Planilha Fundo de Investimento ou Poupança

Neste artigo vou presentear você com uma planilha que permite simular e visualizar o impacto das taxas administrativas na rentabilidade dos fundos de investimento. Será possível comparar a rentabilidade do fundo com o imposto de renda e a taxa administrativa já descontada. A planilha poderá fazer comparações com a rentabilidade de outro investimento. Como exemplo, utilizei a rentabilidade da poupança. Você poderá utilizar a taxa diária de qualquer outro investimento isento de imposto de renda como é o caso de uma LCI ou LCA.

Entender o impacto da taxa administrativa é fundamental quando estamos diante de um cenário de queda da taxa básica de juros. Quando o governo inicia um ciclo de queda da Taxa Selic (veja o histórico) isso impacta todos os investimentos de forma direta ou indireta.

De forma direta, temos um impacto certeiro na rentabilidade dos fundos que investem o dinheiro dos cotistas em títulos públicos como o Tesouro Selic ou em títulos emitidos por bancos que oferecem  uma rentabilidade pós-fixada que depende da taxa DI, como o CDB, LCI, LCA, etc.

Veremos neste artigo que se você aplicar o seu dinheiro em fundos DI, referenciados DI ou fundos de renda fixa, é fundamental prestar muita atenção na taxa administrativa cobrada pelo banco, especialmente diante da queda dos juros. O simulador mostrará que existe o risco de um fundo de investimento render menos que a poupança diante de uma taxa administrativa elevada e uma queda acentuada dos juros nos próximos meses ou anos.

Reserva contra o uso do cheque especial

Os fundos referenciados DI e de renda fixa são muito utilizados por aqueles que precisam de um investimento com liquidez diária (praticamente imediata) para guardar os recursos de uma reserva que será utilizada diante de uma emergência ou para cobrir o saldo da conta para evitar o uso do cheque especial.

Muitos utilizam a poupança para guardar essas reservas. O problema é que a rentabilidade da poupança está cada vez menor. Caso você precise sacar o dinheiro antes do “aniversário” da poupança (quando a aplicação completa 30 dias), você perderá toda a rentabilidade do mês.

Esse tipo de problema não ocorre com os fundos DI. Mesmo pagando IOF (para aplicações menores que 30 dias) e imposto de renda sobre os rendimentos, é melhor receber alguma rentabilidade quando o dinheiro fica menos de 30 dias aplicado do que simplesmente não receber nada, como ocorre na poupança.

O problema é que o peso da queda da taxa Selic será muito grande para os fundos que cobram taxas administrativas elevadas. A taxa administrativa não é sobre o investimento. Ela é sobre todo o valor saldo do fundo. Taxas administrativas reduzem a rentabilidade dos fundos.

Foi para que você veja tudo isso com clareza que desenvolvi essa planilha para presentear você. Ela poderá ser baixada no final do artigo. Vamos ver agora como ela funciona.

 

Na simulação acima eu utilizei como taxa DI a taxa que aparecia na primeira página do site www.cetip.com.br quando este artigo foi escrito. Ela era de 12,88%. Vamos imaginar que esse fundo tem o objetivo de oferecer uma rentabilidade igual a do CDI (taxa DI).

Vamos supor que a taxa administrativa é de 2,6%. Essa é a taxa que observei em um fundo referenciado DI oferecido por um grande banco público. Você pode colocar a taxa que desejar para visualizar o seu impacto na rentabilidade.

O Banco Central divulga regularmente a taxa que remunera a poupança (visite aqui). Ela sempre é composta por uma taxa fixa de 0,5% ao mês + TR que equivale a 6,17% ao ano + TR. Essa TR é uma taxa variável que também é calculada pelo BC.

Você também pode descobrir a rentabilidade média do último mês através dessa calculadora aqui. No exemplo abaixo eu calculei quanto foi a remuneração da poupança entre o dia 13/01 e 13/02 de 2017 e o resultado foi 0,6428. Eu resolvi arredondar para 0,65% e coloquei essa informação na planilha.

Veja novamente a última foto da planilha. Observe que ela calculou qual seria a rentabilidade mensal desse fundo, que segue a taxa DI, se o dinheiro ficasse investido por até 6 meses, entre 6 meses e 1 ano, entre 1 ano e 2 anos e acima de 2 anos. Para cada prazo existe uma alíquota de imposto de renda sobre o rendimento que pode ser vista na coluna “Alíquota IR” da planilha.

A rentabilidade do fundo para cada prazo e alíquota de IR aparece na coluna “Rentabilidade”. Observe que neste exemplo a rentabilidade mensal do fundo para um investimento mantido por 6 meses seria de 0,6188% ao mês se a taxa administrativa fosse de 2,6%. Se a poupança rende 0,65%, podemos concluir que esse fundo renderá menos que a poupança para o prazo de 6 meses, graças ao efeito da cobrança de 22,5% de imposto de renda sobre o rendimento e da redução de 2,6% ao ano devido a cobrança de taxa administrativa. Pelo fato dessa rentabilidade ter sido menor que a poupança a célula onde ela foi exibida aparece com a cor amarela.

A coluna “Tx. Adm. Equilíbrio” é a taxa administrativa que resultaria em uma rentabilidade equivalente a rentabilidade da poupança. Uma taxa administrativa acima dessa taxa de equilíbrio tornaria a rentabilidade desse fundo pior que a rentabilidade da poupança.

Podemos observar que neste nosso exemplo, a taxa administrativa deveria ser menor que 2,11% para que o investimento neste fundo, por até 6 meses, fosse melhor que manter o dinheiro na poupança.

A maioria dos fundos Referenciados DI seguem a taxa DI de perto. Eles só não rendem próximo ou igual a taxa DI devido a cobrança de taxa administrativa. Isso significa que a taxa administrativa reduz a rentabilidade do fundo.

Agora observe a rentabilidade para o investimento por mais de 2 anos. A alíquota do IR sobre o rendimento será de 15%. Isso fará a rentabilidade mensal subir para 0,67%, superando a poupança que rende 0,65%. Ao marcar um valor igual ou superior ao da poupança a célula da planilha ficará verde.

A coluna da taxa administrativa de equilíbrio mostra que se a taxa administrativa for menor que 3,01%, esse fundo de investimento terá melhor resultado que a poupança.

Simule a queda dos juros

Quando o governo inicia um ciclo de redução da taxa de juros, todos os investimentos pós-fixados são prejudicados com o passar do tempo. Os gestores dos fundos DI investem o dinheiro dos investidores em títulos públicos como o Tesouro Selic e títulos pós-fixados emitidos por bancos que pagam taxas próximas ao rendimento da Taxa DI.

Isso significa que quanto menor for a taxa de juros estabelecida pelo governo e maior for a taxa administrativa, piores serão os resultados dos fundos DI ou qualquer fundo que faça investimentos pós-fixados.

Veja a simulação caso a taxa DI fosse de 11% ao ano. Como a TR também sofre redução com a queda dos juros, vamos imaginar que a rentabilidade da poupança caiu para 0,55% ao mês.

Observe que a queda dos juros tornou esse fundo menos vantajoso que a poupança para prazos de até 2 anos, mesmo diante de uma queda da poupança de 0,65% para 0,55% ao mês.

Simule a queda da taxa administrativa

Agora vamos pegar o mesmo exemplo anterior onde a taxa DI está em 11% e a poupança está em 0,55%. Imagine que você resolveu deixar de fazer papel de bobo e trocou o fundo que cobrava taxa administrativa de 2,6% ao ano por um que cobra 1% ao ano. Veja o resultado:

Em todos os prazos o fundo com taxa de 1% ao ano voltou a superar a poupança.

A regra da poupança muda quando a taxa cai

Em 2012, com o objetivo de baixar os juros brasileiro através da força bruta (canetada) o governo alterou as regras de remuneração da poupança. Naquele tempo as pessoas estavam tão distraídas, iludidas, acreditando que o Brasil tinha se tornado um país de primeiro mundo, que ninguém reclamou quando o governo mudou as regras e prejudicou a rentabilidade da poupança (fonte). É possível que ninguém tenha entendido direito o que o governo fez (é a falta da educação financeira).

Através da nova regra, quando a taxa Selic for igual ou menor que 8,5% ao ano a regra de remuneração da poupança irá mudar e renderá o equivalente a 70% da taxa Selic. Isso significa que se um dia, taxa Selic for reduzida para 8% a poupança renderá 70% disso ou 5,6%, já que 8 x 70% = 5,6.

Se você transformar essa taxa de 5,6% ao ano em uma taxa mensal terá o valor de 0,4551% (Veja onde converter). Podemos considerar uma TR igual a zero nessa situação, pois foi isso que aconteceu com a TR entre 2012 e 2013 quando o governo reduziu a taxa Selic para níveis abaixo de 8,5% ao ano.

Veja como seria a simulação com uma taxa DI de 8%, taxa administrativa de 1% e poupança de 0,4551%.

Neste exemplo, o fundo DI (com as características simuladas) renderia mais que a poupança para prazos acima de 6 meses.

Agora vamos imaginar um Brasil com taxa de juros baixa e taxa DI atingindo 4% ao ano. A poupança renderia 70% disso, ou seja, 2,6% ao ano. Transformando essa taxa anual em mensal, teríamos 0,2141% de rentabilidade. A nossa simulação ficaria assim:

Observe que o fundo com taxa administrativa de 1% perderia da poupança em todos os prazos. É provável que neste cenário, para evitar uma fuga de investidores saindo dos fundos mais conservadores para dentro da poupança, o governo seria obrigado a mudar as regras da poupança novamente. No lugar de render 70% da taxa Selic o governo poderia definir 60% ou 50%. Se as regras do jogo mudaram no passado, elas podem mudar no futuro.

Os próprios fundos de investimento seriam forçados a baixar suas taxas administrativas para evitar a fuga de investidores. O fundo da simulação acima ganharia da poupança em todos os prazos se a taxa administrativa fosse reduzida de 1% para 0,5%.

Baixar a planilha


Baixar Planilha Fundos – Rentabilidade x Taxa Administrativa

Se não conseguir ver o botão para baixar clique aqui.

Conclusão

Essa planilha, assim como todas as planilhas que fiz para o Clube e para os meus livros de educação financeira, são um material educativo de uso livre. Elas não foram feitas para que você tome decisões de investimento. Elas foram feitas para que você entenda como as coisas funcionam, para que você tome suas próprias decisões, pois esse é o meu objetivo como educador.

Minhas planilhas não possuem qualquer bloqueio. Isso significa que você pode ver e modificar todas as fórmulas. Você pode usar essa planilha como base para criar suas próprias planilhas.

By |14/02/2017|Categories: Ferramentas|84 Comments

About the Author:

Leandro Ávila é administrador de empresas, educador independente especializado em Educação Financeira. Além de editor do Clube dos Poupadores é autor dos livros: Reeducação Financeira, Investidor Consciente, Investimentos que rendem mais, e livros sobre Como comprar e investir em imóveis.

84 Comments

  1. Cleiton Oliveira 14 de fevereiro de 2017 at 14:17 - Reply

    Geralmente utilizo o CDB ou o tesouro selic para a reserva de emergência ou cobrir o saldo da conta, porém, com essa planilha será possível comparar com os fundos de investimentos.

    Ótimo presente 😉

    Um grande abraço

    • Leandro Ávila 14 de fevereiro de 2017 at 15:23 - Reply

      Oi Cleiton. CDBs e Tesouro Selic também são muito usados para essa finalidade. Obrigado pelo comentário.

    • aecio felix 15 de fevereiro de 2017 at 15:27 - Reply

      Olá Leandro, mais um excelente artigo! me tire uma duvida, sobre o seu site

      transcendência, me cadastrei mais não recebo toda semana artigos, receberia via e-mail ou ir direto no seu site?

      • Leandro Ávila 15 de fevereiro de 2017 at 18:29 - Reply

        Oi Aecio. Escrevo um artigo por semana no Transcendência e quem se cadastrou no site http://transcendenciafinanceira.com/assine está recebendo o comunicado no mesmo dia em que o artigo é publicado. A ideia do site é falar sobre temas que vão gerar impacto direto ou indireto nos seus resultados financeiros, mas que não estão necessariamente relacionados com o mundo do dinheiro.

  2. Leonardo 14 de fevereiro de 2017 at 15:08 - Reply

    Leandro, muito obrigado por compartilhar esse grande post. Fiquei com uma duvida… como que fica no caso do come cotas? como podemos calcular o efeito dela para longo prazo?

    • Leandro Ávila 14 de fevereiro de 2017 at 15:24 - Reply

      Oi Leonardo. Seria necessário fazer uma planilha específica prevendo esses resgates semestrais de 15% de IR sobre os rendimentos no decorrer do tempo.

  3. Gustavo 14 de fevereiro de 2017 at 15:34 - Reply

    Boa tarde, Leandro.

    Primeiramente, obrigado pelo post e pela otima planilha.

    Tenho uma dúvida: no caso de fundos, considerando que cada um deles investe de forma específica e singular mesmo obedecendo a parametros gerais, só o fator “taxa administrativa” é suficiente para fazer comparativos?

    Obrigado, abraços.

    • Leandro Ávila 15 de fevereiro de 2017 at 8:30 - Reply

      Oi Gustavo. A taxa administrativa não é suficiente, mas no caso de fundos com a mesma estratégia, como um fundo DI, passivo, que tem como referência a taxa DI ou a taxa Selic, é interessante que as pessoas pesquisem o fundo que oferece a menor taxa, pois todos teriam a mesma estratégia.

  4. Renato 14 de fevereiro de 2017 at 18:49 - Reply

    Excelente aula, Prof. Leandro. Parabéns! Rogo a Deus que continue por muitos anos com esse seu projeto projeto de educação financeira. Tens ajudado muitas pessoas a melhorar suas vidas, já que somente a educação é capaz de libertá-las das trevas da ignorância. Uma pergunta, mestre: com a queda da Selic (e que atualmente se supõe ser uma tendência pelos próximos anos, embora não seja possível prever o futuro) é possível que ocorra um movimento migratório para o investimento em ações, objetivando melhores oportunidades de ganhos, já que os rendimentos em renda fixa tendem a ficar menos interessantes, se igualmente houver uma diminuição do rendimento real (juros – inflação). Posso estar enganado, mas me parece que o mercado já percebeu esse movimento, tanto que estamos vendo a bolsa de valores atingir mais de 66 mil pontos, não muito longe do seu topo histórico de cerca de 73 mil pontos. Nesse sentido, fica a pergunta: embora seja subjetivo de cada investidor, de um modo geral não seria incorreto seguir o efeito manada de sair da renda fixa e migrar para bolsa no exato momento que ela se encontra possivelmente mais cara? Grande abraço, professor.

    • Leandro Ávila 15 de fevereiro de 2017 at 8:36 - Reply

      Oi Renato. As pessoas estão sempre avaliando a relação entre a rentabilidade e o risco. Elas só estão dispostas a correr maior risco quando não conseguem uma boa rentabilidade livre de risco. Teoricamente, quando os juros começam a cair, o número de pessoas dispostas a investir mais na renda variável tende a aumentar. O investidor de verdade já comprou suas ações no momento mais difícil da crise política e econômica quando a bolsa atingiu o fundo do posso. Naquele momento, as taxas de juros estavam elevadíssimas e todos estavam investindo na renda fixa. No momento que as taxas começarem a cair e as pessoas começarem a entrar na bolsa comprando qualquer coisa (sem saberem o que estão fazendo) chegará o momento desse verdadeiro investidor começa a vender suas ações, ou seja, ele venderá no momento que todos querem comprar.

  5. Rodrigo Machado 14 de fevereiro de 2017 at 18:53 - Reply

    Leandro, Muito Obrigado!

  6. Jean 14 de fevereiro de 2017 at 20:59 - Reply

    Fala Leandro, Parabéns pelo site! Cara tenho 100.000 na poupança para quando der comprar meu apartamento. Hoje pago 2.500,00 aluguel. Vou depositando mês a mês, 500,00 a 2000,00. Será q tô no caminho ou devo repensar essa poupança?

    • Leandro Ávila 15 de fevereiro de 2017 at 8:38 - Reply

      Oi Jean. Não é uma questão de repensar a poupança. Seria uma questão de aprender de forma definitiva, sobre os investimentos que existem. Se você acredita que a poupança é a melhor opção isso é um sinal de que você deveria dedicar um tempo aprendendo sobre o funcionamento das outras opções. Você mesmo saberá avaliar se está no caminho certo se conhecer as outras possibilidades.

    • Renan 15 de fevereiro de 2017 at 10:23 - Reply

      Meu amigo, o Leandro disse mas o que ele queria dizer na verdade, direto e reto é o seguinte: Estude e vaza fora da poupança o quanto antes, você esta deixando de ter maiores rendimentos com esse valor aplicando somente na poupança!

      • Leandro Ávila 15 de fevereiro de 2017 at 18:55 - Reply

        Oi Renan, a ignorância sobre o funcionamento dos diversos tipos de investimento gera um custo que as pessoas não percebem. Por isso é necessário estudar sobre todas as possibilidades disponíveis, dependendo do banco e da corretora onde cada um tem conta, as possibilidades são diferentes. Dependendo do plano que cada um tem para o próprio dinheiro, as possibilidades também são diferentes e assim por diante.

  7. Divania 15 de fevereiro de 2017 at 5:15 - Reply

    Ótimo post Leandro, parabéns!

  8. João Silva 15 de fevereiro de 2017 at 7:48 - Reply

    Com essa crise na politica, na previdência e na segurança seria possível uma queda tão brusca na Selic?? Sem contar o desemprego…

    • Leandro Ávila 15 de fevereiro de 2017 at 8:52 - Reply

      Oi João. O governo ainda está gastando mais do que arrecada, sem contar a enorme quantidade de dinheiro roubado e desviado, mostrado diariamente nas investigações que a polícia está fazendo. A queda da Selic está apenas acompanhando a inflação em queda. Se você observar os juros reais (a diferença entre a Taxa Selic e a inflação) verá que continuamos com a taxa de juro mais elevada do planeta.

  9. Luiz Cláudio Trevizam 15 de fevereiro de 2017 at 7:57 - Reply

    Mestre Leandro

    E quando aos investimentos em renda fixa em corretoras (no meu caso a Clear). Elas cobram taxa de administração?
    Aproveito para informar que não consegui baixar a planilha, pois não encontro o link.

    • Leandro Ávila 15 de fevereiro de 2017 at 8:56 - Reply

      Oi Luiz. A corretora funciona como o “supermercado” dos investimentos. Quando elas oferecem CDB, LCI, LCA e outros produtos de renda fixa, a taxa de juros que você recebe é ligeiramente menor que a taxa de juros oferecida pelo banco que emitiu aquele investimento. Essa diferença fica com a corretora. Exemplo: A corretora oferece para você uma LCI que paga 95% do CDI, só que na verdade o banco emitiu essa LCI pagando 96% do CDI, essa diferença fica com a corretora. É assim que a coisa funciona.

    • sandro 15 de fevereiro de 2017 at 14:52 - Reply

      Só complementando, algumas corretoras podem cobrar uma taxa na renda fixa (CDB, LCI, etc). São casos raros mas acontecem. Verifique no próprio site da corretora na área de custos, ou entre em contato com eles e pergunte.

  10. Maicon 15 de fevereiro de 2017 at 9:16 - Reply

    Bom dia Leandro. Parabéns por estar sempre promovendo a educação em todos os níveis. Aproveito para deixar uma sugestão de artigo: escrever sobre Bitcoin. Abraço!

  11. Junior 15 de fevereiro de 2017 at 9:21 - Reply

    Leandro, obrigado por mais essa ferramenta! Em relação a investimentos p/ Pessoa Juridica, vi que muito dos investimentos são tributados de forma diferente quando comparado a PF (geralmente sobre isenção ou não de IR).
    Nos últimos meses, (em virtude das quedas nos juros) estou tendo um pouco mais de dificuldade para aplicar os recursos da empresa em renda fixa, já que a rentabilidade, as variações/opções e os tributos não estão tão favoráveis.
    Como necessito de liquidez de curto a médio prazo, fico meio sem alternativas já que não posso alocar tudo em renda variável.
    Tendo isso, você saberia me dizer quais opções de investimento que eu poderia me aprofundar mais, voltado às empresas em época de queda de juros?

    • Leandro Ávila 15 de fevereiro de 2017 at 9:39 - Reply

      Oi Junior. Você provavelmente afirma “não estarem favoráveis” por ter jogado uma âncora no passado. Não existe nenhuma garantia de que estarão favoráveis no futuro. O fato é que a economia vive de ciclos. Quanto as coisas não vão bem as taxas sobem na renda fixa e quando as coisas começam a melhorar elas naturalmente caem. As empresas ficam muito limitadas aos fundos que os bancos oferecem e CDB de liquidez diária.

      • Junior 15 de fevereiro de 2017 at 9:52 - Reply

        Obrigado mais uma vez Leandro!

  12. João Alberto Martens 15 de fevereiro de 2017 at 9:31 - Reply

    Bom dia,
    Muito bom o teu artigo, mas gostaria de receber a memória de cálculo para se chegar à rentabilidade dos fundos.

    sds

    João Alberto Martens

    • Leandro Ávila 15 de fevereiro de 2017 at 18:55 - Reply

      Oi João. Todos os cálculos aparecem na própria planilha. Basta baixar a planilha e verificar os campos.

  13. carlos fazão 15 de fevereiro de 2017 at 10:32 - Reply

    DI do itau 1 por centro de taxa administrativa compensa?

    • Leandro Ávila 15 de fevereiro de 2017 at 18:53 - Reply

      Oi Carlos. Eu não sei. A pergunta compensa significa que você está fazendo uma comparação. Um fundo do Itaú que cobra 1% não compensa se você descobrir que o banco Y ou o banco Z oferece um fundo com as mesmas características cobrando 0,5% de taxa.

    • sandro 16 de fevereiro de 2017 at 8:11 - Reply

      E já que é pra comparar, o Tesouro Selic cobra 0,3% ao ano, chamado de taxa de custódia. Eu prefiro uma corretora que não cobre taxas no Tesouro direto e ficar apenas com os 0,3% deles do que o 1% do Itau, além de não ter “come-cotas”. Só uma observação que o resgate no Tesouro é D+1.

  14. carlos fazão 15 de fevereiro de 2017 at 10:33 - Reply

    o que é um RF?

  15. Gonçalo 15 de fevereiro de 2017 at 10:43 - Reply

    Muito bom, Leandro! Mais um que foi pra meu face. Abraço e obrigado!!!

  16. Ricardo 15 de fevereiro de 2017 at 11:08 - Reply

    Bom dia Leandro, os fundos de investimento não são cobertos pelo FGC correto? Isso não os tornaria um investimento com risco maior?
    Obrigado pela aula.

    • Leandro Ávila 15 de fevereiro de 2017 at 18:51 - Reply

      Oi Ricardo. O que você investe em fundos não tem proteção do FGC. Como falei em artigos anteriores os fundos são como condomínios de investidores onde um gestor faz investimentos para os participantes desse condomínio. Os gestores, teoricamente, fazem seus investimentos observando a questão do risco, diversificando para não concentrar muito dinheiro em uma instituição mais arriscada ou buscando proteções. Quando um fundo toma a decisão de investir em um CDB de um banco pequeno, é comum que faça a operação através de um DPGE que é um tipo de depósito que é garantido pelo FGC até o valor de R$ 20 milhões. Para saber mais sobre o DPGE visite http://www.fgc.org.br/upload/dpge_p.pdf ou então o https://www.bcb.gov.br/fis/fgc/introducao-fgc.asp

  17. Luciano 15 de fevereiro de 2017 at 11:18 - Reply

    Leandro, como fica a tributação dos fundos com aportes mensais. No momento do saque a tributação incide sobre os depósitos mais antigos ou mais recentes?

    Obrigado!

    • Leandro Ávila 15 de fevereiro de 2017 at 18:40 - Reply

      Oi Luciano. Quando você resgata, eles consideram as cotas mais antigas, as que foram compradas primeiro.

  18. Beatriz 15 de fevereiro de 2017 at 12:09 - Reply

    Boa tarde Leandro, também não estou conseguindo baixar a planilha…

    • Leandro Ávila 15 de fevereiro de 2017 at 18:39 - Reply

      Oi Beatriz, faça uma nova tentativa

      • Beatriz 16 de fevereiro de 2017 at 7:50 - Reply

        Consegui, obrigada!

  19. Victor 15 de fevereiro de 2017 at 13:08 - Reply

    Opa Leandro, beleza? Obrigado pela planilha, ainda não tenho investimentos nestes dois produtos, mas tenho lido bastante sobre.. Gostaria de uma opinião ou mesmo uma observação pela sua experiência. Esta onda de redução de juros se dá por qual motivo? É simplesmente a caneta do COPOM ou este grupo que está no poder tem um alinhamento mais amigável em relação ao mercado financeiro, pois ao meu ver, credibilidade política continua assolada no nosso país. Quando comecei no tesouro, comprava títulos como a LTN a 16. 15.8, hoje está sendo negociado a 10% e vejo que vai baixar mais, o que rege mais ou menos essa comunicação entre mundo político, COPOM e tesouro nacional? Qual a lógica por trás desta determinação das taxas, para mim o que conta é a credibilidade do grupo político, se tem credibilidade pago menos juros, se não tenho pago mais juros, mas eu ainda não vi um grupo com credibilidade nesse nosso país e este é muito mais do mesmo.. Abraços!

    • Leandro Ávila 15 de fevereiro de 2017 at 18:38 - Reply

      Oi Victor. A taxa básica de juros (Taxa Selic) é usada como instrumento do governo para redução da inflação. O governo sobe os juros quando a inflação está muito elevada e depois reduz os juros quando a inflação recua. É o que chamam de política monetária. Tenho um artigo sobre isso aqui. Também falo sobre isso nos meus livros. Os juros estava acima de 14% e a inflação já está na casa dos 6. A diferença é o que chamam de juros reais, que continuam o maior do planeta mesmo depois da redução da Selic. Ainda falta muito para o Brasil se tornar um país com credibilidade, precisamos mudar pessoa por pessoa, brasileiro por brasileiro. Vai demorar um pouco.

  20. Ana Lapa 15 de fevereiro de 2017 at 13:35 - Reply

    Oi Leandro!!! Como sempre, excelente artigo, assim como todos apresentados por ti. Parabéns!!!
    Infelizmente, no email que recebi não veio o link para baixar a planilha, está escrito BAIXAR PLANILHA, mas, não há nada abaixo.
    Não sei se aconteceu com outras pessoas ou só comigo.
    Abraços!!!

  21. Bernardo 15 de fevereiro de 2017 at 13:46 - Reply

    Olá Leandro,

    houve alguma atualização no site? De uns tempos pra cá as imagens já nao abrem mais e nao consigo acompanhar os exemplos.
    Alguma dica?
    Obrigado

    • Leandro Ávila 15 de fevereiro de 2017 at 18:32 - Reply

      Oi Bernardo. Você está acessando o site no seu trabalho? Está acessando dentro de alguma instituição? Tente acessar na sua casa. É provável que a instituição esteja bloqueando as imagens.

    • sandro 16 de fevereiro de 2017 at 8:04 - Reply

      O mesmo ocorre aqui, o proxy bloqueia tudo. Ainda bem que o texto é muito bom e explica as figuras.

  22. Raphael 15 de fevereiro de 2017 at 15:40 - Reply

    Leandro,
    Primeiramente, parabéns pela divulgação de seus conhecimentos gratuitamente com o público em geral.
    Venho lendo seus artigos há algum tempo e são de grande valia, seja para “poupadores iniciantes” (futuros investidores) ou investidores mais qualificados. Pois, os mesmos são extremamente bem explicados, didaticamente falando, e com muito conteúdo.
    Neste artigo especificamente, não estou conseguindo baixar a planilha disponibilizada. Houve alguma alteração no link da mesma?
    Segue o erro gerado:
    “A página da web em https://www.dropbox.com/s/6vsh6vg1f83lsyt/CP_TaxaFundoRentabilidade.xlsx?dl=1 pode estar temporariamente indisponível ou pode ter sido movida permanentemente para um novo endereço da web.”
    Muito obrigado.
    Abraços

    • Leandro Ávila 15 de fevereiro de 2017 at 18:27 - Reply

      Oi Rafhael. Acabo de fazer um teste e funcionou normalmente. Tente mais uma vez.

  23. Rafael Bertassi 15 de fevereiro de 2017 at 15:56 - Reply

    Ótima publicação como sempre!

    Obrigado pela planilha Leandro. O seus artigos me trazem cada vez mais conhecimento!

    Tenho uma dúvida em relação ao investir no Tesouro Direto, já li vários artigos de como realizar aplicações mensais no mesmo. A minha intenção é tirar tudo da poupança e fazer uma aplicação inicial no Tesouro Prefixado 2020 (LTN) e realizar aportes mensais até o vencimento do título, porém, percebi que não seria o ideal, pois dependendo da quantidade de dias entre a compra e a venda do título o IR aumenta. É isso mesmo? Fiquei com essa dúvida antes de começar de vez a investir no tesouro.

    PS: Adorei a série de artigos “Aposentadoria em perigo”!

    Continue com o ótimo trabalho.

    Abraços

  24. Kleber Lourenço 15 de fevereiro de 2017 at 16:59 - Reply

    Boa tarde Leandro, comecei a ler seus artigos a pouco tempo e já posso concluir sem nenhuma dúvida, que são os mais esclarecedores que eu já vi! Parabéns pelo seu trabalho e sua prestação de serviços para com a sociedade brasileira. Você com certeza honra a classe dos educadores.

    Abraço

    • Leandro Ávila 15 de fevereiro de 2017 at 18:23 - Reply

      Oi Kleber, na verdade eu só faço aquilo que todos deveriam fazer, cada um na sua área.

  25. George Douglas Santana 15 de fevereiro de 2017 at 19:00 - Reply

    Boa noite,Leandro Ávila.Muito obrigado pela planilha e pelo artigo esclarecedor.Uma pergunta:Na prática sempre valerá mais a pena investir diretamente no tesouro, correto?Vejo outros educadores como o Gustavo Cerbasi,recomendando fundos e previdência privada, algo que não compreendo bem.Essas modalidades tem de fato suas vantagens?Saúde e sucesso.Grande abraço!!!

    • Leandro Ávila 16 de fevereiro de 2017 at 8:51 - Reply

      Oi George. Não existe uma regra para isso. Seria muito confortante se realmente eu pudesse afirmar que por regra sempre uma coisa é melhor que a outra. Não é assim que funciona. Cada coisa tem suas vantagens e suas desvantagens. No caso dos fundos, cada fundo é uma coisa diferente da outra. Cada título é diferente do outro. Para complicar mais ainda, cada pessoa é diferente da outra e tem necessidades diferentes. Se todas as pessoas do mundo fossem iguais, tivessem as mesmas necessidades, se só existisse 1 tipo de fundo e 1 tipo de título, seria mais fácil fazer esse tipo de afirmação. No caso dos fundos de previdência privada, existe uma lista tão grande de pontos negativos, que no meu entendimento não compensa nem perder tempo. Os fundos de previdência mais acessíveis e populares são grandes “pegadinhas”, como ocorre com os “títulos de capitalização” que são grandes pegadinhas contra pessoas que possuem pouco conhecimento sobre o mundo dos investimentos. São raras as pessoas que terão alguma vantagem e são raros os fundos de previdência que geram alguma vantagem.

  26. Rowilson 15 de fevereiro de 2017 at 19:26 - Reply

    Grande Leandro. Parabéns pelas dicas.
    Pergunta : Vc acredita que os títulos do tesouro serão bons para especular esse ano? Comprei prefixado 2023 e IPCA 2035 esperando que as taxas caiam e o meu rendimento suba…..estou no caminho certo?

    Abco

    • Leandro Ávila 16 de fevereiro de 2017 at 8:45 - Reply

      Oi Rowilson. Esse tipo de pergunta exigiria de mim uma capacidade de prever o futuro. Uma resposta desse tipo poderia induzir os leitores a tomarem decisões por acreditarem que eu tenho essa capacidade.

  27. Luiz 16 de fevereiro de 2017 at 1:08 - Reply

    Olá, Leandro

    Eu sei um pouco de juros compostos, mas não entendi bem como foi feito o calculo da rentabilidade mensal. Por que não usar (1+DI.ano)^1/12 * (1-%IR)? E na taxa de equilíbrio eu me perdi por completo :S. Acho que você digitou a palavra “diária” errado nesse parágrafo:

    “A rentabilidade do fundo para cada prazo e alíquota de IR aparece na coluna “Rentabilidade”. Observe que neste exemplo a rentabilidade diária do fundo para um investimento mantido por 6 meses seria de 0,6188% ao mês”.

    • Leandro Ávila 16 de fevereiro de 2017 at 8:44 - Reply

      Oi Luiz, acho que seria necessário um artigo novo só para falar sobre matemática. Fiz a correção do texto para “mensal”. Obrigado!

  28. Robson 16 de fevereiro de 2017 at 10:05 - Reply

    Olá, Leandro! Como vai?
    Tirei uma grande dúvida com o fundo DI que utilizo pra formar minha reserva. Com a taxa de administração de 0,30% ao ano sempre rentabilizará mais que a poupança mesmo com a taxa DI em 4%.

    Um grande abraço e parabéns pelo ótimo trabalho!!

  29. Luci Maria Bertoli 16 de fevereiro de 2017 at 16:12 - Reply

    Excelente artigo. Gostei do comentário do Leandro, as vezes me perco na matemática também, ou melhor nos cálculos no excel

    • Leandro Ávila 16 de fevereiro de 2017 at 19:05 - Reply

      Oi Luci, é importante dedicar um pouco de tempo “brincando” com essas coisas, pois são de grande utilidade.

  30. Allan 16 de fevereiro de 2017 at 16:27 - Reply

    É muito bom quando temos comparações desse tipo. Muito obrigado pelo texto! Tenho uma dúvida: nos é ensinado que uma boa prática seria deixarmos de 6 meses a 1 ano de despesas em reserva de emergência. Então eu dividi minha reserva de emergência em Tesouro Selic e Fundo DI. Neles, já possuo um valor suficiente para 1 ano de tranquilidade caso algo aconteça. O certo é deixar esse valor lá ou continuar aportando (mensalmente, por exemplo), aumentando essa reserva? Se eu deixar esse valor rendendo sem aportes, eu estarei protegido da inflação?
    Um abraço

    • Leandro Ávila 16 de fevereiro de 2017 at 19:09 - Reply

      Oi Allan. Você pode e deve continuar acumulando para construir sua riqueza. Alguém que tem 1 ano de reservas tem uma tranquilidade e uma segurança na vida muito maior do que aquele que nada tem. Se você tivesse o equivalente a 10 anos de reservas, ou seja, 10 anos de liberdade do trabalho sem que isso gerasse problema, como você se sentiria? E se você tivesse 50 anos de recursos ao ponto de poder parar de trabalhar pelo dinheiro e pudesse trabalhar apenas naquilo que você gosta? Observe que o seu nível de liberdade aumenta.

      • Allan 17 de fevereiro de 2017 at 10:34 - Reply

        Mas faz sentido 10 anos de reserva de emergência? Não faria mais sentido 1 ano apenas e o restante em aplicações que rendem mais (devido à menor liquidez)? Nesse caso não faria mais sentido deixar de aportar em reserva de emergência?

  31. jose eduardo 17 de fevereiro de 2017 at 16:49 - Reply

    Parabéns Leandro! Faz pouco tempo que conheço seu site, mas estou aprendendo muito, principalmente na questão dos cálculos.

    • Leandro Ávila 21 de fevereiro de 2017 at 17:29 - Reply

      Obrigado José. Cálculo não é o meu forte, mas eu me esforço.

  32. Jr 20 de fevereiro de 2017 at 11:32 - Reply

    Olá Leandro.
    Antes da minha pergunta, parabéns pelas matérias, são ótimas.

    Sou iniciante e me arrependo demais por não ter me interessado por investimentos antes, agora estou correndo atrás do conhecimento.

    Me diga, todo mês eu transfiro para minha poupança(aff….eu sei, eu sei mas…) uma determinada quantia, porém, acho que não está rendendo o esperado (ex.: 0,65% mês). Acho que é porque eu deposito em dias alternados, assim sendo, tem vários dias de aniversários. Não seria melhor pegar o que já tem e investir tudo de uma só vez na poupança de outro banco para haver apenas uma data de aniversário?

    Grato.
    JR

    • Leandro Ávila 21 de fevereiro de 2017 at 17:29 - Reply

      Oi JR. Isso não faz muito sentido. Cada dia o Banco Central define uma taxa diferente como pode ver no endereço http://www4.bcb.gov.br/pec/poupanca/poupanca.asp. Isso ocorre pelo fato da TR ser uma taxa variável. Se você concentrar todo o valor em um dia só, você vai contar com a sorte. Em alguns meses a taxa naquele dia será baixa, em outros será mais elevada e assim por diante. Ter o dinheiro pulverizado em vários dias fará você ficar com a média.

  33. Flávia 21 de fevereiro de 2017 at 14:04 - Reply

    Olá Leandro,
    Adoro os seus posts, estou começando a investir por conta dos seus ensinamentos…
    Tenho investido em LCI e LCA por enquanto… mas aplicações como essas, para valer a pena, giram em torno de
    R$ 10000,00. E para juntar essa quantia, tenho utilizado a poupança. Demoro cerca de 6 meses para fazer o investimento… Minha dúvida é se seria melhor juntar em um fundo ou se mantenho na poupança…

    • Leandro Ávila 21 de fevereiro de 2017 at 17:25 - Reply

      Oi Flávia. Recomendo que faça simulações, pois não sei quais fundos você tem disponível, taxas, etc.

  34. Marcelo 24 de fevereiro de 2017 at 11:16 - Reply

    Bom dia Leandro,
    Com a expectativa de uma sequência de baixas na taxa básica de juros, seria o momento de investir em títulos pré fixados, como o tesouro pré fixado-LTN?
    Quais outras opções para serem estudadas que podem ter rendimento melhor do que a a renda fixa, visto a expectativa da sequência de baixa da taxa básica de juros?

    • Leandro Ávila 10 de março de 2017 at 8:57 - Reply

      Oi Marcelo. Quando os juros estão em queda a renda fixa vai ficando menos atrativa e os investimentos de renda variável ficam mais atrativos. Recomendo alguns cursos sobre investimentos em ações nesta página aqui.

  35. Guilherme Costa 7 de março de 2017 at 22:20 - Reply

    Parabéns mais uma vez!!!!
    Uma pena que muitas pessoas não se interessam por economia. Sempre falo do seu site para pessoas próximas, mas poucos se interessam. Os que se interessaram já eram investidores em TD etc. Quando mando o link da notícia no zap agradecem e fazem elogios. Atualmente, estou estudando o mercado de ações comprei o livro do Flavio Lemos de Análise Técnica. Li muita coisa, mas quando me deparo na frente do homebroker acabo não comprando nada até agora que foi indicado me parece tudo sobrevendido. Utilizo MACD, MACD histograma, bandas de bollinger, RSI, CCI, volume que por muitas vezes demonstra fraqueza em determinados papéis indicados. Até hoje não comprei nada fico só estudando.
    Estou só em TD e LCI de 93% do CDI
    Abraços

    • Leandro Ávila 10 de março de 2017 at 8:55 - Reply

      Oi Guilherme. É como tentar aprender a andar de bicicleta através de um manual impresso. Antes de investir em ações, especialmente utilizando análise técnica, você deve definir quanto de dinheiro você aceita perder sem que isso faça você perder sua paz interior? Outra coisa que você precisa definir é quanto tempo você vai gastar em todo esse processo e se realmente compensa.

  36. Neto 14 de março de 2017 at 18:56 - Reply

    Olá Leandro, incrível artigo! Esta planilha será uma mão na roda! Abraços!

  37. Daniel 21 de março de 2017 at 7:26 - Reply

    Taxas administrativas, come-cotas, rentabilidade comparada com o peso morto da poupança, mais taxas. Melhor investir direto em títulos do tesouro, já que parece que em nenhuma hipótese fundos ganham dos títulos do governo quando se investe sem intermediários.

    • Leandro Ávila 22 de março de 2017 at 9:07 - Reply

      Oi Daniel, vai depender das taxas e da rentabilidade do fundo.

Leave A Comment

Share this

Compartilhe com um amigo