Segredo do sucesso está no fracasso

É raro encontrar alguém que tenha atingido sucesso profissional e financeiro antes de enfrentar diversos fracassos. Quando busco conhecer a história de um grande profissional, empresário ou investidor encontro uma narrativa composta de sucessivos fracassos seguidos de superações.

Eles encaram os fracassos com naturalidade, como se eles fizessem parte do jogo e funcionassem como um inevitável e necessário estágio de treinamento. Aprender sobre “como não fazer” os deixam mais fortes e sábios para enfrentar os desafios do próximo nível.

Isso nos faz imaginar que a diferença entre alguém que não consegue crescer e alguém que consegue está na maneira como cada um encara o fracasso. Podemos dizer que existem três tipos de pessoa:

  1. As que evitam fazer qualquer coisa que possam fracassar. Isso evitaria o desconforto das críticas que faríamos a nós mesmos e críticas que os outros fariam diante do nosso fracasso. O filosofo grego Aristóteles dizia que “Para não receber críticas: não faça nada, não diga nada, não seja nada”. John Kennedy dizia que não sabia a fórmula do sucesso, mas a do fracasso era só querer agradar a todo mundo, ou seja, basta ouvir mais os outros do que a si mesmo.
  2. As que desistem no primeiro fracasso. Se você considerar que fracassar não é cair, fracassar é continuar no chão, o fracasso que faz a pessoa desistir é o “verdadeiro fracasso”. Depois da desistência, tendemos a dedicar nosso tempo ao trabalho de vitimização. Essa vitimização se torna a distância que separa você do sucesso.
  3. As que se fortalecem a cada fracasso. Benjamin Franklin dizia que o fracasso apaga as “almas pequenas” e fortalece as “almas grandes” e exemplificou isso de uma forma curiosa. Imagine que os problemas e o fracasso são como uma forte ventania. Imagine que a força de vontade na alma pequena é como o fogo em uma vela e na alma grande é como o fogo em uma floresta. A ventania (problemas e fracasso) apaga facilmente o fogo da vela e fortalece o fogo da floresta.

 

A organização do evento que trará o Robert Kiyosaki para o Brasil me enviou alguns trechos legendados de entrevistas que ele deu sobre o livro Pai Rico Pai Pobre.  Um desses pequenos vídeos fala de sucesso e fracasso. Clique no vídeo logo abaixo para assistir


Kiyosaki diz que esteve no fundo do poço diversas vezes. Fracassou logo no seu primeiro empreendimento e acumulou uma dívida de US$ 800 mil (mais de R$ 2,5 milhões). Por muito menos, as pessoas se deseperam. O pai pobre, pai biológico de Kiyosaki, ficou muito triste com a situação do filho. Já o seu pai rico (que era o pai do seu melhor amigo) disse com alegria: “Ei!! Parabéns!! Você perdeu o seu primeiro negócio”.

Para Kiyosaki essa maneira de pensar é que faz toda a diferença entre o sucesso e o fracasso no mundo dos negócios e dos investimentos mais rentáveis e de maior risco. O seu mindset (sua configuração mental) diante do fracasso é que fará você ter sucesso. Ele lembra que a maioria dos empreendedores bem-sucedidos perderam no mínimo três negócios no passado.

O pai rico de Kiyosaki  já sabia que um bom fracasso ensina mais do que muitos anos na escola. O grande problema é que aprendemos na escola que as pessoas que erram são estúpidas. Fazemos de tudo, até desistimos da nossa felicidade, para que não sejamos vistos como estúpidos que cometem erros. É esse medo de parecer estúpido que faz muita gente não tentar ou desistir de tentar. Na vida real, as pessoas mais dispostas a errar são as mais inteligentes, segundo o autor. Inevitavelmente essa configuração mental (mindset) produz consequências na nossa vida profissional e financeira.

No livro Pai Rico Pai Pobre o Robert Kiyosaki diz o seguinte:

O medo de perder dinheiro é real. Todo o mundo tem. Mesmo os ricos. Mas o problema não está no medo, está na maneira de lidar com as perdas. E a maneira de lidar com o fracasso que faz a diferença na vida da gente. Isso serve para qualquer coisa, não apenas para o dinheiro. A principal diferença entre uma pessoa rica e outra pobre está em como elas lidam com esse medo

O personagem principal desse filme aqui, diz para o seu filho que o medo não é real. O perigo existe de verdade, mas o medo é uma escolha.

Você que já enfrentou um fracasso, sabe que falar essas coisas é muito fácil. Na prática, tudo fica muito difícil. Tem outro autor internacional da educação financeira chamado T. Harv Eker que escreveu uma dura realidade sobre as dificuldades que devem ser enfrentadas por aqueles que buscam sucesso profissional e financeiro. Veja um trecho que tirei do livro: O Segredo das Mentes Milionárias:

Detesto ter que lhe dizer isso, mas ficar rico não é um passeio no bosque. E, se alguém disser que é, ou essa pessoa sabe muito mais do que eu ou não é sincera. A minha experiência diz que enriquecer exige foco, coragem, conhecimento, especialização, 100% de dedicação, atitude de não desistir jamais e, é claro, programação mental de pessoa rica. Você precisa também acreditar piamente que pode conquistar a riqueza e que de fato a merece. Repito: o significado de tudo isso é que, se você não estiver verdadeira e plenamente determinado a fazer fortuna, o mais provável é que não a obtenha mesmo.

Sempre recebo e-mails de leitores me pedindo comentários sobre uma grande oportunidade que eles receberam para ficarem ricos de forma rápida e fácil. Quando você receber esse tipo de oportunidade, saia correndo. Cuidado com propostas de dinheiro rápido e fácil. Como disse T. Harv Eker , “ficar rico não é um passeio no bosque”.  Se alguém vender a ideia de que você não precisa ter foco, não precisa ter coragem, conhecimento, especialização, dedicação e persistência diante dos fracassos, tem alguma coisa errada acontecendo.

Eu sempre defendo a ideia de que você deve evitar fazer investimentos recomendados por terceiros. Os melhores investimentos costumam ser os mais inacessíveis, os menos populares, os menos propagandeados pelas instituições e só podem ser vistos e aproveitados por mentes preparadas.

Por este motivo é tão importante investir em educação financeira e na formação desse mindset que tanto esses autores internacionais falam. Mindset é a maneira como você enxerga o mundo. É o mapa que você usa para se guiar pela realidade. Para entender com mais clareza o que é mindset eu recomendo visitar essa página aqui e assistir ao vídeo que aparece no meio do artigo. O Conrado é autor de um ótimo curso que trata dessas questões, veja detalhes aqui.

Falta de talento

Sempre que falamos sobre sucesso nos investimentos, sucesso profissional ou no empreendedorismo sempre surgem ideias que tentam relacionar o sucesso das pessoas com a existência de talentos que nem todos possuem. Existe a ideia de que nascemos naturalmente talentosos. Muitos acreditam que algumas pessoas nascem com a sorte de ter talentos e outras não.

Existem diversos estudos científicos comprovando que a coisa não funciona dessa forma. Já se sabe que para ter sucesso nos esportes, nas ciências ou nos negócios é necessário que as pessoas desenvolvam um conjunto de competências. O jogador Pelé (considerado por muitos o maior jogador de futebol da história) tinha, quando jovem, um conjunto de competências diferentes das competências do Steve Jobs (co-fundador da Apple). O que os pesquisadores procuram é o que existe de comum entre as pessoas mais bem-sucedidas em qualquer área.

Existe uma pesquisadora chamada Angela Duckworth, autora de um livro chamado “Garra”, que vem dedicando sua vida ao estudo da “psicologia do sucesso”. Ela descobriu que o sucesso não é fruto de talentos natos (aqueles que nascem conosco). Ela descobriu que o sucesso é uma consequência da garra. Garra nada mais é do que uma mistura de perseverança e paixão, ou seja, é o que faz você não desistir quando está fazendo algo que ama.

Se você não gosta do que faz ou não tem um bom motivo para fazer o que faz, vai perder toda a sua motivação no primeiro fracasso ou até mesmo na primeira dificuldade que possa sinalizar um possível fracasso.

A perseverança que ela descreve no livro não é teimosia. A perseverança significa: apanhar, cair, levantar, tirar uma lição da queda e tentar novamente de uma forma melhor. Teimosia é apanhar, cair, levantar, não tirar nenhuma lição da queda e tentar novamente cometendo os mesmos erros que resultaram na queda.

Ela mostra que se você não tem sucesso em alguma área, especialmente aquela que você acredita que não tem talento, significa apenas que você não perseverou o suficiente para adquirir as competências que faltam. Também deve faltar um motivo muito grande para você perseverar, algo que você tenha verdadeira paixão.

O talento existe, mas ele só potencializa o sucesso. Sem esforço o talento não tem utilidade. Para entender melhor sobre como isso funciona recomendo assistir esse pequeno vídeo (5 minutos) do Pedro Calabrez que é um pesquisador do comportamento humano.


 

Para exemplificar tudo isso que o Pedro disse assista o vídeo logo abaixo. Nos primeiros segundos do vídeo você verá um homem dando um salto-mortal. Parece fácil. Você imaginará que ele nasceu com esse talento e que você não seria capaz.

Logo depois você verá todo o sofrimento que ele passou entre o momento que tomou a decisão de aprender a dar saltos-mortais e o momento que finalmente conseguiu dar esse salto que aparece no início do vídeo. Foram seis horas seguidas de inúmeros fracassos que provocaram quedas desastrosas e muita dor.

Imagine se ele tivesse compartilhado 6 horas de fracassos na internet antes de compartilhar sua primeira vitória. Imagine o que os amigos e parentes dele diriam a cada queda desastrosa.

Quando você observa o sucesso de um profissional, empresário ou investidor, está olhando apenas esses primeiros segundos do vídeo. Você não pode ver tudo que aconteceu nos bastidores, todos os fracassos, todo o esforço que foi necessário. Você tende a acreditar que o sucesso é um passeio no bosque. O sucesso é a vitória de uma guerra que foi travada a partir de incontáveis batalhas fracassadas e vitoriosas.

Quando você assiste seus amigos e parentes fracassando inúmeras vezes, você tende a desestimulá-los. Isso é um comportamento automático das pessoas. Compartilhe menos os seus fracassos caso não queira receber apoio dos seus amigos para que desista.

Busque conviver com pessoas que possuem o mindset que você gostaria de ter. Você não precisa encontrar essas pessoas fisicamente, isso seria difícil. Você só precisa conviver com as ideias de pessoas de mentalidade grande. Você pode fazer isso através dos livros, vídeos, sites, cursos, eventos presenciais, etc. É isso que faço e recomendo que você tente fazer.

By |15/08/2017|Categories: Empreendedorismo|96 Comments

About the Author:

Leandro Ávila é administrador de empresas, educador independente especializado em Educação Financeira. Além de editor do Clube dos Poupadores é autor dos livros: Reeducação Financeira, Investidor Consciente, Investimentos que rendem mais, e livros sobre Como comprar e investir em imóveis.

96 Comments

  1. Marcelo Williams 15 de agosto de 2017 at 9:28 - Reply

    Muito bom artigo!

    Sempre acreditei nisso. Os meus maiores erros deixaram marcas indeléveis no meu espírito e me alertam sempre como não comete-los novamente.

    Obrigado, Leandro.

    • Leandro Ávila 15 de agosto de 2017 at 15:54 - Reply

      Oi Marcelo. Nossos erros são grandes professores. As pessoas só precisam prestar atenção na aula.

  2. Paulo M Marshall 15 de agosto de 2017 at 9:33 - Reply

    Muito bom Leandro

    A colocação é abrangente. Tanto nas áreas de gerenciamento de projetos de engenharia onde atuo como na pesquisa científica onde atuei no passado, vivenciei situações onde uma falha de projeto ou resultado adverso levaram a relevantes sucessos posteriores das equipes e individualmente de seus profissionais. Acredito que isto decorre do fato que resultados adversos ou “fracassos” pontuais marcam fortemente a experiência das pessoas, sendo sempre lembrados em situações futuras, diminuindo as chances de se repetirem, num processo verdadeiro de “lições aprendidas”. Muitas vezes mais do que os “sucessos” os quais, mesmo que comemorados eventualmente, nem sempre estimulam o processo de revisão dos fatores que levaram ao sucesso e o decorrente crescimento da bagagem de “lições aprendidas”.

    Parabéns pelo artigo !

    Paulo M Marshall

    • Leandro Ávila 15 de agosto de 2017 at 15:41 - Reply

      Oi Paulo. Obrigado pelo seu comentário e por compartilhar conosco dentro do seu contexto profissional.

  3. Marcelo Neves Queiroz 15 de agosto de 2017 at 10:15 - Reply

    Lendo este artigo me fez lembrar que há um ano e meio não tinha noção alguma em como aplicar o meu dinheiro. Hoje consigo ver os meus progressos e o quanto ainda tenho que melhorar. A única certeza é de que o canto da sereia dos gerentes de banco não cola mais!
    Uma grande abraço e parabéns pelo trabalho.

  4. Alexsandro S Santana 15 de agosto de 2017 at 10:24 - Reply

    Oi Leandro, te acompanho desde o inicio do ano, quando comecei a me interessar por assuntos ligados a educação financeira, primeiramente queria te agradecer pelos ensinamentos tanto do Clube dos Poupadores como do Transcendência Financeira, são ótimas fontes de conhecimento. Nesse seu último artigo o que pude perceber é que nós não podemos colocar desculpas ou justificativas através dos nossos fracassos e sim buscar tirar proveito deles, assimilando experiências que sirvam para os próximos desafios. Foram através dessa experiencias dolorosas que moldaram grande parte dos grandes investidores, esportistas, artistas e personalidades que hoje admiramos.

    • Leandro Ávila 15 de agosto de 2017 at 15:55 - Reply

      Oi Alexsandro. É isso mesmo. A maneira como lidamos com nossos fracassos é o que faz a diferença. Todos erram e fracassam, só que apenas as vitórias se chegam ao nosso conhecimento.

  5. Juliana 15 de agosto de 2017 at 10:46 - Reply

    O fracasso é uma ótimanoportuidade de aprender! Além de nos tornar mais fortes e preparados.
    Outro pensamento relacionado a esse, que guardo comigo, é que o treino leva á prefeiçao!
    Mente treinada é mente que estuda, que busca.
    Obrigada por mais essa maravilhosa reflexao!
    Abraços

    • Leandro Ávila 15 de agosto de 2017 at 15:56 - Reply

      Oi Juliana. Eu também acredito que tudo é uma questão de treino e persistência.

  6. EURÍPEDES FIRMINO 15 de agosto de 2017 at 11:59 - Reply

    GOSTEI MUITO DESSE ARTIGO,SÓ NÃO VOU FALAR DOS MEUS FRACASOS COMERCIAL, PORQUE DARIA U LIVRO,MAIS ESTOU ACUMULANDO EXPERIENCIAS, DE VENDEDOR DE PICOLÉS HOJE EU SOU DONO DO{ ARTESANATO FIRMINO CRIAÇÕES};QUE EU MESMO PROCURO CRIAR VÁRIOS OBJETO QUE FUI APRENDENDO EM CADA LUGAR QUE TRABALHEI,COM O ACUMULO DE EXPERIENCIAS PROCURO CRIAR OBJETOS ÚTIL PARA O DIA A DIA, ALGUMAS DAS FERRAGISTAS,ENCARTE LADOS,SUPERMERCADOS,ETC JÁ ESTÃO REVENDENDO ALGUNS DOS MEUS PRODUTOS.

    • Leandro Ávila 15 de agosto de 2017 at 15:57 - Reply

      Parabéns EURÍPEDES. Obrigado por compartilhar sua história conosco.

  7. Alexandre Borges 15 de agosto de 2017 at 12:02 - Reply

    Parabéns! Muito bom.

  8. Mário Augusto 15 de agosto de 2017 at 12:38 - Reply

    Leandro parabéns por mais um grande artigo. Sou leitor de seus sites há alguns meses e não canso de lê-los sempre e indicá-los aos amigos, parentes e colaboradores de minha pequena empresa quando surge oportunidade. Acabo de comprar um dos seu livros: O Livro Negro dos Imoveis para dar de presente à minha namorada pois ela pretende comprar seu primeiro imóvel. Só uma sugestão, poderia ter uma versão de comprar para presentear, rsss. Parabéns e sucesso a todos nós.

  9. Fabio Marcos Frasão 15 de agosto de 2017 at 12:39 - Reply

    Resumo do Post:
    “Diz-me com quem andas e te direi quem és.”.
    Parabéns pelo mesmo – diferente dos outros demais também excelentes.

    • Leandro Ávila 15 de agosto de 2017 at 16:05 - Reply

      Oi Fabio. As pessoas só não percebem que quando passam muito tempo assistindo bobagens na internet, televisão, etc, também estão andando com ideias e pensamentos de pessoas que não contribuem muito. É importante buscar as pessoas certas dependendo do que você pretende atingir.

  10. Robson 15 de agosto de 2017 at 12:45 - Reply

    No meio do texto, eu lembrei de um momento “epifânico” que tive assistindo a um simples vídeo de pessoas fazendo manobras em BMX… Uma delas queria aprendera fazer uma manobra, essa pessoa ficou várias horas (até esmo dias) para aprender a manobra e ela acabou aprendendo. Quando eu assisti ao último vídeo, com essa pessoa já executando a manobra perfeitamente, eu pensei: “Pois é, se eu tivesse visto apenas o cara executando a manobra eu iria achar que ele possui algum dom e que ele nasceu com esse dom assim eu não seria capaz de fazer o mesmo”… Acabei conseguindo aprender com essa situação, hoje também penso dessa forma, qualquer um é capaz de fazer qualquer coisa, desde que ele possua garra (antes de ler o artigo eu iria dizer: “desde que ele se >> esforce <<"), inclusive falei isso com uma pessoa do mundo das "coisas/pessoas" (artigo do transcendência =D) e a pessoa não gostou, ela disse que eu deveria parar de falar esse tipo de coisa HAHAHA LOL

    • Leandro Ávila 15 de agosto de 2017 at 16:06 - Reply

      Oi Robson. A história está cheia de pessoas que foram mortas por motivarem as pessoas a pensarem fora da caixa, com ideias que iam contra o senso comum.

  11. Vinícius 15 de agosto de 2017 at 12:58 - Reply

    Parabéns , melhor texto , resume a essência do sucesso.

  12. Priscila 15 de agosto de 2017 at 13:37 - Reply

    Que texto maravilhoso! Parabéns Leandro!

  13. Leomax Souto 15 de agosto de 2017 at 13:48 - Reply

    E se no primeiro fracasso financeiro, o cara perder todo o dinheiro, como irá se levantar? Trabalhando. Onde? Aqui mesmo, disputando vaga com cerca de 20 milhões de concorrentes. Será impossível vir vários fracassos seguidos? Então, o que fazer?
    As experiencias e a observação me ensinaram que além do esforço e do talento há um imponderável e inexplicável – sorte.
    Quando aplico em ações, quem sobe é o dolar. E vice versa. Ah! dirão: diversifica. Vamos lá aplico diversificando. Uns sobem e outros caem. E aí, o que ganhei? Fiquei na mesma.

    • Leandro Ávila 15 de agosto de 2017 at 16:11 - Reply

      Oi Leomax. Sorte é o nome popular do que acontece quando surgem oportunidades e você está preparado para ver a oportunidade na sua frente e preparado para aproveitar a oportunidade. Conheço muita gente que tem muita sorte e não aproveita a sorte que tem. Também conheço histórias de pessoas que enfrentaram enormes dificuldades, muitas já nasceram com limitações e desafios para superar. Se você investiu em ações e ficou incomodado com a alta do dólar, provavelmente você não entendeu como funciona o investimento em ações e está tentando fazer uso do investimento como se fosse um jogo de azar.

  14. Elen Angela Dutra 15 de agosto de 2017 at 13:53 - Reply

    Mais um excelente e inspirador artigo! Vou colocar o link no vídeo que programei pra ser publicado hoje, em que eu comento o fato da Nathália Arcuri ter conquistado recentemente seu 1º milhão de reais, aos 32 anos. Eu li os comentários dos fãs dela e alguns estavam atribuindo o sucesso da Nathália à sorte, talento e à beleza física dela. Então gravei um vídeo sobre isso, sobre o que realmente fez a Nathália ficar milionária: trabalho e persistência. Mas é como você falou, tudo depende do mindset da pessoa. Quem não acredita em si mesmo, não vai nem tentar conquistar o que deseja.

    • Leandro Ávila 15 de agosto de 2017 at 16:30 - Reply

      Oi Elen. Ela fez um uso inteligente e competente dos recursos que ela tinha e desenvolveu novas competências para fazer sucesso no Youtube. Ela é uma profissional do jornalismo, já trabalhou em grandes emissoras de TV e conseguiu transportar suas competências para seu projeto no Youtube. Foi inteligente ao perceber que deveria abordar a educação financeira com humor. Os canais com maior audiência no Youtube são de humor ou de besteirol. Isso sinaliza que esse é o formato que a grande massa prefere consumir conteúdo. Ela não é da área financeira, ela é da comunicação e isso é uma vantagem. Ela sabe se comunicar com os mais leigos de uma forma divertida. Ao formar uma grande audiência ela conseguiu atrair a publicidade de bancos, instituições financeiras, empresas, etc. Ela largou o emprego seguro que tinha para empreender e deve estar enfrentando todos os desafios que qualquer empreendedor enfrenta.

  15. Elisangela 15 de agosto de 2017 at 14:27 - Reply

    Ótimo artigo, me fortaleceu!!!

  16. César Filho 15 de agosto de 2017 at 14:27 - Reply

    Leandro, como sempre mais um ótimo artigo seu… Sempre que recebo uma notificação de texto novo do Clube dos Poupadores/Transcendência Financeira em meu e-mail dedico alguns minutos do meu dia pra ler, pois sei que tem mais um conteúdo de alta qualidade escrito por você.

    A respeito do NAC Brasil, percebi pela divulgação que você vem fazendo nos últimos dias que você estará no evento, não é isso?
    Graças a sua divulgação do evento que eu tomei conhecimento do mesmo e decidi participar. Para mim está sendo um excelente investimento que estou fazendo. Sou de Recife/PE, e já adquiri o ingresso, passagem e hospedagem.

    Quem sabe a gente não se encontra por lá, rsrsrsrsrsrs… Será um imenso prazer te conhecer!

    Grande abraço!

    • Leandro Ávila 15 de agosto de 2017 at 16:38 - Reply

      Oi César. Ainda não sei se estarei no evento, mas existe uma grande possibilidade. Só de leitores do Clube que me falaram que vão nesse evento, já deve ter passado de 100. Se juntar os que não me falaram, teremos uma caravana com centenas de leitores lá. Com certeza serão pessoas com os mesmos objetivos. Será um ótimo local para conversar, fazer amizades e trocar experiências. Quem busca esse tipo de conhecimento sabe como essa busca é solitária. Nada melhor do que esse grande encontro de pessoas de todo Brasil. Gostaria que todos pudessem ir, pois a maneira de pensar desses educadores financeiros do exterior é o que falta aqui no Brasil. A educação financeira que existe no Brasil serve para doutrinar bons pagadores de conta. É esse tipo de educação financeira que o governo e os bancos estimulam. Não se fala aqui da educação financeira voltada para o enriquecimento das pessoas. A melhor forma de acabar com a pobreza é motivando as pessoas a buscarem a própria prosperidade.

      • César Romero 15 de agosto de 2017 at 21:07 - Reply

        Concordo plenamente com você, não só em relação a educação financeira, mas educação política e social da população não interessam as esferas superiores do nosso país.

        Precisamos de mais “Robert’s Kiyosaki’s” no Brasil. O que me conforta é saber que ainda existem pessoas que pensam diferente e estão comprometidas com a educação financeira, como você. Sem piegas, sou um admirador do seu trabalho e seguidor do clube dos poupadores.

        Espero te ver no NAC Brasil… Grande abraço!

  17. Ariadna 15 de agosto de 2017 at 14:44 - Reply

    Normalmente, seus artigos transmitem o que preciso no momento. Grande abraço!

  18. Hygor 15 de agosto de 2017 at 16:03 - Reply

    Sensacional!

  19. Fabiano 15 de agosto de 2017 at 17:00 - Reply

    Parabéns, Leandro.

    Artigo FANTÁSTICO.

  20. Sanderson 15 de agosto de 2017 at 17:12 - Reply

    Parabéns Leandro, mais um ótimo artigo!!!

  21. Renan 15 de agosto de 2017 at 20:12 - Reply

    Oi Leandro,

    Costumo ler seus artigos aqui no clube dos poupadores mas nunca comento. Eu tenho uma dúvida e queria que tu me ajudasse;

    Eu queria fazer uma simulação do que sai mais vantajoso financeiramente na compra de um imóvel, se é um consórcio ou um financiamento; Queria poder estimar os juros, a TR anual e o prazo no caso do financiamento e a taxa de administração o reajuste do incc e o prazo no caso do consórcio.

    Você tem alguma planilha ou simulador que faça isso? Em caso contrário você sabe como eu devo fazer as contas para chegar no resultado?

    • Leandro Ávila 16 de agosto de 2017 at 5:49 - Reply

      Oi Renan. As duas modalidades vão gerar custos para você referentes a taxas e juros. Se fosse só a questão financeira bastaria verificar em qual das modalidades esse custo é maior ou menor. O problema é que além desses custos existem características que você deve pesar em uma balança pessoal de valores. No caso do consórcio, o fato de você pagar prestações, por vários anos, para uma coisa que você não tem e não sabe quando terá tem seu custo. A maneira como sua dívida no consórcio será corrigida tem seu custo. O problema de criar uma planilha desse tipo é que cada consórcio tem suas próprias características. O fato é que quanto mais você desenvolver sua habilidade de poupar e investir seu próprio dinheiro para não depender ou para depender o mínimo possível do dinheiro dos outros, melhor e mais barato o imóvel será para você. No momento que você buscar soluções para antecipar a aquisição de algo que você não pode comprar no presente isso representará a necessidade de trabalhar mais no futuro para remunerar as instituições que te permitiram antecipar essa compra. Aqui no Clube existem artigos sobre consórcio e financiamento de imóveis que recomendo que você leia.

  22. Antônio Carlos 15 de agosto de 2017 at 20:36 - Reply

    Parabéns pelo artigo e por compartilhar vídeos interessantes. Dias antes de ler este artigo, estava prestes a adquirir um violão e recomeçar minhas aulas (tive um e vendi…desistir), pois desistir de muitas coisas que queria e por isto não as consigo. Pretendo começar de novo e não parar mais. Obrigado pelo incentivo.

  23. Rodrigo 15 de agosto de 2017 at 20:36 - Reply

    Parabéns Leandro. Muito obrigado pelo conhecimento.

  24. Ricardo Carioca 15 de agosto de 2017 at 21:12 - Reply

    Leandro, você tem sido meu grande mentor. Além dos textos informativos, sucintos e acessíveis a leigos como eu, o debate na área de comentários é extremamente enriquecedor.

    Parabéns pelo seu caminho traçado!
    Que o seu trabalho continue se tornando sorte!

  25. Rick 15 de agosto de 2017 at 21:48 - Reply

    Daqui a pouco o Robert Kiyosaki vai te processar por plágio Leandro

    • Leandro Ávila 16 de agosto de 2017 at 5:59 - Reply

      Oi Rick, muito pelo contrário. As pessoas que organizam e divulgam o evento até entraram em contato comigo para agradecer e me enviaram vídeos legendados de entrevistas do Kiyosaki para oferecer para meus leitores. Acho que você não entendeu direito como a mentalidade dessas pessoas funcionam. É esse mindset de abundância, e não de escassez, que faz a diferença na vida dessas pessoas. É isso que tentei mostrar aqui, mas acho que você não conseguiu entender.

  26. WALNEY 15 de agosto de 2017 at 22:22 - Reply

    Excelente post!

  27. Renato 15 de agosto de 2017 at 22:36 - Reply

    Parabéns pelo artigo, já recomendei a outros.

  28. Rubens Martins 15 de agosto de 2017 at 23:05 - Reply

    Olá Leandro, sou Rubens Martins tenho 33 anos e descobrir o seu site à algum tempo vasculhando a internet atrás de informações para melhorar minha vida profissional e financeira. Me sinto uma pessoa de sorte, pois hoje a maioria das pessoas buscam na internet informações que não agregam nenhum valor às suas vidas, basta observar o número de assinantes de canais do Youtube de “besteirol” e comparar com os canais de educação financeira. Aqui no site eu aprendi em vários artigos coisas que vêm me ajudando muito em relação a diversos fatores que afetam nossas vidas como: procrastinação, sucesso financeiro, investimentos, influência do governo, a má educação ou não educação financeira que recebemos na escola e faculdade,monopólios bancários e seus péssimos investimentos.
    É lamentável quando vejo a situação das pessoas em um país com o nosso, por um ângulo que eu jamais imaginei e saber que um dia eu já estive ao lado dessas pessoas. Por isso, sempre que posso procuro repassar para os meus amigos e familiares as coisas que aprendo aqui e em outros sites e canais, para que eles entendam assim como eu a importância da educação financeira em nossas vidas. Obrigado, Leandro!

    • Leandro Ávila 16 de agosto de 2017 at 6:05 - Reply

      Oi Rubens. Por isso eu costumo dar parabéns para os leitores do Clube por estarem dedicando tempo buscando esse tipo de informação que ajuda a mudar a realidade. A internet está cheia de distrações. Quando você entra no Youtube e lista quais são os vídeos mais vistos ou quando você procura saber quem são os geradores de conteúdo com maior número de seguidores, percebe que milhões de brasileiros buscam distrações. O besteirol funciona como anestesia, fuga da realidade, fuga dos problemas, procrastinação, etc. Parece que as pessoas sempre possuem tempo para essas coisas. Na verdade elas tentam preencher todo tempo livre que possuem com os mais diversos tipos de distrações para não sobrar tempo para as coisas importantes. Ai elas podem usar a justificativa de que não possuem tempo para o que importa. Obrigado por compartilhar conosco.

  29. Jonas 15 de agosto de 2017 at 23:14 - Reply

    configuração mensal (mindset) ?

    • Leandro Ávila 16 de agosto de 2017 at 6:08 - Reply

      É configuração mental. Obrigado por avisar sobre o erro de digitação.

  30. Karina 15 de agosto de 2017 at 23:17 - Reply

    Sobre ” busque conviver com pessoas que possuem o mindset que você gostaria de ter. … ”

    É por isso que gosto tanto de ler os seus textos. Suas ideias são transformadoras e eu admiro muito você.

    Obrigada por escrever tão bem e ser simples nas mensagens que passa.

    Att.
    Karina Canette

  31. RONALDO JOSÉ DA SILVA 16 de agosto de 2017 at 8:12 - Reply

    Muito bom esse texto, ainda mais quem já vivenciou da mais valor ainda no que foi explanado durante a leitura.

    • Leandro Ávila 17 de agosto de 2017 at 6:24 - Reply

      Oi Ronaldo. Isso é o mais curioso. Quem não vivenciou terá que vivenciar, mesmo sabendo o que leu.

  32. Heriberto Nascimento 16 de agosto de 2017 at 14:18 - Reply

    Realmente um belo e edificante texto. O encontrei por acaso, não tanto pelo acaso pois estou voltado a ler só o que realmente seja com conteúdo, como empreendedorismo e educação financeira… Já me inscrevi no clube dos poupadores. Foi tão bom que li todos os comentário s mostrando o grau de consciência do pessoal e muito bom. Parabéns

  33. Rita Ferreira 16 de agosto de 2017 at 14:52 - Reply

    Leandro, acho que este texto se resume a uma só palavra: resiliência! Parabéns!!!

  34. edson 16 de agosto de 2017 at 16:58 - Reply

    Oi Leandro. Sou um leitor assíduo do seu trabalho e assinante premium. Venho progredindo na minha luta constante atras da independência financeira. Na ultimo mês, fechei um negocio de uma propriedade com valor 30% abaixo do mercado. Uma oportunidade impar. É uma casa de dois andares e atrás há um pavilhão de 150 m2. Dois terços do valor paguei a vista e outra parte dei um lance em um consorcio. Por um lado fiquei meio receoso por gastar um montante considerável do meu capital, que já me rendia uma renda passiva de em torno de 2000 reais por mês. Por outro, sempre quis ter um negocio próprio, mas sempre tive receios quanto ao pagamento de aluguel do ponto, que analisando e conversando com empreendedores, sempre foi uma das grandes preocupações e causas de falência para empreendedores iniciantes.

    Pesquisando o mercado da minha região, verifiquei que um aluguel de um pavilhão do tamanho igual ao que adquiri, custa em torno de 3000 a 6000 reais. Verificando a oportunidade de produzir bens, realizar negócios, acredito que fiz uma boa compra, pois agora terei confiança em produzir algo e não dependerei de alugar ponto.

    Hj sou funcionário publico do estado do rio grande do Sul, e como sabe Àvila, o momento está péssimo para quem é servidor e a tendência é piorar. Para sair dessa dependência, sempre quis investir em um negocio próprio, mas antes não tinha espaço no meu apartamento para iniciar nenhuma atividade. Apesar de ter aberto mão da minha renda passiva, acredito que vale a pena dar um passo atras, para em seguida avançar dois ou três. Ou seja, abri mão de uma renda passiva momentânea para investir em mais espaço para morar e também para inciar meu próprio negocio. Você acha que está correto o meu raciocínio, em abrir de uma renda para aproveitar uma oportunidade e iniciar um negocio futuro?

    • Leandro Ávila 17 de agosto de 2017 at 6:32 - Reply

      Oi Edson. Se você olhar só o lado da matemática, se o aluguel custa 3000 e você estava fazendo o dinheiro render 2000 seu verdadeiro custo com esse aluguel seria de 1000 e não de 3000. Só que não podemos olhar só essa matemática. Existem outros fatores, na verdade são muitos fatores que você deve avaliar e que dependem do seu perfil, da sua configuração mental e também das características do imóvel que podem ser únicas e das exigências do seu negócio, que também podem ser muito específicas. O importante seria você avaliar tudo isso que só você pode avaliar, colocar na sua balança pessoal do que é mais importante e avaliar. O imóvel onde fica o Clube dos Poupadores é próprio e eu fiz uma avaliação se aquilo faria sentido, se perder a rentabilidade do valor investido faria sentido. Ter uma parte do seu patrimônio imobilizada em bens reais, pode fazer parte de uma estratégia.

  35. Carla 16 de agosto de 2017 at 17:02 - Reply

    Boa tarde Leandro!

    Me chamo Carla, tenho 35 anos, casada, com um filho pequeno. Era consumista desde o inicio da minha vida profissional, sem reserva financeira alguma, até conhecer seu trabalho, agradeço por você ter influenciado grandemente minha vida financeira.

    Atualmente minha situação financeira mudou, e o melhor sai da ignorância do consumismo, acompanho seu trabalho, e procuro colocar em prática os ensinamentos, focar no futuro, projetos familiares e pessoais.

    A você o meu muito obrigada, que continue influenciando positivamente pessoas.

    Grande abraço!

    • Leandro Ávila 17 de agosto de 2017 at 6:33 - Reply

      Oi Carla. Parabéns por ter permitido e buscado essa transformação na sua vida. Sem esse passo inicial nada seria possível.

  36. Gilberto 17 de agosto de 2017 at 9:14 - Reply

    Oi Leandro

    O que vc acha desse governo Temer? Não há risco de calote da dívida pública? Assim não seria melhor investir em CDBs, RDCs, títulos privados. Porque o governo pode não conseguir pagar os Títulos Públicos.

    • Leandro Ávila 19 de agosto de 2017 at 7:39 - Reply

      Oi Gilberto. No dia que algum governo não pagar a dívida interna (moeda local) do seu país a moeda praticamente perderá o seu valor. Todo dinheiro, incluindo o que está dentro do seu bolso perderá valor. Como grande dos títulos públicos pertencem hoje aos bancos (que usam o dinheiro dos clientes para comprar esses títulos ou para comprar outros títulos vinculados aos títulos públicos) todos os bancos do país quebrariam. É por esse motivo que país nenhum dá calote em dívida interna, só fazem isso com dívida externa que é paga em moeda estrangeira (que não pode ser imprimida pela casa da moeda).

  37. Fabian 17 de agosto de 2017 at 14:51 - Reply

    Grande Leandro!
    Parabéns pelo excelente artigo!Obrigado por compartilhar tanto conhecimento ao longo dos três anos que lhe acompanho no clube dos poupadroes, amigos clube dos poupadores e pelos seus livros.Desejo-lhe saúde muito sucesso na vida!
    Abração!

  38. Wellington 17 de agosto de 2017 at 20:16 - Reply

    fazer plano de saúde para os pais é uma forma de prevenir uma quebra financeira dos filhos, dilapidação de patrimônio etc?

    • Leandro Ávila 19 de agosto de 2017 at 7:40 - Reply

      Oi Wellington. É como se você estivesse fazendo um seguro.

  39. Dilza 18 de agosto de 2017 at 17:02 - Reply

    ola! Sou leitora assídua dos seus posts, e posso afirmar com certeza que me ajudam muito a atingir minha meta que é a independência financeira…sempre fui disciplinada com o dinheiro, desde do meu primeiro emprego, guardo dinheiro, não gasto com bobagens, tipo roupas de marcas, carros, etc… meu luxo seria viajar para fora do Brasil, pois amo conhecer outras culturas…e hoje posso dizer que estou muito perto de atingir minha independência financeira… duvidas : tem como adquirir apenas um dos livros ? em algum livro consta o percentual de aplicação para os 3 perfis conservador, moderado e arrojado ?

    • Leandro Ávila 19 de agosto de 2017 at 7:43 - Reply

      Oi Dilza. Meus três livros são como um só. Um é continuação do outro, com todo conteúdo na ordem que deve ser estudado para ser melhor entendido. Nos livros eu falo sobre os perfis e exemplos.

  40. Jean Brunswick 18 de agosto de 2017 at 17:10 - Reply

    Excelente texto, Leandro!

    Existe um palestrante que gosto bastante chamado Randy Gage. Ele diz algo na seguinte linha:

    “O oposto do sucesso não é o fracasso. O fracasso é algo intrínseco e necessário para o sucesso.
    O oposto do sucesso é a mediocridade.”

    Todos temos um potencial imenso dentro de nós. Não utilizá-lo em sua plenitude e cair na mediocridade é um grande desperdício… mas infelizmente é o caminho que a maioria resolve trilhar.

    Grande abraço!

  41. Lucas 18 de agosto de 2017 at 18:03 - Reply

    Parabéns por mais um excelente artigo!!! Obrigado!

  42. Gilberto 20 de agosto de 2017 at 9:16 - Reply

    Obrigado Leandro.

  43. Francineudo 20 de agosto de 2017 at 12:42 - Reply

    Como sempre mais um belíssimo artigo. Obrigado amigo por sua sabedoria. Abraço.

  44. Wellington 20 de agosto de 2017 at 17:07 - Reply

    Acabei de ver o filme A Grande Aposta e me questiono: seria correto apostar contra toda uma economia, mesmo sabendo das implicações nas vidas de milhões de pessoas, ainda que tal aposta não fosse ilegal?

    • Leandro Ávila 22 de agosto de 2017 at 5:03 - Reply

      Oi Wellington. É como investir em ações de fábricas de bebidas alcoólicas e receber parte dos lucros originados da desgraçada que o álcool acaba provocando na vida de algumas pessoas através do alcoolismo, problemas de saúde, acidentes de transito, violência doméstica, etc. É como investir comprando ações da empresa que produz armas de fogo e se beneficiar do aumento das vendas de armas em momentos de guerra ou aumento da violência. Cabe a cada um fazer essa avaliação pois nem tudo que é legal pode ser moral para você.

  45. Fabiano 21 de agosto de 2017 at 11:17 - Reply

    Salvou meu dia esse texto, obrigado.

  46. candida 21 de agosto de 2017 at 13:30 - Reply

    Leandro, na nossa cultura e muito em decorrência da nossa economia, o fracasso é muito doloroso e custa muito caro. Infelizmente. Por isso estamos sempre à procura da “estabilidade” e o preço desta dita estabilidade é a estagnação.

    • Leandro Ávila 22 de agosto de 2017 at 5:06 - Reply

      oi Candida. O problema é que a estagnação costuma ser a raiz das insatisfações, tédio, arrependimentos, tristeza, etc. As plantas é que estão paradas. Os animais é que se contentam com o que são. Nós nascemos para crescer, expandir, evoluir, explorar, escalar, navegar, descobrir, mudar, melhorar, etc. Tudo isso tem relação com arriscar.

  47. giovanni 21 de agosto de 2017 at 15:54 - Reply

    Leandro. Excelente!!! Parabéns pelo trabalho de incrível qualidade.

    Seguindo a deixa do leitor Gilberto, eu gostaria de mandar uma dúvida com a mesma temática.

    Consegui completar minha reserva de emergência e pensei em aportar mensalmente uma quantia no título que vence em 2045 do Tesouro Direto.

    Meu receio : tenho medo do que pode acontecer no Brasil até lá.. são muitos anos e tenho receio do meu “sonho de aposentadoria” desaparecer por conta de algum acontecimento no cenário nacional até lá.

    Essa preocupação é real? Ou o tesouro se manteria mesmo que coisas estranhas acontecessem ? (presidentes com uma visão política extremada, guerras etc.)

    Grande abraço

    • Leandro Ávila 22 de agosto de 2017 at 5:11 - Reply

      Oi Giovanni. Basta pesquisar o passado econômico e político do Brasil e acontecimentos históricos mundiais que produzem impactos econômicos. No longo prazo, coisas estranhas podem acontecer e estão fora do nosso controle. Guerras, desastres naturais, políticos extremistas, impeachment, golpes, ditadores, etc. Essas coisas já aconteceram no passado. É por esse motivo que o verdadeiro investidor não acredita na existência do investimento perfeito. Ele acredita que deve ter uma carteira de investimentos. Para casos críticos de guerras ele até avalia a importância de ter um pedaço do seu patrimônio em bens físicos como terrenos.

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