Dar valor para o que não tem valor: marcas, vinhos e whisky

Será que você está dando muito valor para produtos e marcas que na prática não possuem nenhum valor? Será que aquilo que você valoriza realmente agrega algum valor na sua vida?

Todos nós cultivamos e cultuamos marcas e produtos que fazem mal para o nosso bolso e em alguns casos, fazem mal para nossa saúde. Nos deixarmos influenciar pelas indústrias que lucram com o culto ao consumo e não pensamos muito antes de jogar nosso dinheiro fora. Comprar determinados produtos se tornou um verdadeiro ritual de auto-enganação e de ilusão coletiva.

Podemos encontrar um bom exemplo no culto ao consumo de determinadas bebidas alcoólicas como vinhos e whiskys. Recentemente a indústria da cerveja também vem introduzindo o hábito de consumo das chamadas “cervejas especiais”, normalmente importadas,  e que são comuns e baratas em seus países de origem, mas que aqui, são vendidas 10 vezes mais caras.

Faz mal para o seu bolso

Whisky 38 Anos 700ml por R$3.990,00 com embalagem diferente para aumentar o valor percebido.

Certa vez um amigo me disse (todo orgulhoso) que tinha adquirido o hábito de tomar uma dose de whisky todos os dias ao chegar do trabalho. Para ele se tornou um ritual de relaxamento, um remédio para tratar o estresse de um dia cansativo de trabalho.

Então perguntei para ele: Quem disse que whisky tem função terapêutica? O relaxamento pode ser obtido ouvindo música, fazendo exercício, assistindo um filme, praticando algum hobby ou batendo papo com os amigos.

Existem muitas formas de relaxar que não dependem do whisky. Então ele me perguntou se eu nunca tinha visto nos filmes ou nas novelas, aqueles empresários bem sucedidos chegando em casa depois de um dia cansativo, se servido de uma boa dose de whisky para relaxar em um sofá confortável.

Ele associou a imagem de um empresário bem sucedido com o hábito de beber whiskys caros depois de um dia estressante de trabalho. Diariamente ele mergulha na ilusão de que é feliz e bem sucedido bebendo como se estivesse em um filme.

Toda vez que você vê algum ator no cinema ou na televisão consumido álcool, não tenha dúvida que do outro lado existe um contrato de publicidade e profissionais qualificados trabalhando para embutir na sua vida um mau hábito que lhe custará parte da sua saúde e uma grande parte do seu dinheiro no longo prazo.

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Este meu amigo rapidamente adquiriu o hábito de beber todos os dias. Isto passou a representar um custo fixo mensal entre R$ 100,00 e R$ 200,00 só de whisky. Hoje ele já não se contenta com o whisky mais barato e se sente uma pessoa especial quando possui um whisky de R$ 800,00 ou quando compra uma garrafa de R$ 3.000,00. Infelizmente, por se orgulhar de suas aquisições, ele costuma compartilhar as fotos de suas garrafas mais caras em redes sociais e através do mecanismo do contágio social acaba influenciando amigos e parentes a assimilarem seus valores tortuosos.

Infelizmente é um mau hábito, não só para o bolso dele mas para a saúde. O que ele gasta com whisky e outras bebidas poderia ser melhor aproveitado em outras atividades de lazer que podem se transformar em hábitos saudáveis. Esta pessoa que me refiro não é rica, não possui recursos sobrando para esbanjar (jogar fora). Se trata de uma pessoa jovem de classe média que deveria planejar o futuro evitando ostentações desnecessárias. O dinheiro que ele gasta com pouca inteligência, hoje, é o mesmo que vai fazer falta amanhã e que provavelmente o levará a assumir dívidas (financiamentos) para adquirir coisas que realmente importam.

A legislação brasileira, através do decreto 6871 permite que o álcool etílico potável seja misturado com diversos tipos de bebida como vodcas e o whisky. O próprio whisky pode ser legalmente misturado com álcool potável, água e corantes para literalmente iludir as pessoas (Art. 55 do Decreto 6871). Legalmente é possível misturar 30% de wisky verdadeiro com álcool e água e mesmo assim vender com o nome de whisky por preços absurdos. Isto significa que muito do preço que as pessoas pagam pelo whisky é na verdade água e álcool barato. Até quando você avalia as características químicas do produto, percebe que aquilo que as pessoas dão valor, na prática não tem valor.

O mesmo problema acontece com aqueles que adquirem o hábito de consumir vinho durante as refeições. São pessoas que acreditaram naquela duvidosa ideia de que consumir uma taça de vinho durante as refeições faz bem para o coração. Na verdade o que faz bem para o coração é o consumo de frutas. O agricultor não tem o mesmo poder econômico do produtor de bebidas alcoólicas para patrocinar novelas, filmes e reportagens na TV sobre os benefícios daquilo que vendem.

Vinho que custa R$ 4.369,05 por garrafa

E o hábito de beber vinho durante as refeições é pior (financeiramente) já que as garrafas dos vinhos considerados de boa qualidade são caras e o consumo de todo seu conteúdo pode ocorrer em um único jantar.

Quando o consumo ocorre dentro de restaurantes o estrago econômico é ainda maior. Observe que existe uma diferença muito grande entre consumir bebida alcoólica eventualmente e consumir regularmente introduzindo este consumo na sua vida como um hábito, que inclusive pode se transformar em uma dependência química ou estimular as pessoas da sua casa a se tornarem dependentes no futuro.

Se você tem o mau hábito de consumir bebidas alcoólicas regularmente e não se importa com o mau que isto pode provocar na sua saúde, tente calcular o mau que está fazendo para suas finanças pessoais. Faça um levantamento de quanto você gastou com bebidas nos últimos 12 meses.

Dependendo da marca do whisky, vinho ou da cerveja importada que você consume, além da regularidade de consumo, estes gastos podem ultrapassar a cada das dezenas de milhares de reais por ano.

Este dinheiro poderia ser utilizado para realizar outras atividades de lazer, atividades culturais, mais saudáveis e prazerosas. Se você possui filhos, os seus hábitos de consumo e o valor que você dá para estes rituais que envolvem a bebida alcoólica são transferidos para as crianças como valores que elas futuramente também vão cultuar, muitas vezes com exagero durante a adolescência. E certamente estes valores serão transferidos para seus netos.

A mesma ideia se aplica ao vício do cigarro. Felizmente o consumo do cigarro já é tratado como um problema de saúde pública, os anúncios publicitários são proibidos e o consumo oficialmente desestimulado. Eu torço para que no futuro o mesmo aconteça com o consumo de toda e qualquer bebida alcoólica, principalmente aquelas que a publicidade vincula ao luxo, status e poder econômico, quando na verdade são apenas drogas licitas produzida e vendida por uma indústria que lucra bilhões prejudicando as pessoas e a sociedade.

Consumo de marcas

Outro hábito que faz você perder muito dinheiro é consumo de produtos de marca, principalmente os produtos de moda, beleza, e estética. Isto tem relação com o falso valor que você dá para determinadas marcas e por acreditar em benefícios fantasiosos que muitas prometem oferecer.

Nada agrava mais a pobreza, que a mania de querer parecer rico.
“Marques de Maricá”

Na maioria das vezes, o consumo de produtos de marcas caras está relacionado ao nosso desejo de parecer ser rico, parecer ser importante, parecer ter mais valor que as outras pessoas, parecer ser especial. Também está relacionado com a necessidade de aceitação. Se você convive com pessoas que valorizam determinadas marcas, tende a querer consumir as mesmas marcas porque acredita que desta forma será melhor aceito e bem visto por aquele grupo. E realmente isto acontece. Existem pessoas que escolhem amigos e companhias, não pelo que elas são, mas sim pelos que elas podem comprar. Este mecanismo, estimula a comprar diversos tipos de produto.

Recentemente visitei Parque Nacional do Iguaçu em Foz do Iguaçu/Paraná, um lugar que atrai muitos turistas estrangeiros interessados nas belezas das Cataratas do Iguaçu. Vi poucos brasileiros nas Cataratas se comparado ao que encontrei na Ciudad del Este/Paraguai comprando produtos de marcas importadas para parecerem ser o que não são.

Na sala de embarque do aeroporto, fiquei observando as pessoas que faziam fila para embarcar em um voo de Foz para o Rio de Janeiro. Existiam muitos estrangeiros na fila e comecei a observar o que me fazia ter certeza que uma determinada pessoa na fila era brasileira e outra estrangeira.

Os estrangeiros se vestiam de forma mais simples e confortável. Utilizavam bermudas folgadas e cheias de bolsos, chinelos confortáveis, usavam mochilas no lugar de bolsas, camisas e camisetas sem o logo de marcas famosas,  não ostentavam marcas luxuosas,  não usavam bolsas de couro, sapatos e tênis caros e não tinham smartphones nas mãos. Já os brasileiros que estavam na fila eram facilmente identificados porque eram exatamente o oposto.

Se você supervaloriza marcas famosas, seria interessante começar a rever seus valores. Até que ponto você está se deixando influenciar pelos hábitos de consumo dos seus amigos e com isto sacrificando a sua qualidade de vida e a sua segurança financeira? Será que ostentar um luxo é realmente importante e vai fazer diferença na sua vida? Viver aprisionado ao desejo de sempre estar na moda não é angustiante? Passar a vida toda trabalhando exaustivamente para pendurar objetos caros no corpo ou amontoá-los dentro de casa não seria trabalhar inutilmente? Mudar estes valores pode significar sair de uma vida angustiante para uma vida mais leve e livre.

Bolsa de marca famosa que custa R$ 253.440,00

Se existe uma camisa de R$ 30,00 que cumpre sua função de vestir, não faz sentido acreditar que vale a pena pagar  R$ 300,00 por uma camisa idêntica, que cumpre a mesma função, mas que carrega uma marca de luxo. Talvez as camisas (a barata e a cara) tenham sido produzidas na mesma fábrica em algum país distante como a Malásia, Vietnam, Indonésia, China ou mesmo no Peru.

Grandes marcas costumam ser apenas marcas. Elas compram seus produtos de fabricantes genéricos em diversos países do mundo, muitas vezes escolhem regiões onde não existem leis trabalhistas e nem leis de proteção ambiental com objetivo de maximizar os lucros.

Imagine quanto você teria economizado nos últimos anos se tivesse optado por substituir produtos de marcas caras por produtos comuns. Talvez você tivesse mais dinheiro poupado para realizar um sonho de consumo realmente importante, útil e mais durável.

Também poderia ter poupado mais para investir em outras atividades de lazer, atividades culturais, cursos, livros e viagens com foco cultural. O que realmente é capaz de agregar valor na sua vida?

Conheço pessoas que já visitaram diversos países, mas com o principal objetivo de fazer compras de produtos caros e exclusivos (que excluem os que não podem comprar). É uma pena conversar com estas pessoas e perceber que só sabem falar sobre os lugares onde fizeram compras. Visitaram lojas famosas e esqueceram de visitar os museus famosos.

Parecer ser rico é muito fácil, basta gastar tudo que você consegue poupar comprando bebidas, perfumes e roupas de luxo para mostrar para seus amigos que você tem dinheiro sobrando para gastar com coisas que não tem importância.

Já a riqueza patrimonial está relacionada com aquilo que você é capaz de poupar e não com aquilo que você gasta para mostrar. Existe ainda a riqueza intelectual e cultural. A maior de todas as riquezas é a intelectual e cultural porque é dela que se origina todas as outras riquezas, inclusive a financeira. Ela também atrai pessoas interessantes que enriquecem suas experiências na vida.

Quanto você é rico de experiências, informações, conhecimentos e sabedorias é capaz de ver aquilo que os outros não conseguem ver. Todos nós estamos diante de inúmeras oportunidades para desenvolvimento pessoal, financeiro e profissional. Pessoas de mentalidade pobre não conseguem ver estas oportunidades e não estão prontas para aproveita-las. Quando você é mentalmente rico, é capaz de valorizar as coisas que realmente tem valor, e estas coisas não custam muito dinheiro, na maioria das vezes, as coisas mais valiosas são gratuitas.

Jaime Tardy publicou um livro chamado “The Eventual Millionaire” após entrevistar 100 milionários. Ela descobriu diversas ideias erradas que temos das pessoas ricas financeiramente. Uma destas ideias erradas que temos é que os milionários são grandes gastadores. A primeira imagem que as pessoas têm das pessoas ricas é de que elas vivem em mansões luxuosas e dirigem carros esportivos. Porém, elas podem ser pessoas comuns, elas podem seus vizinhos ou até ser um colega do seu trabalho que aparenta viver uma vida simples. O investidor Warren Buffett (um dos homens mais ricos do mundo), por exemplo, mora em uma casa que ele comprou em 1958 por US$ 31.500,00. Na maioria dos casos, os milionários chegaram onde eles estão exatamente porque praticam hábitos de poupança e vivem de forma comedida. Eles aprendem a fazer escolhas de consumo inteligentes. Existe outro livro chamado No “Millionaire Teacher” (Professor Milionário) onde Andrew Hallam explica como ele conseguiu economizar mais de US$ 1 milhão trabalhando como professor.

Na verdade a independência financeira não depende de quanto você ganha, mas de como você anda gastando seu dinheiro e de como você investe o que poupa.  Veja os livros que recomendo para quem pretende aprender a investir. Vela a lista aqui.

By |05/03/2014|Categories: Enriquecimento|150 Comments

About the Author:

Leandro Ávila é administrador de empresas, educador independente especializado em Educação Financeira. Além de editor do Clube dos Poupadores é autor dos livros: Reeducação Financeira, Investidor Consciente, Investimentos que rendem mais, e livros sobre Como comprar e investir em imóveis.

150 Comments

  1. Patrícia 5 de março de 2014 at 16:34 - Reply

    Mais um artigo espetacular, Leandro. Concordo plenamente. Nunca entendi essa moda de ficar expondo a marca das coisas. É pagar pra fazer a propaganda da marca…. Não devia ser o contrário?!!?!?!

    • Leandro Ávila 5 de março de 2014 at 17:20 - Reply

      Olá Patrícia. Eu também não vejo sentido em pagar caro para se transformar em um outdoor ambulante de marcas estrangeiras. Quando não são camisetas e camisas com o nome da marca com letras garrafais, são aquelas que exibem figuras de animais como jacaré, cavalo, alce e gaivota. Tem as que possuem brasões, faixas e números sem sentido. No caso das bolsas femininas é aquela salada de letrinhas e símbolos que mostram para as outras mulheres o quanto cada uma está disposta a desperdiçar comprando uma bolsa. Acredito que as pessoas deveriam refletir sobre o culto a estas marcas estrangeiras.

  2. Cely 5 de março de 2014 at 21:05 - Reply

    Boa noite !
    Com este artigo , vc se superou !!!
    Minha marca predileta : Made in Brás ! rsrsrsrs.

  3. James William Mendes 5 de março de 2014 at 21:17 - Reply

    Concordo com você, este diz tudo que eu mesmo teria escrito se tivesse talento literário e conhecimento sobre o tema

  4. Caio 5 de março de 2014 at 21:35 - Reply

    Leandro, comecei a acompanhar recentemente seu site e seus posts. Concordo plenamente que marcas famosas ou de luxo so trazem riqueza para os acionistas das empresas que vendem tais produtos. Eh muito interessante observar como o brasileiro valoriza imensamente tal estilo de vida. Podemos ver nos carros, nas roupas, relogios, bolsas, tenis e tudo o que for “da moda”. Atualmente eh muito mais nitido com a “certa” facilidade que se criou de viajar ao (exterior=EUA), sonho almejado de todo tupiniquim. Nao tenho nada contra a gastar dinheiro bem gasto, seja apreciando um vinho, comprando uma roupa que lhe faca sentir bem, etc. Voce pode ter certeza que todos os milionarios deste planeta aproveitam muito bem suas vidas. Alias, usufruem de muitos servicos e produtos pagando menos ou nada do que a maioria, pois estes tem o que mais importante nesta: relacionamentos. Entao, use o dinheiro para criar relacionamentos que te possam trazer mais com menos.

    • Leandro Ávila 5 de março de 2014 at 21:47 - Reply

      Olá Caio. Acho que as pessoas podem e devem gastar o dinheiro delas da forma que acharem melhor, principalmente quando realmente possuem dinheiro sobrando para isto. O problema são as prioridades e as possibilidades de cada um. Conheço uma pessoa que trabalha como empregada doméstica na casa de um parente. Certo dia ela estava me relatando que seu filho de 19 anos conseguiu um emprego onde recebia 1 salário mínimo. Seria uma grande ajuda para elevar a renda da família se o rapaz não gastasse tudo comprando roupas de marca, perfumes caros e bebidas alcoólicas. Também é comum encontrar pessoas de classe média, com bons salários que gastam até o que não possuem para manter um padrão de consumo pouco inteligente, na maioria das vezes para manter aparências. Quando realmente precisam de dinheiro para alguma coisa importante não possuem reservas e com isto recorrem aos empréstimos bancários, dívidas em cartão de crédito e financiamentos. Rever os hábitos de consumo e o verdadeiro valor do que compramos é muito importante se queremos manter uma vida economicamente equilibrada, confortável e tranquila. Um abraço e obrigado por participar!

      • Leninha 5 de maio de 2015 at 9:40 - Reply

        Engraçado ler isso, Leandro, pensei que fosse incomum. Um dia eu estava esperando meu ônibus na rodoviária e pedi uma cerveja para o balconista da lanchonete. Ele trajava seu avental e touca de uniforme. Eu estava simples, roupa barata e surrada, tênis idem, mochila, do mesmo jeito. Enquanto eu tomava minha cerveja e navegava na internet com meu smartphone barato, ele disse “ia te pedir seu whatsapp, mas você não tem IPhone”. Eu sorri com a ingenuidade do rapaz, pensando: “quantos meses ele trabalhou para pagar esse IPhone?” Esse moço estava ansioso para ir embora, quando seu horário terminou (era meia noite) ele tirou a touca e o avental, estava usando uma camiseta da Nike, colocou um boné da Nike, e, quando saiu detrás do balcão, vi seu tênis da Nike e a calça jeans, não consegui lembrar a marca, mas também era famosa. Se eu mandasse ele mostrar a cueca, certamente seria de marca. Eu devo ganhar umas 5 vezes mais do que ele, não pago mais de R$ 35,00 (isso, trinta e cinco reais) numa calça jeans. Fiquei tão impressionada com o que vi que quase me converti pensando “e eu aqui, na ‘pão-duragem’ economizando centavos”. Ainda bem que mudei de ideia e continuei pão-dura kkkkkkkk.

        • Leandro Ávila 6 de maio de 2015 at 0:12 - Reply

          Oi Leninha, imagine se o rapaz investisse esse dinheiro na própria qualificação profissional. Poderia deixar de trabalhar no balcão de uma lanchonete de rodoviária até meia noite. Adquirindo novos conhecimentos e desenvolvendo outras habilidades ele poderia aumentar a própria renda, não só agora, mas com reflexos durante o resto da vida dele. As pessoas simplesmente jogam dinheiro no lixo e ao mesmo tempo jogam oportunidades de crescimento no lixo. Na maioria das vezes falta orientação, falta visão, falta entendimento de como as coisas funcionam.

  5. Juliano 5 de março de 2014 at 22:14 - Reply

    Esse apego por produtos de marca é o maior exemplo da futilidade e se aplica pra homens e mulheres.

  6. Antonio Neto 5 de março de 2014 at 22:57 - Reply

    Excelente artigo, eu sempre pensei como a Patrícia, pois não faz sentido algum vc pagar caro para fazer propaganda para uma grande empresa. Excelente artigo, parabéns.

  7. Francielle 5 de março de 2014 at 23:21 - Reply

    Que artigo!!!!! Depois desse, virei fã. Continue fazendo esse trabalho de conscientização.
    Aiiii se eu tivesse aprendido isso há 10 anos atrás, como minha vida estaria diferente.

    • Leandro Ávila 5 de março de 2014 at 23:35 - Reply

      Obrigado Francielle, nunca é tarde para acordar para a realidade. Um abraço!

  8. Cris-sp 6 de março de 2014 at 0:58 - Reply

    Fiquei impressionada com a lucidez do seu artigo, principalmente no que se refere à bebida alcoólica. Parabéns!

  9. Ewerton Azevedo 6 de março de 2014 at 1:23 - Reply

    Olá Leandro,

    Obrigado mais uma vez por nos disponibilizar mais um conteúdo de suas pesquisas formadoras de boas opiniões. Esse retrato que mostrou dos brasileiros é uma lástima, mostra o quanto o brasileiro está preocupado com o próximo, pois aqui se quer ser sempre mais, ter mais, esbanjar mais e muitos não passam de uma vida miserável em busca dessa felicidade nessas fantasias introduzidas pela mídia e pelas pessoas sem cultura que andam a nosso redor.

    Estarei compartilhando para ver se consigo trazer mais pessoas assim como está fazendo para uma vida que realmente vale a pena de se viver e como tem que ser vivida. Este fim de semana mesmo presenciei um casal de americanos que iam embarcar num voo no mesmo estilo que falou e de fácil identificação enquanto milhares de outros brasileiros esbanjando o que não são se matando para entregar aos propagandas e marcas.

    Parabéns e até o próximo post.

    • Leandro Ávila 3 de abril de 2014 at 0:43 - Reply

      Obrigado Ewerton, agradeço por compartilhar o artigo entre as pessoas que mais precisam de orientação. Um abraço!

  10. André Almeida 6 de março de 2014 at 1:45 - Reply

    Muito bom..

    Apenas uma exceção normalmente a tecnologia em que, de fato, a marca faz diferença pela qualidade, acredito que outras coisas realmente sempre existem opções CUSTO x Benefício.

    Alias, mesmo em tecnologia, sempre o CUSTO X BENEFICIO é, para mim, o fator decisivo, e também o consumo consciente, por ex, se eu vou trocar de Notebook, procuro primeiro dar fim (vender, negociar) o antigo para então adquirir um novo, ao contrário do que muitos fazem, compram um novo, e |jogam fora| o velho.. vejo gente fazendo isso até pra carro / moto.. quase um absurdo

    Se um dia quiser / precisar de ajuda para algum artigo sobre este assunto “Consumo Evolutivo com Custo X Benefício” seria bem bacana dar alguns exemplos que sempre vivencio por aqui.

    • Leandro Ávila 6 de março de 2014 at 11:21 - Reply

      Olá André. Nem sempre marca e qualidade são coisas que andam juntas. O que existe de fato é a “qualidade percebida”. As empresas se preocupam mais com a qualidade que você é capaz de perceber do que a existência real de qualidade. Tudo é um jogo de percepções subjetivas. Já viu o comercial do Tony Ramos ensinando qual é a marca da carne que tem qualidade? O que um ator entende sobre a qualidade técnica da carne bovina? Isto não importa para a empresa. O importante é que as pessoas vão acreditar no artista. Muitos acreditam que ele está dando um depoimento sincero, quando na verdade está sendo pago para falar. Isto existe em todos os mercados. Revistas especializadas tendem a elogiar os produtos dos seus patrocinadores e o leitor acredita que o depoimento da revista foi sincero. No caso dos Notebooks, apesar de existirem centenas de marcas diferentes, grande parte dos aparelhos à venda no mercado são fabricados por empresas orientais como a Quanta, Compal, Clevo, Lenovo, Asus, ECS, etc. Estes fabricantes são chamados genericamente de “Contract manufacturer” (CM) e são eles que produzem os notebooks de marcas caras como HP, Dell, Toshiba, IBM, Apple, etc. Quando você compra um Apple Mac Book, alguns modelos da Dell ou até um vídeo game Playstation na verdade está comprando um produto da Asus. Existem notebooks que usam a marca Asus e eles costumam ser mais baratos que os modelos de marca famosa, sendo que a qualidade é a mesma. Um abraço e obrigado por abordar este assunto.

  11. Anderson Brito 6 de março de 2014 at 9:13 - Reply

    Exelente, esse artigo me fez refletir na minha educação financeira,.
    Atualmente trabalho como jovem aprendiz na sitel corporation e estou pensando como investir no meu futuro, esse artigo me fez passar por uma metanoia nesse aspecto de fetiche com roupas e ostentações desnecessarias.
    Muito obrigado Leandro Ávila!!!

    • Leandro Ávila 6 de março de 2014 at 10:53 - Reply

      Olá Anderson, fico muito feliz ao saber que o texto ajudou. Se você é jovem, invista inicialmente em você, plante agora para colher amanhã. Percebo que são poucos os jovens dispostos a plantar, falta paciência, querem tudo agora, tudo hoje, e o mundo não funciona assim (embora o sistema tente te convencer do contrário). Você precisa se preparar (investir tempo e recursos na preparação), depois precisa plantar e em seguida precisa colher o que plantou. Muitos jovens querem pular etapas, querem plantar sem ter se preparado para isto, querem colher sem ter plantado. Um abraço!

  12. Fernando 6 de março de 2014 at 13:10 - Reply

    Gostei do artigo. No Brasil acho que o alem do fabricante da marca de luxo ter uma margem boa no produto, o governo se aproveita por arrecadar altos impostos, os importadores que em muitos casos pagam bolas a fiscais para facilitar a grande burocracia alfandegária. Enfim, o consumidor do produto de marca, paga e paga bem por tudo isso. Por isso o custo beneficio fica mais difícil por aqui.

    • Leandro Ávila 6 de março de 2014 at 21:44 - Reply

      Sim, o governo realmente aproveita. Os impostos sobre produtos de luxo são muito elevados. Obrigado por sua participação!

  13. Luan Lopes 6 de março de 2014 at 16:37 - Reply

    Sensacional Leandro, tendo em vista de como somos afortunados e instruídos de todas os lados pela mídia, e esse consumo capitalista exacerbado só tende a piorar e junto delas iludir pessoas a buscarem aquilo que está um tanto quanto distante apenas por Status.

  14. J.Henrique 6 de março de 2014 at 19:21 - Reply

    Ótimo artigo novamente! Uma vez recebi um auditor que estava de tênis surrado e camiseta sem nenhum estampa. Num primeiro momento achei ele simples demais para me dar algum parecer (julguei pela aparência como sempre fazemos). Por felicidade o cara tinha muito conteúdo, muitíssimo inteligente e superou minhas expectativas. A partir daí percebi que não adiantava um engravatado com terno de marca. Hoje já não ligo se estou indo viajar de tênis (o mesmo que faço caminhada), mas ainda preciso de muito conteúdo e seus artigos tem me ajudado a melhorar cada vez mais, obrigado Leandro !!!!

  15. Lucas Lira 7 de março de 2014 at 9:16 - Reply

    Excelente artigo, confesso que já fui mais assim com roupas, hoje raciocino mais antes de cada compra; Sobre tecnologia, gosto muito da Apple mais não compro a cada lançamento, como seus produtos são de excelente qualidade e durabilidade passo um bom tempo com um iPhone para poder troca-lo, e ainda mais com um MacBook, a diferença da Apple em relação a isso é que mesmo quando você for trocar seu produto ele terá mercado, consegue vender fácil por um valor razoável, diferente de outros produtos, ao trocar sempre vendo antes o antigo…

    • Leandro Ávila 3 de abril de 2014 at 0:36 - Reply

      Eu conheço pessoas que trocam produtos Apple assim que novas versões são lançadas, como quem troca de roupa entre uma estação e outra. Muitas vezes a diferença entre a versão antiga e a nova é insignificante. Alguns consideram um exemplo de obsolescência programada.

  16. Caio 7 de março de 2014 at 10:35 - Reply

    Leandro concordo plenamente com seu artigo. Há gastos desnecessários com marcas seja de carros, roupas e bebidas , porém vale lembrar que determinadas marcas trazem produtos de melhor qualidade e cobram mais por isso. Seus artgos são ótimos . O ebook Como Investir Dinheiro é realmente esclarecedor e didático . Muito grato pelas orientações e dicas.

    • Leandro Ávila 7 de março de 2014 at 15:21 - Reply

      Olá Caio. Você precisa ter o cuidado dobrado para verificar o que realmente tem qualidade e o que é apenas uma percepção de qualidade implantada na sua cabeça através dos esforços de publicidade e marketing da empresa. Muitas vezes os mesmos produtos parecem ter qualidades diferentes por estarem em embalagens diferentes. O Como Investir Dinheiro realmente é muito bom e eu recomendo a todos.

  17. Gilberto 7 de março de 2014 at 15:49 - Reply

    Apenas para parabenizá-lo e incentivá-lo a continuar.

  18. Eliseu 7 de março de 2014 at 20:30 - Reply

    Excelente artigo, nos estimula a pensar e a refletir sobre os nossos próprios hábitos de consumo. Parabéns Leandro.

  19. Marcos Gonçalves 8 de março de 2014 at 18:47 - Reply

    Não concordo com a reflexão sob a luz da poupança monetária ou o querer ser rico, mas a distorção criada pela indústria de “estilos de vida” é inquestionável e maléfica. É uma ilusão, um desvio de foco e da essência do ser humano. É desumanizante. Parabéns pelo ousadia e coragem em tratar de um assunto tão importante e impopular como esse. Está fora de moda….rs

  20. Thiarles 9 de março de 2014 at 22:16 - Reply

    Muito bom

  21. Thiago 23 de abril de 2014 at 2:21 - Reply

    É um ponto de vista excelente ! Sem esquecer da necessidade humana de pertencimento a grupos, que faz uma diferença enorme com a utilização de objetos de marcas, afinal pertencer a um grupo também é fundamental aos seres humanos.

    Virei Leitor ! Parabéns …

  22. José Luiz 24 de abril de 2014 at 11:50 - Reply

    Parabéns Leandro Ávila, excelente artigo !!

  23. Adriana 1 de maio de 2014 at 21:52 - Reply

    Olá, estou conhecendo seu trabalho e me surpreendendo muito. Você possui conhecimento técnico de alto nível mas, além disso, aborda o lado humano em todas as questões. Todos os seus artigos provocam reflexões. Estou impressionada! Feliz por encontrá-lo! Continue sua missão. Obrigada.

    • Leandro Ávila 1 de maio de 2014 at 22:50 - Reply

      Olá Adriana, muito obrigado, você é muito gentil. Todas as semanas eu publico novos artigos e fico feliz em poder ajudar. Um abraço!

  24. Sylmara 25 de maio de 2014 at 12:05 - Reply

    Olá Leandro, gostei muito do seu artigo! O seu ponto de vista em relação ao consumismo está muito ligado a forma que penso hoje sobre o assunto. Estive na Europa recentemente pela primeira vez e fiquei muito surpresa como os europeus, tanto turistas quanto moradores locais, se vestem bem sem parecer ostentar marcas de suas roupas/sapatos etc como brasileiros. Percebi que independente das marcas existentes lá, eles valorizam muito fornecedores locais em todos segmentos, exemplo vinhos em vinícolas da região em que vivem, artigos em geral de artesãos locais, vi muitos brechós lotados com venda de roupas por quilo, etc. Obrigada por compartilhar seu artigo e provocar reflexões!

    • Leandro Ávila 25 de maio de 2014 at 14:14 - Reply

      Oi Sylmara, Eu acredito que os produtos franceses, italianos, alemães, etc, são valorizados no mundo todo, não por serem produtos de altíssima qualidade, mas por serem produtos valorizados e apreciados pelo próprio povo local. Só quando o povo valoriza o que produz, valoriza a própria cultura, a história é que o resto do mundo passa a valorizar. O brasileiro faz papel de bobo quando valoriza e paga caro por produtos estrangeiros. Você não verá os franceses bebendo vinho italiano, eles acreditam que produzem o melhor vinho e fazem questão de consumir vinho nacional (que evidentemente é mais barato que o importado). Já no Brasil, o que é produzido por nós é visto como de segunda categoria, quando não é verdade. O fato do nosso vinho ser barato, parece na cabeça do brasileiro que a qualidade é inferior. Já quando compra um vinho francês caro, não percebe que ele só é caro por ser importado e estar cheio de taxas e impostos de importação. Este problema só se resolve com o acesso a cultura. Viajar para o exterior pode ser um investimento cultural. Talvez as pessoas só irão valorizar o que é nacional quando tiverem a oportunidade de viajar como você fez. Uma vez vi uma reportagem de uma família portuguesa que criava peixes em uma lagoa dentro de uma propriedade rural qualquer no interior de Portugal. Estes peixes eram processados e enviados para restaurantes muito caros de Portugal e do exterior. Segundo o produtor, aquele peixe criado em cativeiro era especial, era único. Ele dizia que em todo mundo, ele era o único que produzia peixe naquela lagoa que era uma lagoa única, afinal de contas ele era dono das terras onde a lagoa ficava. Ele dizia que a água da lagoa era especial (na verdade toda água de qualquer lugar tem características únicas), pois ela banhava uma determinada montanha antes de formar a lagoa e aquela montanha era única (é assim com muitas lagoas pelo mundo). Por isto o peixe dele tinha sabor único, origem única, e por isto era tão caro e especial. Usando esta mesma mentalidade, os peixes criados em cativeiro de qualquer lagoa, de qualquer parte to Brasil também são especiais e únicos, pois aquela lagoa é unica no mundo todo. O que difere é que este português valoriza sua própria região, valoriza o produto de sua terra. E este valor ele acaba exportando.

  25. Fabiana 6 de junho de 2014 at 10:18 - Reply

    Bom dia Leandro!
    Excelente artigo! Sempre que termino de ler seus textos passo por um momento de reflexão das minhas próprias atitudes. Sempre tive muitos problemas com o consumismo! Não tanto com questão de marcas.. mas por comprar mais do que deveria mesmo!
    Felizmente, dos dois últimos anos pra cá, consegui mudar isso! Claro que inicialmente foi pq a situação chegou num ponto que estourou tudo! Mas agora, depois de conseguir acertar a minha situação financeira, estou conseguindo mudar minhas atitudes. Ainda faço minhas compras porém, muito mais racionalmente!
    Nesse meio tempo, achei seu site e ele só tem me ajudado! Ainda não estou fazendo investimentos mas já comecei com a poupança.
    Para quem não conseguia guardar nada e só gastava, é um grande avanço! O próximo passo agora é começar com o tesouro direto!
    Por tudo isso Leandro, meu muito obrigada! Por favor, esteja sempre com a gente! =)

    • Leandro Ávila 6 de junho de 2014 at 11:01 - Reply

      Com certeza é um grande avanço. Você está de parabéns e quero agradecer por deixar seu depoimento pessoal aqui. Isto pode estimular outras pessoas a seguirem o mesmo caminho, sem perceber você estará ajudando outras pessoas já que este artigo é lido por centenas de pessoas todos os meses. Um abraço!

  26. Bruno 6 de junho de 2014 at 11:31 - Reply

    O que eu vejo muito acontecer é que é praticamente impossível saber a qualidade VERDADEIRA de um determinado produto. Quando fui comprar um notebook pesquisei exaustivamente sobre qual marca comprar, e eu simplesmente não obtive resultado, nunca se pode ter certeza de que um produto X é melhor do que o Y. É uma coisa q me irrita um pouco. Gostaria que houvesse um rank exato de melhores marcas, mas a impressão que eu tenho é que é quase tudo a mesma coisa. Eu sempre procuro comprar um produto que dure muito, só troco depois de usar até o fim.

    • Leandro Ávila 6 de junho de 2014 at 13:13 - Reply

      Olá Bruno, nos dias de hoje, é muito difícil e trabalhoso separar o que é um bom produto de um produto ruim. O preço não é uma boa forma de identificar qualidade.

  27. Ney 17 de julho de 2014 at 10:12 - Reply

    Leandro, compartilhei esse artigo com minha lista de contatos e acredito que você ganhará novos seguidores devido ao retorno que recebi deles, relatando que compartilharam em suas linhas do tempo no face e outros reencaminharam o e-mail. Parabéns mais uma vez pelo trabalho que você faz! Abraço.

    • Leandro Ávila 17 de julho de 2014 at 10:49 - Reply

      Olá Ney. Muito obrigado. Eu comparo o Clube dos Poupadores como uma árvore que produz frutos com sementes. Para que as sementes se espalhem é importante a ajuda dos leitores que fazem o papel dos pássaros: alimentam dos frutos e depois espalham as sementes por onde vão. Por isto o papel do leitor que compartilha é até mais importante do que o meu. 🙂 Obrigado por compartilhar e um abraço!

  28. Henrique 17 de julho de 2014 at 19:48 - Reply

    Muito interessante…
    Outro dia estava andando no shopping, quando me deparei com uma loja que dizia assim:
    “Mega Liquidação! Tudo com até 70% OFF”. Fui até averiguar, para caso, realmente me interessasse…
    Mas aí vejo uma calça, que com certeza não deve custar mais de R$ 80,00. mas estava por R$ 180,00… À cima tinha o precinho “REAL” riscado: RS 350,00.
    Logo fiquei com isso na cabeça… Será que se uma calça custa uns 350, a loja realmente faria a mesma por 180 ?? Pois, para custar 350, só se for feita de algum material extremamente maravilhoso. Será que as lojas praticam esse método, onde, na verdade aumentam o valor do produto, e depois “mentem” que dão um super descontão???

    • Leandro Ávila 17 de julho de 2014 at 23:02 - Reply

      Olá Henrique. É uma prática comum de falso desconto. O pior é que a mesma indústria que produz as calças da marca de R$ 80,00 também fornece calças para as marcas que vende a mesma calça por R$ 180 ou R$ 350,00. O brasileiro hábito de acreditar que preço está diretamente relacionado com a qualidade dos produtos quando isto nem sempre é verdade. As empresas sabem disso. É comum a mesma empresa ser proprietária diversas marcas, uma direcionada para o público de baixa renda e outra para o público de renda mais alta. Os produtos oferecidos são os mesmos diferenciando apenas a marca, embalagem e preço. Quanto mais humilde e pouco informada é a pessoa mais facilmente são enganadas. Veja o exemplo deste vídeo onde a senhora reclama do que ganha do Bolsa Família mas não reclama do preço da calça, como se uma calça de R$ 300,00 estivesse com preço justo.

  29. Leandro Paparelli 24 de julho de 2014 at 12:04 - Reply

    Meus parabéns pelo seu excelente artigo.
    Eu gostaria de compartilhar a minha experiência de vida com relação a este tópico.
    Eu nasci em São Paulo, e cresci em Recife, onde a partir dos 11 anos de idade, eu vivi cercado pela nata daquela sociedade, no que se diz respeito ao consumo do luxo. Apesar disto, eu nunca vivi de aparências, como a grande maioria de meus colegas de colégio e faculdade. Pelo contrário, devido ao ótimo exemplo que eu sempre tive dentro de casa, nunca me deixei levar por esta inversão de valores, onde as pessoas acreditam ser mais, por possuir mais, nem que na grande maioria das vezes não possuam, mas aparentam, pois ostentam grifes de forma gritante eu seu dia a dia.
    Eu sempre tive acesso as coisas boas, mas nunca me deixei levar por elas, para mim, nada conta mais do que o caráter, do que o carisma, e a autenticidade para mim, sempre contou muito, tanto e que sempre fui considerado um “outlier”, em qualquer que fosse o ambiente, ou a sociedade na qual eu estivesse.
    Eu já vivo aqui nos Estados Unidos, a cerca de sete anos; e aqui como todos sabem, e o paraíso do consumo, e os americanos, de forma geral, são bem distintos dos brasileiros, mas também tem as suas formas bem extravagantes de ostentação. Aqui, e muito raro, que as pessoas sejam capazes de comprar bolsas Lui Vuitton de 10 mil dólares em diante, mas não tenham uma renda compatível, por outro lado, e bastante comum, encontrar pessoas que trabalham duro, e ganham por ano entre 40k a 60k, e mesmo assim, fazem leasing de carros de luxo como Mercedes-Benz e BMW. Muitas vezes, estacionam estes carros ao relento, pois vivem em apartamentos que nem sequer possuem garagens. Em um degrau acima nesta sociedade, e muito fácil encontrar pessoas que tem uma renda familiar entre 90k, a 180k por ano, e se endividam “até a alma” para viverem em mansões, que nem sequer aproveitam, pois não tem tempo para isso, em seu agitado cotidiano. E meramente por status.
    Eu aprendi sozinho, o balanço, e apesar de apreciar muito tudo o que há de bom, eu sempre consulto meu bom senso na hora de avaliar uma compra. Eu sempre fui por exemplo, aficionado por carros esportivos, e por relógios de luxo, e já tive uma vasta gama de meus objetos do desejo, como um Jaguar, algumas Mercedes, Audi; Breightling, Rolex… roupas de grife como Ermenegildo Zegna, Prada, Boss, Armani, etc. A grande diferença que eu gostaria de apontar aqui e a seguinte: Eu não compro pelos outros, não compro pela ostentação, compro o que eu quero, sempre de acordo com um preço justo, e sabendo que aquilo seria apenas um mimo, o qual eu estava me presenteando.
    No tocante a carros, eu poderia ter comprado já uma Ferrari, ou Porsche, mas não vejo mais como eles iriam justificar seu preço no meu dia a dia. Compro carros que gosto, e invariavelmente quando vou a uma concessionaria, já sei absolutamente tudo a respeito do modelo o qual estou procurando, sua estória, desde o desenvolvimento, suas qualidades, sua tecnologia, seus materiais empregados, coisas que os vendedores, mesmo os mais treinados nunca sabem. Quando compro um carro, nunca compro às cegas, nunca adiciono um pacote, se não farei uso de fato daqueles itens, e o mais importante, nunca compro um carro por ostentação, mas sim para meu próprio prazer, e sempre imponho limites. De novo, sou um grande fa do que e bom, bem feito, bem desenhado e construído, mas as vezes, estes não são só os Aston Martins da vida. Por exemplo, a cerca de dois anos atrás, eu troquei uma Mercedes, antes que ela completasse um ano de uso, em um recém lançado Subaru BRZ. Nenhum de meus colegas entendeu a troca, e claro, na cabeça da grande maioria das pessoas, o que vale e o status, e eles não sabem diferenciar algo que seja de fato, distinto. O BRZ, e um espetáculo de carro esporte, amei tanto, que comprei outro pouco tempo depois, este só para pista. O carro foi concebido de forma única: e o único carro no mundo, com um motor Boxer disposto atrás do eixo dianteiro, e com tração traseira. O seu centro de gravidade e mais baixo do que de uma Ferrari Itália, que custa seis, ou sete vezes o preço. Quando compro uma Mercedes, um Audi, ou uma BMW, eu não faço isso pela marca, mas pelo o que o modelo em questão me encantou nas questões que mais admiro em um carro, que são: dinâmica, relação peso/potencia, qualidade de materiais, e sua construção, design, e tudo isso e colocado frente a questão do preço/benefício, tanto e que normalmente eu tendo a ir para os menores, mais ágeis, de motores menores e mais eficientes, ao invés dos monstruosos v8, v12.
    Tudo isso também se aplica aos outros itens que fazem meu dia a dia.. eu só compro ternos Ermenegildo Zegna, pelo sua qualidade imbatível, seu corte, e sua elegância, e só compro nos outlets da marca, onde uma peça cai de normalmente de dois mil, para 500 dólares, e este valor para mim, e justo, pois por 350 a 400 dólares, você acaba facilmente comprando um terno muito mais baixa qualidade, e corte e caimento horríveis.
    No tocante a calcas jeans, eu jamais pagaria 200, 400, 1000… dólares que algumas marcas italianas vendem, por conta de sua grife estampada, eu só compro meus jeans da Levis, que foi por acaso a empresa que inventou este produto, e oferece produtos de alta qualidade, e design clássico, por apenas 40 dólares. Camisetas de grife, nem pensar, e tudo igual, e uma Hering, ou Hannes não ficam nada a dever a uma Lacoste, ou Dolce & Gabbana; pra mim, tem que ser muito trocha para pagar mil reais em uma camiseta de malha só por conta de sua marca estampada: isso não irá te fazer uma pessoa melhor que as outras.
    No tocante a relógios, depois que eu tive um Breightling, inundado enquanto eu mergulhava em Cancun, passei a aceitar pagar bem menos por estes mimos, e acabei conhecendo e respeitando uma marca suíça que até então não estava em minha lista dos desejos. Descobri que a Rado, tem uma fascinante estória, e e pioneira na utilização de matérias nobres e a prova de risco, como safira, e cerâmicas extremamente resistentes. Encontrei um modelo tão único, tão exclusivo, que não consigo comparar de igual para igual com os melhores Rolex, ou Cartier. Ele e lindo, tem uma safira lapidada, que lhe proporciona um visual de joia, única, sem igual. Ele e bem feito, de aço de altíssima qualidade e de um brilho exatamente igual aos Rolex de aço; ele tem um movimento automático suíço, tão preciso quanto seus compatriotas mais caros, e tudo isso me custou uma fração de um Rolex de aço, top de linha. Eu já fiz a minha escolha, não importa o que os outros pensem.
    Os únicos itens onde eu não controlo meus gastos e com alimentação, eu faço questão de comer sempre o que tenho vontade, aonde tenho vontade, e em casa, só o que existe do bom e do melhor. Com saúde não se brinca, e sem contar que comer bem, e algo extremamente prazeroso. Não incluo neste item porem, vinhos com preços extravagantes. Existem excelentes vinhos procedentes da Califórnia, do Chile, Argentina, Portugal, e Itália, com preços ótimos, para que eu iria ostentar uma garrafa de milhares de dólares: para impressionar alguém?
    Meu dinheiro invisto com sabedoria, diversificando entre imóveis, ações, fundos de investimentos, e ouro. Para mim, o que existe de mais valioso neste mundo e o tempo, e investido com sabedoria, e um bom caminho para uma aposentadoria precoce, para passar mais anos, com a minha querida família, isso sim e um luxo.

    • Leandro Ávila 24 de julho de 2014 at 15:12 - Reply

      Olá Leandro Paparelli. Obrigado por compartilhar este longo depoimento. Pelo que percebi você pertence a uma camada social elevada e dentro desta camada, você faz escolhas mais racionais de consumo que seus amigos e conhecidos. Entendi que outras pessoas no seu lugar fariam escolhas diferentes pois buscariam a ostentação entre os que pertencem ao seu grupo social. Um abraço.

      • Leandro Paparelli 24 de julho de 2014 at 15:47 - Reply

        Ola meu chara 🙂

        Eu e quem devo agradecer, pela oportunidade de poder compartilhar.

        Abraco!
        leandro

  30. Pablo 8 de agosto de 2014 at 14:01 - Reply

    Gostei muito do seu artigo. Muitos “amigos” e até mesmo familiares me criticam por não torrar meu dinheiro em coisas fúteis( as chamadas DE MARCA) ou em extravagâncias como gastar todo com bebida alcoólica. Acho que vou tentar mostrar esse artigo a eles. Abraços

    • Leandro Ávila 8 de agosto de 2014 at 14:33 - Reply

      Olá Pablo. Agradeço por divulgar o Clube entre pessoas as pessoas que mais precisam de orientação. Um abraço!

  31. Luis 12 de agosto de 2014 at 21:52 - Reply

    Leandro,

    Parabéns, para variar… Esse artigo ficou simplesmente espetacular !! Essas ostentações são vazias, não trazem benefício algum e sua abordagem financeira ficou perfeita.

    Abraços.

  32. igor 13 de agosto de 2014 at 19:14 - Reply

    Oi, Leandro, mais uma vez parabéns pelas sábias palavras. O consumo consciente é certamente uma da principais premissas da educação financeira. Tenho um hábito de ler muito e gastar mensalmente uma quantia fixa com livros. Às vezes, sou questionado por familiares se este não é uma hábito de gastar dinheiro com supérfluos. O que você acha?

    • Leandro Ávila 13 de agosto de 2014 at 19:29 - Reply

      Oi Igor. Leitura não é supérfluo. É investimento e com retorno vitalício garantido. Também destino uma quantia mensal para comprar livros e fazer cursos.

  33. Paulo 31 de agosto de 2014 at 20:01 - Reply

    Suas palavras como sempre tão valiosas! obrigado Leandro.

  34. Sueli Costa 7 de setembro de 2014 at 19:12 - Reply

    Ótimo artigo!

  35. Carlos Costa Branco 10 de setembro de 2014 at 9:03 - Reply

    Parabéns Leandro pelo excelente artigo.
    Concordo plenamente com a denominação de “droga licita” para as bebidas alcoólicas. Quando a sociedade se der conta do tamanho do estrago que o álcool faz, em termos de saúde, desajustes sociais, crimes, mortes no trânsito e etc, talvez possamos viver um pouco melhor.
    Continue com o seu trabalho, muito louvável e útil.
    Abraços.

  36. Herley Tobias 20 de setembro de 2014 at 13:27 - Reply

    Bom dia Leandro, pois é, li em algum lugar: ” As pessoas compram o que não precisam com o dinheiro que às vezes não têm, para mostrar o que não é para pessoas que não querem saber” achei até cômico isso.

    • Leandro Ávila 20 de setembro de 2014 at 16:27 - Reply

      As pessoas fazem isso em massa, sem perceberem que estão fazendo. Uma coisa é você comprar com total consciência, a outra é você comprar aquilo que esperam que você compre, sem nem ter certeza. Acabam servindo de marionetes no jogo do marketing.

  37. Thiago Torres 28 de outubro de 2014 at 16:27 - Reply

    Meus Parabéns Leandro! Excelente artigo! Nos faz parar e refletir sobre nossos hábitos de consumo. Compartilhando com todos agora mesmo. Abraço!

  38. Sergio Dutra 8 de novembro de 2014 at 15:29 - Reply

    Olá,Leandro! Sempre nos presenteando com bons artigos! É muito interessante também ler os comentários, pois aprende-se muito com as opiniões das pessoas. Também estou aprendendo com as dicas, apesar de não ser consumista e nunca me levar por marcas famosas e ostentação. Quando compro algo, pesquiso preços até chegar ao mais em conta. Estou prestes a me aposentar (já entrei com a papelada) na função publica, completando 39 anos e 5 meses de serviço(sem intervalo entre publica e privada) e 56 anos de idade, só para evitar comentários tipo: se aposentou novo por ser funcionario publico! Já que falam tanto em garantir a aposentadoria no final da vida, o que posso dizer o seguinte: Meu salário é razoável e para o que eu gasto está muito bom, até porque riqueza, nunca foi o meu objetivo! Tenho uma casa de 200 metros quadrados, que ainda estou terminando (tem 20 anos que estou fazendo reformas e os acabamentos , sendo que 60 % eu mesmo construí, sozinho, nas horas vagas, nos fins de semana e nas férias e licenças), tenho um carro ano 2001 e só!Em compensação tenho uma filha de 27anos que eu ajudei na educação e fez duas faculdades, trabalha desde os 18 anos e já montou uma microempresa que vai muito bem. Estou satisfeito com minha vida, que foi de muito trabalho, muita luta, muitas dificuldades, mas sempre tive em mente, de que nunca deve-se gastar mais do que se ganha. Tenho contas, sim, mas necessárias para viver razoavelmente bem e o mais importante para mim, SAÚDE, pois procuro me alimentar de forma mais saudável possível, pratico exercícios, cooper e futebol, não fumo e não bebo. A vida é simples, é só não complicar! Abraço.

    • Leandro Ávila 10 de novembro de 2014 at 13:43 - Reply

      Oi Sérgio. Muito obrigado por deixar seu depoimento de vida aqui. Parabéns e obrigado por suas palavras.

    • Newton 6 de março de 2015 at 13:07 - Reply

      Parabéns pelo bom exemplo.

  39. Roberta 11 de novembro de 2014 at 19:39 - Reply

    Visulizei os meus pensamentos em seu post. Sou uma jovem e já fui duramente criticada por pensar assim. Me visto de maneira básica, roupas confortáveis e bonitas, basta. Entretanto, ao viajar para a região Sul pela primeira vez este ano fui “olhada de cima em baixo” diversas vezes por não está seguindo o padrâo de roupas tsc tsc tsc! Tenho alguns conhecidos que enche a boca pra falar que pagam 300,00 na blusa que vai durar no máximo 03 meses

    • Leandro Ávila 12 de novembro de 2014 at 0:31 - Reply

      Oi Roberta, parabéns por você ter esta visão. Vai fazer muita diferença no longo prazo.

  40. Bruno Santos 15 de novembro de 2014 at 6:28 - Reply

    Leandro, o mais incrível é fomentar, consciente ou inconscientemente, um mercado desumano. Já pensou quanto sangue derramado? quantos direitos trabalhistas ignorados? quantas crianças escravizadas para produzir essas porcarias?

    • Leandro Ávila 16 de novembro de 2014 at 10:10 - Reply

      É verdade Bruno. Sempre existe alguém pagando a conta.

  41. Wagner Lazzari Ribeiro 21 de novembro de 2014 at 15:23 - Reply

    SEM PALAVRAS……OBRIGADO!

  42. Jose Augusto 25 de dezembro de 2014 at 17:54 - Reply

    Leandro, tenho acompanhado teus posts, mas nesse você se superou. Excelente texto, reflete o que sempre pensei sobre educação financeira mas em palavras muito bem escritas e com exemplos reais……meu sincero muito obrigado e parabéns!!!!

    • Leandro Ávila 27 de dezembro de 2014 at 22:04 - Reply

      Obrigado Jose Augusto, fico feliz que tenha gostado. Um abraço!

  43. Micael Santos 30 de dezembro de 2014 at 14:06 - Reply

    Leandro, obrigado pelo excelente post como outros sempre instrutivo e simples de entender.

    Muito Obrigado.

  44. Felipe 31 de dezembro de 2014 at 1:27 - Reply

    Sabias Palavras, Sinergia com o que eu penso…. Parabéns!!!

  45. Roger Januário dos Santos 29 de janeiro de 2015 at 20:51 - Reply

    Olá, Leandro!
    Meus parabéns por mais um excelente artigo. Há alguns meses que eu comecei a acompanhar as suas publicações, sempre lendo-as com grande interesse. Toda vez que recebo um e-mail seu, fico ansioso pela leitura de mais um bom texto, com informação de qualidade que nos convida a boas reflexões e instiga o nosso senso crítico. Muito bom trabalho, só tenho a agradecer.

  46. Elaine 4 de fevereiro de 2015 at 15:49 - Reply

    Como diz uma colega de trabalho: minha marca preferida é “promoção”!

  47. Breno 5 de fevereiro de 2015 at 18:47 - Reply

    Parabéns pelo texto Leandro! Muito pertinente e bem embasado!

    Li hoje um exemplo interessante: http://g1.globo.com/mundo/noticia/2015/02/americano-deixa-milhoes-de-heranca-surpresa-para-caridade.html

    Fora da curva, mas interessante.

    Abraços

  48. Jéssica 10 de fevereiro de 2015 at 11:48 - Reply

    Gostei muito do texto. Recentemente tenho adorado o tema finanças, riqueza, etc. O seu texto deu uma “sacudida” aqui, sabe? Concordo muito com tudo que disse.
    Muito bom! Já vou salvar o site aqui para visitar sempre!

  49. Newton 20 de fevereiro de 2015 at 12:50 - Reply

    Mais um excelente artigo, que eu leio, desta vez, tardiamente.
    Ainda vai chegar o dia que uma pessoa que não esteja vestindo uma camiseta
    jeca, de caimento horrível, porém com mal-costuradas letras “Hollister” ou “Abercombrie” e caríssima, será barrada na porta nos shoppings de SP. Que tristeza.

    • Leandro Ávila 20 de fevereiro de 2015 at 15:55 - Reply

      Obrigado Newton

      • Newton 6 de março de 2015 at 13:02 - Reply

        Leandro, de todos os artigos que recebi de sua parte neste jovem relacionamento meu com a “Poupadores”, este é o com eu qual mais me identifico, e por isto mesmo, replico e me dou ao “luxo” de prestar consultoria complementar, com meu próprio exemplo. Desculpe citar o exemplo pessoal: eu trabalho com IT, porém para minhas contas e controles financeiros, uso um caderninho brochura, uma folha para cada periodo (quinzenal, já foi semanal e hoje é mensal). Caneta, lápis, borracha e calculadora. Nada mais. Nada digital. Pois bem, na época do MS-Money, Excel, 1-2-3, APPs, etc. eu era ridicularizado. Hoje vejo pessoas praticando o modelo simples e minimalista, compartilhando progressos nas suas gestões pessoais. Já cheguei a dar aula sobre isto em Escola Dominical, e fiquei assombrado (eu) com o “assombro” que algo tão elementar e banal, básico, provocava nas pessoas, recebendo feedbacks sempre muito positivos de mudança de hábitos. Por isto elogio o seu papel de educador independente e espero continuar lendo e colaborando. Abs.

  50. josé rogério 6 de março de 2015 at 22:21 - Reply

    parabéns por seus artigos inteligentes e que nos dão nova e interessante visão sobre nossos procedimentos, que muitas vezes tem que ser revisados, caso tenhamos a humildade para tentar entendê-los;

  51. Flávia 11 de março de 2015 at 17:55 - Reply

    Excelente! Nada como dar valor ao que é perene.

  52. Lívia 12 de abril de 2015 at 9:12 - Reply

    Ótimo artigo! Concordo plenamente em relação ao consumo de bebidas alcoólicas, é uma droga lícita que se disfarça muito bem na sociedade, mas que destrói e desgasta lentamente a instituição familiar. Ri quando você você escreveu sobre os estrangeiros, tenho um sobrinho que foi morar na Suíça aos 9 anos, hoje ele tem 16 anos e quando ele vem ao Brasil e vejo ele entre ou outros parentes, ele é o mais simples de todos. Acho que faz parte de uma sociedade culturalmente mais evoluída, preocupada com outros valores. Agora Leandro penso também que pessoas que se preocupam em acumular muito dinheiro estão suscetíveis a serem mais avarentas, ou tem dificuldades em ajudar um familiar, alguém que precise ou ate ele mesmo. Para mim o tempo vale mais que o dinheiro, e tenho a impressão que quando a pessoa tem “muitos bens” para administrar fica cada vez mais difícil doar tanto das suas economias quanto do seu tempo, como você faz com esse site por exemplo, você doa o seu tempo e conhecimento. Certo episódio me marcou quando fui ao teatro assistir uma peça com o atores do elenco do filme “Nosso Lar”, no final o protagonista da peça (e do filme), fez um breve comentário do quando era difícil conseguir patrocinadores para divulgar a peça que tinha cunho beneficente pois muitos dos colegas de trabalho (atores/produtores) gostavam mesmo de acumular recursos ($$$).

    • Leandro Ávila 23 de setembro de 2015 at 10:01 - Reply

      Oi Livia, você está colecionando várias crenças negativas sobre poupança e dinheiro. Já que você falou de espiritismo. Chico Xavier escreveu mais de 400 livros e estes livros são vendidos. Os direitos autorais são da FEB e estes recursos são utilizados em projetos apoiados pela FEB. Quantas pessoas são ajudadas graças a esse dinheiro? Quanto menos dinheiro você tem, menos pessoas você poderá ajudar. O dinheiro só potencializa a pessoa que você é. Se for uma pessoa caridosa, vai continuar sendo se possuir muito dinheiro e com isto poderá ajudar um número muito maior de pessoas. Já se você não liga para dinheiro, o resultado é que você sempre estará lutando por sua sobrevivência e nunca se sentirá responsável por ajudar as outras pessoas. Outra coisa importante, as pessoas não precisam de ajuda em dinheiro, as pessoas precisam de educação, orientação, informação, bom exemplo, para que elas possam gerar riqueza sem depender de ninguém.

  53. Ricardo Caetano 20 de abril de 2015 at 9:21 - Reply

    O consumismo e a ostentacao sempre foram utilizados como meio de alavancagem social e delimitacao de poder. Vivemos em um mundo onde o poder do dinheiro corrompe principalmente a imaginacao das pessoas e na falta de qualidades eticas e humanas para alcancar reconhecimento ou respeito utiliza-se a intimidacao por meio da forca, do poder ou do dinheiro. Vivemos cada vez mais em funcao de terceiros, preocupamo-nos cada vez mais com as opinioes dos outros e acabamos esquecendo do que e fundamental para uma vida proveitosa e feliz. Somos peritos em complicar o simples e nos colocar em situacoes que nos tiram o sono sem necessidade alguma. Financeiramente falando, lembrem-se que uma das poucas coisas liquidas e certas em nossas vidas e o custo. Desde modo, dimensione um padrao de vida confortavel e honesto, para que com um adequado planejamento financeiro voce consiga adquirir reservas que permitam o custeio de suas despesas fixas. Nada te dara mais tranquilidade, paz e confianca em voce mesmo do que saber que seu dia-a-dia, independente do padrao, esta somente em suas maos. Estude muito e trabalhe mais ainda enquanto e novo, para planejar um relaxamento programado em funcao do seu amadurecimento financeiro e humano. Tenha o suficiente para ser feliz e nao para oferecer aos outros. Prefira poucos mas verdadeiros amigos, viaje bastante, veja o mundo, tenha hobbies, faca algum esporte que te satisfaca, nao se afaste da musica e exercite sempre sua mente pois bem la na frente ele sera sua melhor companheira !!!!!! Leandro, obrigado mais uma vez pelo seu tempo e orientacao e um forte abraco a todos os amigos que compartilham sues artigos.

  54. Carlos 8 de maio de 2015 at 15:25 - Reply

    Olá Leandro,

    Ótimo artigo novamente.
    Mas desta vez necessito fazer uma ressalva.
    A questão dos valores realmente é primordial, assim como a sabedoria financeira. Mas sinceramente não vejo motivo de me privar de um bom vinho (comum e não necessariamente caro) com minha esposa eventualmente ou comprar um tênis de corrida com uma tecnologia diferenciada que evite lesões.
    Mas, novamente, muito bom o intuito do artigo. Parabéns!

    • Leandro Ávila 8 de maio de 2015 at 17:44 - Reply

      Olá Carlos, as pessoas não precisam se privar de nada. Só deveriam questionar se realmente os valores que dão para certas coisas faz sentido, ou é fruto de crenças que nos colocam na cabeça graças ao marketing. Até que ponto vinhos realmente valem o preço que pedem, até que ponto são ilusões, fantasias. Até que ponto pessoas comuns precisam de tênis desenvolvidos com tecnologias para atletas profissionais, até que ponto é só marketing sobre marketing para induzir a comprar os modelos mais caros? Cada um deve fazer seus próprios questionamentos e tomar suas decisões de acordo com a própria capacidade de questionar e criticar a realidade que existe ao seu redor.

  55. marcos 12 de maio de 2015 at 12:18 - Reply

    É importante observar o culto a certas marcas principalmente hoje com os iphones e todo esse culto a apple , sendo que todos nós sabemos que um smartfone simples faz o trabalho do mesmo jeito que um caro iphone , ou qualquer pc da apple , agora mesmo escrevo para você Leandro de um pc que eu mesmo fiz , com peças que comprei avulsas e que com certeza ficou uns 30% mais barato e mais “top” que qualquer apple da vida

    • Leandro Ávila 12 de maio de 2015 at 22:43 - Reply

      Oi Marcos. Eu sinceramente, sem querer ofender ninguém, acho o culto a qualquer marca uma grande tolice. É claro que existem marcas que oferecem produtos de qualidade. Agora o cidadão se tornar fã de marcas é apenas reflexo da carência que temos por identidade, autoafirmação, atenção, etc. São problemas que o Freud explica.

  56. Thiago Shinji Tsutsumi 17 de maio de 2015 at 7:22 - Reply

    Mais um excelente artigo amigo! Fiquei um tempo afastado da internet, por motivos pessoais e quando abro meu email vejo uma quantidade de material bastante interessante pra ler em meu domingo!
    Infelizmente é a realidade de muitos brasileiros, e vejo isso refletindo sobre meus amigos e parentes…Gastam mais do que podem com coisas que só perdem valor! Muitas vezes sou criticado pelos mesmos por comprar roupas, tênis,eletrônicos, etc em promoções, ou até mesmo usados! Eles não percebem que estão dando um tiro pela culatra e acabando com as chances de alcançarem a independência financeira! Eu até tento explicar, mas é difícil para aqueles que não estão interessados ou se acham na ignorância de acharem que estão sempre certos!
    Outro livro que recomendo e aborda esse tema, caso ainda não o tenha lido é “O Milionário Mora ao Lado” De Thomas Stanley e Willian Danko, e também retrata que o milionário(PAR) pode ser o seu vizinho o lado, esse que pode aparentar ser uma simples pessoa! Enquanto o esbanjador(SAR) muitas vezes são aqueles que tem uma receita que não condiz com a vida que levam, ou seja, gastam muito mais que recebem!
    Continue com o bom trabalho e sucesso Leandro Ávila!

  57. henrique 5 de junho de 2015 at 10:09 - Reply

    maL hábito 😉

  58. Daniel 17 de junho de 2015 at 10:24 - Reply

    Sou analista de sustemas e vivo falando pros meus amigos que comprar iPhone é jogar dinheiro no lixo. Hj ha modelos que custam 4x menos e que tem ate mais recursos! Alguns me ouviram, mas ha qyem nao ouça, e me resta ter pena destes que gastam uma fortuna pra ter em equipamento defasado e caro no bolso, sem contar que a tecnologia é o setor que mais sente os efeitos da obsol3scência programada e qualquer cellular vai durar 3 anos e entao precisara ser substituido.

  59. Patrick 17 de junho de 2015 at 14:00 - Reply

    “A maior de todas as riquezas é a intelectual e cultural porque é dela que se origina todas as outras riquezas, inclusive a financeira. Ela também atrai pessoas interessantes que enriquecem suas experiências na vida.” – Amém, meu caro!

  60. Rodrigo Cesar 29 de junho de 2015 at 16:09 - Reply

    Artigo muito interessante.

    O capitalismo é um sistema útil, mas o consumismo é um vício avassalador, só faz aumentar a distância entre pobres e ricos.

    Gostei principalmente da observação sobre os turistas estrangeiros – e, de fato, o comum é ver estrangeiros de classe média (classe média de verdade, não aquilo que enquadram no Brasil pra poder anunciarem que saímos da pobreza) vestindo roupas de departamento, sem o menor constrangimento.

  61. Edson 30 de junho de 2015 at 11:43 - Reply

    Bom dia ?, Leandro muito bom os artigos que você compartilha pra uma melhor educação financeira para com a sociedade. Gostaria se você pudesse ou se você tiver um artigo que fala sobre pessoas que tem títulos publico e que por acaso do destino vem a ( FALECER ), pois tenho duvida sobre esse assunto pois tem muito disse me disse.
    Pois dizem que os herdeiro terão muito trabalho para receber os títulos. Obrigado e parabéns.

    • Leandro Ávila 23 de setembro de 2015 at 9:46 - Reply

      Oi Edson. O trabalho é o mesmo que o herdeiro terá para acessar o dinheiro que está em qualquer investimento ou até aquele que está parado na conta corrente. Quando a pessoa morre, a família precisa fazer uma coisa chamada inventário. Isto é feito em um cartório. Neste documento é feito um levantamento de tudo que a pessoa tem, todos os bens físicos e todos os investimentos. Também fica determinado quem são os herdeiros e quanto cada herdeiro tem direito de receber. Quando isso é feito os herdeiros podem utilizar este documento para dar entrada nos bancos, corretoras, cartório de registro de imóveis, etc. Estas instituições vão fazer os próximos passos para repassar para cada herdeiro o percentual que eles possuem direito.

  62. Rosiane 5 de julho de 2015 at 18:15 - Reply

    Artigo genial! Descreve tudo o que sempre pensei! Sigo divulgando seu site para familiares e amigos, pois o conteúdo é excelente e a linguagem é acessível, mesmo para os menos instruídos. Te admiro pela dedicação de manter este espaço, levando informação de qualidade gratuitamente. Muito obrigada!

    • Leandro Ávila 23 de setembro de 2015 at 9:43 - Reply

      Muito obrigado por divulgar Rosiane, ao divulgar o projeto você me ajuda a ajudar outras pessoas.

  63. Diogo 8 de julho de 2015 at 15:57 - Reply

    Leandro, gostei muito da matéria assim como gostei de várias outras… Mais eu teria apenas uma sugestão…
    Eu já tive vontade de imprimir seu texto para levar para minha família ou para divulgar na empresa. Mas não foi possível imprimir pois não consigo “copiar e colar”. Eu entendo que você deva proteger sua criação intelectual e ainda tem o direito de divulgar seu ótimo site…
    Então minha sugestão seria que o Sr. disponibilizasse em cada texto um link para download em pdf, assim o Sr. montaria seu texto em pdf, colocando o nome do site, a divulgação de livros, seu nome como autor, imagens e outras publicidades que julgue necessárias. Podendo inclusive utilizar vários recursos contra plágio, ex: marca d’agua.
    Dessa forma acredito que o Sr. poderá atingir um público ainda maior, poderá disseminar ainda mais seus ótimos textos e conseguirá manter seus direitos como autor.
    Parabéns pela matéria e solicito que analise com carinho essa sugestão.

    • Leandro Ávila 9 de julho de 2015 at 0:25 - Reply

      O objetivo é estimular que os leitores convidem amigos e parentes para que possam visitar este site para ler não só 1 artigo, mas muitos outros que se complementam. Todos os meus artigos são repletos de links, muitas vezes um assunto está conectado a outro. A impressão torna o artigo mais pobre. Quando você divulga o site colabora com o seu crescimento, quanto mais visitantes mais relevante ele fica nos sistemas de busca como o Google e isto acaba atraindo mais e mais visitantes. Quando você descola o conteúdo do projeto, você até ajuda a divulgar seu conteúdo mas ao mesmo tempo atrapalha o crescimento do projeto.

  64. Willian 31 de julho de 2015 at 10:41 - Reply

    Parabéns Sr Leandro pela objetividade, é muito bom vermos que hoje em dia ainda há blogueiros que optam por falar o que tem que ser dito e não somente o politicamente correto!
    Abraços

  65. Marilia Estevão 25 de agosto de 2015 at 9:49 - Reply

    Prezado Leandro,

    Gosto bastante das suas dicas e também sou adepta do planejamento financeiro para evitar que o futuro seja um ponto de interrogação. Conforta-me saber que jamais representarei um fardo para filhos, parentes e amigos na minha velhice, porque penso nela todos os dias, quando registro meus gastos e na hora de comprar as coisas que valem a pena…. para mim.

    Por isso, permita-me discordar em parte do seu artigo quando você usa critérios seus para avaliar o que é bom ou não para os demais. A questão não é se beber whisky ou vinho é desperdício de dinheiro, mas sim se esses velhos ou novos hábitos (e se novos, motivados por quaisquer razões, inclusive necessidade de se sentir incluído em algum grupo) cabem na nossa planilha e o que temos que abrir mão para nos dar ao luxo de tê-los. Claro, que entre o que devemos abrir mão para manter esses caprichos não devem estar nossos investimentos.

    Se eu fosse escrever um artigo na sua linha de pensamento, eu iria centrar minhas artilharias contra pagar para assistir a jogos de futebol em estádio ou até mesmo em tv por assinatura (o que ver 11 caras correr atrás de uma bola agrega valor à nossa vida?); comprar jornais e revistas (dá para se informar pela internet muito bem); ir ao cinema (ora, o Netflix sai mais barato). Eu não faço nada disso, mas conheço gente que não perde um jogo do timão de jeito nenhum; que não dispensa um cineminha com pipoca uma vez por semana e assina uma série de publicações.

    Por isso, eu acho melhor apenas provocar a reflexão nas pessoas de que se os recursos são limitados e nossas necessidades ilimitadas, há que se fazer um esforço para nos adequarmos a uma forma sustentável de vida, de acordo com nossos valores, sejam eles quais forem.

    Abraços e obrigada pelo trabalho que realiza em prol da educação financeira. Sou sua fã.

    • Leandro Ávila 29 de agosto de 2015 at 11:48 - Reply

      Oi Marilia. Muito obrigado pelo comentário. A grande verdade é que gastar centenas ou milhares de reais por ano consumindo o líquido que resta da fermentação de frutas e cereais agrega muito pouco na vida de qualquer pessoa. As pessoas podem rotular o consumo de drogas lícitas (bebidas alcoólicas) como diversão, entretenimento, inclusão em algum grupo. Não existe nada de mal nisso desde que faça de maneira consciente. Infelizmente existe uma industria gigantesca que produz drogas (bebidas alcoólicas) e induz bilhões de pessoas a consumir estas drogas através de muita estratégia de marketing, educação para o consumo, construção de marca, muitas vezes com a roupagem de que estão fazendo algo sofisticado, nobre, que estão agregando alguma qualidade de vida. Existem pessoas que se sentem mais inteligentes ou se sentem especiais por conhecerem vinhos e outras bebidas. Buscam educação produzida pelo próprio mercado e se sentem especiais ao falar, comprar e degustar os produtos dessa industria. No fundo no fundo é puro desperdício de dinheiro, de saúde, de tempo, é pura fantasia e mentira que mata milhões de pessoas todos os anos nas estradas, gera inúmeros tipos de violência, desgraças e sofrimento por todo mundo. Futebol para quem é torcedor é um grande desperdício de tempo e energia. Para quem joga é entretenimento e atividade física. Cinema, dependendo do filme pode ser cultura e educação. Muitas vezes um bom filme pode mudar a vida da pessoa para melhor pois a leva e refletir o mundo através de outras perspectivas, ou seja, depois de um bom filme alguma coisa pode ficar dentro de você para sempre. Cada pessoa tem seus gostos e seus valores e o objetivo dos artigos é sempre motivar a reflexão. Obrigado pelo comentário e por ter motivado mais uma reflexão.

  66. guerreiro 13 de setembro de 2015 at 22:42 - Reply

    boa noite leandro;

    infelizmente nesta sociedade tudo dizem que e cultura,as pessoas não param para pensar,logo o final da maioria será o inss da vida,tudo isso por falta de informação,hoje eu consegui descobrir isso,e estou tentando ajudar as pessoas que realmente precisam de ajuda.
    um grande abraço.

  67. Elise 17 de setembro de 2015 at 14:16 - Reply

    Leandro, os seus artigos que venho acompanhando são sempre de alta qualidade, tanto técnica quanto de estilo (além de “utilidade pública”, rs). Gosto muito e acho que sempre esclarecem, desmitificam e promovem aprendizado de grande valor para o público interessado na “saúde financeira”.
    Este de hoje, em especial, bateu muito com o que eu vinha pensando como tema do dia, estava vindo ao trabalho e a pergunta que me veio em mente para escrever uma crônica que faço semanalmente era: “Você dá valor ao quê?”. Então, recebo o presente desse artigo seu, corroborando toda a minha reflexão de vida, e alinhando o que já penso e sinto. Vejo que não sou a única e fico feliz de saber que estamos no caminho! Abraço, e obrigada!
    Elise.

    • Leandro Ávila 17 de setembro de 2015 at 16:17 - Reply

      Oi Elise, muito obrigado. No fundo quando escrevo sobre dinheiro, estou escrevendo sobre o comportamento humano. Todos os nossos problemas, principalmente os financeiros, são apenas reflexo do que temos dentro de nós. O dinheiro só serve para receber a culpa dos nossos problemas.

  68. Francelis Rodrigues Chaves 23 de setembro de 2015 at 9:34 - Reply

    Bom dia!
    Leandro sobre aquele projeto que você tem de estar orientando um certo grupo de pessoas a investir melhor o dinheiro, este projeto vai sair do papel?
    Tomara que sim, pois estou interessado em fazer parte deste grupo.
    Um abraço!

    • Leandro Ávila 23 de setembro de 2015 at 9:41 - Reply

      Oi Francelis, estou estudando a viabilidade. O número de interessados é muito grande. Estou verificando como pode ser feito para que o projeto não comprometa 100% do meu tempo, preciso continuar produzindo conteúdo gratuito no Clube dos Poupadores, que é o projeto que atende um número maior de pessoas.

  69. Lucas 13 de janeiro de 2016 at 15:54 - Reply

    No livro do Saber, já dizia o velho sábio salomão: tudo é vaidade… Existe um momento da nossa vida em que, independente de nossas crenças, somos obrigados a concordar com ele, pois no fim, a grande maioria das coisas que fazemos são por vaidade. Infelizmente a maioria da população, que passa pela porta larga, vive para os outros, e o texto acima reflete bem o resultado disso.

    • Leandro Ávila 6 de maio de 2016 at 8:20 - Reply

      Oi Lucas. Viver a vida que os outros querem que você leve custa caro e costuma ser frustrante. Parabéns por sua reflexão.

  70. Aparecido 25 de abril de 2016 at 21:39 - Reply

    Parabéns Leandro seu artigo é muito tocante sem comentario

  71. Jamile 24 de setembro de 2016 at 16:47 - Reply

    Perfeito Leandro. Eu acrescento a necessidade q as pessoas têm d ostentar carros e motos caras na maioria das vezes financiados gerando um enorme desperdício d dinheiro. Sendo q são apenas meios d transporte. N tenho vergonha nenhuma d ter um carro velho pois ele cumpre perfeitamente a função dele, me leva e trás, n pago seguro pq a probabilidade de roubo é muito pequena (ainda mas c tantas outras opções mais atraentes rsrs) e caso o pior ocorra o valor dele graças a Deus n me fará muita falta. Parabéns mais uma vez pelo grande trabalho. Q Deus lhe abençoe sempre.

    • Leandro Ávila 27 de dezembro de 2016 at 20:51 - Reply

      Oi Jamile. Carros realmente são apenas meios de transporte da mesma forma que máquinas de lavar rouba são apenas máquinas de lavar roupa. Todo o resto é bobagem. O item mais importante de todo carro é a questão da segurança.

  72. Athayde 19 de outubro de 2016 at 11:17 - Reply

    Com todo respeito as opiniões que aqui li, meu pai trabalhou por anos. Não bebeu, nào fumou. Não comprou roupas de marca, não comprou nada senão imóveis. Poupou e poupou. Morreu com 60 anos, doente, sem se quer ter aproveitado do fruto do seu trabalho deixando tudo para os filhos, inclusive o exemplo. A tres semanas, tive um treco. Quase morri de tanto stress. Foi então que descobri que tudo na vida tem meio termo. Assim como gastar fortunas com bebidas e marcas é ruim, poupar ao extremo também o é. O equilíbrio é a chave do negócio. Cada um aplica no que acha que lhe é favorável. O fato do cara tomar o drink dele, não torna a decisão por ele tomada errada. Se juntar 1 milhão de reais é a sua meta de planejamento de futuro, acho que deve rever seus conceitos. O ser humano tem a mania de achar que é eterno. Como diria o poeta, o pra sempre, sempre acaba!

    • Leandro Ávila 27 de dezembro de 2016 at 20:50 - Reply

      Oi Athayde, certamente se o seu pai tivesse vivido de excessos, bebendo, fumando, se estressando com dívidas e problemas financeiros, teria partido antes dos 30, como ocorreu com uma pessoa que conheci. É importante buscar uma vida equilibrada, mas isso não deveria incluir o consumo drogas lícitas ou ilícitas.

  73. Fernando 27 de dezembro de 2016 at 10:58 - Reply

    Perfeito.
    Obrigado pelo artigo.

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