significa que muitos não encaram o trabalho com a seriedade, comprometimento e respeito que deveriam encarar.

  128. Agatha 25 de junho de 2017 at 18:04 - Reply

    Estava comentando com meu esposo- que o perfil do recém-casado determina muito o futuro dos mesmos. Gastou horrores com festa para os outros, vive de aparências, quer comprar casa e já começar a vida a dois endividado, arruma filhos sem ter uma grana guardada…?!
    Se esse caminho fosse de sucesso, nosso país não teria pouquíssimas pessoas bem-sucedidas, milionários.
    Fazer o que todo mundo faz é o caminho da mediocridade e do fracasso.
    Parabéns pelo conteúdo do blog !

    • Leandro Ávila 26 de junho de 2017 at 6:54 - Reply

      Oi Agatha. É exatamente isso. Copiar o modelo dos outros, vai levar até onde os outros estão nesse momento. A situação financeira da maioria dos brasileiros não é boa. Prosperidade não se faz com dívidas. Na verdade até faz, se você estiver do lado daquele que emprestou o dinheiro e não do lado da mesa onde estão os que pediram emprestado.

  129. Delmo 25 de junho de 2017 at 18:07 - Reply

    Olá Leandro. Ótimo artigo.
    Tenho 38 anos e já sofri varias tentações consumistas nos últimos anos. Algumas resisti, mas outras me dei ao luxo dentro de um planejamento financeiro. Agora, depois de passar por várias provações e ter construído bases financeiras, sempre me pergunto: como será após os 40?
    Se possível, sugiro esse tema para a próxima publicação.
    Abraços

    • Leandro Ávila 26 de junho de 2017 at 6:52 - Reply

      Oi Delmo. Eu completei 40 recentemente, por este motivo fiz uma reflexão sobre o que esperar depois dos 30 com base nas observações que fiz. Só devo escrever o artigo sobre os 40 quando completar 50.

  130. Adamir 25 de junho de 2017 at 18:27 - Reply

    Olá, Leandro!
    Meu nome é Adamir e estou acompanhando os seus artigos a pouco mais de 2 semanas. Estou gostando muito dos seus textos e temas, em especial este que fala sobre os piores erros financeiros depois dos 30, pois completei 30 anos recentemente. Ultimamente tenho pensado muito em comprar o meu primeiro carro, em me casar, ter filhos e fazer pós graduação. Este artigo foi muito importante pra mim, pois apresenta algumas dicas que eu ainda não tinha pensado. A pesar de eu já pensar nesses assuntos com cautela, essas informações serão valiosas e me ajudarão a planejar melhor a minha vida. Muito obrigado por contribuir com isso!

    • Leandro Ávila 26 de junho de 2017 at 6:51 - Reply

      Oi Adamir. Parabéns por refletir, o importante é fazer essa reflexão no contexto da sua vida. Lembre-se que eu não sei nada sobre sua vida e somente você pode avaliar o que pode ser útil ou não dentro do seu contexto.

  131. Clóvis 25 de junho de 2017 at 23:09 - Reply

    Oi, Leandro. Li alguns dos seus artigos e vejo que eles manifestam uma reflexão, mais do que financeira, espiritual, sobre os valores e o que pode conduzir a uma vida plena e melhor. Sua atenção a essas coisas é muito interessante. Saber conjugar uma inteligência financeira a uma inteligência espiritual/emocional é de suma importância. Ver os anos passarem e perceber que o que mais se fez é rentabilizar melhor o dinheiro é pobre e sem sentido.
    Queria sugerir que você utilizasse mais seu canal do Youtube para se comunicar com as pessoas que leem o que você escreve. Acho que você poderia levar uma reflexão interessante para mais pessoas.
    Parabéns pelo trabalho

    • Leandro Ávila 26 de junho de 2017 at 6:50 - Reply

      Oi Clóvis. Eu não acredito na desconexão entre desenvolvimento financeiro, profissional, intelectual, emocional e espiritual. Se uma coisa se desenvolver sem ter acompanhada pelas outras, você construirá um prédio sem fundações sólidas. Educação financeira que só fala de dinheiro é uma educação financeira deficiente.

  132. Guilherme Binati 26 de junho de 2017 at 0:58 - Reply

    Olá Leandro, tudo bem com você? Parabéns pelo belo trabalho de esclarecimento que você faz. Tenho certeza de que você está conseguindo cumprir tudo aquilo a que se programou. Quanto ao Princípio da Descrença que você utiliza no seu site, você poderia comentar um pouco sobre ele? De onde veio a inspiração ou ideia? Você já escreveu algum artigo específico sobre esse importante princípio? Vivemos em um mundo repleto de manipulações, “lavagens cerebrais” e dogmas dos mais diversos, tornando esse princípio importantíssimo. Mas infelizmente ele ainda é muito pouco conhecido e praticado.

    Um abraço.

    • Leandro Ávila 26 de junho de 2017 at 6:45 - Reply

      Oi Guilherme. O princípio da descrença poderia ser chamado de “princípio para o uso da razão”. Sem ele a filosofia e a ciência não teriam se desenvolvido. Se hoje sabemos que o mundo é redondo isso se deve ao fato de alguém ter duvidado que ele era quadrado ou plano. Você sempre terá duas opções: acreditar ou ter suas próprias experiências. Apenas duvidar é inútil, muitas vezes a pessoa não acredita em uma coisa por ter optado por acreditar em outra de forma passiva. O ideal é ter suas próprias experiências. Isso significa parar por alguns minutos e refletir, pesquisar mais, experimentar e tirar suas próprias conclusões. Isso é libertador. Vale para todas as áreas da vida. Na vida financeira e profissional o uso da razão é a base de tudo.

  133. Leandro Ávila 26 de junho de 2017 at 7:07 - Reply

    Para que você se sinta motivado a enviar o link para os seus amigos. Dessa forma eles vão visitar o site, conhecer o projeto, perceber que esse é apenas um de muitos artigos. Eles terão a oportunidade de acompanhar o projeto com frequência e com isso poderão transformar suas vidas. Cada artigo que escrevo é um convite para que as pessoas acompanhem o projeto inteiro. Se você simplesmente copiar o meu conteúdo em algum lugar vai impedir que isso ocorra da maneira eu, criador do conteúdo, quer que ocorra.

  134. Gonçalo 26 de junho de 2017 at 10:11 - Reply

    Obrigado e parabéns por mais um ótimo texto, Leandro!! Vai pro meu face!!! Creio que precisamos crescer espiritualmente também, na amizade com Jesus Cristo, Filho unigênito de Deus. Abraço!!!!!

  135. Luiz 26 de junho de 2017 at 13:03 - Reply

    Excelente texto, Leandro! Bastante significativo.

  136. Ana Lúcia 26 de junho de 2017 at 17:31 - Reply

    Excelente artigo! Vou compartilhar. Preciso convencer meu marido que será melhor vender o ágio do apartamento onde moramos, mas é financiado, que vendermos outro apartamento já quitado para quitação desse financiamento. O meu marido não aproveita a área de lazer do condomínio, que possui duas piscinas, quadras de esporte, academias, nem aceita, ainda, a ideia de que a melhor saída é a venda. Principalmente se existe a possibilidade de mudarmos de cidade (ou país) após a aposentadoria.

    • Leandro Ávila 27 de junho de 2017 at 17:12 - Reply

      Oi Ana. São questões que vocês devem colocar no papel e medir o peso de cada característica positiva e negativa das alternativas.

  137. Lenny 27 de junho de 2017 at 11:23 - Reply

    Cara eu penso muito como você e em reuniões entre amigos eu sou a “diferentona” … Muitos até me julgam de careta só por eu odiar pobres que adoram fazer festas só pra se exibir…..acho que encontrei o meu eu, lendo seus artigos. Agora eu seria suspeita a te elogiar de mente brilhante não é verdade? Te desejo sucesso em dobro.

    • Leandro Ávila 27 de junho de 2017 at 17:10 - Reply

      Obrigado Lenny. Preciso falar sobre a questão do ódio. As pessoas são apenas vítimas. Não faz muito sentido odiar alguém que é vítima de alguma forma de ignorância, especialmente pelo fato de que também ainda somos vítimas de muita coisa que ignoramos, coisas que ainda precisamos aprender e melhorar. Certamente existem pessoas que estão em patamares mais elevados que nós e não seria nada bom saber que eles nos odeiam.

  138. Marcelo 28 de junho de 2017 at 3:27 - Reply

    Leandro, seu trabalho é simplesmente S E N S A C I O N A L !

    Vida longa a você !

  139. Claudia 29 de junho de 2017 at 10:56 - Reply

    Ótimo artigo. Concordo totalmente com todos os itens. O que me chamou mais a atenção foi o item sobre os cursos. Pensava de maneira diferente e o artigo me fez ver o assunto de outra perspectiva.

    • Leandro Ávila 3 de julho de 2017 at 9:57 - Reply

      Oi Claudia. O investimento em conhecimento é fundamental. Você só precisa perceber que nem sempre o conhecimento oferecido no mundo acadêmico é o que você realmente está precisando para crescer profissionalmente. Muitas vezes um simples livro pode fazer uma enorme revolução na sua vida profissional, financeira e pessoal. Observe que tudo que você pode aprender em cursos formais estão em livros. Muitos livros são escritos por grandes autores, grandes pesquisadores, pessoas que passaram por experiências que você não passou. Não devemos focar tanto em títulos, a não ser que eles realmente tenham algum valor na profissão onde estamos. Devemos focar mais na busca por conhecimento e para isso existem muitas fontes.

  140. Belchior Lucas Santana 29 de junho de 2017 at 15:59 - Reply

    Muito bom, obrigado pelos seus artigos, desde que comecei a acompanhar o site minha saúde financeira saiu do coma já está até saindo do hospital!! Farei um buraco em cada par de sapatos que comprar assim jamais tirarei os pés do chão kkkkk abraço.

  141. Gabriela 29 de junho de 2017 at 17:26 - Reply

    Palavras sensacionais!! Amei!!! Nunca havia lido em um só texto tantas com reflexões sobre o futuro financeiro. Tudo que você escreveu a sociedade nos conduz a char que é o caminho certo, mas nunca acreditei nisso. Super me identifiquei com suas palavras

  142. Leandro 2 de julho de 2017 at 10:25 - Reply

    Otimo Artigo professor Leandro. Estou quase nos 30 e preocupado com minha vida financeira. Estou desempregado e tenho 20.000,00 aplicado no LCI do Banco do Brasil. Por favor professor preciso de um conselho, se existe um outro rendimento mais confiável, talvez em outro Banco? Tenho medo de tirar de banco maior e não conheço a procedência desses bancos menores. Até porque eu moro no interior. Por favor me ajuda!

    • Leandro Ávila 3 de julho de 2017 at 9:54 - Reply

      Oi Leandro. Parabéns por estar preocupado. Muita gente está em situação pior que a sua e sem nenhuma preocupação. Os 20 mil que você possui não podem fazer milagres em investimentos de outros bancos. Você pode até obter uma taxa maior, mas você não pode imobilizar esse dinheiro estando desempregado. O que você precisa fazer com urgência é buscar outra fonte de renda. Esse deve ser o seu maior investimento. Invista seu tempo em algo produtivo, encare seu trabalho como um investimento e o seu salário com o retorno do seu investimento. Esse valor que você tem no banco deve ser sua reserva de emergência.

  143. Willian Rech 4 de julho de 2017 at 2:23 - Reply

    Olá Leandro,

    Mais uma vez excelente post. Lendo os comentários me sinto ainda mais privilegiado em te conhecer aos 21 anos. Continue sempre com esse trabalho, seus textos são realmente ótimos, claros e simples de Ler.

    Grande Abraço

    • Leandro Ávila 31 de julho de 2017 at 14:53 - Reply

      Oi Willian, parabéns por ser jovem e dedicar seu tempo nesse tipo de leitura.

  144. Luciana da Silva 14 de julho de 2017 at 13:25 - Reply

    Oi Leandro. Parabéns pelo artigo. A leitura deste texto me fez lembrar os meus 27 anos de idade, quando saí de uma capital em fase de conclusão do mestrado e com o doutorado engatado para seguir carreira pública em uma cidade do interior……………..creio que foi uma das piores besteiras que fiz na vida, mas naquele momento só conseguia ver o dinheiro e a estabilidade. Hoje com 31, estou em outra cidade de médio porte também concursada e ganhando 500,00 a mais no salário………….ou seja, escolhi uma carreira que não há possibilidades de crescimento e não consigo voltar para carreira acadêmica………….e ter grades sonhos…. Obrigada pelos conselhos!!

    • Leandro Ávila 31 de julho de 2017 at 14:52 - Reply

      Oi Luciana. Obrigado por compartilhar. O que você contou mostra o impacto das decisões feitas só pelo dinheiro.

  145. André Moreira 14 de julho de 2017 at 20:42 - Reply

    Leandro, acompanho muito seu trabalho e aprendo muito com o blog, você me fez ficar preocupado agora com este artigo, tenho 33 anos e estou cursando um curso superior em Administração de empresas em uma faculdade particular , estou no 4° período agora pelas minhas contas acredito que vou gastar por volta de uns 18.000 para concluir. Este artigo me fez refletir , será que compensa eu gastar todo este dinheiro para concluir meus estudos? ou seria melhor investir todo este dinheiro em outra coisa ? Ainda não tenho curso superior e este seria o primeiro e o ultimo, o mercado de trabalho para está área é bem amplo, mas em compensação paga-se bem pouco no inicial, na minha visão este curso abriria mais mercado de trabalho para mim já que só tenho o ensino médio e um curso técnico, com ela poderia concorrer a mais oportunidade de trabalho ou abrir meu próprio negocio. também tenho muita vontade de investir em ações e renda fixa e está e minha duvida. Será que concluo está faculdade ou pego este dinheiro e o tempo gasto e invisto em conhecimento e começo a investir?

    • Leandro Ávila 31 de julho de 2017 at 14:51 - Reply

      Oi André. O que você gasta com educação é investimento que gera retorno durante toda vida. O problema é quando você desperdiça a oportunidade. Qual é o livro mais caro do mundo? É aquele livro que você comprou e não leu. Aquele livro que você leu e conseguiu aprender alguma coisa nova, saiu de graça, o valor pago por ele se torna insignificante. O mesmo vale para sua faculdade. O que eu gastei no curso de administração de empresas foi insignificante perto de tudo que já consegui tendo aqueles conhecimentos como trampolim para novos conhecimentos. O que vai fazer o seu investimento em educação valer a pena depende de você. O que não faz sentido é investir em diplomas, títulos, coisas que deixam o seu currículo bonito, mas que não agregaram nada de novo na sua vida (por culpa sua).

  146. mvcbp 15 de julho de 2017 at 23:22 - Reply

    Parabéns Leandro, já encaminhei o link deste artigo para minha esposa, irmãos e amigos. As verdades do seu texto retrata a realidade de 99% dos brasileiros, sendo que o 1% são aqueles que podem fazer extravagâncias sem consequências. O que aprendo numa leitura de 10 minutos dos seus artigos é o que a maioria das pessoas levam anos para aprenderem. Muito obrigado por compartilhar seus conhecimentos e experiências de vida. Você é o cara da educação financeira.

    • Leandro Ávila 31 de julho de 2017 at 14:47 - Reply

      Oi mvcbp. O importante é que as pessoas sempre aprendem, mas aprender através de uma simples leitora dói menos.

  147. Jeferson 17 de julho de 2017 at 10:30 - Reply

    Gostei muito professor Leandro, aprendi a valorizar a educação financeira…e graças a esse site de clube poupadores…que comecei aprender a investir..deixei de começar a financiar o carro…aprendi e estou aprendendo…muito obrigado…que Deus capacite cada vez mais ajudando as pessoas…que não conhecem e não sabem a educação financeira..que ajuda muitas gente a mudar de vida e ter uma renda muito melhor…

  148. Sérgio 23 de julho de 2017 at 4:09 - Reply

    Cá em Portugal o “erro 4” é a regra…

    O português vive para o automóvel.

    Altos impostos na aquisição,alto imposto de circulação,mas mesmo assim,estão sempre os modelos mais recentes nas estradas.

    Posso dizer sem exagero, que em certas estradas nacionais se encontra um stand de carros usados a cada 2 ou 3 kilómetros.

    Portugal no espaço de 30 anos,passou de um dos paises mais poupadors da Europa,a um dos mais gastadores.

    Os meus sinceros parabens,pelos artigos construtivos que escreve,da minha parte ganhou mais um subescrito.

    Cumprimento.

    Parabens pelos artigos cons

    • Leandro Ávila 31 de julho de 2017 at 14:45 - Reply

      Oi Sérgio. Obrigado por compartilhar a realidade vivida em Portugal.

  149. Atailza 23 de julho de 2017 at 20:53 - Reply

    Leandro Ávila “show de bola” seu texto.
    Parabéns!!!

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