Mente dos Bilionários e Abundância Financeira


Você já parou para pensar sobre o que move uma pessoa bilionária a continuar trabalhando? Vamos pegar o exemplo do homem mais rico do Brasil que atualmente é o Jorge Paulo Lemann que possui patrimônio de US$ 38 bilhões (US$ 38.000.000.000,00).

Reflexão: Se você tivesse 0,1% do patrimônio do Lemann (US$ 38 milhões), será que você continuaria trabalhando?

Se você não gosta do que faz, é provável que só faça por necessidade, por precisar do dinheiro para pagar suas contas. Pessoas como você começam a pensar na possibilidade de trabalhar menos, ou parar, quanto conseguem atingir o primeiro 1 milhão. Esta é a fase da independência financeira. Você tem uma renda capaz de pagar o seu custo de vida atual. Isto resulta em uma enorme segurança e na possibilidade de mudar de profissão, mas não significa que você possa parar de trabalhar para viver de renda pelo resto da vida.

Isto mostra que atingir a independência financeira, para pagar o seu atual padrão de vida, não é uma tarefa impossível. O mais difícil seria atingir a sua liberdade financeira plena, que permitiria parar de trabalhar e manter um padrão de vida muito elevado até o fim. No nosso exemplo, se você tivesse 38 milhões (de dólares ou de reais) sua situação seria de liberdade financeira.

Com este dinheiro seria possível gerar uma renda de 380 mil por mês em qualquer investimento de renda fixa que pagasse 1% de rentabilidade ao mês. Isto seria suficiente para viver o resto da vida com elevado padrão de consumo. Mesmo assim, para pessoas como Lemann, isto seria pouco, estas pessoas estão em busca da abundância financeira.

Fica evidente que o que motiva uma pessoa milionária ou bilionária a trabalhar não é só o dinheiro. Se fosse só dinheiro, eles teriam parado antes de conquistar os primeiros milhões.

Tudo indica que o prazer dos bilionários está em construir coisas e não em ter e acumular coisas.

Se você perguntar para qualquer pessoa, o que ela faria se ganhasse 1 milhão de reais hoje, a maioria diria que compraria isso ou aquilo. Provavelmente comprariam passivos como carro, imóvel de praia e gastariam o resto viajando. Voltariam para o estágio inicial.

Talvez uma pequena minoria responderia que faria um investimento conservador que pagasse 1% de juros ao mês para obter uma renda de 10 mil mensais. A minoria da minoria responderia que com 1 milhão construiria o negócio que sempre sonhou. É dessa minoria, que não se contenta com milhões, que surgem aqueles que continuam buscando a abundância financeira que está na casa das centenas de milhões ou bilhões.

Este padrão de comportamento é que justifica o reduzido número de bilionários que existe no mundo (pouco mais de 1.600 pessoas). No livro “Bilionários – o Que Eles Têm Em Comum Além de Nove Zeros Antes da Vírgula?” fica claro que se você acredita que com 1 milhão ou 1 bilhão de reais você teria todos os motivos do mundo para parar de trabalhar, isto já indica que você dificilmente será milionário ou bilionário.

Trabalhar para construir negócios que transformam a vida das pessoas é uma característica comum entre os bilionários pesquisados pelo autor do livro. Ganhar muito dinheiro é uma consequência inevitável.

Você consegue perceber que a verdadeira mina de ouro está dentro da sua mente?

É a sua mentalidade que gera prosperidade. Quando descobrimos qual é a nossa verdadeira paixão, qual é a obra que queremos deixar neste mundo, o que queremos construir, dedicamos todas as nossas energias para atingir aquele objetivo. O dinheiro só serve para materializar os projetos que existem na sua cabeça.

Ele não é o fim, é o meio. Quando temos verdadeira convicção naquilo que queremos, não existe nada que possa nos impedir. O que os religiosos chamam de fé, os cientistas chamam de convicções. No fundo é exatamente a mesma coisa. Convicções fortes movem montanhas, da mesma forma que a fé move montanhas.

Resumi o que pude aprender nesta entrevista com o autor do livro, Ricardo Geromel, e fiz esta lista para você:

  1. O setor de tecnologia foi o que mais criou novos bilionários no mundo nos últimos anos;
  2. O setor financeiro é o que concentra o maior número de bilionários;
  3. Os bilionários acumulam erros. O que diferencia um bilionário de outras pessoas é que os erros não produzem nenhum abalo. Erros são motivadores.
  4. O melhor investimento que você pode fazer é usar bem o seu tempo;
  5. Só 13% dos bilionários do mundo herdaram suas fortunas e 21% herdaram fortunas mas multiplicaram estas fortunas;
  6. Os bilionários empreendedores representam 66%. São raríssimos os bilionários que construíram fortuna sendo funcionários de empresas;
  7. Grande parte dos bilionários construíram a sua própria riqueza;
  8. Tirando raras exceções, o seu salário nunca será suficiente para que você prospere financeiramente;
  9. Bilionários entendem o poder da educação, mas diploma não é sinônimo de educação. Existem vários exemplos de bilionários que não possuem diploma universitário.
  10. Você é a média das 5 pessoas com as quais você passa mais tempo. Preste atenção em quem são as pessoas que você mais convive.
  11. Troque as novelas por vídeos educativos (Youtube), leitura de artigos, livros, cursos, etc;
  12. Se você for a pessoa mais inteligente da sala, convide alguém mais inteligente para a sala ou mude de sala;
  13. Bilionários são entusiastas e apaixonados pelo sonhos delas;
  14. O segredo da riqueza não está em estratégicas matemáticas, mas traços comportamentais e características emocionais;
  15. A maioria dos bilionários possuem ou colaboram com projetos filantrópicos;
  16. Existem traços comportamentais que podem ser desenvolvidos, existem conhecimentos que podem ser adquiridos para atingir o sucesso financeiro;
  17. Comece seu próprio negócio caso queira prosperar financeiramente;
  18. Desenvolve a empatia;

 

By |21/09/2015|Categories: Enriquecimento|82 Comments

About the Author:

Leandro Ávila é administrador de empresas, educador independente especializado em Educação Financeira. Além de editor do Clube dos Poupadores é autor dos livros: Reeducação Financeira, Investidor Consciente, Investimentos que rendem mais, e livros sobre Como comprar e investir em imóveis.

82 Comments

  1. Wellington Geraldo 21 de setembro de 2015 at 20:18 - Reply

    Parabéns pelo artigo. Todos eles são muito bons de fácil assimilação e uma excelente escrita. O alcance da independência financeira passa pela mente e é onde está a chave do sucesso. As pessoas deveriam mudar seu pensamento e suas atitudes com relação a dinheiro,dividas, doação e investimentos. Um abraço!

    • Leandro Ávila 21 de setembro de 2015 at 22:15 - Reply

      Obrigado Wellington. Concordo com você. Se não ocorrer uma mudança de mentalidade, não adianta ganhar mais, não adianta poupar, não adianta aprender como investir. O enriquecimento começa de dentro para fora.

  2. Rogério Santos 21 de setembro de 2015 at 20:52 - Reply

    Leandro, excelente artigo.

    Aproveitando a ocasião, eu gostaria de tirar uma dúvida: Eu li um artigo seu publicado já a algum tempo sobre um casal que adquiriu a independência financeira, fazendo uma economia de 70% de todo o valor eles recebiam mensalmente (o salário era US$ 10 mil) e obtendo uma rentabilidade superior a 5% a.a. ele poderia viver de renda, atingindo assim a independência financeira.

    Você poderia me ajudar a atender com base em quais cálculos eles tiveram que fazer para chegar a esta conclusão, ou seja, como eles fizeram para descobrir que rendimento liquido de 5% a.a. acima da inflação traria a independência financeira para eles?

    Grato Leandro.

    • Leandro Ávila 21 de setembro de 2015 at 21:39 - Reply

      Oi Rogério, esse artigo que você fala é esse aqui. No exterior é muito difícil conseguir 5% de juros ao ano acima da inflação. No Brasil, no momento em que escrevo este artigo, existem títulos públicos como o Tesouro IPCA+ oferecendo juros 7% acima da inflação. Inclusive eu falei sobre isso no artigo.

  3. Ricardo 21 de setembro de 2015 at 20:59 - Reply

    Eu sempre fui um crítico de que precisamos trabalhar com o que gostamos. Porém, nem sempre o que amamos é a profissão que mais garante retorno financeiro.

    Por esta razão sou um apoiador de sempre pouparmos e investirmos nossas economias de modo que um dia nós possamos parar de trabalhar. Seja qual for o nosso objetivo final (viver de renda ainda cedo ou trabalhar até a velhice), investir e cuidar do nosso patrimônio e sermos capazes de multiplicá-lo ao longo do tempo é o que permitirá que nós, de fato, nos tornemos donos do nosso próprio nariz e livre para fazer as nossas escolhas sem depender de ninguém para isto.

    Portanto, eu acho que mesmo que trabalhemos em algo que não gostamos no presente mas se for bem remunerado, podemos sim, ver a oportunidade antes do problema e utilizar esta situação como incentivo e como combustível para atingir o nosso próprio crescimento.

    • Leandro Ávila 21 de setembro de 2015 at 21:45 - Reply

      Oi Ricardo. Se a pessoa trabalha naquilo que não gosta e recebe uma boa remuneração, deve, mais do que ninguém, criar um plano de saída. Isto significa poupar e investir o máximo possível para atingir uma independência financeira que permita trocar de profissão ou iniciar um negócio. Para isto ela precisa investir nas habilidades e nos conhecimentos necessários para ter sucesso nesta jornada. Na minha opinião, não existe nada mais triste, mais miserável na vida humana do que trabalhar naquilo que não gosta de fazer. É semi-escravidão. Todos deveriam lutar contra isso. Não existe nada mais deprimente do que aquelas pessoas nas redes sociais comemorando a chegada da sexta-feira e lamentando a segunda-feira. É como se elas só tivessem alegria de viver no fim de semana. Elas trocam a alegria de viver por dinheiro durante a semana. É muito limitador, muito triste.

  4. Alex Muniz 21 de setembro de 2015 at 21:22 - Reply

    Gostei demais desse artigo. Achei-o empolgante. Achei interessante pensar que existe um padrão já observado de reações psíquicas ao enriquecimento, sabendo-se por exemplo que ao atingir o primeiro milhão tende-se a considerar-se independente. E por ter me identificado felizmente com várias características de um bilionário, principalmente no sentido de ter uma boa criatividade e apostar nas minhas ideias, além de gostar muito de trabalhar de uma forma diversificada e versátil, fiquei curioso sobre a incidência de bilionários no Brasil. Existem muitos? E milionários com mais de 25 milhões que poderiam viver de renda do investimento? Estou agora almejando o meu primeiro milhão pra logo já querer chegar aos 25 milhões.

  5. Nader 21 de setembro de 2015 at 21:49 - Reply

    Leandro mais um texto excelente como sempre. Passei a acompanhar suas publicações recentemente e estão me ajudando bastante a enxergar novas possibilidades. Me enxerguei neste texto. Parabéns!!!!

    • Leandro Ávila 21 de setembro de 2015 at 22:16 - Reply

      Obrigado Nader. Meu objetivo é motivar esta reflexão.

  6. wagner lazzari ribeiro 21 de setembro de 2015 at 22:00 - Reply

    O conhecimento pertence somente a nós e ninguém pode tirar….Parabéns por mais esse arquivo , e obrigado por dar-nos acesso a esse material do Paulo Vieira “O que eu não tenho é porque eu não sei ,porque se eu soubesse eu já teria”

    • Leandro Ávila 21 de setembro de 2015 at 22:22 - Reply

      Oi Wagner, essa frase é maravilhosa por nos alertar sobre uma coisa que não queremos ver que é a nossa responsabilidade. Somos responsáveis por tudo que somos. Tudo que não temos na vida é reflexo de tudo aquilo que ainda não sabemos. Isto vale para todas as áreas. A vida é uma grande escola, se você está sofrendo, significa que está aprendendo ou ainda precisa aprender alguma coisa. Se você não está sofrendo, você provavelmente está acomodado na sua zona de conforto. Aprender, evoluir, crescer, produz incômodos. Quando você assume a responsabilidade sobre tudo que você é e tudo que você tem, no começo incomoda, mas depois isto resulta em uma transformação imediata.

  7. Evandro de Quadros 21 de setembro de 2015 at 22:26 - Reply

    Parabéns pelo artigo Leandro! muito bom.

  8. Inaldo 21 de setembro de 2015 at 22:43 - Reply

    Já passei por isso, Leandro. Trabalhar em algo que não gostava, embora recebesse um salário razoável. Passei a poupar e um dia resolvi começar meu próprio negócio. Nos dois primeiros anos não ganhava nem a metade do salário que recebia antes, embora trabalhasse nos domingos, feriados e sem férias. Doze a quinze horas por dia. Muitos colegas zombavam de mim, dizendo que eu trocara o certo pelo duvidoso, e que eu tinha olho grande querendo ser “patrão”. Passados dez anos, hoje tenho um rendimento mensal equivalente a cinco vezes mais do que eu ganhava quando assalariado, e trabalhando no que gosto. Possuo uma reserva financeira que fiz nos tempos áureos e hoje enfrento essa crise sem precisar me desesperar, o que tem acontecido com alguns velhos “amigos” que no passado riram de mim. Infelizmente alguns estão desempregados…

    • Leandro Ávila 21 de setembro de 2015 at 22:48 - Reply

      Oi Inaldo, muito obrigado por inspirar outras pessoas deixando seu depoimento de sucesso aqui. Parabéns!

  9. Gean Oliveira 21 de setembro de 2015 at 23:20 - Reply

    Leandro,

    Obrigado por compartilhar o material. Por incrível que possa parecer, mais uma coincidência entre as listadas por ti. Também sou de Fortaleza, e hoje terminei o livro do T. Harv Eker (os segredos da mente milionária) e muita coisa do que você falou ele também mencionou no livro. Não conheço o trabalho do Paulo Vieira, mas com suas indicações com certeza vou passar a acompanhá-lo.

    É através dos livros que conseguimos nos libertar, nos conhecer e passamos a sonhar. Educação financeira é fundamental, e muito do aprendizado que tenho – e das dúvidas que também possuo – foram retiradas deste seu espaço.

    Recentemente terminei a leitura do Graham, e a cada dia que passa aprendo um pouquinho mais.

    Obrigado pelo material e vou assistir aos vídeos.

    Um abraço!

    • Leandro Ávila 22 de setembro de 2015 at 0:00 - Reply

      Oi Gean, parabéns por investir seu tempo no seu crescimento pessoal. Isso faz muita diferença. O T. Harv Eker vai fazer um evento de três dias no Brasil (veja aqui) ainda estou vendo se poderei ir.

  10. Misael 21 de setembro de 2015 at 23:54 - Reply

    Quero parabeniza-lo por mais um artigo.
    Uma coisa que aprendemos nas escolas e nas ruas que educação transforma o mundo, para muitos não querem muda mais viver reclamando que não tem nada ( uma chance na vida), mas não fazem cursos para aprimora o que fazem), e Tb são arrogantes não tem pudor. Vivem em um mundo de fantasia.
    A cada artigo que é publicado leio e repleto para mim mesmo, estou aprendendo a muda a minha mentalidade a cada dia com cursos, livros e videos.
    Agradeço Leandro.

    • Leandro Ávila 22 de setembro de 2015 at 0:02 - Reply

      Oi Misael, as oportunidades existem por todos os lados, o problema é que precisamos de olhos treinados e educados para conseguir enxergar estas oportunidades.

  11. Diego 22 de setembro de 2015 at 0:27 - Reply

    Leandro gostaria de agradecer pelo excelente post e a grande qualidade e facilidade que você consegue transmitir suas idéias no texto.

    Me identifico muito com o texto, já tracei uma meta para minha independência financeira, trabalhar por hobby e abrir meus negócios próprios em breve.

    Grande abraço

    • Leandro Ávila 22 de setembro de 2015 at 1:33 - Reply

      Oi Diego, parabéns! Você faz parte de uma minoria que já tem outra mentalidade.

  12. Gleusson Cavalcante 22 de setembro de 2015 at 8:03 - Reply

    Prezado Leandro. Parabéns pela matéria e pelo seu empenho mudar pessoas, eu agradeço de coração, pois tenho acompanhado seu trabalho e através do que tenho lido aqui estou muito mais confiante e conhecedor de mim mesmo.
    Também gostei muito de saber um pouco de sua historia por que também sou Cearense, embora hoje more em Minas Gerais pois com muita pouca idade tive de sair a procura de oportunidade, tenho acompanhado de perto o Ceará.
    Através de você tive a oportunidade de ver o material do Paulo Vieira que é simplesmente fantástico, sou muito grato pela sua colaboração

    Forte Abraço;

    • Leandro Ávila 22 de setembro de 2015 at 9:27 - Reply

      Oi Gleusson, muito obrigado. Nasci no Rio e vivi uma boa parte da minha vida lá. Meus pais são nordestinos e foram para o Rio buscar oportunidades na década de 70. Meu pai é do interior do Ceará e minha mãe do interior do Rio Grande do Norte. Felizmente prosperaram na cidade grande e conseguiram investir na educação dos filhos. Meu pai literalmente fugiu de casa para poder estudar, meu vô que era pequeno agricultor que trabalhava para um dono de terra, não entendia o valor da educação naquele tempo. Meu pai prosperou por ter entendido, aos 16 anos, que livros eram mais importantes que a enxada. Isto também me motiva a acreditar que a educação é o caminho para a prosperidade. Não importa se você é um menino que mora no meio da caatinga ou se você está dentro de algum escritório em São Paulo.

  13. Fábio 22 de setembro de 2015 at 8:33 - Reply

    Tenho visto os vídeos do Paulo Vieira e ele é um excelente vendedor. Creio que para quem é perspicaz, é isso o que se mais aprende com ele, toda a técnica envolvida, motivação, palavras escolhidas, estrutura, edição e busca do resultado final.

    • Leandro Ávila 22 de setembro de 2015 at 9:37 - Reply

      Oi Fábio, ele domina a arte da oratória, da comunicação, da motivação e de persuasão. Ele possui o domínio da palavra. Grandes homens possuem o domínio da palavra. Se com este domínio a pessoa trabalhar com política, certamente será um grande líder político. Se trabalhar com educação, sem dúvida nenhuma será um grande professor. Se trabalhar com religião, certamente será um grande líder religioso. Se for um empreendedor, o sucesso nas vendas, na liderança dos seus funcionários e nas boas relações com os clientes farão da pessoa um grande empresário, com sucesso financeiro inevitável.

      • Fábio 22 de setembro de 2015 at 10:07 - Reply

        Olá Leandro!

        Me perdoe com o que vou dizer, mas aperfeiçoamento, a educação, mudança de hábitos, mentalidade empreendedora, o que os ricos pensam, é muito importante como sabemos. Mas eu não acredito em fórmulas mágicas. Eu não acredito em pessoas que digam com toda certeza que tal resultado acontecerá, pois são muitas as variáveis da realidade de cada um. Seja exterior como interior. Quando um vídeo é montado com toda uma estrutura de marketing, principalmente trabalhando um lado emocional e pouco racional, eu desconfio. E é isso que tenho visto nesses vídeos. Assisti os outros dois, o terceiro eu já parei no meio, pois eu percebo somente a venda de um produto pautada em motivar para vender e não mostrar o produto e vender. Vamos ver o último então que trata de geração de riqueza.

        E eu sou um homem de fé, sei a importância disso.

        Espero que seu portal tenha sim esse lado, mas não se afaste do lado técnico, pois o grande diferencial que vejo é esse.

        • Leandro Ávila 22 de setembro de 2015 at 12:08 - Reply

          Oi Fábio, é uma pena que você não tenha conseguido tirar proveito das dicas gratuitas que estão dentro dos vídeos de acesso livre. Um abraço!

        • Halisson 22 de setembro de 2015 at 18:59 - Reply

          O educador Paulo Vieira me lembra a empiricus: bons em conteúdo, mas excessivamente focados em “perfumaria”. Se existe o raio goumertizador para a culinária, carros etc., diria que os vídeos deles podem ser enquadrados como cursos “gourmetizados”. Em termos de CONTEÚDO, é possível encontrar o mesmo produto com preço beeeeem menor, mas sem a “perfumaria” envolvida. De qualquer maneira, isso não desmerece o autor, nem o conteúdo ali contido. Pelo contrário, ele merece é meus aplausos. Conseguiu fazer novo o velho. Conseguiu dissipar suas idéias para milhares de pessoas. E certamente tá ganhando rios de dinheiro de maneira honesta.

          • Leandro Ávila 22 de setembro de 2015 at 19:19

            Oi Halisson, me entristece a maneira que você enxerga e fala. Tive acesso ao curso e poderia indicar uns 7 ou 8 livros que identifiquei como fontes do conhecimento que ele está pragando. Os vídeos gratuitos fazem parte de um processo de divulgação onde o autor oferece conteúdo e oferece motivações para que as pessoas tomem uma decisão que é investir na própria educação. Alguns desses livros que ele utiliza como fonte de conhecimento são chatos, outros de difícil compreensão, e nenhum deles consegue impactar a vida das pessoas de maneira prática enquanto estão abandonados nas estantes de uma livraria ou mesmo dentro da casa das pessoas sem serem lidos ou sem serem entendidos na prática. O trabalho que eu faço aqui no Clube dos Poupadores, o trabalho que outros autores como o Paulo Vieira estão fazendo é de grande importância, pois estamos criando pontes entre as pessoas e o conhecimento, estamos motivando pessoas a buscarem soluções para suas vidas. Os livros inertes, frios e sem a presença de um educador são totalmente inúteis. É fundamental que exista alguém para estudar o conteúdo de diversos autores para transmitir o conhecimento com didática, com técnica, com emoção, de tal forma que o conhecimento se materialize em forma de resultados na vida das pessoas. A forma como você fala desmerece o trabalho que faço, desmerece o trabalho de todos os educadores que conheço que estão sempre estudando e buscando maneiras didáticas, perfumadas, de transmitir conteúdos chatos, técnicos, teóricos, para dentro da cabeça das pessoas. Se livros baratos em livrarias fossem suficientes para mudar o mundo não teríamos mais nenhum problema no mundo, já que todo o conhecimento, tudo que existe de mais elevado pode ser encontrado nas livrarias e nas bibliotecas. O que mundo precisa são de pessoas que transportem estes conhecimentos para dentro da vida das pessoas.

          • Halisson 22 de setembro de 2015 at 19:45

            Fala Leandro!Peço desculpas pela maneira como expus minha ideia. Acredito que devo ter passado a impressão que estava desmerecendo a empiricus e o Educador Paulo Vieira. O assunto que o Professor Paulo Vieira aborda eu já me debrucei muito, tempos atrás. Li diversos livros(uns chatos e frios e outros sensacionais). Já venho praticando, mesmo inconsciente, muito de PNL aplicada. Então, pode ser que eu não esteja dentro do foco do curso dele. Deve ser por isso que eu não tenha me empolgado tanto.
            Quanto à você( e alguns outros educadores que você indica), entendo que você compartilha o mesmo modelo de negócio e, naturalmente, acabe por achar que minha percepção(talvez equivocada) também se refira a vocês. Por favor, peço que não veja por aí. Pelo contrário, eu quero é estimular a continuidade do projeto e estou disposto contribuir de todas as maneiras possíveis(indicando e pagando para tal). Portanto, quero deixar meu pedido de desculpas ao Leandro, Paulo Vieira e, mesmo, à Empiricus. E termino apoiando a todas pessoas estudarem, conversarem e praticarem o que esses excelentes educadores nos ensinam. Abraços!!!!

          • Leandro Ávila 22 de setembro de 2015 at 22:09

            Obrigado Halisson, no caso da Empiricus eu pessoalmente acho que eles exageram no marketing do medo, mas entendo perfeitamente que isso também é uma maneira de atrair a atenção das pessoas para questões importantes. Utilizo a mesma estratégia (de forma mais leve) na divulgação do meu livro digital chamado Livro Negro dos Imóveis. Graças a esse tipo de comunicação consegui ajudar muita gente a escapar de furadas e problemas que existem no mercado imobiliário e que afetam os mais leigos. Entenda que da mesma forma que a Empiricus provoca emoções negativas para estimular as pessoas a assumirem responsabilidades sobre seus próprios investimentos, pessoas como o Paulo Vieira e o americano T. Harv Eker chamam a atenção pela comunicação positiva e motivadora. E o que acho grandioso em todos eles é que conseguem traduzir um assunto difícil e muitas vezes chato, para uma linguagem que as pessoas comuns podem entender, tornam a coisa interessante para todos os públicos. As pessoas que possuem o hábito e o gosto pela leitura, as que são autodidatas que são automotivadas, não precisam de cursos. Elas são capazes de estudar livros nacionais e estrangeiros e tiram proveito da capacidade que possuem de aprender sozinhas com grande disciplina. Infelizmente a maioria não é assim. A função dos professores é justamente agrupar conhecimentos de vários autores, transferir isso para a realidade do público alvo e transmitir isso de forma didática. É o trabalho que todos os educadores estão fazendo neste momento. Um abraço e obrigado.

      • Fábio 23 de setembro de 2015 at 20:02 - Reply

        A princípio, julgando pelo pouco que vi, você e ele, eu prefiro o seu trabalho. O seu trabalho é mais palpável por assim dizer. Alguém vem cá, lê, aprende, assimila, amanhã vai ao banco, aplica na LCA e vê os resultados. A partir disso a pessoa começa a se interessar cada vez mais.

        Agora, quando eu vejo 4 vídeos que não passam de vídeos motivacionais como tanto outros no YouTube, não estou errado em julgar. Até a música de fundo acompanhando a oratória para despertar sentimentos e motivar é perceptível ao mais perspicaz. O conteúdo sequer fez jus ao titulo das aulas. Todas foram baseadas em sentimentos de “você é capaz”. Me perdoe, e sem preconceito algum, mas eu vi foi muita técnica que por exemplo, se percebe em muitos pastores por aí.

        Posso está enganado? Sim! Talvez o curso seja diferente, mas julgo pelo que foi transmitido. A mim não cabe a culpa se entendi errado, pois a clareza é algo essencial.

        No seu segundo vídeo, falando de ativos e passivos, ele até fala de um cara que ganha 5 mil inicias e depois de anos ganha 20 mil (algo assim), como se essa crescente fosse uma realidade, coisa que sabemos que não é.

        Quando olhamos livros no mercado, vemos uma mesma panela de especialistas comentando sobre livro um dos outros.

        Qual a credibilidade disso?

        Talvez eu seja injusto, mas expõe o que eu penso nesse exato momento.

        Em todo caso, como disse, dou mais valor ao seu trabalho do que o pouco, e talvez injusto, do que vi. Contudo, como disse, a culpa não é minha e sim de quem transmite a informação.

        Abraço!

        PS: não precisa publicar isso, só queria lhe dizer que reconheço o seu trabalho e que talvez minhas palavras, justas ou não, lhe sirva para alguma coisa.

        • Leandro Ávila 24 de setembro de 2015 at 14:40 - Reply

          Oi Fábio, acho que você não compreende a importância do lado emocional nas finanças das pessoas. Você mostra isto quando destaca que só valoriza o processo de entrar aqui, ler, assimilar e no outro dia entrar no banco para comprar uma LCA. Isto mostra uma limitação. Não é só isso. Se fosse somente isso todos os brasileiros estariam fazendo isso, todas as pessoas estariam financeiramente educadas, bastaria entrar em qualquer livraria, comprar um livro sobre educação financeira, um livro sobre independência financeira e outros obre investimentos em renda fixa e renda variável. Pronto, todos os problemas das pessoas estariam resolvidos. Ninguém estaria enfrentando uma crise econômica se a racionalidade fosse o problema. Já tive contato com milhares de pessoas que enfrentam problemas financeiros ou que estão financeiramente limitadas. O problema delas não é dificuldade em assimilar informações lógicas, matemáticas, entrar em um banco e fazer investimentos. Os problemas são emocionais, motivacionais, são questões subjetivas relacionadas com o lado psicológico delas. Elas precisam de alguém capaz e mexer com suas emoções para que possam acordar para uma nova realidade. A comparação que você faz com religiosos se deve ao fato de que os religiosos também trabalham questões emocionais, morais e éticas. Não tenho nada contra o trabalho dos religiosos, pois eles atendem a um tipo de necessidade natural no ser humano. Eu recomendo que você tente ver o TODO da questão, e não apenas uma limitada parte da questão. A educação financeira que eu acredito não está limitada. Ela está conectada no todo. Eu entendo que cada pessoa tem a sua visão de mundo, cada pessoa entende as coisas que está vendo com base nos conceitos, preconceitos, valores que possui na sua bagagem. Cada pessoa tem a sua bagagem e com base nela é que julga o mundo. Eu recomendo que você abra sua mente para novas formas de ver as coisas. Isso que você chamou de panela, na verdade são pessoas, educadores como eu, que se unem para tentar mudar a mentalidade de milhões de pessoas em torno de uma causa comum.

  14. Diogo 22 de setembro de 2015 at 8:51 - Reply

    Leandro, muito obrigado por compartilhar seus conhecimentos.

    Saí da poupança lendo seus artigos. Agora estou planejando a abertura do meu prórpio negócio. O meu único medo é deixar a CLT e o negócio demorar um pouco para engrenar. Espero que até o final do ano eu concretize este sonho.

    Às vezes, tudo o que precisamos é de um incentivo para sairmos da inércia e com certeza seus artigos dão um “empurrão” em nossa vida!

    • Leandro Ávila 22 de setembro de 2015 at 9:39 - Reply

      Oi Diogo, sair da inércia, enfrentar o desconhecido, sempre gera medo e insegurança. Isso é normal. Recomendo que você continua estudando, procure acompanhar pessoas que escrevem e educam sobre empreendedorismo. Existe muito conteúdo sobre mentalidade empreendedora. É disso que você precisa.

  15. Alvaro 22 de setembro de 2015 at 8:54 - Reply

    Leandro,
    parabéns por nos presentear com mais um belo post. Sempre venho aqui
    ler suas postagens e costumo indicar a amigos que façam o mesmo !
    Aliás, aqui no clubedospoupadores e no valoresreais , gosto e me identifico
    com o que você e o Guilherme escrevem em seus blogs.

    abrs,

    Alvaro

  16. Thiago 22 de setembro de 2015 at 9:02 - Reply

    Mais um ótimo artigo, Leandro. Li o livro “Bilionários” em dois dias de tão bom que eu achei. Realmente ele mostra muitas curiosidades e características dessas pessoas, muitas das quais nem sabemos que existem, mas que exercem grande influência no nosso dia-a-dia.

    • Leandro Ávila 22 de setembro de 2015 at 9:45 - Reply

      Oi Thiago, seria muito bom se as pessoas tivessem o interesse de conhecer o que existe na cabeça destes grandes empreendedores. Existem muitos mitos, muitas crenças negativas.

  17. Carlos Vinicius 22 de setembro de 2015 at 10:27 - Reply

    Leandro estou em dúvida entre o curso: Minha Mente Milionária (Leonardo Rocha) e esse curso de Criação de Riqueza do Paulo Vieira.

    Poderia fazer alguns comentários sobre ambos ? infelizmente não tenho como fazer os 2

    • Leandro Ávila 22 de setembro de 2015 at 11:19 - Reply

      Oi Carlos, eu tive acesso ao curso na manhã de hoje. Pelo que pude ver a proposta deles é muito maior. O conteúdo é mais amplo, são mais módulos, mais aulas, é mais completo. Existem ainda cursos adicionais dentro do curso principal que foram criados por outros autores parceiros dele. Além disso eles vão realizar um evento presencial. Eu já fiz outros cursos do Paulo Vieira, antes dele lançar cursos online. Ele é dono de uma empresa de coaching conhecida e por isto tem uma infraestrutura maior. Vou ver se consigo tempo para escrever um artigo avaliando o curso dele, falando sobre o que encontrei dentro do curso. Com certeza o que vou aprender lá vai me ajudar a escrever mais artigos aqui no Clube nos próximos meses e anos.

  18. Louis 22 de setembro de 2015 at 10:39 - Reply

    Olá Leandro, obrigado por compartilhar os videos.

    Às vezes eu penso “ainda bem que tem tanta gente que paga juros, só assim posso ganhar com juros”. Você acha que faz sentido esta frase? Se ninguém gastasse mais do que recebe, haveria oportunidade de ganhos com juros?

    Abraço.

    • Leandro Ávila 22 de setembro de 2015 at 11:28 - Reply

      Oi Louis. Veja o caso das empresas. É muito comum a empresa optar por pedir empréstimos para ampliar uma fábrica, comprar novas máquinas, abrir novas lojas, pois os juros que elas pagam podem ser muito menores do que os lucros que vão conseguir obter investindo no negócio. Quando você compra LCA, provavelmente está emprestando dinheiro para um agricultor que prefere obter crédito para financiar o aumento da produtividade da sua safra. Este aumento da produtividade é que pagará os juros. O mesmo vale para uma empresa que pega dinheiro emprestado no banco oferecendo um imóvel como garantia para conseguir juros menores. Este empréstimos vai se transformar em LCI e o banco vai oferecer esta LCI para os investidores interessados. Os empréstimos para investimento sempre vão existir, pois podem ser muito vantajosos para as empresas. O que não é vantajoso são os empréstimos para antecipar sonhos de consumo. É o caso da pessoa que troca de carro todo ano através de um financiamento, compra tudo parcelado aceitando pagar juros, etc.

  19. Igor 22 de setembro de 2015 at 11:02 - Reply

    Oi Leandro. Acompanho seu site há mais ou menos um ano e meio. Ao ler o artigo acima, algo me pareceu muito familiar. Quando cliquei no vídeo, vi que era a sorveteria próxima à minha casa, aqui em Fortaleza! É realmente impressionante a ascensão desta empresa. Espero que continue dando certo. Legal saber que você mora aqui. Parabéns pelo trabalho!

    • Leandro Ávila 22 de setembro de 2015 at 11:44 - Reply

      Oi Igor. O mais curioso é que os produtos dela não são baratos e diversos concorrentes apareceram nas proximidades. Mesmo assim as duas lojas dela, uma na frente da outra, continuam lotadas e com filas na porta. No fim de semana passado eu passei na frente e vi as filas. O impressionante é que estamos vivendo uma crise econômica grave e o produto dela é supérfluo. Mesmo assim as pessoas estão lá comprando a taça da felicidade por R$ 35,00 e postando fotos nas redes sociais. Não sei se você lembra, antes, no ponto onde está essa loja maior, existia uma padaria. Essa padaria era nova, moderna e não durou muitos meses, fechou as portas. O preparo do empreendedor faz total diferença.

      • Igor 22 de setembro de 2015 at 15:27 - Reply

        Agora que você mencionou, lembro da padaria, mas de fato durou tão pouco que eu não estava nem me recordando rsrs. Passo ali quase que diariamente, poucas são as vezes que não vejo fila na porta, fim de semana então é impressionante. O produto é bom, mas concordo com você em relação ao que falou sobre o produto não ser barato. Fui poucas vezes lá, mesmo morando perto. Sou um pouco reticente em relação a sucesso tão grande e em tão pouco tempo. Mereceria, no mínimo, um estudo de caso. Mas tá lá, cheio de gente, pra todo mundo ver.

        • Leandro Ávila 22 de setembro de 2015 at 17:26 - Reply

          Oi Igor, eu não tenho dúvida que este sucesso é reflexo da mentalidade daquela empreendedora.

  20. David 22 de setembro de 2015 at 11:13 - Reply

    Precisamos aprender a dar valor ao tempo, o tempo é raro escasso e um recurso finito. O mundo está lotado de distrações que nos impedem de buscar aperfeiçoamento, educação e convívio com os nossos queridos. Temos que eliminar isso para crescer e amar a aspiração de sermos melhores pessoas e profissionais. Obrigado por mais este artigo.

    • Leandro Ávila 22 de setembro de 2015 at 11:46 - Reply

      Oi David. Concordo com você. E posso garantir que a internet está repleta de conteúdos de grande valor que são oferecidos gratuitamente por grandes autores. Pena que as pessoas não percebem e ficam gastando tempo com distrações que não vão gerar nenhum resultado na vida delas. Um abraço!

  21. Rose 22 de setembro de 2015 at 11:51 - Reply

    Leandro, bom dia!
    Leio todos os seus textos, mas este, talvez o momento em que me encontro, é um dos melhores.
    Obrigada por compartilhar todo este conhecimento.
    Realmente, muitas vezes queremos, mas não sabemos “como”. Para mim, as ferramentas certas,
    a vontade e o empenho levam à prosperidade.

  22. CORNELIUS OKWUDILI EZEOKEKE 22 de setembro de 2015 at 12:47 - Reply

    Oi Leandro,tudo bem? Grato pelo compartilhamento do conhecimento através dos seus textos.Fiquei feliz em saber que tem sangue Cearense. Moro em Fortaleza -Ce .O seu depoimento nos demonstra que a Educação pode salvar vidas.Sempre digo que a Educação Financeira serve como remição de vida para mim e tenho certeza que é a solução para maioria dos problemas que assola a sociedade.Conheço os trabalhos de Paulo Vieira e sou fruto de trabalho voluntário que ele fez dentro do sistema penal Cearense,além de coaching pela paz que promove.Sou tremendamente impactado através do seu pró bonus(só conseguir voltar para minha terra depois de 12 anos sem poder ir ,graças ao trabalho e colaboração de Paulo Vieira),me deu de presente,todos os cursos dele.A melhor forma de criar riqueza é a mudança de mentalidade. Isso foi crucial para que pudesse está no caminho de enriquecimento apesar de ter passado por uma situação de privação de liberdade e através de coaching integral sistêmico do Paulo Vieira,enxergar a possibilidade de independência financeira.

    • Leandro Ávila 22 de setembro de 2015 at 17:35 - Reply

      Oi CORNELIUS, nunca vi ele falando detalhadamente sobre como é esse trabalho que ele realiza dentro do sistema penal. Eu fico imaginando a quantidade de pessoas que poderiam ser recuperadas dentro do sistema se existissem muitas pessoas treinadas para mudar a mentalidade das pessoas que estão lá dentro. Eu não tenho dúvida que toda miséria humana é fruto da falta de consciência, falta de informação, conhecimento, orientação, educação, bons exemplos. Não é falta de dinheiro, não é falta de bolsas, não é falta de nada do mundo material. O que falta na cabeça das pessoas são boas ideias. Obrigado por deixar seu depoimento.

  23. winicius alvesw 22 de setembro de 2015 at 13:00 - Reply

    Artigo nota 10.Adorei!!!

  24. Amauri Domicioli 22 de setembro de 2015 at 13:43 - Reply

    Boa tarde! Leandro.
    Comecei a acompanhar seu site a pouco tempo, parabéns por todas as matérias. Estou estudando muito para iniciar meus investimentos. Estou acompanhando todas as noticias sobre economia e pegando as suas dicas. Hoje trabalho no regime CLT, mas estou estruturando uma pequena empresa no ramo de fotografia e foto produtos (essa é minha paixão). Enfim seu site me ajuda muito, mais uma vez parabéns.

    • Leandro Ávila 22 de setembro de 2015 at 17:17 - Reply

      Obrigado Amauri. Prepare-se para empreender. Tudo que você puder aprender, todo livro que puder ler, toda experiência que você puder aprender vinda de outros empreendedores será de grande valor.

  25. Lúcio 22 de setembro de 2015 at 13:53 - Reply

    Olá Leandro. Parabéns por mais um excelente artigo. Acompanho seu blog há algum tempo e tem me ajudado bastante.
    Sou servidor público, tenho 28 anos, e uma renda familiar superior a 17 mil, que eu considero excelente para os padrões brasileiros. Gosto do que faço e foi isso que escolhi para mim. Sei que é impossível um servidor público ficar bilionário dependendo apenas do seu próprio salário. Também não tenho essa pretensão, embora isso pareça medíocre… Tenho como objetivo alcançar a minha independência financeira e continuar trabalhando. Para isso tenho investido em conhecimento para aplicar e multiplicar o meu excedente financeiro e pouco a pouco estou aumentando meu patrimônio. Ainda estou engatinhando no mundo dos investidores, mas a vida é um aprendizado constante. Um dia pretendo voltar para minha terra natal (Bahia) e conciliar o meu trabalho com um negócio próprio que tenho vontade de desenvolver. Como você visualiza a questão dos servidores públicos, que são muito criticados nesse meio por causa da busca pela estabilidade e da sua aparente estagnação?

    • Leandro Ávila 22 de setembro de 2015 at 17:22 - Reply

      Oi Lúcio. Existem servidores públicos felizes e outros muito infelizes. Existem pessoas que buscam o serviço público por focação e outras com o objetivo de ganhar muito trabalhando pouco. Aquelas pessoas que são infelizes, que não se realizam profissionalmente no serviço público, que ganham bem mas entregam um trabalho medíocre e que ficam contando as horas para chegar no final do dia, contando os dias para chegar o fim de semana, os meses para chegar as férias e os anos para se aposentar, este cidadão precisa refletir sobre a vida dele. Nada pior do que um servidor público infeliz, ele acaba prejudicando ele mesmo e a própria sociedade. Por isto, é interessante que buscam iniciar um projeto com objetivo de conseguir uma maior independência financeira, para quem sabe buscarem a própria felicidade dentro de outras profissões. Dinheiro é o meio, não é o fim, não faz ninguém se sentir realizado. Já o trabalho é diferente, quando é feito com amor, com o prazer de servir, a realização é total.

  26. Juliano 22 de setembro de 2015 at 14:33 - Reply

    Leandro boa tarde,
    Excelente texto. Li o livro “Os Segredos da mente milionária” , do T.Harv Eker e realmente como o modo de ver e pensar nas situações transformam nosso dia e nossa vida. Parabéns pelas suas dicas sensacionais, confesso que VC foi é um dos meus mentores e a transformação que venho realizando na minha vida.

    • Leandro Ávila 22 de setembro de 2015 at 17:25 - Reply

      Oi Juliano, muito obrigado. Na verdade todo conhecimento que transmito são coisas que aprendi com outros mentores, é resultado de livros, cursos, observações que estou fazendo todos os dias. O que quero mesmo é estimular que outras pessoas sigam este mesmo caminho, que ganhem gosto pelo conhecimento, gosto por aprender coisas novas que mudam as nossas vidas. Fico feliz por ter colaborado.

  27. Rafael 22 de setembro de 2015 at 15:43 - Reply

    Qdo eu li o livro Pai Rico e Pai Pobre, isso no começo dos anos 2.000, eu vi q erá um pouco tarde pra eu buscar mudar radicalmente meus valores profissionais, e isso em função de eu avaliar-me como um Pai Pobre. Agora, o empreendedorismo, e a capacidade de mudança são alguns dos fatores q seguem essas pessoas de sucesso. Leandro, gostei de mais da sua lista de valores.
    Att.,

    Rafael Perez

    • Leandro Ávila 22 de setembro de 2015 at 17:28 - Reply

      Obrigado Rafael. O livro Pai Rico Pai Pobre deveria ser material obrigatório nas escolas. É muito importante conseguir esta mentalidade empreendedora da vida, até para aqueles que trabalham na iniciativa privada, os empreendedores conseguem identificar outros empreendedores nas suas equipes.

  28. Ilda 22 de setembro de 2015 at 15:55 - Reply

    Leandro, boa tarde!
    Sempre leio seus artigos… e a cada dia me sinto desafiada a dar um passo a frente. Tenho feito o que posso. Tenho um impasse e as vezes me pergunto se uso isto como desculpa ou se realmente é considerável. Sou casada e tanto eu quanto meu esposo temos trabalho e remuneração fixa. A questão é… a minha mentalidade de consumo é sempre no amanhã… a dele é imediatista. Eu planejo e poupo, ele aposta no planejamento, mas o desconstrói com consumo de itens inviáveis para o momento.
    Já cogitei ter mais uma fonte de renda… mas temo ser em vão, pois todo extra é direcionado para outros fins.
    Teria alguma orientação?
    Obs.: Já consegui convence-lo a fazer um curso sobre finanças pessoais por três meses, houve melhora significativa, mas não efetiva. Hoje para não ser chata (mais) sempre alerto-o relembrando o quanto já conquistamos juntos, somente pelo nosso (meu) planejamento e atitudes.

    Desde já agradeço a atenção. E PARABÉNS pelo belíssimo trabalho de transmitir conhecimento e experiências aos seus leitores. Isto é muito louvável.

    • Leandro Ávila 22 de setembro de 2015 at 17:31 - Reply

      Oi Ilda. Sempre recebo este tipo de questionamento dos leitores. Existe aquela frase que diz que somos a média dos nossos 5 amigos. Provavelmente ele possui amizades com pessoas que motivam este comportamento nele. É o problema do contagio social. O grupo que fazemos parte sempre fazem pressão para que o nosso comportamento fique igual ao do grupo. Eu também sei que é muito difícil ajudar uma pessoa que não deseja ajuda, que não reconhece que possui um problema. Ainda preciso estudar mais sobre como alguém pode convencer o parceiro ou a parceira, de forma natural, sem atritos, sobre a importância de se educar financeiramente.

    • Giancarlo Fernandes 24 de setembro de 2015 at 8:55 - Reply

      Bom dia Ilda e Leandro. Além dos artigos, gosto muito de ler os comentários dos leitores e as respostas do Leandro, pois sempre aprendo algo mais. Li esse comentário da Ilda e a resposta do Leandro e achei a questão que ela levantou muito interessante. Eu estava discutindo essa mesma questão com alguns amigos faz poucos meses. Nós estávamos conversando sobre como compartilhar com pessoas próximas (familiares, amigos, esposos(as) e etc..) bons aprendizados, não só de finanças, mas de todas as áreas da vida (saúde, desenvolvimento pessoal e etc). Eu e vários amigos sentimos a mesma dificuldade que a Ilda está sentindo, que é tentar compartilhar bons hábitos com pessoas próximas e enfrentar uma forte resistência ou rejeição. Muitas vezes, somos considerados “chatos” por estarmos tentando ajudar o outro a evoluir compartilhando nossos bons hábitos, mas aos quais a maioria das pessoas não estão acostumadas, como é o caso do planejamento financeiro ou de ter uma alimentação mais saudável, entre outros bons hábitos. Tenho uma dica que talvez possa ajudar a Ilda e contribuir na discussão do assunto. Aprendi essa dica conversando com minha psicóloga. A dica é primeiro “baixarmos a guarda” da outra pessoa antes de compartilharmos os conselhos e recomendações. Criar mais empatia. A maioria das pessoas cria grande resistência se já chegarmos falando diretamente o que achamos que é certo ou errado. A maioria das pessoas não gosta se você começa já criticando (mesmo com boas intenções) ou apontando pontos negativos do que a pessoa faz. Isso acontece porque na cabeça dela parece que você está criticando tudo que ela faz e daí ela já fica resistente às suas ideias relacionadas àquele assunto. Ela se sente inferiorizada. Apesar de sua intenção ser ajudar, ela não enxerga dessa forma e se sente ofendida ou diminuída. O melhor é se aproximar primeiro destacando os pontos positivos daquela pessoa, do que ela faz, suas qualidades e só depois sugerir de maneira discreta as melhorias. Mas não se trata de inventar coisas boas a respeito da pessoa, caso contrario não funciona. Tem que ser coisas reais e verdadeiras. Coisas que realmente você enxerga como positivas naquela pessoa. Dessa forma a pessoa fica menos “pé atrás”…Fica mais aberta e aos poucos pode ir incorporando uma parcela das suas recomendações. Já usei algumas técnicas assim com familiares e algumas vezes funcionou bem. Outra dica que eu tenho para compartilhar é esse vídeo do Seiiti Arata: https://www.youtube.com/watch?v=utW7UeSL0-Q
      Nesse vídeo ele cita algumas ideias que estão muito relacionadas ao comentário da Ilda. Ele fala indiretamente como ele foi aprendendo a compartilhar as ideias que ele ia descobrindo e que poderiam ajudar outras pessoas a evoluir. Vale a pena assistir e refletir. O que ele falou tá bem parecido com os conselhos que a minha psicóloga me deu e que eu descrevi acima. Outro ponto interessante que ele levantou é sobre o cuidado que temos de ter para não começar a sentir e internalizar a dor dos outros ao invés de só escutar com empatia. Muitas vezes a pessoa que nos apresenta um problema quer só desabafar e ser compreendida e não ouvir uma aula de como ela deveria agir pra evitar o problema que ela está relatando. Pena que o vídeo dele foi curto e ele não se alongou mais sobre essa discussão, pois o assunto realmente é interessante e dá muito “pano pra manga”. Seria muito interessante ver um artigo do Leandro sobre esse assunto futuramente. Um abraço e boa sorte pra todos nós ao tentarmos contribuir no crescimento de outras pessoas. Não tem nada mais gratificante que você conseguir ajudar os outros a evoluir junto com você.

      • Leandro Ávila 24 de setembro de 2015 at 15:00 - Reply

        Oi Giancarlo. É por estas questões que você levantou que o trabalho emocional é tão importante. Aqui mesmo nos comentários apareceram leitores criticando a maneira emocional como o Paulo Vieira e empresas de análise como a Empiricus utilizam para atrair a atenção das pessoas. O Paulo utiliza a estratégia motivacional, a Empiricus utiliza o medo para atrair a atenção das pessoas. As pessoas que criticam prestam um desserviço, pois não entendem que para algumas pessoas é necessário comunicar desta forma emocional, pois é esta linguagem que consegue penetrar fundo na mente das pessoas. O Paulo Vieira te coloca para cima, a Empiricus te coloca para baixo. Os dois possuem negócios com a missão de mudar a mentalidade das pessoas. Um leitor aqui nos comentários falou sobre o trabalho do Paulo Vieira dentro dos presídios. Dentro dos presídios existe um depósito de pessoas com problemas sociais, emocionais, psicológicos e que precisam de tratamento e não de castigo físico. Entregue um livro teórico de educação financeira para um presidiário, ou entregue o mesmo livro para amigo que é graduado, pós-graduado, mas que não tem educação financeira. É provável que o presidiário use o papel do livro para outras finalidades e o seu amigo coloque o livro em uma estante. Precisamos de pessoas que consigam impactar outras pessoas. Isto se faz através das emoções, através de um trabalho que envolve psicologia e não matemática. Imagine como seria interessante profissionais de psicologia trabalhando na área de educação financeira. Eu não tenho dúvida que os resultados seriam melhores do que os que são obtidos com economistas na educação financeira. Um abraço.

  29. Edilson 23 de setembro de 2015 at 11:26 - Reply

    Parabéns pelo artigo. Teu email estava na minha caixa de entrada a alguns dias e – confeso – ia excluir sem ler. Cometeria um enorme erro. Tão bom quanto o artigo são os comentários .

  30. Manoel 24 de setembro de 2015 at 7:15 - Reply

    Hoje não vou falar da excepcional qualidade de seus textos…. rsrs

    Leandro,
    Como uma pessoa com dois milhões pode, desse montante, extrair renda mensal em aplicações? Pensando em alguém que queira já se aposentar.

    Pergunto isso, pois Títulos Públicos não pagam cupons todos os meses do ano, vi que não há para os meses de setembro e março (por ex.).

    • Leandro Ávila 24 de setembro de 2015 at 14:44 - Reply

      Oi Manoel. Com 2 milhões você consegue investir em fundos de renda fixa e fundos DI que na verdade irão investir o seu dinheiro em títulos públicos. Esta quantia de 2 milhões permite negociar com o banco uma taxa de administração baixa, próxima do custo que você teria investindo em títulos públicos. A vantagem do fundo com taxa administrativa baixa seria a liquidez, a possibilidade de sacar os juros todos os meses.

      • Yuri 2 de outubro de 2015 at 15:57 - Reply

        Mas caso esse valor fosse investido no tesouro direto, também não poderia resgatar os juros, ou parte deles todo mês ? (por exemplo no Tesouro Selic, que previne perdas em caso de venda antecipada). E ainda de quebra contaria com uma maior rentabilidade (geralmente, mas teria que comparar com os fundos oferecidos) e menos gastos ?
        Acho que o que o Manuel perguntou é de algum tipo de investimento que pagasse rendimentos mensalmente… Tipo alguns fundos imobiliários ou ações que pagam dividendos

  31. Marcelo Henrique 24 de setembro de 2015 at 14:52 - Reply

    Parabéns por mais este artigo. Muito bom. Assisti aos vídeos do Paulo Vieira. Ele realmente possui o dom da oratória.Muito motivacional, racional, e ao mesmo tempo prático. A vida é uma escola, e os dias são aulas. Por isso, devemos aprender todos os dias, como fiz hoje ao ler seu artigo. Novamente, parabéns. Você realmente é digno dos elogios que merece.

  32. Gustavo Rabello 27 de setembro de 2015 at 12:40 - Reply

    Leandro parabéns pela excelente escrita. Venho o acompanhando a alguns anos e é notório a sua evolução quanto ao forjecimento de gamas de informações de qualidade. Mais uma vez, parabéns!

  33. Tiago 30 de setembro de 2015 at 23:20 - Reply

    Fico muito feliz de saber que em minha cidade tem pessoas que assim como eu estudam educação financeira e desenvolvimento humano todos os dias. Leandro, são pessoas como você e o Paulo Vieira que me dão orgulho de ser Fortalezense e trazem a esperança de uma mudança de mentalidade das pessoas que nos circundam! Um forte abraço!

  34. Yuri 2 de outubro de 2015 at 2:38 - Reply

    Olá Leandro Ávila, sou seu leitor há um tempo e hoje faço meu primeiro comentário 🙂

    O texto é ótimo, mas gostaria de fazer uma objeção a parte que diz “Ganhar muito dinheiro é uma consequência inevitável…” Ganhar dinheiro, na minha opinião, é uma coisa que deve ser ESTUDADA e TRABALHADA… Se a pessoa tiver um negócio que faz um produto excelente ou presta um serviço excelente mas não souber como monetizar aquilo corretamente, como promover seu negócio com um marketing efetivo e como aumentar suas rentabilidades, seu negócio terá sucesso operacional, mas provavelmente não trará tantos ganhos financeiros…
    Vou deixar um exemplo da minha área de estudo: TI e Computação!
    Certamente todos conhecem Steve Jobs, ou Bill Gates e seus patrimônios, porém quantos já ouviram falar de Linus Torvalds !? Ele é o criador do Linux, um sistema tão importante para o mundo de TI hoje quanto os da Apple ou Microsoft, no ramo de redes e servidores eu diria que é até mais importante, porem ele não tem 1% do patrimônio do Steve Jobs ou Bill Gates. Porque !? Porque não quis MONETIZAR seu negócio (não vou dizer “não soube” pois duvido que uma mente dessa capacidade não saberia disso se o quisesse). APRENDER a lucrar, MONETIZAR é uma competência que deve ser aprendida, não é algo que vem naturalmente, muito menos “de graça”, a troco de nada… Isso pelo menos é o que tenho visto…

    • Leandro Ávila 3 de outubro de 2015 at 2:47 - Reply

      Oi Yuri, nada vem naturalmente. Nascemos pelados, analfabetos e sem dentes. Tudo é um processo de construção, desenvolvimento e aprendizado. O exemplo que você deu foi de uma pessoa bem sucedida, que provavelmente atingiu os objetivos que ele escolheu, mas que optou por não transformar o projeto dele em fonte de riqueza. Não acredito que foi incompetência do Linus Torvalds, foi apenas uma opção. Ele fez escolhas.

      • Yuri 3 de outubro de 2015 at 23:06 - Reply

        Perfeitamente, foi o que disse quando escrevi no comentário anterior. “Porque não quis MONETIZAR seu negócio (não vou dizer “não soube” pois duvido que uma mente dessa capacidade não saberia disso se o quisesse)”

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