Casamento atrapalha sua independência financeira

Você acha difícil guardar dinheiro e investir por ser uma pessoa casada? Você fica incomodado(a) quando percebe que vai demorar muito para atingir a sua independência financeira ou para conseguir um emprego que permita aumentar sua renda e com isso aumentar sua capacidade de poupar? Um leitor do Clube dos Poupadores relatou suas dificuldades logo abaixo:

Olá, Leandro, passei para dar uma sugestão para um artigo no blog: “Conciliar a poupança e os investimentos e a Vida de Casado.” Falo isso porque acho bem mais difícil guardar dinheiro quando se é casado (e olha que ainda nem tenho filhos!).  Mas parece que TODO MÊS surge alguma despesa extra! Eu sempre me programo antes, organizo as contas para os meses seguintes, mas quando chega, sempre tem algo! Seja comprar uma roupa, ou coisas para a casa, etc, etc… E não quero juntar pouco dinheiro, senão vou demorar muito mais tempo para alcançar minha sonhada independência financeira. Enfim, acho bem mais complicado quando se é casado! Aí nunca se consegue ficar tranquilo com o que se tem, mas sempre é preciso ganhar mais e mais, para poder conseguir guardar mais dinheiro e, ao mesmo tempo, não deixar de viver. Sou servidor público, e, sinceramente, estou cansado de estudar para concurso. Sei que existem cargos que pagam salários muito maiores do que o meu no serviço público, mas estou cansado dessa agonia de estudar para concurso… E isso pode levar ANOS para poder passar e começar a ver algum resultado financeiro. Penso muito em empreender, sabe. Mas a gente acaba sendo “doutrinado” para ser servidor público etc. Aqui em Brasília principalmente! Tudo gira em torno disso! Desculpe o desabafo, mas eu precisava falar com alguém que tenha maturidade e conhecimento na área. Grande abraço!

O leitor diss: “acho bem mais difícil guardar dinheiro quando se é casado”

Guardar dinheiro é difícil. Isso é um fato. Sempre foi e sempre será difícil. Quando você diz “sim” para o ato de economizar, precisa dizer “não” inúmeras vezes para todas as coisas maravilhosas que a humanidade inventa todos os dias para se apossar do seu dinheiro.

Guardar dinheiro é um sacrífico para todos e o que você vai fazer com isso é que torna cada pessoa diferente da outra.

Já tive contato com muitos solteiros que estavam tentando juntar dinheiro. Nunca vi nenhum relatando que ser solteiro tornava as coisas fáceis. Acontece o contrário. Os solteiros são capazes de apresentar uma lista completa, muito bem fundamentada, com justificativas para não poupar. Essas justificativas são bem compreensíveis, fazem todo sentido, mas no fundo são apenas desculpas utilizadas pela nossa Resistência.

Quando você é casado e tem filhos, o seu leque de justificativas aumenta tremendamente. Se você é um jovem solteiro, ganha bem, não poupa nada e está cheio de dívidas, você não será bem visto pela sociedade.  Já se você for casado e tiver vários filhos, as dívidas e os problemas financeiros serão socialmente justificados. Você ganha a liberdade para estourar suas finanças jogando a culpa no casamento e nos filhos.

TODO MÊS surge alguma despesa extra! Eu sempre me programo antes, organizo as contas para os meses seguintes, mas quando chega, sempre tem algo! Seja comprar uma roupa, ou coisas para a casa, etc, etc…

Roupa não é uma despesa extra. Comprar coisas para casa não deveria ser uma despesa extra. Leia sobre reserva de emergência e sobre provisões. Já escrevi sobre isso. Se uma simples roupa compromete sua capacidade de poupar, pode existir alguma coisa errada com o seu padrão de despesas com vestuário. Eu acredito que devemos nos vestir dentro das nossas possibilidades. Veja o caso da senhora abaixo.


Lembro quando uma pessoa, também funcionária pública, escreveu para mim perguntando se era normal trocar os eletrodomésticos e móveis da casa todos os anos. Uma leitora do Clube dos Poupadores, amiga dela, tinha criticado esse comportamento e indicado a leitura dos meus artigos.

Ela estava confusa e queria saber qual era o problema de “investir” na qualidade de vida que ela proporcionava para a família dela? Afinal de contas, todos os anos existiam modelos mais modernos e melhores de televisores, fogões, geladeiras, micro-ondas, celulares e ela entendia que qualidade de vida era ter o que existia de melhor e mais moderno.

Ela não entendia como alguém pode negar o que existe de melhor e mais moderno para os filhos. Ao mesmo tempo, ela declarou não ter nenhuma poupança, nenhuma reserva, ela trocava tudo que tinha todos os anos através do cartão de crédito, crédito consignado e ia pagando as parcelas durante todo ano. As vezes ela enfrentava problemas financeiros, mas, segundo ela, o importante mesmo era viver bem. A vida dessa pessoa se resumia a isso.

É claro que não sei se esse é o seu caso. O desejo de comprar uma roupa nova sempre é uma justificativa para que você reduza o incomodo que é ter dinheiro guardado. Infelizmente, para muitos, dinheiro guardado significa vida não vivida, quando é justamente o contrário. Dinheiro guardado é vida preservada, vida salva, para ser utilizada de uma forma mais inteligente e proveitosa diante de oportunidades futuras que também vão proporcionar qualidade de vida para todos.

E não quero juntar pouco dinheiro, senão vou demorar muito mais tempo para alcançar minha sonhada independência financeira

Mais uma vez temos um Resistência que você precisa eliminar. Com esse tipo de pensamento, você nunca vai atingir a sua independência financeira. Pouco dinheiro regularmente pode fazer muita diferença no longo prazo. Apenas para ilustrar isso, se o seu pai tivesse poupado mensalmente, desde o seu nascimento, um valor equivalente a R$ 100 nos dias de hoje e se você mantivesse esse investimento mensal até completar 66 anos, você se aposentaria milionário com apenas R$ 100 mensais.

Observe que fui bem conservador utilizando a taxa de 0,5% ao mês. Existem títulos públicos que pagam taxas acima da inflação que estão próximas disso. Essas taxas podem ser muito maiores dependendo do ciclo econômico e crises que o país enfrenta. Você só precisaria corrigir esses R$ 100 mensais pela inflação para manter o poder de compra. Janelas de oportunidade existem para quem está com os olhos preparados.

Alguém que tivesse disposição para aprender a investir e conseguisse gerenciar uma carteira capaz de gerar ganhos de 1% ao mês ficaria multimilionário nesse período:

Eu sei que isso é apenas um exemplo. A vida real é mais difícil, mas ele é muito útil para mostrar o impacto de pouco dinheiro todos os meses por muitos anos, especialmente se você aprender a investir de tal forma que possa manter uma carteira de investimentos com boa rentabilidade. Pouco dinheiro no longo prazo, através do efeito dos juros compostos, se torna muito dinheiro. É assim que as grandes fortunas se formam, através da paciência, persistência e constância. Aqui no Clube existem muitos artigos sobre investimentos e existem meus livros que aprofundam esse tema. Faça suas próprias simulações aqui.

Preciso ganhar mais e mais, para poder conseguir guardar mais dinheiro e, ao mesmo tempo, não deixar de viver.

Isso é o que o Robert Kiyosaki chama de “Corrida dos Ratos“. Precisamos desenvolver nossa inteligência financeira. Você acha que só pode poupar se tiver mais dinheiro e acha que só pode viver se gastar o dinheiro que poupou e com isso precisa trabalhar cada vez mais.

A quantidade de “despesas extras (roupas, coisas de casa, etc.)” serão infinitas se você não parar e definir o que realmente é algo que justifique gastar suas reservas para garantir um futuro melhor.

Já tentou inverter a ordem das coisas? Primeiro você guarda, ou seja, primeiro você se paga, salva a sua parte, aquilo que é realmente seu. Com o restante você vive. Antes você deve fazer uma reflexão sobre o que é a vida? O que é viver? Será que viver é sempre desistir do seu sonho? Se você disse que o sonho é a independência financeira, então o desejo de comprar uma roupa ou uma coisa para a casa é mais importante do que o sonho? São essas coisas que são a vida? Questione sua esposa sobre isso.

Vida é tempo. Vida é o que você faz entre o acordar e o dormir. Não é o que você compre entre uma coisa e outra, é o que você faz. Aquele que usa todo o tempo que tem para ganhar dinheiro e depois trocar esse dinheiro por “despesas extras” como comprar roupas e coisas para a casa, não está realmente vivendo. Uma maior independência financeira poderia proporcionar a possibilidade de ter mais tempo, aí sim você teria mais vida e mais recursos. Por isso a questão é refletir sobre o que é a vida para você.

Sei que existem cargos que pagam salários muito maiores do que o meu no serviço público, mas estou cansado dessa agonia de estudar para concurso…

Eu aposto que as pessoas que estão nesses cargos que pagam salários maiores estão nesse momento sonhando com cargos que pagam salários ainda maiores. Tenho certeza que elas também não conseguem poupar nada no final do mês, pois sempre aparecem roupas e coisas para casa para comprar. O problema não é ganhar mais. A senhora do vídeo também acredita que o problema é o que recebe do bolsa família. O problema é saber o que você anda fazendo com o que ganha. Certamente existem pessoas que ganham menos que você e que sonham ter a sua renda para poderem comprar os mesmos tipos de roupa e coisas para casa que você pode comprar.

Para complicar a situação, para conquistar esses cargos que pagam salários maiores é necessário estar disposto a pagar um preço. Esse preço é dedicação diária, tempo e esforço para estudar.

O que faz você não querer poupar um pouco por dia para atingir a independência financeira também faz você não querer estudar um pouco por dia para conquistar o cargo que paga mais.

Você está cansado de poupar, estudar e principalmente de esperar.

Sobre independência financeira você disse “não quero juntar pouco dinheiro, senão vou demorar muito mais tempo para alcançar minha sonhada independência financeira.”

Sobre ganhar mais dinheiro você disse “e isso pode levar ANOS para poder passar e começar a ver algum resultado financeiro.”

Percebeu que os motivos são os mesmos? Inicialmente você disse que o problema é o seu casamento, mas no restante da mensagem você deixa claro que o problema é falta de paciência, persistência e força de vontade.

Você mesmo disse que está cansado de tudo isso.

Certamente essa situação gera frustrações. Nada melhor do que remediar frustrações no curto prazo, de forma imediata, sem esperas, sem demora. Podemos fazer isso encontrando motivos para comprar uma roupa nova ou alguma coisa para casa. São como prêmios de consolação que sabotam seu futuro.

Muitos problemas financeiros que enfrentamos não tem nenhuma relação com o quanto ganhamos e nosso desempenho nos investimentos. Existem questões internas que precisam ser trabalhadas. Aqui no Clube dos Poupadores, na área de educação financeira e enriquecimento existem muitos artigos que tratam dessas questões. Você só precisa ter um pouco de paciência e de tempo para ler e praticar. É importante que o casal se eduque financeiramente ao mesmo tempo. Também existem meus livros de educação financeira onde você aprende começando do zero. Também tenho um curso sobre essa Resistência que dificulta dar o próximo passo.

About the Author:

Leandro Ávila é administrador de empresas, educador independente especializado em Educação Financeira. Além de editor do Clube dos Poupadores é autor dos livros: Reeducação Financeira, Investidor Consciente, Investimentos que rendem mais, e livros sobre Como comprar e investir em imóveis.

213 Comments

  1. Wagner 6 de setembro de 2017 at 13:25 - Reply

    Leandro, análise excepcional da situação do leitor! Parabéns pelo artigo.

    • Leandro Ávila 6 de setembro de 2017 at 13:27 - Reply

      Obrigado Wagner

      • Rose 6 de setembro de 2017 at 14:04 - Reply

        Ótima análise. Sou servidora pública e também tenho essa visão de que não adianta nada mudar de emprego se os seus hábitos de consumo aumentarem. No momento, estou com as contas em dia, fazendo pequenas reservas e investindo no tesouro direto mensalmente. Mas mesmo assim, vislumbro mudar para um cargo melhor, por isso voltei a estudar. Não é fácil, pois depois de trabalhar o dia inteiro, cuidar da minha filha, da casa, resolver os problemas que surgem, dar atenção ao marido e ainda encontrar tempo pra estudar, nem que seja 1h por dia, não é nada fácil. Mas faço isso porque acredito que sou capaz e que irei conseguir, é só questão de tempo. Além do mais, quando penso que a minha independência financeira vai chegar mais rápido com essa mudança, não dá vontade de desistir. Parabéns pelo artigo!

        • Leandro Ávila 6 de setembro de 2017 at 14:33 - Reply

          Oi Rose. Na verdade, nada é realmente fácil. Sim, é difícil e temos que encarar assim mesmo. Tenho certeza que você vai conseguir e o fato de não ter sido fácil será um grande motivo de orgulho para você e sua família. Grande parte das coisas que valem a pena na vida são difíceis.

        • MICHEL 6 de setembro de 2017 at 17:48 - Reply

          Inspirador comentário Rose!
          Isso aí.

        • André Severiano 11 de setembro de 2017 at 7:44 - Reply

          Isso aê, Rose. Também sou servidor, casado e com filho pequeno. Tenho investimentos em Fundos. Voltei a estudar para concursos há dois anos. Isso como qualquer outra profissão ou exercício é life style. Para uns pode ser passageiro, assim como empreender. A pessoa passa por pela experiência e tempos depois vê que não tem a ver com ela. Quem sabe não seja esse o caso do leitor acima. O ideal é que ele se encontre consigo mesmo até para abrir vaga para quem está estudando, na boa…

  2. Welington 6 de setembro de 2017 at 13:36 - Reply

    Olá Leandro, bom artigo, obrigado!

    Você tem algum material falando sobre planos de saúde. Tenho pensando entre as opções plano de saúde x reserva para emergências (incluindo saúde), numa situação na qual você tem dificuldades em manter as duas coisas simultaneamente.

    Abço.

    • Leandro Ávila 6 de setembro de 2017 at 14:08 - Reply

      Oi Welington. Plano de saúde funciona como um seguro. Não sabemos sobre o futuro da nossa saúde. Essas instituições aceitam assumir esse risco por uma remuneração. Conheço uma pessoa que tinha uma vó que ficou 7 anos em uma cama recebendo tratamentos caros bancados pelo plano de saúde. Todo patrimônio da família teria sido consumido se não fosse o plano de saúde. Você pode fazer uma reserva de emergência, mas deve compreender que mesmo assim terá que contar incertezas e riscos futuros. Uma única cirurgia complexa ou um tratamento pode custar toda a reserva.

      • Cassio Diniz 7 de setembro de 2017 at 17:12 - Reply

        Leandro, você poderia escrever mais sobre os planos de saúde.
        Obrigado.

    • Wellington Rodrigues 6 de setembro de 2017 at 19:56 - Reply

      Respondendo ao meu xará, acho que a economia não compensa o risco de perder todo o patrimônio.

  3. Celso 6 de setembro de 2017 at 13:46 - Reply

    Parabéns Leandro, Show.

  4. André Fonseca 6 de setembro de 2017 at 13:52 - Reply

    Muito bom o texto Leandro! O colega que postou realmente mostrou que o errado não era o casamento e sim ele. Mas eu tenho que concordar que o casamento dificulta juntar dinheiro. Já vi colegas meus se perdendo no casamento, pois começam as brigas, aí o cara perde o equilíbrio emocional, começa a beber, a fazer negócios ruins, começa a se atolar em dívidas. Quando casa com uma mulher interesseira a coisa fica pior, pois começam as chantagens emocionais por parte dela, exigindo isso, aquilo, e o sujeito quando menos percebe está falido. Vários depoimentos de jogadores de futebol que eram ricos e hoje estão pobres falam que não se atentaram para isso quando eram jovens. Sem falar que se a pessoa casa, o regime é a comunhão parcial de bens. Se ele adquirir casa, carro, numa eventual separação tudo é dividido no meio. Não digo que o casamento seja ruim, mas a pessoa deve saber muito bem com quem ela está casando.

    • Leandro Ávila 6 de setembro de 2017 at 14:17 - Reply

      Oi André. As brigas também são geradas por outros motivos, não tem relação específica com o casamento. Você mesmo acabou de citar motivos como falta de equilíbrio emocional, vícios, bebidas, descontrole financeiro. Para casar você precisa se tornar uma pessoa melhor. Todas as suas fraquezas e defeitos vão produzir consequências fortes se você estiver convivendo com outra pessoa sem o objetivo de melhorar. Se você ficar isolado, solteiro, não terá onde atritar seus defeitos, não terá um “espelho” para apontar seus erros. Sobre os jogadores de futebol, acho que o vídeo abaixo representa muito bem o estilo de vida que muitos levam e se orgulham. Creio que todo mundo é livre para seguir o estilo de vida que pode pagar. Ninguém tem nada com isso. O único problema nesse vídeo é que o cidadão que aparece é ídolo de muitas crianças. As crianças seguem o estilo de vida dos seus ídolos. Isso tem total relação com a maneira como o brasileiro entende o que é vida, o que é dinheiro, o que é felicidade.

      • Geraldo 6 de setembro de 2017 at 18:55 - Reply

        Caramba, olha a letra dessa música… =(

        • Ana Paula Paiva 16 de setembro de 2017 at 15:11 - Reply

          Pois é… Não é boa influência, RS.

      • Leonardo Nascimento 7 de setembro de 2017 at 12:37 - Reply

        Leandro, que vídeo horripilante. E tem quase 30 milhões de visualizações! Nossa sociedade parece que se aproxima a passos largos para a realidade exibida no filme “Idiocracia”, de 2006.

        Você e todos nós da comunidade do clube dos poupadores somos o fio de esperança para um mundo minimamente digno, não podemos falhar!

        Parabéns por mais um excelente artigo e pelo curso Resistência, estou tendo o privilégio de participar da primeira turma e recomendo a todos que não puderam participar que fiquem de olho na próxima turma.

        • Leandro Ávila 11 de setembro de 2017 at 20:40 - Reply

          Olá Leonardo. Obrigado por apoiar o projeto e pelo seu comentário. Realmente temos muito trabalho para fazer, são muitos precisando de ajuda.

      • Tatiana 8 de setembro de 2017 at 11:10 - Reply

        Vc é um “gentleman” nas respostas. Temos que parar de colocar a culpa nos outros.

        • Leandro Ávila 11 de setembro de 2017 at 19:51 - Reply

          Oi Tatiana. Só quem perde colocando a culpa nos outros é quem coloca a culpa nos outros. Os outros não estão nem ai para a culpa que você coloca neles.

    • Claudio 14 de setembro de 2017 at 17:50 - Reply

      Falou tudo André Fonseca! Concordo, sim! Solteiro e com inteligência financeira é mais fácil, do que casado e só um com inteligência financeira mas que é envolvido pelo emocional com esposa e filhos.
      Leandro foi muito calculista, esqueceu das emoções!

  5. Elissandro Costa 6 de setembro de 2017 at 13:55 - Reply

    Tenho observado suas análises Leandro. Você tem sido um presente de Deus a minha vida. Obrigado por tamanha solidariedade! Forte abraço.

  6. Gustavo 6 de setembro de 2017 at 13:55 - Reply

    Leandro, ótimo texto! Tenho 19 anos e com certeza, aprendi muito sobre o mundo financeiro. O problema é : não tenho renda, ganho dinheiro vendendo objetos meus pela Olx para poder sair com a namorada uma vez ou outra. Ela mora fora também. Outro agravente. Tenho uma poupança de reserva. Eu quero muito investir mas não sei se essa é a hora certa. Pode me ajudar, por favor?

    • Leandro Ávila 6 de setembro de 2017 at 14:22 - Reply

      Oi Gustavo. Você disse que não tem nada. Tem sim. Você tem tempo, capacidade de aprender coisas novas, inteligência e só precisa colocar essas coisas para funcionarem. Quando temos 19 anos o melhor investimento que podemos fazer é na nossa capacidade de entregar valor para a sociedade. A sociedade espera que você produza valor. Será que o único valor que você é capaz de entregar é vender coisas na OLX? Tenho certeza que você pode muito mais e está em situação vantajosa. Se você tem conexão de internet, isso já é uma situação muito vantajosa para aprender coisas novas. Tudo que você ainda não tem na vida é por aquilo que você ainda precisa aprender. Não perca tempo. Não fique acomodado vendendo coisas na OLX. Coloque sua cabeça para funcionar.

  7. Guilherme 6 de setembro de 2017 at 14:02 - Reply

    Muito bem observado. Excelente artigo.

  8. Cético 6 de setembro de 2017 at 14:05 - Reply

    Na minha humilde opiniã, depende da cabeça da companheira(o). Em geral, financeiramente, a balança pende mais para o negativo do que o positivo, seja a curto, médio, longo prazo (principalmente com maiores probabilidades destes médio e longo prazos, onde os imprevistos são muitos mais enfáticos).

    • Leandro Ávila 6 de setembro de 2017 at 14:36 - Reply

      Oi Cético. Por esse motivo é importante que o casal busque a educação financeira. Isso não vale só para questões financeiras. As pessoas precisam melhorar os conhecimentos financeiros, os conhecimentos sobre saúde, alimentação, educação dos filhos, valores éticos, etc. O casal precisa evoluir junto. Se um ficar parado e o outro avançar, vai acabar não dando certo. Os dois devem subir juntos.

      • Jeferson 6 de setembro de 2017 at 17:11 - Reply

        Leandro, foi exatamente isso que aconteceu comigo. Meu casamento acabou porque ambos (eu e minha ex) fomos irresponsáveis com o dinheiro, nos atolamos em dívidas e ela não conseguia entender (e até hoje isso não entra na mente dela) que pegar dívidas novas compromete o futuro. Meu modelo sempre foi de poupar, mas como o caso citado sempre acontecia alguma meléca que fazia gastar dinheiro. Penso eu que, no caso, 50% da responsabilidade de cada um. Mas, cabe a mim sair disso. Porque as brigas por dinheiro entre um casal, sempre são relativas não aos gastos e sim no molde mental de cada um deles. Cada pessoa aprendeu a lidar com o dinheiro (principalmente na infância) recebendo influências, etc, etc. Eu, por exemplo, sempre trabalhei fora e minha ex-esposa optou por ser “do lar”. Mas com o tempo, percebi que isso nos manteve na zona de conforto e que ela, ao mesmo tempo que fazia tudo por mim e por meu filho, também não colaborava financeiramente. Ela herdou esse modelo dos pais dela e eu herdei o modelo mais modesto e de poupar de meus pais. HOje consigo guardar dinheiro, depois da separação, porque parece que não há alguém querendo pegar seu dinheiro para coisas supérfluas. Digo, a responsabilidade no caso é MINHA também! Hoje, passada esse casamento de 10 anos, percebo o seguinte que muitos dos problemas que as vezes carregamos são de um orgulho ressentido com algo ou alguém – que nem sempre identificamos exatamente o que é – meditar me ajudou muito nesse caminho! Mas, enfim, se fosse dar uma dica para casais e namorados é a seguinte: conversem sobre os modelos de dinheiro que vocês receberam dos seus pais. Tipo: seus pais eram gastadores ou investidores? Eram empregados ou empreendedores?

        Sabe hoje em dia, é importante, MUITO IMPORTANTE que o casal converse de forma sincera, como é o seu modelo financeiro e cheguem um consenso e principalmente que ambos queiram LIBERDADE FINANCEIRA, estudar e aplicar os conhecimentos de educação financeira, poupar, investir, empreender, etc. Quando um casal pensa da mesma forma em finanças, todo o mais flui fácil.

        Por isso, não desconsidero totalmente o que o fulano casado disse. Pessoas que poupam, investem, controlam seu patrimônio, pensam fora do sistema. Como um casal, a “missão” de ambos é pensar fora do sistema. Se um pensa fora do sistema e outro está em seu mundinho, as vezes a separação pode ser a melhor saída.

        Fica o relato!

        • Leandro Ávila 8 de setembro de 2017 at 10:32 - Reply

          Oi Jeferson. Sem conversa fica muito difícil manter um casamento. Ele perde o sentido. Obrigado pelo seu comentário.

          • VIVIANE 11 de setembro de 2017 at 9:17

            É… Sei como é. Sinto-me à frente em termos de visão das coisas, puxando o barco… Cansa, e muito. As brigas são constantes quando visão é diferente. Ela (a forma de interpretar o mundo) precisa ser ajustada, estar o mais próximo possível. Crescer junto, como o Leandro falou. É uma batalha diária. Tento mostrar pro meu marido que vemos as coisas de modo diferente, interpretamos de modo diferente. Ele (era) muito resistente à mudança. Nenhum de nós quer desistir. Então, vamos à mudança, certo? Não há opção: ou nos ajustamos, ou o barco afunda. Conhecimento liberta. Conhecimento é poder.

          • Leandro Ávila 12 de setembro de 2017 at 7:41

            Oi Viviane, é isso mesmo. A opção é conversar ou assistir o barco afundar.

          • Jeferson 13 de setembro de 2017 at 10:13

            Oie Leandro, eu que agradeço minha vida tem melhorado cada vez mais e agradeço todo seu empenho em divulgar conhecimento prático e que gera transformação positiva em minha vida. Em relação a Viviane, posso apenas compartilhar minha experiência. Num casamento há muitas coisas envolvidas e que não são materiais digamos assim: os sentimentos que um nutre pelo outro, as crenças, o modo de enxergar o mundo.

            Creio que não é apenas questão de conversar. É questão de conversar e o casal adotar um modelo financeiro fora da caixa. E ambos precisam estar conscientes disso. Por exemplo, se um for “pão duro” demais e o outro ser gastador demais, a tendência é que mais cedo ou mais tarde esse casal possa se separar porque ambos os mundos não se entendem e não se conversam. A conversa é necessária, e depois disso é o casal buscar um senso comum de liberdade financeira, de objetivos e sonhos, etc.

          • Leandro Ávila 20 de setembro de 2017 at 17:17

            Obrigado pelo comentário Jeferson

      • Geraldo 6 de setembro de 2017 at 19:01 - Reply

        E quando você avança sozinho, solteiro, e tenta achar uma pessoa que também já avançou fica bem difícil. Por isso é muito bom avançar junto =)

  9. Jonas Alves Miranda 6 de setembro de 2017 at 14:07 - Reply

    MT bom artigo, parabéns!
    Fico muito feliz quando recebo um e-mail com um novo artigo, sempre quando posso, deixo tudo pra lê logo.
    Eu também sou casado, realmente não é fácil poupar, mas como vc disse, às vezes, inconscientemente usamos isso como desculpa.
    Quando era solteiro não consegui poupar nada, hoje olho para trás querendo voltar a esse tempo e fazer diferente (não conhecia o clube dos poupadores poupadores). Mas graças a Deus estou tendo a oportunidade de fazer um hoje diferente para um amanhã melhor!
    Sou muito grato pelos seus ensinamentos de vida!
    Abraço!

    • Leandro Ávila 6 de setembro de 2017 at 14:38 - Reply

      Oi Jonas. Eu acredito que não é fácil poupar, mas temos que poupar assim mesmo. Difícil mesmo é você viver nesse ambiente cheio de incertezas onde o dinheiro tem uma função importante (vivemos em uma sociedade movida por ele) e você não ter recursos nem mesmo para uma pequena emergência.

  10. roberto 6 de setembro de 2017 at 14:24 - Reply

    Leandro mais um otimo artigo voçê esta se tornando um formador de frases de mão cheia,acho que essas frases que se destacam do texto potencializam mais e mais a reflexão.parabens…

    • Leandro Ávila 6 de setembro de 2017 at 14:39 - Reply

      Obrigado Roberto, fico feliz ajudando nessas reflexões.

  11. Wiliam 6 de setembro de 2017 at 14:25 - Reply

    Estamos vivendo em uma sociedade do consumo, onde as pessoas compram coisas que não precisam e vivem a vida inteira reclamando que trabalham demais. Eu estou 10 anos sem comprar uma roupa e ainda existem algumas peças que ficam no guarda-roupa mofando. …

    • Leandro Ávila 6 de setembro de 2017 at 14:41 - Reply

      Oi Wiliam, 10 anos realmente é muito tempo. É incrível a durabilidade das ruas roupas. Normalmente as pessoas não conseguem ficar 30 dias sem comprar roupas novas. Muitas compram roupas todos os meses como se isso fosse um custo fixo. Nas pesquisas que fazem mostrando a origem das dívidas no cartão, roupas e calçados sempre estão no topo.

    • Mauricio 6 de setembro de 2017 at 16:30 - Reply

      Esse comentário e a resposta do Leandro foram as melhores, rss. Estou aqui rindo sozinho da singeleza da resposta e admirado com a paciência e generosidade desse ser humano. Sim, porque essa capacidade pra se responder cada comentário com tanta dedicação é fora do comum e faço questão de expressar minha gratidão por isso e por tudo que consigo desenvolver em mim graças aos seus textos.

      • Leandro Ávila 7 de setembro de 2017 at 0:48 - Reply

        Oi Mauricio. Obrigado e parabéns pela busca por esse desenvolvimento.

        • Joanatan-Ibirité-MG 7 de setembro de 2017 at 20:53 - Reply

          Faço minhas as palavras do Maurício. Espero que estejamos juntos nessa caminhada por longos anos Mentor Leandro Ávila.
          Deus te abençoe Amigo.

    • Ricardo 6 de setembro de 2017 at 22:01 - Reply

      Vou fazer três anos de casado e outro dia fui a casa da minha mãe e ela comentou sobre um casaco sem manga e com capuz que acabei esquecendo lá.
      Comprei ele em 1997 quando trabalhava em uma grande loja que faliu.
      Ele está novinho.
      Ao vê-lo, minha esposa comentou, isso está fora de moda.
      Uns dias atrás fez um pouco de frio aqui no Rio e usei só para zoar minha esposa! RSRSRSRS
      E espero usá-lo ainda por muito tempo.

      • Leandro Ávila 11 de setembro de 2017 at 21:23 - Reply

        Oi Ricardo. A função dele foi atingida, evitar o frio.

        • pobreHomemGordo 18 de setembro de 2017 at 15:49 - Reply

          Se o raciocínio da média das mulheres fosse baseada na função dos objetivos, os relacionamentos talvez, tivessem menos conflitos.

  12. Cesar 6 de setembro de 2017 at 14:29 - Reply

    Leandro, parabéns pelo o artigo. Vejo que um dos desafios do casamento é os dois sincronizarem a mesma iniciativa e vontade de querer aprender e melhorar financeiramente, e esta diferença acaba atrasando as conquistas.
    Abraço.

  13. Bárbara 6 de setembro de 2017 at 14:33 - Reply

    Oi Leandro, excelente artigo! Quem quer faz. Sei que para o leitor (casado) não é tão simples assim, quando se tem que nivelar duas cabeças. Particularmente acho mais fácil por ser solteira (e já fui casada), faço do meu jeito, se não tá bom, estou ciente do único culpado e ponto final. Só preciso de esforço para ser verdadeira e realista 100% do tempo. Assim como este leitor, venho percebendo amigos e familiares, que querem economizar mais, e até já economizam, mas não entenderam o que isso de fato significa. Economizar e não tomar atitude de fazer algo melhor com o dinheiro, só faz ficar mais leve o mês corrente ou o próximo. Ainda bem existem seus artigos para podemos compartilhar, temos você como veículo para atingí-los positivamente. Obrigada.

  14. Hugo 6 de setembro de 2017 at 14:38 - Reply

    Mais um ótimo artigo Leandro! Parabéns!

  15. João Felipe Farias 6 de setembro de 2017 at 14:46 - Reply

    Mais uma vez um excelente texto Leandro! Parabéns! E obrigado por nos ajudar na jornada de independência financeira que sonhamos.
    Quanto ao texto, tenho uma sugestão ao leitor que fez esse “desabafo”: Criar um objetivo real! Como uma viagem, por exemplo. Pois os gastos extras (muitas das vezes desnecessários) tendem a surgir pela falta de um objetivo maior. E como ele é casado, esse objetivo deve ser compartilhado entre ele e a esposa, para que, juntos, possam ter motivação de conquistar o que desejam.

    • Leandro Ávila 6 de setembro de 2017 at 19:38 - Reply

      Oi João. Planejar e fazer uma boa viagem, sem fazer dívidas, também exige algum tempo. Isso significa aprender a ter paciência. Tento paciência e persistência, boa parte do problema está resolvido.

  16. Angelo 6 de setembro de 2017 at 14:51 - Reply

    Olá Leandro, tudo bem? Parabéns pelo artigo! Gostaria de complementar com uma experiência de vida. Quando solteiro, sempre tive a cultura de poupar, e desde que me casei, em 1996, sempre fizemos isso juntos. Mas o “segredo” (e pasme, a maioria dos meus amigos fica perplexa quando contamos isso) é que consideramos a renda familiar como apenas um valor total. Não interessa quem ganha mais! Não interessa de quem é a despesa. As rendas e as contas dão DO CASAL. Hoje temos uma conta conjunta APENAS. Isso é uma filosofia que se colocada em prática, resolve uma grande quantidade de problemas. No entanto, as pessoas resistem em comunizar as finanças, pois não querem abrir mão da liberdade ou da sensação de liberdade que é ter sua conta e seu dinheiro de forma particular. Se juntamos as finanças, temos que discutir, entender, compartilhar, e o mais difícil, negociar cada compra. Isso torna as coisas mais sensatas! Com o tempo, os resultados são sensacionais! Um abraço!

    • Leandro Ávila 6 de setembro de 2017 at 19:41 - Reply

      Oi Angelo. O importante é essa conversa, unindo forças.

    • Tom 7 de setembro de 2017 at 13:31 - Reply

      Percebo isso tambem. Sempre achei irracional a ideia de “isso é meu, isso é seu” ou “meu dinheiro, seu dinheiro”. Casamos, somos um só! Compartilhamos nossa intimidade por quê nao dos meus objetivos? Mas sem perder a individualidade! Muitos problemas são evitados quando passamos a agir como “nós/nosso”.

      • Leandro Ávila 11 de setembro de 2017 at 20:38 - Reply

        Oi Tom, casamento é uma sociedade, uma parceria, uma vida compartilhada.

  17. André Luiz Valverde 6 de setembro de 2017 at 14:57 - Reply

    Muito bom artigo Leandro. Se me permite uma pequena e humilde observação, acho que vários dos problemas financeiros vivenciados por um casal se deve à falta de identidade e harmonia de ambos os cônjuges no que diz respeito aos anseios a serem perseguidos. Fica muito difícil que um deles consiga poupar com inteligência e sensatez quando o outro não está condicionado a fazer o mesmo. Daí surgem discussões e embates que prejudicam a disciplina e motivação para poupar e investir com consciência. É essencial que tanto um como o outro estejam dispostos a passar pelas mesmas privações para a consecução de um objetivo comum. Talvez seja esse o problema do leitor, não obstante outros vícios no modo de pensar apontados por você.

    • Leandro Ávila 6 de setembro de 2017 at 19:44 - Reply

      Oi André. Esse também é um problema fora do mundo do dinheiro que afeta o mundo do dinheiro. É necessário que o casal tenha um plano comum para o futuro, afinal de contas são um casal.

  18. Maicon Antonio Paim 6 de setembro de 2017 at 15:08 - Reply

    Leandro, e o peso dos filhos no orçamento e na liberdade financeira?

    • Leandro Ávila 6 de setembro de 2017 at 20:16 - Reply

      Oi Maicon. Existe um peso que deve ser considerado. Nos dias de hoje as pessoas deveriam avaliar quantos filhos são capazes de ter dentro do padrão de vida que podem oferecer. No passado distante ninguém pensava dessa forma. As pessoas plantavam e criavam seus próprios alimentos no quintal. As crianças cresciam brincando com as galinhas da fazenda. Ainda jovens se transformavam em mão de obra de baixo custo (por um prato de comida). Escola para as crianças do campo era um luxo e muitas vezes o estudo não era valorizado. A realidade atual é bem diferente.

  19. Anônimo 6 de setembro de 2017 at 15:10 - Reply

    Muito boa a análise, realmente não é o tamanho do salário que influencia na poupança mensal, mas sim a inteligência financeira. Estou passando por uma experiência um pouco similar com minha mãe. Ela é funcionária pública aposentada e vivia endividada, até que no final do ano passado meu pai me falou para ajudar.
    Conversei com ela e vi que estava abarrota em dívidas: CDCs, empréstimos e cheque especial. Isso porque ela tem uma boa aposentadoria e poucos gastos. Peguei as senhas dos bancos dela e percebi que ela devia quase 100 mil Reais com taxas altíssimas. E para meu espanto, ela não tinha a menor ideia do montante devido, ela achava que tinha pedido emprestado somente 10 mil, mas na verdade como eram dívidas de muitos anos, o gerentes iam refazendo o CDC até que o montante final em valor futuro chegou perto de 150 mil.

    Vendi um pouco dos meus títúlos atrelados à Selic e quitei a dívida dela. Deixei uma poupança de emêrgências de 15 mil em sua conta e agora todos os meses eu faço um planejamento financeiro para ela, além de ela me pagar o empréstimo com juros da taxa Selic. Coloquei várias regras para ela, tipo:

    1 – Cancelar todos os títulos de capitalização. (Pasmem, ela devia essa quantia enorme e possuia vários títulos de capitalização)
    2 – Compras com o cartão de crédico somente em 1 parcela para evitar mascaramento de dívidas futuras
    3 – Ela me paga R$2500 por mês com a taxa Selic (atualmente 0,74% a.m.) que eu converto em LFT e abato do total de LFTs que vendi para emprestar para ela. Quando a poupança mensal dela fica maior que 15 mil, eu uso o excedende para amortizar mais.
    4 – Não cair na lábia de gerente de banco, pois o gerente do banco é seu inimigo, existe um conflito de interesse e o gerente só queria que você se endivide até o pescoço, no limite máximo de sua capacidade em pagar as mensalidades dos empréstimos.
    5 – Monitoro os gastos do cartão de crédito dela e ao final do mês repreendo com os gastos superfluos. Tem funcionado, pois ela agora fica envergonhada de gastar com besteiras, tipo roupas e sapados muito caros.
    6 – Cancelei os 2 seguros de vida dela, pois eram valores caros mensais para um prêmio pífio.

    Resultado: Em 9 meses ela só estourou o orçamendo mensal em 1 mês por conta de gastos com saúde, porém a poupança de emergência cobriu sem a necessidade de cheque especial. E o simples fato de ter alguém fazendo esse coaching já tirou a alta preocupação que ela tinha todos os meses sobre como pagar todas as contas…

    Fiz esse relato para corroborar com a postagem que só basta organização para ter as contas em dia e se tiver a mesma disciplina para poupar, é totalmente factível atingir a independência financeira.

    obs: só coloquei o usuário como anônimo pois coloquei valores e dados pessoais.

    • Leandro Ávila 6 de setembro de 2017 at 20:20 - Reply

      Infelizmente existem gerentes e funcionários de banco que tiram proveito dos mais idosos. Sei disso por experiência própria na minha família. Os mais idosos costumam frequentar muito o caixa do banco no lugar de operar as máquinas. Os funcionários (segundo orientações dos seus patrões) tentam empurrar títulos de capitalização e empréstimos. É lamentável.

    • VIVIANE 11 de setembro de 2017 at 9:24 - Reply

      Que bom que ela não foi orgulhosa, e te ouviu!

  20. Lúcia Luiza 6 de setembro de 2017 at 15:12 - Reply

    Obrigada pelo artigo, Leandro

  21. Lucas Aragão 6 de setembro de 2017 at 15:13 - Reply

    Excelente análise, Leandro. Parabéns pelo site. Obrigado por compartilhar seus conhecimentos.

    Acompanho o clube dos poupadores há alguns meses e tenho refletido bastante sobre vários aspectos, sobretudo o financeiro. Formei em medicina há 6 meses, sei da necessidade de iniciar os investimentos, contudo os meus planos não saíram do papel. Entrei na residência médica de cara e acabei restringindo muito a possibilidade de ganhos, porem não me identifiquei com a especialidade e acabei largando há um mês. Ja estou empregado, ganho relativamente bem, tendo como base o salário do profissionais brasileiros, contudo tenho muitas despesas nesse início pois, estou montando casa, pagando festa de casamento, entre outras dívidas. As vezes isso me angustia, admitido que sou imediatista e quero alcançar minha independência financeira o quanto antes. No entanto, para mim, o maior bem que temos é a saúde, a juventude e o tempo. Reflito as vezes até que ponto vale a pena juntarmos tanto dinheiro para vivermos tranquilos quando velhos. Tenho receio das limitações que a idade avançada pode me trazer. Parece um pensamento um tanto precipitado, contudo não acho precipitado investir dinheiro com algo que traz prazer e histórias pra contar (rs). É contraditório, porém esse é um dilema que carrego. Gostaria de ter mais tempo livre para fazer outras atividades que me dão mais prazer do que o trabalho. Enfim, quem disse que a vida é fácil?!
    De toda forma, vou continuar lendo os artigos, eles me fazem refletir bastante sobre ela. Obrigado mais uma vez, Leandro. Desejo a você muito sucesso.

    • Leandro Ávila 6 de setembro de 2017 at 20:25 - Reply

      Oi Lucas. São duas coisas que não combinam: imediatismo e independência financeira. Eu acredito que é importante que a sua caminhada pela vida seja prazerosa. Só que nem sempre prazer, satisfação e alegrias possuem relação direta com a necessidade de gastar muito dinheiro. Usamos isso como justificativa para exagerar nos gastos. Tornar a vida complexa, sofisticada e cara é apenas uma forma de se tornar escravo da sofisticação. É importante tomar cuidado com isso. Outra coisa importante é você fazer o seu trabalho de tal maneira que ele se torne muito gratificante. Se não é gratificante tem alguma coisa errada. O meu é muito gratificante, poderia não ser se não fizesse da forma correta.

      • Lucas Aragão 7 de setembro de 2017 at 0:24 - Reply

        Acredito que pela sobrecarga de atividades, acabamos inconscientemente achando que temos o “direito” de gastar mais, optando por comodismo e algumas sofisticações. Espero manter o pé no chão quanto a isso, sem dúvida não ajuda no objetivo de poupar. Sinto-me bem com o meu trabalho, ele me dá uma sensação de dever cumprido muito grande. Penso, no entanto, que preciso ter minha especialização e trabalhar em algo que dê ainda mais prazer e não seja tão cansativo como dar plantões noturnos. Além de ter mais tempo livre para me dedicar a outras atividades. Afinal, a vida é muito curta para nos restringirmos a apenas uma frente.

        Obrigado pela disponibilidade, Leandro. Isso torna seu site ainda mais interessante.

        • Leandro Ávila 11 de setembro de 2017 at 21:28 - Reply

          Oi Lucas. Precisamos ter cuidado com os prêmios de consolação. Se existe alguma coisa errada com o trabalho a pessoa precisa resolver essa questão de forma definitiva no trabalho. Sofisticar a vida para que o trabalho se torne um fardo suportável, é loucura.

  22. Marilene 6 de setembro de 2017 at 15:14 - Reply

    Olá Leandro

    O artigo está muito bom, bastante esclarecedor, me identifiquei em vários momentos.
    Felizmente estou conseguindo mudar de atitude.
    Nota 10 para o vídeo, com inteligência e ironia mostra bem o pensamento do nosso povo.

    Abraço

    • Leandro Ávila 6 de setembro de 2017 at 20:25 - Reply

      Obrigado Marilene. Essa maneira de pensar não escolhe classe social.

  23. Roberto 6 de setembro de 2017 at 15:15 - Reply

    Leandro,

    Ótimo texto, parabéns.

    Relacionado ao casamento sinto falta de textos para investidores que ainda não casaram e querem proteger seus investimentos, mesmo ainda sendo pouco dinheiro(foram conquistados com muita determinação). As vezes a escolha da separação total de bens parece que já tem algum problema no relacionamento ou falta confiança.

    Se puder comentar algo sobre este tema seria interessante.

    • Leandro Ávila 6 de setembro de 2017 at 20:27 - Reply

      Oi Roberto. Se não existe confiança ao ponto de existir dúvida em compartilhar os bens isso é um sinal claro de que você deveria melhorar sua escolha. Casamento e confiança são duas coisas que não dá para separar.

  24. Marcelo Williams Costa 6 de setembro de 2017 at 15:16 - Reply

    Leandro, muito bom artigo, parabéns!

    O conhecimento é libertação! Obrigado.

  25. Fernando 6 de setembro de 2017 at 15:18 - Reply

    Olá, amigos, vejam o que ocorre comigo atualmente, com certeza alguém possa indentificar-se comigo:
    Por 14 anos poupei bem, e recentemente tive que afrouxar este ímpeto para desfrutar de algumas coisas da vida: restaurantes, bem-estar, vestuário, lazeres etc. Tenho 38 anos e quero aproveitar minha juventude para investir em meu bem-estar. E bem-estar na juventude é melhor que o bem-estar da velhice.
    Creio que não dá para ficar muito tempo poupando muito, senão a pessoa fica emocionalmente desestruturada; tem que haver meio-termo; e este meio-termo é não poupar demais nem de menos. Sei que é polêmico mas é a verdade, tenho uma reserva boa para muitos anos e isso pode até estar deixando-me seguro de exagerar em algumas coisas hoje. Mas para desandar basta alguns escorregos e volto no zero!!
    Tudo está no equilibrio mental, e pouquíssimas pessoas tem isso, eu mesmo não tive, pois no meu caso eu poupava de medo, de insegurança futura, e por obsessão, e não por virtude. Dificilmente alguém consegue fazer isso de forma equilibrada, portanto olho vivo em vocês mesmos. Torço por todos. Abraço.

    • Leandro Ávila 7 de setembro de 2017 at 0:30 - Reply

      Oi Fernando. Não existe nenhum problema em destinar uma parte da sua renda para gastar com restaurantes, bem-estar, vestuário, lazeres, etc. O ato de poupar deve ter como objetivo manter essa liberdade de poder gastar com restaurantes, bem-estar, vestuário, lazeres, etc. não apenas hoje, mas sempre, por toda vida.

  26. Robson Nunes 6 de setembro de 2017 at 15:22 - Reply

    Acho que ser casado torna bem mais fácil o hábito de poupar, e o motivo é muito simples: economia de escala. Em um casamento, se dividem as contas de moradia (água, luz, aluguel, condomínio, internet), supermercado, etc. Se for um relacionamento homoafetivo, dá pra dividir até as roupas se o biotipo for parecido! Essa desculpa de que a mulher gasta mais não passa disso: uma desculpa. É mais fácil usar tal desculpa do que assumir a responsabilidade de não ser capaz de argumentar bem o suficiente para mudar a opinião da esposa quando o assunto é dinheiro.

    • Leandro Ávila 7 de setembro de 2017 at 0:32 - Reply

      Oi Robson. É isso mesmo. Quando os dois possuem uma fonte de renda o custo de vida fica compartilhado.

    • Marceline 8 de setembro de 2017 at 9:16 - Reply

      Exato o que eu penso, Robson Nunes! Sempre que eu vejo gente choramingando por causa de finanças X casamento, eu fico fazendo mentalmente o cálculo de quanto seria meu gasto mensal fixo mensal se fosse solteira. Seria o dobro! Aluguel, condomínio, internet… Mão de vaca como eu sou, ia dividir apartamento com gente estranha – que é o mesmo cenário de um casamento: morar junto e dividir despesa. As pessoas estão usando o casamento da maneira errada!

  27. Cicero 6 de setembro de 2017 at 15:27 - Reply

    Passo pelos menos problemas acima, porém, com um agravante: minha esposa não me ajuda com nada e isso me deixa cada dia mais triste e mais frustrado. Mas, não vou desistir!

    • Leandro Ávila 7 de setembro de 2017 at 0:32 - Reply

      Oi Cicero. Você precisa conversar com ela. Se não consegue, então esse problema da comunicação do casal precisa ser resolvido.

  28. Mari 6 de setembro de 2017 at 15:27 - Reply

    Oi Leandro,
    Concordo que numa relação, os dois tem que crescer juntos.
    Aqui em casa, o casamento ajudou. Meu esposo ganha bem mais do que eu, mas nunca soube poupar e investir. Eu ganho menos, mas leio bastante sobre investimentos e controlo as nossas finanças. com uma renda familiar maior (que eu sozinha não conseguiria) e com a disciplina financeira (que ele está aprendendo) que temos agora, estamos conseguindo organizar nossa vida e investir muito mais do que quando éramos solteiros!
    Alinhar duas cabeças não é nada fácil, e a cada quinze dias mais ou menos precisamos parar e conversar sobre dinheiro, prioridades, coisas pra abrir mão etc. É uma chatice, mas é o único jeito que encontramos. Nessas negociações, achamos alguns meio termos. Nós poupamos menos do que eu gostaria por mês, mas é o suficiente para alcançar os nossos sonhos em alguns períodos a mais.

    • Leandro Ávila 7 de setembro de 2017 at 0:35 - Reply

      Oi Mari. Parabéns por conversar e negociar. Não deveria ser uma chatice, é apenas encarar a realidade de frente.

  29. Cris 6 de setembro de 2017 at 15:34 - Reply

    Tive a impressão que talvez ele esteja comparando a vida de casado com a vida do solteiro que ainda mora com os pais. Nesse caso, na teoria, as despesas são menores, poupa-se mais.. mas se não for, acho a ideia equivocada. Solteiros que moram sozinhos levam até desvantagem. Se ambos os cônjuges trabalham, dividem as despesas e levam bem menos tempo poupando para adquirir metas financeiras compartilhadas, como um imóvel, carro, viagens, etc e até uma aposentadoria confortável. A palavra é comprometimento. Casais inteligentes enriquecem juntos. Não é só nome de livro, é uma lição de vida.

    • Leandro Ávila 7 de setembro de 2017 at 0:37 - Reply

      Oi Cris. É muito comum o jovem que mora com os pais manter um padrão de despesas muito elevado. O fato de não ajudar com as despesas da casa se transforma em um estilo de vida acima das possibilidades que teria se assumisse esse custo. Quando esse jovem resolve morar sozinho ou casar acaba sofrendo o impacto da realidade.

  30. Alex Costa 6 de setembro de 2017 at 15:36 - Reply

    Olá Leandro artigo sensacional, conheci seu blog a pouco tempo e está sendo de grande ajuda, hoje dei o pontapé inicial rumo a minha independência financeira. Obrigado por compartilhar seus conhecimentos.

  31. Fabio Marcos Frasão 6 de setembro de 2017 at 15:37 - Reply

    Não gosto muito de livros de auto-ajuda (exceção feita ao Pai Rico Pai Pobre).
    Mas o título do livro do Cerbasi – “Casais Inteligentes Enriquecem Juntos” – é auto-explicativo, como manifestado acima pelo professor Leandro ao Cético.
    Sou prova viva disso também. Era casado com uma pessoa que não pensava como eu e, dez anos depois, me equilibrei financeiramente por méritos de minha trabalhadora esposa. Meu irmão mais novo era casado com uma “bigorna” e ainda está escapando de dívidas pesadas.

    • Leandro Ávila 7 de setembro de 2017 at 0:41 - Reply

      Oi Fabio. Compre alguns livros de auto-ajuda para o seu irmão, especialmente os que ajudam na educação financeira. As vezes falta só uma oportunidade de aprender.

  32. Simone 6 de setembro de 2017 at 15:46 - Reply

    Oi Leandro,
    Concordo com você a sintonia e a cumplicidade do casal é fundamental. Sou casada a 19 anos temos 2 filhos menores. Antes de casar, eu e meu noivo sentamos e fizemos várias contas, inclusive o que venderíamos para comprar o nosso primeiro apto e pagar a nossa festa de casamento (Observação: casamos sem NENHUMA dívida e com o apto todo mobiliado, nosso primeiro gasto foi na volta da lua de mel). Sempre planejamos tudo, viagens, todas as compras, escolas para as crianças, cursos, gastos mensais (da casa e do carro), gastos de lazer em família. Hoje, temos uma casa confortável, temos reserva de curto, médio e longo prazo. Sempre pensamos que, quando o casal conversa e definem o mesmo ponto no futuro, o casal se une e vai atrás desses sonhos/Objetivos.

  33. Carmelinda 6 de setembro de 2017 at 15:47 - Reply

    Interessante essa matéria. Estava indo um pouco pelo caminho do leitor q deu a sugestão acima. Afinal quando solteira não tinha as despesas que tenho como casada, e nem a obrigação da satisfação do que gastou, com isso estava começando a achar que era o casamento que estava me impedindo de alavancar. Mas, cadê a minha poupança de quando era solteira? tbem não fiz, e cadê o dinheiro? Sumiu tbem. Muito boa mesma a matéria. Aprendi esses dias sobre as “52 semanas”, achei muito interessante o modo pra economizar. Quando puder fale sobre isso.

  34. RENATO M SOUZA 6 de setembro de 2017 at 16:34 - Reply

    Oi Leandro, vejo que quando os seus artigos, trata de controle financeiro de consumir melhor, ir em busca de desenvolver a inteligencia financeira muitos leitores sente provocados, confesso que comigo no inicio quando comecei resolvi dedicar meu tempo com educação financeira, compreendo melhor o ponto de vista do verdadeiros educadores financeiros que fala aquilo que maioria não estão preparados para ouvir. Bom quero encerrar que tenho maior admiração pelo seu trabalho e demais educadores financeiros que faz um trabalho nada fácil em levar a educação financeira a todos.

    • Leandro Ávila 7 de setembro de 2017 at 0:53 - Reply

      Oi Renata. A ideia é provocar. Acredito que esse é o papel de quem tem o objetivo de educar. Educar não é só informar. Isso o Google faz. Educar é provocar, incomodar, colocar dúvidas na sua cabeça, gerar questionamento, debate e fazer pensar. Nem sempre pensar é uma coisa agradável. Vai que a pessoa descobre coisas que tiram ela da zona de conforto?

  35. Evandro 6 de setembro de 2017 at 16:35 - Reply

    Leandro, você diz que depois de 66 anos depositando 100 reais todo mês a pessoa terá 1 milhão. Até aí ok. Mas daqui 66 anos 1 milhão não terá o mesmo poder de compra que tem hoje. Como trazer essa quantia para valor presente tendo uma margem razoável do real valor no futuro?

    • Leandro Ávila 7 de setembro de 2017 at 0:55 - Reply

      Oi Evandro. Eu falei sobre isso no artigo. Quando você poupa é necessário ajustar esses 100 com o passar do tempo e os juros que você utiliza na simulação deve ser aquele juro médio que você conseguiria acima da inflação.

      • Evandro 12 de setembro de 2017 at 14:25 - Reply

        Verdade, você falou. 100 reais só no primeiro ano, depois tenho que ajustar. Valeu!!!

  36. Leandro 6 de setembro de 2017 at 17:02 - Reply

    Impressionante como é possível obter vários ensinamentos com esse texto do leitor. Vi claramente ali a corrida dos ratos, a resistencia e inumeras desculpas para não começar a investir.
    Vejo o casamento justamente como o melhor estado civil para começar a economizar. São DUAS rendas, DUAS pessoas para dividar as contas, DUAS mentes para pensar e descobrir novas formas de economizar e aumentar os investimentos.
    Filhos também não vejo como uma desculpa para não economizar, mas justamente o contrário, é um motivo para que a gente se esforce mais ainda, para garantir uma renda no futuro dele, para que não precise depender de financiamentos ou outras ciladas do tipo.

    • Leandro Ávila 7 de setembro de 2017 at 0:56 - Reply

      Oi Leandro. Isso é verdade, filhos estimulam bastante na busca do crescimento.

  37. Dênis Barbosa Batista 6 de setembro de 2017 at 17:30 - Reply

    BOA TARDE, CARO AMIGO EDUCADOR!
    TUDO BEM COM TODOS? ESPERO QUE SIM!
    É SEMPRE MUITO OPORTUNA A SUA MANEIRA DE CONTRIBUIR CONOSCO, TRAZENDO ARTIGOS INTERESSANTES E REALMENTE PRÁTICOS PRA NOSSA VIDA SEMPRE CARENTE DE INFORMAÇÕES ACERTADAS COMO AS SUAS.
    CONTINUE ASSIM, PROSPERANDO EM CONHECIMENTO, E NOS ABRILHANTANDO COM A SUA MAGNÍFICA PERFORMANCE ENQUANTO PROFESSOR DE FINANÇAS.

    ABRAÇOS FRATERNAIS.

    DÊNIS B. BATISTA

    06/009/2017.

    COQUEIRAL/SUL DE MINAS

  38. MICHEL 6 de setembro de 2017 at 18:05 - Reply

    Ótimo texto Leandro,
    Mas se for possível um artigo complementar a respeito de finanças e casamento seria muito bom (para pessoas casadas e solteiras)
    Acompanho o seu trabalho a mais de um ano, quando comecei a ler efusivamente a respeito de educação financeira.
    Grande parte dos materias que li, re-li, vieram do clube dos poupadores, e tenho colhido muitos frutos, por meio de bons investimentos (Tesouro, LCA, CDD’s), simplificando o meu custo de vida, consegui dobrar o meu patrimonio em pouco mais de 1 ano.
    Tenho 28 anos, solteiro, e gostaria de me casar, mas me preocupo muito a respeito de como lidar com o assunto financas e independencia financeira com minha futura esposa. Pois eu já estou a caminho da minha indenpendência financeira, e não sei como conciliar isso com os objetivos de um casamento tradicional (custos com filhos, casa, carro), eu particularmente (falando como solteiro) não tenho intenção de comprar uma casa (prefiro investir o dinheiro e viver da renda deste investimento e pagar o aluguel), e estes valores podem vir em desencontro com o de minha futura esposa.

    Claro que irei deixar claro a ela o meu mindset a respeito de dinheiro, poupar, investir e independencia financeira, mas sei que não posso obrigá-la a ver o mundo da mesma forma que eu vejo hoje

    Talvez se você puder falar algo a respeito disso agradeceria muito
    Forte abraço

    • Leandro Ávila 8 de setembro de 2017 at 10:35 - Reply

      Oi Michel. É interessante que você busque uma pessoa que tenha sintonia com seus planos futuros. Ninguém é obrigado a pensar como você, mas no momento de escolher alguém para trilhar um caminho é bom que essa pessoa esteja na mesma trilha.

      • Fabio Marcos Frasão 8 de setembro de 2017 at 16:19 - Reply

        Reforço as palavras do professo Leandro, Michel.
        Como expus acima, consegui independência financeira depois de me separar de uma esposa que não pensava como eu aos 33 anos, após um ano de casamento. Minha vida progrediu após casar com minha atual esposa desde 2008. Dez anos depois, proprietário de dois imóveis, investimentos, carro confortável e a maior riqueza – um filho lindo, matriculado em boa escola, com mensalidade paga com rendimento de aluguel.

        • MICHEL 18 de setembro de 2017 at 13:10 - Reply

          Muito Legal Fabio
          Que bom que você conseguiu achar alguém que trilhe o mesmo caminho que você e que tenha lhe ajudado a conquistar uma maior liberdade financeira

  39. Bruno Henrique 6 de setembro de 2017 at 18:44 - Reply

    Leandro, tenho sempre o hábito de acompanhar seus artigos e lendo um outro artigo de outro site que relatava a respeito do Bitcoin, que dizia: “Quanto você conseguiria com um investimento “comum”? Bem, um investidor habilidoso pode considerar que teve sucesso em seu trabalho ao lucrar 20% do que investiu no espaço de um ano. Já alguém que prefere algo mais seguro ou menos trabalhoso – dizemos, por exemplo, lucrar com poupanças e títulos de capitalização – deve-se esperar algo em torno de 0,6% nesse espaço de tempo. Enquanto rendimentos comum rendem menos de 1% ao ano o Bitcoin já valorizou cerca de 450% seu valor em poucos meses.” Achei muito estranho o posicionamento do autor a respeito disso e talvez ele esteja até equivocado nesta questão. Vim aqui pois a publicação foi feita por um site de tecnologia conhecido, queria tirar essa dúvida com você, Leandro, se realmente esses dados estão corretos. Obrigado!

    • Leandro Ávila 11 de setembro de 2017 at 20:01 - Reply

      Oi Bruno. Bitcoin não é um investimento. É uma moeda virtual. Da mesma forma que uma moeda pode valorizar, ela também pode desvalorizar. Para baixo ela pode cair 100% se todos desistirem dela, afinal de contas não é como a moeda de um país onde um governo cria leis que obrigam sua aceitação. Já para cima não tem limite. Enquanto existir alguém achando que ela vai valorizar, ela vai valorizar, só que olhando a história das bolhas e dos movimentos especulativos podemos observar que bolhas estouram. Quem compra bitcoin naturalmente sai por todos os cantos defendendo aquilo que comprou. É natural. Todos precisam acreditar que é um bom negócio e ai começa o trabalho bobo de evangelização das pessoas.

  40. Mauro 6 de setembro de 2017 at 19:01 - Reply

    Leandro, sensacional a forma como você aproveitou a sugestão do leitor! Artigo muito bom mesmo, agregador em todos os aspectos. Em adendo, eu permito-me fazer um comentário: o casamento deveria servir para facilitar ainda mais o alcance do objetivo, na medida em que são DUAS pessoas que poderiam trabalhar no sentido de economizar e atingir a independência. Assim foi na minha vida e hoje usufruo disto. Parabéns e obrigado pelo artigo, certamente eu o compartilharei com vários casais que pensam mais ou menos igual ao seu leitor.

    • Leandro Ávila 11 de setembro de 2017 at 20:02 - Reply

      Oi Mauro. O casamento deveria ser uma parceria boa para os dois lados em todos os sentidos, incluindo o financeiro.

  41. Geraldo 6 de setembro de 2017 at 19:11 - Reply

    Não sei se meu pensamento é correto, mas penso da seguinte forma: “Não há vitória sem sacrifício, não importa a área” e “quanto maior for o sacrifício maior e melhor será o resultado alcançado”. Seguindo o pensamento, considerando que a independência financeira é algo extremamente grandioso, com certeza o sacrifício não será pequeno. Penso dessa forma, outra coisa, o caminho também é importante pois através dele você aprende “dinheiro”, há muitas pessoas que se receberam 2kk, por falta de conhecimento, o perderá em pouco tempo. Obrigado pelo artigo.

    • Leandro Ávila 11 de setembro de 2017 at 20:05 - Reply

      Oi Geraldo, eu também não sei de onde as pessoas tiram a ideia de que a vida é ou deveria ser fácil. Sempre existe um preço que devemos pagar para tudo que queremos. Tudo exige esforço.

  42. Fernando 6 de setembro de 2017 at 19:26 - Reply

    Parabéns, Leandro, muito boa a reflexão trazida no artigo. Gostaria apenas de comentar as 2 simulações que você fez. Uma taxa mensal de juros real de 0,5% ao mês equivale a 6,17% de juros real ao ano, e uma taxa de 1% ao mês equivale a um juros real de 12,68% ao ano. No contexto atual, com a taxa Selic em 8,25% ao ano e IPCA de 2,46% nos últimos 12 meses, o juros real de um título Tesouro Selic é de 5,65% ao ano. O Tesouro IPCA+ está pagando IPCA + 5% ao ano. Assim, conseguir algo como 10% a 12% de juros real ao ano de forma consistente é tarefa bastante difícil. Seria necessário colocar boa parte da carteira em renda variável (ações, imóveis, fundos imobiliários, negócios próprios, etc), que trazem um risco maior de perdas também.

    • Fernando 6 de setembro de 2017 at 19:35 - Reply

      Com relação ao índice Bovespa, por exemplo, ele fechou 2009 em 68.588,41 pontos, e está atualmente em 70.835,05 pontos. Então um investimento que acompanhe o ibovespa teria rendido 3,27% em valores nominais, portanto perdendo da inflação pelo IPCA que foi de 61,42% no período de final de 2009 até hoje. Ou seja, investir em renda variável pode trazer perdas mesmo considerando o médio prazo e diversificando as ações (utilizando o ibovespa).

      • Fernando 8 de setembro de 2017 at 16:40 - Reply

        Prezado Leandro, vi que meu comentário não foi aprovado na moderação. Achei estranho, pois tentei contribuir com a discussão de forma educada e moderada.
        Um abraço,
        Fernando

        • Leandro Ávila 11 de setembro de 2017 at 21:41 - Reply

          Oi Fernando. Foi aprovado, só que demorou um pouco. Esse artigo recebeu um número muito grande de comentários, mesmo me esforçando para ler, responder e aprovar todos, o número tem crescido.

    • Leandro Ávila 11 de setembro de 2017 at 20:07 - Reply

      Oi Fernando. A economia é cíclica. A certeza que temos quando os juros baixam é que vai chegar o momento que ele baterá no fundo do poço e uma nova crise, um novo problema econômico global ou local vai desencadear um novo desequilíbrio, mais juros, mais problemas. Quando os problemas chegam na situação mais crítica, tudo começa a se resolver e tudo começa novamente. O importante para o investidor é compreender que não existe estabilidade, existe conhecimento que podemos usar para aproveitar cada momento, cada situação.

  43. Jeferson 6 de setembro de 2017 at 19:57 - Reply

    Muito obrigado pelo artigo, ainda não casei..mas com esse conhecimento já abre mais a decisão de equilibrar, planejar mais, que no futuro pra viver melhor quando for casados, sem ter muita dificuldades !!!

  44. João Neves 6 de setembro de 2017 at 20:35 - Reply

    Olá Leandro. Artigo excepcional, parabéns por mais conteúdo impactante. Já tem um tempo que acompanho seu blog e possuo muita admiração pelo seu trabalho.

    Gostaria de compartilhar minha experiência: sou casado há muitos anos, e minha esposa é exatamente o avesso em relação à minha pessoa quando o assunto é dinheiro. Eu aprendi mesmo antes de casar a poupar e investir, e embora não me considere um investidor agressivo, possuo segurança na ponderação entre várias categorias de investimentos.

    Ambos trabalhamos e não possuímos conta conjunta. Mesmo que ela seja mais mão aberta do que eu, cumpro com minha parte, alertando-a quando gasta além do que considero aceitável, porém respeito o espaço dela. Afinal, ela decide o que fazer com o dinheiro, fruto do trabalho dela, assim como ela faz em relação à mim. Ela já teve problemas não muito sérios, mas conseguiu se sair bem sozinha e eu nunca precisei “emprestar” dinheiro por algum deslize dela.

    Não estou aqui para desqualificar nada, tampouco questionar. Entendo perfeitamente seu papel de educador financeiro. No entanto, achei pertinente compartilhar minha própria experiência, a título de demonstrar que um casal pode (aparentemente) conviver muito bem, mesmo com perfis neste aspecto de finanças pessoais distintos, mas que entendem e compreendem o perfil do outro.

    Um grande abraço.

  45. Karen Soares 6 de setembro de 2017 at 21:12 - Reply

    Nossa eu amei esse artigo. Eu tenho 25 anos e estou cuidando do meu futuro financeiro faz mais ou menos 3 anos. Cada vez que leio um artigo desse fico mais motivada e percebo que o mais importante para se alcançar as metas que defini é ter paciência e disciplina. Cada detalhe conta para o sucesso financeiro independente de quanto conseguimos poupar. O tempo é um fator determinante e na maioria das vezes somos imediatista.
    #euamoamagicadosjuroscompostos

    • Leandro Ávila 12 de setembro de 2017 at 7:18 - Reply

      Oi Karen. Parabéns por cuidar do seu futuro financeiro.

  46. Karina 6 de setembro de 2017 at 21:15 - Reply

    Olá Leandro,

    Este artigo veio a calhar. Namorando a alguns anos, eu e meu namorado temos a intenção de casar no futuro, mas nunca tínhamos planejado financeiramente para juntar algum dinheiro a fim de comprar um imóvel para morarmos juntos. Acontece que em novembro de 2016 um fato ocorreu e me chamou a atenção. Por acaso eu descobri que o meu namorado tinha feito um empréstimo em folha, que foi descontado por mais de 8 meses no salário dele. Jamais imaginava que ele podia fazer um empréstimo tendo uma renda boa. Quando descobri isso fiquei chocada e perguntei pra ele o motivo. O empréstimo era pra ajudar um irmão dele que estava passando por dificuldades financeiras. Pode uma coisa dessas? Seu irmão pede ajuda, você não tem como ajudar na quantia desejada e aí então pra atender todo o pedido você vai lá e faz um empréstimo. Resultado: o irmão não devolveu o dinheiro até hoje, ele pagou todo o empréstimo sozinho. Quando vi toda essa cena, percebi que o dinheiro dele estava sobrando tanto que ele estava até emprestando pra quem precisasse. Daí então pensei: Se tá sobrando por que não juntamos uma parcela do nosso salário para um objetivo que seja nosso, como por exemplo comprar nosso apto e assim casarmos? Li seu livro sobre o financiamento de imóveis e montei um plano de ação para alcançarmos o nosso objetivo. Apresentei pra ele a proposta e ele concordou. Desde então estamos reservando 40% do nosso salário líquido. Alguns meses ele não conseguiu cumprir com o objetivo, mas eu venho cumprindo sempre. As vezes me sinto sozinha nessa meta porque eu me esforço muito para me educar financeiramente, estudando sobre o assunto. Mas ele não estuda nada sobre educação financeira e vejo que por isso ele tem dificuldades em se organizar e fazer o dinheiro sobrar. Mas se ele não se interessar por isso, fica complicado pra mim ajudá-lo. O que tento fazer por enquanto é dar o meu exemplo, apenas isso.

    • Leandro Ávila 12 de setembro de 2017 at 7:22 - Reply

      Oi Karina. Dificilmente o problema de quem enfrenta dificuldade financeira é falta de dinheiro. A origem tende a ser outra e o dinheiro só atrasa a percepção da origem do problema. É como ter um sério problema de saúde e ficar tomando remédio contra dor acreditando que aliviar a dor resolve o problema. Se o irmão não devolver o dinheiro ficará essa despesa registrada como um ensinamento, uma lição sobre nunca fazer empréstimos em nome de outra pessoa quando o problema dela for falta de educação financeira e não falta de dinheiro. Educação financeira você sempre aprende, mas existe a opção de aprender com dor ou sem dor. Se você elimina a dor de quem precisa aprender, você adia o aprendizado.

  47. Talita 6 de setembro de 2017 at 21:46 - Reply

    Excelente análise como sempre Leandro.
    No meu caso e do meu marido, ele é o que tem maior tendência a gastar. Quando decidimos que a renda seria do casal, nossa vida financeira melhorou muito. Temos uma conta conjunta e os investimentos e gastos são discutidos e aprovados por ambos. Deu super certo pra nós , não faz diferença quem ganha mais e por estar concentrado em uma única conta, facilitou a administração e os ganhos foram imediatos. Quando eu quero comprar algo, ele pondera se seria mesmo necessário, e vice versa quando ele quer comprar, acabamos adotando uma postura mais conservadora com nossos gastos, nos limitando mais ao essencial e o resultado tem sido fantástico. Se fosse cada um com sua conta acho que acabaríamos gastando mais. Mas cada casal deve encontrar aquilo que funciona melhor, não há fórmulas e o importante é poupar sempre.
    Parabéns pelo artigo!

  48. wesley 6 de setembro de 2017 at 22:31 - Reply

    Oi Leandro, artigo muito enriquecedor,comecei a ler seus artigos a 6 meses,posso dizer que aprendi como nunca, hoje tenho uma vida muito melhor e claro pretendo melhora muito, o conhecimento e mesmo libertador

    abraço muito obrigado

  49. Camila 6 de setembro de 2017 at 23:06 - Reply

    Oi Leandro, muito obrigada pelos seus ensinamentos. Já acompanho há um tempo, apesar de nunca ter comentado, mas sempre que recebo notificação de artigo novo aviso pra uma amiga ‘Amiga, chegou artigo novo do Leo” rsrs.

  50. Rafael Camacho 7 de setembro de 2017 at 1:13 - Reply

    Leandro, estou há 1 mês estudando através dos seus artigos e há pouco mais de 1 semana através dos seus livros. De todos os seus artigos esse para mim é o mais apropriado a vida das pessoas. Sou solteiro ainda e não os “problemas” do caso acima, nem que eu por a culpa dos meus fracassos. Contudo, o que tenho a dizer, é que esse seu artigo eu vejo diversos casais com o mesmo problema. Com certeza tentarei levar esse artigo a essas pessoas, muitas são pessoas próximas e muito queridas. Complementando, apesar de uma abordagem um tanto crítica (acredito que essas pessoas realmente precisem disso), foi de todas a mais franca, clara e construtiva que já vi aqui no CP. Parabéns e muito obrigado!!!

    • Leandro Ávila 11 de setembro de 2017 at 20:58 - Reply

      Oi Rafael, eu acredito que as vezes é importante encarar a verdade de frente. A verdade dói.

  51. Claudinei Catarino 7 de setembro de 2017 at 4:03 - Reply

    Olá Leandro, olá pessoal. A paz de Jesus a todos.
    Já disseram tudo (ou quase tudo), mas permitam-me contar-lhes uma coisa: Eu lia muita revista de “economia”. Minha sobrinha me falou: Ih tio, outra revista? Quando o senhor vai mudar? Pessoal foi meu despertar. Eu me perguntei: Por que o Titanic bateu no iceberg?
    Descobri que o meu problema não estava nas coisas que eu fazia e no material que eu lia, mas sim na forma como eu fazia e aplicava os ensinamentos. Por isto os resultados não vinham. Sou casado, sou funcionário público em São Paulo, tenho dois filhos e uma esposa mais inteligente financeiramente do que eu (graças a Deus). A forma como eu fazia as coisas estavam erradas. Mas como mudar? Encontrei o Clube dos Poupadores. Encontrei vocês. E as mudanças já são perceptíveis. Hoje já consigo realizar alguns sonhos (tenho 51 anos e dizem que ainda estou novo e tenho muito pela frente, rs, rs,).
    Aprendi uma coisa: Velhos hábitos são difíceis de morrer, mas morrem! Postura, disciplina, decência, Celebrem cada vitória e não descartem as derrotas, felicidade e força, foco e fé.
    O Clube dos Poupadores mudou a minha vida (e pra melhor). Hoje criei coragem de escrever-lhes. E querem saber? Eu amo vocês!
    Obrigado Leandro. Obrigado pessoal.Não desistam nunca. Acreditem nos sonhos e tudo mais vem por acréscimo. Deus abençoe a todos nós. (Ufá, minha mão está até suando, mas valeu a pena!)..

    • Leandro Ávila 11 de setembro de 2017 at 21:30 - Reply

      Obrigado Claudinei. Fico feliz por ter ajudado de alguma forma através do trabalho que realizo. Parabéns por aproveitar esse trabalho e transformar sua vida.

  52. Junior 7 de setembro de 2017 at 4:15 - Reply

    Excelente artigo, parabéns. Sobre a senhora do vídeo, infelizmente é a realidade de muitos brasileiros.

    Certa vez eu estava dentro de um ônibus, e tinha uma mulher (que vende doces dentro do ônibus) conversando com o motorista, como eu estava no assento bem próximo do motorista deu pra ouvir a conversa deles.

    Ela estava contando toda empolgada que trabalhou o “ano todo” pra conseguir fazer uma festa pra filha de 15 anos, com direito a fotografia, e todo o luxo, e disse ainda, que estava toda endividada, mas fez o sacrifício com todo o prazer pela filha..

    Interessante que nesse pouco tempo de conversa, ela também comentou que a filha dela fez 15 anos, e não queria​ saber de estudar, só queria saber de namorar, ainda disse para o motorista que provavelmente ela iria engravidar cedo..

    Não seria melhor ao invés de dar presentes caros (ainda mais sem ter condições financeiras) e, no lugar de presentes, da educação aos filhos?? Isso sim faria diferença imensurável pra vida toda na vida dos filhos.

    • Leandro Ávila 11 de setembro de 2017 at 20:53 - Reply

      Oi Junior. Ela deveria ter falado mais para a filha sobre o poder do sacrifício. Só que ela ensinou sobre o prazer de conseguir as coisas fáceis e sem nenhum mérito.

  53. Abner de Araujo Pinto 7 de setembro de 2017 at 10:07 - Reply

    Excelente artigo Leandro! Na maioria das vezes é mais fácil e cômodo encontrar justificativas para determinadas situações do que encarar a realidade.

  54. Laurence 7 de setembro de 2017 at 10:56 - Reply

    Olá Leandro,

    Não dá pra ficar perdendo tempo com desculpas do tipo não dá, não posso, não consigo. É preciso estudar para ter conhecimento sobre como e onde investir e também trabalhar o emocional para seguir em frente e não desistir. Graças ao clube dos poupadores já aprendi muita coisa sobre educação financeira e já percebi que está dando ótimos resultados para mim. Já consolidei investimentos em renda fixa (aposentadoria) e agora estou partindo para a renda variável (ações), coisa que jamais pensei que estaria fazendo e sem abrir mão de alguns luxos, como almoçar de vez em quando em churrascarias e realizar passeios de férias. Só tenho a agradecer ao Leandro pelo trabalho que tem feito …

    Deus abençoe!

  55. Paulo Cesar 7 de setembro de 2017 at 12:01 - Reply

    Olá mestre Leandro. Fugindo um pouco do assunto desse artigo, indago se você não irá elaborar um texto atual discorrendo sobre o presente cenário de queda persistente da taxa SELIC e as estratégias possíveis de proteção dos pequenos investidores quanto aos investimentos em renda fixa, mais precisamente, no que tange ao Tesouro Direto. Grande abraço!

  56. Andre 7 de setembro de 2017 at 12:02 - Reply

    Ola Leandro, boa tarde
    Já que as escolas não parecem sinalizar para o ensinamento da educação financeira para crianças, qual o melhor método para os pais tratarem desse assunto com filhos? A partir de qual idade? Mesada seria um caminho pra ensina-los desde cedo administrar recursos? Gostaria de saber sua opinião a respeito. Obrigado .

    • Leandro Ávila 11 de setembro de 2017 at 20:50 - Reply

      Oi André. Bons exemplos. Invista na sua educação financeira e as crianças vão aprender através da forma mais poderosa que são os exemplos. Ensine o valor do trabalho e do mérito. Na sociedade não existe dinheiro grátis. A mesada precisa estar relacionada com a entrega de algum valor, realização de uma atividade útil ou a realização de objetivos.

  57. Rubens Martins 7 de setembro de 2017 at 16:19 - Reply

    Uma coisa que vc falou Leandro e que dá muito resultado é a gente se pagar primeiro, eu sempre poupei desde que comecei a trabalhar, só que nos primeiros anos eu poupava só o que sobrava depois eu estabeleci uma meta de poupança e comecei a guardar de 20 a 30% do meu salário e observei que isso me trouxe resultados excelentes, outro coisa que vc sempre fala e que é verdade é sobre as críticas que recebemos ao fazer isso,pois, os meus amigos e familiares me criticam muito por eu guardar dinheiro.Me chamam de mão de vaca, unha de fome e até usam palavras de baixo calão, tudo em tom de brincadeira, mas eu sei que são críticas verdadeiras e não é fácil lhe dá com isso.
    Outro grande desafio é vc conseguir adaptar suas despesas ao que sobra do seu salário.Nos últimos anos as minhas despesas aumentaram mais após o falecimento da minha mãe e meu padastro ter saído do emprego, o que diminuiu minha capacidade de poupar, isso mexeu comigo e sinto que preciso dá uma guinada na minha vida, tentar empreender ou conseguir aumentar os meus ganhos.
    Não ponho a culpa nas despesas, pois percebi que elas não aumentaram tanto assim, na verdade, elas continuam as mesmas da família, eu é quem estava acomodado. Por isso, resolvi também que vou dá essa guinada agora e começarei participando do nosso curso Resistência. Abraços, Leandro!

    • Leandro Ávila 11 de setembro de 2017 at 20:56 - Reply

      Oi Rubens. Eu acredito que não podemos nos acomodar profissionalmente. É fundamental investir na sua fonte primária de recursos que é a sua profissão. Precisamos melhorar, avançar, desenvolver novas habilidades, buscar novas oportunidades. Ninguém deve se contentar com pouco, todos possuem a capacidade de evoluir e crescer.

  58. Gilmar Passos 7 de setembro de 2017 at 17:18 - Reply

    Seus artigos são simplesmente fantásticos Leandro!Nunca me cansarei de lê-los.Sempre um “Banho” de realidades que mexem com os pensamentos da gente e nos fazem agir.Continue sempre com essa boa vontade em ajudar quem precisa de educação financeira.Muito Obrigado por existir.

  59. Gilmar Passos 7 de setembro de 2017 at 17:22 - Reply

    Seus artigos são simplesmente fantásticos Leandro!Sempre um “Banho” de realidade que nos fazem pensar e agir de fato.Nunca cansarei de lê-los, não perco um.Continue sempre com esse trabalho de ajudar a quem realmente precisa de educação financeira.Muito obrigado por existir.

  60. João Paulo 7 de setembro de 2017 at 17:33 - Reply

    Acredito que o casamento pode ser também uma oportunidade dos dois poderem unir-se para alcançar de maneira ainda mais rápida a tão sonhada independência financeira. Para isso, é necessário que os pensamentos do casal estejam coesos, para que possam entender que tudo que estão fazendo no presente será de grande valor para eles no futuro.

  61. Regina Gomes 7 de setembro de 2017 at 22:14 - Reply

    Parabéns Leandro, você me inspira a sempre querer adquirir mais conhecimento! Deus o abençoe.

  62. Hellen 8 de setembro de 2017 at 9:28 - Reply

    o tapa na cara dói, mas é por uma boa causa kkk ! Parabéns pelo trabalho! Adoro seus artigos, fala de uma maneira clara e motivante. Obrigada.

  63. Flávio 8 de setembro de 2017 at 9:53 - Reply

    Excelente artigo Leandro. Também sou funcionário público e nos últimos 14 anos passei por 04 cargos em concursos diferentes, o que fez minha renda aumentar em 660%, mas sabe o que realmente fez diferença ? em todos estes anos meu padrão de vida continuou o mesmo, moro no mesmo local, uso carro semi novo, viajo com descontos, me hospedo geralmente no SESC e tantas outras economias que faço fazem com que posso viajar duas vezes ao ano, tenho reserva de emergência para 3 anos sem trabalhar (caso necessite), tenho minha previdência complementar , meus investimentos, 2 lotes valorizando, 2 casas e acho que estou no caminho certo, tenho 42 anos e quero atingir minha independência financeira ao 52 anos. Sou casado, pai de 3 filhos e minha esposa não trabalha. Então acho que o casamento e os filhos, nada tem a ver com não conseguir guardar dinheiro.

    • Leandro Ávila 12 de setembro de 2017 at 7:23 - Reply

      Oi Flávio. Quando você aumenta sua renda e ao mesmo tempo aumenta o padrão na mesma proporção acaba perdendo uma oportunidade de elevar o seu padrão para sempre através de uma reserva para o futuro.

      • Flávio 13 de setembro de 2017 at 9:37 - Reply

        Obrigado por responder Leandro. Abraços

  64. Marcos 8 de setembro de 2017 at 11:51 - Reply

    Leandro, excelente artigo! Gostaria de deixar meu registro pessoal sobre o assunto. Comecei nos investimentos quando tinha 24 anos. Em 2006 perdi o equivalente a 15.000 em um fundo de investimento de quotas com um grupo da faculdade, basicamente não deu certo pois acreditava que teriamos rendimentos extraordinarios sem ter que me incomodar com a gestão do fundo.
    Passados 10 anos de investimentos ocasionais sem retorno substancial decidi embarcar de vez no projeto de investimento de longo prazo baseado nas experiencias/livros de warren buffet, gustavo cerbasi, samy dana, bloggers e etc. Mas acredito que o maior aprendizado foi vivendo e entendendo como a natureza humana está diretamente relacionada aos investimentos. Neste aspecto, o clube dos poupadores teve (e tem) o papel fundamental nesta trajetória de aprendizado, pois demonstra tudo aquilo o que eu pensava (e mais um pouco) sobre a teoria de investimentos e a relação com o nosso modo de vida.
    Hoje, entendo que temos as necessidades básicas, mas manter um grau mínimo de conforto é necessário (para principalmente não abalar o fator psicológico relacionado aos investimentos de longo prazo) e esse foi o motivo porque não consegui juntar substancialmente dinheiro ao longo desse tempo porque acredito que uma pessoa tem que ter e manter os seguintes bens ou serviços antes de casar ou efetivamente conseguir realizar investimentos de longo prazo: telefone/internet (comunicação), plano de saúde (saúde), carro (locomoção) e casa (imovel proprio).
    Tentar implementar sem ter os itens acima estruturado, até mesmo antes de um casamento somente irá mascarar a quantia que você está poupando, pois em algum momento da vida terá de desembolsar o dinheiro em algum momento.
    Casei recentemente e gastei todos os meus investimentos/poupança na festa e apartamento tenho varias dividas mas já recomecei minha trajetoria de investimento, desta vez com a minha conjuge. Claro que sempre surgem discussões sobre as finanças, mas é importante haver diálogo e principalmente entendimento sobre os objetivos principais do investimento e quanto tempo vai levar para alcança-los. Ter paciencia para ensinar principalmente com exemplos proximos e do cotidiano é fundalmental, principalmente porque se eu demorei mais de dez anos para entender como esperar que uma pessoa aprenda em apenas um?

    • Leandro Ávila 12 de setembro de 2017 at 7:27 - Reply

      Oi Marcos. Não existe um padrão. Imagine um quebra-cabeça dentro de você. As vezes falta uma única peça para fechar o quebra-cabeça e outras falta quase tudo. As vezes a mudança pode demorar uma vida toda, as vezes uma única experiência, uma única palavra fecha o quebra-cabeça.

  65. José 8 de setembro de 2017 at 20:57 - Reply

    Minha opinião…
    Casando com a pessoa alinhada com seu propósito, nada muda. Ou até pode melhorar.
    Com filhos, a conversa muda totalmente, mas não não significa o fim da linha.
    Precisa duplicar o foco pra cada filho. Eu acho.

    • Leandro Ávila 11 de setembro de 2017 at 21:43 - Reply

      oi José. É importante preparar os filhos para que aprendam a lidar bem com o dinheiro em casa, antes que a rua ensine a fazer isso da forma errada. Por isso é importante investir na educação financeira, nem que seja pensando em dar bons exemplos para as crianças.

  66. Marcos 8 de setembro de 2017 at 21:25 - Reply

    Leandro,

    O que eu faço é exatamente o que você mencionou no artigo: primeiro eu me pago.
    Assim que recebo meu salário e minhas outras fontes de renda (obtidas graças a esse constante comportamento), eu reinvisto uma parcela que julgo ser apropriada para meus objetivos e vivo com o restante.
    Não deixo de viver minha vida, mas também não me deixo levar pelos inúmeros supérfluos que não acrescentarão em nada. Coisas não me dizem nada, quero é liberdade.
    Meu objetivo final é a independência financeira. E nenhum objeto/serviço, que não seja realmente necessário, será adquirido por mim.
    É tudo uma questão de mindset. O que realmente importa e é necessário não é ter coisas supérfluas, só para saciar uma vontade momentânea.
    Tenho um exemplo muito inspirador na família da minha esposa, inclusive. O tio da minha esposa sempre foi barbeiro. Seu salão é pequeno, simples, com boa cliente, mas simples e organizado. Ele, em um jantar de família, me contou que a vida toda só gastava 50% da sua renda. Enquanto seus amigos compravam carros novos, com frequência, ele não. Dizia que era dinheiro jogado fora. Vivia abaixo de suas condições, mas sempre de maneira muito confortável, sem passar por nenhuma dificuldade. Hoje, com 70 anos, é entre os irmão aquele que tem a melhor condição de vida, e só continua indo para a barbearia porque quer e gosta. Faz tempo que se tornou financeiramente independente, segundo meu sogro, desde os 45 anos. Conhece o mundo inteiro, tira férias quando quer, vive muito bem, e é livre para trabalhar quando quiser desde os 45 anos!! Enquanto isso, aqueles que compravam roupas caras, carros do ano e ostentavam um padrão de vida que não lhes pertenciam, estão vivendo de suas aposentadorias sofridas, nervosos, com problemas de saúde, ansiedade e alguns até com depressão.

    • Leandro Ávila 12 de setembro de 2017 at 7:29 - Reply

      Oi Marcos. As pessoas demoram um pouco para compreender o valor dessa tranquilidade. O pior é não entender que essa tranquilidade financeira interfere na sua saúde física e mental, interfere em relações familiares com menos conflitos relacionados ao dinheiro, os benefícios são muito maiores do que se imagina.

  67. Sergio 9 de setembro de 2017 at 7:03 - Reply

    Interessante o artigo mas gostaria deixar um comentario inverso ao tratado nele. Estou junto da minha esposa há 8 anos e completaremos 5 anos de casado em breve.

    Tanto eu quanto minha esposa temos a mesma mentalidade poupadores e permanecemos nessa vibração. Inclusive foi minha esposa que iniciou no mundo dos investimentos e me trouxe a estudar o tema.

    Fico feliz em perceber que até nas finanças estamos em sintonia.

    Parabéns pelo belo trabalho Leandro! Sou frequentador assíduo de seu site.

    • Leandro Ávila 12 de setembro de 2017 at 7:30 - Reply

      Parabéns Sergio e obrigado por compartilhar sua história aqui.

  68. Cássia 9 de setembro de 2017 at 16:54 - Reply

    Sempre fui uma poupadora. Sem rigidez ou método, é verdade… mas com a tranquilidade da criança de antigamente que se satisfazia e era feliz com o que tinha. (Não existia essa agonia de hoje por possuir mais e mais…). Além de ter este perfil econômico, houve o incentivo em casa – desde cedo – para poupar. Isso fez com que eu sempre conseguisse comprar tudo (casa, carro, viagens e outros bens de menor valor) à vista. Até me casar com alguém SEM esta visão… Só consegui guardar dinheiro novamente depois de me separar. Infelizmente, quando o casal não pensa da mesma forma, fica difícil. O que cede, seja o que deixou de comprar ou o que deixou de poupar, sai sempre contrariado… Agora, mais “experiente”, porém com menos tempo pela frente para recomeçar e me reorganizar visando a sonhada independência financeira, preciso me disciplinar e ser aplicada para aprender rapidamente tudo o que puder, pois o futuro, de repente, ficou muito próximo…

    • Leandro Ávila 12 de setembro de 2017 at 7:33 - Reply

      Oi Cássia. As vezes o coração (as emoções) fazem você casar e com o passar do tempo o cérebro (a razão) faz você se separar. Eu acredito que a escolha deve buscar uma harmonia entre esses dois lados. A outra parte precisa ter valores semelhantes. É difícil manter um casamento onde um lado valoriza coisas que são opostas. Valores semelhantes é fundamental e no momento de aprimorar esses valores é importante que esse crescimento ocorra nos dois.

  69. Lorena 9 de setembro de 2017 at 23:37 - Reply

    Olá, Leandro. Parabéns pelo seu excelente trabalho!

    Quando era solteira não tinha nenhuma preocupação com finanças. A única “vantagem” era o fato de que nunca gostei de desperdícios. Já me sustentava e ajudava nas contas da casa da minha mãe.
    O dinheiro que havia guardado na poupança usei para custear meu casamento (que foi muito barato) e para montar meu apto.
    Meu marido tinha essa visão de inteligência financeira, mas infelizmente perdeu todo o dinheiro que poupamos no 1o ano de casamento ao se arriscar na bolsa de valores.
    Ele ficou arrasado, mas não me restou outra alternativa se não apoiá-lo, apesar da enorme frustração. Eu percebi que tbm fui culpada, pois sempre fui mais pé no chão que ele (que às vezes é muito empolgado), mas quando ele teve a ideia de investir o dinheiro, eu me omiti e deixei que ele fizesse tudo sozinho por pura preguiça de sair da zona de conforto e me dedicar aos estudos sobre finanças. Assim, essa experiência serviu para que eu tbm buscasse esse conhecimento e hoje, apesar das dificuldades, estamos conseguindo poupar bastante.
    O único problema é que ainda não concordamos totalmente sobre algumas prioridades em relação ao curto e médio prazos… Mas é como você disse, a negociação e o diálogo são fundamentais em um casamento.
    Eu não acho que o casamento em si atrapalha a vida financeira desde que você conheça muito bem a pessoa com quem se casou e tenha a certeza de que estão seguindo na mesma direção, como uma equipe.

    Um abraço e sucesso sempre!

    • Leandro Ávila 12 de setembro de 2017 at 7:37 - Reply

      Oi Lorena. Nunca se deve investir tudo em bolsa de valores. Na bolsa só devemos colocar aquela parcela do dinheiro que podemos perder. O primeiro pensamento que devemos ter antes de investir na bolsa é: “Quanto eu posso perder sem que isso acabe com minhas finanças?” Certamente ninguém está disposto a perder tudo Bolsa é como uma pitada de fermento nos seus resultados. Se na renda fixa você consegue 0,7% ao mês com segurança a bolsa poderia fazer essa rentabilidade da sua carteira subir para 1% ou 1,4%. No meu entendimento essa é a função da bolsa para quem tem um perfil mais conservador/moderado. Para isso é fundamental estudar antes de investir.

  70. Silvia 10 de setembro de 2017 at 7:22 - Reply

    Muito verdadeiro. Meu marido e eu sempre pensamos igual em relação a dinheiro. Sempre poupamos. Criamos e educamos 2 filhos e nunca vivemos acima de nossas posses. Agora temos reservas pra curtir nossa aposentadoria viajando e aproveitando a vida. Vi durante anos casais que regulam em idade conosco gastando com futilidades, bolsas caras, sapatos, roupas, festas luxuosas de aniversário e casamento etc. E essas mesmas pessoas, amigos nossos, hoje se mostram ressentidas porque nós podemos viajar despreocupados enquanto eles continuam tendo que trabalhar e nada tem, alem de dívidas. A vida é feita de escolhas. Nós preferimos viver de forma confortável, mas sempre dentro de nossos limites, por isso sempre pudemos poupar. Pequenas quantias fazem sim a diferença se existe constância e persistência. Parabéns Leandro pelos seus ensinamentos.

    • Leandro Ávila 12 de setembro de 2017 at 7:40 - Reply

      Oi Silvia. Exatamente, a vida que você tem hoje é a colheita do que você plantou ontem. Parabéns e obrigado pelo comentário.

  71. Lucas 10 de setembro de 2017 at 11:51 - Reply

    Parabéns pelo artigo! Obrigado por compartilhar informações valiosas conosco! Forte abraço.

  72. Mariana 10 de setembro de 2017 at 13:10 - Reply

    Leandro, suas reflexões são sempre excelentes. Obrigada por isso.
    Tb sou servidora pública (e casada). Enrolada nas finanças há mts anos, percebi que as compras para a casa funcionavam como refúgio para as dívidas (eu pensava “tô enrolada, mas não com futilidades para mim”. era como uma desculpa). Estou buscando uma reeducação financeira e encontrar o seu site foi um presente.

    • Leandro Ávila 11 de setembro de 2017 at 21:38 - Reply

      Oi Mariana. Parabéns por dedicar seu tempo se reeducando. Isso será o início muitas vitórias.

  73. Fabiano 11 de setembro de 2017 at 9:52 - Reply

    Leandro,
    Excelente a sua colocação com base na dúvida do leitor…
    Quando era solteiro e sem contar com ajuda financeira dos meus pais, trabalhando desde sempre e investindo no meu estudo técnico aos já aos 18 anos para em seguida conseguir cursar contabilidade na USP, sempre ouvia pessoas com até o dobro da idade que eu tinha relatando que assim que eu me casasse tudo o que eu defendia sobre educação financeira cairia por terra e, se viessem os filhos, teria que me desculpar com todos aqueles que eu incentiva a poupar.
    Os anos foram passando e, óbvio, os gastos aumentaram após o casamento e os filhos, mas os conceitos não mudaram e provaram que eu estava certo em manter a disciplina sobre educação financeira.
    As desculpas são as mais variadas possíveis para as dificuldades e para não poupar.
    Culturalmente predomina em nosso país da independência patrimonial, como ter sua casa própria e seu carro do ano e isso, talvez, seja um bloqueio para se ter independência financeira.
    Com o Clube dos Poupadores ganhei mais incentivos para continuar nessa jornada e conseguir ter um futuro mais tranquilo e, quem sabe, independente financeiramente.
    Parabéns pelo incentivo a todos os leitores e pelo excelente trabalho, infindável, de educar financeiramente as pessoas.
    Forte Abraço!

  74. Vânia G. 11 de setembro de 2017 at 14:12 - Reply

    A convivência humana com outros seres humanos é sempre desafiadora, e o casamento não é diferente. Muito já foi dito aqui entre os comentários, e eu queria reforçar que embora não concorde com muito do que o leitor reporta no seu comentário, eu concordo com o fato de que casamento dificulta a vida financeira, se o outro não tiver a mesma mentalidade ou inteligência financeira que você. Por isso a fase de namoro deve ser usada pra explorar esses aspectos no parceiro: a questão não é saber se ele tem dinheiro ou não, mas sim, o que ele faz com o dinheiro que tem. Pena que na fase eufórica de namoro, não damos a devida importância a isso… Parabéns pelo artigo!

    • Leandro Ávila 12 de setembro de 2017 at 7:44 - Reply

      oi Vânia. É exatamente isso, a culpa não é exatamente do casamento, mas da mentalidade das partes.

  75. jane 11 de setembro de 2017 at 15:30 - Reply

    Olá, sempre leio os artigos do clube dos poupadores e gosto muito! Eu não sou perfeita, existem certas coisas, como plantas para jardinagem e produtos naturais que para uns são gastos, mas para mim são verdadeiros investimentos porque tem um impacto positivo na minha qualidade de vida e saude. Eu tenho poupado de 30 a 60 por cento do meu salário, apesar do financiamento da casa, e a minha dica é simples e de coração: não tornem as coisas mais difíceis do que realmente são, não fiquem repetindo as frases, é dificil; é muito difícil, não é fácil… essas frases tem um impacto muito negativo no nosso inconsciente.

    Quando a gente coloca a ênfase no fácil, tudo é bem mais simples 😉 confiem em mim. Eu sou como todos aqui, sei que vai demorar para conquistar minha independência financeira e a paciência realmente é uma virtude, e quando tenho aquela leve desanimadinha, procuro não pensar no que poderia ter poupado antes, ou no tempo a esperar, coloco ênfase em como é bom estar no caminho certo para conquistar a liberdade.

    Outra dica que eu dou para quem tem filhos é dar um porquinho de presente para eles, meus pais sempre me davam isso e poupar para colocar as moedinhas era uma brincadeira muito legal e me incentivou bastante a ser poupadora, desde que comecei a trabalhar, dez por cento ia para a poupança. Tive que gastar com a casa e mobilia, mas continuei poupando religiosamente e procuro manter o otimismo e paciência para a renda fixa prefixada a médio e longo prazo, com rentabilidades um pouco maiores e tenho estudado bastante a renda variável, sempre pensando como a vida é fácil e como é possível viver muito bem com pouco e como me sinto ao saber que um dia estarei realizando meu sonho de não ter rotinas para trabalho.

    • Leandro Ávila 12 de setembro de 2017 at 7:50 - Reply

      Oi Jane. Existe uma frase que dizem ser de Maomé que diz assim: “Se um homem tem pão nas duas mãos, ele deve trocar um deles por algumas flores de narciso, pois o pão alimenta o corpo, mas as flores alimentam a alma.” Hoje eu entendo esse simbolismo com clareza. Podemos tornar a nossa vida mais bela, podemos deixar os ambientes mais agradáveis e isso produz um impacto emocional e psicológico na sua vida. Isso não significa jogar dinheiro pela janela, pois a ordem e a limpeza não custam apenas boa vontade. Obrigado por compartilhar sua história conosco.

  76. Tais 11 de setembro de 2017 at 15:58 - Reply

    Oi, Leandro. Identifiquei-me muito com a história. Sou servidora pública, casada e mãe de uma menina de três anos. Depois do nascimento dela, desanimei de estudar para um concurso que pague mais, sobra tão pouco tempo após o trabalho e o serviço doméstico para desfrutar com minha família. Então nos adaptamos. Tenho um marido super companheiro, na mesma sintonia, que divide as tarefas do lar e cuidados com a filha, além de ter a cabeça aberta a discutirmos e decidirmos em conjunto o que é melhor, seja no campo financeiro ou outros. Os dois salários são somados e gerenciados por mim.
    Ironicamente, somente nos organizamos verdadeiramente e começamos a poupar após o nascimento da filha. Hoje, investimos 10% dos nossos salários todo mês em TD IPCA (pelo menos é a estratégia até agora). Fora isso, temos mensalmente outras poupanças com objetivos diversos:
    1) educação da filha, para quando sair da creche pública;
    2) a faculdade (ou empreender, o que ela decidir quando atingir a maioridade),
    3) férias (cansei de ficar endividada com férias, agora guardo as “parcelas” ao longo do ano, mais os juros e adequo o destino ao saldo);
    4) troca do carro ou despesas com o mesmo (financiamento é proibido em casa, ou melhor pagar juros, só receber é permitido). Trocamos a um mês de carro sem nos endividar.
    5) despesas com a casa (sempre vai ser preciso reformar ou trocar um eletrodoméstico, mas só o necessário, nem temos Smart TV, celular de última geração, etc. Não é isso que faz sermos felizes). Esta poupança é formada com um “extra” que recebemos por um serviço que prestamos ao meu pai e que nos toma menos de cinco horas no mês.
    E já formamos nossa poupança de emergência. Dez meses dos gastos da casa. Antes tinha feito só pra ele, por ser empreendedor, e tem salário menor, mas depois dos problemas financeiros no RJ e servidores sem receber, acendeu-se um alerta vermelho para mim, e criei minha reserva também. E já há rumores que nossos pagamentos podem começar a atrasar, e sou a única em meu setor que está tranquilo. O restante dos meus colegas estão abarrotados de dívidas, para manter padrões de vida acima dos seus salários.

    Como disse, foi só depois do nascimento da filha que nos organizamos. No começo não foi fácil abrir mão do segundo carro financiado, ou ter que controlar melhor os gastos com roupas, sapatos ou “passeios”. Hoje nos acostumamos tanto com nosso padrão que a planilha serve para comprovar que no fim do mês não saimos da linha. E acho que vivemos muito bem. Acabamos de chegar de uma viagem que fizemos para aproveitar o feriado prolongado com a família toda.

    Lógico que sonhamos com a independência financeira e que ela vai demorar um pouco para ser atingida. Mas isso não me faz desanimar. A vida não é estática, nossas rendas podem melhorar no futuro, ainda mais meu marido sendo empreendedor, sua empresa só tem dois anos, ainda está em fase de consolidação. O único acordo que temos é que quando isso acontecer, podemos usufruir um pouco disso, mas a maior parte irá para a “poupança” para atingirmos a nossa independência.

    Obrigado por seus textos! Toda essa conquista se deve a educadores financeiros, como você, que abriram meus olhos. Mas você tem uma parcela a mais nisso, porque seus textos nos levam a transcender o financeiro. Queria muito impactar minha família e amigos, mas por enquanto sou vista como louca ou muquirana. Mas sei que esse trabalho de formiguinha que você desenvolve vai atingir muitos ainda!

    • Leandro Ávila 12 de setembro de 2017 at 7:52 - Reply

      Oi Tais. Obrigado por compartilhar sua história conosco. Parabéns por manter sua vida financeira organizada.

    • Ricardo 12 de setembro de 2017 at 11:30 - Reply

      Tais,

      Era do estado e no começo de 2015 uma amiga do planejamento financeiro comentou comigo que no meio daquele ano, o estado não teria mais dinheiro.
      Comentei com os demais amigos que passaram no mesmo concurso que a gente e ouvia deles: “vc acha que ficaremos sem salário?”, “eles dão um jeito de pagar a gente”, “o estado tem dinheiro” e outras aberrações mesmo tendo todos os sinais que o desastre chegaria.
      No final de 2015, quando a bomba estourou, não estava mais lá, havia saído em set/15.

      As pessoas não se planejam e acreditam fielmente nos políticos, acham que eles são salvadores da pátria.

      Tivemos 10 anos (2002 a 2012) de bonança e ninguém no estado fez uma reserva de emergência.

      Uma pena!

      Parabéns por pensar diferente que a grande maioria dos funcionários do ERJ.

      • Leandro Ávila 20 de setembro de 2017 at 17:20 - Reply

        As pessoas perderam uma boa oportunidade. Não entendem que a economia é composta por ciclos. No momento de crescimento você tem que poupar um pouco para os momentos difíceis que sempre virão.

  77. Carlos 12 de setembro de 2017 at 1:37 - Reply

    Muito bom o artigo!
    Leandro, informo que o simulador de juros compostos não está funcionando corretamente para valores iniciais a partir de R$ 1.000.000,00.

    • Leandro Ávila 12 de setembro de 2017 at 7:52 - Reply

      Oi Carlos, já observei que existe essa pequena limitação técnica.

  78. souza 12 de setembro de 2017 at 9:22 - Reply

    Leandro, o que você acha do movimento “minimalismo”? é uma forma de via interessante? consumir com inteligência e qualidade.

    Inclusive tem um documentário a respeito disso no netflix.

    • Leandro Ávila 20 de setembro de 2017 at 17:23 - Reply

      Oi Souza. Eu sou contra os extremos, sou contra rótulos e fanatismos. Eu acredito que entre a luxuria e o minimalismo extremo existe um ponto de equilíbrio. As pessoas precisam encontrar o ponto delas. Não devem copiar modelos e padrões dos outros. Talvez viver em um imóvel de 15 metros quadrados, possa ser uma boa ideia para você, talvez não. Viver em um imóvel de 1000 metros quadrados pode ser desnecessário e caro.

  79. Reges 12 de setembro de 2017 at 13:17 - Reply

    Prezado Leandro, boa tarde! sou sua leitora assídua e só tenho a agradecê- lo pelas dicas maravilhosas que vc dá. As vezes são duras, contudo, necessárias.
    Hoje tenho uma vida financeira equilibrada graças às suas orientações em investimentos.
    Parabéns pelos seus artigos. Sou sua fã.

    • Leandro Ávila 20 de setembro de 2017 at 17:19 - Reply

      Oi Reges. Parabéns pelos seus resultados. A vida não é um passeio pelo bosque. Ela é dura mesmo.

  80. Alessandro 13 de setembro de 2017 at 13:43 - Reply

    Boa tarde Leandro,
    O que você acha do boom imobiliário que estão comentando no momento? Você aconselharia investimento no setor imobiliário ou são só especulações?

    • Leandro Ávila 20 de setembro de 2017 at 17:17 - Reply

      O mercado imobiliário se beneficia quando os juros estão baixos e sofre quando estão elevados. Se a economia se recuperar nos próximos anos isso vai aumentar a demanda por imóveis.

  81. Evandro Lanz 18 de setembro de 2017 at 14:13 - Reply

    Olá Leandro, tenho grande admiração à você, pela sua simplicidade e clareza em explicar as coisas.
    Acredito, que assim com você, o segredo está no ” SE VALORIZAR”, não importando a quantia que ganhe, mas sim a porcentagem que consigo retirar do montante, mesmo antes de gastá-lo. Tenho feito algo desta maneira, e vivo cada vez mais feliz. Obs.: Ganho extremamente pouco, mas economizo muito, e consigo me divertir com a esposa e filhos! Grande abraço.

    • Leandro Ávila 20 de setembro de 2017 at 17:14 - Reply

      Parabéns Evandro. Invista um pouco todos os meses em conhecimento. Faça uma avaliação sobre o que você precisa aprender para conseguir valorizar a sua hora trabalhada. Sempre podemos aprender coisas novas, mais valorizadas pelo mercado e com isso podemos prosperar entregando mais valor.

  82. André Luiz 20 de setembro de 2017 at 12:18 - Reply

    Leandro, ótima análise da situação do leitor. Tratou como uma pessoa doente, onde se encontra a causa dos males e receita cura! Eu me vi na situação e consegui traçar um paralelo com minha situação atual.
    “você está cansado de poupar, estudar e principalmente de esperar….” Essa frase disse tudo. Muito obrigado pelo artigo 😀

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